Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e de 2012

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1 Icatu Seguros S.A. e Controladas CNPJ: / Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 KPDS 80915

2 Icatu Seguros S.A. e Controladas Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2013 e de 2012 Conteúdo Relatório da administração 3 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 5 Balanços patrimoniais 7 Demonstrações de resultados 9 Demonstrações de resultados abrangentes 10 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido 11 Demonstrações dos fluxos de caixa 12 Notas explicativas às demonstrações contábeis 13 Resumo do relatório do comitê de auditoria 61 2

3 ICATU SEGUROS S.A. E CONTROLADAS CNPJ: / RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Apresentamos aos nossos acionistas o Relatório de Administração, as Demonstrações Financeiras Consolidadas e o Parecer dos Auditores Independentes da Icatu Seguros S.A. e controladas, relativos aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2013 e de O patrimônio líquido da companhia atingiu R$ 632,6 milhões ao final do exercício de 2013, líquidos da distribuição de R$ 150 milhões de dividendos no período. A soma dos resultados das operações de Seguros, Previdência Complementar, Resseguros e Capitalização alcançou R$ 320,7 milhões, o que representa um crescimento de 12,1% em relação ao ano anterior. Os indicadores operacionais de seguros apresentaram melhoras significativas. O índice combinado apresentou melhora de 4 pontos percentuais, saindo de 81% em 2012 para 77% em 2013 e o índice de sinistralidade apresentou uma queda de 7 pontos percentuais, saindo de 56% para 49% no mesmo período, dada a composição atual da carteira. As reservas técnicas de seguros, previdência complementar e capitalização somaram R$ 9,1 bilhões em 2013, 15,2% superiores ao mesmo período do ano anterior. O somatório do Faturamento (*) e Portabilidades de Entrada da Icatu Seguros S.A. foi de R$ 3,7 bilhões, 12,1% maior quando comparado ao ano anterior. A captação líquida de previdência da Icatu Seguros S.A. cresceu 29%, enquanto o mercado apresentou uma retração em relação a As despesas administrativas se mantiveram sob controle, apresentando queda em termos reais. O resultado financeiro foi inferior ao do exercício anterior, impactado principalmente pelo resultado de suas subsidiárias. A Icatu Seguros S.A. apresentou lucro líquido de R$ 101,8 milhões no exercício de 2013, comparado a R$ 165,0 milhões em As reservas da Sociedade e suas controladas são administradas de acordo com as melhores práticas de gestão de Ativos, Passivos e de Risco, garantindo a capacidade financeira de honrar todos os seus compromissos, de acordo com os preceitos da Circular SUSEP nº 464/2013 inclusive mantendo os títulos e valores mobiliários da categoria mantidos até o vencimento. A Icatu Seguros S.A. e suas controladas mantém sólida posição financeira, inclusive com ativos livres e excesso de capital regulatório. 3

4 A Icatu Seguros S.A. e suas controladas aproveitam a oportunidade para agradecer especialmente à sua equipe de funcionários e a seus parceiros e corretores pela conquista desses resultados, aos clientes pela preferência e confiança, e à SUSEP e aos acionistas por todo apoio recebido. Rio de Janeiro, 26 de fevereiro de A Administração. * Faturamento = prêmios emitidos líquidos + contribuições para cobertura de risco + receita com resseguro + rendas de contribuições e prêmios + rendas com taxas de gestão e outras taxa + arrecadação com títulos de capitalização. 4

5 KPMG Auditores Independentes Av. Almirante Barroso, 52-4º Rio de Janeiro, RJ - Brasil Caixa Postal Rio de Janeiro, RJ - Brasil Central Tel 55 (21) Fax 55 (21) Internet Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e Acionistas da Icatu Seguros S.A. Rio de Janeiro - RJ Examinamos as demonstrações financeiras consolidadas da Icatu Seguros S.A. e suas controladas ( Companhia ), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. 5 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade simples brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. KPMG Auditores Independentes, a Brazilian entity and a member firm of the KPMG network of independent member firms affiliated with KPMG International Cooperative ( KPMG International ), a Swiss entity.

6 Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Icatu Seguros S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board IASB. Rio de Janeiro, 26 de fevereiro de 2014 KPMG Auditores Independentes CRC SP /O-6 F-RJ Carlos Eduardo Munhoz Contador CRC 1SP138600/O-7 6

7 ICATU SEGUROS S.A. E CONTROLADAS CNPJ: / BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de reais) ATIVO CIRCULANTE DISPONÍVEL APLICAÇÕES Nota CRÉDITOS DAS OPERAÇÕES COM SEGUROS E RESSEGUROS Prêmios a Receber Nota Operações com Seguradoras Operações com Resseguradoras Outros Créditos Operacionais CRÉDITOS DAS OPERAÇÕES COM PREVIDENCIA COMPLEMENTAR CRÉDITOS DAS OPERAÇÕES DE CAPITALIZAÇÃO ATIVOS DE RESSEGURO - PROVISÕES TÉCNICAS TÍTULOS E CRÉDITOS A RECEBER Títulos e Créditos a Receber Créditos Tributários e Previdenciários Nota Outros Créditos BENS À VENDA Nota DESPESAS ANTECIPADAS CUSTOS DE AQUISIÇÃO DIFERIDOS Seguros Nota Previdência Nota ATIVO NÃO CIRCULANTE REALIZÁVEL A LONGO PRAZO APLICAÇÕES Nota CRÉDITOS DAS OPERAÇÕES COM SEGUROS E RESSEGUROS Operações com Seguradoras Operações com Resseguradoras TÍTULOS E CRÉDITOS A RECEBER Créditos Tributários e Previdenciários Nota Depósitos Judiciais e Fiscais Nota Outros créditos a receber 5 - CUSTOS DE AQUISIÇÃO DIFERIDOS Seguros Nota Previdência Nota INVESTIMENTOS Nota IMOBILIZADO Nota INTANGÍVEL Nota TOTAL DO ATIVO As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas. 7

8 ICATU SEGUROS S.A. E CONTROLADAS CNPJ: / BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de reais) Reclassificado PASSIVO CIRCULANTE CONTAS A PAGAR Obrigações a Pagar Impostos e Encargos Sociais a Recolher Encargos Trabalhistas Impostos e Contribuições Outras Contas a Pagar DÉBITOS DE OPERAÇÕES COM SEGUROS E RESSEGUROS Prêmios a Restituir Operações com Seguradoras Operações com Resseguradoras Corretores de Seguros e Resseguros Outros Débitos Operacionais DÉBITOS DE OPERAÇÕES COM PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Débitos de Resseguros Outros Débitos Operacionais DÉBITOS DE OPERAÇÕES COM CAPITALIZAÇÃO DEPÓSITOS DE TERCEIROS Nota PROVISÕES TÉCNICAS - SEGUROS Nota PROVISÕES TÉCNICAS - PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Nota PROVISÕES TÉCNICAS - CAPITALIZAÇÃO Nota PASSIVO NÃO CIRCULANTE CONTAS A PAGAR Nota IMPOSTOS DIFERIDOS PROVISÕES TÉCNICAS - SEGUROS Nota PROVISÕES TÉCNICAS - PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Nota OUTROS DÉBITOS Nota PATRIMÔNIO LÍQUIDO Nota Capital Social Aumento de Capital em Aprovação Reservas de Capital Reservas de Lucros Ajuste de Avaliação Patrimonial (45.825) TOTAL DO PASSIVO As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas. 8

9 ICATU SEGUROS S.A. E CONTROLADAS CNPJ: / DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DOS RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de reais, exceto o lucro líquido do exercício por ação) (Reclassificado) RESULTADO COM OPERAÇÕES DE SEGUROS Prêmios Emitidos Contribuições para Cobertura de Riscos Variação das Provisões Técnicas (75.003) (21.213) Prêmios Ganhos Nota Sinistros Ocorridos Nota 22 ( ) ( ) Custos de Aquisição Nota 22 ( ) ( ) Outras Receitas (Despesas) Operacionais Nota 22 (85.906) (93.959) RESULTADO COM OPERAÇÕES DE RESSEGURO (6.412) Receita com Resseguro Despesa com Resseguro (12.851) (8.202) RESULTADO COM OPERAÇÕES DE PREVIDÊNCIA Rendas de Contribuições e Prêmios Constituição da Provisão de Benefícios a Conceder ( ) ( ) Receita de Contribuições e Prêmios de VGBL Rendas com Taxas de Gestão e Outras Taxas Variação de Outras Provisões Técnicas ( ) ( ) Custo de Aquisição Nota 22 (12.655) (9.013) Outras Receitas (Despesas) Operacionais Nota 22 (576) (784) RESULTADO COM OPERAÇÕES DE RESSEGURO (139) (828) Receita com Resseguro - (644) Despesa com Resseguro (139) (184) OPERAÇÕES DE CAPITALIZAÇÃO Receitas Líquidas com Títulos de Capitalização Custo de Aquisição Nota 22 (61.472) (75.976) Outras Receitas e Despesas Operacionais Nota 22 (2.095) (4.364) Outras Receitas Operacionais Outras Despesas Operacionais (25.200) (15.629) Despesas Administrativas Nota 22 ( ) ( ) Despesas com Tributos Nota 22 (46.336) (61.091) Resultado Financeiro Nota Resultado Patrimonial Nota RESULTADO OPERACIONAL Ganhos ou Perdas com Ativos Não Correntes (4) (2.374) RESULTADO ANTES DE IMPOSTOS Imposto de Renda Nota 24 (19.661) (44.181) Constribuição Social Nota 24 (14.964) (29.935) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO Quantidade de Ações Lucro Líquido do Exercício por Ação - R$ 158,75 257,95 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas. 9

10 ICATU SEGUROS S.A. E CONTROLADAS CNPJ: / DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DOS RESULTADOS ABRANGENTES PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de reais) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO Ativos Financeiros Disponíveis para Venda (46.296) Ajuste a valor justo de ativos financeiros disponíveis para venda (77.160) Imposto sobre o ganho/perda originado(a) no exercício (23.672) Parcela de outros resultados abrangentes de coligadas ( ) TOTAL DO RESULTADO ABRANGENTE DO EXERCÍCIO (56.979) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas. 10

11 ICATU SEGUROS S.A. E CONTROLADAS CNPJ: / DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de reais) RESERVAS DE CAPITAL RESERVAS DE LUCROS AUMENTO DE RESERVA DE ÁGIO OUTRAS AJUSTE PATRIMÔNIO PARTICIPAÇÃO PATRIMÔNIO CAPITAL CAPITAL EM NA SUBSCRIÇÃO RESERVAS RESERVA RESERVA LUCROS DE AVALIAÇÃO LÍQUIDO DOS SÓCIOS DOS SÓCIOS NÃO LÍQUIDO SOCIAL EM APROVAÇÃO DE AÇÕES DE CAPITAL LEGAL ESTATUTÁRIA ACUMULADOS PATRIMONIAL CONTROLADORES CONTROLADORES CONSOLIDADO SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE Participação de acionistas não controladores (2) (2) Ajustes com Títulos e Valores Mobiliários Ajustes com Títulos e Valores Mobiliários - Reflexo Lucro Líquido do Exercício Destinação do Lucro Líquido: - Dividendos declarados RCA de 10/09/2012 (R$ - 78,38 por ação ON e PN) (50.240) - (50.240) - (50.240) Constituição Reserva Legal (8.267) Constituição Reserva Estatutária ( ) SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO de Dividendos declarados AGO de 28/03/ ( ) - - ( ) - ( ) Ajustes com Títulos e Valores Mobiliários (46.296) (46.296) - (46.296) Ajustes com Títulos e Valores Mobiliários - Reflexo ( ) ( ) - ( ) Lucro Líquido do Exercício Destinação do Lucro Líquido: Constituição Reserva Legal (5.088) Constituição Reserva Estatutária (96.667) Aumento de Capital em aprovação (44.602) SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE (45.825) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas. 11

12 ICATU SEGUROS S.A. CNPJ: / DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de reais) ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro líquido do exercício Ajustes para: Depreciação e amortizações Resultado de Equivalência Patrimonial (61.534) (66.749) Ganho ou perda na alienação de imobilizado e intangível Variação nas contas patrimoniais: Ativos financeiros ( ) ( ) Créditos das operações de seguros, incluindo ativos oriundos de contratos de seguro (68.768) Créditos das operações de previdência complementar 161 (299) Créditos das operações de capitalização (8.499) Ativos de resseguro (3.798) Créditos fiscais e previdenciários (28.307) Ativo fiscal diferido (19.374) Despesas antecipadas Custos de aquisição diferidos (27.783) (13.691) Depósitos judiciais e fiscais (21.066) (56.709) Outros ativos (11.680) (105) Fornecedores e outras contas a pagar Impostos e contribuições (63.137) Débitos de operações com seguros e resseguros (37.491) Débitos das operações com previdência complementar Débitos das operações com capitalização (8.516) Depósitos de terceiros Provisões técnicas - Seguros Provisões técnicas - previdência complementar Provisões técnicas - capitalização ( ) Outros passivos (63.723) Caixa Gerado pelas Operações Dividendos recebidos Imposto sobre o lucro pagos (21.708) (78.214) Caixa Líquido Gerado nas Atividades Operacionais ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Aquisição de imobilizado (88) (4.407) Aquisição de investimentos - (38.589) Aquisição de intangível (1.073) (5.799) Alienação de investimentos - 6 Caixa Líquido (Consumido) nas Atividades de Investimento (1.161) (48.789) ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Dividendos e juros sobre o capital próprio pagos ( ) (50.240) Caixa Líquido (Consumido) nas Atividades de Financiamento ( ) (50.240) Aumento/(Redução) líquido(a) de caixa e equivalentes de caixa (3.777) Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas 12

13 ICATU SEGUROS S.A. E CONTROLADAS CNPJ / NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Em milhares de reais) 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Icatu Seguros S.A.( Companhia ) é uma sociedade anônima de capital fechado, domiciliada no Brasil, sediada no Rio de Janeiro, situada na Praça 22 de Abril, 36, Centro, autorizada a operar em todas as Unidades da Federação e que atua nos ramos de seguros de pessoas, na instituição de planos de previdência privada aberta, bem como em seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre DPVAT, por meio de consórcio. A Companhia participa, por intermédio de suas controladas (o grupo Icatu Seguros ou Grupo ), nos segmentos citados acima, e em capitalização, prestação de serviços de consultoria e assessoria na área financeira e de mercado de capitais, administração de carteiras de títulos e valores mobiliários e administração de passivos de entidades abertas e fechadas de previdência complementar. A Companhia tem os seguintes acionistas: Percentual de ações ON PN Total Icatu Holding S.A... 43,32% 50,00% 44,21% Icatu Assessoria Ltda... 43,87% 30,64% 42,11% Nalbrapar Ltda... 10,38% 19,36% 11,58% Pessoas Físicas... 2,43% 0,00% 2,10% Total ,00% 100,00% 100,00% 2. ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 2.1 Base de Preparação e Declaração de Conformidade As demonstrações financeiras consolidadas são de responsabilidade da Administração da Companhia e estão apresentadas em consonância com a Circular SUSEP nº 464/2013. Em acordo com a referida Circular SUSEP, as demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas segundo os pronunciamentos emitidos pelo International Accounting Standards Board IASB, com base em pronunciamentos plenamente convergentes com as normas internacionais, emitidos pelo CPC e referendados pela SUSEP. A Circular SUSEP nº 464, de 1º de março de 2013, revogou a Circular SUSEP nº 430, de 05 de março de 2012, e trouxe as seguintes mudanças: 13

14 a) Alterações no plano de contas a ser utilizado pelas entidades supervisionadas, além de alterar as determinadas informações a serem divulgadas nas demonstrações financeiras; b) No 1º do art. 8º, temos a mudança no registro da receita para os produtos de risco, que passou a ser a emissão da apólice/certificado/endosso, ou a vigência do risco para os casos em que o risco se inicia antes da sua emissão. A Administração da Companhia avaliou que as alterações não impactaram o resultado do exercício de 2013, uma vez que a Provisão de Prêmios não Ganhos (PPNG) foi constituída na mesma proporção que os Prêmios Emitidos nesses casos. Quanto à reclassificação do exercício findo em 31 de dezembro de 2012, consideramos que os valores em questão são imateriais. c) Criação de contas redutoras no passivo circulante para registro das antecipações de imposto de renda e contribuição social, que já era adotada nesta demonstrações financeiras consolidadas. 2.2 Reclassificações nas Demonstrações Financeiras Comparativas As praticas contábeis descritas na Nota 3 foram aplicadas nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2013 e Para fins de divulgação, nas demonstrações financeiras comparativas do exercício findo em 31 de dezembro de 2012 foram efetuadas as seguintes reclassificação: a) No balanço patrimonial foi feita a reclassificação do IR e CSLL diferido do passivo circulante para o passivo não circulante no valor de R$ b) Na demonstração do resultado foi feita a reclassificação da despesa com Participação sobre o resultado no montante de R$ para o grupo de Despesas Administrativas e da receita com penalidade de títulos de capitalização no valor de R$ apresentada, no exercício findo em 31 de dezembro de 2012, como receita líquida com títulos de capitalização para o grupo de Outras Receitas Operacionais. 2.3 Base de Mensuração As demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas pelo regime de competência. Os ativos e passivos estão mensurados de acordo com o custo histórico, com exceção dos instrumentos financeiros mensurados pelo valor justo para as categorias ativos mensurados ao valor justo por meio do resultado, e ativos financeiros disponíveis para venda. 2.4 Moeda Funcional e de Apresentação Os itens incluídos nas demonstrações financeiras consolidadas são mensurados usando a moeda do ambiente econômico no qual a Companhia e suas controladas atuam. As demonstrações financeiras consolidadas estão apresentadas em Reais (R$), que é a moeda funcional e de apresentação da Companhia, dos fundos exclusivos e suas controladas. 2.5 Uso de Estimativas A preparação das demonstrações financeiras consolidadas requer que a Administração da Companhia e suas controladas se baseie em julgamentos na determinação e no registro de estimativas contábeis, que afetam os ativos e passivos, as receitas e despesas, bem como a divulgação de informações sobre dados das suas demonstrações financeiras consolidadas. As principais estimativas relacionadas às demonstrações financeiras consolidadas referem-se aos ativos financeiros avaliados pelo valor justo, à realização dos créditos tributários, ao registro dos passivos relacionados a sinistros, ao prazo de diferimento de certos custos de aquisição, à probabilidade de êxito nas ações judiciais, aos efeitos decorrentes da provisão para perdas 14

15 sobre créditos e outros ativos, às provisões técnicas e às provisões judiciais. Os resultados finais dessas transações e informações, quando de sua efetiva realização em períodos subsequentes, podem diferir dessas estimativas. Revisões contínuas são feitas sobre as estimativas e premissas e o reconhecimento contábil de efeitos que por ventura surjam é efetuado no resultado do período em que as revisões ocorrem. Informações adicionais sobre as estimativas encontram-se nas seguintes notas: - Redução ao Valor Recuperável (vide nota 3.1(c)) - Provisões Técnicas (vide nota nº 3.7); - Aplicações Financeiras (vide nota nº 5); - Créditos Tributários e Previdenciários (vide nota nº 8); - Provisões Judiciais (vide nota nº 18.1). 2.6 Base de Consolidação As práticas contábeis destacadas na Nota 3 foram adotadas de forma equânime em todas as empresas consolidadas. As demonstrações financeiras consolidadas incluem as informações da Companhia, das empresas controladas citadas a seguir e dos fundos de investimento exclusivos: Participação Acionária sobre Capital Total 2013 Participação Acionária sobre Capital Total 2012 Denominação Societária Direta Indireta Direta Indireta Icatu Capitalização S.A ,00% - 100,00% - Companhia Brasileira de Seguros e Previdência ,00% - 100,00% - Vanguarda Companhia de Seguros Gerais ,00% - 100,00% - Icatu Serviços de Adm. Previdenciária Ltda... 99,98% 0,02% 99,98% 0,02% Icatu Consultoria Ltda ,00% - 100,00% - 3. RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS 3.1 Consolidação As principais práticas contábeis adotadas pela Companhia para consolidação são: a) Eliminação dos saldos das contas entre a controladora e as empresas controladas incluídas na consolidação,bem como das contas mantidas entre as controladas; b) Eliminação dos investimentos da controladora nas empresas controladas incluídas na consolidação, bem como dos investimentos entre as controladas; c) Os fundos de investimentos exclusivos foram consolidados. 3.2 Instrumentos Financeiros Em atendimento aos Pronunciamentos Técnicos CPC 38, 39 e 40(R1) (IAS 39, 32 e IFRS 7), a Companhia e suas controladas efetuaram a avaliação de seus Instrumentos Financeiros, inclusive derivativos, conforme estabelecido nas normas. a) Caixa e Equivalentes de Caixa Disponível Caixa e equivalentes de caixa são compostos por caixa, depósitos bancários e investimentos financeiros com vencimentos originais de três meses ou menos a partir da data da contratação, os quais são sujeitos a um risco insignificante de alteração no valor, e são utilizados na gestão das obrigações de curto prazo. 15

16 b) Instrumentos Financeiros não Derivativos Aplicações Financeiras A Companhia classifica seus ativos financeiros nas seguintes categorias: mensurados ao valor justo por meio do resultado, disponíveis para venda, mantidos até o vencimento e empréstimos e recebíveis. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. (I) Mensurados a valor justo por meio do resultado - Representam títulos e valores classificados como mantido para negociação, ou seja, designado como tal no momento do reconhecimento. São contabilizados pelo custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, ajustado ao seu respectivo valor justo e classificados no ativo circulante. Os rendimentos e os ganhos ou as perdas para apresentação ao valor justo são contabilizados no resultado; (II) Disponíveis para venda Representam títulos e valores mobiliários que não se enquadram nas classificações de títulos mensurados ao valor justo por meio de resultado, títulos mantidos até o vencimento e empréstimos e recebíveis. São contabilizados pelo custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos, ajustados aos seus respectivos valores justos e classificados no ativo circulante e não circulante de acordo com a intenção de negociação. Os ganhos apurados pelo método dos juros efetivos são reconhecidos no resultado, enquanto os ganhos e as perdas decorrentes das variações dos valores justos não realizados são reconhecidos na rubrica Ajustes de Avaliação Patrimonial no patrimônio líquido, líquidos dos correspondentes efeitos tributários e, quando realizados, são apropriados ao resultado, em contrapartida da referida conta no patrimônio líquido; (III) Mantidos até o vencimento - Representam títulos e valores mobiliários para os quais a Companhiae suas controladas têm intenção e capacidade de manter até o vencimento. Após seu reconhecimento inicial, os investimentos mantidos até o vencimento são mensurados pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável; e (IV) Empréstimos e recebíveis São ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos e determináveis, que não são cotados em mercados ativos.tais valores compreendem substancialmente os Créditos das Operações com Seguros, Resseguros, Previdência e Capitalização, e demais contas a receber. Após seu reconhecimento inicial, esses ativos financeiros são mensurados pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. c) Redução ao Valor Recuperável c.1) Ativos Financeiros - Os ativos financeiros (incluindo recebíveis) não mensurados pelo valor justo por meio do resultado são avaliados regularmente, para apurar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido perda no seu valor recuperável. A redução ao valor recuperável dos recebíveis é calculada para os ramos de vida em grupo, acidentes pessoais coletivos, prestamistas e vida individual, baseada em estudo técnico individualizado das faturas, que leva em consideração o histórico de perdas e os riscos de inadimplência. Com base neste estudo foi efetuada provisão de 89,55% das faturas vencidas há mais de 60 dias (vide Nota 7). c.2) Ativos não Financeiros - Os valores contábeis dos ativos não financeiros são revisados sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Uma perda por redução ao valor recuperável é reconhecida se o valor contábil do ativo exceder seu valor recuperável. O valor recuperável de um ativo é o maior entre o valor justo de um ativo menos os custos de venda e o seu valor em uso, determinado pelo valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados em decorrência do uso do ativo. 16

17 d) Instrumentos Financeiros Derivativos A Companhia possui instrumentos financeiros derivativos reconhecidos a valor justo de contratos futuros e de swaps mantidos nos fundos de investimento exclusivos consolidados, que têm como objetivo principal proteger os ativos da Companhia dos riscos de mercado (Vide Nota 6). 3.3 Custos de Aquisição Diferidos Os Custos de Aquisição Diferidos compreendem os custos de angariação das operações de seguros e previdência complementar, que são diferidos e amortizados com base no prazo de vigência das apólices para as operações de seguros, e na experiência de persistência de cada produto e/ou plano, calculada atuarialmente, para as operações de previdência complementar (Notas 14 e15). 3.4 Investimentos As participações acionárias em empresas não controladas estão avaliadas pelo método da equivalência patrimonial, acrescidasdo ágio pago por expectativa de rentabilidade futura (Goodwill). Os resultados de equivalência patrimonial são apresentados nas demonstrações do resultado sob a rubrica Resultado Patrimonial (Vide Nota 9). Os outros investimentos permanentes estão contabiliza dos pelo método de custo, deduzidos de perdas ao seu valor recuperável, quando aplicável. 3.5 Imobilizado O imobilizado está contabilizado ao custo deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear, com base na vida útil estimada dos bens, sendo: equipamentos, móveis, máquinas e utensílios 10% a.a.; veículos e benfeitorias em imóveis de terceiros 20% a.a.. Adicionalmente, é demonstrado deduzido por perdas ao valor recuperável acumulado, quando aplicável. Os ganhos e as perdas nas alienações são determinados pela comparação do valor de venda com o valor contábil líquido e são reconhecidos em Ganhos e Perdas com Ativos não Correntes, na demonstração do resultado.a composição do Ativo Imobilizado está demonstrada na Nota Intangível O intangível está contabilizado ao custo deduzido da amortização acumulada, sendo constituído, basicamente, de gastos com aquisição e desenvolvimento de softwares para uso interno. As amortizações são calculadas pelo método linear, considerando o prazo de vida útil de 5 anos, à taxa de 20% a.a.. O intangível deve ser avaliado a cada data de divulgação sobre o valor do ativo e a vida útil estimada. A composição do Ativo Intangível está demonstrada na Nota Provisões Técnicas As provisões técnicas de seguros de pessoas e previdência complementar aberta são constituídas conforme a metodologia de cálculo descrita em nota técnica atuarial do plano aprovado ou elaborada especificamente para a provisão, conforme previsto na Resolução CNSP nº 281, de 30 de janeiro de 2013 e de acordo com as características dos respectivos planos. No passivo circulante e não circulante foram classificadas as provisões brutas de resseguro. As provisões cujos vencimentos ultrapassem o prazo de 12 (doze) meses subsequentes às respectivas datas base, foram classificadas no passivo não circulante. No ativo circulante foram registradas as provisões referentes às operações de resseguro, obtidas por meio da diferença entre as provisões brutas e aquelas calculadas com prêmios e/ou sinistros deduzidos das 17

18 operações de resseguro. A composição das provisões técnicas de seguros de pessoas e previdência complementar encontra-se nas Notas Explicativas 14 e 15. A Circular SUSEP nº 462, de 31 de janeiro de 2013, alterou a forma de cálculo e os procedimentos para a constituição das provisões técnicas. Dentre elas, as provisões de oscilação de riscos (POR), de oscilação financeira (POF), a complementar de contribuição/prêmios (PCC/PCP), e o excedente ao valor do Teste de Adequação de Passivos (TAP), apurado na data-base de 31 de dezembro de 2012, da Provisão de Insuficiência de Contribuições/Prêmios (PIC/PIP), que foram transferidas para outras provisões técnicas (OPT) e revertidas no exercício de Adicionalmente, a Circular SUSEP nº 462, alterou a provisão de riscos não expirados que passou a compor a Provisão de Prêmios não Ganhos (PPNG), a Provisão de Benefícios a Regularizar que passou a compor a Provisão de Sinistros a Liquidar (PSL), e a Provisão de Despesas Administrativas (PDA), que passou a compor a Provisão de Despesas Relacionadas (PDR) com as devidas adequações. Posteriormente, a Circular SUSEP nº 469, de 19 de junho de 2013 alterou a definição da Provisão de Despesas Relacionadas (PDR) e da Provisão para Sorteios a Realizar (PSR) descritas na Circular SUSEP nº Provisões Técnicas Seguros e Previdência Complementar Provisões Matemáticas de Benefícios a Conceder e de Benefícios Concedidos As provisões matemáticas de benefícios a conceder, relativas aos seguros de pessoas com cobertura por sobrevivência e aos planos de previdência complementar aberta na modalidade de contribuição variável (Vida Gerador de Benefício Livre - VGBL, Plano Gerador de Benefício Livre - PGBL e Fundo Garantidor de Benefício - FGB), representam o montante das contribuições efetuadas pelos participantes, líquidas de carregamento, acrescidas dos rendimentos financeiros gerados pela aplicação dos recursos em fundos de investimento especialmente constituídos para os planos do tipo PGBL e VGBL, ou acrescidas da remuneração garantida prevista para o plano do tipo FGB. As provisões matemáticas de benefícios a conceder, relacionadas aos seguros de pessoas e aos planos de previdência complementar aberta na modalidade de benefício definido, em regime financeiro de capitalização, representam a diferença entre o valor presente dos benefícios futuros e o valor presente das contribuições futuras, correspondentes às obrigações assumidas sob a forma de planos de renda, de pensão e pecúlio, respeitando as tábuas biométricas, taxas de juros e as características do benefício. As provisões matemáticas de benefícios concedidos representam o valor presente dos benefícios futuros correspondentes às obrigações assumidas sob a forma de renda, respeitando as tábuas biométricas, taxas de juros e as características do benefício Provisão de Sinistros a Liquidar As provisões de sinistros a liquidar, contabilizadas no passivo circulante, correspondem ao valor total dos sinistros, pecúlios e rendas vencidos e ainda não pagos, atualizados monetariamente, líquidos de cosseguros cedidos, brutos de resseguros a recuperar e cosseguros aceitos, com base nos avisos de sinistros e eventos cadastrados até a data do balanço. Conforme Circular SUSEP nº 462, de 31 de janeiro de 2013, a baixa das reservas técnicas ocorre pelo seu efetivo pagamento. É efetuado, ainda, um ajuste na provisão, (IBNER sinistros ocorridos e não suficientemente avisados), a fim de refletir no saldo da mesma, a melhor estimativa do valor de pagamento do sinistro, considerando histórico de reavaliaçõesde estimativas, recusas, etc. As provisões de sinistros a recuperar, contabilizadas no ativo 18

19 circulante, correspondem à parcela do ressegurador nos sinistros, pecúlios e rendas vencidos e ainda não pagos, atualizados monetariamente Provisão de Sinistros / Eventos Ocorridos mas não Avisados A provisão de sinistros/eventos ocorridos mas não avisados (IBNR) é constituída para a cobertura dos sinistros/eventos ocorridos e ainda não avisados até a data-base das demonstrações financeiras consolidadas, sendo que: (I) para os ramos de seguros de pessoas, a provisão de IBNR é constituída com base na estimativa final de sinistros já ocorridos mas ainda não avisados, adicionada das despesas de regulação. Esta provisão é calculada com base em métodos estatístico atuariais, conhecidos como triângulos de run-off, que consideram o desenvolvimento mensal histórico dos sinistros incorridos para estabelecer uma projeção de sinistros futuros por período de ocorrência. Tal desenvolvimento é feito por montante envolvido de sinistros, observando o período dos últimos 60 meses. (II) para os contratos de benefícios de risco de previdência complementar, como não se tem experiência interna histórica significativa, a provisão de eventos ocorridos mas não avisados é calculada a partir da aplicação dos percentuais estabelecidos pela Circular SUSEP nº 448 de 04 de setembro de 2012, sobre o somatório das contribuições e sobre o somatório dos benefícios pagos nos últimos 12 meses, seguindo os demais critérios definidos na referida Circular Provisão de Prêmios não Ganhos A provisão de prêmios não ganhos é constituída pela parcela dos prêmios retidos, pelo método pro rata die, correspondente aos períodos de risco não decorridos dos contratos, contemplando uma estimativa para os riscos vigentes e não emitidos com base no histórico de atraso na emissão de prêmios Provisão de Riscos não Expirados A provisão de riscos não expirados foi constituída pela parcela das contribuições emitidas dos riscos de previdência complementar aberta e dos prêmios emitidos de seguro de vida individual, líquidos de carregamento, pelo método pro rata die, correspondente aos períodos de risco não decorridos dos contratos, contemplando uma estimativa para os riscos vigentes e não emitidos com base no histórico de atraso na emissão das contribuições e dos prêmios. Conforme Circular SUSEP nº 462, de 31 de janeiro de 2013, os valores desta provisão passaram a compor a Provisão de Prêmios não Ganhos (PPNG), com as devidas adequações, passando a considerar as contribuições e/ou prêmios brutos de carregamento Provisão de Insuficiência de Contribuições/Prêmios Em 31 de dezembro de 2012 a provisão de insuficiência de contribuições/prêmios (PIC/PIP) foi constituída para fazer face à tendência de maior sobrevida dos participantes/segurados para os planos de previdência complementar aberta e seguros de vida individual que concedem benefício por sobrevivência e correspondia à diferença entre a expectativa de vida da tábua biométrica aprovada nos planos e seguros e a expectativa de vida da tábua AT-2000 Male ou AT-2000 Female. Nesse cálculo foram consideradas premissas de persistência e de conversão em renda e a taxa de juros aprovada nos planos. Conforme Circular SUSEP nº 462, de 31 de janeiro de 2013, o saldo da PIC/PIP excedente ao valor do Teste de Adequação de Passivos, apurado na data-base de 31 de dezembro de 2012, foi transferido para outras provisões técnicas (OPT) Provisão de Oscilação de Riscos Em 31 de dezembro de 2012 a provisão de oscilação de riscos (POR) foi constituída para cobrir eventuais desvios nos compromissos esperados nos planos de previdência complementar aberta e seguros de vida individual e foi determinada com base na experiência de morte e 19

20 invalidez, ena observação estatística da respectiva sinistralidade e seus desvios, apurando-se o número de segurados expostos ao risco na data base do cálculo, os valores de indenização média e o número de sinistros ocorridos nos últimos 36 (trinta e seis) meses. Conforme Circular SUSEP nº 462, de 31 de janeiro de 2013, o saldo da POR foi transferido para outras provisões técnicas (OPT) Provisão de Excedente Financeiro A provisão de excedente financeiro corresponde a um percentual dos resultados financeiros sobre o valor do rendimento que exceda a rentabilidade mínima dos planos de seguros de vida individual e previdência complementar aberta que prevejam cláusula de distribuição de resultados financeiros Provisão de Resgates e/ou Outros Valores a Regularizar A provisão de resgates e/ou outros valores a regularizar corresponde aos valores referentes aos resgates e às devoluções de contribuições/prêmios a serem regularizados e às portabilidades solicitadas nos planos de seguros de vida individual e previdência complementar aberta e, por qualquer motivo, ainda não transferidas para a entidade/seguradora receptora e as contribuições/prêmios recebidos e não cotizados até a data-base do balanço Provisão de Despesas Administrativas A provisão para despesas administrativas é constituída para cobrir despesas decorrentes de pagamento de benefícios, previstos no plano de previdência complementar aberta e seguros de vida individual, em função de eventos ocorridos e a ocorrer, sendo calculada conforme metodologia aprovada na nota técnica atuarial em cada plano.conforme Circular SUSEP nº 462, de 31 de janeiro de 2013, o saldo da PDA foi transferido para Provisões de Despesas Relacionadas (PDR) Provisão de Oscilação Financeira Em 31 de dezembro de 2012 a provisão de oscilação financeira (POF) foi constituída para alguns assistidos em gozo de benefício de renda por sobrevivência de planos do tipo PGBL que possuíam percentual de reversão de excedente financeiro inferior a 100%. Esse valor apurado era calculado mensalmente pela diferença entre o saldo do fundo de investimento onde os recursos estavam aplicados e a soma da Provisão Matemática de Benefícios Concedidos com a Provisão de Excedente Financeiro constituídas para cada assistido. Conforme Circular SUSEP nº 462, de 31 de janeiro de 2013, o saldo da POF foi transferido para outras provisões técnicas (OPT). Esse valor apurado é calculado mensalmente pela diferença entre o saldo do fundo de investimento onde os recursos estão aplicados e a soma da Provisão Matemática de Benefícios Concedidos com a Provisão de Excedente Financeiro constituídas para cada assistido Provisão Complementar de Prêmios Em 31 de dezembro de 2012 a provisão complementar de prêmios (PCP) era estimada mensalmente por ramo para complementar a Provisão de Prêmios não Ganhos. O cálculo era efetuado pelo método pro rata die, tomando-se por base as datas de início e fim de vigência do risco e o prêmio comercial retido, e obtendo-se a diferença, se positiva, entre a média dos valores apurados, diariamente, para a Provisão de Prêmios não Ganhos no mês de constituição e a Provisão de Prêmios não Ganhos constituída, considerando todos os riscos vigentes, emitidos ou não. Conforme Circular SUSEP nº 462, de 31 de janeiro de 2013, o saldo da PCP foi transferido para outras provisões técnicas (OPT) Provisão Complementar de Contribuições Em 31 de dezembro de 2012 a provisão complementar de contribuições (PCC) era estimada mensalmente por produto para complementar a Provisão de Riscos não Expirados. O cálculo era efetuado pelo método pro rata die, tomando-se por base as datas de início e fim de vigência do risco e o prêmio emitido líquido de carregamento, e obtendo-se a diferença, se 20

21 positiva, entre a média dos valores apurados, diariamente, para a Provisão de Riscos não Expirados no mês de constituição e a Provisão de Riscos não Expirados constituída, considerando todos os riscos vigentes, emitidos ou não. Conforme Circular SUSEP nº 462, de 31 de janeiro de 2013, o saldo da PCC foi transferido para outras provisões técnicas (OPT) Outras Provisões Técnicas Esta provisão foi constituída conforme Circular SUSEP nº 462, de 31 de janeiro de 2013, com os valores oriundos da Provisão Complementar de Prêmios/Contribuições (PCP/PCC), Provisão de Oscilação de Riscos (POR), Provisão de Oscilação Financeira (POF) e o valor da soma das Provisões de Insuficiência de Contribuições/Prêmios que excedeu o valor do Teste de Adequação de Passivos apurado na data-base de 31 de dezembro de A Companhia efetuou a reversão integral da OPT em Provisão de Despesas Relacionadas Esta provisão corresponde ao valor esperado com despesas relacionadas ao pagamento de sinistros/benefícios. A PDR inclui também os valores que, anteriormente, eram constituídos na Provisão para Despesas Administrativas (PDA) Provisão de Excedente Técnico A Provisão de Excedentes Técnicos (PET) é constituída para a garantia dos valores destinados à distribuição de excedentes decorrentes de superávit técnicos, conforme previsto em regulamento ou contrato. A provisão é calculada mensalmente com base na apuração do resultado de cada apólice/certificado que possua a cláusula de excedente técnico Teste de Adequação dos Passivos O CPC 11 (IFRS 4)requer que as entidades que emitem contratos classificados como contratos de seguro analisem a adequação dos passivos registrados em cada data de divulgação através de um teste mínimo de adequação. Em 14 de dezembro de 2012, a Superintendência de Seguros Privados tornou pública a Circular SUSEP nº 457, que institui o teste de adequação de passivos para fins de elaboração dasdemonstrações financeiras e define regras e procedimentos para sua realização, a serem observados pelas sociedades seguradoras, entidades abertas de previdência complementar e resseguradoras locais e que revogou a Circular SUSEP nº 410, de 22 de dezembro de Para este teste, a Companhia elaborou uma metodologia que considera a sua melhor estimativa corrente dos fluxos de caixa até o final de vigência das obrigações, brutos de resseguro, utilizando premissas atuariais atuais de todos os contratos e certificados dos planos comercializados, sem considerar novas vendas e compensação de contribuições futuras. Os contratos com renovação automática têm seus fluxos de caixa considerados no teste somente até a data da renovação destes contratos. Para os contratos de previdência, como estimativa de sobrevivência, foram utilizadas as tábuas de mortalidade BR-EMSsb-V.2010-m e BR-EMSsb-V.2010-f. Consideramos saídas por cancelamento e índice de conversibilidade em renda, com base no histórico dos planos observado ao período máximo de três anos. As rendas foram assumidas como vitalícias. Como despesas de manutenção foram consideradas as diretamente relacionadas com a operação, diferenciadas pela fase de diferimento ou de recebimento do benefício. O resultado mensal do fluxo de caixa foi trazido a valor presente pela taxa de juros (ETTJ) livre de risco definida pela SUSEP e deste montante foi utilizada a faculdade permitida no parágrafo 3º do art. 8º da Circular SUSEP nº 457, que consiste em deduzir a parcela correspondente à diferença entre o valor de mercado e o valor do registro contábil dos títulos vinculados em garantia das provisões técnicas, registrados contabilmente no ativo na categoria mantido até o vencimento. A Administração entende que o método considerando a diferença dos títulos mantidos até o vencimento no teste de adequação de passivos, é similar ao cálculo de desconto a valor 21

22 presente pela taxa de retorno estimado sobre os ativos garantidores, e portanto efetuou também, o cálculo com a respectiva taxa obtendo resultados semelhantes nos dois métodos de cálculo. Estimativa corrente dos fluxos de caixa Provisões Técnicas na data base (*) Resultado do TAP Valor contábil dos títulos mantidos até o vencimento Valor justo dos títulos mantidos até o vencimento Diferença entre valor contábil e valor justo dos títulos mantidos até o vencimento Resultado do TAP após dedução da diferença do valor contábil e valor justo dos títulos mantidos até o vencimento R$ ( ) ( ) (46.377) - (*) Referentes aos produtos estruturados na modalidade de benefício definido (previdência tradicional), FGB Fundo Garantidor de Benefício, Dotal Misto e para os benefícios já concedidos. Conforme determina o parágrafo único do art. 9º da Circular 457, o saldo contábil das provisões técnicas acrescido do efeito monetário da aplicação da faculdade prevista no parágrafo 3º do art. 8º, para efeito de vinculação de ativos em cobertura, corresponde a R$ Os produtos de acumulação estruturados na modalidade de contribuição variável (PGBL/VGBL) e os produtos de risco de previdência e seguros de pessoas individual e coletivo não apresentaram insuficiência de provisão em relação às estimativas de fluxo de caixa futuro Contratos de Seguro Um Contrato de Seguro, de acordo com o CPC 11 (IFRS 4), é aquele pelo qual uma parte (o segurador) aceita um risco significativo de seguro de outra parte (o segurado) ao concordar em indenizar o segurado ou outro beneficiário se um evento incerto, futuro e especificado (o evento segurado) afetar o segurado adversamente. A Companhia e suas controladas procederam à análise de seus negócios e concluíram que suas operações caracterizam se como contrato de seguro de acordo com os preceitos contidos no CPC 11 (IFRS 4), exceto o segmento de capitalização Provisões Técnicas Capitalização Provisão Matemática para Capitalização Anteriormente denominada Provisão Matemática para Resgate, cuja nomenclatura foi alterada conforme Circular SUSEP nº 462, de 31 de janeiro de A provisão matemática para capitalização representa o montante dos pagamentos efetuados pelos subscritores, deduzidos das quotas de sorteio e de carregamento, quando previstas, acrescidos mensalmente da taxa de juros e do índice de correção previstos no plano aprovado Provisão para Resgates Anteriormente denominada Provisão para Resgate de Títulos, cuja nomenclatura foi alterada conforme Circular SUSEP nº 462, de 31 de janeiro de A provisão para resgates de títulos vencidos e antecipados representa os valores de resgates ainda não pagos até a data-base do balanço. Conforme determinado pela Circular em questão, foi incluída nesta respectiva provisão a parcela correspondente à distribuição de bônus já devidos, anteriormente alocada na provisão para contingências Provisão para Sorteios a Realizar A provisão para sorteios a realizar é constituída para cobrir os sorteios que já foram custeados, mas que na data base da constituição, ainda não tenham sido realizados. 22

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