Noções de Gestão Pública Técnico TRT4. Jorge Lheureux de Freitas https://sites.google.com/site/jorgelheureux/

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Noções de Gestão Pública Técnico TRT4. Jorge Lheureux de Freitas https://sites.google.com/site/jorgelheureux/ jorgelheureux@yahoo.com."

Transcrição

1 Noções de Gestão Pública Técnico TRT4 Jorge Lheureux de Freitas https://sites.google.com/site/jorgelheureux/

2 Planejamento Estratégico do Judiciário RESOLUÇÃO Nº 70, DE 18 DE MARÇO DE Art. 1 Institui o Planejamento Estratégico do Poder Judiciário I - Missão: realizar justiça. II - Visão: ser reconhecido pela Sociedade como instrumento efetivo de justiça, equidade e paz social.

3 Planejamento Estratégico do Judiciário Atributos de Valor Judiciário para a Sociedade: a) credibilidade; b) acessibilidade; c) celeridade; d) ética;

4 Planejamento Estratégico do Judiciário Atributos de Valor Judiciário para a Sociedade: e) imparcialidade; f) modernidade; g) probidade: h) responsabilidade Social e Ambiental; i) transparência.

5 Planejamento Estratégico do Judiciário 15 (quinze) objetivos estratégicos, distribuídos em 8 (oito) temas: a) Eficiência Operacional: Objetivo 1. Garantir a agilidade nos trâmites judiciais e administrativos; Objetivo 2. Buscar a excelência na gestão de custos operacionais;

6 Planejamento Estratégico do Judiciário b) Acesso ao Sistema de Justiça: Objetivo 3. Facilitar o acesso à Justiça; Objetivo 4. Promover a efetividade no cumprimento das decisões; c) Responsabilidade Social: Objetivo 5. Promover a cidadania;

7 Planejamento Estratégico do Judiciário d) Alinhamento e Integração: Objetivo 6. Garantir o alinhamento estratégico em todas as unidades do Judiciário; Objetivo 7. Fomentar a interação e a troca de experiências entre Tribunais nos planos nacional e internacional;

8 Planejamento Estratégico do Judiciário e) Atuação Institucional: Objetivo 8. Fortalecer e harmonizar as relações entre os Poderes, setores e instituições; Objetivo 9. Disseminar valores éticos e morais por meio de atuação institucional efetiva; Objetivo 10. Aprimorar a comunicação com públicos externos;

9 Planejamento Estratégico do Judiciário f) Gestão de Pessoas: Objetivo 11. Desenvolver conhecimentos, habilidades e atitudes dos magistrados e servidores; Objetivo 12. Motivar e comprometer magistrados e servidores com a execução da Estratégia;

10 Planejamento Estratégico do Judiciário g) Infraestrutura e Tecnologia: Objetivo 13. Garantir a infraestrutura apropriada às atividades administrativas e judiciais; Objetivo 14. Garantir a disponibilidade de sistemas essenciais de tecnologia de informação;

11 Planejamento Estratégico do Judiciário h) Orçamento: Objetivo 15. Assegurar recursos orçamentários necessários à execução da estratégia;

12 Planejamento Estratégico do Judiciário

13 Planejamento Estratégico do Judiciário Art. 2º. Os Tribunais deviam elaborar os Planejamentos Estratégicos até 31 de dezembro de 2009 Os que já tinham, deviam fazer o alinhamento, Validade 5 anos

14 Planejamento Estratégico do Judiciário Os Planejamentos Estratégicos devem conter: Ao menos c) Responsabilidade um indicador Social: por objetivo Objetivo 5. Promover a cidadania; Metas de curto, médio e longo prazos Projetos e ações (iniciativas) para o atingimento das metas

15 Planejamento Estratégico do Judiciário As propostas orçamentárias dos tribunais devem ser alinhadas aos seus respectivos planejamentos estratégicos, de forma a garantir os recursos necessários à sua execução.

16 Planejamento Estratégico do Judiciário Os tribunais garantirão a participação efetiva de serventuários e de magistrados de primeiro e segundo graus, indicados pelas respectivas entidades de classe, na elaboração e na execução de suas propostas orçamentárias e planejamentos estratégicos (exceção Tribunais superiores)

17 Planejamento Estratégico do Judiciário O CNJ forneceu o suporte técnicocientífico (FGV) O Núcleo de Gestão Estratégica dos tribunais ou unidade análoga coordenará ou assessorará a elaboração, implementação e gestão do planejamento estratégico

18 Planejamento Estratégico do Judiciário O Núcleo de Gestão Estratégica dos tribunais ou unidade análoga atuará nas áreas de gerenciamento de projetos, otimização de processos de trabalho e acompanhamento de dados estatísticos para gestão da informação.

19 Planejamento Estratégico do Judiciário O CNJ manterá disponível no seu Portal na Rede Mundial de Computadores (internet) o Banco de Boas Práticas de Gestão do Poder Judiciário

20 Planejamento Estratégico do Judiciário O banco será continuamente atualizado, com o intuito de promover a divulgação e o compartilhamento de projetos e ações desenvolvidas pelos tribunais. Será subdividido conforme os temas da Estratégia Nacional

21 Planejamento Estratégico do Judiciário Conceito de boa prática Atividade, ação ou experiência que tenham sido concluídas com resultados totais ou parciais observados entre os seus públicos de interesse. Servem de referência para reflexão e aplicação em outras organizações Podem ser divulgadas.

22 Planejamento Estratégico do Judiciário Práticas que demonstram melhorias em: Processos de trabalho Prestação de serviços Satisfação do público alvo Alcance de metas estratégicas Aspectos significativos dos serviços

23 Planejamento Estratégico do Judiciário Práticas temas: Acesso ao sistema de Justiça Alinhamento e Integração Eficiência Operacional Gestão de Pessoas Infraestrutura Tecnológica Orçamento Responsabilidade Social

24 Planejamento Estratégico do Judiciário RAE Reuniões de Análise da Estratégia Trimestrais Acompanhamento das metas fixadas Ajustes e melhoria Indicadores de Resultados Instituição sob coordenação do CNJ Comuns a todos os tribunais

25 Planejamento Estratégico do Judiciário Metas de nivelamento 2009 Desenvolver e/ou alinhar planejamento estratégico plurianual (mínimo de 05 anos) aos objetivos estratégicos do Poder Judiciário, com aprovação no Tribunal Pleno ou Órgão Especial.

26 Planejamento Estratégico do Judiciário Metas de nivelamento 2009 Identificar os processos judiciais mais antigos e adotar medidas concretas para o julgamento de todos os distribuídos até 31/12/2005 (em 1º, 2º grau ou tribunais superiores). Informatizar todas as unidades judiciárias e interligá-las ao respectivo tribunal e à rede mundial de computadores (internet).

27 Planejamento Estratégico do Judiciário Metas de nivelamento 2009 Informatizar e automatizar a distribuição de todos os processos e recursos. Implantar sistema de gestão eletrônica da execução penal e mecanismo de acompanhamento eletrônico das prisões provisórias.

28 Planejamento Estratégico do Judiciário Metas de nivelamento 2009 Capacitar o administrador de cada unidade judiciária em gestão de pessoas e de processos de trabalho, para imediata implantação de métodos de gerenciamento de rotinas.

29 Planejamento Estratégico do Judiciário Metas de nivelamento 2009 Tornar acessíveis as informações processuais nos portais da rede mundial de computadores (internet), com andamento atualizado e conteúdo das decisões de todos os processos, respeitado o segredo de justiça.

30 Planejamento Estratégico do Judiciário Metas de nivelamento 2009 Cadastrar todos os magistrados como usuários dos sistemas eletrônicos de acesso a informações sobre pessoas e bens e de comunicação de ordens judiciais (Bacenjud, Infojud, Renajud).

31 Planejamento Estratégico do Judiciário Metas de nivelamento 2009 Implantar núcleo de controle interno. Implantar o processo eletrônico em parcela de suas unidades judiciárias

32 Planejamento Estratégico do Judiciário Metas Prioritárias 2010 Metas Nacionais do Judiciário 2011

33 Planejamento Estratégico do Judiciário Encontros Anuais do Poder Judiciário Fevereiro (preferencialmente) Avaliar a estratégia nacional Divulgar o desempenho dos tribunais nas ações, projetos e metas Definir novas ações, projetos e metas nacionais prioritárias

34 Planejamento Estratégico do Judiciário Encontros anuais do Poder Judiciário: Presidentes Corregedores Associações nacionais de Magistrados Entidades e autoridades convidadas Precedidos por reuniões preparatórias com representantes dos tribunais e associações de magistrados

35 Planejamento Estratégico do Judiciário Cabe ao Conselho Nacional de Justiça a escolha da sede do encontro A organização do encontro será em parceira entre o CNJ e os tribunais-sede.

36 Planejamento Estratégico do Judiciário Compete à Presidência do Conselho Nacional de Justiça, em conjunto com a Comissão de Estatística e Gestão Estratégica, assessorados pelo Departamento de Gestão Estratégica, coordenar as atividades de planejamento e gestão estratégica do Poder Judiciário

37 Planejamento Estratégico do Judiciário A Presidência do Conselho Nacional de Justiça instituirá e regulamentará Comitê Gestor Nacional para auxiliar as atividades de planejamento e gestão estratégica do Poder Judiciário, a ser coordenado pelo Presidente da Comissão de Estatística e Gestão

38 Competência Interpessoal Competência interpessoal é a habilidade de lidar eficazmente com outras pessoas de forma adequada às necessidades de cada uma e à exigência da situação (Moscovici, 1997).

39 Competência Interpessoal Saber e querer fazer comportamentos de relacionamento onde prevalecem o respeito e o entendimento entre as partes (Celso de Souza e Souza).

40 Competência Interpessoal É a capacidade de trabalhar com eficácia como membro de uma equipe e de conseguir esforços cooperativos nessa equipe na direção dos objetivos estabelecidos

41 Competência Interpessoal Segundo Argyris (1968), é a habilidade de lidar eficazmente com relações de acordo com três critérios: a) Percepção acurada da situação interpessoal, de suas variáveis relevantes e respectiva interrelação.

42 Competência Interpessoal Segundo Argyris (1968), é a habilidade de lidar eficazmente com relações de acordo com três critérios: b) Habilidade de resolver realmente os problemas, de tal modo que não haja regressões.

43 Competência Interpessoal Segundo Argyris (1968), é a habilidade de lidar eficazmente com relações de acordo com três critérios: c) Soluções alcançadas de tal forma que as pessoas envolvidas continuem trabalhando juntas tão eficientemente, pelo menos, como quando começaram a resolver seus problemas.

44 Competência Interpessoal Percepção O processo da percepção precisa ser treinado para uma visão acurada da situação interpessoal, ou seja, um longo processo de crescimento pessoal

45 Competência Interpessoal O processo da percepção abrange: auto-percepção, autoconscientização e auto-aceitação Pré-requisitos de possibilidades de percepção mais realística dos outros e da situação.

46 Competência Interpessoal Habilidade É a forma de fazer. Pode ser desenvolvida de forma informal através de um espaço coletivo de discussão acerca das variáveis e dos conteúdos presentes nas relações internas e externas do grupo

47 Competência Interpessoal Feedback Dar e receber feedback constitui uma das habilidades interpessoais imprescindíveis ao funcionamento produtivo de um grupo humano em qualquer contexto. Todo comportamento humano dirigido para um fim qualquer requer feedback.

48 Feedback Competência Interpessoal É um processo de ajuda para mudança de comportamento e, quando eficaz, ajuda o indivíduo (ou grupo) a melhorar seu desempenho e assim alcançar seus objetivos

49 Competência Interpessoal O feedback precisa ser: Descritivo ao invés de avaliativo. Específico ao invés de geral. Compatível com as necessidades. Dirigido para comportamentos que o receptor possa modificar.

50 Competência Interpessoal O feedback precisa ser: Solicitado ao invés de imposto. Oportuno (logo após o comportamento). Esclarecido para assegurar comunicação precisa.

51 Competência Interpessoal Trabalho em equipe ativa a criatividade e quase sempre produz melhores resultados do que o trabalho individual. equipes têm mais fontes de informação e são mais criativas.

52 Competência Interpessoal Trabalho em equipe incrementa a aprendizagem e a satisfação das pessoas. Quando participam de um processo de decisão, os membros da equipe aprendem mais sobre si próprios.

53 Competência Interpessoal O grupo passa a ser equipe quando há: Definição de objetivos e metas; Divisão de papéis e funções; Ajustes interpessoais; Resolução de conflitos; Definição da organização do trabalho e dos níveis de autonomia; e Relações efetivas entre si e com o líder.

54 Competência Interpessoal Competências Emocionais de uma Equipe Empatia e compreensão interpessoal. Cooperação e esforço unificado. Comunicação aberta com normas e expectativas explícitas. Ímpeto para melhorar, de modo que a equipe dê atenção a comentários críticos e procure aprender para melhorar.

55 Competência Interpessoal Competências Emocionais de uma Equipe Auto-percepção, sob a forma de avaliar os pontos fortes e fracos enquanto equipe. Percepção organizacional, em termos de avaliar a necessidade de outras equipes da empresa e saber usar com imaginação o que a empresa pode oferecer. Formação de vínculos com outras equipes.

56 Competência Interpessoal Fatores que Interferem no Trabalho em Equipe: Competitividade e individualismo; Sobreposição de ações; Indefinição de atribuições; Líder autocrático;

57 Competência Interpessoal Fatores que Interferem no Trabalho em Equipe: Falta de tolerância e cortesia; Ausência de comunicação e de liderança; Não saber ouvir e falar na hora certa; Arrogância e soberba; Falta de disciplina;

58 A administração dos recursos materiais engloba uma sequência de operações: identificação do fornecedor, compra do bem, recebimento, transporte interno

59 A administração dos recursos materiais engloba uma sequência de operações: acondicionamento, transporte durante o processo produtivo, armazenagem como produto acabado e distribuição ao consumidor final.

60 Re Recursos Materiais Clientes Transporte Sinal de Demanda Expedição Identificar fornecedor Comprar materiais Ciclo de Administração de Materiais Armazenamento produto acabado Movimentação interna Transporte Recebimento de armazenagem

61 Administração de recursos materiais é contar com: materiais necessários na quantidade certa, no local certo e no tempo certo à disposição dos órgãos que compõem o processo produtivo da empresa.

62 Objetivos da administração de materiais Preço Baixo desde que mantida a mesma qualidade. Alto Giro de Estoques implica melhor utilização do capital, Baixo Custo de Aquisição e Posse dependem fundamentalmente da eficácia das áreas de controle de estoques, armazenamento e compras.

63 Objetivos da administração de materiais Continuidade de Fornecimento é resultado de uma análise criteriosa quando da escolha dos fornecedores. Consistência de Qualidade a área de materiais responsável apenas pela qualidade de materiais e serviços provenientes de fornecedores externos.

64 Objetivos da administração de materiais Despesas com Pessoal obtenção de melhores resultados com a mesma despesa ou mesmo resultado com menor despesa. Relações Favoráveis com Fornecedores a posição de uma empresa no mundo dos negócios é determinada pela maneira como negocia com seus fornecedores.

65 Objetivos da administração de materiais Aperfeiçoamento de Pessoal toda unidade deve estar interessada em aumentar a aptidão de seu pessoal. Bons Registros são considerados como o objetivo primário, pois contribuem para o papel da administração de material

66 Nível de serviço na gestão de materiais atendimento, pontualidade e flexibilidade conceitos Qualidade com que o fluxo de bens e serviços é gerenciado É o tempo necessário para se entregar o produto ao cliente

67 Nível de serviço na gestão de materiais atendimento, pontualidade e flexibilidade conceitos Desempenho oferecido pelos fornecedores aos clientes É o resultado líquido de todos os esforços logísticos da organização É aquilo que o cliente percebe além do produto em si

68 Nível de serviço Importância: o nível de serviço influencia a escolha do cliente; o nível de serviço é importante elemento de satisfação do cliente; as vendas tendem a aumentar se o serviço for melhorado além daquele já oferecido por fornecedores concorrentes; níveis baixos e ruins de serviço geram diminuição nas vendas;

69 Nível de serviço - importância: compradores são sensíveis aos níveis de serviço que recebem de seus fornecedores; melhores níveis de serviço podem significar menores custos de estoque; níveis de serviço adequados, combinados para o cliente, de maneira balanceada com preço, qualidade são armas importantes para a competitividade da empresa.

70 Parâmetros para o nível de serviço O tempo entre o recebimento de um pedido no depósito do fornecedor e o despacho do mesmo a partir do depósito. Porcentagem de itens em falta no depósito do fornecedor a qualquer instante.

71 Parâmetros para o nível de serviço Proporção dos pedidos de clientes atendidos ou volume de ordens entregue dentro de um intervalo de tempo desde a recepção do pedido. Porcentagem de ordens dos clientes que podem ser preenchidas completamente assim que recebidas no depósito.

72 Parâmetros para o nível de serviço Proporção de bens que chegam ao cliente em condições adequadas para venda. Tempo despendido entre a colocação de um pedido pelo cliente e a entrega dos bens solicitados. Facilidade e flexibilidade com que o cliente pode gerar um pedido.

73 O nível de serviço - tempo do ciclo do pedido Transmissão do pedido consolidação do pedido, transmissão do pedido para o depósito. Processamento e montagem do pedido preparação do pedido, liberação do crédito, montagem do pedido no depósito.

74 O nível de serviço - tempo do ciclo do pedido Tempo de aquisição de estoque adicional se há itens em falta, tempo adicional para conseguir estoque da fábrica. Tempo de entrega tempo de entrega a partir do depósito. Tempo de entrega a partir da fábrica. Processamento da entrega no cliente (recepção).

75 Nível de serviço - processamento da entrega no cliente (recepção) Disponibilidade: freqüência de falta de estoque e pedidos completos. Consistência: capacidade da empresa de executar o serviço dentro das especificações acordadas. Impactos da falta de consistência para os estoques dos clientes.

76 Nível de serviço - processamento da entrega no cliente (recepção) Flexibilidade: Capacidade da empresa de lidar com solicitações extraordinárias. Confiabilidade:Capacidade de fornecer informações precisas. Frequência de entrega:capacidade de fornecer intervalos cada vez menores entre as entregas.

77 Subsistemas de Administração de Materiais Função suprimento O problema básico da gerência de materiais consiste na rapidez com que os fornecedores possam responder às variações de demanda, e não na sua capacidade em responder Obter o produto na data correta.

78 Subsistemas de Administração de Materiais Inspeção de Suprimentos Subsistema de apoio responsável pela verificação da aplicação das normas e dos procedimentos estabelecidos para o funcionamento da administração de materiais em toda a organização, analisando os desvios da política de suprimento traçada pela administração e proporcionando soluções.

79 Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management) A gestão da cadeia de suprimentos envolve fornecedores, produtor, distribuidores e clientes em um processo integrado que compartilham informações e planos para tornar o canal mais eficientemente competitivo.

80 Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management) Na velha abordagem cada parte somente focava a parte que se seguia imediatamente no processo. A seqüência era apenas linear. Ninguém se preocupava ao longo do processo em como sua atuação iria impactar as outras partes e, conseqüentemente, o cliente final

81 Subsistemas de Administração de Materiais Controle de estoque - responsável pela gestão econômica dos estoques, através do planejamento e da programação de material, compreendendo análise, a previsão, o controle e o ressuprimento de material.

82 Subsistemas de Administração de Materiais Classificação de material responsável pela identificação (especificação, classificação, codificação, cadastramento e catalogação de material.

83 Subsistemas de Administração de Materiais Aquisição / compra de material responsável pela gestão, negociação e compra de material. A área de compras não responsável apenas pela quantidade e pelo prazo, mas precisa também realizar a compra em preço mais favorável possível, já que o custo da matéria-prima é um componente fundamental no custo do produto.

84 Subsistemas de Administração de Materiais Armazenagem / Almoxarifado responsável pela gestão física dos estoques, compreendendo as atividades de guarda, preservação, embalagem, recepção e expedição de material, segundo determinadas normas e métodos de armazenamento.

85 Subsistemas de Administração de Materiais Movimentação de material encarregado do controle e normalização das transações de recebimento, fornecimento, devoluções, transferências de materiais e quaisquer outros tipos de movimentações de entrada e de saída de material.

86 Subsistemas de Administração de Materiais Inspeção de recebimento responsável pela verificação física e documental do recebimento de material, podendo ainda encarregar-se da verificação dos atributos qualitativos de acordo com as normas do controle de qualidade. Cadastro - encarregado do cadastramento de fornecedores, pesquisa de mercado e compras

87 Subsistemas de Administração de Materiais Inspeção de Suprimentos subsistema de apoio responsável pela verificação da aplicação das normas e dos procedimentos estabelecidos para o funcionamento da administração de materiais em toda a organização, analisando os desvios da política de suprimento traçada pela administração e proporcionando soluções.

88 Subsistemas de Administração de Materiais Padronização e normatização subsistema de apoio responsável pela obtenção de menor número de variedades existentes de determinado tipo de material, por meio de unificação e especificação dos mesmos, propondo medidas de redução de estoques.

89 Estoques Recursos Materiais Conjunto de materiais que a empresa possui e usa no processo de produção e/ou prestação de serviço. Materiais adquiridos para armazenagem para uso futuro. Ativo da empresa, do ponto de vista financeiro, e representam um investimento de capital.

90 Os estoques se bem administrados e adequados trarão vantagens como: Redução de perdas e/ou furtos de materiais; Conhecimento prévio da quantidade de material necessária para atender a demanda para um determinado período futuro;

91 Os estoques bem administrados e adequados trarão vantagens como: Evita compras desnecessárias e exageradas; Favorece o suprimento de materiais no momento oportuno e necessário; Permitem traçar, de forma eficiente, estratégias de compras e de vendas;

92 Os estoques bem administrados e adequados trarão vantagens como: Reduz a necessidade de capital de giro para manter as atividades da empresa; Promove aumento da rotação dos estoques; Propicia maior competitividade da empresa em relação a sua concorrência; Favorece o estreitamento das parcerias comerciais entre a empresa e seus principais fornecedores;

93 As principais funções do estoque são: Garantir o abastecimento de materiais à empresa, neutralizando os efeitos de: Demora ou atraso no fornecimento de materiais; Sazonalidade no suprimento Riscos de dificuldade no fornecimento

94 As principais funções do estoque são: Proporcionar economias de escala: Por meio da compra ou produção em lotes econômicos Pela flexibilidade do processo produtivo Pela rapidez e eficiência no atendimento às necessidades

95 Classificação dos estoques quanto à industrialização: Matérias primas Materiais em processamento (ou em vias de) Materiais semi-acabados Materiais acabados componentes, peças Produtos acabados processamento completo

96 Matérias primas Constituem os insumos e materiais básicos que ingressam no processo produtivo da empresa. Normalmente as matérias primas são adquiridas de fornecedores externos pelo órgão de compra.

97 Matérias em processamento ou em vias Materiais que estão sendo processados ao longo das diversas seções que compõem o processo produtivo da organização. São os materiais em processo de produção ou em vias de serem processados. Não estão nem no almoxarifado, por não serem matérias primas iniciais, nem no depósito, por ainda não serem produtos acabados.

98 Produtos semi-acabados: materiais procedentes da produção que, para serem considerados acabados, necessitam ainda de algum detalhe de acabamento, como: retoque, pintura, inspeção, etc.

99 Materiais acabados - Componentes Referem-se a peças isoladas ou componentes já acabados e prontos para serem anexados ao produto. São partes prontas ou montadas que, quando juntadas, constituirão o produto acabado.

100 Produtos Acabados: materiais que já estão prontos; seus processamentos foram finalizados, podendo ser estocados, utilizados ou comercializados.

101 Quanto ao aspecto contábil: Materiais Imobilizados: itens pertencentes ao patrimônio (ativo imobilizado), os quais são armazenados ou utilizados, tendo aplicação já definida. Seu gerenciamento e controle são feitos de forma distinta dos demais materiais;

102 Quanto ao aspecto contábil: Material em Estoque: referentes aos materiais estocados pela empresa; são destinados à produção ou revenda, compõem o ativo circulante. Podem ser classificados em três tipos: Matéria-prima; Material para revenda; Material de consumo

103 Quanto à Demanda Materiais de Demanda Permanente: produtos que estão em constante movimentação no estoque e nunca devem faltar;

104 Quanto à Demanda Materiais de Demanda Eventual: são aqueles que possuem movimentação em determinados períodos, normalmente para atender à demanda de determinada época. A compra deve ser realizada para não ocorrer sobras nem falta e não gerar redução na margem de lucro.

105 Quanto à Movimentação Materiais Ativos: são itens estocados que possuem sua movimentação ativa.

106 Quanto à Movimentação Materiais Inativos: são itens estocados sem movimentação. Estes devem ser identificados e sua permanência no estoque analisada, caso não seja compensadora, devemos retirá-los do estoque, pois representam capital de giro parado e em desvalorização.

107 Quanto à Movimentação Materiais Descontinuados: são itens que a empresa não mais movimenta. Como não é possível excluí-los do sistema de controle de estoque, por possuírem movimentações registradas, os mesmos são classificados como descontinuados

108 Quanto ao Estado de Apresentação Materiais novos: não foram utilizados sob nenhuma forma; Materiais reparados: sofreram alguma modificação ou recuperação, podem ser novamente utilizados, com ou sem restrições;

109 Quanto ao Estado de Apresentação Materiais Inservíveis: não apresentam condições de uso, sua recuperação é inviável. Uma vez em estoque, devem ser retirados o mais breve possível;

110 Quanto ao Estado de Apresentação Material obsoleto: mesmo sem nenhum uso, não satisfaz mais o mercado. Devem ser vendidos urgentemente, enquanto ainda há aceitação, sob pena de representarem materiais inativos, acarretando imobilização de capital de giro; Material sucata: é o resíduo de material que possui valor econômico;

111 Classificação ABC Importante ferramenta gerencial para administradores de diversas áreas. Normalmente utilizada para identificar os itens mais importantes em estoque.

112 ABC - itens divididos em 3 classes: A: pequeno nº de itens responsáveis por alta participação no valor total dos estoques (procedimentos meticulosos no dimensionamento e controle). B: itens intermediários entre as classes A e C. Os procedimentos de dimensionamento e controle não precisam ser tão meticulosos. C: itens de menor importância, que não justificam procedimentos rigorosos de dimensionamento e controle.

113 Passos para montar a rede ABC relacionar os itens analisados no período que estiver sendo analisado; definir o valor total do consumo; arrumar os itens em ordem decrescente de valor; somar o total do faturamento;

114 Passos para montar a rede ABC definir os itens da Classe A = 80% do faturamento; definir os itens da Classe B = 15% do faturamento definir os itens da Classe C = 5% do faturamento; após conhecidos esses valores, identificar os itens de cada classe.

115

116 Classificação XYZ - avalia o grau de criticalidade ou imprescindibilidade do material Itens Classe Z - máxima criticalidade, são imprescindíveis, não podem ser substituídos por outros equivalentes, em tempo hábil para evitar transtornos. A falta provoca a paralisação das atividades essenciais da instituição colocando em risco tanto os profissionais e clientes, quanto o ambiente e o patrimônio organizacional.

117 Classificação XYZ - avalia o grau de criticalidade ou imprescindibilidade do material Itens Classe Y - apresentam grau de criticalidade médio ou intermediário entre os imprescindíveis e os de baixa criticalidade. Podem ser substituídos por outros com relativa facilidade, embora sejam vitais para a realização das atividades.

118 Classificação XYZ - avalia o grau de criticalidade ou imprescindibilidade do material Itens Classe X - materiais de baixa criticalidade, cuja falta não acarreta em paralisações, nem riscos à segurança pessoal, ambiental e patrimonial. Possuem elevada possibilidade de serem substituídos por outros equivalentes e elevada facilidade de obtenção no mercado.

119 Classificação dos materiais em P, Q ou R é um critério de classificação de materiais que utiliza a popularidade dos itens. A popularidade se refere à freqüência de transações ou movimentações do item durante um ano. Classe P: muito populares, ou seja, apresentam elevada freqüência de movimentação (geralmente ao menos uma por dia); Classe Q: popularidade média, possuem uma freqüência menor que uma movimentação ao dia, mas pelo ao menos uma por mês; Classe R: pouco populares, apresentam menos de uma movimentação por mês ou

120 Classificação dos materiais em P, Q ou R é um critério de classificação de materiais que utiliza a popularidade dos itens. A popularidade se refere à freqüência de transações ou movimentações do item durante um ano. Classe P: muito populares, ou seja, apresentam elevada freqüência de movimentação (geralmente ao menos uma por dia)

121 Classe Q: popularidade média, possuem uma freqüência menor que uma movimentação ao dia, mas pelo ao menos uma por mês; Classe R: pouco populares, apresentam menos de uma movimentação por mês ou ainda por semestre.

122 Avaliação de Materiais Cada material adquirido possui basicamente três tipos de preços: Preço Compra: equivale ao valor do produto constante na nota fiscal de entrada é o preço unitário sem os custos a ele inerentes. É a base para cálculo dos demais preços.

123 Avaliação de Materiais Cada material adquirido possui basicamente três tipos de preços: Preço de Custo: é o valor unitário dos itens constantes na nota fiscal de entrada, acrescido dos custos diretos inerentes ao produto. Preço de Venda: corresponde ao preço de custo total do material acrescido de uma respectiva margem de lucro.

124 Avaliação de Materiais Também pode haver diferentes preços de venda dos materiais, como por exemplo: preço de venda a vista, preço de venda a prazo, preço de venda no varejo, preço de venda no atacado, conforme cada empresa.

125 Codificação de Materiais Codificar um material significa representar todas as informações necessárias, suficientes e desejadas por meio de números ou letras, com base na classificação obtida do material.

126 Codificação de Materiais A chave para a rápida identificação do produto, das quantidades e do fornecedor é o código de barras lineares ou código de distribuição, que pode ser lido com leitores óticos (scanners).

127 Métodos de Avaliação de Estoque Os métodos de avaliação dos custos dos materiais em estoque mais conhecidos são: Método Custo Médio; Método PEPS ou FIFO; Método UEPS ou LIFO.

128 Avaliação pelo Custo Médio Método mais utilizado. Baseia-se no preço de todas as retiradas ao preço médio do suprimento total do item em estoque. A saída de estoque é calculada pelo custo médio. A avaliação do saldo de estoque que permanece no almoxarifado bem como o custo do material fornecido à produção são calculados pelo custo médio.

129 Avaliação pelo Custo Médio No longo prazo, a avaliação pelo custo médio indica os custos reais das compras de material e funciona como um estabilizador ao equilibrar as flutuações de preços que ocorrem ao longo do tempo.

Modulo 01 Exercícios Gestão de Materiais

Modulo 01 Exercícios Gestão de Materiais QUESTÕES DE CONCURSOS Acerca de planejamento e controle da produção, e gestão da cadeia de suprimentos, julgue os seguintes itens. 01. A importância do planejamento da produção decorre principalmente da

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque Módulo Suprimentos Controle de Estoque Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Suprimentos Controle de Estoque. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

Recursos Materiais 1

Recursos Materiais 1 Recursos Materiais 1 FCC - 2008 No processo de gestão de materiais, a classificação ABC é uma ordenação dos itens consumidos em função de um valor financeiro. São considerados classe A os itens de estoque

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Institui o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação no âmbito do Poder Judiciário. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

Manifestação do Ministro Gilmar Mendes, no encerramento do II Encontro Nacional do Judiciário Belo Horizonte, 16/02/2009

Manifestação do Ministro Gilmar Mendes, no encerramento do II Encontro Nacional do Judiciário Belo Horizonte, 16/02/2009 Manifestação do Ministro Gilmar Mendes, no encerramento do II Encontro Nacional do Judiciário Belo Horizonte, 16/02/2009 Senhores, No encerramento destes trabalhos, gostaria de agradecer a contribuição

Leia mais

Administração de Materiais

Administração de Materiais Administração de Materiais vanessa2010.araujo@gmail.com EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO Subsistemas Adm. Materiais 1) (CESPE-SGA/AC 2008) A Administração de materiais busca coordenar os estoques e a movimentação

Leia mais

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação;

Assegurar o suprimento adequado de matéria-prima, material auxiliar, peças e insumos ao processo de fabricação; 2. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Área da Administração responsável pela coordenação dos esforços gerenciais relativos às seguintes decisões: Administração e controle de estoques; Gestão de compras; Seleção

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS

ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Unidades 12 Conceituação de patrimônio Classificação de bens patrimoniais Sistema de depreciações Determinação de vida útil Renovação de equipamentos

Leia mais

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem e controle Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem Armazenagem e manuseio de mercadorias são componentes essenciais do conjunto de atividades logísticas.seus custos podem absorver

Leia mais

GESTÃO E CONTROLE DE ESTOQUES

GESTÃO E CONTROLE DE ESTOQUES GESTÃO E CONTROLE DE ESTOQUES GESTÃO DE ESTOQUES A gestão de estoque é, basicamente, o ato de gerir recursos ociosos possuidores de valor econômico e destinado ao suprimento das necessidades futuras de

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha A administração de materiais A administração de materiais procura conciliar as necessidades de suprimentos com a otimização dos recursos financeiros

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS GERÊNCIAIS E ECONÔMICAS Ciências Contábeis Contabilidade em moeda constante e conversão de demonstrações contábeis para moeda estrangeira

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES. Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 4 Prof. Rafael Roesler

GESTÃO DE ESTOQUES. Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 4 Prof. Rafael Roesler GESTÃO DE ESTOQUES Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 4 Prof. Rafael Roesler Sumário Gestão de estoque Conceito de estoque Funções do estoque Estoque de segurança

Leia mais

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. Operações Terminais Armazéns AULA 3 PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. A Gestão de Estoques Definição» Os estoques são acúmulos de matériasprimas,

Leia mais

Coletânea de questões para BACEN CESPE PARTE 2 RECURSOS MATERIAIS. Prof. Gilberto Porto

Coletânea de questões para BACEN CESPE PARTE 2 RECURSOS MATERIAIS. Prof. Gilberto Porto Coletânea de questões para BACEN CESPE PARTE 2 RECURSOS MATERIAIS Prof. Gilberto Porto Recursos Materiais Prova: CESPE - 2013 - MPU - Técnico AdministraMvo Na figura, a curva ABC representa uma situação

Leia mais

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.1 - CONCEITUAÇÃO, OBJETO E CAMPO DE APLICAÇÃO A Contabilidade Pública aplica, no processo gerador de informações, os princípios

Leia mais

Função: Operação da Cadeia de materiais. 1.1 Identificar princípios da organização da área de materiais.

Função: Operação da Cadeia de materiais. 1.1 Identificar princípios da organização da área de materiais. MÓDULO II Qualificação Técnica de Nível Médio ASSISTENTE DE LOGÍSTICA II.1 Gestão de Recursos e Materiais Função: Operação da Cadeia de materiais 1. Contextualizar a importância da Administração de materiais

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES Leider Simões, Unisalesiano de Lins e-mail: leidersimoes16@hotmail.com Profª M. Sc. Máris de Cássia Ribeiro, Unisalesiano Lins e-mail: maris@unisalesiano.edu.br

Leia mais

Professor Márcio Micheli. Administração de Recursos Materiais. Questões CESPE

Professor Márcio Micheli. Administração de Recursos Materiais. Questões CESPE 1. A ocorrência de custos de armazenagem depende da existência de materiais em estoque e do tempo de permanência desses materiais no estoque. 2. Materiais que requerem cuidados especiais na armazenagem

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional.

Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional. Tema 1: Eficiência Operacional Buscar a excelência na gestão de custos operacionais. Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional. Agilizar

Leia mais

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ

SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ MISSÃO: Garantir prestação jurisdicional rápida, acessível e efetiva no âmbito da sua competência. DESCRIÇÃO DA MISSÃO: A Justiça Federal no Paraná existe para garantir direitos

Leia mais

Administração de Materiais e Logística. , Vendas CPD Cobrança PCP Expedição Faturamento. Completem o DHF. Melhoria Continua e Teste

Administração de Materiais e Logística. , Vendas CPD Cobrança PCP Expedição Faturamento. Completem o DHF. Melhoria Continua e Teste , Vendas CPD Cobrança PCP Expedição Faturamento Completem o DHF Melhoria Continua e Teste As Organizações como Sistemas Abertos As organizações estão em um constante estado de fluxo. AMBIENTE Estagio de

Leia mais

MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos

MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL PROF.: JANILSON EXERCÍCIOS CESPE 1) (TJ-DF Técnico)

Leia mais

NPC 7 ATIVO IMOBILIZADO. Objetivo

NPC 7 ATIVO IMOBILIZADO. Objetivo NPC 7 ATIVO IMOBILIZADO Objetivo 1 O objetivo deste Pronunciamento é determinar o tratamento contábil para o ativo imobilizado. As principais questões na contabilização do ativo imobilizado são: a) a época

Leia mais

SEMINÁRIO NACIONAL - A NOVA GESTÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO

SEMINÁRIO NACIONAL - A NOVA GESTÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO SEMINÁRIO NACIONAL - A NOVA GESTÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DIA 24 DE JULHO ADMINISTRAÇÃO ORÇAMENTÁRIA FINANCEIRA E CONTÁBIL DO PATRIMÔNIO PÚBLICO 1 - PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Prof. Gustavo Boudoux

Prof. Gustavo Boudoux ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Recursos à disposição das Empresas Recursos Materiais Patrimoniais Capital Humanos Tecnológicos Martins, (2005.p.4) O que é Administração de Materiais?

Leia mais

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa Controle de estoques Capítulo 6 Sumário Conceito de estoque Tipos Sistemas de controle de estoques Fichas de estoque Classificação de estoque Dimensionamento de estoque Logística e Cadeia de suprimentos

Leia mais

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO

CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO CURVA ABC NA GESTÃO DE ESTOQUE Carla Milanesi de Oliveira - carla_mila_lala@hotmail.com RESUMO Nos dias atuais, uma das áreas que mais se desenvolvem dentro das organizações sem dúvida é a Gestão dos Estoques,

Leia mais

Sistemas de Armazenagem de Materiais

Sistemas de Armazenagem de Materiais Sistemas de Armazenagem de Materiais Características e conceitos para utilização de Sistemas de armazenagem de materiais Objetivos Destacar a importância dos equipamentos de armazenagem de materiais na

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade I GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Planejamento e controle de estoques. 2. A importância dos estoques. 3. Demanda na formação dos estoques.

Leia mais

Cobertura de Estoques-Antigiro (Prazo médio de Rotação)

Cobertura de Estoques-Antigiro (Prazo médio de Rotação) Aula 3 Adm. de Materiais-TRE- ALEX DINIZ INDICADORES Giro de estoques Rotação de Estoques GIRO é a média de entrada e saída de um item em estoque, A unidade que este vem expresso é o inverso da unidade

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: ADM. DE REC. MATERIAIS E PATRIMONIAIS Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: Turma: 5 ADN FRANCISCHINI, Paulino G.; GURGEL, F.

Leia mais

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES

O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES 1 O CONTROLE DE ESTOQUE COMO FERRAMENTA COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES Cesar Paulo Lomba (Discente do 4º período de Tecnologia de Gestão Financeira das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Maria Luzia

Leia mais

Contabilidade Gerencial Ativo imobilizado

Contabilidade Gerencial Ativo imobilizado Contabilidade Gerencial Ativo imobilizado O Ativo Imobilizado é formado pelo conjunto de bens e direitos necessários à manutenção das atividades da empresa, caracterizados por apresentar-se na forma tangível

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR Este questionário objetiva diagnosticar a realidade dos tribunais em relação às aprovadas no II Encontro Nacional do Judiciário, bem como subsidiar medidas concretas a serem

Leia mais

ROTEIRO DE LEVANTAMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES PARA UM DIAGNÓSTICO INTEGRADO DE PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA

ROTEIRO DE LEVANTAMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES PARA UM DIAGNÓSTICO INTEGRADO DE PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado do Piauí

Tribunal de Contas do Estado do Piauí Tribunal de Contas do Estado do Piauí P R O C E D I M E N T O S A S E R E M O B S E R V A D O S Q U A N T O A O C O N T R O L E I N T E R N O M A R I A V A L É R I A S A N T O S L E A L A U D I T O R A

Leia mais

MANUAL DO ALMOXARIFADO

MANUAL DO ALMOXARIFADO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO CAMPUS BOM JESUS DA LAPA BR 349 - Km 14 Zona Rural - Caixa Postal 34

Leia mais

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila.

UnB Universidade de Brasília. Administração de Recursos Materiais. Tema: Gestão de estoque. Alunos: - Beliza de Ávila. UnB Universidade de Brasília Administração de Recursos Materiais Tema: Gestão de estoque Alunos: - Beliza de Ávila - Felipe Jordán - Guilherme de Miranda - Jefferson Coelho O conceito de ocupação física

Leia mais

AUTOR(ES): CRISTIANE LEONCIO DE MELO, GISLAINE APARECIDA PAULINO ADRIANO, NATALIA ANGUINONI DA SILVA

AUTOR(ES): CRISTIANE LEONCIO DE MELO, GISLAINE APARECIDA PAULINO ADRIANO, NATALIA ANGUINONI DA SILVA TÍTULO: SISTEMA DE INVENTARIO NA AREA DE TRABALHO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA AUTOR(ES): CRISTIANE LEONCIO DE MELO,

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ALCANCE 1.... estabelece critérios e procedimentos específicos a serem observados pelas entidades

Leia mais

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO A melhor formação cientifica, prática e metodológica. 1 POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA Marketing Vendas Logística ANTES: foco no produto - quantidade de produtos sem qualidade

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Logística Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Logística. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES

BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES BREVE INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS CONTÁBEIS E DE ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES BALANÇO PATRIMONIAL: é a representação quantitativa do patrimônio de uma entidade. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO

Leia mais

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE *Envie o nome de seu grupo, dos integrantes e um telefone de contato junto com as respostas do questionário abaixo para o e-mail COMMUNICATIONS.SLA@SCANIA.COM*

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e

Uma indústria mantém estoque de materiais; Um escritório contábil mantém estoque de informações; e Fascículo 2 Gestão de estoques Segundo Nigel Slack, estoque é definido como a acumulação armazenada de recursos materiais em um sistema de transformação. O termo estoque também pode ser usado para descrever

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

Controle de Estoques

Controle de Estoques Controle de Estoques Valores em torno de um Negócio Forma Produção Marketing Posse Negócio Tempo Lugar Logística Atividades Primárias da Logística Transportes Estoques Processamento dos pedidos. Sumário

Leia mais

Preparatório para Polícia Federal Administração de Recursos Materiais Aula 01 Professora: Cinthia Dante

Preparatório para Polícia Federal Administração de Recursos Materiais Aula 01 Professora: Cinthia Dante Introdução à Sumário Prof. Cinthia Dante cinthiadante@concurseiro24horas.com.br 1 1. Apresentação Olá a todos, Meu nome é Cinthia Dante e sou graduada em Administração pela UFMG e tenho mestrado em Gestão

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE RESOLUÇÃO CFC N.º 1.418/12 Aprova a ITG 1000 Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais e com

Leia mais

NOÇÕES DE GESTÃO PÚBLICA

NOÇÕES DE GESTÃO PÚBLICA WELTOM A. DE CARVALHO NOÇÕES DE GESTÃO PÚBLICA TEORIA 140 Questões Gabaritadas da FCC por Tópicos (2013 2004) A apostila abrange o conteúdo programático cobrado em alguns concursos púbicos, organizados

Leia mais

CONTROLES DE PATRIMÔNIO, ALMOXARIFADO E TRANSPORTE

CONTROLES DE PATRIMÔNIO, ALMOXARIFADO E TRANSPORTE CONTROLES DE PATRIMÔNIO, ALMOXARIFADO E TRANSPORTE PATRIMÔNIO CONCEITO: Compreende o conjunto de bens, direitos e obrigações avaliáveis em moeda corrente, das entidades que compõem a Administração Pública.

Leia mais

Oficina Técnica. Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais) Fevereiro 2013. Elaborado por: Walter Luiz Quaglio

Oficina Técnica. Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais) Fevereiro 2013. Elaborado por: Walter Luiz Quaglio Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial.

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial. ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA PRODUTORA DE BEBIDAS, COMO AUXÍLIO À GESTÃO DA LOGÍSTICA DE MATERIAIS EM UM CENÁRIO DE DEMANDA VARIÁVEL Eduardo Bezerra dos Santos

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: ADM. DE REC. MATERIAIS E PATRIMONIAIS Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: Turma: 5 ADN FRANCISCHINI, Paulino G.; GURGEL, F.

Leia mais

Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques

Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques Celso Ferreira Alves Júnior eng.alvesjr@gmail.com 1. INVENTÁRIO DO ESTOQUE DE MERCADORIAS Inventário ou Balanço (linguagem comercial) é o processo

Leia mais

Ementa e Cronograma Programático...

Ementa e Cronograma Programático... Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade Operacional AULA 04 Gestão

Leia mais

Andrés Eduardo von Simson Graduação e v r iç i os D s i ney Background Hopi Hari Hilton Brasilton Maksoud Plaza

Andrés Eduardo von Simson Graduação e v r iç i os D s i ney Background Hopi Hari Hilton Brasilton Maksoud Plaza ENGENHARIA DE NEGÓCIOS I GESTÃO ESTRATÉGICA DE ESTOQUES AULA I Prof. Andrés E. von Simson 2009 PROFESSOR Andrés Eduardo von Simson Graduação Adm. Hoteleira Adm. de Empresas Docência pela FGV Especialização

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16 Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS Gestão Estratégica de Estoques/Materiais Prof. Msc. Marco Aurélio C. da Silva Data: 22/08/2011 O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS 2 1 GESTÃO DE ESTOQUE Demanda Adequação do Estoque Investimento Série de ações

Leia mais

Observação: As caixas em vermelho representam módulos adicionais.

Observação: As caixas em vermelho representam módulos adicionais. Fenícia Gestão ERP Introdução O FENÍCIA GESTÃO ERP é uma solução integrada, personalizável, de gerenciamento corporativo, que se destaca pela sua robustez aliada ao alto grau de tecnologia e conhecimento

Leia mais

Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/

Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/ Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/ Muitas empresas se deparam com situações nas tarefas de previsões de vendas e tem como origem

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SIG. Diferença entre relatórios gerados pelo SPT e os gerados pelo SIG

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SIG. Diferença entre relatórios gerados pelo SPT e os gerados pelo SIG Introdução SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SIG A finalidade principal de um SIG é ajudar uma organização a atingir as suas metas, fornecendo aos administradores uma visão das operações regulares da empresa,

Leia mais

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS 81 Assinale a alternativa que apresente a circunstância em que o Sistema de Custeio por Ordem de Produção é indicado. (A) O montante dos custos fixos é superior ao valor

Leia mais

2. Esta Norma não se aplica também à mensuração dos estoques mantidos por:

2. Esta Norma não se aplica também à mensuração dos estoques mantidos por: NBC TSP 12 Estoques Objetivo 1. O objetivo deste Pronunciamento é estabelecer o tratamento contábil para os estoques. Uma questão fundamental na contabilização dos estoques é quanto ao valor do custo a

Leia mais

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional;

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional; Código: MAP-DIFIN-001 Versão: 00 Data de Emissão: XX/XX/XXXX Elaborado por: Gerência de Contabilidade Aprovado por: Diretoria de Finanças e Informações de Custos 1 OBJETIVO Estabelecer os procedimentos

Leia mais

Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação. Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região

Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação. Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região Dezembro/2010 2 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Missão: Prover soluções efetivas de tecnologia

Leia mais

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR.

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Barbara Monfroi (Unioeste) bmonfroi@gmail.com Késsia Cruz (Unioeste) kessia.cruz@hotmail.com

Leia mais

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP Sistema de gestão ERP MÓDULOS E CLIENTES Os módulos podem ser adquiridos separadamente, conforme a sua necessidade. ÁREA COMERCIAL ÁREA ADMINISTRATIVA FINANCEIRA ÁREA PRODUÇÃO E SUPRIMENTOS ÁREA FISCAL

Leia mais

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP Sistema de gestão ERP Módulo MÓDULOS E CLIENTES Os módulos podem ser adquiridos separadamente, conforme a sua necessidade. COMERCIAL ADMINISTRATIVA FINANCEIRA PEDIDOS EXPORTAÇÃO CONTAS A RECEBER TELEMARKETING

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Considerando as transformações sofridas pela contabilidade brasileira a partir do processo de sua harmonização com as normas ano grupo contábil 1 2 3 internacionais de contabilidade,

Leia mais

Artigo publicado na Revista CEPPG Nº 24 1/2011 ISSN 1517-8471 Páginas 37 à 44 RESUMO

Artigo publicado na Revista CEPPG Nº 24 1/2011 ISSN 1517-8471 Páginas 37 à 44 RESUMO CONTROLE DE QUALIDADE NA AVALIAÇÃO DE UM ESTOQUE Andre Luis de Souza Neto 1 RESUMO O presente trabalho justifica-se pela discussão do grande papel da avaliação e controle da qualidade de um estoque em

Leia mais

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS 1 2 sem/11 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Prof. Alcides T. Lanzana 2 AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Introdução Valuation Métodos de atribuição de valor à empresa 3 USOS DO VALUATION Compra e Venda Fusões e Incorporações

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

PROJETO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DO PODER JUDICIÁRIO DO BRASIL. Ana Carolina Lemos Chaer Joel Sólon Farias de Azevedo Ivan Gomes Bonifácio

PROJETO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DO PODER JUDICIÁRIO DO BRASIL. Ana Carolina Lemos Chaer Joel Sólon Farias de Azevedo Ivan Gomes Bonifácio 1 PROJETO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DO PODER JUDICIÁRIO DO BRASIL Ana Carolina Lemos Chaer Joel Sólon Farias de Azevedo Ivan Gomes Bonifácio 2 II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 24: Gestão estratégica

Leia mais

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP Sistema de gestão ERP MÓDULOS E CLIENTES Os módulos podem ser adquiridos separadamente, conforme a sua necessidade. ÁREA COMERCIAL ÁREA ADMINISTRATIVA FINANCEIRA ÁREA PRODUÇÃO E SUPRIMENTOS ÁREA FISCAL

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 Versão: 01 Data de aprovação: 7 de outubro de 2014. Ato de aprovação: Resolução n.º 112 /2014 Unidade

Leia mais

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2013

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2013 Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2013 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Questões sobre o tópico Administração de Materiais. Olá Pessoal, Hoje veremos um tema muito solicitado para esse concurso do MPU! Administração de Materiais.

Leia mais

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero).

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero). 1. (SEFAZ-PI-2015) Uma empresa, sociedade de capital aberto, apurou lucro líquido de R$ 80.000.000,00 referente ao ano de 2013 e a seguinte distribuição foi realizada no final daquele ano: valor correspondente

Leia mais

Sistemas de Informações Transacionais SIT Sistemas de Informações Gerenciais SIG. Ana Clara Araújo Gomes da Silva araujo.anaclara@gmail.

Sistemas de Informações Transacionais SIT Sistemas de Informações Gerenciais SIG. Ana Clara Araújo Gomes da Silva araujo.anaclara@gmail. Sistemas de Informações Transacionais SIT Sistemas de Informações Gerenciais SIG Ana Clara Araújo Gomes da Silva araujo.anaclara@gmail.com Papéis fundamentais dos SI Os SI desempenham 3 papéis vitais em

Leia mais

LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS. rfsouza@fatecinternacional.com.br

LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS. rfsouza@fatecinternacional.com.br LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS PROF. RODRIGO FREITAS DE SOUZA REVISÃO rfsouza@fatecinternacional.com.br Objetivo da Logística Fazer chegar a quantidade certa das mercadorias certas ao local certo, no

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.137/08 Aprova a NBC T 16.10 Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e

Leia mais

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC.

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC. Código: MAP-DILOG-004 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Bens e Materiais Aprovado por: Diretoria de Logística 1 OBJETIVO Definir os procedimentos para gestão dos bens e

Leia mais

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação (PETI) Secretaria de Tecnologia da Informação Florianópolis, março de 2010. Apresentação A informatização crescente vem impactando diretamente

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

OBJETIVO DO CONTROLE PATRIMONIAL NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA CONTROLE PATRIMONIAL

OBJETIVO DO CONTROLE PATRIMONIAL NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA CONTROLE PATRIMONIAL OBJETIVO DO CONTROLE PATRIMONIAL NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA CONTROLE PATRIMONIAL OBJETIVO Estabelecer os procedimentos necessários para administração do patrimônio imobilizado da empresa. CONCEITOS Constitui

Leia mais

http://www.lgncontabil.com.br/

http://www.lgncontabil.com.br/ ATIVO IMOBILIZADO Considerações Gerais Sumário 1. Conceito 2. Classificação Contábil Das Contas do Ativo Imobilizado 3. Imobilizado em Operação 3.1 - Terrenos 3.2 - Edificações 3.3 - Instalações 3.4 -

Leia mais

Administração de Materiais MPU Prof. Wendell Léo w.castellano@ig.com.br

Administração de Materiais MPU Prof. Wendell Léo w.castellano@ig.com.br Administração de Materiais MPU Prof. Wendell Léo w.castellano@ig.com.br 01.A ocorrência de custos de armazenagem depende da existência de materiais em estoque e do tempo de permanência desses materiais

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais