FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO CIÊNCIAS EDUCAÇÃO E LETRAS FACEL PATRICIA MOCELIN ALBINO STELLY MAYRE. O. BROCANELLI

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1 FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO CIÊNCIAS EDUCAÇÃO E LETRAS FACEL PATRICIA MOCELIN ALBINO STELLY MAYRE. O. BROCANELLI UM OLHAR SOBRE A SAÚDE MENTAL DO SUS E O PAPEL DO PSICÓLOGO NA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE CURITIBA CURITIBA 2013

2 PATRICIA MOCELIN ALBINO STELLY MAYRE. O. BROCANELLI. UM OLHAR SOBRE A SAÚDE MENTAL DO SUS E O PAPEL DO PSICÓLOGO NA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE CURITIBA Projeto apresentado ao Proinc Sob orientação da Profª Renata CURITIBA 2013

3 RESUMO Compreender a assistência prestada pelos psicólogos aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), assim como defrontar-se com os desafios para a promoção e a prevenção da saúde mental na cidade de Curitiba. Estudo descritivo quantitativo, cuja coleta de dados se deu pelo levantamento bibliográfico de fontes e base de dados Institucionais. Optou-se por uma teoria metodológica com enfoque no materialismo histórico dialético. Até o ano de 2011 foram inscritos usuários ativos no programa saúde mental, subdividindo-os em vários aparelhos municipais de saúde mental pela cidade. Analisando os dados coletados, percebe-se uma quantidade de aproximadamente 64 psicólogos que atendem a demanda de S.M. com varias intervenções que vai desde a clinica á psicologia coletiva em seus mais variados contextos. A realização deste estudo aponta na direção de um tema muito atual que merece atenção significativa, pois além da saúde mental no SUS ser um agravo de saúde publica, é um sintoma social, que reflete nas relações dos sujeitos. Abre-se um leque de desafios ao se repensar sobre um novo molde de trabalho aos profissionais psicólogos, assim como na possibilidade de aumentar o numero destes profissionais para abrangência de maior impacto na promoção de saúde. Palavras chaves: Saúde mental; SUS; Psicologia sócio-histórica; Demanda de pacientes em Curitiba.

4 SUMMARY To understand the assistance given for the psychologists to the users of the Only System of health (SUS), as well as confronting with the challenges for the promotion and the prevention of the mental health in the city of Curitiba. Quantitative descriptive study, whose collection of data if gave for the bibliographical survey of sources and Institutional database. It was opted to a methodological theory with materialism in the dialectic historical Marxism. Until the year of had been enrolled. 425 active users in the program mental health, subdividing them in some municipal devices of mental health for the city. Analyzing the collected data, an amount of 64 psychologists is perceived approximately who take care of the S.M demand. With you vary interventions that collective psychology in its more goes since the clinic varied contexts. The accomplishment of this study points in the direction of a very current subject that deserves significant attention, therefore beyond the mental health in the SUS to be one aggravates of health publishes, is a social symptom, that it reflects in the relations of the citizens. One confides a fan of challenges to if rethink on a new mold of work the professional psychologists, as well as in the possibility increasing I number it of these professionals for range of bigger impact in the health promotion. Words keys: Mental health; SUS; Partner-historical psychology; Demand of patients in Curitiba. INTRODUÇÃO

5 A saúde mental é um fator que preocupa o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) desde a última conferência mundial de saúde mental ocorrida em 2001, em todo o território mundial, há mais de 400 milhões de pessoas diagnosticadas, que são afetadas por distúrbios mentais ou comportamentais. Os problemas relacionados à saúde mental ocupam a quinta posição das dez principais causas de algum tipo de incapacidade, atualmente no Brasil, cerca de 23 milhões de pessoas necessitam de algum atendimento em saúde mental, o que demonstra uma considerável importância a um tema que se tornou um problema de saúde pública desde o anos 1990 aproximadamente. (OMS, 2001) As constantes pesquisas realizadas no Brasil demonstram a preocupação acerca da saúde mental e políticas públicas, desde a reforma psiquiátrica com inicio na década de oitenta, esta preocupação foi apontada por Amarante (1998), que menciona a repercussão nacional ocorrida na época, mobilizando varias gestões do país às intervenções de muitos dispositivos antimanicômiais por todo o Brasil.(AMARANTE, 1998, pg. 83). È a partir da promulgação da Lei da Reforma Psiquiátrica em 2001, Lei , ocorreu um aumento considerável de psicólogos da rede pública de saúde. A partir desse cenário, este trabalho tem como objetivo conhecer e analisar a inserção dos psicólogos na rede pública de saúde no município de Curitiba, em especial nos Centros de atenção psicossocial (CAPS) e no Programa de Saúde Mental da atenção básica à saúde no município. Para compreender o fenômeno da reforma psiquiátrica, é preciso refletir sobre o processo histórico da transformação social incidida nesse processo, deste modo, a teoria Sócia Histórica, com fundamentação no materialismo-histórico-dialético, constitui-se nesse trabalho como um referencial consistente para uma analise das políticas publicas nesta temática. Para efetividade deste trabalho realizaremos uma pesquisa documental nas bases de dados da Secretaria de Saúde de Curitiba. A REFORMA PSIQUIÁTRICA

6 Com todas as mudanças ocorridas no Sistema Único de Saúde (SUS), com a implementação da lei n /01 que regulamenta a reforma psiquiátrica no Brasil, com o intuito de reduzir o numero de leitos em hospitais psiquiátricos, visando à reinserção na sociedade, no artigo 2, parágrafo único prevê como direitos á pessoa portadora de transtornos mentais redirecionam o modelo assistencial em saúde mental: Parágrafo único. São direitos da pessoa portadora de transtorno mental: I - ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, consentâneo às suas necessidades; II - ser tratada com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela inserção na família, no trabalho e na comunidade; III - ser protegida contra qualquer forma de abuso e exploração; IV - ter garantia de sigilo nas informações prestadas; V - ter direito à presença médica, em qualquer tempo, para esclarecer a necessidade ou não de sua hospitalização involuntária; VI - ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis; VII - receber o maior número de informações a respeito de sua doença e de seu tratamento; VIII - ser tratada em ambiente terapêutico pelos meios menos invasivos possíveis; IX - ser tratada, preferencialmente, em serviços comunitários de saúde mental. Nesse contexto, desde a reforma psiquiátrica, foi necessária a implementação de novos processos de trabalhos, isso explica o crescimento da busca pelos profissionais psicólogos que faz parte da equipe multidisciplinar no atendimento aos usuários da rede de atenção em Saúde. O CAPS (Centro de atenção psicossocial) surgiram na década de 90, regulamentados em lei a partir de 2002, um serviço de maior complexidade, surgindo como rede substitutiva, sendo intermediário entre o hospital e o lar do paciente. Destina-se ao atendimento de doentes mentais crônicos, psicóticos, na maioria das vezes, egressos de hospital psiquiátrico e que necessitam de uma assistência extrahospitalar. Tem como meta o tratamento, a reabilitação e a ressocialização do paciente junto à família e comunidade promovendo sua autonomia e protagonismo. CAPS I, II, III, CAPSi, CAPSad e CAPSad III classificada desta forma para se enquadrar por números de habitantes dos municípios, ou seja, CAPS I trabalha com a população de a , CAPS II a habitantes, CAPS III acima

7 de habitantes, CAPSi atendimento para crianças e adolescentes cerca de habitantes, CAPSad e CAPSad III atendimento para pessoas com transtornos decorrentes a uso de substancia psicoativas, com capacidade de atendimento habitantes. Todos com atendimento ao paciente individual, por grupos, assistência terapêutica, visita a domicilio, atendimento a família, grupo de profissionais médicos e auxiliares de enfermagens e atendimento de desintoxicação. Caracteriza-se por uma unidade assistencial de caráter terceirizado que pode funcionar 24 horas por dia, durante sete dias da semana ou durante os cinco dias úteis, das 8h às 18h, segundo definição do Órgão Gestor Local. É preconizada a necessidade do trabalho de uma equipe multiprofissional composta por médico psiquiatra, psicólogo, enfermeiro e técnicos de enfermagem de acordo com a Portaria nº 224/92/M.S. A portaria citada define ainda, conforme a demanda local também as características de cada modalidade em termos de capacidade operacional, funções, horários de funcionamento, atividades e recursos humanos. Quanto ao financiamento, são procedimentos de Fração de Atenção Especializada FAE do SIA/SUS, que disponibiliza cerca de 2,9% que subsidia a saúde mental em Curitiba. (Brasil, 2004b). Na cidade de Curitiba, em junho de 1996, tornou-se oficial a municipalização em relação aos cuidados de saúde para a sua população, respectivamente no ano de 1997, aconteceu a 1ª Conferência de saúde mental, que visava cumprir a humanização nos atendimentos aos usuários do SUS, principalmente repensar na saúde mental, área essa que passava por grandes demandas. Atualmente segundo o ultimo senso de 2010 conforme o Instituto (IBGE) Curitiba conta com uma população de habitantes, e destes estão inscritos ativos no programa de saúde mental ofertado pela secretaria municipal de saúde, conforme o relatório anual de gestão realizado pela secretaria em É possível perceber a grande demanda nesse contexto da saúde mental, segundo o gráfico realizado pelo relatório houve um aumento considerável no ano de 2006 até Na constituição dialética do sujeito, é possível observar o elemento da produção de sintomas imediatamente a partir de sua particularidade, ou seja, na experiência da própria vida cotidiana. Na expectativa de ir além da compreensão dicotômica de saúde/doença nas políticas de saúde, analisamos a concepção do sintoma no âmbito da totalidade do sujeito, segundo um olhar que não irá diferenciar

8 aspectos físicos ou mentais, dos sintomas físicos ou mentais. Assim, quando pensamos em sintomas, estamos nos referindo a qualquer sintoma podendo ser desde uma queixa física ou uma queixa de fator psicológico. Portanto, entendemos o sintoma no campo do simbolismo da linguagem como forma de comunicação do sujeito em seu mundo. Para compreender essa idéia de totalidade, o relatório da OPAS nos da uma referencia sobre o estado de saúde mental: Existe um componente de sofrimento subjetivo associado a toda e qualquer doença, às vezes atuando como entrave à adesão a práticas preventivas ou de vida mais saudáveis. Poderíamos dizer que todo problema de saúde é também e sempre mental, e que toda saúde mental é também e sempre produção de saúde. Nesse sentido, será sempre importante e necessária a articulação da saúde mental com a atenção básica. (OPAS, pg 03,2002). Para a psicologia sócia histórica, tendo como método o marxismo histórico dialético, pensadores como Luria, Vigotski e Leontiev, compreenderam que o conteúdo psíquico não tem origem somente dentro do próprio individuo, mas constituise uma construção social, a partir de sua mediação com o meio em busca da satisfação de suas necessidades, para isso, depende do instrumento, para aquisição de bens por meio do trabalho, (Luria, 1994), para que o processo do uso dos instrumentos e a ação do trabalho ocorram, são necessários à comunicação que se especifica historicamente através da linguagem sendo esta imprescindível na constituição da consciência. Para Luria, a subjetividade se constrói mediante a relação do individuo que aprende no seu contexto social e que internaliza esses instrumentos e signos de forma individualizada, a história pessoal e a do meio se convergem e se renovam em uma nova unidade que contém traços próprios do sujeito, ou seja, é uma relação dialética entre a objetividade e subjetividade. No que diz respeito à relação de objetividade e subjetividade, Furtado destaca que esse processo de inter-relação entre o intra-psicológico e o extra-pisicológico é um fenômeno que se interpenetram permanentemente e em constante desenvolvimento, ainda em relação ao processo dinâmico refere:... Por consequência, a constituição da subjetividade individual é um processo singular que surge na complexa unidade dialética entre sujeito e meio atual, mediante a qual a história pessoal e a do meio confluem em uma nova unidade complexa. (2001, pg. 89).

9 Essa inter-relação da-se desde o nascimento da criança, desenvolvendo todas as funções psicológicas, que somadas a novas mediações, dão origem a novos sistemas psicológicos, e é nessa complexidade relacional onde o sujeito constrói a sua personalidade. Ainda em relação ao processo dinâmico existente nos processos psicológicos do índividuo podemos pensar nas alterações patológicas. Almeida, em seus estudos sobre a psicopatologia e psicologia sócia histórica contribui com seus apontamentos baseados nas leituras de Vigotski: Vigotski (2000b) define o desenvolvimento como um processo vivo de formação e de luta, chamando atenção para seu caráter dialético. O desenvolvimento inclui mudanças evolutivas e revolucionarias retrocessos, falhas, movimentos em ziquezague, conflitos. Assim, o desenvolvimento da conduta cultural ocorre com base na contradição entre o natural e o histórico, entre o primitivo e o cultural, entre o orgânico e o social (Almeida, ipud Vigotski, 2011, pg. 09). A terapêutica psiquiátrica até então segundo a autora, tanto pode ser vista, a depender das premissas de análise, como um controle social de sujeitos vulneráveis, quanto como um conjunto de técnicas e rituais sociais dentro do que tem sido chamado de medicalização social ou, ainda, como controle de sintomas de prováveis doenças. Por conta do processo de reforma psiquiátrica ocorrida no Brasil como discutida anteriormente, a entrada da psicologia como integrante da equipe multidisciplinar foi necessária para compreender esse fenômeno emaranhado de nexos interfuncionais. Para essa compreensão Diemenstein aponta em que circunstâncias se deram essa inserção, esclarece de forma precisa como essa entrada ocorreu nas políticas publicas em um momento preciso dentro de um contexto histórico-político-econômico determinado: A década de 70 ficou marcada como uma época em que o Brasil viveu inúmeras transformações a nível social e econômico que vieram determinar os rumos das políticas públicas de saúde... pode-se dizer que a partir do final dos anos 70, o campo da saúde mental configurou-se como um grande pólo de absorção de psicólogos, inserção que deu se em parte devido às críticas quanto à predominância de médicos nas equipes de saúde, e ao investimento que passou a ser efetivado em outras categorias profissionais, na tentativa de mudar o modelo médico pregnante e de formar as equipes multiprofissionais. (1988, pg. 57 e 58).

10 Ao decorrente deste marco o psicólogo vem adquirindo espaço cada vez mais nas redes pública de saúde. Seu papel é sempre promover a promoção da saúde e qualidade de vida. Dentro deste contexto, temos uma atuação não convencional onde classificamos o trabalho clinico, ou seja, temos psicólogos com uma atuação próximo de movimentos institucionais e grupais, saindo do padrão clinico. Portanto neste paradigma há a equipe do CAPS, promovido pelo SUS, onde há psicólogos atuando junto com uma equipe multiprofissional. A inserção do psicólogo dentro da rede vem para o crescimento da psicologia social nas redes de saúde, mas com todo o crescimento, investimento e conquista sabe que na pratica não ocorre desta forma. Muitas vezes esta inserção é ainda estudada e pesquisada, pois este trabalho é recente, segundo MENEGON e COÊLHO (2006, pg. 168) A participação sistemática do psicólogo integrando equipes interdisciplinares na área da saúde tem história bem recente no Brasil, muito embora se tenha conhecimento de profissionais atuando nesta área há mais de 20 anos. Na cidade de Curitiba segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS, 2002), em relação à inserção dos psicólogos no atendimento a saúde mental atualmente está lotada em: Núcleo de Apoio de Atenção Primária em Saúde (NAAPS). Os NAAPS trabalham com equipes multiprofissionais, que contam com psicólogo, farmacêutico, nutricionista, fisioterapeuta e educador físico. Na cidade, é 29 equipes de NAAPS, um (01) psicólogo por equipe, sendo que cada psicólogo atende de três (03) a cinco (05) unidades de saúde. As atividades realizadas pelos profissionais psicólogos envolvem desde o acolhimento dos casos de saúde mental a atividades de promoção e prevenção da saúde em caráter multiprofissional, a citar: - Grupos de apoio à saúde mental; - Participação nos grupos de reeducação alimentar; - Participação nos grupos de atividades físicas e fisioterápicas; - Participação nos grupos dos principais programas da SMS (a citar: hipertensos, gestantes, lactentes, adolescente saudável, saúde da criança, controle do tabagismo, álcool e drogas; - Atendimento da demanda espontânea para triagem, acolhimento e orientação de encaminhamentos para fluxos da saúde mental; - Visitas domiciliares; - Acompanhamento dos casos da rede de proteção, conselho tutelar e ministério público;

11 - Capacitação dos profissionais da saúde sobre aspectos da saúde mental (fluxos e orientações para atendimento humanizado); - Acompanhamento de relatórios de atendimento a dependentes químicos. Ambulatório de Saúde Mental do Centro de Especialidades Médicas Matriz (CEMM), os psicólogos do CEMM atendem usuários provindos do SUS de todas as faixas etárias, em sessões individuais e em grupo. A maior parte destes pacientes recebe também atendimento psiquiátrico. Atendem casos leves, moderados e graves, sendo que dentre as patologias atendidas encontram-se: depressões, quadros de ansiedade, quadros de psicoses, como por exemplo, esquizofrenias, dentre outros. Atendem também vítimas de violência. Neste serviço, são onze (11) psicólogos atendendo os pacientes encaminhados pelas SUS das regionais pinheirinho e bairro novo em suas totalidades. A partir da analise dos dados da portaria 20336/02, percebe-se que a estimativa apresentada acerca do numero de psicólogos constam: onze (11) psicólogos atendendo os pacientes encaminhados pelas SUS das regionais pinheirinho e bairro novo em suas totalidades. ANALISE DOS DADOS As redes do Centro de Atenção Psicossociais (CAPS) vem crescendo com o passar dos anos e se especializando em tipos de atendimento para cada tipo dentro da saude mental, conforme analisado nas bases de dados disponiveis obtendo as informações no periodo demostrativo de 2006 a 2011 Tendo como objetivo demonstrar o trabalho do CAPS dentro do município de Curitiba, até á ultima atualização (2011) as redes se integram em 27 estados, sendo o Paraná na escala de 21º com 97 espalhados em todas as cidades, contendo em Curitiba 12 pronto atendimento das redes. Temos em media habitantes em todo o estado do Paraná e dentro do município de Curitiba temos habitantes. Dentro deste paradigma temos em media inscritos no SUS com algum tipo de transtorno mental. (tabela 0.1). Os transtornos mentais surgem em qualquer idade, sendo criança a um adulto, o maior atendimento do CAPS está em media na idade de 35 a 44 anos.

12 Fonte: SMS/CIS - Relatório dinâmico das US / Inscritos no Programa Transtornos Mentais Tabela 0.4 DISCUSSÃO A essência desse estudo corroborou para a compreensão da demanda do psicólogo na cidade de Curitiba, percebe-se um grande aumento dos pacientes inscritos no programa saúde mental da secretaria de saúde nos últimos anos conforme apontou a tabela 0.4. Neste contexto, através dos dados levantados a respeito da quantidade de profissionais psicólogos que fazem intervenção junto aos programas oferecidos, apreende-se que o numero de psicólogos frente à demanda é pouco, a analise feita sobre o levantamento da equipe do NAAPS em todo o território da cidade demonstrou que apenas 29 psicólogos estão espalhados conforme territorialidade para atender de 03 a 05 unidades básicas de saúde, em atendimento variado que não só a saúde mental propriamente dita, ou seja, participa ativamente das demais atividades oferecidas pelas UBS e ESF. Outra demanda levantada são aos números de CAPS espalhados pelo território em questão, sendo estes 12 pontos de atendimentos com cerca de dois psicólogos por unidade. No CAPS especificamente existe a assistência especializada para o indivíduo portador de transtornos mentais tais como: elaboração de um plano terapêutico

13 individual e reavaliação periódica; psicoterapia individual realizada por psicólogo; atendimento da família, (SMS, 2002). O crescimento da rede substitutiva vem expandindo, no entanto percebe-se a necessidade do aumento na medida em que a população cresce, embora isso seja positivo na questão de abrangência, o modelo existente ainda permanece com o mesmo quadro funcional, neste sentido, se levanta um questionamento a respeito da qualidade dos serviços prestados, em suma, será que as complexidades das psicopatologias que acometem esses indivíduos não são tão complexas quanto ao numero crescente nos últimos anos? Neste aspecto, não seria essa demanda coresponsável pelo rodízio freqüente de profissionais psicólogos que analisam um contexto que não condiz com a realidade atual, percebendo que a sobrecarga de diretrizes não condiz com a problemática existente? CONSIDERAÇÕES FINAIS O objetivo do artigo visou uma analise nas significações da reforma psiquiátrica e como isso vem refletindo na sociedade de Cidade de Curitiba. Percebemos que houve significativas mudanças ao longo do processo histórico, que proporcionou uma melhoria nos atendimentos prestados aos usuários inscritos no programa saúde mental dentro da secretaria de Saúde, no entanto, a pesquisa trouxe a tona algumas lacunas a serem preenchidas no que se diz respeito à qualidade dos serviços prestados pelas redes substitutivas. Neste sentido, sob a analise dos dados coletados é preciso fomentar a importância fundamental de reestruturar o atual modelo de gestão dos serviços de saúde mental de Curitiba substituindo o atual molde de serviços terceirizados para serviços de gestão efetivamente pública, com trabalhadores concursados. Porque assim é possível obter um serviço que promova o vínculo com o usuário do SUS e é possível a prestação de contas dessa qualidade através avaliação permanente dos serviços prestados e não somente isso, mas sim pela capacitação continuada dos trabalhadores de saúde mental que a secretaria proporciona aos servidores, para que juntos seja possível caminhar na construção das políticas publicas para a promoção da saúde mental.

14 Algumas questões ainda ficaram em aberto e abre um leque de novas possibilidades de suscitar debates, tais como a sobrecarga dos profissionais psicólogos dentro da política de saúde mental, os desafios à formação e qual a percepção do Psicólogo atuando dentro da saúde pública, trabalhando diretamente com a saúde mental, frente ao usuário, e sua relação com outros serviços da região. Esperamos que com esses questionamentos, gerem novas investigações, a fim de somar esforços para a melhoria de qualidade no campo de saúde mental. REFERÊNCIAS ALMEIDA, R. M. - Psicopatologia e Psicologia sócio-histórica: Notas preliminares. v encontro brasileiro de educação e marxismo (Acesso em 24/04/2013 às 15h30min). AMARANTE, P. (Ed) - Loucos pela vida: a trajetória da reforma psiquiátrica no Brasil (2a ed.). Rio de Janeiro: Fiocruz. (1998). BOCK. B. A, GONÇALVES. M. G, FURTADO. O - Psicologia sócio-histórica-uma perspectiva crítica em psicologia. Editora Cortez, 4 ED. São Paulo.

15 BRASIL, Saúde mental no SUS: os centros de atenção psicossocial. Brasília: Ministério da Saúde, 2004b. (Acesso em 24/04/2013 às 16h30min). BRASIL, Ministério da Saúde - Saúde Mental em Dados 10, ano VII, nº 10. Informativo eletrônico. Brasília: agosto de 2012 Disponível em e (acesso em.26/10/.2012 às 18h). Dimenstein, M. D. B. (1998) - O psicólogo nas Unidades Básicas de Saúde: Desafios para a formação e atuação profissionais. Estudos de Psicologia (online) Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=s x &lng=pt&nrm=iso>. 3 (1), (Acesso em 29/10/2012). IBGE: (Acesso em 22/07/ h30min). JACQUES, M. G. G - abordagens teórico-metodológicas em saúde/doença mental & trabalho - Psicologia & Sociedade; 15 (1): ; jan./jun (Acesso em 18/03/2013 às 14h). LEI ORGANICA - (Acesso em 28/03/2013 às 15h30min). LURIA, A. R. - Curso de psicologia geral: Introdução evolucionista à psicologia. V1. Rj. Ed Civilização Brasileira, MENEGON, V. S. M., & Coêlho, A. L. E. (2006) - A inserção da Psicologia no sistema de saúde pública: Uma prática possível. Barbarói, (24), (Acesso em 02/06/2013 às 14h). OPAS - Dados do OPAS em saúde mental pg. 03 (Acesso em 06/04/2013 às 15h). RELATÓRIO MUNDIAL DA SAÚDE - Saúde mental: nova concepção, nova esperança. 1.ª edição, Lisboa, Abril de SAÚDE, MINISTÉRIO DA - portal da saúde SUS + - disponível no site: (Acesso 31/05/13 às 21h17min). SAÚDE, MINISTÉRIO DA - portal da saúde SUS + - Disponível no site: (Acesso 31/05/13 às 21h17min). SECRETARIA Municipal de Saúde de Curitiba, Manual do Programa de Saúde Mental de Curitiba. Curitiba, Paraná, 2002.

16 ANEXOS Curitiba CAPS/CPM Metropolitano Trav. João Prosdócimo, 139 Alto da Quinze Centro Curitiba PR (41) R-230 CAPS Omega Rua Marechal Floriano Peixoto, 2236 Rebouças Curitiba PR (41) (fax)

17 Centro Vida CAPSad Curitiba Rua Coronel Hoche Pedra Pires, 475 Vila Isabel Vila Isabel Curitiba PR (41) (fax) CAPS Bom Retiro Rua Nilo Peçanha, 1552 Bom Retiro Curitiba PR (41) (fax) CAPSI Pinheirinho Rua Nossa Senhora do Perpétuo, 201 Pinheirinho Curitiba PR (41) / 1462 CAPSad Cajuru Rua Governador Jorge Lacerda, 687 Cajuru Curitiba PR (41) / CAPSad Pinel Rua Irmã Flavia Borlet, 217 Vila Hauer Curitiba PR (41) / (hosp) (fax) CAPS Afetiva Rua Humberto Ciccarino, 40 Boqueirão Curitiba PR (41) (fax) CAPSad Bairro Novo Av. Nossa Sra do Sagrado Coração,771 Bairro Novo Curitiba PR (41) CAPSad Boa Vista Rua Holanda, 288 Bacacheri Curitiba PR (41) CAPS Bigorrilho Rua Josefina Rocha, 300 Batel Curitiba PR (41) CAPSI Boa Vista Rua Peru, 230 Bacacheri Curitiba PR (41)

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