Cabotagem. Centros de Distribuição Avançados. Prêmio FedEx Profissional e Projeto de Logística

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1 SUPPLY CHAIN MANAGEMENT LOGÍSTICA NO38 ANO VII JANEIRO & FEVEREIRO 2014 R$25,00 NO 38 ANO VII JANEIRO & FEVEREIRO 2014 editora ISSN Centros de Distribuição Avançados Por que ter e como utilizar? Por Marco Antonio Oliveira Neves Prêmio FedEx Profissional e Projeto de Logística do ano de 2013 Cabotagem Análise de viabilidade do uso da Cabotagem para Operações Logísticas Por Edson Felipe Capovilla Trevisan e Thiago Barros Brito Importância, entraves e ações para seu desenvolvimento Por Jervel Jannes Recuperando o tempo perdido Por Vital Jorge Lopes e mais: Case Avon: Out of the Box: Integração da Cadeia de Suprimentos Por que Terceirizações Logísticas podem falhar? Logística sustentável: caminhos para transportar mais e poluir menos Estamos prontos para otimizar o planejamento da cadeia? A Logística Urbana da embalagem para o varejo Investimentos em tecnologias logísticas adequadas garantem eficiência operacional e sinergias Negociação, uma ferramenta que pode fazer a diferença Colunas: Gestão em Foco, Carreira em Foco e Supply Chain Council

2 edição 38 ANO VII JANEIRO & FEVEREIRO :: Navegação de Cabotagem: importância, entraves e proposição de ações para seu desenvolvimento Síntese do atual cenário da navegação de cabotagem no Brasil e propostas para o desenvolvimento deste modal como forma de equilibrar a matriz de transportes brasileira. Por: Jervel Jannes 24:: Análise de viabilidade do uso da Cabotagem para Operações Logísticas Conheça os principais fatores a serem considerados na análise de adoção da cabotagem como meio de transporte na operação logística de uma empresa. Por: Edson Felipe Capovilla Trevisan e Thiago Barros Brito 34:: Cabotagem: recuperando o tempo perdido...após um período de inércia, a cabotagem volta a crescer na última década e torna-se uma das principais alternativas logísticas para a competitividade da produção local. Por: Vital Jorge Lopes 08:: Out of the Box: Integração da Cadeia de Suprimentos Avon alcançando a efi ciência operacional através de ações integradas. Por: João Biarari, Ricardo Rodrigues, Adriana Fu Vivian e Mariana Maia 14:: Estamos Prontos para Otimizar o Planejamento da Cadeia? Apesar da efi ciência na utilização de tecnologias de otimização, por que as empresas ignoram esse investimento? Por: Luciano de Moura 37:: Coluna Supply Chain Council Sistema de Gestão e Empresas de Sucesso Por: Joseph (Joe) Francis e Élcio Grassia 38:: Coluna Gestão em Foco Afi nal, você está gerenciando sua cadeia de suprimentos estrategicamente? Por: Donald Neumann 40:: Por que Terceirizações Logísticas podem falhar? Por que o fracasso ocorre sobre serviços logísticos, uma vez que, ao contrário disto, há muitos casos sobre acertos e sucessos? Por: Mauro Vivaldini 48:: Coluna Carreira em Foco O que fazer ou o que não fazer? Por: Antonio J. Ornellas 52:: Logística sustentável: Caminhos para transportar mais e poluir menos Quais ações a tomar para transportar mais e poluir menos? Por: Paulo Guedes 55:: Centros de Distribuição Avançados Por que ter e como utilizar? Modismo ou real necessidade? Por que é cada vez mais comum presenciarmos a abertura de Centros de Distribuição Avançados (CDAs) em todo o Brasil? Por: Marco Antonio Oliveira Neves 60:: The Fresh Connection Sucesso no primeiro workshop com jogo de negócios 62:: A Logística da embalagem para o varejo franquias O desafi o da logística urbana nos grandes centros e as soluções para a logística urbana de embalagens a partir de estudos realizados na Europa e adaptados à realidade brasileira. Por: Antonio Carlos Sanches e Orlando Fontes Lima Jr. 68:: Negociação, uma ferramenta que pode fazer a diferença Técnicas e estratégias de negociação, e quais as etapas que compõem o processo de negociação. Por: Leonardo de Lima Francisco 74:: Investimentos em tecnologias logísticas adequadas garantem eficiência operacional e sinergias Com a implantação de ferramentas que auxiliem a gestão dos fretes, as empresas podem reduzir custos de operações de 7% a 15%. Por: Diogo Andrade 76:: Prêmio FedEx Profi ssional e Projeto de Logística do Ano 2013 Conheça como foi e quem são os vencedores do ano de 2013.

3 :: artigo CdAs Centros de distribuição Avançados por que ter e como utilizar? Modismo ou real necessidade? Por que é cada vez mais comum presenciarmos a abertura de Centros de Distribuição Avançados (CDAs) em todo o Brasil? Marco Antonio Oliveira neves diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda. Está cada vez mais difícil e mais caro realizar uma entrega nas grandes e médias cidades brasileiras. Grande parte desses problemas está relacionado à questão da mobilidade urbana, mas outra parte, igualmente relevante, refere-se à própria complexidade da operação logística. A mobilidade urbana afeta diretamente a produtividade da operação. A lentidão registrada nos períodos de pico pela manhã e à tarde, fruto da falta de políticas públicas e de investimentos em infraestrutura, refl ete negativamente no total de coletas ou entregas realizadas. Essa difi culdade, associada aos mecanismos utilizados pelos órgãos públicos para solucionar o problema dos congestionamentos, como o sistema de rodízio de placas e as zonas de restrição à circulação de veículos de cargas, contribuem para o agravamento do problema. Esse problema, infelizmente, não afeta apenas os grandes conglomerados urbanos como São Paulo (SP) ou Rio de Janeiro (RJ), mas também outras capitais como Recife (PE), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Manaus (AM), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Florianópolis (SC), e até cidades como Joinville (SC), Caxias do Sul (RS), Jaboatão dos Guararapes (PE), Maringá (PR), Londrina (PR), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), Jundiaí (SP), São José do Rio Preto (SP), Sorocaba (SP), São José dos Campos (SP), Osasco (SP), Barueri (SP) etc. A logística, por sua vez, passa por uma transformação profunda. Vários fatores afetam diretamente o custo e o nível de serviço na distribuição urbana, como o aumento no número de itens comercializados, a diminuição do tamanho dos pedidos dos clientes, as janelas de atendimento (cada vez menores), a diversidade dos canais de distribuição atendidos (destaque para o comércio eletrônico) etc. Para tornar o cenário ainda mais preocupante, é importante também considerar a falta de motoristas no 55

4 um único centro de distribuição vários centros de distribuição operação com centros de distribuição AVAnçados (cdas) Brasil, os impactos da nova lei que trata da jornada de trabalho dos motoristas e a complicada situação financeira que vive a maioria das Transportadoras no Brasil. Todos esses fatores, de forma combinada, criam um composto altamente inflamável, prestes a explodir. Executivos da área de logística e especialistas do setor estão diante de um quebra-cabeça de difícil solução. Está cada vez mais difícil resolver o binômio nível de serviço e custos! Em função das limitações operacionais existentes e do alto grau de complexidade logístico, a distribuição nas grandes e médias cidades exigirá, cada vez mais, a adoção de soluções diferenciadas, que envolvam alta aplicação tecnológica, infraestrutura adequada e modelos de distribuição perfeitamente alinhados com as variáveis intrínsecas e extrínsecas valorizadas pelos clientes. Diante dessa nova realidade, os Centros de Distribuição Avançados (CDA) surgem como uma solução inovadora e eficaz, ao equalizar de forma competitiva a questão dos custos e do nível de serviço. Evolução na AbordAGEM da Malha Logística: dos CDs (Centros de Distribuição) aos CDAs (Centros de Distribuição Avançados) e aos Cross- Dockings. Durante muitos anos as empresas optaram por centralizar seus estoques em um único local. Com o crescimento do volume, comercialização de novos itens e ampliação do raio geográfico de atuação, essas instalações se transformaram em grandes e altamente complexos Centros de Distribuição. Essas instalações passaram a se destacar pelo seu tamanho (milhares e até milhões de m³ construídos), capacidade de processamento, fluxo de veículos e efetivo operacional (centenas ou milhares de funcionários). Diante do gigantismo existente e dos gargalos operacionais criados, algumas empresas optaram por multiplicar o modelo de grandes Centros de Distribuição para outras localidades consideradas estratégicas. Ao invés de diluírmos a complexidade existente, o que vimos na prática foi o contrário. A situação ficou caótica. Grandes estoques espalhados pelo Brasil. Pedidos sendo expedidos parcialmente de um CD, exigindo a complementação por outro, distante algumas centenas de quilômetros dos clientes finais. Produtos de baixo giro multiplicados por todo País, consumindo mais e mais espaço. Aumento do nível de furto, avaria e obsolescência. Caos total! A verdade é que quanto mais espaço criamos, menos espaço temos. Com o aprendizado, as empresas reavaliaram seus modelos de atendimento, mantendo a descentralização dos estoques, mas utilizando estoque estrategicamente avançado, numa medida menor e mais eficiente, priorizando o giro das mercadorias e o atendimento do nível de serviço requerido. 56

5 Daí em diante, os CDAs passaram a surgir com maior intensidade. Em muitos casos rapidamente se verificou um aumento substancial das vendas, refletindo o nível de serviço diferenciado, que foi propiciado pelo reposicionamento e avanço dos estoques. E é justamente aí que se encontra a real motivação para a decisão de se operar com mais ou menos CDAs: a capacidade de geração de novas vendas em função do incremento no nível de serviço. Novos CDAs serão abertos conforme o modelo de atendimento realmente se comprove de mais valia para os clientes. E então, qual o próximo desafio? O próximo desafio consiste em realizar tudo isso SEM ESTOQUES! Vivenciaremos um novo modelo, ainda mais dinâmico, e mais dependente da tecnologia, que chamamos de cross-docking (XD). Mas calma, isso só será possível após atingirmos um alto grau de maturidade na gestão operacional, já que nos depararemos diante de diversos desafios impostos pela falta de infraestrutura logística no Brasil. Características dos CDAs Para caracterizar um Centro de Distribuição Avançado (CDA), é interessante diferenciá-los dos Centros de Distribuição (CD), mais familiares para os profissionais da área de logística. A tabela 1 estabelece uma clara distinção entre CD e CDA. Como podemos ver, nos CDAs a função MOVIMEN- TAR é mais importante do que a função ESTOCAR. Já no CD, ambas são igualmente importantes. Em função disso, notamos grandes diferenças entre a infraestrutura operacional de um CD e de um CDA (veja tabela 2). FATORES de Complexidade na Gestão dos CDAs Embora pareça ser muito mais simples gerenciar um CDA do que um CD, a operação apresenta um relativo grau de complexidade em seu dia a dia. A sincronia é um fator crucial nesse tipo de operação. É muito importante que os veículos de transferência cumpram seus horários de chegada no CDA, de tal forma que a mão-de-obra de descarga seja adequadamente utilizada e que os veículos de entrega não atrasem em seus horários de partida. Outro ponto demasiadamente importante está rela- QUANTIDADE RAIO DE ATUAÇÃO ITEM CD CDA NORMALMENTE UM ÚNICO, PODENDO CHEGAR A ATÉ TRÊS NO BRASIL MÉDIO A LONGO, PODENDO ATINGIR MAIS DE KM Tabela 1. Diferença entre CD e CDA. VÁRIOS, DEPENDENDO DA ATUAÇÃO DA CONCORRÊNCIA, CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO ATENDIDOS, VALOR AGREGADO ETC. CURTO, NORMALMENTE AO REDOR DE 250 KM FUNCIONAMENTO ATÉ 3 TURNOS NORMALMENTE EM UM ÚNICO TURNO NÍVEL DE ESTOQUES GIRO DOS ESTOQUES FATOR VIABILIZADOR COMPLEXIDADE OPERACIONAL FOCO APLICAÇÃO TECNOLÓGICA MUITO ALTO BAIXO, AO REDOR DE 1,0 A 2,0 GIROS POR MÊS CUSTOS, EM FUNÇÃO DA ESCALA OPERACIONAL ALTA, DEVIDO AO TAMANHO DO ARMAZÉM, INFRAESTRUTURA DISPONÍVEL, EFETIVO OPERACIONAL E NÍVEL DE ESTOQUES EXISTENTE APROVEITAMENTO DO ESPAÇO CÚBICO, PRODUTIVIDADE DA MÃO-DE-OBRA E DOS EQUIPAMENTOS DE MOVIMENTAÇÃO, INTEGRIDADE DOS ESTOQUES ETC. ALTA, COM SISTEMA WMS, RF E ALGUM NÍVEL DE AUTOMAÇÃO BAIXO, SUFICIENTE PARA COBRIR O INTERVALO DE ABASTECIMENTO, MAIS UMA MARGEM DE SEGURANÇA ALTO, CHEGANDO A ATINGIR 8,0 GIROS POR MÊS NÍVEL DE SERVIÇO, DEVIDO À PROXIMIDADE DOS CLIENTES E RAPIDEZ DE ATENDIMENTO MÉDIO A BAIXO; MAIOR DESAFIO ESTÁ NA CAPACIDADE DE PROCESSAMENTO (IN/OUT) E NA REPOSIÇÃO DOS ESTOQUES SEM SOBRECARREGAR A CAPACIDADE DE ESTOCAGEM ADMINISTRAÇÃO DOS NÍVEIS DE ESTOQUES E DO CICLO DE REPOSIÇÃO, PARA GARANTIR ALTO NÍVEL DE SERVIÇO MÉDIA A BAIXA, ALGUNS OPERANDO COM CONTROLES MANUAIS, EM PAPEL 57

6 FLUXO DO MATERIAL DOCAS ITEM CD CDA TIPOS DE DOCAS NORMALMENTE EM U ELEVADAS, UMA DOCA A CADA 500 M² A M² DE ÁREA CONSTRUÍDA DIVERSAS PARA UMA GRANDE DIVERSIDADE DE VEÍCULOS EM I OU U Tabela 2. Diferenças de infraestrutura operacional entre CD e CDA. ELEVADAS, UMA DOCA A CADA 250 M² A 500 M² DE ÁREA CONSTRUÍDA. PADRÃO PÉ-DIREITO ALTO, SUPERIOR A 10 METROS MÉDIO / BAIXO, AO REDOR DE 6 A 8 METROS RESISTÊNCIA DO PISO ESTRUTURAS DE ESTOCAGEM NÍVEL DE ESTOQUES ÁREAS EXTERNAS SUPERIOR A 6,0 TONF/M² VARIADAS, DESDE A BLOCAGEM ATÉ A UTILIZAÇÃO DE PORTA-PÁLETES, DRIVE-IN, DRIVE-THRU, PUSH- BACK, SISTEMAS DINÂMICOS ETC. MUITO ALTO MUITO GRANDES, PARA COMPORTAR GRANDES QUANTIDADES DE VEÍCULOS ENTRE 4,0 A 6,0 TONF/M² BLOCADO E/OU PORTA-PÁLETES BAIXO, SUFICIENTE PARA COBRIR O INTERVALO DE ABASTECIMENTO, MAIS UMA MARGEM DE SEGURANÇA PEQUENA, EM FUNÇÃO DA VELOCIDADE OPERACIONAL cionado à gestão da frota ou dos parceiros responsáveis pelas entregas. Variações bruscas nos volumes poderão acarretar em sub ou super aproveitamento da frota; no primeiro caso teremos um impacto direto sobre a saúde financeira da operação, no segundo, sobre o nível de serviço, levando ao não cumprimento total das entregas previstas em rota e a um aumento significativo no número de entregas não realizadas e possível perda de vendas. Sabemos que os caminhões não se encontram disponíveis em prateleiras, mas será preciso contar com alguma flexibilidade na capacidade de atendimento, tanto para cima como para baixo. A gestão dos estoques é outro ponto de especial atenção em um CDA. Como não são substancialmente grandes, os estoques precisam ser gerenciados de forma adequada, levando em consideração a frequência de abastecimento e uma margem de segurança. A margem de segurança está relacionada à variabilidade da demanda e do tempo de trânsito. Muitas empresas adotam uma gestão através de mecanismos kanban, gerando a necessidade de ressuprimento a partir de cartões coloridos. Algumas empresas optam por centralizar a gestão dos estoques do CDA nos próprios CDs supridores; outras preferem conceder certa autonomia ao CDA, atribuindo a ele a responsabilidade sob a gestão dos saldos e seu ressuprimento. A questão do inventário exerce papel de crucial importância na administração dos estoques. É importante que o CDA conte com um procedimento de inventário cíclico ou rotativo para que os saldos em estoques sejam constantemente atualizados, evitando transtornos no atendimento aos clientes que muito provavelmente levarão a perdas em vendas, gastos adicionais de fretes com carros extras ou frete premium (especialmente na transferência do CD para o CDA em regime de urgência), maiores índices de devolução de mercadorias etc. Outro fator relevante refere-se à logística reversa, de produtos recusados pelos clientes e que deverão retornar ao estoque do próprio CDA (normalmente por questões administrativas ou operacionais) ou que deverão ser transferidos para o CD original para fins de reparos (reembalagem, por exemplo, em caso de avarias), reprocessamento (direcionados a embalagens promocionais), reposicionamento na cadeia de abastecimento (seguir para canais diferentes daquele para qual o CDA estava enviando) ou destinação final (reciclagem total ou parcial, aterros sanitários, incineração etc.). Custos nas Operações de CDAs O principal custo em um CDA é a mão-de-obra, que pode representar 50% a 60% dos gastos totais. São operações de mão-de-obra intensiva devido a necessidade de descarga dos veículos de transferência e carregamentos dos veículos de entrega. Normalmente o segundo maior custo refere-se às instalações físicas, que envolve o aluguel pago (ou a de- 58

7 preciação do imóvel no caso de CDA próprio), IPTU, manutenção predial (limpeza, jardinagem, manutenção elétrica, pintura etc.), vigilância patrimonial, laudos e licenças diversas, água e energia elétrica. Esses custos podem atingir 20% a 30% dos gastos totais. Na sequência temos os custos com a infraestrutura de movimentação e armazenagem, que englobam os gastos com equipamentos de movimentação (empilhadeiras, paleteiras hidráulicas e elétricas, escada móveis, carrinhos etc.) e estruturas para armazenagem (porta- -páletes, racks metálicos, prateleiras etc.). Representam, em média, 10% a 15% do custo total. Por fim, temos as despesas diversas, relacionadas a gastos com material de escritório, telefonia fixa e móvel, internet, infraestrutura de informática, móveis e utensílios etc. equipamentos 10% a 15% ESPAço 20% a 30% outros 5% a 10% mão-de-obra 40% a 60% Localização de CDAs Nem sempre a alocação de um CDA estará relacionada à distância das unidades supridoras, como Fábricas, Portos e Aeroportos, Centros de Distribuição etc.; engana-se quem acha que existe uma distância mínima entre uma fonte supridora e um CDA. O que definirá a alocação ou não de um CDA em uma determinada região é o nível de serviço requerido pelos clientes. Por exemplo, você pode ter um grande Centro de Distribuição localizado em Osasco na Grande São Paulo e instalar um CDA em Ribeirão Preto, que está distante cerca de 320 km. Na prática, o atendimento dessa localidade, envolvendo os trâmites administrativos e operacionais deveria levar ao redor de 2 dias, porém, um determinado grupo de clientes da região pode, em função de opções disponibilizadas pela concorrência, exigir um atendimento em no máximo 24 horas. Para que isso ocorra, sem risco algum da perda da venda ou do cliente, é necessário instalar um CDA na região, para pronto atendimento. A definição por um CDA em determinada região, pode, obviamente, ser motivada por questões de dificuldade de acesso e tempo de atendimento. Mas, o que sempre viabilizará o seu funcionamento do ponto de vista econômico-financeiro é a existência de uma demanda qualificada, sensível ao nível de serviço. A instalação do CDA pode ser dificultada (ou facilitada) em função de alguns fatores qualitativos ou quantitativos, como: acesso a rodovias oferta de transportes existência de restrições para a circulação de veículos de médio e grande porte disponibilidade de mão-de-obra qualificada oferta de imóveis logísticos e valor do m² para aluguel preço do terreno no caso de construção de um CDA índices de criminalidade, principalmente no caso de mercadorias altamente visadas para roubo e furto outros fatores, como risco de desvalorização imobiliária. Conclusão Não faltam bons motivos para realmente nos preocuparmos com a operação logística. Grandes congestionamentos e dificuldade em locomover-se, pedidos cada vez menores e mais frequentes, maior quantidade de itens comercializados, pressão por respostas rápidas e precisas às demandas dos clientes, aumento da logística reversa etc., contribuirão para o aumento exponencial da complexidade operacional. Cada vez mais serão sentidos os efeitos da falta de infraestrutura logística, afetando diretamente o nível de serviço ao cliente final, o que poderá implicar em pesadas penalidades financeiras impostas pelos clientes, custos operacionais adicionais com a devolução e re- -entrega de produtos e em investimentos para recuperar eventuais clientes insatisfeitos e até clientes perdidos. Sem uma solução diferenciada para atendimento das necessidades e expectativas do mercado, sucumbiremos diante dos desafios. Será preciso atuar de forma dinâmica e contínua na análise e revisão do modelo operacional, equacionando essa verdadeira sopa de letrinhas na qual está se transformando a logística: CD, CDA, XD, TP etc. Esteja pronto! Você será cobrado! 59

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