GEO A75 - Trabalho Final de Graduação I

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GEO A75 - Trabalho Final de Graduação I"

Transcrição

1 - GEO A75 - Trabalho Final de Graduação I Departamento de Geologia e geofísica Aplicada

2 - Ciência e o Método M Científico Ciência e como ela surgiu Tipos de conhecimento Formas de aquisição Hipóteses, teses e teorias Método científico Pesquisa e desenvolvimento: pesquisa pura e aplicada

3 Ciência e Civilização Ciência objetiva Método científico Descoberta e criação do conhecimento

4 O Que é Ciência? aquisição sistemática do conhecimento: a natureza métodos objetivos e confiáveis: verdade Verdade : nunca é absoluta ou final, modificada ou substituída Modelos : quantitativos ou qualitativos

5

6 O Que é Ciência? (2) Observação: forma de aquisição do conhecimento pesquisador não interfere no objeto do estudo» Ex.: astronomia, comportamento animal. Experimentação: forma de aquisição de conhecimento pesquisador fixa, manipula e introduz variáveis no objeto do estudo» Ex.: química, física, biologia

7 Origens da Ciência Moderna Antiga: baseada na autoridade» Ex. Aristóteles. e uso da lógica Moderna: século 17 observação e experimentação objetiva (física, astronomia e química) Séculos 18 e 19: Princípios filosóficos básicos: A lógica associada ao método científico

8 O Que é o Método M Científico abordagens, técnicas e processos formular e resolver problemas:» aquisição objetiva do conhecimento,» maneira sistemática Princípio da falsificabilidade: provar que o acontecimento adquirido é possivelmente falso.

9 Ciência Pura e Aplicada Ciência pura: sem finalidades de utilização prática Ciência aplicada: usa conhecimentos da ciência pura e da tecnologia» instrumentos, meios e métodos» aplicações práticas

10 Exemplos de Ciência Pura e Aplicada Pura: Mecânica estática e cinemática, física dos materiais, química dos metais. Aplicada: construção de uma ponte Pura: Biologia molecular, química orgânica Aplicada: Bioremediação de áreas contaminadas Pura: matemática dos sistemas simbólicos Aplicada: programa de computador em Inteligência Artificial

11 O Conhecimento e seus NíveisN A ciência sem a religião é claudicante; e a religião sem a ciência é cega (Albert Einstein). Reconstrução da REALIDADE (o SER): - imagens (conhecimento sensível) e - de idéias (conhecimento intelectual)

12 Operações Lógicas L no Conhecimento Científico Indução INFERÊNCIA Descoberta de princípios gerais a partir de conhecimentos particulares. Ex.: todos os metais se dilatam com o calor Dedução Aplicação de princípios gerais a casos particulares. Ex: o ferro se dilata com o calor

13 O Trinônimo: Verdade Evidência - Certeza

14 Hipóteses, Teses e Teorias Hipótese: afirmação ainda não comprovada Tese: afirmação comprovada Teoria: conjunto de teses Modelo: descrição formal de um fenômeno:» testar novas hipóteses e» fazer predições

15 Como funciona o Método M Científico

16

17

18 O Princípio das Aproximações Sucessivas A verdade: nunca é atingida integralmente através de etapas sucessivamente mais próximas Validade: apenas até que novas observações ou experimentações o contradigam

19 Modelos em Ciência Pura e Aplicada Na ciência pura: modelos anteriores são descartados em favor dos mais verdadeiros.» Exemplo: teoria da relatividade de Einstein substituiu teoria da gravitação de Newton. Na ciência aplicada: coexistir modelos com diferentes graus de aproximação, dependendo do objetivo.» Exemplo:» Cálculo da trajetória:» de uma bala,» de um foguete à Marte ou» da luz de outra galáxia modelos mais apropriados para cada caso.

20 Pesquisa & Desenvolvimento Informática: ciência pura (Ciência da Computação) e aplicada (tecnologia) Pesquisa: novos conhecimentos, Desenvolvimento: aplicação destes conhecimentos resultados práticos Pesquisa metodológica: novos conhecimentos:» métodos ou» tecnologias

21 Desenvolvimento P & D: Exemplo Periódicos da Capes On-Line: Pesquisa» recurso de informação» tecnologia de redes,» programação HTML,» digitalização de imagens,» hipertexto Acessada? Utilizada, para que fins? Como os usuários se diferenciam? Opinião e impacto sobre os provedores de informação e a pesquisa em geral? Pesquisa metodológica Método para divulgar as revistas de acordo com o perfil de interesse.

22 Metodologia Científica Definição Etapas da investigação científica Características do método científico Divulgação do conhecimento

23 Ciência e MétodoM A Ciência sós aceita como verdadeiro o que é confirmável mediante comprovação compatível com o método científico.

24 Metodologia Científica Definição Conjunto de etapas ordenadamente dispostas, a serem vencidas na investigação de um fenômeno.

25 Etapas da Investigação Científica Escolha do tema Planejamento da investigação Desenvolvimento metodológico Coleta e armazenamento de informações (observação, experimentação) Análise dos resultados, elaboração das conclusões Divulgação dos resultados

26 Atribuições do Pesquisador Planejar: Levantar e conhecer a literatura científica direcionada Iniciar Conduzir: Utilizar os conhecimentos e experiência adquiridos Concluir. Contribuir ao enriquecimento do conhecimento

27 Etapa 1 Levantamento do Tema Conhecimento anterior do tema. Investigações realizadas anteriormente Literatura científica, pesquisa bibliográfica. Idéias dadas pelo orientador ou colegas. Idéias totalmente originais (insight). Pesquisas originais: confirmação ou replicação para aprendizado.

28 Pesquisa Bibliográfica Levantamento de todos os trabalhos: mesmo tema, determinado período Métodos e técnicas na investigação Metodologia específica Uso de publicações e bancos de dados especiais (índices)

29 Etapa 2 Planejamento Materiais e métodos Objetivos finais e parciais Cronograma de desenvolvimento Pesquisadores, técnicos e suas atribuições Como serão coletados, armazenados e analisados os dados etc.

30 Etapa 3 Desenvolvimento dos MétodosM Identificação e seleção métodos e técnicas (inclusive computacionais e estatísticas): Desenvolvimento ou aperfeiçoamento de técnicas e métodos (pesquisa metodológica) Treinamento e validação da metodologia através de projeto piloto ou protótipo Não se deve iniciar a pesquisa principal sem estar terminada esta etapa

31 Etapa 4 Coleta dos Dados Estudos observacionais: aplicação de questionários, estudos de campo, registro de dados exploratórios, etc. Estudos experimentais: manipulação das variáveis de estudo, coleta de resultados Mensuração e comparação de dados: de desempenho, uso, impacto, etc. (quando for pesquisa metodológica)

32 Pesquisa Experimental (1) Variáveis independentes: variáveis, parâmetros ou condições manipuladas pelo pesquisador Variáveis dependentes: variáveis, parâmetros ou efeitos observados ou mensurados pelo pesquisador Variáveis de controle: permanecer fixas ou controladas.

33 Pesquisa Experimental (2) Sujeitos ou objetos divididos em grupos:» controles e» experimentais. Grupos controle: não recebem a influência da variável independente. Grupos experimentais: recebem da variável independente. A relação causa-efeito: comparação estatística entre os grupos.

34 Pesquisa Experimental (3) Perigo do víes (bias): influência inconsciente ou consciente por parte dos sujeitos ou pesquisadores sobre o resultado da pesquisa. Eliminação ou redução do viés: Atribuição aleatória dos sujeitos aos grupos Sujeitos ignoram a que grupo pertencem (estudo cego) Pesquisadores também ignoram (estudo duplo-cego)

35 Pesquisa Experimental: Exemplo Objetivo: determinar se a sobrevida de pacientes com AIDS aumenta com AZT. Grupo controle: aidéticos recebem um placebo. Grupos experimentais 1 e 2: aidéticos recebem duas dosagens diferentes de AZT.

36 Pesquisa Experimental: Exemplo Variável independente: dosagem de AZT. Variável dependente: tempo de sobrevida do paciente desde o início do tratamento. Variáveis de controle: sexo, idade, tempo de duração e gravidade da doença, nível econômico, etc. Análise estatística: comparação entre os grupos usando análise de variância e curvas de sobrevivência.

37 Etapa 5 Análise dos Dados Dois tipos de dados e análises: Qualitativos Quantitativos Planejamento experimental: análise estatística tipos de variáveis, tamanho e número de grupos, etc. antes de iniciar a pesquisa. Dois tipos de análise quantitativa: exploratória de dados e estatística de diferenças

38 O Papel da Estatística stica resultados variáveis: geologia, biologia e medicina. variabilidade e tendências centrais comprovar diferenças: situações observacionais X experimentais métodos estatísticos.

39 Exemplo de estatística stica Saúde & Vida On-Line Hipótese: não existe diferença quanto à freqüência de acesso em relação ao sexo do leitor Método: questionários enviados para uma amostra de 300 leitores, com várias questões, inclusive o sexo do leitor e quantas vezes acessa a SVOL Resultados: Tabela com sexo do leitor versus freqüência de acesso (diário, semanal, etc.) Estatística utilizada: qui-quadrado para tabela de contingência Tese: Não existe diferença entre os sexos (probabilidade de 0.5 que seja devida ao acaso)

40 Etapa 6 Divulgação dos Resultados Atingirem seu objetivo. Formas de comunicação: Oral: Escrita: palestras, seminários e congressos relatórios, artigos, resumos, Internet. Determinação da prioridade da pesquisa (quem publicou primeiro).

41 Publicações Científicas Publicações preliminares: resumos em congresso, preprints, notícias na imprensa (em geral não fixa a prioridade) Publicações primárias: revistas, anais completos de congresso com artigos completos (gold standard da pesquisa) Publicações secundárias: livros, revisões Publicações terciárias: índices e bases de dados bibliográficas.

42 Exercícios Propostos - 01: 1. Identifique a história de alguma descoberta científica relevante que você conheça (de preferência em geologia ou geografia, mas pode ser em física, química, biologia, medicina, etc.). Faça uma sinopse da mesma, identificando: qual era a hipótese, que tipo de pesquisa foi (pura/aplicada, observacional/experimental), qual foi o método utilizado, quais foram as variáveis dependente, independente e de controle, quais foram as teses, leis ou modelos derivados, e se teve algum tipo de aplicação relevante. 2. Analise brevemente o modelo de publicação científica tradicional, e como você acha que a Internet vai alterar esse modelo, e qual sua repercussão sobre o progresso da ciência. Forneça um ou mais links na Internet que falam sobre esse assunto.

43 Teste - Resumo Complete as sentenças abaixo com a(s) palavra(s) adequada(s): 1- Descobrir ou estabelecer relações entre os fenômenos, fatos ou dados da realidade é Conhecer fatos sem justifica-los ou explicar-lhes as causas é próprio do Conhecimento O conhecimento cujo objeto é material e mensurável e cujo método é experimental chama-se Na concepção clássica, três são as características do conhecimento científico, a saber:...,... e Hoje a ciência é entendida não como a posse mas como... constante de explicações e soluções de problemas, de revisão e reavaliação contínua de seus resultados. 6- Enquanto as ciências buscam o conhecimento do mundo material com seus fenômenos e suas leis, quem busca explicar as causas remotas e o sentido do homem e do mundo é A aceitação da revelação divina a respeito de verdades sobrenaturais que ultrapassam os limites da capacidade finita da inteligência humana é própria do conhecimento A adequação que se estabelece entre o que o sujeito cognoscente afirma através de uma proposição e o objeto do qual se afirma, ou, ainda, a relação de conformidade entre o dizer e o ser constitui o que se denomina Somente se poderá afirmar uma verdade com certeza quando houver Atitude e qualidade subjetiva que leva o sujeito a buscar soluções sérias com métodos adequados, o espírito crítico e objetivo, o empenho e desinteresse e ainda o espírito imparcial, honesto, perspicaz e que não mede esforços e dificuldades na busca do saber chamase...

Metodologia da Pesquisa Científica. Nelize Araujo Vargas

Metodologia da Pesquisa Científica. Nelize Araujo Vargas Metodologia da Pesquisa Científica Nelize Araujo Vargas Ciência Etimologia: Ciência vem da palavra latina scientia, que significa conhecimento A Ciência é o conhecimento ou um sistema de conhecimento que

Leia mais

Ciência. O que é e o que faz a ciência. Quais são os tipos de pesquisa. Quais são os métodos de pesquisa. Como redigir trabalhos científicos

Ciência. O que é e o que faz a ciência. Quais são os tipos de pesquisa. Quais são os métodos de pesquisa. Como redigir trabalhos científicos Plano de Ensino Metodologia Científica O que é e o que faz a ciência Quais são os tipos de pesquisa Quais são os métodos de pesquisa Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Como redigir trabalhos científicos

Leia mais

METODOLOGIA CIENTÍFICA

METODOLOGIA CIENTÍFICA METODOLOGIA CIENTÍFICA Profª. Luciana Oliveira metodologia.oliveira@gmail.com Surgimento da ciência. Conceito filosófico do conhecimento e interesse pela pesquisa. Colaboradores: Prof. Dr. José Roberto

Leia mais

08/05/2009. Cursos Superiores de. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Disciplina: PIP - Projeto Integrador de Pesquisa. Objetivos gerais e específicos

08/05/2009. Cursos Superiores de. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Disciplina: PIP - Projeto Integrador de Pesquisa. Objetivos gerais e específicos Faculdade INED Cursos Superiores de Tecnologia Disciplina: PIP - Projeto Integrador de Pesquisa Objetivos gerais e específicos Objetivo resultado a alcançar; Geral dá resposta ao problema; Específicos

Leia mais

Aula No. 2 Introdução e conceitos básicos

Aula No. 2 Introdução e conceitos básicos Universidade de Pernambuco - UPE Escola Politécnica de Pernambuco POLI Disciplina: Metodologia da Pesquisa Professora: Emilia Rahnemay Kohlman Rabbani Aula No. 2 Introdução e conceitos básicos Reflexão

Leia mais

II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA

II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR LÉO LOHLER ENSINO FUNDAMENTAL II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA PROJETO: JOGOS - A MANEIRA DIVERTIDA DE FICAR INTELIGENTE PROFESSORA ORIENTADORA:

Leia mais

CIÊNCIA E TECNOLOGIA Ramón S. Cortés Paredes, Dr. Engº.

CIÊNCIA E TECNOLOGIA Ramón S. Cortés Paredes, Dr. Engº. CIÊNCIA E TECNOLOGIA Ramón S. Cortés Paredes, Dr. Engº. Coordenador do Laboratório de Aspersão Térmica e Soldagem Especiais - LABATS Departamento de Engenharia Mecânica - DEMEC Universidade Federal do

Leia mais

TECNOLOGIA EM MEIO AMBIENTE

TECNOLOGIA EM MEIO AMBIENTE TECNOLOGIA EM MEIO AMBIENTE 1. TURNO: Noturno MODALIDADE: Saneamento ÁREA: Meio Ambiente e Tecnologia da Saúde GRAU ACADÊMICO: Tecnólogo em Meio Ambiente PRAZO PARA CONCLUSÃO: Mínimo = 3 anos Máximo =

Leia mais

Política de desenvolvimento do acervo DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE - FACISABH

Política de desenvolvimento do acervo DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE - FACISABH Política de desenvolvimento do acervo DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE - FACISABH Belo Horizonte 2014 POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA

Leia mais

Pesquisa Científica e Método. Profa. Dra. Lívia Perasol Bedin

Pesquisa Científica e Método. Profa. Dra. Lívia Perasol Bedin Pesquisa Científica e Método Profa. Dra. Lívia Perasol Bedin A Pesquisa e o Metodo Cientifico Definir modelos de pesquisa Método, entre outras coisas, significa caminho para chegar a um fim ou pelo qual

Leia mais

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA?

COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? COMO DESENVOLVER UMA PESQUISA E COMO ELABORAR UM PROJETO DE PESQUISA? Conhecimento: Conhecimento: nada mais é que a apreensão da realidade, de forma real ou imaginada. Entendendo realidade como aquilo

Leia mais

Arquivos de Áudio (Podcasts) para divulgação de Ciência no Ensino Médio

Arquivos de Áudio (Podcasts) para divulgação de Ciência no Ensino Médio RESUMO Arquivos de Áudio (Podcasts) para divulgação de Ciência no Ensino Médio Adriana Oliveira Bernardes Mestranda em Ciências Físicas LCFIS (Laboratório de Ciências Físicas) Uenf (Universidade Estadual

Leia mais

ALTERIDADE - IMPLICAÇÕES NA FORMAÇÃO DO ALUNO

ALTERIDADE - IMPLICAÇÕES NA FORMAÇÃO DO ALUNO ALTERIDADE - IMPLICAÇÕES NA FORMAÇÃO DO ALUNO Hélio de Moraes e Marques 1 Resumo: O ensino da filosofia possui características muito peculiares quanto ao seu método. Refiro-me à exposição pelo professor

Leia mais

Introdução Ciclo de vida tradicional de desenvolvimento Prototipagem Pacotes de software Desenvolvimento de 4ª geração Terceirização

Introdução Ciclo de vida tradicional de desenvolvimento Prototipagem Pacotes de software Desenvolvimento de 4ª geração Terceirização Prof. Ricardo José Pfitscher Material elaborado com base em: José Luiz Mendes Gerson Volney Lagemann Introdução Ciclo de vida tradicional de desenvolvimento Prototipagem Pacotes de software Desenvolvimento

Leia mais

Metodologia do Trabalho Científico

Metodologia do Trabalho Científico Metodologia do Trabalho Científico Diretrizes para elaboração de projetos de pesquisa, monografias, dissertações, teses Cassandra Ribeiro O. Silva, Dr.Eng. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Porque escrever

Leia mais

A PROMOÇÃO A SAÚDE E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS

A PROMOÇÃO A SAÚDE E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS A PROMOÇÃO A SAÚDE E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS Prof. Lorena Silveira Cardoso Mestranda em Saúde Coletiva Profª. Drª. Marluce Miguel de Siqueira Orientadora VITÓRIA 2013 INTRODUÇÃO O consumo de substâncias

Leia mais

Planejamento Semanal

Planejamento Semanal Planejamento Semanal 1. Identificação Curso: Administração 1º e 2º períodos. Módulo: Ambiente Empresarial e Filosofia da Administração Professor: Douglas Filenga Título: Métodos e Técnicas de Pesquisa

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA NO RIO DE JANEIRO NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA NO RIO DE JANEIRO NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA NO RIO DE JANEIRO NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX Bruno Alves Dassie Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro Universidade Estácio de Sá O objetivo desta

Leia mais

2 Ergonomia aplicada na EAD em ambiente web

2 Ergonomia aplicada na EAD em ambiente web 2 Ergonomia aplicada na EAD em ambiente web A eficiência da educação a distância (EAD) depende da contribuição de diversas disciplinas. É comum encontrarmos estudos nas áreas da ciência da computação,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E ORGANIZA- ÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO. META Descrever como proceder para melhor elaborar e organizar um trabalho científico.

DESENVOLVIMENTO E ORGANIZA- ÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO. META Descrever como proceder para melhor elaborar e organizar um trabalho científico. DESENVOLVIMENTO E ORGANIZA- ÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO Aula 3 META Descrever como proceder para melhor elaborar e organizar um trabalho científico. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno(a) deverá: ler

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR BIOLOGIA APRESENTAÇÃO

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR BIOLOGIA APRESENTAÇÃO PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR BIOLOGIA APRESENTAÇÃO A Biologia tem como objeto de estudo o fenômeno Vida, contribuindo para formar sujeitos críticos e atuantes, por meios dos conteúdos que ampliem seu

Leia mais

FAZEMOS MONOGRAFIA PARA TODO BRASIL, QUALQUER TEMA! ENTRE EM CONTATO CONOSCO!

FAZEMOS MONOGRAFIA PARA TODO BRASIL, QUALQUER TEMA! ENTRE EM CONTATO CONOSCO! FAZEMOS MONOGRAFIA PARA TODO BRASIL, QUALQUER TEMA! ENTRE EM CONTATO CONOSCO! DEFINIÇÃO A pesquisa experimental é composta por um conjunto de atividades e técnicas metódicas realizados para recolher as

Leia mais

Karine Nayara F. Valle. Métodos Numéricos de Euler e Runge-Kutta

Karine Nayara F. Valle. Métodos Numéricos de Euler e Runge-Kutta Karine Nayara F. Valle Métodos Numéricos de Euler e Runge-Kutta Professor Orientador: Alberto Berly Sarmiento Vera Belo Horizonte 2012 Karine Nayara F. Valle Métodos Numéricos de Euler e Runge-Kutta Monografia

Leia mais

EM PESQUISA RANDOMIZAÇÃO. Randomização Cegamento Calibragem Controle de vieses Uso de grupos de comparação Representatividade da amostra

EM PESQUISA RANDOMIZAÇÃO. Randomização Cegamento Calibragem Controle de vieses Uso de grupos de comparação Representatividade da amostra PRINCÍPIOS PIOS BÁSICOS B EM PESQUISA Randomização Cegamento Calibragem Controle de vieses Uso de grupos de comparação Representatividade da amostra Princípios gerais válidos v para todas as formas de

Leia mais

LOGO: Educação Matemática e Novas Tecnologias

LOGO: Educação Matemática e Novas Tecnologias LOGO: Educação Matemática e Novas Tecnologias Denice Aparecida Fontana Nisxota MEMEGAIS 1 denice@unemat.br, Adriana Cristina da SILVA 2 crystinaadri@hotmail.com Cleyton Borges dos SANTOS 3 cleyton.borges@gmail.com

Leia mais

Aula 8 ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA. Weverton Santos de Jesus João Paulo Mendonça Lima

Aula 8 ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA. Weverton Santos de Jesus João Paulo Mendonça Lima Aula 8 ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA META Apresentar e descrever a construção de um projeto de pesquisa e seus elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais; OBJETIVOS Ao fi nal desta aula, o aluno

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA DEFINIÇÃO

PROJETO DE PESQUISA DEFINIÇÃO PROJETO DE PESQUISA (segundo a ABNT - NBR 15287: 2011) DEFINIÇÃO Descrição de um empreendimento a ser realizado. Busca respostas para problemas que necessitam de solução a curto ou a longo prazo (ABNT,

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ELABORAÇÃO DE PROJETOS Unidade II ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA Profa. Eliane Gomes Rocha Pesquisa em Serviço Social As metodologias qualitativas de pesquisa são utilizadas nas Ciências Sociais e também no Serviço Social,

Leia mais

3 Jogos Sérios e Educação O avanço tecnológico tem transformado e contribuído para a melhoria da prestação de serviço em diversas áreas. No contexto educacional, novos sistemas e equipamentos têm sido

Leia mais

1.Apresentação 1 2.Planejamento e seus Instrumentos sob o Enfoque Contábil

1.Apresentação 1 2.Planejamento e seus Instrumentos sob o Enfoque Contábil AULA 10: Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público NBC T SP 16.3 a 16.5: Planejamento e seus Instrumentos sob o Enfoque Contábil; Transações no Setor Público; Registro Contábil. SUMÁRIO

Leia mais

Estruturando o Pré Projeto

Estruturando o Pré Projeto 1 Estruturando o Pré Projeto Deve ter uma capa padrão, como nome da UNESP na parte superior, o título da pesquisa centralizado no meio da página, a cidade e o ano no rodapé da página e entre o título no

Leia mais

A Computação e as Classificações da Ciência

A Computação e as Classificações da Ciência A Computação e as Classificações da Ciência Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Classificações da Ciência A Computação

Leia mais

NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Transcrito pela Nutri Safety * O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO o disposto nos artigos 155

Leia mais

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria Agentes Financiadores Notícias e atualidades sobre Agentes Financiadores nacionais e internacionais página inicial A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores

Leia mais

AULAS 03 E 04 A linguagem dos projetos

AULAS 03 E 04 A linguagem dos projetos 1 AULAS 03 E 04 A linguagem dos projetos Ernesto F. L. Amaral 11 e 13 de setembro de 2012 Avaliação de Políticas Públicas (DCP 046) Fonte: Cohen, Ernesto, e Rolando Franco. 2000. Avaliação de Projetos

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Auditor No que diz respeito às Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público, a Demonstração Contábil cuja apresentação é obrigatória apenas pelas empresas estatais

Leia mais

O USO DO QR CODE NO ENSINO DA GEOGRAFIA

O USO DO QR CODE NO ENSINO DA GEOGRAFIA O USO DO QR CODE NO ENSINO DA GEOGRAFIA Roney Jacinto de Lima (1); Jamábia Raídgia Félix da Silva (1); Jaciele cruz silva (2); Maria do Socorro dos Santos (3) Universidade Estadual da Paraíba Campus III,

Leia mais

Figura 5.1.Modelo não linear de um neurônio j da camada k+1. Fonte: HAYKIN, 2001

Figura 5.1.Modelo não linear de um neurônio j da camada k+1. Fonte: HAYKIN, 2001 47 5 Redes Neurais O trabalho em redes neurais artificiais, usualmente denominadas redes neurais ou RNA, tem sido motivado desde o começo pelo reconhecimento de que o cérebro humano processa informações

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2010.2 A BRUSQUE (SC) 2014 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INFORMÁTICA APLICADA À... 4 02 MATEMÁTICA APLICADA À I... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA... 4 04 PSICOLOGIA... 4 05

Leia mais

3 Definição da metodologia

3 Definição da metodologia 3 Definição da metodologia A Pesquisa-ação foi a metodologia escolhida para a realização desta pesquisa, por indicar a participação do autor e a interação de outros atores na produção de conhecimento a

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO (PROENG) ASSESSORIA DE DESENVOLVIMENTO ASSESSORIA JURÍDICA

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO (PROENG) ASSESSORIA DE DESENVOLVIMENTO ASSESSORIA JURÍDICA FORMULÁRIO DE ALTERAÇÃO DE EMENTAS CURSO: Administração MATRIZ(ES) CURRICULAR(ES): 2016/1 ALTERAÇÕES PASSAM A VIGORAR A PARTIR DO SEMESTRE: 2016/1 Matemática FASE: 1ª Fase CARGA HORÁRIA: 60h Revisão de

Leia mais

Engenharia de Requisitos de Software

Engenharia de Requisitos de Software Engenharia de Requisitos de Software Marcelo Otone Aguiar, MSc, PMP PROJETOS 1 O que é Projeto Um projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo. PMI

Leia mais

Higiene do Trabalho. José Carlos Marques Centro de Química da Madeira Departamento de Química Universidade da Madeira. marques@uma.

Higiene do Trabalho. José Carlos Marques Centro de Química da Madeira Departamento de Química Universidade da Madeira. marques@uma. Higiene do Trabalho José Carlos Marques Centro de Química da Madeira Departamento de Química Universidade da Madeira Uma 2004 marques@uma.pt http://www.uma.pt/jcmarques Plano Princípios Plano / bibliografia

Leia mais

Metodologia Científica Aula 1. Prof.ª Ma. Ana Paula Diniz E-mail: anapauladinizb@hotmail.com

Metodologia Científica Aula 1. Prof.ª Ma. Ana Paula Diniz E-mail: anapauladinizb@hotmail.com Metodologia Científica Aula 1 Prof.ª Ma. Ana Paula Diniz E-mail: anapauladinizb@hotmail.com Bibliografia: http://pesquisaemeducacaoufrgs.pbworks. com/w/file/fetch/64878127/willian%20cost a%20rodrigues_metodologia_cientifica

Leia mais

Atualização do Curso Técnico em Contabilidade, eixo tecnológico Gestão e Negócios na forma integrada ao Ensino Médio

Atualização do Curso Técnico em Contabilidade, eixo tecnológico Gestão e Negócios na forma integrada ao Ensino Médio ESTADO DE SANTA CATARINA Secretaria de Estado da Educação Diretoria de Educação Básica e Profissional Gerência de Ensino Médio Atualização do Curso Técnico em Contabilidade, eixo tecnológico Gestão e Negócios

Leia mais

Elicitação de requisitos e análise

Elicitação de requisitos e análise Elicitação de requisitos e análise Esta atividade divide-se em dois esforços maiores: Elicitação dos requisitos em si Técnicas de elicitação Análise do que foi elicitado Processo de análise 1 Que é um

Leia mais

EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA

EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA Rogério Santos Grisante 1 ; Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: A prática da expressão corporal na disciplina de Artes Visuais no Ensino Fundamental II pode servir

Leia mais

A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades

A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades A Busca pela Construção do Conhecimento e a Transformação das Realidades Como vimos na unidade anterior, é próprio do homem buscar e produzir conhecimento para tentar melhorar sua realidade. Portanto,

Leia mais

Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA

Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA Considerando que o Ensino Médio é para a maioria dos cidadãos a última oportunidade de uma educação formal em Biologia, a

Leia mais

1.º PERÍODO. n.º de aulas previstas DOMÍNIOS SUBDOMÍNIOS/CONTEÚDOS OBJETIVOS. De 36 a 41

1.º PERÍODO. n.º de aulas previstas DOMÍNIOS SUBDOMÍNIOS/CONTEÚDOS OBJETIVOS. De 36 a 41 DE FÍSICO-QUÍMICA - 7.º ANO Ano Letivo 2014 2015 PERFIL DO ALUNO O aluno é capaz de: o Conhecer e compreender a constituição do Universo, localizando a Terra, e reconhecer o papel da observação e dos instrumentos

Leia mais

PARTE 9. Capítulo 25 GESTÃO DO CONHECIMENTO

PARTE 9. Capítulo 25 GESTÃO DO CONHECIMENTO PARTE 9 Capítulo 25 GESTÃO DO CONHECIMENTO ATIVO INTANGÍVEL Ativos que não têm substância física, mas proporcionam benefícios econômicos, como: competência dos gerentes, sua experiência e conhecimento

Leia mais

9.6. Política de segurança para Usuários(PSU)... 14 9.7. Questionários de Segurança da Informação... 14 10. CONCLUSÃO... 14

9.6. Política de segurança para Usuários(PSU)... 14 9.7. Questionários de Segurança da Informação... 14 10. CONCLUSÃO... 14 ANEXO I PSI Índice 1. FINALIDADE... 4 2. ABRANGÊNCIA... 4 3. FREQUÊNCIA DE REVISÃO... 4 4. PORTAL DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO... 4 5. TERMOS E DEFINIÇÕES... 4 5.1. Segurança da Informação... 4 5.2. Confidencialidade...

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRUSQUE (UNIFEBE) PROJETO DE EXTENSÃO. Inglês Instrumental - Nível I

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRUSQUE (UNIFEBE) PROJETO DE EXTENSÃO. Inglês Instrumental - Nível I CENTRO UNIVERITÁRIO DE BRUQUE (UNIFEBE) PRÓ-REITORIA REITORIA DE PÓ-GRADUAÇÃO, PEQUIA E ETENÃO (PROPPE) UPERVIÃO DE ETENÃO PROJETO DE ETENÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORIGE 1.1. TÍTULO: Inglês Instrumental -

Leia mais

4. SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO

4. SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO 1 4. SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO A necessidade dos Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) ou Sistemas de Suporte à Decisão (SSD) surgiu em decorrência de diversos fatores, como, por exemplo: Competição cada

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 QUEIROZ, Antônia Márcia Duarte Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais- IFSULDEMINAS Universidade

Leia mais

PESQUISA OPERACIONAL -INTRODUÇÃO. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.

PESQUISA OPERACIONAL -INTRODUÇÃO. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. PESQUISA OPERACIONAL -INTRODUÇÃO Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. ROTEIRO Introdução Origem Conceitos Objetivos Aplicações da P. O. INTRODUÇÃO A P. O. e o Processo de Tomada de Decisão Tomar decisões

Leia mais

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão FACULDADES INTEGRADAS DO TAPAJÓS DISCIPLINA: CONTABILIDADE GERENCIAL PROFESSOR: JOSÉ DE JESUS PINHEIRO NETO ASSUNTO: REVISÃO CONCEITUAL EM CONTABILIDADE DE CUSTOS ASPECTOS CONCEITUAIS A Contabilidade de

Leia mais

COMO INTRODUZIR GEOMETRIA ANALÍTICA DE UMA FORMA DIFERENCIADA

COMO INTRODUZIR GEOMETRIA ANALÍTICA DE UMA FORMA DIFERENCIADA ISSN 2316-7785 COMO INTRODUZIR GEOMETRIA ANALÍTICA DE UMA FORMA DIFERENCIADA Resumo Charles Zuconeli Guimarães 1 charles_zuconeli@hotmail.com Franciele Roulim Negreiros 1 franciiroulim@hotmail.com Morgana

Leia mais

Certificação ANBT NBR 16001:2004. Sistema de Gestão da Responsabilidade Social

Certificação ANBT NBR 16001:2004. Sistema de Gestão da Responsabilidade Social Certificação ANBT NBR 16001:2004 Sistema de Gestão da Responsabilidade Social O que é? É uma norma brasileira de responsabilidade social que tem caráter de sistema de gestão e propósito de certificação.

Leia mais

Metodologia. Metodologia de Pesquisa. O que é pesquisa? O que é pesquisa?

Metodologia. Metodologia de Pesquisa. O que é pesquisa? O que é pesquisa? Metodologia Metodologia de Pesquisa Para uma boa compreensão do que é metodologia é imprescindível saber o que é PESQUISA O que é pesquisa? Uma indagação minuciosa ou exame crítico exaustivo na procura

Leia mais

Curso e-learning CEP Controle Estatístico de Processo

Curso e-learning CEP Controle Estatístico de Processo Curso e-learning CEP Controle Estatístico de Processo Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa do autor. Objetivos

Leia mais

3 Gerenciamento de Projetos

3 Gerenciamento de Projetos 34 3 Gerenciamento de Projetos Neste capítulo, será abordado o tema de gerenciamento de projetos, iniciando na seção 3.1 um estudo de bibliografia sobre a definição do tema e a origem deste estudo. Na

Leia mais

TERMO DE PARCERIA e POLÍTICA DE USO. 1. Considerações preliminares do Portal e aplicativos Vets4Vet

TERMO DE PARCERIA e POLÍTICA DE USO. 1. Considerações preliminares do Portal e aplicativos Vets4Vet TERMO DE PARCERIA e POLÍTICA DE USO 1. Considerações preliminares do Portal e aplicativos Vets4Vet 1.1 O Portal Vets4Vet, encontrado na internet sob o domínio www.vets4vet.com.br, tem por objetivo aproximar

Leia mais

Introdução à Engenharia de Software Experimental

Introdução à Engenharia de Software Experimental RELATÓRIO TÉCNICO RT ES 590/02 Introdução à Engenharia de Software Experimental Guilherme Horta Travassos ght@cos.ufrj.br Dmytro Gurov Edgar Augusto Gurgel do Amaral Programa de Engenharia de Sistemas

Leia mais

PESQUISA & DESENVOLVIMENTO

PESQUISA & DESENVOLVIMENTO PESQUISA & DESENVOLVIMENTO PESQUISA & DESENVOLVIMENTO PESQUISA BÁSICA Objetiva entender ou descobrir novos fenômenos Gera conhecimentos básicos Não é reservada Requer a divulgação dos conhecimentos obtidos

Leia mais

Orçamento Público Conceitos Básicos

Orçamento Público Conceitos Básicos Gestão Orçamentária e Financeira no SUAS Orçamento Público Conceitos Básicos Agosto de 2013 Ciclo Orçamentário Brasileiro Plano Plurianual Lei Orçamentária Anual Lei de Diretrizes Orçamentárias Plano Plurianual

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA FAPEG N 11/2012 ACORDO CAPES/FAPEG. Apoio a Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu

CHAMADA PÚBLICA FAPEG N 11/2012 ACORDO CAPES/FAPEG. Apoio a Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu CHAMADA PÚBLICA FAPEG N 11/2012 ACORDO CAPES/FAPEG Apoio a Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás FAPEG, conforme decisão de seu Conselho Superior,

Leia mais

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA Profa. Ms. Rose Romano Caveiro CONCEITO E DEFINIÇÃO É um conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para formular e resolver problemas

Leia mais

Metodologia Científica e Tecnológica

Metodologia Científica e Tecnológica Metodologia Científica e Tecnológica Módulo 5 Tecnologia Prof. Carlos Fernando Jung carlosfernandojung@gmail.com http://lattes.cnpq.br/9620345505433832 Edição 2009 Material para Fins Didáticos Distribuição

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇÃO DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 8ª REGIÃO O INTERCÂMBIO DE CURSOS ENTRE O TRT8 E O INTERLEGIS RODOPIANO NETO Assessor de Planejamento e Gestão OBJETIVOS 1. Orientar

Leia mais

I - Você e a DBA. II - Construir relacionamentos

I - Você e a DBA. II - Construir relacionamentos O código de ética DBA representa a necessidade de reforço aos valores e à cultura da empresa através da ética. Assim, é fundado nos valores essenciais da corporação e pode ser definido pelas normas padrões

Leia mais

Modelo de Gestão Estratégica para Resultados da SEFAZ

Modelo de Gestão Estratégica para Resultados da SEFAZ Modelo Estratégica para Resultados da SEFAZ Treinamento Gestores Conhecendo nosso Modelo Maio 2015 Modelo Estratégico para Resultados Assuntos previstos para esta oficina... Aprofundar no conceito de Gestão

Leia mais

Plano Editorial Julho 2006

Plano Editorial Julho 2006 Plano Editorial Julho 2006 Missão Uma agência que noticia processos ocorridos no espaço público político (governo, Estado e cidadania), com foco nos interesses do cidadão brasileiro. Público-Alvo Cidadãos

Leia mais

Proposta de atividade para a disciplina Cálculo Diferencial e Integral com uso software Winplot

Proposta de atividade para a disciplina Cálculo Diferencial e Integral com uso software Winplot Proposta de atividade para a disciplina Cálculo Diferencial e Integral com uso software Winplot para os conteúdos: gráficos de equações e área de uma região em coordenadas polares Egídio Rodrigues Martins

Leia mais

QUADRO DE EQUIVALENTES, CONTIDAS E SUBSTITUTAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO

QUADRO DE EQUIVALENTES, CONTIDAS E SUBSTITUTAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO 28380 Antropologia Teológica A 1 34 28380 Antropologia Teológica A 1 34 A partir de conceitos teológicos, estimula o aluno a problematizar e analisar, criticamente, Equivalente Estuda a cultura humana,

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR SIMPLIFICADA

MATRIZ CURRICULAR SIMPLIFICADA MATRIZ CURRICULAR SIMPLIFICADA MPEC 001- AVALIAÇÃO: PROCESSOS E CRITÉRIOS Ementa: Significado da avaliação. Modelos, critérios e tipos. O processo de ensino e aprendizagem e os valores qualitativos. Avaliação:

Leia mais

3 Administração de Materiais

3 Administração de Materiais 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

1) Nome do Projeto Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos do Município de Vitória

1) Nome do Projeto Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos do Município de Vitória 1) Nome do Projeto Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos do Município de Vitória 2) Caracterização da Situação Anterior O Plano de Cargos e Carreira é um estímulo para o servidor. O último plano de Cargos,

Leia mais

OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS

OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS Mais informações: Site PIBID: http://www.pibid.ufrn.br/ Site LEM/UFRN: http://www.ccet.ufrn.br/matematica/lemufrn/index.html E-mail do LEM/UFRN: lem2009ufrn@yahoo.com.br

Leia mais

Adriana Oliveira Bernardes 1, Adriana Ferreira de Souza 2

Adriana Oliveira Bernardes 1, Adriana Ferreira de Souza 2 RECURSOS DIDÁTICOS PARA O ENSINO DE FÍSICA PARA DEFICIENTES AUDITIVOS COM CONTEÚDOS DO CURRÍCULO MÍNIMO ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO DO 2 O ANO DO ENSINO MÉDIO Adriana Oliveira Bernardes 1, Adriana Ferreira

Leia mais

BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO. Palavras chaves:educação Matemática,Tecnologia, ensino-aprendizagem

BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO. Palavras chaves:educação Matemática,Tecnologia, ensino-aprendizagem Desenvolvendo o Pensamento Matemático em Diversos Espaços Educativos 27 a 29 de Novembro UEPB Campina Grande, Paraíba. 2014 BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO Tecnologias da Informação e Comunicação e Educação

Leia mais

Responsável pelo projeto: Gustavo Adolpho Castilho Freire - Assessor E-mail: gustavo@ibge.gov.br

Responsável pelo projeto: Gustavo Adolpho Castilho Freire - Assessor E-mail: gustavo@ibge.gov.br 1 Experiência: Sistema de Suprimento de Fundos Instituição: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Coordenação de Orçamento e Finanças Coordenador: Reinaldo Silva Pereira E-mail:

Leia mais

NOTAS SOBRE COSMOLOGIA E GESTÃO DO CONHECIMENTO

NOTAS SOBRE COSMOLOGIA E GESTÃO DO CONHECIMENTO NOTAS SOBRE COSMOLOGIA E GESTÃO DO CONHECIMENTO SANJAY VASHIIST ALUNO DO CURSO DE FILOSOFIA DA UFJF. W.W.W.SANJAYMX@YAHOO.COM.MX O esforço de compreender o cosmo tem sido uma das inquietações inerentes

Leia mais

Regulamento do Projeto Experimental em Artes Visuais 2014 Instituto de Artes da UNICAMP (Licenciatura e Bacharelado)

Regulamento do Projeto Experimental em Artes Visuais 2014 Instituto de Artes da UNICAMP (Licenciatura e Bacharelado) Regulamento do Projeto Experimental em Artes Visuais 2014 Instituto de Artes da UNICAMP (Licenciatura e Bacharelado) 1. O que é o Projeto Experimental em Artes Visuais 1.1.Caracterização Para integralizar

Leia mais

RECURSOS HUMANOS COMO FATOR DE EFICÁCIA ORGANIZACIONAL

RECURSOS HUMANOS COMO FATOR DE EFICÁCIA ORGANIZACIONAL RECURSOS HUMANOS COMO FATOR DE EFICÁCIA ORGANIZACIONAL Por quê o lado humano dos negócios está emergindo como uma indispensável vantagem competitiva? Era Industrial Taylor e Fayol Era do Conhecimento Tecnologia

Leia mais

Atualização do Curso Técnico em Informática para Internet, eixo tecnológico Informação e Comunicação na forma integrada ao Ensino Médio

Atualização do Curso Técnico em Informática para Internet, eixo tecnológico Informação e Comunicação na forma integrada ao Ensino Médio ESTADO DE SANTA CATARINA Secretaria de Estado da Educação Diretoria de Educação Básica e Profissional Gerência de Ensino Médio Atualização do Curso Técnico em Informática para Internet, eixo tecnológico

Leia mais

Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004

Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004 Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004 Por Zilda Knoploch, presidente da Enfoque Pesquisa de Marketing Este material foi elaborado pela Enfoque Pesquisa de Marketing, empresa

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Agricultura Familiar; Sustentabilidade; Contextualização; Conhecimento Químico.

PALAVRAS-CHAVE Agricultura Familiar; Sustentabilidade; Contextualização; Conhecimento Químico. 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO (X ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA CONTRIBUIÇÕES

Leia mais

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com:

As pesquisas podem ser agrupadas de acordo com diferentes critérios e nomenclaturas. Por exemplo, elas podem ser classificadas de acordo com: 1 Metodologia da Pesquisa Científica Aula 4: Tipos de pesquisa Podemos classificar os vários tipos de pesquisa em função das diferentes maneiras pelo qual interpretamos os resultados alcançados. Essa diversidade

Leia mais

1. Os métodos Não-Paramétricos podem ser aplicados a uma ampla diversidade de situações, porque não exigem populações distribuídas normalmente.

1. Os métodos Não-Paramétricos podem ser aplicados a uma ampla diversidade de situações, porque não exigem populações distribuídas normalmente. TESTES NÃO - PARAMÉTRICOS As técnicas da Estatística Não-Paramétrica são, particularmente, adaptáveis aos dados das ciências do comportamento. A aplicação dessas técnicas não exige suposições quanto à

Leia mais

@FabioCipriani Social Media Brasil 2011 04 de junho de 2011

@FabioCipriani Social Media Brasil 2011 04 de junho de 2011 Mídias Sociais nas Empresas @FabioCipriani Social Media Brasil 2011 04 de junho de 2011 Midias_Sociais_Cafe_Aberje.ppt Foto de Gabriel Guimarães 22 http://www.flickr.com/photos/gabrielfgo/3919726379-2

Leia mais

Reconhecimento de Padrões. Reconhecimento de Padrões

Reconhecimento de Padrões. Reconhecimento de Padrões Reconhecimento de Padrões 0.9 0.8 0.7 0.6 0.5 0.4 0.3 0.2 0.1 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 Escola Superior de Tecnologia Engenharia Informática Reconhecimento de Padrões Prof. João Ascenso e Prof.

Leia mais

PROPOSTA PARA MINIMIZAÇÃO DA EVASÃO ESCOLAR COM O USO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

PROPOSTA PARA MINIMIZAÇÃO DA EVASÃO ESCOLAR COM O USO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 1 PROPOSTA PARA MINIMIZAÇÃO DA EVASÃO ESCOLAR COM O USO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA São Paulo SP 04/2012 Categoria: C - Métodos e Tecnologias Setor Educacional: 3 Educação Universitária Natureza do Trabalho:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 1 Prezado(a) Aluno(a): Estas normas foram elaboradas com o objetivo de fornecer subsídios

Leia mais

TEIA TEIA DO DO SABER SABER

TEIA TEIA DO DO SABER SABER TEIA TEIA DO DO SABER SABER 2005 Fundação de Apoio às Ciências: Humanas, Exatas e Naturais GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO - REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO

Leia mais

PLANO DE GERÊNCIAMENTO DE RISCOS

PLANO DE GERÊNCIAMENTO DE RISCOS 1 PLANO DE GERÊNCIAMENTO DE RISCOS Versão 1.1 Rua Pedro Ribeiro, 85 - Matriz, Vitória de Santo Antão - PE, 55612-275 Pernambuco Brasil (81) 3523-0012 www.qualistec.com.br suporte@qualistec.com.br 2 Histórico

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina (Reconhecida pelo Decreto Federal n. 69.324 de 07/10/71)

Universidade Estadual de Londrina (Reconhecida pelo Decreto Federal n. 69.324 de 07/10/71) DELIBERAÇÃO Câmara de Pós-Graduação Nº 22/2013 Reestrutura o Programa de Pós-Graduação em Geografia (Mestrado e Doutorado). CONSIDERANDO a solicitação da Comissão Coordenadora do Programa, conforme processo

Leia mais