CÓDIGO DE ÉTICA. da AMBISIDER RECUPERAÇÕES AMBIENTAIS, SA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CÓDIGO DE ÉTICA. da AMBISIDER RECUPERAÇÕES AMBIENTAIS, SA"

Transcrição

1 CÓDIGO DE ÉTICA da AMBISIDER RECUPERAÇÕES AMBIENTAIS, SA 1

2 CÓDIGO DE ÉTICA Preâmbulo O presente Código de Ética é um conjunto de princípios e valores fundamentais que se traduzem na prática e no dia-a-dia em posturas, atitudes e condutas irrepreensíveis do ponto de vista individual e interpessoal: na relação com a empresa, com o acionista, com as entidades legais e regulatórias, com os concorrentes, com os clientes e fornecedores e com a sociedade em geral. Promovemos, defendemos e seguimos diariamente o rigor, a honestidade, a integridade, a transparência, a anticorrupção, a não descriminação de qualquer tipo, a igualdade de oportunidades, a defesa e a preservação ambiental e a responsabilidade social. O Código de Ética não pretende nem pode substituir a legislação em vigor, nem é em si mesmo uma lei, ele representa tão só o guião que explicita as normas de Conduta adotadas pela Ambisider Recuperações Ambientais, SA. Contudo e na medida em que prevê o total alinhamento com a legislação em vigor e os regulamentos aplicáveis, qualquer violação grave aos códigos de conduta, regulamentos internos ou à legislação em vigor, identificada e confirmada, é suscetível de acarretar o apuramento de responsabilidades nos termos e normas legais aplicáveis à situação. Tratando-se de um instrumento dinâmico o Código de Ética da Ambisider Recuperações Ambientais, SA poderá ser objeto de atualização / revisão sempre que a necessidade o justifique. 2

3 CÓDIGO DE ÉTICA Seção I Âmbito aplicativo e violação normativa 1. Âmbito de aplicação Aplica-se a todos os trabalhadores e trabalhadoras da Ambisider Recuperações Ambientais, SA, (doravante designados genericamente por trabalhadores/as) sem prejuízo de outras disposições ou regulamentos aplicáveis ou a que, por inerência do exercício de funções se encontrem obrigados dirigentes, quadros, trabalhadores/as permanentes ou eventuais e a outras pessoas que lhe prestem serviço a título permanente ou ocasional. 2. Violação das normas de conduta A inobservância das normas gerais de conduta do presente Código de Ética acarreta a responsabilidade dos transgressores nos termos das normas aplicáveis a sanções disciplinares. Seção II Normas gerais de Conduta 1. Princípios e valores fundamentais 1.1 A Ambisider Recuperações Ambientais, SA. procura garantir a salvaguarda da integridade moral dos seus trabalhadores/as, assegurando o seu direito a condições de trabalho que respeitem a sua dignidade individual. 1.2 A Ambisider Recuperações Ambientais, SA. promove o respeito pela igualdade de oportunidades para todos/as os seus/suas trabalhadores/as. 1.3 A Ambisider Recuperações Ambientais, SA. repudia todo o tipo de discriminação e condena qualquer forma de coação moral ou psicológica e comportamentos ofensivos da dignidade da pessoa humana. 2.Conflito de interesses 2.1 Sempre que se preveja ou detete existirem conflitos de interesses, os intervenientes deverão comunicar imediatamente esse facto à chefia ou à instância hierarquicamente superior. 2.2 Entende-se existir conflito de interesses sempre que, no exercício da sua atividade, os/as trabalhadores/as sejam chamados/as a intervir em processos de decisão que envolvam, direta ou indiretamente, organizações com que colaborem ou tenham colaborado, ou pessoas a que estejam ou tenham estado ligados por laços de parentesco ou de coabitação. 3

4 3. Colaboração e dever de informação CÓDIGO DE ÉTICA É dever de todos/as os/as trabalhadores/as da Ambisider Recuperações Ambientais, SA. prestar a informação e dar a colaboração necessária, quando solicitados, às entidades de supervisão e fiscalização, abstendo-se de qualquer comportamento que possa dificultar o exercício ou funções dessas autoridades. 4. Ambiente e Sustentabilidade A Ambisider Recuperações Ambientais, SA está empenhada na atenuação do impacto da sua atividade e atividade dos seus clientes sobre o Ambiente, bem como na promoção dos princípios de desenvolvimento sustentável, nomeadamente: Criação de valor; Eficiência na utilização de recursos; Proteção do Ambiente; Gestão do Capital Humano 5. Cumprimento da legislação A Ambisider Recuperações Ambientais, SA e todos/as os seus/suas trabalhadores/as comprometem-se a garantir em todas as suas atividades a total conformidade com a legislação nacional em vigor. 6. Transparência e integridade 6.1 Os/As trabalhadores/as não poderão, em nenhuma circunstância, executar qualquer ação em nome da Baía do Tejo, que viole a legislação e os regulamentos aplicáveis à sua atividade. 6.2 A administração da Ambisider Recuperações Ambientais, SA e todos/as os seus/suas trabalhadores/as devem desenvolver a sua atividade de acordo com os mais elevados padrões de integridade, honestidade e transparência. 6.3 Os/As trabalhadores/as devem cumprir as suas obrigações de forma leal e responsável, procurando a excelência de desempenho em todas as circunstâncias. 6.4 Os/As trabalhadores/as devem aceitar explicar ou explicitar com total transparência e verdade as suas decisões e comportamentos profissionais sempre que, garantidos os devidos deveres de sigilo, lhes seja solicitado. 4

5 CÓDIGO DE ÉTICA 6.5. Os/As trabalhadores/as comprometem-se a não exercer qualquer atividade profissional externa que interfira com as suas atribuições ou atividades da empresa É dever dos trabalhadores/as comunicar todas as situações que possam gerar conflitos entre os seus interesses pessoais e o dever de lealdade para com a empresa e/ou superior/a hierárquico/a. 7. Relações com fornecedores, prestadores de serviços e clientes 7.1 Os/As trabalhadores/as promoverão a correção e a urbanidade no trato com os todos os colegas, clientes e fornecedores sem qualquer descriminação. 7.2 A seleção de fornecedores é processada de acordo com as regras estabelecidas internamente, as quais serão compatíveis com as normas legais em vigor para as empresas cuja natureza e missão se enquadrem nas da Baía do Tejo. 8. Proibição de práticas de corrupção e suborno 8.1.A Ambisider Recuperações Ambientais, SA e os/as seus/suas trabalhadores/as recusarão quaisquer ofertas para si ou para terceiros que possam ser consideradas ou interpretadas como uma tentativa de influenciar a empresa ou o/a trabalhador/a A empresa e os/as seus/suas trabalhadores/as combaterão qualquer forma de corrupção e darão o devido conhecimento da existência de qualquer prática ou tentativa de suborno ou corrupção. 9. Uso e proteção do património da empresa Os /As trabalhadores/as deverão proteger o património da empresa, utilizando-o apenas no uso exclusivo das suas atividades, assegurando um uso eficiente e dentro das regras estabelecidas pela empresa. 10. Confidencialidade e segurança da informação 10.1 Os/As trabalhadores da Ambisider Recuperações Ambientais, SA devem garantir a confidencialidade sobre os assuntos da empresa, em particular em matérias que pela sua objetiva importância, por virtude de decisão interna ou por força da legislação em vigor não devam ser do conhecimento geral. 5

6 10.2 A divulgação de qualquer informação sobre as atividades da empresa à comunicação social é da competência exclusiva do Conselho de Administração ou de pessoa mandatada para a representar. Seção III Deveres decorrentes do exercício da actividade profissional de engenheiro 1. Deveres do engenheiro para com a comunidade 1.1. É dever fundamental do engenheiro possuir uma boa preparação, de modo a desempenhar com competência as suas funções e contribuir para o progresso da engenharia e da sua melhor aplicação ao serviço da Humanidade O engenheiro deve defender o ambiente e os recursos naturais O engenheiro deve garantir a segurança do pessoal executante, dos utentes e do público em geral O engenheiro deve opor-se à utilização fraudulenta, ou contrária ao bem comum, do seu trabalho O engenheiro deve procurar as melhores soluções técnicas, ponderando a economia e a qualidade da produção ou das obras que projectar, dirigir ou organizar. 2. Deveres do engenheiro para com a entidade empregadora e para com o cliente 2.1. O engenheiro deve contribuir para a realização dos objectivos económico-sociais das organizações em que se integre, promovendo o aumento da produtividade, a melhoria da qualidade dos produtos e das condições de trabalho, com o justo tratamento das pessoas O engenheiro deve prestar os seus serviços com diligência e pontualidade, de modo a não prejudicar o cliente nem terceiros, nunca abandonando, sem justificação, os trabalhos que lhe forem confiados ou os cargos que desempenhar O engenheiro não deve divulgar nem utilizar segredos profissionais ou informações, em especial as científicas e técnicas obtidas confidencialmente no exercício das suas funções, salvo se, em consciência, considerar poderem estar em sério risco exigências de bem comum. 6

7 2.4. O engenheiro só deve pagar-se pelos serviços que tenha efectivamente prestado e tendo em atenção o seu justo valor O engenheiro deve recusar a sua colaboração em trabalhos cujo pagamento esteja subordinado à confirmação de uma conclusão predeterminada, embora esta circunstância possa influir na fixação da remuneração O engenheiro deve recusar compensações de mais de um interessado no seu trabalho quando possa haver conflitos de interesses ou não haja o consentimento de qualquer das partes. 3. Deveres do engenheiro no exercício da profissão 3.1. O engenheiro, na sua actividade associativa profissional, deve pugnar pelo prestígio da profissão e impor-se pelo valor da sua colaboração e por uma conduta irrepreensível, usando sempre de boa fé, lealdade e isenção, quer actuando individualmente, quer colectivamente O engenheiro deve opor-se a qualquer concorrência desleal O engenheiro deve usar da maior sobriedade nos anúncios profissionais que fizer ou autorizar O engenheiro não deve aceitar trabalhos ou exercer funções que ultrapassem a sua competência ou exijam mais tempo do que aquele que disponha O engenheiro só deve assinar pareceres, projectos ou outros trabalhos profissionais de que seja autor ou colaborador O engenheiro deve emitir os seus pareceres profissionais com objectividade e isenção O engenheiro deve, no exercício de funções públicas, na empresa e nos trabalhos ou serviços em que desempenhar a sua actividade, actuar com a maior correcção e de forma a obstar a discriminações ou desconsiderações O engenheiro deve recusar a sua colaboração em trabalhos sobre os quais tenha de se pronunciar no exercício de diferentes funções ou que impliquem situações ambíguas. 4. Deveres recíprocos dos engenheiros 4.1. O engenheiro deve avaliar com objectividade o trabalho dos seus colaboradores, contribuindo para a sua valorização e promoção profissionais. 7

8 4.2. O engenheiro apenas deve reivindicar o direito de autor quando a originalidade e a importância relativas da sua contribuição o justifiquem, exercendo esse direito com respeito pela propriedade intelectual de outrem e com as limitações impostas pelo bem comum O engenheiro deve prestar aos colegas, desde que solicitada, toda a colaboração possível O engenheiro não deve prejudicar a reputação profissional ou as actividades profissionais de colegas, nem deixar que sejam menosprezados os seus trabalhos, devendo quando necessário, apreciá-los com elevação e sempre com salvaguarda da dignidade da classe O engenheiro deve recusar substituir outro engenheiro, só o fazendo quando as razões dessa substituição forem correctas e dando ao colega a necessária satisfação. Seção IV 1. Falsas Declarações As falsas declarações que sejam prestadas pelos colaboradores, perante a Entidade Patronal, no exercício das suas funções, serão punidas nos termos da Lei. Seção V 1. Entrada em vigor O presente Código de Ética entra em vigor em 27 de Junho de

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação Código de Ética da Parpública Âmbito de aplicação Aplica-se a todos os colaboradores da Parpública sem prejuízo de outras disposições legais ou regulamentares aplicáveis ou a que por inerência do exercício

Leia mais

Código de Ética Fevereiro de 2015

Código de Ética Fevereiro de 2015 Código de Ética Fevereiro de 2015 Índice 1. Âmbito de aplicação... 3 2. Ética... 3 2.1. Princípios e valores fundamentais... 3 2.2. Proibição de decisão em situação de conflito de interesses... 4 2.3.

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA. APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A. CÓDIGO DE ÉTICA APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A. Índice 1. Preâmbulo 2. Disposições Gerais 2.1. Âmbito de aplicação 2.2. Objectos do 2.3. Dimensões éticas da empresa 2.4. Cumprimento

Leia mais

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros.

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros. Âmbito de aplicação O presente Código de Conduta aplica-se a toda a estrutura GUARDIAN Sociedade de Mediação de Seguros, Lda., seguidamente designada por GUARDIAN, sem prejuízo das disposições legais ou

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA. Código de Conduta e Ética Rev00 de 02/12/2014 Página 1 de 13

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA. Código de Conduta e Ética Rev00 de 02/12/2014 Página 1 de 13 CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA Código de Conduta e Ética Rev00 de 02/12/2014 Página 1 de 13 1. Introdução A actuação do Grupo 8, na qualidade de prestador de serviços de segurança privada pauta-se por valores

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA 2 INFORMAÇÕES GERAIS O QUE É O CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA O Código de Ética e de Conduta (Código) é o instrumento no qual se inscrevem os valores que pautam a actuação do

Leia mais

Índice do Código Deontológico dos Técnicos Oficiais de Contas 1

Índice do Código Deontológico dos Técnicos Oficiais de Contas 1 Índice do Código Deontológico dos Técnicos Oficiais de Contas 1 Preâmbulo Capítulo I Artigo 1.º Âmbito de aplicação Artigo 2.º Deveres gerais Artigo 3.º Princípios deontológicos gerais Capítulo II Artigo

Leia mais

financeiras que actuam em diferentes áreas de negócio, bem como por empresas instrumentais para o funcionamento e apoio à actividade do Grupo.

financeiras que actuam em diferentes áreas de negócio, bem como por empresas instrumentais para o funcionamento e apoio à actividade do Grupo. Código de Conduta Preâmbulo O Crédito Agrícola Mútuo é uma das instituições mais antigas da sociedade portuguesa, com génese nos Celeiros Comuns e nas Misericórdias. Ao longo da sua história, o Crédito

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA PROFISSONAL da

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA PROFISSONAL da CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA PROFISSONAL da INDICE Página 1 Objectivos do Código de Ética..3 2 Missão e valores.3 3 Âmbito de aplicação 3 4 Publicação e actualizações..3 5 - Normas de conduta 3 5.1 - Lealdade

Leia mais

Código de Ética. 1. Apresentação

Código de Ética. 1. Apresentação Código de Ética 1. Apresentação A Missão, a Visão, os Princípios Gerais, os Valores e as Normas de Conduta constantes do Código de Ética integram a Cultura da Lusa, a qual deve presidir à conduta profissional

Leia mais

Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E.

Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. Empresa e Serviço Público Empresa Missão Visão Função Social e Responsabilidades Sociais 2. Princípios e Valores Estruturantes

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DO HOSPITAL PROFESSOR DOUTOR FERNANDO FONSECA, EPE

CÓDIGO DE ÉTICA DO HOSPITAL PROFESSOR DOUTOR FERNANDO FONSECA, EPE CÓDIGO DE ÉTICA DO HOSPITAL PROFESSOR DOUTOR FERNANDO FONSECA, EPE 1. INTRODUÇÃO 1.1. O Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE (HFF), hospital com natureza pública empresarial, enquanto organização

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta Índice Apresentação... 3 Principais Objectivos do Código... 3 Finalidade do Código de Ética... 4 Âmbito de Aplicação... 4 Serviço Público... 4 Missão... 5 Visão... 5 Responsabilidade

Leia mais

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA

GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA GRUPO SAG CÓDIGO DE CONDUTA 1. Preâmbulo O perfil das empresas e a sua imagem estão cada vez mais interligados não só com o desempenho económico e financeiro, mas também com o quadro de valores, princípios

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. 2011 MDados

CÓDIGO DE ÉTICA. 2011 MDados CÓDIGO DE ÉTICA 2011 MDados I N D I C E Introdução. Pág. 2 Âmbito e aplicação... Pág. 2 Objectivos e valores Pág. 3 Código de Ética MDados Sistemas de Informação SA 1 INTRODUÇÃO Os princípios de actuação

Leia mais

CÓDIGO DEONTOLÓGICO Advogados de Portugal I Disposições gerais Artigo 1.º (Do advogado como servidor da justiça e do direito, sua independência e

CÓDIGO DEONTOLÓGICO Advogados de Portugal I Disposições gerais Artigo 1.º (Do advogado como servidor da justiça e do direito, sua independência e CÓDIGO DEONTOLÓGICO Advogados de Portugal I Disposições gerais Artigo 1.º (Do advogado como servidor da justiça e do direito, sua independência e isenção) 1. O advogado deve, no exercício da profissão

Leia mais

1. Âmbito de Aplicação 2. Valores Gerais

1. Âmbito de Aplicação 2. Valores Gerais CÓDIGO DE ÉTICA 1. Âmbito de Aplicação 1.1. O presente Código de Ética aplica-se a todos os colaboradores da COMPANHIA DAS LEZÍRIAS, S.A., adiante designada como CL, qualquer que seja o seu vínculo laboral

Leia mais

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Preâmbulo

REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Preâmbulo REGULAMENTO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO Preâmbulo A Universidade do Porto, doravante designada UP, considera que a protecção e valorização dos resultados de I&D e de outras actividades

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL

REGULAMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL REGULAMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º Denominação e natureza O Instituto de Seguros de Portugal, designado abreviadamente por ISP, é uma pessoa

Leia mais

Edição A. Código de Conduta

Edição A. Código de Conduta Edição A Código de Conduta -- A 2011.09.26 1 de 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 2 2 PRINCÍPIOS E NORMAS GERAIS... 2 a) Trabalho Infantil... 2 b) Trabalho forçado... 2 c) Segurança e bem-estar no local de trabalho...

Leia mais

Código de Conduta da Fundação Comendador Almeida Roque 2015

Código de Conduta da Fundação Comendador Almeida Roque 2015 Preâmbulo A Fundação Comendador Almeida Roque adiante designada abreviadamente por Fundação é uma fundação privada de solidariedade social, sem fim lucrativo instituída pelo Comendador Almeida Roque e

Leia mais

Código de Ética. Mensagem do CEO

Código de Ética. Mensagem do CEO Mensagem do CEO Ao longo dos últimos 15 anos, a GATEWIT alcançou uma reputação global de confiança, ética e honestidade, que tem sido um pilar fundamental para o sucesso do negócio. Os valores que nos

Leia mais

Código de Conduta do INOVINTER

Código de Conduta do INOVINTER Título Do Documento Página 1 de 6 Código de Conduta do Página 2 de 6 FICHA TÉCNICA Título Código de Conduta do Coordenação Direção (Álvaro Cartas) Autoria INOVINT ER Re dação Direção e Qualidade Ano Re

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO 1/8

CÓDIGO DE CONDUTA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO 1/8 CÓDIGO DE CONDUTA DA FPP - FUNDAÇÃO PORTUGUESA DO PULMÃO Lisboa, Julho de 2015 1/8 I - ÂMBITO Artigo Primeiro Âmbito Pessoal O presente Código integra um conjunto de regras e princípios gerais de ética

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DA APCE. Preâmbulo

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DA APCE. Preâmbulo CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DA APCE Preâmbulo Os desafios que actualmente se colocam às Instituições Particulares de Solidariedade Social passam, em grande medida, pela adopção de uma conduta baseada num

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA EDP somos o que fazemos

CÓDIGO DE ÉTICA EDP somos o que fazemos CÓDIGO DE ÉTICA EDP somos o que fazemos CÓDIGO DE ÉTICA EDP Mensagem do Presidente - 2 - CÓDIGO DE ÉTICA EDP É minha convicção que o sucesso da EDP se fundamenta nas relações de confiança que, ao longo

Leia mais

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING Índice INTRODUÇÃO... 2 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING... 2 2 COMPROMISSO DOS COLABORADORES... 2 3 PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTO... 3 3.1 RELAÇÕES COM ADMINISTRADORES E COLABORADORES... 3 3.2 RELAÇÕES COM

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA. Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020

CÓDIGO DE CONDUTA. Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020 Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020 CONTROLO DO DOCUMENTO Versão Data de aprovação Descrição 1 07/09/2015 (ratificada a 09/09/2015) 2 17/12/2015 Código de Conduta do

Leia mais

Código de Ética Nas Relações com as Partes Interessadas Com os Clientes e a Concorrência

Código de Ética Nas Relações com as Partes Interessadas Com os Clientes e a Concorrência Código de Ética Conduzimos nossos negócios dentro de uma estrutura de padrões profissionais, legislações, regulamentações e políticas internas. Entretanto, temos consciência que essas normas não necessariamente

Leia mais

Código de Ética e Conduta do IAPMEI

Código de Ética e Conduta do IAPMEI Código de Ética e Conduta do IAPMEI Âmbito e Objectivo do Documento Públicas (Lei n.º 58/2008, de 9 de Setembro) e da Carta Ética da Administração Pública. O Código de Ética e Normas de Conduta aplica-se

Leia mais

TÍTULO I. Do Centro Social Paroquial S. Jorge de Arroios. CAPÍTULO I Disposições Gerais. Artº 1º Da Missão do Centro

TÍTULO I. Do Centro Social Paroquial S. Jorge de Arroios. CAPÍTULO I Disposições Gerais. Artº 1º Da Missão do Centro TÍTULO I Do Centro Social Paroquial S. Jorge de Arroios CAPÍTULO I Disposições Gerais Artº 1º Da Missão do Centro O Centro Social Paroquial S. Jorge de Arroios é uma Instituição Particular de Solidariedade

Leia mais

1. OBJETIVO E ÂMBITO. 1.1 Objeto 1.1.1 A Mota-Engil Africa N.V. ( Mota-- Engil Africa ou a Empresa ) e respetivas

1. OBJETIVO E ÂMBITO. 1.1 Objeto 1.1.1 A Mota-Engil Africa N.V. ( Mota-- Engil Africa ou a Empresa ) e respetivas 1. OBJETIVO E ÂMBITO 1.1 Objeto 1.1.1 A Mota-Engil Africa N.V. ( Mota-- Engil Africa ou a Empresa ) e respetivas subsidiárias (juntamente com a Empresa, o Grupo ) comprometem-se a conduzir todos os seus

Leia mais

Código de Conduta e Ética

Código de Conduta e Ética Código de Ética, declaração de princípios reflectida nos comportamentos e em todos os contextos do exercício da actividade profissional. Cercisiago Código de Conduta e Ética Dezembro de 2009 Cercisiago

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CÓDIGO DE ÉTICA... 5 Secção I: PARTE GERAL............................................... 6 Secção II: PRINCÍPIOS... 8 Secção III: DEVERES CORPORATIVOS...

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA. transparência integridade. seriedade. honestidade. cooperação. informação comunicação. ética

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA. transparência integridade. seriedade. honestidade. cooperação. informação comunicação. ética seriedade cooperação ética CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA transparência integridade honestidade informação comunicação Índice 1. Âmbito de aplicação 2. Princípios Fundamentais 3. Normas gerais de conduta 4.

Leia mais

CARTA DE DIREITOS E DEVERES DA COMUNIDADE ACADÉMICA DA U.PORTO

CARTA DE DIREITOS E DEVERES DA COMUNIDADE ACADÉMICA DA U.PORTO Regulamentos CARTA DE DIREITOS E DEVERES DA COMUNIDADE ACADÉMICA DA U.PORTO Secção Permanente do Senado de 16 de Novembro de 2005 Exposição de Motivos O desenvolvimento de um projecto de qualidade educativa

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA OUTUBRO/2007

CÓDIGO DE ÉTICA OUTUBRO/2007 OUTUBRO/2007 ÍNDICE Página 1. APRESENTAÇÃO 1 2. OBJETIVOS 1 3. NORMAS, PRINCÍPIOS E VALORES ÉTICOS 2 4. CONFLITOS DE INTERESSES 5 5. CONFIDENCIALIDADE 6 6. DÚVIDAS COM A APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA 6

Leia mais

Código de Ética e de Conduta do. Grupo Energisa

Código de Ética e de Conduta do. Grupo Energisa Código de Ética e de Conduta do Grupo Energisa Caro colaborador, A prática do Código de Ética e de Conduta do Grupo Energisa é tão importante que fazemos questão que cada colaborador tenha seu próprio

Leia mais

Código de Ética e Conduta Profissional

Código de Ética e Conduta Profissional Código de Ética e Conduta Profissional ÍNDICE DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS 1 ARTIGO 1º. - Âmbito de Aplicação 1 ARTIGO 2º. Princípios Aplicáveis 2 ARTIGO 3º. Relação com os clientes/consumidores 3 ARTIGO

Leia mais

Seja bem-vindo à página do Provedor do estudante da Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny.

Seja bem-vindo à página do Provedor do estudante da Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny. Provedor do Estudante Seja bem-vindo à página do Provedor do estudante da Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny. Ao Provedor do Estudante cabe promover e defender os direitos e interesses

Leia mais

Código Deontológico da CTOC. Notas Interpretativas do Código Deontológico da CTOC

Código Deontológico da CTOC. Notas Interpretativas do Código Deontológico da CTOC Código Deontológico da CTOC Notas Interpretativas do Código Deontológico da CTOC Nota (prévia) explicativa O Tribunal de Comércio de Lisboa, por sentença de 9/3/2001 declarou nulas as disposições contidas

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA 1. MENSAGEM IESC

CÓDIGO DE CONDUTA 1. MENSAGEM IESC CÓDIGO DE CONDUTA 1. MENSAGEM IESC De origem grega, o termo ethos significa costumes e deve ser entendido com um conjunto de princípios básicos que visam disciplinar e regular, a moral e a conduta das

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA ISA CAPITAL DO BRASIL S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA ISA CAPITAL DO BRASIL S.A. CÓDIGO DE ÉTICA ISA CAPITAL DO BRASIL S.A. 1 INTRODUÇÃO O Grupo ISA e suas empresas avançam para metas a cada vez mais exigentes e ambiciosas, desenvolvendo suas práticas em contextos diversos e inovadores

Leia mais

CÓDIGO DEONTOLÓGICO DOS SOLICITADORES E DOS AGENTES DE EXECUÇÃO

CÓDIGO DEONTOLÓGICO DOS SOLICITADORES E DOS AGENTES DE EXECUÇÃO CÓDIGO DEONTOLÓGICO DOS SOLICITADORES E DOS AGENTES DE EXECUÇÃO (projeto para debate) CAPÍTULO I Disposições comuns a solicitadores e agentes de execução Artigo 1.º Natureza e âmbito de aplicação 1 A deontologia

Leia mais

Código Deontológico dos Técnicos Oficiais de Contas

Código Deontológico dos Técnicos Oficiais de Contas Código Deontológico dos Técnicos Oficiais de Contas Não obstante a nova versão do estatuto desenvolver com significativa profundidade, quer os direitos, quer os deveres dos Técnicos Oficiais de Contas,

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA GALP ENERGIA

CÓDIGO DE ÉTICA GALP ENERGIA CÓDIGO DE ÉTICA GALP ENERGIA 1. Introdução A materialização da Missão, Visão e Valores de uma Empresa traduz-se na actuação quotidiana dos seus colaboradores, de acordo com práticas éticas consensuais

Leia mais

Índice 1. - INTRODUÇÃO 2. OS NOSSOS VALORES E PRINCÍPIOS ÉTICOS 3. CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA 4. INCUMPRIMENTOS DO CÓDIGO E CONSULTAS

Índice 1. - INTRODUÇÃO 2. OS NOSSOS VALORES E PRINCÍPIOS ÉTICOS 3. CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA 4. INCUMPRIMENTOS DO CÓDIGO E CONSULTAS Índice 1. - INTRODUÇÃO 1.1. OBJECTO 1.2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 1.3. VIGÊNCIA DO CÓDIGO 2. OS NOSSOS VALORES E PRINCÍPIOS ÉTICOS 3. CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA 3.1. RELAÇÃO COM E ENTRE OS COLABORADORES 3.1.1.

Leia mais

I. CÓDIGO DE ÉTICA. 1. Âmbito de Aplicação

I. CÓDIGO DE ÉTICA. 1. Âmbito de Aplicação I. CÓDIGO DE ÉTICA 1. Âmbito de Aplicação O presente Código de Ética define os princípios e as regras a observar pela N Seguros, S.A. sem prejuízo de outras disposições legais ou regulamentares aplicáveis

Leia mais

Índice. 1. Objetivo...04. 2. Âmbito de aplicação...05. 3. Princípios orientadores da conduta de Gas Natural Fenosa...06. 4. Normas de conduta...

Índice. 1. Objetivo...04. 2. Âmbito de aplicação...05. 3. Princípios orientadores da conduta de Gas Natural Fenosa...06. 4. Normas de conduta... Código de Ética Índice 1. Objetivo...04 2. Âmbito de aplicação...05 3. Princípios orientadores da conduta de Gas Natural Fenosa...06 4. Normas de conduta...07 5. Aceitação e cumprimento do Código...22

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição 1. A Comissão de Auditoria do Banco Espírito Santo (BES) (Comissão de Auditoria ou Comissão) é composta por um mínimo

Leia mais

Código de Conduta e de Boas Práticas

Código de Conduta e de Boas Práticas Código de Conduta e de Boas Práticas Preâmbulo Aos membros da comunidade académica da Universidade de Lisboa (docentes e investigadores, trabalhadores não docentes e não investigadores, bolseiros de investigação,

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E DEONTOLOGIA PROFISSIONAL DOS CONTABILISTAS E AUDITORES CABO-VERDIANOS

CÓDIGO DE ÉTICA E DEONTOLOGIA PROFISSIONAL DOS CONTABILISTAS E AUDITORES CABO-VERDIANOS ORDEM PROFISSIONAL DE AUDITORES E CONTABILISTAS CERTIFICADOS CÓDIGO DE ÉTICA E DEONTOLOGIA PROFISSIONAL DOS CONTABILISTAS E AUDITORES CABO-VERDIANOS PRAIA CABO VERDE JULHO DE 2012 Código de Ética e Deontologia

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA TAGUSGÁS - EMPRESA DE GÁS DO VALE DO TEJO, S.A. Considerando:

CÓDIGO DE CONDUTA DA TAGUSGÁS - EMPRESA DE GÁS DO VALE DO TEJO, S.A. Considerando: CÓDIGO DE CONDUTA DA TAGUSGÁS - EMPRESA DE GÁS DO VALE DO TEJO, S.A. Considerando: 1 O estatuto da Tagusgás - Empresa de Gás do Vale do Tejo, S.A. de Operador da Rede de Distribuição e de Comercializador

Leia mais

Política de Gestão de Risco de Fraude

Política de Gestão de Risco de Fraude Política de Gestão de Risco de Fraude Versão: 1.0-2015 Alterada: 2 de junho de 2015 Aprovado por: Conselho de Administração Data: 3 de junho de 2015 Preparado por: Conselho de Administração Data: 2 de

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA. CREDITÁ S.A. Crédito, Financiamento e Investimento

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA. CREDITÁ S.A. Crédito, Financiamento e Investimento CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CREDITÁ S.A. Crédito, Financiamento e Investimento SUMÁRIO 1. Conceito 2. Objetivo 3. Abrangência 4. Regras e Normas 4.1 Conceito de Ética. Ponto de vista empresarial 4.2 Princípios

Leia mais

PREÂMBULO TOV colaboradores, Compliance Outubro/2010

PREÂMBULO TOV colaboradores, Compliance Outubro/2010 PREÂMBULO A TOV, ciente da importância da ética nas relações profissionais nas comunidades onde atua e dos benefícios advindos do comprometimento e execução de diretrizes de conduta ética, divulga a todos

Leia mais

Código de Conduta e Ética

Código de Conduta e Ética CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA BC CONSULT Página 1 de 9 1. INTRODUÇÃO... 3 2. PRINCÍPIOS... 4 INTEGRIDADE... 4 DISCRIMINAÇÃO... 4 CONFLITO DE INTERESSE... 4 CONFIDENCIALIDADE DE INFORMAÇÕES... 5 PROTEÇÃO AO

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO CÓDIGO DE ÉTICA DA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO 0 ÍNDICE 1 - INTRODUÇÃO... 2 2 - ABRANGÊNCIA... 2 3 - PRINCÍPIOS GERAIS... 2 4 - INTEGRIDADE PROFISSIONAL E PESSOAL... 3 5 - RELAÇÕES COM

Leia mais

CERCIVAR [CODIGO DE ÉTICA]

CERCIVAR [CODIGO DE ÉTICA] CERCIVAR [CODIGO DE ÉTICA] Índice Apresentação da Organização... 5 Visão... 5 Missão... 5 Política da Qualidade... 5 Objectivos gerais... 5 Os nossos serviços... 6 Objectivo e âmbito de aplicação... 6

Leia mais

Código de Ética. Fundação de Seguridade Social Braslight

Código de Ética. Fundação de Seguridade Social Braslight Código de Ética Fundação de Seguridade Social Braslight 1 2 ÍNDICE Apresentação... 4 Diretrizes Organizacionais... 5 Missão... 5 Visão... 5 Valores... 5 Abrangência... 6 Objetivo... 6 Diretrizes... 7 Legalidade...

Leia mais

1. INTRODUÇÃO. Mensagem do Presidente

1. INTRODUÇÃO. Mensagem do Presidente Data de início de vigência: 1 de setembro de 2013 1. INTRODUÇÃO Mensagem do Presidente O Mundo de hoje obriga-nos a uma presença em inúmeros quadrantes e a uma enorme capacidade para que possamos adaptar-nos

Leia mais

CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO

CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO CAPÍTULO I Artigo 1º 1.A resposta Social de Apoio Domiciliário, doravante designado por S.A.D., está situado nas

Leia mais

Código de Ética e de Conduta

Código de Ética e de Conduta visa dar a conhecer de forma inequívoca aos colaboradores, clientes, entidades públicas, fornecedores e, de uma forma geral, a toda a comunidade os valores preconizados, vividos e exigidos pela empresa,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CAT

REGULAMENTO INTERNO DO CAT REGULAMENTO MISERICÓRDIA DA FREGUESIA DE SANGALHOS INTERNO DO CAT CAPITULO I Norma I Natureza do Estabelecimento Tipo de Estabelecimento: Centro de Acolhimento Temporário de Crianças e Jovens em Risco

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS

CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS DEZEMBRO DE 2008 PREÂMBULO O presente Código visa clarificar as normas de conduta que devem orientar os comportamentos e as atitudes de todos os Colaboradores da GEBALIS, independentemente

Leia mais

Código de Ética e de Conduta

Código de Ética e de Conduta Preâmbulo A CASES, consciente do seu papel no âmbito da economia social, considera importante colocar a questão da ética como prioridade na sua agenda. O presente documento apresenta os princípios gerais

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA Índice Nossos princípios diretivos 03 Proteção do patrimônio e uso dos ativos 04 Informação confidencial 05 Gestão e Tratamento dos Colaboradores 06 Conflitos de interesse 07

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DISPOSIÇÕES LEGAIS. Art.º 1.º (Definições e Objectivos)

REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DISPOSIÇÕES LEGAIS. Art.º 1.º (Definições e Objectivos) REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DISPOSIÇÕES LEGAIS Art.º 1.º (Definições e Objectivos) O CRIFZ, Centro de Recuperação Infantil de Ferreira do Zêzere, é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos,

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA SOMMA INVESTIMENTOS

CÓDIGO DE ÉTICA DA SOMMA INVESTIMENTOS 1. O CÓDIGO Este Código de Ética (Código) determina as práticas e padrões éticos a serem seguidos por todos os colaboradores da SOMMA INVESTIMENTOS. 2. APLICABILIDADE Esta política é aplicável: 2.1. A

Leia mais

O Banrisul no relacionamento com os diversos setores da sociedade terá suas posições e ações baseadas nas seguintes disposições:

O Banrisul no relacionamento com os diversos setores da sociedade terá suas posições e ações baseadas nas seguintes disposições: 1.0 - CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO BANRISUL Preâmbulo O compromisso é servir como Guia Prático de Conduta Pessoal e Profissional, a ser utilizado por todos os Colaboradores do Banrisul, possibilitando a

Leia mais

Guia de Princípios Éticos e Boas Práticas dos Centros Assistenciais

Guia de Princípios Éticos e Boas Práticas dos Centros Assistenciais Guia de Princípios Éticos e Boas Práticas dos Centros Assistenciais Direitos e Deveres Comissão de Ética Instituto S. João de Deus ÍNDICE 3 NO ASPECTO CLÍNICO, CONSTITUEM DIREITOS DOS UTENTES: 6 8 10 TAMBÉM

Leia mais

Código de Conduta Empresarial da Nestlé. 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza)

Código de Conduta Empresarial da Nestlé. 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza) Código de Conduta Empresarial da Nestlé 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza) Introdução Desde a sua fundação, as práticas comerciais da Nestlé

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. Essas regras estão organizadas em torno das seguintes exigências:

CÓDIGO DE ÉTICA. Essas regras estão organizadas em torno das seguintes exigências: CÓDIGO DE ÉTICA O Grupo PSA Peugeot Citroën construiu seu desenvolvimento com base em valores implementados por seus dirigentes e funcionários, e reafirmados nos objetivos de desenvolvimento responsável

Leia mais

Associação Portuguesa de Psicoterapia Centrada na Pessoa e de Counselling. Código Deontológico

Associação Portuguesa de Psicoterapia Centrada na Pessoa e de Counselling. Código Deontológico Associação Portuguesa de Psicoterapia Centrada na Pessoa e de Counselling Código Deontológico Art. 1 Princípios Gerais 1. O Psicoterapeuta e o Counsellor alicerçam as suas actividades profissionais no

Leia mais

Minerals Technologies Inc. Resumo das políticas de conduta comercial

Minerals Technologies Inc. Resumo das políticas de conduta comercial Minerals Technologies Inc. Resumo das políticas de conduta comercial É sempre exigido um comportamento legal e ético Este Resumo das políticas de conduta comercial (este "Resumo") fornece uma descrição

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA LOGZ LOGÍSTICA BRASIL S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA LOGZ LOGÍSTICA BRASIL S.A. APRESENTAÇÃO A LOGZ Logística Brasil S.A. (a Companhia ou LOGZ ) é uma sociedade holding consolidadora de participações em ativos logísticos e tem como objetivo a expansão de suas atividades possibilitando

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL 718 I SÉRIE N O 24 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 14 DE ABRIL DE 2015

ASSEMBLEIA NACIONAL 718 I SÉRIE N O 24 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 14 DE ABRIL DE 2015 718 I SÉRIE N O 24 «B. O.» DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 14 DE ABRIL DE 2015 ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º 86/VIII/2015 de 14 de Abril Por mandato do Povo, a Assembleia Nacional decreta, nos termos da alínea

Leia mais

-------------- PREÂMBULO-------------------------------------------------------------------------- --------------O Município de Barcelos, legalmente,

-------------- PREÂMBULO-------------------------------------------------------------------------- --------------O Município de Barcelos, legalmente, -------------- PREÂMBULO-------------------------------------------------------------------------- --------------O Município de Barcelos, legalmente, tem vastas atribuições e competências, entre outras,

Leia mais

[CÓDIGO DE ÉTICA] Interinvest

[CÓDIGO DE ÉTICA] Interinvest [CÓDIGO DE ÉTICA] Este documento determina as práticas, padrões éticos e regras a serem seguidos pelos colaboradores, fornecedores e a todos aqueles que, direta ou indiretamente, se relacionem com a Interinvest.

Leia mais

CÓDIGO RIP DE CONDUTA EMPRESARIAL O CÓDIGO RIP DE CONDUTA EMPRESARIAL

CÓDIGO RIP DE CONDUTA EMPRESARIAL O CÓDIGO RIP DE CONDUTA EMPRESARIAL CÓDIGO RIP DE CONDUTA EMPRESARIAL O CÓDIGO RIP DE CONDUTA EMPRESARIAL Março de 2015 1ª edição MENSAGEM DO PRESIDENTE O Código de Conduta da RIP ( Código ) é a declaração formal das expectativas que servem

Leia mais

O Banrisul no relacionamento com os diversos setores da sociedade terá suas posições e ações baseadas nas seguintes disposições:

O Banrisul no relacionamento com os diversos setores da sociedade terá suas posições e ações baseadas nas seguintes disposições: 1.0 - CÓDIGO DE ÉTICA DO BANRISUL Preâmbulo O compromisso maior da instituição deve ser o de possibilitar continuamente a consecução de sua missão, a saber: Ser o agente financeiro do Estado para promover

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS

CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS Fundação Alentejo no Alentejo e para o Alentejo, um projeto para além da esperança Fernanda Ramos 1992 Aprovado na reunião do Conselho de Administração da FA Novembro

Leia mais

Código de Conduta Ética

Código de Conduta Ética Código de Conduta Ética MENSAGEM DO PRESIDENTE O Código de Conduta Ética das Empresas Concremat contempla os princípios que devem estar presentes nas relações da empresa com seus colaboradores, clientes,

Leia mais

1. Sumário Executivo...4. 2. Âmbito de Aplicação... 4. 3. Integridade Pessoal... 5. 3.1 Reporte de preocupações com o negócio... 5

1. Sumário Executivo...4. 2. Âmbito de Aplicação... 4. 3. Integridade Pessoal... 5. 3.1 Reporte de preocupações com o negócio... 5 Índice 1. Sumário Executivo...4 2. Âmbito de Aplicação... 4 3. Integridade Pessoal... 5 3.1 Reporte de preocupações com o negócio... 5 3.2 Conflitos de interesses... 5 3.2.1 Actividades empresariais externas...

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 197/08 de 16 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições relativas ao estatuto das entidades inspectoras das redes e ramais de

Leia mais

SAD - SERVIÇO DE APOIO

SAD - SERVIÇO DE APOIO A.S.C.R.D.P.P. SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO MANUAL DE FUNÇÕES SAD - SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO 1 Os recursos humanos afetos à valência de Serviço de Apoio Domiciliário da Associação Social, C.R.D.

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO REGULAMENTO DA FORMAÇÃO ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJECTO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO DO REGULAMENTO DA FORMAÇÃO... 3 3. POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA ENTIDADE... 3 4. FORMAS E MÉTODOS DE SELECÇÃO... 4 4.1. Selecção

Leia mais

ÍNDICE. Introdução 02. Abrangência 03. Objetivos 03. Princípios Gerais 04 Integridade profissional e pessoal

ÍNDICE. Introdução 02. Abrangência 03. Objetivos 03. Princípios Gerais 04 Integridade profissional e pessoal ÍNDICE Introdução 02 Abrangência 03 Objetivos 03 Princípios Gerais 04 Integridade profissional e pessoal 05 Relações com clientes, parceiros e no ambiente de trabalho 06 Condutas não aceitáveis 06 Gestão

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013

CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013 CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 I. Âmbito de Aplicação e Princípios Gerais...4 Artigo 1.º Âmbito Pessoal...4 Artigo 2.º Âmbito Territorial...4 Artigo 3.º Princípios Gerais...4 Artigo

Leia mais

Conselho Estratégico de Planejamento e Administração Empresarial.

Conselho Estratégico de Planejamento e Administração Empresarial. G7 PRO UNIIDADE BRASIIL SSOLLUÇÕEESS EESSTTRRATTÉÉGI IICASS EEM SSEEGURRANÇA CÓDIGO DE ÉTICA Conselho Estratégico de Planejamento e Administração Empresarial. Este documento possui informações INTERNAS

Leia mais

Regulamento dos empregados de solicitadores e agentes de execução

Regulamento dos empregados de solicitadores e agentes de execução Regulamento dos empregados de solicitadores e agentes de execução Preâmbulo: O Estatuto da Câmara dos Solicitadores, determina na alínea f) do artigo 109.º, a obrigação de os solicitadores manterem os

Leia mais

Código de Ética Rastru

Código de Ética Rastru CÓDIGO DE ÉTICA RASTRU O objetivo desse Código de É tica é definir com clareza os princípios éticos que norteiam as ações e os compromissos da organização Rastru, tanto da parte institucional como da parte

Leia mais

GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES

GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA EMPRESARIAL - ASSOCIAÇÃO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, OBJECTO, PRINCÍPIOS E VALORES Art. 1º 1. GRACE GRUPO DE REFLEXÃO E APOIO À CIDADANIA

Leia mais

Fazer o que é correcto

Fazer o que é correcto www.pwc.com/pt Fazer o que é correcto Código de conduta A PwC é, e quer continuar a ser, reconhecida como a organização honrada e fiável de que todos nos orgulhamos, tendo por base a nossa reputação e

Leia mais

Regulamento Interno do Voluntariado. Aprovado em 20 de Maio de 2002

Regulamento Interno do Voluntariado. Aprovado em 20 de Maio de 2002 Aprovado em 20 de Maio de 2002 www.faad.online.pt 1/1 CAPÍTULO I NATUREZA, FINS E DEFINIÇÃO ARTIGO 1º 1. A Fundação de Aurélio Amaro Diniz é uma Instituição Particular de Solidariedade Social registada

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA SUMÁRIO 1 ÉTICA...03 2 APRESENTAÇÃO...04 3 APLICAÇÃO...05 4 FINALIDADES...06 5 DEFINIÇÕES...07 6 CULTURA ORGANIZACIONAL...08 6.1 MISSÃO...08 6.2 VISÃO...08 6.3 VALORES...08 6.4

Leia mais

Fundação Professor Francisco Pulido Valente CÓDIGO DE CONDUTA

Fundação Professor Francisco Pulido Valente CÓDIGO DE CONDUTA Fundação Professor Francisco Pulido Valente CÓDIGO DE CONDUTA Dezembro de 2012 INTRODUÇÃO As fundações são instituições privadas sem fins lucrativos que visam contribuir para o bem comum, para o desenvolvimento

Leia mais

REGIMENTO INTERNO AVALIAÇÃO DO PESSOAL NÃO DOCENTE

REGIMENTO INTERNO AVALIAÇÃO DO PESSOAL NÃO DOCENTE REGIMENTO INTERNO AVALIAÇÃO DO PESSOAL NÃO DOCENTE Artigo 1.º Objectivos da avaliação A avaliação do pessoal não docente visa: a) A avaliação profissional, tendo em conta os conhecimentos, qualidades e

Leia mais

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 Bureau Internacional do Trabalho 1 Ratificação Como são utilizadas as Normas Internacionais do Trabalho?

Leia mais