Processo de armazenamento de um supermercado de pequeno porte em Redenção - PA

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1 Processo de armazenamento de um supermercado de pequeno porte em Redenção - PA Anderson Costa Pantoja / UEPA) Bruno Gilberto Motta Oliveira Maia /UEPA) Danilo de Souza Pereira / UEPA) Flávia Karoliny Raiol de Oliveira / UEPA) Yan Silva Sousa / UEPA) Resumo: Os processos logísticos passaram a ser muito importante para as empresas na organização e melhorar seus custos e faturamento. Ao longo do tempo, as organizações deixaram de considerar a Logística apenas como atividade de transporte, mas também gerenciamento, em compras, estocagem e armazenagem. A competitividade do mercado, cada vez maior e o estudo de todo o processo, inclusive a armazenagem dos produtos, podem apresentar alternativas para fazer com que os preços se tornem mais competitivos e atraentes aos clientes. Este artigo traz como tema principal a gestão de armazenagem com enfoque no sistema de controle e localização de estoque de um supermercado de pequeno porte. O objetivo é identificar a importância das ferramentas utilizadas no processo de gestão do mesmo a partir da realidade vivenciada por este Supermercado. Com os seguintes objetivos específicos: Apresentar os aspectos teóricos e históricos da Gestão de Estoques na moderna administração; Identificar se a empresa possui controle de estoque; e discutir acerca dos fatores que se mostram positivos na gestão de armazenagem, identificando o método de controle mais adequado a partir da experiência do Supermercado. O trabalho abrangeu uma pesquisa qualitativa, utilizando especialmente entrevistas, com finalidade de estabelecer o feito à armazenagem da referida empresa. Palavras-chave: Logística; Gestão de estoque; Armazenagem. 1. Introdução Atualmente, a Logística é de suma importância para todo o processo de uma organização. E esse fato é graças à globalização que impulsiona a competitividade do mercado. Em foco a gestão de armazenagem, que muitas vezes é vista como um fator que agrega somente custo aos produtos, mas se a gestão for bem empregada pode ser estratégico, pois pode haver uma agilidade maior na distribuição e até mesmo tornando uma vantagem competitiva para a empresa, podendo ele localizar-se próximo a planta de produção ou até mesmo do mercado consumidor. O que algumas empresas já viram no cenário do mundo atual é que além de técnicas de produção sofisticadas, precisa de algo a mais para se obtiver um diferencial frente a um mercado que está cada dia mais competitivo e exigente. O supermercado, nosso objeto de estudo de caso, já tem um longo período em Redenção. Neste contexto, o principal objetivo desse trabalho é analisar o processo de gestão de estoques e armazenagem nesse supermercado que trabalha com produtos

2 perecíveis de vários segmentos alimentícios. A boa gestão de estoque e armazenagem é para que a empresa consiga atingir crescimento no mercado, pois não terá mais faltas constantes de produtos e conseguirá atender os clientes de forma mais eficiente. Por consequência disto um dos diferenciais que podem ser introduzidos na gestão de uma organização se tratando de Logística é a gestão de armazenagem, visto até então como apenas uma parte da organização que despende custos e não oportunidades de negócios e atingir novas exigências de mercado. Esse trabalho apresenta a revisão teórica sobre logística. Em seguida, apresenta os conceitos e as ferramentas de gestão de estoques, importância e práticas da armazenagem. A metodologia encontra-se no terceiro item do trabalho, seguida pelo estudo de caso na empresa analisada e pelas considerações finais e referências bibliográficas. 2. Referencial Teórico 2.1. Logística De acordo com Novaes (2007), no início o conceito de logística estava ligado às operações militares. Os generais decidiam avançar suas tropas seguindo uma estratégia, as quais eram preciso de equipes que estavam preparados para providenciar o deslocamento no momento certo, de munição, armamentos e equipamentos de atendimento medico. Com um aumento da venda e procura de mercadorias e a pressão vinda dos consumidores para reduzir custos e com isso aumentar as vendas, as empresas perceberam que era necessário desenvolver uma cadeia de suprimentos eficiente, utilizando então à logística. As deficiências das empresas e organizações sentiram uma necessidade maior em integrar várias áreas da produção hoje conhecidas como, transportes dos materiais, seleção de fornecedores, maior preocupação se o produto ou serviço está satisfazendo as expectativas do cliente. A competitividade acompanhada com a globalização de mercado impulsionou as organizações (fábricas, indústrias, e empresas de serviço ou produtos) a dá uma atenção maior a Logística para alcançar seus objetivos. Assim, conforme Bowersox e Closs (2004) a razão de existir a logística é diminuir ao máximo o custo e atingir as expectativas exigentes do cliente e de suas necessidades. É necessário desenvolver a competência logística através da coordenação de um projeto de rede, informação, transporte, estoque e armazenagem, manuseio de materiais e embalagem. De acordo com Ballou (1993), a logística empresarial estuda como a administração pode melhorar o nível de rentabilidade nos serviços desenvolvidos na empresa, através de mecanismos que ajudam facilitar o fluxo de produtos. A Logística é um assunto vital para esse fim. Através da logística as empresas podem reunir informações mais rapidamente de seus processos, assim equilibrar a demanda e pedidos, com essa medida poderá atender melhor e com mais agilidade aos seus clientes, não deixando falhas abertas evitando a perda ou a diminuição de vendas.

3 Outro cuidado que as empresas devem está atento é com a qualidade de serviços e produtos oferecidos aos clientes, como também a informações dos produtos e se destacar no mercado mostrando seu diferencial. Desta forma a logística auxilia a firmar clientes, pois eles passarão a confiar que seus pedidos chegarão ao prazo estipulado, com qualidade e na quantidade certa. Conforme Novaes (2004) a relação de confiança e parceria entre o cliente e o vendedor, precisa está firmada também na boa relação pessoal, mas conta muito o desempenho logístico para firmar o consumidor Gestão de estoque Na atualidade é preciso cada vez mais se atentar e procurar aprimorar a gestão de estoque de uma empresa para permanecer no mercado, pois a má gestão poderá levar o empresário ou fabricante a perdas muito elevadas e possivelmente ao fechamento da mesma. Sempre em mente a busca pela inovação para haver um controle aprimorado e satisfatório para saber quanto, quando e o quê estocar e armazenar, os transportes usados para determinado produto e a forma de estocar diferentes materiais de forma segura e menos prejudicial para a mercadoria. Nesse intuito de controle e organização é preciso ter uma boa gestão para administrar tudo que entra e sai, assim mantendo a quantidade e tempo certo de cada produto estocado. Para esse papel que foi criado a gestão de estoques, para ajudar as organizações de diferentes segmentos a controlar os produtos e materiais na armazenagem, tendo o total conhecimento de qual produto, durante quanto tempo, a qualidade e até valores durante o período de estoque. Segundo Viana (2002) para isso é preciso se preocupar em satisfazer seus clientes com o menor custo possível e o menor risco de falta do produto, assegurar a continuidade no fornecimento e manter o equilíbrio entre o estoque e a venda. Cabe ao gestor financeiro ter esse controle de saber administrar todos os produtos armazenados, organizar de forma periódica e sistemática a estocagem, tirando os materiais danificados, estragados ou obsoletos, cuidando da higiene do local, e conforme Dias (1993), sabendo responder através da cadeia de suprimentos quanto, quando e o que estocar Estoque Estoque são itens guardados por um determinado período entre o suprimento e a demanda, mantendo todos os produtos necessários para seu funcionamento, tornando-se essencial em uma gestão eficiente. Há empresas que necessitam ter maior volume de estoque do que outras; isso dependerá do tipo de produto que ela trabalha e da demanda, tendo em vista em manter a rotatividade dos produtos.

4 Conforme Barbieri (2006) os estoques são constituídos por todos os itens de materiais destinados à venda, ao processamento interno e ao consumo concernentes às atividades fins da organização. Segundo Ballou (1993), o controle de estoque é de suma importância para o composto logístico, pois a má gestão poderá ocasionar um aumento visível nos custos totais no capital da empresa. As empresas precisam analisar o tipo de serviço que será oferecido, quantos e quais produtos serão mantidos em estoque periodicamente. As organizações precisam ficar atentas, pois a demanda varia conforme o tempo e novos produtos são lançados a todo o momento, por isso a fiscalização em saber o que estocar, quando e quanto, analisando periodicamente esse fator, fazendo ainda mais necessário um bom controle para que os processos não falhem e a empresa possa lucrar mais. Para Slack (2009), existem algumas desvantagens de manter estoque, absorve dinheiro no capital de giro, com isso reduz o capital para outros fins, aumenta o custo de armazenagem (espaço físico), ocorre o risco de perder produtos com a medida que as novidades de produtos apareçam no mercado, até mesmo poderá deteriorar-se ou danificar-se, podendo assim perder o estoque, e é preciso tomar cuidado com produtos explosivos, químico ou solventes inflamáveis Classificação ABC Todo planejamento e controle das atividades no setor de estoque é necessário para que tenha uma integração nas demais atividades da empresa, para que tenha sucesso no atendimento dos objetivos básicos e na redução de custos operacionais da empresa sem a perda da qualidade do produto ou do serviço. Uma grande ferramenta para analise de estoque e a curva ABC, pois permite identificar aqueles itens que precisam de atenção e tratamento adequados quanto a sua gestão. Segundo Slack et al. (2002), a lei de Pareto princípio base da curva ABC estabelece que uma pequena proporção (aproximadamente 20%) dos itens totais contidos em estoque representa uma grande proporção (cerca de 80%) do valor total em estoque. Assim pode-se utilizar esse princípio para a classificação dos diversos materiais estocados de acordo com sua movimentação de valor. Dessa forma, é possível que os gestores priorizem seus esforços de acordo com os produtos mais significativos. Os produtos/itens são alocados em três classes diferentes, (Slack et al., 2002): Classe A: 20% dos itens que possuem um alto valor (de demanda ou consumo anual) representam cerca de 80 % do valor monetário do estoque. Classe B: itens de valor intermediário (de demanda ou consumo anual), usualmente 30% dos itens que representam cerca de 10% do valor monetário total do estoque. Classe C: são itens de baixo valor, representam 50% do total de itens estocados e representam apenas cerca de 10 % do valor total dos itens estocados.

5 Os critérios mais utilizados para a classificação de estoque segundo a curva ABC são o uso anual e do valor, mas em alguns casos outros critérios podem contribuir: efeitos da falta de estoque, fornecimento incerto e risco de deterioração ou obsolescência (SLACK et al., 2002) Armazenagem Segundo Pozo (2010, p.11), É o processo que envolve administração dos espaços necessários para manter os materiais estocados. Esta atividade envolve fatores como localização, espaço físico, equipamentos de movimentação e recursos financeiros e humanos. Seus custos podem absorver uma parcela considerável das despesas logísticas, no entanto, se bem administrada, agrega valor ao produto, se diferenciando no atendimento aos clientes. Dias (2009, p.7) destaca que O objetivo, portanto, é aperfeiçoar o investimento, aumentando o uso eficiente dos meios financeiros, minimizando as necessidades de capital investido em estoques.. A importância da armazenagem na logística é que podem proporcionar soluções para os problemas de estocagem de materiais, possibilitado uma melhor integração entre as cadeias de suprimento, produção e distribuição. A espera planejada de produtos ou materiais planejada no fluxo de materiais. Essa espera pode ser realizada em um depósito, todo o ambiente ou em uma área delimitada para a estocagem de materiais de diferentes tipos, esses materiais são gerenciados e se sabe a quantidade, o período armazenado e até valores. A busca para melhorar o nível de serviço junto à logística continua sendo um dos grandes desafios, e a armazenagem é um fator importante para alcançar os objetivos junto aos clientes. Dias (2005) afirma que a armazenagem é constituída por um conjunto de funções este processe envolve produtos, e apenas produz resultados mediante a uma operação com o objetivo de agregar valor. Segundo Moura (1997), a maior parte do trabalho feito em um armazém está na movimentação de materiais. É nessa área que as soluções para os problemas devem ser buscadas. A forma pela qual os materiais são expostos, estocados e movimentados, tem uma influência grande sobre como é utilizado o espaço. Há três tipos de depósitos segundo Wieneke (2009), os depósitos de provisão, pois equilibram as oscilações nas necessidades, recebem e abastecem normalmente o armazém e na saída deste já recebem outros produtos para repor e posteriormente serem distribuídos, há também o intermediário, a reserva, nesse modo o tempo de estocagem é pequena, guarda e armazena certo produto que se vende em maior escala durante certo período, como as datas comemorativas. Outra forma destacada pelo autor é o depósito de distribuição que servem para a provisão, é separado em primeira instancia o pedido dos clientes para depois mandar os pedidos. Moura (1997) menciona dois fatores importantes no processo de armazenagem: um em função das características do material, que explora possibilidades de

6 agrupamentos por tipo, tamanho, frequência de movimentação, ou mesmo até a estocagem por tipo de material que seja usado em um departamento específico. E o outro em função das características do espaço, e a forma com que se pretende utilizar este espaço, considerando o tamanho, características da construção (paredes, pisos etc.), localização em consonância às demais áreas de empresa que se relacionam critérios de disponibilidade (existência de filas para atendimento) etc. As atividades envolvidas no processo de armazenagem são: recebimento, inspeção, endereçamento, estocagem, separação, embalagem, carregamento, expedição, emissão de documentos e inventários, que, agindo de forma integrada, atendem às necessidades logísticas, evitando falhas e maximizando os recursos, afirmam Guarnieri et al. (2006). A atividade de picking - responsável pela coleta do mix correto de produtos, em suas quantidades corretas na área de armazenagem - é uma atividade crítica no processo devido à necessidade de um trabalho manual e movimentação de materiais intensiva e pela redução do tempo de ciclo. No sistema de picking é traçada uma estratégia para a coleta e separação de produtos de modo a atender as exigências de produtividade e flexibilidade do sistema. Nos sistemas de armazenagem são utilizadas várias formas de estocagem de material como: blocados, prateleiras, estruturas porta-paletes e sistemas automatizados de estocagem e separação. As formas de estocagem de materiais mais utilizadas são o empilhamento sobre o piso, conhecido como armazenagem no chão e em estanterias estática ou dinâmica. Mesmo sendo mais barato o empilhamento sobre o piso, esse método está sendo menos utilizada, pois oferece risco aos produtos, podendo infectar ou estragar e diminui a flexibilidade da operação, pois só se alcança os produtos nas partes superiores e laterais. O armazenamento em estanterias estáticas, os produtos permanecem no mesmo local anteriormente colocado. Já nas estanterias dinâmicas os materiais são movimentados ou abaixados conforme o período que ele permanece no armazém, esse movimento pode ser efetuado de forma motorizada ou pela força da gravidade, tendo em vista que só é mudado o posicionamento da prateleira, não o posicionamento dos produtos, com isso não ocorre o risco de misturas materiais com datas de validades, ou produtos que tem mais tempo no estoque com os novos Layout Leiaute Arranjo físico Elemento-chave dos fluxos de processo entende-se por layout, denominado também leiaute ou arranjo físico, a disposição de equipamentos de uma instalação em determinada área aliada à figura humana que faz parte do contexto onde ocorrem os processos, visando ao equilíbrio entre movimentação, produção e ambientação, ou à disposição de produtos dentro de um armazém em determinado espaço. O espaço físico planejado anteriormente à concepção da planta da edificação resulta na eficácia do resultado pretendido.

7 O layout está presente em qualquer ambiente, ainda que em desacordo com o ideal, e tem grande foco de aplicação específica nas indústrias, escritórios, lojas, bancos, entre outros. Layout comporta diversas definições, algumas mais teóricas, outras mais simples. De certa forma todas relatam sobre o relacionamento de vários fatores que bem organizados e distribuídos originam o ideal. A junção de mais de um conceito, levaria à melhor definição, que layout é à disposição de máquinas em um ambiente, com movimentação correta considerando homens e espaço, visando à melhor produtividade em menos tempo. Moura (2008,) descreve layout como um planejamento, no intuito de chegar à eficiência produtiva, Vieira (1976) comenta que a distância entre elementos e o tempo são importantes, e este último deve ser o menor possível para atingir esta eficiência produtiva. 3. Método de Pesquisa Neste capítulo, a metodologia é utilizada para que se consiga atingir os objetivos propostos. A escolha do método e técnica de coleta dos dados que melhor se enquadre no estudo é de fundamental importância para estabelecer os rumos do estudo para o idealizador da pesquisa. Pois uma escolha mal feita, segundo Roesch (1999), pode comprometer todo o processo da pesquisa. Este artigo tem como objetivo identificar os processos de gestão de estoques e armazenagem em um supermercado de pequeno porte. Portanto, foi utilizada a pesquisa qualitativa como método de estudo de caso e a técnica de entrevista na empresa analisada. A técnica de pesquisa qualitativa é utilizada para percepção e entendimento sobre um tema em especifico e é desenvolvido pelo pesquisador tendo conceitos, ideias e entendimentos a partir dos dados coletados. O primeiro objetivo específico proposto buscou apresentar os aspectos teóricos e históricos da Gestão de Estoques e armazenagem, e é mostrado através dos argumentos presentes no referencial teórico, que mostra conceituação de termos: Estoque (gestão, controle e planejamento deste), modelo ABC, layout e armazenagem. O segundo objetivo específico buscou identificar se a empresa possui controle de estoque, o que se confirmou, a partir das entrevistas realizadas: a empresa ainda possui um sistema bastante empírico, onde eles se baseiam pela as experiências já vistas. E, constatou-se também que faltam pessoas capacitadas para manusear o sistema. Utilizou-se a entrevista como meio para coletar as informações. Segundo Andrade (2010, p.134) O pesquisador deve ouvir mais do que falar, procurando não interromper o entrevistado, aguardando-o em suas hesitações, discretamente, a complementação das respostas. Com base nas informações obtidas durante o estudo de caso foi possível identificar pontos críticos no sistema de gestão de estoques e armazenagem da empresa analisada, um deles é a falta de profissionais e um modelo atualizado para gestão de estoque e armazenagem.

8 4. Resultados Para elaboração do estudo de caso foi aplicado um questionário no supermercado situado na cidade de Redenção - PA no ramo de comércio varejista, na área alimentícia com intuito de verificar como é realizado o sistema de gestão de estoque e armazenagem. Com base no questionário o primeiro assunto a ser abordado é a gestão de estoques que se tornou ponto chave para competitividade e lucratividade no mercado. Dias (2010) afirmam que para organizar o setor onde se controla os estoques, faz-se necessário analisar algumas funções, tais quais os que deve permanecer em estoque, quando reabastecê-lo e a quantidade de compra para um determinado período. O supermercado em estudo não utiliza nenhum sistema de informação, assim podendo ocorrer perdas de vendas e produtos. Nessa analise em questão, a empresa afirmou que a não implantação da gestão de estoque deve-se a não ter um profissional especializado na área para poder aplicar todas as técnicas de estocagem ou que possa pelo menos auxiliar o estoquista para que ele realize uma armazenagem correta e que traga benefícios à empresa. Numa organização, a curva ABC é muito utilizada para a gestão de estoques, mas também é usada para a definição de políticas de vendas, para o estabelecimento de prioridades e para a programação de produção. A empresa avaliada faz uso da classificação ABC, portanto conhecem os produtos, assim sabendo qual importância dar aos itens que estão esgotados ou acabando no estoque, ou seja, qual deles precisará ser comprado primeiro e quais deles mesmo tendo esgotado ainda podem esperar para serem comprados. Segundo a entrevistada não há um capital pré-definido para o investimento do estoque, o que pode levar a uma falta ou excesso de produtos, isso ocorre pela falta de controle, e a armazenagem é baseado no conhecimento empírico e não muito teórico. O principal modelo que o supermercado utiliza é o depósito sazonal, onde os pedidos aos fornecedores são feitos de acordo com o período, datas comemorativas ou estações do ano. Mesmo não havendo um real controle exigente, no final sabe-se o custo gerado pelo processo de armazenagem. Dentro do questionário foi abordado também um segundo assunto que é em relação à armazenagem dos produtos na empresa. A armazenagem é um tópico importantíssimo para as empresas, pois ela define como o armazém vai ser otimizado para ter uma armazenagem correta, que utilize todos os espaços necessários e vai definir onde é o melhor local para alocação dos itens recebidos, pois esse é o primeiro passo a ser definido após o recebimento dos mesmos seja no armazém ou no centro de distribuição. Outro assunto levantado foi em relação ao layout do armazém, pois é importante ter um depósito que supra as necessidades, visando a otimização do espaço, tendo em vista buscar ter uma boa estrutura para organizar os produtos. A empresa em questão usa a estrutura em paletes e os produtos são armazenados manualmente no depósito.

9 O depósito foi construído para esse fim, e a localização dos produtos em estoque é de forma livre, e é preciso está atento onde por os novos produtos, para não haver dificuldade na hora da reposição do supermercado, e ao invés de ir os produtos com mais tempo no estoque ir o mais atual e com isso perder mercadorias, pois todos possuem data de validade. Laudon e Laudon (2004) afirmam que hoje, conhecer sistemas de informação é essencial para os administradores, e a maioria das organizações precisa deles para se mantiver e prosperar. Com a adoção dos sistemas, as empresas podem aumentar o seu grau e alcance de participação no mercado, oferecer novos produtos, adequar-se internamente e, muitas vezes, transformar radicalmente o modo como conduzem seus negócios. Por fim, a entrevistada confirma que é preciso a implantação de um software que informe com precisão qual produto e quantidade para reposição, para não haver desperdício de tempo, dinheiro e produtos, com isso se mantenha o mercado sempre com opções para seus clientes. Assim, a armazenagem possa agregar valor, pois será mais eficiente para o controle de entrada e saída de todos os produtos, não só na venda, mas principalmente no estoque. 5. Conclusões O objetivo desta pesquisa foi de analisar o processo de gestão de estoques e armazenagem em um supermercado de pequeno porte. Verificar como o sistema de gestão de estoques e armazenagem funciona para o desenvolvimento da empresa em geral, seja para organização ou crescimento. Verificou-se que a deficiência nesse sistema pode acarretar diversos problemas operacionais, além de não satisfazer a necessidade dos clientes. A armazenagem é um processo logístico de alto custo, mas também se constitui num processo importante para o atendimento das necessidades dos clientes, pois contempla as funções de receber, estocar e expedir os produtos. Portanto, a responsabilidade da área de armazenagem é manusear e manter a qualidade do produto desde a sua chegada ao armazém até o atendimento integral do pedido ao menor custo. De acordo com a proposta inicial do presente trabalho, a metodologia utilizada permitiu uma visualização sistêmica dos processos de armazenamento e estocagem da empresa estudada. Dentre os problemas observados, destaca-se o nível elevado de estoque, que ainda é considerado um grande problema e está sendo feito um trabalho para tentar reduzi-lo e, consequentemente, diminuir o custo que é outro fator preocupante. Outros impactos relevantes foram destacados ao longo do estudo, como tempo de entrega, serviço ao cliente, inventário de estoques, separação de pedidos e alguns outros. Como principal ponto fraco, a empresa apresenta uma forte deficiência na sua gestão de estoques, gerando ineficiência nos seus processos de compra e armazenagem. O estudo buscou minimizar tais aspectos propondo soluções através de técnicas de gestão de armazenagens. Uma sugestão para empresa seria implantar um software de controle de armazenagem no supermercado, podendo assim obter informações precisas e diárias de

10 seu estoque, assim agregando valor e se destacando no mercado. As implicações de contar com um software capaz de controlar em tempo real a quantidade de estoques disponíveis são imediatas. Por meio desse tipo de programa, a gestão pode trabalhar melhor prazos e estabelecer prospecções para vendas maiores, já projetando o quanto sua linha de produção é capaz de suportar. A utilização de um software no armazém e na loja de varejo possibilitará cruzar as informações do estoque, tendo a possibilidade de dar uma informação imediata para o cliente se tem ou não o produto disponível ou até mesmo qual a previsão de chegada do mesmo. A contratação de um profissional treinado e especializado para a realização desse controle seria importante. Este estudo é de grande utilidade para empresários de supermercados de pequeno e médio porte, pois contempla proposições simples e de baixo custo, viáveis para implantação de sistemas de melhoria em depósitos, além de ser útil na prática diária em pequenos negócios. Referências BOWERSOX, D. J.; CLOSS, D. J.; COOPER, M. B. Gestão da cadeia de suprimentos e logística. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, Ching, H. Y.; Gestão de estoques na cadeia de Logistica interada- Supply chain 2 ed.- São Paulo: Atlas, 2001 DIAS, J. C. Q. Logística Global e Macrologística. Lisboa: Edições Sílabo FERNANDES, F. C. F.; FILHO, M. G. Planejamento e controle da produção: dos fundamentos ao essencial. São Paulo: Atlas, MOURA, R. A. Armazenagem: Do Recebimento à Expedição em Almoxarifados ou Centros de Distribuição. 5. Ed. São Paulo: Instituto IMAM, v.2. MOURA, R. A. Sistemas e Técnicas de Movimentação e Armazenagem de Materiais. São Paulo: IMAM, MOURA, R.A. Manual de Logística: Armazenagem e Distribuição Física. São Paulo: IMAN, PASCOAL, J. A. Gestão estratégica de recursos materiais: Controle de estoque e armazenagem. João Pessoa, POZO, H. Administração de recursos materiais e patrimoniais: uma abordagem logística. 4. ed. São Paulo : Atlas, ROESCH, S. M. A. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. São Paulo: Atlas, SLACK, N. Administração da produção. 4. ed. São Paulo: Atlas, SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da Produção. 2ª ed., São Paulo: Atlas, SOUZA, E. A. GESTÃO DE ESTOQUES E ARMAZENAGEM: ESTUDO DE CASO NA EMPRESA TITO EMBALAGENS NA CIDADE DE LINS/SP. Lins SP, Brasil, VIEIRA, A. C. G. Manuais CNI: Layout. Rio de Janeiro: Apex, WIENEKE, F. Gestão da produção: planejamento da produção e atendimento de pedidos. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2009.

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