Um golpe nos anos dourados do rádio 1

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1 Um golpe nos anos dourados do rádio 1 THOMÉ, Cláudia 2 Universidade Federal de Juiz de Fora) REIS, Marco Aurelio 3 (Universidade Federal do Rio de Janeiro) RESUMO: O presente trabalho tem o objetivo de contribuir com os estudos sobre a história do rádio, sobretudo propondo um debate sobre os efeitos do golpe de 1964 neste veículo de comunicação, reconhecido pelo potencial estratégico na condução política do Brasil. Nos 50 anos do golpe, reunimos aqui dados coletados durante pesquisa sobre crônicas nas rádios MEC e Nacional que mostram o apagamento de toda uma produção cultural veiculada nas emissoras. Este trabalho se propõe ainda a apresentar um personagem que foi apagado da história neste contexto político, mostrar que acervos inteiros desapareceram e que programas foram extintos em decorrência do 1º abril de PALAVRAS-CHAVE: rádio; crônica; memória; golpe; Ghiaroni. 1. Introdução O rádio como poderoso elemento de mobilização de massas no Brasil teve um silenciamento abrupto em abril de A Rádio Nacional do Rio de Janeiro, então ainda líder de audiência no seu segmento, afastou 36 funcionários por determinação do Comando Supremo da Revolução. Também por ordens superiores, a direção da Rádio MEC foi tomada pelo interventor Eremildo Luiz Vianna, reproduzindo dentro da emissora a política imposta ao país naquele momento. Tal golpe sofrido pelo rádio já faz parte da história desse veículo de comunicação que, antes disso, fora considerado elemento de articulação por governos anteriores, assumindo papel estratégico da política dos presidentes Getúlio Vargas ( e ) e João Goulart ( ). Muito provavelmente é por esse motivo que o rádio tenha sofrido tão severo ataque logo nos primeiros anos dos governos militares ( ), de modo a impedir seu uso por opositores à ditadura que iria se instaurar. Com esse ataque, uma produção cultural foi eliminada dos 1 Trabalho apresentado no GT História da Mídia Sonora do 3º Encontro Regional Sudeste de História da Mídia, sediado pela Escola de Comunicação da UFRJ em Professora adjunta do Departamento de Rádio e TV da Facom / UFJF, jornalista formada pela ECO/UFRJ, mestre em Comunicação e Cultura pela UFRJ, doutora em Ciência da Literatura pela UFRJ, integrante do Grupo de Pesquisa Comunicação, Cidade, Memória e Cultura (UFJF), 3 Doutorando da Faculdade de Letras da UFRJ, jornalista formado pela ECO/UFRJ, mestre em Ciência da Literatura pela UFRJ, professor de Comunicação Social da Universidade Estácio de Sá, integrante do Grupo de Pesquisa Comunicação, Cidade, Memória e Cultura (UFJF),

2 arquivos, em um processo de apagamento da memória que necessita ser detectado a fundo e, se possível, em parte revertido. Nos 50 anos do golpe militar de 1964, a proposta do presente artigo é contribuir com a construção da memória daquele momento da história do rádio, apresentando e analisando dados coletados durante pesquisa sobre crônicas produzidas para serem vocalizadas nas rádios Nacional e MEC. Este trabalho se propõe a apresentar um personagem que foi apagado da história neste contexto político, mostrar que acervos inteiros desapareceram e que programas foram extintos. Serão apresentados aqui trechos de crônicas radiofônicas que sobreviveram a este apagamento e que foram ao ar antes de 1964, exatamente por ser este o ano em que as rádios foram silenciadas. O personagem central será Giuseppe Ghiaroni 4, um dos 36 funcionários afastados da Rádio Nacional pelo comando do chamado atualmente, em pleno momento democrático, de Golpe Militar de Neste processo de apagamento, o programa de crônicas Quadrante, veiculado na Rádio MEC, foi sumariamente extinto assim que a rádio foi tomada pela nova direção. O apagamento da memória sobre o que aconteceu no país se torna ainda mais perverso quando se percebe que houve uma tentativa não só de silenciar, mas também de eliminar pistas, produções culturais e registros sobre importantes personagens dessa história que felizmente vem sendo recontada no país. 2. Mapeamento nos acervos das emissoras A pesquisa detectou que há pouquíssimas crônicas guardadas nos acervos públicos, se for levada em conta a produção diária dos cronistas para o rádio. Muitas foram ao ar e se perderam com o tempo, ou por falta de uma política de preservação ou em função de outra política, esta de não-preservação, ou ainda por falta de condições materiais e operacionais. Como resultado encontram-se enormes lacunas de tempo na tentativa de resgatar cronologicamente as crônicas daquele período do rádio brasileiro. Um mapeamento nos arquivos permitiu não só indicar onde estão as crônicas (scripts e gravações) que sobreviveram, com pistas do cotidiano da cidade naquelas décadas, mas resgatar obras que guardam traços culturais da sociedade, revelando temáticas escolhidas e veiculadas naquele momento histórico. Muitas dessas escolhas 4 Ghiaroni foi contratado pela Rádio Nacional em 1943, onde trabalhou em parceria com Cesar Ladeira, e escreveu crônicas para programas como Isto e Aquilo (1951), A Crônica da Cidade (1951), A Página das Nove e Meia (1957).

3 foram determinadas pela conjuntura de um período marcado pela instabilidade política, por mudanças bruscas no poder e por momentos de censura e repressão. No arquivo da Rádio Nacional no Museu da Imagem e do Som, no Rio de Janeiro, há crônicas de Ghiaroni que datam de 1951, 1953 e 1957, sendo que a maior parte de 1953, um ano antes do suicídio do presidente Getúlio Vargas. Observa-se ainda que o acervo do MIS é composto por crônicas que foram ao ar na Rádio Nacional em semanas seguidas, mas não há continuidade, deixando grandes lacunas nesta história que se tenta reconstituir, longos espaços de tempo sem memória de áudio. Já no acervo da Rádio MEC, foram encontradas apenas duas crônicas gravadas do programa Quadrante, que foram ao ar em 1963, um ano antes do golpe militar. Criado pelo então diretor da rádio Murilo Miranda, em 1961, Quadrante veiculava crônicas escritas por sete literatos Dinah Silveira de Queiroz, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Fernando Sabino, Manuel Bandeira, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga, um a cada dia da semana, e interpretadas pelo ator Paulo Autran. Ia ao ar diariamente às 20h (ou oito da noite, como preferem os radialistas), e era reprisado no dia seguinte ao meio dia. O programa fez sucesso, mas saiu do ar em 1964, quando o interventor Eremildo Vianna assumiu a direção da emissora dentro do novo arranjo político que se instaurou durante o Regime Militar. Do pouco material que sobreviveu à falta de política de conservação ou mesmo a uma política intencional de destruição, há também na Sociedade dos Amigos da Rádio MEC (Soarmec) alguns scripts de programas, cartas de leitores, documentos guardados em caixas de papelão. Após as visitas aos arquivos das rádios, uma pergunta ficou aguardando resposta: o que aconteceu com grande parte das crônicas lidas diariamente nas duas emissoras? Muitas simplesmente sumiram dos arquivos sonoros por razões técnicas, diante da necessidade de reaproveitamento das fitas, foram deixadas de lado por descaso e se danificaram ou foram vítimas de uma política de esvaziamento cultural das rádios. Esta última hipótese é defendida pela pesquisadora Ana Baumworcel (UFF), em artigo sobre a censura à Rádio MEC: Depois de 1964, se instaurou na emissora uma política de esvaziamento cultural que se traduzia na prática de apagar fitas com programas históricos, de sumir com os livros, para que o passado fosse esquecido. Este ato de apagamento do passado se constituiu num ritual dos regimes de exceção. (BAUMWORCEL, in doc, acessado em 31/08/2009)

4 É difícil não considerar todas as hipóteses acima como verdadeiras. À política de esvaziamento cultural soma-se o pouco caso com que o material radiofônico era tratado pelos diretores das emissoras de rádio, todos interventores, afinados com o governo ditatorial militar. O que a história oficial não registrou dessa época pode ser aos poucos resgatado nos depoimentos de quem viveu aquele momento de repressão e as dificuldades impostas pelos diretores dentro das emissoras de rádio. A Sociedade dos Amigos da Rádio MEC disponibiliza em sua página na Internet parte dessa história oral, em depoimentos transcritos de pessoas que trabalharam na emissora. Em um desses depoimentos, Paulo Autran relata o fim do Quadrante : Quando veio o golpe militar, a Rádio MEC caiu nas mãos de um senhor chamado Eremildo Viana que, se tinha cultura, se tinha conhecimento, não demonstrava. Ele queria mesmo era acabar com todo e qualquer programa que tivesse liberdade artística de escolha ou qualquer coisa assim. E então ele acabou com o Quadrante. (depoimento de Paulo Autran, em entrevista a Lívia Rosa, em 18 de fevereiro de 1999, no site da Soarmec) No livro Bastidores do Rádio (1976), o radialista Renato Murce também responsabiliza os diretores que passaram pela Rádio Nacional, naquele momento histórico, pelo esvaziamento dos acervos. Muitos programas eram gravados somente quando iam ao ar, lembra Murce (1976, p ). Assim, foram produzidos, segundo ele, discos (acetatos de 16 polegadas). Não souberam guardar e resguardar as referidas gravações. Tinham valor extraordinário ( ) Mandaram (diziam que por falta de espaço) um sem-número delas para a casa dos transmissores, em Brás de Pina. Ficaram jogadas em lugar inadequado e se deterioraram. Outras, fui encontrar mal empilhadas (e também se estragando) num compartimento, junto aos sanitários da rádio. Eram ainda cerca de gravações. E quase a metade já estava inutilizada. (MURCE, 1976, p ). O radialista ainda salvou parte desse acervo, separando e arrumando mais de gravações que ainda estavam em bom estado de conservação: Copiei-os em fita para o meu pequeno arquivo, conta Murce (1976, p. 96), lamentando o que ocorrera logo depois: a doação de grande parte do acervo da Rádio Nacional ao Museu da Imagem e do Som (MIS). A ideia, segundo Saroldi (2005, p ), partiu da museóloga Neusa Fernandes, diretora do MIS, nomeada em 1971, depois de ter a informação de que havia discos de programas jogados no chão do banheiro e no

5 corredor da emissora. Autorizada pelo então ministro da Fazenda, Antonio Delfim Neto, a doação foi criticada por funcionários da Rádio Nacional. Reportagem da Revista Veja, intitulada Ruído nas ondas do Rádio 5, sobre a memória da Rádio Nacional, traz mais uma informação assustadora: havia a intenção de jogar todo o arquivo no mar: Quem circulasse pela Rádio Nacional nos idos de 1972 levaria um susto ao encontrar, jogada em um dos banheiros, grande parte do precioso arquivo da instituição. E isso não era nada. Conta-se que o então diretor da emissora, Pandiá Pires, indicado pelo governo Médici, pretendia jogar tudo no mar. O material foi salvo graças à interferência do compositor Paulo Tapajós e de uma equipe da Nacional, que sugeriram que fosse levado para o Museu da Imagem e do Som (MIS). ( Ruído nas ondas do Rádio, reportagem de Isabel Butcher, publicada na Revista Veja em 5 de junho de 2002) Além do sentimento de perda, registrado nos depoimentos, havia ainda a falta de planejamento para transportar o acervo e a estrutura precária do MIS, à época, para abrigar todo o material, seguindo normas técnicas de preservação. O relato de Saroldi mostra o amadorismo com que foi feita esta transferência de discos e partituras: O material foi transportado em caminhão para o MIS em 1972, praticamente levado no colo por um grupo que incluía Neusa Fernandes, a funcionária do MIS Analígia Santos, o maestro Chiquinho (Francisco Duarte) e seu assistente, Venilton Santos. (SAROLDI, 2005, p. 188). Em um primeiro momento o MIS não tinha estante para colocar todo aquele material. Resultado: depois das sucessivas viagens de caminhão, os discos foram empilhados em uma sala. No ano seguinte, foram armazenados em estantes, mas, como conta Saroldi (2005, p. 188), cerca de 20 mil partituras ocupavam espaços variados e inesperados do prédio anexo, então abrigando o arquivo de Almirante 6. Arranjos escritos por maestros da Nacional foram guardados em uma sala do prédio anexo, expostos à chuva, ao mofo, à ação dos roedores, com várias páginas irrecuperáveis (SAROLDI, 2005, p. 188). O MIS começou a classificar o material doado em 1976, quatro anos após uma de suas mudanças de endereço. Em 1981, em função de um incêndio em sua sede, teve 5 Revista Veja de 5 de junho de 2002, in acessado em 25 de março de Músico e radialista, Henrique Foréis Domingues ( ), o Almirante, reuniu enorme acervo sobre a história da música popular brasileira. Esteve no comando de Curiosidades Musicais, primeiro programa de rádio com montagem no Brasil.(AGUIAR, 2007, p. 146)

6 que transferir o acervo provisoriamente para o Museu do Ingá, em Niterói. Depois de tantas idas e vindas, a memória da Rádio Nacional está, desde 1998, finalmente catalogada no MIS. Ou pelo menos o que se salvou desta memória. Sabe-se hoje o que existe; é difícil fazer um levantamento preciso do que foi perdido. Para agravar o quadro, parte do material que sobreviveu se apresenta com ruídos e interrupções. No caso das crônicas, gravadas do acetato para CDs, não são poucas as que ficaram com trechos inteiros danificados, sem possibilidade de audição. Esta informação consta no cadastro feito pelo MIS. A crônica O Rio se mudou para Petrópolis, de Ghiaroni, interpretada por Paulo Gracindo, em 1953, no programa Isto e Aquilo, por exemplo, está gravada no CD 0418, mas não se pode mais ouvir o seu desfecho. No cadastro há uma observação: apenas o final da faixa danificado (irremediavelmente inutilizado). O restante foi transcrito. Basta uma audição para constatar que sobrou um trecho muito pequeno desta crônica: há a abertura do programa, a chamada do anunciante, e quando Paulo Gracindo começa a interpretar o texto de Ghiaroni, é logo interrompido pelo silêncio. 3. A Radioliteratura de Giuseppe Ghiaroni Trocador de ônibus, boy, tradutor, redator, poeta, literato do rádio. Giuseppe Artidoro Ghiaroni nasceu em Lava-pés, bairro dos italianos em Paraíba do Sul, no interior do Rio de Janeiro, em 22 de fevereiro de Morreu em 2008, na véspera de seu aniversário de 89 anos, deixando um currículo diversificado. Começou a trabalhar cedo, como operário da cerâmica D'Ângelo, carregando telhas na cabeça, como lembra sua filha, Regina Ghiaroni, no perfil do pai escrito por ela em Mais tarde, costumava brincar dizendo que 'sempre ganhara a vida com a cabeça', conta Regina. Foi redator e produtor de programas de rádio e, posteriormente, atuou também na televisão, onde se destacou como redator de programas humorísticos de Chico Anísio. Ghiaroni deveria ser lembrado pelas radionovelas que escreveu, pelos programas que produziu no rádio e na televisão e pelos poemas que começou a publicar antes de ser contratado para trabalhar na Rádio Nacional, em 1943, no acaso da Ditadura de Getúlio Vargas, iniciada 13 anos antes. Em 1941 já havia publicado O Dia da Existência, seu primeiro livro de versos. Apesar de ter escrito crônicas diárias e de ter a autoria de radionovelas de grande audiência na Rádio Nacional, Ghiaroni desapareceu dos registros da EBC: em 2012, após solicitação de informações sobre sua demissão, a empresa respondeu que não foi

7 localizado qualquer registro do referido radialista. O autor cuja passagem pela Rádio Nacional simplesmente desapareceu dos registros oficiais, fez parte do seleto grupo de profissionais de rádio que trabalhavam muito e eram responsáveis por diversas atividades dentro da programação, escrevendo, produzindo, montando quadros de dramatização. Em sua pesquisa, Lia Calabre (2006) aponta que, entre todos os autores, um grupo de apenas 23 foi responsável por 71,6% do total de novelas veiculadas pela Rádio Nacional, entre 1941 e Ghiaroni estava entre eles, com 28 radionovelas de sua autoria. Calabre também constata a falta de registro sobre a atuação dos escritores de rádio. Muitos destes profissionais parecem ter desaparecido no ar, sem deixar registros nos arquivos, nas publicações ou nas documentações do período (CALABRE, 2003). É mesmo de se estranhar esse desaparecimento, essa falta de registro, uma vez que a produção radiofônica do período foi muito intensa e esses profissionais tinham o reconhecimento nas páginas dos jornais e nas revistas sobre o rádio. Seguindo um ritmo de produção intenso, Ghiaroni fez grande sucesso na Rádio Nacional com a novela Mãe, lançada em 1946 para manter a emissora na liderança. Nesta época, a Rádio Tupi havia contratado astros da Nacional e entrava na disputa do horário das 9 da noite, considerado nobre, levando ao ar uma novela com Paulo Gracindo. Em depoimento a Lourival Marques, publicado por Calabre, Ghiaroni revela a fórmula de seu drama que fez tanto sucesso na Nacional: havia se inspirado em seu próprio cotidiano. O Vitor então me chamou para fazer uma novela às 9h, em defesa do horário das 9h. E calhou, interessante, eu que estava casado havia pouco tempo e a minha mulher estava esperando a minha primeira filha. Eu resolvi fazer uma novela chamada Mãe, de certa maneira no clima de uma gestação, evidentemente muito ligada a mim. Talvez por isso, não sei, a novela Mãe aconteceu realmente, de sorte que anulou essa tentativa da Tupi, que até simularam um rapto do Gracindo, dizendo que ele havia sido raptado, essa coisa toda (Ghiaroni, in Calabre, 2003) 7 Diante da necessidade de produzir textos em ritmo acelerado, os profissionais buscavam inspiração em suas rotinas e nas conversas do dia-a-dia. Para a redação de crônicas, essa era uma receita e tanto. A vida doméstica, as filhas, a conversa entre vizinhos, tudo isso era matéria-prima para Ghiaroni. Sua produção diária de crônicas a 7 Depoimento de Ghiaroni em artigo de Lia Calabre apresentado à Intercom em 2003 (CALABRE, Lia. Rádio e imaginação: no tempo da radionovela in 1904/3112/1/NP6CALABRE.pdf, acessado em 13 de junho de 2012)

8 maioria interpretada por Cesar Ladeira e por Paulo Gracindo caiu no esquecimento, mas à época era reconhecida pelo público e pelos críticos das revistas sobre rádio. Reportagem da revista Radiolândia sobre Ghiaroni, publicada em 16 de abril de 1955, dava ao autor o reconhecimento por seu trabalho, uma visibilidade que foi perdida ou apagada ao longo dos anos. A revista ainda existe nos arquivos e oferece pistas da imagem de Ghiaroni divulgada à época: tratava-se de um menino pobre que se tornou famoso produtor radiofônico. A reportagem frisa ainda que ele escrevia textos diários para programas como Isto e Aquilo e A Crônica da Cidade, focando no cotidiano, no trivial da vida, no esbarrão na rua, no sinal para o lotação. 4. Crônicas que sobreviveram No acervo da Rádio Nacional no MIS, os programas arquivados estão guardados em CDs. Há crônicas gravadas pela metade, outras estão com ruído. Do programa Isto e Aquilo, com autoria de Ghiaroni, o MIS tem o áudio de uma pequena amostra de 18 crônicas veiculadas e nem todas as gravações estão em perfeito estado ou completas. Muito pouco, se for considerado que o programa era diário, mas o suficiente para detectar o estilo de Ghiaroni, constatando o que a reportagem da Radiolândia já anunciava em 1955: ele era o cronista das ruas, do esbarrão, tão próximo do cotidiano do ouvinte da Rádio Nacional. Afinal, era uma emissora popular, com forte penetração nas camadas sociais mais baixas, analfabetas e semialfabetizadas. Onde estaria então o acervo de Ghiaroni, que tanto produziu para o rádio brasileiro? O primeiro passo foi buscar um contato com as filhas, Marina e Regina Ghiaroni, o que aconteceu em junho de No primeiro encontro, Marina deu duas boas notícias: a primeira, que o acervo existe e está guardado no apartamento da irmã, Regina; a segunda, que as filhas têm intenção de digitalizar a produção do autor para que não se perca com o tempo, e depois disponibilizar o acervo ao acesso público. O programa Isto e Aquilo, que não aparece citado na bibliografia consultada sobre programas de rádio, apresenta crônicas sobre fatos do cotidiano. O tom de batepapo carregava ainda uma leve ironia. Na crônica Felicidade é uma coisa simples, por exemplo, os ouvintes tiveram de Ghiaroni uma reflexão bem-humorada do hábito de desejar prosperidade às pessoas no Ano Novo. De forma divertida, ele mostra que é um ato no mínimo contraditório desejar um ano próspero a todos, indiscriminadamente:

9 (...) aos enfermos que se restabeleçam sem precisar de médicos, e aos médicos que não lhes faltem doentes; aos que estão destinados a morrer em 1954, que consigam driblar a fatalidade e ver a aurora de 1955, e as empresas funerárias que façam mais negócios do que em 1953 (...). (GHIARONI, trecho da crônica Felicidade é uma coisa simples, transcrita após audição no MIS) Também brincando com o contraditório, Ghiaroni registra e critica a moda do uso linguístico dos jargões, que ele mesmo, como radialista, ajudava a criar nos programas humorísticos. Na crônica Menina Inocente, defende a reação de uma mãe que, só porque sua filha falou uma frase feita, deu-lhe uma bofetada. A menina inocente disse: ih, você é de morte, hein. E a mãe, severa e impiedosa, deu-lhe uma bofetada. As janelas da vizinhança se abriram com o ruído de madeira. E as vizinhas debruçadas comentaram com ruído de matraca: - Imagine a senhora, dona Flauzina, dar um trompaço na garota só porque ela disse você é de morte - ah, ela é muito granfina, sabe, ela não gosta de gíria. É muito metida à besta! - Ela é de morte! (abertura da crônica Menina inocente, de Ghiaroni, para programa Isto e aquilo, da Rádio Nacional, transcrita após audição no MIS) Ironicamente, Ghiaroni era o redator do programa de rádio Tancredo e Trancado, que criou diversos bordões, repetidos pelos personagens, como Quem nasceu pra lagartixa, nunca chega a jacaré ; Não é por me gabar não, mas a senhora é muito boooa ; Ele não toca pandeiro, que fará bongô.... Ao fim da crônica, depois de elogiar a bofetada da mãe, para salvar a filha das frases feitas dos meios eletrônicos de comunicação, Ghiaroni se rende e também usa um bordão popular da época: A despeito do que digam, a senhora é uma verdadeira mãe, que conhece o seu papel de educadora; em poucas palavras, a senhora é pra cabeça. O olhar irônico sobre o cotidiano é uma das marcas da obra de Ghiaroni. O humor é dosado, fazendo graça com o inusitado, muitas vezes pontuando a ausência do poder público, ou até mesmo seus excessos regulatórios. Se um dos papéis do rádio era mostrar o Brasil aos brasileiros (CALABRE, 2006, p. 56), Ghiaroni fez jus ao veículo. Em crônica veiculada no programa A Página das Nove e Meia 8, da Rádio Nacional, faz referência à política de exaltação da pátria, representada pela metrópole do Rio de Janeiro, de forma bem particular. 8 Os scripts do programa A Página das Nove e Meia, do acervo pessoal do autor, não fazem referência aos nomes das crônicas nem às datas de produção ou de veiculação na Rádio Nacional.

10 Como contribuição à campanha que visa prestigiar o que é nosso, valorizar o que é brasileiro, quero hoje citar o exemplo da falta d água. Com esta mania de andar sempre em busca de um quimérico Pássaro Azul, chorando de barriga cheia e achando sempre que a galinha do vizinho é mais gorda do que a nossa, quanto habitante do Rio, ao abrir inutilmente uma torneira seca, terá dito: - Isto é Brasil! Nem água tem nesta terra.. (abertura da crônica de Ghiaroni, para o programa A Página das Nove e Meia /Rádio Nacional, em script cedido pelas filhas) Diante da momentânea falta d água no Rio, Ghiaroni resolve então lembrar aos ouvintes que há situações piores, retratando a condição de seca permanente em que viviam os italianos de Mornese, localidade do Piemonte, no norte da Itália. O cronista conta que, nesta região da Itália, o sistema de abastecimento consistia em um único poço e que, por isso, a água foi racionada com todo rigor, sendo até mesmo vigiada por homens armados à noite. Daí, Ghiaroni volta para o Rio de Janeiro e termina a crônica com letra de marchinha de Carnaval: Não obstante somos nós que nos queixamos da falta d água. E o sambista julga falar num símbolo de miséria hidráulica, sem saber que fala num símbolo de abundância quando diz: Lata d água na cabeça, lá vai Maria. (encerramento da crônica de Ghiaroni, para o programa A Página das Nove e Meia /Rádio Nacional, em script cedido pelas filhas) A crônica carrega em si registros de uma época, com valor inestimável na construção da memória de uma nação e no resgate de sua história. É uma narrativa que transita entre realidade e ficção, entre técnica industrial e inspiração artística, entre jornalismo e literatura. São textos carregados de memória que por motivos ditatoriais foram apagados dos arquivos públicos, e assim ficariam caso o autor não guardasse consigo parte de sua produção e suas filhas não a preservassem após sua morte. Como ensina Tzvetan Todorov, todo ato de reminiscência, por humilde que seja, tem sido associado com a resistência anti-totalitária. (TODOROV, 2000, p. 14) Ghiaroni produziu ainda um programa chamado O Amor de sua Vida, radioteatro veiculado na Nacional, na década de 50, às quintas-feiras, entre 20h35 e 21h, em que contava histórias de amor de casais, muitos conhecidos do público, entre eles Dorival Caymmi e Adelaide Tostes Caymmi, que foi ao ar em 12 de novembro de 1959, e Dias Gomes e Janete Clair, em 26 de novembro de Cinco anos antes de sair do ar como perigo comunista, Ghiaroni contou aos ouvintes da Nacional o início do namoro de Janete Clair e Dias Gomes. Era o 89º

11 programa O Amor de Sua Vida, peça de radioteatro, com 25 minutos de duração, repleta de diálogos e efeitos sonoros, com narração de César Ladeira e arranjos musicais de Alexandre Gnátalli. Os scripts originais estão com as filhas do autor. Neste programa, o autor roteiriza um diálogo entre Janete e Dias em que, com muito humor, conta aos ouvintes a censura existente na Ditadura Vargas, de forma muito subliminar. Dias Gomes tenta declarar seu amor a Janete e começa dizendo que hoje é dia 13, um dia importante para ele, como reproduzido abaixo: Dias (...) Um momento! Eu tenho outra coisa para lhe dizer! Hoje é dia 13! Janete Acho bem provável, sabendo-se como se sabe que ontem foi dia 12! Dias Mas o dia 13 é importante para mim! Foi no dia 13 de fevereiro de 1942 que eu entrei para o rádio! Foi no dia 13 de fevereiro de 1945 que a polícia estadonovista me bateu! Como as coisas importantes, que deixam marcas na minha vida e na minha testa, costumam acontecer nesta data de 13 de fevereiro, não haverá outro dia mais indicado para que eu lhe diga... (trecho do programa O Amor de Sua Vida, de Ghiaroni, veiculado em 26/11/1959, na Rádio Nacional script cedido pelas filhas do autor) A partir daí, Ghiaroni reproduz diálogo de Dias Gomes com o chefe de polícia, que o intimou a prestar depoimento em função da irradiação de propaganda da radionovela A Dama da Noite. Ghiaroni inseria a crítica e a informação em seus textos sempre com muita ironia, sem um tom de denúncia. Ficcionalizava cenas possíveis de terem acontecido naquele contexto político. Em artigo publicado no jornal O Dia, em abril de 2013, o atual diretor-geral da EBC, Eduardo Castro, conta que a ordem para tirar Ghiaroni, Dias Gomes e Mário Lago do ar em abril de 1964 veio do Comando Supremo da Revolução. Era mais um dia 13 na vida de Dias Gomes, desta vez em abril: No dia 13 de abril de 1964, o Comunicado 6, assinado pelo Comando Supremo da Revolução, afastou 36 funcionários da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Deixaram o ar imediatamente Ghiaroni, Mário Lago e Dias Gomes, entre outros. Na época, os denunciantes pretendiam limpar a Rádio do perigo comunista. A radicalização contra os profissionais e, consequentemente, contra a programação deu início ao longo e agonizante declínio vivido pela rádio. De joia da Coroa incorporada ao patrimônio da União em 1940, a Nacional começou a ser vista como um estorvo. Passou anos sem investimento e viu seu FM ser privatizado.

12 Toda a produção literária e de programas radiofônicos desta época estava imersa em um contexto político conturbado. A Rádio Nacional, estatizada por Getúlio Vargas 1940, se manteve por 20 anos em posição de liderança entre as emissoras de rádio brasileiras, não só acompanhando, mas influenciando os rumos da história. O poder do rádio como instrumento político já é bem conhecido, um capítulo interessante não só da trajetória desse meio de comunicação, mas da história política do país. 5. Pistas do apagamento De forma compreensível, a posição política de Ghiaroni não está explícita em sua biografia nem mesmo nas crônicas analisadas. Mas algumas pistas foram encontradas ao longo da pesquisa, que podem até explicar esse apagamento da produção de rádio da época, já citado aqui. Em 1954, Ghiaroni foi o entrevistado da seção Falando de Coisas Sérias, da Revista do Rádio. Diante de perguntas sobre, por exemplo, o que acha da situação atual do Brasil e o que pensa sobre o comunismo, Ghiaroni deu respostas bem abrangentes. Acredita na evolução política do Brasil?, perguntou a revista. E Ghiaroni respondeu: A evolução não é contínua. Há períodos de estagnação e períodos de regressão. Mas a evolução é inevitável. Nesta entrevista, citou o principal adversário de Vargas, Carlos Lacerda, como o político que mais admirava. E declarou que entre os escritores que mais apreciava estavam Euclides da Cunha e Augusto dos Anjos, autores cujas penas se destacam por levar para literatura a pobreza da população ex-escrava ou nordestina, os abusos do poder constituído e a falência de parte da elite agrária nacional do início do Século 20. Produtor da Rádio Nacional, Ghiaroni também passou pela Rádio MEC, na instável e efervescente década de 60. Em depoimento por escrito, publicado no jornal Amigo Ouvinte, da Soarmec, Ghiaroni garante que não sofreu nesta época nenhum tipo de censura na produção de seus programas. Mas afirma que não era afinado ao regime: Minha participação (na Rádio MEC) começou já nos longínquos anos 60, em plena vigência do regime militar-autoritário, pelo qual não tinha eu a mais vaga simpatia e ao qual muito menos poderia ser persona-grata (Ghiaroni, em depoimento para Informativo impresso da Soarmec, nº 29, de junho de 2000, disponível in acessado em 19/5/2012) De forma divertida, ele lembra que a rádio viveu tempos difíceis no governo udenista e breve de Jânio Quadros que, para demonstrar poder, exigiu que todos

13 cumprissem seus horários na Rádio MEC. Ghiaroni conta que não havia espaço físico e que, por isso, os profissionais ficavam esbarrando uns nos outros, aguardando a hora de bater o ponto, para que então pudessem ir para casa fazer o trabalho da rádio, que não tinha meios de ser feito na própria emissora. Mas, de todas as pistas sobre o engajamento do autor na política, uma chama mais a atenção: Ghiaroni fazia parte do Comando dos Trabalhadores Intelectuais (CTI), manifesto assinado em 1963 por um grupo de intelectuais em diversas áreas, assim discriminadas: Direito, Arquitetura, Medicina, Literatura, Ciência, Teatro, Artes Plásticas, Educação, Editores, Cinema, Rádio e Televisão, Jornalismo e Economia. O documento havia sido divulgado no ano anterior, com origem no Comitê Cultural do Partido Comunista, como conta Carlos Heitor Cony, em A Revolução dos Caranguejos. Segundo Cony (2004), editorial pago publicado em dois jornais do Rio pedia a prisão dos signatários do CTI. Há ainda uma citação, em artigo disponível no portal da PUC, em que é dado a Ghiaroni o crédito da última crônica usada para formar a chamada Rede da Legalidade, sob o comando da Rádio Nacional. Logo depois a rádio foi tomada pelos militares no golpe de 1º de abril Esta crônica, no entanto, não foi encontrada. Sob o âmbito político da época, não há pistas de envolvimento direto de Ghiaroni com corrente partidária, mas sim de seu afinamento com o pensamento em prol do estado democrático, evidenciado em sua clara oposição ao modo de governar de Vargas e, posteriormente, contra o grupo que ensaiava e protagonizou o golpe militar nos conturbados primeiros anos da década de 60. Tal posicionamento não o levou para guerrilha armada, mas parece não tê-lo poupado de represálias, como a demissão dos quadros da Rádio Nacional durante o Regime Militar, numa espécie de macartismo 9 à brasileira que se instalou em alguns círculos políticos, econômicos, empresariais e até mesmo intelectuais do Brasil dos anos 60. Esses indícios podem explicar o pouco cuidado das emissoras estatais em conservar em seus arquivos crônicas de Ghiaroni, a maior parte retratando cenas do brasileiro simples, portanto afinadas com as temáticas de Euclides da Cunha e Augusto dos Anjos e facilmente identificadas como comunistas por patrulheiros ideológicos de direita. 9 Macartismo - termo usado para descrever a patrulha anticomunista feita nos Estados Unidos entre fim da década de 40 e meados da década de 50. O nome surgiu originalmente em críticas a atos do senador Joseph McCarthy, mas depois passou a ser usado de forma genérica, para designar perseguições feitas, inclusive na área cultural, àqueles que se manifestavam favoráveis à aliança com a União Soviética.

14 A hipótese de apagamento de memória foi reforçada por mais uma recente peça desse quebra-cabeça. Assim que a Lei de Acesso à Informação entrou em vigor, esta pesquisa enviou uma mensagem à Controladoria Geral da União (CGU), em junho de 2012, solicitando informações sobre a causa da demissão do radialista da Rádio Nacional durante a ditadura militar. A resposta foi surpreendente. Também por , em 28 de junho de 2012, a CGU respondeu que após a realização de buscas nos arquivos físicos e eletrônicos de pessoal da EBC Empresa Brasileira de Comunicações S/A, que incorporou a Radiobrás e a EBN Empresa Brasileira de Notícias, não foi localizada a pasta funcional ou qualquer registro do referido radialista. Ou seja, não há nenhum registro oficial, no quadro de funcionários da Rádio Nacional, de que Ghiaroni trabalhou na emissora. A pasta funcional também sumiu. 6. Conclusão O golpe militar de 1964 tirou do ar produções culturais de literatos e radialistas, naquele momento histórico, mas o apagamento desta memória cultural teve um raio maior de alcance no tempo, com o desaparecimento de textos e áudios de pelo menos sete anos antes e também dos anos que sucederam a intervenção nas emissoras de rádio. Entre o risco de ser jogado ao mar e as idas e vindas até chegar ao MIS, o que restou do acervo de crônicas da Rádio Nacional se soma ao que foi guardado por radialistas, pelas famílias dos autores, nos arquivos também da Rádio MEC, da Soarmec, como peças de um quebra-cabeça incompleto que pode, no entanto, se preservado, formar um retrato do que foi escrito, falado e vivido nesse tempo passado, do que foi silenciado e até apagado, e também da resistência a esta tentativa de apagamento. Estudar a memória é olhar para o passado como forma de iluminar o presente, no sentido descrito por Marialva Barbosa, como um lugar imaginário de onde buscamos inspiração, buscamos fontes, escutamos personagens - os mortos - para falar daquilo que hoje seria importante para a reflexão e, a partir dela, para a mudança (BARBOSA in BRAGANÇA, 2005, p. 103). Neste sentido, o presente trabalho busca instigar, a partir da situação exemplar de Giuseppe Ghiaroni, a necessidade de se desenvolver pesquisa de resgate para uso particular e coletivo da produção radiofônica nacional, apagada por força da política ditatorial pós 1964 e por falta de incentivo à preservação da memória presente em várias

15 áreas da cultura brasileira. Uso coletivo para manter em alerta a sociedade contra apagamentos dessa ordem em momento de restrição democrática e mesmo de plena democracia. E de uso particular para deixar evidente como cada indivíduo deve se responsabilizar pela guarda de sua produção intelectual em momentos como o tempo presente, marcados pela superabundância de informação. 7. Referências bibliográficas AGUIAR, Ronaldo Conde. Almanaque da Rádio Nacional. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, ALCURE, Lenira. Um mestre do Rádio e da TV, in acessado em 15 de setembro de BAUMWORCEL, Ana. A censura à rádio educativa, in jornalismo.ufsc.br/cd4/sonora/a s.doc, acessado em 31/08/2009 BRAGANÇA, Aníbal; MOREIRA, Sonia Virgínia (orgs). Comunicação, acontecimento e memória. São Paulo: Intercom, 2005 BUTCHER, Isabel. Ruído nas ondas do Rádio. in vejarj/050602/memoria.html, acessado em 25 de março de 2010 CALABRE, Lia. O rádio na sintonia do tempo: radionovelas e cotidiano ( ). Rio de Janeiro: Edições Casa de Rui Barbosa, Rádio e imaginação: no tempo da radionovela, in org.br:8180/dspace/bitstream/1904/3112/1/np6calabre.pdf, acessado em 13 de junho de 2012 CASTRO, Eduardo. Referência para o Brasil, in acessado em 15 de fevereiro de 2014 CONY, Carlos Heitor. A Revolução dos Caranguejos. São Paulo: Companhia das Letras, FAOUR, Rodrigo. Revista do Rádio: cultura, fuxicos e moral nos anos dourados. Rio de Janeiro: Relume-Dumará: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, GHIARONI, Giuseppe. A Rádio do meu tempo, in Amigo%2029.pdf, acessado em 19 de maio de 2012 MURCE, Renato. Bastidores do Rádio: fragmentos do rádio de ontem e de hoje. Rio de Janeiro: Imago Editora, SAROLDI, Luiz Carlos e MOREIRA, Sonia Regina. Rádio Nacional: o Brasil em sintonia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2005 TODOROV, Tzvetan. Los abusos de la memoria. Barcelona: Paidós, 2000.

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