Maxwell Osvaldo de Oliveira Medeiros CASA PALETE

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2 Maxwell Osvaldo de Oliveira Medeiros CASA PALETE PROJETO RESIDENCIAL FLEXÍVEL COM SISTEMA CONSTRUTIVO ALTERNATIVO Trabalho Final de Graduação apresentado ao Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, no semestre de , como requisito para a obtenção do título de Arquiteto e Urbanista. Orientador: Prof. Dr. Marcelo Bezerra de Melo Tinôco Natal/RN

3 AGRADECIMENTOS Aos meus pais e familiares por ajudarem de alguma forma na conclusão dessa etapa da vida. Ao meu orientador Professor Marcelo Tinoco pela sua paciência, entusiasmo e suas ideias criativas nos momentos difíceis. A Professora Edna Pinto, pela atenção e conselhos durantes os assessoramentos. Aos amigos e colegas de curso que me acompanharam nos croquis e nas risadas durante esse longo trajeto. 3

4 RESUMO O presente trabalho trata do projeto arquitetônico de uma habitação unifamiliar flexível com sistema construtivo alternativo. A proposta foi desenvolvida para o bairro de Tirol, na região administrativa leste de Natal. O foco da proposta é uso do palete (componente feito em madeira utilizado na movimentação e armazenagem de carga com função na dinamização da produção industrial, nos depósitos, no processo de carregamento e descarregamento) como elemento construtivo em substituição aos materiais construtivos tradicionais responsáveis por danos ambientais. Na concepção do projeto explorou estratégia de racionalização, como modulação dos elementos construtivos e flexibilidade. 4

5 LISTA DE FIGURAS Figura 01. Resíduos na construção civil...12 Figura 02. Container Guest House...13 Figura 03. Casa feita com tubos de papelão...14 Figura 04. Orfanato de bambu...15 Figura 05. Palete de madeira...15 Figura 06. Tipos de palete...16 Figura 07. Mesa de centro...17 Figura 08. Moveis feitos com paletes...17 Figura 09. Sofá feito com paletes...18 Figura 10. Cama de palete...18 Figura 11. Pavilhão feito em paletes...19 Figura 12. Pavilhão feito em paletes...19 Figura 13. Fachada composta por paletes...20 Figura 14. Fachada composta por paletes...20 Figura 15. Escritório com paletes...21 Figura 16. Escritório com paletes...21 Figura 17. Divisórias móveis dos apartamentos...25 Figura 18. Possibilidades na configuração espacial...26 Figura 19. Vista externa da Palettenhaus...28 Figura 20. Palettenhaus sendo construída...29 Figura 21. Vista externa da Palettenhaus...29 Figura 22. Vista interna da Palettenhaus...30 Figura 23. Vista externa da Palettenhaus...30 Figura 24. Exterior da Peninsula House...31 Figura 25. Flexibilidade da fachada...32 Figura 26. Interior da Península House...33 Figura 27. Interior da Península House...33 Figura 28. Interior da Casa Nua...34 Figura 29. Planta Baixa da Casa Nua...35 Figura 30. Caixotes sobre trilhos

6 Figura 31. Interior da Casa Nua...36 Figura 32. Exterior da Casa Nua...36 Figura 33. Primeira proposta...38 Figura 34. Segunda proposta...38 Figura 35. Esboço da terceira proposta...39 Figura 36. Estudos de flexibilidade...39 Figura 37. Volumetria da terceira proposta...40 Figura 38. Planta baixa da terceira proposta...40 Figura 39. Volumetria da quarta proposta...41 Figura 40. Planta baixa da quarta proposta...41 Figura 41. Maquete física do módulo...42 Figura 42. Expansibilidade através da combinação dos blocos...43 Figura 43. Inserção de outros componentes construtivos...44 Figura 44. Adaptabilidade através de painéis móveis...45 Figura 45. Movimentação dos painéis pivotantes...45 Figura 46. Fundação...46 Figura 47. Painel Wall da Eternit...47 Figura 48. Aplicações dos painéis Wall...47 Figura 49. Instalação da placa cimentícia...48 Figura 50. Perfis metálicos utilizados na junção dos painéis...49 Figura 51. Processo de montagem do painel...50 Figura 52. Painel fixo...50 Figura 53. Estrutura interna do painel móvel...51 Figura 54. Tipo de tirante utilizado no projeto...51 Figura 55. Painel pivotante central...51 Figura 56. Pino pivotante com capacidade de 150 kg...51 Figura 57. Painel porta...52 Figura 58. Detalhe da dobradiça lida ao palete...52 Figura 59. Painel janela...52 Figura 60. Painel de OSB...53 Figura 61. Lã de PETISOSOFT...54 Figura 62. Aplicação de Osmocolor Stain na madeira

7 Figura 63. Cobertura com telha termoacustica...56 Figura 64. Dimensões da telha...56 Figura 65. Localização do bairro de Tiro, Natal/ RN...57 Figura 66. Localização do terreno no bairro de Tirol...57 Figura 67. Vista de topo com as curvas de níveis e dimensões do terreno...58 Figura 68. Maquete topográfica do terreno...58 Figura 69. Vistas do terreno e do entorno...59 Figura 70. Mapa da Zona de gabarito...60 Figura 71. Quadro do controle de gabarito...61 Figura 72. Quadro de áreas mínimas...62 Figura 73. Dimensionamentos dos ambientes...62 Figura 74. Zoneamento...63 Figura 75. Direção dos ventos predominantes...63 Figura 76. Vista Figura 77. Vista Figura 78. Escritório...65 Figura 79. Sala de Estar/Jantar...65 Figura 80. Vista Figura 81. Vista Figura 82. Vista Figura 83. Vista Figura 84.Vista LISTA DE TABELAS Tabela 01. Dimensões dos painéis Wall...48 Tabela 02. Dados técnicos da lã de PET ISOSOFT WALL

8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...10 CAPÍTULO 1 REFERENCIAL TEÓRICO...11 IMPACTO AMBIENTAL E CONSTRUÇÃO CIVIL...12 Uso de materiais alternativos...13 Palete como material alternativo...15 Modulação como estratégia de projeto...22 ARQUITETURA FLEXÍVEL...23 CAPÍTULO 2 ESTUDO DE REFERÊNCIAS...27 Palettenhaus...28 Peninsula House Sean Godsell...31 Casa Nua Shireru Ban...34 CAPÍTULO 3 O PROJETO...37 O PALETE COMO ELEMENTO PRINCIPAL DA MODULAÇÃO E DEFINIDOR DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO...38 Estudos Gráficos...38 Maquete física Módulo físico...42 CONCEITO FLEXIBILIDADE...43 Expansibilidade do edifício...43 Modulação do sistema construtivo...44 Adaptabilidade...45 SISTEMA CONSTRUTIVO E MATERIAIS UTILIZADOS...46 Estruturas...46 Vedações...49 Cobertura

9 PROGRAMA Análise do terreno...57 Condicionantes legais...60 Programa de necessidades...61 Pré-dimensionamento...62 Condições climáticas...63 PERSPECTIVAS...64 CONSIDERAÇÕES FINAIS...69 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...70 ANEXOS

10 INTRODUÇÃO Os danos gerados pela prática da construção civil tradicional, seu processo produtivo ineficiente e ultrapassado são descomunais. O consumo descontrolado de material construtivo por não haver uma integração, uma compatibilização com os demais elementos que o compõe o sistema construtivo, ocasiona no desperdício do material, que acaba gerando uma quantidade enorme de resíduos. Os Resíduos sólidos gerados na construção civil são os mais variados como tijolo danificado, restos de argamassa, embalagens plásticas, papel, ferragem, terra, pedaços de madeiras, entre outros. Todo este material sem um destino certo, jogados em lixões, em vias públicas, em rios provocando diversos danos. Dessa forma, torna-se necessário o desenvolvimento de práticas na construção civil mais adequadas aos princípios sustentáveis, que causem menos danos ambientais, na adoção de métodos mais conscientes e alternativos, utilizando materiais e técnicas construtivas novas. Outro problema relacionado com a construção civil se refere a uniformização do espaço de morar, a padronização do espaço habitacional e a sua rigidez. A flexibilidade é um item tão importante ao espaço arquitetônico, mas atualmente está a margem dos demais elementos que compõe um projeto de arquitetura. O espaço de morar tem que apresentar maleabilidade, adaptabilidade, expansão conforme as novas situações que surgem, consequentemente, haverá o prolongamento da vida útil da casa. A habitação tem que se adaptar ao morador e não o morador a ela. Infelizmente, é a segunda opção que prevalece nos dias atuais. Portanto, a partir destes pontos discutidos, o presente trabalho consiste na concepção do projeto arquitetônico da Casa Palete, uma habitação que apresenta estratégias de construção racional, como sistema construtivo modular e a flexibilidade dos espaços. 10

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12 IMPACTO AMBIENTAL E CONSTRUÇÃO CIVIL Um dos maiores problemas atuais em relação à construção civil diz respeito aos impactos ambientais. Caracterizada como um dos setores que mais consomem recursos naturais e geram grandes quantidades de resíduos, desde a produção dos insumos utilizados até a execução da obra e a sua utilização. Figura 01 Resíduos na construção civil. Fonte: A pesquisa intitulada Alternativas para a Redução do Desperdício de Materiais nos Canteiros de Obras realizado pela UFMG e mais 15 universidades brasileiras em 12 estados, onde em 69 canteiros de obras foram comprovados níveis preocupantes de resíduos na construção civil. "Para se ter uma ideia, materiais como a argamassa chegam a apresentar 90% de perda", afirma o professor Antônio Neves de Carvalho, chefe do departamento de Engenharia de Materiais e da Construção Civil, da Escola de Escola de Engenharia, e coordenador dos trabalhos na UFMG. Em Natal segundo dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado (Sinduscon RN) são produzidos 1 mil metros cúbicos de resíduos diariamente. Na fabricação do concreto, por exemplo, é utilizada a brita que é retirada da natureza, o cimento que é derivado de outros minerais, água, enfim. Na execução de um metro quadrado de uma obra, estima-se que se consuma uma tonelada de material. Mas 12

13 nem todo esse material é aplicado. Na atual conjuntura torna-se necessário propor fontes alternativas com menos impactos ambientais, que apresentem resultados mais satisfatórios em beneficio do usuário e ao meio ambiente. O uso de matérias não convencionais na construção civil representa uma alternativa em substituição dos métodos tradicionais como tijolo e concreto, por proporcionarem rapidez na execução, salubridade e mínimo desperdício de materiais. Uso de materiais alternativos Diversos projetos feitos com materiais alternativos são encontrados pelo mundo, isso comprova que é possível ter uma arquitetura de qualidade utilizando materiais não convencionais. Dentre os projetos que exploraram soluções construtivas alternativas, vale destacar: A casa projetada pelo escritório Poteet Architects localizada no Texas, EUA, foi instalada em um container. O custo foi de 15% menor em comparação com uma edificação tradicional e de baixo impacto ambiental. O projeto utilizou um container marítimo em desuso, havendo a economia de recursos naturais que não foram utilizados na construção da habitação como: areia, tijolo, cimento e água. Reaproveitamento deste material para a construção de residências tem se tornado mais simples com o desenvolvimento de novas tecnologias. Figura 02 Container Guest House. Fonte: 13

14 Com tubos de papelão reciclado o arquiteto Shigeru Ban projetou uma casa de três andares, no alto de uma montanha. Sobre os alicerces de uma antiga construção, a casa combina tubos de papelão com tubos transparentes, proporcionando a entrada de luz natural no ambiente interno. Além disso, os tubos podem ser trocados em caso de danos. Os tubos foram utilizados tanto na vedação quanto na parte estrutural cujo desempenho é comparado ao do bambu. Figura 03 Casa feita com tubos de papelão. Fonte: O escritório de arquitetura TYIN Tegnestue desenvolveu um projeto de orfanato sustentável que abriga pequenas habitações individuais para 24 jovens, cuja construção é composta basicamente por bambu. Atualmente o bambu é considerado um dos materiais mais sustentáveis do mundo. Isso porque é encontrado em abundância e sua reprodução no ambiente é extremamente veloz. Além disso, é um material muito resistente e flexível que proporciona grande versatilidade ao construtor. Sua resistência é comparada com a do aço. 14

15 Figura 04 Orfanato de bambu. Fonte: Palete como material alternativo Os paletes são componentes utilizados na movimentação e armazenagem de carga com função na dinamização da produção industrial, nos depósitos, no processo de carregamento e descarregamento. Figura 05 Pallets de madeira. Fonte: Há diferentes tipos de paletes, sendo os mais comuns os paletes de madeira, de metal, de plástico e de papelão. Essa estrutura de madeira foi projetada para ser movimentada mecanicamente por empilhadeiras, guindastes e veículos semelhantes. 15

16 Caracterizada por uma plataforma de madeira na posição horizontal, sobre ela é condicionada a carga para os devidos fins. No Brasil, segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) e Grupo Palete de Distribuição (GPD) foram encontrados inúmeros modelos diferentes de paletes. O que prejudicava a logística de movimentação e armazenamento de produtos pelos supermercados. Ficou comprovada a necessidade da padronização do palete. Figura 06 Tipos de palete. Fonte: O palete PBR foi então introduzido no Brasil em 1990 pela (ABRAS) e por entidades que fazem parte do Comitê Permanente de Paletização (CPP) assessorados pelo (IPT- USP) Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade de São Paulo. Os paletes PBR têm medidas padronizadas de 1000 mm x 1200 mm, possuem número de peças (tábuas superiores, tábuas intermediárias, tocos e tábuas inferiores) com quantidades e medidas padrão. É produzido em madeiras de reflorestamento (Pinus e Eucalipto). Segundo a GPD a capacidade de peso do paletes PBR é 1200 Kgs. 16

17 Os paletes usados em transporte de cargas facilmente encontrado em comércio atacadista e empresas de transporte. Após perderem a sua função original, são descartados em aterros. Diante desta situação arquitetos e designers vêm desenvolvendo novas funções para o reaproveitamento do material. A estrutura de madeira transformou-se em matéria-prima para a confecção de diversas peças de design. O grupo francês Doobi utilizou paletes reciclados para a criação de mesa de centro pintada a mão, com espaços para guardar revistas. A designer inglesa Nina Tolstrup, do Studiomama, desenvolveu luminárias, pêndulos e cadeiras com paletes de madeira reciclados. Figura 07 Mesa de centro. Fonte: Figura 08 Moveis feitos com paletes. Fonte: 17

18 Figura 09 Sofá feito com paletes. Fonte: Figura 10 Cama de palete. Fonte: 18

19 As peças de madeiras também estão sendo usadas na arquitetura. O arquiteto alemão Matthias Loebermann projetou em 2005 um pavilhão usando 1300 paletes empilhados. A construção tem 8 metros de altura, 8 de largura e 18 de comprimento. Figura 11 Pavilhão feito em paletes. Fonte: Figura 12 Pavilhão feito em paletes. Fonte: 19

20 A fachada da residência estudantil em Paris é composta de paletes. O arquiteto francês Stephane Malka desenvolveu a fachada modular composta por centenas de paletes unidos por dobradiças que lhe permitem se dobrar e articular. Figura 13 Fachada composta por paletes. Fonte: Figura 14 Fachada composta por paletes. Fonte: 20

21 O escritório de arquitetura holandês Most Architecture criou um projeto para a agência de publicidade Brandbase. O projeto era temporário e deveria ocupar a nova sede da agência holandesa, com 245 metros quadrados. Para facilitar a composição do layout e a mudança do ambiente no futuro, foram usados paletes de madeira reciclados. Figura 15 Escritório com paletes. Fonte: https://arquiteturaparalela.wordpress.com Figura 16 Escritório com paletes. Fonte: https://arquiteturaparalela.wordpress.com 21

22 Modulação como estratégia de projeto A modulação contribui para a racionalização do processo construtivo, pois, garante flexibilidade de combinação de elementos, além de contribuir para uma precisão maior na definição e alcance de medidas. Também contribui para o aumento da repetição de componentes e para a produção em série, já que, ao fixar uma medida básica da qual as demais devem ser múltiplo ou mesmo submúltiplo, limita as variações dimensionais para um mesmo elemento construtivo, eliminando assim o desperdício de material. A coordenação modular consiste num sistema capaz de ordenar e racionalizar a confecção de qualquer artefato, desde o projeto até o produto final PENTEADO (apud CARVALHO & TAVARES, 2002). Esta ordenação e racionalização se efetiva, principalmente, pela adoção de uma medida de referência, chamada módulo, considerada como base de todos os elementos constituintes do objeto a ser confeccionado. Em equipamentos complexos, ou de execução em grande escala, como na produção industrial, a padronização de medidas, ou modulação, torna-se obrigatória. Nos aspectos econômicos a utilização da coordenação modular gera redução de custos em várias etapas do processo construtivo. Essa redução de custos ocorre seja por otimização do uso da matéria-prima, seja pela agilidade no processo de decisão de projeto ou compra dos componentes, seja por aumento da produtividade, seja por diminuição de perdas. (GREVEN & BALDAUF, 2007) Segundos dados estudos realizados por Yeang (apud, GREVEN & BALDAUF), que faz um balanço dos insumos e produtos da construção civil, 40% das matérias-primas (por peso) do mundo são usadas na construção de edificações a cada ano; 36% a 45% do insumo de energia de uma nação é usado nas edificações e 20% a 26% do lixo de aterros vem das construções. 22

23 ARQUITETURA FLEXÍVEL Para Digiacomo a flexibilidade é um item tão importante quanto os demais pontos estratégicos na concepção de um projeto arquitetônico de qualidade, como localização, orientação solar, conforto ambiental, segurança e estética, etc. Segundo a autora flexibilidade se aplica de forma simples, racional, sutil através de elementos que induzem a flexibilidade e não de forma drástica. O diferencial do edifício flexível é definido por qualidades físicas que permitam uma variação da sua configuração espacial (lay-out) ou por diversas maneiras de se apropriar de um ambiente. Estas características podem ser elementos tais quais divisórias móveis, portas de correr, paredes leves, detalhes como hierarquia e geometria dos espaços, localização das aberturas e posicionamento do lote. (DIGIACOMO, 2004, p. 17) A arquitetura moderna e sua forma de projetar, a independências dos elementos que compõe a obras arquitetônicas, e outras características geraram diversas possibilidades de aplicação da flexibilidade. A associação da arquitetura moderna com o conceito de flexibilidade é presente, em particular nos anos 20. Época que os arquitetos modernos foram questionados de que forma a arquitetura se adequa as mudanças que surgem ao longo da vida. (WEINSCHENCK, 2012) Segundo Finkelstein (2009) para alcançar a flexibilidade em um projeto arquitetônico é necessário haver elementos facilitadores da flexibilidade. São os seguintes: 1. Estruturas independentes Com a separação da estrutura portante da vedação, inaugura-se a possibilidade de novos subsistemas serem criados, uma nova moradia, fluidez do espaço interno. 2. Modulação O uso do módulo propicia o estabelecimento de uma arquitetura neutra. Através da modulação estabelece a compatibilização entre os diferentes sistemas e elementos presentes em uma obra. 3. Paredes divisórias internas leves 4. Divisórias móveis Devem permitir ampla comunicação quando e onde forem necessárias. Aumentar as alternativas de uso e distribuições de atividades no espaço doméstico. 23

24 5. Mobiliário como divisória O mobiliário se confunde com a parede e torna-se polifuncional. O mesmo móvel utilizado na separação dos espaços, criando privacidade e servindo como local para guardar diferentes objetos. 6. Núcleos de banheiros e cozinha Junção de atividades que requeiram instalações de infraestruturas: sistemas hidráulicos, esgoto e elétricos em um núcleo. Ao utilizar deste recurso libera o restante da planta para outros usos. 7. Fachada livre Possam fazer o controle da insolação, da ventilação natural, da luminosidade, do fluxo térmico. 8. Pisos elevados Qualquer parte da moradia é possível acessar as redes de infraestrutura e instalar eletrodomésticos, sanitário ou equipamentos eletrônicos. 9. Armários embutidos Representa todo o tipo de mobiliário que cumpra a função de armazenar objetos e que tenha sido planejado com o projeto de moradia. Os locais destinados os armários são locais residuais da planta, como nichos, centro da planta. Segundo Brandão (2002) existem cinco grupos de flexibilidade: Diversidade tipológica diversidade de unidades tipo em um mesmo edifício permitindo assim a escolha das mais adequada pelo futuro grupo doméstico. Flexibilidade propriamente dita a liberdade de reformular a organização do espaço interno, definido por um vedo perimentral. Adaptabilidade é um critério que visa assegurar a polivalência mediante a descaraterização funcional das peças de uma edificação, de forma a dar-lhes alternativas de uso. Ampliabilidade é a forma corrente de responder às exigências de polivalência à qual recorrem especialmente os usuários das faixas menos favorecidas. Representam opções de ampliabilidade da casa mínima ou a habitaçãoembrião. Junção e desmembramento é o caso em que duas ou mais unidades residenciais são agregadas para formar uma maior, e também, o caso contrário, quando uma unidade é desmembrada em duas ou mais unidades. 24

25 Para uma melhor compreensão dos tipos de flexibilidades, serão apresentados alguns exemplos de habitações flexíveis que utilizam os métodos citados. O arquiteto Steven Holl desenvolveu na cidade de Fukuoka, Japão um edifício de apartamentos que emprega o conceito de flexibilidade. Na edificação as divisórias podem ser manipuladas pelos moradores estabelecendo configurações espaciais distintas em relação ao dia e a noite, necessidade como isolar ou o integrar um ambiente. Figura 17 Divisórias móveis dos apartamentos. Fonte: 25

26 O projeto de Helmut Wimmar, em Viena, a flexibilidade é aplicada através da associação de operadores ativos de divisão do ambiente interno, a organização central das áreas molhadas, dos acessos e a ausência de componentes estruturais. A habitação é caracterizada por quatro ambientes iguais de 16 m², agrupados entorno de um núcleo fixo que contém o acesso a habitação e a área de serviço. A configuração espacial da unidade vai depender das necessidades dos usuários. Com o auxílio de páineis deslizantes a flexibilidade é permanente, de forma rápida e econômica a habitação de adequa as mudanças surgidas. Figura 18 Possibilidades na configuração espacial. Fonte: 26

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28 Os estudos de referencias apresentados foram utilizados como influência na concepção da proposta arquitetônica. Os projetos arquitetônicos escolhidos apresentam características semelhantes com tema proposto, como a adoção de sistema construtivo alternativo, a flexibilidade e suas estratégias, a estética e a forma. Assim os projetos escolhidos foram a Palettenhaus dos estudantes Gregor Pils e Andreas Claus Schnetzer, a Península House do arquiteto Sean Godsell e a Casa Nua do arquiteto Shigeru Ban. Palettenhaus Figura 19 Vista externa da Palettenhaus. Fonte: A Palettenhaus foi desenvolvida por dois estudantes da Universidade de Viena, na Áustria, Gregor Pils e Andreas Claus Schnetzer. O projeto foi vencedor do prêmio para estudantes Gaudi de arquitetura sustentável de Os candidatos deveriam desenvolver uma habitação com área mínima de 60 m² e aplicados conceitos de sustentabilidade no projeto. Os estudantes desenvolveram um projeto sendo reutilizados os paletes descartáveis pelas empresas locais como o principal material construtivo. Desde as paredes externas e externas, piso, teto foram construídos com este elemento. O projeto visa combinar arquitetura sustentável com a arquitetura modular. 28

29 Foram utilizados 800 paletes do tipo Euro-pallet (80 cm x 120 cm). Duas camadas de paletes servem como as paredes da casa. Entre as paredes duplas passariam os apoios estruturais, isolamento térmico e acústico, sistema hidráulico e elétrico entre as camadas. Segundos os estudantes austríacos os espaços vazados podem ser preenchidos com os mais diversos tipos de matérias isolantes, como celulose reciclada, spray de espuma, ou palha. As janelas são instaladas nas laterais, e as duas extremidades têm fachadas de vidro com uma porta deslizante. As divisões internas também são divididas com paredes de palete. A casa foi projetada para ter um aquecimento e um esfriamento de baixa demanda. A água da chuva é recolhida do telhado para ser reaproveitada. O tempo de construção foi de apenas três dias e o uso de poucas ferramentas. Figura 20 Palettenhaus sendo construída. Fonte: Figura 21 Vista externa da Palettenhaus. Fonte: 29

30 Figura 22 Vista interna da Palettenhaus. Fonte: Figura 23 Vista externa da Palettenhaus. Fonte: 30

31 Peninsula House Localizada na cidade de Sorrento na península de Mornington, à 120 km de Melbourne, Austrália, essa residência situa-se em uma mata relativamente intocada próxima à praia, acomodando-se em 2 níveis no terreno. Figura 24 Exterior da Peninsula House. Fonte: Austera nos acabamentos e refinada nos detalhes, a residência se destaca pela integração dos ambientes. Sua estrutura em sucessivos pórticos de aço configura um exoesqueleto de 30 x 7,2 m no qual ripas de madeira justapostas conformam uma pele que ao longo do dia permite um constante movimento de luz e sombra nos interiores. Painéis móveis proporcionam, ao desejo do morador, a conexão entre interior e exterior, quando abertos, sugerem marquises proporcionando áreas sombreadas e uma transição entre os espaços. 31

32 Figura 25 Flexibilidade da fachada. Fonte: 32

33 Figura 26 Interior da Península House Fonte: Figura 27 Interior da Península House. Fonte: 33

34 Casa Nua Casa Nua foi projetada pelo arquiteto japonês Shigeru Ban, em Kawagoe, cidade a cerca de 30 minutos de Tóquio. O arquiteto construiu a casa para uma família de cinco pessoas: um casal, dois filhos e uma avó. Os donos queriam um espaço onde todos pudessem conviver livremente, sem separações, aprofundar os laços familiares. Ban resolveu o problema desenhando uma construção linear sem paredes. Figura 28 Interior da Casa Nua. Fonte: Os quartos são "caixotes" de madeira sobre trilhos com dimensões que variam de 5m² e 7m². Cada volume que podem ir mudando de lugar, de acordo com o desejo da família. Os cômodos fixos, como banheiros e cozinha, são protegidos por cortinas ou portas leves, de correr. 34

35 Figura 29 Planta Baixa da Casa Nua. Fonte: Figura 30 Caixotes sobre trilhos. Fonte: 35

36 Figura 31 Interior da Casa Nua. Fonte: Figura 32 Exterior da Casa Nua. Fonte: 36

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38 O PALETE COMO ELEMENTO PRINCIPAL DA MODULAÇÃO E DEFINIDOR DOS ELEMENTOS DE VEDAÇÃO O projeto da Casa Palete foi elaborado a partir das dimensões do palete (1,20 m e 1,00 m), ficando assim estabelecido a modulação base. E através deste módulo foram definidas as escolhas dos materiais e o sistema construtivo adotado. Estudos gráficos da proposta arquitetônica No processo da escolha do partido arquitetônico, buscou-se um partido linear e cúbico, e que a adoção da modulação fosse possível. Nas duas propostas iniciais apresentam volumes lineares com duas águas direcionadas para o meio da habitação. Porém ambas as propostas foram descartadas, pois a forma não cúbica prejudicava a aplicação dos módulos. Figura 33 Primeira proposta. Fonte: Arquivo pessoal Figura 34 Segunda proposta. Fonte: Arquivo pessoal 38

39 A terceira proposta apresenta um partido em forma de um cubo retangular. As fachadas maiores seriam flexíveis, os painéis presente em toda a fachada girariam sobre seus eixos. Figura 35 Esboço da terceira proposta. Fonte: Arquivo pessoal Em relação à flexibilidade os espaços internos da casa poderiam ser modificados conforme a iniciativa dos moradores com o auxílio de divisórias móveis, convertendo o espaço da moradia em um ambiente versátil e multiuso. O núcleo central de serviços seria o único espaço estável e fabricado em concreto devido aos ambientes úmidos. Figura 36 Estudos de flexibilidade. Fonte: Arquivo pessoal 39

40 A proposta foi descartada, pois o partido ficou com aspecto estetico pesado, fugindo da leveza que o palete apresenta. Além disso, devido a forma compacta do projeto prejudicava a ventilação cruzada, dificultava a permeabilidade aos ambientes. Figura 37 Volumetria da terceira proposta. Fonte: Arquivo pessoal Figura 38 Planta baixa da terceira proposta. Fonte: Arquivo pessoal Outro ponto negativo era em relação ao zoneamento. Havia flexibilidade nos ambientes, mas de forma confusa. Não havia uma circulação direta do espaço íntimo para o espaço de serviço, a proximidade dos quartos com a sala de estar/jantar. 40

41 A quarta proposta, o partido mais longilíneo e estreito, esteticamente causa uma sensação de leveza, além disso, os dois blocos lineares desalinhados possibilitam uma melhor aplicação da flexibilidade aos ambientes, assim como favorece a ventilação cruzada. Figura 39 - Volumetria da quarta proposta. Fonte: Arquivo pessoal Figura 40 Planta baixa da quarta proposta. Fonte: Arquivo pessoal Esta proposta foi apresentada a pré-banca, e surgiram algumas observações, por exemplo, a respeito do zoneamento, o interior da casa estava confuso, espaço íntimo próximo ao espaço social prejudicava a funcionalidade. Foi discutido a separação dos ambientes em áreas íntimas, social e serviço. Como solução optou-se em adicionar um corredor central e acrescentar mais espaços, pois tinha espaço suficiente para ampliar a habitação. Outro ponto discutido foi em relação ao acesso a residência que estava localizado na lateral da casa, e foi sugerido que este fosse modificado para a parte frontal da habitação. Realizada as modificações conforme as orientações, porém, a 41

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