PERFIL DO ALUNO 2008/2009

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PERFIL DO ALUNO 2008/2009"

Transcrição

1

2

3 PERFIL DO ALUNO 2008/2009

4 FICHA TÉCNICA Título Perfil do Aluno 2008/2009 Autoria Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) Direcção de Serviços de Estatística Edição Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) Av. 24 de Julho, LISBOA Tel: Fax: URL: Capa P.I.M.C. Lda. ISBN Outubro de 2010

5 Nota de Apresentação A publicação Perfil do Aluno 2008/2009, agora apresentada pelo Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação, insere-se num conjunto mais vasto de estudos sobre os principais intervenientes no sistema educativo, docentes e alunos. Estes estudos pretendem constituir-se como instrumentos de apoio aos processos de tomada de decisão e de avaliação das políticas, mas também como fonte privilegiada de informação para a investigação científica, no campo da educação. O vasto conjunto de indicadores estatísticos que integra esta publicação permitirá a produção de análises e estudos sólidos e rigorosos, que contribuirão, certamente, para o aprofundamento do conhecimento do sistema educativo e constituirão um importante suporte à definição de medidas de política educativa. A Directora-Geral Maria Luísa Araújo 3

6 4

7 Perfil do Aluno 2008/09 Índice Nota Metodológica I. Evolução Dados Globais Tabela Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação por nível de educação/ensino (1999/00 a 2008/09) Tabela Alunos matriculados por nível de educação/ensino - Jovens (1999/00 a 2008/09) Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação (%), segundo o sexo, por nível de educação/ensino Tabela Taxa de retenção e desistência por nível de ensino/ciclo de estudo (1999/00 a 2008/09) Gráfico Taxa de retenção e desistência por nível de ensino/ciclo de estudo (1999/00 a 2008/09) Tabela Taxa real de escolarização por nível de educação/ensino (1999/00 a 2008/09) Tabela Taxa bruta de escolarização por nível de educação/ensino (1999/00 a 2008/09) Educação Pré-Escolar Natureza e rede Crianças inscritas Tabela Crianças inscritas, segundo a rede, por natureza do estabelecimento.. 23 Gráfico Crianças inscritas, segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS II Gráfico Distribuição das crianças (%), segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS III Gráfico Crianças inscritas, segundo a rede do estabelecimento, por NUTS II.. 24 Gráfico Distribuição das crianças (%), segundo a rede do estabelecimento, por NUTS III Idade - Crianças inscritas Tabela Crianças inscritas, segundo a natureza e a rede do estabelecimento, por idade Gráfico Distribuição das crianças (%), segundo a idade, por natureza do estabelecimento Gráfico Distribuição das crianças (%), segundo a natureza do estabelecimento, por idade Gráfico Distribuição das crianças (%), segundo a rede do estabelecimento, por idade Taxa de pré-escolarização Tabela Taxa real e bruta de pré-escolarização, por NUTS II Gráfico Taxa real de pré-escolarização, segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS II Gráfico Taxa real de pré-escolarização, segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS III Gráfico Taxa real de pré-escolarização, segundo a rede do estabelecimento, por NUTS II

8 Índice Gráfico Taxa real de pré-escolarização, segundo a rede do estabelecimento, por NUTS III Gráfico Taxa real de pré-escolarização, segundo o sexo, por NUTS II Gráfico Taxa de pré-escolarização, segundo a idade, por NUTS II Figura Taxa real de pré-escolarização, por NUTS III (1999/2000) Figura Taxa real de pré-escolarização, por NUTS III (2008/09) Ensino Básico Dados globais - Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação Tabela Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação no ensino básico, segundo a natureza do estabelecimento e o sexo, por modalidade de ensino Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no ensino básico (%), segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS II Gráfico Peso do ensino básico privado no total do ensino básico (%), por NUTS III Gráfico Peso do ensino básico privado dependente do estado no total do ensino básico privado (%), por NUTS III Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no ensino básico (%), segundo a natureza do estabelecimento, por modalidade de ensino Gráfico Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação no ensino básico, segundo o sexo, por NUTS II Tabela Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação no ensino básico, segundo a natureza do estabelecimento e o sexo, por ciclo de estudo Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no ensino básico (%), segundo o sexo, por modalidade de ensino Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no 1.º ciclo do ensino básico (%), segundo o sexo, por modalidade de ensino Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no 2.º ciclo do ensino básico (%), segundo o sexo, por modalidade de ensino Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no 3.º ciclo do ensino básico (%), segundo o sexo, por modalidade de ensino Ensino Regular - Alunos matriculados Tabela Alunos matriculados no ensino básico regular em idade normal, segundo o ciclo de estudo, por NUTS II Gráfico Distribuição dos alunos matriculados no ensino básico regular (%), com idade normal 4, segundo o ciclo de estudo, por NUTS II Gráfico Distribuição dos alunos matriculados no ensino básico regular (%), com idade normal, segundo o sexo, por ano de escolaridade Gráfico Distribuição dos alunos matriculados no 1.º ciclo do ensino básico regular (%), com idade normal 5, segundo o ano de escolaridade, por NUTS II. 43 6

9 Perfil do Aluno 2008/09 Gráfico Distribuição dos alunos matriculados no 2.º ciclo do ensino básico regular (%), com idade normal 5, segundo o ano de escolaridade, por NUTS II. 44 Gráfico Distribuição dos alunos matriculados no 3.º ciclo do ensino básico regular (%), com idade normal 5, segundo o ano de escolaridade, por NUTS II Vias Profissionalizantes Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação Tabela Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação nas vias profissionalizantes do ensino básico, segundo a modalidade de ensino e o ciclo de estudo, por NUTS II Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação nas vias profissionalizantes do ensino básico (%), segundo a modalidade de ensino, por NUTS II Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação nas vias profissionalizantes do 1.º ciclo do ensino básico (%), segundo a modalidade de ensino, por NUTS II Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação nas vias profissionalizantes do 2.º ciclo do ensino básico (%), segundo a modalidade de ensino, por NUTS II Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação nas vias profissionalizantes do 3.º ciclo do ensino básico (%), segundo a modalidade de ensino, por NUTS II Gráfico Peso das vias profissionalizantes de ensino no total do ensino básico (%), por NUTS III Cursos Profissionais, Cursos de Aprendizagem e Cursos de Educação e Formação Tabela Alunos matriculados nos cursos profissionais, nos cursos de aprendizagem e nos cursos de educação e formação do ensino básico, segundo a modalidade e tipologia de ensino, por NUTS II Gráfico Peso dos cursos profissionais, dos cursos de aprendizagem e dos cursos de educação e formação, no total dos alunos matriculados em modalidades de educação e formação destinadas a jovens do ensino básico (%), por NUTS II Gráfico Alunos matriculados nos cursos profissionais, nos cursos de aprendizagem e nos cursos de educação e formação do ensino básico, segundo o sexo, por idade Gráfico Peso dos alunos matriculados nos cursos de educação e formação do ensino básico na população residente no Continente, dos 15 aos 22 anos (%), por NUTS III Cursos de Educação e Formação de Adultos Gráfico Adultos em cursos de educação e formação de adultos do ensino básico, segundo o sexo, por idade Ensino Recorrente - Adultos em actividades de educação e formação Tabela Adultos no ensino básico recorrente, segundo o ciclo de estudo, por NUTS II Gráfico Distribuição dos adultos no ensino básico recorrente, segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS II Gráfico Distribuição dos adultos no ensino básico recorrente, segundo o sexo, por NUTS II

10 Índice Gráfico Adultos no ensino básico recorrente, segundo o sexo, por idade Processos RVCC - Adultos em actividades de educação e formação Tabela Adultos em processos RVCC de nível básico, segundo o ciclo de estudo, por NUTS II Gráfico Distribuição dos adultos em processos RVCC de nível básico, segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS II Gráfico Distribuição dos adultos em processos RVCC de nível básico, segundo o sexo, por NUTS II Gráfico Adultos em processos RVCC de nível básico, segundo o sexo, por idade Taxa de retenção e desistência Gráfico Taxa de retenção e desistência no ensino básico, segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS II Gráfico Taxa de retenção e desistência no ensino básico, segundo o sexo, por NUTS II Gráfico Taxa de retenção e desistência no ensino básico, segundo o ciclo de estudo, por NUTS II Gráfico Taxa de retenção e desistência no ensino básico, segundo a natureza do estabelecimento, por ano de escolaridade Gráfico Taxa de retenção e desistência no ensino básico, segundo o sexo, por ano de escolaridade Gráfico Taxa de retenção e desistência no ensino básico, por NUTS III Gráfico Taxa de retenção e desistência no 9.º ano do ensino básico, por NUTS III Figura Taxa de retenção e desistência no ensino básico, por NUTS III (2008/09) Figura Evolução da taxa de retenção e desistência no ensino básico entre 1999/00 e 2008/09, por NUTS III Conclusões do Ensino Básico Tabela Conclusões, segundo a natureza do estabelecimento e o sexo, por modalidade de ensino Ensino Secundário Dados globais - Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação Tabela Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação no ensino secundário, segundo a natureza do estabelecimento e o sexo, por modalidade de ensino Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no ensino secundário (%), segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS II Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no ensino secundário (%), segundo a natureza do estabelecimento, por modalidade de ensino Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no ensino secundário (%), segundo o sexo, por modalidade de ensino

11 Perfil do Aluno 2008/ Cursos Científico-Humanísticos / Gerais Alunos matriculados Tabela Alunos matriculados nos cursos científico-humanísticos/gerais do ensino secundário, segundo o ano de escolaridade, por NUTS II Gráfico Alunos matriculados nos cursos científico-humanísticos/gerais do ensino secundário, segundo o sexo, por ano de escolaridade Gráfico Distribuição dos alunos matriculados nos cursos científicohumanísticos/gerais do ensino secundário (%), segundo o sexo, por NUTS II.. 67 Gráfico Idade média dos alunos matriculados nos cursos científicohumanísticos/gerais do ensino secundário, segundo o ano de escolaridade Gráfico Distribuição dos alunos matriculados nos cursos científicohumanísticos/gerais do ensino secundário (%), com idade normal, segundo o ano de escolaridade, por NUTS II Gráfico Distribuição das idades dos alunos matriculados nos cursos científicohumanísticos/gerais do ensino secundário (%), segundo o sexo Vias Profissionalizantes - Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação Tabela Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação nas vias profissionalizantes do ensino secundário, segundo a modalidade de ensino, por NUTS II Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação nas vias profissionalizantes do ensino secundário (%), segundo a modalidade de ensino, por NUTS II Cursos Tecnológicos Tabela Alunos matriculados nos cursos tecnológicos do ensino secundário, segundo o ano de escolaridade, por NUTS II Gráfico Alunos matriculados nos cursos tecnológicos do ensino secundário, segundo o sexo, por ano de escolaridade Gráfico Distribuição dos alunos matriculados nos cursos tecnológicos do ensino secundário, segundo o sexo, por NUTS II Gráfico Idade média dos alunos matriculados nos cursos tecnológicos do ensino secundário, segundo o ano de escolaridade Gráfico Distribuição dos alunos matriculados nos cursos tecnológicos do ensino secundário (%), com idade normal, segundo o ano de escolaridade, por NUTS II Gráfico Distribuição das idades dos alunos matriculados nos cursos tecnológicos do ensino secundário (%), segundo o sexo Cursos Profissionais, Cursos de Aprendizagem e Cursos de Educação e Formação Tabela Alunos matriculados nos cursos profissionais, nos cursos de aprendizagem e nos cursos de educação e formação do ensino secundário, segundo a natureza do estabelecimento e o sexo, por modalidade e tipologia de ensino Gráfico Distribuição dos alunos matriculados nos cursos profissionais do ensino secundário, segundo o sexo, por idade Gráfico Distribuição dos alunos matriculados nos cursos de aprendizagem do ensino secundário, segundo o sexo, por idade Gráfico Distribuição dos alunos matriculados nos cursos de educação e formação do ensino secundário, segundo o sexo, por idade

12 Índice Cursos de Educação e Formação de Adultos Tabela Adultos em cursos de educação e formação de adultos do ensino secundário, segundo a natureza do estabelecimento e o sexo, por NUTS II Gráfico Distribuição dos adultos em cursos de educação e formação de adultos do ensino secundário (%), segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS II Gráfico Distribuição dos adultos em cursos de educação e formação de adultos do ensino secundário (%), segundo o sexo, por NUTS II Gráfico Adultos em cursos de educação e formação de adultos do ensino secundário, segundo o sexo, por idade Ensino Recorrente Adultos em actividades de educação e formação Tabela Adultos no ensino secundário recorrente, segundo a natureza do estabelecimento e o sexo, por modalidade de ensino Gráfico Distribuição dos adultos no ensino secundário recorrente (%), segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS II Gráfico Distribuição dos adultos no ensino secundário recorrente (%), segundo o sexo, por NUTS II Gráfico Adultos no ensino secundário recorrente, segundo o sexo, por idade Processos RVCC - Adultos em actividades de educação e formação Tabela Adultos em processos RVCC de nível secundário, segundo a natureza do estabelecimento e o sexo, por NUTS II Gráfico Distribuição dos adultos em processos RVCC de nível secundário (%), segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS II Gráfico Distribuição dos adultos em processos RVCC de nível secundário (%), segundo o sexo, por NUTS II Gráfico Adultos em processos RVCC de nível secundário, segundo o sexo, por idade Transições / Conclusões do Ensino Secundário Tabela Alunos e adultos que concluíram o ensino secundário, segundo a natureza do estabelecimento e o sexo, por modalidade de ensino Gráfico Taxa de conclusão do ensino secundário, segundo a modalidade de ensino, por NUTS II Gráfico Taxa de conclusão no ensino secundário, segundo o sexo, por modalidade de ensino Gráfico Taxa de transição/conclusão nos cursos científico-humanísticos/gerais e cursos tecnológicos do ensino secundário, segundo o sexo, por ano de escolaridade Figura Taxa de transição/conclusão nos cursos científico-humanísticos/gerais e cursos tecnológicos do ensino secundário, por NUTS III Gráfico Taxa de conclusão nos cursos profissionais do ensino secundário, segundo o sexo, por NUTS II Gráfico Taxa de conclusão nos cursos de educação e formação (tipo 5 e 6) do ensino secundário, segundo o sexo, por NUTS II Gráfico Taxa de conclusão nos cursos de educação e formação (tipo 5 e 6) do ensino secundário, segundo a tipologia de ensino, por NUTS II

13 Perfil do Aluno 2008/09 Nota Metodológica Este documento pretende caracterizar as crianças da educação pré-escolar e os alunos dos ensinos básico e secundário que frequentam estabelecimentos de educação e ensino não superior, de natureza pública e privada, de Portugal Continental. Assim, neste documento composto por quatro capítulos apresentam-se os valores relativos a alunos matriculados e ao respectivo aproveitamento escolar de acordo com idade, sexo, natureza institucional, nível de ensino, ciclo e ano de escolaridade, bem como de um conjunto de indicadores de educação (taxas de escolarização, taxas de transição/conclusão e taxas de retenção e desistência) que fornecem informação sobre um dos principais actores do sistema educativo os alunos. A exemplo do que aconteceu com a publicação Estatísticas da Educação 2008/2009, a presente publicação inclui, pela primeira vez, na informação relativa a 2008/2009: Os dados relativos aos Processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) 1 ; Os dados relativos aos Cursos de Aprendizagem; O conceito de privado dependente do estado e privado independente 2 ; A introdução dos cursos profissionais no cálculo das taxas de retenção e desistência e taxas de transição/conclusão. De modo a possibilitar a comparação da informação actual com a de anos anteriores, esta foi organizada de acordo com a Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos (NUTS), conforme Decreto-Lei n.º 244/2002, de 5 de Novembro. Ao longo do documento, a informação é disponibilizada em tabelas e gráficos não sendo apresentada qualquer leitura ou interpretação da mesma. Este documento, não é, por isso, um fim em si mesmo, mas constitui-se, essencialmente, como um instrumento de suporte às mais variadas análises sobre o perfil dos alunos que possam ser feitas a partir de diversas perspectivas. Nalgumas tabelas ou gráficos, devido a arredondamentos das percentagens, a soma dos valores poderá não corresponder exactamente a 100%. 1 Foram contabilizados os dados dos adultos que se encontravam em processo de reconhecimento no período compreendido entre Setembro de 2008 e Agosto de 2009, não tendo sido considerados os adultos que, no mesmo período de tempo, se encontravam matriculados noutras modalidades de ensino. 2 De forma a harmonizar os conceitos utilizados nas estatísticas nacionais com os que são utilizados internacionalmente, nomeadamente pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o conceito de estabelecimento privado foi decomposto em privado dependente do estado e privado independente. 11

14 Nota Metodológica Proveniência dos dados A publicação Perfil do Aluno 2008/09 assenta nas Estatísticas da Educação 2008/2009 do GEPE e os dados reportam-se a Portugal Continental. Assim, e à excepção das tabelas e gráficos com a evolução, toda a informação é relativa a 2008/2009. A fonte da informação constante nas tabelas e nos gráficos que compõem este documento é, portanto, o GEPE. No cálculo das taxas de escolarização utilizaram-se as estimativas da população residente fornecidas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Notas técnicas IDADE NORMAL Idade considerada normal de frequência de determinado nível de educação/ensino e/ou ciclo de estudos. Nível de ensino / Ciclo de estudos Idade normal (anos) Educação Pré-Escolar 3-5 Ensino Básico - 1.º Ciclo 6-9 Ensino Básico - 2.º Ciclo Ensino Básico - 3.º Ciclo Ensino Secundário TAXA DE PRÉ-ESCOLARIZAÇÃO POR IDADE 3 Relação percentual entre o número de crianças inscritas na educação pré-escolar e a população residente, para cada uma das idades dos 3 aos 5 anos. TAXA BRUTA DE PRÉ-ESCOLARIZAÇÃO Relação percentual entre o número total de crianças inscritas na educação pré-escolar (independentemente da idade), e a população residente em idade normal de frequência desse ciclo de estudo (3-5 anos). TAXA REAL DE PRÉ-ESCOLARIZAÇÃO 3 Relação percentual entre o número de crianças inscritas na educação pré-escolar, em idade normal de frequência desse ciclo de estudo (3-5 anos), e a população residente dos mesmos níveis etários. 3 A relação percentual entre população escolar (segundo o recenseamento anual de alunos matriculados) e população residente (segundo os Censos e as estimativas intercensitárias do Instituto Nacional de Estatística), para cada idade, não deveria ser superior a 100%. Na prática, uma vez que estamos a trabalhar com dados provenientes de fontes diferentes (ME/GEPE e INE), o cálculo conduz-nos, para algumas idades, a valores superiores. Nestes casos apresentaremos o valor máximo, teoricamente admissível 100%. 12

15 Perfil do Aluno 2008/09 TAXA DE RETENÇÃO E DESISTÊNCIA Relação percentual entre o número de alunos que não podem transitar para o ano de escolaridade seguinte e o número de alunos matriculados, nesse ano lectivo. Esta taxa é calculada com base nos alunos do ensino básico regular, dos cursos profissionais dos ensinos básico e secundário e dos cursos científicohumanísticos/gerais e cursos tecnológicos do ensino secundário. TAXA DE TRANSIÇÃO/CONCLUSÃO Relação percentual entre o número de alunos que, no final de um ano lectivo, obtêm aproveitamento (podendo transitar para o ano de escolaridade seguinte) e o número de alunos matriculados, nesse ano lectivo. Usamos a designação taxa de conclusão quando nos referimos ao aproveitamento em ano terminal de nível de ensino, ou seja, no 9.º e 12.º ano. Esta taxa é calculada com base nos alunos do ensino básico regular, dos cursos profissionais dos ensinos básico e secundário e dos cursos científicohumanísticos/gerais e cursos tecnológicos do ensino secundário. Siglas CEF Cursos de Educação e Formação EFA Cursos de Educação e Formação de Adultos M.E. Ministério da Educação RVCC Processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências 13

16 Nota Metodológica 14

17 I. Evolução Dados Globais 15

18 1. Evolução Dados Globais 16

19 Perfil do Aluno 2008/09 Tabela Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação por nível de educação/ensino (1999/00 a 2008/09) Ano lectivo Nível de educação/ ensino 1999/ / / / / / / / / /09 Total Educação Pré-Escolar Ensino Básico º Ciclo º Ciclo º Ciclo Ensino Secundário Tabela Alunos matriculados por nível de educação/ensino - Jovens (1999/00 a 2008/09) Ano lectivo Nível de educação/ ensino 1999/ / / / / / / / / /09 Total Educação Pré-Escolar Ensino Básico º Ciclo º Ciclo º Ciclo Ensino Secundário Nota: São consideradas apenas as modalidades de educação e formação destinadas a jovens. Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação (%), segundo a natureza institucional, por nível de educação/ensino ,3 9,4 7,2 1,6 6,5 14,0 5,4 20,3 4, , ,9 86,3 80,6 75, ,9 0 Educação Pré-Escolar 1.º Ciclo do Ensino Básico 2.º Ciclo do Ensino Básico 3.º Ciclo do Ensino Básico Ensino Secundário Ensino público Ensino privado dependente do Estado Ensino privado independente 17

20 1. Evolução Dados Globais Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação (%), segundo o sexo, por nível de educação/ensino ,3 48,5 48,0 50,4 51, ,7 51,5 52,0 49,6 48,1 0 Educação Pré-Escolar 1.º Ciclo do Ensino Básico 2.º Ciclo do Ensino Básico 3.º Ciclo do Ensino Básico Ensino Secundário Homens Mulheres Tabela Taxa de retenção e desistência por nível de ensino/ciclo de estudo (1999/00 a 2008/09) Nível de ensino Ano lectivo 1999/ / / / / / / / / /09 Ensino Básico 12,1 12,3 13,2 12,6 11,5 11,5 10,6 10,0 7,7 7,6 1.º Ciclo 8,4 8,3 8,1 7,2 6,2 5,2 4,3 3,9 3,6 3,4 2.º Ciclo 12,7 12,3 15,1 14,3 13,5 12,5 10,5 10,3 7,8 7,5 3.º Ciclo 16,8 17,9 18,8 18,7 17,4 19,3 19,1 18,4 13,7 13,8 Ensino Secundário 37,0 39,5 37,3 33,6 33,6 31,9 30,6 24,6 20,6 18,7 18

21 Perfil do Aluno 2008/09 Gráfico Taxa de retenção e desistência por nível de ensino/ciclo de estudo (1999/00 a 2008/09) / / / / / / / / / /09 1.º Ciclo do Ensino Básico 2.º Ciclo do Ensino Básico 3.º Ciclo do Ensino Básico Ensino Secundário Tabela Taxa real de escolarização por nível de educação/ensino (1999/00 a 2008/09) Ano lectivo 1999/ / / / / / / / / /09 Nível de educação/ensino Educação Pré-Escolar 71,6 74,8 76,2 76,3 76,9 77,2 77,3 77,3 78,8 82,2 1.º Ciclo do Ensino Básico 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 2.º Ciclo do Ensino Básico 88,2 87,9 86,7 87,3 87,3 86,8 84,8 88,3 92,4 95,0 3.º Ciclo do Ensino Básico 84,8 87,6 84,9 83,2 82,8 83,0 83,9 87,0 86,7 87,7 Ensino Secundário 59,6 63,4 60,4 59,5 58,5 60,2 54,2 60,5 63,6 68,5 Tabela Taxa bruta de escolarização por nível de educação/ensino (1999/00 a 2008/09) Ano lectivo 1999/ / / / / / / / / /09 Nível de educação/ensino Educação Pré-Escolar 73,3 75,4 76,9 76,9 77,5 77,8 78,1 78,0 79,5 83,2 Ensino Básico 122,0 121,8 119,8 118,2 117,8 117,0 116,2 117,6 121,3 131,0 1.º Ciclo 122,8 124,4 122,0 119,4 118,7 117,7 114,1 114,5 113,0 108,9 2.º Ciclo 123,0 120,5 119,7 122,4 124,6 124,3 119,1 118,0 123,0 127,0 3.º Ciclo 120,4 119,6 117,1 114,1 112,3 111,4 116,9 121,5 131,5 164,4 Ensino Secundário 102,9 106,5 106,3 107,3 108,3 108,3 99,4 102,6 101,2 149,2 19

22 1. Evolução Dados Globais 20

23 Perfil do Aluno 2008/09 2. Educação Pré-Escolar 21

24 2. Educação Pré-Escolar 22

25 Perfil do Aluno 2008/ Natureza e rede Crianças inscritas Tabela Crianças inscritas, segundo a rede, por natureza do estabelecimento Natureza Rede Total Rede do M.E. Outras Redes de outros Ministérios N.º % N.º % Total , ,6 Público , ,4 Privado dependente do Estado , ,5 Privado independente ,0 - - Gráfico Crianças inscritas, segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS II Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Ensino público Ensino privado dependente do Estado Ensino privado independente 23

26 2. Educação Pré-Escolar Gráfico Distribuição das crianças (%), segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS III Minho-Lima Cávado Ave Grande Porto Tâmega Entre Douro e Vouga Douro Alto Trás-os-Montes Baixo Vouga Baixo Mondego Pinhal Litoral Pinhal Interior Norte Dão-Lafões Pinhal Interior Sul Serra da Estrela Beira Interior Norte Beira Interior Sul Cova da Beira Oeste Médio Tejo Grande Lisboa Península de Setúbal Alentejo Litoral Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Lezíria do Tejo Algarve 63,6 62,9 54,8 44,0 79,2 66,3 68,1 56,2 52,0 46,6 67,5 70,1 74,2 72,3 60,9 56,6 55,6 53,2 59,3 66,8 30,3 34,0 68,7 61,9 51,3 62,8 58,0 48,7 31,1 29,8 30,3 34,1 2,4 28,0 9,2 35,6 9,6 25,7 15,4 5,4 29,1 4,6 26,5 5,4 34,2 9,7 43,7 4,3 39,9 13,5 18,7 13,8 28,8 22,8 27,7 38,4 43,4 37,5 43,5 35,6 24,5 38,6 36,2 28,8 33,1 39,6 32,8 36,1 32,1 19,2 1,1 2,9 0,7 6,9 3,3 5,2 8,8 2,5 5,0 9,1 4,4 6, Ensino público Ensino privado dependente do Estado Ensino privado independente Gráfico Crianças inscritas, segundo a rede do estabelecimento, por NUTS II Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Rede do M.E. Outras Redes de outros Ministérios 24

27 Perfil do Aluno 2008/09 Gráfico Distribuição das crianças (%), segundo a rede do estabelecimento, por NUTS III Minho Lima Cávado Ave Grande Porto Tâmega Douro Entre Douro e Vouga Alto Trás-os-Montes Baixo Vouga Baixo Mondego Pinhal Litoral Pinhal Interior Norte Dão Lafões Pinhal Interior Sul Serra da Estrela Beira Interior Norte Beira Interior Sul Cova da Beira Oeste Médio Tejo Grande Lisboa Península de Setúbal Alentejo Litoral Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Lezíria do Tejo Algarve 65,9 72,0 63,3 69,6 84,6 70,9 73,5 66,1 57,6 64,1 84,0 71,2 76,5 72,3 61,6 56,3 53,7 49,6 63,9 75,5 66,2 68,0 66,8 65,5 60,4 67,2 63,9 67,9 34,1 28,0 36,7 30,4 15,4 29,1 26,5 33,9 42,4 35,9 16,0 28,8 23,5 27,7 38,4 43,7 46,3 50,4 36,1 24,5 33,8 32,0 33,2 34,5 39,6 32,8 36,1 32, Rede do M.E. Outras Redes de outros Ministérios 25

28 2. Educação Pré-Escolar 2.2 Idade - Crianças inscritas Tabela Crianças inscritas, segundo a natureza e a rede do estabelecimento, por idade Idade Natureza e rede Total Público Natureza Privado dependente do Estado Privado independente Rede do M.E. Rede Outras Redes de outros Ministérios Total anos anos anos anos Gráfico Distribuição das crianças (%), segundo a idade, por natureza do estabelecimento Ensino público 1,7 23,4 32,4 42,5 Ensino privado dependente do Estado 0,9 32,3 33,6 33,2 Ensino privado independente 0,6 32,0 33,7 33, anos 4 anos 5 anos 6 anos Gráfico Distribuição das crianças (%), segundo a natureza do estabelecimento, por idade 3 anos 42,1 36,2 21,7 4 anos 50,0 31,4 18,6 5 anos 57,7 26,6 15,6 6 anos 69,9 21,1 9, Ensino público Ensino privado dependente do Estado Ensino privado independente 26

29 Perfil do Aluno 2008/09 Gráfico Distribuição das crianças (%), segundo a rede do estabelecimento, por idade 3 anos 62,8 37,2 4 anos 67,8 32,2 5 anos 72,9 27,1 6 anos 77,1 22, Rede do M.E. Outras Redes de outros Ministérios 27

30 2. Educação Pré-Escolar 2.3 Taxa de pré-escolarização Tabela Taxa real e bruta de pré-escolarização, por NUTS II Taxa (%) Taxa real Taxa bruta NUTS II Continente 82,2 83,2 Norte 83,2 83,9 Centro 91,7 92,7 Lisboa 73,2 74,6 Alentejo 93,9 95,5 Algarve 74,2 75,2 Gráfico Taxa real de pré-escolarização, segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS II ,1 5,4 15,1 11,0 30,3 32,9 14,3 25,5 23,8 28,2 24,0 22,8 41,6 48,4 55,2 55,6 35,9 22,3 Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Ensino público Ensino privado dependente do Estado Ensino privado independente 28

31 Perfil do Aluno 2008/09 Gráfico Taxa real de pré-escolarização, segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS III Minho Lima Cávado Ave Grande Porto Tâmega Entre Douro e Vouga Douro Alto Trás-os-Montes Baixo Vouga Baixo Mondego Pinhal Litoral Pinhal Interior Norte Dão Lafões Pinhal Interior Sul Serra da Estrela Beira Interior Norte Beira Interior Sul Cova da Beira Oeste Médio Tejo Grande Lisboa Península de Setúbal Alentejo Litoral Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Lezíria do Tejo Algarve 22,8 21,0 59,1 54,8 44,5 34,8 60,9 59,5 66,9 52,3 44,9 42,7 60,4 65,8 69,9 72,3 60,7 56,4 54,2 53,3 51,1 65,2 24,1 19,3 67,2 61,9 45,8 61,5 50,9 35,9 24,2 24,0 23,5 31,5 2,2 24,4 8,1 28,9 7,8 20,4 11,8 4,2 26,3 4,2 25,6 5,3 31,7 9,1 37,9 3,7 36,6 12,4 16,9 12,4 30,0 35,8 30,9 31,9 14,3 26,8 21,4 27,7 38,6 43,2 37,2 43,1 4,5 24,2 28,6 33,1 8,1 32,3 5,2 1,1 2,8 6,8 3,4 8,6 5,0 4,4 2,4 0, Ensino público Ensino privado dependente do Estado Ensino privado independente Gráfico Taxa real de pré-escolarização, segundo a rede do estabelecimento, por NUTS II ,1 23,9 29,9 24,6 33,6 24, ,1 59,3 61,7 48,6 60,3 50,2 0 Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Rede do M.E. Outras redes de outros Ministérios 29

32 2. Educação Pré-Escolar Gráfico Taxa real de pré-escolarização, segundo a rede do estabelecimento, por NUTS III Minho Lima Cávado Ave Grande Porto Tâmega Entre Douro e Vouga Douro Alto Trás-os-Montes Baixo Vouga Baixo Mondego Pinhal Litoral Pinhal Interior Norte Dão Lafões Pinhal Interior Sul Serra da Estrela Beira Interior Norte Beira Interior Sul Cova da Beira Oeste Médio Tejo Grande Lisboa Península de Setúbal Alentejo Litoral Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Lezíria do Tejo Algarve 61,2 62,8 51,4 55,2 65,1 63,7 72,2 61,7 49,8 58,8 75,1 66,9 72,1 72,3 61,4 56,1 53,0 49,7 55,1 73,8 50,8 43,1 65,2 65,5 54,0 65,9 56,0 50,2 20,8 31,5 24,4 29,8 24,3 11,8 26,3 25,6 31,5 36,8 33,0 14,6 26,8 22,1 27,7 38,6 43,6 45,2 50,1 31,4 24,2 26,1 24,0 35,8 31,9 33,0 34,5 32, Rede do M.E. Outras redes de outros Ministérios Gráfico Taxa real de pré-escolarização, segundo o sexo, por NUTS II ,3 82,0 83,2 83,2 91,4 91,9 73,4 73,0 94,5 93,3 75,8 72, Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Homens Mulheres 30

33 Perfil do Aluno 2008/09 Gráfico Taxa de pré-escolarização, segundo a idade, por NUTS II ,9 91,3 86,1 83,3 71,1 71,7 96,1 93,1 85,7 87,9 71, ,2 85,6 91,0 76, ,9 56, Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 3 anos 4 anos 5 anos 31

34 2. Educação Pré-Escolar Figura Taxa real de pré-escolarização, por NUTS III (1999/2000) 32

35 Perfil do Aluno 2008/09 Figura Taxa real de pré-escolarização, por NUTS III (2008/09) 33

36 2. Educação Pré-Escolar 34

37 Perfil do Aluno 2007/08 3. Ensino Básico 35

38 3. Ensino Básico 36

39 Perfil do Aluno 2008/ Dados globais - Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação Tabela Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação no ensino básico, segundo a natureza do estabelecimento e o sexo, por modalidade de ensino Natureza e sexo Natureza Sexo Modalidade de ensino Total Público Privado dependente do Estado Privado independente Homens Mulheres Total Ensino Regular Ensino Artístico Especializado (regime integrado) Cursos Profissionais - Nível Cursos de Aprendizagem Cursos de Educação e Formação Cursos de Educação e Formação de Adultos Ensino Recorrente Processos RVCC Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no ensino básico (%), segundo a natureza do estabelecimento, por NUTS II ,8 11,3 6,5 4,2 3,6 9,4 15,5 2,0 6,1 7,4 2,0 0, ,0 85,1 84,1 82,5 92,0 92, Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Ensino público Ensino privado dependente do Estado Ensino privado independente 37

40 3. Ensino Básico Gráfico Peso do ensino básico privado no total do ensino básico (%), por NUTS III Baixo Mondego Pinhal Litoral Grande Lisboa Oeste Cávado Grande Porto Ave Minho Lima Beira Interior Norte Médio Tejo Baixo Vouga Douro Alentejo Central Serra da Estrela Alto Trás-os-Montes Tâmega Entre Douro e Vouga Beira Interior Sul Dão Lafões Cova da Beira Alentejo Litoral Pinhal Interior Sul Baixo Alentejo Algarve Península de Setúbal Pinhal Interior Norte Alto Alentejo Lezíria do Tejo 21,3 18,5 18,4 17,2 16,2 15,5 14,9 14,7 11,7 11,7 11,4 11,4 11,3 11,0 10,3 8,9 8,8 8,6 8,3 8,1 7,8 7,7 7,3 6,7 6,4 6,4 26,3 25,

41 Perfil do Aluno 2008/09 Gráfico Peso do ensino básico privado dependente do estado no total do ensino básico privado (%), por NUTS III Pinhal Interior Sul Baixo Vouga Pinhal Litoral Oeste Baixo Mondego Cova da Beira Serra da Estrela Médio Tejo Ave Alentejo Litoral Dão Lafões Beira Interior Norte Baixo Alentejo Entre Douro e Vouga Lezíria do Tejo Douro Tâmega Minho Lima Beira Interior Sul Cávado Pinhal Interior Norte Alto Trás-os-Montes Grande Lisboa Grande Porto Alentejo Central Algarve Península de Setúbal Alto Alentejo 72,6 66,6 61,8 59,9 57,2 51,6 50,3 49,6 46,8 45,1 38,8 38,8 37,5 35,7 34,8 28,0 25,0 23,7 23,5 22,7 19,2 12,9 10,8 7,9 3,8 0, Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no ensino básico (%), segundo a natureza do estabelecimento, por modalidade de ensino Ensino Regular 88,1 4,8 7,1 Ensino Artístico Especializado (regime integrado) 63,3 0,0 36,7 Cursos Profissionais 3,3 96,7 Cursos de Aprendizagem 100 Cursos de Educação e Formação 87,1 3,3 9,6 Cursos de Educação e Formação de Adultos 70,1 0,7 29,2 Ensino Recorrente 96,0 4,0 Processos RVCC 62,0 0,7 37, Ensino público Ensino privado dependente do Estado Ensino privado independente 39

42 3. Ensino Básico Gráfico Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação no ensino básico, segundo o sexo, por NUTS II Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Homens Mulheres Tabela Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação no ensino básico, segundo a natureza do estabelecimento e o sexo, por ciclo de estudo Natureza e sexo Natureza Sexo Ciclo Total Público Privado dependente do Estado Privado independente Homens Mulheres Total º Ciclo do Ensino Básico º Ciclo do Ensino Básico º Ciclo do Ensino Básico Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no ensino básico (%), segundo o sexo, por modalidade de ensino Ensino Regular 51,5 48,5 Ensino Artístico Especializado (regime integrado) 43,0 57,0 Cursos Profissionais 58,5 41,5 Cursos de Aprendizagem 80,3 19,7 Cursos de Educação e Formação 64,0 36,0 Cursos de Educação e Formação de Adultos 33,7 66,3 Ensino Recorrente 44,0 56,0 Processos RVCC 47,3 52, Homens Mulheres 40

43 Perfil do Aluno 2008/09 Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no 1.º ciclo do ensino básico (%), segundo o sexo, por modalidade de ensino Ensino Regular Ensino Artístico Especializado (regime integrado) Cursos de Educação e Formação de Adultos Processos RVCC 51,6 47,4 40,9 36,9 48,4 52,6 59,1 63, Homens Mulheres Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no 2.º ciclo do ensino básico (%), segundo o sexo, por modalidade de ensino Ensino Regular 52,8 47,2 Ensino Artístico Especializado (regime integrado) 38,3 61,7 Cursos de Educação e Formação 72,5 27,5 Cursos de Educação e Formação de Adultos Processos RVCC 36,5 37,7 63,5 62, Homens Mulheres Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação no 3.º ciclo do ensino básico (%), segundo o sexo, por modalidade de ensino Ensino Regular Ensino Artístico Especializado (regime integrado) Cursos Profissionais Cursos de Aprendizagem Cursos de Educação e Formação Cursos de Educação e Formação de Adultos Ensino Recorrente Processos RVCC 50,3 42,6 58,5 63,9 33,2 44,0 48,2 80,3 49,7 57,4 41,5 19,7 36,1 66,8 56,0 51, Homens Mulheres 41

44 3. Ensino Básico 3.2 Ensino Regular - Alunos matriculados Tabela Alunos matriculados no ensino básico regular em idade normal 4, segundo o ciclo de estudo, por NUTS II NUTS II Ciclo e idade normal Total Ensino Básico 1.º Ciclo 2.º Ciclo 3.º Ciclo (6-9 anos) (10-11 anos) (12-14 anos) Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Gráfico Distribuição dos alunos matriculados no ensino básico regular (%), com idade normal 4, segundo o ciclo de estudo, por NUTS II ,6 94,8 94,5 92,3 91,2 91,8 79,3 83,0 82,3 85,4 81,3 83,8 80,0 81,0 75,6 75,5 79,4 72, Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 1.º Ciclo do Ensino Básico 2.º Ciclo do Ensino Básico 3.º Ciclo do Ensino Básico 4 Idade normal considerada por ciclo de estudo. Incluíram-se os alunos com 5 anos a frequentar o 1.º ciclo, com 9 anos a frequentar o 2.º ciclo e com 11 anos a frequentar o 3.º ciclo. 42

45 Perfil do Aluno 2008/09 Gráfico Distribuição dos alunos matriculados no ensino básico regular (%), com idade normal 5, segundo o sexo, por ano de escolaridade ,9 97,4 89,1 91,4 81,5 85,8 77,1 82,2 77,8 75,2 68,4 70,0 70,2 68,9 63,6 60,2 62,9 61, º ano 2.º ano 3.º ano 4.º ano 5.º ano 6.º ano 7.º ano 8.º ano 9.º ano Homens Mulheres Gráfico Distribuição dos alunos matriculados no 1.º ciclo do ensino básico regular (%), com idade normal 5, segundo o ano de escolaridade, por NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 79,6 83,6 90,2 97,1 82,6 87,2 92,5 98,5 81,3 84,7 90,1 97,9 76,4 80,0 89,1 95,8 74,2 78,3 84,9 93,5 73,5 77,9 87,5 96, º ano 2.º ano 3.º ano 4.º ano 5 Idade normal considerada por ciclo de estudo e ano de escolaridade. Assim, são considerados os alunos matriculados no 1.º ano com 5 e 6 anos; no 2.º ano com 6 e 7 anos; no 3.º ano com 7 e 8 anos; no 4.º ano com 8 e 9 anos; no 5.º ano com 9 e 10 anos; no 6.º ano com 10 e 11 anos; no 7.º ano com 11 e 12 anos; no 8.º ano com 12 e 13 anos e no 9.º ano com 13 e 14 anos. 43

46 3. Ensino Básico Gráfico Distribuição dos alunos matriculados no 2.º ciclo do ensino básico regular (%), com idade normal 5, segundo o ano de escolaridade, por NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 69,1 72,8 72,9 76,8 70,5 74,3 65,4 68,9 64,7 67,3 59,6 65, º ano 6.º ano Gráfico Distribuição dos alunos matriculados no 3.º ciclo do ensino básico regular (%), com idade normal 5, segundo o ano de escolaridade, por NUTS II Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve 65,2 66,5 64,9 68,9 70,1 68,6 64,8 67,2 66,8 62,4 62,8 60,5 60,6 63,2 61,6 57,7 58,5 56, º ano 8.º ano 9.º ano 44

47 Perfil do Aluno 2008/ Vias Profissionalizantes Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação Tabela Alunos matriculados e adultos em actividades de educação e formação nas vias profissionalizantes do ensino básico, segundo a modalidade de ensino e o ciclo de estudo, por NUTS II Modalidade e ciclo Total Artístico Especializado (regime integrado) Cursos Profissionais Cursos de Aprendizagem Cursos de Educação e Formação Cursos de Educação e Formação de Adultos NUTS II 1.º Ciclo 2.º Ciclo 3.º Ciclo 3.º Ciclo 3.º Ciclo 2.º Ciclo 3.º Ciclo 1.º Ciclo 2.º Ciclo 3.º Ciclo Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação nas vias profissionalizantes do ensino básico (%), segundo a modalidade de ensino, por NUTS II Continente Norte Centro 1,1 0,3 1,2 1,4 0,5 1,0 0,4 0,2 42,8 45,0 46,0 52,3 54,3 53,4 Lisboa Alentejo 1,8 0,3 3,4 41,0 47,6 47,0 59,0 Algarve 0,3 33,6 66, Artístico Especializado (regime integrado) Cursos de Aprendizagem Educação e Formação de Adultos Cursos Profissionais Cursos de Educação e Formação 45

48 3. Ensino Básico Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação nas vias profissionalizantes do 1.º ciclo do ensino básico (%), segundo a modalidade de ensino, por NUTS II Continente 23,1 76,9 Norte 38,7 61,3 Centro 100 Lisboa 24,8 75,2 Alentejo 100 Algarve Artístico Especializado (regime integrado) Educação e Formação de Adultos Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação nas vias profissionalizantes do 2.º ciclo do ensino básico (%), segundo a modalidade de ensino, por NUTS II Continente 5,6 10,7 83,7 Norte 3,9 12,3 83,8 Centro 13,1 98,4 Lisboa 17,9 19,5 62,5 Alentejo 9,7 96,3 Algarve 10,8 89, Artístico Especializado (regime integrado) Educação e Formação de Adultos Cursos de Educação e Formação 46

49 Perfil do Aluno 2008/09 Gráfico Distribuição dos alunos matriculados e dos adultos em actividades de educação e formação nas vias profissionalizantes do 3.º ciclo do ensino básico (%), segundo a modalidade de ensino, por NUTS II Continente Norte Centro 1,2 0,4 0,4 1,5 0,6 0,4 0,5 0,2 49,4 48,5 52,0 45,6 49,9 49,5 Lisboa Alentejo 2,0 0,3 1,2 0,1 45,1 46,2 51,4 53,8 Algarve 0,3 32,0 67, Artístico Especializado (regime integrado) Cursos de Aprendizagem Educação e Formação de Adultos Cursos Profissionais Cursos de Educação e Formação Gráfico Peso das vias profissionalizantes de ensino no total do ensino básico (%), por NUTS III Alto Trás-os-Montes Baixo Alentejo Douro Serra da Estrela Minho Lima Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral Cávado Beira Interior Sul Lezíria do Tejo Dão Lafões Entre Douro e Vouga Baixo Mondego Beira Interior Norte Grande Porto Baixo Vouga Pinhal Interior Norte Cova da Beira Médio Tejo Ave Península de Setúbal Grande Lisboa Tâmega Algarve Pinhal Litoral Oeste Pinhal Interior Sul 12,5 12,3 11,5 10,8 10,2 10,0 9,8 9,3 9,3 8,7 8,6 8,6 7,6 7,6 7,3 6,8 6,8 6,7 6,6 6,4 6,3 6,3 5,8 5,7 5,5 4,6 3,6 15,

50 3. Ensino Básico Cursos Profissionais, Cursos de Aprendizagem e Cursos de Educação e Formação Tabela Alunos matriculados nos cursos profissionais, nos cursos de aprendizagem e nos cursos de educação e formação do ensino básico, segundo a modalidade e tipologia de ensino, por NUTS II NUTS II Modalidade e tipologia Total Cursos Profissionais Nível 2 Cursos de Aprendizagem Cursos de Educação e Formação Total Tipo 1 Tipo 2 Tipo 3 Continente Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Gráfico Peso dos cursos profissionais, dos cursos de aprendizagem e dos cursos de educação e formação, no total dos alunos matriculados em modalidades de educação e formação destinadas a jovens do ensino básico (%), por NUTS II Continente Norte Centro Lisboa 3,9 4,3 3,6 3,4 Alentejo 4,9 Algarve 4,

EDUCAÇÃO EM NÚMEROS. Portugal 2015

EDUCAÇÃO EM NÚMEROS. Portugal 2015 EDUCAÇÃO EM NÚMEROS Portugal 2015 FICHA TÉCNICA Título Educação em Números - Portugal 2015 Autoria Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) Direção de Serviços de Estatísticas da Educação

Leia mais

Literacia Estatística ao serviço da Cidadania. Portal do INE e Projeto ALEA Uma primeira abordagem

Literacia Estatística ao serviço da Cidadania. Portal do INE e Projeto ALEA Uma primeira abordagem Serviço de Difusão Literacia Estatística ao serviço da Cidadania Portal do INE e Projeto ALEA Uma primeira abordagem Rede de Bibliotecas Escolares Formação para Professores fevereiro - maio.2012 Itinerário

Leia mais

Novembro de 2008 ISBN: 978-972-614-430-4. Desenho gráfico: WM Imagem Impressão: Editorial do Ministério da Educação Tiragem: 5 000 exemplares

Novembro de 2008 ISBN: 978-972-614-430-4. Desenho gráfico: WM Imagem Impressão: Editorial do Ministério da Educação Tiragem: 5 000 exemplares Título: Educação em Números - Portugal 2008 Autoria: Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE)/Ministério da Educação Edição: Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE)/Ministério

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos FICHA TÉCNICA Título Estatísticas da Educação 2008/2009 - Adultos Autoria Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) Direcção de Serviços de Estatística Edição Gabinete de Estatística e Planeamento

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Título Perfil do Docente 2010/2011 Línguas estrangeiras

FICHA TÉCNICA. Título Perfil do Docente 2010/2011 Línguas estrangeiras FICHA TÉCNICA Título Perfil do Docente 2010/2011 Línguas estrangeiras Autoria Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) Direção de Serviços de Estatísticas da Educação (DSEE) Divisão

Leia mais

Portugal e a Política de Coesão 2007-2013

Portugal e a Política de Coesão 2007-2013 MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Portugal e a Política de Coesão 2007-2013 2013 Rui Nuno Baleiras Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional Centro

Leia mais

RECENSEAMENTO ESCOLAR 06/07

RECENSEAMENTO ESCOLAR 06/07 RECENSEAMENTO ESCOLAR 06/07 Coordenação: Equipa Técnica: Alexandre Paredes Carlos Malaca Carmo Proença Céline Ambrósio Filomena Ramos Joaquim Santos José Rafael Manuela de Brito Nuno Cunha Piedade Galrito

Leia mais

A procura de emprego dos Diplomados. com habilitação superior

A procura de emprego dos Diplomados. com habilitação superior RELATÓRIO A procura de emprego dos Diplomados com habilitação superior Dezembro 2007 Fevereiro, 2008 Ficha Técnica Título A procura de emprego dos diplomados com habilitação superior Autor Gabinete de

Leia mais

JOVENS NO PÓS SECUNDÁRIO 2011

JOVENS NO PÓS SECUNDÁRIO 2011 JOVENS NO PÓS SECUNDÁRIO 2011 Ficha Técnica Título Jovens no Pós 2011 Autoria Centro de Investigação e Estudos em Sociologia Instituto Universitário de Lisboa Fernando Luís Machado (coord.); David Nóvoas;

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 2. EDITOR/PROPRIEDADE Secretaria Regional de Educação

FICHA TÉCNICA. Observatório do Sistema Educativo da Região Autónoma da Madeira 2. EDITOR/PROPRIEDADE Secretaria Regional de Educação FICHA TÉCNICA EDITOR/PROPRIEDADE Secretaria Regional de Educação TÍTULO Anuário 2014 AUTORIA Observatório do Sistema Educativo da RAM / Gabinete do Secretário EDIÇÃO Observatório do Sistema Educativo da

Leia mais

Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo

Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo De acordo com os indicadores demográficos disponíveis relativos a 2007, a população residente em Portugal

Leia mais

Tecnologias da Informação e da Comunicação nos estabelecimentos de educação e ensino não superior

Tecnologias da Informação e da Comunicação nos estabelecimentos de educação e ensino não superior Tecnologias da Informação e da Comunicação nos estabelecimentos de educação e ensino não superior Dados disponibilizados pelo GIASE (Resultados Provisórios) NOTA TÉCNICA A presente compilação de dados

Leia mais

Evolução dos clientes de acesso móvel à Internet activos no período de reporte

Evolução dos clientes de acesso móvel à Internet activos no período de reporte 10 S E R V I Ç O T E L E F Ó N I C O M Ó V E L Tráfego de roaming in 2008 Var. Trimestral Var. Homóloga 2º Trim. (+/-) % (+/-) % Chamadas em roaming in 32 617 8 525 35,4% 1 646 5,3% Nº de minutos em roaming

Leia mais

Índice. Indicadores Escolarização

Índice. Indicadores Escolarização NUT III Península de Índice População com 3º Ciclo do Ensino Básico (%)...3 População com Ensino Superior (%)...4 Taxa de Abandono Escolar...5 Taxa de Analfabetismo...5 Taxa de Retenção e Desistência no

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2010/2011 - Jovens

FICHA TÉCNICA. Título Estatísticas da Educação 2010/2011 - Jovens FICHA TÉCNICA Título Estatísticas da Educação 2010/2011 - Jovens Autoria Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) Direção de Serviços de Estatísticas da Educação (DSEE) Divisão de Estatísticas

Leia mais

Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010

Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010 Estatísticas do Emprego 1º trimestre de 2010 18 de Maio de 2010 A taxa de desemprego foi de 10,6% no 1º trimestre de 2010 A taxa de desemprego estimada para o 1º trimestre de 2010 foi de 10,6%. Este valor

Leia mais

REFERENTE DE NECESSIDADES FORMATIVAS - CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS

REFERENTE DE NECESSIDADES FORMATIVAS - CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS REFERENTE DE NECESSIDADES FORMATIVAS - CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS Nível de prioridade das necessidades formativas dos Cursos de Educação e Formação de Adultos face à dinâmica de emprego,

Leia mais

Revisão Intercalar do Plano Estratégico de Desenvolvimento de Vendas Novas PEDVN

Revisão Intercalar do Plano Estratégico de Desenvolvimento de Vendas Novas PEDVN Revisão ntercalar do Plano Estratégico de Desenvolvimento de Vendas Novas PEDVN O Ponto de partida Câmara Municipal de Vendas Novas Novembro de 2006 ALENTEJO CENTRAL - O PONTO DE PARTDA O no ranking da

Leia mais

A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9%

A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9% Estatísticas do Emprego 3º trimestre de 2007 16 de Novembro de 2007 A taxa de desemprego do 3º trimestre de 2007 foi de 7,9 A taxa de desemprego estimada para o 3º trimestre de 2007 foi de 7,9. Este valor

Leia mais

A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010

A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010 Estatísticas do Emprego 4º trimestre de 2010 16 de Fevereiro de 2011 A taxa de desemprego foi de 11,1% no 4º trimestre de 2010 A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2010 foi de 11,1%. Este

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NO CENTRO DE PORTUGAL QREN 2007-2013. (31 de dezembro de 2013)

POLÍTICAS PÚBLICAS NO CENTRO DE PORTUGAL QREN 2007-2013. (31 de dezembro de 2013) POLÍTICAS PÚBLICAS NO CENTRO DE PORTUGAL QREN 2007-2013 QREN 2007-2013 No período 2007-2013, são principalmente os instrumentos financeiros, Fundos Estruturais (FEDER Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

Breve enquadramento no Sistema Estatístico Nacional. - O INE, Serviços disponíveis, Ligações, Contacte-nos

Breve enquadramento no Sistema Estatístico Nacional. - O INE, Serviços disponíveis, Ligações, Contacte-nos Serviço de Difusão Portal do INE CENSOS 2011 (ao abrigo do projeto RIIBES) Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior dezembro 2012 Itinerário Breve enquadramento no Sistema Estatístico

Leia mais

Taxa de desemprego estimada em 11,9%

Taxa de desemprego estimada em 11,9% 5 de agosto de 215 Estatísticas do Emprego 2º trimestre de 215 Taxa de desemprego estimada em 11,9% A taxa de desemprego no 2º trimestre de 215 foi de 11,9%. Este valor é inferior em 1,8 pontos percentuais

Leia mais

OS JOVENS AGRICULTORES NO PRODER. Alguns Indicadores

OS JOVENS AGRICULTORES NO PRODER. Alguns Indicadores OS JOVENS AGRICULTORES NO PRODER Alguns Indicadores NOTA DE ABERTURA Este documento tem como objetivo a divulgação de um conjunto de indicadores relativos à Ação 1.1.3 - Instalação de Jovens Agricultores

Leia mais

GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico

GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico Relatório 008-009 Colecção Relatórios FICHA TÉCNICA Título Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no

Leia mais

Documento Metodológico

Documento Metodológico Documento Metodológico Designação da operação estatística: Inquérito aos Alunos com Necessidades Especiais de Educação Sigla da operação estatística: Inq. NEE Código da operação estatística: 418 Código

Leia mais

ARTIGO APRESENTADO NO VIII COLÓQUIO DA GEOGRAFIA PORTUGUESA E PUBLICADO NAS ATAS DO CONGRESSO OUTUBRO DE 2011

ARTIGO APRESENTADO NO VIII COLÓQUIO DA GEOGRAFIA PORTUGUESA E PUBLICADO NAS ATAS DO CONGRESSO OUTUBRO DE 2011 ARTIGO APRESENTADO NO VIII COLÓQUIO DA GEOGRAFIA PORTUGUESA E PUBLICADO NAS ATAS DO CONGRESSO OUTUBRO DE 2011 POLÍTICAS PÚBLICAS DE INOVAÇÃO EM PORTUGAL UMA ANÁLISE DO QREN Rui GAMA 1, Ricardo FERNANDES

Leia mais

Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ

Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ NOTA TÉCNICA N.º 3 TEMA: Formação Profissional de SST Formação para Técnico de Segurança no Trabalho, Nível 4 de Qualificação, QNQ Formação para Técnico Superior de Segurança no Trabalho, Níveis 6 a 8

Leia mais

Regras de enquadramento do POPH. O presente documento técnico integra fichas de síntese das principais Tipologias de Intervenção do POPH.

Regras de enquadramento do POPH. O presente documento técnico integra fichas de síntese das principais Tipologias de Intervenção do POPH. Regras de enquadramento do POPH O presente documento técnico integra fichas de síntese das principais Tipologias de Intervenção do POPH. Este documento é orientativo da regulamentação do Programa, não

Leia mais

Informar para saber...saber para desenvolver.

Informar para saber...saber para desenvolver. INQUÉRITO AO EMPREGO 4º Trimestre de 2011 Serviço Regional de Estatística dos Açores Informar para saber......saber para desenvolver. INQUÉRITO AO EMPREGO 4º TRIMESTRE DE 2011 NOTA INTRODUTÓRIA A presente

Leia mais

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 37 38 3.1. Introdução Para a interpretação dos dados de saúde, quer de morbilidade quer de mortalidade, e nomeadamente para, com base nesses dados, se fazer o planeamento

Leia mais

ÍSTICAS ESTAT NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2007/2011 D I R E E Ç Ã Ç Ã O - G E R G E R A L D A S A Ú D E L I S B O A

ÍSTICAS ESTAT NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2007/2011 D I R E E Ç Ã Ç Ã O - G E R G E R A L D A S A Ú D E L I S B O A ESTATÍ ÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2007/2011 D I R E Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E L I S B O A ESTATÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2007/2011

Leia mais

ESTUDO DE AVALIAÇÃO EXTERNA

ESTUDO DE AVALIAÇÃO EXTERNA ESTUDO DE AVALIAÇÃO EXTERNA DOS PERCURSOS PÓS FORMAÇÃO DOS DIPLOMADOS DE CURSOS PROFISSIONAIS NO CONTEXTO DA EXPANSÃO DESTA OFERTA NO SISTEMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES RELATÓRIO FINAL Lisboa, 31 de Maio

Leia mais

Lei n.º 21/2008 de 12 de Maio

Lei n.º 21/2008 de 12 de Maio Lei n.º 21/2008 de 12 de Maio Primeira alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro, que define os apoios especializados a prestar na educação pré-escolar e nos ensinos

Leia mais

População por Nível de escolaridade mais elevado completo ensino secundário (%)

População por Nível de escolaridade mais elevado completo ensino secundário (%) Educação Taxa bruta de pré-escolarização 87,6% 87,2% 82,0% 74,4% 73,1% 70,1% 69,5% 67,5% 63,1% 53,2% 50,8% População por nível de escolaridade mais elevado completo (3º Ciclo) 23,4% 23,1% 22,9% 22,2% 22,0%

Leia mais

Índice Sintético de Desenvolvimento Regional 2011

Índice Sintético de Desenvolvimento Regional 2011 Índice Sintético de Desenvolvimento Regional 20 de abril de 204 Em 20, o índice sintético de desenvolvimento regional de seis das 0 sub-regiões NUTS III situava-se acima da média nacional: a rande Lisboa,

Leia mais

NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010

NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010 ESTATÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010 D I R E C Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E L I S B O A ESTATÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010

Leia mais

e ISEL População média desempregada e Taxa de desemprego (%), por Grupo etário e Nível de escolaridade mais elevado completo, Junho de 2011 e

e ISEL População média desempregada e Taxa de desemprego (%), por Grupo etário e Nível de escolaridade mais elevado completo, Junho de 2011 e Índice Índice Folha Conteúdo Todos cursos empregabilidade por curso, por semestre, nos cursos de Bolonha Diurno empregabilidade por curso diurno, por semestre, nos cursos de Bolonha Jun-11 Desempregados

Leia mais

ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR

ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR Programa de Actividades de Enriquecimento Curricular no 1º. Ciclo do Ensino Básico Relatório de Acompanhamento da Execução Física 2008/2009 CAP Comissão de Acompanhamento

Leia mais

Apoios ao Investimento em Portugal

Apoios ao Investimento em Portugal Apoios ao Investimento em Portugal AICEP Abril 2015 FINANÇAS Índice Investimento Produtivo Auxílios Estatais Máximos Incentivos Financeiros Incentivos Fiscais Investimento em I&D Empresarial Incentivos

Leia mais

Vias de Conclusão e Certificação do Ensino Secundário

Vias de Conclusão e Certificação do Ensino Secundário Vias de Conclusão e Certificação do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 357/2007, de 29 de Outubro Roteiro para a Acção Dezembro de 2007 Índice Capítulo I Objecto e Âmbito 3 1. Enquadramento 2. Destinatários

Leia mais

ELEMENTOS ESTATÍSTICOS SAÚDE 2011/2012 Divisão de Estatísticas da Saúde e Monitorização Direção de Serviços de Informação e Análise

ELEMENTOS ESTATÍSTICOS SAÚDE 2011/2012 Divisão de Estatísticas da Saúde e Monitorização Direção de Serviços de Informação e Análise ELEMENTOS ESTATÍSTICOS SAÚDE 2011/2012 Divisão de Estatísticas da Saúde e Monitorização Direção de Serviços de Informação e Análise Portugal. Direcção-Geral da Saúde. Direção de Serviços de Informação

Leia mais

Ponto de Acesso INE Biblioteca IPB Formação de utilizadores. Beja, Outubro de 2009 ESEB

Ponto de Acesso INE Biblioteca IPB Formação de utilizadores. Beja, Outubro de 2009 ESEB Ponto de Acesso INE Biblioteca IPB Formação de utilizadores Organização I Parte Informação sobre o Ponto de Acesso do INE no Instituto Politécnico de Beja II Parte Pesquisa de informação estatística Como

Leia mais

Newsletter Informação Semanal 30-11 a 06-12-2015

Newsletter Informação Semanal 30-11 a 06-12-2015 EUR / Kg Peso Carcaça CONJUNTURA SEMANAL Newsletter Informação Semanal 30-11 a 06-12- As Newsletter do SIMA podem também ser consultadas no facebook em: https://www.facebook.com/sima.portugal Na semana

Leia mais

A FRUTICULTURA NO PRODER. Alguns Indicadores

A FRUTICULTURA NO PRODER. Alguns Indicadores A FRUTICULTURA NO PRODER Alguns Indicadores NOTA DE ABERTURA Este documento tem como objetivo a divulgação de um conjunto de indicadores relativos ao setor da fruticultura no âmbito do Programa de Desenvolvimento

Leia mais

Ocupação em Empreendimentos Turísticos. Taxa de ocupação-quarto 2012

Ocupação em Empreendimentos Turísticos. Taxa de ocupação-quarto 2012 Ocupação em Empreendimentos Turísticos Taxa de ocupação-quarto 2012 Ocupação em Empreendimentos Turísticos Síntese A taxa de ocupação-quarto registada no país, em 2012, foi de 51,5%, com os residentes

Leia mais

VERSÃO 2. Prova Escrita de Geografia A. 11.º Ano de Escolaridade. Prova 719/1.ª Fase EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO

VERSÃO 2. Prova Escrita de Geografia A. 11.º Ano de Escolaridade. Prova 719/1.ª Fase EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Prova Escrita de Geografia A 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova 719/1.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

SÍNTESE DO ACORDO COM O ME EM 07/01/2010 QUE O SEPLEU NÃO ASSINOU

SÍNTESE DO ACORDO COM O ME EM 07/01/2010 QUE O SEPLEU NÃO ASSINOU SÍNTESE DO ACORDO COM O ME EM 07/01/2010 QUE O SEPLEU NÃO ASSINOU QUADRO RESUMO DA CARREIRA Escalão Índice Duração Outros requisitos: Quotas, aulas assistidas 1 167 4 2 188 4 2 aulas assistidas 3 205 4

Leia mais

movimentos migratórios regionais do interior português: quem saiu e quem entrou?

movimentos migratórios regionais do interior português: quem saiu e quem entrou? movimentos migratórios regionais do interior português: quem saiu e quem entrou? Ana Rita Jacinto Pedro Nogueira Ramos Resumo: Palavras-chave população Códigos JEL Abstract: Keywords JEL Codes 71 estudos

Leia mais

N OVO C Ó D IGO FISCAL DO INVESTIMENTO

N OVO C Ó D IGO FISCAL DO INVESTIMENTO N OVO C Ó D IGO FISCAL DO INVESTIMENTO AUDITORIA IMPOS T O S CONSULTORIA O Decreto-Lei nº 162/2014, de 31.10, aprovou um novo Código Fiscal do Investimento (CFI) e revogou o Decreto-Lei n.º 249/2009, de

Leia mais

Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04

Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04 Índice de Quadros, Gráficos, Imagens, Figuras e Diagramas Introdução 01 Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04 Parte I: Enquadramentos da Intervenção Social no Concelho de Bragança 08 Quadro

Leia mais

ELEMENTOS ESTATÍSTICOS

ELEMENTOS ESTATÍSTICOS ELEMENTOS ESTATÍSTICOS SAÚDE / 2009_2010 Portugal. Direcção-Geral da Saúde. Direção de Serviços de Informação e Análise Divisão de Epidemiologia e Estatística Elementos Estatísticos: Informação Geral:

Leia mais

NOTAS SOBRE A PROCURA DE EMPREGO DOS DIPLOMADOS EM SOCIOLOGIA EM PORTUGAL

NOTAS SOBRE A PROCURA DE EMPREGO DOS DIPLOMADOS EM SOCIOLOGIA EM PORTUGAL NOTAS SOBRE A PROCURA DE EMPREGO DOS DIPLOMADOS EM SOCIOLOGIA EM PORTUGAL Os dados disponibilizados pelo Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais do Ministério da Ciência,

Leia mais

Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma*

Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Glória Macedo, PQND do 4º Grupo do 2º Ciclo do EB e Formadora do CFAE Calvet de Magalhães, Lisboa A Reorganização Curricular do Ensino Básico

Leia mais

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS 2001-2008 DISTRITO DE VIANA DO CASTELO E SEUS CONCELHOS. F e v e r e i r o d e 2 0 1 0

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS 2001-2008 DISTRITO DE VIANA DO CASTELO E SEUS CONCELHOS. F e v e r e i r o d e 2 0 1 0 ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS 2001-2008 DISTRITO DE VIANA DO CASTELO E SEUS CONCELHOS U n i d a d e d e S a ú d e P ú b l i c a d o A l t o M i n h o F e v e r e i r o d e 2 0 1 0 U n i d a d e d e S a ú d

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO Artigo 1º Objectivo e Âmbito 1. Os (SPO) constituem um dos Serviços Técnico-Pedagógicos previsto no artigo 25º alínea a) do Regulamento Interno

Leia mais

Alojamentos Cablados por Regiões

Alojamentos Cablados por Regiões 10 R E D E S D E D I S T R I B U I Ç Ã O P O R C A B O Penetração das Redes de Distribuição por Cabo Regiões(Dec-Lei nº 244/2002) Assinantes TV em % do total de alojamentos 1 Aloj. cablados em % do total

Leia mais

estruturas dos sistemas de educação e formação na Europa 2009 10

estruturas dos sistemas de educação e formação na Europa 2009 10 estruturas dos sistemas de educação e formação na Europa 2009 10 Agência de Execução relativa à Educação, ao Audiovisual e à Cultura estruturas dos sistemas de educação e formação na Europa PORTUGAL 2009/10

Leia mais

APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA

APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA 1 de Abril de 2004 População e Sociedade Educação e Formação 2003 (Dados provisórios) APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA No último ano, mais de um milhão e meio de indivíduos com 15 ou mais anos, ou seja, 18,7,

Leia mais

perfil dos imigrantes em portugal: por países de origem e regiões de destino

perfil dos imigrantes em portugal: por países de origem e regiões de destino perfil dos imigrantes em portugal: por países de origem e regiões de destino Conceição Rego Maria Filomena Mendes José Rebelo Graça Magalhães Resumo: Palavras-chave Códigos JEL Abstract: Keywords JEL Codes

Leia mais

EMPRESAS DE MEDIAÇÃO IMOBILIÁRIA ANÁLISE ECONÓMICO-FINANCEIRA - ANO DE 2010 -

EMPRESAS DE MEDIAÇÃO IMOBILIÁRIA ANÁLISE ECONÓMICO-FINANCEIRA - ANO DE 2010 - EMPRESAS DE MEDIAÇÃO IMOBILIÁRIA ANÁLISE ECONÓMICO-FINANCEIRA - ANO DE 2010 - FICHA TÉCNICA Título: Empresas de Mediação Imobiliária Análise Económico-Financeira Ano de 2010 Autoria: Henrique Graça Fernanda

Leia mais

Portaria nº 1102/97. DR. Nº 254 I-B de 3 de Novembro

Portaria nº 1102/97. DR. Nº 254 I-B de 3 de Novembro 1 Portaria nº 1102/97 DR. Nº 254 I-B de 3 de Novembro As cooperativas e associações de ensino especial sem fins lucrativos corporizam uma importante experiência educativa e podem constituir um recurso

Leia mais

Fatores Determinantes para o Crescimento do Emprego de Jovens CREJOV

Fatores Determinantes para o Crescimento do Emprego de Jovens CREJOV Fatores Determinantes para o Crescimento do Emprego de Jovens CREJOV THINK TANK 30 de abril de 2013 POAT/FSE: Gerir, Conhecer e Intervir Situação População 15-24 anos- Taxas Dezembro2012 NEETs 18,6 Abando.E.P

Leia mais

Título da comunicação: As comunidades de origem imigrante e a escola 1 Tema: Migrações Sub-Tema: Migrações e Sistema de Ensino

Título da comunicação: As comunidades de origem imigrante e a escola 1 Tema: Migrações Sub-Tema: Migrações e Sistema de Ensino 1 II CONGRESSO PORTUGUÊS DE DEMOGRAFIA 27 a 29 Setembro 2004 Nome: Instituição: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Universidade Nova de Lisboa Departamento de investigação: SociNova/Migration Título

Leia mais

Carta Educativa de Almeida. Câmara Municipal de Almeida

Carta Educativa de Almeida. Câmara Municipal de Almeida Carta Educativa de Almeida Câmara Municipal de Almeida Junho de 2007 FICHA TÉCNICA ENTIDADE PROMOTORA Associação de Municípios da Cova da Beira Gestor de Projecto: Carlos Santos ENTIDADE FORMADORA E CONSULTORA

Leia mais

ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE

ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE ALTO COMISSARIADO DA SAÚDE PORTUGAL. Alto Comissariado da Saúde Atlas do Plano Nacional de Saúde Lisboa: Alto Comissariado da Saúde, 2010. 144 p. ISBN 978-989-96263-5-5

Leia mais

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DA EDUCAÇÃO BÁSICA AO ENSINO SUPERIOR

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DA EDUCAÇÃO BÁSICA AO ENSINO SUPERIOR ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DA EDUCAÇÃO BÁSICA AO ENSINO SUPERIOR Ana Lucia Lima da Costa Pimenta Monteiro Prefeitura Municipal de Biguaçu anamonteiro1970@hotmail.com INTRODUÇÃO: As políticas

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

Leia mais

O QREN e a Coesão Social em Portugal

O QREN e a Coesão Social em Portugal 8 de janeiro de 213 O QREN e a Coesão Social em Portugal 1. A coesão social no âmbito do QREN A coesão social constitui uma das cinco prioridades estratégicas do Quadro de Referência Estratégico Nacional

Leia mais

ÍNDICE DE PRECARIEDADE SOCIAL DA CIDADE DE LISBOA (IPSCL)

ÍNDICE DE PRECARIEDADE SOCIAL DA CIDADE DE LISBOA (IPSCL) ÍNDICE DE PRECARIEDADE SOCIAL DA CIDADE DE LISBOA (IPSCL) IPSCL - Dados IPSCL - Índices dimensões IPSCL - Gráfico Índices dimensões IPSCL - Índice geral IPSCL - Gráfico Índice geral Conceitos Cálculos

Leia mais

NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Évora A.1.a. Outra(s)

Leia mais

Sistema de Informação de Mercados Agrícolas

Sistema de Informação de Mercados Agrícolas Sistema de Informação de Mercados Agrícolas Sistema de Normalização Contabilística Sistema de Normalização Contabilística Normativo Específico para Agricultura Activo Biológico Justo Valor Nas Normas contabilisticas

Leia mais

MINISTÉRIOS DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIOS DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E DA EDUCAÇÃO Diário da República, 1.ª série N.º 97 19 de Maio de 2011 2805 desde 1 de Janeiro de 2010, no Malawi, desde 1 de Abril de 2010, no Mali, desde 1 de Dezembro de 2010, em Malta, desde 1 de Março de 2010,

Leia mais

Aumentou a importância relativa das despesas em habitação nos orçamentos das famílias

Aumentou a importância relativa das despesas em habitação nos orçamentos das famílias Aumentou a importância relativa das despesas em habitação nos orçamentos das famílias A despesa anual média dos agregados familiares foi de 20 391, em 2010/2011, de acordo com os resultados definitivos

Leia mais

PORDATA. Preparação da visita

PORDATA. Preparação da visita GUIÃO DO PROFESSOR PORDATA Preparação da visita Estatística: a ciência que diz que se eu comi um frango e tu não comeste nenhum, teremos comido, em média, meio frango cada um. Dino Segre A ideia da PORDATA

Leia mais

PRIVADO ENSINO SUPERIOR. Ocupação dos Cursos de Formação Inicial

PRIVADO ENSINO SUPERIOR. Ocupação dos Cursos de Formação Inicial ENSINO SUPERIOR PRIVADO Ocupação dos Cursos de Formação Inicial Ensino Superior Privado Ocupação dos Cursos de Formação Novembro Inicial 2011 DIRECÇÃO GERAL DO ENSINO SUPERIOR Direcção de Serviços de Suporte

Leia mais

Teste Key for Schools Resultados 2014. Sumário Executivo

Teste Key for Schools Resultados 2014. Sumário Executivo Teste Key for Schools Resultados 2014 Sumário Executivo Página 1 de 14 Ficha Técnica SUMÁRIO EXECUTIVO Teste Key for Schools Resultados 2014 DIREÇÃO E COORDENAÇÃO Helder Sousa Sandra Pereira AUTORIA Helder

Leia mais

5ª Conferência Internacional de Educação Financeira

5ª Conferência Internacional de Educação Financeira A Educação Financeira nas Escolas: O Referencial de Educação Financeira e a formação de docentes 5ª Conferência Internacional de Educação Financeira Perspetivas e reflexões: por uma cidadania ativa Educação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO-GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA Orientação para

Leia mais

Anuário da Comunicação 2006-2007

Anuário da Comunicação 2006-2007 Anuário da Comunicação 2006-2007 ISSN 2183-3478 Anuário da Comunicação 2006/2007 Este sétimo volume do Anuário da Comunicação congrega de forma centralizada um conjunto considerável de dados estatísticos

Leia mais

Inquérito ao Trabalho Voluntário 2012 «

Inquérito ao Trabalho Voluntário 2012 « Escola de Voluntariado Fundação Eugénio de Almeida Inquérito ao Trabalho Voluntário 2012 Departamento de Contas Nacionais Serviço de Contas Satélite e Avaliação de Qualidade das Contas Nacionais Ana Cristina

Leia mais

Caracterização Diagnóstica da Região Norte. Nós Críticos: sinalização e consequências

Caracterização Diagnóstica da Região Norte. Nós Críticos: sinalização e consequências Seminário NORTE 2015 O Desenvolvimento Regional no Novo Horizonte Europeu: O caso do Norte de Portugal 25.Maio.2005 INCLUSÃO SOCIAL FERNANDA RODRIGUES Estrutura da Apresentação Inclusão Social vs Exclusão

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIREÇÃO GERAL DO ORÇAMENTO 6ª DELEGAÇÃO DE CONTABILIDADE

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIREÇÃO GERAL DO ORÇAMENTO 6ª DELEGAÇÃO DE CONTABILIDADE 6ª DELEGAÇÃO DE CONTABILIDADE Alterações orçamentais autorizadas, no trimestre a seguir indicado, ao abrigo do artigo 51.º da Lei n.º 91/21, de 20 de Agosto, alterada pela Lei n.º 52/, de 13 de Outubro,

Leia mais

Posição sobre o Ensino Qualificante

Posição sobre o Ensino Qualificante Posição sobre o Ensino Qualificante Índice Índice... 1 Introdução... 2 Educação e Formação Profissional de Dupla Certificação... 3 Cursos de Educação e Formação de Jovens (CEF)... 3 Cursos Tecnológicos...

Leia mais

INTRODUÇÃO. Localização geográfica. Grande Lisboa. Grande Porto

INTRODUÇÃO. Localização geográfica. Grande Lisboa. Grande Porto INTRODUÇÃO presente trabalho pretende mostrar uma caracterização geral de duas sub-regiões de Portugal: as NUTE III (Numencleatura de Unidade Territorial Estatística) da Grande Lisboa e do Grande Porto,

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237

Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237 Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237 o previsto para os docentes da educação pré -escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, continua aplicar -se o disposto no seu artigo 18.º

Leia mais

ÍNDICE. Que expectativas académicas, que organização do estudo e conciliação entre estudos e emprego? 6

ÍNDICE. Que expectativas académicas, que organização do estudo e conciliação entre estudos e emprego? 6 Relatório Síntese: Perfil do Trabalhador-Estudante do IST Introdução ÍNDICE Qual a proporção de trabalhadores-estudantes no IST nos últimos 5 anos lectivos? 2 Qual a População-alvo deste inquérito? 2 A

Leia mais

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO AVISOS N. OS 33 E 34 / SI/ 2009 CRITÉRIOS DE INSERÇÃO DE PROJECTOS NO PÓLO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA TURISMO 2015 TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTO

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO 3.1.1 PROGRAMA DE FORMAÇÃO-ACÇÃO PARA PME REGULAMENTO DE CANDIDATURA PARA ENTIDADES

Leia mais

Matriz Portugal 2020 para IPSS Outros Apoios

Matriz Portugal 2020 para IPSS Outros Apoios Revisão 1 : 29/12/2015 PO PO Estagiar T (Açores) 31/07/15 30/11/15 01/04/16 Programa de Incentivo à inserção do estagiar L e T - 31/07/15 30/12/15 02/05/16 PIIE Estágios Madeira 31/07/15 30/11/15 01/04/16

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 660/XII/4.ª

PROJETO DE LEI N.º 660/XII/4.ª Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º 660/XII/4.ª ESTABELECE UM NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA E POR DOCENTE NOS ESTABELECIMENTOS DE EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO Exposição de

Leia mais

www.ine.pt FICHA TÉCNICA

www.ine.pt FICHA TÉCNICA FICHA TÉCNICA Em Abril de 1996 o Fundo Monetário Internacional (FMI) criou o Special Data Dissemination Standard (SDDS) visando reforçar a transparência, integridade, actualidade e qualidade da informação

Leia mais

CIRCULAR. N.Refª: 98/2015 Data: 02/12/15. ASSUNTO: ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 2/2015 Projetos de Formação-Ação Modalidade Projetos Conjuntos

CIRCULAR. N.Refª: 98/2015 Data: 02/12/15. ASSUNTO: ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 2/2015 Projetos de Formação-Ação Modalidade Projetos Conjuntos CIRCULAR N.Refª: 98/2015 Data: 02/12/15 ASSUNTO: ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 2/2015 Projetos de Formação-Ação Modalidade Projetos Conjuntos Exmos. Senhores, No seguimento da publicação do Aviso 34/SI/2015 e

Leia mais

CONCURSO NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO 2010/2011

CONCURSO NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO 2010/2011 CONCURSO NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO 2010/2011 REQUERIMENTO DE CANDIDATURA PELO CONTINGENTE ESPECIAL PARA ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA FÍSICA OU SENSORIAL Os estudantes que satisfaçam os

Leia mais

Os desafios da Formação Práticas e Problemáticas

Os desafios da Formação Práticas e Problemáticas Os desafios da Formação Práticas e Problemáticas Certificação Parcial reflexões Mª Luz Pessoa e Costa Centro de Reabilitação Profissional de Alcoitão 09.Julho.2010 Breve Apresentação do CRPA Certificação

Leia mais

RNAE. As Agências de Energia e o Futuro do Sector Energético. Cidades Sustentáveis. Luis Fernandes. Região Sul. Lisboa, 03 de Fevereiro de 2012

RNAE. As Agências de Energia e o Futuro do Sector Energético. Cidades Sustentáveis. Luis Fernandes. Região Sul. Lisboa, 03 de Fevereiro de 2012 Região Sul RNAE As Agências de Energia e o Futuro do Sector Energético Cidades Sustentáveis Lisboa, 03 de Fevereiro de 2012 Luis Fernandes rnae.portugal@gmail.com Principais desafios Mudança de paradigma

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Geografia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 719/1.ª Fase 16 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Um retrato social de Portugal: uma leitura de evoluções ocorridas nos últimos anos

Um retrato social de Portugal: uma leitura de evoluções ocorridas nos últimos anos 27 de dezembro de 2012 Indicadores Sociais 2011 Um retrato social de Portugal: uma leitura de evoluções ocorridas nos últimos anos Em Portugal, existe cada vez maior esperança média de vida à nascença.

Leia mais

Quais os alunos que devem ser apoiados pela educação especial?

Quais os alunos que devem ser apoiados pela educação especial? Quais os alunos que devem ser apoiados pela educação especial? Para efeitos de elegibilidade para a educação especial deve-se, antes de mais, ter presente o grupo - alvo ao qual esta se destina alunos

Leia mais

Síntese dos conteúdos mais relevantes

Síntese dos conteúdos mais relevantes Síntese dos conteúdos mais relevantes Nos últimos Censos de 2001, o Concelho da Lourinhã contabilizou 23 265 habitantes, reflectindo uma evolução de + 7,7% face a 1991. Em termos demográficos, no Concelho

Leia mais