DECRETO Nº 034/2013. O Prefeito do Município de Sertanópolis, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais e considerando:

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1 DECRETO Nº 034/2013 SÚMULA: Dispõe sobre a jornada de trabalho em Regime de Trabalho em Turnos RTT e Regime de Trabalho de Sobreaviso RPS no âmbito da Administração Direta e Indireta do Poder Executivo Municipal. O Prefeito do Município de Sertanópolis, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais e considerando: 1. que o art. 68, incisos IV e VII, da Lei Orgânica do Município lhe confere a competência privativa para a sanção, promulgação e publicação de leis, decretos e regulamentos para a fiel execução da norma legal e a disposição sobre a organização e o funcionamento da administração; 2. que a Lei nº 2.029, de 04 de abril de 2012, transpôs os ocupantes de empregos públicos sob o regime de trabalho celetista para cargos sob o regime estatutário, transformando empregos em cargos; 3. que as especificidades do contrato de trabalho celetista não se transpõem para o regime estatutário; e 4. Tendo em vista o disposto na Lei Municipal nº 2.030/2012, Lei Municipal n.º 2.031/2012 e Lei Municipal n.º 2.032/2012. DECRETA: Art. 1 O servidor público da Administração Direta e Autárquica deverá laborar em jornada pela carga horária de seu cargo, constante do respectivo plano de carreira, adotando-se, nos casos específicos, os regimes de trabalho previstos neste regulamento para atendimento integral do serviço.

2 Parágrafo único. Cargos e funções que exijam, por força de condições de trabalho, desempenho diferente da carga horária normal ou que prestem serviços aos sábados, domingos e feriados, adotarão o Regime de Trabalho em Turnos, plantão ou sobreaviso, conforme o caso. Art. 2º Será adotado o Regime de Trabalho em Turnos RTT para as atividades com atuação ininterrupta de vinte e quatro horas de serviço, somente quando o quantitativo dos respectivos cargos e funções assim o permitir, podendo ser de: I - seis horas de trabalho diárias; II - seis horas de trabalho diárias de segunda a sexta-feira, com um plantão de doze horas nos finais de semana; III - oito horas de trabalho diárias; IV - doze horas de trabalho por trinta e seis horas de descanso, para servidor com jornada de oito horas diárias; V - doze horas de trabalho por sessenta horas de descanso, para servidor com jornada de seis horas diárias; VI - doze horas de trabalho por setenta e duas horas de descanso, para servidor na função de médico, com jornada de trabalho de quatro horas. Parágrafo único. Poderão ser concedidas até duas folgas mensais aos servidores em Regime de Trabalho em Turnos disposto no inciso IV deste artigo, instituídas exclusivamente para ajustar à sua carga horária mensal. Art. 3º Os servidores em Regime de Trabalho em Turnos deverão fazer seus descansos e refeições ao longo da jornada nos seguintes períodos máximos: I - quinze minutos para seis horas de trabalho diárias; II trinta minutos para oito horas de trabalho diárias; III - sessenta minutos, divididos em dois períodos de trinta minutos para jornadas de doze horas de trabalho;

3 IV - noventa minutos, divididos em três períodos de trinta minutos para jornadas de vinte e quatro horas de trabalho. 1º Os períodos para os descansos e refeições de que trata este artigo estão compreendidos nas horas fixadas para cada turno, sendo contados como horas trabalhadas. 2º O servidor deverá usufruir o período de intervalo para os descansos e refeições no próprio local de trabalho quando a natureza da atividade exigir. 3º O servidor deverá proceder ao registro dos períodos usufruídos para descansos e refeições para controle de seu efetivo exercício perante a Administração. Art. 4º O Regime de Trabalho em Turnos compreenderá, além de dias úteis, sábados, domingos, feriados e pontos facultativos, sendo indevido o pagamento em dobro sobre a hora normal, ou serviço extraordinário, para o servidor escalado. Art. 5º É devido o pagamento pelo serviço extraordinário ao servidor que estiver sob o Regime de Trabalho em Turnos quando for necessária sua permanência no local de serviço ao final de seu turno, por ausência do servidor escalado para o turno seguinte, ou por situação de excepcional interesse da administração. Art. 6º O Regime de Trabalho em Turnos será realizado em regime de compensação, de modo que eventual excesso na jornada de trabalho semanal prevista para o cargo será compensada com as jornadas efetuadas durante o mês, de modo a não extrapolar a carga horária mensal do cargo. Parágrafo único. A carga horária mensal será apurada mediante a multiplicação da jornada de trabalho diária prevista para o cargo pelos dias úteis de cada mês (ou sistema de 4 semanas fechadas), sendo devidas como extraordinárias somente as horas laboradas em excesso a este limite. Art. 7º O cálculo do serviço extraordinário será feito sobre o nível em que se encontra o servidor, referente ao seu vencimento básico. Parágrafo único. Fica vedado qualquer cálculo adicional sobre o valor do serviço extraordinário.

4 Art. 8º Será pago o adicional noturno no Regime de Trabalho em Turnos, de natureza indenizatória, de acordo com as regras gerais do órgão de administração de pessoal do Poder Executivo. Art. 9º O servidor sujeito ao Regime de Trabalho em Turnos fará jus a um dia de descanso remunerado por semana, sendo no mínimo um domingo no mês. Art. 10. No Regime de Trabalho em Turnos os dias de atestado médico coincidente com os dias de folgas, não geram direito à compensação de jornada após o retorno do servidor. Art. 11. Quando o serviço prestado sob o Regime de Trabalho em Turnos obedecer a sistema ininterrupto de revezamento, o servidor somente poderá ausentar-se do posto de trabalho ao final do seu turno com a presença do respectivo substituto. Art. 12. Não se permitirá fruição de férias a mais de um servidor que trabalhe em regime de turnos no mesmo período, salvo se tal medida, comprovadamente, não gerar prejuízos à continuidade das atividades no setor. Art. 13. O Regime de Trabalho em Turno poderá ser alterado exofficio, ou mediante requerimento do servidor, através de comunicação prévia e considerando-se, em qualquer caso, o interesse público. Parágrafo único. A alteração será autorizada pela Direção Geral da respectiva Unidade e encaminhada para conhecimento e providências da Unidade de Recursos Humanos. Art. 14. Para inserção do servidor público ocupante de cargo efetivo na jornada especial de trabalho através de Regime de Trabalho em Turno, o mesmo deverá aderir formalmente ao sistema, cuja adesão será administrada pelo Departamento de Recursos Humanos do órgão. Parágrafo único. Aos ocupantes dos cargos que integram a jornada especial de trabalho através de turno de revezamento de horários e que desejem desintegrar-se deste sistema, deverão solicitar formalmente ao Diretor do Departamento de Recursos Humanos o qual, observadas as necessidades de atendimento de serviços considerados ininterruptos, deverá deferir ou indeferir a solicitação no prazo de trinta dias. Art. 15. Caberá aos Diretores dos Departamentos e Diretores Superintendentes das Autarquias estabelecerem os serviços que

5 funcionarão parcial ou integralmente, no âmbito de suas respectivas entidades, em Regime de Trabalho em Turnos e expedir os respectivos atos, observadas as disposições deste Decreto. Art. 16. Os titulares das secretarias responsáveis pela organização, prestação e fiscalização dos serviços de que trata este artigo definirão os cargos e o número de servidores que atuarão em Regime de Trabalho em Turnos bem como elaborarão as respectivas escalas de trabalho mensalmente. 1º As escalas de trabalho serão administradas pelo Departamento de Recursos Humanos do órgão, e disponibilizadas mensalmente para conhecimento dos servidores com antecedência mínima de cinco dias úteis de seu efetivo início. 2º Disponibilizada a escala de trabalho de que trata este artigo, a mesma poderá sofrer alteração, a critério da Administração, com antecedência mínima de dois dias úteis de seu efetivo início. Art. 17. A responsabilidade do plantão em unidade de Pronto Socorro cabe a um só médico em Regime de Trabalho em Turno e será de doze, vinte e quatro ou quarenta e oito horas consecutivas. Art. 18. O horário da transferência de responsabilidade do plantão deve ser efetuado no intervalo entre 07h00 e 08h00min, dependendo da fixação de cada unidade de PS. Parágrafo único. As responsabilidades administrativas e legais relativas aos procedimentos médicos adotados durante o turno de trabalho pertencem ao médico que executou o plantão no qual se apresentaram as ocorrências e não se encerram com a transferência das atividades médicas. Art. 19. A escala de plantões nos feriados de Natal e Ano-Novo será efetuada por sorteio simples, com a conseqüente exclusão do sorteado do restante do sorteio. Art. 20. As férias requeridas no período em que se incluem os feriados mencionados no artigo anterior, serão definidas, estabelecendo-se como critério de prioridade os profissionais que não usufruíram dos mesmos no ano anterior. Art. 21. Será adotado o Regime de Plantão de Sobreaviso RPS nos casos em que, além da jornada diária normal e fora da instituição, seja

6 necessária a disponibilidade ao pronto atendimento das necessidades essenciais de serviço, mediante escala estabelecida para este fim. 1º Considera-se Regime de Plantão de Sobreaviso, o período de tempo em que o servidor permanecer, fora do local de trabalho, aguardando o chamado para o serviço. 2º O servidor que estiver escalado deverá atender prontamente ao chamado do órgão e, durante o período de espera, não se deve praticar atividades que impeçam o comparecimento ao serviço e o cumprimento do que é exigido do cargo e função. 3º A escala de Regime de Plantão de Sobreaviso será de no máximo vinte e quatro horas ininterruptas e deverá observar o intervalo mínimo de doze horas entre as escalas de um mesmo servidor. 4º A remuneração do Regime de Plantão de Sobreaviso será na razão de um terço da hora normal diária do prestador de sobreaviso, calculada exclusivamente sobre o vencimento básico, ficando vedado qualquer outro cálculo adicional. 5º O servidor que estiver em Regime de Plantão de Sobreaviso, quando chamado, será remunerado pelas horas efetivamente trabalhadas na forma de serviço extraordinário, cessando o pagamento do terço previsto no parágrafo anterior. Art. 22. O Regime de Plantão de Sobreaviso compreenderá, além de dias úteis, também sábados, domingos e feriados. Art. 23. Será pago o adicional noturno no Regime de Plantão de Sobreaviso, de natureza indenizatória, de acordo com as regras gerais do órgão de administração de pessoal do Poder Executivo. Art. 24. A autorização para o trabalho em Regime de Plantão de Sobreaviso deve ser requerida expressamente, mediante protocolo dirigido ao Departamento de Recursos Humanos, devidamente instruída com justificativa circunstanciada que caracterize a essencialidade da prestação de serviço sob o Regime de Plantão e Sobreaviso, bem como deve ser acompanhada de justificativa que demonstre a impossibilidade de adoção do Regime de Trabalho em Turnos no respectivo Setor/Divisão/Unidade, dada sua incompatibilidade com o Regime de Plantão de Sobreaviso.

7 1º O requerimento deve ser protocolado com a antecedência mínima de trinta dias antes do início da aplicação do Regime de Plantão de Sobreaviso, devidamente instruído com escala de plantão, contendo o nome do servidor, a função e a escala (dia, mês e horário). 2º O Setor/Divisão/Unidade requisitante do serviço em Regime de Plantão de Sobreaviso deverá fundamentar o número de servidores necessários ao atendimento do serviço sob este Regime, por formação específica/habilidade, sendo vedada a inclusão, na escala, de servidores em número superior ao necessário para o eficiente atendimento do serviço. 3º O requerimento deverá ainda especificar se a implantação do Regime de Plantão de sobreaviso dar-se-á em caráter provisório e temporário, visando atender a necessidade excepcional do serviço, ou em caráter permanente, devendo, naquele caso, cessar-se o trabalho sob este Regime assim que normalizado o serviço e, neste caso, deverá ser procedida, a cada um ano a revisão a respeito da necessidade, conveniência e oportunidade de manutenção do Regime de Plantão de Sobreaviso, visando, se for o caso, inclusive a implantação do Regime de Trabalho em Turnos. Art. 25. É competência do titular do órgão de administração de pessoal do Município autorizar e auditar a execução de serviços em Regime de Trabalho em Turnos, mediante solicitação e justificativa do titular do órgão, bem como o pagamento da vantagem do Regime de Plantão de Sobreaviso, desde que atendidas as suas exigências. Art. 26. O Regime de Plantão de Sobreaviso RPS e o Regime de Trabalho em Turnos RTT são incompatíveis entre si. Art. 27. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus efeitos na data de assinatura do presente, revogando as disposições em contrário. Paço Municipal Santo Soriani, aos 02 de janeiro de Aleocídio Balzanelo Prefeito Municipal ANOTE-SE PARA OS DEVIDOS FINS. Quadro de Editais Período Órgão de Imprensa do Município

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