A PSICOLOGIA E O SUS: EXPERIÊNCIA DE TRABALHO EM EQUIPE MULTIDISCIPLINAR

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1 A PSICOLOGIA E O SUS: EXPERIÊNCIA DE TRABALHO EM EQUIPE MULTIDISCIPLINAR A forma como estão instituídas as práticas de saúde no Brasil através do Sistema Único de Saúde (SUS) é fruto das lutas da reforma sanitária; este movimento foi fomentado por intelectuais e trabalhadores da saúde na década de 70, que vislumbraram o direito democrático à saúde. O SUS, portanto, vem construindo um sistema de saúde que atenda aos pressupostos de integralidade e co-responsabilização que prioriza a promoção saúde. O profissional da Psicologia representa 10% dos trabalhadores da rede pública de Saúde, considerando o recente processo de institucionalização da profissão no país em 1962, as peculiaridades de sua entrada no sistema, somado à nova configuração da assistência, muitas reflexões devem ser realizadas visando à melhoria da formação do profissional que atua no SUS. O presente trabalho tem por objetivo expor as dificuldades e o aprendizado, advindas da experiência de alunas do curso de Psicologia da Universidade Estadual de Maringá com o trabalho em equipe Multidisciplinar fomentado pelo PET-SAÚDE (Programa de Educação para o trabalho em Saúde), iniciativa conjunta dos Ministérios da Saúde e da Educação que tem por finalidade a melhoria da formação dos profissionais para a atuação no SUS. As atividades propostas foram realizadas com grupos multidisciplinares com integrantes dos cursos de Medicina, Enfermagem, Odontologia, Farmácia, Educação Física e Psicologia, em parceria com os trabalhadores de uma Unidade básica de saúde da cidade. Palavras-chave: Saúde Coletiva. Equipe multidisciplinar. Psicologia. SUS. Natália Aparecida Barzaghi - Discente do curso de Psicologia da Universidade Estadual de Maringá e participantes do PET-SAÚDE. Endereço: R. Paranaguá n 565 Bl:04 Ap:22. Zona-7. Maringá Pr. Fernanda Quaglia Franzini - Endereço: R. Demétrio Ribeiro n 250 Ap 203. Zona - A construção e implantação do Sistema Único de Saúde brasileiro é fruto de um processo participativo, ligado às lutas do movimento da Reforma Sanitária. Tal movimento, fomentado por intelectuais e trabalhadores da saúde na década de 70, vislumbrava o direito democrático à saúde. Assim, se faz de fundamental importância o entendimento dos acontecimentos da época, buscando localizar o movimento em seu contexto social, histórico, político e econômico. Nas décadas de 70/80, acontecimentos em diversos âmbitos levaram a transformações profundas na sociedade brasileira. O crescente endividamento externo levou a um questionamento intenso do regime político autoritário vigente no governo nacional, o que enfraqueceu o governo e incentivou movimentos sociais de diversas ordens (Camargo-Borges e Cardoso, 2005). Destaca-se que o regime militar significou uma regressão no desenvolvimento do sistema de saúde brasileiro, visto que no início da república o polêmico modelo sanitarista de Oswaldo Cruz era baseado em propostas

2 preventivas, enquanto que, ao assumir o poder, o sistema militarista ditatorial passou a priorizar uma medicina curativa e incapaz de solucionar os problemas de saúde coletiva no país. Além de ineficaz, este modelo tinha custos extremamente altos para uma população de marginalizados, uma vez que aqueles que não tinham carteira de trabalho assinada não estavam incluídos no sistema previdenciário. Deste modo, institui-se no Brasil um sistema de saúde bastante defasado. (Faleiros et. al., 2006) Neste contexto, vários acontecimentos apontavam para a necessidade de mudanças, como o fracasso do modelo prestador de serviços, a privatização da assistência médica, a crise da previdência social, as altas taxas de mortalidade materna e infantil, o aumento das doenças infecto-contagiosas e os altos índices de acidentes de trabalho. Tais fatores levaram a uma grande mobilização social, conhecida como movimento sanitário (Dimenstein apud Camargo-Borges e Cardoso, 2005). Esse movimento trouxe como propostas novas concepções do pensar e fazer saúde, como, por exemplo, a proposição de um atendimento mais humano e universal, propostas estas que só poderiam ser efetivada através de uma reforma sanitária ampla. O caráter ideológico inicial do movimento foi convertido em um caráter mais pragmático, construindo assim alternativas concretas para a reformulação do sistema de saúde e a redemocratização do país. (Camargo-Borges e Cardoso, 2005). A ideia era que as mudanças fossem realizadas através das conferências de saúde, convidando a população para discutir e participar destes espaços, que na época não passavam de espaços burocráticos. Destarte, a VIII Conferência Nacional de Saúde configurou-se como um espaço para a problematização do conceito de saúde. Este, antes focado nos aspectos biológicos e na ausência de doenças, foi redefinido, passando a ser pensado a partir de uma concepção mais ampla e dinâmica. Assim, a saúde passa a ser pensada como produto social resultante da ação de diversos determinantes: acesso a lazer, escola, saneamento básico, trabalho, serviços de saúde, entre outros (Conferência Nacional de Saúde, 1986). A partir das propostas levantadas na Conferência, o Sistema Único de Saúde foi incluído na Constituição do Brasil de 1988, reconhecendo a saúde como direito de todos e dever do Estado. Tal Sistema representou muitos avanços no atendimento em saúde no Brasil, assim como, ainda hoje, encontra-se frente a muitos desafios para sua consolidação. Como avanços do Sistema, podemos destacar a descentralização da gestão; a criação de Conselhos de Saúde em todos os estados e na maioria dos municípios,

3 reforçando o exercício de controle social e gestão participativa; o fortalecimento das redes de atenção em saúde, em especial a atenção básica; o aumento da cobertura dos serviços nos diferentes níveis de complexidade e o reconhecimento e legitimização pelo Estado e sociedade dos princípios e diretrizes do SUS (Brasil, 2003). Os princípios acima mencionados dizem respeito à universalidade, equidade e integralidade. A universalidade refere-se à garantia de atenção à saúde a todo e qualquer cidadão, direito este a ser garantido pelos governos municipal, estadual e federal. A equidade garante que todo cidadão é igual perante o SUS e deverá ser atendido em todos os níveis de complexidade, conforme necessário em cada caso, sem privilégios ou barreiras. A integralidade diz respeito à compreensão de que o homem é ser integral e deverá ser atendido por um sistema integrado, com ações que visam promover, proteger e recuperar a saúde. Quanto à organização do sistema, existem também os princípios de regionalização e hierarquização, resolutibilidade, descentralização e participação popular. Estes princípios apontam para fato de que os serviços devem ser organizados em níveis de complexidade crescente e dispostos em uma área geográfica delimitada com definição da população a ser atendida, permitindo o acesso à rede a nível primário e maior conhecimento dos problemas específicos a ser enfrentados em cada área de abrangência. Além disso, os problemas devem ser resolvidos dentro da capacidade instalada do sistema e com responsabilidades redistribuídas em toda a rede de serviços e em todas as esferas de governo, garantindo também que a população participe do processo de formulação e controle da execução das políticas de saúde (Lei 8080/90 e Lei 8142/90). Após a implantação do SUS, um período de mudanças marcou o surgimento de diversos dispositivos hoje fundamentais na consolidação do mesmo. Em 1994, o Programa Saúde da Família foi oficializado, inicialmente com ações voltadas a regiões de escassa assistência à população. Tal programa foi considerado como uma possibilidade significativa de universalização do atendimento à saúde e implementação dos pressupostos da reforma sanitária brasileira, e partindo daí houve esforços e incentivos para que o mesmo deixasse de ser apenas um programa e se transformasse em Estratégia Saúde da Família, um projeto único do sistema de saúde responsável pela atenção primária (Camargo-Borges e Cardoso, 2005). Destarte, a ESF visa estruturar o modelo de atenção voltado para a integralidade e qualidade da assistência, reafirmando os princípios do SUS com as especificidades de um trabalho de atenção básica. Assim, a proposta desta estratégia é ser a porta de

4 entrada do usuário no sistema, através de um trabalho em território específico 600 a 1000 famílias a ser acompanhadas por equipe e realizado por uma equipe mínima, que inclui médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários de saúde. Este trabalho em equipe visa ser também um dispositivo de responsabilização institucional e sanitária no processo de cuidado com a saúde, articulado a toda a rede de serviços (Brasil, 2003). A inserção em um território específico permite à equipe um conhecimento da cultura, das relações e dos problemas específicos da área e a realização de um trabalho local com a população, baseado no acolhimento e no estabelecimento de vínculos. Trabalhar em consonância com os pressupostos da ESF exige uma inversão na lógica do cuidado, que deve ser menos técnico e mais relacional. O enfoque está nas relações, tanto entre equipe e usuário quanto dentro da própria equipe (Camargo-Borges e Cardoso, 2005). Entendemos que este novo modelo de trabalho exige uma conduta profissional mais ampla e coletiva, com enfoque não mais no indivíduo, mas nas relações, resgatando as múltiplas dimensões da saúde. Para tal, a postura do profissional deve ser reformulada, e, entre os desafios presentes nesta área, ganha destaque a inserção de diversos saberes para a produção do cuidado em saúde personificada na imagem da equipe multiprofissional. O trabalho em equipe configura-se como um dos pilares da reorganização da atenção em saúde, sendo uma estratégia para lidar com o intenso processo de especialização na área da saúde. No entanto, devemos refletir acerca da questão de que muitas vezes a equipe multidisciplinar é considerada como realidade partindo apenas do agrupamento de diferentes profissionais, muitas vezes sem que haja uma articulação entre os trabalhos especializados, o que resulta em uma ação fragmentada. De acordo com Peduzzi (2001), é apenas a partir da articulação das ações e interação dos agentes no trabalho em equipe que se pode considerar uma ação como consoante com a proposta de integralidade nas ações de saúde, entendendo por articulação as situações de trabalho em que são elaboradas correlações e evidenciadas as conexões entre as diversas intervenções executadas. Desta forma, a autora afirma que o trabalho em equipe consiste em uma modalidade de trabalho coletivo, que se configura em uma relação de reciprocidade entre intervenções técnicas e interação dos agentes. Assim, para identificar um trabalho em equipe de fato, devemos nos atentar à comunicação entre os profissionais envolvidos, às diferenças técnicas e de valorização social de cada trabalho, à formulação

5 de um projeto de assistência comum considerando as especificidades de cada área profissional; à flexibilidade da divisão do trabalho e à autonomia técnica. Tendo em vista a importância do trabalho em equipe, destaca-se que os profissionais que compõe as equipes mínimas da ESF muitas vezes são insuficientes no que diz respeito ao conhecimento necessário para o entendimento do ser humano em suas diversas facetas. Por isso, fez-se fundamental a inserção de outros profissionais no sistema de saúde, como psicólogos, dentistas, nutricionistas, fisioterapeutas, educadores físicos, entre outros. Neste trabalho, nos ateremos às questões concernentes à inserção do psicólogo no SUS, através de uma discussão histórica deste processo e da apresentação da experiência de alunas do curso de psicologia com o trabalho multidisciplinar em saúde, como participantes de um projeto voltado à atenção básica. A profissão de Psicólogo no Brasil é regulamentada em 27 de agosto de 1962, através da lei Se analisado o processo pelo qual fora institucionalizada a profissão, encontram-se resquícios da íntima relação da Psicologia com a elite brasileira, não houve qualquer tipo de mobilização para a conquista da lei, ou seja, a profissão nasce sem ter se constituído socialmente enquanto tal (BOCK, 2007). O conteúdo da lei versa sobre as atividades profissionais, influenciadas pela ótica da diferenciação e categorização de pessoas, nas tradicionais áreas escolar, organizacional e clínica privada. Em meados da década de 70, envolto por um momento sócio-histórico deveras perturbado há um incremento dos profissionais no campo da assistência pública à saúde, alguns fatores foram fundamentais para esta modesta inserção, destaca-se, o contexto de desenvolvimento das políticas públicas nacionais, a influência da crise econômica na clientela da clínica privada, o aumento expressivo de profissionais formados pelos inúmeros novos cursos de graduação, e a pressão por parte dos conselhos de classe sobre os orgãos públicos para a contratação de mais profissionais (BOCK,2007 e DIMENSTEIN,1998). O Psicólogo chega à saúde pública através da porta dos manicômios, quando estes se encontram no seu ápice, mas também em declínio. Inseridas no âmbito da crítica ao hospital psiquiátrico as equipes multiprofissionais eram vistas como alternativas para a subversão da cruel lógica manicomial, e um pequeno contingente de psicólogos adentram no serviço de saúde (DIMENSTEIN, 1998) Já em 2006, havia psicólogos trabalhando na rede de serviços de saúde, ou seja, cerca de 10% dos profissionais registrados nos conselhos de Psicologia atuavam

6 no SUS, sendo que destes aproximadamente 30% encontravam-se na Atenção básica. A referida pesquisa de abrangência nacional, realizada pela ABEP (Associação brasileira de ensino em Psicologia) buscou ainda compreender os motivos pelos quais estes profissionais escolheram (ou não) trabalhar na saúde pública, os dados mostram que 39% dos psicólogos entraram no sistema por motivos relacionados com a necessidade de emprego e demais características do funcionalismo público, 27% deles apontaram que possuíam uma identificação com os problemas da área, com o SUS e eram imbuídos por um sentimento de militância (SPINK e COLS, 2007). Os desafios aos psicólogos que por desejo ou falta de outras oportunidades trabalham na atenção básica são inúmeros, este profissional se depara com uma realidade que pouco ou quase nada lhe fora apresentada em sua formação. Questões referentes aos aspectos materiais do trabalho como defasagem salarial e problemas de instalações físicas, também podem ser identificadas como impasses para a atuação deste profissional, que por vezes transpõe o modelo aprendido de clinica privada para a saúde pública, sem levar em consideração as características da clientela e comunidade em que está inserido o seu trabalho. (DIMENSTEIN, 1998) Para além das discussões concernentes à (má) formação do psicólogo para atuar na rede pública, convém ressaltar ainda a influencia do arcabouço teórico que fundamenta as práticas profissionais, por vezes descontextualizadas em relação à concretude da existência humana, o que de sobremaneira influencia os processos de psicologização da vida (DIMENSTEIN, 1998). A consolidação do SUS depende, invariavelmente, da participação de todos os atores sociais envolvidos no processo, do gestor ao usuário, a lógica da coresponsabilização deve permear as ações, de modo que para a Psicologia, em particular, cabe a reflexão acerca da compatibilidade de seus instrumentos com o ideário do sistema de saúde e as reais necessidades da população atendida. Indo ao encontro da formação de profissionais adequados ao SUS, surge em 2008 o Programa de Educação para o Trabalho em Saúde, PET-SAÚDE, uma parceria dos ministérios da Saúde e da Educação que através de atividades de pesquisa, ensino e extensão, busca integrar academia e serviço, numa perspectiva de melhoria para ambos. Na Universidade Estadual de Maringá, o projeto PET-Saúde UEM: Fortalecendo a atenção básica em Maringá, conta com acadêmicos dos cursos de Enfermagem, Odontologia, Farmácia, Educação Física, Medicina e Psicologia. As atividades a que nos referiremos foram desenvolvidas na Unidade Básica de Saúde Pinheiros, portanto,

7 trabalhadores vinculados a Secretaria Municipal de Saúde participaram em conjunto com os alunos, além de docentes de todas as áreas que formam o núcleo de excelência clinica do projeto. Formar profissionais capazes de atuar interdisciplinarmente em equipe multiprofissional e oferecer atenção contínua, integral e humanizada, ao individuo, à família e à comunidade, é o objetivo geral do programa que, além disso, visa proporcionar aos envolvidos compreensão dos princípios da Estratégia de Saúde da Família; apreensão das concepções de Atenção Primária e Vigilância à saúde, entendendo o território como processo dinâmico, passível de intervenção; elaboração em equipe de estratégias de prevenção para riscos estabelecidos no exercício da Vigilância à Saúde na comunidade. As atividades do PET-SAÚDE em seu primeiro ano de existência, , foram realizadas em grupo, os grupos foram formados aleatoriamente e continham um acadêmico de cada curso, e um preceptor/trabalhador da UBS parceira. Cada grupo recebeu um tema para trabalho, sobre o tema deveriam se organizar no sentido de propor uma intervenção, e realizar um estudo pertinente a situação. Os temas eram: Educação em Saúde, Vigilância em Saúde, Planejamento Estratégico, Cuidado nos diferentes ciclos da vida e Recursos Humanos para a Saúde. Paralelamente, a coordenação dos cursos envolvidos, desenvolveram atividades especificos de sua área. Na Psicologia realizávamos encontros periódicos, em que discutíamos as dificuldades e os avanços dos trabalhos em grupos, bem como, realizavámos leituras concernentes as especificidades do trabalho do psicólogo na saúde coletiva. Enquanto acadêmicas de graduação, consideramos que as atividades desenvolvidas durante nossa participação do projeto extrapolam o limite dos objetivos estabelecidos. O PET-SAÚDE, em nossa concepção, oportunizou uma experiência impar, de inserção no serviço de Saúde e de trabalho em equipe multidisciplinar. O trabalho em equipe, além de enriquecedor nos trouxe algumas dificuldades. Do estranhamento do primeiro encontro ao processo de olhar em conjunto para a mesma situação, muito ocorreu. Acreditamos que um dos principais fatores que dificultam a prática da interdisciplinaridade no trabalho das equipes é a formação dos profissionais de saúde, que prioriza conhecimentos técnicos adquiridos e desconsidera práticas populares da comunidade na qual a equipe é inserida. Além disso, privilegia o trabalho individual, o que prejudica a integração da equipe e a aplicação da prática necessária.

8 Desta forma, acreditamos que a articulação que deu origem ao Pet-Saúde é uma das alternativas para a consolidação do SUS, porém, a construção é um processo, de modo que urgem ações de todos os setores da sociedade no intuito da melhoria na qualidade dos serviços de atenção à Saúde, pautados em necessidades reais, e participação popular. REFERÊNCIA BOCK, A. M. B. Psicologia e Saúde: Desafio às políticas públicas no Brasil. In ROSA, E. M. ET AL (org). Psicologia e Saúde: Desafio às políticas públicas no Brasil. Vitória: EDUFES, BRASIL. Ministério da Saúde. (2003). O desenvolvimento do Sistema Único de Saúde: avanços, desafios e reafirmação dos seus princípios e diretrizes. Brasília. CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE, 8, 1986, Brasília. Anais... Brasília: Ministério da Saúde, DIMENSTEIN, M. D. B.. O psicólogo nas Unidades Básicas de Saúde: desafios para a formação e atuação profissionais. Estud. psicol. Natal, v. 3, n. 1, jun FALEIROS, V. P.; SILVA, J. F. S.; VASCONCELLOS, L. C. F.; SILVEIRA, R. M. G. A Construção do SUS Histórias da Reforma Sanitária e do Processo Participativo. Brasília: Ministério da Saúde, 2006 Lei 8080/90. Disponível em: Acesso em: 30/10/2010. Lei 8142/90. Disponível em: em: Acesso em 30/10/2010 PEDUZZI, M. Equipe multiprofissional de saúde: conceito e tipologia. Rev Saúde Pública 2001; 35(1): SPINK, M. J. P. (org). A Psicologia em diálogo com o SUS: prática profissional e produção acadêmica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007.

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