O NOVO CÓDIGO DO PROCESSO CIVIL

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1 Nº 52 Setembro de 2013 Direcção: Pedro Costa Azevedo Colaboração: Rui Ferreira d Apresentação Sara Félix No início deste mês, entrou em vigor o novo Código do Processo Civil, diploma estrutural da vida judiciária e com profundas consequências na actividade dos advogados. Assim, publicaremos, nesta e nas próximas edições, textos sobre as principais alterações verificadas, procurando dar uma visão crítica e abrangente do diploma. Começamos com um texto do Sr. Dr. Paulo Pimenta, advogado e professor universitário, que foi também membro da Comissão da Comissão de Reforma do Processo Civil. O NOVO CÓDIGO DO PROCESSO CIVIL O novo Código de Processo Civil já está em vigor. O diploma, resultando do trabalho de uma Comissão de Reforma composta por dez elementos (advogados, magistrados e professores de Direito), conheceu várias etapas, que decorreram entre finais de 2009 e o segundo semestre de A ideia inicial era rever o CPC de 1961, mas o Governo veio a decidir apresentar uma proposta de lei na AR para aprovação de um novo código. A proposta entrou na AR a 30/11/2012. A lei foi aprovada a 19/4/2013 e foi publicada no DR a 26/6. É óbvio que durou vários meses a discussão no Parlamento e que demorou mais de dois meses a publicação oficial. Se estava apontada para 1/9/2013 a entrada em vigor, impunha-se evitar este atraso na publicação. O novo CPC procede a uma profunda alteração num paradigma que, no essencial, remontava ao CPC de As novas soluções vão implicar uma alteração radical nos hábitos e nas rotinas dos profissionais forenses, impondo (e não apenas sugerindo) uma cultura de diálogo, de cooperação e de responsabilização. Os advogados e os juízes deverão compreender que seria estultícia do legislador guiar-se por critérios tão básicos como o de prever (ou deixar de prever) soluções fundadas na conveniência ou comodidade dos profissionais forenses. Se mais razões não houvesse (e há), bastaria pensar que o direito processual tem natureza instrumental face ao direito substantivo. Esta instrumentalidade vincula quem actua em processo, o que logo inclui advogados e juízes, que deverão conformar as suas condutas pelo superior objectivo da realização de uma justiça material, tantas vezes arredada dos nossos tribunais, mesmo em decisões que até conhecem do mérito da causa. De uma sentença não se espera apenas a composição do litígio, outrossim a

2 justa composição do litígio (arts. 6º.1, 7º.1, 411º). Assim devem entender-se preceitos que impõem o dever de justificação para o incumprimento de prazos pelo juiz (art. 156º.4) e pela secretaria (art. 162º.4), que promovem o acordo de agendas para a marcação de diligências (art. 151º), que impõem a definição dos actos a praticar em cada sessão da audiência final (art. 591º1.g) ou que tornam praticamente inadiável a audiência final com base na falta de um advogado (art. 603º.1). O mesmo sucede com preceitos que determinam a correcção oficiosa de eventuais lapsos na qualificação do meio processual usado (art. 193º.3), que dão carácter vinculado ao convite destinado ao aperfeiçoamento fáctico dos articulados (art. 590º.4) ou que prevêem os deveres (e não meros poderes) da Relação como 2ª instância em matéria de facto (art. 662º). O novo CPC não alimenta a estéril querela dos poderes do juiz face aos advogados e torna claro que o elemento central da actividade de todos em juízo é a defesa dos direitos e dos interesses dos cidadãos e das empresas. O novo CPC, ao invés do que alguns dizem, dignifica e reforça o papel do advogado no processo. Exemplo disso é a figura dos temas da prova, abrindo horizontes no modo de produzir prova e de firmar os factos da causa. Nos dias de hoje, são dispensáveis atitudes próprias do velho do Restelo, devendo os advogados e juízes assumir as suas responsabilidades perante a comunidade. Paulo Pimenta Advogado e Professor Universitário Membro da Comissão de Reforma do Processo Civil PARECERES DO CONSELHO DISTRITAL DO PORTO. Parecer nº16-pp-2013-p Segredo Profissional do Advogado Conclusões: 1. O advogado é obrigado a guardar segredo profissional no que respeita a todos os factos cujo conhecimento lhe advenha do exercício das suas funções ou da prestação dos seus serviços (art. 87.º, nº 1 do EOA), designadamente, no que respeita a factos referentes a assuntos profissionais conhecidos, exclusivamente, por revelação do cliente ou revelados por ordem deste (al. a)). 2. Nos termos do art. 83.º, nº 1, do EOA, e dos arts. 266.º, nº 1, e 519.º, nº 1, do CPC, o advogado é indispensável à administração da justiça, devendo cooperar com o tribunal sempre que tal lhe é solicitado e no limite dos deveres que o patrocínio judiciário lhe impõe, designadamente, do seu segredo profissional. 3. O dever do segredo profissional do advogado radica obrigatoriamente no pressuposto

3 de o advogado ter conhecimento de algum facto, pelo que não tendo o advogado conhecimento de qualquer facto, não existe matéria sujeita ao dever do segredo profissional. 4. Não existindo outros deveres que limitem ou afastem o dever de cooperação, deve o advogado cooperar com o tribunal sempre que tal lhe for solicitado. JURISPRUDÊNCIA. Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães de (Proc /12.4YIPRT-A.G1) Custas Processuais Neste recurso, foi decidido que não estando ainda decidido o apoio judiciário quanto a um dos sujeitos processuais que compõem o lado passivo do litisconsórcio, não se justifica ordenar o pagamento da taxa de justiça, apenas porque foi já decidido indeferir o mesmo pedido em relação ao outro sujeito. Começando por efectuar a distinção entre os regimes de pagamento da taxa de justiça na coligação e no litisconsórcio, previstos nos nºs 4 e 5 do art. 447.º-A do CPC (antigo), entendeu o tribunal que, na situação de litisconsórcio passivo, estando em causa uma única relação material controvertida, não faz sentido a imposição do pagamento de uma taxa de justiça por cada um dos sujeitos processuais que compõem a parte passiva da relação processual, pelo que apenas quando estiverem decididos todos os pedidos de apoio judiciário de todos os litisconsortes é que se poderá avançar para a eventual exigência de pagamento.. Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra de (Proc. 122/10.0TBFND-B.C1) Direito Civil/Processo Executivo Apesar de sufragar o entendimento de que um terceiro, credor hipotecário, que não seja condenado em sentença de reconhecimento de direito de retenção, posteriormente dada à execução, não pode considerar-se vinculado àquela, por força da ineficácia subjectiva do caso julgado por ela formado, a Relação decidiu no presente aresto que numa situação em que o credor hipotecário, não abrangido pela eficácia do caso julgado, não impugne nos termos do art. 866.º, nº 3 do CPC (antigo) o crédito do exequente garantido por direito de retenção, este último prevalece sobre a hipoteca. Para tanto, alicerçou-se no entendimento de que é manifesto o interesse do credor reclamante em impugnar o direito de crédito ou a garantia invocada, podendo defender-se com a amplitude consentida pelos arts. 816.º e 866.º, nº 4, (...) do CPC, e ficando sujeito a que este crédito, e garantias que o acompanhem, deva ser declarado existente e reconhecido, de acordo com o princípio do cominatório pleno, em caso de não impugnação. A Relação ajuizou ainda

4 que, em caso da não notificação pela secretaria, nos termos do art. 866º, nº 1, tal gerará uma nulidade processual, arguível no prazo de 10 dias a contar do conhecimento da nulidade pela parte interessada.. Acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de (Proc. 3546/10.9TBVFX.L1-7) Direito da Família Neste acórdão, decidiu o tribunal que não é necessário consenso sobre a relação dos bens comuns, em divórcio por mútuo consentimento, uma vez que o pressuposto de decretamento do divórcio é a apresentação do documento «relação especificada dos bens comuns» e não a existência de acordo quanto aos bens comuns, nada obstando a que dessa relação sejam omitidos bens, que dela conste a declaração de inexistência de acordo quanto a determinados bens ou até que, como nestes autos aconteceu, cada um dos cônjuges apresente a sua relação especificada de bens comuns, uma vez que os litígios sobre a mesma serão ulteriormente dirimidos no processo próprio. ( ) Tendencialmente, o legislador pretende que os cônjuges acordem sobre a relação de bens, mas não o erige em obrigatoriedade, sob pena de uma inversão dos valores em causa, sobrevalorizando direitos patrimoniais em face de direitos pessoais. Mais determinou que o processo de divórcio, com ou sem consentimento do outro cônjuge, não é o meio próprio para decidir quais as verbas que devem integrar a relação especificada dos bens comuns, ficando vedada essa apreciação, sob pena de nulidade por excesso de pronúncia. LEGISLAÇÃO Fiscal: Neste mês, destacamos a publicação dos seguintes diplomas, no âmbito do Direito Lei n.º 55/2013 de Completa a transposição da Diretiva n.º 2003/49/CE, do Conselho, de 3 de junho de 2003, relativa a um regime fiscal comum aplicável aos pagamentos de juros e royalties efetuados entre sociedades associadas de Estados membros diferentes, e altera o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 442-B/88, de 30 de Novembro. Portaria n.º 255/2013 de Aprova os novos modelos de impressos anexos aos campos 40 e 41 da declaração periódica do IVA.

5 No domínio do Direito Processual, salientem-se as seguintes publicações: Decreto-Lei n.º 122/2013 de Procede à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 272/2001, de 13 de outubro, que determina a atribuição e transferência de competências relativas a um conjunto de processos especiais dos tribunais judiciais para o Ministério Público e para as conservatórias de registo civil, regulando os correspondentes procedimentos. Decreto-Lei n.º 126/2013 de Procede à oitava alteração ao Decreto-Lei n.º 34/2008, de 26 de fevereiro, que aprova o Regulamento das Custas Processuais. Declaração de Retificação n.º 36/2013 de Declaração de retificação à Lei n.º 41/2013, de 26 de junho, que aprova o Código de Processo Civil, publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 121, de 26 de junho de Portaria n.º 275/2013 de Primeira alteração à Portaria n.º 953/2003, de 9 de setembro, que aprova os modelos oficiais de carta registada e de aviso de receção para citação pessoal, a efetuar por via postal, bem como os modelos a adotar nas notificações via postal. Portaria n.º 278/2013 de Regulamenta o processamento dos atos e os termos do processo de inventário no âmbito do Regime Jurídico do Processo de Inventário aprovado pela Lei n.º 23/2013, de 5 de Março. Portaria n.º 279/2013 de Altera as Portarias n.os 312/2009 e 313/2009, de 30 de março, e 202/2011, de 20 de maio, no âmbito do novo Código de Processo Civil, aprovado pela Lei n.º 41/2013, de 26 de Junho. Portaria n.º 280/2013 de Regula vários aspetos da tramitação eletrónica dos processos judiciais. Portaria n.º 284/2013 de Procede à quinta alteração da Portaria n.º 419-A/2009, de 17 de abril, que regula o modo de elaboração, contabilização, liquidação, pagamento, processamento e destino das custas processuais, multas e outras penalidades. Destaque também para a publicação do seguinte diploma, na área do Direito Administrativo: Decreto-Lei n.º 120/2013 de Aprova o regime excecional de extensão de prazos previstos para a execução de obras, a caducidade de licença ou admissão de comunicação prévia e a apresentação de requerimento do respetivo alvará de licenciamento ou de autorização de utilização, previstos nos artigos 58.º,

6 59.º, 71.º e 76.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro. No sector do Direito Penal, salientamos: Lei n.º 60/2013 de Procede à 30.ª alteração ao Código Penal, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 400/82, de 23 de setembro, à quarta alteração à Lei n.º 5/2002, de 11 de janeiro, e à primeira alteração às Leis n.º 101/2001, de 25 de agosto, e 45/2011, de 24 de junho, transpondo para a ordem jurídica interna a Diretiva n.º 2011/36/UE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 5 de abril, relativa à prevenção e luta contra o tráfico de seres humanos e à proteção das vítimas, e que substitui a Decisão Quadro 2002/629/JAI, do Conselho. No âmbito da Organização Judiciária, destaque para a seguinte publicação: Lei n.º 62/2013 de Lei da Organização do Sistema Judiciário. Destacamos ainda, no ramo de Direito Comercial: Portaria n.º 277/2013 de Fixa a taxa supletiva de juros moratórios relativamente a créditos de que sejam titulares empresas comerciais, singulares ou coletivas, e revoga a Portaria n.º 597/2005, de 19 de Julho. Foram publicados, no que concerne ao Direito Laboral, os seguintes diplomas, que destacamos: Lei n.º 63/2013 de Instituição de mecanismos de combate à utilização indevida do contrato de prestação de serviços em relações de trabalho subordinado - primeira alteração à Lei n.º 107/2009, de 14 de setembro, e quarta alteração ao Código de Processo do Trabalho, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 480/99, de 9 de Novembro. Lei n.º 68/2013 de Estabelece a duração do período normal de trabalho dos trabalhadores em funções públicas e procede à quinta alteração à Lei n.º 59/2008, de 11 de setembro, à quarta alteração ao Decreto-Lei n.º 259/98, de 18 de agosto, e à quinta alteração à Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro. Lei n.º 69/2013 de Quinta alteração ao Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, ajustando o valor da compensação devida pela cessação do contrato de trabalho. Lei n.º 70/2013 de

7 Estabelece os regimes jurídicos do fundo de compensação do trabalho, do mecanismo equivalente e do fundo de garantia de compensação do trabalho. No que concerne aos Registos e Notariado, salientamos: Decreto-Lei n.º 125/2013 de Altera o Código do Registo Predial, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 224/84, de 6 de julho, o Decreto-Lei n.º 263-A/2007, de 23 de julho e o Código do Notariado, aprovado pelo Decreto- Lei n.º 207/95, de 14 de Agosto. Portaria n.º 283/2013 de Altera as Portarias n.os 621/2008, de 18 de julho, que regulamenta os pedidos de registo predial, 1535/2008, de 30 de dezembro, que regulamenta o depósito eletrónico de documentos particulares autenticados e o pedido online de atos de registo predial e 99/2008, de 31 de janeiro, que regulamenta a promoção online de atos de registo de veículos, a certidão online de registo de veículos, a promoção de atos de registo de veículos pelo vendedor que tenha por atividade principal a compra de veículo para revenda, a promoção de atos de registo de veículos pelo vendedor que proceda com carácter de regularidade à transmissão da propriedade de veículos e a promoção online do registo da penhora de veículos. Por fim, especial menção para o seguinte diploma: Decreto-Lei n.º 114/2013 de Procede à sexta alteração ao Decreto-Lei n.º 196/2003, de 23 de agosto, que estabelece o regime jurídico a que fica sujeita a gestão de veículos e de veículos em fim de vida e seus componentes e materiais, transpondo para a ordem jurídica interna a Diretiva n.º 2013/28/UE, da Comissão, de 17 de maio, que altera o anexo II à Diretiva n.º 2000/53/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 18 de setembro, relativa aos veículos em fim de vida.

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