Relatório e Contas. Pessoa colectiva n.º Capital Social ,00 - Matricula n.º ª secção CRCL Rua de S. José 20, Lisboa

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1 Relatório e Contas 2009 Pessoa colectiva n.º Capital Social ,00 - Matricula n.º ª secção CRCL Rua de S. José 20, Lisboa

2 1. SÍNTESE DO ANO A POSTCONTACTO, Correio Publicitário Lda., em 2009, devido à retracção do mercado em que opera, diminuiu ligeiramente o seu volume de negócios. Esta quebra incidiu no segmento contratual da publicidade não endereçada em caixas de correio, sendo minimizada pelo bom comportamento dos serviços de distribuição de valor acrescentado disponibilizados pela empresa. O modelo operacional da Empresa tem vindo a ser ajustado ás necessidades de um mercado altamente competitivo e agressivo, pouco regulado, mas cada vez mais exigente ao nível da qualidade da prestação de serviço. O enfoque da sua acção recaiu sobre: Implementação de ferramentas de geomarketing tendo em vista melhorar os níveis de reporte a clientes e o delineamento de rotas de distribuição; Desenvolvimento do projecto de monitorização da distribuição, com utilização da tecnologia GPS, de forma a maximizar processos de controlo e de serviço ao cliente; Manutenção do investimento na normalização e informatização de processos; Alinhamento das politicas comerciais e de pricing às exigências do mercado; Diversificação da carteira de produtos, nomeadamente com novos serviços de valor acrescentado, com destaque para o produto CTT Geocontacto e distribuição mediante lista de endereços; Obtenção de Licença Anacom possibilitando a entrada selectiva no mercado do correio endereçado; Implementação de auditorias externas de aferição da qualidade de serviço; 1

3 Criação de um departamento de qualidade; Realização de campanha promocional para divulgação da empresa e do seu portfólio; Promoção de reuniões mensais com clientes estratégicos da empresa, tendo em vista a sua fidelização e articulação de estratégias; Reforço de meios humanos ao nível da supervisão, logística e área de vendas; Manutenção dos níveis de formação. 2. O MERCADO Contrariando a evolução positiva dos últimos anos, o mercado da distribuição da publicidade não endereçada, sofre em 2008, uma retracção consubstanciada em perdas de 7% quer em volume quer em valor. Em 2009 mantém-se uma tendência negativa. Os grandes expedidores de publicidade, nomeadamente a área do retalho, revê em baixa os seus planos de expedição, e diversifica as suas campanhas através do recurso a outros meios de publicidade. Também não há expansão de negócio, por via de abertura de novas lojas. A dimensão do Mercado, estimada em cerca de milhões de folhetos e rondando os 29 milhões de euros, continua a incidir no retalho generalista e especializado, com cerca de 77% do volume de folhetos distribuídos; as instituições e serviços aumentam ligeiramente a sua quota num ano marcado por duas campanhas eleitorais. Num mercado fortemente concorrencial e num cenário de redução de actividade e de investimentos, a pressão exercida sobre o preço é acentuada, com reflexos negativos nas margens do produto. Continua no entanto a exigência de rigor no controlo da distribuição e no nível de reporte detalhado e atempado. 2

4 O preço médio praticado no mercado ronda os 18 por mil folhetos distribuídos. A Postcontacto disponibiliza preços médios superiores, da ordem dos 23,30. A sua politica de pricing privilegia os clientes contratuais com campanhas programadas e de grande dimensão. A Postcontacto mantém a liderança destacada deste mercado com quotas que rondam os 49% em valor e 37% volume. É o único operador com escala nacional e com capacidade para assegurar a distribuição regular e massificada de grandes campanhas de publicidade, garantindo também em todo o País a pequena distribuição ocasional não programada. 3

5 3. EVOLUÇÃO DO NEGÓCIO 3.1 Proveitos Operacionais Os proveitos operacionais em 2009 ascenderam a , ou seja, - 4% que no ano anterior ( ). Unid: mil Proveitos Operacionais - Evolução Este ligeiro decréscimo nos proveitos, deveu-se à retracção em volume das campanhas de alguns dos grandes expedidores de publicidade, e também á necessidade de reajustar no segmento contratual, a politica de preços da Empresa alinhando-a com o mercado. A área de Novos Negócios, de valor acrescentado, continua a aumentar o peso percentual no volume de facturação, representando já cerca de 10% do negócio global da Empresa. 4

6 O segmento ocasional apresenta um crescimento face ao ano anterior. Este crescimento está associado ao tráfego eleitoral. Prestação de Serviços MODALIDADES Ocasional Contratual Total 2008 (euros) 2009 (euros) A.A. Peso relativo % 18% % 82% % Por ramos de actividade, as grandes e médias superfícies mantêm a tendência de domínio preponderante no volume de negócios da empresa, com 70%, embora com um ligeiro decréscimo face ao ano anterior (-3%). As edições e publicações continuam a ganhar peso, com 12%, o que permite um desvio A.A. de +0,3%. Por outro lado, nota-se um decréscimo de 21% nos outros, o que indicia retracção de envios nos Pequenos e Médios Clientes de CNE. 5

7 Receitas da Actividade Contratual RAMOS DE ACTIVIDADE 2008 (euros) 2009 (euros) A.A. Peso relativo 2009 Grandes / Médias Superfícies % 70% Edições/Publicações ,3% 12% Outros % 18% Total % 100% A mensualização dos proveitos consta do gráfico seguinte. Salienta-se o comportamento negativo da actividade nos primeiros meses do ano, com recuperação a partir de Junho. A receita proveniente de tráfego eleitoral teve reflexos positivos essencialmente em euro euro Setembro. Unid: mil Proveitos Mensais JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

8 3.2 Tráfego O correio publicitário distribuído ascendeu a mil objectos, ou seja, + 0,4% face ao ano anterior, o que corresponde a um distribuição de objectos/dia. Por segmentos, a repartição do tráfego é a seguinte (mil objectos): Tráfego SEGMENTOS A.A. Peso relativo 2009 Ocasional % 14% Contratual % 86% Total % O preço médio por objectos distribuídos foi de 23,30. Este valor é influenciado positivamente por serviços disponibilizados de valor acrescentado. No âmbito exclusivo da publicidade não endereçada, o preço médio ronda 21,26. 7

9 3.3 Custos Operacionais Os custos operacionais ascenderam a , ou seja, +2 % do que o realizado no ano anterior. Custos Operacionais - Evolução Unid: mil Os custos da empresa continuam a incidir fortemente em fornecimentos e serviços externos (cerca de 97%), traduzindo uma estrutura muito flexível. 8

10 CUSTOS 2009 ( % ) Cedências de Pessoal 6% Outros FSE 6% Outros Custos 3% Subcontratos 85% Na estrutura de custos, a subcontratação representa cerca de 85%, sendo que 42% são custos CTT. Estes custos são variáveis, oscilando em função da actividade. As cedências de pessoal contribuem com cerca de 6% e correspondem a 27 trabalhadores dos CTT com contrato de cedência no final do ano em análise, valor idêntico ao do ano transacto. Os custos de pessoal representam 0,9% do total de custos, e correspondem a 6 unidades do quadro de efectivos da Empresa, mais 3 unidades que em A empresa mantém uma estrutura ligeira e maioritariamente operacional CUSTOS euros Subcontratos Cedências de Pessoal Outros FSE Outros Custos Total 9

11 3.4 Resultado Operacional No presente exercício o resultado operacional foi de , correspondendo a um decréscimo de 18% face ao anterior, e a uma margem operacional de 23%. O EBITDA totaliza , - 15% que em 2008, traduzindo-se numa margem de 25%. 3.5 Investimento No ano de 2009 realizou-se um investimento de , com enfoque em equipamento informático, software afecto a um projecto (PCOL) e Licença Anacom. Em 2008 fora de RESULTADOS DO EXERCÍCIO O exercício de 2009, saldou-se num resultado antes de impostos no valor de e um resultado líquido de , - 20% que no ano anterior, correspondente a uma margem líquida de 17%. 5. FACTOS RELEVANTES APÓS O TERMO DO EXERCÍCIO Não ocorreram factos relevantes após o fecho do exercício. 10

12 6. EVOLUÇÃO PREVISÍVEL DA EMPRESA A Postcontacto enquanto líder de mercado e conhecedora das suas tendências e necessidades, continuará a adaptar-se e a encontrar soluções que permitam dar as respostas adequadas aos seus clientes e a elevar o grau de credibilidade deste negócio. Para 2010 os principais objectivos a atingir são os seguintes: Angariação de clientes estratégicos e fidelização dos actuais grandes clientes. Captação de maior quota ao nível das expedições dos grandes clientes, com recuperação de lojas actualmente na concorrência. Diversificação da carteira de produtos, com aposta nos de valor acrescentado. Expansão de Mercado, através do posicionamento como Operador Ibérico. Continuação do reforço de medidas de qualidade de serviço, nomeadamente auditorias externas e internas de aferição dos níveis da qualidade praticada. Utilização crescente de novas tecnologias na operação e report ao Cliente. Implementação da monitorização das rotas de distribuição, através de aparelhos GPS, para optimizar rotas e disponibilizar relatórios atempados e detalhados aos clientes. Continuação da actual politica de custos, privilegiando os variáveis. Inicio dos trabalhos conducentes á certificação de qualidade da empresa (ISO 9001:2008) Manutenção dos actuais níveis de formação, ao nível dos colaboradores da empresa e dos seus distribuidores. 7. SITUAÇÃO PERANTE A SEGURANÇA SOCIAL Nos termos do nº 1 do artigo 21º do Decreto - Lei nº 411/91, de 17 de Outubro, declara-se que a empresa não é devedora de qualquer importância vencida à Segurança Social. 11

13 8. APLICAÇÃO DE RESULTADOS Para o resultado líquido do exercício obtido de propõe-se a seguinte aplicação: Distribuição pelos sócios na seguinte proporção: a) CTT Correios de Portugal, S. A. - 95%, ou seja, b) CTT Expresso Serviços Postais e Logística, S.A. 5%, ou seja, Tendo em vista assegurar o normal funcionamento da sociedade, mais se propõe, nos termos do artigo 217º, n.º 2, do Código das Sociedades Comerciais, que: a distribuir aos sócios seja pago no prazo de 60 dias decorridos sobre a deliberação de atribuição dos lucros; seja pago até final do 4º trimestre de O Conselho de Gerência Eng. Carlos de Jesus Dias Alves Presidente Dr. Marcos Afonso Vaz Baptista Vogal Dra. Isabel Maria Lemos Lourenço Vogal Lisboa, 19 de Março de 2010 POSTCONTACTO, Correio Publicitário, L.da 12

14 ANEXO I RELATÓRIO DE GOVERNO DA SOCIEDADE euro euro 1

15 1. A Empresa Visão e Estratégia A sua principal actividade é a divulgação de Empresas, bens e serviços através da distribuição de correio não endereçado e de tráfego mediante lista endereçada. A Postcontacto como empresa líder de mercado e detentora de uma carteira de Clientes muito abrangente, terá que continuar a sua forte aposta na qualidade de serviço prestada, potenciando o capital de confiança na marca CTT que é reconhecido por grande parte dos Clientes. Sendo o operador universal com os preços médios mais elevados do mercado, a empresa terá que se distinguir das restantes pela capacidade de controlo da actividade no terreno, pelo nível de formação dos seus colaboradores, pelos sistemas de report disponibilizados a clientes e pelo rigor apresentado em todas as vertentes do relacionamento comercial com os Clientes. 2. A Postcontacto é uma Empresa do Grupo CTT. È uma Sociedade Comercial por Quotas, com o capital social de Esta Sociedade é detida em 95% pelos CTT Correios de Portugal e 5% pela CTTexpresso. 3. Os órgãos sociais da Empresa são eleitos em Assembleia-Geral. 4. A Administração da Sociedade é assegurada por um Conselho de Gerência composto por três membros, Presidente e dois Vogais, eleitos em Assembleia- Geral. 5. A Postcontacto tem um Vogal do Conselho de Gerência com Funções Executivas (CEO). Deste, dependem, as restantes áreas da Empresa. 2

16 6. A Empresa Mãe exerce funções de accionista, através de: Partilha de Gestores Reuniões mensais de controlo Reuniões mensais do Conselho de Administração Controlo do Plano do Grupo Controlo financeiro regular Verificação do cumprimento de normativos do Grupo 7. Identidade dos Membros do Conselho de Gerência Carlos Dias Alves Carlos de Jesus Dias Alves, Administrador COO dos CTT - Correios de Portugal, S.A.; Presidente do Conselho de Gerência da PostContacto - Correio Publicitário, Lda; Administrador da CTT Expresso - Serviços Postais e Logística, S.A.; Administrador da Tourline Express Mensajería, S.L. Sociedad Unipersonal; Administrador da CTT Gest - Gestão de Serviços e Equipamentos Postais, S.A. Responsável pela gestão da Direcção de Operações, Administração de Pessoal e Processos, Organização e Informação. Licenciado em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico, tem uma ligação aos Correios e ao negócio Postal desde Foi Administrador Delegado MailTec e Presidente Campos Envelopagem de 2005 a 2007, Vogal do Conselho de Administração dos CTT de 1995 a 2002, Presidente do Conselho de Gerência do Post-Expresso, Correio de Cidade, Lda em 1996, Presidente da Comissão Organizadora da Exposição Filatélica Internacional Portugal 98, Vogal do Conselho de Administração das empresas do Grupo BPI: Douro, SGPS, Douro Fundiários, SA e Sucessa, SA., Vogal do Conselho de Administração da INIX, Desenvolvimento e Comercialização de Tecnologias de Informação SA e Presidente do Conselho de Administração da REGISTRADE, Informação, Comunicação e Serviços, SA. 3

17 Marcos Afonso Vaz Batista Marcos Afonso Vaz Batista, Administrador e CCO dos CTT - Correios de Portugal, S.A.; Presidente do Conselho de Administração da EAD - Empresa de Arquivo de Documentação S.A.; Administrador da PayShop Portugal, S.A. e da Mailtec - Holding, SGPS, S.A.; Vogal do Conselho de Gerência da PostContacto - Correio Publicitário, Lda.. Tem a seu cargo o Marketing, Grandes Clientes, Clientes Nacionais, Unidade de Serviços Financeiros, Unidade de Telecomunicações, Unidade de Soluções Empresariais e Direcção de Serviço a Cliente e Áreas de Negócio. Licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia, da Universidade Técnica de Lisboa, ao grau soma uma especialização em Marketing e Merchandising para produtos de Grande Consumo, pela Avon Cosméticos Internacional e diversas acções de formação em Comunicação e Marketing. Foi Marketing Manager da Avon Cosméticos S.A., Director Financeiro e de Marketing da empresa Área Dinâmica, Lda, Director Geral da Laveiro, Lda. Esteve desde 1996 ligado ao Grupo Águas de Portugal onde exerceu vários cargos, dos quais de destacam o de Director de Marketing e Comunicação do Grupo Águas de Portugal, SGPS, S.A. e de Administrador da empresa Águas de Moçambique. Paralelamente, é ainda membro da Comissão Executiva do Encontro Nacional de Entidades Gestoras de Sistemas de Abastecimento de Água e de Saneamento de Águas Residuais (ENEG) da APDA, para os anos de 2003 e Foi, igualmente, membro do Conselho Editorial de várias revistas do sector da Água e do Ambiente. 4

18 Isabel Maria Lemos Lourenço Isabel Maria Lemos Lourenço, Vogal do Conselho de Gerência e CEO da PostContacto - Correio Publicitário, Lda. È responsável pela implementação das politicas e estratégias do Correio Não Endereçado. Licenciada em Economia pelo Instituto Superior de Economia da Universidade Técnica de Lisboa. À Licenciatura soma vários cursos de Gestão, com enfoque nos cursos da AESE Escola de Direcção e Negócios, SADO e PADE, e frequência de Congressos e Seminários relacionados com Marketing. Foi responsável pela Área de Planeamento e Controlo da Direcção Regional de Correios do Sul, transitando depois para a Área de Operações. Desde 1992 a 2002 assumiu diversos cargos relacionados com Gestão Operacional do Atendimento e Distribuição. De 2002 a 2005 exerceu funções de Directora Geral da Postcontacto. 8. Revisor Oficial de Contas O ROC é uma sociedade: ROC: PRICEWATERHOUSECOOPERS & ASSOCIADOS, SROC, Lda., representada pelo Dr. Jorge Manuel Santos Costa ou pelo Dr. Eugénio Luis Lopes Franco Ferreira. ROC Suplente: Dr. José Manuel Henriques Bernardo, ROC Os Honorários anuais pagos correspondem a 9.560,00. 5

19 9. Reuniões do Conselho de Gerência No ano de 2009 foram realizadas 11 (onze) reuniões de Conselho de Gerência 10. Remunerações dos Gerentes O Presidente do Conselho de Gerência Eng. Carlos Dias Alves e o Vogal do Conselho Dr. Marcos Afonso Vaz Batista exercem funções por inerência e não auferem qualquer tipo de remuneração. A Vogal Dra. Isabel Maria Lemos Lourenço auferiu no ano de 2009 a seguinte remuneração: Remuneração 2009 Vogal. Dra. Isabel Lourenço 1. Remuneração 1.1 Remuneração base / fixa , Remuneração complementar 6.558, Premio de Gestão ,00 2. Outras Regalias 2.1 Gastos de utilização de telefones 840, Renda da viatura serviço 7.985, Valor do combustível gasto com a viatura serviço 1.867, Subsidio de Refeição 2.519,62 3. Encargos de Benefícios Sociais 3.1 Seguro de Vida 2.204,76 4. Informações Adicionais 4.1 Regime Segurança Social CGA 6

20 11. Relatório de Sustentabilidade Sendo a Postcontacto uma Empresa do Grupo CTT, rege-se pelo Código de Ética publicado pelos CTT, respeitando todos os valores e normas de conduta nele expostos, assim como respeita e segue todas as outras políticas emanadas pela Casa Mãe. Para mais detalhe sobre a forma como o Grupo integra a Sustentabilidade na gestão corrente da Empresa consultar o Relatório de Sustentabilidade do Grupo CTT. - Relação com o ambiente A actividade da Postcontacto não é industrial, é uma actividade de prestação de serviços, não existindo imputs materiais nos processos. Como foi aprovada uma politica ambiental no Grupo CTT, a Postcontacto adopta a mesma politica. 7

21 Tabela Síntese de desempenho ambiental Post Contacto %08/09 Consumo de Energia (GJ) Consumo total de Electricidade n.d. n.d. n.d. Consumo total de Combustíveis 2 310, ,30 1,2 Consumo total de Gás Natural Emissões Atmosféricas Directas (ton CO 2 ) Frota 167,00 168,92 1,2 Gás Natural Total de Emissões Atmosféricas Directas (ton CO 2 eq) Frota 167,67 169,60 1,2 Gás Natural Emissões Atmosféricas Indirectas (ton CO 2 eq) Electricidade n.d. n.d. n.d. Consumo de Água (m3) Água n.d. n.d. n.d. Consumo de materiais Papel (ton) 2 2 0,0 Tintas de marcação e outras (industriais) 50(L) - - Fibras naturais e sintéticas (ton) 0,20 0,20 0,0 Resíduos (ton) Fibras naturais e sintéticas 50,00 0,00-100,0 Lamas de tintas Lâmpadas - kg 10,00 10,00 0,0 Material informático (Computadores)- n.d. n.d. n.d. Material informático (toners e tinteiros) 60,00 70,00 16,7 Paletes madeira Papel e cartão 1,00 15, ,0 Petróleo (Litros) Pilhas e baterias Plástico e metal (embalagens) n.d. n.d. n.d. Plástico(selos+k7+filme+malas e sacos) 180,00 5,00-97,2 Solventes Sucata Tintas de marcação (Litros) Vidro Resíduos indiferenciados n.d. n.d. n.d. Investimento e/ou gasto (EUR) Investimento e/ou gasto

22 ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EXERCÍCIO DE 2009 (Montantes expressos em Euros) NOTA INTRODUTÓRIA A Post Contacto Correio Publicitário, Lda. (adiante designada de Post Contacto) foi constituída em Lisboa em Janeiro de 1999, tendo como objecto a prestação de serviços de distribuição de publicidade e correio contacto. A partir de Abril de 2004 os serviços de correio sem endereço (distribuição porta a porta não personalizada em termos de endereço) pertencentes à carteira de produtos da empresa mãe CTT Correios de Portugal, S.A. foram transferidos para a Post Contacto. As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no Plano Oficial de Contabilidade (POC). As notas não incluídas neste Anexo não são aplicáveis ou significativas para a leitura das Demonstrações Financeiras. 3 CRITÉRIOS VALORIMÉTRICOS E MÉTODOS DE CÁLCULO As demonstrações financeiras foram preparadas, a partir dos livros e registos contabilísticos da Empresa, mantidos de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal. Os principais critérios valorimétricos utilizados na preparação das demonstrações financeiras foram os seguintes: IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS Todos os bens constantes desta rubrica estão contabilizados pelo valor de aquisição. As amortizações foram efectuadas pelo método das quotas constantes com aplicação das taxas máximas legalmente aceites.

23 3.2 - ESPECIALIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS A Sociedade regista as suas receitas e despesas de acordo com o princípio da especialização dos exercícios, com base no qual as receitas e despesas são reconhecidas à medida em que são geradas, independentemente do momento em que são recebidas ou pagas. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e as correspondentes receitas e despesas geradas são registadas em rubricas de acréscimos e diferimentos AJUSTAMENTOS PARA DÍVIDAS A RECEBER O ajustamento para créditos de cobrança duvidosa é calculado tendo por base a análise dos riscos de cobrança identificados nos saldos de clientes IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO A Sociedade está sujeita ao regime de tributação dos grupos de sociedades, sendo a entidade dominante os CTT Correio de Portugal, SA. O valor do imposto corrente, positivo ou negativo, é calculado pela Sociedade com base na situação fiscal e imputado à empresa dominante. Os resultados positivos ou negativos, que resultam dos ajustamentos de consolidação fiscal são da responsabilidade da empresa dominante. 6 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO A sociedade encontra-se sujeita a impostos sobre os lucros em sede de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas IRC, à taxa normal. De acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por parte das autoridades fiscais durante um período de quatro anos, excepto quando tenham havido prejuízos fiscais, tenham sido concedidos benefícios fiscais ou estejam em curso inspecções, reclamações ou impugnações, casos em que, dependendo das circunstâncias, os prazos são prolongados ou suspensos. As declarações fiscais anteriores ao exercício findo em Dezembro de 2008, já foram objecto de revisão pelas autoridades fiscais. 2

24 A Gerência entende que eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não terão um efeito significativo nas demonstrações financeiras em 31 de Dezembro de Nos termos do artigo 81º. do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas, a Empresa encontra-se sujeita a tributação autónoma sobre um conjunto de encargos às taxas previstas no artigo mencionado. A Sociedade é tributada em sede de IRC juntamente com os CTT Correios de Portugal, S.A. ( CTT ), CTT Expresso, S.A. ( CTT-Expresso ), CTT Gest Gestão de Serviços e Equipamentos Postais, S.A. ( CTT Gest ), Payshop, S.A. ( Payshop ), Mailtec Holding, SGPS, S.A. ( Mailtec SGPS ) MailTec Tecnologias de Informação, S.A. ( Mailtec TI ), DSTS Desenvolvimento e Integração de Serviços e Tecnologias, S.A. ( DSTS ) e Equipreste Sociedade Técnica de Serviços, Lda ( Equipreste ), pelo regime especial de tributação de grupos de sociedades. As principais diferenças entre o resultado contabilístico e fiscal são como segue: 2009 Resultado contabilistico antes do imposto Ajustamentos não dedutíveis Indemnizações por eventos seguráveis Diversos Benefícios fiscais (19.490) Reversões de ajustamentos (31.812) Lucro tributável IRC Derrama Tributação autónoma Total IRC

25 7 NÚMERO MÉDIO DE PESSOAS AO SERVIÇO DA EMPRESA Durante o exercício findo em 31 de Dezembro de 2009 o nº médio de pessoas ao serviço da empresa foi de 5. Também durante o presente exercício económico na conta Cedência de Pessoal - CTT foi contabilizado o valor de Euros, referente ao pessoal dos CTT que se encontra em regime de cedência, num total de vinte e sete trabalhadores (idem em 2008). 10 MOVIMENTOS OCORRIDOS NAS RUBRICAS DO ACTIVO IMOBILIZADO 10.1 IMOBILIZADO CORPÓREO E INCORPÓREO Activo Bruto Saldo Abates e Regula- Saldo inicial Aumentos alienações rizações final Imobilizações incorpóreas Propriedade industrial e outros direitos Imobilizado em curso (9.221) (9.221) Imobilizações corpóreas: Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo (6.792) Outras imobilizações corpóreas (971) Adiantamentos por conta de imobilizações corpóreas (7.763) Imobilizado incorpóreo As despesas ocorridas com o projecto Postcontacto On Line registado em Imobilizado em Curso foram consideradas custos de exploração. A rubrica Propriedade industrial e outros direitos refere-se à obtenção de licença para prestador de serviço postais. 4

26 Imobilizado corpóreo A rubrica de equipamento de transporte inclui dois empilhadores e um porta paletes. A rubrica de equipamento administrativo refere-se essencialmente a material informático. O adiantamento por conta de imobilizações corpóreas refere-se ao desenvolvimento do novo projecto PCOL- Postcontacto On Line AMORTIZAÇÕES Amortizações e ajustamentos Saldo Anulação/ Saldo inicial Reforço reversão final Imobilizações incorpóreas: Propriedade industrial e outros direitos Imobilizações corpóreas: Equipamento básico Equipamento de transporte Equipamento administrativo Outras imobilizações corpóreas EMPRESAS DO GRUPO As demonstrações financeiras da sociedade são consolidadas pelos CTT - Correios de Portugal, S.A., com sede na Rua de S. José n.º. 20 em Lisboa. Os saldos em 31 de Dezembro de 2009 e as transacções efectuadas com empresas do grupo e associadas no exercício findo naquela data são como segue: Fornecimentos Clientes, Fornecedores, Outros Acréscimo Prestações e serviços Denominação conta corrente Accionistas conta corrente devedores de custos Serviços externos CTT - Correios de Portugal, S.A Mailtec TI CTTEXP, S.A

27 21 MOVIMENTOS OCORRIDOS NA RUBRICA DE AJUSTAMENTO DO ACTIVO CIRCULANTE Contas Saldo inicial Reforço Reversão Saldo final Ajustamentos em clientes Cobranças duvidosas DÍVIDAS DE COBRANÇA DUVIDOSA DÍVIDAS DE COBRANÇA DUVIDOSA Clientes de cobrança duvidosa PARTICIPAÇÃO NO CAPITAL SUBSCRITO PELAS SEGUINTES PESSOAS COLECTIVAS E QUE NELE DETÊM PELO MENOS 20% PESSOA COLECTIVA PERCENTAGEM DE PARTICIPAÇÃO Correios de Portugal, S.A 95% 6

28 40 CAPITAL PRÓPRIO Saldo Saldo inicial Aumentos Diminuições final Capital Reserva legal Reservas livres Resultado líquido do exercício ( ) ( ) Conforme decidido em Assembleia-Geral de 27 de Abril de 2009, o resultado líquido do exercício findo em 31 de Dezembro de 2008 foi aplicado como se segue: Atribuição a CTT Correios de Portugal (95% do capital) Atribuição a CTT - Expresso (5% do capital) Euros Euros 44 REPARTIÇÃO DO VALOR LÍQUIDO DAS VENDAS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS Repartição do valor líquido das vendas e prestações de serviço PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Mercado interno DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS FINANCEIROS Ex erc íc io s E x erc íc ios Custo s e perdas Pro veitos e g anho s Juro s supor tados Jur os o btido s Outr os custo s e perdas finance iras Re sult ado s financeiro s

29 46 DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS Exercícios Exercícios Custos e perdas Proveitos e ganhos Multas e penalidades Recuperação de dívidas Correcções relativas exerc. Anteriores Correcções relativas exerc. Anteriores Outros custos e perdas extraordináras Outros proveitos e ganhos extraordinários Resultados extraordinários (52.240) (19.566) ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS Acréscimo de custos Exercícios Despesas com distribuição de publicidade Ft a emitir pelos CTT Outros acréscimos de custos A rubrica de outros acréscimos de custos inclui Euros ( em 2008), referente a descontos a conceder a clientes. 52 RECONCILIAÇÃO DA RUBRICA DE RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS EVIDENCIADA NA DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS E NA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR FUNÇÕES A demonstração dos resultados por funções foi preparada em conformidade com o estabelecido pela Directriz Contabilística nº 20, a qual apresenta um conceito de resultados extraordinários diferente do definido no Plano Oficial de Contabilidade (POC) para a preparação da demonstração dos resultados por naturezas. Assim o valor de resultados extraordinários de Euros apresentado na demonstração de resultados por naturezas (Nota 46), foi reclassificado, provocando as seguintes diferenças nas diversas naturezas de resultados: 8

30 Por naturezas Reclassificações Por funções Resultados operacionais Resultados financeiros Resultados correntes Resultados extraordinários (52.240) (52.240) - Resultado antes impostos DISCRIMINAÇÃO DOS COMPONENTES DE CAIXA E SEUS EQUIVALENTES Numerário Depósitos bancários Caixa e seus equivalentes OUTRAS INFORMAÇÕES RELEVANTES O Decreto-Lei n.º 158/2009, de 13 de Julho aprova a criação do novo Sistema de Normalização Contabilística, designada por SNC, revogando o POC, normativo contabilístico actualmente em vigor. A aplicação do SNC é obrigatória para os exercícios que se iniciem em ou após 1 de Janeiro de 2010 e obriga à apresentação de informação comparativa relativa ao exercício de Assim, a Empresa irá aplicar o SNC para o exercício de 2010, pelo que terá de proceder à reexpressão das demonstrações financeiras do exercício de 2009, de acordo com a versão das Normas Contabilísticas de Relato Financeiro (NCRF) em vigor à data de 31 de Dezembro de A Empresa está a avaliar os impactos da adopção do SNC ao nível dos resultados do exercício e do Capital próprio, bem como o impacto nas suas políticas de gestão do capital e distribuição de dividendos. 9

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Nota Introdutória A Manuel Rodrigues Gouveia, S.A. ( MRG ou Empresa ) tem sede em Seia, foi constituída em 1977 e tem como actividade principal a Construção Civil

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