Segurança e saúde no trabalho

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Segurança e saúde no trabalho"

Transcrição

1 Segurança e saúde no trabalho A empresa tem a responsabilidade legal de assegurar que os trabalhadores prestam trabalho em condições que respeitem a sua segurança e a sua saúde. A empresa está obrigada a assegurar ao trabalhador condições de segurança e de saúde em todos os aspectos do seu trabalho. A sua actuação deve sempre pautar-se pela prevenção, de forma a evitar os acidentes de trabalho e as doenças profissionais, bem como incidentes que envolvam os trabalhadores e demais utilizadores do espaço laboral. Para aplicar as medidas de prevenção a que está obrigada, a empresa tem de ter um serviço de segurança e saúde no trabalho. Obrigações da empresa em matéria de segurança e saúde Actuação da empresa neste campo terá sempre de ser de acordo com os seguintes princípios gerais de prevenção: - identificação dos riscos previsíveis em todas as actividades da empresa, estabelecimento ou serviço, na concepção ou construção de instalações, de locais e processos de trabalho, assim como na selecção de equipamentos, substâncias e produtos, com vista à eliminação dos mesmos ou, quando esta seja inviável, à redução dos seus efeitos; - integração da avaliação dos riscos para a segurança e a saúde do trabalhador no conjunto das actividades da empresa, estabelecimento ou serviço, devendo adoptar as medidas adequadas de protecção; - combate aos riscos na origem, por forma a eliminar ou reduzir a exposição e aumentar os níveis de protecção; - assegurar, nos locais de trabalho, que as exposições aos agentes químicos, físicos e biológicos e aos factores de risco psicossociais não constituem risco para a segurança e saúde do trabalhador; - adaptação do trabalho ao homem, especialmente no que se refere à concepção dos postos de trabalho, à escolha de equipamentos de trabalho e aos métodos de trabalho e produção, com vista a, nomeadamente, atenuar o trabalho monótono e o trabalho repetitivo e reduzir os riscos psicossociais; - adaptação ao estado de evolução da técnica, bem como a novas formas de organização do trabalho; - substituição do que é perigoso pelo que é isento de perigo ou menos perigoso; - priorização das medidas de protecção colectiva em relação às medidas de protecção individual; 1

2 - elaboração e divulgação de instruções compreensíveis e adequadas à actividade desenvolvida pelo trabalhador. Assim, a empresa está obrigada a efectuar avaliações dos riscos associados às várias fases do processo produtivo, incluindo as actividades preparatórias, de manutenção e reparação, de modo a obter como resultado níveis eficazes de protecção da segurança e saúde do trabalhador. Em função dos resultados destas avaliações, terá então de tomar as respectivas medidas de prevenção. Na aplicação das medidas de prevenção, o empregador deve organizar os serviços de segurança e saúde adequados à empresa, estabelecimento ou serviço, mobilizando os meios necessários, nomeadamente nos domínios das actividades técnicas de prevenção, da formação e da informação, bem como o equipamento de protecção que se torne necessário utilizar. Se a avaliação de riscos detectar a existência de agentes ou factores que possam ter efeitos prejudiciais para o património genético dos trabalhadores, terá ainda de identificar os trabalhadores expostos e aqueles que, sendo particularmente sensíveis, podem necessitar de medidas de protecção especial. Existindo riscos susceptíveis de produzirem efeitos prejudiciais nos trabalhadores, passa a ser obrigatória a realização trimestral da avaliação de riscos. O incumprimento destas regras implica a prática de uma contra-ordenação laboral muito grave. Todos os encargos com a organização e o funcionamento do serviço de segurança e de saúde no trabalho e demais medidas de prevenção, incluindo exames, avaliações de exposições, testes e outras acções dos riscos profissionais e vigilância da saúde, são da responsabilidade da empresa, não podendo esta impor aos trabalhadores quaisquer encargos financeiros. Além destas obrigações de cariz genérico, a legislação aplicável define ainda obrigações específicas nesta matéria que a empresa tem de cumprir. Assim, a empresa está sempre obrigada a disponibilizar informação actualizada aos trabalhadores e aos seus representantes para a segurança e saúde no trabalho sobre: - as substâncias e preparações químicas perigosas, os equipamentos de trabalho e os materiais ou matérias-primas presentes nos locais de trabalho que possam representar perigo de agressão ao património genético; - os resultados da avaliação dos riscos; - a identificação dos trabalhadores expostos. Esta informação tem de ser colocada à disposição do médico do trabalho e também tem de ser partilhada com os trabalhadores independentes e com as empresas que, nas mesmas instalações, desenvolvam actividades em simultâneo. Se incumprir estas regras, a empresa pratica uma contra-ordenação laboral grave. Se várias empresas, estabelecimentos ou serviços desenvolverem, simultaneamente, actividades com os seus trabalhadores no mesmo local de 2

3 trabalho, aquelas devem cooperar no sentido de fomentar a segurança e a saúde dos trabalhadores. Neste caso, não obstante a responsabilidade de cada empresa, devem assegurar a segurança e a saúde quanto a todos os trabalhadores, as seguintes entidades: - a empresa utilizadora, no caso de trabalhadores em regime de trabalho temporário; - a empresa cessionária, no caso de trabalhadores em regime de cedência ocasional; - a empresa em cujas instalações outros trabalhadores prestam serviço ao abrigo de contratos de prestação de serviços; - a empresa adjudicatária da obra ou do serviço, para o que terá de assegurar a coordenação dos demais empregadores através da organização das actividades de segurança e saúde no trabalho. A empresa utilizadora ou adjudicatária da obra ou do serviço terá de assegurar que o exercício sucessivo de actividades por terceiros nas suas instalações ou que os equipamentos utilizados não constituem um risco para a segurança e saúde dos seus trabalhadores ou dos trabalhadores temporários, cedidos ocasionalmente ou de trabalhadores ao serviço de empresas prestadoras de serviços. As empresas que não respeitarem estas regras praticam uma contra-ordenação laboral muito grave. Os montantes das coimas das contra-ordenações laborais muito graves resultantes da violação de normas sobre segurança e saúde no trabalho são elevados para o dobro. Consultas obrigatórias aos trabalhadores A empresa está obrigada a consultar por escrito, pelo menos, duas vezes por ano, os representantes dos trabalhadores para a segurança e saúde ou, na sua falta, os próprios trabalhadores, sobre determinadas matérias relativas à segurança, com vista à obtenção do seu parecer. Caso não o faça, a empresa pratica uma contra-ordenação laboral muito grave. As matérias que devem ser objecto de parecer são: - a avaliação dos riscos para a segurança e a saúde no trabalho, incluindo os respeitantes aos grupos de trabalhadores sujeitos a riscos especiais; - as medidas de segurança e saúde antes de serem postas em prática ou, logo que possível, em caso de aplicação urgente das mesmas; - as medidas que, pelo seu impacte nas tecnologias e nas funções, tenham repercussão sobre a segurança e saúde no trabalho; - o programa e a organização da formação no domínio da segurança e saúde no trabalho; 3

4 - a designação do representante do empregador que acompanha a actividade da modalidade de serviço adoptada; - a designação e a exoneração dos trabalhadores que desempenham funções específicas nos domínios da segurança e saúde no local de trabalho; - a designação dos trabalhadores responsáveis pela aplicação das medidas em matéria de primeiros socorros, de combate a incêndios e de evacuação; - a modalidade de serviços a adoptar, bem como o recurso a serviços exteriores à empresa ou a técnicos qualificados para assegurar a realização de todas ou parte das actividades de segurança e de saúde no trabalho; - os equipamentos de protecção que sejam necessários; - os riscos para a segurança e saúde, bem como as medidas de protecção e de prevenção e a forma como se aplicam, quer em relação à actividade desenvolvida quer em relação à empresa, estabelecimento ou serviço; - a lista anual e respectivos relatórios dos acidentes de trabalho mortais e dos que ocasionem incapacidade para o trabalho superior a três dias úteis, elaborada até ao final de Março do ano subsequente; Estas consultas, respectivas respostas e eventuais propostas terão de estar registadas em livro próprio organizado pela empresa. Caso não o faça, a empresa pratica uma contra-ordenação laboral leve. Informações obrigatórias aos trabalhadores A empresa é responsável por fornecer informação actualizada aos trabalhadores e aos seus representantes sobre: - os riscos para a segurança e saúde, bem como as medidas de protecção e de prevenção e a forma como se aplicam; - as medidas e as instruções a adoptar em caso de perigo grave e iminente; - as medidas de primeiros socorros, de combate a incêndios e de evacuação dos trabalhadores em caso de sinistro, bem como os trabalhadores ou serviços encarregues de as pôr em prática. Estas informações devem ser sempre disponibilizadas pela empresa ao trabalhador quando este é admitido, mude de posto de trabalho ou de funções, sejam introduzidos novos equipamentos de trabalho ou alterados os existentes, quando é adoptada uma nova tecnologia, ou existam actividades que envolvam trabalhadores de diversas empresas. Se a empresa não fornecer estas informações, está a praticar uma contraordenação muito grave. 4

5 Formação dos trabalhadores A empresa está ainda obrigada a fornecer aos trabalhadores formação adequada no domínio da segurança e saúde no trabalho, tendo em atenção o posto de trabalho e o exercício de actividades de risco elevado. Por outro lado, terá ainda de assegurar a formação permanente aos trabalhadores designados para se ocuparem de todas ou algumas das actividades de segurança e de saúde no trabalho. Esta formação deve ser assegurada de modo a que não possa resultar prejuízo para os mesmos. A violação desta obrigação constitui contra-ordenação laboral grave. Obrigação da empresa para com os representantes dos trabalhadores Os representantes dos trabalhadores para a segurança e saúde no trabalho, que são eleitos pelos próprios trabalhadores, dispõem, para o exercício das suas funções, de um crédito de cinco horas por mês. O número de representantes que a empresa tem de aceitar é o que estiver previsto em instrumento de regulamentação colectiva aplicável à empresa. No caso de não ser aplicável nenhum, o seu número varia consoante o número de trabalhadores na empresa: - empresas com menos de 61 trabalhadores - um representante; - empresas de 61 a 150 trabalhadores - dois representantes; - empresas de 151 a 300 trabalhadores - três representantes; - empresas de 301 a 500 trabalhadores - quatro representantes; - empresas de 501 a 1000 trabalhadores - cinco representantes; - empresas de 1001 a 1500 trabalhadores - seis representantes; - empresas com mais de 1500 trabalhadores - sete representantes. Sob pena de praticar uma contra-ordenação grave, a empresa terá de garantir formação permanente e condições aos representantes dos trabalhadores para a segurança e saúde no trabalho. A empresa terá também de disponibilizar aos representantes dos trabalhadores instalações adequadas, bem como os meios materiais e técnicos necessários ao desempenho das suas funções. 5

6 Estes representantes têm igualmente direito a distribuir informação relativa à segurança e à saúde no trabalho, bem como à sua afixação em local adequado destinado para esse efeito. O órgão de gestão da empresa está obrigado a reunir, pelo menos uma vez por mês, com representantes dos trabalhadores para discussão e análise dos assuntos relacionados com a segurança e a saúde no trabalho. Desta reunião terá de ser lavrada acta que terá de ser assinada por todos os presentes. A violação destas regras implica para a empresa a prática de uma contraordenação laboral grave. Obrigação da empresa ter um serviço de segurança e saúde no trabalho Para aplicar as medidas de prevenção a que está obrigada, a empresa tem de ter um serviço de segurança e saúde no trabalho. Como o seu nome indica, este serviço tem duas componentes distintas: - a segurança dos trabalhadores no local de trabalho, nomeadamente através do planeamento da prevenção, da realização da avaliação de riscos, na elaboração do plano de emergência ou da supervisão do aprovisionamento e da validade dos equipamentos de protecção individual (EPI) dos trabalhadores, tais como luvas, máscaras, botas, etc., que é da responsabilidade de técnicos superiores ou de técnicos de segurança e higiene no trabalho; - a saúde dos trabalhadores, nomeadamente através da realização de exames de vigilância da saúde, na participação obrigatória em caso de acidente de trabalho ou doença profissional e elaboração dos respectivos relatórios, que é da responsabilidade de médicos com a especialidade de medicina do trabalho, que podem ser coadjuvados por enfermeiros. O incumprimento desta obrigação constitui uma contra-ordenação laboral muito grave, e se a conduta da empresa tiver contribuído para originar uma situação de perigo, esta incorre ainda em responsabilidade civil. O serviço de segurança e saúde no trabalho pode ter três modalidades distintas: serviço interno, serviço comum e serviço externo. As empresas com mais do que um estabelecimento, podem optar por diferentes modalidades de organização deste serviço, e as actividades de segurança podem ser organizadas separadamente das da saúde. Após escolher uma das três modalidades referidas, nos 30 dias seguintes, a empresa está obrigada a notificar a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) da sua escolha. Esta notificação também é obrigatória quando a empresa alterar a modalidade eleita. 6

7 Caso não efectue esta notificação, a empresa comete uma contra-ordenação laboral leve. Modalidades de serviço de segurança e saúde no trabalho O serviço de segurança e saúde no trabalho pode seguir a modalidade de serviço interno, de serviço comum e de serviço externo. Serviço interno A modalidade de serviço interno de segurança e saúde no trabalho implica que a empresa tem um serviço próprio, integrado na estrutura da empresa, na sua dependência, exclusivamente dedicado aos seus trabalhadores. É ainda considerado como serviço interno o serviço prestado por uma empresa a outras empresas do grupo desde que aquela e estas pertençam a sociedades que se encontrem em relação de domínio ou de grupo. As características do serviço interno variam consoante o número de trabalhadores da empresa e a actividade exercida. A lei exige a adopção da modalidade de serviço interno de segurança e saúde no trabalho nos seguintes casos: - no estabelecimento ou conjunto de estabelecimentos que desenvolvam actividades de risco elevado, a que estejam expostos pelo menos 30 trabalhadores - para este efeito, são consideradas como sendo actividades de risco elevado: trabalhos em obras de construção, escavação, movimentação de terras, de túneis, com riscos de quedas de altura ou de soterramento, demolições e intervenção em ferrovias e rodovias sem interrupção de tráfego; actividades de indústrias extractivas; trabalho hiperbárico; actividades que envolvam a utilização ou armazenagem de produtos químicos perigosos susceptíveis de provocar acidentes graves; fabrico, transporte e utilização de explosivos e pirotecnia; actividades de indústria siderúrgica e construção naval; actividades que envolvam contacto com correntes eléctricas de média e alta tensões; produção e transporte de gases comprimidos, liquefeitos ou dissolvidos ou a utilização significativa dos mesmos; actividades que impliquem a exposição a radiações ionizantes; actividades que impliquem a exposição a agentes cancerígenos, mutagénicos ou tóxicos para a reprodução; actividades que impliquem a exposição a agentes biológicos (grupo 3 ou 4); trabalhos que envolvam exposição a sílica. 7

8 - no seu estabelecimento a empresa tenha pelo 400 trabalhadores ou mais trabalhadores; - no conjunto de estabelecimentos da empresa distanciados até 50 km daquele que ocupa maior número de trabalhadores e que, com este, tenham 400 trabalhadores ou mais trabalhadores. Neste dois últimos casos, a empresa pode pedir a dispensa da modalidade de serviço interno à Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) ou à Direcção- Geral de Saúde (DGS), consoante a dispensa se refira ao domínio da segurança ou da saúde, desde que no seu estabelecimento: - não sejam exercidas actividades de risco elevado; - apresente taxas de incidência e de gravidade de acidentes de trabalho, nos dois últimos anos, não superiores à média do respectivo sector; - não existam registos de doenças profissionais contraídas ao serviço da empresa ou para as quais tenham contribuído directa e decisivamente as condições de trabalho da empresa; - a empresa não tenha sido punida por infracções muito graves respeitantes à violação da legislação de segurança e saúde no trabalho praticadas no mesmo estabelecimento nos últimos dois anos; - sejam respeitados os valores limite de exposição a substâncias ou factores de risco (requisito verificado pela análise dos relatórios de avaliação de risco a apresentar pela empresa ou através de vistoria). A violação destas regras implica para a empresa a prática de uma contraordenação laboral muito grave. A segurança no trabalho também pode ser realizada pelo empregador ou por trabalhador designado. Esta situação pode ocorrer se a empresa tiver estabelecimentos com poucos trabalhadores, ou mais concretamente estabelecimento ou conjunto de estabelecimentos distanciados até 50 km do de maior dimensão que empregue no máximo nove trabalhadores e cuja actividade não seja de risco elevado as actividades de segurança no trabalho. Neste caso, o empregador pode pedir uma autorização à ACT para exercer directamente ele próprio as actividades de segurança no trabalho, desde que possua formação adequada e permaneça habitualmente nos estabelecimentos. Nesta situação, o empregador pode designar um ou mais trabalhadores para se ocuparem de todas ou algumas das actividades de segurança no trabalho, desde que possuam formação adequada e disponham do tempo e dos meios necessários. Estes trabalhadores não podem ser prejudicados por se encontrarem no exercício daquelas actividades. O exercício de actividades de segurança no trabalho sem autorização da ACT constitui uma contra-ordenação laboral muito grave. 8

9 Serviço comum A modalidade de serviço comum de segurança e saúde no trabalho implica que várias empresas ou estabelecimentos pertencentes a sociedades que não se encontrem em relação de grupo realizem um acordo escrito através do qual utilizam um serviço de segurança e/ou de saúde no trabalho dedicado exclusivamente aos seus trabalhadores. Esta modalidade tem de ser autorizada pela ACT. Desta forma, o serviço comum não pode prestar serviços a outras empresas que não façam parte do acordo escrito. A utilização de serviço comum não isenta a empresa da responsabilidade específica em matéria de segurança e de saúde que a lei lhe atribui. Se não respeitarem estas regras, cada empresa abrangida pelos serviços comuns pratica uma contra-ordenação muito grave. Adoptando o serviço comum, a empresa terá de designar em cada estabelecimento ou conjunto de estabelecimentos distanciados até 50 km daquele que ocupa maior número de trabalhadores e com limite total de 400 trabalhadores um trabalhador com formação adequada (que permita a aquisição de competências básicas em matéria de segurança, saúde, ergonomia, ambiente e organização do trabalho, que seja validada pelo serviço com competência para a promoção da segurança e saúde no trabalho do ministério responsável pela área laboral ou inserida em sistema educativo, no Sistema Nacional de Qualificações ou ainda promovida por entidades da Administração Pública com responsabilidade no desenvolvimento de formação profissional), que a represente para acompanhar e coadjuvar a execução das actividades de prevenção. A não designação do trabalhador responsável constitui contra-ordenação laboral grave. Serviço externo Serviço externo é aquele que é desenvolvido por entidades que, mediante a celebração de um contrato escrito de prestação de serviços com a empresa, desenvolvem actividades de segurança ou de saúde no trabalho, desde que não seja serviço comum. A empresa, antes de contratar uma entidade para serviço externo, deve assegurar-se que esta se encontra autorizada pela ACT para prestar este tipo de serviços, uma vez que, se aquela actuar de forma ilícita, a própria empresa é responsável solidária pelo pagamento da coima. Os serviços externos podem ser de quatro tipos: - associativos - prestados por associações com personalidade jurídica sem fins lucrativos, cujo fim estatutário compreenda, expressamente, a prestação de serviço de segurança e de saúde no trabalho; - cooperativos - prestados por cooperativas cujo objecto estatutário compreenda, expressamente, a actividade de segurança de saúde no trabalho; 9

10 - privados - prestados por sociedades de cujo pacto social conste, expressamente, o exercício de actividades de segurança e de saúde no trabalho, ou por pessoa individual detentora de qualificações legais adequadas; - convencionados - prestados por qualquer entidade da administração pública central, regional ou local, instituto público ou instituição integrada no Serviço Nacional de Saúde. Adoptando o serviço externo, a empresa terá de designar em cada estabelecimento ou conjunto de estabelecimentos distanciados até 50 km daquele que ocupa maior número de trabalhadores e com limite total de 400 trabalhadores um trabalhador com formação adequada (que permita a aquisição de competências básicas em matéria de segurança, saúde, ergonomia, ambiente e organização do trabalho, que seja validada pelo serviço com competência para a promoção da segurança e saúde no trabalho do ministério responsável pela área laboral ou inserida em sistema educativo, no Sistema Nacional de Qualificações ou ainda promovida por entidades da Administração Pública com responsabilidade no desenvolvimento de formação profissional), que a represente para acompanhar e coadjuvar a execução das actividades de prevenção. A não designação do trabalhador responsável constitui contra-ordenação laboral grave. A utilização de serviço externo não isenta a empresa da responsabilidade específica em matéria de segurança e de saúde que a lei lhe atribui Documentos da responsabilidade do serviço de serviço de segurança e saúde no trabalho O serviço de segurança e de saúde no trabalho está legalmente obrigado a manter actualizados, para efeitos de consulta, os seguintes documentos: - resultados das avaliações de riscos profissionais; - lista de acidentes de trabalho que tenham ocasionado ausência por incapacidade para o trabalho, bem como acidentes ou incidentes que assumam particular gravidade na perspectiva da segurança no trabalho; - relatórios sobre acidentes de trabalho que originem ausência por incapacidade para o trabalho ou que revelem indícios de particular gravidade na perspectiva da segurança no trabalho; - lista das situações de baixa por doença e do número de dias de ausência ao trabalho, a ser remetida pelo serviço de pessoal e, no caso de doenças profissionais, a relação das doenças participadas; - lista das medidas, propostas ou recomendações formuladas pelo serviço de segurança e de saúde no trabalho. 10

11 Estes documentos devem ser mantidos pela empresa durante de cinco anos, período durante a ACT poderá exigir a sua consulta. Se a empresa não cumprir estas regras, está a praticar uma contra-ordenação laboral grave. Serviços de segurança no trabalho As actividades técnicas de segurança no trabalho são exercidas por técnicos superiores ou técnicos de segurança e higiene no trabalho, certificados pela ACT. Estes profissionais exercem as respectivas actividades com autonomia técnica. A lei impõe que seja afectado um determinado número mínimo de técnicos superiores ou técnicos às actividades de segurança no trabalho por estabelecimento. Este número varia consoante a natureza do estabelecimento: - em estabelecimento industrial - até 50 trabalhadores, um técnico, e, acima de 50, dois técnicos, por cada trabalhadores abrangidos ou fracção, sendo pelo menos um deles técnico superior; - nos restantes estabelecimentos - até 50 trabalhadores, um técnico, e, acima de 50 trabalhadores, dois técnicos, por cada trabalhadores abrangidos ou fracção, sendo pelo menos um deles técnico superior. O ACT pode, independentemente do número de trabalhadores, sempre que a natureza ou a gravidade dos riscos profissionais, bem como os indicadores de sinistralidade assim o justificarem, determinar uma duração mais alargada da actividade dos serviços de segurança no estabelecimento. Se a empresa violar estas regras pratica uma contra-ordenação laboral grave. Criação de um plano de emergência Independentemente da modalidade de serviço de serviço de segurança e saúde no trabalho que a empresa opte, esta está legalmente obrigada a estabelecer um plano de emergência, prevendo as medidas que devem ser adoptadas em matéria de primeiros socorros, de combate a incêndios e de evacuação, identificando ainda os seus trabalhadores que são responsáveis pela aplicação desse mesmo plano. Desta forma, terá de existir uma estrutura interna na empresa que em caso de necessidade assegure aquelas actividades de primeiros socorros, de combate a incêndios e de evacuação de instalações. 11

12 Neste âmbito, a empresa tem ainda de assegurar os contactos necessários com as entidades externas competentes para realizar aquelas operações e as de emergência médica. O incumprimento desta obrigação constitui uma contra-ordenação laboral muito grave, e se a conduta da empresa tiver contribuído para originar uma situação de perigo, esta incorre ainda em responsabilidade civil. Serviço de saúde Os serviços de saúde no trabalho apenas podem ser prestados por médicos com especialidade de medicina do trabalho reconhecida pela Ordem dos Médicos ou, em situações excepcionais, médicos reconhecidos pela Direcção-Geral de Saúde para actuarem como tal. A lei impõe uma garantia mínima de funcionamento do serviço de saúde no trabalho, ou seja um número mínimo de horas que o médico deve dedicar aos trabalhadores do estabelecimento. Este número varia consoante a natureza do estabelecimento: - em estabelecimento industrial ou estabelecimento de outra natureza com risco elevado, pelo menos uma hora por mês por cada grupo de 10 trabalhadores ou fracção; - nos restantes estabelecimentos, pelo menos uma hora por mês por cada grupo de 20 trabalhadores ou fracção. O médico do trabalho não pode assegurar a vigilância da saúde de um número de trabalhadores a que correspondam mais de 150 horas de actividade por mês. Nas empresas com mais de 250 trabalhadores, tem ainda de haver um enfermeiro com experiência adequada para coadjuvar o médico do trabalho. A violação destas regras constitui contra-ordenação grave. Serviço de saúde nas micro-empresas As actividades de saúde podem ser organizadas separadamente das da segurança. Assim, no caso das microempresas - empresas que empreguem menos de 10 trabalhadores -, a promoção e vigilância da saúde podem ser asseguradas através das unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS), desde que os seus trabalhadores não exerçam actividade de risco elevado, tais como, trabalhos em obras de construção, escavação, movimentação de terras, com riscos de quedas de 12

13 altura ou de soterramento, demolições e intervenção em ferrovias e rodovias sem interrupção de tráfego ou fabrico, transporte e utilização de explosivos e pirotecnia. A empresa terá de provar estes factos e de pagar os respectivos encargos ao SNS. Vigilância da saúde dos trabalhadores A empresa está obrigada a promover exames de saúde aos seus trabalhadores, a realizar por médico com a especialidade de medicina do trabalho: - quando admite um trabalhador - antes do início da prestação de trabalho ou, se a urgência da admissão o justificar, nos 15 dias seguintes; - anualmente, em relação aos trabalhadores com idade superior a 50 anos; - de dois em dois anos para os trabalhadores com 50 ou menos anos; - ocasionalmente, sempre que ocorram alterações substanciais nos componentes materiais de trabalho que possam ter repercussão nociva na saúde do trabalhador, bem como no caso de regresso ao trabalho depois de uma ausência superior a 30 dias por motivo de doença ou acidente. A periodização destes exames pode ser aumentada ou reduzida pelo médico do trabalho, face ao estado de saúde do trabalhador e aos resultados da prevenção dos riscos profissionais na empresa. O incumprimento destas regras por parte da empresa implica a prática de uma contra-ordenação laboral grave. Sempre que a repercussão do trabalho e das condições em que o mesmo é prestado se revelar nociva para a saúde do trabalhador, o médico do trabalho deve comunicar tal facto ao responsável pelo serviço de segurança e saúde no trabalho. Em relação aos trabalhadores cuja avaliação de riscos revele a existência de riscos para o património genético, a empresa terá de assegurar a realização de exames de saúde, antes da primeira exposição àqueles riscos, sob pena de cometer uma contra-ordenação laboral grave. O médico do trabalho comunicará à empresa o resultado da vigilância da saúde com interesse para a prevenção de riscos. Tendo em conta esta informação, a empresa terá de repetir a avaliação dos riscos, adoptar eventuais medidas individuais de protecção ou de prevenção, promover a vigilância prolongada da saúde do trabalhador. Terá também de assegurar que os trabalhadores que tenham estado exposto a agentes ou factores de risco para o património genético, exames de saúde incluindo, se necessário, a realização de exames complementares. A empresa está obrigada a organizar e conservar arquivos actualizados, sobre: - os critérios, procedimentos e resultados da avaliação de riscos; - a identificação dos trabalhadores expostos com a indicação da natureza e, se possível, do agente e do grau de exposição a que cada trabalhador esteve sujeito; 13

14 - os resultados da vigilância da saúde de cada trabalhador com referência ao respectivo posto de trabalho ou função; - os registos de acidentes ou incidentes; - a identificação do médico responsável pela vigilância da saúde. Estes registos e arquivos têm de ser conservados durante, pelo menos, 40 anos após ter terminado a exposição dos trabalhadores a que digam respeito. Se a empresa cessar a actividade, os registos e arquivos devem ser transferidos para o organismo competente do ministério responsável pela área laboral que assegura a sua confidencialidade. O incumprimento destas regras constitui contra-ordenação laboral grave. Acidentes de trabalho Sempre que ocorra um acidente de trabalho com um trabalhador, do qual resulte a sua morte ou o seu estado grave, a empresa está obrigada a comunicar este facto à ACT, nas 24 horas seguintes à ocorrência. A comunicação deve conter a identificação do trabalhador acidentado e a descrição dos factos, devendo ser acompanhado de informação e respectivos registos sobre os tempos de trabalho prestado pelo trabalhador nos 30 dias que antecederam o acidente. O incumprimento desta obrigação constitui contra-ordenação laboral grave. Referências Lei n.º 102/2009, de 10 de Setembro, art.ºs 5, 9.º, 10.º, 12.º, 15.º, 16.º, 18.º, 19.º, 20.º, 21.º, 22.º, 24.º, 25.º, 44.º, 45.º, 46.º, 73.º, 74.º, 75.º, 76.º, 77.º, 78.º a 83.º, 97.º, 98.º, 100.º, 101.º,103.º, 104.º, 105, 107.º,108.º, 111.º Código do Trabalho, art.ºs 281.º e 556.º 14

SECÇÃO III Serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho SUBSECÇÃO I Disposições gerais

SECÇÃO III Serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho SUBSECÇÃO I Disposições gerais A Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, revê o Código do Trabalho, mas mantém em vigor disposições assinaladas do anterior Código do Trabalho de 2003, e da sua regulamentação, até que seja publicado diploma

Leia mais

Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis. Enquadramento Legal

Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis. Enquadramento Legal AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis - Obrigações Gerais do Empregador SERVIÇOS DE ENGENHARIA/SEGURANÇA AICCOPN - 07 de Junho de

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 176 10 de Setembro de 2009 6167 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 102/2009 de 10 de Setembro Regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho A Assembleia da

Leia mais

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro O Decreto nº 31/94, de 5 de Agosto, estabelece no ponto 2 do artigo 18º, a obrigatoriedade da criação e organização de Serviços de Segurança e Higiene no Trabalho

Leia mais

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Todos os trabalhadores têm direito à prestação de trabalho em condições de segurança, higiene e saúde, competindo ao empregador assegurar

Leia mais

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro O Decreto nº 31/94, de 5 de Agosto, estabelece no ponto 2 do artigo 18º, a obrigatoriedade da criação e organização de Serviços de Segurança e Higiene no Trabalho

Leia mais

Maternidade, Paternidade e Família dos Trabalhadores

Maternidade, Paternidade e Família dos Trabalhadores Maternidade, Paternidade e Família dos Trabalhadores A empresa tem de respeitar os direitos dos trabalhadores em matérias relativas à maternidade e paternidade e a outras relações familiares. Desta forma,

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Lei n.º 102/2009 de 10 de Setembro. Regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Lei n.º 102/2009 de 10 de Setembro. Regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 102/2009 de 10 de Setembro Regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição,

Leia mais

ANEXO D - RELATÓRIO ANUAL DA ATIVIDADE DO SERVIÇO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

ANEXO D - RELATÓRIO ANUAL DA ATIVIDADE DO SERVIÇO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ANEXO D - RELATÓRIO ANUAL DA ATIVIDADE DO SERVIÇO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Este Anexo é preenchido por estabelecimento. Nota importante: O preenchimento deste Anexo é obrigatório para todos os

Leia mais

São revogados o Decreto-Lei nº 47511 e o Decreto nº 47512, ambos de 25 de Janeiro de 1967.

São revogados o Decreto-Lei nº 47511 e o Decreto nº 47512, ambos de 25 de Janeiro de 1967. respectivamente, mais de cinco ou de três anos de funções técnicas na área da segurança e higiene no trabalho podem adquirir a equiparação ao nível de qualificação por meio de avaliação curricular, podendo

Leia mais

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro

Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro Estaleiros Temporários ou Móveis Decreto-Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro 1. INTRODUÇÃO A indústria da Construção engloba um vasto e diversificado conjunto de características, tais como: Cada projecto

Leia mais

Projecto de Decreto-lei

Projecto de Decreto-lei Projecto de Decreto-lei O Decreto Lei nº273/2003, de 29 de Outubro, sobre as regras gerais de planeamento, organização e coordenação para promover a segurança e saúde no trabalho em estaleiros da construção,

Leia mais

Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto.

Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto. Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto. Aprova, para ratificação, a Convenção n.º 162 da Organização

Leia mais

Lei n.º 40/99 de 9 de Junho

Lei n.º 40/99 de 9 de Junho Lei n.º 40/99 de 9 de Junho Assegura a informação e consulta dos trabalhadores em empresas ou grupos de empresas transnacionais e regula a instituição de conselhos de empresa europeus ou de procedimentos

Leia mais

Délia Falcão. 11 de Janeiro 2012

Délia Falcão. 11 de Janeiro 2012 11 de Janeiro 2012 REGIME JURÍDICO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTINUA NO CÓDIGO DE TRABALHO (Lei 7/2009 de 12 de Fevereiro) DEVERES DO ESTADO EM MATÉRIA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL: 1. Formação /qualificação

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição 1. A Comissão de Auditoria do Banco Espírito Santo (BES) (Comissão de Auditoria ou Comissão) é composta por um mínimo

Leia mais

Contributos da ANET sobre o Projecto Revisão do Regulamento de Coordenação de Segurança e Saúde na Construção. Decreto-Lei n.º /

Contributos da ANET sobre o Projecto Revisão do Regulamento de Coordenação de Segurança e Saúde na Construção. Decreto-Lei n.º / Decreto-Lei n.º / O Decreto Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro, sobre as regras gerais de planeamento, organização e coordenação para promover a segurança e saúde no trabalho em estaleiros da construção,

Leia mais

- REGIMENTO - CAPITULO I (Disposições gerais) Artigo 1.º (Normas reguladoras)

- REGIMENTO - CAPITULO I (Disposições gerais) Artigo 1.º (Normas reguladoras) - REGIMENTO - Considerando que, a Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais de educação; Considerando

Leia mais

Regulamento Municipal de Inspecção e Manutenção de Ascensores, Monta-Cargas, Escadas Mecânicas e Tapetes Rolantes

Regulamento Municipal de Inspecção e Manutenção de Ascensores, Monta-Cargas, Escadas Mecânicas e Tapetes Rolantes Regulamento Municipal de Inspecção e Manutenção de Ascensores, Monta-Cargas, Escadas Mecânicas e Tapetes Rolantes Nota justificativa O Decreto-Lei n.º 320/2002, de 28 de Dezembro, na esteira do estabelecido

Leia mais

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 149 (Novembro/Dezembro de 2003) KÉRAMICA n.º 264 (Janeiro/Fevereiro de 2004)

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 149 (Novembro/Dezembro de 2003) KÉRAMICA n.º 264 (Janeiro/Fevereiro de 2004) TÍTULO: Atmosferas explosivas risco de explosão AUTORIA: Paula Mendes PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 149 (Novembro/Dezembro de 2003) KÉRAMICA n.º 264 (Janeiro/Fevereiro de 2004) INTRODUÇÃO A protecção contra

Leia mais

PROPOSTA ALTERNATIVA

PROPOSTA ALTERNATIVA PROJECTO DECRETO LEI SOBRE O EXERCÍCIO DA COORDENAÇÃO EM MATÉRIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NA ACTIVIDADE DE, PREVISTA NO DECRETO LEI N.º 273/2003, DE 29 DE OUTUBRO, BEM COMO O RECONHECIMENTO DOS RESPECTIVOS

Leia mais

FORMAÇÃO 2013/ 2014 1. ACESSO A ESTRUTURAS. 1.2. Acesso a Estruturas c/ Resgate e Salvamento. 1.7. Acesso a Estruturas e Instalador de Linhas de Vida

FORMAÇÃO 2013/ 2014 1. ACESSO A ESTRUTURAS. 1.2. Acesso a Estruturas c/ Resgate e Salvamento. 1.7. Acesso a Estruturas e Instalador de Linhas de Vida FORMAÇÃO 2013/ 2014 1. ACESSO A ESTRUTURAS 1.1. Acesso a Estruturas 1.2. Acesso a Estruturas c/ Resgate e Salvamento 1.3. Verificação de Acesso a Estruturas 1.4. Acesso a Espaços Confinados 1.5. Instaladores

Leia mais

Código de Ética e Conduta do IAPMEI

Código de Ética e Conduta do IAPMEI Código de Ética e Conduta do IAPMEI Âmbito e Objectivo do Documento Públicas (Lei n.º 58/2008, de 9 de Setembro) e da Carta Ética da Administração Pública. O Código de Ética e Normas de Conduta aplica-se

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS PREÂMBULO O regime jurídico geral aplicável aos recintos de espectáculos e divertimentos públicos

Leia mais

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo As associações são a expressão do dinamismo e interesse das populações que entusiasticamente se dedicam e disponibilizam em prol da causa pública. As associações

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS PELO MUNÍCIPIO DE MORA. Nota justificativa

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS PELO MUNÍCIPIO DE MORA. Nota justificativa REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS PELO MUNÍCIPIO DE MORA Nota justificativa A prossecução do interesse público municipal concretizado, designadamente através de políticas de desenvolvimento cultural,

Leia mais

MANUAL DE CORPORATE GOVERNANCE Conselho Fiscal. Pág. 1. OBJECTIVO DO DOCUMENTO 2 2. COMPOSIÇÃO 2 3. COMPETÊNCIAS 3 4. DEVERES 4 5.

MANUAL DE CORPORATE GOVERNANCE Conselho Fiscal. Pág. 1. OBJECTIVO DO DOCUMENTO 2 2. COMPOSIÇÃO 2 3. COMPETÊNCIAS 3 4. DEVERES 4 5. ÍNDICE Pág. 1. OBJECTIVO DO DOCUMENTO 2 2. COMPOSIÇÃO 2 3. COMPETÊNCIAS 3 4. DEVERES 4 5. PODERES 4 6. FUNCIONAMENTO 5 7. REMUNERAÇÃO 5 8. ALTERAÇÕES AO PRESENTE MANUAL 6 SAG GEST SOLUÇÕES AUTOMÓVEL GLOBAIS,

Leia mais

Comentários à Consulta Pública da CMVM nº 3/2009 sobre Análise Financeira e Certificação da Qualificação Profissional na Intermediação Financeira

Comentários à Consulta Pública da CMVM nº 3/2009 sobre Análise Financeira e Certificação da Qualificação Profissional na Intermediação Financeira Comentários à Consulta Pública da CMVM nº 3/2009 sobre Análise Financeira e Certificação da Qualificação Profissional na Intermediação Financeira I. Art.º 8º (Registo) Na redacção ora proposta para a alínea

Leia mais

Decreto do Governo n.º 1/85 Convenção n.º 155, relativa à segurança, à saúde dos trabalhadores e ao ambiente de trabalho

Decreto do Governo n.º 1/85 Convenção n.º 155, relativa à segurança, à saúde dos trabalhadores e ao ambiente de trabalho Decreto do Governo n.º 1/85 Convenção n.º 155, relativa à segurança, à saúde dos trabalhadores e ao ambiente de trabalho O Governo, cumprido o disposto nos artigos 4.º e seguintes da Lei n.º 16/79, de

Leia mais

Que tipo de trabalhadores se encontra abrangido pelo seguro de acidentes de trabalho por conta de outrem?

Que tipo de trabalhadores se encontra abrangido pelo seguro de acidentes de trabalho por conta de outrem? Qual a importância do seguro de acidentes de trabalho? Desde 1913 que é reconhecida em Portugal a obrigatoriedade de as entidades empregadoras repararem as consequências dos acidentes de trabalho sofridos

Leia mais

CÓDIGOS ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS

CÓDIGOS ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS CÓDIGOS ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS TERMOS DE DISPONIBILIZAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO A selecção dos textos legislativos disponibilizados

Leia mais

CÓDIGOS REGIME JURÍDICO DO CONTRATO DE LOCAÇÃO FINANCEIRA TERMOS DE DISPONIBILIZAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO

CÓDIGOS REGIME JURÍDICO DO CONTRATO DE LOCAÇÃO FINANCEIRA TERMOS DE DISPONIBILIZAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO CÓDIGOS REGIME JURÍDICO DO CONTRATO DE LOCAÇÃO FINANCEIRA TERMOS DE DISPONIBILIZAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO A selecção dos textos legislativos disponibilizados no sitio Home Page Jurídica (www.euricosantos.pt)

Leia mais

ESCOLA DE CONDUÇÃO INVICTA (Fases do Processo de Contra-Ordenações)

ESCOLA DE CONDUÇÃO INVICTA (Fases do Processo de Contra-Ordenações) FASES DO PROCESSO DE CONTRA ORDENAÇÕES Auto de Notícia Menciona os factos constitutivos da infracção, o dia, a hora, o local e as circunstâncias desta. É levantado pelo agente de autoridade. Notificação

Leia mais

Projecto de diploma. que estabelece o regime jurídico aplicável aos aparelhos áudio portáteis

Projecto de diploma. que estabelece o regime jurídico aplicável aos aparelhos áudio portáteis Projecto de diploma que estabelece o regime jurídico aplicável aos aparelhos áudio portáteis A exposição prolongada ao ruído excessivo é, a nível mundial, a maior causa de distúrbios auditivos. O ruído

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA Página 1 de 11

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA Página 1 de 11 MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA Página 1 de 11 PREÂMBULO Compete ao município promover acções de interesse municipal, de âmbito cultural, social, recreativo e outros, e exercer um papel dinamizador junto

Leia mais

PÓVOA DE LANHOSO REGULAMENTO INTERNO

PÓVOA DE LANHOSO REGULAMENTO INTERNO PÓVOA DE LANHOSO REGULAMENTO INTERNO REGULAMENTO INTERNO Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º 1. A Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, nº 147/99 de 1 de Setembro, regula a criação, competência

Leia mais

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional Capítulo I Objecto e Âmbito do Regulamento Interno Artigo 1º O presente Regulamento tem como objecto a PROMUNDO

Leia mais

EDITAL (Nº.31/09. Francisco José Caldeira Duarte, Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde: REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO VERDE

EDITAL (Nº.31/09. Francisco José Caldeira Duarte, Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde: REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO VERDE EDITAL (Nº.31/09 Francisco José Caldeira Duarte, Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde: Torna público que, em reunião do executivo realizada no dia 11 de Novembro do ano corrente, foi aprovado

Leia mais

Programa de Formação para Profissionais

Programa de Formação para Profissionais Programa de Formação para Profissionais 1 O ACESSO À INFORMAÇÃO DE SAÚDE DIREITOS, PROCEDIMENTOS E GARANTIAS Sérgio Pratas smpratas@gmail.com Maio e Junho 2015 2 Programa: 1. O acesso à informação de saúde

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º PL 140/2009 2009-04-06 O Decreto-Lei n.º 441/91, de 14 de Novembro, assegurou a transposição para o direito interno português da Directiva do Conselho nº 89/391/CEE, de 12 Junho, relativa à aplicação de

Leia mais

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU DIRECTIVA CONTRA O BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E O FINANCIAMENTO DO TERRORISMO SOBRE TRANSACÇÕES EM NUMERÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1 Esta Directiva contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo

Leia mais

PARECER N.º 175/CITE/2009

PARECER N.º 175/CITE/2009 PARECER N.º 175/CITE/2009 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 e da alínea b) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro Despedimento colectivo

Leia mais

Decreto-Lei n.º 478/99, de 9 de Novembro

Decreto-Lei n.º 478/99, de 9 de Novembro Decreto-Lei n.º 478/99, de 9 de Novembro Objecto... 2 Entidades competentes para a formação dos navegadores de recreio e para a realização dos respectivos exames... 2 Credenciação das entidades formadoras...

Leia mais

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira PG 02 NOTA JUSTIFICATIVA O presente regulamento promove a qualificação das

Leia mais

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA A informação de natureza económico-financeira exige o controlo e a revisão por parte de entidades idóneas, independentes e isentas.

Leia mais

As modalidades de contrato de trabalho admissíveis na administração local são: Contrato de trabalho com termo resolutivo: certo ou incerto;

As modalidades de contrato de trabalho admissíveis na administração local são: Contrato de trabalho com termo resolutivo: certo ou incerto; 10. PESSOAL A Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, veio estabelecer os regimes de vinculação, de carreiras e de remunerações dos trabalhadores que exercem funções públicas. A relação jurídica de emprego

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Capítulo I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Artigo 2º. Natureza. Artigo 3º. Competência Territorial

REGULAMENTO INTERNO. Capítulo I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Artigo 2º. Natureza. Artigo 3º. Competência Territorial REGULAMENTO INTERNO Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º 1. A Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo, n.º 147/99 de 1 de Setembro, regula a criação, competência e funcionamento das Comissões

Leia mais

POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS

POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 13.1 - Aspectos preliminares As demonstrações financeiras consolidadas constituem um complemento e não um substituto das demonstrações financeiras individuais

Leia mais

Portaria nº 1102/97. DR. Nº 254 I-B de 3 de Novembro

Portaria nº 1102/97. DR. Nº 254 I-B de 3 de Novembro 1 Portaria nº 1102/97 DR. Nº 254 I-B de 3 de Novembro As cooperativas e associações de ensino especial sem fins lucrativos corporizam uma importante experiência educativa e podem constituir um recurso

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS CONCELHO DE VILA NOVA DE CERVEIRA

REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS CONCELHO DE VILA NOVA DE CERVEIRA REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS DO CONCELHO DE VILA NOVA DE CERVEIRA Regulamento Interno da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens do Concelho de Vila Nova de Cerveira

Leia mais

Instruções nº 1/2004-2ª Secção. I Âmbito de aplicação. c) Instituições do sistema de solidariedade e segurança social e

Instruções nº 1/2004-2ª Secção. I Âmbito de aplicação. c) Instituições do sistema de solidariedade e segurança social e Instruções nº 1/2004-2ª Secção Instruções nº 1/2004 2ª Secção - Instruções para a organização e documentação das contas abrangidas pelo Plano Oficial de Contabilidade Pública (POCP- aprovado pelo D.L.

Leia mais

Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007

Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007 Avisos do Banco de Portugal Aviso nº 2/2007 O Aviso do Banco de Portugal nº 11/2005, de 13 de Julho, procedeu à alteração e sistematização dos requisitos necessários à abertura de contas de depósito bancário,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 107/2010 de 14 de Julho de 2010 O Programa Estagiar, nas suas vertentes L, T e U, dirigido a recém-licenciados e mestres, recém-formados

Leia mais

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.)

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) É atribuição do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) no sector da

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS

CÂMARA MUNICIPAL DE ALCOBAÇA REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS Artigo 1º (OBJECTO E ÂMBITO) O presente regulamento tem por objecto a definição das regras aplicáveis à atribuição de apoios pela Câmara Municipal no exercício

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS Nota justificativa A prossecução do interesse público municipal nas áreas da cultura, da acção social, das actividades

Leia mais

CAPITULO I Do Provedor do Cliente

CAPITULO I Do Provedor do Cliente REGULAMENTO E ESTATUTO DO PROVEDOR DO CLIENTE DA AGA INTERNATIONAL SA, SUCURSAL EM PORTUGAL (De acordo com a Norma Regulamentar n. 0 10/2009-R de 25 de Junho) Para efeitos do presente Regulamento, entende-se

Leia mais

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG)

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Política de Prevenção de Acidentes Graves Revisão Revisão Identificação e avaliação dos riscos de acidentes graves

Leia mais

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Regulamenta a Lei n.º 45/2003, de 22 de agosto, relativamente ao exercício profissional das atividades de aplicação de terapêuticas não convencionais Regulamenta a Lei n.º 45/2003, de 22 de agosto, relativamente

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ENTRE O GRUPO PORTUGAL TELECOM, A UNI (UNION NETWORK INTERNATIONAL), SINTTAV, STPT E SINDETELCO

CÓDIGO DE CONDUTA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ENTRE O GRUPO PORTUGAL TELECOM, A UNI (UNION NETWORK INTERNATIONAL), SINTTAV, STPT E SINDETELCO CÓDIGO DE CONDUTA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL ENTRE O GRUPO PORTUGAL TELECOM, A UNI (UNION NETWORK INTERNATIONAL), SINTTAV, STPT E SINDETELCO PREÂMBULO O presente Acordo concretiza os objectivos das conversações

Leia mais

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com Prime Soluções Empresariais SEDE: Rua de Entrecampos, 28, 1749-076 Lisboa Nº de Pessoa Colectiva 502 M 757 - N' de Matricula 08537 C.R.C.L Capital Social de EUR.; 30 000 000. I/ -I- CONTRATO DE PRESTAÇÃO

Leia mais

Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira

Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira 1 de 9 Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira PREÂMBULO O Hospital Vila Franca de

Leia mais

Regulamento de Apoio à Mobilidade e Intercâmbio Cultural

Regulamento de Apoio à Mobilidade e Intercâmbio Cultural Regulamento de Apoio à Mobilidade e Intercâmbio Cultural Preâmbulo A Câmara Municipal de Nordeste tem vindo a apoiar ao longo dos anos de forma directa e organizada toda a actividade cultural no concelho

Leia mais

REGULAMENTO DE CEDÊNCIA E UTILIZAÇÃO DA VIATURA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DE CEDÊNCIA E UTILIZAÇÃO DA VIATURA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DE CEDÊNCIA E UTILIZAÇÃO DA VIATURA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objeto 1. O Presente Regulamento estabelece as condições

Leia mais

Orientações sobre o tratamento de dados dos documentos de identificação dos titulares de cartão de pagamento por parte das firmas comerciais

Orientações sobre o tratamento de dados dos documentos de identificação dos titulares de cartão de pagamento por parte das firmas comerciais Orientações sobre o tratamento de dados dos documentos de identificação dos titulares de cartão de pagamento por parte das firmas comerciais Muitas firmas comerciais de Macau solicitam o fornecimento de

Leia mais

Trabalhadores Independentes Atualizado em: 30-04-2015

Trabalhadores Independentes Atualizado em: 30-04-2015 SEGURANÇA SOCIAL Trabalhadores Independentes Atualizado em: 30-04-2015 Esta informação destina-se a que cidadãos Trabalhadores independentes Cálculo das contribuições O montante das contribuições é calculado,

Leia mais

SUBSÍDIO DE DESEMPREGO

SUBSÍDIO DE DESEMPREGO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO Recentemente foi publicado o Decreto-Lei n.º 220/2006 de 3 de Novembro, o qual alterou o quadro legal de reparação da eventualidade do desemprego dos trabalhadores por conta de outrem.

Leia mais

Comissão de Protecção de Crianças de Jovens de Pampilhosa da Serra. Regulamento Interno PREÂMBULO

Comissão de Protecção de Crianças de Jovens de Pampilhosa da Serra. Regulamento Interno PREÂMBULO Comissão de Protecção de Crianças de Jovens de Pampilhosa da Serra Regulamento Interno PREÂMBULO A Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo (Lei n.º147/99 de 1 de Setembro) regula a criação, competência

Leia mais

CARTÕES DE CRÉDITO: BOAS RAZÕES PARA UMA BOA REGULAÇÃO

CARTÕES DE CRÉDITO: BOAS RAZÕES PARA UMA BOA REGULAÇÃO 1 CARTÕES DE CRÉDITO: BOAS RAZÕES PARA UMA BOA REGULAÇÃO 15.04.2008 SÃO PAULO SEMINÁRIO PROTESTE 2 CARTÕES DE CRÉDITO: BOAS RAZÕES PARA UMA BOA REGULAÇÃO 3 1. Meio de pagamento e instrumento de crédito

Leia mais

Pedro R ibeiro Ribeiro e S ilva Silva MAPFRE Seguros

Pedro R ibeiro Ribeiro e S ilva Silva MAPFRE Seguros Pedro Ribeiro e Silva MAPFRE Seguros A avaliação de riscos psicossociais no trabalho na ótica das seguradoras A avaliação dos riscos psicossociais pelas seguradoras pode ser efectuada em duas perspectivas:

Leia mais

Política de Subcontratação

Política de Subcontratação 1. Introdução O presente documento define a Política de Subcontratação adoptada pelo Banco Espírito Santo de Investimento, S.A. ( BES Investimento ou Banco ). A Política de Subcontratação baseia-se na

Leia mais

( «Jornal Oficial da União Europeia» L 157 de 30 de Abril de 2004 ) de 29 de Abril de 2004

( «Jornal Oficial da União Europeia» L 157 de 30 de Abril de 2004 ) de 29 de Abril de 2004 Rectificação ao Regulamento (CE) n. o 847/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril de 2004, relativo à negociação e aplicação de acordos de serviços aéreos entre Estados Membros e países

Leia mais

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL EDITAL Nº 11/10 - - - Frederico Fernandes Pereira, Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, torna pública que, por deliberação deste órgão autárquico na

Leia mais

GIAS GRUPOS DE INTERAJUDA SOCIAL. Código de Ética e Deontologia para Monitores/Animadores

GIAS GRUPOS DE INTERAJUDA SOCIAL. Código de Ética e Deontologia para Monitores/Animadores GIAS GRUPOS DE INTERAJUDA SOCIAL Código de Ética e Deontologia para Monitores/Animadores Preâmbulo O Código de Ética e Deontologia tem por objectivo fixar os requisitos éticos e deontológicos da animação

Leia mais

PROCEDIMENTO POR NEGOCIAÇÃO, COM PUBLICAÇÃO PRÉVIA DE ANÚNCIO, PARA ARRENDAMENTO PARA A ACTIVIDADE DE RESTAURAÇÃO CADERNO DE ENCARGOS

PROCEDIMENTO POR NEGOCIAÇÃO, COM PUBLICAÇÃO PRÉVIA DE ANÚNCIO, PARA ARRENDAMENTO PARA A ACTIVIDADE DE RESTAURAÇÃO CADERNO DE ENCARGOS PROCEDIMENTO POR NEGOCIAÇÃO, COM PUBLICAÇÃO PRÉVIA DE ANÚNCIO, PARA ARRENDAMENTO PARA A ACTIVIDADE DE RESTAURAÇÃO CADERNO DE ENCARGOS CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º Objeto O presente Procedimento

Leia mais

FICHA Nº 3 - CONTRATOS DE TRABALHO 3.1 - C T Administração Pública Administração Pública: DL. 23/2004 de 22 de Junho

FICHA Nº 3 - CONTRATOS DE TRABALHO 3.1 - C T Administração Pública Administração Pública: DL. 23/2004 de 22 de Junho FICHA Nº 3 - CONTRATOS DE TRABALHO 3.1 - C T Administração Pública Administração Pública: DL. 23/2004 de 22 de Junho Código do trabalho: ÂMBITO DE APLICAÇÃO art. 1º REGIME JURÍDICO art. 2º DEVERES ESPECIAIS

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO MUNICÍPIO DE S. PEDRO DO SUL GABINETE DE DESPORTO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO E FINANCIAMENTO DO ASSOCIATIVISMO DESPORTIVO

Leia mais

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Índice Capítulo I Disposições gerais Secção I Noção, âmbito e objectivos Art.º 1 - Noção e âmbito material Art.º 2 - Objectivos

Leia mais

PROCEDIMENTO. Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

PROCEDIMENTO. Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho PÁG. 1 DE 5 1. - OBJECTIVO Pretende-se definir: princípios básicos de adequados às actividades desenvolvidas pelas empresas do Grupo Santos e Vale visando prevenir os riscos profissionais e promover a

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA RELATIVO À ASSISTÊNCIA MÚTUA ENTRE OS RESPECTIVOS SERVIÇOS ADUANEIROS.

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA RELATIVO À ASSISTÊNCIA MÚTUA ENTRE OS RESPECTIVOS SERVIÇOS ADUANEIROS. Decreto n.º 25/95 Acordo entre a República Portuguesa e os Estados Unidos da América Relativo à Assistência Mútua entre os Respectivos Serviços Aduaneiros Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º

Leia mais

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS No âmbito da avaliação realizada, a nível internacional, sobre os fundamentos da crise financeira iniciada no Verão

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E BELIZE SOBRE TROCA DE INFORMAÇÕES EM MATÉRIA FISCAL

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E BELIZE SOBRE TROCA DE INFORMAÇÕES EM MATÉRIA FISCAL ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E BELIZE SOBRE TROCA DE INFORMAÇÕES EM MATÉRIA FISCAL A República Portuguesa e Belize a seguir designadas por as Partes, Desejando facilitar a troca de informações em

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas

Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas Preâmbulo A Câmara Municipal de Nordeste tem vindo a apoiar ao longo dos anos de forma directa e organizada toda a actividade desportiva no concelho

Leia mais

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO

MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO MUNICÍPIO DE ALCOCHETE CÂMARA MUNICIPAL REGULAMENTO DE APOIO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO Introdução 1. As Autarquias locais desempenharam ao longo dos últimos anos um papel insubstituível no desenvolvimento

Leia mais

Nota introdutória. Glossário

Nota introdutória. Glossário Nota introdutória Este documento propõe-se ser uma ferramenta com instruções e informação, que permitam aos beneficiários, conhecer os encargos que foram apurados para a declaração de IRS, no seguimento

Leia mais

Segurança e Saúde dos Trabalhadores

Segurança e Saúde dos Trabalhadores Segurança e Saúde dos Trabalhadores [1]CONVENÇÃO N. 155 I Aprovada na 67ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1981), entrou em vigor no plano internacional em 11.8.83. II Dados referentes

Leia mais

FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS

FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS INFORMAÇÃO Carreiras Médicas e Contratação Colectiva Na sequência da entrada em vigor da nova legislação laboral da Administração Pública (Lei n.º 12 A/2008 e Lei n.º 59/2008),

Leia mais

INSTITUTO GEOGRÁFICO PORTUGUÊS

INSTITUTO GEOGRÁFICO PORTUGUÊS MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL INSTITUTO GEOGRÁFICO PORTUGUÊS CONDIÇÕES E DOCUMENTAÇÃO PARA REQUERER CONCESSÃO / RENOVAÇÃO DE ALVARÁ PARA O EXERCÍCIO

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 197/08 de 16 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições relativas ao estatuto das entidades inspectoras das redes e ramais de

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS. Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho

S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS. Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho Os hospitais são organizações de grande complexidade organizativa que exigem dos profissionais ligados à gestão especial competência

Leia mais

Autoriza o Governo a alterar o Estatuto da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 452/99, de 5 de Novembro

Autoriza o Governo a alterar o Estatuto da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 452/99, de 5 de Novembro DECRETO N.º 369/X Autoriza o Governo a alterar o Estatuto da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 452/99, de 5 de Novembro A Assembleia da República decreta, nos termos

Leia mais

CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º

CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º (Denominação, constituição e duração) É constituída e reger-se-á pelos presentes Estatutos e pela Lei aplicável, uma Associação de âmbito nacional,

Leia mais

ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP)

ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP) Manual de Instruções do Banco de Portugal Instrução nº 15/2007 ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP) A avaliação e a determinação com rigor do nível de capital interno

Leia mais

PARECER N.º 40/CITE/2006

PARECER N.º 40/CITE/2006 PARECER N.º 40/CITE/2006 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 do artigo 51.º do Código do Trabalho e da alínea c) do n.º 1 do artigo 98.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n.º 44 DG-E/2006

Leia mais

Regulamento Interno Academia Pioneiros

Regulamento Interno Academia Pioneiros Regulamento Interno Academia Pioneiros Art.º 1 - Informações Gerais 1. A Academia Pioneiros decorre nas suas próprias instalações, em regime fechado; 2. Cabe à Direção dos Pioneiros de Bragança Futsal

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE RIO MAIOR

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE RIO MAIOR Município de Rio Maior CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE RIO MAIOR Regimento Preâmbulo A Lei nº 159/99, de 14 de Setembro, estabelece na alínea b) do nº2, do seu artigo 19, a competência dos órgãos municipais

Leia mais

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009)

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) LEGISLAÇÃO Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) ( DR N.º 21, Série I 30 Janeiro 2009 30 Janeiro 2009 ) Emissor: Ministério do Trabalho

Leia mais

Normas de Utilização de Espaços e Equipamentos da. Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa

Normas de Utilização de Espaços e Equipamentos da. Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa Normas de Utilização de Espaços e Equipamentos da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa O presente documento tem por finalidade definir e regular os procedimentos e normas gerais de utilização

Leia mais

Regulamento n.º 1 /2007 BANCO DE CABO VERDE. Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários. Auditores dos Organismos de Investimento Colectivo

Regulamento n.º 1 /2007 BANCO DE CABO VERDE. Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários. Auditores dos Organismos de Investimento Colectivo Regulamento n.º 1 /2007 BANCO DE CABO VERDE Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários Auditores dos Organismos de Investimento Colectivo Com a criação dos Organismos de Investimento Colectivo (OIC),

Leia mais