DERAL - Departamento de Economia Rural. Olericultura - Análise da Conjuntura Agropecuária

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DERAL - Departamento de Economia Rural. Olericultura - Análise da Conjuntura Agropecuária"

Transcrição

1 Olericultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Dezembro de 0 INTRODUÇÃO Para Filgueira, Fernando Reis, Olericultura é um termo técnico-científico, muito preciso, utilizado no meio agronômico. Derivado do latim (oleris, hortaliça, + colere, cultivar), refere-se à ciência aplicada, bem como ao estudo da agrotecnologia de produção das culturas oleráceas, ministrados nos cursos de Agronomia. A palavra hortaliça refere-se ao grupo de plantas que apresentam, em sua maioria, as seguintes caraterísticas: consistência tenra, não-lenhosa; ciclo biológico curto; tratos culturais intensivos; cultivos em áreas menores, em relação às grandes culturas; e utilização na alimentação humana, sem exigir preparo industrial. Segundo o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), existem no Paraná cerca de produtores de hortaliças. Cada produtor em média, cultiva 4 ou 5 culturas. Por exemplo um mesmo produtor geralmente pode produzir na sua propriedade culturas como alface, berinjela, beterraba, couve-flor, repolho entre outras. O Estado do Paraná possui uma vasta extensão territorial o que permite que sejam produzidas inúmeras variedades de produtos. A produção paranaense de olerícolas é pulverizada por todas as regiões do Estado, com uma concentração maior em torno das grandes cidades, conhecidas como cinturões verdes. A produção de olerícolas possui algumas características que a diferem de outras culturas. Por não necessitar de grandes áreas, a produção de olerícolas é uma alternativa atrativa para os pequenos agricultores. Outra característica desse segmento é a participação das famílias nos trabalhos de produção. A maioria são culturas que demandam cuidados permanentes e diários, contribuindo também para evitar o êxodo rural, fazendo com que os produtores familiares permaneçam no campo. Em culturas como batata, cebola e tomate os produtores com áreas maiores, tem necessidade de contratar mão de obra temporária em determinadas épocas da safra. O clima é fator fundamental para a agricultura em geral e com as hortaliças não é diferente, pois está diretamente ligado ao desempenho econômico das culturas e é

2 comum o produtor ter problemas nas lavouras devido a eventos como: chuva, estiagem, vento, granizo, geadas, etc. O dinamismo é outra característica do mercado de hortaliças. Na unidade de Curitiba da Centrais de Abastecimento do Paraná S. A. (CEASA), por exemplo é comum encontrar produtos de praticamente todo o Brasil. Por exemplo a cebola produzida no Paraná é ofertada basicamente de novembro a abril. Nos outros meses do ano a cebola comercializada nesta unidade é oriunda de outros estados como: Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo entre outros. Essa sazonalidade na produção das olerícolas faz com que os preços sofram variações constantes. Em épocas de safra, dependendo do ano, o excesso de produção causa a queda dos preços, inclusive algumas vezes com valores abaixo dos custos de produção, o que beneficia o produtor mas, por outro lado prejudica os produtores. Quando não existe a oferta do produto, há a necessidade de importação de produtos de outras regiões do país e por isso são adicionados aos preços os valores de intermediação e frete e isso acaba por encarecer o produto para o consumidor final. O objetivo deste trabalho é apresentar, de uma forma breve, considerações e dados relativos as hortaliças, com enfase em três principais produtos da olericultura paranaense: batata, cebola e tomate. ASPECTOS DA OLERICULTURA PARANAENSE Área, Produção e VBP No ano de 0 foram produzidas cerca de toneladas de hortaliças no Paraná em uma área de.54 hectares. O aumento na produção vem sendo constante nos últimos anos, devido basicamente, ao aumento da produtividade nas culturas.

3 Tabela 0 Área, Produção e VBP das Principais Hortaliças Cultivadas no Paraná Safra 00/ Cultura Batata Tomate Repolho Mandioca Consumo Cenoura Cebola Melancia Couve-Flor Beterraba Alface Abobora Batata Doce Pimentão Cuchu Pepino Milho Verde Abobrinha Kabotia Couve Brocolos Couve Chinesa Morango Outras Hortaliças (*) Total Área (ha) Produção (t) Valor (R$) % VBP % Prod A batata foi a hortaliça mais produzida no ano de 0 com 87.5 toneladas, e na sequência aparecem tomate toneladas, repolho toneladas, mandioca.84 toneladas, cenoura.6 toneladas e cebola 67.5 toneladas. (Tabela ) O Núcleo Regional de Curitiba é o que mais produz no Paraná, com cerca de 4% da produção estadual de hortaliças. Outros Núcleos que também se destacam são os Núcleos Regionais de Apucarana, Ponta Grossa, Guarapuava, Irati, Jacarezinho e Londrina entre outras. (Tabela )

4 Tabela 0 Área, Produção e VBP das Principais Hortaliças Cultivadas no Paraná Núcleos Regionais no Paraná Safra 00/ Núcleo Regional Apucarana Campo Mourão Cascavel Cianorte Cornélio Procópio Curitiba Dois Vizinhos Francisco Beltrão Guarapuava Irati Ivaiporã Jacarezinho Laranjeiras do Sul Londrina Maringá Paranaguá Paranavaí Pato Branco Ponta Grossa Toledo Umuarama União da Vitória Total AREA (ha) Produção (ton) Valor (R$) % VBP % Prod Fonte: SEAB/DERAL O crescimento da produção de olerícolas no Paraná, no período de 000 a 0, foi de 54%. No ano 000 o Paraná produziu,7 milhão de toneladas, em 0 esse número saltou para,9 milhões (Figura 0). Esse desempenho se deve basicamente a organização dos produtores, ao investimento em novas tecnologias o que tem feito com que as produtividades das mais variadas culturas venham aumentando ano a ano.

5 Valor Bruto da Produção Agropecuária Paranaense (VBP) O Valor Bruto da Produção do setor foi de cerca de,50 bilhões de reais e a participação ficou no mesmo patamar do ano anterior, em torno de % do total paranaense (Figura 0). A participação das hortaliças é 4% em comparação com alguns seguimentos rurais no VBP 0.

6 Figura Participação dos seguimentos rurais no VBP em 0 Outros 6% Soja % Trigo e triticale % Frutas % Serraria e Laminadora 4% Cana-de-Açúcar 4% Aves 6% Hortaliças 4% Suínos 5% Leite 6% Milho 9% Bovinos 8% Fonte: SEAB/DERAL

7 BATATA A espécie Solanum tuberosum ssp., conhecida por batata, batata-inglesa, batatinha ou papa. É um vegetal que pertence a família das solanáceas, originária da América do Sul e cultivada mundialmente pelos seus tubérculos comestíveis. De acordo com Filgueira: Um tubérculo nutritivo, dietético, versátil na cozinha, um alimento básico para muitos povos eis a batata andina, erroneamente denominada de inglesa. Tratase da cultura olerácea mais relevante no Brasil e em todo o mundo. Panorama Mundial

8 Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a produção mundial de batata foi de 4,4 milhões de toneladas. O principal produtor foi a China, com 74,8 milhões de toneladas, % do total produzido. Em ordem decrescente de produção: Índia 6,6 milhões de toneladas, % do total; Rússia, milhões de toneladas, 7%; Ucrânia 8,7 milhões de toneladas, 6% e Estados Unidos da América 8, milhões, 6% do total produzido. O Brasil ocupou a 9ª colocação com,55 milhões de toneladas, o que representa cerca de % do total da produção mundial. (Tabela 0). Panorama Nacional De acordo com os dados do IBGE, tabela 4, a área do cultivo de batata na safra 0/ foi.84 hectares, 9% menor que a passada. O Paraná foi a segunda unidade da federação que mais cultivou o tubérculo com cerca de 9.07 hectares. Destaque para Minas Gerais que ficou com o primeiro lugar e cultivou hectares, o primeiro 9% do total nacional no cultivo do tubérculo.

9 Na safra 0/ a produção brasileira de batata foi de,6 milhões de toneladas. 7% menor que o ano anterior. O Paraná foi o terceiro estado que mais produziu o tubérculo com cerca de toneladas. O maior produtor nacional foi novamente Minas Gerais com,9 milhão de toneladas, com % do total produzido. (Tabela 05) Panorama Estadual Os produtores paranaenses produziram na safra 00/ cerca de toneladas de batata em uma área total de hectares. A produtividade média foi quilos por hectare. (Tabela 06) A produção paranaense é dividida em duas safras, a primeira é conhecida como safra das águas e é cultivada no verão é responsável por cerca de 60% da produção total. A segunda safra ou da seca, é responsável pelos 40% restantes e é cultivada nos meses mais frios do ano. A produção paranaense de batata está concentrada basicamente em quatro Núcleos Regionais que juntos concentram 8% da produção estadual. Curitiba é o

10 principal Núcleo Regional produz cerca de 6% da batata do Estado, na sequencia aparecem Guarapuava com 8%, Ponta Grossa com 5%, União da Vitória com 4%, Irati com 9%, Pato Branco com 5% e Cornélio Procópio com %. (Tabela 06) Na safra de 00/, o plantio da batata ª safra foi nos meses de agosto a novembro e a colheita de novembro a abril. A oferta do tubérculo no Paraná ocorreu entre dezembro e abril. O plantio da ª safra foi entre os meses de janeiro a julho, e a colheita entre março a outubro. A comercialização no período de março a novembro.

11 Conforme os dados da SEAB/DERAL (tabela 07), os 0 (dez) maiores municípios produtores de batata do Estado que juntos, totalizaram toneladas, cerca de 64% da produção total Paranaense. São Mateus do Sul se destaca em primeiro lugar com uma produção em torno de toneladas, seguido por Castro com 7.50 toneladas. Perspectivas para a safra 0/ Segundo as primeiras estimativas para a primeira safra 0/ divulgadas pela SEAB/DERAL, a expectativa é de que ocorra diminuição de área em torno de 9%. A expectativa inicial é de que sejam produzidas cerca de toneladas na próxima safra. (Tabela 08)

12

13 CEBOLA Cebola, de acordo com Filgueira: A espécie cultivada, Allium cepa, originou-se das regiões asiáticas correspondentes aos atuais Irã e Paquistão. A cultura é praticada há milênios. Trata-se de condimento cosmopolita, também muito utilizado na culinária brasileira. A parte utilizável é um bulbo tunificado, compacto, originado pela superposição de bainhas foliares carnosas. Aquela bainha mais externa constitui uma película seca, com coloração típica da cultivar. Panorama Mundial

14 Segundo números da FAO, a produção mundial de cebola no ano de 00 foi de 78,5 milhões de toneladas. Os sete maiores produtores são: China, Índia, Estados Unidos, Egito, Iran, Turquia e Brasil. Juntos esses países produziram 6% da produção mundial. O Brasil produziu,75 milhão de toneladas, o que representa cerca de % da produção mundial, e o 7º maior produtor mundial da hortaliça. (Tabela 08) Panorama Nacional De acordo com os dados do IBGE, tabela 0, a área brasileira no cultivo da cebola na safra 0/ foi hectares, 4% menor que a passada. O Paraná foi a quarta unidade da federação em área no cultivo do tubérculo com ha. Destaque para Santa Catarina que ficou com o primeiro lugar e cultivou 9.4 hectares, e responsável por 4% da área total. Conforme o IBGE, tabela, na safra 0/ foram produzidas,4 milhão de toneladas de cebola. O maior produtor foi Santa Catarina que produziu 448 mil toneladas,

15 % do total nacional e o Paraná obteve a sexta maior produção com aproximadamente 5 mil toneladas. Panorama Estadual

16 Segundo a SEAB/DERAL, tabela, na safra 00/ foram produzidas no Paraná cerca de toneladas de cebola em uma área total de hectares. A produtividade média foi de 0.69 quilos por hectare. A produção paranaense de cebola se concentra na região Centro Sul do Estado. O Núcleo Regional de Curitiba foi responsável por 6% da produção estadual do bulbo, seguida pela Região de Irati com 6%. A Região de Irati apresenta o maior nível de produtividade no Paraná, no ano de 0 obteve uma produtividade de cerca de quilos. Conforme os dados da SEAB/DERAL (tabela ), os (doze) maiores municípios produtores de cebola do Estado que juntos, totalizaram 7. toneladas, cerca de 8% da produção total Paranaense. Irati se destaca em primeiro lugar com uma produção em torno de toneladas, seguido por Contenta com 9.00 toneladas.

17 Na safra de 00/, o plantio da cebola foi nos meses de agosto e setembro e a colheita de novembro a fevereiro. A oferta de cebola no Paraná geralmente acontece de outubro a abril. A maior quantidade do bulbo é ofertada nos meses de dezembro e janeiro. Nos outros meses do ano, os bulbos são comprados em outras regiões produtoras do país. Perspectivas para a safra 0/ Com relação ao Paraná, tabela 4, levantamentos divulgados pelos técnicos deste DERAL, a estimativa é que ocorra diminuição de área da ordem de 6%, sendo cultivados cerca de 7.04 hectares. Ocorrendo condições climáticas normais, a expectativa é de que a produção possa atingir 5.6, cerca de 8% abaixo do obtido na safra passada (66.05 toneladas).

18 TOMATE Tomateiro é uma espécie cultivada, cosmopolita, Lycopersicon esculentum. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA): o tomateiro é originário da costa oeste da América do Sul, onde as temperaturas são moderadas (médias de 5 ºC a 9 ºC) e as precipitações pluviométricas não são muito intensas. Entretanto, floresce e frutifica em condições climáticas bastante variáveis. A planta pode desenvolver-se em climas do tipo tropical de altitude, subtropical e temperado, permitindo seu cultivo em diversas regiões do mundo. O tomateiro é uma solanácea herbácea, com caule flexível e incapaz de suportar os pesos dos frutos e manter a posição vertical. Panorama Mundial

19 Segundo dados da FAO, a produção mundial de tomates em 00 foi de 5,70 milhões de toneladas. A China foi o maior produtor mundial de tomates em 00, com 47, milhões de toneladas, isso representa % da produção do planeta. A produção brasileira foi de 4, milhões de toneladas e foi a 9ª maior, correspondendo a cerca de % do total mundial. (Tabela 5) Panorama Nacional De acordo com os dados do IBGE, tabela 6, a área brasileira no cultivo de tomate na safra 0/ foi hectares, 7% menor que a passada. O Paraná foi a quarta

20 unidade da federação em área no cultivo do fruto com ha. Destaque para Goiás que ficou com o primeiro lugar e cultivou.660 hectares, e foi responsável por 4% da área total. As unidades da federação Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Paraná respondem por 6% do total produzido no país. Na safra 0/ foram produzidas no Brasil cerca de,66 milhões de toneladas de tomate. Os maiores estados produtores foram Goiás com 0% da produção nacional, São Paulo com 8%, Minas Gerais com % e Paraná com 9%. Juntos estes Estados produzem 70% do total nacional de tomate. (Tabela 7)

21 Panorama Estadual Segundos dados do DERAL/SEAB, a produção paranaense de tomates nas safra 00/ foi de 56.5 toneladas em uma área de 5.64 hectares. Os principais Núcleos Regionais produtores são: Apucarana com % da produção, Ponta Grossa com 0%, Ivaiporã com 6%, Londrina com %, Jacarezinho com 9% e Curitiba com 5%. (Tabela 8)

22 A produção paranaense é dividida em duas safras: a primeira conhecida como safrão é cultivada nos meses mais quentes do ano e a segunda conhecida como e risco é cultivada entre os meses de março e setembro. Na safra de 00/, o plantio do tomate ª safra foi nos meses de agosto a janeiro e a colheita de novembro a maio. A oferta do fruto no Paraná geralmente acontece de novembro a maio. O plantio da ª safra se deu nos meses de janeiro a julho, e a colheita entre março a setembro. A comercialização aconteceu nos meses de março a setembro. Conforme os dados da SEAB/DERAL (tabela 9), os 0 (dez) maiores municípios produtores de tomate do Estado juntos, totalizaram toneladas ou 8% da produção total Paranaense. Marilândia do Sul se destaca em primeiro lugar com uma produção em torno de 7.55 toneladas e seguido por Reserva com 58.0 toneladas.

23 Perspectivas para a safra 0/ Os levantamentos de intenção de plantio para a safra de verão, mostram que na maioria das regiões produtoras deverá ocorrer redução no tamanho da área. O Departamento de Economia Rural DERAL, estima que no Paraná a primeira safra 0/ apresenta uma redução na área em torno de 5% e estima-se cultivar uma uma área de.7 hectares. Ocorrendo condições climáticas favoráveis, a expectativa é de que a produção possa atingir 6.64, ou seja, % menor que a anterior. (Tabela 0)

ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA SAFRA 2009/10

ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA SAFRA 2009/10 1 ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA SAFRA 2009/10 OLERICULTURA Economista Marcelo Garrido Moreira Outubro de

Leia mais

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro 2015 PARANÁ A estimativa de área para a safra 2015/16 de soja é recorde no Paraná. Segundo os técnicos de campo serão semeados 5,24 milhões de hectares,

Leia mais

DERAL - Departamento de Economia Rural. Feijão - Análise da Conjuntura Agropecuária

DERAL - Departamento de Economia Rural. Feijão - Análise da Conjuntura Agropecuária Feijão - Análise da Conjuntura Agropecuária Outubro de 2013 INTRODUÇÃO A importância mundial do cultivo e consumo do feijão é apresentado no site do Centro Tropical de Agricultura Tropical (CIAT): Um prato

Leia mais

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14 Soja Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro de 2013 MUNDO A economia mundial cada vez mais globalizada tem sido o principal propulsor responsável pelo aumento da produção de soja. Com o aumento do

Leia mais

Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária

Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária Milho - Análise da Conjuntura Agropecuária Outubro de 2012. MUNDO O milho é o cereal mais produzido no mundo. De acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a produção média do

Leia mais

PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS

PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL D E R A L PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS 20/03/06 O levantamento de campo realizado pelo DERAL, no

Leia mais

DERAL - Departamento de Economia Rural. Olericultura - Análise da Conjuntura Agropecuária

DERAL - Departamento de Economia Rural. Olericultura - Análise da Conjuntura Agropecuária INTRODUÇÃO Olericultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Fevereiro 2016 O objetivo deste trabalho é apresentar, de uma forma breve, considerações e dados relativos as hortaliças, com enfase em três

Leia mais

Cadeia da Olericultura

Cadeia da Olericultura Cadeia da Olericultura Olericultura A olericultura é a área da horticultura que abrange a exploração de hortaliças e que engloba culturas folhosas, raízes, bulbos, tubérculos, frutos diversos e partes

Leia mais

ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA SAFRA 2011/12

ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA SAFRA 2011/12 ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL ANÁLISE DA CONJUNTURA AGROPECUÁRIA SAFRA 2011/12 FRUTICULTURA Elaboração: Eng. Agr. Paulo Fernando de Souza

Leia mais

Edmar W. Gervásio Administrador, especialista em Marketing e Agronegócio UFPR Email: edmar.gervasio@seab.pr.gov.br Fone: (41) 3313-4034

Edmar W. Gervásio Administrador, especialista em Marketing e Agronegócio UFPR Email: edmar.gervasio@seab.pr.gov.br Fone: (41) 3313-4034 Edmar W. Gervásio Administrador, especialista em Marketing e Agronegócio UFPR Email: edmar.gervasio@seab.pr.gov.br Fone: (41) 3313-4034 MILHO (Zea mays) Sustento da Vida Maior cultura agrícola do mundo;

Leia mais

Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária

Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Suinocultura - Análise da Conjuntura Agropecuária fevereiro de 2013. 1 - Considerações Iniciais A Suinocultura é uma das atividades da agropecuária mais difundida e produzida no mundo. O porco, espécie

Leia mais

INDICAÇÃO N o, DE 2015

INDICAÇÃO N o, DE 2015 55ª Legislatura 1ª Sessão Legislativa Ordinária INDICAÇÃO N o, DE 2015 Sugere a criação de um programa de irrigação nas regiões afetadas por estiagens, em estados brasileiros. Agricultura, Pecuária e Abastecimento:

Leia mais

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA.

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA. 1 - INTRODUÇÃO No período de 01 a 14 de abril de 2007, os técnicos da CONAB e das instituições com as quais mantém parceria visitaram municípios produtores de café em Minas Gerais, Espírito Santo, São

Leia mais

110,0 105,0 100,0 95,0 90,0 85,0 80,0

110,0 105,0 100,0 95,0 90,0 85,0 80,0 BOI GORDO O ano de 2013 registrou preços elevados para a arroba do boi gordo, em todas as praças pecuárias acompanhadas pelo Sistema FAEB/SENAR. No acumulado do ano, foram verificadas as seguintes valorizações:

Leia mais

A CEASA NO CONTEXTO DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO ESTADO DO PARÁ

A CEASA NO CONTEXTO DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO ESTADO DO PARÁ A CEASA NO CONTEXTO DA SEGURANÇA ALIMENTAR NO ESTADO DO PARÁ Belém, outubro/2014 Facilitador ROSIVALDO BATISTA Especialista em Abastecimento Alimentar da América Latina, Economista, Professor de Economia

Leia mais

VI Congresso Brasileiro de Algodão. Seguro Agrícola como Alternativa para redução dos Riscos Agropecuários

VI Congresso Brasileiro de Algodão. Seguro Agrícola como Alternativa para redução dos Riscos Agropecuários VI Congresso Brasileiro de Algodão Seguro Agrícola como Alternativa para redução dos Riscos Agropecuários Segmentação do Mercado Segurador Brasileiro Danos SEGUROS Pessoas PREVI- DÊNCIA CAPITA- LIZAÇÃO

Leia mais

Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra

Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra Ano 8 Edição 15 - Setembro de 2015 Alta do dólar eleva preços, atrasa aquisições de insumos e reduz poder de compra A forte valorização do dólar frente ao Real no decorrer deste ano apenas no período de

Leia mais

Projeções da demanda por fertilizantes no Brasil

Projeções da demanda por fertilizantes no Brasil Projeções da demanda por fertilizantes no Brasil índice 3 4 5 6 8 9 o mercado Números e importância do setor projeções de longo prazo planos/produtos metodologia condições, prazo e investimento formulário

Leia mais

REGIONAL CENTRO-OESTE

REGIONAL CENTRO-OESTE REGIONAL CENTRO-OESTE SOJA DESPONTA NO CENTRO-OESTE, REDUZINDO ÁREAS DE MILHO VERÃO E ALGODÃO A produção de soja despontou no Centro-Oeste brasileiro nesta safra verão 2012/13, ocupando áreas antes destinadas

Leia mais

Maçã: Balanço mundial (em mil toneladas métricas)

Maçã: Balanço mundial (em mil toneladas métricas) Informativo da Política Agrícola Secretaria de Política Agrícola Secretaria de Política Agrícola Informativo N o 54 Maçã Ano 6 Vol. 54, março de 213 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Leia mais

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE realizou, em outubro, o primeiro prognóstico para

Leia mais

Edição 40 (Março/2014)

Edição 40 (Março/2014) Edição 40 (Março/2014) Cenário Econômico: Prévia da inflação oficial acelera por alimentos e transportes (Fonte: Terra) O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) avançou 0,73% em março

Leia mais

Cultura - Análise da Conjuntura Agropecuária. Ano 2012/13 LEITE. Leite no Brasil

Cultura - Análise da Conjuntura Agropecuária. Ano 2012/13 LEITE. Leite no Brasil Cultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Ano 2012/13 LEITE Leite no Brasil O Brasil vem apresentando aumento gradativo na produção leiteira, desde 2008, quando bateu o recorde na exportação de produtos

Leia mais

No Brasil, as frutas e

No Brasil, as frutas e FRUTAS E HORTALIÇAS: FONTE DE PRAZER E SAÚDE No Brasil, as frutas e hortaliças frescas são produzidas, em diferentes épocas do ano, por milhares de pequenos produtores, distribuídos por todo o país. A

Leia mais

BOLETIM CUSTOS E PREÇOS Abril de 2014

BOLETIM CUSTOS E PREÇOS Abril de 2014 BOLETIM CUSTOS E PREÇOS Abril de 2014 Milho: Os preços no mercado brasileiro ficaram estáveis e até mesmo um pouco mais baixos em algumas praças. A incerteza dos produtores quanto à produtividade do milho

Leia mais

SEGURO RURAL BRASILEIRO. Elaine Cristina dos Santos Ferreira

SEGURO RURAL BRASILEIRO. Elaine Cristina dos Santos Ferreira SEGURO RURAL BRASILEIRO Elaine Cristina dos Santos Ferreira MODALIDADES OFERTADAS DE SEGURO RURAL Agrícola Pecuário Florestas Aqüícola Penhor rural Benfeitorias e produtos agropecuários CPR Vida do Produtor

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA CULTURA DO CAFÉ

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA CULTURA DO CAFÉ MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO GERÊNCIA DE GEOTECNOLOGIA - GeoSafras RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA CULTURA DO CAFÉ 2007 Brasília 2007 INTRODUÇÃO

Leia mais

SEGURO RURAL BRASILEIRO

SEGURO RURAL BRASILEIRO SEGURO RURAL BRASILEIRO Gestão de Risco Rural Programa de Subvenção Econômica ao Prêmio do Seguro Rural 2011 O QUE É O SEGURO RURAL? O seguro rural é uma importante ferramenta de gestão de riscos que protege

Leia mais

Boletim Mensal Estatísticas dos Produtos Agrícolas Comercializados na CEASA/SC Julho/2008 CEASA/SC

Boletim Mensal Estatísticas dos Produtos Agrícolas Comercializados na CEASA/SC Julho/2008 CEASA/SC Boletim Mensal Estatísticas dos Produtos Agrícolas Comercializados na CEASA/SC Julho/2008 CEASA/SC Governador do Estado Luiz Henrique da Silveira Vice-Governador Leonel Pavan Secretário de Estado da Agricultura

Leia mais

PERFIL SETORIAL E TENDÊNCIAS DOS MERCADOS DE HORTÍCOLAS E FRUTAS NO RS, NO BRASIL E NO MUNDO

PERFIL SETORIAL E TENDÊNCIAS DOS MERCADOS DE HORTÍCOLAS E FRUTAS NO RS, NO BRASIL E NO MUNDO PERFIL SETORIAL E TENDÊNCIAS DOS MERCADOS DE HORTÍCOLAS E FRUTAS NO RS, NO BRASIL E NO MUNDO Carlos Cogo Maio/2015 CLIMA Anomalia da Temperatura da Superfície do Mar sobre o Pacífico Equatorial El Niño

Leia mais

5º anúncio Agosto de 2015

5º anúncio Agosto de 2015 5º anúncio Agosto de 2015 Cenário de Hortigranjeiros no Brasil Total da Produção de Hortigranjeiros no Brasil: 57 milhões t Volume total de hortigranjeiros comercializados nas Centrais de Abastecimento

Leia mais

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Produção mundial deve recuar em 2007/08 Segundo o relatório de oferta e demanda divulgado pelo Usda em setembro

Leia mais

CONJUNTURA MENSAL JUNHO

CONJUNTURA MENSAL JUNHO SOJA - MATO GROSSO CONJUNTURA MENSAL JUNHO ANO 1 Nº2 O preço mundial da commodity apresenta movimento de alta em nível mundial, impulsionado principalmente pelas condições climáticas adversas nos Estados

Leia mais

FUNDAÇÃO PROCON-SP CONSTATA VARIAÇÃO DA CESTA BÁSICA DE 3,10% EM ABRIL/2010

FUNDAÇÃO PROCON-SP CONSTATA VARIAÇÃO DA CESTA BÁSICA DE 3,10% EM ABRIL/2010 FUNDAÇÃO PROCON-SP CONSTATA VARIAÇÃO DA CESTA BÁSICA DE 3,10% EM ABRIL/2010 No mês de abril de 2010, o valor da cesta básica do paulistano teve alta de 3,10%, revela pesquisa diária da Fundação Procon-SP,

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS

ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURO, PROAGRO E RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS Por: Maria Silvia C. Digiovani, engenheira agrônoma do DTE/FAEP,Tânia Moreira, economista do DTR/FAEP e Pedro Loyola, economista e Coordenador

Leia mais

2º LEVANTAMENTO DE DADOS SOCIOECONÔMICOS DA CADEIA PRODUTIVA DE HORTALIÇAS NO BRASIL ANO BASE 2012

2º LEVANTAMENTO DE DADOS SOCIOECONÔMICOS DA CADEIA PRODUTIVA DE HORTALIÇAS NO BRASIL ANO BASE 2012 2º LEVANTAMENTO DE DADOS SOCIOECONÔMICOS DA CADEIA PRODUTIVA DE HORTALIÇAS NO BRASIL ANO BASE 2012 Comprovado através de estudos de nutricionistas e médicos, o consumo de frutas e hortaliças é de extrema

Leia mais

ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15

ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15 ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15 CONJUNTURA MENSAL ANO 1. Nº 4 O 12º Levantamento de Safras da Conab, divulgado em 11 de setembro de 2015, consolidou os dados sobre produção, área e produtividade de algodão

Leia mais

EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO DE TOMATE DE MESA NO ESTADO DE RONDÔNIA

EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO DE TOMATE DE MESA NO ESTADO DE RONDÔNIA EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO DE TOMATE DE MESA NO ESTADO DE RONDÔNIA ROGÉRIO SIMÃO; TOMÁS DANIEL MENÉNDEZ RODRÍGUEZ; UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA PORTO VELHO - RO - BRASIL tomas@unir.br APRESENTAÇÃO ORAL Evolução

Leia mais

Agronegócio Sul-mato-grossense

Agronegócio Sul-mato-grossense Agronegócio Sul-mato-grossense (cenário atual, perspectivas e desafios) Eduardo Riedel Presidente do Sistema Famasul Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso do Sul Sistema Sindical

Leia mais

O Agronegócio Mundial e Brasileiro

O Agronegócio Mundial e Brasileiro O Agronegócio Mundial e Brasileiro Eugênio Stefanelo Segundo Porter, você é competitivo quando tem um desempenho em longo prazo acima da média dos concorrentes. O agronegócio, que engloba as operações

Leia mais

AGRÍCOLA NO BRASIL. Prefácio. resultados do biotecnologia: Benefícios econômicos da. Considerações finais... 7 L: 1996/97 2011/12 2021/22...

AGRÍCOLA NO BRASIL. Prefácio. resultados do biotecnologia: Benefícios econômicos da. Considerações finais... 7 L: 1996/97 2011/12 2021/22... O OS BENEFÍCIOS ECONÔMICOS DA BIOTECNOLOGIA AGRÍCOLA NO BRASIL L: 1996/97 2011/12 O caso do algodão geneticamente modificado O caso do milho geneticamente modificado O caso da soja tolerante a herbicida

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DA DISCUSSÃO DE SEMENTES DE HORTLIÇAS AGROECOLÓGICAS NO TERRITÓRIO DA BORBOREMA

A CONSTRUÇÃO DA DISCUSSÃO DE SEMENTES DE HORTLIÇAS AGROECOLÓGICAS NO TERRITÓRIO DA BORBOREMA A CONSTRUÇÃO DA DISCUSSÃO DE SEMENTES DE HORTLIÇAS AGROECOLÓGICAS NO TERRITÓRIO DA BORBOREMA SALES 1, José Felipe Silva de; Marini, Fillipe Silveira²; SILVA, Manoel Roberval da³; FREIRA, Adriana Galvão³

Leia mais

Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura

Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura A safra de grãos do país totalizou 133,8 milhões de toneladas em 2009, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de dezembro,

Leia mais

Agronegócio. Realidade e Perspectivas Foco no ARROZ. Araranguá SC, Fevereiro de 2014 Vlamir Brandalizze. 41 3379 8719 brandalizze@uol.com.

Agronegócio. Realidade e Perspectivas Foco no ARROZ. Araranguá SC, Fevereiro de 2014 Vlamir Brandalizze. 41 3379 8719 brandalizze@uol.com. Agronegócio Realidade e Perspectivas Foco no ARROZ Araranguá SC, Fevereiro de 2014 Vlamir Brandalizze 41 3379 8719 brandalizze@uol.com.br GRÃOS Produção (milhões de T. USDA - Fevereiro de 2014; Projeções

Leia mais

Impactos da Adoção da Tecnologia Intacta. Monsanto

Impactos da Adoção da Tecnologia Intacta. Monsanto Impactos da Adoção da Tecnologia Intacta Monsanto 11 de junho de 2013 1 Objetivo do trabalho 2 Objetivo do presente trabalho é demonstrar a importância econômica da utilização da tecnologia no aumento

Leia mais

Tabela 1. Raiz de mandioca Área colhida e quantidade produzida - Brasil e principais estados Safras 2005/06 a 2007/08

Tabela 1. Raiz de mandioca Área colhida e quantidade produzida - Brasil e principais estados Safras 2005/06 a 2007/08 Mandioca outubro de 2008 Safra nacional 2006/07 Na safra brasileira 2006/07 foram plantados 2,425 milhões de hectares e colhidos 26,920 milhões de toneladas - representando um crescimento de 0,87% e de

Leia mais

Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Plano Agrícola Primeiro e Pecuário Relatório de Avaliação Nacional PAP 2013/2014 sobre Mudanças Climáticas ROSEMEIRE SANTOS Superintendente Técnica Nelson

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - MI AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA - ADA

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - MI AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA - ADA MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL - MI AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA - ADA BIOCOMBUSTÍVEIS: ATRAÇÃO DE INVESIMENTOS PARA O ESTADO DO PARÁ CONTEXTO: A Agência de Desenvolvimento da Amazônia, deseja

Leia mais

Centro de Saúde Escola do Butantã/FMUSP. Saúde da Criança. Receitas para as primeiras papinhas do seu bebê

Centro de Saúde Escola do Butantã/FMUSP. Saúde da Criança. Receitas para as primeiras papinhas do seu bebê Centro de Saúde Escola do Butantã/FMUSP Saúde da Criança Receitas para as primeiras papinhas do seu bebê Receita básica para PAPA SALGADA Não podem faltar estes alimentos no preparo do papa para a criança

Leia mais

FACT-SHEET. Cana-de-Açúcar, Milho e Soja. Programa Agricultura e Meio Ambiente. WWF - Brasil

FACT-SHEET. Cana-de-Açúcar, Milho e Soja. Programa Agricultura e Meio Ambiente. WWF - Brasil FACT-SHEET Cana-de-Açúcar, Milho e Soja Programa Agricultura e Meio Ambiente WWF - Brasília Março 28 WWF- Secretaria Geral Denise Hamú Superintendência de Conservação de Programas Temáticos Carlos Alberto

Leia mais

Diária. Serviço de Informação 19/11/2012. Foto: Tonon, frutas de caroço no ER Lapa.

Diária. Serviço de Informação 19/11/2012. Foto: Tonon, frutas de caroço no ER Lapa. Serviço de Informação Diária Foto: Tonon, frutas de caroço no ER Lapa. 19/11/2012 Núcleos Regionais da SEAB Edição e Publicação: SEAB/Departamento de Economia Rural APUCARANA Final de semana com tempo

Leia mais

Indicadores IBGE. Estatística da Produção Agrícola. Abril de 2012. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE

Indicadores IBGE. Estatística da Produção Agrícola. Abril de 2012. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Indicadores IBGE Estatística da Produção Agrícola Abril de 2012 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Presidenta da República Dilma Rousseff Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL ATA DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 03/2015 PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 101312/2014-81 VIGÊNCIA: 01/04/2015 a 31/03/2016 A.L.M. CORTEZ - HORTIFRUTIGRANJEIROS - ME CNPJ: 08.453.366/0001-28 ITEM ESPECIFICAÇÃO QUANT.

Leia mais

PROPOSTA. Pregão. Proposta(s)

PROPOSTA. Pregão. Proposta(s) PROPOSTA Pregão Órgão: Prefeitura Municipal de Palmas Número: 159/2012 Número do Processo: 2011041988 Unidade de Compra: Secretaria de Desenvolvimento Social Proposta(s) Item: 0001 Descrição: LOTE 01 -

Leia mais

CRIAÇÃO DE GALINHA CAIPIRA INTEGRADA ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS - Brasil Sem Miséria (BSM) e Programa de Aquisição de Alimento (PAA): A EXPERIÊNCIA DE UMA

CRIAÇÃO DE GALINHA CAIPIRA INTEGRADA ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS - Brasil Sem Miséria (BSM) e Programa de Aquisição de Alimento (PAA): A EXPERIÊNCIA DE UMA CRIAÇÃO DE GALINHA CAIPIRA INTEGRADA ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS - Brasil Sem Miséria (BSM) e Programa de Aquisição de Alimento (PAA): A EXPERIÊNCIA DE UMA FAMÍLIA SERRATALHADENSE. Serra Talhada, 2014 CRIAÇÃO

Leia mais

Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 1996/97 a 2010/11

Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 1996/97 a 2010/11 Céleres Os Benefícios Econômicos da Biotecnologia Agrícola no Brasil: 199/97 a 2010/11 O CASO DO ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO O CASO DO MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO O CASO DA SOJA TOLERANTE A HERBICIDA

Leia mais

BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008

BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008 BOLETIM ANUAL DO MERCADO DE GRÃOS: MILHO SAFRA 2008 / 2009 Maio de 2008 Mercado Internacional Em 2007, a produção anual de milho atingiu quase 720 milhões de tonelada (Tabela 1), quando os Estados Unidos,

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA Direcção Nacional dos Serviços Agrários

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA Direcção Nacional dos Serviços Agrários MINISTÉRIO DA AGRICULTURA Direcção Nacional dos Serviços Agrários AVALIAÇÃO PRELIMINAR DA CAMPANHA AGRÍCOLA 2009-10 Conteúdo da Apresentação 1. Previsão da estação chuvosa 2009/10 e interpretação na agricultura;

Leia mais

RAÍZES E CAULES DE IMPORTÂNCIA ECONÔMICA

RAÍZES E CAULES DE IMPORTÂNCIA ECONÔMICA RAÍZES E CAULES DE IMPORTÂNCIA ECONÔMICA Beatriz Benavides Gabriela Zominhani Juliana Arruda Olivia Hessel LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS BOTANICA II Introdução RAÍZES Características Fixação; Absorção;

Leia mais

ISS 2316-1019 I N F O R M AT I VO Casa Rural. edição outubro 2012. Agricultura. Soja - Milho - Insumos Agrícolas

ISS 2316-1019 I N F O R M AT I VO Casa Rural. edição outubro 2012. Agricultura. Soja - Milho - Insumos Agrícolas ISS 2316-119 I N F O R M AT I VO Casa Rural edição outubro 212 Agricultura Soja - Milho - Insumos Agrícolas SOJA Comportamento dos Preços Internos de Mato Grosso do Sul (R$/SC) 75, 74, 73, 72, 71, 7, 69,

Leia mais

ESCOLA DO SABOR SECQH

ESCOLA DO SABOR SECQH ESCOLA DO SABOR SECQH - Seção do Centro de Qualidade Horticultura 2012 Objetivos do Projeto Desenvolver metodologia de introdução de frutas e hortaliças frescas no cardápio da alimentação escolar. Introduzir

Leia mais

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA)

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Relatório com as principais notícias divulgadas pela mídia

Leia mais

MANUAL DE VENDAS SEGURO COLHEITA GARANTIDA

MANUAL DE VENDAS SEGURO COLHEITA GARANTIDA MANUAL DE VENDAS SEGURO COLHEITA GARANTIDA 1 Finalidade O setor Agropecuário é, e sempre foi, fundamental para a economia Brasileira, porém está sujeito aos riscos de produção por intempéries da Natureza

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA EMPRESA JÚNIOR FABAVI VITÓRIA DIRETORIA DE PROJETOS SOCIAIS. Projeto: CESTA BÁSICA DA CLASSE MÉDIA CAPIXABA

PROJETO DE PESQUISA EMPRESA JÚNIOR FABAVI VITÓRIA DIRETORIA DE PROJETOS SOCIAIS. Projeto: CESTA BÁSICA DA CLASSE MÉDIA CAPIXABA EMPRESA JÚNIOR FABAVI VITÓRIA DIRETORIA DE PROJETOS SOCIAIS PROJETO DE PESQUISA Projeto: CESTA BÁSICA DA CLASSE MÉDIA CAPIXABA Período: Janeiro a Dezembro de 2012 Vitória, dezembro de 2012 Cesta Básica

Leia mais

Custo da Cesta Básica aumenta em todas as cidades

Custo da Cesta Básica aumenta em todas as cidades 1 São Paulo, 16 de fevereiro de 2016 NOTA à IMPRENSA Custo da Cesta Básica aumenta em todas as cidades A partir de janeiro de 2016, o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos)

Leia mais

MILHO TRANSCÊNICO: CADA VEZ MAIS PRESE

MILHO TRANSCÊNICO: CADA VEZ MAIS PRESE MILHO TRANSCÊNICO: CADA VEZ MAIS PRESE A Fundação Pró-Sementes aponta que um dos grandes problemas encontrados nos arrozais é a forte atuação de plantas invasoras, que são de difícil controle, prejudicando

Leia mais

Cesta básica de Porto Alegre registra queda de 4% em junho de 2014

Cesta básica de Porto Alegre registra queda de 4% em junho de 2014 1 Cesta básica de Porto Alegre registra queda de 4% em junho de 2014 Porto Alegre, 07 de julho de 2014. NOTA À IMPRENSA Em junho de 2014, a Cesta Básica de Porto Alegre registrou queda de 4,00%, passando

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE PRODUÇÃO Todo o sucesso da fumicultura brasileira está alicerçado no Sistema Integrado de Produção. Implantado em 1918 no Rio

SISTEMA INTEGRADO DE PRODUÇÃO Todo o sucesso da fumicultura brasileira está alicerçado no Sistema Integrado de Produção. Implantado em 1918 no Rio SISTEMA INTEGRADO DE PRODUÇÃO Todo o sucesso da fumicultura brasileira está alicerçado no Sistema Integrado de Produção. Implantado em 1918 no Rio Grande do Sul, de forma pioneira na fumicultura brasileira

Leia mais

Analise o gráfico sobre o número acumulado de inversões térmicas, de 1985 a 2003, e a) defina o fenômeno meteorológico denominado inversão

Analise o gráfico sobre o número acumulado de inversões térmicas, de 1985 a 2003, e a) defina o fenômeno meteorológico denominado inversão 11 GEOGRAFIA Nas épocas de estiagem, a dispersão de poluentes é dificultada e a qualidade do ar piora muito na cidade de São Paulo, afetando, consideravelmente, a saúde das pessoas. NÚMERO DE INVERSÕES

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEAPA SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO

SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEAPA SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEAPA SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO (VBP) AGROPECUÁRIO Julho/2015 R$ milhões VBP PRINCIPAIS PRODUTOS AGRÍCOLAS LAVOURAS

Leia mais

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realiza sistematicamente

Leia mais

Janeiro de 2013 Volume 01

Janeiro de 2013 Volume 01 Janeiro de 2013 Volume 01 Janeiro de 2013 Volume 01 2 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Companhia Nacional de Abastecimento - Conab Dipai - Diretoria de Política Agrícola e Informações

Leia mais

ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15

ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15 ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15 CONJUNTURA MENSAL ANO 1. Nº 3 O 11º Levantamento de Grãos da Conab, divulgado em 11 de agosto de 2015, manteve suas estimativas para a safra 2014/15, de algodão em pluma

Leia mais

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR A experiência do município de Pomerode/SC. PREFEITURA MUNICIPAL DE POMERODE SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO EMPREENDEDORA Governo do Estado de Santa Catarina

Leia mais

Prova 3 Geografia QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 2

Prova 3 Geografia QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 2 Prova 3 QUESTÕES OBJETIVAS QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. UEM Comissão Central do Vestibular Unificado 2 GEOGRAFIA 01 No Paraná, a Mata de Araucária,

Leia mais

Prova 3 Geografia QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 1

Prova 3 Geografia QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 1 Prova 3 QUESTÕES OBJETIVAS QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. UEM Comissão Central do Vestibular Unificado GEOGRAFIA 01 O episódio sobre a exploração

Leia mais

Indicadores IBGE. Estatística da Produção Agrícola. Maio de 2013. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE

Indicadores IBGE. Estatística da Produção Agrícola. Maio de 2013. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Indicadores IBGE Estatística da Produção Agrícola Maio de 2013 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Presidenta da República Dilma Rousseff Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão Miriam

Leia mais

Milho Período: 16 a 20/03/2015

Milho Período: 16 a 20/03/2015 Milho Período: 16 a 20/03/2015 Câmbio: Média da semana: U$ 1,00 = R$ 3,2434 Nota: A paridade de exportação refere-se ao valor/sc desestivado sobre rodas, o que é abaixo do valor FOB Paranaguá. *Os preços

Leia mais

CAPA. Por Larissa Gui Pagliuca, Lucas Conceição Araújo, Patrícia Geneseli e Tárik Cannan Thomé Tanus. Fevereiro de 2015 - HORTIFRUTI BRASIL - 9

CAPA. Por Larissa Gui Pagliuca, Lucas Conceição Araújo, Patrícia Geneseli e Tárik Cannan Thomé Tanus. Fevereiro de 2015 - HORTIFRUTI BRASIL - 9 Por Larissa Gui Pagliuca, Lucas Conceição Araújo, Patrícia Geneseli e Tárik Cannan Thomé Tanus CAPA Identificar o melhor momento para ofertar sua safra é um desafio até mesmo para produtores experientes

Leia mais

Análise da Época de Semeadura do Algodoeiro em Mato Grosso com Base na Precipitação Provável

Análise da Época de Semeadura do Algodoeiro em Mato Grosso com Base na Precipitação Provável ISSN 1679-0464 Análise da Época de Semeadura do Algodoeiro em Mato Grosso com Base na Precipitação Provável 16 O Algodoeiro em Mato Grosso Mato Grosso é um dos Estados do Brasil que apresentou maior desenvolvimento

Leia mais

REQUERIMENTO (Do Sr. Homero Pereira) Senhor Presidente:

REQUERIMENTO (Do Sr. Homero Pereira) Senhor Presidente: REQUERIMENTO (Do Sr. Homero Pereira) Requer o envio de Indicação ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, no sentido de implantar um Programa de Redução de Perdas de Produtos Agrícolas. Senhor

Leia mais

CONTEXTO linha do tempo

CONTEXTO linha do tempo CONTEXTO linha do tempo CONTEXTO - hoje As terras foram subdivididas em 31 lotes, levando em conta: Localização, acesso e proximidade a centros urbanos Aptidão agrícola mapeamento de tipo de solos, topografia

Leia mais

DERAL - Departamento de Economia Rural. Fruticultura - Análise da Conjuntura Agropecuária

DERAL - Departamento de Economia Rural. Fruticultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Fruticultura - Análise da Conjuntura Agropecuária Dezembro de 2012 PANORAMA MUNDIAL A produção mundial de frutas se caracteriza pela grande diversidade de espécies cultivadas, e constituí-se em grande

Leia mais

Dezembro/2014 Belo Horizonte - MG

Dezembro/2014 Belo Horizonte - MG SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO Dezembro/2014 Belo Horizonte - MG 2 ÍNDICE 03. Apresentação 04. Dados Gerais do PIB do Agronegócio

Leia mais

CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR

CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR Foi realizado no dia 12 de julho de 2012 em Londrina (PR), o painel de custos de produção de grãos. A pesquisa faz parte do Projeto Campo Futuro da Confederação

Leia mais

INTEGRAÇÃO LAVOURA/ PECUÁRIA. Wilson José Rosa Coordenador Técnico Estadual de Culturas DEPARTAMENTO TÉCNICO - EMATER-MG

INTEGRAÇÃO LAVOURA/ PECUÁRIA. Wilson José Rosa Coordenador Técnico Estadual de Culturas DEPARTAMENTO TÉCNICO - EMATER-MG INTEGRAÇÃO LAVOURA/ PECUÁRIA Wilson José Rosa Coordenador Técnico Estadual de Culturas DEPARTAMENTO TÉCNICO - EMATER-MG - No Brasil o Sistema de Integração Lavoura Pecuária, sempre foi bastante utilizado,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, CONTÁBEIS E ADMINISTRAÇÃO - ECA NÚCLEO DE PESQUISAS ECONÔMICO-SOCIAIS NUPES

UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, CONTÁBEIS E ADMINISTRAÇÃO - ECA NÚCLEO DE PESQUISAS ECONÔMICO-SOCIAIS NUPES UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, CONTÁBEIS E ADMINISTRAÇÃO - ECA NÚCLEO DE PESQUISAS ECONÔMICO-SOCIAIS NUPES 1. CESTA BÁSICA FAMILIAR No mês de dezembro 2014,

Leia mais

Este Informativo é uma publicação mensal, enviado para 21.625 Parceiros Rurais. Edição nº 20 - Setembro de 2015. Nesta Edição. Página 2.

Este Informativo é uma publicação mensal, enviado para 21.625 Parceiros Rurais. Edição nº 20 - Setembro de 2015. Nesta Edição. Página 2. I N F O R M A T I V O Este Informativo é uma publicação mensal, enviado para 21.625 Parceiros Rurais. Edição nº 20 - Setembro de 2015. Nesta Edição Agricultura Página 2 O Dragão está em xeque? Prezados

Leia mais

SEGUNDA 04/5 TERÇA 5/5 QUARTA 6/5 QUINTA 7/5 SEXTA 8/5 Pão de milho com geleia e creme de leite Café com leite

SEGUNDA 04/5 TERÇA 5/5 QUARTA 6/5 QUINTA 7/5 SEXTA 8/5 Pão de milho com geleia e creme de leite Café com leite CARDÁPIO ENSINO FUNDAMENTAL e PRÉ ESCOLA= MAIO DE 2015 SEGUNDA 04/5 TERÇA 5/5 QUARTA 6/5 QUINTA 7/5 SEXTA 8/5 Pão de milho com geleia e creme de leite com ao molho pomodoro* Salada de alface Bebida láctea

Leia mais

(Luiz Jorge da Gama Wanderley Junior e Dr. Paulo César Tavares de Melo)

(Luiz Jorge da Gama Wanderley Junior e Dr. Paulo César Tavares de Melo) PRODUÇÃO DE SEMENTES DE HORTALIÇAS EM CONDIÇÕES SEMI-ÁRIDAS NORDESTE DO BRASIL (Luiz Jorge da Gama Wanderley Junior e Dr. Paulo César Tavares de Melo) 1- CONSIDERAÇÕES INICIAIS A atividade de produção

Leia mais

A BATATILCULTURA E A SUSTENTABILIDADE NA CHAPADA DIAMANTINA, BAHIA. Produção Integrada da Batata Período: 31/07 a 01/08/2007 Araxá Minas Gerais

A BATATILCULTURA E A SUSTENTABILIDADE NA CHAPADA DIAMANTINA, BAHIA. Produção Integrada da Batata Período: 31/07 a 01/08/2007 Araxá Minas Gerais A BATATILCULTURA E A SUSTENTABILIDADE NA CHAPADA DIAMANTINA, BAHIA Produção Integrada da Batata Período: 31/07 a 01/08/2007 Araxá Minas Gerais CARACTERIZAÇÃO GEOGRÁFICA COORDENADAS GEOGRÁFICAS: LAT:13º

Leia mais

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/hortalicas...

http://www.emater.mg.gov.br/site_emater/serv_prod/livraria/olericultura/hortalicas... Página 1 de 6 Olericultura Produção Orgânica de Hortaliças Nome Hortaliças : Produção Orgânica Produto Informação Tecnológica Data Abril - 2000 Preço - Linha Olericultura Resenha Informações gerais sobre

Leia mais

A aceleração da inflação de alimentos é resultado da combinação de fatores:

A aceleração da inflação de alimentos é resultado da combinação de fatores: SEGURIDADE ALIMENTARIA: apuesta por la agricultura familiar Seminario: Crisis alimentaria y energética: oportunidades y desafios para América Latina e el Caribe O cenário mundial coloca os preços agrícolas

Leia mais

Projeto Horta Comunitária: promovendo saúde e bem estar social

Projeto Horta Comunitária: promovendo saúde e bem estar social Projeto Horta Comunitária: promovendo saúde e bem estar social Mostra Local de: Arapongas Categoria do projeto: I Projetos em Andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: Centro

Leia mais

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Abril de 2012 Expectativa de expansão da safra 2012/13 do complexo sucroalcooleiro no Brasil poderá ser afetada pelo clima seco Regina Helena Couto Silva Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Leia mais

Soja Análise da Conjuntura Agropecuária MUNDO SAFRA 2014/15

Soja Análise da Conjuntura Agropecuária MUNDO SAFRA 2014/15 Soja Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro de 2014 MUNDO SAFRA 2014/15 Devido ao aumento das cotações nas últimas safras, principalmente na comparação com o milho, o cultivo da soja vem aumentando

Leia mais

Revisão Mensal de Commodities

Revisão Mensal de Commodities Revisão Mensal de Commodities segunda-feira, 3 de dezembro de 2012 Oferta maior e desempenho misto A estabilização do crescimento na China e riscos geopolíticos também afetaram os preços das commodities.

Leia mais

Gestão de Risco. Seguros e garantias para o setor agropecuário. Seminário Financiamento ao Agronegócio. 31 de julho de 2015

Gestão de Risco. Seguros e garantias para o setor agropecuário. Seminário Financiamento ao Agronegócio. 31 de julho de 2015 Gestão de Risco Seguros e garantias para o setor agropecuário Seminário Financiamento ao Agronegócio 31 de julho de 2015 1. Riscos Climáticos Exposição e vulnerabilidade Secas, inundações, geadas, ventos,

Leia mais