Resumo. Palavras-chaves: ensino de línguas, formação docente, pensamento crítico, planejamento curricular, lingüística aplicada.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Resumo. Palavras-chaves: ensino de línguas, formação docente, pensamento crítico, planejamento curricular, lingüística aplicada."

Transcrição

1 DESMITIFICANDO A APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NO ENSINO PÚBLICO BRASILEIRO: O PAPEL DO PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NUMA PERSPECTIVA SÓCIO-POLÍTICO-PEDAGÓGICA LINS JR., José Raymundo Figueiredo URCA Universidade Regional do Cariri Departamento de Línguas e Literaturas Resumo Este artigo tem por finalidade apontar e questionar os mitos citados por Moita Lopes (1986) no tocante ao ensino-aprendizagem de língua inglesa no ensino público brasileiro. Enfatizamos a papel do professor de inglês com elemento motivador de transformação social, bem como sua formação e postura crítico-reflexiva. Palavras-chaves: ensino de línguas, formação docente, pensamento crítico, planejamento curricular, lingüística aplicada. "DEMYTHICIZING" THE LEARNING OF FOREIGN LANGUAGE IN THE BRAZILIAN PUBLIC EDUCATION: THE EFL TEACHERS' ROLE UNDER A SOCIO-POLITICAL-PEDAGOGICAL PERSPECTIVE. Abstract: The article aims to question the myths mentioned by Moita Lopes (1986) concerning the teaching-learning of English language in the Brazilian public education. We will focus on English teachers' role as "trigger" to social changes, as well as their pedagogical background and critical posture. Key-words: language teaching, teachers formation, critical thinking, course design, applied linguistics.

2 Eu investigo, eu não asseguro. Não afirmo coisa alguma com certeza definitiva. Conjecturo, tento, comparo, ensaio, pergunto... (Adumbratio Kabbalæ Christianæ) Numa pesquisa realizada em escolas do município do Rio de Janeiro, em 1984, Moita Lopes (1986) observou que vários professores atribuíam quase que unicamente aos seus alunos a incapacidade de aprenderem a língua inglesa, presente no currículo escolar. O mesmo autor, dez anos depois retoma este ponto analisando a questão da formação acadêmica do professor de língua estrangeira em seus aspectos intra e extra curricular, bem como o posicionamento adotado pelo mesmo na sua atividade profissional. Nesta mesma perspectiva traçamos o caminho deste trabalho que pretende questionar os porquês de encontrarmos professores de inglês que ainda insistem em repetir, e pior ainda, acreditar em conceitos do tipo:... uma criança aprende mais facilmente uma LE 1 em situação formal de aprendizagem que adultos; para se ensinar uma LE tem-se que necessariamente ensinar as quatro habilidades lingüísticas; [...] a tradução como solução pedagógica é prejudicial à aprendizagem de LE; o apelo à língua nativa (LN) como um artifício para ensinar a LE é nocivo por causa do fenômeno da interferência da LN na LE; o aluno tem que aprender a pensar na LE; [...] quem não sabe a LN não pode aprender uma LE; etc. (Moita Lopes, 1996, p. 65). Acreditamos que tais mitos são difundidos e preservados, pela falta de uma postura crítica dos professores de LE em relação a sua atividade profissional, levando em consideração, ainda, outros aspectos que não os simplesmente lingüísticos. Conhecemos bem a realidade do ensino público brasileiro, mas não podemos tomar as várias dificuldades encontradas como justificativas para um posicionamento social alienado. Isso só irá contribuir para mascarar a estrutura social de exploração à qual as classes subalternas 2 (Patto, 1984, p. 26) estão submetidas. Neste aspecto, percebemos que há uma certa intencionalidade por parte dos grupos dominantes de que a educação seja um fator não libertador e favorável às mudanças, mas algo que contribua para o continuísmo em que vivemos, onde os futuros protagonistas desta nação aceite os programas educacionais préestabelecidos, sem discutir sua real significação ou relevância. Desta forma, entendemos que os mitos supra citados são revestidos de uma ignorância social e total falta de questionamento crítico. Se por um lado reconhecemos a falta de comprometimento social no papel do educador contemporâneo, por outro lado temos que analisar o porquê desta atitude. Voltamonos, então, para a questão da formação acadêmica destes profissionais. Percebemos que cada vez mais, a dicotomia nas áreas de estudo vão se estabelecendo. O que antes era domínio das licenciaturas em geral, hoje se vê limitado aos cursos de pedagogia, onde as disciplinas da área pedagógica são centralizadas pelo curso de Pedagogia. Isso nos leva a duas conseqüências diretas: o distanciamento do diálogo entre os cursos específicos e as disciplinas de didática, psicologia e estágios supervisionados, e a multiplicidade de cursos dentro das salas de aulas dessas disciplinas, o que, muitas vezes, prejudica o diálogo já mencionado 1 LE, abreviação de Língua Estrangeira. 2 A autora utiliza este termo ao invés de classes desfavorecidas ou desprivilegiadas na defesa que tais termos só tendem a aumentar o não reconhecimento da injustiça social que sofre o nosso país.

3 anteriormente. Fique claro que não estamos propondo um isolamento disciplinar, ao contrário, questionando este problema reivindicamos uma solução. Por outro lado, não podemos esquecer que negligenciamos os estudos lingüísticos frente aos literários, por exemplo, pelo fato de encontrarmos mais fontes de pesquisa para estes do que para os primeiros. E mais, os questionamentos levantados pelos estudos lingüísticos, são quase sempre associados a outras questões, de ordem social, psicológica, antropológica, política e tantas outras, tornando-os, assim, mas difíceis de serem resolvidos. Em geral, os departamentos de línguas estrangeiras ou têm tratado a linguagem como um produto de análise lingüística ou ficado á mercê da última moda lançada no mercado editorial estrangeiro para o ensino-aprendizagem de LÊS [...]onde as pesquisas têm sido orientadas para o fenômeno literário, fazendo com que os estudos lingüísticos, quando existente, recebam uma atenção secundária e, muitas vezes, equivocada. (Moita Lopes, 1996, p. 64.) Cabe, então, ao próprio professor tornar-se um pesquisador no intuito de prover-se de informações que são omitidas na sua formação acadêmica seja pelos motivos já descritos, seja por outro motivo qualquer. E neste sentido, ressaltamos o papel da universidade, que deve atender às necessidades básicas da comunidade na qual está inserida, ministrando um ensino de qualidade, realizando pesquisas e estimulando atividades criadoras nas suas diversas áreas e estendendo o ensino e a pesquisa à comunidade, mediante cursos e atividades de extensão. Se conseguirmos ver a instituição de ensino superior como um instrumento catalisador para a transformação social, e não apenas uma fonte de conhecimento elitista, onde o seu produto é quase sempre restrito à comunidade que a permeia, então entenderemos que a educação, por ser uma prática de intervenção na realidade social, é um fenômeno multifacetado composto por um conjunto complexo de perspectivas e enfoques (Rego, 2001, p. 124) e estaremos formando profissionais mais preparados para agir na sua comunidade. A responsabilidade ética, política e profissional do ensinante lhe coloca o dever de se preparar, de se capacitar, de se formar antes mesmo de iniciar sua atividade docente. Esta atividade exige que sua preparação, sua capacitação, sua formação se tornem processos permanentes. [...] Formação que se funda na análise crítica de sua prática. (Freire, 2001, p. 259/260). Na formação específica do professor de LE, e aqui limitaremos nossa discussão para o professor de inglês, é necessário refletir sobre outras questões que envolvem esta disciplina que não apenas a lingüística. Precisamos perceber a ideologia sócio-cultural (bem como seus efeitos) que permeia o ensino de uma segunda língua, especificamente tratando-se de alunos da escola pública, que trazem um conhecimento de mundo limitado por pertencerem às classes subalternas, submissas economicamente e, consequentemente, impossibilitadas de participar das diversas atividades sociais e políticas praticadas pelas classes dominantes. A Instituição-Escola, então, passa a ser representante dessas classes, exercendo a função de reprodutora de verdades válidas, ou seja, de conhecimentos construídos a partir das experiências e possibilidades daqueles que constituem essas classes dominantes. Acreditamos, portanto, que mesmo conscientes dos engenhos ideológicos que constituem as nossas instituições, não há como escapar do fato de que somos, também, transmissores dessas ideologias:

4 O importante [na discussão do assunto] é [não esquecer] que a verdade não existe fora do poder ou sem poder (não é [...] a recompensa dos espíritos livres, o filho das longas solidões, o privilégio daqueles que souberam se libertar). [...] Cada sociedade tem seu regime de verdade, sua política geral de verdade: isto é, os tipos de discursos que ela acolhe e faz funcionar como verdadeiros; os mecanismos e as instâncias que permitem distinguir os enunciados verdadeiros dos falsos, a maneira como se sanciona uns e outros; as técnicas e os procedimentos que são valorizados para a obtenção da verdade; o estatuto daqueles que têm o encargo de dizer o que funciona como verdadeiro. (Foucault, 1984, p. 12). Esse conhecimento de mundo limitado por parte do aluno da escola pública é que dificulta o seu acesso à assimilação do conteúdo. Tocamos, então, no ponto essencial deste artigo: não se trata de incapacidade pessoal ou cognitiva a questão da aprendizagem escolar, mas de falta de interação entre aluno e conteúdo. Pois, por mais que este seja aplicado (ainda que repetitivamente) ao aluno, não terá significação nenhuma, a menos que seja reconhecido, ou seja, codificado através de experiências pessoais. Paulo Freire (2001) defende a necessidade de uma codificação para que a leitura a palavra possa suceder à leitura do mundo. Esta afirmação, então, obriga o indivíduo a ter esta referência (leitura) do mundo a qual citamos anteriormente. Tomemos este exemplo para situarmos o ensino-aprendizagem da língua inglesa. O grande índice do fracasso escolar nesta disciplina é que os professores não fazem esta codificação acontecer. Ao contrário, eles afastam mais ainda o conteúdo de seus alunos, através de regras sistemáticas e desprovidas de significação, ou mesmo exemplos sem nenhum sentido concreto, como se isto resolvesse a questão da insuficiência cultural, do reconhecimento de valor. O inglês não deve ser visto como um elemento opressor, elitista, diferenciador, mas como um elemento de integração, que faz o falante (ou leitor 3 ) perceber-se como cidadão que tem uma contribuição a ofertar à sua comunidade e que por isso tem direito a apropriar-se de todo o conhecimento que lhe seja pertinente, e não apenas àquele(s) que lhe sejam destinados (ou à sua classe). Neste momento, percebemos, então, que a não-aprendizagem de um determinado conteúdo se dá por uma falta de codificação do mesmo, e não por problemas cognitivos ou lingüísticos, o que anula, a priori, o primeiro e os dois últimos mitos apresentados, como explicitamos a seguir. O fator idade não pode ser trazido à tona como fator determinante à aquisição, pois há estudos onde, a depender da modalidade de ensino aplicada, o adolescente/adulto tem uma maior potencialidade para assimilar as estruturas lingüísticas trabalhadas (cf. Snow & Hoefnagel- Höhle apud Ellis, 1994). Outro fator é o que diz respeito à questão de pensar na LE ; este é um mito que realmente mostra o total despreparo de um professor de língua estrangeira, pois conhecemos o processo cognitivo do pensar, e sabemos que o ato de conhecer e reconhecer é expresso pelas experiências adquiridas, assim, é inaceitável pedir a um aluno que ele pense em uma determinada língua, cuja cultural não lhe é familiar ou mesmo conhecida. Por fim, o fato mais crítico de todos os já mencionados, como afirmar que um falante nativo do português não conheça a língua que fala? Acredito estarmos, aqui, diante do que colocamos quando questionamos a pouca importância dada aos estudos lingüísticos na formação do licenciado em letras. Dizer que o aluno não detém as normas de uma variação lingüística é aceito, mas que ele não aprende, ou até mesmo que ele não sabe o português, aí já é passar dos limites. Conta-se aqui com o total 3 E nesta diferenciação já anulamos três dos mitos apontados no início do artigo: o que trata do ensino obrigatório das quatro habilidades lingüísticas, pois o ensino instrumental de LE possibilita o indivíduo a compreender textos nesta língua, utilizando-se de recursos morfossintáticos. Da mesma forma, os que tratam do uso da tradução ou do apelo à LN, que são estratégias utilizadas por essa modalidade de ensino.

5 desconhecimento dos conceitos lingüísticos, imprescindíveis a um professor de línguas, nativa ou estrangeira! E mais ainda, quando não se reconhece que esta limitação apresentada pelo aluno, não é pessoal, mas social. Mas uma vez, trata-se da falta de oportunidades imposta pela classe dominante e que profissionais mal formados e sem uma postura crítico-reflexiva, acreditam (e retransmitem) se tratar de uma incapacidade do aluno. Muitas são as atividades desenvolvidas por profissionais comprometidos político, social e pedagogicamente para reverter esse quadro social tão assustador no nosso país. Este trabalho não pretende apresentar um receituário metodológico sobre técnicas e abordagens, e sim contribuir com a conscientização do papel sócio-político-pedagógico que o educador possui de tornar seus alunos indivíduos pensantes e capazes de modificar também a sociedade em que vivem no intuito de tornar o mundo um lugar cada vez mais justo e igual. O que vale ressaltar é que ensinar uma língua estrangeira não pode estar desassociado à realidade dos seus aprendizes, então, cabe ao professor encontrar o meio para fazer esta interação se efetivar, trazendo elementos que possam ser codificados pelos alunos para que eles compreendam o que está sendo trabalhado. [...] o poder não se aplica aos indivíduos, passa por eles. Não se trata de conceber o indivíduo como uma espécie de núcleo elementar, átomo primitivo, matéria múltipla e inerte que o poder golpearia e sobre o qual se aplicaria, submetendo os indivíduos ou estraçalhando-os. Efetivamente, aquilo que faz com que um corpo, gestos, discursos e desejos sejam identificados e constituídos, enquanto indivíduos, é um dos primeiros efeitos do poder. \ou seja, o indivíduo não é o outro do poder: é um de seus primeiros efeitos. O indivíduo é um efeito do poder e, simultaneamente, ou pelo próprio fato de ser um efeito, é seu centro de transmissão. O poder passa através do indivíduo que ele constituiu. (Foucault, 1984, p. 183). Nesse direcionamento, o ensino-aprendizagem do inglês se manifesta como um instrumento a mais para a igualdade social, capacitando seus falantes a estabelecerem relações cada vez mais igualitárias e, assim, afastando julgamentos de ordem econômica, religiosa, sexual ou de qualquer outra ordem. Concluindo, partimos de alguns mitos referentes ao ensino-aprendizagem de língua estrangeira para questionar a má formação do profissional de letras e, consequentemente, a sua falta de compromisso ético, social e profissional com a atividade docente. Ao longo do artigo, apresentamos estudos que contradizem os mitos apresentados, mostrando que os mesmos são criados, muitas vezes para mascarar uma realidade social injusta, onde uma pequena classe dominante se apropria do saber construído tornando-o seletivo, elitista em vez de cumprir a sua função social que deveria ser minimizar as injustiças sociais presentes onde ele é construído. Terminamos com uma proposta de como pensar criticamente para exercer a nossa práxis pedagógica de maneira eficaz, a fim de promover uma sociedade consciente, digna e participativa.

6 Referências bibliográficas: ALMEIDA FILHO, José Carlos Paes de. Tendências na formação continuada do professor de lingual estrangeira. IN: Revista da Associação de Professores de Língua Inglesa do Estado de Minas Gerais. n. 1. Belo Horizonte: APLIEMGE, ELLIS, Rod. Understanding second language acquisition. Oxford: Oxford University Press, pp FOUCAULT, M. Microfísica do poder. São Paulo: Edições Graal, FREIRE, Paulo. Carta aos professores. Revista Estudos Avançados, v. 15. nº 4, pp MOITA LOPES, L. P. Discourse analysis and syllabus design: an approach to the teaching of reading. Tese de doutoramento. Universidade de Londres, Eles não aprendem português quanto mais inglês. A ideologia da falta de aptidão para aprender línguas estrangeiras em alunos da escola pública. IN: Oficina de Lingüística Aplicada. 5. ed. Campinas: Mercado de Letras, pp PATTO, M. H. S. Psicologia e ideologia. São Paulo: Queiroz, REGO, Tereza Cristina. Vygostsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. 11. ed. Petrópolis: Vozes, TEIXEIRA, A. Ensino superior no Brasil. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1989.

DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1

DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1 DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1 OLIVEIRA, Vinícius. O. 2 MACIEL, Adriana. M. N. RESUMO: O

Leia mais

Descrição de um projeto de pesquisa voltado para a formação pré-serviço do professor de Língua Estrangeira (LE)

Descrição de um projeto de pesquisa voltado para a formação pré-serviço do professor de Língua Estrangeira (LE) Descrição de um projeto de pesquisa voltado para a formação pré-serviço do professor de Língua Estrangeira (LE) 1 Resumo: Este trabalho refere-se a um projeto de pesquisa na área de Linguística Aplicada

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA Adriana Zanela Nunes (UFRJ) zannelli@bol.com.br, zannelli@ig.com.br zannelli@ibest.com.br

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica O BOM PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA E A SUA RELAÇÃO COM OS MÉTODOS DE ENSINO Ângela Cristina de Jesus Jancitsky 1 ; Marília Moreira de Souza 1 ; Pollyanna Morais Espíndola 2 ; Ms. Marcelo da Silva Pericoli

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Março 2015 REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS 1. EMENTA Estudo do processo de aquisição/ aprendizagem de uma segunda língua/ língua estrangeira, métodos e técnicas para o ensino, especialmente da habilidade de leitura. Análise de recursos didáticos.

Leia mais

Para que o aluno aprenda uma nova língua e a utilize ele deve se comunicar na mesma, o que segundo Roque (2008, p. 26), acontece quando o aprendiz

Para que o aluno aprenda uma nova língua e a utilize ele deve se comunicar na mesma, o que segundo Roque (2008, p. 26), acontece quando o aprendiz O PÓS-MÉTODO E O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA Augusto Francisco TEIXEIRA 1 RESUMO: Este artigo apresenta o pós-método no ensino de Língua Inglesa e qual o caminho que os professores podem utilizar em sala

Leia mais

NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA: PROPOSIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA NA UEPG

NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA: PROPOSIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA NA UEPG 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA: PROPOSIÇÕES PARA

Leia mais

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE)

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE) História da profissão docente em São Paulo: as estratégias e as táticas em torno dos fazeres cotidianos dos professores primários a instrução pública paulista de 1890 a 1970 Linha de Pesquisa: LINHA DE

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL Ferreira, Aparecida de Jesus Unioeste/Cascavel A língua Inglesa sem dúvida é, hoje, a língua mais falada e utilizada no mundo como língua

Leia mais

Carlos Fabiano de Souza IFF (carlosfabiano.teacher@gmail.com; carlos.souza@iff.edu.br) Mestrando em Estudos de Linguagem (UFF)

Carlos Fabiano de Souza IFF (carlosfabiano.teacher@gmail.com; carlos.souza@iff.edu.br) Mestrando em Estudos de Linguagem (UFF) RELAÇÕES DICOTÔMICAS NO ENSINO DE INGLÊS EM CURSOS DE IDIOMAS: as implicaturas da (de)formação do professor de línguas que atua nesse contexto de ensinoaprendizagem de língua estrangeira Carlos Fabiano

Leia mais

CURSO: LETRAS - LICENCIATURA EM LÍNGUA PORTUGUESA

CURSO: LETRAS - LICENCIATURA EM LÍNGUA PORTUGUESA CURSO: LETRAS - LICENCIATURA EM LÍNGUA PORTUGUESA MISSÃO O curso de Letras - Licenciatura em Língua Portuguesa deve ter o compromisso de promover no estudante um processo contínuo de reflexão sobre o papel

Leia mais

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2]

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2] PROFESSOR OU EDUCADOR? CIDADANIA UMA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO DE LITERATURA E DA PRÁTICA DE ENSINO NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA Referência: TOGNATO, M.I.R..

Leia mais

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 COMPLEXIDADE EM AMBIENTES DE SALA DE AULA DE LÍNGUA INGLESA

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 COMPLEXIDADE EM AMBIENTES DE SALA DE AULA DE LÍNGUA INGLESA 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

ENSAIO ACERCA DAS POLÍTICAS BRASILEIRAS ATUAIS PARA O ENSINO DE NOVE ANOS

ENSAIO ACERCA DAS POLÍTICAS BRASILEIRAS ATUAIS PARA O ENSINO DE NOVE ANOS ENSAIO ACERCA DAS POLÍTICAS BRASILEIRAS ATUAIS PARA O ENSINO DE NOVE ANOS 2015 Karen Cristine Teixeira Adriano Schlösser Gabriela Rodrigues Universidade Federal de Santa Catarina (Brasil) E-mail de contato:

Leia mais

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Filosofia da Educação 60 horas Metodologia Científica 60 horas Iniciação à Leitura e Produção de Textos Acadêmicos 60 horas Introdução à filosofia e

Leia mais

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA SPADA, Nina. Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Estrangeira: uma entrevista com Nina Spada. Revista Virtual de Estudos da Linguagem - ReVEL. Vol. 2, n. 2, 2004. Tradução de Gabriel de Ávila Othero.

Leia mais

A ABORDAGEM DE QUESTÕES AMBIENTAIS NAS AULAS DE INGLÊS DO NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

A ABORDAGEM DE QUESTÕES AMBIENTAIS NAS AULAS DE INGLÊS DO NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL A ABORDAGEM DE QUESTÕES AMBIENTAIS NAS AULAS DE INGLÊS DO NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL Rafaela Alves Melo RESUMO O presente projeto buscou investigar a presença de temas que envolvem questões ambientais

Leia mais

A LUDICIDADE E A INTERAÇÃO VERBAL NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NAS SÉRIES INICIAIS

A LUDICIDADE E A INTERAÇÃO VERBAL NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NAS SÉRIES INICIAIS A LUDICIDADE E A INTERAÇÃO VERBAL NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NAS SÉRIES INICIAIS HORTA, Gabriela Alias (UNESP- FCT) RESUMO: Este trabalho tem por objetivo discutir a importância das atividades lúdicas

Leia mais

8.02.00.00-1 LETRAS PRESENÇA DE MODELOS TEÓRICOS EM UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA Giovanna Roggi

8.02.00.00-1 LETRAS PRESENÇA DE MODELOS TEÓRICOS EM UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA Giovanna Roggi 8.00.00.00-2 LINGUÍSTICA, LETRAS E ARTES 8.02.00.00-1 LETRAS PRESENÇA DE MODELOS TEÓRICOS EM UM CURSO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA Giovanna Roggi Curso de Letras Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Arte

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a definição dos conceitos de alfabetização e letramento,

Leia mais

A linguistica aplicada e o professor de língua inglesa: novas formas de pensar a prática pedagógica

A linguistica aplicada e o professor de língua inglesa: novas formas de pensar a prática pedagógica A linguistica aplicada e o professor de língua inglesa: novas formas de pensar a prática pedagógica Prof. Ms. Catia Aparecida Vieira Barboza (UNISUAM / UNIABEU / SEE-RJ) literafenix@yahoo.com.br RESUMO:

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO 1 POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO SOUSA, Grazielle de Jesus Leal de 1 RESUMO O ensino de língua portuguesa ainda é visto por muitas pessoas como um ensino mecânico, cheio de regras e

Leia mais

Motivação para aprender línguas

Motivação para aprender línguas RESENHA: QUERER É PODER? MOTIVAÇÃO, IDENTIDADE E APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Gisele da Cruz Rosa 1 O artigo Querer é poder? Motivação, identidade e aprendizagem de língua estrangeira, escrito por

Leia mais

Dificuldades encontradas por professores de língua inglesa de instituições privadas de ensino superior

Dificuldades encontradas por professores de língua inglesa de instituições privadas de ensino superior Artigos Revista Semioses Rio de Janeiro Vol. 01 N. 05 Agosto de 2009 Semestral Dificuldades encontradas por professores de língua inglesa de instituições privadas de ensino superior RESUMO: Este artigo

Leia mais

Validório, Valéria Cristiane 1

Validório, Valéria Cristiane 1 A INTERAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM: uma perspectiva sociocultural Validório, Valéria Cristiane 1 RESUMO As relações sociais entre o indivíduo e o mundo exterior desenvolvem-se por meio de um processo

Leia mais

O CURRÍCULO ESCOLAR A SERVIÇO DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS: UMA PROBLEMATIZAÇÃO A PARTIR DO PIBID/PEDAGOGIA

O CURRÍCULO ESCOLAR A SERVIÇO DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS: UMA PROBLEMATIZAÇÃO A PARTIR DO PIBID/PEDAGOGIA 1 Ideuvaneide Gonçalves Costa Universidade Federal de Alfenas- UNIFAL O CURRÍCULO ESCOLAR A SERVIÇO DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS: UMA PROBLEMATIZAÇÃO A PARTIR DO PIBID/PEDAGOGIA Esse trabalho tem como objetivo

Leia mais

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Metodologia Científica 60 horas História da Educação 60 horas Sociologia da Educação I 60 horas Filosofia

Leia mais

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Eveline Mattos Tápias-Oliveira Vera Lúcia Batalha de Siqueira Renda Maria do Carmo Souza de Almeida Maria de

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

Palavras-chave: fracasso escolar, aprendizagem discente, ação docente.

Palavras-chave: fracasso escolar, aprendizagem discente, ação docente. FRACASSO E EVASÃO ESCOLAR: UM ESTUDO SOBRE APRENDIZAGEM DISCENTE E AÇÃO DOCENTE RODRIGUES, Sílvia de Fátima Pilegi Prof. Douta. Depto. de Educação/ICHS/CUR/UFMT ANDRADE, Luiza Gonçalves Fagundes de Bolsista

Leia mais

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 INGLÊS INSTRUMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA NO PROJETO EQUIDADE NA PÓS-GRADUAÇÃO

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 INGLÊS INSTRUMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA NO PROJETO EQUIDADE NA PÓS-GRADUAÇÃO 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

MANUAL DE DISTRIBUIÇÃO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS/AJES 700 HORAS

MANUAL DE DISTRIBUIÇÃO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS/AJES 700 HORAS MANUAL DE DISTRIBUIÇÃO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS/AJES 700 HORAS 4º. Termo ESTÁGIO CURRICULAR 175 HORAS SUPERVISIONADO I Observação, participação e aplicação de conhecimentos (Observação

Leia mais

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS 1ª FASE LLE 931 Introdução aos Estudos da Linguagem Total h/a Introdução aos conceitos de língua e língua(gem); características da língua(gem) humana; a complexidade da língua(gem)

Leia mais

Palavras-chave: Didática; Estágio; Formação; Teoria; Prática.

Palavras-chave: Didática; Estágio; Formação; Teoria; Prática. ESTÁGIO E DIDÁTICA: DESAFIOS E PERSPECTIVAS Maria do Socorro Sousa e Silva Universidade Estadual Vale do Acaraú UVA Resumo O presente artigo objetiva registrar e refletir sobre a disciplina de Estágio

Leia mais

A POLÍTICA, AS RELAÇÕES DE PODER NA ESCOLA E A FORMAÇÃO PARA A CIDADANIA

A POLÍTICA, AS RELAÇÕES DE PODER NA ESCOLA E A FORMAÇÃO PARA A CIDADANIA A POLÍTICA, AS RELAÇÕES DE PODER NA ESCOLA E A FORMAÇÃO PARA A CIDADANIA Maria do Socorro da Cunha Pontifícia Universidade Católica do Paraná Resumo: A presente texto tem, como objetivo, tecer considerações

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFISSIONAIS DE LÍNGUA INGLESA

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFISSIONAIS DE LÍNGUA INGLESA 1 A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFISSIONAIS DE LÍNGUA INGLESA Deyseany Nunes Lima da Cruz (FA) INTRODUÇÃO Este trabalho consiste em uma reflexão acerca do tema a importância da formação

Leia mais

DOCUMENTOS OFICIAIS DO GOVERNO - SUBSÍDIOS PARA A PRÁTICA DOCENTE DO PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

DOCUMENTOS OFICIAIS DO GOVERNO - SUBSÍDIOS PARA A PRÁTICA DOCENTE DO PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA DOCUMENTOS OFICIAIS DO GOVERNO - SUBSÍDIOS PARA A PRÁTICA DOCENTE DO PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Alciene Ribeiro Feitoza da SILVA 1 Módulo Centro Universitário Ao atuar na formação de professores de

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Estratégias de Aprendizado da Língua Estrangeira 1. Introdução

Estratégias de Aprendizado da Língua Estrangeira 1. Introdução Estratégias de Aprendizado da Língua Estrangeira Gedeon Santos de Medeiros Gerley Machado de Oliveira 1. Introdução A escolha de determinadas experiências de aprendizagem em qualquer contexto educacional,

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04 APRENDENDO COM A PRÁTICA REFLEXIVA DE LÍNGUA ESTRANGEIRA PARA FINS ESPECÍFICOS Mônica de Souza Coimbra (UFF e CPII) 19 coimbra.nit@gmail.com Ana Paula Moreira Duro 20 Joyce Ferreira de Oliveira 21 Kelly

Leia mais

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR NA PRÁTICA PEDAGÓGICA

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR NA PRÁTICA PEDAGÓGICA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR NA PRÁTICA PEDAGÓGICA Autora: GASPAR, Magna Lúcia Furlanetto gasparzinha@seed.pr.gov.br Orientadora: LEVANDOVSKI, Ana Rita anarita.faficop@yahoo.com.br A

Leia mais

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia Faculdades Integradas Mato - Grossenses de Ciências Sociais e Humanas Missão: Formar cidadãos, através da educação, para atuar de forma transformadora, ética e crítica, no contexto profissional e social

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.931, DE 22 DE JANEIRO DE 2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.931, DE 22 DE JANEIRO DE 2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.931, DE 22 DE JANEIRO DE 2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em

Leia mais

Projeto de Inclusão Social : alunos-monitor uma parceria no exercício da cidadania

Projeto de Inclusão Social : alunos-monitor uma parceria no exercício da cidadania Projeto de Inclusão Social : alunos-monitor uma parceria no exercício da cidadania Grace Cristine Batista da Silva seduc professor Solange Maria da Silva seduc pedagoga gc73mat@yahoo.com.br Introdução

Leia mais

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente CARVALHO, Ademar de Lima 1 RESSUMO O presente texto tem por objetivo apresentar uma reflexão sobre o Estágio

Leia mais

ALUNOS SURDOS: O USO DE SCAFFOLDINGS PARA A AQUISIÇÃO DE LÍNGUA INGLESA. Mestranda em Letras e Lingüística, Faculdade de Letras, UFG RESUMO

ALUNOS SURDOS: O USO DE SCAFFOLDINGS PARA A AQUISIÇÃO DE LÍNGUA INGLESA. Mestranda em Letras e Lingüística, Faculdade de Letras, UFG RESUMO ALUNOS SURDOS: O USO DE SCAFFOLDINGS PARA A AQUISIÇÃO DE LÍNGUA INGLESA Tânitha Gléria de Medeiros 1 ; Maria Cristina Faria Dalacorte Ferreira 2 1 Mestranda em Letras e Lingüística, Faculdade de Letras,

Leia mais

Introdução. Francini Sayonara Versiani Soares. Silva, Pós-graduanda em Alfabetização, Letramento e Linguagem Matemática francini.sayonara@ig.com.

Introdução. Francini Sayonara Versiani Soares. Silva, Pós-graduanda em Alfabetização, Letramento e Linguagem Matemática francini.sayonara@ig.com. A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: DESAFIOS EMERGENTES NA PRÁTICA E POSSIBILIDADES CONSTRUÍDAS NA PÓS-GRADUAÇÃO EM ALFABETIZAÇÃO, LETRAMENTO E LINGUAGEM MATEMÁTICA Francini Sayonara Versiani Soares.

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

Subsídios para elaboração de um exame de proficiência para professores de inglês

Subsídios para elaboração de um exame de proficiência para professores de inglês Subsídios para elaboração de um exame de proficiência para professores de inglês Teresa Helena Buscato Martins ( Comunicação apresentada no I SEMAPLE. ) A falta de preparo profissional adequado do professor

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

Educação Para o Pensar, Educação Matemática e PCN: uma aproximação possível?

Educação Para o Pensar, Educação Matemática e PCN: uma aproximação possível? Educação Para o Pensar, Educação Matemática e PCN: uma aproximação possível? André Luiz Sena Mariano* RESUMO: Os PCN e o Programa Educação para o Pensar podem colaborar singularmente para a prática do

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Linguística Aplicada ao ensino de Língua Portuguesa: a oralidade em sala de aula (Juliana Carvalho) A Linguística Aplicada (LA) nasceu há mais ou menos 60 anos, como uma disciplina voltada para o ensino

Leia mais

Propaganda institucional e formação cidadã no Colégio Pedro II: diálogo relevante nas aulas de E/LE

Propaganda institucional e formação cidadã no Colégio Pedro II: diálogo relevante nas aulas de E/LE Propaganda institucional e formação cidadã no Colégio Pedro II: diálogo relevante nas aulas de E/LE Viviane C. A. Lima (CPII/ UGF/ PG-UFRJ) 1. Considerações preliminares Há algumas décadas, o ensino da

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992.

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992. METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Aline Fabiane Barbieri Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez,

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE O APRENDER PARA SABER E O SABER PARA ENSINAR: ACTUAIS DESAFIOS PARA UMA FORMAÇÃO PERMANENTE DE PROFESSORES

REFLEXÕES SOBRE O APRENDER PARA SABER E O SABER PARA ENSINAR: ACTUAIS DESAFIOS PARA UMA FORMAÇÃO PERMANENTE DE PROFESSORES REFLEXÕES SOBRE O APRENDER PARA SABER E O SABER PARA ENSINAR: ACTUAIS DESAFIOS PARA UMA FORMAÇÃO PERMANENTE DE PROFESSORES Andréia Serra Azul da Fonseca 1 Maristela Lage Alencar 2 Sinara Mota Neves 3 Universidade

Leia mais

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs.

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs. 1 O PEDAGOGO EM MULTIMEIOS E INFORMÁTICA EDUCATIVA E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A EFICÁCIA DA UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO TCC2036 fevereiro de 2006 Pricila Kohls dos Santos

Leia mais

TESTE SELETIVO COLEGIADO DE LETRAS - 2013 LISTA DE PONTOS

TESTE SELETIVO COLEGIADO DE LETRAS - 2013 LISTA DE PONTOS ENSINO DE LÍNGUA INGLESA 1. New technologies and ELT 2. Teaching English pronunciation for Brazilian EFL speakers 3. Developing reading skills in the EFL classroom: theory and practice 4. Assessment in

Leia mais

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID

DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA DO PIBID BARROS, Raquel Pirangi. SANTOS, Ana Maria Felipe. SOUZA, Edilene Marinho de. MATA, Luana da Mata.. VALE, Elisabete Carlos do.

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL 1 Pesquisas e Práticas Educativas ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL DANIELA DE JESUS LIMA FACED/UFBA INTRODUÇÃO - O presente

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 Angela Freire 2

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.934, DE 22 DE JANEIRO DE 2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.934, DE 22 DE JANEIRO DE 2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.934, DE 22 DE JANEIRO DE 2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em

Leia mais

O ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA: UM DESAFIO PARA UMA LINGUAGEM COMUNICATIVA

O ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA: UM DESAFIO PARA UMA LINGUAGEM COMUNICATIVA O ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA: UM DESAFIO PARA UMA LINGUAGEM COMUNICATIVA BRUTTI, Elizane Aparecida 1 CONTRI, Andréia Mainardi 2 ZAMBERLAN, Eliane Luiza 3 Resumo do trabalho: Considerando a importância

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Referência: CHAGURI, J. P. A Importância do Ensino da Língua Inglesa nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental. In: O

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação.

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação. Karen Alves de Andrade 1 RESUMO A inserção dos gêneros textuais no ensino vem mudando a dinâmica da educação em língua portuguesa em nosso país. A importância de se trabalhar a língua em uso, através de

Leia mais

O PAPEL SOCIAL DA ESCOLA NA VISÃO DOS PROFESSORES QUE ATUAM NO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO

O PAPEL SOCIAL DA ESCOLA NA VISÃO DOS PROFESSORES QUE ATUAM NO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO O PAPEL SOCIAL DA ESCOLA NA VISÃO DOS PROFESSORES QUE ATUAM NO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO AZEVEDO, Prof Dr Antulio José de Docente do Curso de Pedagogia da FAEF/ACEG. antuliojose@uol.com.br

Leia mais

O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa

O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa ARTIGO...Letrônica v. 3, n. 1, p.153, julho 2010 O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa Luciane Guimarães de Paula Introdução O presente artigo 1 relata um recorte dos resultados de

Leia mais

PRÁTICA SOCIAL DA CULINÁRIA NA PERSPECTIVA DO PROGRAMA ETNOMATEMÁTICA

PRÁTICA SOCIAL DA CULINÁRIA NA PERSPECTIVA DO PROGRAMA ETNOMATEMÁTICA PRÁTICA SOCIAL DA CULINÁRIA NA PERSPECTIVA DO PROGRAMA ETNOMATEMÁTICA Resumo Jean Cauê, Huppes Sistema Huppes de Aprendizagem, Santa Maria/RS Brasil jeancaue@gmail.com.br Mariza de Andrade Brum Sistema

Leia mais

DO PRESENCIAL PARA O DIGITAL: UMA MUDANÇA SIGNIFICATIVA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES (CURSO DE LETRAS)

DO PRESENCIAL PARA O DIGITAL: UMA MUDANÇA SIGNIFICATIVA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES (CURSO DE LETRAS) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Programa de Pós-graduação Educação: Currículo Revista E-Curriculum ISSN: 1809-3876 DO PRESENCIAL PARA O DIGITAL: UMA MUDANÇA SIGNIFICATIVA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

ARTE-EDUCADORES E EDUCAÇÃO MUSICAL: ANÁLISE DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MÚSICA NA REGIÃO DE GUARAPUAVA (PR)

ARTE-EDUCADORES E EDUCAÇÃO MUSICAL: ANÁLISE DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MÚSICA NA REGIÃO DE GUARAPUAVA (PR) ARTE-EDUCADORES E EDUCAÇÃO MUSICAL: ANÁLISE DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MÚSICA NA REGIÃO DE GUARAPUAVA (PR) Resumo GOMES, Érica Dias 1 - UNICENTRO Grupo de Trabalho Formação de professores e profissionalização

Leia mais

ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL

ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL Departamento de Educação 1 ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL Aluna: Ana Carolina de Souza e Paula Gomes Orientadora: Maria Inês G.F. Marcondes de Souza Introdução Esse texto é resultado

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL RESUMO

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL RESUMO FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA E MODELAGEM MATEMÁTICA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA E NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL Edvard Luiz da Silva Filho, edvardluiz@folha.com.br - FMU, Brasil. RESUMO

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA A ESCOLA HOJE

OS CONHECIMENTOS DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA A ESCOLA HOJE OS CONHECIMENTOS DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA A ESCOLA HOJE KOGUT, Maria Cristina - PUCPR Cristina.k@pucpr.br SOUZA, Franciely Prudente de Oliveira - PUCPR franciely.oliveira@pucpr.br TREVISOL,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Secretaria Municipal de Educação SP. 144 Assessor Pedgógico. 145. Consultar o Caderno Balanço Geral da PMSP/SME, l992.

Secretaria Municipal de Educação SP. 144 Assessor Pedgógico. 145. Consultar o Caderno Balanço Geral da PMSP/SME, l992. PAULO FREIRE: A GESTÃO COLEGIADA NA PRÁXIS PEDAGÓGICO-ADMINISTRATIVA Maria Nilda de Almeida Teixeira Leite, Maria Filomena de Freitas Silva 143 e Antonio Fernando Gouvêa da Silva 144 Neste momento em que

Leia mais

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS Petrilson Alan Pinheiro (petrilsonpinheiro@yahoo.com.br petripinheiro@yahoo.com) RESUMO O grande interesse por questões acerca das

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. O Presidente

Leia mais

ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE PARA ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS:EM FOCO A FORMAÇÃO DOCENTE.

ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE PARA ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS:EM FOCO A FORMAÇÃO DOCENTE. ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE PARA ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS:EM FOCO A FORMAÇÃO DOCENTE. Amauri de Oliveira¹, Adenilson Argolo¹, Marilene Pereira¹. ¹Universidade do Estado da Bahia Campus XV Educação e trabalho

Leia mais

RESOLUÇÃO. Habilitação em Língua Espanhola extinta pela Res. CONSEPE 51/2003, de 29 de outubro de 2003.

RESOLUÇÃO. Habilitação em Língua Espanhola extinta pela Res. CONSEPE 51/2003, de 29 de outubro de 2003. RESOLUÇÃO CONSEPE 53/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE LETRAS, DO CÂMPUS DE ITATIBA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso da atribuição que lhe confere

Leia mais

INTERNET COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA PARA O PROFESSOR DE INGLÊS

INTERNET COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA PARA O PROFESSOR DE INGLÊS INTERNET COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA PARA O PROFESSOR DE INGLÊS R E S U M O Ana Paula Domingos Baladeli * Anair Altoé ** O presente trabalho é um recorte da análise de dados realizada em pesquisa de Mestrado

Leia mais

CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE

CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE Marrine Oliveira Sousa (UFG) Tatiana Diello Borges (UFG) marrine_@hotmail.com tatiana.diello@gmail.com 1. Introdução No exterior,

Leia mais

CURSO: Matemática. Missão

CURSO: Matemática. Missão CURSO: Matemática Missão O Curso de Licenciatura em Matemática tem por missão a formação de docentes com um novo perfil fundamentado na conexão de dois eixos, pedagógico e matemático, permeado pelos recursos

Leia mais

PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS

PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS FREITAS, M.L.L 1 PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS

Leia mais

As tecnologias Informacionais e Comunicacionais (TIC) como instrumento de experimentação e investigação matemática¹

As tecnologias Informacionais e Comunicacionais (TIC) como instrumento de experimentação e investigação matemática¹ As tecnologias Informacionais e Comunicacionais (TIC) como instrumento de experimentação e investigação matemática¹ Ana Caroline Lazaro Stoppa², Idalci Cruvinel dos Reis³ ¹Pesquisa realizada por acadêmica

Leia mais

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa 7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa As críticas ao ensino tradicional de língua portuguesa não são recentes. Nos anos trinta, Olavo Bilac já se posicionava contra o

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA: RELATOS DO NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA - UEPG

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA: RELATOS DO NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA - UEPG 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA FORMAÇÃO DE

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

Resenha Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo

Resenha Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo Resenha Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo (SILVA, Jansen Felipe; HOFFMAN, Jussara; ESTABAN, Maria Teresa. Porto Alegre: Mediação. 2003). André Luiz da

Leia mais

XVI ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino - UNICAMP - Campinas - 2012

XVI ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino - UNICAMP - Campinas - 2012 (DES)ARTICULAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA NOS CURSOS DE LETRAS: IMPLICAÇÕES PARA AS DISCIPLINAS DE PRÁTICA DE ENSINO E ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA I E II. Cássia Regina

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática.

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. Justificativa A Matemática faz parte do cotidiano das pessoas. Nas diversas atividades

Leia mais

A CHARGE E O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA EM CURSO DE ENSINO MÉDIO INTEGRADO EM MEIO AMBIENTE

A CHARGE E O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA EM CURSO DE ENSINO MÉDIO INTEGRADO EM MEIO AMBIENTE 82 A CHARGE E O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA EM CURSO DE ENSINO MÉDIO INTEGRADO EM MEIO AMBIENTE CHARGE AND ENGLISH LANGUAGE TEACHING IN HIGH SCHOOL INTEGRATED TO ENVIRONMENT Veralúcia Guimarães de Souza 1

Leia mais