A HEGEMONIA DA LÍNGUA INGLESA NA CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO ADOLESCENTE:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A HEGEMONIA DA LÍNGUA INGLESA NA CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO ADOLESCENTE:"

Transcrição

1 A HEGEMONIA DA LÍNGUA INGLESA NA CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO ADOLESCENTE: fatores políticos, econômicos e culturais que fundamentam os discursos dos pais DOMINGOS CAXINGUE GONGA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS DO HOMEM PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COGNIÇÃO E LINGUAGEM CAMPOS DOS GOYTACAZES/RJ JUNHO

2 DOMINGOS CAXINGUE GONGA A HEGEMONIA DA LÍNGUA INGLESA NA CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO ADOLESCENTE: fatores políticos, econômicos e culturais que fundamentam os discursos dos pais Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Cognição e Linguagem do Centro de Ciências do Homem, da Universidade Estadual do Norte Fluminense, como parte das exigências para a obtenção do título de Mestre em Cognição e Linguagem. Orientador: Prof. Dr. Sérgio Arruda de Moura Coorientador: Profª. Drª. Eliana Crispim França Luquetti CAMPOS DOS GOYTACAZES/RJ JUNHO

3 FICHA CATALOGRÁFICA Gonga, Domingos Caxingue A hegemonia da língua inglesa na constituição da identidade de adolescentes em fase escolar: fatores políticos, econômicos e culturais que fundamentam os discursos dos pais/domingos Caxingue Gonga Campos dos Goytacazes, RJ, f. Orientador: Sérgio Arruda de Moura Dissertação (Mestrado em Cognição e Linguagem) Universidade Estadual Fluminense, Centro de Ciência do Homem, Bibliografia: f Identidade. 2. Discurso. 3. Ideologia. 4. Língua Inglesa. 5. Hegemonia. 6. Cultural Global. 2. Universidade Estadual do Norte Fluminense. Centro de Ciências do Homem. CDD

4 DOMINGOS CAXINGUE GONGA A HEGEMONIA DA LÍNGUA INGLESA NA CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO ADOLESCENTE: Fatores políticos, econômicos e culturais que fundamentam os discursos dos pais Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Cognição e Linguagem do Centro de Ciências do Homem, da Universidade Estadual do Norte Fluminense, como parte das exigências para a obtenção do título de Mestre em Cognição e Linguagem. APROVADA: 22 de junho de BANCA EXAMINADORA: Profª. Sílvia Lúcia dos Santos Barreto (Doutora em Comunicação) Instituto Federal Fluminense campus Campos dos Goytacazes/RJ Prof. Carlos Henrique Medeiros de Souza (Doutor em Comunicação e Mídia) Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro UENF Profª. Eliana Crispim França Luquetti (Doutora em Linguística Aplicada) Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro UENF (Coorientadora) Prof. Sérgio Arruda de Moura (Doutor em Literatura Comparada) Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro UENF (Orientador)

5 AGRADECIMENTOS Toda honra e toda glória seja dada a Ti Ó Deus. Não existe o acaso. Se consegui terminar o mestrado é porque a Sua graça se superabundou em mim, pois se assim não fosse, não teria conseguido. Mesmo em meio às adversidades da vida Tu sempre estiveste ao meu lado, motivando-me e ensinando-me a fórmula do próximo passo. Mesmo quando tudo parecia perdido. Ao orientador Sérgio Arruda de Moura, agradeço pela compreensão e apoio para que este trabalho se concretizasse. À CAPES, pelo investimento, e oportunidade que me permitiu chegar ao fim desta pesquisa. À minha eterna amiga Adriana (minha mãezona), ao seu marido Lidinei e ao seu filho Vítor, à Edda Maria, Carla Cardoso, Ingrid Ribeiro, Karine Castelano, Solange, Drª Lilia Sauge, Maria Cristina, Arlete Sendra, Analice, Beth Braith, Sílvia Lúcia dos Santos Bastos, Eliana Crispim França Luquetti, Dr. Carlos Henrique Medeiros de Souza e, aos médicos, Drª Lúcia Regina, Eliane Casarsa e ao Dr. Rafael Barreto. Meus sinceiros agradecimentos pela compreensão, comprometimento e incentivo. A todos os amigos que, de alguma forma, contribuíram para a constituição de valores em minha vida.

6 RESUMO O presente estudo teve como objetivo discutir a hegemonia da língua inglesa, em detrimento de outras línguas, no discurso dos pais de adolescentes cujos filhos escolheram fazer curso de inglês devido às exigências de mercado, à ascensão social e ao domínio cultural. Nesse sentido, buscamos, nesta pesquisa, abordar o domínio hegemônico e sem fronteiras da língua inglesa na constituição da identidade destes adolescentes em fase escolar, levando em consideração fatores políticos, econômicos e culturais, que configuram os discursos dos pais desses estudantes. Para a realização deste estudo, constituímos uma amostra de falas de pais e de estudantes da cidade Campos dos Goytacazes/RJ, de onze escolas/cursos de língua inglesa, totalizando vinte entrevistas, sendo quinze de pais e quinze de alunos. Além disso, preparamos amostras de anúncios e propagandas dos onze cursos selecionados. Utilizamos alguns teóricos da Análise do Discurso, da Sociologia, da Antropologia e outros especialistas da área temática desse estudo, como Gramsci (1975), Althusser (1976), Nowles (1999), Philipson (2001), Calvet (2002), Graddal (2006), Fairclough (2008) e Van Diijk et al. (2010).

7 ABSTRACT This study aims at discussing the hegemony of the English language at the expense of other languages, in speech of parents of teenagers, whose children have chosen to study English course, due to the demands of the market, rising social and cultural sphere. Accordingly, we seek, in this research, addressing the hegemonic dominance and without frontiers of English language in the formation of identity of adolescents in school phase, taking into account political, economic and cultural factors, which set the parental discourse of these students. To perform this study, we have a sample sound clips of parents and students of the city of Campos dos Goytacazes, eleven schools/english language courses, for a total of twenty interviews, being ten of parents and ten students. In addition, we have prepared some samples of announcements and advertisements of the eleven selected courses. We use some theorists of Discourse Analysis, Sociology, Anthropology, and other experts in the thematic area of study, such as: Gramsci (1975), Althusser (1976), Nowles (1999), Philipson (2001), Calvet (2002), Graddal (2006), Fairclough (2008), Van Dijk et al. (2010), among others.

8 SUMÁRIO CONSIDERAÇÕES INICIAIS UM POUCO DE HISTÓRIA E CARACTERIZAÇÃO DO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA Breve história da língua inglesa A solidificação da língua inglesa no mundo A língua inglesa nos países emergentes O ensino de língua inglesa no Brasil Cursos livres de inglês A CONSTITUIÇÃO DA ALTERIDADE NO DISCURSO DO SUJEITO O desaparecimento do ethos e o aparecimento do outro: globalização o meio da constituição da identidade híbrida As facetas da identidade A ideologia da língua inglesa como gênese das ideias que fundamentam a encenação do adolescente METODOLOGIA ANÁLISE DOS DADOS As propagandas: a encenação do sujeito Os discursos dos pais O discurso dos filhos...84 CONSIDERAÇÕES FINAIS...90 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...93 APÊNDICES...97 ANEXOS...111

9 9 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Nos grandes e médios centros urbanos, há uma profusão de escolas que oferecem cursos de inglês, valendo-se das mais diferentes formas de apelo e convencimento de sua clientela potencial sobre os benefícios de aprendizado desta língua. Tendo isso em vista, buscamos, nesta pesquisa, abordar o domínio hegemônico e sem fronteiras da língua inglesa na constituição da identidade de adolescentes em fase escolar, ou seja, os fatores políticos, econômicos e culturais que fundamentam os discursos dos pais. Estes veem no aprendizado do idioma britânico, oportunidades profissionais e sociais que permitirão que os filhos conquistem um futuro de sucesso e realizações. Compreendemos o aprendizado de língua inglesa como um vasto campo de constituição de identidades, pautado na ideologia da necessidade da formação profissional. Analisando a revolução tecnológica no campo informacional, verificamos o estreitamento dos territórios. Imerso na aldeia global do ciberespaço, o mundo tornou-se menor. Nesse novo cenário, um idioma foi eleito para ser o principal código de acesso: a língua inglesa. Assim, a preocupação em aprender o idioma inglês foi ampliada e os pais, temerosos de que seus filhos fiquem à margem da nova sociedade que se desenha, veem nos cursos de idiomas uma possibilidade de prepara-los para o mercado de trabalho. Ressaltamos que a língua inglesa está presente em diversos setores da sociedade, como propagandas televisivas, impressas, outdoors, rótulos de produtos alimentícios, cosméticos, vestuário, entre outros. Assim, entende-se que a língua inglesa é um veículo de comunicação de grande valia e sem fronteiras, permeando todas as áreas dos saberes, estreitando os laços culturais e facilitando a comunicação entre cidadãos dos quatro cantos do mundo. Em um território cada vez mais dominado pelo idioma inglês, é importante que sejam discutidas as relações entre língua e poder, dominantes e dominados. Para as propostas de discussões, buscamos o entendimento do porquê de a língua inglesa ter se tornado internacionalmente dominante. Compreendemos que o aprendizado de língua inglesa é considerado de suma importância para os estudantes de modo geral, pois estes acreditam que com a aquisição de conhecimento ascenderão sociopolítico-economicamente. Assim, podemos verificar que essa concepção contribui também para a constituição da identidade desses jovens.

10 10 Problema Fatores políticos, sociais, culturais e econômicos formam uma resistente rede de discurso que se estabelece nos setores da vida pública e privada. Esse discurso, que referenda cotidianamente suas práticas, privilegia o inglês como língua de vasto reconhecimento utilitário e social. Nessa perspectiva, cabe questionar se as práticas cotidianas de discurso publicitário (os folhetos das propagandas dos cursos de inglês), aliadas ao discurso dos pais e da escola, referendam esse status de que goza a língua inglesa. Hipótese Acreditamos que os fatores políticos, econômicos e culturais fundamentam o discurso dos pais, que, por sua vez, incentivam os filhos a estudarem a língua inglesa. Esta prática demonstra e caracteriza a hegemonia deste idioma em diversas culturas no mundo. Além disso, consideramos que esta hegemonia possui um papel marcante na construção da identidade do adolescente nos cursos onde estudam a língua, não somente em Campos dos Goytacazes/RJ, cidade onde desenvolvemos este estudo, mas em boa parte da extremidade global. Objetivos Esta pesquisa tem como objetivo geral investigar de que maneira as práticas cotidianas de discurso publicitário (os folhetos das propagandas dos cursos de inglês), aliadas ao discurso dos pais e da escola, referendam esse status de que goza a língua inglesa. Especificamente, pretendemos: a) Identificar os fatores políticos, econômicos e culturais, em suas diversas vertentes, que fundamentam o discurso de pais cujos filhos estudam a língua inglesa, reforçando a alteridade nos sujeitos em questão; b) Definir como se dá a influência da hegemonia da língua inglesa no discurso dos pais; c) Analisar o discurso, o sujeito, a ideologia, a constituição do discurso, os frames, os scripts, o saber enciclopédico que elaboram o discurso dos pais, da escola, da educação, quando se tratam de adolescentes; e

11 11 d) Analisar a ideologia da língua inglesa presente em propagandas publicitárias de onze cursos de idiomas, cujas funções são assegurar e engodar a atenção dos pais na conquista do sucesso para os seus filhos. Justificativa A proposta deste estudo é promover uma discussão sobre a hegemonia da língua inglesa em detrimento de outras línguas. Vários foram os fatores que motivaram o desenvolvimento desta dissertação, dentre eles, podemos relatar a experiência do mestrando com a língua inglesa. Ele desempenha a função de professor deste idioma e busca sempre estratégias e abordagens de se ensinar a língua, enfatizando a cultura e a sua importância na sociedade atual. Outro fator motivador foi as inúmeras leituras realizadas, como por exemplo, de Philipson (1992), que considera a difusão da cultura inglesa fora da Inglaterra como um problema de reconstrução pós-guerra. Essa temática fundamentou-se com base na mcdonalização tipografada na sociedade brasileira; uma organização fundada na década de 1930 para difundir o inglês e se opor à difusão das línguas de governos fascistas, criando, assim, um esquema de formação de profissão mundial para professores de inglês. Engendrando-se no início de 1950, desde então, vem se difundindo nos quatro cantos do mundo e como principal aliado dos norte-americanos, investindo nos países de Terceiro Mundo para expandir o que hoje chamamos de second language (ou segunda língua). Assim sendo, ter um diploma de proficiência internacional em língua inglesa seria como ter um status supranacional. Segundo Philipson (1992), o imperialismo linguístico do inglês é um domínio mantido pelo estabelecimento e pela reconstituição contínua das desigualdades estruturais e culturais entre o inglês e outras línguas. Tsuda (1994), por sua vez, representa cuidadosamente as muitas das dimensões da atual política linguística americana, fazendo paralelo a dois paradigmas: Paradigma 1: difusão do inglês Difusão americana que leva em consideração o capitalismo, a ciência e a tecnologia, a modernização, o monolinguismo, a globalização e a internacionalização ideológica, a transnacionalização, a americanização, a homogeneização da cultura mundial, o imperialismo linguístico cultural e midiático; e

12 12 Paradigma 2: ecologia das línguas Considerando o ponto de vista que diz respeito aos direitos humanos, igualdade na comunicação, multilinguismo, preservação da língua e culturas, proteção da soberania nacional, incentivo ao aprendizado de línguas estrangeiras. Outro aspecto motivador para a realização desta pesquisa foi a relação do pósgraduando, de origem angolana, com a língua inglesa na sua infância. Ele, desde sua tenra idade, sempre ouvia falar da língua inglesa e de sua importância para a ascensão social. Muitas vezes, o autor e os seus amigos se esforçavam para aprendê-la, memorizando frases prontas, principalmente de músicas e trechos de filmes na expectativa de aprendê-la. Desse modo, ele buscava, cada vez mais, conhecer esse idioma a fim de mostrar que podia assimilar e possuir domínio eficiente do mesmo. Por vezes, fingia que cantava em inglês para impressionar as garotas e os outros, promovendo uma sensação de engrandecimento e sentimento de ser diferente de todos. Então, cresceu almejando ser parecido com os jovens afro-americanos, porque, sendo igual a estes, constituiria um futuro promissor para sua vida. Aos seus quinze anos, acreditava que lhe faltavam apenas três anos para começar a trabalhar e, consequentemente, gozar de seu sonho, uma vez que tivesse aprendido a língua inglesa. Devido aos domínios econômicos, políticos, linguísticos e culturais americanos, quase todo adolescente angolano, na década de 1990, aspirava a viver nos EUA e aprender a língua inglesa. Além de sua política cosmopolita, percebe-se que a década de 1990 foi o auge da música pop. A música fazia parte da vida do adolescente angolano e, muitas vezes, esta lhe servia de aporte para os grandes dilemas da vida rotineira. Ícones como Michael Jackson, Whitney Houston, Madonna, Mariah Carey, entre outros, levavam milhares de jovens angolanos a se recrearem nas diferentes formas de perceber a vida e, principalmente, no meio musical. Com essa convulsão meteórica da música pop e das grandes inovações de Michael Jackson, por exemplo, todos os adolescentes angolanos queriam ser iguais na capacidade de dançar, cantar, falar inglês e se vestir. Isso porque as melhores músicas eram as americanas e a língua inglesa se encontrava no boom de sua expansão em todo o planeta. Já na década de 1990, a cultura americana apresentava-se na mente do jovem angolano como a única e mais eficaz. Na realidade, muitos destes jovens não tinham pais e nem instrução escolar, viviam à procura de transformarem a incerteza em certeza, da vida que levavam.

13 13 Conforme o autor, naquela época, o seu país ainda encontrava-se no auge da Guerra Fria. Como resultado, muitos adolescentes eram criados sem pais e, alguns, sem família nenhuma. Assim, muitos deles eram expostos a esses conjuntos de ideologias, apresentados por meio da cultura musical. Ao mesmo tempo em que a música lhes servia de alívio do sofrimento trazido pela Guerra, esta lhes trazia, também, uma sensação agradável ao invés da dor da ausência de cultura. Tudo isso porque, com a Guerra, muitos dos jovens procuravam um lugar seguro, mesmo sem saber aonde ir, ou sem ter amigos ou familiares nos países europeus ou americanos, buscando estudar a língua inglesa. Somente hoje, aos seus trinta anos, o pós-graduando foi capaz de decifrar o que sempre esteve por detrás deste grande fenômeno chamado língua inglesa, quais são os aportes que fazem com que esta transcenda as barreiras do tempo. Ela se encontra totalmente estruturada e com aliados muito mais fortes, como a tecnologia, que trouxe consigo as novas tecnologias da comunicação. Estas, por sua vez, transformaram o pensar e o calcular do homem. Mesmo que algumas línguas tenham se reerguido, a língua inglesa sempre é apresentada como alternativa para as melhores ocasiões, assim como no mundo acadêmico quase em todas as áreas em que os melhores artigos são aqueles escritos em inglês. Por essa razão, vemos que a língua inglesa é simplesmente sem fronteira, porque, mesmo em países europeus como Barcelona cujas raízes de todas as línguas são estritamente oriundas do latim, os grandes congressos são apresentados na língua inglesa. Diante desses apontamentos, desenvolvemos esta dissertação em três partes, a saber: caracterização da Língua Inglesa no Mundo, A constituição da Alteridade no Discurso do Sujeito e Análise de Dados. No primeiro, procuramos caracterizar a língua inglesa, assim como seu ensino e suas projeções na sociedade. Já na segunda parte, realizamos uma explicitação dos pressupostos teóricos a serem utilizados nessa abordagem. No terceiro capítulo, propomos uma análise das amostras constituídas a fim de evidenciar o nosso objeto de estudo.

14 14 1 UM POUCO DE HISTÓRIA E CARACTERIZAÇÃO DO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA Neste capítulo, buscamos abordar a história da língua inglesa, bem como sua decadência, ascensão e difusão global. Desse modo, procuramos também ressaltar a importância desta língua no âmbito da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que é evidenciada na integração de Códigos e Linguagens e Tecnologias como áreas indissociáveis e necessárias ao desenvolvimento do educando. Assim, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) apresentam de que forma devem ser abordadas no processo de ensino-aprendizagem das mesmas na escola e os cursos livres de inglês buscam esses princípios em suas metodologias pedagógicas. Para isso, trabalhamos principalmente com as bases teóricas de Knowles (1999), Philipson (2001), Graddol (2006) e Harmer (2008), que estudaram a respeito do processo English language teaching (ELT). 1.1 Breve história da língua inglesa Verificamos que Graddol (2006), em seu estudo intitulado English Next, argumenta que a história da língua inglesa é compreendida em três períodos distintos. Porém, cada período é composto de novos traços, novas tendências, novas ideologias e, consequentemente, de novas concepções linguísticas. Assim, de acordo com o autor, a estrutura da língua inglesa nos chama atenção para três determinados eventos que mudaram sua história. Segundo Knowles (1999), o primeiro deles foi curto, após a Conquista normanda, e é conhecido como inglês antigo. O período da dominação francesa foi o segundo, chamado de inglês médio, e, finalmente, o momento da introdução da impressão, quando a língua torna-se reconhecidamente semelhante à língua inglesa moderna. Em especial, a invasão Normanda, que anunciou a rápida frenchification 1 da língua inglesa e, mais tarde, a constelação de evoluções políticas, religiosas e econômicas que circundam o surgimento da Grã-Bretanha como um novo e moderno Estado-nação. Segundo Graddol (2006), há, no entanto, um risco se simplesmentente acrescentarmos um novo período histórico e constituirmos a língua inglesa como a nova língua global sem considerarmos as mudanças ocorridas no século XIX igualmente como ensinado em todos 1 Franchification é designador aplicado a uma série de políticas de assimilação étnica implementada pelas autoridades francesas na Revolução Francesa para hoje em dia. O ato de se tornar francês em aparência ou comportamento, entre outros.

15 15 os principais livros. De acordo com o autor, alguns arqueólogos e historiadores ainda argumentam que a compreensão da vida medieval no mundo contemporâneo foi deturpada pelas lentes do século XIX. Consequentemente, muitos arqueólogos e historiadores buscam uma reavaliação do estudo desta. Assim, percebemos que a tradicional história da língua inglesa no mundo contemporâneo é construída como uma grande narrativa. Na verdade, a história da língua inglesa nos fornece um grande mito sobre sua origem nacional, porque, muitas vezes, é apresentada como um conto popular de trapos à riqueza e que emerge de origens humildes e obscuras no tempo antigo. Isso ocorre por se tratar de uma língua literária, como a fundação de uma nova consciência política de anglo-saxão (prenunciando o papel do inglês no estabelecimento de uma identidade nacional futura). Ainda segundo Graddol (2006), na história das grandes narrativas da língua inglesa, o francês sempre se posicionou como o vilão com quem a língua inglesa batalhava e, eventualmente, triunfava. Dessa forma, comprendemos que, com a invasão Normanda, a integridade cultural e linguística da língua inglesa é totalmente destruída, não pela Relexification 2 do francês, mas devido a todos os seus negócios de recriação como uma língua literária e identidade nacional. Assim, conforme o autor, a nova era da língua inglesa toma forma no século XVI e, de igual modo, é consolidado o triunfo final deste idioma no mundo. Com esse triunfo, a língua inglesa supera o seu arquivilão histórico e reemerge como uma língua nacional completa, com novas literaturas provindas de grandes escritores dramaturgos como Dryden e Shakespeare e, já no século XVII, nas escritas científicas de Isaac Newton e seus contemporâneos das Sociedades Reais. Logo, no século seguinte, a língua inglesa aparece com aparatos de regulamentação provindos do primeiro dicionário compilado por Samuel Johnson. Por fim, no século XIX, acontece a compilação do maior monumento histórico, o chamado Oxford Dictionary. Segundo Graddol (2006), considerando as perspectivas europeias, a história da humanidade vivenciou três grandes eventos: o prémodernismo, o modernismo e o pós-modernismo. No entanto, percebemos que cada período tinha aspectos diferentes em relação à organização econômica e social, às crenças, às ideias e à forma de conceber o mundo. Com isso, o marco da modernidade referente a cada um dos períodos se espalhou em toda esfera terrestre, podendo seus desenvolvimentos serem descritos pelos séculos. 2 Relexification é um termo na linguística usado para descrever o mecanismo de mudança de idioma pelo qual este substitui muito ou todo seu léxico, incluindo o vocabulário básico, com o de outro idioma, sem mudança drástica a sua gramática. Ele é principalmente usado para descrever idiomas mistos, crioulos e pidgins. Relexification não é sinônimo de contração lexical, que descreve a situação onde uma língua meramente complementa seu vocabulário básico com palavras de outro idioma.

16 16 Consequentemente, com o aparecimento do capitalismo, a expansão do colonialismo, o protestantismo e o não conformismo no Nordeste Europeu, as guerras territoriais, o iluminismo, a Revolução Industrial e a era urbana no século XIX, a língua inglesa alcança o estágio de uma língua moderna. Ou seja, uma língua codificada, padronizada, simbólica e que contribui para a unificação da identidade. O surgimento da língua inglesa como língua moderna traz também a concepção de modernidade de novos falantes e de uma nova língua estrangeira. Por essa razão, asserveramos que os valores que permeiam a convencional história da língua inglesa são oriundos dos relatos do século XIX, incluindo os conceitos vitorianos de modernidade, e que tinha como discurso progresso e crescimento, bem como em relação a fatores relevantes para a construção da moderna identidade do Estado-Nação. No entanto, compreendemos que a modernidade linguística não era apenas uma questão de momentos nacionais para a linguagem. Com o surgimento do dicionário Oxford, a língua inglesa se tornaria um meio de suprir a necessidade do fardo que existia sobre os ombros dos falantes da língua inglesa que consideravam o idioma como uma força civilizada ao mais longíquo do império. Nessa perspectiva, surgiu um novo capítulo chamado de Inglês Global reflexo da visão modernista do século XIX, que contribui para a propagação da língua inglesa. Com isso, o idioma coopera para a transformação do mundo, sendo, também, transformado por ele. Entendemos que muitas das tendências apresentam mudanças rápidas e extraordinárias no mundo contemporâneo. Estas podem ser compreendidas como políticas antigas, oriundas da modernização que foi varrida por um novo movimento, igualmente poderoso, com suas estruturas, atitudes e a necessidade de modernidade. Estas resultam da Globalização, adjacente às novas tecnologias e, em especial, àquelas relacionadas às novas técnicas de comunicação e mudanças na forma demográfica do mundo. Consequentemente, no século XIX, ocorre o boom da comunicação, que transformou a forma de pensar e calcular do homem. Não obstante, todos os estudantes passaram a ser informados sobre os impactos e benefícios dessas tecnologias com o telégrafo eletrônico. Assim, com a grande procura, muitos já previam o advento do pós-modernismo que representaria a continuidade das novas ideias de inovações e novas tendências concomitantes na vida social. O aparecimento deste novo período é descrito como um novo padrão de mudanças nas ciências, assim, também contribuiriam, uma vez e para sempre, para o avanço das informações e para a constituição da língua inglesa como língua global. Assim, com o

17 17 aparecimento dessa nova era chamada de pós-modernidade, percebemos que o mundo mudou e nunca mais foi ou será o mesmo. Nos dias atuais, vemos um grande número de pessoas aprendendo inglês ao redor do mundo. Portanto, nota-se que a língua inglesa não é mais aprendida como língua moderna estrangeira, levando em consideração os fatores de poder hegemônicos dos falantes nativos, mas sim como a nova língua das ciências, das tecnologias e da globalização; logo, como a nova língua global. Percebemos, então, que a globalização adjacente às novas tecnologias trouxe mudanças nos setores políticos, econômicos, culturais e linguísticos, transformando o modo de pensar, calcular, bem como de se comunicar socialmente. E, por essa razão, compreendemos que o aprendizado da língua inglesa nos países considerados emergentes tornou-se sinônimo de modernidade e status para aqueles que detêm o domínio desta língua. Além disso, notamos que o sucesso linguístico da língua inglesa é descrito como o resultado da aspiração de grupos de estudiosos que ansiavam ter esse idioma como a língua de estudos, escritas e que, também, almejavam tirar o domínio da aristocracia para a classe média. Já Knowles (1999), em seu livro intitulado The cultural history of the english language, afirma que, desde o início do século V, uma língua semelhante ao inglês moderno já se encontrava em uso. Isto é, antes da retirada das legiões romanas na Grã-Bretanha, na costa leste da Inglaterra, já se encontrava invadida e sitiada pelos invasores saxões, do outro lado do Mar do Norte. Portanto, ao longo do século seguinte, os recém-chegados já estavam instalados definitivamente e bem alojados. De acordo com o autor supracitado, Bede, um monge de Jarrow, escrevendo no final do século VIII, declara que estes grupos pertenciam a três tribos: anglos, saxões e jutos. Hoje, essas pessoas são geralmente referidas como Anglo- Saxões, mas sua língua ainda é chamada de inglês. Esse povo conquistou a totalidade do que é hoje chamada de Inglaterra, e não obstante, a deslegitimação da língua celta que até então era falada pela maioria da população, a legitimação da língua inglesa como foi pelos Anglos-Saxões aos celtas. Os falantes da língua inglesa eram submetidos a novas incursões por meio do Mar do Norte, mas, desta vez, por dinamarqueses. Ainda segundo Knowles (1999), as primeiras incursões feitas por estes foram datadas em 797, e, por conseguinte, os dinamarqueses conquistaram uma grande parte do norte e leste da Inglaterra a partir da linha que ligava Chester a Thames. Não obstante, no tempo do rei Alfred, só a terra Sul e oeste desta linha permaneceram no domínio Anglo-saxão. Portanto, a invasão dinamarquesa e, subsequentemente, a instalação dos dinamarqueses,

18 18 trazem espantosamente grandes influências na língua inglesa e, com isso, muitas palavras são tomadas de empréstimo, especialmente, nos dialetos do norte. De igual modo, também ocorre a invasão normanda e, logo após, a conquista da Inglaterra, em Assim, a língua francesa torna-se a língua na discursividade da Aristocracia na Inglaterra, enquanto o latim é adotado como a principal língua da escrita. Entretanto, a língua inglesa continuava sendo falada por uma pequena camada da sociedade. Com isso, os escritos tradicionais desta eventualmente entraram em colapso, e poucos registros escritos da língua inglesa sobreviveram ao longo de 200 anos. Todavia, a língua francesa continuou em uso por 300 anos, até que esta foi gradualmente substituída pela língua inglesa, já em meados do século XIV. Assim, a nova língua inglesa que emerge desse processo é fortemente influenciada pela língua francesa, aderindo a uma grande quantia de vocabulários franceses. A influência da língua francesa poderia ser vista no discurso de Sir Geoffrey Chaucer, um poeta inglês e autor de uma das maiores obras da literatura inglesa, denominada The Canterbury Tales. Como consequência das diversas mundanças ocorridas em quase todos os setores, William Caxton introduz a impressão na Inglaterra. Isto é, já na década de 1470, os textos escritos tornam-se muito mais amplamente disponíveis do que antes. E, assim, a impressão torna-se o catalisador para as grandes convulsões do século XVI, que estavam ligadas nas várias atitudes do período Renascentista e da reforma protestante. De acordo com Knowles (1999), foi aproximadamente neste momento que os estudiosos começaram a escrever em inglês, ao invés do latim. Como resultado destas mudanças concomitantes em quase todos os setores, muitas palavras do latim foram tomadas por empréstimo pela língua inglesa. Não obstante, com todas estas mundanças também ocorre, no final do século XVI, o florescimento da Literatura inglesa, juntamente com a era Shakespeareana ( ). Por conseguinte, ocorre a publicação da versão autorizada da Bíblia inglesa, em Entretanto, segundo Knowles (1999), o novo e moderno padrão da língua inglesa já podia ser rastreado a partir da era de Chaucer, pois ainda era muito pouco variável na ortografia, no uso das palavras e nos detalhes da estrutura gramátical. Após a restauração de Carlos II, em 1660, houve um grande interesse na definição da língua e, em 1712, Jonathan Swift propôs a configuração de uma academia para que, assim, pudesse ocorrer a definição da estrutura da língua inglesa. Logo, a responsabilidade de padronização desta língua foi entregue nas mãos dos estudiosos, que tinham a finalidade de decidir sobre quais vocabulários seriam ou não inclusos no novo inglês padrão.

19 19 Após o trabalho dos estudiosos surge, então, o Dicionário de Johnson de 1755, que contribui para padronizar as grafias e corrigir os significados das palavras. Com a padronização, diversas gramáticas foram produzidas, entre as mais influentes sendo a gramática de Lowth, de Portanto, desde 1760, houve também o interesse crescente para a definição de uma norma de pronúncia da língua inglesa, o que resultou na tradição de um dicionário de pronunciação, sendo o dicionário de Walker, de 1791, o mais influente. Além disso, Daniel Jones recebeu a pronúncia, adaptada pela BBC (British Broadcasting Corporation; em português, Corporação Britânica de Radiodifusão) na década de 1920 como a pronúncia padrão das transmissões. É necessário ressaltar que, a partir dessa estrutura de tópicos, torna-se claro que a história da língua inglesa foi definida de várias maneiras e por mudanças sociais. Embora estas tenham durado 1500 anos, a história da língua inglesa foi submetida a partir do padrão de mudança por pequenas escalas contínuas e interrompida pelos grandes eventos que trouxeram mudanças drásticas e súbitas a ela. Desse modo, são estas descontinuidades que nos permitem dividir a história da língua inglesa em convenientes períodos, que mudaram sua história, como já mencionado. É importante destacar que a conquista dos invasores estrangeiros é decisivamente seguida pela introdução das suas línguas, podendo assumir várias formas e funções, como no caso dos anglo-saxões, que tomaram posse da língua, ou dos dinamarqueses e normandos, que desistiram desse idioma. Portanto, no caso de várias línguas em uso ao mesmo tempo, elas podem ter diferentes funções. Após a conquista normanda, por exemplo, o inglês e o francês foram usados como vernáculos e, o latim, usado como língua de registro. Todavia, quando um idioma é cedido, seus usuários podem transferir alguns dos seus padrões para a nova língua. Dessa maneira, segundo Graddol (1999), a influência estrangeira atingiu seu ápice quando os dinamarqueses adotaram a língua anglo-saxônica e os burocratas começaram a usar o inglês no lugar do francês, e, além disso, quando os estudiosos começaram a escrever em inglês ao invés do latim. Logo, o processo de adoção de características de outro idioma é conhecido como empréstimo, sendo os vocábulos os itens mais prontamente utilizados para esse fim. Por isso, a língua inglesa contém milhares de vocábulos emprestadas do dinamarquês, do francês e do latim. Portanto, como resultado do contato do mercantilismo, do capitalismo, da expansão imperial e do processo da difusão da língua inglesa globalização adjacente ao boom tecnológico, o idioma toma como empréstimo vocábulos de todo o mundo. Assim, ao consideramos a origem da língua inglesa, o contato também deve ser levado em consideração.

20 20 Os vocabulários e as expressões da língua inglesa vêm de uma ampla gama de lugares, principalmente do latim, francês e germânico, mas também do hindi idioma húngaro e de nativos americanos e australianos. Por esse motivo, a pronúncia da língua inglesa é, em grande parte, anglo-saxônica, mas também dinamarquesa e francesa. A gramática da língua inglesa, por sua vez, é basicamente germânica, sendo influenciada pelo francês e latim (KNOWLES, 1999) O latim e o inglês Os ecos das línguas celtas, apesar de terem repercurtido por toda a Europa, só ressoam hoje nas margens do Atlântico. Entretanto, segundo Walter (1997), nada permitia supor um destino excepcional para a língua daquele pequeno povo de agricultores estabelecidos nos povoados que, em meados do século VIII a.c., constituíram apenas um modesto lugar de passagem no coração do Lácio, no pantanoso vale do Tibre. Um destino cheio de contradições, pois, na forma euridita e escrita, o latim iria se tornar por vários séculos a língua da cultura ocidental. Esta era uma língua fixada para sempre na forma que tinha no tempo de Cícero e, portanto, quase uma língua morta. Já em sua forma familiar, e no início apenas oral, essa língua evoluiu e diversificou-se, permitindo o nascimento da grande família das línguas românicas: o italiano, o espanhol, o português, o francês, o romeno, mas também o catalão, o provincial, o languedociano, o romanche, o corso e ainda valão, o veneziano, o siciliano, entre outros. Ainda segundo Walter (1997), os historiadores concordam em remontar a fundação de Roma a - 753, data em que, no entanto, a situação da cidade parecia bem crítica, cercada entre as duas grandes potências que dominavam então a península italiana: de um lado a brilhante civilização etrusca e, de outro lado, no sul do país, a não menos prestigiosa colonização grega. Confrotado com essa situação geografica de desconfortável entre duas grandes potências que mantinham intensas relações comerciais. Roma via-se condenada a desaparecer ou desenvolver-se. Diante disso, no lugar em que o Tibre oferecia possibilidade de uma passagem, Roma finalmente conseguiu dominar seus incômodos vizinhos.

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo História baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo 1 PROPOSTA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA Middle e High School 2 6 th Grade A vida na Grécia antiga: sociedade, vida cotidiana, mitos,

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA RESUMO Alba Patrícia Passos de Sousa 1 O presente artigo traz como temática o ensino da língua inglesa na educação de jovens e adultos (EJA),

Leia mais

A civilização romana se localizou na parte continental pela península nsula Itálica e na parte insular pelas ilhas de Córsega, C Sicília banhada

A civilização romana se localizou na parte continental pela península nsula Itálica e na parte insular pelas ilhas de Córsega, C Sicília banhada Geografia e Povoamento A civilização romana se localizou na parte continental pela península nsula Itálica e na parte insular pelas ilhas de Córsega, C Sardenha e Sicília banhada pelos mares Mediterrâneo,

Leia mais

Geografia e Povoamento A civilização romana se localizou na parte continental pela península Itálica e na parte insular pelas ilhas de Córsega, Sardenha e Sicília banhada pelos mares Mediterrâneo, Tirreno,

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1

O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1 O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1 Iasmin Araújo Bandeira Mendes Universidade Federal de Campina Grande, email: iasminabmendes@gmail.com INTRODUÇÃO

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA I C/H 102 (2358) intermediário de proficiência

Leia mais

Povos seminômades que migraram das regiões da Europa e Ásia

Povos seminômades que migraram das regiões da Europa e Ásia TEXTO BASE: Roma Antiga Monarquia (753 509 a.c.) A história da Roma antiga divide-se politicamente em três fases: Monarquia, República e Império. Tais fases foram permeadas por constantes processos de

Leia mais

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Filosofia da Educação 60 horas Metodologia Científica 60 horas Iniciação à Leitura e Produção de Textos Acadêmicos 60 horas Introdução à filosofia e

Leia mais

Educação escolar indígena

Educação escolar indígena Educação escolar indígena O principal objetivo desta apresentação é fazer uma reflexão sobre a cultura indígena kaingang, sobre as políticas educacionais integracionistas e sobre a política atual, que

Leia mais

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Cumprimentos Sobre a importância do tempo Desejos HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Introdução História reconstituição do passado, por meio de fatos relevantes, ordenados cronologicamente. A história

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL

ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL Aula ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL META Apresentar as razões da expansão da pedagogia (ensino) jesuítica no Brasil-colônia e, posteriormente, a sua expulsão motivada pela reforma da

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL Ferreira, Aparecida de Jesus Unioeste/Cascavel A língua Inglesa sem dúvida é, hoje, a língua mais falada e utilizada no mundo como língua

Leia mais

Educação Matemática. Profª. Andréa Cardoso MATEMÁTICA - LICENCIATURA 2015/2

Educação Matemática. Profª. Andréa Cardoso MATEMÁTICA - LICENCIATURA 2015/2 Educação Matemática Profª. Andréa Cardoso MATEMÁTICA - LICENCIATURA 2015/2 UNIDADE I: EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO Escolas da Antiguidade Geometria Aritmética Música Elementos de Euclides (300 a.c.) Geometria

Leia mais

Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos*

Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos* Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos* Magda Soares Doutora e livre-docente em Educação e professora titular emérita da Universidade Federal de Minas Gerais. Um olhar histórico sobre a alfabetização

Leia mais

Os Impérios e o Poder Naval. Apresentação cedida, organizada e editada pelos profs. Rodrigo Teixeira e Rafael Ávila

Os Impérios e o Poder Naval. Apresentação cedida, organizada e editada pelos profs. Rodrigo Teixeira e Rafael Ávila Os Impérios e o Poder Naval Apresentação cedida, organizada e editada pelos profs. Rodrigo Teixeira e Rafael Ávila Considerações Iniciais Esse capítulo discutirá a importância que o poder naval teve na

Leia mais

Curso: Estudos Sociais Habilitação em História. Ementas das disciplinas: 1º Semestre

Curso: Estudos Sociais Habilitação em História. Ementas das disciplinas: 1º Semestre Curso: Estudos Sociais Habilitação em História Ementas das disciplinas: 1º Semestre Disciplina: Introdução aos estudos históricos Carga horária semestral: 80 h Ementa: O conceito de História, seus objetivos

Leia mais

Grandes Santos de Deus.

Grandes Santos de Deus. Grandes Santos de Deus. Grupo de da IBRVN 2010 2010 John Wyckliff (1320 31 /12/1384) A estrela Matutina da Reforma. Valoroso campeão da Verdade! Foi professor da Universidade de Oxford, teólogo e reformador

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS 7.PROJETO PEDAGÓGICO 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA EMENTA: Conceitos Fundamentais; Principais Escolas do Pensamento; Sistema Econômico; Noções de Microeconomia; Noções de Macroeconomia;

Leia mais

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a GRADE CURRICULAR DO MESTRADO EM LETRAS: LINGUAGEM E SOCIEDADE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 34 CRÉDITOS Teorias da Linguagem (60h/a 04 Teorias Sociológicas (60h/a 04 Metodologia da Pesquisa em Linguagem (30h/a

Leia mais

A universidade antiga (medieval) tinha duas funções características:

A universidade antiga (medieval) tinha duas funções características: 14. HISTÓRIA DAS UNIVERSIDADES Um universitário de hoje talvez imagine que a ciência sempre foi parte integrante dessas instituições, mas a ciência chega relativamente tarde à comunidade universitária,

Leia mais

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum.

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum. 1º ano A Filosofia e suas origens na Grécia Clássica: mito e logos, o pensamento filosófico -Quais as rupturas e continuidades entre mito e Filosofia? -Há algum tipo de raciocínio no mito? -Os mitos ainda

Leia mais

Guia de exploração pedagógico-didático dos PowerPoint (amostra)

Guia de exploração pedagógico-didático dos PowerPoint (amostra) Guia de exploração pedagógico-didático dos PowerPoint (amostra) Apresentamos um conjunto de 8 PowerPoint que abordam todos os conteúdos programáticos e das Metas Curriculares do 8.º ano. Estes obedecem

Leia mais

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/ MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: HISTÓRIA LICENCIATURA PLENA SERIADO ANUAL 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 05 (CINCO)

Leia mais

REFORMA E CONTRARREFORMA. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista de Montes Claros

REFORMA E CONTRARREFORMA. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista de Montes Claros REFORMA E CONTRARREFORMA Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista de Montes Claros INTRODUÇÃO A Reforma Religiosa e o Renascimento ocorreram na mesma época e expressam a grande renovação de ideias

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa 7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa As críticas ao ensino tradicional de língua portuguesa não são recentes. Nos anos trinta, Olavo Bilac já se posicionava contra o

Leia mais

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Sétimo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo Praia dos Ingleses, SC, abril de 2004 GT: Laboratório de Jornalismo Eletrônico Trabalho: TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Autora: Célia Maria Ladeira

Leia mais

REFORMA PROTESTANTE E CONTRARREFORMA CATÓLICA. Professor: Eduardo C. Ferreira

REFORMA PROTESTANTE E CONTRARREFORMA CATÓLICA. Professor: Eduardo C. Ferreira REFORMA PROTESTANTE E CONTRARREFORMA CATÓLICA Professor: Eduardo C. Ferreira REFORMA PROTESTANTE MOVIMENTO DE CONTESTAÇÃO AOS DOGMAS DA IGREJA CATÓLICA, APÓS SÉCULOS DE FORTE PODER INFLUÊNCIA NA EUROPA.

Leia mais

CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE

CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE Marrine Oliveira Sousa (UFG) Tatiana Diello Borges (UFG) marrine_@hotmail.com tatiana.diello@gmail.com 1. Introdução No exterior,

Leia mais

Sobre a Tradição Escolar Luterana

Sobre a Tradição Escolar Luterana Sobre a Tradição Escolar Luterana Por Vanderlei Defreyn * Resumo: O presente artigo nasceu de minha dissertação de mestrado que problematiza e relativiza a tradição inventada a respeito do caráter popular

Leia mais

Total aulas previstas

Total aulas previstas ESCOLA BÁSICA 2/3 DE MARTIM DE FREITAS Planificação Anual de História do 7º Ano Ano Lectivo 2011/2012 LISTAGEM DE CONTEÚDOS TURMA Tema 1.º Período Unidade Aulas Previas -tas INTRODUÇÃO À HISTÓRIA: DA ORIGEM

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Formação do bacharel em direito Valdir Caíres Mendes Filho Introdução O objetivo deste trabalho é compreender as raízes da formação do bacharel em Direito durante o século XIX. Será

Leia mais

Psicologia e trabalho_iniciais_b.qxd 2/11/09 10:19 AM Page xiii

Psicologia e trabalho_iniciais_b.qxd 2/11/09 10:19 AM Page xiii Psicologia e trabalho_iniciais_b.qxd 2/11/09 10:19 AM Page xiii SUMÁRIO Introdução XV 1. Construção do Campo do Trabalho no Pensamento Ocidental como Condição para a Emergência da Psicologia do Trabalho

Leia mais

As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império romano.

As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império romano. Trabalho realizado por: Luís Bernardo nº 100 8ºC Gonçalo Baptista nº 275 8ºC Luís Guilherme nº 358 8ºC Miguel Joaquim nº 436 8ºC Índice; Introdução; As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império

Leia mais

Educação Matemática. Prof. Andréa Cardoso 2013/2

Educação Matemática. Prof. Andréa Cardoso 2013/2 Educação Matemática Prof. Andréa Cardoso 2013/2 UNIDADE I Educação Matemática e Ensino HISTÓRIA DA ESCOLA Quando e como surgiram as escolas? ESCOLA, do grego SKHOLE que significa LAZER EDUCAR, do latim

Leia mais

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução 1 4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval Introdução O último período da Filosofia Grega é o Helenístico (Sec. III a.c.-vi d.c.). É um período

Leia mais

PROVA BIMESTRAL História

PROVA BIMESTRAL História 6 o ano 3 o bimestre PROVA BIMESTRAL História Escola: Nome: Turma: n o : 1. A fundação de Roma é contada de duas formas: a lendária e a histórica. Na explicação lendária, Rômulo matou Remo e tornou- -se

Leia mais

Não adianta falar inglês sem fazer sentido. 1

Não adianta falar inglês sem fazer sentido. 1 Não adianta falar inglês sem fazer sentido. 1 BOGUSZEWSKI, Luiza. 2 SCHETTERT, Gabriela Antunes. 3 MENEZES, Sérgio. 4 Universidade Positivo, Curitiba, PR. 2013 RESUMO Com a disseminação da cultura norte-americana

Leia mais

(Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista. p. 18 e 39. Adaptado)

(Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista. p. 18 e 39. Adaptado) 1. (Fgv 2014) O paradoxo aparente do absolutismo na Europa ocidental era que ele representava fundamentalmente um aparelho de proteção da propriedade dos privilégios aristocráticos, embora, ao mesmo tempo,

Leia mais

O ensino de História Antiga e as inovações metodológicas

O ensino de História Antiga e as inovações metodológicas A transposição didática nas salas de aula: O ensino de História Antiga e as inovações metodológicas DANIEL FRANCISCO DA SILVA 1 DEIZE CAMILA DIAS SALUSTIANO 2 Resumo: Um dos maiores desafios enfrentados

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

Carmen Dolores Branco do Rego Barros

Carmen Dolores Branco do Rego Barros Carmen Dolores Branco do Rego Barros Inglês, a língua global dos dias atuais Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao programa de Pós-graduação em Letras da PUC-Rio como requisito parcial para

Leia mais

Imperialismo dos EUA na América latina

Imperialismo dos EUA na América latina Imperialismo dos EUA na América latina 1) Histórico EUA: A. As treze colônias, colonizadas efetivamente a partir do século XVII, ficaram independentes em 1776 formando um só país. B. Foram fatores a emancipação

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

AFIRMAÇÃO CULTURAL E DE SOBERANIA:

AFIRMAÇÃO CULTURAL E DE SOBERANIA: AFIRMAÇÃO CULTURAL E DE SOBERANIA: A LÍNGUA PORTUGUESA NA ERA DIGITAL ÁGORA Ciência e Sociedade, ciclo de conferências Universidade de Lisboa Auditório do Instituto para a Investigação Interdisciplinar,

Leia mais

CENTRO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA Educando para o pensar Tema Integrador 2013 / Construindo o amanhã: nós agimos, o planeta sente CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

CENTRO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA Educando para o pensar Tema Integrador 2013 / Construindo o amanhã: nós agimos, o planeta sente CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CENTRO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA Educando para o pensar Tema Integrador 2013 / Construindo o amanhã: nós agimos, o planeta sente CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CIÊNCIAS HUMANAS 3º ANO FILOSOFIA FILOSOFIA NA HISTÓRIA

Leia mais

Roma Antiga. O mais vasto império da antiguidade; Lendária fundação pelos gêmeos Rômulo e Remo, em 753 a.c.; Roma - centro político do Império;

Roma Antiga. O mais vasto império da antiguidade; Lendária fundação pelos gêmeos Rômulo e Remo, em 753 a.c.; Roma - centro político do Império; ROMA Roma Antiga O mais vasto império da antiguidade; Lendária fundação pelos gêmeos Rômulo e Remo, em 753 a.c.; Roma - centro político do Império; Sua queda, em 476, marca o início da Idade Média. O mito

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda DISCIPLINA: Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA: 06/02/2012. CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br QUESTÕES DE VESTIBULAR e-mail: especifico@especifico.com.br Av. Rio Claro nº 615 Centro

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos (Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos na Educação de Surdos Por MARIA DE FÁTIMA DA SILVA CAVALCANTE Resumo: O presente artigo tem por objetivo discutir a Educação em Direitos Humanos como

Leia mais

Localização. Planície central da península itálica. Conhecida como Lácio.

Localização. Planície central da península itálica. Conhecida como Lácio. HISTÓRIA DE ROMA Localização Planície central da península itálica. Conhecida como Lácio. Primeiros habitantes: Autóctones: nativos do local Sul Sículos Norte Lígures Povoamento Povoamento semelhante ao

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica O BOM PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA E A SUA RELAÇÃO COM OS MÉTODOS DE ENSINO Ângela Cristina de Jesus Jancitsky 1 ; Marília Moreira de Souza 1 ; Pollyanna Morais Espíndola 2 ; Ms. Marcelo da Silva Pericoli

Leia mais

LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER

LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER Duas explicações da Origem do mundo palavra (a linguagem verbal) associada ao poder mágico de criar. Atributo reservado a Deus. Através dela ele criou as

Leia mais

Construção do Espaço Africano

Construção do Espaço Africano Construção do Espaço Africano Aula 2 Colonização Para melhor entender o espaço africano hoje, é necessário olhar para o passado afim de saber de que forma aconteceu a ocupação africana. E responder: O

Leia mais

COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): 8º Ano: Nº Professor(a): Data: / / Componente Curricular: HISTÓRIA

COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): 8º Ano: Nº Professor(a): Data: / / Componente Curricular: HISTÓRIA COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): 8º Ano: Nº Professor(a): Data: / / Componente Curricular: HISTÓRIA 2011/HIST8ANOEXE2-PARC-1ºTRI-I AVALIAÇÃO PARCIAL 1º TRIMESTRE

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO MÉTODO TRADICIONAL E A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA DO ENSINO MÉDIO

REFLEXÕES ACERCA DO MÉTODO TRADICIONAL E A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA DO ENSINO MÉDIO REFLEXÕES ACERCA DO MÉTODO TRADICIONAL E A ABORDAGEM COMUNICATIVA NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA DO ENSINO MÉDIO SILVA, Wellington Jhonner D. B da¹ Universidade Estadual de Goiás - Unidade

Leia mais

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA Tânia Regina Broeitti Mendonça 1 INTRODUÇÃO: Os espanhóis fundaram universidades em seus territórios na América desde

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA Rivaldo Bevenuto de Oliveira Neto Departamento de Artes UFRN RESUMO O ensino de Arte é a educação que oportuniza ao aluno o acesso à Arte

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DE AMORA

ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DE AMORA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DE AMORA Ano Letivo 2014/2015 I - AVALIAÇÃO: Escola Secundária com 3º Ciclo do Ensino Básico de Amora 1. Domínios de avaliação, parâmetros e ponderações I Domínio dos Conhecimentos

Leia mais

334 Valdecy de Oliveira Pontes e Alexandra Maria de Castro e Santos Araújo

334 Valdecy de Oliveira Pontes e Alexandra Maria de Castro e Santos Araújo MARTINS, André Ricardo Nunes. A polêmica construída: racismo e discurso da imprensa sobre a política de cotas para negros. Brasília: Senado Federal, 2011, 281p. O livro intitulado A polêmica construída:

Leia mais

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática.

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. Justificativa A Matemática faz parte do cotidiano das pessoas. Nas diversas atividades

Leia mais

1 A Internet e sua relação com a linguagem na atualidade: algumas informações introdutórias

1 A Internet e sua relação com a linguagem na atualidade: algumas informações introdutórias 1 A Internet e sua relação com a linguagem na atualidade: algumas informações introdutórias Objetivamos, com esse trabalho, apresentar um estudo dos processos de importação lexical do português que ocorrem

Leia mais

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS 1ª FASE LLE 931 Introdução aos Estudos da Linguagem Total h/a Introdução aos conceitos de língua e língua(gem); características da língua(gem) humana; a complexidade da língua(gem)

Leia mais

LÍNGUA INGLESA I LÍNGUA INGLESA II LÍNGUA INGLESA III LÍNGUA INGLESA IV LÍNGUA INGLESA V EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO

LÍNGUA INGLESA I LÍNGUA INGLESA II LÍNGUA INGLESA III LÍNGUA INGLESA IV LÍNGUA INGLESA V EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE BACHARELAD0 EM TRADUÇÃO 1. CONTEÚDOS BÁSICOS PROFISSIONAIS LÍNGUA INGLESA I Ementa: Consolidação do estudo das estruturas simples da Língua Inglesa I em seus aspectos

Leia mais

LICENCIATURA EM LÍNGUA ESPANHOLA E RESPECTIVAS LITERATURAS

LICENCIATURA EM LÍNGUA ESPANHOLA E RESPECTIVAS LITERATURAS LICENCIATURA EM LÍNGUA ESPANHOLA E RESPECTIVAS LITERATURAS Curso 1/20K Ingresso a partir de 2011/1 Fundamentos dos Estudos Literários Codicred: 12224-04 NÍVEL I Ementa: Funções da literatura. Discurso

Leia mais

INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA Orientações para a Redação

INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA Orientações para a Redação I - Proposta de Redação INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA Orientações para a Redação A proposta de redação do vestibular do ITA pode ser composta de textos verbais, não verbais (foto ou ilustração,

Leia mais

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido 1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido No estudo da Comunicação, a publicidade deve figurar como um dos campos de maior interesse para pesquisadores e críticos das Ciências Sociais e Humanas.

Leia mais

SUMÁRIO O MUNDO ANTIGO

SUMÁRIO O MUNDO ANTIGO SUMÁRIO Apresentação Prefácio Introdução 1. Da história da pedagogia à história da educação 2. Três revoluções em historiografia 3. As muitas histórias educativas 4. Descontinuidade na pesquisa e conflito

Leia mais

PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE

PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE PLANO DE ENSINO DE HISTÓRIA 5ª. SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL 1º BIMESTRE - Sistemas sociais e culturais de notação de tempo ao longo da história, - As linguagens das fontes históricas; - Os documentos escritos,

Leia mais

CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS

CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS CURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO EMENTA DAS DISCIPLINAS PRODUÇÃO E RECEPÇÃO DE TEXTOS Lingüística Textual : Recepção e Produção de Textos Visão Sistemática e Particular. Gêneros e Estruturas

Leia mais

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS DESAFIOS DO CAPITALISMO GLOBAL E DA DEMOCRACIA Luiz Carlos Bresser-Pereira A Reforma Gerencial ou Reforma à Gestão Pública de 95 atingiu basicamente os objetivos a que se propunha

Leia mais

Letras Tradução Inglês-Português Ementário

Letras Tradução Inglês-Português Ementário Letras Tradução Inglês-Português Ementário Componentes Curriculares CH Ementa Cultura Clássica 04 Estudo da cultura das civilizações clássica em suas diversas fases, tendo em vista reflexões sobre a contribuição

Leia mais

1º ano. I. O Surgimento do Estado e a Organização de uma Sociedade de Classes

1º ano. I. O Surgimento do Estado e a Organização de uma Sociedade de Classes Africana: África como berço da humanidade Capítulo 1: Item 1 Européia Capítulo 1: Item 2 Asiática Capítulo 1: Item 2 Americana Capítulo 1: Item 3 Arqueologia Brasileira Capítulo 1: Item 4 A paisagem e

Leia mais

ESL/BILINGUE. Full Year Courses:

ESL/BILINGUE. Full Year Courses: ESL/BILINGUE MA101C MA101C SC 111C SC201C SS314C SS314C EN191C ES211C ES231C ES251C MA211C ES271C EN281C SS201C SS201C MA001C MA001C EN211C SS311C SS191C SS191C Full Year Courses: Algebra I (Português

Leia mais

1) A prática e o aprofundamento das habilidades comunicativas específicas que serão avaliadas nos exames.

1) A prática e o aprofundamento das habilidades comunicativas específicas que serão avaliadas nos exames. C U R S O S ESPECIAIS I n s t i t u t o C e r v a n t e s d e B r a s i l i a CURSOS ESPECIAIS O Instituto Cervantes de Brasília dispõe de uma ampla oferta de cursos especiais para se adaptar as necessidades

Leia mais

O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br

O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br CONSIDERAÇÕES INICIAIS A língua, na concepção da sociolingüística, é intrinsecamente

Leia mais

HISTÓRIA COMENTÁRIO DA PROVA

HISTÓRIA COMENTÁRIO DA PROVA COMENTÁRIO DA PROVA De uma forma geral, a prova foi boa com questões claras e bem articuladas. Louvável a intenção de cobrar reflexões sobre a históriografia, bem como a de revisitar o passado a partir

Leia mais

Módulo II - PERSPECTIVAS, TENDÊNCIAS E LEGISLAÇÃO NO BRASIL Unidade I - História da EAD

Módulo II - PERSPECTIVAS, TENDÊNCIAS E LEGISLAÇÃO NO BRASIL Unidade I - História da EAD Módulo II - PERSPECTIVAS, TENDÊNCIAS E LEGISLAÇÃO NO BRASIL Unidade I - História da EAD PRIMÓRDIOS A Grécia foi berço da educação ocidental. A Paidéia, base da educação grega, concebia a formação integral

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM NA DIFUSÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA, SÉCULOS V E VI.

A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM NA DIFUSÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA, SÉCULOS V E VI. A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM NA DIFUSÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA, SÉCULOS V E VI. BORTOLI, Bruno de (PIC/UEM) MARQUIOTO, Juliana Dias (PIC/UEM) OLIVEIRA, Terezinha (UEM) INTRODUÇÃO

Leia mais

CURSO: HISTÓRIA PRIMEIRO PERÍODO. Área de Ciências Humanas Sociais e Aplicadas. DISCIPLINA: Metodologia Científica (on-line)

CURSO: HISTÓRIA PRIMEIRO PERÍODO. Área de Ciências Humanas Sociais e Aplicadas. DISCIPLINA: Metodologia Científica (on-line) CURSO: HISTÓRIA PRIMEIRO PERÍODO DISCIPLINA: Metodologia Científica (on-line) (Modalidade a Distância NEAD) 104032 04 01 80h O Conhecimento Científico e os Métodos Científicos. Epistemologia. Métodos Científicos:

Leia mais

Reflexões sobre Empresas e Direitos Humanos. Leticia Veloso leticiahelenaveloso@outlook.com

Reflexões sobre Empresas e Direitos Humanos. Leticia Veloso leticiahelenaveloso@outlook.com Reflexões sobre Empresas e Leticia Veloso leticiahelenaveloso@outlook.com PRINCÍPIOS ORIENTADORES SOBRE EMPRESAS E DIREITOS HUMANOS (ONU, 2011): 1. PROTEGER 2. RESPEITAR 3. REPARAR Em junho de 2011, o

Leia mais

Relação completa dos cursos do Estude Sem Fronteiras

Relação completa dos cursos do Estude Sem Fronteiras Relação completa dos cursos do Estude Sem Fronteiras Curso Carga horária Área: Direito Direito Coletivo do Trabalho 40 Direito Empresarial 40 Direito Municipal e Urbanístico Direito Tributário Aplicado

Leia mais

TEMAS TRANSVERSAIS, PEDAGOGIA DE PROJETOS E AS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO

TEMAS TRANSVERSAIS, PEDAGOGIA DE PROJETOS E AS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO TEMAS TRANSVERSAIS, PEDAGOGIA DE PROJETOS E AS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO ULISSES F. ARAÚJO TEMAS TRANSVERSAIS, PEDAGOGIA DE PROJETOS E AS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO Copyright 2004, 2014 by Ulisses F. Araújo Direitos

Leia mais

Nível Médio Prova 1: Compreensão leitora e língua em uso

Nível Médio Prova 1: Compreensão leitora e língua em uso TEXTO 1 Leia o texto abaixo e nas alternativas de múltipla escolha, assinale a opção correta. INTERCÂMBIO BOA VIAGEM 1 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Cursos de intercâmbio são uma

Leia mais

OS SABERES DOS PROFESSORES

OS SABERES DOS PROFESSORES OS SABERES DOS PROFESSORES Marcos históricos e sociais: Antes mesmo de serem um objeto científico, os saberes dos professores representam um fenômeno social. Em que contexto social nos interessamos por

Leia mais

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann 1 DELIMITAÇÃO Ao abordarmos sobre as razões para ser um professor numa escola e falar sobre o amor de Deus, encontramos algumas respostas

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Línguas estrangeiras no Brasil: um histórico ao longo dos anos

Línguas estrangeiras no Brasil: um histórico ao longo dos anos 82 Línguas estrangeiras no Brasil: um histórico ao longo dos anos Giovana Rodrigues da Silva 1 Adriana Soares 2 Resumo: O ensino das Línguas Estrangeiras tem ganhado a importância que anos antes lhe havia

Leia mais

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1

A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 A Educação Musical em atividades interdisciplinares: um relato de experiência em uma oficina 1 Fernanda de Assis Oliveira 2 Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS Resumo: Este relato descreve

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA Adriana Zanela Nunes (UFRJ) zannelli@bol.com.br, zannelli@ig.com.br zannelli@ibest.com.br

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 221, DE 26 DE JULHO DE 2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 221, DE 26 DE JULHO DE 2011 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 221, DE 26 DE JULHO DE 2011 O Presidente, Substituto, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas

Leia mais

POR QUE É IMPORTANTE ESTUDAR LÍNGUAS E POR QUE É QUE NÃO ESTUDAMOS

POR QUE É IMPORTANTE ESTUDAR LÍNGUAS E POR QUE É QUE NÃO ESTUDAMOS POR QUE É IMPORTANTE ESTUDAR LÍNGUAS E POR QUE É QUE NÃO ESTUDAMOS Quem não sabe línguas estrangeiras não sabe nada de si próprio. (Goethe) No Livro Branco lançado em 1995, Ensinar e Aprender: Rumo à Sociedade

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS CCL

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS CCL Letras Licenciatura Português/Espanhol e Português/Inglês Letras Tradução Francês/Inglês/Português Letras Licenciatura Português/Inglês e Português/Francês Ementário (não mais ofertada em Processo Seletivo)

Leia mais

RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE

RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE RESUMO PARA RECUPERAÇÃO 2º TRIMESTRE Conceitos Diversos Estado É uma organização políticoadministrativa da sociedade. Estado-nação - Quando um território delimitado é composto de um governo e uma população

Leia mais

História da Educação. Fernando Santiago dos Santos fernandoss@cefetsp.br www.fernandosantiago.com.br (13) 9141-2155 8822-5365

História da Educação. Fernando Santiago dos Santos fernandoss@cefetsp.br www.fernandosantiago.com.br (13) 9141-2155 8822-5365 História da Educação Fernando Santiago dos Santos fernandoss@cefetsp.br www.fernandosantiago.com.br (13) 9141-2155 8822-5365 Aula 2 A Educação na Idade Moderna 1. As ideias renascentistas na Educação 2.

Leia mais

1º ano. 1º Bimestre. Revolução Agrícola Capítulo 1: Item 5 Egito - política, economia, sociedade e cultura - antigo império

1º ano. 1º Bimestre. Revolução Agrícola Capítulo 1: Item 5 Egito - política, economia, sociedade e cultura - antigo império Introdução aos estudos de História - fontes históricas - periodização Pré-história - geral - Brasil As Civilizações da Antiguidade 1º ano Introdução Capítulo 1: Todos os itens Capítulo 2: Todos os itens

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais