FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA"

Transcrição

1 1 FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA FATORES MOTIVACIONAIS PARA A ADERÊNCIA E PERMANÊNCIA DOS INDIVÍDUOS PARA PRÁTICAR NATAÇÃO CARLOS UILIAN BARBOSA GOMES PORTO VELHO 2009

2 2 CARLOS UILIAN BARBOSA GOMES FATORES MOTIVACIONAIS PARA A ADERÊNCIA E PERMANÊNCIA DOS INDIVÍDUOS PARA PRÁTICAR NATAÇÃO Monografia de Graduação apresentada ao Departamento de Educação Física, Núcleo de Saúde da Universidade Federal de Rondônia (RO), como requisito para obtenção do título de Licenciado em Educação Física, sob a orientação da Professora MS. Angeliete Garcez Militão. PORTO VELHO 2009

3 3 BANCA EXAMINADORA Profª. MS. Angeliete Garcez Militão - Orientadora Julgamento Assinatura Professor Julgamento Assinatura Professor Julgamento Assinatura Data da Defesa: / /

4 4 DETICATÓRIA Dedico este trabalho a minha família e a todos que colaboraram para mais essa conquista em minha vida.

5 5 AGRADECIMENTOS Agradeço principalmente a Deus, aos meus pais Oneide e Carlinhos, aos familiares e amigos. Todos os professores e amigos de curso pela caminhada vitoriosa. Aos clubes, professores e alunos que ajudaram na realização da pesquisa, pela recepção e cordialidade. A Professora Mestre Angeliete Garcez Militão, pela compreensão e paciência para a realização desse trabalho

6 6 SUMÀRIO Resumo Introdução Formulações do Problema Justificativa Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Revisão da Literatura Exercícios Físicos e Motivação Fatores que Influenciam a Motivação na Prática da Natação Natação Natação do Brasil Metodologia Características da Pesquisa Amostra Instrumentos de Pesquisa Aspectos Operacionais Análises de Dados Análises e Discussões dos Resultados Os principais motivos que levam os alunos a praticar natação Os principais motivos para permanecer nas aulas de natação Conclusão Referências Anexos... 28

7 7 RESUMO FATORES MOTIVACIONAIS PARA A ADERÊNCIA E PERMANÊNCIA DOS INDIVÍDUOS PARA PRÁTICAR NATAÇÃO Autor: Carlos Uilian Barbosa Gomes Orientadora: Professora MS. Angeliete Garcez Militão As escolas de natação têm um publico bem amplo, com indivíduos de várias idades e que procuram a natação por motivos diferentes. Nesse sentido a presente pesquisa teve como objetivo verificar os motivos que levam os indivíduos a ingressarem e permanecerem praticando natação. Para isso foi aplicado o questionário de adesão a pratica de natação (IDABRAN) em 150 alunos matriculados em três escolas de natação do município de Porto Velho. Os resultados mostraram os motivos para iniciar e permanecer num programa de natação em todas as faixas etárias de uma forma geral foram para aprender a nadar e por indicação médica e que permanecem praticando para evitar problemas de saúde. Palavras chaves: Natação, motivação, saúde

8 8 1- INTRODUÇÃO 1.1 Formulações do Problema A prática de atividade física sistemática é uma ferramenta essencial para a promoção da saúde, porque ela inibe o surgimento e o desenvolvimento de fatores de risco que predispõem ao aparecimento de disfunções crônico-degenerativas. Entre as atividades físicas a natação de acordo com Lima (1999, p. 15) é uma das mais recomendadas, pois todos os indivíduos podem praticar, com mínimas restrições, desde o nascimento até o fim da vida. A natação coloca em movimento todos os principais músculos do corpo e conseqüentemente, proporciona um efeito total de condicionamento. Entre os diversos efeitos positivos que a atividade regular da natação traz para um praticante, pode-se destacar o aumento da capacidade respiratória, com conseqüente aumento da resistência (fôlego), prevenindo e atuando em problemas de asma e bronquite; uma maior eficiência na correção e manutenção da postura, visto que na posição horizontal a coluna está praticamente isenta da ação da gravidade; diminui a freqüência cardíaca basal (de repouso); atua no sistema nervoso, como um elemento auto-relaxante; contribui no desenvolvimento psicológico e social, combate o estresse e a obesidade; e auxilia na coordenação fina e coordenação global. A literatura tem destacado os efeitos positivos da natação para a saúde dos indivíduos que a praticam, mas será esse o motivo para a adesão e permanência dos indivíduos a um programa de natação? Motivos e barreiras que levam a prática de educação física vêm sendo estudado pela comunidade cientifica. Neste sentido Vieira e Ferreira (2004) investigaram 289 indivíduos com faixa etária superior a 15, que praticavam exercícios na pista do estádio do Maracanã no Rio de Janeiro e concluíram que 72% dos entrevistados tiveram como motivo para começar a participar de programa de exercícios físicos fatores relacionados à saúde. Santos e Barcelos (2000) pesquisaram os motivos da aderência de atletas de uma equipe de handebol com idade média de 18 e concluíram que 41% das entrevistadas iniciaram a prática do esporte por influência de amigos, 24% por

9 9 lazer, 23% por curiosidade e 12% por influência da mídia. Resente et al ( 1999 ) corrobora com o referido resultado citando os estudos de (Telama, 1998; Sallis, 2000) que indicam que o apoio e incentivo de amigos e familiares influenciam a adesão de crianças e adolescentes a programas de exercícios físicos. A estética, competição e o lazer são também motivos indicados pela literatura afirma Resente et al (1999 ). Como se pode observar existe diversos fatores que podem motivar a aderência a um programa de exercícios físicos, mas poucos estudos têm sido feito na área especifica da natação assim como também quase não existe trabalho para verificar porque os indivíduos permanecem praticando essa modalidade. Diante do acima exposto está pesquisa procura responder a seguinte pergunta: Quais os fatores que motivam a aderência e permanência dos indivíduos para a prática de natação? 1.2 Justificativa Programas relacionados à educação e promoção da saúde, nas perspectivas da prevenção de doenças hipocinéticas, na redução da capacidade funcional, têm-se tornado foco crescente de investimento e de intervenções de políticas públicas. Entende-se promoção da saúde como combinação de estratégias de assistência educacional e ambiental que encorajam comportamentos ou ações, individuais ou coletivas, as quais conduzem à saúde da população. Entre as estratégias de promoção da saúde a prática sistemática em programas de exercícios físicos tem sido apontada pela comunidade cientifica, como um meio de prevenir vários tipos de doenças crônicas incluindo doenças coronarianas, hipertensão arterial, diabetes do tipo 2, osteoporose, câncer do cólon, ansiedade, e depressão. Além disso, estudos epidemiológicos e experimentais já demonstraram que a atividade física tem efeitos benéficos no metabolismo de lipídios, na pressão arterial, composição corporal, intolerância à glicose, sensibilidade à insulina, densidade óssea, e funções imunológicas e psicológicas. Apesar dos estudos mostrarem a importância das atividades físicas para a saúde, a maioria da população ainda tem um estilo de vida sedentário. É

10 10 necessário motivar a população a aderir um programa de exercícios físico. A maneira como o indivíduo obtém motivação é influenciada por uma variedade de fatores. De acordo com Cratty (1984) o estudo dos motivos implica no exame das razões pelas quais se escolhe fazer algo ou executar algumas tarefas com maior empenho do que outras ou, ainda, persistir numa atividade por longo período de tempo. Neste sentido torna-se de essencial importância verificar os motivos que levam os indivíduos a aderirem e permanecerem a um programa de natação, uma vez que se observa um grande número de desistência dos alunos de natação O resultado da presente pesquisa servirá de subsídios aos profissionais de educação física para criarem ou mudarem programas de natação no sentido de motivarem a população de uma forma geral a aderirem a esta prática, deixando um estilo de vida sedentário para aderir um estilo de vida ativo. 1.3 Objetivos Objetivo Geral Analisar os fatores motivacionais para a aderência e permanência dos indivíduos para a prática de natação nas escolinhas de Porto Velho Objetivos Específicos Verificar os motivos que os alunos tiveram para iniciar a prática da natação Identificar os motivos que levam os alunos a permanecerem praticando natação Comparar por faixa etária os motivos para iniciar e permanecer num programa de natação.

11 REVISÃO DA LITERATURA 2.1 Exercícios Físicos e Motivação Carpersen et al,1985 coloca que exercício físico é toda atividade física planejada, estruturada e repetitiva que tem por objetivo a melhoria e manutenção de um ou mais componentes da aptidão física. Mendes (2009) afirma que os exercícios físicos mantêm ou aumenta a aptidão física em geral e tem o objetivo de alcançar a saúde e também a recreação. A razão da prática de exercícios para esse autor inclui: o reforço da musculatura e do sistema cardiovascular; o aperfeiçoamento das habilidades atléticas; a perda de peso e/ou a manutenção de alguma parte do corpo. Para muitos médicos e especialistas, exercícios físicos realizados de forma regular ou frequente estimulam o sistema imunológico, ajudam a prevenir doenças (como cardiopatia, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2,) moderam o colesterol, ajudam a prevenir a obesidade, Além disso, melhoram a saúde mental e ajudam a prevenir a depressão.todo exercício físico deve ser sempre realizado sob a orientação de um profissional ou centro esportivo qualificado, pois a prática de esportes somente nos permite atingir os objetivos esperados quando é devidamente orientada. O crescente envolvimento dos indivíduos de todas as idades e todos os sexos na pratica dos exercícios físicos é notória. No entanto está proporção ainda é baixa em relação aos não praticantes, fato que torna necessário conhecer as razões pelas as quais os indivíduos selecionam determinadas atividades, nelas persistem e se lhes entregam com uma data intensidade (SERPA, 1991 p 101). Bifano, Virtuoso Junior, (2008) coloca que optar pela atividade física e definir a freqüência apropriada para que tal prática seja exercida dependerá, basicamente, das características do indivíduo para o qual está sendo indicado e das motivações. De acordo com Samulski (1995), motivação caracteriza-se como um processo ativo, intencional e dirigido a uma meta, o qual depende da interação entre fatores pessoais (intrínsecos) e ambientais (extrínsecos). Já Singer (1997) coloca que motivação é a insistência em caminhar em direção a um objetivo.

12 12 Afirmando que em certas ocasiões, nosso incentivo principal, pode ser o alcance de uma recompensa e em outras ocasiões esse incentivo pode tomar a forma de um impulso interno para o sucesso, para a aprovação de terceiros ou para a autorealização. O processo motivacional também é uma função dinamizadora da aprendizagem, e os motivos irão canalizar as informações percebidas na direção do comportamento (TRESCA, DE ROSE JR, 2000). Na proposta de ATKINSON (2002), a motivação dirige o comportamento para um determinado incentivo que produz prazer ou alivia um estado desagradável. Segundo MURRAY (1973), o motivo se distingue de outros fatores como a experiência passada da pessoa, as suas capacidades físicas ou a situação ambiente onde se encontra, e que também podem contribuir na sua motivação. PAIM (2001) relata que na relação ensinoaprendizagem, em qualquer ambiente, conteúdo ou momento, a motivação constitui-se como um dos elementos centrais para a sua execução bem-sucedida. Especificamente estudar motivação implica em examinar as razões pelas quais se escolhe fazer algo ou executar tarefas com maior desempenho do que as outras, ou ainda, persistir em uma atividade por um longo período de tempo. Atualmente somos cercados por uma gana de valores, situações e motivos que a qualquer momento pode levar-nos a uma ação ou reduzir-nos a uma imobilidade total. Intensifica-se assim, a idéia na qual há uma extrema dificuldade em mensurar a motivação de uma maneira precisa, porque a mesma é influenciada, pelo fato de que verbalização, humor, sentimentos são inconstantes no ser humano (MACHADO, 1997). Estudo realizado por Botti e Vieira (2004) com atletas de ginástica rítmica desportiva identificou que a maioria iniciou essa prática por influência de amigas. Já os estudos de Costa (1999) com indivíduos praticantes de natação com idade entre 16 e 60 o principal motivo foi em conservar e preservar a saúde, estética corporal e o lazer. Por sua vez o estudo de Scalon (1998) ao investigar 119 crianças, entre 9 e 12 de idade, constatou que elas praticavam exercícios físicos por gostar de estar alegre e se divertir, gostar de melhorar suas habilidades, gostar de encontrar novos amigos e gostar de esporte em equipes.

13 Fatores que Influenciam a Motivação na Prática da Natação De acordo com Machado (1997) A natação faz parte no hall das atividades mais praticadas e a procura por essa atividade depende de fatores tais como: Ambiente - O clube, as escolas de natação devem ser locais atrativos, de fácil acesso, proporcionando o aluno o prazer em estar presente no local, mesmo fora do horário das aulas; Professor - Tem um papel primordial, além de educar ele é um motivador da prática ao qual se destina a ensinar, pois aprender é motivar e, é preciso motivação para aprender. O mesmo tem que saber que o ser humano ao qual ele ensina, corresponde a um complexo labirinto de tendências, desejos e objetivos que têm que adequar ou modificar, para que haja sucesso durante a prática. Por ser tratar de um esporte cíclico a natação tornam-se alguns momentos um esporte monótono e maçante, assim cabe ao professor usufruir artifícios motivadores para intensificar a prática dos alunos na natação e a permanência do mesmo nas aulas. O sucesso ou o insucesso, a procura ou a desistência são fatores que dependem principais da ação do professor nas aulas. Material Utilizado - Todo o material que se usa ainda será pouco para motivar, não apenas o aluno, mas também os pais. Assim quadros, figuras, cartazes, músicas, desenhos, pranchas, uniformes, toucas, reuniões festas, passeios, competições e prêmios, tudo para estimular os alunos alimentando assim a sua motivação inicial. Aulas - Devem ser divertidas, não massacrantes, obedecendo à faixa etária, nível de maturação, fases do ser humano, enfim, o professor deve respeitar a individualidade biológica dos alunos e usando de sua experiência para adequar as fases citadas com exercícios e aulas motivadoras. Influência dos Pais - Exercem papel primordial na motivação dos filhos em qualquer prática desportiva. Nesse papel, a importância dos mesmos pode

14 14 influenciar positivamente ou negativamente o desempenho dos filhos. Muitos dos pais tiveram uma prática desportiva quando jovens e, às vezes obtiveram algum tipo de resultado expressivo ou não (foram campeões estaduais, municipais), ou praticaram a atividade por muito tempo, mas sem sucesso (atleta frustrado) e vêem nos filhos o sucesso e a glória que os mesmos não obtiveram enquanto praticantes, não respeitando ou desconhecendo a vontade dos filhos (se querem praticar ou não a referida atividade). Porém existem os pais supermotivadores que acompanham os filhos,torcem,incentivam, mas sem a cobrança sobre resultados, insucessos ou erros. Influência dos Amigos - A amizade, a socialibização, a interação e integração são valências essenciais na prática de qualquer esporte, proporcionam aos praticantes novas experiências, vivencias tomadas as decisões, princípios, respeito e dignidade. E são propulsores para o aumento da motivação, da auto-estima e da permanência da atividade. Saúde - A natação é um dos esportes mais salutares que existem, sem contra-indicações, por se trata de um esporte de nenhum impacto para as articulações e membros, em um meio extremamente favorável a sua prática (água), ao qual vivemos desde o nascimento, por ser indicado contra algumas doenças respiratórias, (devido ao fato de ser trabalho intensificado com o sistema cardio-respiratório). Competição - Serve como uma excelência fonte de motivação no esporte, levando o aluno a conhecer resultados, o desejo de ganhar, a vivência do ganhar e perder, a busca por resultados expressivos Natação A natação vem se firmando cada vez mais em nossa sociedade. É um dos esportes mais primitivos. Através deste o homem se divertia, e em muitas vezes o ajudava na caça ou até mesmo na sua sobrevivência. É um esporte praticado desde a Grécia antiga (a. c), e esta prática fazia parte da educação romana. Na Grécia e Roma antigas, a natação fazia parte do treinamento dos soldados e da educação do povo, como mencionado

15 15 anteriormente. Uma lei da Grécia considerava um cidadão educado quando ele, além de saber ler, também sabia nadar. Foi na primeira metade do século XIX que a natação começou a progredir como desporto. Criaram-se regras a partir daí puderam-se organizar competições. A primeira competição que se tem notícia do mundo foi realizada no Japão, em 1810, mas não há registros dos ganhadores. (MANUAL DE ESPORTES NATAÇÃO; PREFEITURA DO RIO p.8) As primeiras provas foram realizadas em Londres, em 1837, quando Lord Byron nadou em público, e se um lorde podia nadar em público, todos então poderiam. A partir daí, várias competições foram organizadas sequëntemente. Em 1839, já existiam seis piscinas em Londres, onde se sediaram várias provas. Em 1844, Alguns nadadores norte americ atuaram em Londres, vencendo todas as provas. Em 1869, na Inglaterra, fundou-se a Associação de Natação Amadora. Assim, as competições ganharam regras iguais em todo o planeta. Foi possível, então, registrar, em 1871, a primeira Recorde Mundial. O dono deste feito foi o inglês Winston Cole, que nadou 100 jardas (cerca de 90 metros) livres em (MANUAL DE ESPORTES NATAÇÃO; PREFEITURA DO RIO p.8) As provas, na maioria das vezes nessa época, eram realizadas em rios, praias e lagos. Em 1875 o capitão inglês Matthew Web realizou a travessia do Canal da Mancha de 33 km em aproximadamente 22 horas, e que tornou um marco da natação. A natação incluída nos jogos Olímpicos da Era Moderna em 1896, em Atenas. Nessa Olimpíada, todas as provas foram disputadas em mar aberto, pois não havia piscina para a competição. Disputaram essa competição, somente atletas homens, nas distâncias de 100, 500 e 1200m livre. O estilo mais empregado até então era uma braçada de peito, executada de lado. Mais tarde passou-se a usar um estilo que foi chamado de single overam stroke ou braçada lateral inglesa, que passou a levar um dos braços à frente sobre a superfície para diminuir a resistência. O surfe de barriga apresenta uma alternativa possível sobre a origem do crawl. O surfista usa braçadas rápidas e alternadas com o braço emerso, para alcançar a crista da onda que está se formando rapidamente. A idéia da batida de pernas e dos braços emersos alternados, veio das ilhas dos Mares do Sul. Os pioneiros australi foram rápidos em perceber essas alternativas e as

16 16 combinaram de uma forma completamente nova de natação. (CECIL COLWIN, 2000) O inglês Jonh Trudgen, com sua técnica incomum, na época, também contribuiu para a evolução da braçada básica do crawl, apesar de apresentar grande dificuldade de coordenação, pois, ele utilizava a pernada de peito a cada duas braçadas, dificultando a continuidade dos movimentos de braços. A evolução das braçadas do crawl parece ter começado no mar, onde as pessoas habitualmente nadavam e no qual existe maior flutuabilidade. Na Era Moderna, o crawl começou a desenvolver-se pela influência de Alick Wickham, um nativo das ilhas Salomão britânicas, que migrou para a Austrália em A natação competitiva contemporânea é praticada em quatro estilos: crawl, costas, peito e golfinho. O crawl foi consagrado pelas vitórias dos japoneses nos Jogos Olímpicos de 1832 em Los Angeles. No nado costa, o nadador desliza com as costas voltadas para o fundo da piscina, movimentando os braços e pernas como no crawl. Em Estocolmo, 1912, o norte-americano Harry Habner venceu sem dificuldades os 100 m livre, e 4 X 100 livre. Em 1952, foi separado o nado peito borboleta (do que chamamos de golfinho ou borboleta, hoje) do peito, pela FINA, que determinou provas isoladas para cada estilo. A natação competitiva contemporânea fixou esses quatros estilos, criou regras para cada um, organizaram-se campeonatos e torneios, sendo o mais importante os Jogos Olímpicos de quatro, visando com isso testar a capacidade de adaptativa do homem e a sua superação. A natação, no âmbito mundial, é controlada pela FINA, fundada em 1908, que dirige também o pólo aquático, os saltos ornamentais e o nado sincronizado. (MASSAUD, 2004) Natação no Brasil A natação foi introduzida no Brasil, oficialmente, no dia 31 de julho de 1897, quando os clubes Botafogo, Gragoatá, Icaraí e o Flamengo fundaram, no Rio de Janeiro, a União de Regatas e Federação Brasileira das Sociedades de Remo. Em 19898, o clube de Natação e Regatas promoveu o primeiro campeonato

17 17 brasileiro. O percurso escolhido foi de aproximadamente 1500 metros, entre a fortaleza Villegaignon até a praia de Santa Luzia. Essa prova repetiu-se ate Em 1913 as provas (chamadas de concursos aquáticos), são organizadas pela Federação Brasileira das Sociedades de Remo e realizadas na enseada de Botafogo, Rio de Janeiro Abraão Saliture foi o campeão dos 1500 metros para estreantes, 600 metros seniores e 200 metros juniores. As primeiras piscinas para competições no Brasil são construídas em 1919, pelo Fluminense futebol Clube, Rio de Janeiro, e 1923 São Paulo pela Associação Atlética São Paulo. Antes disso os cariocas nadavam na enseada de Botafogo e os paulistas, no rio Tietê. Os principais nomes da natação brasileira são de Maria Lenker que em 1939, foi recordista mundial nos 200 metros e 400 metros nado peito, na Olimpíada de Helsinki em Ricardo Prado nos jogos Olímpicos de Los Angeles,em 1984,entrou para a história ao conquistar o segundo lugar nos 400 metros medley, tornado um dos percussores da geração de prata da natação brasileira. Outro nome importante é o de Gustavo Borges, foi o primeiro a conquistar três medalhas em olimpíadas. Além de Fernando Scherer, que conquistou bronze nos 50 metros livres em Atlanta Atualmente o grande nome é César Cielo recordista mundial da provas dos 100 metros livres e campeão olímpico dos 50 metros em Pequin METODOLOGIA 3.1. Caracterização da pesquisa Este estudo caracterizou-se com descritivo segundo Rudio (2001), a pesquisa é descritiva quando busca conhecer o fenômeno analisá-lo, interpretá-lo e descrevê-lo sem interferir na sua realidade. 3.2 Amostra Participaram do estudo 151 indivíduos (88 homens e 62 mulheres), com idade entre 7 e 61, matriculados em três escolas de natação do município de

18 18 Porto Velho - RO. Foi utilizada uma amostragem não probabilística por conveniência. Antes da coleta de dados todos os voluntários assinaram um termo de consentimento pós-informado, conforme resolução do Conselho Nacional de Saúde (196/ 96) Instrumentos de pesquisa Para identificar os principais motivos que levam os indivíduos a iniciar e permanecer praticando natação, foi utilizado o questionário de adesão a pratica de natação (IDABRAN) já existente na literatura validado por Alves et al ( 2007). O questionário é composto por perguntas objetivas com a finalidade de identificar as características do grupo investigado, além de uma pergunta para identificar os motivos que influenciaram os indivíduos a iniciar a prática da natação. Nesta pergunta, o informante tinha 16 opções de motivos para assinalar, sendo permitido indicar, por ordem de importância, no máximo três motivos. Outros motivos podiam ser acrescentados, caso não estivessem contemplados nas opções listadas. Para avaliar os motivos alegados pelo grupo para permanecer praticando natação foi usado uma escala de opinião do mesmo autor citado acima, composta de 40 itens agrupados em 17 categorias. Cada informante foi orientado a ler cada frase e assinalar a opção que melhor representava o grau de importância do item para ele permanecer praticando natação, a saber: a) não importante; b) mais ou menos importante; c) muito importante. Um escore foi definido como a média de pontos de cada categoria, de acordo com a seguinte escala de valores: 0 (zero) quando o informante indicou que o motivo era nada importante ; 1 ponto quando o motivo foi considerado mais ou menos importante ; e 2 pontos para muito importante. 3.4 Aspectos Operacionais O pesquisador entrou em contato com os professores das escolas de natação, entregou uma carta de apresentação e explicou o objetivo da pesquisa.

19 19 Em seguida compareceu em todos os horários de aulas e se apresentou para os alunos e fez o convite para que participassem da pesquisa respondendo ao questionário. 3.5 Análises dos Dados A apresentação dos dados foi demonstrada, através de gráficos e tabelas de freqüência e a analise foi feita através da estatística descritiva. 4- ANÁLISES E DISCUSSÕES DOS RESULTADOS Apresentam-se nesse capítulo os resultados da investigação, assim como sua análise para a resposta à pergunta: Quais os fatores que motivam a aderência e permanência dos indivíduos para a prática de natação? Para tanto, recorreu-se a 150 alunos matriculados em três escolas de natação do município de Porto Velho. A figura 1 ilustra a faixa etária dos alunos pesquisados e o gênero. Figura 1 Faixa etária dos alunos que praticam natação 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% Geral Feminino masculino 0% < 45 Observa-se através da figura 1 que até os 19 a maior procura pela natação é pelos alunos do sexo masculino a partir dessa idade a procura passa a

20 20 ser maior pelos alunos do sexo feminino. Nota-se também que 71% dos alunos pesquisados estão na faixa dos 7 a 19, sendo que 44% estão na faixa dos 7 a 12, já os alunos com mais de 45 são apenas 5%. Esses resultados confirmam o que a literatura vem mostrando que existe uma grande desistência na prática da natação, apesar da natação ser uma das atividades físicas que as pessoas podem praticar, com mínimas restrições, desde o nascimento até o fim da vida. (Lima, p.15). No entanto o que ocorre é o desaparecimento dos alunos das escolas à medida que aumentam de idade. Lima (2000) coloca que esse desaparecimento pode estar ligado a ausência de criatividade do professor nas estratégias desenvolvidas. 4.1 Os principais motivos que levam os alunos a praticar natação. Os indivíduos pesquisados listaram três motivos por ordem de interesse que os levaram a praticar natação. As figuras 2, 3 e 4 retratam esse motivos. Figura 2- Primeiro motivo que levou os alunos a praticar natação 40% 35% 30% 25% 20% 15% Aprender a nadar Pais decidiram Médico indicou Atividades Aquaticas Ser Atleta 10% Estetica 5% 0% > 45 Perto de Casa Cond.Físico

21 21 Entre todas as faixas etárias como se observa no gráfico acima, a indicação médica foi citada como principal motivo para freqüentar as aulas de natação. No entanto, nas faixas etárias mais novas (07 a 19 ) e na mais velha (> de 45 ) foi a mais citada entre os pesquisados. Esse resultado confirma com a literatura que vem considerando a natação uma das atividades físicas mais completas que existem, e a mais indicada por médicos para pessoas de todas as idades, principalmente crianças e idosos. A natação é recomendada pelos vários benefícios principalmente físicos que traz aos praticantes regulares, e preferidas por aqueles que encontram no meio aquático o melhor ambiente para relaxar e cuidar da saúde integral. Aprender a nadar foi o motivo mais citado em disparada nas faixas etárias dos 20 a 30 e 31 a 45. Esse resultado mostra que os indivíduos que não tiveram a oportunidade de aprender a nadar enquanto crianças estão procurando as academias com esse objetivo. É importante ressaltar que esse motivo foi o segundo mais citado na faixa dos 7 a 12 junto com os pais decidiram, ou seja, a influência de um fator extrínseco (pais) sobre intrínseco (desejo do aluno de aprender a nadar), já na idade dos 20 a 45 o fator motivacional maior foi intrínseco o desejo, a vontade de aprender a nadar. Figura 3- Segundo motivo que levou os alunos a praticar natação 50% 40% Aprender a Nadar 30% Pais Decidiram Médico Indicou 20% Atividades Áquaticas Ser Atleta 10% Estética Pero de Casa 0% > 45 Cond.Físico

22 22 O segundo motivo mais procurado das faixas etárias de 07 a 30 foi aprender a nadar e dos 31 a 45 foi indicação médica. Já acima de 45 o motivo foi melhorar o condicionamento físico. O que mostra uma preocupação dos mais velhos em praticar a natação por motivos de saúde e bate com o primeiro motivo que foi recomendação médica. Com o passar dos os indivíduos vão perdendo o condicionamento físico devido às alterações fisiológicas e isso implica em redução do volume muscular com conseqüente redução da força, além de diminuição da resistência aeróbica e a natação é um exercício bastante eficaz, pois colocam em jogo todos os principais músculos do corpo e, conseqüentemente, proporciona um efeito total de condicionamento, maior do que muitos outros esportes. Figura 3- Terceiro motivo que levou os alunos a praticar natação 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% Aprender a Nadar Pais Decidiram Médico Aconselhou Atividades Áquaticas Ser Atleta Éstetica Perto de Casa 0% > 45 Cond.Físico O fator motivacional mais citado para adesão da natação nas faixas etárias: dos 7 a 12 foi indicação médica, dos 13 a 19 aprender a nadar, dos 20 a

23 23 30 empata os dois motivos, aprender a nadar e indicação médica, dos 31 a 45 o fator estética foi o mais citado e acima dos 45 indicação médica. Até os 19 os itens a procura pela natação porque os pais decidiram, porque queriam ser atleta e por morar perto do local que pratica natação foi também citado por alguns alunos, no entanto a partir dos 20 esses itens não foram mais citados. 4.2 Os principais motivos para permanecer nas aulas de natação No item acima foi mostrado os principais fatores que motivam o ingresso dos indivíduos á prática de natação agora vamos mostrar e discutir os principais motivos que os indivíduos citaram para permanecer praticando natação. A figura 5 mostra os sete principais motivos.. Figura 5 Fatores que motivam a permanência nas aulas de natação 60% 50% Ser Atleta 40% Professor e Aulas 30% 20% 10% 0% > 45 Evitar Problemas de Saúde Ativ.Física Agradavél Muito Desafiante Estetica Na faixa etária dos 7 a 12 o primeiro motivo para permanecerem praticando natação é evitar problemas de saúde, ser atleta e por gostarem do professor. Dos 13 a 19 o primeiro motivo da permanência é por gostarem do

ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL EM SAÚDE OCUPACIONAL E GINÁSTICA LABORAL O

ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL EM SAÚDE OCUPACIONAL E GINÁSTICA LABORAL O Educação Física A profissão de Educação Física é caracterizada por ter um vasto campo de atuação profissional, tendo um leque com várias opções para realização das atividades pertinentes ao Educador Físico.

Leia mais

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas.

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas. 1 Análise de comparação dos resultados dos alunos/atletas do Atletismo, categoria infanto, nos Jogos Escolares Brasiliense & Olimpíadas Escolares Brasileira. Autora: Betânia Pereira Feitosa Orientador:

Leia mais

PLANO DE TRABALHO IDOSO

PLANO DE TRABALHO IDOSO PLANO DE TRABALHO IDOSO Telefone: (44) 3220-5750 E-mail: centrosesportivos@maringa.pr.gov.br EQUIPE ORGANIZADORA SECRETARIO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER Francisco Favoto DIRETOR DE ESPORTES E LAZER Afonso

Leia mais

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres 2 Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres Ana Paula Bueno de Moraes Oliveira Graduada em Serviço Social Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas Especialista

Leia mais

Quem mais torce, incentiva, acompanha e

Quem mais torce, incentiva, acompanha e Capa esporte de pai para filho Edgard Rondina, o filho Felipe e uma paixão em comum: velejar no Lago Paranoá Por Leane Ribeiro Quem mais torce, incentiva, acompanha e muitas vezes até sofre com a carreira

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 NATAÇÃO E DESEMPENHO ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DE UMA EXTENSÃO DA UFG COM UMA ESCOLA PÚBLICA Poliana Siqueira Pedroza 1 Luís César de Souza 2 RESUMO Comunidade Aquática é um projeto de extensão do curso de

Leia mais

RESOLUÇÃO. Bragança Paulista, 30 de maio de 2005. Prof. Milton Mayer Presidente

RESOLUÇÃO. Bragança Paulista, 30 de maio de 2005. Prof. Milton Mayer Presidente RESOLUÇÃO CONSEAcc-BP 9/2005 ALTERA AS EMENTAS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho Acadêmico por Câmpus, do câmpus de Bragança

Leia mais

?- Período em que participavam das aulas.

?- Período em que participavam das aulas. Iniciativa Apoio como foi a campanha HISTÓRIAS EX ALUNOS 1997 2013 as perguntas eram relacionadas ao:?- Período em que participavam das aulas. - Impacto que o esporte teve na vida deles. - Que têm feito

Leia mais

PROGRAMA ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA

PROGRAMA ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA PROGRAMA ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA Angela T. Zuchetto Departamento de Educação Física, Centro de Desportos Universidade Federal de Santa Catarina Fone: 3318558 zuchetto@cds.ufsc.br Introdução O programa

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

Valores educacionais do Olimpismo

Valores educacionais do Olimpismo Valores educacionais do Olimpismo Aula 3 Busca pela excelência e equilíbrio entre corpo, vontade e mente Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Detalhar o valor busca pela excelência 2 Apresentar estratégias

Leia mais

CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO

CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO CONTEÚDOS REFERENCIAIS PARA O ENSINO MÉDIO Área de Conhecimento: Linguagens Componente Curricular: Educação Física Ementa A Educação Física no Ensino Médio tratará da cultura corporal, sistematicamente

Leia mais

24 motivos. academia. para entrar na

24 motivos. academia. para entrar na para entrar na academia Mais um ano se inicia e com ele chegam novas perspectivas e objetivos. Uma das principais promessas feitas é deixar o sedentarismo de lado e entrar na academia! Nesta época é comum

Leia mais

PRINCÍPIOS Prevenção e o controle das doenças, especialmente as crônico-degenerativas estimulam desejo

PRINCÍPIOS Prevenção e o controle das doenças, especialmente as crônico-degenerativas estimulam desejo PRINCÍPIOS Prevenção e o controle das doenças, especialmente as crônico-degenerativas estimulam o desejo de participação social direciona as ações para a estruturação de um processo construtivo para melhoria

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC Curso de Educação Física

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC Curso de Educação Física EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS Disciplina: BIOLOGIA Características gerais dos seres vivos. Química da célula. Citologia. Microscopia. Divisão celular. Formas de reprodução. Histologia. Disciplina: ANATOMIA

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

NOTÍCIAS. Parque da Cidade é o escolhido para grandes eventos em Natal. V.4 - N.4 - Setembro de 2015

NOTÍCIAS. Parque da Cidade é o escolhido para grandes eventos em Natal. V.4 - N.4 - Setembro de 2015 V.4 - N.4 - Setembro de 2015 Vilma Lúcia da Silva 05 Assessora de Comunicação do Parque da Cidade Parque da Cidade é o escolhido para grandes eventos em Natal Só no mês de setembro o Parque da Cidade recebeu

Leia mais

DATA: VALOR:20 pontos NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 2ª EM TURMA: NOME COMPLETO:

DATA: VALOR:20 pontos NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 2ª EM TURMA: NOME COMPLETO: DISCIPLINA: Educação Física PROFESSORES: Isabel Terra/Marcelo Paiva DATA: VALOR:20 pontos NOTA: ASSUNTO: Trabalho de Recuperação Final SÉRIE: 2ª EM TURMA: NOME COMPLETO: Nº: QUESTÃO 01 O sedentarismo já

Leia mais

texto I partes I e II Língua Portuguesa e Matemática Futebol de rua De preferência os novos, do colégio.

texto I partes I e II Língua Portuguesa e Matemática Futebol de rua De preferência os novos, do colégio. partes I e II Língua Portuguesa e Matemática texto I Futebol de rua Pelada é o futebol de campinho, de terreno baldio. Mas existe um tipo de futebol ainda mais rudimentar do que a pelada. É o futebol de

Leia mais

EC PINHEIROS OLÍMPICO AQUÁTICOS

EC PINHEIROS OLÍMPICO AQUÁTICOS EC PINHEIROS OLÍMPICO AQUÁTICOS ESPORTE CLUBE PINHEIROS NÚMEROS QUE IMPRESSIONAM 112 ANOS de existência umas das instituições mais tradicionais do país, oferecendo atividades esportivas, sociais e culturais

Leia mais

As Atividades físicas suas definições e benefícios.

As Atividades físicas suas definições e benefícios. As Atividades físicas suas definições e benefícios. MUSCULAÇÃO A musculação, também conhecida como Treinamento com Pesos, ou Treinamento com Carga, tornou-se uma das formas mais conhecidas de exercício,

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

A PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA: SERÁ QUE EU CONSIGO? UM ENFOQUE PSICOLÓGICO 1

A PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA: SERÁ QUE EU CONSIGO? UM ENFOQUE PSICOLÓGICO 1 A PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA: SERÁ QUE EU CONSIGO? UM ENFOQUE PSICOLÓGICO 1 Márcia Pilla do Valle 2 Todos sabemos que a prática de uma atividade física é fundamental para a saúde do indivíduo. Cada vez

Leia mais

AT I. ACADEMIA DA TERCEIRA IDADE Melhor, só se inventarem o elixir da juventude. Uma revolução no conceito de promoção da saúde.

AT I. ACADEMIA DA TERCEIRA IDADE Melhor, só se inventarem o elixir da juventude. Uma revolução no conceito de promoção da saúde. AT I ACADEMIA DA TERCEIRA IDADE Melhor, só se inventarem o elixir da juventude. Uma revolução no conceito de promoção da saúde. Maringá é integrante da Rede de Municípios Potencialmente Saudáveis e não

Leia mais

Saúde e produtividade: um olhar sobre o cenário brasileiro. Cesar Lopes Líder de Saúde e Benefícios em Grupo, Towers Watson

Saúde e produtividade: um olhar sobre o cenário brasileiro. Cesar Lopes Líder de Saúde e Benefícios em Grupo, Towers Watson Saúde e produtividade: o valor de uma força de trabalho saudável para o sucesso nos negócios Saúde e produtividade: um olhar sobre o cenário brasileiro Cesar Lopes Líder de Saúde e Benefícios em Grupo,

Leia mais

Modalidades esportivas Sesc

Modalidades esportivas Sesc Faça sua carteira COMERCIÁRIO: TITULAR: CPTS atualizada, Comp. de residência, GFIP (Guia de Recolhimento e Informações do FGTS), Taxa CONVENIADOS: TITULAR: Comp.de residência, documento que comp. de vínculo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº 385, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2009. O DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO, tendo em vista a decisão tomada em sua 240ª Reunião Extraordinária, realizada em 11 de dezembro de 2009,

Leia mais

O trabalho voluntário é uma atitude, e esta, numa visão transdisciplinar é:

O trabalho voluntário é uma atitude, e esta, numa visão transdisciplinar é: O trabalho voluntário é uma atitude, e esta, numa visão transdisciplinar é: a capacidade individual ou social para manter uma orientação constante, imutável, qualquer que seja a complexidade de uma situação

Leia mais

O PAPEL DA MOTIVAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZADO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Bárbara Andrade de Sousa (UFJF) barbaraandrade.letras@gmail.

O PAPEL DA MOTIVAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZADO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Bárbara Andrade de Sousa (UFJF) barbaraandrade.letras@gmail. O PAPEL DA MOTIVAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZADO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Bárbara Andrade de Sousa (UFJF) barbaraandrade.letras@gmail.com 1. Introdução Podemos considerar inegável que um dos fatores atuantes

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

ARTIGO APRESENTADO NO 17 O CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA FIEP/2002-01-29 REALIZADO EM FOZ DO IGUAÇU DE 12 A 16 DE JANEIRO DE 2002

ARTIGO APRESENTADO NO 17 O CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA FIEP/2002-01-29 REALIZADO EM FOZ DO IGUAÇU DE 12 A 16 DE JANEIRO DE 2002 ARTIGO APRESENTADO NO 17 O CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA FIEP/2002-01-29 REALIZADO EM FOZ DO IGUAÇU DE 12 A 16 DE JANEIRO DE 2002 TÍTULO: NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA E BARREIRAS PARA A ATIVIDADE

Leia mais

Esportes de Interação com a Natureza

Esportes de Interação com a Natureza Esportes de Interação com a Natureza Aula 2 Canoagem e Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Apresentar dois esportes da categoria DE INTERAÇÃO COM A NATUREZA e suas principais regras. 2 Conhecer a história

Leia mais

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas

A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira A criança, o adolescente e a prática de atividades físicas A juventude americana não participa de

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

Transcrição de Entrevista n º 22

Transcrição de Entrevista n º 22 Transcrição de Entrevista n º 22 E Entrevistador E22 Entrevistado 22 Sexo Masculino Idade 50 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica E - Acredita que a educação de uma criança é diferente perante

Leia mais

Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente

Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente 16 Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente Leidiane Silva Oliveira Chagas Gestora de Recursos Humanos - Anhanguera Educacional

Leia mais

COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO.

COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO. COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO. PEDROZA, Poliana Siqueira 1 LUIZ, Angela Rodrigues 2 SOUZA, Luís César de 3 PALAVRAS-CHAVE: natação, atividades aquáticas,

Leia mais

Uso de substâncias psicoativas em crianças e adolescentes

Uso de substâncias psicoativas em crianças e adolescentes Uso de substâncias psicoativas em crianças e adolescentes Alessandro Alves A pré-adolescência e a adolescência são fases de experimentação de diversos comportamentos. É nessa fase que acontece a construção

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA.

EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA. 1 EXERCÍCIO FÍSICO: ESTRATÉGIA PRIORITÁRIA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA. Tales de Carvalho, MD, PhD. tales@cardiol.br Médico Especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte; Doutor em

Leia mais

ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO

ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 259 ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO Rogers Figueiredo Claro 1, Aguinaldo

Leia mais

ITS / CTA. Autores Ademir Alonso & Alberto Carlos

ITS / CTA. Autores Ademir Alonso & Alberto Carlos ITS / CTA Escola Técnica Volume Simonsen I Capítulo I Autores Ademir Alonso & Alberto Carlos 1 ITS / CTA Sumário SUMÁRIO Volume I Capítulo I Unidade I Capítulo I - Beneficios da Educação Física Capítulo

Leia mais

III Seminário Gestão e Otimização dos Espaços de Cultura, Esporte e Lazer

III Seminário Gestão e Otimização dos Espaços de Cultura, Esporte e Lazer III Seminário Gestão e Otimização dos Espaços de Cultura, Esporte e Lazer Unidades SESI 94 Unidades em 77 Municípios: 30 unidades escolares 43 unidades multioperacionais 6 Clubes 4 Centros de Cultura 6

Leia mais

ATLETISMO. Alyne Rayane

ATLETISMO. Alyne Rayane ATLETISMO Alyne Rayane O QUE É ATLETISMO? O atletismo é um conjunto de esportes constituído por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos. ATLETISMO QUANDO SURGIU? Atletismo tempo dos ancestrais;

Leia mais

Educação Física Inclusiva

Educação Física Inclusiva LUIZ HENRIQUE DE PAULA CONCEIÇÃO 1 RODRIGO HÜBNER MENDES 2 Educação Física Inclusiva O esporte para pessoas com deficiência teve seu início após a Primeira Guerra Mundial, como forma de tratamento de soldados

Leia mais

CAMPEONATO ESTADUAL DE NATAÇÃO DE VERÃO TROFÉU ALEXANDRE VISCARDI, TROFÉU MARCOS CHAIBEN INFANTIL JUVENIL JUNIOR SENIOR TROFÉU PARANÁ ABSOLUTO

CAMPEONATO ESTADUAL DE NATAÇÃO DE VERÃO TROFÉU ALEXANDRE VISCARDI, TROFÉU MARCOS CHAIBEN INFANTIL JUVENIL JUNIOR SENIOR TROFÉU PARANÁ ABSOLUTO CAMPEONATO ESTADUAL DE NATAÇÃO DE VERÃO TROFÉU ALEXANDRE VISCARDI, TROFÉU MARCOS CHAIBEN INFANTIL JUVENIL JUNIOR SENIOR TROFÉU PARANÁ ABSOLUTO Data :04 A 07 DE NOVEMBRO DE 2015 Inscrição: 28 de outubro

Leia mais

CAMPEONATO ESTADUAL INFANTIL A SENIOR DE NATAÇÃO - 2012

CAMPEONATO ESTADUAL INFANTIL A SENIOR DE NATAÇÃO - 2012 FEDERAÇÃO AQUÁTICA NORTERIOGRANDENSE www.fanrn.com.br - aquaticarn@gmail.com Fone: 84-32018008 CAMPEONATO ESTADUAL INFANTIL A SENIOR DE NATAÇÃO - 2012 REGULAMENTO Art. 1º - O Campeonato Estadual Infantil

Leia mais

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA GUIA PARA A ESCOLHA DO PERFIL DE INVESTIMENTO DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA Caro Participante: Preparamos para você um guia contendo conceitos básicos sobre investimentos, feito para ajudá-lo a escolher

Leia mais

A. D. HANDEBOL MASCULINO 15 DE PIRACICABA PROJETO DE PATROCÍNIO TEMPORADA 2010

A. D. HANDEBOL MASCULINO 15 DE PIRACICABA PROJETO DE PATROCÍNIO TEMPORADA 2010 A. D. HANDEBOL MASCULINO 15 DE PIRACICABA PROJETO DE PATROCÍNIO TEMPORADA 2010 A História da Modalidade O Handebol: O jogo de "Urânia" era praticado com as mãos na antiga Grécia com uma bola do tamanho

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE LORENA

PREFEITURA MUNICIPAL DE LORENA PREFEITURA MUNICIPAL DE LORENA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROJETO JUDÔ NA ESCOLA: A SALA DE AULA E O TATAME Projeto: Domingos Sávio Aquino Fortes Professor da Rede Municipal de Lorena Semeie um pensamento,

Leia mais

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 Cenário 1) Nas últimas décadas, os países da América Latina e Caribe vêm enfrentando uma mudança

Leia mais

Promover maior integração

Promover maior integração Novos horizontes Reestruturação do Modelo de Gestão do SESI leva em conta metas traçadas pelo Mapa Estratégico Promover maior integração entre os departamentos regionais, as unidades de atuação e os produtos

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

6D Estúdio. promessa de ir além das 3 dimensões. Eles eram seis e, hoje, são sete sócios trabalhando do design impresso

6D Estúdio. promessa de ir além das 3 dimensões. Eles eram seis e, hoje, são sete sócios trabalhando do design impresso 6D Estúdio promessa de ir além das 3 dimensões Eles eram seis e, hoje, são sete sócios trabalhando do design impresso ao design em movimento, em vídeo ou internet. Eles unem diferentes conhecimentos técnicos

Leia mais

PROGRAMA JOVEM APRENDIZ

PROGRAMA JOVEM APRENDIZ JOVEM APRENDIZ Eu não conhecia nada dessa parte administrativa de uma empresa. Descobri que é isso que eu quero fazer da minha vida! Douglas da Silva Serra, 19 anos - aprendiz Empresa: Sinal Quando Douglas

Leia mais

Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht. SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015

Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht. SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015 Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015 REDUÇÃO DE PESO E CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL EM TRABALHADORES DA INDÚSTRIA

Leia mais

Quem será o campeão? Dinâmica 2. Professor. 9º Ano 4º Bimestre. DISCIPLINA Ano CAMPO CONCEITO DINÂMICA. Tratamento da Informação.

Quem será o campeão? Dinâmica 2. Professor. 9º Ano 4º Bimestre. DISCIPLINA Ano CAMPO CONCEITO DINÂMICA. Tratamento da Informação. Reforço escolar M ate mática Quem será o campeão? Dinâmica 2 9º Ano 4º Bimestre DISCIPLINA Ano CAMPO CONCEITO Professor Matemática Ensino Fundamental 9º DINÂMICA Quem será o campeão? Tratamento da Informação.

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

Sumário Executivo. Pesquisa Quantitativa de Avaliação do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil PETI

Sumário Executivo. Pesquisa Quantitativa de Avaliação do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil PETI Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa de Avaliação do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil PETI Fundação Euclides da Cunha FEC/Data UFF Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação Ministério

Leia mais

Promoção para a Saúde

Promoção para a Saúde COLÉGIO RAINHA SANTA ISABEL ANO LETIVO 2013/2014 PROJETO Promoção para a Saúde - Estilos de Vida Saudável Organização: Departamento de Educação Física INTRODUÇÃO As Orientações da União Europeia para a

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

CRISTOVÃO PEDRO MAIA

CRISTOVÃO PEDRO MAIA CRISTOVÃO PEDRO MAIA COMPARAÇÃO A MOTIVAÇÃO PARA A PRÁTICA ESPORTIVA ETRE DUAS EQUIPES PROFISSIOAIS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO Artigo apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso em Especialização

Leia mais

Atividade Física e Saúde na Escola

Atividade Física e Saúde na Escola Atividade Física e Saúde na Escola *Eduardo Cardoso Ferreira ** Luciano Leal Loureiro Resumo: Atividade física pode ser trabalhada em todas as idades em benefício da saúde. O objetivo do artigo é conscientizar

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA 1. APRESENTAÇÃO De acordo com a nova LDB, no Artigo 82, fica estabelecido que: Os sistemas de ensino estabelecerão as normas para a realização dos estágios dos alunos regularmente matriculados no ensino

Leia mais

ATLETISMO PARA TETRAPLÉGICO POR LESÃO MEDULAR: ESTUDO DE UM CASO. RESUMO

ATLETISMO PARA TETRAPLÉGICO POR LESÃO MEDULAR: ESTUDO DE UM CASO. RESUMO 1 ATLETISMO PARA TETRAPLÉGICO POR LESÃO MEDULAR: ESTUDO DE UM CASO. Lincoln dos Santos Andrade 1 Lucas Camilo Richter Barbosa da Silva 1 Gisele Cristina Galli 1 Rosangela Marques Busto 2 Abdallah Achour

Leia mais

Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1

Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1 Como a comunicação e a educação podem andar de mãos dadas 1 Entrevista com Ricardo de Paiva e Souza. Por Flávia Gomes. 2 Flávia Gomes Você acha importante o uso de meios de comunicação na escola? RICARDO

Leia mais

CENTRO DE MEMÓRIA DO ESPORTE ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROJETO GARIMPANDO MEMÓRIAS.

CENTRO DE MEMÓRIA DO ESPORTE ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROJETO GARIMPANDO MEMÓRIAS. CENTRO DE MEMÓRIA DO ESPORTE ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROJETO GARIMPANDO MEMÓRIAS DAURIMAR PINHEIRO LEÃO (depoimento) 2014 CEME-ESEF-UFRGS FICHA TÉCNICA Projeto:

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADE CURSO DE INICIAÇÃO POLÍTICA ETEC-CEPAM - 2010

RELATÓRIO DE ATIVIDADE CURSO DE INICIAÇÃO POLÍTICA ETEC-CEPAM - 2010 RELATÓRIO DE ATIVIDADE CURSO DE INICIAÇÃO POLÍTICA ETEC-CEPAM - 2010 Autoria: Prof. Dr. Introdução Entre os dias 08 e 10 de dezembro de 2010 ocorreu na sede da Etec-Cepam a primeira edição do curso de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias Relato de experiência de um agente social sobre suas atividades com as comunidades do município de Santa Maria- RS, através do

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

VI Seminário de Educação Inclusiva Direito à Diversidade ESPORTE ADAPTADO Ana Leonídia Soares Prof. Educação Física analeonsoares@bol.com.

VI Seminário de Educação Inclusiva Direito à Diversidade ESPORTE ADAPTADO Ana Leonídia Soares Prof. Educação Física analeonsoares@bol.com. VI Seminário de Educação Inclusiva Direito à Diversidade ESPORTE ADAPTADO Ana Leonídia Soares Prof. Educação Física analeonsoares@bol.com.br Quem somos? Onde estamos? Pessoa com deficiência; quase ¼ da

Leia mais

Natação Calendário Anual

Natação Calendário Anual Natação Calendário Anual O Clube Paineiras Fundado no início da década de 60, o Paineiras é um dos mais conceituados clubes de São Paulo, destacando-se em sua programação sociocultural, com grandes shows

Leia mais

Andragogia. Soluções para o aprendizado de adultos. Maristela Alves

Andragogia. Soluções para o aprendizado de adultos. Maristela Alves Andragogia Soluções para o aprendizado de adultos Maristela Alves Seu dia-a-dia como instrutor...... Envolve ensinar novos conceitos e passar informações a pessoas adultas. Você já parou para pensar que

Leia mais

ACS Assessoria de Comunicação Social

ACS Assessoria de Comunicação Social DISCURSO DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO, HENRIQUE PAIM Brasília, 3 de fevereiro de 2014 Hoje é um dia muito especial para mim. É um dia marcante em uma trajetória dedicada à gestão pública ao longo de vários

Leia mais

-2- Os governantes e a sociedade são confrontados pelo envelhecimento da capacidade física num contexto global. É necessário entender o

-2- Os governantes e a sociedade são confrontados pelo envelhecimento da capacidade física num contexto global. É necessário entender o Título: Natação Master... e a sua inter-relação com o desempenho físico e psicossocial, na busca do conceito do envelhecimento bem-sucedido. *Prof. Rony Siqueira Pires No decorrer da história, a duração

Leia mais

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Acreditamos ser relevante abordar de forma rápida o contexto atual da Educação Física Escolar

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

TÍTULO: IDOSO E LAZER: CONCEPÇÃO, BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DE MORADORES DE SÃO PAULO

TÍTULO: IDOSO E LAZER: CONCEPÇÃO, BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DE MORADORES DE SÃO PAULO TÍTULO: IDOSO E LAZER: CONCEPÇÃO, BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DE MORADORES DE SÃO PAULO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

Se você acredita que as escolas são o único e provável destino dos profissionais formados em Pedagogia, então, está na hora de abrir os olhos

Se você acredita que as escolas são o único e provável destino dos profissionais formados em Pedagogia, então, está na hora de abrir os olhos Se você acredita que as escolas são o único e provável destino dos profissionais formados em Pedagogia, então, está na hora de abrir os olhos O pedagogo David Bomfin, 50 anos, deixou, há algum tempo, de

Leia mais

O XADREZ COMO FERRAMENTA MULDISCIPLINAR

O XADREZ COMO FERRAMENTA MULDISCIPLINAR O XADREZ COMO FERRAMENTA MULDISCIPLINAR Lindsay Franciane da Costa Melo Reis * RESUMO O presente projeto busca proporcionar uma ação multidisciplinar através do xadrez na Escola de ensino Fundamental Santa

Leia mais

A LUDICIDADE E A PARTICIPAÇÃO SOCIAL DO IDOSO

A LUDICIDADE E A PARTICIPAÇÃO SOCIAL DO IDOSO A LUDICIDADE E A PARTICIPAÇÃO SOCIAL DO IDOSO Ana Paula Sabchuk Fernandes UEPG ana-sabchuk@hotmail.com Rita de Cássia Oliveira soliveira13@uol.com.br Cintia Aparecida Canani cicacanani@yahoo.com.br Eixo

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

Cuidados com o corpo

Cuidados com o corpo Cuidados com o corpo Sophia Mind A Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado é a empresa do grupo de comunicação feminina Bolsa de Mulher voltada para pesquisa e inteligência de mercado. Cem por cento

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA ENSINO MÉDIO INTRODUCÃO

PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA ENSINO MÉDIO INTRODUCÃO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PLANEJAMENTO ANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA ENSINO MÉDIO Docente: André Luiz Sponhardi ANO:2013 INTRODUCÃO Há muitos benefícios provenientes das aulas de educação física para os alunos

Leia mais

Praticando vitalidade. Sedentarismo. corra desse vilão!

Praticando vitalidade. Sedentarismo. corra desse vilão! Praticando vitalidade Sedentarismo corra desse vilão! O que é sedentarismo? Sedentarismo é a diminuição de atividades ou exercícios físicos que uma pessoa pratica durante o dia. É sedentário aquele que

Leia mais

Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência

Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência Liga Desportiva de Taekwon-do do Estado de Minas Gerais - LDTEMG Mestre Ronaldo Avelino Xavier Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência Belo Horizonte, 06 de Fevereiro de 2013. Mestre

Leia mais

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 Caderno de Provas EDUCAÇÃO FÍSICA Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome completo e o

Leia mais

PROGRAMA MUNICIPAL DE PROMOÇÃO DO ENVELHECIMENTO ATIVO E SAUDÁVEL

PROGRAMA MUNICIPAL DE PROMOÇÃO DO ENVELHECIMENTO ATIVO E SAUDÁVEL PROGRAMA MUNICIPAL DE PROMOÇÃO DO ENVELHECIMENTO ATIVO E SAUDÁVEL ENQUADRAMENTO O tema «envelhecimento» tem sido alvo de estudos de pesquisadores e profissionais e vem desencadeando a produção de conhecimentos

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física ATIVIDADE FÍSICA ASILAR Departamento de Psicologia e Educação Física 1. INTRODUÇÃO Compreensivelmente, à medida que envelhecemos podemos observar várias mudanças, tanto com relação aos nossos órgãos e

Leia mais

Lei Federal de Incentivo ao ESPORTE

Lei Federal de Incentivo ao ESPORTE Lei Federal de Incentivo ao ESPORTE PATROCINE os Esportes do Paineiras! O Clube Fundado no início da década de 60, o Paineiras é um dos mais conceituados clubes de São Paulo, destacando-se em sua ampla

Leia mais

Família. Escola. Trabalho e vida econômica. Vida Comunitária e Religião

Família. Escola. Trabalho e vida econômica. Vida Comunitária e Religião Família Qual era a profissão dos seus pais? Como eles conciliavam trabalho e família? Como era a vida de vocês: muito apertada, mais ou menos, ou viviam com folga? Fale mais sobre isso. Seus pais estudaram

Leia mais

Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Dr. Guanis de Barros Vilela Junior A relevância da teoria e da pesquisa em aprendizagem motora para o treinamento e desenvolvimento esportivo Porque um estudante que obterá um diploma superior de Educação

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Cristina Soares Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Quando decidi realizar meu processo de coaching, eu estava passando por um momento de busca na minha vida.

Leia mais

Quem será o campeão? Dinâmica 2. Aluno Primeira Etapa Compartilhar Ideias. 9º Ano 4º Bimestre

Quem será o campeão? Dinâmica 2. Aluno Primeira Etapa Compartilhar Ideias. 9º Ano 4º Bimestre Reforço escolar M ate mática Quem será o campeão? Dinâmica 2 9º Ano 4º Bimestre DISCIPLINA Ano CAMPO CONCEITO Matemática Ensino Fundamental 9º Tratamento da Informação. Análise de gráficos e tabelas. Aluno

Leia mais