COMERCIALIZAÇÃO DE FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS

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1 COMERCIALIZAÇÃO DE FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS

2 Ministério do Desenvolvimento Agrário COMERCIALIZAÇÃO DE FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS Edison José Trento 1 Odílio Sepulcri 2 Fukuo Morimoto 3 Curitiba, PR Engenheiro Agrônomo, Especialista em Desenvolvimento e Planejamento Agrícola e Cafeicultura Empresarial, Extensionista do Instituto Emater, Unidade Estadual, Curitiba-PR 2 Engenheiro Agrônomo, MSc, Mestre em Desenvolvimento Econômico, Especialista em Gestão da Qualidade, Extensionista do Instituto Emater, Unidade Estadual, Curitiba-PR 3 Engenheiro Agrônomo MSc, Mestre em Horticultura, Professor do Curso de Agronomia do Setor de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná, Curitiba-PR

3 Copyright 2011, by Instituto Emater GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural EMATER Vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento Série Informação Técnica n 085, 2011 Elaboração Técnica Instituto Emater: Engenheiro Agrônomo Edson José Trento, Especialista em Desenvolvimento e Planejamento Agrícola e Cafeicultura Empresarial, Extensionista do Instituto Emater, Unidade Estadual, Curitiba-PR Engenheiro Agrônomo Odílio Sepulcri, MSc, Mestre em Desenvolvimento Econômico, Especialista em Gestão da Qualidade, Extensionista do Instituto Emater, Unidade Estadual, Curitiba-PR Engenheiro Agrônomo Fukuo Morimoto, MSc, Mestre em Horticultura, Professor do Curso de Agronomia do Setor de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná, Curitiba-PR Revisão Instituto Emater: Licenciado em Letras-Português José Renato Rodrigues de Carvalho Ilustração/Diagramação: Marlene Suely Ribeiro Chaves e Roseli Rozalim Silva Tiragem: exemplares Exemplares desta publicação podem ser adquiridos junto ao: Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural EMATER SAC Serviço de Atendimento ao Cliente Fone Rua da Bandeira, 500, CEP , Cabral Curitiba-PR Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada desta publicação, no seu todo ou em parte, constitui violação dos direitos autorais (Lei nº 9610). T795 TRENTO, Edison José Comercialização de Frutas, Legumes e Verduras. / Edison José Trento; Odílio Sepulcri; Fukuo Morimoto. -- Curitiba: Instituto Emater, p. : il. color. (Série Informação Técnica nº 085) ISBN Comercialização de Frutas. 2. Comercialização de Legumes. 3. Comercialização de Verduras. I. Trento, Edison José II. Sepulcri, Odílio. III. Morimoto, Fukuo. IV Título. Maria Sueli da Silva Rodrigues - 9/1464 CDU 634:

4 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO CONHECER PRIMEIRO O MERCADO A QUE SE DESTINA O PODUTO PARA DEPOIS PRODUZIR DIAGNÓSTICO-PROBLEMAS DO AGRONEGÓCIO FRUTI-OLERÍCOLA OS VÍCIOS DO MERCADO ONDE ESTÃO OS MERCADOS OPORTUNIDADES DO SETOR DE FRUTAS E HORTALIÇAS GRANDES ESTRATÉGIAS PARA AS MUDANÇAS DO SETOR DE FRUTAS, VERDURAS E HORTALIÇAS COLHEITA, CLASSIFICAÇÃO E USO DE EMBALAGENS PADRONIZADAS PARA FRUTAS E HORTALIÇAS PONTO DE COLHEITA FORMAS E HORÁRIOS DE COLHEITA DE FRUTAS E HORTALIÇAS E CUIDADOS DURANTE A OPERAÇÃO Forma manual de colheita Forma mecânica de colheita HORÁRIO DE COLHEITA CUIDADOS ESPECIAIS NA COLHEITA OBJETIVOS E VANTAGENS DA CLASSIFICAÇÃO DE FRUTAS E HORTALIÇAS FORMAS DE CLASSIFICAÇÃO DE FRUTAS E HORTALIÇAS USO DE EMBALAGENS PADRÕES, ACONDICIONAMENTO E IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DO PRODUTOR OBJETIVOS DO USO DE EMBALAGENS PADRÕES PARA FRUTAS ACONDICIONAMENTO DE FRUTAS E HORTALIÇAS NAS EMBALAGENS IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DO PRODUTOR AGREGAÇÃO DE VALOR PELA OFERTA DIFERENCIADA DE FRUTAS E OLERÍCOLAS FORMAS DIFERENCIADAS DE OFERTA DESDOBRAMENTO ORGÂNICOS E HIDROPÔNICOS PROCESSAMENTO MÍNIMO...19

5 13 MERCADOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO OU DE COMERCIALIZAÇÃO DISPONÍVEIS QUEM SÃO OS CONCORRENTES E COMO SE COMPORTAM COMO SÃO PRATICADAS AS TRANSAÇÕES DE COMPRA E VENDA Entendendo a cadeia produtiva dos produtos Forma de comercialização Estratégia de comercialização TIPOS DE MERCADOS Mercado atacadista (basicamente três canais) Mercado varejista Mercado consumidor institucional Mercado institucional Comércio justo fair trade Rede de organizações para a comercialização de produtos da agricultura familiar Rede de comercialização via web AGREGAÇÃO DE VALOR AO PRODUTO EXIGÊNCIAS DOS CONSUMIDORES SÍNTESE/PASSOS PARA COMERCIALIZAÇÃO DOS PRODUTOS DE FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS CONHECER PRIMEIRO O MERCADO PARA DEPOIS PRODUZIR AUMENTAR O VALOR DO PRODUTO BENEFICIAR O PRODUTO DIFERENCIAR O PRODUTO APRENDER A SATISFAZER OS CLIENTES NÃO BASTA TER O MELHOR PRODUTO, É PRECISO DIVULGÁ-LO CONHECER A LEGISLAÇÃO ASSOCIAR-SE A OUTROS PRODUTORES...39 DOCUMENTOS CONSULTADOS...40

6 1 INTRODUÇÃO A globalização leva ao livre mercado sem fronteiras, com os concorrentes mais próximos, com integração cada vez maior dos mercados e dos meios de comunicação e transporte, permite que o abastecimento de uma empresa possa ser feito por fornecedores que se encontram em diversas partes do mundo, cada um oferecendo melhores condições de preço e qualidade. Esse mercado exige volume, constância na oferta, diversidade e produtos de qualidade com rastreabilidade. Quando o mercado se torna altamente excludente cabe a mediação por parte do Estado. O acesso ao mercado e à comercialização de produtos agrícolas da AF (Agricultura Familiar) constitui um dos principais gargalos dessa categoria de produtores. A escolha do mecanismo de comercialização envolve ações que se adaptem à pequena escala, ao tipo de qualificação do trabalho, ao relacionamento com fornecedores, clientes e prestadores de serviços e à existência de estratégias competitivas. O processo de comercialização tem início com a produção, mas não se limita a isso, passando pelo beneficiamento, embalagem, compra, venda e atividades de logística. Essa dinâmica de produção, para permanência no mercado, implica que os produtores tenham volume, qualidade, diversidade e regularidade de oferta, pois os consumidores precisam se alimentar diariamente e os fornecedores devem estar estruturados para isso. No momento de vender a produção, a maioria dos agricultores sofre deságio de preços em seus produtos, por desconhecer as regras de mercado, principalmente quando se trata de produtos perecíveis (frutas, legumes e verduras). Há deságio por ser perecível, por ser colhido fora do ponto ideal de colheita, por não ser classificado, não ser devidamente embalado, não ter rastreabilidade e não ser transportado corretamente. A redução das perdas na comercialização começa no planejamento da atividade, antes de iniciar a produção, através do estudo de mercado e verificação de suas exigências em relação aos produtos que se quer produzir. O ideal é vender o produto antes de produzi-lo e, quando possível, formalizado via contrato. 5

7 Geralmente ao se falar em mercados como áreas geográficas (mercado local, regional, estadual, internacional etc) pode-se segmentá-lo em mercados geográficos, incorporando a utilidade de lugar, mercados de um produto, incorporando a utilidade de forma (mercado de milho, como exemplo) e mercados temporais, como utilidade de tempo (mercado de feijão em junho). O problema a ser analisado na comercialização é que define o tipo de mercado. Como exemplo, tem-se o preço do tomate praticado na CEASA (Centrais de Abastecimento do Paraná SA) de Curitiba ou o preço da soja no mercado internacional. As atividades da comercialização devem facilitar respostas aos problemas econômicos: o que, quanto, quando, e onde e como produzir, e de que forma distribuir os produtos. O papel da comercialização está centrado em orientar a produção e o consumo e produzir utilidades. 2 PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO O primeiro passo de qualquer empreendimento é o planejamento para verificar os riscos que estão embutidos no negócio e como implementá-lo com segurança. O planejamento, ou plano de negócio, quando bem feito, permite identificar os riscos, analisá-los e tomar a decisão antes de fazer os investimentos, reduzindo, assim, as possibilidades de prejuízo. Numa breve reflexão é possível verificar que na comercialização de frutas, legumes e verduras (FLV) existem alguns riscos tais como: risco de produção, de preço, de crédito, risco de conduta e dos contratos, como se pode observar na FIGURA 1, na página CONHECER PRIMEIRO O MERCADO A QUE SE DESTINA O PODUTO PARA DEPOIS PRODUZIR A questão é amadurecer a idéia de que a comercialização não pode mais ser deixada para depois da colheita. Tornou-se necessário dedicar tempo e atenção às cotações e às oportunidades de negócios antes mesmo do plantio. Esse monitoramento, à base de informação qualificada, é que permite as avaliações particulares. 6

8 FIGURA 1 RISCOS QUE OCORREM NA COMERCIALIZAÇÃO DE FRUTAS LEGUMES E VERDURAS Em ano de incerteza climática, amadurecer as vendas dá mais resultado do que reclamar do clima e da produtividade. - Antes de decidir o que e quanto produzir, é preciso conhecer o mercado ao qual se vai vender o produto (indústria, cooperativa, intermediário, atacadista, varejista, consumidor), a sua localização e a sua infraestrutura e área disponível para produção; - Analisar as potencialidades, dificuldades, oportunidades e ameaças; - Que quantidade o mercado está disposto a comprar; - Qual a estimativa de preço que o mercado está disposto a pagar; - De quem o mercado compra atualmente e qual a forma de pagamento; - Qual a periodicidade de compra e qual a qualidade exigida (classificação, padronização, embalagem, rotulagem desejada do produto). A pesquisa de mercado pode ser feita junto aos canais locais de comercialização, tais como: agroindústrias, supermercados, armazéns, mercearias, açougues, padarias, sacolões, feiras, restaurantes, cooperativas e hotéis, entre outros. Planejamento é o ato de pensar, analisar, refletir, organizar e exercitar antecipadamente o que deve ser feito para alcançar os resultados esperados. O que produzir, quanto produzir, quando produzir, para quem produzir e como produzir. 7

9 O que produzir Uma vez estudado o mercado é necessário definir: - O que produzir e a tecnologia a ser usada, considerando as exigências dos consumidores; - Verificar se existem recursos produtivos suficientes; - Verificar para qual mercado em que quantidade produzir. O mercado de frutas, legumes e verduras é exigente em quantidade, qualidade, preço, regularidade de oferta, padronização da mercadoria e embalagem, além de exigir a nota fiscal dos produtos. Diante dos possíveis mercados (municipal, regional, nacional) é preciso que o produtor defina do qual deles irá participar e a capacidade de produção a ser ofertada em função da demanda existente. Fazer o cadastramento dos possíveis compradores e iniciar os contatos na perspectiva das futuras vendas: - Que qualidade a produção deverá ter; - Com que frequência o produto vai chegar ao mercado: diária, semanal, mensal, anual ou, ainda, na safra ou na entressafra. Conforme a frequência será preciso todo um esforço no planejamento da infraestrutura da propriedade, da logística e do processo de comercialização; - Aumentar o valor do produto. 3 DIAGNÓSTICO/PROBLEMAS DO AGRONEGÓCIO FRUTI-OLERÍCOLA - Baixa produção/produtividade, baixa qualidade e alto custo de produção; - Produção segmentada e inconstante (desequilibrada); - Deficiência na qualificação dos produtos pós-colheita (seleção, limpeza, classificação, acondicionamento, embalagens, rotulagem e identificação do produtor e do produto); - Muitos produtores sem casas de embalagens ( paking house ), ou local apropriado para o processamento pós-colheita; - Problemas ambientais e sanitários, tanto na produção e no proces- 8

10 samento, quanto na comercialização; - Deficiência na logística de armazenamento, transporte e comercialização; - Baixo consumo e hábito alimentar restrito; - Escassez de tecnologia mais avançada e de conhecimento do mercado; - Deficiência no marketing ; - Desorganização do setor produtivo com deficiência na oferta de produtos e serviços diferenciados; - Espírito imediatista e ganância dos agentes da cadeia. 4 OS VÍCIOS DO MERCADO - Produtores desunidos, desorganizados, fragmentados e desvinculados dos consumidores; - Comerciantes (atacadistas e atravessadores) com visão oportunista; - Setor varejista inexperiente, embora perceba necessidade de mudanças; - Inexistência de dados oficiais e/ou confiáveis para se determinar o mercado no Brasil. 5 ONDE ESTÃO OS MERCADOS Dependendo do planejamento e do sistema de produção, do produto e do volume de produção, o mercado pode estar no próprio município ou nos municípios circunvizinhos. Pode estar nos estados, principalmente junto aos grandes centros urbanos. No Paraná: Curitiba, Ponta Grossa, Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu e outras grandes cidades. No Brasil, o mercado localiza-se nas capitais, regiões metropolitanas e cidades mais populosas. 9

11 Nos países do Mercosul, é possível incrementar a exportação de frutas como banana, abacaxi, melancia, melão, morango, maçã gala e fuji, uva fina de mesa, acerola, maracujá e suco/polpa (congelada), caqui, figo, goiaba, lichia, mamão hawai, manga e nozes macadâmia e pecã. Esses produtos podem ser exportados ( in natura, em forma de suco, polpa congelada e industrializada). Entre as hortaliças, pode ser viabilizada a exportação de abóbora, abobrinha, tomate, pimentão, batata, batata doce, aipim, batata salsa, cebola e outras menos perecíveis. 6 OPORTUNIDADES DO SETOR DE FRUTAS E HORTALIÇAS - Efetivação e surgimento de novos canais de distribuição e de demanda e novas formas de comercialização forçarão o desenvolvimento de novas organizações, melhorando o lucro da cadeia; FONTE: INSTITUTO EMATER 10

12 - Surgimento de formas para encurtar o caminho até o consumidor final, reduzindo as intermediações; - Possibilidade de agregação de renda através da melhoria na qualidade, da qualificação pós-colheita e do uso de embalagens adequadas e padronizadas; - Novos nichos de mercado: produtos orgânicos; produtos hidropônicos; produtos isentos de agrotóxicos e de agentes biológicos nocivos à saúde humana; produtos desdobrados, diferenciados; produtos pré ou minimamente processados (lavados, higienizados, cortados, descascados, picotados, ralados) e produtos agroindustrializados; - Redução do desperdício médio, que gira, na pós-colheita, em torno de 30%. 7 GRANDES ESTRATÉGIAS PARA AS MUDANÇAS DO SETOR DE FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS - Produção e comercialização programada, visando constância de oferta, em volume adequado (de acordo com o mercado ou o cliente); - Instalações em conjunto de infraestrutura ( paking house ) de classificação, processamento pós-colheita, de armazenamento e/ou de agroindústrias; - Compra conjunta de insumos, venda conjunta da produção e transporte em conjunto; - Melhoria na qualidade e na qualificação pós-colheita (reconquistar a credibilidade); - Aumento na produtividade e redução de custo; - Educação alimentar junto ao consumidor final; - Desenvolvimento de polos de produção programada, transporte, aquisição de insumos e agroindústria conjunta, para maximizar a comercialização; - Organização da classe produtora para produção e comercialização conjunta e/ou ordenada, visando lucros a médio/longo prazo com oferta diversificada e em escala, a preços competitivos e através de produtos e prestação de serviços diferenciados. 11

13 8 COLHEITA, CLASSIFICAÇÃO E USO DE EMBALAGENS PADRONIZADAS PARA FRUTAS E HORTALIÇAS A colheita de frutas e hortaliças deve ser feita de forma criteriosa, definindo-se o ponto correto de colheita, a forma e o horário mais adequado de colheita, tomando-se os devidos cuidados no manuseio e transporte do produto até o packing house ou galpão de processamento. Todos os itens e cuidados são importantes porque vão definir, conforme a distância do mercado e a necessidade de armazenamento (principalmente em frigoconservação), a qualidade do produto junto ao consumidor final. O ponto adequado de colheita é importante também para se definir a conservabilidade do produto. Tudo isso é importante porque vai justificar o trabalho de classificação, o uso de adequadas embalagens e definir, conforme a época e a distância do mercado, a necessidade ou não de armazenamento. O produto precisa chegar à mesa do consumidor com frescor, sabor característico, aroma e coloração normal e textura firme. Tal como foi colhido. 8.1 PONTO DE COLHEITA Define o estádio de maturação no qual o produto deve ser colhido, levando-se em consideração o seu destino e o seu potencial de armazenamento. Cada espécie de fruta e hortaliça tem o seu ponto ideal de colheita. O ponto ideal de colheita é aquele que influencia diretamente as características de boa qualidade da espécie e/ou cultivar de frutas e hortaliças, e depende de fatores como: local ao qual se destinam, meio de transporte, intervalo entre a colheita e o consumo e características internas do produto. O ponto ideal de colheita depende da finalidade, da distância até o mercado, da necessidade de armazenamento e da característica de cada espécie. Existe um grupo de espécies de frutas e hortaliças que só amadurecem na planta (frutas e olerícolas não climatéricas), como o figo, e um grupo de espécies que podem completar a maturação mesmo depois de colhidas (frutas e olerícolas climatéricas), como é o caso do tomate e frutas de caroço. 12

14 8.2 FORMAS E HORÁRIOS DE COLHEITA DE FRUTAS E HORTALIÇAS E CUIDADOS DURANTE A OPERAÇÃO Definido o ponto de colheita ou de maturação adequado inicia-se o processo de colheita. As formas de colheita podem ser: manual e mecânica Forma manual de colheita É o procedimento mais utilizado no Brasil e mesmo nos países desenvolvidos como os Estados Unidos, por causa das seguintes vantagens: - Permite seleção acurada da maturidade; - Provoca mínimos danos ao produto; - Não requer grande investimento de capital. Os instrumentos e procedimentos utilizados na colheita manual de frutas e hortaliças, sempre com o objetivo de protegê-las são: baldes, cestos, sacolas e caixas de colheita, para facilitar a colheita de uma só vez em algumas plantas/árvores (tomate, frutas em geral). No caso de baldes, para frutas mais sensíveis, é importante forrá-los com pano ou espuma. No caso de sacola, é interessante que seja de fundo falso para permitir descarga pelo fundo, sem danificar o produto; Facas e tesouras: muitas frutas e hortaliças tipo fruto podem ser destacadas da planta com uma leve torção sobre o pedúnculo (pêssego, nectarina, maçã, pêra etc), mas alguns necessitam ser colhidos cortando-se o pedúnculo ou a raiz com a faca (abacaxi, banana, repolho, alface etc) ou destacando-se os frutos, cortando-se o pedúnculo com tesouras especiais (uva, abobrinha, tomate, vagem, pepino, berinjela, pimentão, melancia, melão, maracujá etc). As facas e tesouras têm a desvantagem de poder transmitir doenças de uma planta para a outra. Para evitar isso, é importante a desinfecção frequente desses instrumentos Forma mecânica de colheita Geralmente é utilizada para produtos menos sensíveis às injúrias mecânicas (nozes, cítricos industriais, tomates industriais, cenouras encanteiradas, cebolas, alhos e batatas plantadas sobre camalhões, uvas para vinho etc). Tem as seguintes vantagens: rapidez e maior rendimen- 13

15 to na colheita, melhores condições de trabalho para os colhedores e redução de mão de obra, mas também apresentam desvantagens: necessidade de uniformidade na lavoura, maior dano ao produto colhido (batidas, ferimentos) e necessidade de maior investimento. 8.3 HORÁRIO DE COLHEITA - O horário ideal de colheita de frutas e hortaliças é ao final da tarde, classificando-as e embalando-as ao anoitecer e transportando-as à noite e/ou pela madrugada, ofertando produtos frescos antes do raiar do sol. Evitar as manhãs orvalhadas e dias chuvosos. 8.4 CUIDADOS ESPECIAIS NA COLHEITA - Não provocar qualquer tipo de dano mecânico ao produto; - Não colher frutas e hortaliças muito antes ou muito depois do ponto ideal de colheita, não danificar as que permanecem na lavoura ou na árvore e evitar quebra de galhos e danificações nos ramos ou plantas; - Plantas muito altas, utilizar escadas, evitando-se derrubar os frutos; - Produto colhido deve ser colocado imediatamente à sombra ou ser transportado ao packing house ou galpão de preparo; - Na colheita, utilizar baldes, cestos protegidos ou sacolas (com fundo falso); - Utilizar caixas de colheita para o transporte do produto até o packing house ; - Desinfetar sempre os materiais utilizados na colheita utilizando-se de uma solução de hipoclorito de sódio (água sanitária) na concentração de 4 ml (para materiais plásticos) a 8 ml do produto para 10 litros de água (para materiais de madeira); - Antes do início da colheita realizar trabalhos de manutenção das estradas internas da lavoura e da propriedade. 9 OBJETIVOS E VANTAGENS DA CLASSIFICAÇÃO DE FRUTAS E HORTALIÇAS A classificação de frutas e hortaliças traz as seguintes vantagens: - Melhora a apresentação do produto (pela melhor uniformidade em 14

16 tamanho, na coloração, no acondicionamento e no tipo); - Simplifica e facilita os negócios (pela padronização do produto e da embalagem e pela credibilidade no volume e no peso); - Permite maior e melhor opção aos compradores; - Reduz perdas na comercialização e evita a comercialização de produtos inadequados. A classificação dá maior credibilidade e competitividade ao produto com maior segurança de negócio e maior lucro ao produtor e toda a cadeia produtiva. 10 FORMAS DE CLASSIFICAÇÃO DE FRUTAS E HORTALIÇAS - Antes de iniciar a classificação fazer uma limpeza geral (retirada de impurezas) e, se for o caso, lavagem em água limpa (de preferência tratada) e/ou secagem e/ou escovação; - Na classificação, que pode ser manual ou mecânica, cada espécie é classificada em: - Grupo/Subgrupo - Separa o produto conforme a cor externa ou interna, formato ou variedade; - Classe ou Categoria - Classifica o produto conforme o tamanho (calibre) ou o peso; - Tipo ou qualidade: é o que define a qualidade externa, visual, conforme o nível de defeitos (graves ou leves) apresentados, lembrando-se que, no momento da embalagem, todos os produtos com defeitos graves devem ser descartados; - Antes ou depois da classificação os produtos podem ainda sofrer tratamento fúngico e serem encerados. 11 USO DE EMBALAGENS PADRÕES, ACONDICIONAMENTO E IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DO PRODUTOR As frutas e hortaliças classificadas devem ser devidamente embaladas antes do envio para o mercado. 15

17 - As embalagens para frutas e hortaliças podem ser de caixaria de papelão ondulado, de madeira ou de plástico e sacos de juta ou de polietileno/propropileno; - Atualmente não existem normas federais do Ministério da Agricultura quanto às embalagens padrões, podendo, cada produtor e/ou grupo de produtores terem as suas embalagens padronizadas para cada espécie e/ou grupo de espécies, conforme a demanda dos clientes; - Os materiais utilizados para a confecção das embalagens podem ser de qualquer tipo desde que sejam descartáveis, recicláveis, biodegradáveis e seguros e não sejam tóxicos e nem inflamáveis. As embalagens podem ser até retornáveis, como no caso de embalagens plásticas e/ou de madeira, mas desde que existam esquemas especiais de desinfecção, após cada uso; - O tamanho ou dimensões externas das embalagens podem ser variados, desde que possibilitem a perfeita paletização sobre pallets internacionais de 1,00 m x 1,20 m; - As dimensões internas das embalagens também podem ser diversas, desde que permitam acomodar perfeitamente o produto dentro delas, em volume que dê segurança e proteção e com um mínimo de espaço vazio. - As embalagens devem ser limpas, higiênicas, lisas (não ásperas) e que não contenham peças quebradas ou lascadas e sejam sem remendos; - Os produtos mais sensíveis devem ser embalados em apenas uma e, no máximo, duas camadas ou devem utilizar bandejas especiais para a separação das camadas OBJETIVOS DO USO DE EMBALAGENS PADRÕES PARA FRUTAS Disciplinar a utilização de embalagens no mercado, visando proteção, conservação e integridade do produto, durante o acondicionamento, o manuseio, o transporte, o armazenamento e a comercialização. Vantagens do uso de embalagens padronizadas: 16

18 - Garantir proteção e segurança ao produto; - Uniformizar e melhorar a apresentação do produto no mercado; - Facilitar o manuseio, o armazenamento, o empilhamento e o transporte do produto; - Facilitar e agilizar as transações comerciais. Em consequência: - Aumentar a credibilidade e a competitividade do produto e melhorar a venda, agregando maior renda para o produtor e para toda a cadeia produtiva; - Alguns produtos podem ser transportados e/ou comercializados a granel. Frutas: abacaxi, abacate, banana em cacho e em penca, cítricos, coco, jaca, mamão, manga, melão e melancia. Hortaliças: abóbora, couve-flor, milho verde e repolho ACONDICIONAMENTO DE FRUTAS E HORTALIÇAS NAS EMBALAGENS - As frutas e/ou hortaliças de uma determinada espécie devem ser acondicionadas nas embalagens, separando-se por cultivar, por grupo/ subgrupo, por uniformidade de coloração e/ou maturação, por calibre ou classe e por tipo, categoria ou qualidade; - Cada espécie de fruta ou hortaliças tem forma correta de ser colocada na embalagem (deitada, em pé, inclinada), mas o importante é que a camada da boca (caixas fundas e fechadas como a K ) ou a camada do fundo (caixas rasas e/ou abertas) deve ser bem feita. As demais camadas devem ser representativas da primeira camada; - Frutas e hortaliças devem ser colocadas nas embalagens de forma justaposta, sem forçar e com o menor espaço vazio possível; - Proteger muito bem as frutas e hortaliças, principalmente as mais sensíveis e cuidar para que o peso e o volume dos produtos nas embalagens sejam sempre uniformes, de acordo com as espécies e os padrões de classificação; - Fechar bem a embalagem, sem pressão e sem danificar a camada superior do produto. 17

19 11.3 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DO PRODUTOR Produtos bem classificados e devidamente embalados devem e merecem ser bem divulgados. Deve-se colar nas cabeceiras e/ou nas vistas principais das embalagens (locais bem visíveis ao comprador), rótulos/etiquetas (ou carimbos, legendas, estampas, gravações) contendo informações mínimas importantes como: - Nome da espécie/variedade; - Nome do produtor ou da propriedade; - Endereço ou zona de produção; - Números de registros do INCRA e MA; - Grupo, subgrupo, classe/calibre, tipo/categoria do produto; - Peso líquido do produto e data da embalagem. Para reforçar, pode-se colar selos individuais de identificação (com a marca) em cada produto e/ou código de barra, e/ou certificado de sanidade, visando oferta de produtos diferenciados. 12 AGREGAÇÃO DE VALOR PELA OFERTA DIFERENCIADA DE FRUTAS E OLERÍCOLAS 12.1 FORMAS DIFERENCIADAS DE OFERTA O setor fruti-olerícola oferece oportunidades diversas de agregação de valor pela diferenciação na oferta do produto, dentre as quais podemos citar: Classificação e padronização do produto e uso de embalagens adequadas e padronizadas: Classificar o produto significa agregar valor, pois os descartáveis, porém ainda consumíveis, podem ser industrializados de forma caseira ou utilizados para o tratamento de animais e/ou recomposição de matéria orgânica no próprio pomar ou horta; o simples fato de não enviar esses descartáveis para o mercado, agrega valor por economizar em embalagens e transporte, por reduzir perdas nos segmentos do mercado, pela melhor apresentação do produto e, no caso de uso de 18

20 embalagens adequadas e padronizadas, pela uniformização dos lotes, pela facilidade no manuseio, no transporte, no empilhamento e na melhoria da segurança do produto DESDOBRAMENTO Significa ofertar o produto em embalagens menores, com quantidade de produto adequado para o consumo, em um curto espaço de tempo (hoje, as donas de casa vão ao mercado pelo menos uma vez por semana, quando antigamente iam apenas uma vez por mês, fazer o rancho ). Exemplos: frutas e olerícolas inteiras, selecionadas, embaladas em bandejas de plástico ou isopor, saquinhos de papel ou de plástico, cumbucas de madeira ou de plástico, bananas em buquês (pencas com poucos frutos) ORGÂNICOS E HIDROPÔNICOS Por questão de saúde, parte dos consumidores começa a procurar produtos orgânicos e hidropônicos, cujos setores, principalmente o dos orgânicos, começam a tomar impulso. Entretanto, conforme o cenário econômico, preços muito altos podem inviabilizar a sua comercialização e nem todas as espécies podem ser produzidas sem o uso de agrotóxicos e/ou fertilizantes. De qualquer forma, são nichos de mercado que podem ser conquistados e/ou ampliados PROCESSAMENTO MÍNIMO a) Simples naturais: Frutas ou olerícolas naturais, apenas cortadas e descascadas, sem equipamento e produtos especiais de higienização, embaladas em bandejas ou saquinhos plásticos. Exemplos: Aipim, abóbora. b) Completas, naturais: Frutas e olerícolas descascadas, lavadas, higienizadas, picadas ou fatiadas ou cortadas, embaladas em saqui- 19

21 nhos ou bandejas de plástico (a vácuo ou não), prontas para o consumo (basta temperá-las). Já existem empresas que anexam sachês com tempero ou preparam e ofertam kits específicos para alguns pratos como o sukiyaki, tepanyaki e outros. Exemplos: quase todas as olerícolas folhosas (alface, escarola, chicória etc), olerícolas floríferas (couve-flor e brócolis), olerícolas fruto (pepino, tomate, pimentão etc), olerícolas raízes (cenoura, bardana, batata-doce etc), olerícolas bulbo ou haste (cebola, salsa, cebolinha etc) e algumas olerícolas tubérculos. c) Completas, pré-cozidas: Idem ao item anterior, mas são pré-cozidas. Exemplos: batata-inglesa, batata-salsa, aipim etc. d) Transformação: É o segmento com maior opção no qual os produtos, naturais ou não, recebem algum tipo de tratamento, que modifica o seu sabor e/ou aspecto. e) Sucos concentrados e congelados de laranja (cerca de 60% da produção de laranja do país é transformada nessa forma), de maracujá, abacaxi, de uva etc, cuja qualidade é primordial, principalmente no que tange ao conteúdo de açúcar e de ácido, normalmente exportadas e/ou distribuídas em grandes indústrias de desdobramento (em refrigerantes e/ou sucos). f) Polpas de frutas como de goiaba, acerola, maracujá etc, que são destinadas às indústrias alimentícias. g) Sucos naturais (de consumo imediato), de uva, maracujá, tangerina etc, embalados em garrafas de vidro, caixas tetrapak cujos produtos, numa gama enorme de espécies, são hoje encontrados no mercado em grande quantidade. h) Vinho para o qual a qualidade da uva é primordial (cerca de 40% da produção nacional de uvas é transformada em vinhos) e vinagres (de uva, de maçã etc). I) Néctares de frutas, com polpas mais viscosas, como de pêssegos, nectarinas, pêras e maçãs. 20

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