Sistema Operacional GNU/Linux

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistema Operacional GNU/Linux"

Transcrição

1 Sistema Operacional GNU/Linux Histórico: 1969 Bell Labs anuncia a primeira versão do Unix 1983 Criação do Projeto GNU 1987 Andrew Tenenbaum anuncia o Minux, versão do Unix para Desktops 1990 Microsoft lança o Windows 3x 1991 Lançado o Linux 0,02; Primeiras distribuições do Linux começam a ser feitas; Sun Microsystems anuncia a linguagem Java 1992 Estudantes alemães criam a SUSE Linux, que apresentaria sua primeira distribuição Linux no ano seguinte 1993 Surgem as primeiras distribuições Linux em CD's; Criação da Debian; Lançamento do Windows NT 1994 Lançamento da versão beta do Red Hat e da versão 1,0 do Kernel; 1995 Fundação da Conectiva Linux, primeira distribuição brasileira; Lançamento do Windows Criação do Projeto KDE; Tux, o pinguim, torna-se o símbolo do Linux; Lançamento do Windows NT Workstation 1997 Linus Torvalds vai trabalhar para a Transmeta; Criação do Projeto Gnome 1998 Netscape abre o código fonte do navegador; Lançamento do Windows 98 Licença de uso O Linux adota a GPL, uma licença de software livre o que significa, entre outras coisas, que todos os interessados podem usá-lo e redistribuí-lo, nos termos da licença. GNU 1 General Public Licence (Licença Pública Geral) GNU GPL, refere-se a designação do tipo de licença dos softwares livres. Em termos gerais, a GPL baseia-se em 4 liberdades: 1. A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0) 2. A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade. 3. A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2). 4. A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie deles (liberdade nº 3). O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade. Sistema Operacional Definição: O Sistema Operacional é o conjunto de programas que faz a interface entre o usuário e seus programas com o computador. É tratado como software básico. O principais sistemas operacionais são: Windows, Linux, Unix, MacOS, entre outros. O principal programa de um sistema operacional é o Kernel. Características: Sistema Operacional Gráfico O Linux é um sistema operacional não-gráfico, ou seja, não tem a sua parte operacional integrada a um ambiente gráfico como ocorre nas versões do Windows 95 e posteriores. Porém, utiliza um ambiente gráfico afim de tornar mais amigável a utilização do sistema. Os principais ambientes gráficos para GNU/Linux são: KDE e Gnome. Multitarefa A capacidade de realizar diversas tarefas, ao mesmo tempo, pode ser explicado da seguinte maneira: O MS-DOS é monotarefa, o que isso que dizer? Quer dizer que se eu estivesse trabalhando com um editor de texto e desejasse trabalhar com um programa de planilhas, deveria fechar o editor de texto primeiro e depois executar o programa de planilhas. Diferente disso um sistema operacional multitarefa permite trabalhar com diversos programas ao mesmo tempo. Quando um usuário executa mais de um comando ao mesmo tempo, geralmente é somente um que necessita a interação com o usuário. Os demais comandos executados são, na sua maioria, comandos que não exigem a atenção do usuário, sendo tarefas demoradas. Quando isto ocorre, dizemos que os programas que o 1 Gnu (Animal mamífero) GNU is Not Unix GNU Não é Unix.

2 usuário está executando sem a interação ficam em Background e o programa que o usuário está executando e interagindo fica em Foreground. Multiusuário É a capacidade de criar diversos perfis de usuários adaptando-os em tipos de contas. No caso, o Linux tem duas opções de contas de usuários: Administrador (Root) e Usuário (Limitado). O administrador pode instalar e desinstalar programas e dispositivos de hardware, alterar as configurações do sistema, modificar a conta dos outros usuários entre outras opções. Já o usuário normal poderá apenas usar o computador, adaptando-se as configurações pré-definidas pelo Administrador. Lembre-se que tanto os administradores quanto os limitados podem colocar senhas de acesso. Plug And Play (PnP) É a Tecnologia que permite a instalação automática dos dispositivos de hardware. O Linux possui dezenas de Drivers (pequenos arquivos, de configuração e reconhecimento, que permitem o correto funcionamento do dispositivo de hardware, ou seja, ensinam o Linux como utilizar o hardware). Quando conectamos o dispositivo no computador o Linux inicia a tentativa de instalação procurando nos Drivers, já existentes, que condizem com o hardware plugado. Caso encontre os drivers prossegue com a instalação e caso não encontre abre um assistente que solicita o local no qual encontram-se os drivers. A maioria dos fabricantes de hardware focalizam no maior mercado consumidor, ou seja, usuários Windows. Nem todos os fabricantes desenvolvem drivers de seus dispositivos para Linux. O grande problema fica por conta dos drivers da placa de vídeo e drivers das placas sem-fio. Kernel Definições: O Kernel é a parte central do sistema núcleo do sistema ou o coração do sistema operacional. Um kernel é uma parte importante de qualquer sistema operacional, atuando como ponte de comunicação entre o hardware e também pelas funções de baixo nível. É responsável por: Controlar os periféricos de entrada e saída de informação; Gerenciar o Sistema de Arquivos; Criar uma plataforma comum entre os programas; Gerenciar o processamento dos dados. Shell O Shell, conhecido como interpretador ou tradutor, é um programa que permite a interação do usuário com Kernel. O Kernel compreende apenas linguagem de máquina (linguagem baseada em código binário). Para enviar pedidos ou solicitações para o Kernel seria uma tarefa muito difícil, pois exigiria do usuário o conhecimento em linguagem de máquina. O Shell oferece um ambiente chamado Prompt (ou Aviso de comando), uma tela nada amigável que permite digitar comandos compreendidos por um usuário. Este comando passa pelo interpretador (Shell) que traduz para a linguagem compreendida pelo Kernel e vice-versa. Os principais programas Shell são Bash (Bourne Again Shell) para Linux e o Command para Windows.

3 Comandos básicos do Sistema GNU/Linux Dicas: O aviso de comando do usuário root é identificado por uma #, e o aviso de comando de usuários comuns é identificado pelo símbolo $. Isto é padrão em sistemas Linux. O Linux é case sensitive, ou seja, diferencia letras maiúsculas de letras minúsculas. Após digitar o comando pressionamos a tecla ENTER para efetivar a solicitação. Comandos: cd (utilizado para alterar entre as pastas (diretórios)) Formato do comando: cd <nome_do_diretório> ex: cd Documentos (este comando procura uma pasta chamada Documentos na pasta atual) Obs: para voltar uma pasta digitamos ls.. ls ou dir (utilizado para listar os arquivos e pastas da pasta atual) Formato do comando: ls [opções] ex: ls

4 Opções: -t = lista os arquivos em ordem de criação -a = lista todos os arquivos, inclusive os ocultos (em geral um arquivo oculto é representado por um ponto. no início do nome do arquivo) -F = acrescenta os seguintes caracteres no final dos arquivos: / - - link * - executável -R = lista todos os arquivos e subdiretórios -l = lista de uma forma completa pwd (exibe o nome da pasta atual) Formado do comando: pwd (print working directory) ex: pwd Obs: repare que eu estou manipulando a pasta wagnerbugs que está dentro da pasta home. mkdir (permite criar pastas/diretório) Formato do comando: mkdir <nome_da_ pasta> ex: mkdir teste Obs: perceba que após digitar o comando mkdir teste pressionei a tecla ENTER e em seguida digitei o comando dir para verificar se a pasta foi criada. Dica: Para criar várias pastas basta digitar mkdir pasta pasta1 pasta2 e assim por diante. rmdir (Remove a pasta criada é necessário que a pasta esteja vazia) Formato do comando: rmdir <nome_da_pasta> ex: rmdir teste

5 Obs: perceba que após digitar o comando rmdir teste pressionei a tecla ENTER e em seguida digitei o comando dir para verificar se a pasta foi apagada. Dica: Para apagar várias pastas basta digitar rmdir pasta pasta1 pasta2 e assim por diante. rm (apaga arquivos e opcionalmente pastas) Formato do comando: rm [opções] <nome_do_arquivo_ou_pasta> ex: rm Foto2.jpg Obs: Perceba que antes de executar o comando, abri a pasta imagens pelo comando cd Imagens, após executei o comando dir para exibir os arquivos e diretórios, executei o comando rm Foto2.jpg e em seguida o comando dir para verificar se a remoção foi realizada com sucesso. Opções: rm -R ~/<nome_da_pasta>/ permite excluir a pasta e seus arquivos e subdiretórios e arquivos destes cp (copia arquivos) Formato do comando: cp <nome_do_arquivo> <novo_nome_do_arquivo> ex: cp Foto1.jpg Foto2.jpg

6 Obs: Perceba que digitei o comando dir para exibir os arquivos existentes, após digitei o comando cp Foto1.jpg Foto2.jpg e pressionei a tecla ENTER e, por fim, digitei o comando dir para verificar o resultado. mv (permite mover e renomear arquivos) Formato do comando: mv <nome_do_arquivo> <novo_nome_do_arquivo> (renomear arquivo) mv <nome_do_arquivo> ~/<pasta_de_destino>/ (mover arquivo) ex: mv Foto1.jpg Foto9.jpg ex: mv Foto123.jpg ~/Música/ Obs: Os comandos executados foram: dir para exibir os arquivos da pasta Imagens, mv Foto123.jpg ~/Música/ para mover o arquivo Foto123.jpg para a pasta Música, cd.. para voltar um nível na árvore de diretórios, cd Música para manipular a pasta Música e dir para visualizar os arquivos da pasta Música. Chmod (permite estabelecer as regras (permissões) de acesso à um arquivo e diretório. Formato do comando: chmod [quem]=[permissões] <arquivo_ou_pasta> [quem] Controla que nível de acesso será mudado. Especificam, em ordem, usuário (u), grupo (g), outros (o), todos (a). [permissões] r (read) w (writer) x (execute) ex: chmod a=r Foto1.jpg (onde a (all) indica que a alteração das permissões serão aplicadas a todos e r (read) indica que o arquivo poderá ser visualizá-lo apenas no modo somente leitura) Ex: chmod a=rw Foto2.jpg (onde a (all) indica que a alteração das permissões serão aplicadas a todos e rw (read/writer) indica que o arquivo poderá ser visualizá-lo e alterado)

7 Ex: chmod a=rwx Foto3.jpg (onde a (all) indica que a alteração das permissões serão aplicadas a todos e rwx (read/writer/execute) indica que o arquivo poderá ser visualizá-lo, alterado e executado) Obs: Perceba que o arquivo Foto1.jpg recebeu permissão apenas de leitura, o arquivo Foto2.jpg recebeu a permissão de leitura e escrita e o arquivo Foto3.jpg recebeu a permissão de acesso leitura, escrita e execução. Observe a figura abaixo: Obs: Inicialmente executei todos os comandos dos comandos acima e após digitei o comando ls -l para exibir as permissões impostas nos arquivos. Observe a figura acima. O objetivo é perceber qual tipo de acesso posso ter aos arquivos e diretórios. Vamos separar em partes as informações descritas -r--r--r-- o antes do r indica que é um arquivo comum. Caso fosse um d indicaria uma pasta/diretório e se fosse um l estaria referindo-se à um atalho (link). A letra r (read) indica que o arquivo é de leitura, caso seja exibido um w (writer) indica que o arquivo é de escrita e caso seja exibido um x (execute) indica que o arquivo é executável. 1 o número serve para indicar quantos diretórios existem dentro da pasta. No caso de um arquivo sempre será exibido o número 1 e caso for pasta será exibido o número 2. Ex: se uma pasta não tiver subdiretórios será exibido o número 2. Agora, se esta pasta tiver um subdiretório será exibido o número 3. Caso esta pasta tenha 7 subdiretórios será exibido o número 9, ou seja, 2 (para indicar que é pasta) + 7 subdiretórios wagnerbugs root indica o nome do usuário dono do arquivo indica o nome do grupo que o usuário, dono do arquivo, pertence 8077 indica o tamanho do arquivo em Bytes :18 Indica a data e hora de criação do arquivo Foto1.jpg indica o nome do arquivo ou pasta Observe a linha: -rwxrwxrwx wagnerbugs root Foto3.jpg Virou uma bagunça não? Vou explicar cada parte para entender o que quer dizer as 10 letras acima (da esquerda para a direita): A primeira letra diz qual é o tipo do arquivo. Caso tiver um "d" é um diretório, um "l" um link a um arquivo no sistema, um "-" quer dizer que é um arquivo comum, etc.

8 Da segunda a quarta letra (rwx) dizem qual é a permissão de acesso ao dono do arquivo. Neste caso wagnerbugs tem a permissão de ler (r - read), gravar (w - write) e executar (x - execute) o arquivo Foto3.jpg. Da quinta a sétima letra (rwx) diz qual é a permissão de acesso ao grupo do arquivo. Neste caso todos os usuários que pertencem ao grupo root tem a permissão de ler (r), gravar (w), e também executar (x) o arquivo Foto3.jpg. Da oitava a décima letra (rwx) diz qual é a permissão de acesso para os outros usuários. Neste caso todos os usuários que não são donos do arquivo Foto3.jpg tem a permissão para ler, gravar e executar o arquivo Foto3.jpg. cal (exibe um calendário) Formato do comando: cal [opções] ex: cal Opções: -3 = lista o anterior, atual e próximo mês da data atual [ano] = exibe o calendário do ano especificado. Ex: cal 1981 [mês ano] = exibe o mês do ano especificado. Ex: cal date (exibe a data e hora atual) Formato do comando: date ex: date Obs: para mudar a data e hora é necessário logar-se como administrador (root) e digitar date (sendo que 03 refere-se o mês, 29 o dia, 1450 (14h50) a hora e 2010 o ano) Compactando e descompactando arquivos tar (permite compactar e descompactar arquivos) Para compactar:

9 tar cvf Arquivos.tar *.jpg (irá criar a pasta compactada Arquivos.tar com todos os arquivos.jpg existentes na pasta atual) Para verificar o conteúdo da pasta Arquivos.tar usamos o comando tar tvf Arquivos.tar e para extrair os arquivos da pasta Arquivos.tar usamos o comando tar xvf Arquivos.tar Obs: para extrair apenas um arquivo da pasta Arquivos.tar usamos o comando tar xvf Arquivos.tar nome_do_arquivo.extensão. Ex: tar xvf Arquivos.tar Foto1.jpg passwd (Altera a senha de um usuário) Formato do comando: passwd [opções] <nome_do_usuário> Obs: é necessário privilégios de administrador para alterar a senha de outros usuários. Ex: passwd wagnerbugs Obs: Percebam que meu nível de privilégios era de usuário comum indicado pelo caracter $ e após acessar minha conta de administrador (root) o caracter # é exibido indicando privilégios de administrador. Após digitar o comando passwd wagnerbugs foi-me solicitado a digitação da nova senha e redigitação da nova senha. Opções: passwd -l wagnerbugs para bloquear a conta do usuário wagnerbugs. passwd -u wagnerbugs para desbloquear a conta do usuário wagnerbugs. passwd -d wagnerbugs para desativar a senha do usuário wagnerbugs deixando-o sem uma senha de acesso. ifconfig (informações relativas a rede e conectividade) Formato do comando: ifconfig [opções] Ex: ifconfig eth0

10 Obs: Percebam que meu endereço de IP é ping (testa a conectividade e busca endereço de ip de servidores) Formato: ping <endereço_do_site> Ex: ping Observem que o endereço de IP do servidor que hospeda meu site é e que foram enviados 4 pacotes e nenhum foi perdido! su (alterna entre usuário) Formato do comando: su <nome_do_usuário> ex: su root

11 Obs: perceba que estava como usuário wagnerbugs e após digitar o comando su root e digitar a senha passo a usar a conta do usuário root. clear (limpa a tela do prompt) Formato do comando: clear login (permite acessar a conta de outro usuário) Formato do comando: login [opções] <nome_do_usuário> ex: login wagnerbugs (será exigido a senha e o acesso liberado a sessão de uso do usuário atual é encerrada) ex: login -p wagnerbugs (a opção -p permite mudar de usuário sem encerrar o estado atual do usuário, ou seja, apenas troca de usuário) logout (encerra a sessão de uso) Formato do comando: logout obs: o mesmo efeito é obtido pelo comando exit reboot (reinicia o computador) Formato do comando: reboot obs: o mesmo efeito pode ser obtido pelo comando shutdown -r now shutdown (desliga o computador) Formato do comando: shutdown Sistema de arquivos O Linux é muito versátil quando o assunto é sistema de arquivos e por isso, é muito importante o entendimento de suas funcionalidades. Um exemplo disso é a possibilidade de criar e manter arquivos em diferentes tipos de partições, discos, dispositivos e computadores remotos. Além disso, o Linux dá suporte há vários tipos de sistemas de arquivos (EXT2, EXT3, EXT4, FAT, NTFS, ReiserFS e Reiser4 entre outros). EXT2 (similar ao FAT32) O ext2 é um sistema de arquivos de disco de alta performance usado pelo Linux para dispositivos de armazenamento, como discos rígidos e mídias removíveis. O sistema de arquivos Second Extended Filesystem foi desenhado como uma extensão de Extended Filesystem (ext). O ext2 oferece a melhor performance (em termos de velocidade e uso da CPU) entre todos os sistemas de arquivos suportados pelo Linux. Ext2 é um sistema de arquivos muito rápido pelo fato de não possuir um journal, sendo assim os dados são gravados diretamente. Quando ocorre algum crash, o fsck é acionado para a verificação do sistema, corrigindo eventuais perdas de dados. EXT3 (Similar ao NTFS)

12 O ext3 (que significa "Third Extended File System") faz parte da nova geração de sistemas de gestão de arquivos do Linux. A sua maior vantagem é o suporte de journaling, que consiste em guardar informação sobre as transações de escrita, permitindo uma recuperação rápida e confiável em caso de interrupção súbita (por exemplo, por falta de Eletricidade). Na maioria dos casos, comparado ao ext2, o uso deste sistema de arquivos melhora o desempenho do sistema de arquivos através da gravação sequencial dos dados na área de metadados e acesso mhash da sua árvore de diretórios. A estrutura da partição ext3 é semelhante à da ext2, pelo que a migração de um formato para o outro é simples. A adição do journaling é feita em um arquivo chamado journal que fica oculto pelo código ext3 na partição (desta forma ele não poderá ser apagado, o que comprometeria o funcionamento do sistema). A estrutura idêntica da partição ext3 com a ext2 torna mais fácil a manutenção do sistema, já que todas as ferramentas para recuperação ext2 funcionarão sem problemas, sendo mesmo possível montar uma partição ext3 como se fosse ext2. Sistema de Diretórios No Windows existe uma pasta ou diretório central chamada WINDOWS e também aquela que é chamada ARQUIVOS DE PROGRAMAS, DOCUMENTS AND SETTINGS ou até mesmo as Unidades descritas por letras como C: D:... No Linux é diferente. Todos os arquivos fazem parte de um mesmo diretório chamado Diretório Raiz ou /. Dentro deste diretório temos não apenas todos arquivos e as partições de disco, mas também o CD- ROM, drive de disquete e outros dispositivos, formando a estrutura como descrito na figura abaixo. O diretório é o local utilizado para armazenar conjuntos de arquivos semelhantes para uma melhor organização e localização dos mesmos. O diretório, assim como o arquivo é "Case Sensitive", isto é, o diretório /wagner é diferente do diretório /WAGNER, a letra maiúscula ou minúscula em seu nome fará diferença.

13 Os diretórios são organizados hierarquicamente em forma de uma árvore. A função desta árvore é dividir o espaço das partições do disco rígido em "zonas", para organizar as informações contidas nos arquivos de forma hierárquica. Além dos diretórios dos usuários, o sistema de diretórios guarda os programas, as bibliotecas que estes programas utilizam, os arquivos de configuração do sistema e etc. O Linux não atribui letras para identificar unidades de disco como o Windows, de modo que todos os diretórios do sistema estão dispostos abaixo do diretório "/". Com o intuito de padronizar o conteúdo de cada um destes diretórios, foi criado o Filesystem Hierarchy Standard - FHS (http://www.pathname.com/fhs/), uma especificação que sugere como deve ser a organização de arquivos e diretórios em sistemas compatíveis com o Unix Conhecendo as pastas/diretórios do sistema GNU/Linux O diretório "/bin" armazena os executáveis de alguns comandos básicos do sistema, como o su, tar, cat, rm, pwd, etc., um conjunto que na maioria das distribuições ocupa de 6 a 8 MB. O principal motivo deles ficarem separados dos outros executáveis do sistema (que vão dentro da pasta /usr) é permitir que eles continuarem acessíveis desde o início do boot (inicialização do sistema), mesmo que você resolva armazená-la em um diretório separado. Ele é complementado pelo diretório "/sbin", que tem a mesma função básica, mas se diferencia por armazenar aplicativos que podem ser usados apenas pelo root, como, por exemplo, o "adduser", que permite criar novos usuários. A maior parte dos aplicativos e outros componentes ficam instalados dentro do diretório /usr (de "Unix System Resources", ou recursos de sistema Unix). Este é de longe o diretório com mais arquivos em qualquer distribuição Linux, pois é aqui que ficam os executáveis e bibliotecas de todos os principais programas instalados. A pasta "/usr/bin" (bin de binário), por exemplo, armazena cerca de programas e atalhos para programas em uma instalação típica do sistema. Como os executáveis de quase todos os programas instalados são armazenados nela, o número só faz crescer conforme você instala novos pacotes. Outro diretório com um enorme volume de arquivos é o "/usr/lib", onde ficam armazenadas bibliotecas usadas pelos programas. A função destas bibliotecas lembra um pouco a dos arquivos.dll no Windows. Outra pasta é a "/usr/src", que é usada para armazenar o código fonte de programas e também o código fonte do kernel (caso disponível). A pasta "/boot" armazena o kernel e alguns arquivos usados na fase inicial do boot. Como pode imaginar, ele é o primeiro componente carregado pelo gerenciador de boot durante a inicialização do sistema. Logo a seguir temos o diretório "/dev", que é de longe o exemplo mais exótico de estrutura de diretório no Linux. Todos os arquivos contidos aqui, como, por exemplo, "/dev/sda", "/dev/dsp", "/dev/modem", etc., não são arquivos armazenados no HD, mas sim ponteiros para dispositivos de hardware. Por exemplo, o "arquivo" "/dev/mouse" contém as informações enviadas pelo mouse, enquanto o "/dev/dsp" permite acessar a placa de som. Esta organização visa facilitar a vida dos programadores, que podem acessar o hardware do micro simplesmente fazendo seus programas lerem e gravarem em arquivos, deixando que o kernel se encarregue da parte complicada. Ele é complementado pelo diretório "/proc", que não armazena arquivos, mas sim informações sobre o hardware e sobre a configuração do sistema. Estas informações são usadas por utilitários de detecção e configuração do sistema, mas podem ser úteis também quando você quer checar alguma configuração manualmente. O comando "cat /proc/net/dev" mostra informações sobre as interfaces de rede, o "cat /proc/cpuinfo" mostra informações sobre o processador e assim por diante. O diretório "/etc" concentra os arquivos de configuração do sistema, substituindo de certa forma o registro do Windows. A vantagem é que enquanto o registro é uma espécie de caixa preta, os scripts

14 e arquivos de configuração do diretório "/etc" são desenvolvidos justamente para facilitar a edição manual. É verdade que na maioria dos casos isto não é necessário, graças aos vários utilitários de configuração disponíveis, mas a possibilidade continua disponível. O diretório "/mnt" (de "mount") recebe este nome justamente por servir de ponto de montagem para o drive óptico ("/mnt/cdrom" ou "/mnt/dvd") e outros dispositivos de armazenamento. Na maioria das distribuições atuais ele é substituído pelo diretório "/media", que tem a mesma função. Ao plugar um pendrive no Linux, por exemplo, ele é montado pelo sistema na pasta "/media/disk", ao plugar um cartão de memória ele é visto como "/media/card" e assim por diante. A pasta /home contém os arquivos dos usuários comuns do sistema. Encontraremos as pastas Documentos, Música, Vídeo entre outras. A pasta /root contém os arquivos específicos do administrador. É como se fosse a pasta /home do usuário administrador. Algumas comparações: A: /dev/fd0 B: /dev/fd1 C: /dev/hda1

SOFTWARE LIVRE. Distribuições Live CD. Kernel. Distribuição Linux

SOFTWARE LIVRE. Distribuições Live CD. Kernel. Distribuição Linux SOFTWARE LIVRE A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito. A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito

Leia mais

Módulos...2 Shell...3

Módulos...2 Shell...3 Cesar Kállas cesarkallas@gmx.net Curso GNU/Linux Realização CAECOMP Puc Campinas 2004 Capítulo 2 O Kernel...2 Módulos...2 Shell...3 Scripts...3 Bourne Shell sh...3 Bourne-Again Shell bash...3 Korn Shell

Leia mais

http://introcomp.pet.inf.ufes.br

http://introcomp.pet.inf.ufes.br O SITE http://introcomp.pet.inf.ufes.br http://introcomp.pet.inf.ufes.br http://introcomp.pet.inf.ufes.br http://introcomp.pet.inf.ufes.br O MOODLE http://introcomp.pet.inf.ufes.br/moodle http://introcomp.pet.inf.ufes.br/moodle

Leia mais

Software Livre. Acesso ao código fonte Alterar o código fonte Redistribuir Utilizar como desejar

Software Livre. Acesso ao código fonte Alterar o código fonte Redistribuir Utilizar como desejar Software Livre Acesso ao código fonte Alterar o código fonte Redistribuir Utilizar como desejar Linux Licença GPL (Licença Pública Geral) Linux Licença GPL (Licença Pública Geral) - A liberdade de executar

Leia mais

Partição Partição primária: Partição estendida: Discos básicos e dinâmicos

Partição Partição primária: Partição estendida: Discos básicos e dinâmicos Partição Parte de um disco físico que funciona como se fosse um disco fisicamente separado. Depois de criar uma partição, você deve formatá-la e atribuir-lhe uma letra de unidade antes de armazenar dados

Leia mais

ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS. 10.0.0.0 até 10.255.255.255 172.16.0.0 até 172.31.255.255 192.168.0.0 até 192.168.255.255. Kernel

ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS. 10.0.0.0 até 10.255.255.255 172.16.0.0 até 172.31.255.255 192.168.0.0 até 192.168.255.255. Kernel ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS Foram reservados intervalos de endereços IP para serem utilizados exclusivamente em redes privadas, como é o caso das redes locais e Intranets. Esses endereços não devem ser

Leia mais

Sistema de Arquivos do Windows

Sistema de Arquivos do Windows Registro mestre de inicialização (MBR) A trilha zero do HD, onde ficam guardadas as informações sobre o(s) sistema(s) operacionais instalados. Onde começa o processo de inicialização do Sistema Operacional.

Leia mais

Sistema Operacional Unidade 5 - Iniciando o modo texto. QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática

Sistema Operacional Unidade 5 - Iniciando o modo texto. QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática Sistema Operacional Unidade 5 - Iniciando o modo texto Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 OPERANDO EM MODO TEXTO... 3 Abrindo o terminal... 3 Sobre o aplicativo Terminal... 3 AS CORES

Leia mais

Informática Fácil NOÇÕES DE LINUX. Prof.: Adelson Gomes Ferraz Antonio Carlos Reis

Informática Fácil NOÇÕES DE LINUX. Prof.: Adelson Gomes Ferraz Antonio Carlos Reis Informática Fácil NOÇÕES DE LINUX Prof.: Adelson Gomes Ferraz Antonio Carlos Reis Cronologia 1. 1969 Univ Berkeley, Califórnia, cria-se o SO UNIX para uso geral em grandes computadores 1. Década de 70

Leia mais

Julgue os itens a seguir referentes a conceitos de software livre e licenças de uso, distribuição e modificação.

Julgue os itens a seguir referentes a conceitos de software livre e licenças de uso, distribuição e modificação. Julgue os itens a seguir referentes a conceitos de software livre e licenças de uso, distribuição e modificação. 1.Todo software livre deve ser desenvolvido para uso por pessoa física em ambiente com sistema

Leia mais

I N F O R M Á T I C A. Sistemas Operacionais Prof. Dr. Rogério Vargas Campus Itaqui-RS

I N F O R M Á T I C A. Sistemas Operacionais Prof. Dr. Rogério Vargas Campus Itaqui-RS I N F O R M Á T I C A Sistemas Operacionais Campus Itaqui-RS Sistemas Operacionais É o software que gerencia o computador! Entre suas funções temos: inicializa o hardware do computador fornece rotinas

Leia mais

Revisão Aula 3. 1. Explique a MBR(Master Boot Record)

Revisão Aula 3. 1. Explique a MBR(Master Boot Record) Revisão Aula 3 1. Explique a MBR(Master Boot Record) Revisão Aula 3 1. Explique a MBR(Master Boot Record). Master Boot Record Primeiro setor de um HD (disco rígido) Dividido em duas áreas: Boot loader

Leia mais

Estrutura de um Sistema Linux Moderno Padrões de um Sistema Linux. Prof. Claudio Silva

Estrutura de um Sistema Linux Moderno Padrões de um Sistema Linux. Prof. Claudio Silva Estrutura de um Sistema Linux Moderno Padrões de um Sistema Linux Estrutura de um Sistema Linux Por ter sua origem universitária, a forma como o Linux foi concebido é de perfeito agrado para o seu estudo.

Leia mais

Aula 02. Introdução ao Linux

Aula 02. Introdução ao Linux Aula 02 Introdução ao Linux Arquivos Central de Programas do Ubuntu A Central de Programas do Ubuntu é uma loja de aplicativos integrada ao sistema que permite-lhe instalar e desinstalar programas com

Leia mais

Sistemas Operacionais de Rede Linux - Gerenciamento de Arquivos

Sistemas Operacionais de Rede Linux - Gerenciamento de Arquivos Sistemas Operacionais de Rede Linux - Gerenciamento de Arquivos Conteúdo Programático Login e Logout Iniciando e Desligando o Sistema Tipos de arquivo Texto Binário Arquivos e Diretório Manipulação de

Leia mais

Projeto de extensão Linux no Campus

Projeto de extensão Linux no Campus Projeto de extensão Linux no Campus Universidade Federal de Santa Maria Acadêmico do Curso de Sistemas de Informação Evandro Bolzan Contatos: ebolzan@inf.ufsm.br, http://www.inf.ufsm.br/~ebolzan BUG BUG

Leia mais

O Windows também é um programa de computador, mas ele faz parte de um grupo de programas especiais: os Sistemas Operacionais.

O Windows também é um programa de computador, mas ele faz parte de um grupo de programas especiais: os Sistemas Operacionais. MICROSOFT WINDOWS O Windows também é um programa de computador, mas ele faz parte de um grupo de programas especiais: os Sistemas Operacionais. Apresentaremos a seguir o Windows 7 (uma das versões do Windows)

Leia mais

Sistema Operacional Linux Curso Básico. Leonardo Brenner Paulo Fernandes

Sistema Operacional Linux Curso Básico. Leonardo Brenner Paulo Fernandes Sistema Operacional Linux Curso Básico Leonardo Brenner Paulo Fernandes i Sumário 1 Apresentação e Conceitos 1 1.1 Histórico.................................. 1 1.2 Sistema de Arquivos............................

Leia mais

INTRODUÇÃO A LINUX. Características Sistema operacional Software livre Criado em 1991 por Linus Torvalds Dividido em duas partes principais 26/11/2013

INTRODUÇÃO A LINUX. Características Sistema operacional Software livre Criado em 1991 por Linus Torvalds Dividido em duas partes principais 26/11/2013 1 2 INTRODUÇÃO A LINUX ADRIANO SILVEIRA ADR_SILVEIRA@YAHOO.COM.BR Características Sistema operacional Software livre Criado em 1991 por Linus Torvalds Dividido em duas partes principais Kernel núcleo do

Leia mais

Universidade Católica de Brasília Laboratório de Redes de Computadores 1 Prof Eduardo Lobo. Comandos LINUX. principais vi ifconfig.

Universidade Católica de Brasília Laboratório de Redes de Computadores 1 Prof Eduardo Lobo. Comandos LINUX. principais vi ifconfig. Comandos LINUX Universidade Católica de Brasília Laboratório de Redes de Computadores 1 Prof Eduardo Lobo Comandos LINUX principais vi ifconfig Comando Descrição Exemplo cd Muda o diretório corrente cd

Leia mais

Aula 4 Comandos Básicos Linux. Prof.: Roberto Franciscatto

Aula 4 Comandos Básicos Linux. Prof.: Roberto Franciscatto Sistemas Operacionais Aula 4 Comandos Básicos Linux Prof.: Roberto Franciscatto Prompt Ao iniciar o GNU/Linux, a primeira tarefa a ser executada é o login no sistema, o qual deve ser feito respondendo

Leia mais

Sistema Operacional. História Sistema Operacional 1. QI Escolas e Faculdades Apostila de Linux

Sistema Operacional. História Sistema Operacional 1. QI Escolas e Faculdades Apostila de Linux 4 Capítulo 1 Sistema Operacional É uma coleção de programas que inicializa hardwares, fornece rotinas básicas para controle de dispositivos, mantém a integridade de um sistema. Um sistema operacional de

Leia mais

Comandos Básicos do Linux/Unix

Comandos Básicos do Linux/Unix Comandos Básicos do Linux/Unix Vou partir do pressuposto que você sabe o básico de um sistema Linux/Unix. É importante para qualquer usuário de sistemas baseados em Unix aprender a trabalhar no modo texto

Leia mais

Introdução ao Linux: Parte I

Introdução ao Linux: Parte I Data: Introdução ao Linux: Parte I Marcelo Ribeiro Xavier da Silva marceloo@inf.ufsc.br Histórico 3 Origem do GNU Linux Em 1983, Richard Stallman fundou a Free Software Foundation, com o intuito de criar

Leia mais

Informática. Aula 04/12. Prof. Márcio Hollweg. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.

Informática. Aula 04/12. Prof. Márcio Hollweg. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM. Informática Aula 04/12 Prof. Márcio Hollweg UMA PARCERIA Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.BR Visite a loja virtual www.conquistadeconcurso.com.br MATERIAL DIDÁTICO EXCLUSIVO

Leia mais

LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1

LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1 LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1 Comandos para manipulação de diretório 1. ls Lista os arquivos de um diretório. 2. cd Entra em um diretório. Você precisa ter a permissão de execução para entrar no diretório.

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS DE ARQUITETURA ABERTA

SISTEMAS OPERACIONAIS DE ARQUITETURA ABERTA SISTEMAS OPERACIONAIS DE ARQUITETURA ABERTA Prof. Ulisses Cotta Cavalca Belo Horizonte/MG 2015 1 SUMÁRIO 1. Histórico do sistema operacional 2. Licença de softwares 3. Aspectos

Leia mais

Alterna para o primeiro terminal. No Linux você pode ter vários (o padrão é 6) terminais abertos ao mesmo tempo.

Alterna para o primeiro terminal. No Linux você pode ter vários (o padrão é 6) terminais abertos ao mesmo tempo. Alterna para o primeiro terminal. No Linux você pode ter vários (o padrão é 6) terminais abertos ao mesmo tempo. (n=1 a 6) Alterna para o terminal (1 a 6).

Leia mais

Campus - Cachoeiro Curso Técnico de Informática. Sistema de Arquivos. Prof. João Paulo de Brito Gonçalves

Campus - Cachoeiro Curso Técnico de Informática. Sistema de Arquivos. Prof. João Paulo de Brito Gonçalves Campus - Cachoeiro Curso Técnico de Informática Sistema de Arquivos Prof. João Paulo de Brito Gonçalves Introdução É com o sistema de arquivos que o usuário mais nota a presença do sistema operacional.

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Administração de Servidores de Rede AULA 03. Prof. Gabriel Silva

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Administração de Servidores de Rede AULA 03. Prof. Gabriel Silva FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Administração de Servidores de Rede AULA 03 Prof. Gabriel Silva Temas da Aula de Hoje: Servidores Linux. Conceitos Básicos do Linux. Instalando Servidor Linux.

Leia mais

UNIDADE III Sistemas Operacionais WINDOWS

UNIDADE III Sistemas Operacionais WINDOWS UNIDADE III Sistemas Operacionais WINDOWS Objetivo da unidade Objetivo Geral Apontar as noções básicas do Windows Praticar o aprendizado sobre o Sistema Operacional Objetivos Específicos Entender como

Leia mais

Administração de Redes Linux. Unidade 1 - LINUX

Administração de Redes Linux. Unidade 1 - LINUX Administração de Redes Linux Unidade 1 - LINUX Breve Histórico O Linux é um sistema operacional moderno e gratuito, baseado nos padrões UNIX. Desenvolvido inicialmente em 1991 como um KERNEL PEQUENO E

Leia mais

CET GRSI 2011. Sistema Operativo de Rede. António Paulo Santos aps@estgf.ipp.pt

CET GRSI 2011. Sistema Operativo de Rede. António Paulo Santos aps@estgf.ipp.pt CET GRSI 2011 Sistema Operativo de Rede António Paulo Santos aps@estgf.ipp.pt O que é um S.O. de Rede? Sistema operativo que incluí: funções especiais que permitem a ligação de um computador a uma LAN.

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SUDESTE DE MINAS GERAIS Campus Rio Pomba. Eu defendo!!! Mini Curso. Linux

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SUDESTE DE MINAS GERAIS Campus Rio Pomba. Eu defendo!!! Mini Curso. Linux INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SUDESTE DE MINAS GERAIS Campus Rio Pomba Mini Curso Linux Eu defendo!!! Apresentação Rafael Arlindo Dias Técnico em Informática CEFET Rio Pomba/MG Cursos

Leia mais

Administração de Sistemas Operacionais de Rede Linux. Prof. Michel Moron Munhoz michel.moron@aes.edu.br

Administração de Sistemas Operacionais de Rede Linux. Prof. Michel Moron Munhoz michel.moron@aes.edu.br Administração de Sistemas Operacionais de Rede Linux Prof. Michel Moron Munhoz michel.moron@aes.edu.br Conteúdo da disciplina (1 de 2) Visão Geral (multitarefa, mono-tarefa, memória virtual, ambiente gráfico

Leia mais

Oficina de ferramentas de Gerência para Redes em Linux. Prof. Jefferson Santiago

Oficina de ferramentas de Gerência para Redes em Linux. Prof. Jefferson Santiago Oficina de ferramentas de Gerência para Redes em Linux Prof. Jefferson Santiago Apresentação Qual seu nome? Já possui experiência na área? Questionário avaliativo Acesse: http://goo.gl/forms/4rfaomufim

Leia mais

INFORMÁTICA PARA CONCURSOS LINUX. Professor Mauricio Franceschini Duarte

INFORMÁTICA PARA CONCURSOS LINUX. Professor Mauricio Franceschini Duarte INFORMÁTICA PARA CONCURSOS Professor Mauricio Franceschini Duarte SOFTWARE LIVRE É todo software sobre o qual o usuário tem o livre direito de instalar, usar, estudar, modificar e redistribuir. 2 FSF FREE

Leia mais

O WINDOWS 98 é um sistema operacional gráfico, multitarefa, produzido pela Microsoft.

O WINDOWS 98 é um sistema operacional gráfico, multitarefa, produzido pela Microsoft. WINDOWS O WINDOWS 98 é um sistema operacional gráfico, multitarefa, produzido pela Microsoft. Área de Trabalho Ligada a máquina e concluída a etapa de inicialização, aparecerá uma tela, cujo plano de fundo

Leia mais

Linux. Wagner de Oliveira

Linux. Wagner de Oliveira Linux Wagner de Oliveira Um computador, uma mesa, um usuário. Duas pessoas não podem trabalhar em paralelo, executando o Microsoft Word na mesma máquina, simultaneamente. Windows 2003 Advanced Server +

Leia mais

GNU/Linux/Bash. Aula 2

GNU/Linux/Bash. Aula 2 GNU/Linux/Bash Aula 2 O que é? Ubuntu GNU Linux Ubuntu 12.04 Ubuntu é um sistema operacional baseado em Linux desenvolvido pela comunidade e é perfeito para notebooks, desktops e servidores. Ele contém

Leia mais

Introdução ao Linux. Professor Breno Leonardo G. de M. Araújo

Introdução ao Linux. Professor Breno Leonardo G. de M. Araújo Introdução ao Linux Professor Breno Leonardo G. de M. Araújo Sistema Operacional Linux Embora o Sistema Operacional Microsoft Windows ainda seja predominante no mercado de desktops e Notebooks,já é, bastante

Leia mais

SISTEMA OPERACIONAL INFORMÁTICA PRF. Prof.: MARCIO HOLLWEG mhollweg@terra.com.br SISTEMA OPERACIONAL SISTEMA OPERACIONAL SISTEMA OPERACIONAL FUNÇÃO:

SISTEMA OPERACIONAL INFORMÁTICA PRF. Prof.: MARCIO HOLLWEG mhollweg@terra.com.br SISTEMA OPERACIONAL SISTEMA OPERACIONAL SISTEMA OPERACIONAL FUNÇÃO: SISTEMA OPERACIONAL INFORMÁTICA PRF Prof.: MARCIO HOLLWEG mhollweg@terra.com.br FUNÇÃO: GERENCIAR, ADMINISTRAR OS RECURSOS DA MÁQUINA. SISTEMA OPERACIONAL EXEMPLOS MS-DOS WINDOWS 3.1 WINDOWS 95 WINDOWS

Leia mais

Informática. Professor: Diego Oliveira. Conteúdo 03: Sistemas Operacionais

Informática. Professor: Diego Oliveira. Conteúdo 03: Sistemas Operacionais Informática Professor: Diego Oliveira Conteúdo 03: Sistemas Operacionais O que veremos hoje? Fundamentos e Funções Sistemas Operacionais do Mercado Utilização do Sistema Operacional Ligar e Desligar o

Leia mais

Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios

Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios Objetivos Detalhar conceitos sobre o sistema operacional Linux; Operar comandos básicos de sistemas Linux em modo Texto; Realizar a manutenção de arquivos

Leia mais

Instalação e configuração Linux CentOS 6.x

Instalação e configuração Linux CentOS 6.x Instalação e configuração Linux CentOS 6.x Objetivo: Instalar e configurar o sistema operacional Linux CentOS e efetuar suas configurações iniciais. 1- Abra o Virtuabox e clique em novo, e configure conforme

Leia mais

Planejamento e Implantação de Servidores

Planejamento e Implantação de Servidores Planejamento e Implantação de Servidores Professor Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.com Aula 01 - Servidores Abordagem geral Teoria e práticas Servidores Linux Comandos Linux 2 Bibliografias da apoio

Leia mais

Treinamento para Manutenção dos Telecentros

Treinamento para Manutenção dos Telecentros Treinamento para Manutenção dos Telecentros Módulo II :: Utilizando o Linux Básico do Sistema Manoel Campos da Silva Filho Professor do IFTO/Palmas 1 2 Código Aberto/Open Source Programas (softwares/aplicativos)

Leia mais

Formação de Administradores de Redes Linux LPI level 1. Aula 3 SENAC TI Fernando Costa

Formação de Administradores de Redes Linux LPI level 1. Aula 3 SENAC TI Fernando Costa Formação de Administradores de Redes Linux LPI level 1 Aula 3 SENAC TI Fernando Costa Agenda Manipulação de arquivos Comandos: cat, cut, expand,fmt, head, join, nl, od, paste, pr, split, tac, tail, tr,

Leia mais

Desenvolvido por: Rafael Botelho botelhotech@gmail.com http://rafaelbotelho.com

Desenvolvido por: Rafael Botelho botelhotech@gmail.com http://rafaelbotelho.com Desenvolvido por: Rafael Botelho botelhotech@gmail.com http://rafaelbotelho.com Guia de Instalação do BRlix Como tenho visto no fórum do BRlix que muitas pessoas estão encontrando dificuldades na instalação

Leia mais

Software das Ferramentas Cliente e dos Drivers do Servidor de Impressão Xerox FreeFlow Accxes Guia de Instalação

Software das Ferramentas Cliente e dos Drivers do Servidor de Impressão Xerox FreeFlow Accxes Guia de Instalação Servidor de Impressão FreeFlow Accxes V15.0 Agosto de 2010 701P50921 Software das Ferramentas Cliente e dos Drivers do Servidor de Impressão Xerox FreeFlow 2010 Xerox Corporation. Todos os direitos reservados.

Leia mais

Preparação: Verifique se a máquina virtual já está copiada em sua máquina Execute o VMWare Acesse o Linux com o usuário asa e senha aslinux12

Preparação: Verifique se a máquina virtual já está copiada em sua máquina Execute o VMWare Acesse o Linux com o usuário asa e senha aslinux12 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNC. E TEC. DA PARAÍBA CURSO DE GRADUAÇÃO DE TECNOLOGIA EM TELEMÁTICA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS PROFESSOR: ANDERSON COSTA ASSUNTO: MÓDULOS, DISPOSITIVOS DE

Leia mais

Labgrad. Usúario: Senha: senha

Labgrad. Usúario: <matricula> Senha: senha Suporte A equipe do Suporte é responsável pela gerência da rede do Departamento de Informática, bem como da manutenção dos servidores da mesma, e também é responsável pela monitoria do LabGrad e do LAR.

Leia mais

REVISÃO LINUX CAP /SIN PROF. ESTRELA. e) os

REVISÃO LINUX CAP /SIN PROF. ESTRELA. e) os REVISÃO LINUX CAP /SIN PROF. ESTRELA 1 - Em um determinado servidor Linux, a saída do comando "df" aponta 100% de uso no "/". Isso significa que a(o): a) rede atingiu sua capacidade máxima de recepção.

Leia mais

Sistema Operacional LINUX

Sistema Operacional LINUX SISTEMA OPERACIONAL Sistema Operacional LINUX Para que o computador funcione e possibilite a execução de programas é necessária a existência de um sistema operacional. O sistema operacional é uma camada

Leia mais

Sou o professor Danilo Augusto, do TIParaConcursos.net, e costumo trabalhar temas relacionados a Redes de Computadores e Sistemas Operacionais.

Sou o professor Danilo Augusto, do TIParaConcursos.net, e costumo trabalhar temas relacionados a Redes de Computadores e Sistemas Operacionais. Olá nobre concurseiro e futuro servidor público! Sou o professor Danilo Augusto, do TIParaConcursos.net, e costumo trabalhar temas relacionados a Redes de Computadores e Sistemas Operacionais. Essa lista

Leia mais

Professor. Thiago Miranda Material: www.thiagomiranda.net. Email: mirandathiago@gmail.com

Professor. Thiago Miranda Material: www.thiagomiranda.net. Email: mirandathiago@gmail.com Microsoft Windows 1 Professor Thiago Miranda Material: www.thiagomiranda.net Email: mirandathiago@gmail.com Conceitos básicos de SO O que é um sistema operacional? É um programa ou conjunto de programas

Leia mais

Sistema Operacional Unidade 12 Comandos de Rede e Acesso Remoto

Sistema Operacional Unidade 12 Comandos de Rede e Acesso Remoto Sistema Operacional Unidade 12 Comandos de Rede e Acesso Remoto Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 Protocolo de rede... 3 Protocolo TCP/IP... 3 Máscara de sub-rede... 3 Hostname... 3

Leia mais

Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos

Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos Neste capítulo nós iremos examinar as características da interface do gerenciador de arquivos Konqueror. Através dele realizaremos as principais operações com arquivos

Leia mais

Pratique o seu conhecimento

Pratique o seu conhecimento Pratique o seu conhecimento QUESTÕES DO CAPÍTULO 1 (A HISTÓRIA ) 1) Explique com suas palavras qual a importância de Richard Stallman para o software livre e o que é o projeto GNU. R.: Richard Stallman

Leia mais

Objetivos Instalação Gerência de Pacotes UNIX Shell. Curso UNIX. Matheus Braun Magrin Felipe dos Santos Silveira

Objetivos Instalação Gerência de Pacotes UNIX Shell. Curso UNIX. Matheus Braun Magrin Felipe dos Santos Silveira Curso UNIX Matheus Braun Magrin Felipe dos Santos Silveira Universidade Federal de Santa Catarina 25 de Setembro de 2010 CHAMADA Objetivos Instalação do sistema Ubuntu 10.04 Conhecer a origem do sistema

Leia mais

Objetivos do Curso. Organização do Curso. Apresentação do Curso. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores

Objetivos do Curso. Organização do Curso. Apresentação do Curso. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores 1 Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Prof.: Nelson Monnerat Apresentação do Curso 1 Objetivos do Curso Sistema Operacional Unix/Linux;

Leia mais

NÚCLEO DE CIDADANIA DIGITAL Caminho Livre para o novo mundo! Conceitos básicos de Linux. www.ncd.ufes.br

NÚCLEO DE CIDADANIA DIGITAL Caminho Livre para o novo mundo! Conceitos básicos de Linux. www.ncd.ufes.br NÚCLEO DE CIDADANIA DIGITAL Caminho Livre para o novo mundo! Conceitos básicos de Linux www.ncd.ufes.br Licença Este trabalho é licenciado sob a licença Creative Commons Attribution NonCommercial-ShareAlike

Leia mais

Sistema Operacional Unidade 2 - Estrutura, dispositivos e sistema de arquivos do Linux

Sistema Operacional Unidade 2 - Estrutura, dispositivos e sistema de arquivos do Linux Sistema Operacional Unidade 2 - Estrutura, dispositivos e sistema de arquivos do Linux Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 ESTRUTURA DE DIRETÓRIOS LINUX... 3 SISTEMA DE ARQUIVOS E PARTICIONAMENTO...

Leia mais

Fundamentos de Sistemas Operacionais. GNU / Linux. Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2009. Unidade 04-002 GNU / Linux

Fundamentos de Sistemas Operacionais. GNU / Linux. Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2009. Unidade 04-002 GNU / Linux GNU / Linux Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2009 Conceitos Básico O S.O. é case sensitive, ou seja, sensível à caixa; Exemplo: o arquivo apple.txt é diferente do arquivo Apple.txt e podem conviver juntos

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Introdução à Informática Aula 6 http://www.ic.uff.br/~bianca/introinfo/ Aula 6-21/09/2007 1 Ementa Conceitos Básicos de Computação (Hardware, Software e Internet) Softwares Aplicativos Tutorial: Word Tutorial:

Leia mais

Curso GNU/Linux. Instalação do Linux...2 O HD não possui nenhuma partição...3. Existe apenas uma partição com espaço livre...3

Curso GNU/Linux. Instalação do Linux...2 O HD não possui nenhuma partição...3. Existe apenas uma partição com espaço livre...3 Cesar Kállas - cesarkallas@gmx.net Curso GNU/Linux Realização CAECOMP Puc Campinas 2004 Capítulo 3 Instalação do Linux...2 O HD não possui nenhuma partição...3 O HD tem espaço livre não particionado...3

Leia mais

Guia: como instalar o Ubuntu Linux

Guia: como instalar o Ubuntu Linux Guia: como instalar o Ubuntu Linux Você cansou do Windows e quer se aventurar a usar alguma distribuição Linux, mas não sabe por onde começar? Montamos um passo a passo com todas as etapas necessárias

Leia mais

Adelman Wallyson de Sousa Benigno

Adelman Wallyson de Sousa Benigno Laboratory of Software Engineering and Computer Network Universidade Federal do Maranhão Curso de Engenharia Elétrica Engineering for a better life LINUX Trabalho apresentado ao Prof. Denivaldo Lopes Adelman

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

Aula 01 Visão Geral do Linux

Aula 01 Visão Geral do Linux Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Administração de Redes de Computadores Aula 01 Visão Geral do Linux Prof. Gustavo Medeiros de Araujo Profa.

Leia mais

03/11/2011. Apresentação. SA do Linux. Sistemas de Arquivos. Curso Tecnologia em Telemática. Disciplina Administração de Sistemas Linux

03/11/2011. Apresentação. SA do Linux. Sistemas de Arquivos. Curso Tecnologia em Telemática. Disciplina Administração de Sistemas Linux Apresentação Administração de Sistemas Curso Tecnologia em Telemática Disciplina Administração de Sistemas Linux Professor: Anderson Costa anderson@ifpb.edu.br Assunto da aula Aspectos do Sistema de Arquivos

Leia mais

Introdução a Sistemas Abertos

Introdução a Sistemas Abertos Introdução a Sistemas Abertos Apresentação filipe.raulino@ifrn.edu.br Sistemas Abertos Qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e redistribuído inclusive com seu código fonte

Leia mais

16:21:50. Introdução à Informática com Software Livre

16:21:50. Introdução à Informática com Software Livre 16:21:50 Introdução à Informática com Software Livre 1 16:21:50 Hardware & Software 2 16:21:50 Hardware Hardware é a parte física de um computador, é formado pelos componentes eletrônicos, como por exemplo,

Leia mais

Sistema Operacional GNU Linux. Sistema de Arquivos Diretório /usr. Conceitos Básicos Pacotes Repositório Código Fonte. Ambiente Menus GConf

Sistema Operacional GNU Linux. Sistema de Arquivos Diretório /usr. Conceitos Básicos Pacotes Repositório Código Fonte. Ambiente Menus GConf Capacitação Linux Sumário 1 Introdução Sistema Operacional GNU Linux 2 Filesystem Hierarchy Standard Introdução Sistema de Arquivos Diretório /usr 3 Instalação de Programas Conceitos Básicos Pacotes Repositório

Leia mais

Entendendo o Sistema Operacinal. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com

Entendendo o Sistema Operacinal. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com Entendendo o Sistema Operacinal Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com Criando um Snapshot da Máquina Padrão Page 2 Criando um Snapshot da Máquina Padrão Page 3 Criando um

Leia mais

LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO

LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO Sistema Operacional Conteúdo retirado do livro Sistemas Operacionais Marcos Aurélio Pchek Laureano Diogo Roberto Olsen

Leia mais

Gerenciamento de Arquivos e Pastas. Professor: Jeferson Machado Cordini jmcordini@hotmail.com

Gerenciamento de Arquivos e Pastas. Professor: Jeferson Machado Cordini jmcordini@hotmail.com Gerenciamento de Arquivos e Pastas Professor: Jeferson Machado Cordini jmcordini@hotmail.com Arquivo Todo e qualquer software ou informação gravada em nosso computador será guardada em uma unidade de disco,

Leia mais

Entendendo as Permissões de Arquivos no GNU/Linux

Entendendo as Permissões de Arquivos no GNU/Linux Entendendo as Permissões de Arquivos no GNU/Linux Mario Luiz Bernardinelli (mariolb@gmail.com) 14 de Maio de 2009 Resumo Cada sistema operacional possui características próprias e o entendimento de seu

Leia mais

Redes Ponto a Ponto. Os drivers das placas de rede devem estar instalados.

Redes Ponto a Ponto. Os drivers das placas de rede devem estar instalados. Redes Ponto a Ponto É fácil configurar uma rede ponto-a-ponto em qualquer versão do Windows. Antes entretanto é preciso tomar algumas providências em relação ao hardware: Todos os computadores devem estar

Leia mais

Introdução ao Linux. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais Campus Pouso Alegre

Introdução ao Linux. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais Campus Pouso Alegre Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais Campus Pouso Alegre Introdução ao Linux Comandos Ubuntu/Linux Michelle Nery Agenda Comandos do Sistema Comandos para Processos

Leia mais

www.evangelhohoje.blogspot.com www.reginaldorochajr.blogspot.com reginaldorecife@gmail.com

www.evangelhohoje.blogspot.com www.reginaldorochajr.blogspot.com reginaldorecife@gmail.com CAPÍTULO 1 No princípio era o Kernel, e o Kernel estava com o Linux, e o Kernel era o Linux desenvolvido por Linus Torvalds. O KERNEL O Kernel é a peça fundamental do sistema, responsável por criar a infra-estrutura

Leia mais

Conteúdo 1 Comandos Básicos. Questão 1: Que comando permite encerrar o sistema definitivamente?

Conteúdo 1 Comandos Básicos. Questão 1: Que comando permite encerrar o sistema definitivamente? Conteúdo 1 Comandos Básicos Questão 1: Que comando permite encerrar o sistema definitivamente? a) shutdawn b) shutdown t now c) shutdown r now d) shutdwon h now e) shutdown h now Questão 2: Que comando

Leia mais

Organização do Curso. Instalação e Configuração. Módulo II. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores

Organização do Curso. Instalação e Configuração. Módulo II. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores 1 Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Prof.: Nelson Monnerat Instalação e Configuração 1 Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo

Leia mais

Guia de Início Rápido SystemTweaker

Guia de Início Rápido SystemTweaker Guia de Início Rápido SystemTweaker O SystemTweaker é uma ferramenta segura e fácil de usar para personalizar o Windows de acordo com as suas preferências. Este guia de início rápido irá ajudar você a

Leia mais

CESPE - 2012 - FNDE - Técnico em Financiamento e Execução de Programas e Projetos Educacionais

CESPE - 2012 - FNDE - Técnico em Financiamento e Execução de Programas e Projetos Educacionais CESPE - 2012 - FNDE - Técnico em Financiamento e Execução de Programas e Projetos Educacionais De modo semelhante ao Linux, o Windows é considerado um software microbásico. Uma característica desse tipo

Leia mais

Principais Comandos do Terminal no LINUX

Principais Comandos do Terminal no LINUX Principais Comandos do Terminal no LINUX Estes comandos não visam ser um compêndio completo de operação, haja vista que se possui mais comandos que esses aqui que serão listados, logo os comandos são:

Leia mais

5.1 Sistemas de Arquivos

5.1 Sistemas de Arquivos Capítulo 5 Os Sistemas de Arquivos 5.1 Sistemas de Arquivos Neste capítulo nós iremos examinar, a partir da visão do usuário, as estruturas que possibilitam o armazenamento persistente de informações no

Leia mais

Comandos de Linux. Autor: Patrick Wallace Figueiredo dos Santos Rocha

Comandos de Linux. Autor: Patrick Wallace Figueiredo dos Santos Rocha Comandos de Linux Autor: Patrick Wallace Figueiredo dos Santos Rocha Comandos de linux 1. ls (lista o conteúdo de um diretório) $ ls 2. ls -a (lista os diretórios, arquivos oculto e executáveis) $ ls -a

Leia mais

TUTORIAL DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÕES DO LINUX EDUCACIONAL 5.0

TUTORIAL DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÕES DO LINUX EDUCACIONAL 5.0 1 TUTORIAL DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÕES DO LINUX EDUCACIONAL 5.0 PAULO RODRIGO SCARTEZINI 2 Índice 1) Instalando linux educacional 5.0...3 Passo 1 Navegue até o site do linux educacional 5.0 e baixe a

Leia mais

Formação de Administradores de Redes Linux LPI level 1. Aula 2 SENAC TI Fernando Costa

Formação de Administradores de Redes Linux LPI level 1. Aula 2 SENAC TI Fernando Costa Formação de Administradores de Redes Linux LPI level 1 Aula 2 SENAC TI Fernando Costa Agenda Introdução ao Shell Variáveis do shell Usando símbolos coringa Síntese Exercícios O shell Como todo computador

Leia mais

Atualização, backup e recuperação de software

Atualização, backup e recuperação de software Atualização, backup e recuperação de software Guia do Usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Microsoft é uma marca registrada da Microsoft Corporation nos Estados Unidos. As informações

Leia mais

1 Objetivos da Oficina

1 Objetivos da Oficina Oficina Linux Aula : Operações com Diretórios e Arquivos / / Professor: Eraldo Silveira e Silva eraldo@ifsc.edu.br 1 Objetivos da Oficina iniciar e encerrar uma sessão no Linux; se familizarizar com a

Leia mais

Construindo um Linux Parte 1 - Disk Boot Objetivo: Entender que o Linux é como um LEGO (Pode ser montado).

Construindo um Linux Parte 1 - Disk Boot Objetivo: Entender que o Linux é como um LEGO (Pode ser montado). Construindo um Linux Parte 1 - Disk Boot Objetivo: Entender que o Linux é como um LEGO (Pode ser montado). Os disquetes Linux são úteis em diversas situações, tais como: Testes de um novo kernel; Recuperação

Leia mais

Informática Básica. Conceitos de Linux

Informática Básica. Conceitos de Linux Informática Básica Conceitos de Linux Introdução Um Sistema Operacional é um programa que tem por função controlar os recursos do computador e servir de interface entre ele e o usuário. Um sistema operacional,

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS

SISTEMAS OPERACIONAIS Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry SISTEMAS OPERACIONAIS DISCIPLINA: Fundamentos de Informática DEFINIÇÃO É um programa de controle do computador.

Leia mais

LABORATÓRIO UNIDADES 1 REVISÃO LINUX E COMANDOS BÁSICOS ABRINDO A MÁQUINA VIRTUAL UBUNTU SERVER 14.04.1 PELO VIRTUALBOX

LABORATÓRIO UNIDADES 1 REVISÃO LINUX E COMANDOS BÁSICOS ABRINDO A MÁQUINA VIRTUAL UBUNTU SERVER 14.04.1 PELO VIRTUALBOX LABORATÓRIO UNIDADES 1 REVISÃO LINUX E COMANDOS BÁSICOS ABRINDO A MÁQUINA VIRTUAL UBUNTU SERVER 14.04.1 PELO VIRTUALBOX Procure no MENU INICIAR PROGRAMAS o ícone do VirtualBox e execute-o. Em seguida clique

Leia mais

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Capitulo 1

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Capitulo 1 Capitulo 1 Montagem de duas pequenas redes com a mesma estrutura. Uma é comandada por um servidor Windows e outra por um servidor linux, os computadores clientes têm o Windows xp Professional instalados.

Leia mais

Práticas de Desenvolvimento de Software

Práticas de Desenvolvimento de Software Aula 1. 23/02/2015. Práticas de Desenvolvimento de Software Aula 1 Unix, Linux e a linha de comando Oferecimento Ambiente de desenvolvimento Computador (hardware) Sistema operacional Idealmente: iguais

Leia mais

Virtual Box. Guia. Instalação E Utilização. Criado por Wancleber Vieira wancleber.vieira@ibest.com.br

Virtual Box. Guia. Instalação E Utilização. Criado por Wancleber Vieira wancleber.vieira@ibest.com.br Virtual Box Guia De Instalação E Utilização 1 Sumário Instalação do Linux Ubuntu através de um gerenciador de Máquinas Virtuais 1.1 Introdução, 3 1.2 Instalação do Virtual Box, 3 1.3 Configuração do Virtual

Leia mais

Comandos básicos do Linux

Comandos básicos do Linux Comandos básicos do Linux Comandos básicos do Linux Introdução Alguns comandos que você verá nesta página, equivalem aos utilizados no DOS. No entanto, saiba que conhecendo ou não o DOS, você poderá estranhar

Leia mais