CONTROLE AMBIENTAL NA INDÚSTRIA DE CELULOSE E PAPEL. Contextualização. tratamento com solução química. dissociação de 50% de seus componentes

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONTROLE AMBIENTAL NA INDÚSTRIA DE CELULOSE E PAPEL. Contextualização. tratamento com solução química. dissociação de 50% de seus componentes"

Transcrição

1 CONTROLE AMBIENTAL NA INDÚSTRIA DE CELULOSE E PAPEL Contextualização Fabricação de celulose processo químico digestão da celulose tratamento com solução química dissociação de 50% de seus componentes separação de fibras e remoção de substâncias indesejáveis processo kraft 1

2 Poluição atmosférica Resolução CONAMA 05 de 15/06/1989 Institui o PNQA Resolução CONAMA 03 de 28/06/1990 Limites máximos de emissão para qualquer fonte poluidora Emissões Atmosféricas no Processo Kraft Principais Poluentes Aéreos 1) Material Particulado (MP) 2) Compostos de Enxofre Total Reduzido (TRS) 3) Óxidos de Enxofre e Nitrogênio (SO x,no x ) 4) Cloro e Dióxido de Cloro 5) Compostos Orgânicos Voláteis (VOC) 2

3 Emissões Atmosféricas no Processo Kraft Controle complexo 4 principais gases: Dimetil sulfeto; Dimetil dissulfeto; Sulfeto de hidrogênio Metil mercaptana Três grandes grupos: - Materiais particulados; - Compostos reduzidos de enxofre; - Outros gases 1) Material Particulado (MP) Partículas microscópicas (<30 µm) Importância: penetram no sistema respiratório, podendo causar danos a saúde humana Fontes: caldeira de recuperação (Na 2 SO 4,Na 2 CO 3 ), caldeira de biomassa, forno de cal, tanque dissolução de fundidos 3

4 1) Material Particulado (MP) Partículas microscópicas (<30 µm) Importância: penetram no sistema respiratório, podendo causar danos a saúde humana Fontes: caldeira de recuperação (Na 2 SO 4,Na 2 CO 3 ), caldeira de biomassa, forno de cal, tanque dissolução de fundidos 2) Enxofre Total Reduzido (TRS) Compostos: H 2 S, CH 3 SH, CH 3 SCH 3, CH 3 S 2 CH 3 Importância : odores a concentrações extremamente baixas Fontes: digestores, evaporadores, caldeira de recuperação 4

5 2) Enxofre Total Reduzido (TRS) Formação tem início com o ataque dos íons hidrossulfetos e dos íons sulfetos aos grupos metoxilas da lignina: LigOCH3 + HS - CH3SH + LigO - LigOLigOCH3 + S -- CH3S - + LigO - CH3SH + OH - CH3S - + H2O LigOCH3 + H3S- CH3SCH3 + LigO - 2 CH3SH + ½ O2 CH3SSCH3 + H2O 2 CH3SH CH3S CH3 + H2S CH3SCH3 + OH - CH3S - + CH3OH CH3SCH3 + OH - CH3S - + CH3OH Emissão de ERT Fonte Emissão, m3/tsa Lavagem e depuração Evaporadores 10 Caldeira de recuperação Tanque de dissolução 600 Forno de cal

6 3) Óxidos de Enxofre e Nitrogênio Compostos: SO 2,NO x Importância: OUTROS GASES danos no trato respiratório humano, corrosão, danos a vegetação Fontes: SO 2 : caldeira de recuperação, caldeira de biomassa, forno de cal NO x : forno de cal, caldeira de biomassa, caldeira de recuperação OUTROS GASES 4) Cloro e Dióxido de Cloro Importância: corrosão, tóxicos à saúde humana Fontes: plantas de branqueamento 6

7 OUTROS GASES 5) Compostos Orgânicos Voláteis (VOC) Compostos: álcoois, terpenos, fenóis Importância: tóxicos, reações fotoquímicas na atmosfera com produção de ozônio Fontes: digestores, evaporadores Fontes de Emissão dos Poluentes Aéreos MP, TRS, SO 2 MP, SO 2, NO X MP, MP, TRS, TRS SO 2, NO X Cl 2, ClO 2 Caldeira de Recuperação Caldeira de Biomassa Tanque de Dissolução Forno de Cal Branqueamento 7

8 Fontes de Emissão dos Poluentes Aéreos EMISSÃO FONTE PRIMÁRIA FONTE SECUNDÁRIA Compostos Reduzidos de Enxofre Digestor Evaporador de múltiplo efeito Caldeira de recuperação Tanque de dissolução Forno de cal Depuradores de lavagens da polpa Silos de cavaco quando aquecidos Tanques de caustificação MP Dióxido de Enxofre Caldeira de recuperação Forno de cal Tanque de dissolução Caldeira de geração devapor Caldeira de geração de vapor Secagem da celulose Caldeira de recuperação Forno de cal Incinerador para queima de gases Poeiras das operações de descascamento Picador Armazenagem e combustão de resíduos combustíveis Equipamentos para o Controle das Emissões Atmosféricas 8

9 Classificação Quanto à eficiência varia de 50 a 99,9% de remoção tamanho da partícula Quanto ao estado físico do poluente coletores secos coletores úmidos coletores de gases e vapores Seleção do Equipamento 9

10 Equipamentos de Controle mais Utilizados na Indústria de Celulose Material Particulado (MP) Precipitadores eletrostáticos, lavadores de gases, ciclones (associados ou não), filtros de manga Enxofre Total Reduzido (TRS) Incineração (forno de cal, caldeira de biomassa, caldeira de recuperação) Óxidos de Enxofre e Nitrogênio condições operacionais, lavadores de gases Cloro e Dióxido de Cloro Lavadores de gases Filtro de manga Princípio de operação - partículas removidas por barreira física, atração eletrostática eficiência de remoção 99% a 99,5% Mecanismos de remoção impacto inercial / interceptação coagem material acumulado no tecido age como filtro 10

11 Multiciclones Vantagens Mais eficientes: remoção de particulados: 90% Menor custo Menor área ocupada Desvantagens: Entupimento frequente Manutenção mais intensa Substituição gradativa Não alcançam metas ambientais Ciclones Princípio de operação gás contaminado entra tangencialmente forçando sua tangencialmente, trajetória em ciclone força centrífuga leva as partículas contaminantes para o exterior do vórtice onde colidem com a parede do coletor e caem para poço coletor no fundo eficiência de 50-90% 11

12 Precipitadores Eletrostáticos Mecanismo: ionização de gases força eletrostática indução por meio de campo elétrico íons formados aderem-se a partículas de poeira poeira é removida do fluxo gasoso limpeza: pratos raspadores Eficiência: 99,5-99,8% Uso crescente em celulose e papel Precipitadores Eletrostáticos Princípio de operação corrente direta negativa aplicada ao eletrodo criando descarga de elétrons de alta velocidade que ioniza gás, que por sua vez carrega partículas; partículas carregadas são atraídas para placas coletoras 12

13 lavadores de gases Princípio de operação contaminantes sólidos são transferidaspara um líquido, utilizando o princípio de separação dos ciclones eficiência > 95% Incineradores Mecanismo: combustão Ideal para gases e vapores orgânicos Eficiência: Temperatura da câmara de incineração Tempo de residência dos poluentes Turbulência Velocidade dos gases 13

14 Incineradores Monitoramento das Emissões Aéreas Estações de Qualidade do Ar Material Particulado: Amostrador de grandes volumes (Hi-vol) SO 2 : Amostrador de pequenos volumes (método peróxido de hidrogênio) Amostragem nas Fontes Estacionárias Amostragem contínua (TRS, SO 2, NO x, Opacidade) Amostragem eventual (MP, Cl 2, ClO 2 ) Rede Humana de Monitoramento FIBRIA/CENIBRA Odor 14

Controle da Poluição Atmosférica Parte 1

Controle da Poluição Atmosférica Parte 1 CEFET-MG Departamento de Engenharia Ambiental Gestão da Qualidade do Ar Controle da Poluição Atmosférica Parte 1 Prof. Marcos Vinicius Ribeiro Departamento de Engenharia Ambiental CEFET-MG Belo Horizonte,

Leia mais

CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE

CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE ABTCP Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel é uma instituição criada para dar apoio às empresas

Leia mais

Ciências do Ambiente

Ciências do Ambiente Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil Ciências do Ambiente Aula 18 O Meio Atmosférico III: Controle da Poluição Atmosférica Profª Heloise G. Knapik 2º Semestre/ 2015 1 Controle da Poluição Atmosférica

Leia mais

Controle da Poluição Atmosférica e Sonora

Controle da Poluição Atmosférica e Sonora CEFET-MG Departamento de Engenharia Ambiental Gestão da Qualidade do Ar Controle da Poluição Atmosférica e Sonora Prof. Marcos Vinicius Ribeiro Departamento de Engenharia Ambiental CEFET-MG Belo Horizonte,

Leia mais

EQUIPAMENTOS DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR. 10º Período de Engenharia Mecânica

EQUIPAMENTOS DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR. 10º Período de Engenharia Mecânica EQUIPAMENTOS DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR 10º Período de Engenharia Mecânica Fernando Coradi Engenheiro Mecânico Engenheiro em Segurança do Trabalho Mestrando em Engenharia de Energia 1 Referências Bibliográficas

Leia mais

Módulo 4 Tecnologias para controle ambiental

Módulo 4 Tecnologias para controle ambiental Módulo 4 Tecnologias para controle ambiental Introdução Para minimizar os impactos ambientais muitas tecnologias de tratamento como filtragem, lavagem, queima etc. vem sendo desenvolvidas e utilizadas

Leia mais

FILTROS DE TECIDO. Filtro de Mangas Tipo Limpeza por Vibração Mecânica. Filtro de Mangas Tipo Jato Pulsante

FILTROS DE TECIDO. Filtro de Mangas Tipo Limpeza por Vibração Mecânica. Filtro de Mangas Tipo Jato Pulsante FILTROS DE TECIDO Gestão da Qualidade do Ar Filtro de Mangas Tipo Limpeza por Vibração Mecânica Filtro de Mangas Tipo Jato Pulsante FILTROS DE TECIDO A filtragem a seco pode ser considerada a forma mais

Leia mais

RECICLAGEM DE ÁGUA. CENIBRA Belo Oriente Minas Gerais

RECICLAGEM DE ÁGUA. CENIBRA Belo Oriente Minas Gerais RECICLAGEM DE ÁGUA CENIBRA Belo Oriente Minas Gerais Junho/2014 PROCESSO PRODUTIVO Preparo do Cavaco Cozimento e Branqueamento Secagem e Enfardamento Gerador de Energia Evaporação Caldeira de Recuperação

Leia mais

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho DISCIPLINA: HIGIENE OCUPACIONAL IV Aula 60 VENTILAÇÃO LOCAL EXAUSTORA Parte I da Aula 60

Leia mais

Equipamentos de Controle de

Equipamentos de Controle de Módulo VI Equipamentos de Controle de Poluição do Ar Equipamentos de Controle de Poluição do Ar Controle da emissão de material particulado Filtros de Manga Coletores Inerciais ou Gravitacionais Coletores

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL IDENTIFICAÇÃO DOS COMPOSTOS REDUZIDOS DE ENXOFRE GERADOS NA PRODUÇÃO DE CELULOSE KRAFT

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL IDENTIFICAÇÃO DOS COMPOSTOS REDUZIDOS DE ENXOFRE GERADOS NA PRODUÇÃO DE CELULOSE KRAFT PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE QUÍMICA CURSO DE QUÍMICA INDUSTRIAL Paulo Geomar Rech IDENTIFICAÇÃO DOS COMPOSTOS REDUZIDOS DE ENXOFRE GERADOS NA PRODUÇÃO DE CELULOSE

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO SULFÚRICO

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO SULFÚRICO PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS I ÁCIDO SULFÚRICO ENXOFRE É uma das matérias-primas básicas mais importantes da indústria química. Existe na natureza em forma livre e combinado em minérios, como a pirita

Leia mais

Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. 10 Reciclagem de Papel. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Maio de 2015.

Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. 10 Reciclagem de Papel. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Maio de 2015. Campus Experimental de Sorocaba Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos Graduação em Engenharia Ambiental 10 Reciclagem de Papel Professor: Sandro Donnini Mancini Sorocaba, Maio

Leia mais

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRAIS II

PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRAIS II Branqueamento da celulose PROCESSOS QUÍMICOS INDUSTRAIS II Objetivos do branqueamento A lignina é responsável pela tonalidade escura da polpa de celulose. Dependendo do grau de cozimento efetuado, a polpa

Leia mais

ASPECTOS AMBIENTAIS DA PRODUÇÃO DE ENERGIA

ASPECTOS AMBIENTAIS DA PRODUÇÃO DE ENERGIA ASPECTOS AMBIENTAIS DA PRODUÇÃO DE ENERGIA Notas das aulas da disciplina de Instalações e Serviços Industriais Sumário Poluentes mais comuns Efeitos dos poluentes Equipamentos para retenção dos poluentes

Leia mais

PLANO DE REDUÇÃO DE EMISSÕES DE FONTES ESTACIONÁRIAS FONTES DE COMBUSTÃO

PLANO DE REDUÇÃO DE EMISSÕES DE FONTES ESTACIONÁRIAS FONTES DE COMBUSTÃO 1. INTRODUÇÃO Este documento define a melhor tecnologia prática disponível (MTPD) para o diagnóstico das fontes de combustão integrantes do Plano de Redução de Emissões de Fontes Estacionárias (PREFE)

Leia mais

04 unidades prestadoras de serviços à terceiros 05 unidades para os resíduos gerados em processos industriais específicos (Incineradores Cativos)

04 unidades prestadoras de serviços à terceiros 05 unidades para os resíduos gerados em processos industriais específicos (Incineradores Cativos) INCINERADORES DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS 04 unidades prestadoras de serviços à terceiros 05 unidades para os resíduos gerados em processos industriais específicos (Incineradores Cativos) INCINERADORES DE

Leia mais

A fábrica de celulose do futuro. Resumo sobre a 6ª Conferência Internacional de Novas Tecnologias Disponíveis. 1 a 4 de junho de 1999

A fábrica de celulose do futuro. Resumo sobre a 6ª Conferência Internacional de Novas Tecnologias Disponíveis. 1 a 4 de junho de 1999 A fábrica de celulose do futuro Resumo sobre a 6ª Conferência Internacional de Novas Tecnologias Disponíveis 1 a 4 de junho de 1999 Estocolmo - Suécia A fábrica de celulose do futuro A fábrica de celulose

Leia mais

DADOS DE EMISSÕES E JUSTIFICATIVA PARA OS LIMITES APRESENTADOS NA PROPOSTA CONAMA FONTES EXISTENTES PARA CELULOSE

DADOS DE EMISSÕES E JUSTIFICATIVA PARA OS LIMITES APRESENTADOS NA PROPOSTA CONAMA FONTES EXISTENTES PARA CELULOSE DADOS DE EMISSÕES E JUSTIFICATIVA PARA OS LIMITES APRESENTADOS NA PROPOSTA CONAMA FONTES EXISTENTES PARA CELULOSE SUMÁRIO 1. HISTÓRICO TECNOLÓGICO DO SETOR De acordo com dados do BNDES (http://www.bndes.gov.br/conhecimento/livro_setorial/setorial04.pdf)

Leia mais

Princípios e métodos de esterilização

Princípios e métodos de esterilização Princípios e métodos de esterilização FUNDAMENTOS DE ESTERILIZAÇÃO Bactérias (forma vegetativa ou esporulada) São os menores organismos vivos; Existem em maior número; São as maiores responsáveis pelos

Leia mais

Digestão anaeróbia. Prof. Dr. Peterson B. Moraes. Departamento de Tecnologia em Saneamento Ambiental Centro Superior de Educação Tecnológica

Digestão anaeróbia. Prof. Dr. Peterson B. Moraes. Departamento de Tecnologia em Saneamento Ambiental Centro Superior de Educação Tecnológica Digestão anaeróbia Prof. Dr. Peterson B. Moraes Departamento de Tecnologia em Saneamento Ambiental Centro Superior de Educação Tecnológica UNICAMP - Limeira Digestão anaeróbia Etapa na qual ocorre a estabilização

Leia mais

Ciclos do elementos Carbono, Nitrogênio e Enxofre

Ciclos do elementos Carbono, Nitrogênio e Enxofre Ciclos do elementos Carbono, Nitrogênio e Enxofre Atmosfera Atmosfera é a camada gasosa ao redor da Terra. Hidrosfera é a parte líquida da Terra que corresponde a cerca de 80% da superfície. A água dos

Leia mais

2. Para aplicação deste anexo deverão ser consideradas as seguintes definições dos termos:

2. Para aplicação deste anexo deverão ser consideradas as seguintes definições dos termos: MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA Procedência: 9ª reunião do Grupo de Trabalho de Fontes Fixas Data: 29 e 30 de novembro de 2010 Processo n 02000.002780/2007-32 LIMITES

Leia mais

Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases

Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases Sistemas de Condicionamento da Amostra para Análise de Gases V1 O queéum Sistemade Condicionamento? O Que é um Sistema de Condicionamento? Amostra do Processo? Analisador Sistema de Condicionamento O sistema

Leia mais

CREMATÓRIO EMISSÕES ATMOSFÉRICAS - ROTEIRO DO ESTUDO

CREMATÓRIO EMISSÕES ATMOSFÉRICAS - ROTEIRO DO ESTUDO CREMATÓRIO EMISSÕES ATMOSFÉRICAS - ROTEIRO DO ESTUDO Esse roteiro foi elaborado com base no disposto na Resolução CONAMA 316/2002 e na Norma Técnica CETESB E15.011. Apresentar estudo de análise de alternativas

Leia mais

Combustão de madeira e controle de poluição em cerâmicas

Combustão de madeira e controle de poluição em cerâmicas Combustão de madeira e controle de poluição em cerâmicas Engenheiro Mecânico Harald Blaselbauer A geração de calor para os processos de queima e secagem em cerâmicas vermelhas, realizada pela combustão

Leia mais

SOLUÇÃO PARA FILTRAÇÃO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS. Filtro rotativo autolimpante. Com sistema de descarga automática como opcional.

SOLUÇÃO PARA FILTRAÇÃO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS. Filtro rotativo autolimpante. Com sistema de descarga automática como opcional. Desde 1970 Uma empresa brasileira, situada em Joinville (SC), com 45 anos de atuação na produção de máquinas e equipamentos para os segmentos têxtil, ambiental e de armazenagem. Principais atividades:

Leia mais

1. Introdução. António Barreto Archer * e João Rui Machado **

1. Introdução. António Barreto Archer * e João Rui Machado ** A Resolução dos Problemas de Poluição Atmosférica Gerados pela Indústria Têxtil através de uma Nova Tecnologia: Precipitação Electrostática a Húmido (Condensing WESP TM ) A precipitação electrostática

Leia mais

Incineração. Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Fabiano do Vale de Souza Setembro/2010

Incineração. Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Fabiano do Vale de Souza Setembro/2010 Incineração Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Fabiano do Vale de Souza Setembro/2010 O que é Incineração? É a decompos ição de produtos e/ou s ubprodutos via oxidação térmica à alta temperatura (

Leia mais

Feam. e) alto forno a carvão vegetal: alto forno que utiliza o carvão vegetal como combustível e redutor no processo de produção do ferro gusa;

Feam. e) alto forno a carvão vegetal: alto forno que utiliza o carvão vegetal como combustível e redutor no processo de produção do ferro gusa; 1 ANEXO XIII Limites de Emissão para Poluentes Atmosféricos gerados nas Indústrias Siderúrgicas Integradas e Semi-Integradas e Usinas de Pelotização de Minério de Ferro 1. Ficam aqui definidos os limites

Leia mais

Processo Seletivo/UFU - Janeiro 2004-2ª Prova Comum - PROVA TIPO 1 QUÍMICA QUESTÃO 32

Processo Seletivo/UFU - Janeiro 2004-2ª Prova Comum - PROVA TIPO 1 QUÍMICA QUESTÃO 32 QUÍMICA QUESTÃO 31 Considerando a Tabela Periódica e as propriedades dos elementos químicos, assinale a alternativa correta A) Um metal é uma substância dúctil e maleável que conduz calor e corrente elétrica

Leia mais

Av. Dr. Léo de Affonseca Netto n 750 Jd. Novo Horizonte Lorena / SP CEP: 12605-720 Fone/Fax: (12) 3157-4244 E-mail: rm@rm-gpc.com.

Av. Dr. Léo de Affonseca Netto n 750 Jd. Novo Horizonte Lorena / SP CEP: 12605-720 Fone/Fax: (12) 3157-4244 E-mail: rm@rm-gpc.com. Av. Dr. Léo de Affonseca Netto n 750 Jd. Novo Horizonte Lorena / SP CEP: 12605-720 Fone/Fax: (12) 3157-4244 E-mail: rm@rm-gpc.com.br PROBEM Programa Biomassa Energia Materiais Refinaria de Biomassa Érica

Leia mais

USO DE BIOMASSA NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NA INDÚSTRIA DE CELULOSE

USO DE BIOMASSA NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NA INDÚSTRIA DE CELULOSE USO DE BIOMASSA NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NA INDÚSTRIA DE CELULOSE 1 Wanderlei David Pereira, 2 João Lages Neto 1 Gerente de Recuperação e Utilidades Fibria Unidade Aracruz. 2 Especialista de Meio

Leia mais

Disciplina: Introdução à Engenharia Ambiental. 6 - Poluição do Ar. Professor Sandro Donnini Mancini. Setembro, 2015.

Disciplina: Introdução à Engenharia Ambiental. 6 - Poluição do Ar. Professor Sandro Donnini Mancini. Setembro, 2015. Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba Disciplina: Introdução à Engenharia Ambiental Graduação em Engenharia Ambiental 6 - Poluição do Ar Professor Sandro Donnini Mancini Setembro, 2015. POLUIÇÃO

Leia mais

POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA. Maria Lúcia Pereira Antunes UNESP Unidade Diferenciada Sorocaba/Iperó. Eng. Ambiental GEA Grupo de Estudo Ambientais

POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA. Maria Lúcia Pereira Antunes UNESP Unidade Diferenciada Sorocaba/Iperó. Eng. Ambiental GEA Grupo de Estudo Ambientais POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA Maria Lúcia Pereira Antunes UNESP Unidade Diferenciada Sorocaba/Iperó Eng. Ambiental GEA Grupo de Estudo Ambientais O Desenvolvimento de nossa sociedade urbana e industrial, por não

Leia mais

OBTENÇÃO DA PASTA CELULÓSICA E PAPEL

OBTENÇÃO DA PASTA CELULÓSICA E PAPEL OBTENÇÃO DA PASTA CELULÓSICA E PAPEL FIBRAS PARA PAPEL INDÚSTRIA DE CELULOSE E PAPEL O que é polpação? O que é polpação? Polpação é o processo pelo qual a madeira é reduzida a uma massa fibrosa. Isto significa

Leia mais

DECISÃO DE DIRETORIA Nº 262/2009/P, de 20 de outubro de 2009.

DECISÃO DE DIRETORIA Nº 262/2009/P, de 20 de outubro de 2009. COMPANHIA AMBIENTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO Referente ao Relatório à Diretoria Nº 030/2009/P, de 19.10.2009. Relator: Fernando Rei DECISÃO DE DIRETORIA Nº 262/2009/P, de 20 de outubro de 2009. Dispõe sobre

Leia mais

Climatização. Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014

Climatização. Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014 Climatização Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014 Ventilação Local Exaustora Climatização- 2014 Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva

Leia mais

Microbiologia ambiental Engenharia do Ambiente. Escola Superior Agrária Instituto Politécnico de Coimbra abelho@esac.pt www.esac.

Microbiologia ambiental Engenharia do Ambiente. Escola Superior Agrária Instituto Politécnico de Coimbra abelho@esac.pt www.esac. Microbiologia ambiental Engenharia do Ambiente Escola Superior Agrária Instituto Politécnico de Coimbra abelho@esac.pt www.esac.pt/abelho Módulo 2. Microbiologia ambiental aplicada 3.2 OS MICRORGANISMOS

Leia mais

Composição da atmosfera terrestre. Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases:

Composição da atmosfera terrestre. Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases: Poluição do ar Composição da atmosfera terrestre Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases: Nitrogênio 78% Oxigênio 21% Argônio 0,9% Gás Carbônico 0,03%

Leia mais

Apêndice J Medidores (Descrição para a Unidade de Incineração de Resíduos da Clariant site Suzano - SP)

Apêndice J Medidores (Descrição para a Unidade de Incineração de Resíduos da Clariant site Suzano - SP) Apêndice J Medidores (Descrição para a Unidade de Incineração de Resíduos da Clariant site Suzano - SP) 188 Apêndice J Medidores (Descrição para a Unidade de Incineração de Resíduos da Clariant site Suzano

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PERÍCIA E AUDITORIA AMBIENTAL WLADIMIR JOSÉ NUNES

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PERÍCIA E AUDITORIA AMBIENTAL WLADIMIR JOSÉ NUNES UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PERÍCIA E AUDITORIA AMBIENTAL WLADIMIR JOSÉ NUNES AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DOS SISTEMAS DE TRATAMENTO DAS EMISSÕES ATMOSFÉRICAS NO

Leia mais

LICENCIAMENTO AMBIENTAL

LICENCIAMENTO AMBIENTAL LICENCIAMENTO AMBIENTAL RELATÓRIOS DE AUTOMONITORAMENTO DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS TERMO DE REFERÊNCIA PADRÃO I. CONCEITUAÇÃO GERAL EMISSÕES ATMOSFÉRICAS são aquelas substâncias em forma de partículas, gases

Leia mais

Química Geral Materiais Homogêneos e Heterogêneos

Química Geral Materiais Homogêneos e Heterogêneos Química Geral Materiais Homogêneos e Heterogêneos 1. (Uepg 2013) Quanto às características das substâncias puras e das misturas, assinale o que for correto. 01) Misturas sólidas homogêneas não podem ser

Leia mais

Métodos de esterilização de artigos médico-hospitalares

Métodos de esterilização de artigos médico-hospitalares Métodos de esterilização de artigos médico-hospitalares 1 Esterilização de artigos médico-hospitalares: qual a melhor solução? 3 1 A esterilização é um processo multiparamétrico Depende dos fatores físicos

Leia mais

Apêndice I Os equipamentos de controle para poluição do ar

Apêndice I Os equipamentos de controle para poluição do ar Apêndice I Os equipamentos de controle para poluição do ar 173 Apêndice I - Os equipamentos de controle para poluição do ar Sempre que possível, busca-se a minimização da geração de poluente, quando isto

Leia mais

PARECER ÚNICO N 242 /2008

PARECER ÚNICO N 242 /2008 PARECER ÚNICO N 242 /2008 Indexado ao(s) Processo(s) Licenciamento Ambiental Nº 9897/2007/002/2008 Empreendimento: Serraria Santa Bárbara Ltda. CNPJ: 53905543000629 Município: Juatuba PROTOCOLO Nº 746343/2008

Leia mais

Classificação das áreas limpas. Preparo de estéreis (Resolução - RDC nº 17, de 16 de abril de 2010)

Classificação das áreas limpas. Preparo de estéreis (Resolução - RDC nº 17, de 16 de abril de 2010) Preparo de estéreis (Resolução - RDC nº 17, de 16 de abril de 2010) Considerações gerais A produção de preparações estéreis deve ser realizada em áreas limpas, cuja entrada de pessoal e de materiais deve

Leia mais

Soluções em energia. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: Iluminação LED

Soluções em energia. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: Iluminação LED Soluções em energia EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: Iluminação LED ENERGIA Insumo fundamental para garantir o desenvolvimento econômico e social do país ENERGIA ÓLEO COMBUSTÍVEL GÁS NATURAL GLP BIOMASSA ELÉTRICA

Leia mais

Diagnóstico dos Recursos Hídricos e Organização dos Agentes da Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar. Volume 2. Caracterização da Área

Diagnóstico dos Recursos Hídricos e Organização dos Agentes da Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar. Volume 2. Caracterização da Área Diagnóstico dos Recursos Hídricos e Organização dos Agentes da Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar Volume 2 Caracterização da Área 7.5.6 Metal-mecânica No presente trabalho a indústria metal-mecânica

Leia mais

FONTES FIXAS EXISTENTES

FONTES FIXAS EXISTENTES FONTES FIXAS EXISTENTES SUBGRUPO FERTILIZANTES PROPOSTA DE PADRÕES DE EMISSÃO DE POLUENTES ATMOSFÉRICOS PARA FONTES FIXAS EXISTENTES DO SETOR DE FERTILIZANTES E ÁCIDOS SULFÚRICO, NÍTRICO E FOSFÓRICO EM

Leia mais

MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR 1. CONCEITOS

MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR 1. CONCEITOS MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR 1. CONCEITOS Qualidade do ar: termo usado, normalmente, para traduzir o grau e poluição no ar que respiramos. Produto da interação de um complexo conjunto de fatores, entre

Leia mais

Limites de emissão para poluentes atmosféricos gerados em processos de geração de calor a partir da combustão de derivados da madeira.

Limites de emissão para poluentes atmosféricos gerados em processos de geração de calor a partir da combustão de derivados da madeira. Limites de emissão para poluentes atmosféricos gerados em processos de geração de calor a partir da combustão de derivados da madeira. Artigo - Ficam aqui definidos os limites máximos para a emissão de

Leia mais

Os Benefícios Ambientais da REDE URBANA DE FRIO E CALOR DO PARQUE DAS NAÇÕES

Os Benefícios Ambientais da REDE URBANA DE FRIO E CALOR DO PARQUE DAS NAÇÕES Os Benefícios Ambientais da REDE URBANA DE FRIO E CALOR DO PARQUE DAS NAÇÕES 1. Introdução As mais-valias geradas pelo projecto da EXPO 98 ultrapassaram há muito as fronteiras do Parque das Nações. Os

Leia mais

Poluição e necessidade de ventilação dos edifícios

Poluição e necessidade de ventilação dos edifícios Poluição e necessidade de ventilação dos edifícios CO Ruídos Fungos Poluição industrial Umidade Bactéria Ozônio Produtos químicos Particulados Odores Poluição de tráfego VOCs Pólen Fumaça de tabaco CO

Leia mais

Recursos energéticos e os desafios ambientais. Professor: Jonathan Kreutzfeld

Recursos energéticos e os desafios ambientais. Professor: Jonathan Kreutzfeld Recursos energéticos e os desafios ambientais Professor: Jonathan Kreutzfeld Energia Elétrica Aula fundamentada nos dados do Atlas da ANEEL ENERGIA As fontes de energia dividem-se em dois tipos: - fontes

Leia mais

ACF-NT O CEMS multicomponente

ACF-NT O CEMS multicomponente place picture here ISA-Vale Volta Redonda CSN, ABB Analytics, July 2010 ACF-NT O CEMS multicomponente Werner Gte. Tecnologia Analítica & Instrumentação Conteúdo Por que ACF-NT? Características principais

Leia mais

PROPOSTA PARA NOVO CONAMA FONTES FIXAS LIMITES DE EMISSÃO PARA POLUENTES ATMOSFÉRICOS PROVENIENTES DE PROCESSOS DE REFINARIAS DE PETRÓLEO

PROPOSTA PARA NOVO CONAMA FONTES FIXAS LIMITES DE EMISSÃO PARA POLUENTES ATMOSFÉRICOS PROVENIENTES DE PROCESSOS DE REFINARIAS DE PETRÓLEO PROPOSTA PARA NOVO CONAMA FONTES FIXAS LIMITES DE EMISSÃO PARA POLUENTES ATMOSFÉRICOS PROVENIENTES DE PROCESSOS DE REFINARIAS DE PETRÓLEO 1 - Ficam aqui definidos os limites de emissão para poluentes atmosféricos

Leia mais

LISTA 1 NÍVEL 1. Material Extra

LISTA 1 NÍVEL 1. Material Extra LISTA 1 NÍVEL 1 01. (UEMA) Das três fases de uma substância, a que possui menor energia cinética é a fase, cuja característica é apresentar. Os termos que preenchem corretamente as lacunas são: a) Sólida

Leia mais

Avaliação experimental do desempenho de dois lavadores Venturi na coleta de particulados emitidos com a queima da biomassa madeirável

Avaliação experimental do desempenho de dois lavadores Venturi na coleta de particulados emitidos com a queima da biomassa madeirável Avaliação experimental do desempenho de dois lavadores Venturi na coleta de particulados emitidos com a queima da biomassa madeirável Diogo Aparecido Lopes Silva Engenharia Industrial Madeireira; Universidade

Leia mais

Relatório de Caracterização do Efluente Gasoso Ecoparque de Trajouce. ETAL Estação de Tratamento de Águas Lixiviantes. Janeiro, 2015 1 TRATOLIXO

Relatório de Caracterização do Efluente Gasoso Ecoparque de Trajouce. ETAL Estação de Tratamento de Águas Lixiviantes. Janeiro, 2015 1 TRATOLIXO Relatório de Caracterização do Efluente Gasoso Ecoparque de Trajouce ETAL Estação de Tratamento de Águas Lixiviantes Janeiro, 2015 1 TRATOLIXO Relatório de Caracterização Efluente Gasoso Caldeira da ETAL

Leia mais

Prova de Química Resolvida Segunda Etapa Vestibular UFMG 2011 Professor Rondinelle Gomes Pereira

Prova de Química Resolvida Segunda Etapa Vestibular UFMG 2011 Professor Rondinelle Gomes Pereira QUESTÃO 01 Neste quadro, apresentam-se as concentrações aproximadas dos íons mais abundantes em uma amostra de água típica dos oceanos e em uma amostra de água do Mar Morto: 1. Assinalando com um X a quadrícula

Leia mais

Tecnologias de Tratamento e Disposição Final de Resíduos de Serviços de Saúde

Tecnologias de Tratamento e Disposição Final de Resíduos de Serviços de Saúde SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Tecnologias de Tratamento e Disposição Final de Resíduos de Serviços de Saúde Eng. M.Sc Cristiano Kenji Iwai Colômbia - 2009 Formas de Tratamento ETD

Leia mais

Aula 7. Principais problemas ambientais e as legislações brasileiras. Thalles Pedrosa Lisboa/ Prof. Rafael Arromba de Sousa

Aula 7. Principais problemas ambientais e as legislações brasileiras. Thalles Pedrosa Lisboa/ Prof. Rafael Arromba de Sousa Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química Aula 7 Principais problemas ambientais e as legislações brasileiras Thalles Pedrosa Lisboa/ Prof. Rafael Arromba

Leia mais

* CESP - Cia Energética de São Paulo Rua da Consolação 1875-15º andar, São Paulo - SP - 01301-100 fone (011) 234-6080 - fax (011) 234-6326

* CESP - Cia Energética de São Paulo Rua da Consolação 1875-15º andar, São Paulo - SP - 01301-100 fone (011) 234-6080 - fax (011) 234-6326 GIA / 09 17 a 22 de Outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO XI GRUPO DE IMPACTOS AMBIENTAIS (GIA) AS EMISSÕES DE POLUENTES NAS USINAS TERMOELÉTRICAS A GÁS NATURAL: UM ESTUDO DE CASO Jean Cesare

Leia mais

POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA

POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA UFPR Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências da Saúde Departamento de Saude Comunitária POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA Profa.Eliane C.Gomes 1- INTRODUÇÃO 1.1-COMPOSIÇÃO DO AR NORMAL

Leia mais

O universo das emissões atmosféricas e a atuação do setor industrial

O universo das emissões atmosféricas e a atuação do setor industrial Emissões Atmosféricas O universo das emissões atmosféricas e a atuação do setor industrial 26 Revista Meio Ambiente Industrial Julho/Agosto 2009 Fotos: Holcim A indústria vem buscando, nas últimas décadas,

Leia mais

INSTRUMENTOS DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DEC. 42.159/09 SLAM

INSTRUMENTOS DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DEC. 42.159/09 SLAM INSTRUMENTOS DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DEC. 42.159/09 SLAM e MN 050 R5 CLASSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES POLUIDORAS LP (Lei 1356/08 EIA-RIMA) LI (autoriza pré-operação) LO (A.A/DZ-056 R3 CLASSES 4,5 e 6 MN

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) NO AR ONE TOUCH Lavanda, Jardim e Pomar, Conforto do Lar e Amor de Mãe.

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) NO AR ONE TOUCH Lavanda, Jardim e Pomar, Conforto do Lar e Amor de Mãe. Página 1 de 7 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Código interno Aparelho / Refil NO AR LAVANDA (Provence) 9047 / 9051 NO AR AMOR DE MÃE (Lembranças) 9049 / 9053 NO AR JARDIM E POMAR 9046 / 9050

Leia mais

OS 5 MÉTODOS BÁSICOS DA US EPA

OS 5 MÉTODOS BÁSICOS DA US EPA O CIPA é usado para amostragem isocinética em várias fontes industriais. O CIPA permite ao usuário monitorar velocidades, temperaturas, pressões e vazões visando a manter amostragem isocinética dos gases.

Leia mais

REUSO DE ÁGUA NA COGERAÇÃO DE ENERGIA

REUSO DE ÁGUA NA COGERAÇÃO DE ENERGIA REUSO DE ÁGUA NA COGERAÇÃO DE ENERGIA Por : ARNO ROTHBARTH INTRODUÇÃO Há muito tempo a preocupação com o consumo de água é uma constante nos assuntos pertinentes ao meio ambiente. A água é um bem comum,

Leia mais

TRATAMENTO DE CHORUME E PURIFICAÇÃO DE ÁGUAS POR MEMBRANAS: ASPETOS TÉCNICOS ECONÔMICOS E AMBIENTAIS

TRATAMENTO DE CHORUME E PURIFICAÇÃO DE ÁGUAS POR MEMBRANAS: ASPETOS TÉCNICOS ECONÔMICOS E AMBIENTAIS TRATAMENTO DE CHORUME E PURIFICAÇÃO DE ÁGUAS POR MEMBRANAS: ASPETOS TÉCNICOS ECONÔMICOS E AMBIENTAIS TRATAMENTO DE CHORUME O QUE É CHORUME? Lixiviação de água durante o tratamento de resíduos sólidos coleta

Leia mais

X-004 - EFICIÊNCIA DE REMOÇÃO DE CO 2 EM UM LAVADOR DE GASES: EFEITO DA CONCENTRAÇÃO DAS SOLUÇÕES DE LAVAGEM SOBRE A QUANTIDADE DE CO 2 ABSORVIDO

X-004 - EFICIÊNCIA DE REMOÇÃO DE CO 2 EM UM LAVADOR DE GASES: EFEITO DA CONCENTRAÇÃO DAS SOLUÇÕES DE LAVAGEM SOBRE A QUANTIDADE DE CO 2 ABSORVIDO X-004 - EFICIÊNCIA DE REMOÇÃO DE CO 2 EM UM LAVADOR DE GASES: EFEITO DA CONCENTRAÇÃO DAS SOLUÇÕES DE LAVAGEM SOBRE A QUANTIDADE DE CO 2 ABSORVIDO Lena Márcia de Oliveira Campos (1) Mestre em Engenharia

Leia mais

POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA QUALIDADE DO AR Prof. Mauricy Kawano mauricyk@yahoo.com.br

POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA QUALIDADE DO AR Prof. Mauricy Kawano mauricyk@yahoo.com.br Prof. mauricyk@yahoo.com.br MEDIÇÃO DE POLUENTES ATMOSFÉRICOS OBJETIVOS DA MEDIÇÃO DE IMISSÕES calcular a trajetória dos poluentes na atmosfera; estudar a formação e degradação de poluentes na atmosfera;

Leia mais

Universidade Federal do Paraná BIOMASSA. Disciplina: Planejamento de Sistemas Elétricos de Potência Aluno: Paulo Ricardo Vriesman da Silva

Universidade Federal do Paraná BIOMASSA. Disciplina: Planejamento de Sistemas Elétricos de Potência Aluno: Paulo Ricardo Vriesman da Silva Universidade Federal do Paraná BIOMASSA Disciplina: Planejamento de Sistemas Elétricos de Potência Aluno: Paulo Ricardo Vriesman da Silva Curitiba, Julho de 2013 AGENDA - INTRODUÇÃO - BAGAÇO DA CANA-DE-AÇÚCAR

Leia mais

PURIFICAÇÃO DO PRODUTO DE GASEIFICAÇÃO DE BIOMASSA

PURIFICAÇÃO DO PRODUTO DE GASEIFICAÇÃO DE BIOMASSA 19 PURIFICAÇÃO DO PRODUTO DE GASEIFICAÇÃO DE BIOMASSA Waldir Antonio Bizzo 19.1 Impurezas no gás produto de biomassa O gás produto do reator de gaseificação de biomassa contém diversas impurezas como carvão,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS- UFG INSTITUTO DE QUÍMICA - IQ QUÍMICA AMBIENTAL. Profa.Dra.Núbia Natália de Brito

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS- UFG INSTITUTO DE QUÍMICA - IQ QUÍMICA AMBIENTAL. Profa.Dra.Núbia Natália de Brito UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS- UFG INSTITUTO DE QUÍMICA - IQ QUÍMICA AMBIENTAL Introdução à Química Ambiental. A Química e à Antroposfera: a química ambiental e à química verde Usina Belo Monte-PA Profa.Dra.Núbia

Leia mais

ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA INDUSTRIAL

ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA INDUSTRIAL ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA INDUSTRIAL Pöyry Tecnologia Ltda. Rua Alexandre Dumas, 1901 Edifício Paramount - 2 andar 04717-004 São Paulo - SP BRAZIL Tel. +55 11 3472 6955 Fax +55 11 3472 6980 E-mail:

Leia mais

PETRÓLEO Métodos Analíticos empregados em Diesel Índice de Acidez Titulação

PETRÓLEO Métodos Analíticos empregados em Diesel Índice de Acidez Titulação Índice de Acidez Titulação mg KOH g-1 amostra; p-naftolbenzeína; mistura de solvente (tolueno:isopropanol:água); solução de KOH alcoólico. potenciométrica. Aparência e Odor em geral indica a contaminação

Leia mais

Ciência Florestal, Santa Maria, v. 10, n. 2, p. 31-37 31 ISSN 0103-9954. ADIÇÃO DE ANTRAQUINONA NA POLPAÇÃO ALCALINA DE Eucalyptus saligna

Ciência Florestal, Santa Maria, v. 10, n. 2, p. 31-37 31 ISSN 0103-9954. ADIÇÃO DE ANTRAQUINONA NA POLPAÇÃO ALCALINA DE Eucalyptus saligna Ciência Florestal, Santa Maria, v. 10, n. 2, p. 31-37 31 ISSN 0103-9954 ADIÇÃO DE ANTRAQUINONA NA POLPAÇÃO ALCALINA DE Eucalyptus saligna ANTHRAQUINONE ADDITION IN THE ALKALINE PULPING OF Eucalyptus saligna

Leia mais

Prof. Rafa - Química Cálculo Estequiométrico

Prof. Rafa - Química Cálculo Estequiométrico Prof. Rafa - Química Cálculo Estequiométrico Lista de exercícios 01. (UFBA) Hidreto de sódio reage com água, dando hidrogênio, segundo a reação: NaH + H 2 O NaOH + H 2 Para obter 10 mols de H 2, são necessários

Leia mais

Cadex Pré-vestibular Química Volume I Série 4 Geometria molecular; polaridade; forças intermoleculares

Cadex Pré-vestibular Química Volume I Série 4 Geometria molecular; polaridade; forças intermoleculares 01 I. H 2, linear (a) II. O 2, linear (a) III. H 2 O, angular (b) IV. NH 3, piramidal (c) V. CH 4, tetraédrica (e) VI. CO 2, linear (a) VII. BF 3, trigonal (d) VIII. H 2 S, angular (b) IX. CCl 4, tetraédrica

Leia mais

1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES 3 IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS

1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES 3 IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO: Lauril Éter Sulfato de Sódio. FÓRMULA: CH3(CH2)10CH2(OCH2-CH2)nOSO3Na Nome da Empresa: Petra Química Matriz: Estrada do Barreiro, 136 Gleba Nova

Leia mais

ENERGIA TÉRMICA COM BIOMASSA, UM NEGÓCIO A TODO VAPOR

ENERGIA TÉRMICA COM BIOMASSA, UM NEGÓCIO A TODO VAPOR ESPAÇO DE PRÁTICAS EM SUSTENTABILIDADE ENERGIA TÉRMICA COM BIOMASSA, UM NEGÓCIO A TODO VAPOR santander.com.br/sustentabilidade Como parte do esforço para conter as mudanças climáticas, as companhias deverão

Leia mais

e hexafluoreto de enxofre

e hexafluoreto de enxofre 4. (Mackenzie 05) Os gases do efeito estufa envolvem a Terra e fazem parte da atmosfera. Estes gases absorvem parte da radiação infravermelha refletida pela superfície terrestre, impedindo que a radiação

Leia mais

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite. Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite. Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Aula 17 Combustíveis e inflamáveis Núcleo

Leia mais

Casos de estudo de técnicas adoptadas pela indústria

Casos de estudo de técnicas adoptadas pela indústria Casos de estudo de técnicas adoptadas pela indústria Marisa Almeida / Pedro Frade Unidade de Ambiente e Sustentabilidade 29-11-2011 Seminário Qualidade do Ar Coimbra 29.Novembro.2011 1 Conteúdo Documentos

Leia mais

Controle e medida da poluição do ar. IFUSP física da poluição do ar João Lars Tiago Vanessa

Controle e medida da poluição do ar. IFUSP física da poluição do ar João Lars Tiago Vanessa Controle e medida da poluição do ar IFUSP - 2016 - física da poluição do ar João Lars Tiago Vanessa Motivação para o controle e medição da Poluição Motivação para o controle e medição da Poluição Artigo

Leia mais

Universidade Federal de Rondônia UNIR Departamento de Engenharia Ambiental DEA Campus Ji-Paraná

Universidade Federal de Rondônia UNIR Departamento de Engenharia Ambiental DEA Campus Ji-Paraná Universidade Federal de Rondônia UNIR Departamento de Engenharia Ambiental DEA Campus Ji-Paraná Instrumentos do Sistema Nacional de Vigilância Ambiental em Saúde - SINVAS Poluição atmosférica Programa

Leia mais

Engenharia Alimentar Processamento Geral de Alimentos LIOFILIZAÇÃO LIOFILIZAÇÃO

Engenharia Alimentar Processamento Geral de Alimentos LIOFILIZAÇÃO LIOFILIZAÇÃO Engenaria Alimentar Processamento Geral de Alimentos ESAC - Ivo Rodrigues 2008 Definição: A liofilização remove a água e outros solventes do produto congelado pelo processo de sublimação. A sublimação

Leia mais

Construction. Sika Pyroplast HW-130. Com acabamento Sika Pyroplast HW-130 Top

Construction. Sika Pyroplast HW-130. Com acabamento Sika Pyroplast HW-130 Top Ficha de Produto Edição de julho de 2014 Nº de identificação: 06.315 Versão nº 1 Com acabamento Top Revestimento intumescente, dispersão aquosa, para madeira, para utilizações no interior Construction

Leia mais

WORKSHOP SOBRE PROCESSOS DE TRATAMENTO DE LIXIVIADOS DE ATERROS SANITÁRIOS E A LEGISLAÇÃO PALESTRA 4 TRATAMENTO FÍSICO QUÍMICO E BIOLÓGICO

WORKSHOP SOBRE PROCESSOS DE TRATAMENTO DE LIXIVIADOS DE ATERROS SANITÁRIOS E A LEGISLAÇÃO PALESTRA 4 TRATAMENTO FÍSICO QUÍMICO E BIOLÓGICO WORKSHOP SOBRE PROCESSOS DE TRATAMENTO DE LIXIVIADOS DE ATERROS SANITÁRIOS E A LEGISLAÇÃO PALESTRA 4 TRATAMENTO FÍSICO QUÍMICO E BIOLÓGICO Eng. Elso Vitoratto engenharia@novaeraambiental.com.br Conceito

Leia mais

CONTROLE DE QUALIDADE DE PRODUTOS ESTÉREIS E PIROGÊNIO

CONTROLE DE QUALIDADE DE PRODUTOS ESTÉREIS E PIROGÊNIO CONTROLE DE QUALIDADE DE PRODUTOS ESTÉREIS E PIROGÊNIO Prof(a): Erika Liz PRODUTOS ESTÉREIS Ausência de microrganismos e limite de pirogênios/ endotoxinas Produtos parenterais PRODUÇÃO DE ESTÉREIS Produto

Leia mais

Questão 76. Questão 78. Questão 77. alternativa D. alternativa C. alternativa A

Questão 76. Questão 78. Questão 77. alternativa D. alternativa C. alternativa A Questão 76 O hidrogênio natural é encontrado na forma de três isótopos de números de massa, 1, 2 e 3, respectivamente: 1 1 H, 2 1 H e 3 1 H As tabelas periódicas trazem o valor 1,008 para a sua massa atômica,

Leia mais

FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos em acordo com a NBR-14725 Fat Yellow3G-CN Página 1 / 6

FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos em acordo com a NBR-14725 Fat Yellow3G-CN Página 1 / 6 Fat Yellow3G-CN Página 1 / 6 1. Identificação do produto e da empresa Nome comercial: Fat Yellow3G-CN nº Material: 197950 nº Material:197950 Código Interno de Produto : 000000189695 Identificação da sociedade/empresa

Leia mais

GRUPO II GRUPO DE ESTUDO DE PRODUÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS - GPT

GRUPO II GRUPO DE ESTUDO DE PRODUÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS - GPT SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GPT - 04 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO II GRUPO DE ESTUDO DE PRODUÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS - GPT

Leia mais

Tecnologias de Tratamento de Resíduos e Solos Contaminados

Tecnologias de Tratamento de Resíduos e Solos Contaminados Tecnologias de Tratamento de Resíduos e Solos Contaminados Prof. Dr. José Roberto de Oliveira jroberto@cefetes.br DEFINIÇÃO Define-se por "tratamento de resíduos sólidos" qualquer processo que altere as

Leia mais

Sistema de vácuo ICE Condensation Körting. para aplicações em óleo comestível

Sistema de vácuo ICE Condensation Körting. para aplicações em óleo comestível Sistema de vácuo ICE Condensation Körting para aplicações em óleo comestível Sistema de vácuo ICE Condensation No mercado de hoje em dia, o sistema de vácuo ICE Condensation Körting faz sentido! Como todos

Leia mais