CARACTERIZAÇÃO DO PSICÓLOGO EM UM CONTEXTO HOSPITALAR.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CARACTERIZAÇÃO DO PSICÓLOGO EM UM CONTEXTO HOSPITALAR."

Transcrição

1 CARACTERIZAÇÃO DO PSICÓLOGO EM UM CONTEXTO HOSPITALAR. Graziella Gamper Nunes Faculdade de Psicologia Centro de Ciências da Vida Helena Bazanelli Prebianchi Atenção Psicológica Clínica em Instituições: Prevenção e Intervenção. Centro de Ciências da Vida Resumo: Embora existam relatos da presença de psicólogos no contexto hospitalar mesmo antes da regulamentação profissional no Brasil, somente nos últimos anos, com a mudança mais ampla da configuração do campo profissional, foi possível sua inserção de forma estável e significativa no ambiente hospitalar. Entretanto, ainda persiste uma série de dificuldades, como a própria inserção do psicólogo na unidade institucional e a deficiência do instrumental teórico para atuação nesta área específica. O objetivo deste estudo foi levantar dados para uma caracterização da formação acadêmica e da atividade profissional do psicólogo que atua num Hospital Universitário. Foi realizada uma pesquisa qualitativa a partir de entrevistas individuais, com oito psicólogos que atuavam no hospital, no período de Setembro de 2010 a Janeiro de 2011 e os dados foram tratados através da análise de conteúdo. Os resultados indicaram que, para os participantes, o ensino da graduação não os preparou suficientemente para a atuação no contexto hospitalar, tanto pela ausência de um modelo de atuação, quanto pelas dificuldades para inserção e reconhecimento na equipe multiprofissional.constatou-se também que, a atuação é principalmente desenvolvida junto aos pacientes e seus familiares, mediante solicitação da equipe, principalmente, pelos médicos e enfermeiras. Concluiu-se que a graduação não está preparando o psicólogo para os desafios da prática profissional no contexto hospitalar. Somado a isso, a instituição hospitalar, condicionada pelas questões administrativas financeiras decorrentes das políticas públicas de saúde, não tem oferecido as condições necessárias para a inserção do psicólogo na equipe e o seu reconhecimento. Palavras-chave: psicologia hospitalar, práticas psicológicas, identidade profissional. Área do Conhecimento: Ciências Humanas- Psicologia. 1. INTRODUÇÃO No Brasil, os psicólogos estão trabalhando em hospitais há mais de cinco décadas. Na década de 70, ocorreu um desenvolvimento na área acadêmica, englobando atividades de graduação e pósgraduação, publicações e encontros científicos. No final deste período, também, foi estabelecida a primeira residência em Psicologia no Brasil, no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, denominada "Residência em Psicologia Clínica" [3]. A década de 80 foi marcada por uma grande produção científica na área hospitalar, além de inúmeros trabalhos em Psicologia da Saúde, desenvolvidos por psicólogos. Em 1997, foi fundada a Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar e, em 2000, foi instituído, pelo Conselho Federal de Psicologia, o título de especialista, estando incluído o de Psicologia Hospitalar [12]. Segundo Chiattone [4], a Psicologia pôde se inserir no contexto do hospital geral em decorrência às novas tendências que assinalavam a necessidade de expandir o saber biopsicossocial na compreensão da patologia, visando modificar as concepções habituais, baseadas no modelo biomédico, que neste período histórico, passou a ser questionado. Entretanto, a falta de um paradigma claro de atuação fez com que os primeiros trabalhos da Psicologia Hospitalar consistissem na transposição do modelo de atuação presente na clínica, para os hospitais. Com isso, segundo Chiattone [4], muitas experiências foram malsucedidas, pois esses novos profissionais acabaram por se distanciar da realidade institucional. Segundo Ismael [6], apesar de haver, hoje, um maior número de profissionais na área hospitalar, ainda persiste uma série de dificuldades, como a própria inserção do psicólogo na unidade institucional e a deficiência do instrumental teórico para atuação nesta área específica.

2 Angerami-Camom [1] afirma que, desde a formação acadêmica do psicólogo faltam subsídios teóricos para uma prática no contexto hospitalar, sendo, essa formação muito restrita para sedimentar a prática na realidade institucional. Neste sentido, é mister destacar, segundo Ismael [6], que a Psicologia no ambiente hospitalar é uma área emergente, e, portanto, o psicólogo que se insere neste contexto deve estar disposto a enfrentar o desafio da definição de um modelo de atuação voltado para a saúde mental da coletividade. Ainda é evidente a impossibilidade de contextualizar a psicologia hospitalar dentro de um paradigma científico, uma vez que seus pressupostos não se encontram firmemente estabelecidos [4]. Nas palavras de Chiattone [4], faz-se psicologia de forma distinta nos diferentes hospitais e instituições de saúde no Brasil, dificultando a definição do papel profissional. Carvalho [3] afirma que, atualmente, a própria definição do campo encontra-se em debate, uma vez que, a nomenclatura utilizada - Psicologia Hospitalar - denomina um local de atuação e não um campo de saber. Segundo Yamamoto, Trindade e Oliveira [3], esta denominação é inadequada, pois resulta em classificações pouco elucidativas, como se existisse uma psicologia para cada espaço de atuação do psicólogo. Tal perspectiva, segundo estes mesmos autores, leva a uma dispersão e fragmentação da teoria e das práticas psicológicas e dificulta o estabelecimento da identidade profissional do psicólogo que atua em hospitais como profissional da saúde. O presente trabalho objetiva levantar dados para a caracterização da formação acadêmica e da atividade profissional do psicólogo que atua em um Hospital Universitário, proporcionando a investigação sobre os modelos de práticas psicológicas, no contexto hospitalar. 2. MÉTODO A pesquisa foi realizada num Hospital Universitário, que é uma das principais instituições hospitalares de atuação terciária de cidade do interior paulista e sua região metropolitana, conveniado ao Sistema único de Saúde (SUS), constituindo-se na principal referência da Secretária Municipal de Saúde da cidade. Participaram desta pesquisa oito psicólogas, sendo elas: duas assistenciais contratadas, três residentes do Programa de Residência em Psicologia Hospitalar e três aprimorandas do Programa de Aprimoramento Profissional em Psicologia da Saúde/Hospitalar, que atuam no Hospital Universitário e que aceitaram participar do estudo, assinando o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Foi utilizada uma entrevista semi-estruturada, que, inicialmente, incluía itens relativos à: identificação dos participantes, local da graduação, o tempo de formação, pós-graduação, tempo de atuação na instituição hospitalar, número de horas semanais trabalhadas e outras atuações profissionais. A segunda parte da entrevista foi composta por questões formuladas, considerando-se os objetivos da pesquisa, as quais visavam explorar os seguintes aspectos: o primeiro contato do entrevistado com a área da Psicologia Hospitalar; a trajetória profissional até a atuação como psicólogo em uma instituição hospitalar; atividades desempenhadas, atualmente, como psicólogo hospitalar; origem da demanda destas atividades; percepção da relação do psicólogo com os outros profissionais do hospital; percepção da relação do psicólogo com outros psicólogos na instituição; os pontos fortes e fracos da atuação como psicólogo no hospital; relevância da abordagem teórica para a prática profissional no hospital e, por fim, quais as perspectivas da Psicologia Hospitalar na visão do entrevistado. Houve dois momentos de aplicação da entrevista: primeiramente, foi realizado um estudo piloto, utilizando-se um roteiro previamente elaborado, para entrevistar uma das psicólogas do Hospital Universitário e, diante dos resultados satisfatórios obtidos, prosseguiu-se com a realização das demais entrevistas. Todas as entrevistas foram previamente agendadas com as participantes e ocorreram nas dependências do próprio Hospital Universitário, num período de cinco meses, desde setembro de 2010 até janeiro Todas as entrevistas foram gravadas e, posteriormente, transcritas. Os dados coletados foram analisados através da análise de conteúdo temática, proposta por Bardin [2]. Para tanto, as entrevistas transcritas foram lidas sucessivas vezes pela pesquisadora. Num segundo momento, procedeu-se com a categorização temática das mesmas, o que resultou em quatro categorias finais: A habilitação, O fazer da Psicologia Hospitalar, Relação e reconhecimento na equipe e Perspectivas futuras. 3. RESULTADOS Os dados demonstram que, em relação à faixa etária, a maioria dos participantes (seis participantes) tem entre 26 e 31 anos, dois participantes têm entre 20 e 25 anos e um participante tem 32 anos.

3 Foi possível constatar, também, que seis participantes estavam realizando pós-graduação lato-sensu em Psicologia Hospitalar e duas já eram pós-graduadas nesta área. Observou-se que cinco participantes têm outra atuação além daquela exercida na instituição hospitalar e três atuam somente no hospital. Os dados demonstraram que duas participantes têm mais tempo de formadas e mais tempo de atuação na instituição. Uma tem dois anos de atuação e as outras participantes apenas um ano de atuação. Foi possível verificar também que, seis participantes terminaram a graduação e, imediatamente, se inseriram na instituição hospitalar. Em relação às categorias temáticas, foi possível identificar quatro: A habilitação, O fazer da Psicologia Hospitalar, Relação e o reconhecimento na equipe e Perspectivas futuras, que serão, a seguir, descritas: 1. A habilitação Esta categoria diz respeito à capacitação das participantes para o exercício da função de Psicóloga Hospitalar. Os resultados indicaram que a graduação foi a primeira forma de contato com a Psicologia Hospitalar, sendo esta não caracterizada como uma disciplina específica da graduação. Entretanto, a graduação não foi suficiente para capacitar as participantes para a atuação como psicólogas hospitalares, isto porque esta primeira formação ofereceu subsídios mais teóricos do que práticos. Tal aspecto fez com que todas as entrevistadas buscassem a prática em cursos de aprimoramento e residência, logo após a graduação. Outro dado referente à habilitação, diz respeito à abordagem teórica. Segundo as participantes, a abordagem teórica tem sua importância e é fundamental para o trabalho da psicologia hospitalar, uma vez que ela sustenta de forma científica um fazer, porém o contexto hospitalar tem características singulares e muito distintas daquelas apresentadas na clínica e em outros locais, e, portanto, exige técnicas e atuação próprias para atender, de forma eficaz, a demanda deste contexto. 2. O Fazer da Psicologia Hospitalar Esta categoria diz respeito aos aspectos relacionados à prática profissional das psicólogas entrevistadas no contexto hospitalar. Pôde-se constatar que a atuação é principalmente desenvolvida junto aos pacientes e seus familiares, mediante solicitação, ou não, da equipe. Todos os profissionais da saúde que trabalham na instituição hospitalar e têm contato com o paciente podem solicitar o serviço de interconsulta psicológica. Todavia, foi observado que, preponderantemente, os médicos e a equipe de enfermagem são os que mais solicitam. Eventualmente, o próprio paciente pede ao médico para que seja encaminhado ao Serviço de Psicologia. As participantes demonstraram, também, que muitas vezes recebem encaminhamentos que não condizem com o trabalho da Psicologia Hospitalar. 3. Relação e reconhecimento na equipe. As participantes expuseram, em seus discursos, algumas atitudes necessárias para que o psicólogo hospitalar tenha uma boa relação com os outros profissionais da equipe multidisciplinar e consiga, aos poucos, adquirir confiança e reconhecimento do seu trabalho. A primeira delas se refere ao fato do psicólogo ter claro o seu objetivo e papel na equipe, porque, apenas desta forma, será possível um trabalho integrado à equipe multidisciplinar. Estando dentro da equipe, o psicólogo deve, segundo as participantes, se comunicar de maneira efetiva, e para isto ele não deve utilizar explicações teóricas e técnicas pouco acessíveis às outras áreas do conhecimento. Ele precisa adequar sua linguagem ao contexto e se certificar de que foi compreendido. Neste sentido, é importante que o psicólogo hospitalar esteja interessado em manter-se próximo das outras especialidades, para poder utilizar estes conhecimentos, e aprimorar, assim, sua comunicação. Ele não deve restringir-se a Psicologia e considerar esta a compreensão soberana da patologia. A alta demanda e as próprias urgências do ambiente hospitalar propiciam a falta de tempo e de espaços formais para que o psicólogo se relacione com os outros profissionais da equipe multidisciplinar. Entretanto, estas relações devem acontecer e para serem efetivas, o psicólogo deve ser capaz de se adequar a estas características. Além disso, por ser a instituição um hospital-escola, existe uma alta rotatividade de profissionais, o que faz com que o psicólogo precise ter a disposição para estabelecer contatos diários com a equipe multiprofissional, realizando também, a função de mediador. É importante destacar que todas as entrevistadas ressaltaram que, num primeiro momento, quando se inseriram na instituição, tiveram que apresentar seus trabalhos e demonstrar para a equipe suas funções. A relação entre os psicólogos que trabalham também foi investigada e pôde-se constatar que ela é boa e diplomática, porém faltam momentos para encontros e discussões entre eles, devido ao número reduzido de

4 psicólogos, pouca carga horária de atuação e alta demanda hospitalar, assim como, à falta de um espaço físico específico para eles se reunirem. 4. Perspectivas Futuras. Esta categoria refere-se às ideias que as psicólogas entrevistadas têm a respeito das perspectivas futuras da Psicologia Hospitalar. Para as entrevistadas esta ainda é uma área que está em construção, se consolidando, tanto em termos teóricos quanto práticos. Nos últimos anos houve um grande aumento de cursos de especialização, comprovando assim, a procura por um aperfeiçoamento na área. Tendo em vista esse processo, as participantes acreditam que as pesquisas nesta área são de grande valia, uma vez que comprovam a imprescindibilidade da atuação do psicólogo na instituição hospitalar, tanto em relação ao seu público-alvo: pacientes e seus familiares, como também em termos econômicos. 4. ANÁLISE DOS RESULTADOS Os resultados encontrados, em relação às características demográficas das participantes deste estudo, evidenciam que, a despeito do maior desenvolvimento a partir da década de 90, o psicólogo que trabalha em hospitais no Brasil, ainda é caracterizado por ser mulher, com idade inferior a 35 anos e recém-formado, conforme já constatado por Lamosa, em 1987 [7]. Provavelmente, uma das justificativas para este achado é o fato de que trabalhar em hospitais é, para o recém-formado, a oportunidade de um trabalho com remuneração fixa, além do que, como apontado por Vieira [12], um profissional já estabelecido não se submeteria aos baixos salários pagos pelas instituições. Tal asserção confirma-se quando verificamos que no hospital onde ocorreu o presente estudo, o número de profissionais contratadas e suas respectivas cargas de jornada de trabalho, são bastante reduzidas em relação às residentes e aprimorandas, cuja remuneração ocorre mediante programas de bolsa de estudo. Pode-se pensar também, que os baixos salários justificariam a necessidade de complementação de renda, o que é conseguido, por metade das participantes, exercendo a prática profissional em clínicas particulares. Contudo, acreditamos que a duplicidade de papéis profissionais, pode também ser atribuída ao fato, já constatado por Seidl e Costa Jr. [12], de que a Psicologia da Saúde vem sendo construída, prioritariamente, por profissionais com experiência em clínica e/ou egressos da Psicologia Clínica. Nesse sentido, no entanto, apesar do maior desenvolvimento na área da Psicologia da Saúde e das mudanças significativas das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia, nas últimas décadas, os resultados indicam que, se não quiser fazer como o psicólogo hospitalar das décadas de 50 e 60, que transportava o consultório para dentro dos hospitais [10], o profissional que atua nessa área, deve buscar subsídios teóricos e práticos em programas de pósgraduação. Nos depoimentos das participantes deste estudo, a necessidade de cursar programas de pósgraduação lato-sensu em Psicologia Hospitalar, ocorre porque, na estrutura da graduação, os subsídios práticos fornecidos, são insuficientes e/ou incompatíveis com o desempenho no contexto hospitalar. O contexto hospitalar apresenta à Psicologia características específicas e muito diferentes daquelas encontradas na clínica, exigindo dos profissionais uma nova postura, teórica e prática, voltada para atender a essa nova demanda [10, 6]. Assim é, que para os participantes deste estudo, o referencial teórico adotado na prática clínica, não é, necessariamente, aquele que caracteriza sua atuação como psicóloga hospitalar. No caso do hospital, onde ocorreu este estudo, as atividades do psicólogo hospitalar são desenvolvidas, principalmente, junto aos pacientes e seus familiares, como já definido por Romano [10] e More, Crepaldi, Gonçalvez e Menezes [8]. Tais atividades raramente originam-se de iniciativas independentes do Serviço de Psicologia, ou seja, a partir dos protocolos que definem quais pacientes devem ser atendidos, em função de critérios pré-estabelecidos. Na maioria das vezes, as atividades das participantes, referem-se às interconsultas solicitadas por outro profissional da equipe multidisciplinar, principalmente pelos médicos e enfermeiros. No entanto, conforme relatado pelas participantes, muitas vezes, são feitos encaminhamentos indevidos para o psicólogo hospitalar, uma vez que alguns profissionais que solicitam o serviço de interconsulta psicológica parecem não ter elucidado o objetivo desta ação, ou seja, não demonstram compreensão acerca do Serviço de Psicologia num contexto terciário. Carvalho [3] demonstrou, em seu estudo, que os médicos pesquisados possuíam uma falta real de conhecimento acerca da Psicologia, relacionando-a a uma função assistencialista, fortemente associada à psicologia clínica, utilizando, até mesmo, explicações

5 do senso comum para definir a área. A falta de clareza que os outros profissionais demonstram acerca da função do psicólogo, no hospital, pode estar relacionada à forma como se aplica e como se dá a própria atuação profissional do psicólogo no hospital [3], sendo necessário que o psicólogo tenha claro o seu papel e seu objetivo para conseguir disseminá-los, através de suas ações, na equipe multidisciplinar [11]. Nesse sentido, as participantes expõem, em seus discursos, algumas atitudes que consideram necessárias para que o psicólogo hospitalar tenha uma boa relação com os outros profissionais da equipe multidisciplinar e consiga, aos poucos, adquirir sua confiança e o reconhecimento. Entre estas atitudes, está a necessidade de inserirse na equipe, mantendo-se próximo as outras especialidades e utilizando conhecimentos destas para aprimorar, tanto seu entendimento, como sua comunicação. Dessa forma, sempre será necessária, mesmo que de forma rudimentar, a troca de informações, sendo, portanto, indispensável que o psicólogo tenha conhecimento das atividades desenvolvidas pelos demais profissionais, bem como os limites de cada um, possibilitando uma atuação integrada, com manejo único [5]. Ao se relacionar com outras especialidades, as entrevistadas ressaltaram, também, a importância do psicólogo não utilizar explicações teóricas e técnicas subjetivas e pouco acessíveis às outras áreas do conhecimento, concordando com Carvalho [3], para quem o psicólogo e a equipe devem "falar a mesma língua", pois apenas desta maneira é possível um trabalho integrado. A ideia apresentada foi a de que cada profissional é responsável por sua área de conhecimento, o quê não significa invalidar o saber do outro; mas pelo contrário, quanto maior a troca entre as várias especialidades, maior a compreensão que se tem do paciente e melhor a ajuda destinada a ele. Tal concepção, segundo More, Crepaldi, Queiroz, Wendt e Cardoso [9], seria a da interdisciplinaridade, na qual não se nega as especialidades, mas procurase reconhecer as especificidades de cada profissional, superando o conhecimento fragmentado e trabalhando o mesmo através de interdependências e relações. Para garantir a integração à equipe, as participantes revelaram a necessidade de serem maleáveis, de serem capazes de improvisar. Um dos exemplos de comunicação utilizado neste contexto de urgências, citados pelas participantes, é o prontuário. Segundo Fossi e Guareschi [5], o prontuário é um instrumento essencial para a integração das diferentes áreas disciplinares da saúde. Contudo, na visão das participantes, os prontuários e encontros nos corredores, não são as melhores formas de comunicação com a equipe e a interação deveria ser intensificada. Pode-se pensar que a falta de espaços formais para discussão com a equipe, a alta demanda hospitalar e a pouca quantidade de psicólogos contratados, assim como, a falta de tempo de todos os profissionais, dificulta esta interação, comprometendo também o conhecimento que os outros profissionais demonstram acerca do Serviço de Psicologia, pois, conforme Tonetto e Gomes [11], somente o intenso trabalho em equipe propicia o reconhecimento das diferentes áreas de atuação. A falta de clareza dos profissionais acerca da função do psicólogo neste Hospital Universitário, também é observada nos discursos das participantes sobre as suas inserções na equipe, uma vez que todas disseram que precisaram "abrir caminhos", mostrar o porquê de suas ações, para conquistarem a equipe e conseguirem um reconhecimento de suas funções. A relação entre os psicólogos que trabalham na instituição também foi investigada. As participantes afirmaram que a relação entre eles é boa e diplomática, porém sentem falta de momentos para encontros e discussões, devido ao número reduzido de psicólogos, à pouca carga horária de atuação, à alta demanda hospitalar e à falta de um espaço físico para se reunirem e trocarem experiências. Tais resultados também foram encontrados no estudo realizado por Vieira [12] - as dificuldades colocadas pelos profissionais quanto à atuação em hospitais: falta de material, falta de espaço físico adequado, falta de diálogo com outros psicólogos". 5. CONCLUSÃO Ao final deste trabalho, podemos concluir que, em termos de formação, a graduação apenas, não está preparando o psicólogo para os desafios da prática profissional no contexto hospitalar, ou seja, trabalho integrado, tanto em equipe, quanto com os familiares, o setting terapêutico e o tempo para os atendimentos não tão definidos e precisos como na clínica, a rotatividade de pacientes, rotina hospitalar e a própria situação de crise que o paciente vivencia no processo de adoecimento e hospitalização. Somado a isso, a instituição hospitalar, condicionada pelas questões administrativas financeiras decorrentes das políticas públicas de saúde, não tem oferecido as condições necessárias para a inserção

6 do psicólogo na equipe e o seu reconhecimento. Há escassez de profissionais em relação à demanda, falta espaço físico e tempo para que os profissionais da equipe possam atuar como equipe multi e interdisciplinar, de maneira satisfatória. Sem o adequado funcionamento da equipe, torna-se difícil para os outros profissionais reconhecerem o campo de atuação do psicólogo. Mais de 50 anos depois de sua entrada no hospital, o lugar da Psicologia ainda está sendo construído no dia-a-dia, atráves das ações dos psicólogos que aceitaram o desafio de mostrar a importância crucial do seu trabalho para a consecução do modelo biopsicossocial de atuação à saúde. Para além da adequação das políticas públicas de saúde, acreditamos que as pesquisas científicas voltadas não apenas à caracterização da prática do psicólogo hospitalar, mas também, à sua inserção na equipe multiprofissional, a partir da perspectiva dos outros profissionais, possam ser de grande valia em direção à delimitação e consolidação dessa área de atuação. AGRADECIMENTOS Agradeço ao PIBIC/CNPq pelo apoio concedido através da bolsa de estudos e à minha orientadora Helena Bazanelli Prebianchi, pela dedicação em transmitir sua experiência e conhecimento. REFERÊNCIAS [1] Angerami-Camom, V.A. (2010). O psicólogo no hospital. In: Angerami-Camom. Psicologia Hospitalar: Teoria e Prática (p. 1 14). São Paulo: Cengage Learning. [2] Bardin, L. (1988). Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70. [3] Carvalho, J. W. A. (2005). Representações sociais da Psicologia Hospitalar entre médicos e psicólogos. Dissertação de mestrado, Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. [4] Chiattone, H. B. C. (2000). A significação da psicologia no contexto hospitalar. In V. A. Angerami (Org.), Psicologia da saúde: um novo significado para a prática clínica (p ). São Paulo: Pioneira. [5] Fossi, L.B. & Guareschi, N.M.F. (2004). A psicologia hospitalar e as equipes multidisciplinares. Revista da SBPH [online]. 2004, 7 (1), Disponível em:<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php? pid=s &script=sci_arttext&tlng=pt>. [6] Ismael, S.M.C.(2010) A inserção do psicólogo no contexto hospitalar. In: Ismael, S.M.C. A prática psicológica e sua interface com as doenças. São Paulo: Casa do Psicólogo. [7] Lamosa, B.W.R. (1987). O psicólogo clínico em hospitais: contribuição para o desenvolvimento da profissão no país. Tese de doutorado em Psicologia Clínica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo. [8] More, C.L.O.; Crepaldi, M.A.;Gonçalves, J.R.; Menezes, M. (2009). Contribuições do pensamento sistêmico à prática do psicólogo no contexto hospitalar. Psicologia em estudo [online]. 2009, 14 (3), Disponível em: <http://www.scielo.br/ pdf/pe/v14n3/v14n3a07.pdf >. [9] More, C.L.O.; Crepaldi, M.A.; Queiroz, A.H.; Wendt, A.C.; Cardoso, V.S. (2004). As representações sociais do psicólogo entre os residentes do programa de saúde da família e a importância da interdisciplinaridade. Psicologia Hospitalar 1 (1), p [10] Romano, B.W. (1999). Princípios para a prática da psicologia clínica em hospitais. São Paulo: Casa do Psicólogo. [11] Tonetto, A. M. & Gomes, W. B. (2007). A prática do psicólogo hospitalar em equipe multidisciplinar. Estudos de Psicologia, 24(1), [12] Vieira, C.M.A.M. (2006). A construção de um lugar para a psicologia em hospitais de Sergipe. Dissertação de mestrado, do Programa de Pós- Graduação em Psicologia Social, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA JUNTO A UM PROGRAMA DE ESTIMULAÇÃO PRECOCE: O PAPEL DOS PROFESSORES E DA FAMÍLIA Ana Paula Marques Leal Barbosa 1 Adriana Garcia Gonçalves 2 1 Aluno do Curso de Pedagogia; Campus

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe 1378 O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Cristiane Ferraz Quevedo de Mello 1,

Leia mais

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte 4 Metodologia [...] a metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador. (Minayo, 1993,

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se PEDAGOGIA HOSPITALAR: PERSPECTIVAS PARA O TRABALHO DO PROFESSOR. Bergamo, M.G. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Silva, D.M. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Moreira, G.M. (Curso de Pedagogia,

Leia mais

XVI Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 20 a 22 de Outubro de 2010

XVI Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 20 a 22 de Outubro de 2010 XVI Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 20 a 22 de Outubro de 2010 PERFIL DOS PROFESSORES-PESQUISADORES DOS CURSOS DA SAÚDE DE UMA UNIVERSIDADE CEARENSE Palavras-chave: Educação

Leia mais

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO:

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

Palavras-chave: Busca ativa, dependência química, tratamento,

Palavras-chave: Busca ativa, dependência química, tratamento, BUSCA ATIVA DE PACIENTES DEPENDENTES QUÍMICOS Área Temática: Saúde Cristiane Barros Marcos 1 (Coordenadora da Ação de Extensão) Cristiane Barros Marcos, Bruna Abbud da Silva 2, Sara Silva Fernandes 3,

Leia mais

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular Daiele Zuquetto Rosa 1 Resumo: O presente trabalho objetiva socializar uma das estratégias de integração curricular em aplicação

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

Uma área em expansão. Radiologia

Uma área em expansão. Radiologia Uma área em expansão Conhecimento especializado e treinamento em novas tecnologias abrem caminho para equipes de Enfermagem nos serviços de diagnóstico por imagem e radiologia A atuação da Enfermagem em

Leia mais

X Encontro Nacional de Escolas de Governo

X Encontro Nacional de Escolas de Governo X Encontro Nacional de Escolas de Governo Painel Cursos de pós-graduação nas escolas de governo A experiência da Enap na oferta de cursos de pós-graduação lato sensu Carmen Izabel Gatto e Maria Stela Reis

Leia mais

TÍTULO: A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NOS NÚCLEOS DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA (NASF): VISÃO DOS PROFISSIONAIS

TÍTULO: A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NOS NÚCLEOS DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA (NASF): VISÃO DOS PROFISSIONAIS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: A INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NOS NÚCLEOS DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA (NASF):

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL?

PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL? PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL? Aline Fernanda Sartori Kanegusuku¹; Marina Tiemi Kobiyama Sonohara 1 ; Angélica Aparecida Valenza¹; Nemerson José Jesus¹; Sandra Diamante² RESUMO Para compreender

Leia mais

SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO

SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO Valesca Boarim da Silva 1 Regina Célia Gollner Zeitoune 2 Introdução:Trata-se de nota prévia de estudo que tem como

Leia mais

6 Metodologia. 6.1 Situando a pesquisa

6 Metodologia. 6.1 Situando a pesquisa 6 Metodologia Apresento neste capítulo a metodologia utilizada nesta pesquisa, o contexto em que ocorreu a coleta de dados, os participantes, os instrumentos usados e os procedimentos metodológicos para

Leia mais

A Percepção dos estudantes da saúde sobre a sua formação para o SUS

A Percepção dos estudantes da saúde sobre a sua formação para o SUS A Percepção dos estudantes da saúde sobre a sua formação para o SUS Zangirolani LTO, Santos ACA, Fuentes ACRC, Andrade JC, Stuck RC, Garcia MAA. Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Campinas,

Leia mais

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A indissociabilidade entre ensino/produção/difusão do conhecimento

Leia mais

OTRABALHO NOTURNO E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM TAUBATÉ E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

OTRABALHO NOTURNO E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM TAUBATÉ E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS OTRABALHO NOTURNO E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM TAUBATÉ E SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Tatiane Paula de Oliveira 1, Adriana Leonidas de Oliveira (orientadora) 2 1 Universidade de Taubaté/ Departamento

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Nara Elizia Souza de OLIVEIRA 1 ; Lizete Malagoni de A. C. OLIVEIRA 2 ; Roselma LUCCHESE

Leia mais

Universidade Estadual da Paraíba Mestrado em Saúde Coletiva. Rosana Farias Batista Leite Thelma Maria Grisi Velôso

Universidade Estadual da Paraíba Mestrado em Saúde Coletiva. Rosana Farias Batista Leite Thelma Maria Grisi Velôso Universidade Estadual da Paraíba Mestrado em Saúde Coletiva Limites e Perspectivas do Trabalho em Equipe no Programa Saúde da Família de Campina Grande PB: as Representações Sociais dos Profissionais Rosana

Leia mais

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 FILIETAZ, Marta R. Proença, martafilietaz@hotmail.com Face à emergência da obrigatoriedade legal da presença do intérprete

Leia mais

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho.

Palavras-chave: Transição acadêmico-profissional; formação em Psicologia; mercado de trabalho. 1 FORMAÇÃO, INSERÇÃO E ATUAÇÃO PROFISSIONAL NA PERSPECTIVA DOS EGRESSOS DE UM CURSO DE PSICOLOGIA. BOBATO, Sueli Terezinha, Mestre em Psicologia pela UFSC, Docente do Curso de Psicologia na Universidade

Leia mais

Regulamento e Critérios de Avaliação de Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento e Critérios de Avaliação de Trabalho de Conclusão de Curso Regulamento e Critérios de Avaliação de Trabalho de Conclusão de Curso Especialização em Acessibilidade Cultural Departamento de Terapia Ocupacional da UFRJ. Rio de Janeiro, 2013 Responsáveis pela elaboração

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas.

SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas. SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas. SANTOS, Silvana Salviano silvanasalviano@hotmail.com UNEMAT Campus de Juara JESUS, Lori Hack de lorihj@hotmail.com UNEMAT

Leia mais

O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA

O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Kalina Coeli Costa de Oliveira Dias (NEPB/UFPB) kalinacoeli@gmail.com Ana

Leia mais

CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACIPLAC PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACIPLAC PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA CURSO DE ODONTOLOGIA DA FACIPLAC PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA A FACIPLAC compreende a importância do desenvolvimento da Iniciação Científica em uma faculdade de ensino superior como alicerce na construção

Leia mais

Formação pedagógica docente na Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física

Formação pedagógica docente na Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física Formação pedagógica docente na Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física Amanda Pires Chaves Universidade de Sorocaba, Sorocaba/SP e-mail: amanda.pireschaves@gmail.com Maura Maria Morita Vasconcellos

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias O Programa Esporte e Lazer da Cidade e o seu processo formativo para egressos do curso de educação física da Universidade Federal

Leia mais

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP São Paulo - SP - maio 2011 Rita Maria Lino Tarcia, Universidade Federal

Leia mais

Mapeamento da atuação de psicólogos do esporte no Estado de São Paulo, desafios e perspectivas de futuro profissional.

Mapeamento da atuação de psicólogos do esporte no Estado de São Paulo, desafios e perspectivas de futuro profissional. Mapeamento da atuação de psicólogos do esporte no Estado de São Paulo, desafios e perspectivas de futuro profissional. Em 2012, durante a realização da I Mostra Paulista de Psicologia do esporte, foi realizado

Leia mais

A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva

A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva A importância da atuação do assistente social nas clínicas integradas de saúde e sua contribuição para as práticas de saúde coletiva Jakeline Gonçalves Bonifácio Vitória Régia Izaú Resumo Partimos do princípio

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 10. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 10. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 6 Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula 9 Cronograma de Aulas Pág. 10 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM AUDITORIA EM SERVIÇOS

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO MESTRADO SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO Justificativa A equipe do mestrado em Direito do UniCEUB articula-se com a graduação, notadamente, no âmbito dos cursos de

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas Julie Caroline de Alcântara Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: juliealcantara.31@gmail.com

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

especialidade Psic. Raquel Pusch pusch11@terra.com.br www.psicosaude.com.br

especialidade Psic. Raquel Pusch pusch11@terra.com.br www.psicosaude.com.br Psicologia Intensiva uma especialidade Psic. Raquel Pusch pusch11@terra.com.br www.psicosaude.com.br PSICOLOGIA INTENSIVA O intensivismo é uma especialidade que apresenta um caráter interdisciplinar voltado

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

O FUTURO PROFISSIONAL DOS TÉCNICOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS CAMBORIÚ

O FUTURO PROFISSIONAL DOS TÉCNICOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS CAMBORIÚ O FUTURO PROFISSIONAL DOS TÉCNICOS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS CAMBORIÚ Caroline Estercio 1 ; Valéria Machado 2 ; Roberta Raquel 3 RESUMO O presente trabalho tem como objetivo identificar o

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

educação ambiental: estamos caminhando... EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTAMOS CAMINHANDO...

educação ambiental: estamos caminhando... EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTAMOS CAMINHANDO... EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTAMOS CAMINHANDO... RAQUEL DA SILVA PEREIRA raquelspereira@uol.com.br universidade municipal de são caetano do sul O livro escrito pelos professores e pesquisadores José Carlos Barbieri

Leia mais

difusão de idéias EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO

difusão de idéias EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias outubro/2007 página 1 EDUCAÇÃO INFANTIL SEGMENTO QUE DEVE SER VALORIZADO Moysés Kuhlmann :A educação da criança pequena também deve ser pensada na perspectiva de

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM Dispõe sobre a normatização do funcionamento dos prontos-socorros hospitalares, assim como do dimensionamento da equipe médica e do sistema de trabalho. O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Há amplo consenso nas categorias profissionais da saúde, em especial na categoria

Leia mais

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO. Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira

COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO. Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO PSICÓLOGO BRASILEIRO Dra. Iraní Tomiatto de Oliveira Sumário Psicologia no Brasil: percurso histórico Psicologia no Brasil nos últimos vinte anos Referências legais e organização

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEME MENTARES CURSO DE ENFERMAGEM. Belo Horizonte

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEME MENTARES CURSO DE ENFERMAGEM. Belo Horizonte MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEME MENTARES CURSO DE ENFERMAGEM Belo Horizonte 2013 ÍNDICE 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 FINALIDADE... 3 3 DEVERES DO COORDENADOR EM RELAÇÃO AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES... 4 4 DEVERES

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013 1 AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO Temas 2 Objetivo e metodologia Utilização dos serviços do plano de saúde e ocorrência de problemas Reclamação ou recurso contra o plano de

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Este regulamento, elaborado pela Coordenação do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Metodista de São Paulo, tem por objetivo regulamentar o desenvolvimento

Leia mais

PROGRAMA DO PÓS-GRADUAÇÃO EM SEXOLOGIA CLÍNICA

PROGRAMA DO PÓS-GRADUAÇÃO EM SEXOLOGIA CLÍNICA PROGRAMA DO PÓS-GRADUAÇÃO EM SEXOLOGIA CLÍNICA 1. Nome do curso e Área(s) do Conhecimento - Pós-Graduação/Especialização em Sexologia Clínica - Área do conhecimento: Medicina - Forma de oferta: presencial

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO FINCK, Silvia Christina Madrid (UEPG) 1 TAQUES, Marcelo José (UEPG) 2 Considerações iniciais Sabemos

Leia mais

TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE

TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE TÍTULO: ALUNOS DE MEDICINA CAPACITAM AGENTES COMUNITÁRIOS NO OBAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO AUTOR(ES): THAIS

Leia mais

Política de humanização no estado de São Paulo

Política de humanização no estado de São Paulo Artigo Política de humanização no estado de São Paulo Por Eliana Ribas A autora é psicanalista e doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como coordenadora

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação

2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação 2 Agentes Comunitários de Saúde e sua atuação 1. A saúde é direito de todos. 2. O direito à saúde deve ser garantido pelo Estado. Aqui, deve-se entender Estado como Poder Público: governo federal, governos

Leia mais

A GESTÃO DA SAÚDE E A ENFERMAGEM: A FORMAÇÃO E A ATUAÇÃO PROFISSIONAL NO CONTEXTO DE UM COLEGIADO DE GESTÃO REGIONAL Sueli Terezinha Goi Barrios

A GESTÃO DA SAÚDE E A ENFERMAGEM: A FORMAÇÃO E A ATUAÇÃO PROFISSIONAL NO CONTEXTO DE UM COLEGIADO DE GESTÃO REGIONAL Sueli Terezinha Goi Barrios A GESTÃO DA SAÚDE E A ENFERMAGEM: A FORMAÇÃO E A ATUAÇÃO PROFISSIONAL NO CONTEXTO DE UM COLEGIADO DE GESTÃO REGIONAL Sueli Terezinha Goi Barrios Alcindo Antônio Ferla Adelina Giacomelli Prochnow Ana Cristina

Leia mais

COMO FORMAR MÉDICOS NO BRASIL FRENTE AOS ATUAIS DESAFIOS DA SAÚDE?

COMO FORMAR MÉDICOS NO BRASIL FRENTE AOS ATUAIS DESAFIOS DA SAÚDE? COMO FORMAR MÉDICOS NO BRASIL FRENTE AOS ATUAIS DESAFIOS DA SAÚDE? Vinícius Ximenes M. da Rocha Médico Sanitarista Diretor de Desenvolvimento da Educação em Saúde SESu/MEC Dificuldades para Implementação

Leia mais

A DIVULGAÇÃO DAS PESQUISAS DE DOCENTES DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA

A DIVULGAÇÃO DAS PESQUISAS DE DOCENTES DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A DIVULGAÇÃO DAS PESQUISAS DE DOCENTES DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA Glauciane Marques de Assis Berteloni 1 ; Maria

Leia mais

Humanização no atendimento do Profissional Envolvidos Com as Técnicas Radiológicas

Humanização no atendimento do Profissional Envolvidos Com as Técnicas Radiológicas CLEBER FEIJÓ SILVA DANIELA PATRICIA VAZ TAIS MAZZOTTI cleber.feijo@famesp.com.br danielavaz@famesp.combr tamazzotti@terra.com.br Humanização no atendimento do Profissional Envolvidos Com as Técnicas Radiológicas

Leia mais

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM Salete Beatriz Scheid 1 Neide Tiemi Murofuse 2 INTRODUÇÃO: Vivemos atualmente numa sociedade marcada pelas intensas e rápidas

Leia mais

Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno

Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno A crise de representação e o espaço da mídia na política RESENHA Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno Rogéria Martins Socióloga e Professora do Departamento de Educação/UESC

Leia mais

Título: Autores: Unidade Acadêmica: INTRODUÇÃO

Título: Autores: Unidade Acadêmica: INTRODUÇÃO Título: AVALIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA EM SAÚDE AO IDOSO NO MUNÍCIPIO DE ANÁPOLIS-EFETIVIDADE E RESOLUTIVIDADE Autores: Júlia Maria Rodrigues de OLIVEIRA, Marta Rovery de SOUZA. Unidade Acadêmica:

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

7 CONCLUSÕES A presente dissertação teve como objetivo identificar e compreender o processo de concepção, implantação e a dinâmica de funcionamento do trabalho em grupos na produção, utilizando, para isso,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, BACHARELADO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão Hospital Universitário Walter Cantídio Diretoria de Ensino e Pesquisa Serviço de Desenvolvimento de Recursos Humanos Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão HOSPITAL

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

Nossa inserção na Graduação se dá por meio da Unidade Curricular Educação e Comunicação na Prática Médica.

Nossa inserção na Graduação se dá por meio da Unidade Curricular Educação e Comunicação na Prática Médica. Ao longo desses 15 anos o CEDESS congrega atividades de ensino, pesquisa e extensão, nos níveis de graduação e pós-graduação lato e stricto sensu e tem por objeto de estudo o binômio Educação e Saúde.

Leia mais

O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE

O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE Nazaré do Socorro Moraes da Silva Universidade do Estado do Para/UEPA Secretaria Executiva de Educação/SEDUC nazaresocorro@hotmail.com Elise Cristina Pinheiro

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. PROPÓSITO

1. INTRODUÇÃO 2. PROPÓSITO 1. INTRODUÇÃO Em 2008, as atividades de implementação do programa de melhoria do sistema tiveram início em nossa OM, melhorando os resultados relacionados à identificação de seus gargalos internos e externos

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA Santa Maria, RS. 2012 SUMÁRIO CAPÍTULO I... 3 DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS... 3 CAPÍTULO II... 4 REGULARIZAÇÃO DO ESTÁGIO... 4 CAPÍTULO III... 5 DOS ASPECTOS LEGAIS... 5

Leia mais

Projetos de apoio ao SUS

Projetos de apoio ao SUS Carta Convite: Facilitação dos Cursos de Especialização em Gestão da Vigilância em Saúde, Gestão da Clínica nas Redes de Atenção à Saúde, Regulação em Saúde no SUS e Gestão do Risco e Segurança do Paciente

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias. A INCLUSÃO DA CRIANÇA COM SINDROME DE DOWN E SEU PROCESSO

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC MINAS UNIDADE BELO HORIZONTE

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC MINAS UNIDADE BELO HORIZONTE REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC MINAS UNIDADE BELO HORIZONTE CAPÍTULO I DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Art. 1º - O programa de Iniciação Científica da

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: maternidade, representação social da mulher, paradigma biológico. 1. Introdução

PALAVRAS-CHAVE: maternidade, representação social da mulher, paradigma biológico. 1. Introdução O SER MULHER, MÃE E TRABALHADORA: a maternidade sob a ótica da mulher atual Márcia Marrocos Aristides Barbiero Orientadora: Katia Fernanda Alves Moreira RESUMO: Esta pesquisa teve como objetivo estudar

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO BACHETI, Luciane Serrate Pacheco, FERNANDES, Márcia Alessandra de Souza, SILVA, Maria Izabel

Leia mais

componente de avaliação de desempenho para sistemas de informação em recursos humanos do SUS

componente de avaliação de desempenho para sistemas de informação em recursos humanos do SUS Informação como suporte à gestão: desenvolvimento de componente de avaliação de desempenho para sistemas de Esta atividade buscou desenvolver instrumentos e ferramentas gerenciais para subsidiar a qualificação

Leia mais

Avanços na transparência

Avanços na transparência Avanços na transparência A Capes está avançando não apenas na questão dos indicadores, como vimos nas semanas anteriores, mas também na transparência do sistema. Este assunto será explicado aqui, com ênfase

Leia mais