JNS. Assessor de imprensa da Susep afirma que cadastramento alcança alto índice de atendimento.

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1 JNS JORNAL NACIONAL DE SEGUROS Ano 19 nº 236 Março/2012 Circula emabril 2012 Setores fiscal e contábil: faltam talentos Levantamento realizado pelo Confeb (Conselho Fiscal Empresarial Brasileiro) revelou que os setores fiscal e tributário encontram dificuldades em contratar profissionais. Pela pesquisa, 70% das empresas afirmaram que o apagão de talentos é um problema atual do setor. Outros 23% acreditam que a situação pode ser contornada, enquanto 6% disseram que o apagão de profissionais capacitados não existe. A dificuldade em encontrar talentos pode estar relacionada diretamente com a formação dos profissionais, já que apenas 1% dos entrevistados acredita que os executivos das áreas fiscal e tributária saem bem preparados da faculdade, possuindo todas as noções do setor, conseguindo se aprofundar e evoluir de acordo com o tema. Todos, inclusive você, devem estar integrados ao desenvolvimento do mercado de seguros Apela Gilvandro Guedes de Moura, presidente do Sincor AM/RR. Página 2. Corretores acumulam créditos para dar descontos a clientes em novas contratações Oferece a Tokio Marine na campanha Super Conta Corrente Página 10. O grande desafio das seguradoras: absorver a cultura da classe média que se forma Disse Patrick Larragoiti, na abertura do Insurance Service Meeting. Pág. 6. Casamento começa em motel e acaba em pensão - frase do deputado Romário Outras boas frases e muitas piadas para você relaxar, em Umas & Outras, na 11. É legal absolver estuprador de criança prostituta, como decidiu o STJ? Manoel Carvalho Neto comenta esse fato e a repulsa que teve. Pág. 2. Assessor de imprensa da Susep afirma que cadastramento alcança alto índice de atendimento. Corretores desmentem e fazem mais duras críticas à autarquia O diretor Secretário da Fenacor, Joaquim Mendanha de Ataídes, esclarece que não corresponde à realidade dos fatos a informação prestada pela autarquia, através de sua assessoria de imprensa, segundo a qual muitos corretores apresentam problemas existentes desde a realização do cadastro ainda pelo sistema da Fenacor, com pendências e exigências que datam do ano de José Rômulo da Silva, presidente do Sincor/ES, sugere que os corretores demonstrem seu descontentamento diretamente à Presidente da República e aos Deputados Federais e Senadores. E mais: O Bird e o FMI afirmam que a estrutura da Susep tem de mudar. Na página 3. JORNAL NACIONAL DE SEGUROS Rua Jamboaçu, 216 Alto do Ipiranga SP / SP TelFax (11) Tel (11) Prestes a dar à luz, Érika seguia para a maternidade e ficou presa no trânsito. A perspectiva era aterradora: Ter o filho no carro. Era... Este drama, graças à Radio SulAmérica Trânsito, 92,1 FM (SP), criada em parceria com o Grupo Bandeirantes, teve final feliz. Saiba em detalhes como tudo aconteceu na página DR/SPM J N S

2 N este final de março fomos surpreendidos pela decisão do Superior Tribunal de Justiça brasileiro que inocentou um acusado de estuprar três crianças, com idades em torno de 12 anos. O argumento foi que as meninas já se dedicavam à prostituição. Lembrei-me rapidamente de algumas idiossincrasias e hipocrisias incorporadas ao modo de pensar e agir da nossa cultura. Alguns exemplos: Rouba, mas faz, Ame-o ou deixe-o, Estupra, mas não mata ou Se o estupro é inevitável, relaxa e goza. Frases que sinceramente não sei qual a pior (e ainda há muitas por aí) - foram e infelizmente ainda são propaladas aos quatro ventos sem nenhum pudor. Eu aprendi com a vida que todos nós temos o direito de pensar o que quisermos, o pensamento é a expressão máxima da democracia, e nele somos livres para amar, odiar, julgar e condenar, fazer justiça e ser injustos, viver e matar. O mesmo não acontece com a fala. Se temos total liberdade para pensar, o bom senso ou a ética de plantão nos impõe limites: não podemos falar tudo o que pensamos. No caso da decisão do STJ a questão se torna particularmente mais grave. Estamos diante de um Quem mandou ser prostituta desde cedo?, idiossincrasia que é praticada sem pudor, com toda a liberdade para não somente falar como também julgar (no caso absolvendo um canalha). A repulsa é geral A repulsa pela decisão do Tribunal foi geral. Triste com o episódio, eu pesquisei muito entre amigos e conhecidos, no Brasil e no Exterior, e encontrei somente uma pessoa favorável, uma advogada sem expressão, que pensa da mesma maneira que o STF. Claro, devem existir uns poucos mais, quando não deveria existir nenhuma, pois neste caso a unanimidade contra a posição do Tribunal não é burra. No comunicado que deplora a decisão de nosso Tribunal, o Escritório Regional da ONU para a América do Sul ressalta que É impensável que a vida sexual de uma criança possa ser usada para revogar seus direitos. Amerigo Incalcaterra, responsável pelo comunicado da ONU, destacou ainda que A decisão do STJ abre um precedente perigoso e discrimina as vítimas com base em sua idade e gênero. A UNICEF no Brasil demonstrou muita preocupação com esta decisão, que põe em risco os progressos já realizados pelo País em relação aos direitos de crianças e adolescentes. A decisão do STJ contradiz vários tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo Brasil, incluindo a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), o Pacto JNS Jornal EQUIPE O EDITOR Manoel Carvalho Neto Estuprar criança prostituta, pode? Nacional de Seguros JNS MEGGA Com e Edit Ltda - ME. Internacional dos Direitos Civis e Políticos (PIDCP) e a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW). Ele enfatizou que todos os tribunais têm a obrigação jurídica de interpretar e aplicar esses tratados de direitos humanos. Várias organizações nacionais e internacionais são signatárias de manifestos que solicitam aos poderes da republi- Manoel ca que sempre priorizem os interesses superiores da criança na tomada de decisões, lembrando inclusive a obrigação dos Estados de protegerem as crianças de todas as formas de violência, incluindo o abuso sexual. Que estabeleçam claramente que a vida sexual de uma mulher não deve ser levada em consideração em julgamentos sobre seus direitos e proteções legais, incluindo a proteção contra o estupro. E que, além disso, os casos de abuso sexual não devem considerar a vida sexual da vítima para determinar a existência de um ataque, pois essa interpretação constitui uma discriminação baseada em gênero. A divulgação da decisão de fim de março levou entidades e a Ministra Maria do Rosário a protestar.a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência Contra a Mulher, integrada por deputados e senadores, chegou a aprovar uma nota de repúdio. No último dia 28 de março, o Ministério Público Federal apresentou recurso - embargo de declaração - no qual contesta pontos do julgamento do STJ. Depois do julgamento do embargo, o MPF poderá pedir para o STJ para que o caso seja analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Tentando se explicar Na defensiva diante do protesto e repúdio generalizado, o STJ afirma que "não promove a impunidade" e "apenas permitiu que o acusado pudesse produzir prova de que a conjunção ocorreu com consentimento da suposta vítima". Segundo o STJ, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) já havia inocentado o homem argumentando que "a mãe de uma das crianças afirmou que a filha enforcava aulas e ficava na praça com as demais para fazer sexo com homens em troca de dinheiro". E, no último dia 04, o STJ, divulgou nota de esclarecimento sobre a decisão na qual afirma que a absolvição do acusado "não institucionalizou a prostituição infantil". COM A PALAVRA Nelito Carvalho (Editor-Chefe, Mtb 330), Manoel Carvalho Neto, Flávio Carvalho, Sérgio Carvalho, Marília P. de Carvalho e Gabriel Vighy de Carvalho COLABORADORES Carlos Barros de Moura, César Barreto Padilla, David Nigri, Décio Milnitzky, Helder Lara Barbosa, Eduardo Domingos Bottallo, Fernando Coelho dos Santos, Lenora Milesi, Paulo Leão de Moura Jr., Pedro Augusto Schwab, Petr Purm, Ricardo Padilla, Roberto Silva Barbosa e Virgílio Delgado de Borba Neto. ENDEREÇO Rua Jamboaçu, 216 Alto do Ipiranga CEP São Paulo SP (11) Editoração: Bureau Megga Propaganda - Tel (11) Fotolitos e Impressão: LTJ Editora Gráfica Ltda. Distribuição: Contacto Promoções e Mala Direta Tiragem: 30 mil, mensal. JNS 02 O DIRIGENTE Gilvandro Guedes de Moura O segredo para quem quer sair do lugar: Basta dar um passo à frente! N o editorial do nosso informativo impresso (Nº 14) falei da procrastinação, uma palavra talvez estranha para muitos, como foi para mim quando a ouvi pela primeira vez. No dicionário encontramos o seguinte significado: Ato ou efeito de procrastinar; adiamento, delonga, demora" e devemos ter todo o cuidado para não Gilvandro cair em tais atos, que podem ser de causas psicológicas ou fisiológicas. Agora, se pensarmos no fato como preguiça, cairemos no erro de: Pouca disposição para o trabalho; aversão ao trabalho; inação, mandriice ou ainda demora ou lentidão em fazer qualquer coisa; indolência, moleza; morosidade, negligência e isto se torna em algo, para mim, mais grave ainda, pois já toma conotação de efeito moral e/ou ético não condizente com nossa atividade. Você pode se perguntar, e eu, o que tenho a ver com isto. Tenho, e muito, pois estou me dirigindo primeiramente à categoria que o nosso Sindicato representa, a dos Corretores de Seguros, e reitero que todos, inclusive você, deve estar integrado ao desenvolvimento do mercado de seguros nos Estados do Amazonas e Roraima como no Brasil todo. Vejamos, o ano começou e já vislumbramos o mês de janeiro findando e vem o carnaval, semana santa, feriados...; No início de fevereiro estaremos divulgando nosso cronograma oficial para o presente exercício, e 2012 vem recheado de atividades. No decorrer do ano teremos 07 palestras (em Manaus), O curso para habilitação de corretores de seguros (matriculas já iniciadas), o II Fórum Manaus Seguro (em junho), o Con-gresso dos Corretores de Seguros de São Paulo (no mês de outubro) e não menos importantes: As Assembléias Gerais Ordinárias do Sindicato. Ainda ocorrerão as festividades comemorativas, já tradicionais em nosso calendário letivo, como: Dia da Mulher, O Torneio Amigos do Seguro, Aniversário do Sindicato, Dia do Corretor de Seguros, e a Confraternização do Final de Ano com a entrega do Troféu Vitória-Régia. Então, se você deixa de comparecer e não prestigia as atividades da categoria, entendo que está procrastinando ou no mínimo com preguiça, e finalizando, para reflexão, acrescento um texto de Carlos Drummond de Andrade: "Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo. Eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre".

3 O assunto é inconveniente, incomoda. Os assuntos são inconvenientes e incomodam porque não são resolvidos ou mal resolvidos. É justamente isso o que está ocorrendo no Brasil em virtude da tentativa de não se apurar de uma vez por todas os crimes cometidos pelos agentes do Estado no período ditatorial implantado entre 1º de abril de 1964 e o retorno à democracia em 1985, com a posse de Sarney na Presidência da República. A alegação dos interessados de que a Lei da Anistia beneficiou a todos indistintamente é uma falácia que precisa ser resolvida definitivamente, senão correremos o risco de radicalização que não nos ajudará em nada. Já tivemos nos dias 31 de março e 1º de abril confrontos entre policiais e manifestantes no Rio de Janeiro, que de maneira violenta tentavam impedir que militares da reserva no seu Clube comemorassem a data de sua revolução. Hoje vejo nos jornais que cartazes em São Paulo foram colocados em postes e muros alertando a população que Harry Shibata, o aético legista que serviu à ditadura, poderia ser seu vizinho. Essas manifestações em nada contribuem com a democracia. Embora válidos dentro do permitido em regime democrático, ocorrem porque está faltando às autoridades a coragem para encarar a verdade. Para tomar posição e R aquel foi acometida de degeneração macular que é uma doença que se manifesta na mácula que é a região central da retina. O resultado é a baixa súbita e progressiva de visão global. A falta de tratamento adequado pode levar à cegueira. O tratamento é feito por meio de injeção de medicamento dentro do olho. A Seguradora Bradesco prontamente negou cobertura alegando que o medicamento não tem cobertura. A segurada ajuizou ação pedindo antecipação de tutela, que foi deferida, pois o juiz verificou pelos documentos juntados que os requisitos para concessão da liminar encontravam-se presente. A Bradesco Saúde contestou alegando que a Resolução Normativa RN 211, que atualiza o Rol de Procedimentos não incluiria o medicamento indicado pelo médico da segurada. No entanto, ela não esperou a sentença e fez acordo pagando R$ ,00, valor esse que inclui todas as despesas e ainda o dano moral. Situação idêntica foi enfrentada pela Décima Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que resultou na seguinte ementa: Obrigação de fazer. plano de saúde. tratamento para degeneração macular. Cobertura recusada. Liminar deferida. Direito a vida e a saúde da consumidora. O CORRETOR Virgílio Delgado de Borba Netto Já demoramos demais O ADVOGADO David Nigri Cobertura para degeneração macular decidir que anistiados foram a- queles que lutando contra a ditadura e seus abusos e do outro lado os seus defensores, que procuravam manter o status quo dentro dos limites da legalidade implantada pelo regime, não se aproveitavam da força que tinham para matar, torturar, fazer desaparecer e praticar abusos, sevícias e todos os tipos de atrocidades que suas Virgílio mentes doentias inspiravam. Combater aqueles que lutavam contra o regime é uma coisa. Prendê-los e julgá-los, admissível, pois estavam indo de encontro às leis vigentes. Agora, abusar dos presos políticos quando se encontravam sob sua custódia, uma covardia inominável. Os que agiram assim foram criminosos covardes e como tal merecem ser julgados e responder por seus atos. Para isso a Comissão de Verdade deve ser instalada o mais rápido possível para que seus componentes possam criteriosamente realizar um trabalho que colocará luzes em episódios que há tempo vem ensombrando a imagem de uns e protegendo o comportamento de alguns que se aproveitaram do momento e fizeram valer todo o seu desvio de caráter. Inaplicabilidade, no caso concreto, de cláusula exonerativa de responsabilidade, pois o fornecimento da injeção intra vítrea integra, sem dúvida, o próprio tratamento de que necessita a autora, pessoa idosa e carecedora de cobertura. Necessidade de afastamento da alegação do plano de que, embora tais procedimentos já se incluam no rol dos procedimentos previstos, mas que a auto- David Nigri ra não faria jus por não ter seu contrato ajustado, que deve ceder em razão da magnitude do direito tratado no caso em exame: resguardo da vida e saúde de pessoa idosa. Assim, o fornecimento da medicação se integra ao tratamento e não viola o contrato firmado entre as partes, não se aplicando ao caso a cláusula de exclusão, tudo em nome da dignidade humana e respeito à boa-fé objetiva. Desprovimento do recurso. Precedentes do STJ. Raquel teve que continuar fazendo aplicações de medicamento por muitas outras vezes e o Bradesco arcou com todas as despesas. Mais uma vez a justiça se fez valer. BRONCAS JNS 03 Cadastramento: Susep alcança alto índice de atendimento Assessoria de Imprensa da Susep Desde que iniciou o processo de cadastramento de corretores, no dia 15 de fevereiro deste ano, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) registrou a entrada, em seu sistema, de pedidos, entre concessões e alterações. Destes, foram deferidos, 370 indeferidos e colocados em exigência. A- tualmente, existem 785 pedidos pendentes de análise (juntando pedidos iniciais e respostas a exigências). O processo de cadastramento de corretores pela Susep ocorre desde que a Fenacor decidiu pelo fim do convênio que mantinha com a autarquia. Desde então, a Susep investiu na criação de um sistema de cadastramento gratuito, acabando com a cobrança da taxa outrora cobrada pela Fenacor. Segundo técnicos da Susep, o sistema está sendo gradualmente melhorado, a fim de atender a demanda existente. A autarquia criou, recentemente, o Fórum do Corretor, link localizado no site oficial da Susep (www.susep.gov.br). A autarquia esclarece que este é o melhor canal para a tirada de dúvidas ou resolução de problemas surgidos durante o processo. Muitos corretores apresentam problemas existentes desde a realização do cadastro ainda pelo sistema da Fenacor, com pendências e exigências que datam do ano de É preciso que o corretor busque informações, via Susep, para dar maior celeridade ao processo e o Fórum do Corretor é o melhor caminho. Fenacor responde à Susep e esclarece realidade dos fatos A Fenacor repudia a tentativa da Susep de atribuir à Federação os inúmeros problemas registrados desde o fim do Acordo de Cooperação Técnica-Operacional, que foi celebrado entre a entidade e aquela autarquia em 1988 e deixou de vigorar em fevereiro deste ano. O diretor Secretário da Fenacor, Joaquim Mendanha de Ataídes, esclarece que não corresponde à realidade dos fatos a informação prestada pela autarquia, através de sua assessoria de imprensa, segundo a qual muitos corretores apre- Joaquim Mendanha sentam problemas existentes desde a realização do cadastro ainda pelo sistema da Fenacor, com pendências e exigências que datam do ano de Joaquim Mendanha assegura que essa tentativa frustrada não resiste a uma análise da farta documentação enviada para a Susep ao longo do processo de rescisão daquele acordo e de transição do sistema antigo para o ambiente interno da autarquia e ainda dos inúmeros alertas feitos nesse período acerca da urgência na solução de pendências. O diretor da Fenacor lembra que desde agosto de 2011 haviam sido solicitados alguns ajustes no Acordo de Cooperação Técnica-Operacional. Como até janeiro deste ano ainda não havíamos recebido qualquer

4 04 JNS BRONCAS manifestação da Susep, não restou outra alternativa para esta Federação, que não fosse, formalmente, apresentar, o pedido de rescisão do referido Acordo, culminando com a obrigação daquela autarquia assumir, a partir de então, diretamente, em todo o território brasileiro, o registro e as alterações cadastrais dos corretores, pessoas naturais e jurídicas, observa Joaquim Mendanha. Ele destaca ainda que, além da estrutura física colocada à disposição dos interessados, em diversos pontos do país, abrangendo toda a sua base territorial, encontravam-se envolvidos nessas atividades mais de cem funcionários, sob a orientação e coordenação direta da Fenacor, em sinergia com seus 26 sindicatos filiados e as respectivas delegacias regionais. Esse imenso conjunto proporcionava uma maior capilaridade e uma extensa rede de atendimentos, o que constituiu uma vitoriosa parceria entre a Federação e a Susep, que vigorou, com pleno sucesso, por mais de 24 anos. Joaquim Mendanha acentua que, após a rescisão do acordo, entregou, pessoalmente, ao superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, expediente requerendo informações a respeito dos pedidos encaminhados pela Fenacor, desde o final de fevereiro, em análise naquela superintendência. Contudo, não houve resposta até o momento, lamenta o diretor da Fenacor. No último dia 22 de março de 2012, foi encaminhado novo expediente, listando os processos sob análise e em trâmite na autarquia. Desse total, foram enviados através do sistema até então em utilizado entre as partes (Fenacor e Susep). O restante 250 processos ingressou na Susep via protocolo, já após o fim do Acordo. Esse expediente igualmente, continua sem resposta, o que impossibilita mensurar o universo de processos ainda sob análise e com exigências lançadas. A própria Susep anuncia que registrou a entrada, em seu sistema, de pedidos, entre concessões e alterações, desde que assumiu diretamente o cadastramento. Desses, foram colocados em exigência. Mas, não há a informação do quantitativo que corresponde a processos encaminhados pela Fenacor. Por outro lado, temos informações de pedidos encaminhados no início de março, já sob a nova sistemática, e que, até o momento, continuam aguardando análise, conclui Mendanha. José Rômulo da Silva, Sincor/ES Presidente do Sincor/ES também contesta a Susep José Romulo da Silva, em enviado a este seu JNS, escreve: A Susep diz que realizou cadastro de Corretores de Seguros em todo País, sendo que 370 foram deferidos, 370 indeferidos e colocados em exigência, que com certeza deveu-se a nosso ver à falta de orientações, o que não acontecia quando os processos eram realizados pelos Sincor s através da Fenacor. Mesmo assim, gostaríamos de tomar conhecimento se a Susep, órgão ligado ao Ministério da Fazenda e que tem por obrigação de fiscalizar o mercado de seguros, vem cumprindo o determinado pelos artigos 578 a 591, da C.L.T. relativo à Contribuição Sindical, que possui natureza tributária, cujo recolhimento deve ser realizado de forma compulsória pelos profissionais e pelas empresas, em nosso caso específico pelos Corretores P. Física e pelas Corretoras P. Jurídica, já que no cadastramento feito diretamente pela Susep, não conseguimos vislumbrar tal exigência. Nossa preocupação refere-se não só aos novos corretores como também ao recadastramento que estará sendo realizado dentro em breve, mesmo porque com a nova sistemática, não sabemos como será disponibilizado o cadastro principalmente dos novos profissionais. Ficam aqui nossos questionamentos esperando receber alguma resposta sobre os mesmos. Corretores devem reclamar diretamente à Dilma, deputados e senadores José Romulo da Silva acrescenta: Permita-nos sugerir, aproveitando a i- deia do colega Lino Fernandes, que todos os profissionais de corretagem, e somos mais de em todo País, demonstrarem seu descontentamento diretamente à Presidente da Republica, e nós estamos fazendo em nome dos Corretores do Espírito Santo, pelo endereço eletrônico, https://sistema. planalto.gov.br/falepr2/index.php e que envolvamos também os Senadores e Deputados Federais de cada Estado, pois temos a força e não sabemos usá-la. Lembramos que estamos em ano de eleição e somando familiares, funcionários, por certo somos mais de eleitores. Pensem nisto e movimentem-se. Em Minas a situação também é muito ruim, diz Filomena Maria Filomena Magalhães Branquinho, presidente do Sincor-MG, explicou que a situação do cadastro em Minas Gerais não é diferente de outros estados, e enviou algumas queixas de corretores: Thábata Fernandez Maria Filomena, Sincor/MG Bradesco Vida e Previdência Aline (do Sincor-MG), tudo bem? Querida, liguei pra você essa semana e não consegui falar. Bom, eu estou querendo muito a sua ajuda, se possível. Estive enviando meus documentos para alteração de categoria, porém até hoje não foi feito e ainda não tive notícias referente ao andamento do mesmo. Já fiz várias ligações para a Susep mas não tive êxito, passei vários s reclamando e também não tive retorno, estou pedindo sua ajuda referente ao meu caso, porque estou sem exercer minha função, para a qual fiz o curso para habilitação por causa dessas alterações. Eu preciso muito trabalhar! Mas preciso de registro alterado, depois vou ter que alterar ainda para pessoa jurídica e vai só demorando, acho que você compreende minha situação. Por favor, me ajude... Nayanna Brandão Corretora de Seguros Boa tarde, Aline (do Sincor-MG). Conforme conversamos e fui orientada, não consigo encontrar onde no site da Susep eu peço o cancelamento ou inativação do meu registro de corretora. Ainda tem o fato daquele boleto de Contribuição Sindical. Gostaria de inativar a Susep e não pagar pelo boleto, pois estou tentando cancelar mas não consigo. Nos sites do Sincor, da Fenacor e da Susep só é visível de se encontrar ícones de Concessão de Registro. E quem quer cancelar, como faz? Fernando Binder Gassi Unicred Itajubá Não encontrei o link para alteração de dados de corretores que foram cadastrados através do antigo sistema. Qual seria o procedimento a partir de agora? Mauro Moura Corretor de Seguros Sinceramente, não sei para que a Susep disponibiliza um serviço que não dá conta dele, portanto, porém, contudo, todavia o meu endereço atual é o anunciado anteriormente e no cadastro daquela autarquia continuará o antigo porque eu não recebo salário do governo federal para fazer as obrigações dos funcionários públicos na ativa e de plantão! Fica assim, uma vez por ano vocês vão me enviando a famigerada guia da contribuição sindical e eu vou pagandoa bem a contragosto. Daniel VM Adm e Corretora de Seguros Para cadastramento da Corretora enviamos toda a documentação para a Susep no mês de dezembro de 2011, porém a documentação voltou no mesmo mês, corrigimos a pendência e enviamos novamente no dia 04/01/2012 os documentos chegaram na Susep do Rio de Janeiro no dia 13/01/ 2012 e desde então não obtivemos resposta sobre o nosso cadastro, já tem quase dois meses e nada sobre uma posição concreta da corretora, chegamos até a entrar em contato com a Susep mas eles também não nos deram nenhuma posição. A Elaine do Sincor Belo Horizonte nos orientou enviar um para vocês relatando todo o caso para que possamos nos posicionar sobre o cadastro, pois obtivemos a informação de que nunca viram um processo de cadastro de uma corretora demorar tanto tempo (quase 60 dias). Estrutura da Susep tem de mudar, dizem Bird e FMI Fonte: Veja - Data: Após avaliação do sistema financeiro do Brasil feita nas últimas duas semanas, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial entendem que é preciso mudar a estrutura institucional de órgãos como a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). A afirmação foi feita pelo diretor-adjunto do departamento de mercado de capitais, política monetária e fiscalização financeira do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dimitri Demekas, e pelo economista-chefe para América Latina e Caribe do Banco Mundial, Augusto de la Torre, após visita à sede do Banco Central. Segundo Demekas, há uma diferença na estrutura de fiscalização de entidades do sistema financeiro. Para ele, há dois grupos de instituições de fiscalização e acompanhamento no Brasil: o primeiro tem órgãos como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Banco Central e o segundo conta com entidades como a Susep e a Previc. No primeiro grupo, estão instituições "mais bem estabelecidas e independentes". No segundo, de acordo com o representante do FMI, "juridicamente não há o mesmo grau de independência". Demekas citou como exemplo procedimentos para designação de dirigentes e motivos de demissão de diretores nessas instituições."nossa recomendação de mudança não surpreende porque já se pensa (no governo brasileiro) nesse sentido. Para se avançar no status institucional dessas entidades para algo que já existe na CVM. Essa mudança permitiria ao Brasil estar em conformidade com padrões internacionais para, por exemplo, a fiscalização de seguros", disse.

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6 06 JNS A Nova Classe Média Marcelo Neri, economista da FGV, explicou que a desigualdade no grupo dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia etc) tem caído, enquanto nos paises ricos aumenta a concentração de renda. Está havendo um movimento inverso do que se via até o final do século 20. O que ocorre é uma mobilidade econômica social acentuada, ou seja, a renda no Brasil está mudando de classes. A renda da metade da população mais pobre cresceu 500% em 10 anos, enquanto a dos mais ricos cresceu apenas 10%. No campo cresceu 46%, nas cidades apenas 16%. A renda dos negros, pardos e analfabetos cresceu 47 %. Isso é o oposto do que acontece no mundo, que atravessa uma convergência da desigualdade, e convive com movimentos do tipo Ocupe Wall Street. Marcelo Neri mostrou mais alguns dados estatísticos milhões ingressaram na classe C, e mais 8 milhões na B, formando um universo de quase 50 milhões de brasileiros. Para 2014, as previsões indicam que mais 19 milhões terão ascensão social. Podemos chamar a década de 2003 a 2014 de a Grande Década. O crescimento da renda e do emprego foram expressivos, bem diferente da década 90, quando o Brasil cresceu menos, mas o Plano Real reverteu o cenário da década perdida de 80. A estabilização não nos levou para o céu, nos tirou do inferno! Segundo o economista, o crescimento de um modo geral é sustentável. Houve uma revolução no ensino técnico. O ensino fundamental saiu de péssimo para menos pior, o que ajudou o cidadão a aumentar sua renda. Nas regiões Norte e Nordeste a queda do índice de natalidade é expressiva. O pobres estão formando uma nova classe média, e vão continuar assim até Depois, não há como proever... Sobre seguros, Marcelo Néri afirma que o estado brasileiro é grande e guloso ao abocanhar a maior fatia dos seguros sociais, como o FGTS e a Previdência. Mas ele acredita que as seguradoras têm chance de participar desse bolo com a inclusão de um seguro de vida no Bolsa Família. Isso está bem próximo de acontecer. O acesso ao seguro se dá em maior escala nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, e São Paulo tem o mercado mais desenvolvido. Os ramos mais populares são Saúde, Vida e Automóvel, nesta ordem. Compartilhamento de dados e proteção de dados pessoais Sem informação, sem compartilhar dados, o mercado de seguros não cresce, sentenciou o superintendente-geral da Central de Serviços da CNseg, Júlio Avelar, que abriu este painel como coordenador da mesa. No passado não tínhamos uma informação estruturada. Tudo era muito mais difícil. Renato Pita, também membro da Central de Serviços da CNseg, explicou que a Central desenvolve projetos a partir do tratamento de um enorme banco de dados, para que o setor entenda os diversos riscos e serviços existentes. O objetivo é facilitar a análise desses riscos e a regulação de sinistros. Também é muito útil para o combate à fraude, à lavagem de dinheiro e para qualificação de cadastro de marketing direto. O mercado de seguros compartilha esses dados de três formas, demonstrou Renato Pita: por meio do poder público, através de convênios com Detrans, Denatrans, Susep, Secretaria de Segurança Pública, Receita Federal, Ministério do Trabalho, Ministério da Previdência Social. Por meio do setor privado Fenacor, Dpvat, Equifax, Serasa, Bancos, Cesvi ou internamente Central de Bônus, Registro Nacional RNS (auto, pessoas, rural etc), RNPA Propostas e Apólices (auto, pessoas etc), todos com o objetivo de tentar conhecer mais profundamente os riscos. Para que o compartilhamento de dados funcione, foi preciso estabelecer três pilares de sustentação. O pilar técnico, que trata como as informações podem ser vistas entre as seguradoras e com que cuidados. O pilar jurídico, que aprimora o Código de Boas Práticas do Mercado e, por fim, o pilar tecnológico, ou seja, o controle físico das informações. Mario Viola, outro membro da Central de Serviços da CNseg, discorreu sobre o tema Proteção de Dados Pessoais. A informação é a matéria prima do setor. Por essa razão precisamos urgentemente criar um marco normativo sobre a proteção de dados pessoais. Esses dados agrupariam informações genéticas, sinistros (previdência social, óbitos), lavagem de dinheiro, fraude, marketing direto (para conhecermos melhor o público), e sistema de bloqueio de ligações. No plano normativo, Mario Viola contou que há um movimento mundial para a criação de legislação específica de proteção de dados pessoais. Canadá, Uruguai, Austrália, Rússia, e a maioria dos países europeus já dispõem de leis nesse sentido. O Brasil está desenvolvendo as suas próprias, seguindo tendência mundial. Existe inclusive um anteprojeto de lei em elaboração no Ministério da Justiça, mas alguns aspectos ainda podem atrasar todo o trâmite do processo de aprovação. Um deles envolve a urgência, a relevância e a complexidade do tema. E o outro é a resistência das próprias seguradoras, que, com a criação do Código de boas práticas do mercado segurador, pode ser neutralizada. Os princípios que norteiam a criação Código de boas práticas, segundo Viola, são: informação, qualidade dos dados, acesso e retificação (um direito do consumidor), finalidade (objetivo claro), proporcionalidade, necessidade (por exemplo: exigir tipo sanguíneo para aprovação de crédito não tem nada a ver!), retenção de dados (quanto tempo) e segurança dos dados. O calor dos debates em torno da criação do Código de boas práticas do mercado segurador nos remete aos tempos em que o setor discutia a criação do Código de Defesa do Consumidor. Bons tempos!, finalizou. CNSEG A nova classe média e a geração Z: como absorver a cultura desses novos consumidores? O grande desafio que os seguradores têm pela frente será absorver a cultura da nova classe média que está se formando no País. O alerta foi dado por Patrick Larragoiti, vice-presidente da CNseg, na abertura dos trabalhos do Insurance Service Meeting 2012, que aconteceu ClubMed Rio das Pedras, em Angra do Reis, nos dias 16 e 17 de março último. O evento reuniu executivos de TI das seguradoras e empresas de tecnologia voltadas para o setor. Larragoiti mostrou ainda preocupação com outro público, a geração Z, composta por jovens de 25 a 35 anos, que tem como características mudar de emprego de 3 em 3 anos, se utilizar basicamente da internet móvel para se comunicar, e ser muito otimista. Aliás, segundo pesquisa internacional citada por Larragoiti, o brasileiro se declara um dos povos mais feliz do mundo. Diante desses novos perfis de público, o segurador deve buscar compreender a diversidade para desenvolver novos produtos, precificar, vender e reter os consumidores. Para que isso aconteça, sugere Roberto Almeida, da CPTI / CNseg, é indispensável que o conhecimento seja público e compartilhado por todo o mercado. Um desafio para todos nós, e o tema central deste encontro. Três pilares: precificar, vender e manter Neival Rodrigues, mentor da Fenseg, disse que a missão da Federação é cuidar do mercado de seguros gerais. O seguro de auto tem peso importante nesse mercado ao tingir 50% de participação. Por isso, disse Neival, os desafios são maiores em relação aos outros produtos. Cada ramo tem sua própria comissão técnica dentro da Fenseg - seguros patrimoniais, DPVAT, transporte, garantia estendida, RC, seguro rural e resseguro. Com isso, tentamos dar foco intenso para ter crescimento consistente em todos os ramos. A perspectiva de crescimento do setor para 2012 é 12,5%. Auto está em torno de 7,5%, segundo projeções da CNseg. Neival explicou que no ramo auto já é possível precificar individualmente. O que precisamos, para ter o mesmo sucesso em outros ramos, é conseguir mais informacões para poder precificar de forma cada vez mais individualizada. Segundo ele, tem que se chegar ao consumidor, monitorando fatores de risco, buscando segmentos específicos. 40 milhões de pessoas já ascenderam às classes C e D. A pergunta é como trazer para o mercado os novos 19 milhões consumidores que estão vindo por aí até 2014? Hoje são fechados 30 milhões de contratos de garantia estendida anualmente. Temos que administrar estas informações e ter mais transparência para chegar nestes consumidores. Ter instrumento de interação com o consumidor e o desafio de mantê-lo na carteira, através de serviços e atendimento de qualidade. Big Data: explosão de informação Rafael Araújo, da Accenture, disse que consumidores têm cada vez mais expectativas elevadas em relação aos produtos e serviços prestados pelas seguradoras, embora ache os produtos complexos. O consumidor quer simplicidade, agilidade e conveniência, principalmente na forma de abordagem. Esse avaliação é baseada em pesquisa, que detectou um dado interessante: boa parte dos consumidores mostra-se propensa a mudar de seguradora nos próximos 12 meses. A boa notícia, anuncia Rafael, é que os consumidores também estão propensos a pagar mais por produtos realmente adequados às suas necessidades. O volume de informação disponível cresce em ritmo vertiginoso, seja através de redes sociais, estatísticas, internet. O desafio de lidar com a informação é tirar dela dados que possam ampliar e melhorar o negócio. Existem duas tendências nesse campo: 1. Microsegmentação com análise preditiva (just-in-time), ou seja, uma alternativa a abordagem tradicional é fazer uma análise periódicas das necessidades dos consumidores, segmentando-os, para se fazer ofertas bem mais customizadas, oferta de produtos pré-configurados. Ou 2. Experimentação avançada, que modela o experimento, testa, mede, ajusta e implementa. Com informações dos usuários de redes sociais, por exemplo, é possível reduzir o custo de teste e barreiras de entrada. Através da exploração de várias categorias de dados é possível incrementar de 2 a10% o resultado líquido das empresas que dominarem técnicas analíticas avançadas, afirmou Rafael Araújo, e fez uma reflexão: as seguradoras que dominarem a técnica terão um poder sem precedentes, porque conhecerão as preferênciais dos consumidores. As responsabilidades também aumentam, como a privacidade dos dados, discriminação de algum segmento, ética, e saber até que ponto as equações matemáticas vão substituir o lado humano do corretor. Uso da Inteligência de Dados Fernando Wosniak Steler, da agdirect abre o painel provocando o debate: Como capturar a atenção do consumidor que recebe milhares de informações diariamente? O papel impresso vai acabar? Ele mesmo responde: A mídia digital é ineficiente! 80% é spam (informação indesejada)! Claro que o papel não vai acabar! Segundo ele, o papel tem um aspecto fundamental. Por ter cheiro, cores impressas, e o toque, que a mídia digital não oferece, o consumidor se sente numa categoria Premium. Mas é inquestionável o crescimento da comunicação digital. O grande desafio do mercado atualmente é como reduzir o uso do papel nas operações de seguro, sabendo-se que 65% dos segurados tem medo de fechar contratos por meio digital. Case Mapfre Fernando Wosniak mostrou o case da Mapfre para demonstrar que é possível sim. A Mapfre, desenvolveu um site personalizado para cada segurado e corretor. Estamos falando em 300 mil sites. Foi essa forma que a companhia encontrou para fechar seus contratos num ambiente de absoluta confiabilidade. O custo do projeto de implantação se diluiu com as economias que gerou. Houve uma redução de 60 toneladas no consumo de papel/ano (88%), e a apólice virou digital. Caiu em 38% o prazo de entrega e diminuiu o custo médio de emissão da

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