CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE NA TERRA COPA BRASIL DE VELOCIDADE NA TERRA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE NA TERRA COPA BRASIL DE VELOCIDADE NA TERRA"

Transcrição

1 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE NA TERRA COPA BRASIL DE VELOCIDADE NA TERRA CATEGORIA MINI-FÓRMULA TUBULAR CATEGORIAS A E B REGULAMENTO TÉCNICO 2013 CATEGORIAS MINI FÓRMULA TUBULAR A e B Regulamentação aprovada para Veículos Mini Fórmula Tubular, com Motores utilizando combustível etanol comercial, para participação das provas da Copa Brasil de Mini Fórmula Tubular 2013, assim compreendidas: Categoria A Mini Fórmula Tubular com motores 4 (quatro) tempos até 256 (duzentos e cinqüenta e seis) cc, (motores de Honda, Tornado e Twister). Categoria B Serão permitidos os Motores 4 (quatro)tempos até 256cc (duzentos e cinqüenta e seis cilindrada) monocilíndrico. (um único cilindro) CAPÍTULO I - CONCEITOS TÉCNICOS Art CHASSIS E DIMENSÕES: MODIFICAÇÕES: Todos os itens não citados neste Regulamento Técnico deverão ser obrigatoriamente originais CHASSIS: Só serão aceitos chassis construídos dentro das especificações de pesos e medidas constante neste regulamento ESTRUTURA: A estrutura do veículo deverá ser construída com tubos de diâmetro de, no mínimo 1 (uma polegada) e no Máximo 11/4 (uma polegada e um quarto de polegada), com paredes mínimas de 1,5mm (um milímetro e cinco décimos), dentro de um padrão que proteja o piloto, com 2 (dois) arcos de segurança no sentido longitudinal (da extremidade dianteira até a extremidade traseira), amarrados com no Mínimo 5 (cinco) travessas de construção soldada, que deverão estar no mínimo a 5 (cinco) cm acima da cabeça do piloto sentado, com os cintos atados BARRAS LATERAIS: É obrigatório o uso da barra de desvio lateral na largura da bitola traseira (paralela às rodas) de no mínimo, 7/8 (sete oitavos de polegada) e no máximo 1 (uma polegada).

2 2 Esta proteção nunca deverá exceder a largura das rodas e, nas barras traseiras de desvio, os tubos a serem usados deverão ser de aço com ou sem costura (trefilados), com as medidas máximas de diâmetro de 1 1/4 (uma polegada e um quarto de polegada). Nos arcos de segurança é proibido emendas em sua extensão. Somente nas bases e nas uniões dos tubos é que será permitido o uso do processo de soldagem. Nenhuma parte da estrutura ou da carroceria (carenagem) poderá exceder a largura das rodas. Todas as curvas efetuadas nos tubos deverão obedecer a um raio Mínimo de 50mm (cinqüenta milímetros). Proibido cantos vivos em qualquer parte da estrutura tubular. Todos os tubos da estrutura deverão apresentar um furo com diâmetro de 4 mm (quatro milímetros), para vistoria técnica ASSOALHO: O Assoalho deve ser obrigatoriamente fechado desde a extremidade dianteira até o banco do piloto, em chapa de aço de espessura mínima de 1,2mm (um milímetro e dois décimos) ou alumínio com espessura mínima de 2,4 mm (dois milímetros e quatro décimos), sem furos ARRANJO INFERIOR: O arranjo inferior é livre, com a condição de que nenhum instrumento ou objeto apresente saliência perigosa BANCOS: Especial para competição. É aconselhável uma cinta metálica para sustentação do banco TELA FRONTAL: É obrigatório o uso de uma tela metálica na parte frontal do veículo DIMENSÕES: Comprimento total mínimo de mm (um mil, novecentos e cinqüenta milímetros), máximo de 2.450mm (dois mil, quatrocentos e cinqüenta milímetros). Bitola Dianteira: Mínimo de 1.100mm (um mil e cem milímetros), Máximo de 1.400mm (um mil e quatrocentos milímetros). Bitola Traseira: Mínimo de 1.100mm (um mil e cem milímetros), Máximo de 1.400mm (um mil e quatrocentos milímetros). Distância entre-eixos: Mínimo de 1.450mm (um mil e quatrocentos e cinqüenta milímetros), Máxima de 1.850mm (um mil, oitocentos e cinqüenta milímetros). Não serão permitidas tolerâncias nas medidas deste Artigo. Art PESO: O peso Mínimo do Mini Fórmula Tubular com combustível, com piloto e em ordem de marcha é de 255 kg (duzentos e cinqüenta e cinco quilogramas). A verificação do peso do veículo e todos os itens que exijam medição e/ou pesagem serão efetuados em ordem de marcha, isto é, nas condições em que o carro parou, sem adicionar combustível, líquidos, fluido de freio, lubrificantes e sem repor peças que eventualmente tenham sido perdidas durante a prova ou treino cronometrado e sem sofrer qualquer tipo de manutenção. Art. 03 TANQUE: 3.1 TANQUE DE COMBUSTÍVEL: O tanque de combustível deve ser metálico e com capacidade máxima de 12 (doze) litros.

3 3 3.2 BOCAL DO TANQUE: O bocal do abastecimento deverá ter, no mínimo, 30mm (trinta milímetros) de diâmetro. 3.3 RESPIRO DO TANQUE: É obrigatório o uso de respiro de tanque, com tubo metálico e com duas voltas fixado ao tanque por meio de solda. 3.4 LUBRIFICANTES: Livre nacional. 3.5 SAIDA DO TANQUE: Única e diretamente para o carburador, sem voltas. Art. 4 - SISTEMA ELÉTRICO: 4.1. VELAS DE IGNIÇÃO: Livres nacionais. É permitida a retirada das bobinas de carga de bateria e de iluminação. Art.5 - TRANSMISSÃO PARA AS RODAS: 5.1 COROA CORRENTE E PINHÃO: Livres. 5.2 ROLAMENTOS: Livres. 5.3 CRUZETAS, TRIZETAS E HOMOCINÉTICAS: É permitida a utilização no eixo traseiro de cruzetas, trizetas ou homocinéticas, desde que de fabricação nacional. 5.4 DIFERENCIAL OU RODA LIVRE: É Proibido o uso de diferencial ou roda livre. 5.5 EMBREAGEM: Categoria A original do modelo Honda Tornado ou Twister Categoria B Livre, desde que seja Nacional e com livre preparo. Art. 6 - SUSPENSÃO: 6.1 DIANTEIRA: Independente tipo bandeja (não obrigatório). Amortecedores e molas nacionais, porém livres quanto ao tipo e quantidade. 6.2 TRASEIRA: Tipo balança ou bandeja amortecida por molas e amortecedores nacionais, livres quanto ao tipo e quantidade. Art. 7 - FREIOS: Obrigatório no mínimo um freio traseiro de procedência nacional. É permitido utilizar freios dianteiros. Art. 8 - SISTEMA DE DIREÇÃO: 8.1 CAIXA DE DIREÇÃO: Caixa de direção livre, nacional, barras e terminais são livres, nacionais. 8.2 BRAÇO PITMAN: Braço pitman, quando usado, é permitido o alongamento.

4 4 Art. 9 - ITENS DE SEGURANÇA: 9.1 CINTOS DE SEGURANÇA: É obrigatório o uso do cinto de segurança de no mínimo de 04 (quatro) pontos de fixação e este será fixo por meio de parafuso de, no mínimo, 08mm (oito milímetros) de diâmetro. Só serão aceitos cintos de segurança próprios para competição de 3 polegadas de largura e em bom estado, homologados e dentro do prazo de validade. 9.2 EXTENSÕES METÁLICAS PARA OS CINTOS: Fica proibida qualquer extensão metálica para aumentá-los. 9.3 PROTETOR CERVICAL: É aconselhável o uso de protetor cervical. 9.4 REDES DE PROTEÇÃO: É obrigatório o uso de redes de proteção, não metálicas, nas laterais, lado direito e esquerdo, podendo ser substituídas por uma carenagem ou portas de material plástico ou fibra de vidro, desde que as mesmas estejam na altura dos ombros do piloto, atadas a seus cintos de segurança. 9.5 TELAS DE PROTEÇÃO: É obrigatório o uso de uma tela ou carenagem na parte superior dos 2 (dois) lados das pedaleiras para proteção dos pés. Deve permanecer fechada durante a prova. Tela de Tecido: Fechamento Total. Tela de Material Plástico: até a altura do ombro, no Mínimo. 9.6 TELA DE PROTEÇÃO DIANTEIRA: É obrigatório o uso de uma tela metálica na parte dianteira do veículo na parte à frente da cabeça do piloto (pára-brisas). 9.7 ESTOFADO PARA A CABEÇA: É obrigatória a colocação de um apoio estofado para a cabeça do piloto. 9.8 ESPELHOS RETROVISORES: É Obrigatório o uso de 2 (dois) espelhos retrovisores nas laterais; 1 (um) na lateral direita e 1 (um) na lateral esquerda, Não sendo permitido o uso de retrovisores com visão ampliada nem distorcida. 9.9 ARCO DE PROTEÇÃO: É obrigatória a colocação de um arco de proteção nas laterais do cockpit (altura dos joelhos). Será proibida a participação dos veículos que não apresentarem para o piloto a devida segurança LUZ DE FREIO: Obrigatório para categorias A e B Art CARENAGENS: É obrigatório o uso de carenagem, confeccionada somente em fibra de vidro, alumínio, PVC ou poliestireno É permitido o uso de carenagem protetora do motor para permitir a refrigeração, mesmo quando a prova se desenrolar em condições de chuva.

5 5 Art MOTOR: 11.1 MINI FÓRMULA TUBULAR CATEGORIA B 11.2 MOTORES PERMITIDOS NACIONAIS DE 4 (quatro) TEMPOS: Serão permitidos os motores c 4 (quatro) tempos de até 256 cc monocilindricos. Esta cilindrada fica majorada com o uso de pistões sobremedida permitidos no item Permitida a utilização de peças paralelas nas medidas idênticas ao modelo do motor fabricado e intercambiáveis nacionais, exceto peças especiais de competição ESCAPAMENTO: Livre, desde que de fabricação Nacional, devendo estar posicionado junto à estrutura do veículo, por motivo de segurança e não ultrapassar o limite de ruído de 102 (cento e dois) decibéis CABEÇOTE: Original com livre retrabalho COLETOR de admissão: Livre IGNIÇÃO: Livre CARBURADOR: Livre com diâmetro máximo de passagem de até 38mm. Não será permitida carburação com diafragma de sucção (ex: kart jet e outros) CILINDROS E CAMISAS: Retificar, encamisar, tratar Nikasil, ou cromo, é livre PISTÃO: Livre procedência. Permitido sobremedida de até: 3,0 mm VIRABREQUIM: Preparo Livre, mantendo o curso original do motor SISTEMA DE PARTIDA: Todos os Mini Formula Tubular terão que ter um sistema de partida incorporado ao veiculo, original do motor ou similar, não podendo ser empurrado para dar partida no seu motor BIELA: Livre TAXA DE COMPRESSÃO: Livre INJEÇÃO ELETRÔNICA-MECÂNICA: Não será permitido, em nenhum tipo de motor, o uso de injeção eletrônica e nem mecânica Caixa de cambio: Livre de procedência Nacional. Parágrafo Primeiro: Entende-se por Preparação Livre, neste Regulamento, o ato de desbastar, lixar, limar, retificar ou acrescentar material (solda) às peças originais do motor. Fica proibida a utilização de peças especiais de competição ou importadas, exceto quando o Regulamento permitir. É permitida a

6 6 utilização de peças não-originais desde que idênticas ao modelo original do motor. Em caso de duvida as peças devem ser comparadas com as originais. Art. 12 MINI FÓRMULA TUBULAR CATEGORIA A 12.1 É obrigatório o uso de motores HONDA TORNADO e TWISTER 250 CC 12.2 Cilindro: Original 12.3 Cabeçote: Original HONDA Tornado ou Twister. Permitido rebaixamento em até 1 mm. Molas e guias de válvulas originais. Válvulas originais, devendo manter a quantidade e o diâmetro, fica proibido o retrabalho de sede de válvula. Dutos de admissão e escape serão permitidos o retrabalho Comando de válvulas: Original. Podendo ser alterado o ângulo de ponto (enquadramento). Nº- Admissão KPF 901. Nº- Escape KPF Carburador: Original sem trabalho no corpo. Esguicho e flauta livre preparação ESCAPAMENTO: Curva, com adaptação, em função do chassi, mantendo diâmetro original, ponteira, Pro Tork ou da linha Automotiva, desde que de fabricação nacional, devendo estar posicionado junto da estrutura do veículo. Por motivos de segurança não ultrapassar o limite do chassi Caixa de câmbio: Original do modelo Honda Tornado ou Twister é permitido o uso da engrenagem de 2a (segunda) marcha da Tornado ou Twister (17 ou 18 dentes) Caixa de ar: Livre procedência Ignição: CDI original Honda Pistão: Original do modelo ou similar (paralelo), permitido sobremedida até 1,0 mm Virabrequim: Original do modelo Volante: Original do modelo com peso mínimo de 2,015 Kgs Carcaças: Original do modelo Coletor de admissão: Original do modelo, com adaptação em função do chassi, mantendo diâmetro original e comprimento máximo de 45 mm Radiador de Óleo: Livre de procedência nacional Bielas: Original do modelo.

7 Taxa de compressão: Máximo de 9,3:1. A medição é com fluido automotivo de direção hidráulica, bureta FGA de 50 cc de capacidade e enchimento até o primeiro fio de rosca da vela, de dentro para fora Embreagem: Original do modelo Juntas do motor e cambio: Original Honda Sistema de partida: Todos os Mini Formula Tubular terão que ter um sistema de partida incorporado ao veiculo, original do motor, não podendo ser empurrado para dar partida no seu motor, durante o alinhamento no grid. Art GENERALIDADES 13.1 Toda modificação é proibida se não for expressamente autorizada pelo Regulamento Específico do Grupo no qual o veículo está classificado. Os componentes do veículo devem manter sua função original. Parágrafo Primeiro: Qualquer item Técnico em desacordo com o presente Regulamento desclassificará automaticamente da Prova o Piloto do referido veiculo. Parágrafo Segundo: Onde não for especificado tolerância, os itens referentes a pesos e/ou medidas, serão considerados os determinados no Regulamento específico da Categoria Mínimo e/ou Máximo. Parágrafo Terceiro: O piloto quando na direção do veículo seja em treinos ou em provas deverá, obrigatoriamente, usar macacão, sapatilhas, capacete e luvas de competição homologadas e dentro do prazo de validade estabelecido pelo fabricante. O uso de balaclava é recomendado a todos os pilotos, porém obrigatório àqueles com barba ou bigode. Art MODELO DE VEÍCULO 14.1 Veículo pertencente a uma série de fabricação que se distingue por um conceito e uma linha exterior determinados da carroceria e por uma mesma execução mecânica do motor e da transmissão às Rodas. Art. 15 SUBSTITUIÇÃO DO CHASSI / MOTOR Não será permitida a Inscrição e utilização de Carro Reserva, porém caso ocorra sinistro com o carro do competidor (piloto) durante os treinos livres ou cronometrados, sem que haja condições de colocá-lo na pista em tempo hábil para a prova ou treino cronometrado, poderá ser solicitado, por escrito, aos Comissários Desportivos a utilização de outro carro para sua participação Caso ocorra sinistro durante a Tomada de Tempo (Treino Cronometrado), e o carro não tenha condições de largar na prova, e o mesmo optando em participar com outro carro, desde que solicitado aos Comissários Desportivos, largará na última fila, sendo considerado sem tomada tempo. Neste caso o carro danificado ou sem condições, ficará a disposição da Comissão Técnica.

8 8 Art. 16º - DISPOSIÇÕES GERAIS: a) Caso haja necessidade de utilização da bandeira vermelha durante as baterias, todos os carros deverão dirigir-se ao grid de largada para novo alinhamento e conseqüente largada, estando os mesmos em regime de parque fechado. b) No procedimento de largada, o competidor que tiver seu motor apagado durante o alinhamento, o mesmo deverá ser religado apenas com o uso do pedal de partida, sendo proibido o mesmo de ser empurrado para fins de funcionamento do motor. O veículo que for empurrado para dar partida no motor deverá ser realinhado na última posição do grid. c) Cada veículo deverá ter um componente da equipe autorizado pela direção de prova, para dar a partida no motor. Caso não haja um representante da equipe do veículo e o mesmo não consiga ligar o motor por meios próprios, o mesmo será alinhado no final do grid, Independente de sua posição. d) Tudo que não estiver permitido neste regulamento é proibido. Caso haja duplicidade na interpretação de algum artigo, a decisão final será dos Comissários Desportivos. O Presente regulamento foi elaborado pela Comissão Nacional de Velocidade na Terra, aprovado pelo Conselho Técnico Desportivo Nacional e Homologado pelo Presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo. Rio de Janeiro, 21 de agosto de Comissão Nacional de Velocidade na Terra Zilmar Sirtoli Presidente Conselho Técnico Desportivo Nacional Nestor Valduga Presidente Confederação Brasileira de Automobilismo Cleyton Tadeu Correia Pinteiro Presidente

FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO FUNDADA EM 26 DE JULHO DE 1961

FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO FUNDADA EM 26 DE JULHO DE 1961 FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO CAMPEONATO GAÚCHO DE MINI FÓRMULA TUBULAR EM PISTA DE TERRA REGULAMENTO DESPORTIVO E TÉCNICO 2014 Art. 1º - DEFINIÇÃO: A Federação Gaúcha de Automobilismo, com a colaboração

Leia mais

CAMPEONATO GAÚCHO DE ARRANCADA

CAMPEONATO GAÚCHO DE ARRANCADA FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO FILIADA A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO FUNDADA EM 26 DE JULHO DE 1961 Rua Comendador Azevedo, 440 - Conj. 1 - Fone/Fax (51)3224 4808 CEP 90220-150 - Porto

Leia mais

Campeonato Paranaense de Motovelocidade 2014

Campeonato Paranaense de Motovelocidade 2014 Campeonato Paranaense de Motovelocidade 2014 Regulamento Técnico ART. 1 - MOTOCICLETAS E CLASSES SUPERBIKE - Pró Motocicletas acima de 980cc, motor de 4 tempos e de 04 cilindros de até 1050cc, e 3 cilindros

Leia mais

07 - REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA DIANTEIRA TURBO C (TURBO C )

07 - REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA DIANTEIRA TURBO C (TURBO C ) 07 - REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA DIANTEIRA TURBO C (TURBO C ) 07.1 NORMAS TÉCNICAS: A categoria Dianteira Turbo C deverá seguir as normas técnicas constantes neste regulamento específico. 07.2 DEFINIÇÃO

Leia mais

7 - CATEGORIA FORÇA LIVRE DIANTEIRA FLD

7 - CATEGORIA FORÇA LIVRE DIANTEIRA FLD 1 7 - CATEGORIA FORÇA LIVRE DIANTEIRA FLD REGULAMENTAÇÃO: Todos os veículos inscritos deverão passar por vistoria prévia. Todos pilotos deverão ter a cédula de piloto vigente no ano corrente para participar

Leia mais

FAELI REGIONAL DE KART FESTIVAL DE KART RD 2011 REGULAMENTO DESPORTIVO

FAELI REGIONAL DE KART FESTIVAL DE KART RD 2011 REGULAMENTO DESPORTIVO FAELI REGIONAL DE KART FESTIVAL DE KART RD 2011 REGULAMENTO DESPORTIVO ART 1º- Campeonato a ser realizado no Kartódromo de Farroupilha, em 2011, com organização da Bepi Kart - Competições e Lazer, e supervisão

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 2014 REGULAMENTO TÉCNICO

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 2014 REGULAMENTO TÉCNICO 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 2014 REGULAMENTO TÉCNICO 10 - CATEGORIA TURBO TRASEIRA TT 10.1) DEFINIÇÃO: a) Participam desta categoria

Leia mais

14 - REGULAMENTO TÉCNICO DA CATEGORIA TURBO C

14 - REGULAMENTO TÉCNICO DA CATEGORIA TURBO C 14 - REGULAMENTO TÉCNICO DA CATEGORIA TURBO C 14 DEFINIÇÃO Participam desta categoria veículos de turismo de grande produção em série, coupê ou sedan, de 2, 3, 4 ou 5 portas Veículos de tração dianteira

Leia mais

Copa Alto Uruguai de Kart Cross. Erechim Rio Grande do Sul Brasil. 13 a 15 de Maio de REGULAMENTO TÉCNICO 2016

Copa Alto Uruguai de Kart Cross. Erechim Rio Grande do Sul Brasil. 13 a 15 de Maio de REGULAMENTO TÉCNICO 2016 Copa Alto Uruguai de Kart Cross Erechim Rio Grande do Sul Brasil 13 a 15 de Maio de 2016 www.rallyerechim.com REGULAMENTO TÉCNICO 2016 NOTA: Em caso de diferenças de interpretação entre os termos utilizados

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 402 METROS REGULAMENTO TÉCNICO 2015

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 402 METROS REGULAMENTO TÉCNICO 2015 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 402 METROS REGULAMENTO TÉCNICO 2015 6 - CATEGORIA DIANTEIRA TURBO A - DT-A 6.1) DEFINIÇÃO: a) Participam

Leia mais

Federação de Automobilismo de São Paulo FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO

Federação de Automobilismo de São Paulo FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO CAMPEONATO PAULISTA DE DRAG RACE 2014 REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA DRAG RACE DIANTEIRA DD 1- REGULAMENTAÇÃO: Todos os veículos inscritos deverão passar por vistoria prévia. Todos os pilotos deverão ter

Leia mais

Os comissários podem solicitar a qualquer momento que sejam feitas as verificações necessárias em qualquer veiculo inscrito no evento.

Os comissários podem solicitar a qualquer momento que sejam feitas as verificações necessárias em qualquer veiculo inscrito no evento. REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA ADAPTADO TURBO 1-REGULAMENTAÇÃO Todos os veículos inscritos deveram passar por vistoria prévia. Os competidores deverão provar ao comissário técnicos e desportivos do evento,

Leia mais

REGIONAL DA SERRA DE KART 2012 REGULAMENTO DESPORTIVO

REGIONAL DA SERRA DE KART 2012 REGULAMENTO DESPORTIVO REGIONAL DA SERRA DE KART 2012 REGULAMENTO DESPORTIVO ART 1º- Campeonato a ser realizado no Kartódromo de Farroupilha, em 2012, com organização da Bepi Kart - Competições e Lazer, e supervisão da FGA.

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 402 METROS REGULAMENTO TÉCNICO 2015

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 402 METROS REGULAMENTO TÉCNICO 2015 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 402 METROS REGULAMENTO TÉCNICO 2015 13 CATEGORIA EXTREME 10,5 XTM 13.1) DEFINIÇÃO: a) Participam

Leia mais

14 - CATEGORIA STREET TRAÇÃO TRASEIRA STT

14 - CATEGORIA STREET TRAÇÃO TRASEIRA STT 14 - CATEGORIA STREET TRAÇÃO TRASEIRA STT 14.1) DEFINIÇÃO: a) Participam desta categoria veículos de turismo de grande produção em série, coupê, sedan ou pick-up, de 2, 3, 4 ou 5 portas de tração traseira

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE CAMPEONATO BRASILEIRO DE GRAN TURISMO ( GT ) 2012 SUMÁRIO

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE CAMPEONATO BRASILEIRO DE GRAN TURISMO ( GT ) 2012 SUMÁRIO 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE CAMPEONATO BRASILEIRO DE GRAN TURISMO ( GT ) 2012 SUMÁRIO 1. DEFINIÇÕES... 2 2. REGULAMENTO... 3 3. CARROCERIA... 4 4. PESO... 5 5.

Leia mais

FEDERAÇÃO DE AUTOMOBILISMO DO ESTADO DE SANTA CATARINA

FEDERAÇÃO DE AUTOMOBILISMO DO ESTADO DE SANTA CATARINA FEDERAÇÃO DE AUTOMOBILISMO XXIV PROVA DE ARRANCADA INTERNACIONAL DE CAMINHÕES EM BALNEÁRIO ARROIO DO SILVA / SC 1 - DAS INSCRIÇÕES DE 13 A 16 DE MARÇO DE 2014 REGULAMENTO GERAL 1.1 - As inscrições poderão

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE CAMPEONATO BRASILEIRO DE TURISMO REGULAMENTO TÉCNICO 2015

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE CAMPEONATO BRASILEIRO DE TURISMO REGULAMENTO TÉCNICO 2015 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE CAMPEONATO BRASILEIRO DE TURISMO REGULAMENTO TÉCNICO 2015 ARTIGO Nº. 1 DEFINIÇÕES... 2 ARTIGO Nº. 2 ENTENDIMENTO GERAL... 2 ARTIGO

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO PARA CLASSIC CUP DIVISÃO 2

REGULAMENTO TÉCNICO PARA CLASSIC CUP DIVISÃO 2 REGULAMENTO TÉCNICO PARA CLASSIC CUP DIVISÃO 2 2011 ARTIGO 1: VEÍCULOS E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS ARTIGO 2: CATEGORIAS ARTIGO 3: IDENTIFICAÇÃO ARTIGO 4: CARROCERIA E DIMENSÕES ARTIGO 5: PESO ARTIGO 6: MOTOR

Leia mais

GP SANTA CATARINA KARTÓDROMO ARENA SAPIENS FLORIANÓPOLIS SC 19 A 23 DE ABRIL DE 2016 REGULAMENTO PARTICULAR

GP SANTA CATARINA KARTÓDROMO ARENA SAPIENS FLORIANÓPOLIS SC 19 A 23 DE ABRIL DE 2016 REGULAMENTO PARTICULAR TOP KART Brasil 2016 GP SANTA CATARINA KARTÓDROMO ARENA SAPIENS FLORIANÓPOLIS SC 19 A 23 DE ABRIL DE 2016 REGULAMENTO PARTICULAR 1 REGULAMENTAÇÃO: Este evento estará submetido ao CDI, ao CDA, ao Regulamento

Leia mais

b) Permitido o uso de veículos de no mínimo 02 (dois) lugares ou mais. c) A denominação desta categoria será Dianteira Turbo A.

b) Permitido o uso de veículos de no mínimo 02 (dois) lugares ou mais. c) A denominação desta categoria será Dianteira Turbo A. 6 - CATEGORIA DIANTEIRA TURBO A - DT- A 6.1) DEFINIÇÃO: a) Participam desta categoria veículos de turismo de grande produção em série, nacionais ou importados, coupê, sedan ou pick- up, de 2, 3, 4 ou 5

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 2013 REGULAMENTO TÉCNICO

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 2013 REGULAMENTO TÉCNICO 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 2013 REGULAMENTO TÉCNICO 13 CATEGORIA EXTREME 10,5 XTM 13.1) DEFINIÇÃO: a) Participam destas categorias

Leia mais

Federação de Automobilismo de São Paulo FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO

Federação de Automobilismo de São Paulo FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO CAMPEONATO SPYDER RACE CATEGORIA P3 2014 Regulamento Técnico ARTIGO 1 : VEÍCULOS E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS. ARTIGO 2 : CARROCERIA E DIMENSÕES. ARTIGO 3 : HABITACULO ARTIGO 4 : PESO ARTIGO 5 : MOTOR ARTIGO

Leia mais

FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO FUNDADA EM 26 DE JULHO DE 1961

FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO FUNDADA EM 26 DE JULHO DE 1961 FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO CONSELHO TÉCNICO E DESPORTIVO GAÚCHO CAMPEONATO GAÚCHO DE MARCAS E PILOTOS 2014 NORMAS DE PARTICIPAÇÃO Art. 1º - Introdução REGULAMENTO DESPORTIVO A Federação Gaúcha de

Leia mais

veículos de capacidade e cinqüenta

veículos de capacidade e cinqüenta 12 CATEGORIA PRO MOD PM 12.1) DEFINIÇÃO: Participam destas categorias veículos bipostos nacionais e importados, turismo, de produção em série, réplicas e protótipos, coupê, sedan ou pick upp de 2, 3, 4

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE RALLY RALLY CROSS COUNTRY DE VELOCIDADE 2013 REGULAMENTO TÉCNICO

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE RALLY RALLY CROSS COUNTRY DE VELOCIDADE 2013 REGULAMENTO TÉCNICO 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE RALLY RALLY CROSS COUNTRY DE VELOCIDADE 2013 REGULAMENTO TÉCNICO ARTIGO 1 - PRESCRIÇÕES GERAIS... 2 ARTIGO 2 - CATEGORIAS... 8 ARTIGO 3 - CATEGORIA

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE NA TERRA CAMPEONATO BRASILEIRO DE VELOCIDADE NA TERRA CATEGORIA FÓRMULA TUBULAR

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE NA TERRA CAMPEONATO BRASILEIRO DE VELOCIDADE NA TERRA CATEGORIA FÓRMULA TUBULAR 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE NA TERRA CAMPEONATO BRASILEIRO DE VELOCIDADE NA TERRA CATEGORIA FÓRMULA TUBULAR REGULAMENTO TÉCNICO 2014 ARTIGO 1: VEÍCULOS E MODIFICAÇÕES

Leia mais

Regulamento Técnico - Regras Gerais/Segurança

Regulamento Técnico - Regras Gerais/Segurança Regulamento Técnico - Regras Gerais/Segurança As normas e regras aqui estabelecidas são complementares aos regulamentos técnicos de cada categoria, portanto devem ser seguidas e obedecidas por competidores

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 402 METROS REGULAMENTO TÉCNICO 2015

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 402 METROS REGULAMENTO TÉCNICO 2015 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 402 METROS REGULAMENTO TÉCNICO 2015 2 - CATEGORIA DIANTEIRA ORIGINAL DO 2.1) DEFINIÇÃO: a) Participam

Leia mais

TROFÉU CLUBE DESPORTIVO NACIONAL PROMERCH PUBLICIDADE 2011 REGULAMENTO TÉCNICO

TROFÉU CLUBE DESPORTIVO NACIONAL PROMERCH PUBLICIDADE 2011 REGULAMENTO TÉCNICO TROFÉU CLUBE DESPORTIVO NACIONAL PROMERCH PUBLICIDADE 2011 REGULAMENTO TÉCNICO 1. TODAS AS VIATURAS DEVERÃO ESTAR OBRIGATORIAMENTE EQUIPADAS COM: 1.1. - Armação de Segurança constituída por: a) Arco Principal:

Leia mais

Inspeção Técnica e de Segurança

Inspeção Técnica e de Segurança Esta planilha é apresentada somente como um documento de referência. Os veículos devem cumprir todas as regras, presentes ou não nesta planilha. Os juízes poderão a qualquer momento adicionar ou modificar

Leia mais

Categoria Desafio IMPORT

Categoria Desafio IMPORT Categoria Desafio IMPORT 1 - NORMAS TÉCNICAS: A categoria Desafio IMPORT deverá seguir as normas técnicas constantes neste regulamento especifico. 2 - DEFINIÇÃO: a) Poderão participar desta categoria veículos

Leia mais

Este regulamento está organizado conforme o CDI Código Desportivo Internacional e CDA Código Desportivo do Automobilismo.

Este regulamento está organizado conforme o CDI Código Desportivo Internacional e CDA Código Desportivo do Automobilismo. 15 - CATEGORIA TRASEIRA STREET TURBO. Este regulamento está organizado conforme o CDI Código Desportivo Internacional e CDA Código Desportivo do Automobilismo. 15.1) DEFINIÇÃO: a) Participam desta categoria

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 2013 REGULAMENTO TÉCNICO

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 2013 REGULAMENTO TÉCNICO 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 2013 REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA DIANTEIRA TURBO C DT-C 4.1) - DEFINIÇÃO: a) Participam desta

Leia mais

CAMPEONATO SCHIN DE KART 2014

CAMPEONATO SCHIN DE KART 2014 CAMPEONATO SCHIN DE KART 2014 JÚNIOR MENOR DE KART - ITAL SISTEM PMJK: Parágrafo 1º - Prova A duração da prova, será definido através do adendo 2 da etapa. Parágrafo 2º - Da Categoria - O Campeonato será

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE PARTE B CLASSE CUP REGULAMENTAÇÃO TÉCNICA 2016

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE PARTE B CLASSE CUP REGULAMENTAÇÃO TÉCNICA 2016 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE PARTE B CLASSE CUP REGULAMENTAÇÃO TÉCNICA 2016 INTRODUÇÃO Sempre que os presentes regulamentos se referirem à PROMOTORA, a DENER MOTORSPORT

Leia mais

I Dispositivos Gerais:

I Dispositivos Gerais: REGULAMENTO DESPORTIVO I Dispositivos Gerais: 1. ORGANIZAÇÃO DO CAMPEONATO 1.1- O Campeonato de Arrancadas para Motos 2016 será supervisionado e organizado pela comissão organizadora e promotora de eventos

Leia mais

STOCK CAR PAULISTA LIGHT E SUPER. STOCK PAULISTA LIGHT (novo nome da categoria) REGULAMENTO TÉCNICO

STOCK CAR PAULISTA LIGHT E SUPER. STOCK PAULISTA LIGHT (novo nome da categoria) REGULAMENTO TÉCNICO STOCK CAR PAULISTA LIGHT E SUPER STOCK PAULISTA LIGHT (novo nome da categoria) REGULAMENTO TÉCNICO 2011 ARTIGO 1: VEÍCULOS E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS ARTIGO 2: CARROCERIAS E DIMENSÕES ARTIGO 3: PESO ARTIGO

Leia mais

PREGULAMENTO ARRANCADÃO DE JERICOS 2015 CATEGORIA AGRICULTORES

PREGULAMENTO ARRANCADÃO DE JERICOS 2015 CATEGORIA AGRICULTORES 1.1.NORMAS TÉCNICAS PREGULAMENTO ARRANCADÃO DE JERICOS 2015 CATEGORIA AGRICULTORES As categorias da Corrida de jerico deverão seguir as normas técnicas constantes neste regulamento específico. 1.2.DEFINIÇÃO

Leia mais

1 - REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA DASAFIO TURBO

1 - REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA DASAFIO TURBO FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO FILIADA A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO FUNDADA EM 26 DE JULHO DE 1961 Rua Comendador Azevedo, 440 Conj. 1 Fone/Fax (51)3224 4808 CEP 90220-150 Porto Alegre

Leia mais

Federação de Automobilismo de São Paulo FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO

Federação de Automobilismo de São Paulo FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO FORÇA LIVRE REGULAMENTO TÉCNICO 2015 ARTIGO 1: VEÍCULOS E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS ARTIGO 2: CARROCERIA E DIMENSÕES ARTIGO 3: PESO ARTIGO 4: MOTOR ARTIGO 5: COMBUSTÍVEL ARTIGO 6: LUBRIFICAÇÃO ARTIGO 7:

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO 2014 CATEGORIA GPR 250 REGULAMENTO TÉCNICO. Página 1 de 18

REGULAMENTO TÉCNICO 2014 CATEGORIA GPR 250 REGULAMENTO TÉCNICO. Página 1 de 18 REGULAMENTO TÉCNICO 2014 Atualização 16/03/2014 Página 1 de 18 5. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS GPR 250 As motos admitidas na categoria GPR 250 do MOTO 1000 GP, devem ter motorização do modelo originalmente

Leia mais

SUPER CARS MASTER REGULAMENTO TÉCNICO 2013

SUPER CARS MASTER REGULAMENTO TÉCNICO 2013 SUPER CARS MASTER REGULAMENTO TÉCNICO 2013 ARTIGO 1: POLITICA GERAL ARTIGO 2:REGULAMENTÃÇÕES ARTIGO 3: CHASSI ARTIGO 4: CARROCERIA E DIMENSÕES ARTIGO 5: PESO ARTIGO 6: MOTOR ARTIGO 7: TUBULAÇÕES E COMBUSTÍVEL

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 2014 REGULAMENTO TÉCNICO

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 2014 REGULAMENTO TÉCNICO 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE ARRANCADA CAMPEONATO BRASILEIRO DE ARRANCADA 2014 REGULAMENTO TÉCNICO 8 - CATEGORIA TRASEIRA ORIGINAL TO 8.1) DEFINIÇÃO: a) Participam desta

Leia mais

SPEED 1600 Regulamento Técnico. 2013 Revisado em 14/02/2013

SPEED 1600 Regulamento Técnico. 2013 Revisado em 14/02/2013 SPEED 1600 Regulamento Técnico 2013 Revisado em 14/02/2013 ARTIGO 1: VEÍCULOS E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS ARTIGO 2: CARROCERIA E DIMENSÕES ARTIGO 3: PESO ARTIGO 4: MOTOR ARTIGO 5: COMBUSTÍVEL ARTIGO 6: LUBRIFICAÇÃO

Leia mais

ANEXO. carcaça externa da embreagem 8483.60.90. carcaça inferior do acelerador (para veículos de 8714.19.00

ANEXO. carcaça externa da embreagem 8483.60.90. carcaça inferior do acelerador (para veículos de 8714.19.00 ANEXO I- PARTES E PEÇAS FUNDIDAS NCM alavanca da embreagem do guidão, de alumínio 8714.19.00 alavanca do freio dianteiro do guidão, de alumínio 8714.19.00 alça lateral direita 8714.19.00 alça lateral esquerda

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO CAMPEONATO ESTADUAL FUSCA AP-1.6 2011 REGULAMENTO TÉCNICO

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO CAMPEONATO ESTADUAL FUSCA AP-1.6 2011 REGULAMENTO TÉCNICO CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO CAMPEONATO ESTADUAL FUSCA AP-1.6 2011 REGULAMENTO TÉCNICO ART. 1º - INTRODUÇÃO A categoria Fórmula Fusca AP 1.6, que enquadra automóveis de marca Volkswagen, modelo Fusca Sedan,

Leia mais

20. CHASSI INFORMAÇÕES DE SERVIÇO DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS 20-1 DESCRIÇÃO 20-2 INSPEÇÃO 20-4 INFORMAÇÕES DE SERVIÇO 20-1 DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS 20-1

20. CHASSI INFORMAÇÕES DE SERVIÇO DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS 20-1 DESCRIÇÃO 20-2 INSPEÇÃO 20-4 INFORMAÇÕES DE SERVIÇO 20-1 DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS 20-1 20. CHASSI INFORMAÇÕES DE SERVIÇO 20-1 DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS 20-1 DESCRIÇÃO 20-2 INSPEÇÃO 20-4 INFORMAÇÕES DE SERVIÇO Embora seja possível reparar trincas no chassi por meio de soldagem ou alinhar chassis

Leia mais

4º Campeonato Paulista de Protótipo. Turismo (Falcon e G12) 2014 REGULAMENTO DESPORTIVO PONTUAÇÃO E DESCARTES

4º Campeonato Paulista de Protótipo. Turismo (Falcon e G12) 2014 REGULAMENTO DESPORTIVO PONTUAÇÃO E DESCARTES 4º Campeonato Paulista de Protótipo Turismo (Falcon e G12) 2014 REGULAMENTO DESPORTIVO PONTUAÇÃO E DESCARTES Tabela de pontuação: O Campeonato Paulista TURISMO 2014, será disputado em 6 etapas, conforme

Leia mais

TROFÉU BRASIL 2.015 OPEN FORCE

TROFÉU BRASIL 2.015 OPEN FORCE TROFÉU BRASIL 2.015 OPEN FORCE REGULAMENTO REGULAMENTO GERAL ITEM 1. DISPOSIÇÕES PREMILIMARES 1.1 - O presente regulamento estabelece regras que devem ser cumpridas, visando evitar, e dirimir possíveis

Leia mais

REQUISITOS BÁSICOS PARA TÁXI ACESSÍVEL

REQUISITOS BÁSICOS PARA TÁXI ACESSÍVEL REQUISITOS BÁSICOS PARA TÁXI ACESSÍVEL 1. OBJETIVO...3 2. APRESENTAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS...3 3. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS...4 3.1 Características Gerais...4 3.2 Carroceria...4 4. ACESSIBILIDADE...8 4.1

Leia mais

CATÁLOGO DE PEÇAS XY200-5 RACING

CATÁLOGO DE PEÇAS XY200-5 RACING RACING CHASSI ÍNDICE ELÉTRICA ÍNDICE CHASSI... 04 GUIDÃO... 06 CARENAGEM DO FAROL... 10 SISTEMA DE DIREÇÃO... 12 SUSPENSÃO DIANTEIRA... 14 PARALAMA DIANTEIRO... 16 CAVALETES... 18 PEDALEIRAS... 20 SUSPENSÃO

Leia mais

Federação de Automobilismo de São Paulo FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO

Federação de Automobilismo de São Paulo FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO Regulamento Técnico Motores Fórmula 1.600-2016 Ford Zetec RoCam 1.6 álcool 1 MOTORES - Nos veículos formula 1600 é permitido só mente os motores da marca Ford, modelo Zetec Rocam - 8 valvulas 1.600 cc.

Leia mais

CAMPEONATO REGIONAL DA SERRA DE KART 2015 (TROFÉU JOSÉ CARLOS FEDRIZZI - BEPI)

CAMPEONATO REGIONAL DA SERRA DE KART 2015 (TROFÉU JOSÉ CARLOS FEDRIZZI - BEPI) CAMPEONATO REGIONAL DA SERRA DE KART 2015 (TROFÉU JOSÉ CARLOS FEDRIZZI - BEPI) REGULAMENTO DESPORTIVO ART 1º - DO CAMPEONATO O Farroupilha Kart Clube (FKC) realizará nesta temporada o Campeonato Regional

Leia mais

REGULAMENTO CAMPEONATO BRASILEIRO DE VELOCROSS 2011

REGULAMENTO CAMPEONATO BRASILEIRO DE VELOCROSS 2011 REGULAMENTO CAMPEONATO BRASILEIRO DE VELOCROSS 2011 OBJETIVO: ART.01 - A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE MOTOCICLISMO, é a única entidade capacitada por lei a, autorizar, aprovar, coordenar, planificar e supervisionar

Leia mais

FÓRMULA VEE BRAZIL. Regulamento Técnico 2012 ARTIGO 1: VEÍCULOS PERMITIDOS ARTIGO 2: CARENAGEM E ASSOALHO ARTIGO 3: PESO ARTIGO 4: MOTOR

FÓRMULA VEE BRAZIL. Regulamento Técnico 2012 ARTIGO 1: VEÍCULOS PERMITIDOS ARTIGO 2: CARENAGEM E ASSOALHO ARTIGO 3: PESO ARTIGO 4: MOTOR FÓRMULA VEE BRAZIL Regulamento Técnico 2012 ARTIGO 1: VEÍCULOS PERMITIDOS ARTIGO 2: CARENAGEM E ASSOALHO ARTIGO 3: PESO ARTIGO 4: MOTOR ARTIGO 5: COMBUSTÍVEL ARTIGO 6: LUBRIFICAÇÃO E ARREFECIMENTO ARTIGO

Leia mais

CAMINHÕES MILITARES UAI M1-50 e M1-34 UM TREM BÃO DAS GERAIS

CAMINHÕES MILITARES UAI M1-50 e M1-34 UM TREM BÃO DAS GERAIS CAMINHÕES MILITARES UAI M1-50 e M1-34 UM TREM BÃO DAS GERAIS No auge da Indústria de Material de Defesa no Brasil, nos anos 80, uma empresa mineira, localizada em Belo Horizonte, montadora de equipamentos

Leia mais

CAMPEONATO BRASILEIRO DE VELOCROSS 2010 REGULAMENTO:

CAMPEONATO BRASILEIRO DE VELOCROSS 2010 REGULAMENTO: CAMPEONATO BRASILEIRO DE VELOCROSS 2010 REGULAMENTO: OBJETIVO: ART.01 - A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE MOTOCICLISMO, é a única entidade capacitada por lei a, autorizar, aprovar, coordenar, planificar e supervisionar

Leia mais

ALISADOR DE CONCRETO MANUAL DO USUÁRIO NAC2. Por favor, leia este Manual com atenção pára uso do equipamento.

ALISADOR DE CONCRETO MANUAL DO USUÁRIO NAC2. Por favor, leia este Manual com atenção pára uso do equipamento. ALISADOR DE CONCRETO MANUAL DO USUÁRIO NAC2 Por favor, leia este Manual com atenção pára uso do equipamento. Aviso Importante Certifique-se de verificar o nível de óleo como é descrito a seguir: 1. Nível

Leia mais

DODGE RAM 2500. modelo 2008 GUIA DE REFERÊNCIA DO PRODUTO

DODGE RAM 2500. modelo 2008 GUIA DE REFERÊNCIA DO PRODUTO DODGE RAM 2500 modelo 2008 GUIA DE REFERÊNCIA DO PRODUTO Sempre Atual A Dodge Ram vem comprovar que força e estilo podem andar lado a lado e total harmonia. Internamente, a Dodge Ram possui painel de instrumentos

Leia mais

1ª 120 MILHAS CAPIXABA DE KART

1ª 120 MILHAS CAPIXABA DE KART FEDERAÇÃO DE AUTOMOBILISMO DO ESTADO ESPIRITO SANTO ASSOCIAÇÃO ESPIRITOSSANTENSE DE PAIS E PILOTOS DE KART 1ª 120 MILHAS CAPIXABA DE KART REGULAMENTO DESPORTIVO CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO, DO CALENDÁRIO

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE CAMPEONATO BRASILEIRO DE MARCAS REGULAMENTO TÉCNICO 2015

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE CAMPEONATO BRASILEIRO DE MARCAS REGULAMENTO TÉCNICO 2015 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE CAMPEONATO BRASILEIRO DE MARCAS REGULAMENTO TÉCNICO 2015 ARTIGO 1: DEFINIÇÕES... 2 ARTIGO 2: PRINCÍPIOS GERAIS... 3 ARTIGO 3: ELEGIBILIDADE

Leia mais

Condições Gerais para Apresentação de Proposta Comercial para Compras com Recursos Fundacionais

Condições Gerais para Apresentação de Proposta Comercial para Compras com Recursos Fundacionais FUNDAÇÃO ZERBINI EDITAL DE CONVITE FORMAL (REGIMENTO INTERNO) n CV 007/13 PROCESSOSn 0904 e 0905/13 DATA LIMITE PARA ENTREGA DOS ENVELOPES: 05/07/2013 até 16:00h Condições Gerais para Apresentação de Proposta

Leia mais

CAMPEONATO PAULISTA DE VELOCIDADE NA TERRA ESPECÍFICO DOS MODELOS ATÉ 1600 CC REGULAMENTO TÉCNICO 2008

CAMPEONATO PAULISTA DE VELOCIDADE NA TERRA ESPECÍFICO DOS MODELOS ATÉ 1600 CC REGULAMENTO TÉCNICO 2008 CAMPEONATO PAULISTA DE VELOCIDADE NA TERRA ESPECÍFICO DOS MODELOS ATÉ 1600 CC REGULAMENTO TÉCNICO 2008 Regulamentação aprovada para veículos nacionais 1.4 injetado; 1.6 carburado e 1.6 injetado, homologados

Leia mais

Regulamento Particular da Prova 500 Milhas de Kart 2014

Regulamento Particular da Prova 500 Milhas de Kart 2014 Índice: Artigo 01 Organização Artigo 02 Supervisão Artigo 03 Prova Artigo 04 Categoria B Artigo 05 Equipes Artigo 06 Entrada box/parada obrigatória Artigo 07 Numeração Artigo 08 Equipamento dos pilotos

Leia mais

FEDERAÇÃO MATOGROSSENSE DE AUTOMOBILISMO CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE KART CAMPEONATO REGIONAL DE KART GRANDE CUIABÁ 2015

FEDERAÇÃO MATOGROSSENSE DE AUTOMOBILISMO CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE KART CAMPEONATO REGIONAL DE KART GRANDE CUIABÁ 2015 FEDERAÇÃO MATOGROSSENSE DE AUTOMOBILISMO CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE KART CAMPEONATO REGIONAL DE KART GRANDE CUIABÁ 2015 REGULAMENTO PARTICULAR Capítulo I A CONFEDERACAO BRASILEIRA

Leia mais

FEDERAÇÃO DE AUTOMOBILISMO DE MATO GROSSO DO SUL. Filiada a Confederação Brasileira de Automobilismo

FEDERAÇÃO DE AUTOMOBILISMO DE MATO GROSSO DO SUL. Filiada a Confederação Brasileira de Automobilismo FEDERAÇÃO DE AUTOMOBILISMO MS CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO CAMPEONATO ESTADUAL E INTERESTADUAL DE MARCAS E PILOTOS MS 2011 REGULAMENTO TÉCNICO INTRODUÇÃO CAPITULO I ARTIIGO - 1º - O presente Regulamento

Leia mais

REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I DO REGULAMENTO DESPORTIVO SEÇÃO I DA ORGANIZAÇÃO, DO CALENDÁRIO E DAS CATEGORIAS

REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I DO REGULAMENTO DESPORTIVO SEÇÃO I DA ORGANIZAÇÃO, DO CALENDÁRIO E DAS CATEGORIAS REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO DO REGULAMENTO DESPORTO SEÇÃO DA ORGANZAÇÃO, DO CALENDÁRO E DAS CATEGORAS Artigo 1º - Organização e Supervisão: A Federação de Automobilismo do Estado de Santa Catarina FAUESC,

Leia mais

SuperBike Brasil 2016 Atualizado 05/05/2016 v2 Regulamento Técnico Especifico Copa Kawasaki Ninja 300

SuperBike Brasil 2016 Atualizado 05/05/2016 v2 Regulamento Técnico Especifico Copa Kawasaki Ninja 300 SuperBike Brasil 2016 Atualizado 05/05/2016 v2 Regulamento Técnico Especifico Copa Kawasaki Ninja 300 O Regulamento técnico específico de cada categoria se sobrepõe ao texto do Regulamento Técnico Geral.

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE NA TERRA CAMPEONATO BRASILEIRO DE VELOCIDADE NA TERRA CATEGORIA TURISMO 1.600C.C.

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE NA TERRA CAMPEONATO BRASILEIRO DE VELOCIDADE NA TERRA CATEGORIA TURISMO 1.600C.C. 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE NA TERRA CAMPEONATO BRASILEIRO DE VELOCIDADE NA TERRA CATEGORIA TURISMO 1.600C.C. REGULAMENTO TÉCNICO 2015 ESPECÍFICO DOS MODELOS:

Leia mais

4 CAMPEONATO BRASILEIRO DE SHIFTER KART - 2009 REGULAMENTO PARTICULAR CAPÍTULO I

4 CAMPEONATO BRASILEIRO DE SHIFTER KART - 2009 REGULAMENTO PARTICULAR CAPÍTULO I 4 CAMPEONATO BRASILEIRO DE SHIFTER KART - 2009 REGULAMENTO PARTICULAR CAPÍTULO I A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO CBA, através de suas filiadas (FAUs), fará realizar o 4º CAMPEONATO BRASILEIRO

Leia mais

ZJ20U93 Montagem e Operacional

ZJ20U93 Montagem e Operacional www.zoje.com.br ZJ20U93 Montagem e Operacional ÍNDICE 1. Aplicação...2 2. Operação segura...2 3. Cuidados antes da operação...2 4. Lubrificação...2 5. Seleção da agulha e do fio...3 6. A Inserção da agulha...3

Leia mais

GUIA DE LOCALIZAÇÃO DE PEÇAS PARA GVE

GUIA DE LOCALIZAÇÃO DE PEÇAS PARA GVE ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO DIRETORIA DE GESTÃO PATRIMÔNIAL GERÊNCIA DE BENS MÓVEIS GUIA DE LOCALIZAÇÃO DE PEÇAS PARA GVE G E 2007 1 2 ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA

Leia mais

Instruções para utilização

Instruções para utilização Instruções para utilização MÁQUINA DE LAVAR ROUPA Português AWM 129 Sumário Instalação, 16-17-18-19 Desembalar e nivelar Ligações hidráulicas e eléctricas Primeiro ciclo de lavagem Dados técnicos Instruções

Leia mais

5HDOL]DomR. )LVFDOL]DomR

5HDOL]DomR. )LVFDOL]DomR 5HDOL]DomR $37$662&'263,/2726'(785,602'2&($5È )LVFDOL]DomR )&$)('(5$d 2&($5(16('($87202%,/,602 Filiada à CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo. 5(*8/$0(1727e&1,&2,1752'8d 2 Este regulamento é

Leia mais

JEEP CLUBE DE MACEIÓ

JEEP CLUBE DE MACEIÓ JEEP CLUBE DE MACEIÓ R E G U L A M E N T O XIX Prova do Sururu A XIX PROVA DO SURURU de 4x4 será regida pelo presente regulamento e pelo Código Desportivo do Automobilismo. A XIX PROVA DO SURURU de 4x4

Leia mais

b) Permitido o uso de veículos de no mínimo 02 (dois) lugares ou mais. c) A denominação desta categoria será Dianteira Super.

b) Permitido o uso de veículos de no mínimo 02 (dois) lugares ou mais. c) A denominação desta categoria será Dianteira Super. 3 - CATEGORIA DIANTEIRA SUPER DS 3.1) DEFINIÇÃO: a) Participam desta categoria veículos de turismo de grande produção em série, nacionais ou importados, coupê, sedan ou pick- up, de 2, 3, 4 ou 5 portas,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº DE DE 2012.

RESOLUÇÃO Nº DE DE 2012. RESOLUÇÃO Nº DE DE 2012. Dispõe sobre as características, especificações e padrões técnicos a serem observados nos ônibus utilizados na operação dos serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional

Leia mais

1 ÍNDICE L-35 PRO / L-45 PRO 2 CONJUNTO CAIXA DE ENGRENAGENS 2 EIXO DE TRANSMISSÃO 3 GUIDÃO E ACELERADOR 4 SISTEMA DA EMBREAGEM 5 CINTO / ÓCULOS 6

1 ÍNDICE L-35 PRO / L-45 PRO 2 CONJUNTO CAIXA DE ENGRENAGENS 2 EIXO DE TRANSMISSÃO 3 GUIDÃO E ACELERADOR 4 SISTEMA DA EMBREAGEM 5 CINTO / ÓCULOS 6 ÍNDICE DESCRIÇÃO PÁGINA L- PRO / L- PRO CONJUNTO CAIXA DE ENGRENAGENS EIXO DE TRANSMISSÃO GUIDÃO E ACELERADOR SISTEMA DA EMBREAGEM CINTO / ÓCULOS L- PRO SISTEMA CABEÇOTE E CILINDRO VÁLVULAS E COMANDO PISTÃO

Leia mais

FICHA TÉCNICA CARROCERIA Hatchback em monobloco, 4 lugares, 2 portas AERODINÂMICA Coeficiente aerodinâmico. Cx 0,38

FICHA TÉCNICA CARROCERIA Hatchback em monobloco, 4 lugares, 2 portas AERODINÂMICA Coeficiente aerodinâmico. Cx 0,38 FICHA TÉCNICA CARROCERIA Hatchback em monobloco, 4 lugares, 2 portas AERODINÂMICA Coeficiente aerodinâmico Área frontal Cw x A MOTOR Cx 0,38 2.17 m2 0.82 m2 Dianteiro, transversal, 2.0 litros, 4 cilindros

Leia mais

Baja SAE BRASIL Inspeção Técnica e de Segurança

Baja SAE BRASIL Inspeção Técnica e de Segurança Ref.: RBSB 1 emd.0 / RBSB 3 emd.0 / RBSB 5 emd.2 / RBSB 7 emd.3 / RBSB 9 emd.3 / RBSB 11 emd.3 Esta planilha é apresentada somente como um documento de referência. Os veículos devem cumprir todas as regras,

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES PRELIMINARES BICICLETA ESCOLAR. Aro 20. Item Descrição Medidas Tolerância. Diâmetro interno - Usinado e Calibrado - mm

ESPECIFICAÇÕES PRELIMINARES BICICLETA ESCOLAR. Aro 20. Item Descrição Medidas Tolerância. Diâmetro interno - Usinado e Calibrado - mm MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE ARTICULAÇÃO E CONTRATOS COORDENAÇÃO DE REGISTRO DE PREÇOS ESPECIFICAÇÕES PRELIMINARES

Leia mais

SPORT 110 CABEÇOTE/CILINDRO

SPORT 110 CABEÇOTE/CILINDRO SPORT 110 CABEÇOTE/CILINDRO SEQ. CODIGO PEÇA DESCRIÇÃO 1 FOX-M1187-00 COBERTURA, CILINDRO LE 1 2 SUP-M1186-00 TAMPA, VALVULAS 2 3 12313-063-0000 PORCA CAPA 4 4 12246-063-0000 ANEL 30.8X3.2 2 5 12135-063-0000

Leia mais

Guia de Instalação Pinhão de 18 dentes

Guia de Instalação Pinhão de 18 dentes 1 Guia de Instalação Pinhão de 18 dentes por d Avila, Edson. 2004, versão 1.0. Autorizada reprodução se mantido os créditos do autor 2 O autor acredita que todas as informações aqui apresentadas estão

Leia mais

CAMPEONATO PAULISTA DE AUTOMOBILISMO - FASP

CAMPEONATO PAULISTA DE AUTOMOBILISMO - FASP CAMPEONATO PAULISTA DE AUTOMOBILISMO - FASP CATEGORIA FORMULA VEE - REGULAMENTO TÉCNICO 2016 Todos os veículos participantes do Campeonato Paulista de Fórmula Vee 2016 devem se submeter a este regulamento.

Leia mais

Galoneira Industrial série ZJ-W562

Galoneira Industrial série ZJ-W562 Galoneira Industrial série ZJ-W562 Instruções de Segurança IMPORTANTE Antes de utilizar sua máquina, leia atentamente todas as instruções desse manual. Ao utilizar a máquina, todos os procedimentos de

Leia mais

Manual de Instruções. Bicicleta Profissional - 359-359E - 360

Manual de Instruções. Bicicleta Profissional - 359-359E - 360 Manual de Instruções Bicicleta Profissional - 359-359E - 360 PREZADO CLIENTE Parabéns pela escolha! Você acaba de adquirir um equipamento EMBREEX, produzido dentro do mais rigoroso padrão de qualidade!

Leia mais

TR-350XL. CAPACIDADE DO GUINDASTE 31.800 kg a 3,0 m

TR-350XL. CAPACIDADE DO GUINDASTE 31.800 kg a 3,0 m TADANO GUINDASTE HIDRÁULICO SOBRE RODAS CATÁLOGO DE ESPECIFICAÇÕES N.º TR-350XL-3-00101/EX-10 TR-350XL DADOS GERAIS CAPACIDADE DO GUINDASTE 31.800 kg a 3,0 m LANÇA 4 seções, 9,95 m - 32,0 m DIMENSÕES GERAIS

Leia mais

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL. F3 BRAZIL OPEN, 2012 Edition. Regulamento Desportivo

CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL. F3 BRAZIL OPEN, 2012 Edition. Regulamento Desportivo 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL F3 BRAZIL OPEN, 2012 Edition Regulamento Desportivo A CBA supervisionará técnica e desportivamente o torneio F3 BRAZIL OPEN, 2012 Edition, que é promovido pela empresa

Leia mais

FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO FUNDADA EM 26 DE JULHO DE 1961

FEDERAÇÃO GAÚCHA DE AUTOMOBILISMO FILIADA À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO FUNDADA EM 26 DE JULHO DE 1961 FORMULA 1.8 Regulamento Técnico e Desportivo 2014 ARTIGO 1: NORMAS DE PARTICIPAÇÃO,COMPETIDORES, VEÍCULOS E MODIFICAÇÕES PERMITIDAS ARTIGO 2: CHASSIS, CARENAGENS E DIMENSÕES ARTIGO 3: PESO ARTIGO 4: MOTOR

Leia mais

Considerando a necessidade de aperfeiçoar e atualizar os requisitos de segurança para os veículos de carga nacionais e importados, resolve:

Considerando a necessidade de aperfeiçoar e atualizar os requisitos de segurança para os veículos de carga nacionais e importados, resolve: RESOLUÇÃO N o 152, DE 29 DE OUTUBRO DE 2003 Estabelece os requisitos técnicos de fabricação e instalação de pára-choque traseiro para veículos de carga. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO CONTRAN, usando

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES CONJUNTO DIESEL PARA SOLDA ELÉTRICA MODELO O - MOTOR PERKINS

MANUAL DE INSTRUÇÕES CONJUNTO DIESEL PARA SOLDA ELÉTRICA MODELO O - MOTOR PERKINS Consulte as Assistências Técnicas Autorizadas acesse: www.bambozzi.com.br/assistec.xls ou ligue: +55 (16) 33833806 / 33833807 MANUAL DE INSTRUÇÕES BAMBOZZI PRODUTOS ESPECIAIS LTDA. Av. XV de Novembro,

Leia mais

5. Fica reservada à AMIKA a aprovação, ou não, dos pilotos que se inscreverem, sem que haja necessidade de justificativa.

5. Fica reservada à AMIKA a aprovação, ou não, dos pilotos que se inscreverem, sem que haja necessidade de justificativa. GERAL 1. O Campeonato Brasileiro de Kart Indoor tem como criadora, idealizadora e organizadora a Associação de Amigos do Kart Amador (AMIKA) que juntamente com o Kartódromo Granja Viana realizará o evento

Leia mais

REGULAMENTO GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO DE MOTOCROSS 2013

REGULAMENTO GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO DE MOTOCROSS 2013 REGULAMENTO GERAL CAMPEONATO BRASILEIRO DE MOTOCROSS 2013 1 - TÍTULO E GENERALIDADES O Campeonato Brasileiro de Motocross é organizado e supervisionado pela Confederação. Brasileira de Motociclismo, montado

Leia mais

by d Avila, 2004 versão 1.0

by d Avila, 2004 versão 1.0 Versão 1.0 2 by d Avila, 2004 versão 1.0 O autor e o Grupo CB Brasil acreditam que todas as informações aqui apresentadas estão corretas e podem ser utilizadas para qualquer fim legal. Entretanto, não

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO REGRAS TÉCNICAS GERAIS

REGULAMENTO TÉCNICO REGRAS TÉCNICAS GERAIS REGULAMENTO TÉCNICO O presente Regulamento Técnico faz parte integrante e indissociável do Regulamento Geral da 2ª SUBIDA DA MONTANHA DE CAMPO LARGO 07 / 08 de dezembro de 2013. Os veículos inscritos serão

Leia mais

Seção 12 Conjunto do motor

Seção 12 Conjunto do motor Seção 12 Conjunto do motor Página CONJUNTO DO MOTOR... 164 Instalação do virabrequim... 164 Instale o pistão e a biela... 164 Instalação do eixo de cames... 164 Instalação da bomba de óleo... 165 Instalação

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA 1. DO OBJETO 1.1. Contratação de empresa especializada para eventual fornecimento, montagem e instalação de mobiliário, para a Procuradoria Regional do Trabalho da 2a Região

Leia mais

ANEXO II CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ARQUIVOS DESLIZANTES

ANEXO II CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ARQUIVOS DESLIZANTES ANEXO II CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ARQUIVOS DESLIZANTES ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE ARQUIVOS DESLIZANTES DESTINADOS À EDIFICAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL RIO GRANDE DO SUL,

Leia mais