FOMENTAR O QUE É NACIONAL E FORTALECER A ECONOMIA ANGOLANA APOIO AO CLIENTE

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1 CERÂMICA CIC Feito em Angola FOMENTAR O QUE É NACIONAL E FORTALECER A ECONOMIA ANGOLANA APOIO AO CLIENTE

2 CERÂMICA CIC MARCA DE QUALIDADE FEITO EM ANGOLA DESCRIÇÃO A Unidade Industrial assume uma posição privilegiada pois encontra-se perto da grande metrópole, capital do País, e simultaneamente junto à exploração de matéria-prima essencial à alimentação da produção. Esta instalação encontrasse implantada numa área total de m 2, dos quais m 2 são de área coberta. Dedicamo-nos à produção de produtos cerâmicos certificados para a indústria da construção e comercialização de matérias-primas. A nossa empresa dispõe das suas próprias explorações de matérias-primas, possuindo importantes reservas. MISSÃO A CIC - Cerâmica Industrial e Comercial, SA através da produção e comercialização das melhores soluções cerâmicas para o mercado e sector da construção, assente em processos e serviços dinâmicos, de qualidade e respeito pelo ambiente, assume um papel activo na promoção do crescimento, desenvolvimento e bem-estar da sociedade Angolana. VALORES Brio profissional, no desempenho da actividade; Flexibilidade, no ajustamento às necessidades do cliente; Inovação, na organização do trabalho, design e tecnologia; Espírito de equipa, nas parcerias internas e externas; Empreendedorismo, na orientação de resultados para a criação de riqueza; Responsabilidade Social e Ambiental, na contribuição para a qualidade de vida das populações e na preservação do ambiente. VISÃO Contribuir para o incremento da produção nacional de materiais de construção; Diminuir a dependência externa da economia nacional no sector dos materiais para a construção civil; Promover o desenvolvimento tecnológico, a eficiência empresarial e a qualidade da produção nacional; Incentivar o crescimento da economia regional e nacional; Promover o bem-estar económico, social e cultural da população, com particular impacto na Província do Bengo; Aumentar a capacidade produtiva nacional e contribuir para o crescimento do PIB; Formar quadros nacionais melhorando a sua qualificação; Melhorar a eficiência produtiva nacional; Proceder à transferência de tecnologias mais avançadas do exterior para o mercado nacional; Incrementar a produção industrial, dinamizando desse modo o mercado interno; Criação de postos de trabalho directos e indirectos; QUALIDADE A CIC, SA utiliza na produção de tijolo, as mais recentes tecnologias e, principalmente, as melhores matérias-primas do país, o que lhe permite obter produtos de excelente qualidade a preços muito competitivos.

3 Pretende, assim continuar a acompanhar activamente as evoluções tecnológicas, nas áreas de controlo do processo produtivo e da qualidade e promover a investigação, de modo a garantir uma valorização contínua dos métodos adoptados e dos produtos. De modo a dar essa garantia, a CIC, SA tem o seu Sistema de Controlo de Produção em Fábrica implementado, controlando o produto nas várias fases do processo produtivo e efectuando ensaios de acompanhamento periódicos. Privilegiando a componente humana, disponibiliza meios de formação e condições adequadas de trabalho, com vista à valorização pessoal dos seus colaboradores. A CIC, SA aborda a competição no mercado com confiança, franqueza e justiça, mas ao mesmo tempo com forte determinação para se diferenciar dos seus concorrentes de uma maneira positiva, baseando-se sempre numa política comercial de respeito, equidade e justiça, entendida a clientes e fornecedores. AMBIENTE Consciente do impacto das suas actividades, bem como das suas responsabilidades legais, a CIC, SA assume um compromisso de protecção do ambiente na sua actuação, considerando-a como um factor decisivo de desenvolvimento e de oportunidade de melhoria. A sua actuação assenta em princípios como o cumprimento da legislação e dos regulamentos ambientais aplicáveis, a identificação dos aspectos ambientais significativos em todos os processos de fabrico e expedição e a implementação de medidas de prevenção, minimização e eliminação dos impactes associados. A redução do consumo de matérias-primas e recursos, a correcta gestão de resíduos, o acompanhamento das melhores técnicas disponíveis e envolvimento dos colaboradores através da promoção de programas de formação e sensibilização ambiental são prioridades para a concretização dos objectivos a que se propõe. A redução do consumo de matérias-primas e recursos, a correcta gestão de resíduos, o acompanhamento das melhores técnicas disponíveis e envolvimento dos colaboradores através da promoção de programas de formação e sensibilização ambiental são prioridades para a concretização dos objectivos a que se propõe. SEGURANÇA O cumprimento das regras de segurança, higiene e saúde são parte fundamental das condições de trabalho de uma organização, para se atingir a necessária qualidade de vida, quer pessoal quer profissional, dos trabalhadores. A prevenção de riscos e a segurança de pessoas, instalações e equipamentos, e a promoção e vigilância da saúde do trabalhador, constituem uma preocupação constante, no desenvolvimento das actividades da CIC, SA. Assim, os princípios que norteiam a sua forma de actuação assentam no cumprimento dos requisitos legais e regulamentares em matéria de SHST, na elaboração regular de avaliações de risco nas actividades que realiza, criando instruções de trabalho, fomentando a utilização de boas práticas e promovendo a motivação das equipas de forma a reduzir o número de acidentes de trabalho e doenças profissionais. De forma a alcançar a melhoria contínua das condições de segurança e saúde no trabalho, a empresa aposta ainda na formação e no envolvimento dos colaboradores, consciencializando-os a adoptarem comportamentos apropriados nesta área. FORMAÇÃO A CIC, SA não se demite do seu compromisso de sustentabilidade social, sobretudo quando está em causa o apoio ou a colaboração com instituições cujo objectivo máximo é cuidar do futuro, e por isso mesmo tem como objectivo qualificar os seus recursos humanos, de modo a que estes fiquem com competências fundamentais para o bom funcionamento desta. Assume assim extrema importância a formação profissional como veículo de desenvolvimento das competências, que contribuem para o bom desempenho e competitividade da empresa.

4 Neste sentido e com vista à preparação dos futuros colaboradores, a CIC, SA implementou um Plano de Formação que proporcionou a aquisição de conhecimentos e técnicas necessárias ao bom desempenho das suas funções. O Plano elaborado teve como objectivo abarcar áreas, procurando abranger os diversos níveis do saber: Sensibilização para a Qualidade; Qualidade e Produtividade; Higiene e Segurança no Trabalho; Segurança na Condução de Empilhadores; Primeiros Socorros; Trabalho em Equipa; Comunicação e Relação Interpessoal; Aprovisionamentos e Logística; Extracção e Transporte de Argila; Preparação e Extracção; Secagem e Cozedura em Forno; Descarga e Paletização; Sistema de Queima de Combustíveis; Funcionamento de Sistemas; Oficina Electromecânica; Os benefícios da formação intra-empresa para a CIC, SA são os seguintes: Itinerários pedagógicos e formativos ajustados à realidade da empresa; Garantia de transferência de conhecimentos adquiridos na formação para o posto de trabalho e a resolução de problemáticas específicas da empresa; Elaboração de planos de melhoria e de acompanhamento de resultados; Apoio personalizado no desenvolvimento dos projectos da empresa; Disponibilidade de profissionais altamente qualificados e de reconhecido prestígio; Confidencialidade; Maior flexibilização de datas, horários, duração e local.

5 E PORQUÊ O TIJOLO CERÂMICO?! Durabilidade Eficiência Energética Segurança Isolamento Térmico Isolamento Acústico Conforto Fácil Manuseamento Muito Leve O nosso Preço

6 TIJOLO 7 30 x 20 x 07 PALETE INTEIRA 360 TIJOLOS ½ PALETES 180 TIJOLOS CARGA COM TRAILLER 12m TIJOLOS EN 771-1:2003 TOLERÂNCIAS ADICIONAIS CLASSE T1 AMPLITUDE MÉDIA (±0.4 d) (1) CLASS. SEGUNDO EN GRUPO 3 (USO NÃO ESTRUTURAL) ABSORÇÃO DE ÁGUA (%) 6,00 (±2) (2) RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO MÉDIA 5.2 N/mm 2 CATEGORIA II ORIENTAÇÃO ESFORÇO COMPRESSÃO AO LEITO REGULARIZAÇÃO DA SUPERFÍCIE RETIFICAÇÃO REENTRÂNCIAS DESTINADAS A PREENCHIMENTO C/ ARGAMASSA SIM PERCENTAGEM DE FURAÇÕES (%) MASSA VOLÚMICA APARENTE SECA Kg/m 3 E EN 771-1:2003/A1:2005 (NP EN 771-1:2012) Tijolos cerâmicos de enchimento de furação horizontal com estrias de reboco, categoria II, tipo LD (Low Density - baixa densidade), para paredes de alvenaria protegida não resistentes, sujeiras a exposição passiva, com requisitos acústicos e de resitência ao fogo. (1) d=dimensão de fabrico (2) não deixar exposto, destina-se a ser revestido (3) desempenho não determinado REAL SECA 765 Kg/m 3 TOLERÂNCIA D2 TEOR DE SAIS SOLÚVEIS ACTIVOS CATEGORIA S0 (3) REAÇÃO AO FOGO CATEGORIA A1 RESISTÊNCIA AO GELO/DEGELO CATEGORIA F0

7 TIJOLO 9 30 x 20 x 09 PALETE INTEIRA 288 TIJOLOS ½ PALETES 144 TIJOLOS CARGA COM TRAILLER 12m TIJOLOS EN 771-1:2003 TOLERÂNCIAS ADICIONAIS CLASSE T1 AMPLITUDE MÉDIA (±0.4 d) (1) CLASS. SEGUNDO EN GRUPO 3 (USO NÃO ESTRUTURAL) ABSORÇÃO DE ÁGUA (%) 6,00 (±2) (2) RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO MÉDIA 5.2 N/mm 2 CATEGORIA II ORIENTAÇÃO ESFORÇO COMPRESSÃO AO LEITO REGULARIZAÇÃO DA SUPERFÍCIE RETIFICAÇÃO REENTRÂNCIAS DESTINADAS A PREENCHIMENTO C/ ARGAMASSA SIM PERCENTAGEM DE FURAÇÕES (%) MASSA VOLÚMICA APARENTE SECA Kg/m3 REAL SECA 630 Kg/m3 TOLERÂNCIA D2 E EN 771-1:2003/A1:2005 (NP EN 771-1:2012) Tijolos cerâmicos de enchimento de furação horizontal com estrias de reboco, categoria II, tipo LD (Low Density - baixa densidade), para paredes de alvenaria protegida não resistentes, sujeiras a exposição passiva, com requisitos acústicos e de resitência ao fogo. (1) d=dimensão de fabrico (2) não deixar exposto, destina-se a ser revestido (3) desempenho não determinado TEOR DE SAIS SOLÚVEIS ACTIVOS CATEGORIA S0 (3) REAÇÃO AO FOGO CATEGORIA A1 RESISTÊNCIA AO GELO/DEGELO CATEGORIA F0

8 TIJOLO x 20 x 11 PALETE INTEIRA 252 TIJOLOS ½ PALETES 126 TIJOLOS CARGA COM TRAILLER 12m TIJOLOS EN 771-1:2003 TOLERÂNCIAS ADICIONAIS CLASSE T1 AMPLITUDE MÉDIA (±0.4 d) (1) CLASS. SEGUNDO EN GRUPO 3 (USO NÃO ESTRUTURAL) ABSORÇÃO DE ÁGUA (%) 6,00 (±2) (2) RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO MÉDIA 5.2 N/mm 2 CATEGORIA II ORIENTAÇÃO ESFORÇO COMPRESSÃO AO LEITO REGULARIZAÇÃO DA SUPERFÍCIE RETIFICAÇÃO REENTRÂNCIAS DESTINADAS A PREENCHIMENTO C/ ARGAMASSA SIM PERCENTAGEM DE FURAÇÕES (%) MASSA VOLÚMICA APARENTE SECA Kg/m 3 E EN 771-1:2003/A1:2005 (NP EN 771-1:2012) Tijolos cerâmicos de enchimento de furação horizontal com estrias de reboco, categoria II, tipo LD (Low Density - baixa densidade), para paredes de alvenaria protegida não resistentes, sujeiras a exposição passiva, com requisitos acústicos e de resitência ao fogo. (1) d=dimensão de fabrico (2) não deixar exposto, destina-se a ser revestido (3) desempenho não determinado REAL SECA 630 Kg/m 3 TOLERÂNCIA D2 TEOR DE SAIS SOLÚVEIS ACTIVOS CATEGORIA S0 (3) REAÇÃO AO FOGO CATEGORIA A1 RESISTÊNCIA AO GELO/DEGELO CATEGORIA F0

9 TIJOLO x 20 x 15 PALETE INTEIRA 180 TIJOLOS ½ PALETES 90 TIJOLOS CARGA COM TRAILLER 12m TIJOLOS EN 771-1:2003 TOLERÂNCIAS ADICIONAIS CLASSE T1 AMPLITUDE MÉDIA (±0.4 d) (1) CLASS. SEGUNDO EN GRUPO 3 (USO NÃO ESTRUTURAL) ABSORÇÃO DE ÁGUA (%) 6,00 (±2) (2) RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO MÉDIA 5.2 N/mm 2 CATEGORIA II ORIENTAÇÃO ESFORÇO COMPRESSÃO AO LEITO REGULARIZAÇÃO DA SUPERFÍCIE RETIFICAÇÃO REENTRÂNCIAS DESTINADAS A PREENCHIMENTO C/ ARGAMASSA SIM PERCENTAGEM DE FURAÇÕES (%) MASSA VOLÚMICA APARENTE SECA Kg/m 3 E EN 771-1:2003/A1:2005 (NP EN 771-1:2012) Tijolos cerâmicos de enchimento de furação horizontal com estrias de reboco, categoria II, tipo LD (Low Density - baixa densidade), para paredes de alvenaria protegida não resistentes, sujeiras a exposição passiva, com requisitos acústicos e de resitência ao fogo. (1) d=dimensão de fabrico (2) não deixar exposto, destina-se a ser revestido (3) desempenho não determinado REAL SECA 630 Kg/m 3 TOLERÂNCIA D2 TEOR DE SAIS SOLÚVEIS ACTIVOS CATEGORIA S0 (3) REAÇÃO AO FOGO CATEGORIA A1 RESISTÊNCIA AO GELO/DEGELO CATEGORIA F0

10 TIJOLO x 20 x 20 PALETE INTEIRA 144 TIJOLOS ½ PALETES 72 TIJOLOS CARGA COM TRAILLER 12m TIJOLOS EN 771-1:2003 TOLERÂNCIAS ADICIONAIS CLASSE T1 AMPLITUDE MÉDIA (±0.4 d) (1) CLASS. SEGUNDO EN GRUPO 3 (USO NÃO ESTRUTURAL) ABSORÇÃO DE ÁGUA (%) 6,00 (±2) (2) RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO MÉDIA 3.5 N/mm 2 CATEGORIA II ORIENTAÇÃO ESFORÇO COMPRESSÃO AO LEITO REGULARIZAÇÃO DA SUPERFÍCIE RETIFICAÇÃO REENTRÂNCIAS DESTINADAS A PREENCHIMENTO C/ ARGAMASSA SIM PERCENTAGEM DE FURAÇÕES (%) MASSA VOLÚMICA APARENTE SECA Kg/m 3 E EN 771-1:2003/A1:2005 (NP EN 771-1:2012) Tijolos cerâmicos de enchimento de furação horizontal com estrias de reboco, categoria II, tipo LD (Low Density - baixa densidade), para paredes de alvenaria protegida não resistentes, sujeiras a exposição passiva, com requisitos acústicos e de resitência ao fogo. (1) d=dimensão de fabrico (2) não deixar exposto, destina-se a ser revestido (3) desempenho não determinado REAL SECA 630 Kg/m 3 TOLERÂNCIA D2 TEOR DE SAIS SOLÚVEIS ACTIVOS CATEGORIA S0 (3) REAÇÃO AO FOGO CATEGORIA A1 RESISTÊNCIA AO GELO/DEGELO CATEGORIA F0

11 TABELA GERAL DE PREÇOS DESIGNAÇÃO QTD. (UNID.)/ PALETE PESO / TIJOLO PESO / KG PESO / PALETE PREÇO AKZ TIJOLO 7 30 X 20 X ,03 KG 545 KG 65,00 AKZ TIJOLO 9 30 X 20 X ,76 KG 541 KG 65,00 AKZ TIJOLO X 20 X ,61 KG 581 KG 67,00 AKZ TIJOLO X 20 X ,06 KG 545 KG 75,00 AKZ TIJOLO X 20 X ,33 KG 600 KG 100,00 AKZ PALETE DE MADEIRA 120 X 90 TRAILLER 12M: 52 PALETES TRAILER 13M: 56 PALETES CONTENTOR 40`: 60 PALETES 1.600,00 AKZ (CAUÇÃO) NOTAS Imposto Sobre o Consumo (IPC) incluido no preço; Quebras e Produtos Não Conformes 1%; Peso Indicativo por Embalagem - Base: Produto Cozido Seco ± 5%; A Cerâmica C.I.C., SA reserva-se o direito de alterar, sem necessidade de aviso prévio, a Tabela de Preços, Condições Comerciais e Especificações dos Produtos. APOIO AO CLIENTE: HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 2ª A 5ª FEIRA das 7:30h às 12:30h e 13:30h às 17:30h 6ª FEIRA 7:30h às 12:30h e 13:30h às 16:30h SÁBADO 7:30h às 12:30h DESCANSO SEMANAL: Domingo E: E: Estrada Luanda/Catete Km49 Município de Icolo e Bengo Província de Luanda - República de Angola

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