Regulamento Geral da Formação

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Regulamento Geral da Formação"

Transcrição

1 Regulamento Geral da Formação

2 Índice 1.APRESENTAÇÃO OBJETIVO ÂMBITO APRESENTAÇÃO PÚBLICO-ALVO HORÁRIO ATENDIMENTO MODALIDADES DE FORMAÇÃO FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO BOLSA DE FORMADORES POLÍTICA E ESTRATÉGIA VISÃO MISSÃO VALORES POLÍTICA DA QUALIDADE OBJETIVOS DA QUALIDADE FORMAS E MÉTODOS DE DIVULGAÇÃO, INSCRIÇÃO E SELEÇÃO DIVULGAÇÃO DE INICIATIVAS FORMAS DE INSCRIÇÃO SELEÇÃO E CONFIRMAÇÃO DOS FORMANDOS CONDIÇÕES DE ACESSO E FREQUÊNCIA NAS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONDIÇÕES DE ACESSO CONTRATO DE FORMAÇÃO CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO E REGIME DE FALTAS DURAÇÃO, HORÁRIO E LOCAL DIREITO DE RESERVA INTERRUPÇÃO E POSSIBILIDADE DE REPETIÇÃO DE CURSOS REGIME DE FALTAS REGIME DE PAGAMENTOS E DEVOLUÇÕES PAGAMENTO DE INSCRIÇÕES DEVOLUÇÕES/DESISTÊNCIAS DESCRIÇÃO DAS RESPONSABILIDADES/DEVERES E DOS DIREITOS DOS FORMANDOS E AGENTES FORMATIVOS RESPONSABILIDADES DA FORSEGURO RESPONSABILIDADES DO GESTOR DA FORMAÇÃO RESPONSABILIDADES DO COORDENADOR PEDAGÓGICO TÉCNICO DE COMUNICAÇÃO E MARKETING RESPONSABILIDADES DO TÉCNICO CONTABILÍSTICO DIREITOS E DEVERES DO FORMADOR DIREITOS E DEVERES DO FORMANDO Mod.For /16

3 8. AVALIAÇÃO DA AÇÃO DE FORMAÇÃO AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO E MELHORÍA CONTÍNUA PROCEDIMENTO RELATIVO A RECLAMAÇÕES/SUGESTÕES DISPOSIÇÕES FORMAIS Mod.For /16

4 1. APRESENTAÇÃO 1.1 OBJETIVO Este documento regula o funcionamento geral das ações de formação ministradas pela Forseguro, definindo direitos e deveres das partes envolvidas ÂMBITO O presente regulamento estabelece as normas consideradas como fundamentais pela Forseguro APRESENTAÇÃO A Forseguro iniciou a sua atividade em 2003, foi acreditada em 2004, desenvolvendo formação profissional na área da Higiene e Segurança do Trabalho. Tendo sido orientada para prestar serviços de qualidade ao mais baixo custo, começou a sua intervenção focalizada na região centro do país alargando-se, posteriormente, para a região Norte do país. Atualmente intervém em diversas áreas da formação consoante as necessidades do público-alvo PÚBLICO-ALVO Formação destinada ao público em geral HORÁRIO ATENDIMENTO O horário de atendimento é realizado no período compreendido entre as 09h00 e as 13h00 e das 14h00 às 18h00, de segunda a sexta-feira. Nos períodos em que decorrem ações de formação, o atendimento prolonga-se paralelamente com o horário das sessões, para prestar o apoio necessário MODALIDADES DE FORMAÇÃO A modalidade de formação no âmbito de atuação da Forseguro é: - Formação inicial; - Formação contínua/ atualização ou aperfeiçoamento. Mod.For /16

5 1.7. FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO As formas de organização da formação utilizadas pela Forseguro são: - Formação presencial; - Formação e-learning; - Formação b-learning BOLSA DE FORMADORES Os formadores que integram a bolsa além de possuírem habilitações e experiência profissional relevante na área em que desenvolvem a formação também são certificados pelo IEFP, possuindo o Certificado de Competências Pedagógicas. Salienta-se que a Forseguro dispõe de uma bolsa de formadores em constante atualização e crescimento. Podem-se candidatar novos formadores através do site da Forseguro. 2. POLÍTICA E ESTRATÉGIA 2.1. VISÃO Ser uma organização de excelência, líder na formação profissional 2.2. MISSÃO Desenvolver ações de formação, diferenciadas pela qualidade e inovação, apostando na melhoria continua dos serviços prestados VALORES - Compromisso com o cliente - Melhoria contínua - Qualidade e excelência - Confiança - Inovação - Reconhecimento 2.4. POLÍTICA DA QUALIDADE A política de qualidade da Forseguro procura ser o pilar base para o desenvolvimento da visão, missão e valores, com vista à sua melhoria continua. Mod.For /16

6 Para isso, a Forseguro deve: Focalização no cliente - Garantir a satisfação do cliente, de forma contínua e inovadora, oferecendo serviços personalizados com elevados padrões de qualidade e a preços competitivos; Compromisso com os colaboradores - Desenvolver uma forte cultura empresarial de motivação para os colaboradores, de modo a que se envolvam de forma empenhada e em equipa para prossecução dos objetivos da empresa; Cumprimento dos requisitos legais - Assegurar o cumprimento da legislação, regulamentação e requisitos em vigor aplicáveis à sua atividade; Inovação e melhoria contínua - Procura contínua das melhores práticas e metodologias inovadoras, adaptadas às necessidades dos nossos clientes OBJETIVOS DA QUALIDADE Para concretizar a política de qualidade são definidos os seguintes objetivos da qualidade: - Identificar e compreender as expetativas dos clientes e implementar melhorias para aumentar a sua satisfação; - Aplicar internamente as melhores práticas de gestão através do envolvimento de todos os colaboradores e do estímulo à criatividade pessoal, à versatilidade, à responsabilidade e à capacidade individual de adaptação; - Assegurar o cumprimento dos requisitos legais e regulamentares aplicáveis; - Estimular o constante aperfeiçoamento dos conhecimentos e competências dos colaboradores; - Melhorar continuamente todos os processos, estabelecendo uma relação de compromisso com todos os stakeholders, tendo em vista a melhoria contínua da sua eficácia e o desenvolvimento de metodologias inovadoras 3.FORMAS E MÉTODOS DE DIVULGAÇÃO, INSCRIÇÃO E SELEÇÃO 3.1. DIVULGAÇÃO DE INICIATIVAS A divulgação das iniciativas formativas são efetuadas através de: - Site da Forseguro e outros sites de Internet; - s da Forseguro; Mod.For /16

7 - Distribuição de folhetos e afixação de cartazes informativos; - Portais de divulgação de formação; - Publicação em jornais locais; - Redes Sociais FORMAS DE INSCRIÇÃO Os candidatos poderão inscrever-se nas ações/cursos do seu interesse, através de diversos meios, nomeadamente: - Presencial, dirigindo-se ao posto de atendimento permanente; - À distância, efetuando a inscrição, através do portal Forinsia disponibilizado no site da Forseguro SELEÇÃO E CONFIRMAÇÃO DOS FORMANDOS O processo de seleção dos formandos inicia-se com a receção das inscrições. A ficha de seleção é carimbada, no verso da folha, com os critérios de seleção definidos pela organização e previamente divulgados aos candidatos. Os critérios de seleção gerais são os seguintes: Preenchimento dos pré-requisitos exigidos; Motivação, disponibilidade e interesse; Data de inscrição. Uma vez concluído o processo de seleção, é comunicado aos candidatos os resultados do mesmo por , telefone ou SMS. Uma semana antes de o curso iniciar, os formandos terão de confirmar a sua presença no curso. Se o curso for não financiado deverão proceder ao pagamento integral ou parcial. O número de participantes por ação de formação é limitado. Caso o número de inscritos exceda, em muito, o número máximo de formandos permitido para cada ação de formação a Forseguro procederá à respetiva repetição, com a máxima brevidade possível. A Forseguro assegura a confidencialidade de toda a informação dos formandos sendo utilizada exclusivamente para fins da formação SELEÇÃO DOS FORMADORES A seleção do(s) formador(es) que irá(ão) ministrar as ações de formação realiza-se segundo o PR07 Procedimento Seleção e Avaliação de Fornecedores, na fase da organização. Os fatores determinantes para a seleção do(s) formador(es) a para cada acão de formação, são: - Pertencerem à nossa Lista de Fornecedores Aprovados; - Ajustamento do perfil técnico e psicológico do(s) formador(es) às características dos formandos; - Disponibilidade confirmada para assegurar a formação de acordo com o cronograma estabelecido; Mod.For /16

8 - Avaliação da experiência formativa anterior; 4.CONDIÇÕES DE ACESSO E FREQUÊNCIA NAS AÇÕES DE FORMAÇÃO 4.1. CONDIÇÕES DE ACESSO Podem aceder às ações/cursos de formação todos os candidatos que cumpram os requisitos mínimos previstos em cada ação/curso. As ações de formação têm um número limitado de formandos que varia entre 6 a 20 formandos, dependendo da área de cada de cada ação/curso. Para se inscrever na ação/curso, o candidato deverá preencher uma ficha de inscrição que se encontra no portal Forinsia acedendo através do site da Forseguro. Deverá também submeter toda a documentação pessoal que dispõe, nomeadamente: - Fotocópia do cartão de cidadão; - Fotocópia do Certificado de Habilitações; - Fotografia; - Currículo Vitae; - Outra documentação necessária e previamente comunicada; - Pagamento da ação/curso de acordo com o valor estipulado CONTRATO DE FORMAÇÃO A admissão na formação é formalizada através de um contrato de formação, que promulga as condições de frequência da ação de formação, que são especificamente: As características da ação: duração, local de realização, plano de pagamento da(s) propinas(s) (quando aplicável); - Direitos e deveres dos formandos; - Deveres da entidade formadora; - Sanções; - Assiduidade; - Alterações supervenientes; - Proteção de dados; - Cessação do contrato; Mod.For /16

9 - Legislação aplicável. O contrato cessará por caducidade no momento de conclusão da ação/curso de formação, por rescisão ou por exclusão. 5.CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO E REGIME DE FALTAS 5.1. DURAÇÃO, HORÁRIO E LOCAL As ações/cursos de formação têm duração variável de acordo com o nível de qualificação do público-alvo, objetivos a atingir, modalidade de formação e forma de organização da formação. Na formação presencial em sala, o horário da formação é variável, podendo-se realizar em horário laboral e pós-laboral. Na formação totalmente à distância o horário não é estabelecido. Nos cronogramas apenas constam os dias em que são submetidas as aulas na plataforma moodle e o prazo que os formandos têm para submeter todas as atividades na plataforma moodle que pode variar entre 1 a 2 semanas. Os objetivos do curso, conteúdos programáticos, duração, forma de organização da formação, metodologias formativas e de avaliação são previamente divulgados aos candidatos no site da Forseguro e por DIREITO DE RESERVA A Forseguro reserva-se ao direito de proceder a alterações no calendário das ações e dos formadores, assim como a anular ações/cursos para as quais não exista um número mínimo de participantes, ou por qualquer motivo de gestão, notificando todos os envolvidos com a antecedência possível e procedendo ao reembolso da inscrição quando a mesma tenha sido regularizada INTERRUPÇÃO E POSSIBILIDADE DE REPETIÇÃO DE CURSOS CANCELAMENTO E ADIAMENTO DE AÇÕES Quando a Forseguro não puder cumprir na íntegra o inicialmente previsto no plano de formação, nomeadamente data de início, horário ou local de realização da formação, os formandos serão previamente informados. Os formandos apenas efetuam parcial ou totalmente o pagamento do curso quando a Forseguro os informa que estão reunidas todas as condições para a abertura da ação/curso e que o curso irá realmente iniciar na data prevista. Mod.For /16

10 5.3.2 INTERRUPÇÕES DE AÇÕES No decorrer das ações, sempre que surgirem impedimentos, por razões alheias à sua vontade e a si não imputáveis, e a ação tenha que ser interrompida a Forseguro reserva-se ao direito de proceder aos necessários ajustamentos, devendo sempre justificá-los aos formandos. Para os formandos que estejam impossibilitados de frequentar a ação nas novas condições, assim que seja realizada uma nova ação desse curso, a Forseguro possibilita a sua integração, sem custos acrescidos REGIME DE FALTAS É considerada falta a ausência do formando durante 45 minutos de formação, sendo considerada justificada ou injustificada. Desde que devidamente comprovadas, consideram-se justificadas as faltas motivadas por: Acidente ocorrido no decurso ou na deslocação entre a residência e o local de formação; Nojo (luto); Inspeção militar; Comparência em serviços judiciais ou afins; Doença comprovada; Proteção na maternidade e paternidade; Casamento até ao máximo de cinco dias úteis; Motivos de força maior, devidamente comprovados e aceites pela organização. O limite máximo de faltas quer sejam justificadas ou injustificadas, por ação/curso de formação, não poderá exceder 10% da duração total do curso. 6.REGIME DE PAGAMENTOS E DEVOLUÇÕES 6.1. PAGAMENTO DE INSCRIÇÕES O preço dos cursos consta no site A inscrição nos cursos de formação é gratuita. Os candidatos apenas efetuam o pagamento quando a Forseguro assegura todas as condições necessárias para o bom funcionamento da formação visando a melhoria continua. Uma semana antes do curso iniciar, a Forseguro contacta os candidatos por e telefonicamente solicitando o primeiro pagamento. A Forseguro disponibiliza duas modalidades de pagamento aos formandos: Pagamento em prestações ao longo do curso, sendo que a 1ª prestação é sempre paga antes do curso iniciar e a ultima antes do curso terminar. Pagamento integral no início da formação. O pagamento poderá ser realizado por transferência bancária, em numerário ou cheque. Mod.For /16

11 6.2. DEVOLUÇÕES/DESISTÊNCIAS As desistências devem ser realizadas por escrito, aplicando-se as seguintes regras: - Até 3 dias úteis antes do início da ação, não lhes serão cobrados quaisquer encargos. No caso de terem procedido ao pagamento qualquer montante este será reembolsado; - Menos de 3 dias úteis de aviso dão direito à Forseguro de reter 25% do pagamento por motivos administrativos; - As desistências efetuadas após o início da ação de formação, não dão lugar a qualquer restituição de pagamentos efetuados até à data. Após o início da formação é permitida a transição para outra ação de formação seguinte se ocorrerem desistências, por motivo de acidente grave, doença ou motivos profissionais. O formando apenas terá que pagar uma taxa adicional de 15% referente ao montante inicialmente previsto, referentes a despesas administrativas. 7. DESCRIÇÃO DAS RESPONSABILIDADES/DEVERES E DOS DIREITOS DOS FORMANDOS E AGENTES FORMATIVOS 7.1. RESPONSABILIDADES DA FORSEGURO A Forseguro tem como responsabilidades: Cumprir os contratos de formação celebrados com os formandos e formadores; Fornecer as instalações exigíveis ao bom funcionamento da atividade formativa e fomentar uma gestão de recursos didáticos que promova o equilíbrio entre o desenvolvimento da atividade e o ambiente, nomeadamente assegurando o bem-estar e as devidas condições de saúde, segurança e higiene no local da formação; No final de cada ação/curso emitir gratuitamente aos formandos um Certificado de Formação Profissional ou de Frequência de Formação, conforme legislação aplicável; Aplicar aos cursos cofinanciados pelo QREN as condições constantes nos regulamentos dos programas de formação que os regem; Dar resposta a todas as reclamações, dúvidas e sugestões colocadas pelos formandos e formadores de modo a promover a melhoria contínua dos processos formativos RESPONSABILIDADES DO GESTOR DA FORMAÇÃO O gestor da formação tem como responsabilidades: Elaborar o plano de atividades; Assegurar o cumprimento dos objetivos do plano de intervenção; Garantir o cumprimento dos requisitos de certificações e acreditações; Coordenar o planeamento das atividades formativas, Monitorizar a evolução das ações/cursos em funcionamento; Avaliar a qualidade da formação efetuada; Mod.For /16

12 Assegurar o cumprimento dos direitos e dos deveres dos Formadores, Formandos e Agentes Formativos. Gerir os recursos humanos RESPONSABILIDADES DO COORDENADOR PEDAGÓGICO Acompanhar a realização da formação, assegurar o cumprimento dos objetivos, conteúdos e orientações metodológicas e o cumprimento dos regulamentos; Realizar a seleção e recrutamento dos formandos e formadores, utilizando as técnicas adequadas; Desenvolver as ações de promoção e divulgação da formação, a avaliação do desempenho dos formadores e a avaliação dos resultados da formação; No início de cada ação/curso, distribuir a cada formando uma pasta com todos os documentos do curso; Organizar o Dossier Pedagógico; Garantir a existência de todos os recursos pedagógicos necessários para um bom funcionamento da formação; Introduzir os dados da ação de formação e dos formandos no Sigo; Apresentar propostas de melhoria e adaptações a efetuar ao gestor da formação TÉCNICO DE COMUNICAÇÃO E MARKETING Colaborar nas iniciativas de divulgação da formação, prestando esclarecimentos a potenciais formandos; Apoiar no atendimento aos formandos; Cooperar no processo de seleção dos formandos, sobretudo na recolha da documentação obrigatória; Criar disciplina na plataforma moodle e colocar todo o material didático da formação. Auxiliar a coordenação na elaboração da documentação de suporte ao desenvolvimento da formação; Dar cumprimento à manutenção, reparação e substituição necessárias de forma a assegurar a boa conservação dos equipamentos e dos espaços onde decorre a formação RESPONSABILIDADES DO TÉCNICO CONTABILÍSTICO Executar a contabilidade de acordo com a legislação aplicável; Efetuar a faturação; Apresentar contas e relatórios de gestão de fundos. Mod.For /16

13 7.6. DIREITOS E DEVERES DO FORMADOR Direitos Deveres Apresentar propostas com vista à melhoria das atividades formativas; Estabelecer um contrato de prestação de serviço com a Forseguro; Ter as condições necessárias para o correto desenvolvimento da sua função, na sala de formação; Obter previamente informações sobre as condições de realização da ação/curso, nomeadamente características do grupo de formação, conteúdos a abordar, objetivos pedagógicos a atingir, recursos didáticos e meios audiovisuais disponíveis; Apresentar à coordenação pedagógica quaisquer pedidos de esclarecimentos e/ou reclamações por . Comprovar estar habilitado com o Certificado de Competências Pedagógicas (CCP) emitido pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP); Entregar toda a documentação pessoal à Forseguro (currículo, certificado de habilitações, cópia do cartão de cidadão); Preparar de forma adequada e prévia cada ação/curso de formação, elaborando os planos de sessão, documentação de apoio, instrumentos de avaliação atendendo às características dos destinatários e promovendo a melhoria contínua da formação. Cumprir na íntegra o tempo destinado à formação, sendo o primeiro a entrar e o último a sair da sala de formação; Ser assíduo e pontual; Cumprir a legislação e os regulamentos aplicáveis à formação; Zelar pela boa conservação dos equipamentos e demais bens que lhe sejam confiados para efeitos de formação, podendo ser imputadas despesas de recuperação ou reparo por falta manifesta destes; Tratar com respeito qualquer elemento da Forseguro e assumir padrões comportamentais que favoreçam a conceção de um clima de confiança e compreensão. Ser simpático, comunicativo e criar empatia com o grupo de formação; Vestir-se de forma adequada (clássico e sem exageros) para criar boa imagem e cumprir a higiene pessoal DIREITOS E DEVERES DO FORMANDO Direitos Auferir de uma formação que vá ao encontro das suas expectativas de acordo com os programas e metodologias formativas definidos e divulgados; Receber toda a documentação de apoio relativa à ação/curso frequentada em suporte informático; Tomar conhecimento prévio e atempado das eventuais alterações efetuadas no cronograma da ação/curos de formação; Mod.For /16

14 Ser tratado com respeito e educação por qualquer elemento da Forseguro; Apresentar sugestões e/ou reclamações no decorrer da formação, relativas ao funcionamento da Forseguro, de acordo com o procedimento em vigor; Obter resposta rápida e objetiva às suas reclamações ou pedidos de esclarecimento; Ter acesso às instalações, equipamentos e materiais compatíveis com a tipologia da ação/curso; Obter gratuitamente, no final da ação/curso, um Certificado de Formação Profissional ou de Frequência de Formação Profissional, conforme legislação aplicável; Confidencialidade dos dados pessoais fornecidos. Deveres Frequentar com assiduidade e pontualidade a ação/curso de formação, participando ativamente nas sessões e realizando as provas de avaliação previstas pelo formador; Renunciar a prática de qualquer ato que origine prejuízo ou descrédito para a Forseguro ou para a ação de formação; Ter uma conduta cívica; Zelar pela preservação, conservação e asseio das instalações assim como de todos os equipamentos e materiais didáticos postos à sua disposição; Justificar as faltas, invocando os motivos que lhe deram origem; Transmitir por escrito qualquer alteração dos dados fornecidos e constantes da sua ficha de inscrição; Não utilizar o telemóvel na sala de formação; Não fumar e não consumir bebidas alcoólicas nas instalações da Forseguro; Assinar o registo de presenças em todas as sessões; Efetuar o pagamento das propinas ou de outros custos associados à frequência da ação/curso, nos períodos estabelecidos. Na Formação em e-learning, o formando para além deste regulamento deverá consultar também o regulamento regras para participar na plataforma E-Forseguro. 8. AVALIAÇÃO DA AÇÃO DE FORMAÇÃO 8.1. AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO E MELHORÍA CONTÍNUA Cada ação de formação pode ser objeto das seguintes metodologias de avaliação, conforme descrito no PR 11 Procedimento Avaliação da Formação e Melhoria Contínua: Avaliação diagnóstica: realizada no início da formação através de questionários. O objetivo é analisar/rever os objetivos previamente definidos e adequa-los às necessidades específicas dos formandos. Avaliação formativa: aplicável no decurso da formação, com a finalidade de obter informação sobre o interesse demonstrado, participação nas sessões, aplicação de conhecimentos, criatividade, relacionamento interpessoal, trabalho em equipa e pontualidade. Mod.For /16

15 Avaliação sumativa: realizada no final do módulo/curso permitindo atribuir uma classificação final em função da avaliação formativa e da assiduidade. Avaliação satisfação do formando: no final de todas as ações de formação, a Forseguro solicita ao formando o preenchimento da Ficha de Avaliação da Formação. Esta avaliação tem como finalidade contribuir para a melhoria contínua do processo de formação. Avaliação da satisfação e desempenho do formador: O formador no final da formação, deve preencher a Ficha de Satisfação de Formadores. O objetivo é recolher a opinião do formador sobre a formação ministrada em termos de equipamentos disponibilizados, apoio da coordenação pedagógica, seleção de formandos e desempenho do grupo de formação. Relativamente ao desempenho do formador, a avaliação é efetuada na Ficha de Avaliação dos Formadores no fim da formação, tendo como base o PR07 Procedimento Seleção e Avaliação de Fornecedores. Avaliação global da formação: Com base na avaliação efetuada pelos formandos e formadores, da análise das desistências e aproveitamento dos formandos, das reclamações e de outra informação pertinente, o Coordenador Pedagógico efetua a avaliação da ação de formação, em forma de relatório, que deverá constar no Dossier técnico-pedagógico da ação/curso. O atraso ou a não entrega das atividades origina que o formando não conclua o módulo/curso, pelo que deverá frequentar uma nova ação. Após a data limite de entrega das atividades, continua a ser possível submeter as mesmas (ficando este sujeito às penalizações indicadas no programa de formação do curso) nos seguintes prazos: - nos cursos com mais de 60 horas em regime e-learning ou presencial e na parte e-learning do curso de Técnico Superior de Segurança no Trabalho o prazo limite para submissão de atividades é de 15 dias; - nos cursos em regime e-learning ou presencial com duração inferior a 60 horas, e no curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores, o prazo é de 8 dias. Todos os prazos são contados em dias seguidos. Após os prazos definidos acima, o formando não poderá concluir o curso/módulo, pelo que deverá frequentar uma nova ação. Esta situação pode ser colmatada mediante apresentação de justificação válida e posterior aprovação da coordenação do curso. No curso de Formação Pedagógica Inicial de os formadores devem lançar as notas no prazo de 5 dias úteis após o términus do módulo. O Balanço da atividade Formativa é efetuado anualmente pelo gestor da formação, com base nas avaliações de todas as ações efetuadas. 9. PROCEDIMENTO RELATIVO A RECLAMAÇÕES/SUGESTÕES As reclamações/sugestões devem ser formalizadas por escrito, no prazo máximo de 48 horas após a ocorrência do facto que motivou a reclamação/sugestão. Para tal a Forseguro dispõe, nos termos legais, de um Livro de Reclamações. Os formandos podem também formalizar a sua reclamação/sugestão na Ficha de Reclamações/Sugestões que estão à disposição no Dossier Pedagógico. O seu tratamento será efetuado de acordo com o Procedimento 10 - Tratamento de Reclamações. Mod.For /16

16 A Forseguro compromete-se a dar uma resposta ao reclamante, no prazo máximo de 10 dias úteis a contar da data de reclamação. 10. DISPOSIÇÕES FORMAIS Todos os formandos, formadores e outros intervenientes na formação têm direito à consulta do presente regulamento sempre que o solicitarem. Qualquer situação que se encontre omissa no presente regulamento será interpretada pela direção da Forseguro. Mod.For /16

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão)

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão) Regulamento Interno O presente regulamento aplica-se a todos os Cursos de formação concebidos, organizados e desenvolvidos pelo Nucaminho - Núcleo dos Camionistas do Minho, com o objetivo de promover o

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO FORMANDO E-LEARNING PQ.11.01/B 2014/03/31 Página 1 de 9

REGULAMENTO INTERNO DO FORMANDO E-LEARNING PQ.11.01/B 2014/03/31 Página 1 de 9 Página 1 de 9 1. APRESENTAÇÃO da ENTIDADE FORMADORA Fundado em 1996, o começou por ensinar informática a crianças e jovens, como franchisado da FUTUREKIDS em Vila Nova de Gaia, dando aulas no seu Centro

Leia mais

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO

HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO DATA SÍNTESE DA REVISÃO ELABORAÇÃO ASSINATURA APROVAÇÃO ASSINATURA ÍNDICE CAPÍTULO 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA/ÂMBITO... 3 1.1 POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 1.2 OBJECTIVO

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO REGULAMENTO DA FORMAÇÃO ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJECTO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO DO REGULAMENTO DA FORMAÇÃO... 3 3. POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 4. FORMAS E MÉTODOS DE SELECÇÃO... 4 4.1. Selecção

Leia mais

Regulamento Geral de Formação

Regulamento Geral de Formação Regulamento Geral de Formação Índice Introdução... 2 Apresentação do Instituto Kiros Portugal... 2 Pré-Requisitos... 2 Metodologia de Inscrição e de Seleção dos Alunos... 3 Condições de Pagamento... 4

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA FORMAÇÃO DA NHK, LDA ÍNDICE

REGULAMENTO INTERNO DA FORMAÇÃO DA NHK, LDA ÍNDICE REGULAMENTO INTERNO DA FORMAÇÃO DA NHK, LDA ÍNDICE CAPITULO 01- Requisitos de Acesso e Formas de Inscrição.... 02 CAPITULO 02 - Critérios e Métodos de Seleção dos Formandos e Novos Formadores...03 2.1

Leia mais

REGULAMENTO DA ACTIVIDADE FORMATIVA

REGULAMENTO DA ACTIVIDADE FORMATIVA A CadSolid tem como missão contribuir para a modernização da indústria portuguesa, mediante o desenvolvimento e comercialização de produtos e serviços inovadores, personalizados e concebidos para satisfazer

Leia mais

Regulamento de Formação AIP

Regulamento de Formação AIP Regulamento de Formação AIP Introdução Considerando que: Primeiro: A AIP Associação Industrial Portuguesa - Câmara de Comércio e Indústria é uma organização de utilidade pública sem fins lucrativos que

Leia mais

Regulamento de Formação da B-Training, Consulting

Regulamento de Formação da B-Training, Consulting Regulamento de Formação da B-Training, Consulting Desde já seja bem-vindo à B-Training, Consulting! Agradecemos a sua preferência e desejamos que o Curso corresponda às suas expectativas e que obtenha

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO INDICE... 1 1. Apresentação...3 2. Política e Estratégia...3 2.1. Código de Conduta...4 3. Normas Institucionais...5 4. Responsabilidades da Intelac Rh...6 4.1.

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO HAPINEZ CENTRO DE EXCELÊNCIA PARA A PSICOLOGIA. Pág.1/19

REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO HAPINEZ CENTRO DE EXCELÊNCIA PARA A PSICOLOGIA. Pág.1/19 REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO HAPINEZ CENTRO DE EXCELÊNCIA PARA A PSICOLOGIA Pág.1/19 Índice DISPOSIÇÕES GERAIS 3 1. Localização 3 2. Âmbito 3 3. Política e Estratégia de Actuação 3 4. Inscrições

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E-LEARNING

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E-LEARNING REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E-LEARNING AMETSIS CONSULTORES, UNIPESSOAL LDA Elaborado: Aprovado: Pg. 1 de 9 ÍNDICE 1.ENQUADRAMENTO... 3 2.UTILIZAÇÃO ÚNICA E INDIVIDUAL... 3 3.PUBLICITAÇÃO DOS CURSOS... 3 4.INSCRIÇÕES...

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA. Março de 2015 4ª Edição

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA. Março de 2015 4ª Edição REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA Março de 2015 4ª Edição Índice 1 O DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO... 3 1.1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA... 3 1.2. ESTRUTURA... 3 2 CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DA

Leia mais

CHEQUE - FORMAÇÃO. Criar valor

CHEQUE - FORMAÇÃO. Criar valor CHEQUE - FORMAÇÃO Criar valor Legislação Enquadradora A medida Cheque-Formação, criada pela Portaria n.º 229/2015, de 3 de agosto, constitui uma modalidade de financiamento direto da formação a atribuir

Leia mais

ACADEMIA PIONEIROS Férias

ACADEMIA PIONEIROS Férias sempre a mexer (regime OCUPAÇÃO ABERTA) Regulamento Interno Férias 2013 Art.º 1 - Informações Gerais 1. As Férias Academia decorrem nas instalações da Academia Pioneiros e seus parceiros, em regime fechado;

Leia mais

Guia de Apoio ao Formando. Formação à distância

Guia de Apoio ao Formando. Formação à distância Regras&Sugestões- Formação e Consultoria, Lda. Guia de Apoio ao Formando Data de elaboração: abril de 2014 CONTACTOS Regras & Sugestões Formação e Consultoria, Lda. Av. General Vitorino laranjeira, Edifício

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Capítulo I Princípios Gerais. Artigo Primeiro Objecto

REGULAMENTO INTERNO. Capítulo I Princípios Gerais. Artigo Primeiro Objecto REGULAMENTO INTERNO Capítulo I Princípios Gerais Artigo Primeiro Objecto O presente Regulamento define o regime de funcionamento interno do Centro de Formação Ciência Viva reconhecido pelo Ministério da

Leia mais

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.)

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) É atribuição do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) no sector da

Leia mais

Regulamento de Estágio/Projeto do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial

Regulamento de Estágio/Projeto do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Regulamento de Estágio/Projeto do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão do Instituto Politécnico do Porto CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA E GESTÃO

Leia mais

CIRCULAR INFORMATIVA

CIRCULAR INFORMATIVA CIRCULAR INFORMATIVA Nº. 47 Data: 2013/12/04 Para conhecimento de: Pessoal docente, discente e não docente ASSUNTO: - Regulamento de Formação Contínua. Para os devidos efeitos, informa-se a comunidade

Leia mais

Regulamento de funcionamento da Formação

Regulamento de funcionamento da Formação 1 Regulamento de funcionamento da Formação O presente Regulamento define as regras aplicáveis ao desenvolvimento da actividade formativa. FITI - Federação das Instituições de Terceira Idade 4ª Versão Outubro

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA

INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA FOR.CET Centro de Formação para Cursos de Especialização Tecnológica Regulamento de Funcionamento dos CET Capítulo I Acesso e Frequência Artigo 1º (Acesso e Frequência)

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU REGULAMENTO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU REGULAMENTO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU REGULAMENTO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objeto e âmbito O presente regulamento

Leia mais

PRÉMIO DE EMPREENDEDORISMO FCSH-NOVA/SANTANDER-UNIVERSIDADES. Melhores Ideias de Negócio

PRÉMIO DE EMPREENDEDORISMO FCSH-NOVA/SANTANDER-UNIVERSIDADES. Melhores Ideias de Negócio PRÉMIO DE EMPREENDEDORISMO FCSH-NOVA/SANTANDER-UNIVERSIDADES Melhores Ideias de Negócio 2016 GUIA DE CANDIDATURA Preâmbulo Consciente dos novos cenários económicos, que se observam à escala global, e atenta

Leia mais

REGULAMENTO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR

REGULAMENTO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR REGULAMENTO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR MUNICÍPIO DE REGULAMENTO DOS CAMPOS DE FÉRIAS ORGANIZADOS PELO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR PREÂMBULO A organização de campos

Leia mais

REGULAMENTO CURSO DE TREINADORES Grau I Porto/Coimbra/Lisboa

REGULAMENTO CURSO DE TREINADORES Grau I Porto/Coimbra/Lisboa REGULAMENTO CURSO DE TREINADORES Grau I Porto/Coimbra/Lisboa O presente regulamento, aprovado pelo, rege a organização dos Cursos de Treinadores de Grau I e do curso em epígrafe (Porto/Coimbra/Lisboa)

Leia mais

Artigo 3º Bolsas de Investigação para Frequência de Estágios

Artigo 3º Bolsas de Investigação para Frequência de Estágios PROGRAMA OPERACIONAL DE VALORIZAÇÃO DO POTENCIAL HUMANO E COESÃO SOCIAL DA RAM EIXO I EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO FORMAÇÃO AVANÇADA DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO AVANÇADA E QUALIFICAÇÃO DE RECURSOS

Leia mais

Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra

Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra Artigo 1.º Âmbito O presente Regulamento fixa as normas gerais relativas a matrículas e inscrições nos cursos do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra. Artigo 2.º Definições De

Leia mais

Regulamento. 5. O Concurso 50/50, promovido pelo ACM, IP, lançado pela primeira vez em 2015, assume um carácter experimental.

Regulamento. 5. O Concurso 50/50, promovido pelo ACM, IP, lançado pela primeira vez em 2015, assume um carácter experimental. Regulamento PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL Artigo 1º Âmbito 1. O Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (doravante ACM, I.P.) propõe a dinamização de um concurso de ideias, denominado Concurso 50/50, destinado

Leia mais

PROGRAMA CULTURA SOCIAL PROJETO FÉRIAS DESPORTIVAS 2016 NORMAS DE PARTICIPAÇÃO

PROGRAMA CULTURA SOCIAL PROJETO FÉRIAS DESPORTIVAS 2016 NORMAS DE PARTICIPAÇÃO PROGRAMA CULTURA SOCIAL PROJETO FÉRIAS DESPORTIVAS 2016 NORMAS DE PARTICIPAÇÃO I - PROMOÇÃO Este projeto encontra-se inserido no Programa Cultura Social, programa de Voluntariado e Ocupação de Tempos Livres

Leia mais

TEXTO ATUALIZADO. Artigo 1.º Objeto

TEXTO ATUALIZADO. Artigo 1.º Objeto Diploma: Portaria n.º 204-B/2013, de 18 de junho Sumário: Cria a medida Estágios Emprego Alterações: Portaria n.º 375/2013, de 27 de dezembro, altera o artigo 3.º e as alíneas a), b) e c) do n.º 1 do artigo

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575 Artigo 20.º Oferta formativa e monitorização 1 A oferta formativa destinada aos activos desempregados é assegurada através de cursos de educação

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO Introdução O presente Regulamento foi concebido a pensar em si, visando o bom funcionamento da formação. Na LauTraining Formação e Consultoria, vai encontrar um ambiente de trabalho e de formação agradável

Leia mais

Regulamento de Funcionamento da Formação

Regulamento de Funcionamento da Formação Regulamento de Funcionamento da Formação Índice 1. Caracterização e Identificação da Entidade... 3 2. Certificação entidade formadora... 3 3. Acreditação Entidade Formadora... 3 4. Certificação ISO 9001...

Leia mais

Índice 1. Introdução... 2 2. Objetivo e Âmbito do Manual do Voluntariado... 2 3. Definições... 2 3.1. Voluntariado... 2 3.2. Voluntário... 3 4.

Índice 1. Introdução... 2 2. Objetivo e Âmbito do Manual do Voluntariado... 2 3. Definições... 2 3.1. Voluntariado... 2 3.2. Voluntário... 3 4. Manual do Índice 1. Introdução... 2 2. Objetivo e Âmbito do Manual do Voluntariado... 2 3. Definições... 2 3.1. Voluntariado... 2 3.2. Voluntário... 3 4. Ser Voluntário da Liga... 3 5. Reflexões prévias...

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL EDITAL Nº 11/10 - - - Frederico Fernandes Pereira, Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, torna pública que, por deliberação deste órgão autárquico na

Leia mais

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis PREÂMBULO O voluntariado é definido como um conjunto de ações e interesses sociais e comunitários, realizadas de forma desinteressada

Leia mais

REGULAMENTO DE BOLSAS. 1. Objeto

REGULAMENTO DE BOLSAS. 1. Objeto REGULAMENTO DE BOLSAS 1. Objeto 1.1 O presente Regulamento estabelece os termos e condições aplicáveis à atribuição pela Gilead Sciences, Lda. ( Gilead ) de apoios financeiros ( Bolsas ) com o objetivo

Leia mais

Regulamento Interno Academia Pioneiros

Regulamento Interno Academia Pioneiros Regulamento Interno Academia Pioneiros Art.º 1 - Informações Gerais 1. A Academia Pioneiros decorre nas suas próprias instalações, em regime fechado; 2. Cabe à Direção dos Pioneiros de Bragança Futsal

Leia mais

ARRENDAMENTO DO RESTAURANTE-BAR, NO RAMO DE ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO, SITO NA PISCINA MUNICIPAL, RUA DR. EDMUNDO CURVELO, EM ARRONCHES

ARRENDAMENTO DO RESTAURANTE-BAR, NO RAMO DE ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO, SITO NA PISCINA MUNICIPAL, RUA DR. EDMUNDO CURVELO, EM ARRONCHES 1 ARRENDAMENTO DO RESTAURANTE-BAR, NO RAMO DE ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO, SITO NA PISCINA MUNICIPAL, RUA DR. EDMUNDO CURVELO, EM ARRONCHES CADERNO DE ENCARGOS Artigo 1.º Objeto A Câmara Municipal de

Leia mais

Regulamento Municipal para a Concessão de Apoios ao Associativismo. Preâmbulo

Regulamento Municipal para a Concessão de Apoios ao Associativismo. Preâmbulo MUNICIPIO DE ARCOS DE VALDEVEZ Regulamento Dr. Francisco Rodrigues de Araújo, Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez: Faz público que a Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez, na sua sessão

Leia mais

Atelier de Saúde REGULAMENTO INTERNO

Atelier de Saúde REGULAMENTO INTERNO Serviços de Saúde e Bem-estar Atelier de Saúde REGULAMENTO INTERNO REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO EUZINHO ATELIER DE SAÚDE ARTIGO 1º Denominação e Natureza 1. O EUzinho Atelier de Saúde é um programa

Leia mais

DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT

DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT Instituto Nacional de Emergência Médica, I.P. DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT Maio de 2012 Departamento de Formação em Emergência Médica Rua Almirante Barroso, n.º 36, 4º Piso 1000-013 Lisboa

Leia mais

Atribuição de Bolsas de Estudo aos Alunos do Ensino Superior. Preâmbulo

Atribuição de Bolsas de Estudo aos Alunos do Ensino Superior. Preâmbulo Regulamento Municipal de Atribuição de Bolsas de Estudo aos Alunos do Ensino Superior Preâmbulo O desenvolvimento das sociedades democráticas exige cada vez mais políticas educativas que promovam uma efectiva

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO O presente Regulamento pretende enquadrar as principais regras e linhas de orientação pelas quais se rege a atividade formativa da LEXSEGUR, de forma a garantir

Leia mais

Câmara Municipal de Fafe

Câmara Municipal de Fafe ÍNDICE REMISSIVO. Artigo 1º - Disposições gerais. Artigo 2º - Objeto e âmbito da aplicação. Artigo 3º- Conceitos. Artigo 4º - Natureza do apoio. Artigo 5º - Condições de acesso ao Programa Ser Solidário.

Leia mais

CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO

CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO REGULAMENTO ESPECÍFICO MARÇO DE 2014 ÍNDICE ENQUADRAMENTO NORMATIVO... 1 ÂMBITO E DEFINIÇÃO 1 CONDIÇÕES DE ACESSO 1 OBJETIVOS 1 COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER 2 ESTRUTURA E DESENVOLVIMENTO DE PS 2 AVALIAÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO Formação pós-graduada em modalidade de e-learning

REGULAMENTO Formação pós-graduada em modalidade de e-learning REGULAMENTO Formação pós-graduada em modalidade de e-learning Elaborado por: Aprovado por: Versão Reitor 3.1 (José João Amoreira) (Professor Doutor Rui Oliveira) Revisto e Confirmado por: Data de Aprovação

Leia mais

Normas de Funcionamento do Projeto FÉRIAS ATIVAS OBJECTIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO

Normas de Funcionamento do Projeto FÉRIAS ATIVAS OBJECTIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO Normas de Funcionamento do Projeto FÉRIAS ATIVAS OBJECTIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO As presentes Normas têm por objetivo regulamentar as questões de funcionamento das Atividades a realizar nos períodos de

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO A INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL E DEMAIS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS DO CONCELHO DE PINHEL

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO A INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL E DEMAIS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS DO CONCELHO DE PINHEL REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO A INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL E DEMAIS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS DO CONCELHO DE PINHEL Junho 2013 PREÂMBULO Considerando o quadro legal de atribuições

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU NA MODALIDADE PRESENCIAL

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU NA MODALIDADE PRESENCIAL Oferta ENSP Regular - Anual CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU NA MODALIDADE PRESENCIAL Coordenação: Gíssia Gomes Galvão Célia Regina de Andrade Serviço de Gestão Acadêmica:

Leia mais

MISSÃO EMPRESARIAL AO CHILE SANTIAGO DO CHILE 01 a 06 de OUTUBRO 2016 2 DESCRIÇÃO:

MISSÃO EMPRESARIAL AO CHILE SANTIAGO DO CHILE 01 a 06 de OUTUBRO 2016 2 DESCRIÇÃO: 23 MISSÃO EMPRESARIAL AO CHILE SANTIAGO DO CHILE 01 a 06 de OUTUBRO 2016 2 DESCRIÇÃO: A Missão encontra-se integrada no Projeto Conjunto da AIDA, INOV_MARKET, que tem como principais objetivos promover

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de dezembro, alterado pelos Decretos

Leia mais

Regulamento para a Concessão de Subsídios a Entidades e Organismos que Prossigam Fins de Interesse Público da Freguesia de Areeiro CAPÍTULO I

Regulamento para a Concessão de Subsídios a Entidades e Organismos que Prossigam Fins de Interesse Público da Freguesia de Areeiro CAPÍTULO I Regulamento para a Concessão de Subsídios a Entidades e Organismos que Prossigam Fins de Interesse Público da Freguesia de Areeiro CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Objecto O presente regulamento

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE TREINADORES NÍVEL I

REGULAMENTO DO CURSO DE TREINADORES NÍVEL I FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE BASQUETEBOL ESCOLA NACIONAL DO BASQUETEBOL REGULAMENTO DO CURSO DE TREINADORES NÍVEL I O presente regulamento, aprovado pelo Conselho Nacional de Formação de Treinadores, rege a

Leia mais

Âmbito. Objetivos. Inscrições. Artigo 1º. Artigo 2º. Artigo 3º

Âmbito. Objetivos. Inscrições. Artigo 1º. Artigo 2º. Artigo 3º Artigo 1º Âmbito 1. O CASPAE, IPSS, Coimbra é uma Instituição Particular de Solidariedade Social que tem por missão cumprir o dever moral de solidariedade e de justiça dos indivíduos, promovendo respostas

Leia mais

Direção Nacional Unidade Orgânica de Logística e Finanças Departamento de Logística. Caderno de Encargos

Direção Nacional Unidade Orgânica de Logística e Finanças Departamento de Logística. Caderno de Encargos Direção Nacional Unidade Orgânica de Logística e Finanças Departamento de Logística Caderno de Encargos Caderno de Encargos Cláusula 1.ª Objeto 1. O presente caderno de encargos compreende as cláusulas

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO 3962-(2) Diário da República, 1.ª série N.º 147 31 de julho de 2012 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO Portaria n.º 225-A/2012 de 31 de julho As importantes reformas que estão a ser implementadas na economia

Leia mais

Regulamento de Funcionamento da Formação. Disposições Gerais da Prestação de Serviços no âmbito da Formação

Regulamento de Funcionamento da Formação. Disposições Gerais da Prestação de Serviços no âmbito da Formação Regulamento de Funcionamento da Formação Disposições Gerais da Prestação de Serviços no âmbito da Formação Agosto 2013 Índice Pág. Introdução. 3 Objetivo... 3 Inscrição nos cursos de formação 3 Condições

Leia mais

Portaria 1191/2003, de 10 de Outubro

Portaria 1191/2003, de 10 de Outubro Portaria 1191/2003, de 10 de Outubro Regula a concessão de apoios a projectos que dêm lugar à criação de novas entidades que originam a criação liquida de postos de trabalho Na apresentação do respectivo

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO

REGULAMENTO DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO REGULAMENTO DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO Freguesia da Batalha REGULAMENTO DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO DA FREGUESIA DA BATALHA Introdução O associativismo desempenha um papel de importante valor na dinamização

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 157/2015 de 11 de Novembro de 2015

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 157/2015 de 11 de Novembro de 2015 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 157/2015 de 11 de Novembro de 2015 Considerando que na Região Autónoma dos Açores, à semelhança do País, regista-se um elevado número de jovens

Leia mais

CHEQUE FORMAÇÂO. Como Funciona?

CHEQUE FORMAÇÂO. Como Funciona? CHEQUE FORMAÇÂO Como Funciona? A medida Cheque- Formação é um incentivo à qualificação e formação profissional dos trabalhadores, sendo um apoio direto do estado ao candidato, através do IEFP. Após a aprovação

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 104/2015 de 15 de Julho de 2015

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 104/2015 de 15 de Julho de 2015 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 104/2015 de 15 de Julho de 2015 Considerando que um dos objetivos do Programa do XI Governo Regional assenta no fomento de medidas de apoio ao

Leia mais

REGULAMENTO DO FUNDO DE APOIO À COMUNIDADE CIENTÍFICA (FACC)

REGULAMENTO DO FUNDO DE APOIO À COMUNIDADE CIENTÍFICA (FACC) REGULAMENTO DO FUNDO DE APOIO À COMUNIDADE CIENTÍFICA (FACC) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito e objeto Artigo 2.º Destinatários dos apoios Artigo 3.º Responsáveis pela candidatura Artigo

Leia mais

REGULAMENTO DE CEDÊNCIA E UTILIZAÇÃO DA VIATURA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DE CEDÊNCIA E UTILIZAÇÃO DA VIATURA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DE CEDÊNCIA E UTILIZAÇÃO DA VIATURA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objeto 1. O Presente Regulamento estabelece as condições

Leia mais

c) INSCRIÇÃO NO POLO DE APOIO PRESENCIAL Dirigir-se ao POLO de opção, conforme locais disponíveis no site www.poseaduninter.com.br

c) INSCRIÇÃO NO POLO DE APOIO PRESENCIAL Dirigir-se ao POLO de opção, conforme locais disponíveis no site www.poseaduninter.com.br EDITAL PÓS-GRADUAÇÃO MODALIDADE A DISTÂNCIA Nº 20/2014 CPSI REGULAMENTA O PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NOS CURSOS DE PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU, DA METODOLOGIA E-LEARNING A DISTÂNCIA, NO MÓDULO LETIVO

Leia mais

Regulamento. Projeto Gouveia StartUp

Regulamento. Projeto Gouveia StartUp Regulamento Projeto Gouveia StartUp Projeto Gouveia StartUp Índice Preâmbulo 2 Capitulo I - Disposições Gerais 3 Leis Habilitantes 3 Âmbito Geográfico 3 Objeto 3 Candidatos 3 Capítulo II Gestão e Condições

Leia mais

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior DESPACHO CONJUNTO Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5735,

Leia mais

A FUNDAÇÃO VOLUNTARIADO

A FUNDAÇÃO VOLUNTARIADO A FUNDAÇÃO Tendo como Instituidores o ICP-ANACOM, os CTT - Correios de Portugal e a PT- Portugal Telecom, a Fundação Portuguesa das Comunicações (FPC) tem por missão promover o estudo, a conservação e

Leia mais

Rua de Belos Ares, nº 160 4100-108 Porto T: 22 600 5219 F: 22 600 9621 e.mail: igap@igap.pt

Rua de Belos Ares, nº 160 4100-108 Porto T: 22 600 5219 F: 22 600 9621 e.mail: igap@igap.pt REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO Disponível em www.igap.pt Rua de Belos Ares, nº 160 4100-108 Porto T: 22 600 5219 F: 22 600 9621 e.mail: igap@igap.pt Í N D I C E Capítulo Pág. I Política e Estratégia

Leia mais

Anexo II Programa INOV Contacto - Estágios Internacionais Edição 2015-2016

Anexo II Programa INOV Contacto - Estágios Internacionais Edição 2015-2016 Anexo II Programa INOV Contacto - Estágios Internacionais Edição 2015-2016 Protocolo de Estágio entre AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo, E.P.E. e (nome da entidade) Entre PRIMEIRO:

Leia mais

Regulamento do Núcleo de Formação

Regulamento do Núcleo de Formação Regulamento do Núcleo de Formação 2013 1.Nota Introdutória Qualquer processo de formação com qualidade exige medidas e instrumentos de normalização e controlo, que permitam garantir desempenhos de excelência

Leia mais

EDITAL 001/2015 EMPRESA JÚNIOR DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA

EDITAL 001/2015 EMPRESA JÚNIOR DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EDITAL 001/2015 EMPRESA JÚNIOR DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PROCESSO DE SELEÇÃO PARA ASSESSORES JUNHO 2015 A CHRONOS JR - EMPRESA JÚNIOR DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, nos termos do Estatuto da Empresa Júnior do

Leia mais

Projeto de Regulamento do Fundo Municipal de Emergência Social (FMES) de Nordeste

Projeto de Regulamento do Fundo Municipal de Emergência Social (FMES) de Nordeste Projeto de Regulamento do Fundo Municipal de Emergência Social (FMES) de Nordeste Tendo por base o n.º 8 do artigo 112.º e o artigo 241.º da Constituição da República Portuguesa, o Município de Nordeste

Leia mais

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Artigo 9.º Artigo 9.º Desemprego involuntário Desemprego involuntário 1 - O desemprego considera-se involuntário sempre que a cessação do

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS. Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho

S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS. Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho Os hospitais são organizações de grande complexidade organizativa que exigem dos profissionais ligados à gestão especial competência

Leia mais

Medidas de Apoio à Contratação. Medida Estágio Emprego

Medidas de Apoio à Contratação. Medida Estágio Emprego COELHO RIBEIRO E ASSOCIADOS SOCIEDADE CIVIL DE ADVOGADOS Medidas de Apoio à Contratação CRA Coelho Ribeiro e Associados, SCARL Ana Henriques Moreira Portugal Agosto 2014 Entre 24 e 30 de Julho do corrente

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO 1/8

CÓDIGO DE CONDUTA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO 1/8 CÓDIGO DE CONDUTA DA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO Lisboa, Julho de 2015 1/8 I - ÂMBITO Artigo Primeiro Âmbito Pessoal O presente Código integra um conjunto de regras e princípios gerais de ética

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DAS ACÇÕES DE FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DAS ACÇÕES DE FORMAÇÃO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DAS ACÇÕES DE FORMAÇÃO CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO Índice 1. Âmbito de Aplicação 2. Competência Organizativa 3. Política e Estratégia da Entidade 4. Responsabilidades

Leia mais

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Janeiro de 2014 Versão 1.3 1. INTRODUÇÃO O presente Regulamento é fundamental para reger as operações-chave do programa de Certificação Profissional FEBRABAN.

Leia mais

Projetos Estratégicos. Normas de execução financeira. 1. Âmbito do financiamento

Projetos Estratégicos. Normas de execução financeira. 1. Âmbito do financiamento Projetos Estratégicos Normas de execução financeira 1. Âmbito do financiamento 1.1. As verbas atribuídas destinam-se a financiar as despesas do projeto aprovado, com observância da legislação em vigor,

Leia mais

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado;

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado; 1. DEFINIÇÃO DE VOLUNTARIADO é o conjunto de acções de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projectos, programas e outras formas de intervenção ao

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2º Sem/2014 Graduação Presencial Manual do Candidato Ingresso Via ENEM

PROCESSO SELETIVO 2º Sem/2014 Graduação Presencial Manual do Candidato Ingresso Via ENEM PROCESSO SELETIVO 2º Sem/2014 Graduação Presencial Manual do Candidato Ingresso Via ENEM A Universidade Cidade de São Paulo UNICID, atendendo a Portaria Normativa MEC n o 40, de 12.12.2007, resolve promover

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO BOSCH SUMMER CAMPUS VERÃO 2015

REGULAMENTO INTERNO BOSCH SUMMER CAMPUS VERÃO 2015 REGULAMENTO INTERNO BOSCH SUMMER CAMPUS VERÃO 2015 CAPITULO I NATUREZA, FINS E OBJETIVOS A empresa de consultoria e assessoria de eventos PORMENOR MÁGICO, com sede em Guimarães juntamente com a empresa

Leia mais

ESTATUTO 10 de setembro de 2014

ESTATUTO 10 de setembro de 2014 ESTATUTO 10 de setembro de 2014 ESTRUTURA ORGÂNICA A Escola Artística e Profissional Árvore é um estabelecimento privado de ensino, propriedade da Escola das Virtudes Cooperativa de Ensino Polivalente

Leia mais

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo As associações são a expressão do dinamismo e interesse das populações que entusiasticamente se dedicam e disponibilizam em prol da causa pública. As associações

Leia mais

BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO. DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º

BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO. DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º 1. Com o fim de estimular a valorização profissional e a especialização nos diversos domínios da Música, a Fundação

Leia mais

Manual do Estagiário ESCS

Manual do Estagiário ESCS Manual do Estagiário ESCS ESCS 2015 ÍNDICE APRESENTAÇÃO. 3 INTRODUÇÃO...4 OS ESTÁGIOS NA ESCS....5 A ESCS RECOMENDA AINDA... 6 DIREITOS DO ESTAGIÁRIO.. 7 SUBSÍDIOS 7 DURAÇÃO DO ESTÁGIO....8 PROTOCOLO DE

Leia mais

Ministério da Educação FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC Pró-Reitoria de Extensão

Ministério da Educação FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC Pró-Reitoria de Extensão EDITAL Nº 012/2013, DE 14 DE JUNHO DE 2013 Processo Seletivo para a Escola Preparatória da UFABC/Mauá 2013 Processo nº 23006.000349/2013-10 O PRÓ-REITOR DE EXTENSÃO em exercício, nomeado pela Portaria

Leia mais

Edital Nº 04/2015 DEPE DISPÕE SOBRE A SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE PESQUISA NA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SOBRAL.

Edital Nº 04/2015 DEPE DISPÕE SOBRE A SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE PESQUISA NA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SOBRAL. Edital Nº 04/2015 DEPE DISPÕE SOBRE A SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE PESQUISA NA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SOBRAL. Período 2015/2016 O Diretor da Santa Casa de Misericórdia de Sobral,

Leia mais

CONCURSO EU QUERO 1 FIAT 500

CONCURSO EU QUERO 1 FIAT 500 CONCURSO EU QUERO 1 FIAT 500 As Tardes da Júlia 1. OBJECTIVOS. 1.1. O EU QUERO (1 FIAT 500) é um concurso publicitário que decorre entre as 14h00 do dia 15 de Janeiro de 2010 e as 16h00m do dia 22 de Janeiro

Leia mais

CONTRATO PARA AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE SEGUROS Nº CP 001/ENB/2014

CONTRATO PARA AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE SEGUROS Nº CP 001/ENB/2014 CONTRATO PARA AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE SEGUROS Nº CP 001/ENB/2014 Entre: A Escola Nacional de Bombeiros, NIF 503 657 190, com sede na Quinta do Anjinho, São Pedro de Penaferrim - 2710-460 Sintra, neste

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016. Preâmbulo

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016. Preâmbulo REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO A BOLSAS DE QUALIFICAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO ARTÍSTICA 2016 Preâmbulo O departamento de Acção Cultural da Fundação GDA, através do programa de Apoio a Bolsas de Qualificação

Leia mais

Regulamento de Funcionamento das Acções de Formação

Regulamento de Funcionamento das Acções de Formação Regulamento de Funcionamento das Acções de Formação A Ciência Viva tem como missão a difusão da Cultura Científica e Tecnológica apoiando acções dirigidas à promoção da Educação Científica e Tecnológica

Leia mais

Regulamento Interno das Componentes de Apoio à Família da AJEC. I. Funcionamento e Âmbito de Aplicação

Regulamento Interno das Componentes de Apoio à Família da AJEC. I. Funcionamento e Âmbito de Aplicação Regulamento Interno das Componentes de Apoio à Família da AJEC I. Funcionamento e Âmbito de Aplicação O presente Regulamento Interno tem por objetivo regulamentar o funcionamento do projeto Componente

Leia mais

Regulamento do Serviço de Consulta Psicológica da Universidade da Madeira

Regulamento do Serviço de Consulta Psicológica da Universidade da Madeira Regulamento do Serviço de Consulta Psicológica da Universidade da Madeira Preâmbulo No âmbito dos novos desafios, exigências e problemas que se colocam às universidades nacionais e internacionais e aos

Leia mais