Palavras-chave: Violência contra a Mulher; Psicologia; Núcleo de Estudos. 1 O Núcleo de Estudos da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher

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1 Inserçã da Psiclgia em um Núcle de Estuds da Vilência Dméstica e Familiar Cntra a Mulher na Cidade de Pnta Grssa PR Geórgia Grube Marcinik * Gisah Cristine Salum** Resum: O presente artig tem cm tema principal a inserçã da Psiclgia n Núcle de Estuds da Vilência Dméstica e Familiar Cntra a Mulher (NEVICOM) na cidade de Pnta Grssa/PR. A inserçã de duas acadêmicas de Psiclgia prprcinu levar s cnheciments da área e a especificidade d papel d psicólg scial nas discussões em grup, disseminand junt à equipe as pssibilidades de intervençã psiclógica, desenvlvend um trabalh de cnscientizaçã crítica, auxiliand também n desenvlviment de prjets cm Serviç de Reflexã, Reeducaçã, Resscializaçã e Respnsabilizaçã para Hmens Autres de Vilência Dméstica e Familiar Cntra Mulheres na cidade de Pnta Grssa PR e Grup Reflexiv de Mulheres Vítimas ds Hmens Autres de Vilência Dméstica e Familiar Cntra Mulheres na Cidade de Pnta Grssa- Paraná Participantes d Serviç de Reflexã, Reeducaçã, Resscializaçã e Respnsabilizaçã. Palavras-chave: Vilência cntra a Mulher; Psiclgia; Núcle de Estuds. 1 O Núcle de Estuds da Vilência Dméstica e Familiar cntra a Mulher O Núcle de Estuds da Vilência Dméstica e Familiar Cntra a Mulher na cidade de Pnta Grssa fi criad n an de 2010 cm uma prpsta de Prjet de Extensã d Departament de Direit Prcessual da Universidade Estadual de Pnta Grssa cm intuit de subsidiar, pr mei da análise e sistematizaçã de dads, a quantificaçã e qualificaçã ns cass de vilência cntra a mulher que crrem n municípi. Prprcina, também, enfrentament da questã desta prblemática scial pr mei de ações preventivas e de cmbate, envlvend s diverss setres gvernamentais n âmbit municipal e estadual para desenvlviment de ações integradas, n sentid de prprcinar cnheciment legal e estimular a mbilizaçã da sciedade para encaminhament de atendiment de ações vltadas a atendiment das mulheres vítimas de vilência na agenda pública pr mei das plíticas sciais. Desta frma integrand preferencialmente as ações de extensã, pesquisa e ensin, este Prjet de Extensã busca viabilizar a relaçã transfrmadra entre a Universidade e a

2 sciedade, prmvend a interdisciplinaridade e a participaçã efetiva da cmunidade n enfrentament às situações de vilência cntra a mulher. Nessa perspectiva Núcle de Estuds sbre a vilência dméstica e familiar cntra a mulher desenvlve atividades teóricas e práticas de cnheciment sbre a questã da vilência dméstica e familiar cntra a mulher na cidade de Pnta Grssa a partir da realidade cncreta através de: reflexã, estud, pesquisa, debate, divulgaçã e rientaçã da lei, cntand para iss cm uma equipe multidisciplinar que prpiciará a trca de diferentes experiências, n sentid de buscar assegurar acess das mulheres vítimas de vilência às plíticas sciais públicas de atendiment n que se refere as direits garantids pr lei. O bjetiv geral d Núcle é tratar da vilência dméstica e familiar sb diferentes ânguls, divulgand e dand a cnhecer a ppulaçã s direits garantids às mulheres, bem cm buscar caminhs para garantir um atendiment adequad às mulheres vitimizadas pela vilência dméstica e familiar na cidade de Pnta Grssa. 2 A inserçã da Psiclgia n NEVICOM: um relat de estági institucinal Verificams que papel d psicólg n NEVICOM nã se limita apenas a uma demanda, e sim alg abrangente e que pde ser interventiv em diverss camps neste mesm setr. A partir da prblemática da vilência dméstica vems cm um cmpnente essencial num prcess de escuta, prevençã e intervençã a atuaçã d psicólg cm um mediadr psicsscial na esfera interdisciplinar dentr de um Núcle de Estuds. O psicólg é um prfissinal que pssui uma visã integral d ser human, cmpreendend- cm um sujeit atuante na cnstruçã de sua subjetividade a partir das relações sciais. Nesta perspectiva, tems cmprmiss de mudança das reprduções discriminatórias que a sciedade exerce, favrecend s cmprtaments que geram adversidades sciais, cm a vilência dméstica. A inserçã ds prfissinais psicólgs que atuam na atençã às mulheres em situaçã de vilência em diverss tips de serviçs é um indicadr de que há múltiplas pssibilidades de açã neste camp e de que diversas instituições estã envlvidas na implementaçã das plíticas públicas neste camp. A partir da Lei Maria da Penha, s crimes cmetids cntra as mulheres devem ser julgads ns juizads/varas especializadas de vilência dméstica e familiar cntra as mulheres, cm cmpetência civil e criminal, equipads cm equipe 2

3 multidisciplinar cmpsta pr psicólgs e assistentes sciais treinads para um atendiment ttalizante, especializad, e humanizad (BRASIL, 2012, p.11). O primeir pass na luta cntra a vilência é a educaçã ds ptenciais agressres marids, pais, cmpanheirs e da sciedade cm um td. Para tant, é necessári empreender uma verdadeira mudança de valres, educand hmens e mulheres num ambiente nde haja igualdade de gêner, pderems cmeçar a vencer a vilência (ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, 2009). N decrrer d an de 2013 fms inseridas ns diverss prjets em que Núcle desenvlveu, bem cm elabrams nvs trabalhs, sempre fazend parte da equipe em uma cnstruçã cnjunta. A princípi ficaríams a carg apenas ds grups de estuds que crdenam as atividades d Serviç de Reflexã, Reeducaçã, Resscializaçã e Respnsabilizaçã para Hmens Autres de Vilência Dméstica e Familiar Cntra Mulheres na cidade de Pnta Grssa PR, n entant acabams também pr participar de prjets paralels u nã a este grup. Trabalhams cm prjet nmead Grup Reflexiv de Mulheres Vítimas ds Hmens Autres de Vilência Dméstica e Familiar Cntra Mulheres na Cidade de Pnta Grssa-Paraná Participantes d Serviç de Reflexã, Reeducaçã, Resscializaçã e Respnsabilizaçã e também Serviç de Empderament de Mulheres em situaçã de vilência dméstica e familiar. Quinzenalmente, às quartas-feiras, tda a equipe reunia-se em uma sala específica para desenvlverms um grup de estuds interdisciplinar, qual abrangia as três áreas presentes n NEVICOM (Direit, Psiclgia e Serviç Scial) nde cada prfissinal u estagiári esclhia um tema a ser trabalhad para apresentar para tda a equipe, realizand discussões e debates, cujs temas nrteavam as prblemáticas em que Núcle estava inserid. Outra atividade desenvlvida pr nós n Núcle fi grup de estuds que elabra, discute e rganiza grup de Serviç de Reflexã, Reeducaçã, Resscializaçã e Respnsabilizaçã para Hmens Autres de Vilência Dméstica e Familiar Cntra Mulheres na cidade de Pnta Grssa PR. Na medida em que vã crrend s encntrs, bservams as demandas ds hmens participantes d grup e cnstruíms, cletivamente, as atividades desempenhadas pels mediadres ns encntrs que crrem semanalmente as sábads. As reuniões d grup reflexiv tiveram iníci n dia 04 de abril de 2013, cm a duraçã de 02 hras cada, send últim encntr cncretizad dia 29 de junh de 2013, ttalizand dze (12) encntrs. Tds s encntrs fram dirigids pr um prfissinal de psiclgia, de 3

4 md que cnfrme a metdlgia de determinads encntrs utrs prfissinais de áreas distintas participavam clabrand para prcess de reflexã ds participantes. A partir das bservações e discussões realizadas nestes grups, elabrams gradualmente tds s treze encntrs que, a partir de entã, serviriam cm base para s próxims grups d Serviç de Reflexã, Reeducaçã, Resscializaçã e Respnsabilizaçã para Hmens Autres de Vilência Dméstica e Familiar Cntra Mulheres na cidade de Pnta Grssa PR. Fram abrdads temas cm cnfigurações familiares, questões de gêner, vilência dméstica, machism, brigas de casal, participaçã nas atividades d lar, criaçã ds filhs, diálg, empatia, relat das histórias ds participantes (cm chegaram neste grup, qual fi cnflit que desencadeu esta pena, etc.), papeis sciais, masculinidades, entre utrs. A partir desta primeira experiência em um grup cm hmens autres de vilência dméstica e familiar cntra a mulher, pdems perceber que: A questã da vilência dméstica é uma prblemática históric-cultural, na qual ela está tã nrmalizada na sciedade que s própris integrantes nã recnheciam papel de vítima/agressr; Embra tds s hmens e mulheres em nssa cultura passem basicamente pela mesma frmaçã, nã sã tds s que desenvlvem relações cnjugais vilentas. Iss vai variar de acrd cm alguns utrs fatres a lng da vida de cada um, alguns estuds mstram, pr exempl, que hmens que sfreram vilência física na infância e na adlescência e s que testemunharam a vilência entre seus pais sã mais prpenss a agredirem suas parceiras. Eles aprenderam ser essa a frma adequada para reslver cnflits, e cnsideram que a vilência é aceitável nas relações afetivas, cm parte da educaçã, da demnstraçã de cuidad e de amr (GIANIS, 2012). Que a mulher ainda sfre de discriminaçã e que a desigualdade de gêner é gritante ainda ns dias de hje; Que cicl de vilência é favrável para nã recnheciment de ats impetuss cntra ser human; Que grup estimula s integrantes a reflexã de seus cmprtaments n âmbit familiar; Que ambs s lads precisam ser cnscientizads, pis ninguém smente vítima e/u respnsável nesta prblemática; Que as mulheres, assim cm a sciedade cm um td, estã cntaminadas pels estereótips de gêner. É necessári prmver a igualdade de gêner nã apenas 4

5 através de determinações judiciais cm s hmens, mas também cnvcá-las a cmpartilhar da mesma reflexã. Nós nascems cm sex feminin u masculin, mas a maneira de ser mulher u hmem depende de cm fms educads, da épca, d lugar nde vivems e ds cstumes da nssa família. Ser hmem e ser mulher atualmente, (...), nã é mesm que na épca de nsss avós. Em cada uma dessas épcas e lugares, a sciedade espera cmprtaments diferentes ds hmens e das mulheres e essa expectativa pde ser chamada de gêner. Ou seja, que faz de nós hmens e mulheres nã vem definid quand nascems, é frut de nssas relações sciais (INSTITUTO NOOS, 2010). Prtant, a partir desta demanda que apresentu-se, vims a necessidade da criaçã de um prjet paralel que trabalhasse cm as mulheres vítimas destes hmens cm uma frma receber um feedback quant a prgrama auxiliand também na cnscientizaçã destas mulheres em relaçã a prblemática da vilência dméstica, pensand que nã pdems respnsabilizar apenas hmem pel cnflit existente. Entã, fra criad Grup Reflexiv de Mulheres Vítimas ds Hmens Autres de Vilência Dméstica e Familiar Cntra Mulheres na Cidade de Pnta Grssa-Paraná Participantes d Serviç de Reflexã, Reeducaçã, Resscializaçã e Respnsabilizaçã. Da mesma frma, durante um determinad períd, fizems entrevistas aclhedras cm as mulheres em situaçã de vilência dméstica e familiar que cmpareceram a Fórum para as audiências relacinadas à Lei Maria da Penha cm intuit de criarms um encntr para prmverms empderament destas mulheres, qual implica a alteraçã radical ds prcesss e das estruturas que reprduzem a psiçã da mulher cm submissa. N camp das discussões sbre desenvlviment, empderament é vist pr algumas ONGs cm principal estratégia de cmbate à pbreza e de mudanças nas relações de pder. Dentre as cndições prévias para empderament da mulher, estã s espaçs demcrátics e participativs, assim cm a rganizaçã das mulheres (LISBOA, 2008). Os estuds feministas partem d pressupst que empderament das mulheres é cndiçã para a eqüidade de gêner. O primeir pass para empderament deve ser despertar da cnsciência pr parte das mulheres em relaçã à discriminaçã de gêner: recnhecer que existe desigualdade entre hmens e mulheres, indignar-se cm esta situaçã e querer transfrmá-la. Para se empderarem, as mulheres devem melhrar a aut-percepçã que tem sbre si mesmas, acreditar que sã capazes de mudar suas crenças em relaçã a submissã e despertar para s seus direits (LISBOA, 2008, p.26). 5

6 Nesta perspectiva, aclhiment da mulher em situaçã de vilência é um grande desafi, que se impõe diante desta realidade, requerend esfrçs cnjunts de tds s setres sciais. Observações nã sistematizadas evidenciam que, de md geral, s serviçs puc respndem às necessidades prementes das vítimas, u seja, as ações sã pntuais, fragmentadas, sem cmprmiss de cntinuidade na atençã à vítima, tant ns aspects de reabilitaçã física e emcinal quant ns de reabilitaçã scial e jurídica (SANTI; NAKANO; LETTIERE, 2010). Cnsiderações Finais Este camp de estági tem cm característica principal a interdisciplinaridade e seu fc é vltad para a pesquisa científica, vist que se trata de um prjet de extensã da Universidade Estadual de Pnta Grssa. Devid a este fatr tivems uma grande receptividade pr parte da equipe, aclhend saber da Psiclgia e cnsiderand cm essencial para a cnstruçã e desenvlviment ds prjets existentes n Núcle. Neste sentid, percebems que grup de estuds fi alg que prprcinu uma interlcuçã e uma articulaçã entre as três áreas envlvidas (Direit, Psiclgia e Serviç Scial) nde, através d mesm, pudems aprpriarms de cnceits e saberes técnics de utras áreas, assim cm a equipe também pôde aprximar-se ds cnheciments da Psiclgia, que prprcinu uma cnstruçã acadêmica cletiva ainda mais enriquecida facilitand entendiment da prblemática envlvida n NEVICOM vilência dméstica e familiar cntra a mulher. Desta frma, a execuçã ds prjets nde fms inseridas teve a pssibilidade de abrangência mais elabrada, cmpreendend s sujeits envlvids cm um td. A inserçã da Psiclgia ns prjets d Núcle pssibilitu para a equipe um lhar mais humanizad acerca ds sujeits envlvids n âmbit da vilência dméstica, prblematizand as questões de gêner, patriarcad, respnsabilizaçã d at, cnfigurações familiares e da mulher em situaçã de vilência. Pudems ns familiarizar cm s serviçs dispníveis n municípi que atendem a ppulações que estã em vulnerabilidade scial, bem cm a atendiments especiais para este públic cm, pr exempl, Ligue 180, CRAS, CREAS, entre utrs. A nssa mediaçã indireta d Grup Reflexiv para hmens autres de vilência dméstica truxe nvs questinaments e pssibilidades que anterirmente nã tínhams 6

7 cnheciment sbre as leis judiciais a Lei Maria da Penha, mais especificamente, plíticas públicas para hmens, e principalmente, cnsiderar hmem também cm vítima desta prblemática scial, que é a vilência, vend cm esta se prpaga em cicls (intra)familiares. Este prjet, que em nssa cncepçã é transfrmadr, cnvca uma reflexã sbre um repsicinament e/u ressignificaçã sbre a vilência cntra a mulher, percebend que medidas judicias cm prisã u prestaçã de serviçs cmunitáris nã sã efetivas para fim da vilência, uma vez que nã cnsidera sujeit cm pertencente de um sistema scial deficitári e tem apenas cm bjetiv a puniçã ds mesms. O Serviç de Reflexã, Reeducaçã, Resscializaçã e Respnsabilizaçã para Hmens Autres de Vilência Dméstica e Familiar Cntra Mulheres na cidade de Pnta Grssa PR, pr ter um lhar humanizad de escuta e aclhiment que prmve a reflexã através de rdas de cnversa, palestras, etc., prprcina uma abertura e um espaç para que este públic, que é scialmente marginalizad, tenha a pssibilidade de se expressar e entender a dimensã de tal adversidade em que se encntra(va), auxiliand na cmpreensã d mtiv pel qual fi respnsabilizad e quais as pssibilidades que surgem a partir diss. Cm a nssa inserçã ns prjets que envlveram cm demanda principal mulheres em situaçã de vilência realizams um cntat diret cm as mesmas através de entrevistas bservams quã é imprtante, para estas mulheres, a realizaçã de uma escuta e um aclhiment a priri, bem cm, muitas delas, também demandam um acmpanhament psiclógic pr decrrência d sfriment psíquic que esta situaçã causu. A mair parte das mulheres entrevistadas nã cnseguia apenas respnder apenas às perguntas d questinári, principalmente quand ns identificávams cm estagiárias de Psiclgia, demandavam um lng temp de escuta sbre s seus prblemas que envlviam, essencialmente, suas relações cm s(as) autres(as) da agressã. Após uma reflexã sbre a repercussã ds prjets que envlviam diretamente mulheres em situaçã de vilência cncluíms que há a necessidade de escuta e de acmpanhament psiclógic cm as mesmas, que há necessidade de empderá-las para enfrentament d cicl de vilência que estã inseridas, mas que, n mment em que núcle cnvca estas mulheres e abre um espaç para que elas pssam se manifestar sbre as suas vivências que envlvem esta prblemática, as mesmas nã aderem a prpsta ds encntrs. Percebems quã cmplex é a questã da vilência dméstica cntra a mulher, vist que envlve diferentes frmas de relações cnjugais, afetivas, familiares, etc., que dificultam até mesm a percepçã da própria vítima da situaçã que está em sfriment em 7

8 decrrência desta vilência. Esta demanda se cnfigura pr alg que fra cnstruíd pel Núcle, e que nã parte destas mulheres, pr iss insucess na cncretizaçã deste prjet. Cm pssibilidade de efetivar um grup de mulheres em situaçã de vilência vems cm alternativa a execuçã d mesm de uma frma articulada cm as audiências que elas devem, brigatriamente, cmparecer, fazend cm que a Juíza riente-as, n mment da audiência, que precisem passar pr uma entrevista, e pr um mment de cnversa cm NEVICOM. Participar d Núcle ns prprcinu um aprfundament sbre as relações de gêner, reflexões sbre tds s sujeits que estã envlvids neste prcess, uma ampliaçã de saberes que cntemplam este âmbit que ns inspiraram à prduçã científica e a prblematizar estas questões a fim de trazer resluções, n viés da Psiclgia, para desestigmatizar e repensar s mds que cmpõem a sciedade. Referências BRASIL, Secretaria de Plíticas Públicas para as Mulheres. Lei Maria da Penha: Lei nº , de 7 de agst de Brasília: GIANIS, L. Dminaçã masculina, um cmprtament aprendid. Dispnível em: < >. Acess em: 06 de mai de LISBOA, T. K. O Empderament cm estratégia de inclusã das mulheres nas plíticas sciais. Fazend Gêner Crp, Vilência e Pder. N. 8. Flrianóplis, ag ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, Seçã de Sã Paul. Cartilha sbre Vilência Cntra a Mulher. Sã Paul, INSTITUTO AVON. Prevençã e atençã à vilência intrafamiliar e de gêner: api às lideranças cmunitárias. Ri de Janeir: Institut Ns, Dispnível em: < >. Acess em: 19 de abril de SANTI, Liliane Nasciment de; NAKANO, Ana Márcia Spanó; LETTIERE, Angelina. Percepçã de mulheres em situaçã de vilência sbre suprte e api recebid em seu cntext scial. Text cntext - enferm., Flrianóplis, v. 19, n. 3, set Dispnível em < acess em 01 ut

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