UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO COMUNICAÇÃO DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL X QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO COMUNICAÇÃO DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL X QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO Curso de Administração Hospitalar ênfase em Auditoria COMUNICAÇÃO DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL X QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS ANA LÚCIA VALLIM RUA MARQUES Campinas - SP 2009

2 1 ANA LÚCIA VALLIM RUA MARQUES COMUNICAÇÃO DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL X QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS Trabalho monográfico realizado como exigência para obtenção do título MBA de Administração Hospitalar- Ênfase em Auditoria à Universidade Castelo Branco sob orientação da Profa Dra Rosa Maria Souza de Pastrana e Coorientadora: Profa MSc. Elaine Aparecida de Almeida. Campinas 2009

3 2 FOLHA DE APROVAÇÃO ANA LÚCIA VALLIM RUA MARQUES MONOGRAFIA REALIZADA PARA OBTENÇÃO DO TÍTULO MBA EM AGOSTO 2009 ORIENTADORA PROFA DRA ROSA MARIA SOUZA DE PASTRANA

4 3 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho ao meu esposo Fábio pelo apoio e aos meus filhos Laís e Henrique pela compreensão e colaboração em meus momentos de ausência.

5 4 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus por ter me dado forças para chegar ao final desta trajetória, ao Qualittas Instituto de Pós-Graduação, à Universidade Castelo Branco e a todos os doutores e professores pelos conhecimentos transmitidos. Agradeço a enfermeira MSc. Elaine Aparecida de Almeida pela compreensão, colaboração e pelo exemplo de força e superação.

6 5 EPÍGRAFE Na comunicação pode-se escolher entre influenciar ou manipular o outro, a tecnologia é a mesma, mas as conseqüências são bem diferentes. A escolha continua sendo sua. Ribeiro (1993)

7 6 RESUMO Este estudo é de caráter descritivo, realizado com base em revisão bibliográfica e teve como objetivo buscar informações científicas que venham apresentar elementos que identifiquem as falhas mais comuns, apresentadas pelos autores acerca do tema que possam despertar os leitores do artigo para fatores positivos e negativos no relacionamento interpessoal e comunicação em enfermagem, buscando qualidade no atendimento prestado. A comunicação com habilidade é imprescindível para interações das ações de enfermagem com as equipes, buscando enfim, uma boa relação interpessoal garantindo bom resultado organizacional. As questões temáticas não se esgotam, muitos questionamentos ainda permanecem, podendo ter novos olhares e ações, porém não se pode esquecer a importância da cientificação do cuidar, fazendo com que o enfermeiro se transporte também para o ambiente cientifico, registrando oficialmente seus atos e ações. Somente assim teremos material cientifico suficiente para modificar esta e muitas outras temáticas.

8 7 ABSTRACT This study is from a descriptive character, accomplished with base on bibliographic review and had as goal, to track down scientific informations that have elements that identify the common flaws, introduced by the authors about a theme that may waken the article s readers for positive and negative factors in the interpersonal relationship and nursing communication, tracking down quality of provided attendance. The communication with ability is indispensable for nursing actions interactions with the teams, tracking down anyway, a good interpersonal relationship vouching for a good organizational result. The thematic questions don t use up, many questions still remain, may have new looks and actions, but we may not forget the importance of scientification of taking care, doing that a nurse be also transported to the scientific environment, officially recording your acts and actions. Just like this, we ll have enough scientific material to modify this and others thematics.

9 8 LISTA DE ABREVIATURAS UBS = Unidade Básica de Saúde SAE= Sistematização de Assistência de Enfermagem UTI = Unidade de Terapia Intensiva ABNT = Associação Brasileira de Normas Técnicas DCNs = Diretrizes Curriculares Nacionais APS = Assistência Primária de Saúde COREN = Conselho Regional de Enfermagem

10 9 SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS Objetivo geral Objetivo específico MATERIAL E MÉTODOS DESENVOLVIMENTO Teorias administrativas sobre o conflito Comportamento do enfermeiro diante dos conflitos Interdisciplinaridade Relação do enfermeiro com a interdisciplinaridade Conflitos entre equipe multidisciplinar A comunicação em enfermagem Comunicação em equipe CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...53

11 10 1- INTRODUÇÃO As transformações operadas na sociedade moderna, a diversificação das necessidades humanas, as mudanças de valores e de paradigmas vigentes em épocas anteriores, levaram à percepção de que esquemas administrativos tradicionais, os quais foram responsáveis pelo sucesso empresarial durante décadas, hoje em dia já não satisfazem às exigências impostas. Diante dessa constatação, pesquisam-se novos caminhos e maneiras de atender a tais exigências, principalmente no que diz respeito a gerir pessoas. Assim, ocorre nos diversos segmentos uma corrida em busca de inovações empresariais, de novas propostas administrativas, de líderes eficazes e novas soluções para os velhos problemas. Essa situação, decorrente do processo de globalização, tem levado cada vez mais à competitividade no mercado de trabalho. É justamente por esse fato que na enfermagem torna-se cada vez mais urgente a necessidade de enfrentar as mudanças, de serem criadas novas perspectivas de trabalho, com aquisição de novos conhecimentos e habilidades, a fim de que o enfermeiro apresente um melhor desempenho de suas funções, sejam elas educativas, assistenciais ou administrativas. Considerando ser uma das atribuições do enfermeiro o desempenho da função gerencial, decorre que a liderança está implícita nessa prática, e seu efetivo desenvolvimento leva a um gerenciamento eficiente e eficaz, que, no entendimento de Fávero (1996) é imprescindível para a existência, sobrevivência e sucesso das organizações capazes de promover a saúde ou a recuperação da mesma. Entretanto, dentre as diversas facetas do conhecimento inerente à enfermagem, ainda existe uma lacuna a ser preenchida referente ao aspecto gerencial, pois, não bastam conhecimentos sobre instrumentos administrativos e a aquisição de habilidades para o planejamento e a organização de recursos físicos, materiais e humanos, é também imprescindível o desenvolvimento de habilidades interpessoais e intergrupais que sejam colocadas em prática durante o cotidiano profissional. É pertinente mencionar Simões (1997) quando aponta o relacionamento interpessoal como um dos maiores obstáculos encontrados pelo enfermeiro no se dia-a-dia de trabalho, onde são relatadas dificuldades de aceitação, de interação

12 11 grupal, de comunicação e de outros conflitos interpessoais. Estabelecer uma comunicação eficaz na equipe de trabalho constitui a essência do trabalho do enfermeiro líder, pois, como asseveram Marquis e Huston (1999), a comunicação interpessoal é necessária para garantir a continuidade e a produtividade da equipe de enfermagem. Quick (1997) recomenda que para estruturar e manter uma equipe, a comunicação deve ser aberta, compartilhando informações oportunas, refletindo confiança e respeito entre os membros. No hospital a dinâmica de trabalho, aliada ao relacionamento entre os profissionais que atuam na referida unidade, deve acontecer de forma harmoniosa. Para tanto, torna-se indispensável um trabalho integrado, com profissionais capacitados e preparados, favorecendo o enfrentamento das exigências impostas pelo referido ambiente, visando segurança e bem-estar do paciente. Levando-se em conta o elevado número de procedimentos complexos que acontecem durante todo o tempo no ambiente hospitalar, o papel do enfermeiro exige, além de conhecimento científico, responsabilidade, habilidade técnica, estabilidade emocional, aliados ao conhecimento de relações humanas, favorecendo a administração de conflitos, que são freqüentes, em especial, pela diversidade de profissionais atuantes na instituição. Em unidades como o centro cirúrgico, a demanda de atividades burocráticas e administrativas é intensa na unidade, requerendo do enfermeiro tempo significativo. Ele necessita delegar estas atividades para ter tempo de cuidar integralmente do paciente que será submetido a um tratamento anestésico e/ou cirúrgico (SANTOS, 2000). O paciente cirúrgico vivencia o estresse de tal forma, que muitas vezes não consegue exteriorizar seus medos, ansiedades, preocupações e incertezas, daí a importância da atuação do enfermeiro no sentido de perceber, inclusive na comunicação não verbal do paciente, essas manifestações presentes no período que antecedem a cirurgia. A qualidade da assistência de enfermagem prestada ao paciente, tanto no período que antecede a cirurgia quanto durante e após a realização da mesma, interfere nos resultados do procedimento realizado (MEKEER, ROTHROCK, 1997). Daí a relevância de buscar compreender a complexidade que envolve a atuação do

13 12 enfermeiro nessa unidade. O objetivo desta revisão é buscar informações científicas que venham apresentar elementos que identifiquem as falhas mais comuns apresentadas pelos autores acerca do tema, que possam despertar os leitores do artigo para fatores positivos e negativos no relacionamento interpessoal e comunicação em enfermagem, buscando a qualidade da assistência prestada, sendo talvez a comunicação a chave do sucesso neste ambiente.

14 13 2- JUSTIFICATIVA O ambiente hospitalar está cada vez mais complexo, devido à crescente atualização dos profissionais que nele atuam. Cada vez mais existe o interesse pelo aperfeiçoamento de novas técnicas, onde o objetivo principal é o atendimento com excelência aos pacientes para a melhoria da qualidade de vida A comunicação não é feita só por meio de palavras, mas também de gestos, expressões e tonalidade de voz que, nem sempre, coincidem com o que a mensagem pretende transmitir. O relacionamento interpessoal torna-se indispensável para manter um ambiente harmonioso, visando um trabalho integrado, com profissionais capacitados e preparados, favorecendo o enfrentamento das exigências impostas no dia-a-dia.

15 14 3- OBJETIVOS 3.1. OBJETIVO GERAL O objetivo desta revisão é buscar informações cientificas que venham apresentar elementos que identifiquem as falhas mais comuns apresentadas pelos autores acerca do tema que possam despertar os leitores do artigo para fatores positivos e negativos no relacionamento interpessoal e comunicação em enfermagem OBJETIVO ESPECÍFICO Buscar qualidade de atendimento prestado.

16 15 4- MATERIAL E MÉTODOS O presente trabalho é de caráter descritivo, restringindo-se à pesquisa de revisão bibliográfica, composta por artigos de busca on line em sites BIREME, LILACS, SCIELO, Manuais do Ministério da Saúde, que contemplavam a temática referida, com o objetivo de conhecer as diversas formas de contribuição científica disponível na literatura acerca do tema escolhido, visando direcionar os pareceres dos diferentes autores encontrados na literatura. O período definido para o levantamento de artigos foi do ano de 1996 a Para busca on line foram utilizadas como palavras chaves: Relacionamento Interpessoal, Comunicação, Enfermagem. A realização desta revisão foi norteada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT. O trabalho será apresentado em forma de monografia de conclusão de curso.

17 16 5- DESENVOLVIMENTO Ao se revisar a literatura sobre gerenciamento de conflitos na enfermagem observa-se escassez nessa temática. Apesar dos conflitos serem motivo de preocupação para os gerentes por ocorrerem frequentemente, não há na literatura brasileira propostas para gerenciá-los Teorias administrativas sobre o conflito A organização de um conflito surge de duas ou mais pessoas que trabalham conjuntamente com valores, crenças, objetivos e ou interesses diferentes (SANTOS, 2008). Desde os finais da década de 70, tem-se empenhado para organização de um conceito crucial no estudo dos comportamentos dos indivíduos em relação ao trabalho em conjunto (SANTOS, 2008). A partir da década de 80, teve um baixo empenho profissional, no que se refere a nível teórico ou empírico, quando comparado com o empenho organizacional (SANTOS,2008). Agostini (2005) em suas investigações sobre o conflito, o qual era considerado uma deficiência da organização nas primeiras décadas do século XX, como algo destrutivo, ignorado, negado ou administrado rispidamente. Somente a partir da década de 90 pesquisas sobre a função gerencial em organizações bem sucedidas revelaram um paradigma diferenciado para o administrador, onde a administração se faz através de diversas interações, opiniões pouco coerentes e informações parciais, o cotidiano do gerente exige soluções imediatas dos problemas afastando-se das premissas que compreendiam a realidade administrativa controlável e passível de ser uniformizada (AGOSTINI, 2005). Os conflitos podem ser reais ou emocionais. Conflitos reais são situações reais, objetivas, geralmente, sobre fatos que acontecem aqui e agora e podem ser resolvidos com ou sem assessoramento técnico ou mediação, não há maior emoção (FALK, 2005). Os conflitos emocionais são descritos como situações emocionais que

18 17 revivem assuntos não resolvidos no passado, mesmo que não se tenha consciência, muita emoção de disfarce (FALK, 2005). CONRADI, ZGODA, PAUL (2005), relacionam os conflitos ao trabalho dos enfermeiros: ausência de um líder, ausência de diálogo, não saber lidar com a diversidade de opiniões, falta de ética, o enfermeiro fomenta a geração de conflitos, jornada de trabalho excessiva, deficiência de conhecimento técnico e científico, descompromisso dos líderes com os liderados, desrespeito hierárquico e também às atitudes e comportamentos pessoais das equipes: Falta de afinidade entre os profissionais, desmotivação por baixos salários, desrespeito, disputa de poder, resistência à mudanças, falsidade, falta de companheirismo, fofocas, dificuldade de relacionamento interpessoal, falta de comprometimento profissional, incompatibilidade de objetos. 5.2 Comportamento do enfermeiro diante dos conflitos Atualmente, a necessidade de mudanças constantes tem impulsionado novas idéias, gerando novos conhecimentos aos enfermeiros líderes à busca de novos modelos de gerenciamento no âmbito da saúde, devendo este ser um desafio para aqueles que buscam destaque no mercado de trabalho. Portanto, a dupla dimensão do processo de trabalho do enfermeiro, que contempla ações assistenciais e de gerenciamento, deve ser entendida como fonte inesgotável de aquisição de habilidades e competências (CORRADI, ZGODA, PAUL, 2008). No entanto, o modelo funcional das organizações, ainda muito utilizada nas organizações, que se caracteriza pelo trabalho centrado nas tarefas e sem solução para a escassez de recursos humanos não responde satisfatoriamente às necessidades de qualidade de assistência e das interrelações de equipes de enfermagem. Por outro lado, em qualquer organização que exista interação entre indivíduos há situações conflituosas, tornando de grande valia conhecimentos do gestor para elaborar a melhor maneira de resolvê-las e/ou negociá-las (CORRADI, ZGODA, PAUL, 2008). O conflito ou situação conflituosa é entendido como divergências de idéias e percepções dos indivíduos envolvidos. Gera instabilidade entre relações tornando-se negativo ou não, dependendo de como as pessoas lidam com ele, ou seja, se as

19 18 emoções determinarem como conduzir o conflito há grande probabilidade de que tome o caráter negativo e produza efeitos desastrosos nas relações (CORRADI, ZGODA, PAUL, 2008). Historicamente os enfermeiros têm adotado princípios clássicos administrativos, para gerenciar o seu trabalho, tendo em vista a estruturação e organização do Serviço de Enfermagem nas Instituições de Saúde, a fragmentação das atividades, a impessoalidade nas relações, a centralização do poder e a rígida hierarquia ainda são marcantes no cotidiano do trabalho e na maneira de gerenciar os conflitos, demonstrando uma conduta autoritária. Vive-se um período de mudança histórica, onde antigas respostas são inadequadas para as novas realidades (DUARTE, IGNATTI, SILVA, 2008). O discurso atual consiste em delegação de poderes, alianças, equipes, envolvimento, parcerias, negociações, e exploração da motivação humana. Isso trouxe uma nova linguagem, uma nova abordagem de liderança. Ao longo da trajetória profissional, observa-se que o enfermeiro tem desempenhado nítido papel de controlador do trabalho dos demais elementos da equipe de enfermagem, sendo vista apenas como um profissional que determina e checa as atividades a serem executadas (DUARTE, IGNATTI, SILVA, 2008). É necessária uma nova visão administrativa da enfermagem, com a integração de novos conhecimentos e habilidades, sintonizados a uma prática administrativa mais aberta, mais flexível e participativa, fundamentada não só na razão, mas também na sensibilidade e na intuição de solucionar os possíveis conflitos de ordem administrativa que venham a ocorrer (DUARTE, IGNATTI, SILVA, 2008). O relacionamento no trabalho é um processo complexo, pois cada pessoa traz consigo ligações por laços profissionais, afetivos, amizades e afinidades, sendo condicionadas por uma série de atitudes recíprocas. Conseqüentemente, essas características possibilitam ao trabalhador conviver com maior ou menor habilidade com seus pares nos locais de trabalho (CORRADI, ZGODA, PAUL, 2008). Na prática profissional percebem-se mal entendidos, desconfianças, sentimentos de coerção, egoísmo, desrespeito e irritação mostrando diferenças individuais manifestas no ambiente de trabalho, em decorrência de mau relacionamento. O relacionamento mais ou menos harmonioso no trabalho exige da

20 19 gerência competências para resolver as diferenças, utilizando ferramentas úteis, visando o fortalecimento de fatores facilitadores levando a construção coletiva de equipe, trabalho este relevante na equipe de saúde e em especial na equipe de enfermagem (CORRADI, ZGODA, PAUL, 2008). 5.3 Interdisciplinaridade Em relação à saúde, Meirelles e Erdimann (2005) afirmam que o conceito de interdisciplinaridade se reflete na necessidade de se abordar a questão da saúde/doença de forma mais complexa, dinâmica e mutável. Muitos são os problemas relacionados com a interdisciplinaridade, o enfermeiro sempre cercado de outros profissionais e vários tipos de pacientes, desde casos mais corriqueiros até os casos mais complexos, não só no seu dia-adia de cuidador, mas também no ensino. Os termos complexidade, multi-risco e insegurança são a melhor definição para o panorama mundial e seus problemas na atualidade. Para alguns autores, o mundo contemporâneo se defronta com vários desafios relacionados à fragmentação do pensamento, à disciplinaridade e ao multi-facetamento da realidade (VILELA e MENDES, 2003). Tais características exigem uma análise mais integrada e a consideração de todas as dimensões de qualquer acontecimento social a fim de compreendê-lo. Este tem sido o argumento mais convincente em favor da interdisciplinaridade (VILELA e MENDES, 2003). Interdisciplinaridade é advinda da tradição grega, com objetivo de formação da personalidade integral do indivíduo em programas de ensino, pois compunham conhecimentos que formavam uma unidade (GARCIA et al., 2006). No entanto, a partir do séc. XVII, Descartes inaugura o pensamento moderno ao propor o uso disciplinado da razão para conhecer a realidade e formular os princípios da decomposição da coisa a ser conhecida e da redução desta às suas partes mais simples (VILELA e MENDES, 2003). Para Vilela e Mendes (2003) esse modelo cartesiano mostrou-se eficiente para construir e tratar objetos simples e também para conciliar ciência e técnica, atendendo dessa forma, às necessidades da industrialização e abrindo caminho

21 20 para a fragmentação do conhecimento. Dessa maneira, o séc. XIX marcou a consolidação das especializações, as quais se tornaram a base para o desenvolvimento da Ciência e do Ensino no Ocidente, os quais se caracterizam pela disciplinaridade, na qual a estratégia principal é a fragmentação do objeto e a especialização do explorador (VILELA e MENDES, 2003). A partir do séc.xx, a interdisciplinaridade foi enfatizada em todos os campos científicos para ampliar suas noções para além da multidisciplinaridade na produção de conhecimentos (GARCIA et al., 2006). Para que isso seja possível, Carvalho (2007) relata que é necessária a adoção de uma nova conduta no processo educativo, uma nova estratégia na classificação das críticas, nos métodos empregados em que se admite o esforço conjugado de várias disciplinas em alcançar os significados de um objeto de estudo. Neste contexto Carvalho (2007) pontua que o mundo está sendo impulsionado por revoluções científicas e tecnológicas e pela emergência de uma multidão de especialistas que dominam a política e a prática profissional em qualquer área do saber. Diante de muitas informações e das crises que vivenciamos, a interdisciplinaridade tomou outro rumo, passou a ser vista de uma forma mais complexa em suas críticas sobre os métodos empregados. Desenvolveram-se diversas especializações em todas as áreas do conhecimento, acarretando mentes que perderam suas aptidões naturais para integrá-los em seus conjuntos, conduzindo ao enfraquecimento da percepção global do ser humano, levando cada um a ser responsável pela sua área de atuação (MEIRELLES, ERDMANS, 2005), (CARVALHO, 2007). Diante da realidade vivida, a interdisciplinaridade possibilita que se tenha um conhecimento claro da interdependência das concepções individuais, considera-se oportuno relatar que a verdade que se acredita não se trata de uma verdade adquirida, e sim de uma reflexão feita a respeito das questões que se colocam em nossa sociedade, com diferentes pontos de vista, alcançada através do diálogo e da polêmica. (MEIRELLES, ERDMANN, 2005). Em seu trabalho, Iribarry (2003) utiliza os termos disciplina e disciplinaridade como sendo equivalentes à ciência e à exploração científica de um grupo de conhecimentos, respectivamente, e a partir daí distingue os vários tipos de

22 21 disciplinaridades (multidisciplinaridade, pluridisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade). O autor acima citado conceitua interdisciplinaridade analisando no contexto da atuação de uma equipe de trabalho. A interdisciplinaridade pode ser descrita como um conjunto de disciplinas interligadas e posicionadas em um nível hierárquico superior que é responsável pela coordenação dos trabalhos. Dessa forma, a interdisciplinaridade constitui um sistema de dois níveis com objetivos múltiplos (IRIBARRY, 2003). Iribarry (2003) cita como exemplo dessa situação uma equipe para atendimento ambulatorial de gestantes adolescentes de baixa renda. A equipe é formada por um médico pediatra, um médico psiquiatra, um psicólogo, um assistente social, uma psicopedagoga, uma enfermeira e uma secretária. Cada área mencionada agrega ainda estudantes que realizam estágio no ambulatório. Todavia, o que prevalece é o saber médico, cabendo a coordenação e a tomada de decisão aos profissionais da área médica, que dirigem e orientam a equipe. Carvalho (2007) faz uma reflexão sobre o tema da interdisciplinaridade em seu artigo. Inicialmente, a autora chama a atenção para a crescente tendência em se compartimentar o conhecimento o que provoca o surgimento de especialistas cada vez mais restritos a uma pequena área de conhecimento. O aprofundamento dessa tendência aumenta o risco de desvinculação entre o saber e a realidade. Como resultado dessa especialização acentuada as equipes de trabalho apresentam dificuldade cada vez maior de relacionamento entre seus membros (CARVALHO, 2007). Nesse sentido, a interdisciplinaridade se apresenta como uma possível solução, no entanto o tema é tratado, principalmente, no âmbito acadêmico. Nesse sentido, a interdisciplinaridade é apontada como uma atitude, na qual se desenvolve um olhar diferenciado sobre as coisas e pessoas envolvidas em uma equipe de trabalho, e uma conduta, a partir da qual o especialista reconhece as limitações de seu próprio conhecimento e a necessidade de se relacionar com especialistas de outras áreas (CARVALHO, 2007). Carvalho (2007) contextualiza que caso contrário, corre-se o risco de que cada área do conhecimento produza especialistas alienados e descompromissados com uma visão humanística da realidade.

23 22 Meirelles e Erdimann (2005) fazem, inicialmente, uma discussão sobre a relação entre o conhecimento e a realidade ao longo da história, destacando a predominância da lógica dialética grega na estruturação da Ciência em disciplinas conforme a conhecemos atualmente. A partir da segunda metade do século XX relaciona-se, sobretudo, à integração global propiciada pelo desenvolvimento dos meios de transportes e de comunicação, as quais, por sua vez, levaram a uma mudança na forma de se ver e lidar com a realidade (MEIRELLES e ERDIMANN, 2005). Nesse novo contexto, se faz necessário o ampliar a visão sobre a natureza e sobre o homem para além dos limites impostos pela divisão das ciências em disciplinas. Daí a importância da abordagem interdisciplinar para se lidar com os problemas atuais (MEIRELLES e ERDIMANN, 2005). Gattás e Furegato (2006) fazem uma reflexão sobre o tema da interdisciplinaridade apontando as divergências e convergências entre os estudiosos do assunto. As autoras apresentam duas formas distintas de se referir à interdisciplinaridade. Os autores apresentam um grupo de estudiosos que rejeitam completamente a fragmentação do saber em disciplinas autônomas, referindo-se à interdisciplinaridade, como uma nova forma de se lidar com o conhecimento, com o propósito de formar o indivíduo na sua totalidade. Outro grupo de estudiosos não concorda com essa visão metafísica, consideram que a divisão do conhecimento em especialidades é inevitável e se referem à interdisciplinaridade como uma forma do indivíduo assimilar o conhecimento produzido pelas diversas áreas da ciência (GATTÁS e FUREGATO, 2006). Para Gattás e Furegato (2006) ambos concordam que a interdisciplinaridade representa uma atitude de compartilhamento, compreensão, e aceitação da diversidade. A enfermagem vem tentando resgatar o indivíduo como um todo desde os princípios fundamentais da sistematização da assistência de enfermagem, que veio trazer de volta o cuidado integralizado.

24 Relação do enfermeiro com a interdisciplinaridade Almeida, Braga (2006) apontam para a vida em um momento de intensas mudanças e a necessidade de refletir sobre o papel do enfermeiro-docente, buscando aprimorar conhecimentos em pedagogia, didática e outros itens relacionados à educação, ou continuamos a ter as escolas como bicos, que fazemos nas horas de folga. Qual é o papel em que nos colocamos na educação? Os princípios da enfermagem estão embasados na interdisciplinaridade, com atuação para o ensino, para a assistência e para pesquisa obtendo compromisso e envolvimento de suas funções (BERARDINELLI, SANTOS 2005). Berardinelli e Santos (2005) e Carvalho (2007) concordam que o objeto de estudo na enfermagem está atualmente ancorado no humanismo, na ética, na prevenção e redução de danos e riscos com a saúde, efetuando um deslocamento em direção às ciências da vida. Do ponto de vista científico, o enfermeiro possui um gerenciamento de construções teóricas, pois possui um domínio em classificar e dimensionar o cuidado como objeto de estudo (BERARDINELLI e SANTOS 2005). A interdisciplinaridade também é definida como um fazer/trabalhar/atuar/participar junto, em equipe, em cooperação com outros cursos e profissionais. Acontece de forma crescente no decorrer do curso, e depende principalmente, de iniciativas individuais dos docentes, destacando-se as atividades básicas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), na atenção primária, onde nenhum profissional trabalha sozinho, sendo necessário o envolvimento de todos os profissionais (GARCIA et al., 2006). Para Braga et al. (2008) o enfermeiro, no seu cotidiano, lida com os fatores de relacionamentos, de convivências, onde se faz um grande esforço para se promover a saúde e o bem estar individual. A enfermagem consegue apesar das dificuldades encontradas, ajudar a restaurar e ainda tentar favorecer o bem estar do outro, sempre procurando outro enfoque para o cuidado (BRAGA et al., 2008). Observa-se ainda que na equipe de Enfermagem, o paciente está inserido no ambiente em que a especialização e a técnica são soberanas. Por esse motivo, o trabalhador de enfermagem não consegue perceber o todo que envolve este ser,

25 24 mesmo que suas ações sejam tomadas a fim de promover, manter ou recuperar a saúde (BRAGA et al., 2008). Considerando o relacionamento entre os profissionais da saúde, muitas vezes ocorrem problemas, pois um determinado profissional acha que sabe tudo, é o dono da verdade, não sabe distinguir sua área desempenhando o trabalho do outro, comprometendo o desenvolvimento da interdisciplinaridade (GARCIA et al., 2006). Nesse sentido, a queixa principal é o domínio do profissional médico que é reforçada pelos outros profissionais como se suas atividades fossem complementares. (GARCIA et al., 2006). Um dos problemas com a interdisciplinaridade está relacionado ao perfil dos alunos dos cursos noturnos de enfermagem, os quais muitas vezes são trabalhadores e não conseguem participar das atividades extra-curriculares, além da falta de incentivo das instituições e o desinteresse dos docentes (GARCIA et al., 2006). Outro problema relacionados com as instituições são: a grade horária com rodízios de poucas semanas, a falta de vínculo docente com o serviço, o modelo centrado na ação médica, a dificuldade na referência, a pouca aceitação e incentivo dos professores aos novos currículos. (GARCIA et al., 2006). A construção de uma proposta interdisciplinar na área da saúde enfrenta várias dificuldades, tais como: o mito de que a ciência conduz necessariamente ao progresso, o mito de que há ciência sem poder, a forte tradição positivista e biocêntrica, a estrutura departamental das instituições de ensino e pesquisa e a operacionalização de conceitos, métodos e práticas entre as disciplinas (VILELA e MENDES, 2003). Para os enfermeiros as ações de interdependência, colaboração e articulação com os demais profissionais tornam-se parte da prática administrativa, pois a enfermagem é uma atividade concreta e produtiva, mas que em função da estrutura hospitalar assume diversas atividades além daquelas inerentes à profissão (GINDRI et al., 2005). Os enfermeiros se encontram com dificuldades de integração ou de interação nas esferas do trabalho acadêmico, destacando um conformismo diante de tudo que é endereçado de outras disciplinas, sem atender as repercussões nas pesquisas e na produção científica (CARVALHO, 2007).

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE)

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE) PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE (SÍNTESE) Ao longo de mais de cinco décadas, a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) estruturou um ambiente acadêmico intelectualmente rico

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

Competências e Habilidades Específicas:

Competências e Habilidades Específicas: DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA Ementário Relações Interpessoais e Ética Profissional Concepções sobre o Processo Inter-relacional no Trabalho; Competência Interpessoal; Qualidade de Vida no

Leia mais

Área teórico\prática: Clinicas y Politicas: procesos de subjetivación y invención

Área teórico\prática: Clinicas y Politicas: procesos de subjetivación y invención FORMAÇÃO ANTIMANICOMIAL NO ESTADO DE MINAS GERAIS: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Autores: Camila Alves Soares Ana Marta Lobosque Sílvia Melo Karine Lage Fonseca Maria Elisa Freitas Camila Castanheira Rodrigues.

Leia mais

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636 PEDAGOGIA EMPRESARIAL E APRENDER BRINCANDO E A IMPORTÂNCIA DO JOGO: DIFERENTES TEMAS NA ÁREA EDUCACIONAL Ana Flávia Crespim da Silva Araújo ana.crespim@hotmail.com Elaine Vilas Boas da Silva elainevb2010@hotmail.com

Leia mais

6 Considerações finais

6 Considerações finais 6 Considerações finais Este pesquisa objetivou investigar como vem se caracterizando o processo de reforma psiquiátrica em Juiz de Fora e suas repercussões no trabalho dos assistentes sociais no campo

Leia mais

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Paulo Gabriel Soledade Nacif, Murilo Silva de Camargo Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Leia mais

DESCRITIVO DE CURSO. MBA em Liderança e Gestão de Pessoas

DESCRITIVO DE CURSO. MBA em Liderança e Gestão de Pessoas DESCRITIVO DE CURSO MBA em Liderança e Gestão de Pessoas 1. Posglobal Após a profunda transformação trazida pela globalização estamos agora em uma nova fase. As crises econômica, social e ambiental que

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 5, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição. O Presidente

Leia mais

O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. Missão Capacitar Administradores, propiciando uma base técnico-científica que lhes permita um aprendizado hábil a absorver, processar e adequar informações

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. O Presidente

Leia mais

PROJETOS DE ENSINO I DA JUSTIFICATIVA

PROJETOS DE ENSINO I DA JUSTIFICATIVA I DA JUSTIFICATIVA PROJETOS DE ENSINO O cenário educacional atual tem colocado aos professores, de modo geral, uma série de desafios que, a cada ano, se expandem em termos de quantidade e de complexidade.

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº Reconhecido pelo Decreto Federal n 8.1, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 106, de 1.0.11 DOE nº 85

Leia mais

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

Currículo nº2 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Turno: INTEGRAL Currículo nº2 Reconhecido pelo Decreto Federal n 82.413, de 16.10.78, D.O.U. nº198 de 17.10.78. Renovação de Reconhecimento Decreto Est. nº. 1064, de 13.04.11 DOE

Leia mais

Universidade Estadual da Paraíba Mestrado em Saúde Coletiva. Rosana Farias Batista Leite Thelma Maria Grisi Velôso

Universidade Estadual da Paraíba Mestrado em Saúde Coletiva. Rosana Farias Batista Leite Thelma Maria Grisi Velôso Universidade Estadual da Paraíba Mestrado em Saúde Coletiva Limites e Perspectivas do Trabalho em Equipe no Programa Saúde da Família de Campina Grande PB: as Representações Sociais dos Profissionais Rosana

Leia mais

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Graduanda em Pedagogia - UFPI Patrícia Sara Lopes Melo Mestre em Educação

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Junho/ 2015

Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Junho/ 2015 Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz Junho/ 2015 MODELO ASSISTENCIAL - DEFINIÇÃO Forma como atribuições de tarefas, responsabilidade e autoridade são

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Medicina Veterinária.

Leia mais

III - ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:

III - ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: ESTRUTURA I- Objetivo Geral 1. Desenvolver processo de ensino-aprendizagem no âmbito do trabalho em saúde e enfermagem, segundo conteúdos relacionados à Área de às Linhas de Pesquisa propostas neste Mestrado

Leia mais

Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil.

Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil. Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil. RADIOBRÁS Empresa Brasileira de Comunicação S. A. Diretoria de Gestão de Pessoas e Administração

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG Curso de Graduação Administração Modalidade a Distância Dados do Curso Contato Ver QSL e Ementas Universidade Federal do Rio Grande / FURG 1) DADOS DO CURSO: COORDENAÇÃO: Profª MSc. Suzana Malta ENDEREÇO:

Leia mais

A singularidade do ser humano oferece à enfermagem um cenário rico de diversidade nas ações do cuidado (Oliveira et al, 2000)

A singularidade do ser humano oferece à enfermagem um cenário rico de diversidade nas ações do cuidado (Oliveira et al, 2000) Faculdade de Enfermagem - Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem I Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama Assunto: As dimensões do Cuidar e as Competências da

Leia mais

Módulo IV. Delegação e Liderança

Módulo IV. Delegação e Liderança Módulo IV Delegação e Liderança "As pessoas perguntam qual é a diferença entre um líder e um chefe. O líder trabalha a descoberto, o chefe trabalha encapotado. O líder lidera, o chefe guia. Franklin Roosevelt

Leia mais

Prof. Daniel Bertoli Gonçalves UNISO - SOROCABA

Prof. Daniel Bertoli Gonçalves UNISO - SOROCABA Prof. Daniel Bertoli Gonçalves UNISO - SOROCABA Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenharia de Produção PPGEP/UFSCar

Leia mais

Relações Internacionais

Relações Internacionais Curso de Graduação Bacharelado em Relações Internacionais O curso de Relações Internacionais está enquadrado no campo da ciência Humana e social, onde estuda-se em profundidade as políticas Internacionais

Leia mais

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

III Princípios Gerais da Formação Médica

III Princípios Gerais da Formação Médica I Motivação Aprovação da Lei 12.871 de 22/10/2013; Necessidade de ter diretrizes curriculares em sintonia com o programa Mais Médicos; A oportunidade de atualizar e aprimorar as diretrizes de 2001; Acompanhar

Leia mais

Nossa inserção na Graduação se dá por meio da Unidade Curricular Educação e Comunicação na Prática Médica.

Nossa inserção na Graduação se dá por meio da Unidade Curricular Educação e Comunicação na Prática Médica. Ao longo desses 15 anos o CEDESS congrega atividades de ensino, pesquisa e extensão, nos níveis de graduação e pós-graduação lato e stricto sensu e tem por objeto de estudo o binômio Educação e Saúde.

Leia mais

Gestão escolar: revendo conceitos

Gestão escolar: revendo conceitos Gestão escolar: revendo conceitos Myrtes Alonso É um equívoco pensar que o desempenho da escola se expressa apenas nos resultados da aprendizagem obtidos nas disciplinas e que é fruto exclusivo do trabalho

Leia mais

PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1.

PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENFERMAGEM DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I PROCESSO DECISÓRIO EM ENFERMAGEM 1. GRECO, ROSANGELA MARIA 2 Objetivo

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL Jair Bevenute Gardas Isabel Corrêa da Mota Silva RESUMO A presente pesquisa objetiva um conhecimento amplo sobre a temática interdisciplinaridade, idealizando

Leia mais

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa 1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa A motivação, satisfação e insatisfação no trabalho têm sido alvo de estudos e pesquisas de teóricos das mais variadas correntes ao longo do século XX. Saber o que

Leia mais

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar Ulisses F. Araújo * * Professor Doutor da Universidade de São Paulo. Escola de Artes, Ciências e Humanidades. 1 Um dos objetivos

Leia mais

PERFIL E COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO DE CENTRO CIRÚRGICO. Maria da Conceição Muniz Ribeiro

PERFIL E COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO DE CENTRO CIRÚRGICO. Maria da Conceição Muniz Ribeiro PERFIL E COMPETÊNCIA DO ENFERMEIRO DE CENTRO CIRÚRGICO Maria da Conceição Muniz Ribeiro I - CENTRO CIRÚRGICO CONJUNTO DE ELEMENTOS DESTINADOS AS ATIVIDADES CIRÚRGICAS, BEM COMO À RECUPERAÇÃO PÓS ANESTÉSICA

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL.

INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL. 1 INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL Paradigmas da educação Competências Paradigmas contemporâneos

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES)

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) 1 APRESENTAÇÃO Este manual é um documento informativo visando orientar a comunidade acadêmica quanto ao processo de

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

O SUS que nos queremos...alocação de Recursos Humanos de Enfermagem.

O SUS que nos queremos...alocação de Recursos Humanos de Enfermagem. O SUS que nos queremos...alocação de Recursos Humanos de Enfermagem. Os profissionais enfermeiros nas instituições públicas de saúde têm importante papel sobre as decisões relacionadas à assistência aos

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO INCLUSIVA 400h. Estrutura Curricular do Curso Disciplinas

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO INCLUSIVA 400h. Estrutura Curricular do Curso Disciplinas CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO INCLUSIVA 400h Ética profissional na Educação Fundamentos históricos, conceitos, sociais e legais na Educação Inclusiva Legislação Aplicável na Educação Inclusiva Fundamentos

Leia mais

MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores

MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Desenvolvimento Humano de Gestores Coordenação Acadêmica: Prof. Edmarson Bacelar Mota, M. A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Matemática I CURSO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO Matrizes e sistemas lineares. Funções: lineares, afins quadráticas, exponenciais

Leia mais

TÍTULO DO PROJETO. Programa de Formação em Saúde e Trabalho (PFST) no HMU. Dário Nunes dos Santos

TÍTULO DO PROJETO. Programa de Formação em Saúde e Trabalho (PFST) no HMU. Dário Nunes dos Santos CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde TÍTULO DO PROJETO Programa de Formação em Saúde e Trabalho (PFST) no HMU Dário Nunes dos Santos Guarulhos Agosto/2012

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

MBA EXECUTIVO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

MBA EXECUTIVO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA MBA EXECUTIVO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA 2012.1 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS É uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 20 de dezembro de 1944, com o objetivo de ser um centro voltado

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

Gestão de Redes Sociais

Gestão de Redes Sociais Gestão de Redes Sociais Célia Schlithler Introdução Gerir é administrar, dirigir, governar. Então seria este o termo mais apropriado para as redes sociais? Do mesmo modo que governança, este termo está

Leia mais

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 DALCIN, Camila Biazus 2 ; GUERRA, Leonardo Rigo 3 ; VOGEL, Gustavo Micheli 4 ; BACKES, Dirce

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

ATENDIMENTO MULTIPROFISSIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: PERCEPÇÃO DA EQUIPE

ATENDIMENTO MULTIPROFISSIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: PERCEPÇÃO DA EQUIPE ATENDIMENTO MULTIPROFISSIONAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: PERCEPÇÃO DA EQUIPE Rosimery Cruz de Oliveira Dantas Universidade Federal de Campina Grande Campus Cajazeiras. Symara Abrantes Albuquerque

Leia mais

Palavras-chave: Concepção de professores, contextualização, interdisciplinaridade. Resumo 1. INTRODUÇÃO

Palavras-chave: Concepção de professores, contextualização, interdisciplinaridade. Resumo 1. INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO E INTERDISCIPLINARIDADE: CONCEPÇÕES DE PROFESSORES NO ENSINO DE GASES Helena Cristina Aragão de Sá 1 (FM) Roberto Ribeiro da Silva 2 (PQ) 1 SEEDF/E.C. 803 - Recanto das Emas, helenaaragaosa@gmail.com

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO. Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO. Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira Sumário Psicologia no Brasil: percurso histórico Psicologia no Brasil nos últimos vinte anos Referências legais e organização

Leia mais

A INFLUENCIA DO ESTÁGIO VOLUNTÁRIO NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO ENFERMEIRO

A INFLUENCIA DO ESTÁGIO VOLUNTÁRIO NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO ENFERMEIRO A INFLUENCIA DO ESTÁGIO VOLUNTÁRIO NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO ENFERMEIRO Elizabeth Braz Fabiana Gonçalves de Oliveira Azevedo Matos Vanessa Barros Santi Annelise de Oliveira Rodrigues Priscila Conde Bogo

Leia mais

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto ***

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE FILOSOFIA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA * Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** Resumo: Este estudo foi construído a partir de uma pesquisa realizada na própria

Leia mais

XIII ENCONTRO ANUAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL TEMA: INOVAÇÕES E INVESTIMENTOS NO ENSINO DE ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL

XIII ENCONTRO ANUAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL TEMA: INOVAÇÕES E INVESTIMENTOS NO ENSINO DE ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL XIII ENCONTRO ANUAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL TEMA: INOVAÇÕES E INVESTIMENTOS NO ENSINO DE ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL COMUNICAÇÃO SUBTEMA: QUESTÕES DIDÁTICO-PEDAGÓGICAS A MATEMÁTICA

Leia mais

desenvolvimento dos profissionais e atingimento dos resultados.

desenvolvimento dos profissionais e atingimento dos resultados. 1- OFICINAS DE FEEDBACK Aprofundar a reflexão e abordagem de Feedback como processo, fluxo e ferramenta indispensável no desenvolvimento dos profissionais, bem como elementos fundamentais de comunicação

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

1 Introdu ç ão. 1.1. A questão de pesquisa

1 Introdu ç ão. 1.1. A questão de pesquisa 1 Introdu ç ão 1.1. A questão de pesquisa A temática estratégia é muito debatida no meio acadêmico e também possui destacado espaço nas discussões no meio empresarial. Organizações buscam continuamente

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Desenvolvimento de Ambiente Virtual e Recursos Interativos para o Ensino de Ciências (Parte I)

Desenvolvimento de Ambiente Virtual e Recursos Interativos para o Ensino de Ciências (Parte I) Desenvolvimento de Ambiente Virtual e Recursos Interativos para o Ensino de Ciências (Parte I) Prof. Júlio Wilson Ribeiro, Dr. (DC/UFC) Prof. Gilson Pereira do Carmo Filho, MSc. (DC/UFC) Prof. Hermínio

Leia mais

Sumário. Apresentação...7

Sumário. Apresentação...7 Sumário Apresentação................................7 1. CONCEITOS BÁSICOS.........................11 Delimitação de funções..................... 12 2. ORIGENS E DESENVOLVIMENTO...................21 3.

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 07 (SETE)

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80 Disciplina: Metodologia Científica SERVIÇO SOCIAL Ementa: Finalidade da metodologia científica. Importância da metodologia Número âmbito das ciências. Metodologia de estudos. O conhecimento e suas formas.

Leia mais

FACULDADE DA REGIÃO DOS LAGOS INSTITUTO DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS ECONÔMICAS

FACULDADE DA REGIÃO DOS LAGOS INSTITUTO DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS ECONÔMICAS 1. Princípios Teórico-Filosóficos A Faculdade da Região dos Lagos vem se destacando como uma das principais instituições na formação de administradores, empresários e gerentes em nossa região. Além disso,

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA O CURRÍCULO DA FAMEMA (2012) Os currículos dos Cursos de Enfermagem e Medicina da Faculdade de Medicina de Marília (Famema) estão em permanente transformação por entendermos que esse processo permite uma

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

Palestras e Cursos da Área Pedagógica

Palestras e Cursos da Área Pedagógica Portfólio Palestras e Cursos da Área Pedagógica Pedagogia dos Projetos Construir um cenário para demonstrar que os projetos podem ser uma solução e não um serviço a mais para o professor. Enfatizar a necessidade

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE, MULTIDISCIPLINARIDADE OU TRANSDISCIPLINARIDADE 1

INTERDISCIPLINARIDADE, MULTIDISCIPLINARIDADE OU TRANSDISCIPLINARIDADE 1 INTERDISCIPLINARIDADE, MULTIDISCIPLINARIDADE OU TRANSDISCIPLINARIDADE 1 TAVARES, Suyane Oliveira 2 ; VENDRÚSCOLO, Cláudia Tomasi 2 ; KOSTULSKI, Camila Almeida 2 ; GONÇALVES, Camila dos Santos 3 1 Trabalho

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

P - ÁREA PROFISSIONAL SERVIÇO SOCIAL

P - ÁREA PROFISSIONAL SERVIÇO SOCIAL P - ÁREA PROFISSIONAL SERVIÇO SOCIAL P 41 - SERVIÇO SOCIAL EM ASSISTÊNCIA A PACIENTES PORTADORES DE HIV/AIDS Titulação: Aprimoramento Supervisora: Susan Marisclaid Gasparini Dirigido aos profissionais

Leia mais

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: Curso De Graduação Em Fisioterapia. DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 225 VAGAS ANUAIS TURNOS DE OFERTA: NOTURNO REGIME LETIVO:

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES

BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES Bacharelados Interdisciplinares (BIs) e similares são programas de formação em nível de graduação de natureza geral, que conduzem a diploma, organizados por grandes áreas

Leia mais

A PSICOLOGIA E A MULTIDISCIPLINARIDADE NA SAÚDE

A PSICOLOGIA E A MULTIDISCIPLINARIDADE NA SAÚDE A PSICOLOGIA E A MULTIDISCIPLINARIDADE NA SAÚDE Artigo apresentado aos docentes de graduação em Psicologia da Universidade do estado de Minas Gerais na Fundação Educacional de Divinópolis, referente a

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável Felipe de Oliveira Fernandes Vivemos em um mundo que está constantemente se modificando. O desenvolvimento de novas tecnologias

Leia mais

A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE E A EDUCAÇÃO POPULAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA

A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE E A EDUCAÇÃO POPULAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE E A EDUCAÇÃO POPULAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA Érica Fernanda Nascimento de Souza 1 Renilda Rosa Dias 2 RESUMO O estudo objetivou evidenciar a importância da Educação Popular

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais