Organizações Virtuais: Conceitos e Desafios

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Organizações Virtuais: Conceitos e Desafios"

Transcrição

1 : Conceitos e Desafios Prof. Ricardo J. Rabelo Universidade Federal de Santa Catarina DAS Departamento de Automação e Sistemas GSIGMA Grupo de Sistemas Inteligentes de Manufatura

2 SUMÁRIO - Motivação do surgimento das - Conceitos associados a - Os tipos de e formas de colaboração - As vantagens e desafios das - Requisitos para infraestruturas computacionais de suporte a - Arquiteturas Orientadas a Serviços

3 A COMPETIVIDADE COMO ELEMENTO-MOTOR Praticamente todas as inovações organizacionais e tecnológicas surgidas nas últimas recentes décadas têm visado uma coisa só: proporcionar meios para que as empresas se tornem mais competitivas e, assim, possam sobreviver ou melhorar suas posições diante dos concorrentes. Até década de Após década de 80 Procura Oferta Oferta Procura aceleração da globalização e queda de barreiras comerciais UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

4 REALIDADE EMPRESARIAL: SER ÁGIL A necessidade de se manter competitivo no mercado cada vez mais acirrado e globalizado nunca obrigou tanto as empresas a serem o que se chama de ágeis. Há inúmeras definições para Empresa Ágil. Em suma, o ser ágil, contudo, não é apenas ganhar um rótulo. O ser ágil implica em uma efetiva e profunda mudança nos valores e posicionamento estratégico das empresas. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

5 OS NOVOS VALORES EMPRESARIAIS Sobrevivência Eficiência Alianças de empresas orientadas ao produto, de longo prazo e estáticas Redução de custos Quantidade Produção em série & padronização Estabilidade Cooperação Valores Antigos Tomadas de decisão centralizadas Sistemas centralizados, estacionários e monolíticos Excelência Inovação Alianças de empresas orientadas à oportunidades, temporárias e dinâmicas Criação & Agregação de valor Qualidade Customização & personalização Flexibilidade & prontidão Colaboração Novos Valores Tomadas de decisão descentralizadas Sistemas distribuídos / pervasivos, móveis e orientados a serviços

6 QUAL É O PROBLEMA? Fazer frente a esses novos valores é um imenso desafio para as empresas dada as mudanças necessárias. Há grandes consequências em termos de mentalidade e métodos de trabalho das empresas/pessoas, de processos da empresa, de tecnologias de informação e comunicação (TIC), e de recursos humanos e financeiros. Existem, portanto, várias frentes de trabalho complementares e igualmente importantes. que são Esta apresentação foca primordialmente em como as modernas empresas começam a se organizar para tal e em como as TICs têm ajudado nisso.

7 AS ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS COMO UMA RESPOSTA (OV) correspondem a alianças estratégicas de empresas que visam ir exatamente ao encontro desses novos valores. Uma OV corresponde a uma união temporária e dinamicamente composta de empresas e/ou organizações quaisquer, autônomas e geograficamente distribuídas, que se juntam estrategicamente para responder a uma dada oportunidade de negócios/colaboração, e cuja realização viabiliza-se através de um compartilhamento coordenado de informações, recursos e habilidades, de forma segura, via rede de computadores. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

8 AS ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS COMO UMA RESPOSTA OV Cliente universo de empresas e demais organizações

9 AS ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS COMO UMA RESPOSTA Isso significa que as companhias precisas estar envolvidas em diversas cadeias (flexíveis/dinâmicas) de valores simultaneamente, com um grupo de parceiros que é volátil e não conhecido previamente. OV2 Membros Normais Membros Substituídos OV1 Gerente da OV OVn

10 AS ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS COMO UMA RESPOSTA A idéia básica por trás de uma OV é a de formação de uma cadeia de valor, ou seja, de que uma certa empresa (real) não possui habilidade, capacidade ou tempo (suficiente ou até mesmo nenhum) para realizar e/ou gerenciar o negócio sozinho, necessitando então da cooperação com outras empresas (reais). Cooperação entre competidores: coopetição.

11 PORQUE OVs SÃO UMA ADEQUADA RESPOSTA? OVs permitem que se atinja naturalmente uma excelência em relação a um dado negócio pois usufrui inteligente, flexível e prontamente das excelências individuais das empresas existentes consoante as especificidades de cada oportunidades de negócio/colaboração, criando ciclos contínuos de melhoria e de inovação. Uma OV permite que uma empresa esteja no lugar certo, no tempo certo, com o produto certo. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

12 BENEFÍCIOS DE ATUAR EM VO Alguns dos benefícios: Compartilhamento de recursos com outras empresas e atuação como uma única empresa (a OV) perante o cliente; Compartilhamento de gastos, ganhos e riscos entre os membros; Tira melhor proveito de economia de escala e do seu tamanho; Acesso e troca de conhecimentos acerca de novas tecnologias e melhores práticas; Acesso a novos mercados através das alianças criadas e da flexibilidade de entrar/sair em/de delas; Maior e melhor percepção de novos nichos de mercado.

13 OVs SÃO UMA EVOLUÇÃO DE INTEGRAÇÃO Integração Inter-Alianças Integração Inter-Empresas Integração Intra-Empresa Integração de máquinas a controles numéricos Integração de centros de trabalho computadorizadas em células Competição Integração de células em FMS Integração de FMS com sistemas de planej., gerenc. e superv. da produção Integração da empresa com alguns fornecedores e clientes Evolução das TICs Integração da empresa com várias empresas/ organizações Integração entre diversas alianças

14 OVs SÃO UMA EVOLUÇÃO DE OUTRAS ALIANÇAS Na verdade, o estabelecimento de alianças estratégicas de cooperação é um fenômeno já de algumas décadas, mas que vem se acelerando muitíssimo desde há dez anos. Em uma forma mais elementar de aliança temos as iniciativas que visam deixar as empresas apenas com as suas atividades principais dos seus negócios, delegando as demais a outras. Exemplos disso tem-se a Terceirização e Subcontratação. Outras visavam apenas benefícios fiscais coletivos ou lobbies mais fortes para negociação de matérias-primas, políticas laborais, etc.. Exemplos disso tem-se os distritos industriais, os clusters de empresas, etc.. Outras mais modernas já tinham como objetivo uma cooperação a nível de processo de negócio, dividindo o produto específico por determinados e pré-estabelecidos parceiros, cada um responsável por uma parte do negócio, basicamente visando uma máxima eficácia na produção e minimização de custos. Exemplos disso tem-se as cadeias de suprimentos e, mais recentemente, as empresas estendidas.

15 A COLABORAÇÃO Apesar de serem alianças, elas não atendem aos requisitos de agilidade inicialmente mencionados e tidos como essenciais para a manutenção da competitividade das empresas. Uma das fundamentais razões é que naquelas alianças as empresas basicamente trocavam informação entre si ou cooperavam quando precisavam de algo específico uma das outras. OVs requerem mais do que isso!

16 EXEMPLOS DE CASOS DE VOs / COLABORAÇÃO Industrias automobilísticas, de aviação e construção naval; Hospitais; governamentais; Agências comerciais; Desenvolvimento de software; de defesa civil;

17 TIPOS DE INTERAÇÃO ENTRE EMPRESAS Diferenças nas formas de trabalho em conjunto: Troca de informação: refere-se a atividades de trocas usualmente informais entre as empresas mas sem que haja compromissos, metas ou tempo para a efetivação da troca, portanto, não há agregação de valor. Coordenação: um passo além em relação a Troca de Informação, mas aqui há um compromisso de provisão da informação e do tempo previsto para tal, de forma que as empresas podem sincronizar melhor ações. Algum valor é criado, mas individualmente....

18 TIPOS DE INTERAÇÃO ENTRE EMPRESAS Cooperação: um passo além em relação a Coordenação, aqui há um objetivo comum e um compartilhamento de recursos uma vez que uma atividade maior é processada em atividades menores por um conjunto de empresas e, portanto, um valor vai sendo agregado ao produto a medida que vai sendo produzido. Colaboração: um passo além em relação a Cooperação, aqui o processamento de uma dada tarefa não é individual, feito por uma única empresa, mas sim por duas ou mais; ou seja, simultaneamente, conjuntamente. Há agregação de valor mas nem sempre é claro qual empresa agregou o que. Aqui é portanto requerido confiança mútua, partilha de riscos e ganhos, de recursos e responsabilidades.

19 TIPOS DE INTERAÇÃO ENTRE EMPRESAS Todas são formas válidas e podem ocorrer numa mesma OV, ou mesmo uma empresa pode estar envolvida em diferentes formas nos seus vários negócios, consoante as necessidades. Mas como fazer para que os sistemas computacionais das empresas se adequem automática e dinamicamente a essas diferentes formas e ao mesmo tempo os negócios sejam gerenciados totalmente pela rede, digitalmente?

20 REDES COLABORATIVAS DE ORGANIZAÇÕES OVs são manifestações de um conceito mais amplo, que engloba todo tipo de alianças estratégicas: Redes Colaborativas de (RCO) (Collaborative Networked Organizations) Uma RCO corresponde a uma rede de organizações (empresas, ONGs, órgãos governamentais, profissionais liberais, etc.) autônomas, geograficamente dispersas, e heterogêneas em termos de ambiente de operação, cultura, capital social e objetivos, mas que colaboram para melhor atingirem objetivos comuns, e cujas interações dá-se pela rede de computadores.

21 O QUE DIZEM OS ESTUDOS E PREVISÕES? Em Em dez dez anos, anos, em em resposta resposta às às rápidas rápidas mudanças mudanças das das condições condições de de mercado, mercado, um um número número significativo significativo de de empresas empresas especialmente especialmente PMEs PMEs irão irão fazer fazer parte parte de de alguma alguma rede rede colaborativa colaborativa sustentável, sustentável, que que irá irá atuar atuar como como um um ambiente ambiente de de incubação incubação para para a a formação formação de de organizações organizações virtuais. virtuais.

22 COMPLEXIDADE DE ATUAR EM UMA RCO Em teoria, os membros de uma OV poderiam ser então qualquer tipo de empresa e organização. Contudo, o problema é muito complexo. Além disso, há uma série de pontos fundamentais ainda em aberto dentro desse novo modelo de RCOs e de VOs que fazem com que não exista ainda uma metodologia de trabalho que as empresas possam seguir. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

23 ALGUNS DESAFIOS Como se preparar internamente (organizacional e tecnologicamente) para reagir agilmente assim que um negócio é detectado? Como rapidamente procurar, achar e selecionar os melhores parceiros, se chegar a acordos, negociar, e ainda via eletrônica, com quem nunca se trabalhou junto antes? Como mensurar e monitorar os direitos de propriedade intelectual e o desempenho dos parceiros? Como operacionalizar o compartilhamento de informações e de recursos com os demais parceiros, de forma segura? Como gerenciar os aspectos legais envolvidos, inclusive depois de uma OV ter terminado? Como adaptar os sistemas já existentes nas empresas para poderem se comunicar / ser acessados por outros sistemas de outras empresas?

24 MEMBROS DE UMA RCO Das iniciativas ora em implantação no mundo, VOs são geradas não a partir de um universo aberto onde estariam todas as empresas e organizações do mundo, mas sim de um universo mais limitado, que contempla aquelas que realmente já estão preparadas para atuar nesse tipo de aliança. Dentre os universos fechados, dois tipos se destacam: -Os Ambientes de Incubação de OVs (Virtual Organization Breeding Environments); -As Comunidades de Profissionais (Professional Virtual Communities).

25 AMBIENTE VIRTUAL DE INCUBAÇÃO DE OVs Universo aberto de organizações tendências do mercado competitividade Universo de fronteira controlada Ambiente de Incubação 2 1a Aquisição de membros Acordo de cooperação Infra-estrutura comum Princípios de compartilhamento Oportunidades de Negócio 1b OV Seleção de parceiros da OV Negociação rápida de contratos Parametrização da estrutura Ampla procura & seleção de parceiros Definição de infra-estruturas em comum e sua parametrização Princípios de compartilhamento Negociação de contratos Acordo de cooperação

26 COMUNIDADE DE PROFISSIONAIS LIBERAIS Universo aberto de organizações Universo de fronteira controlada tendências do mercado competitividade Comunidade Profissional 1a 2 Aquisição de membros Acordo de cooperação Infra-estrutura comum Princípios de compartilhamento Oportunidades de Negócio 1b VT Seleção de parceiros da OV Negociação rápida de contratos Parametrização da estrutura Ampla procura & seleção de parceiros Definição de infra-estruturas em comum e sua parametrização Princípios de compartilhamento Negociação de contratos Acordo de cooperação

27 GERENCIAMENTO EM TEMPO-REAL DA OV

28 CICLO DE VIDA DE UMA ROC Criação Operação Dissolução Evolução Aplicações para OVs devem ser desenvolvidas para cumprir com os requisitos do ciclo de vida de uma OV, que são...

29 FUNCIONALIDADES PARA UMA ROC Criação da OV Caracterização da Oportunidade de Negócios Seleção de métricas Procura e Seleção de Parceiros Negociação & Análise de Riscos E-Contracting Planejamento Detalhado da OV... Portanto, dar suporte computacional a OVs é muito mais do que oferecer um pacote de groupware! Dissolução da OV Herança da OV Avaliação dos parceiros IPRs Questões legais... Execução da OV Monitoração da execução da OV Gestão de desempenho de parceiros Suporte à decisão em problemas Reconfiguração da OV Reconfiguração de direitos de acesso...

30 PROCESSOS DE NEGÓCIO DE UMA CNO Processos de Negócios de Empresas = Processos de Negócios baseados em Transações + Processos de Negócios baseados em Colaboração Baseado em Colaboração: normalmente os processos são altamente interativos, não gerenciados por sistemas ERP (p. ex. CSCW, chats, formação de OVs, negociação online, supervisão de OVs, etc.) foco está na flexibilidade & adaptabilidade. tradicional Baseado em Transações: normalmente os processos são altamente automatizados, tipicamente gerenciados por sistemas ERP (p.ex. vendas, compras, expedição, pedidos, etc.) foco está na eficiência. Nova demanda!

31 A NECESSIDADE DE ADEQUADAS INFRAESTRUTURAS Atualmente não existe nenhum software comercial que atenda a esses requisitos funcionais. O que existe são frameworks B2B em cima dos quais tais funcionalidades podem ser implementadas. - IBM WebSphere; - SAP NetWeaver; - Oracle Fusion; -MS BizTalk; - BEA WebLogic; - Novell Extend; - Sybase EA Server. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

32 A NECESSIDADE DE ADEQUADAS INFRAESTRUTURAS Considerando-se que 98,9% das empresas e organizações brasileiras são MPMEs, elas têm imensas dificuldades em lidar com esses produtos comerciais. - São caros e/ou muito custosos no seu deployment; - São complexos, exigindo pessoal altamente qualificado para instalá-los, configurá-los e mantê-los; - Não são todos abertos; - Requerem grande infraestrutura computacional para rodá-los; - Não tem as features para suportar todas as necessidades de RCOs. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

33 TENDÊNCIAS DE TICS PARA RCOs Um dos grandes desafios atualmente é como desenvolver software de uma forma flexível, rentável e reutilizável mas ao mesmo tempo ter que lidar com os cada vez mais curtos ciclos de vida das modernas TICs e seus diferentes níveis de maturidade.

34 A PROBLEMÁTICA EMPRESARIAL A dinâmica de mudanças imposta aos processos exige, portanto, um frequente redesenho nos processos. Problema: este redesenho é complexo, moroso e custoso. Do ponto de vista computacional, isso significa em adaptar os sistemas existentes e desenvolver novos sistemas para atender aos requisitos dos novos processos. Problemas: - esta adaptação é igualmente complexa e morosa; - esta adaptação tem tido que ser cada vez mais frequente; - a aquisição de softwares tradicionais de gestão não contempla essa constante mudança, além dos custos serem altos Estima-se que para cada dólar gasto na compra, 3 dólares adicionais são gastos para implantação e integração. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

35 A PROBLEMÁTICA EMPRESARIAL Em suma, os crescentes custos (pessoas e TICs) dessa constante adaptação começam a se tornar um verdadeiro obstáculo quando não inviabilizam! a essa adaptação. A parte significativa desses custos tem como causa a implementação de uma solução específica para cada caso. Se por um lado, teoricamente, isso seria o mais adequado, na prática não o é dados aos custos envolvidos: - Baixíssima re-utilização de soluções e/ou de melhores práticas; - Manutenção nos sistemas continua sendo caso a caso; - Problemas de interoperabilidade de cada caso; - Cada mudança implica em refazer boa parte do sistema. - Tempo de desenvolvimento continua sendo demasiado alto. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

36 QUAL SERIA ENTÃO A SOLUÇÃO?! Um software, uma metodologia, um framework, enfim, algo que então pudesse atacar esses problemas ou pelo menos a maior parte deles. A idéia mais moderna atualmente é a de desenvolver software como um Lego. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

37 QUAL SERIA ENTÃO A SOLUÇÃO?! Lego é composto de peças: - Escaláveis (padrão); - Interoperáveis (Intercambiáveis); - Reutilizáveis, tanto individualmente como em sub-componentes; - Flexíveis (se montadas adequadamente podem gerar diversas variações de um mesmo tema, ou algo completamente diferente. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

38 O PARADIGMA SOA Esta é a idéia de base do mais novo paradigma de desenvolvimento de sistemas: Arquitetura Orientada a Serviços (Service Oriented Architecture) ou simplesmente SOA SOA representa uma nova forma de pensar quanto ao projeto da arquitetura de um sistema e sua posterior integração a outros sistemas. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

39 O PARADIGMA SOA Tendo as características das peças do lego em mente, o princípio que rege uma SOA é de que uma aplicação grande e complexa deve ser evitada e substituída por um conjunto de aplicações pequenas e simples. Ou seja, uma aplicação passa a ser fisicamente composta por vários e pequenos módulos especializados, distribuídos, acessados remotamente, interoperáveis e reutilizáveis de software que são unidos graças a padronizações adotadas, podendo ainda ser fácil e rapidamente recomposta para o processo desejado. No mundo SOA, esses pequenos módulos de software são chamados de SERVIÇOS. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

40 O PARADIGMA SOA Sistema Monolítico Função A Função B invocação interna do programa Função C Função D Sistemas baseados em SOA Serviço A Serviço A invocação pela Internet Serviço B Serviço B Serviço C Serviço D Serviço D Serviço E SOBA 1 (processo X para Empresa Y) SOBA n (processo X para Empresa Z) SOBA Service Oriented Business Application

41 UM SERVIÇO Um serviço é um módulo de software, que pode ter uma granularidade variável, que pode ser implementado em qualquer linguagem de programação e que tem uma interface padrão que permite que ele invoque um serviço e também possa ser invocado por um outro serviço. Portanto, um mesmo serviço pode ser, tanto cliente, como servidor, dependendo da composição feita para os vários processos de negócio da empresa. A seleção dos serviços e a sequência de suas invocações é que determinam o comportamento (funcionalidade global) da aplicação associada a um dado processo de negócios. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

42 IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIÇO Novo Serviço Serviço Consumidor (Client) Serviço já existente encapsulado Serviço Composto Interface do Serviço implementação do Serviço Aplicação não-soa

43 UM SERVIÇO Visando maximizar a reutilização e a flexibilidade, um serviço costuma seguir uma arquitetura tipo 3 camadas (3-tier) na sua construção. Isso visa separar (fisicamente) a parte de interface com o usuário, a de definição e tratamento da lógica do negócio, e a de acesso a dados. comunicação pela rede camada de apresentação camada de processo camada de dados UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

44 COMPLEXIDADE DE UMA SOBA início fim Serviço Camada de Apresentação (Usuário Final) Gateways ou Pontes de interoperabilidade Camada de Lógica do Negócio Pontos de sincronização e/ou de intervenção com usuário requerido

45 O PARADIGMA SOA ALGUMAS ESTATÍSTICAS Segundo a empresa americana de pesquisa de mercado em tecnologia Gartner: - Apenas 5% das empresas americanas tem mais do que 1/3 dos seus sistemas como SOA. Mas em 2010 serão 65%. - Mercado deve crescer 138% no mundo e movimentar 8.6 US$ bi e 33.8 US$ bi em % das aplicações para gerenciamento de cadeias produtivas a nível de Intranet e 20% a nível de Extranet já usam SOA-based solutions. Espera-se que cheguem a 90% até De acordo com a empresa de consultoria McKinsey Consult, 48% das empresas estão procurando soluções que as ajudem a reconfigurar seus processos de negócios com maior flexibilidade. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

46 SOA NÃO É A SOLUÇÃO PARA TODOS OS PROBLEMAS A aplicação de uma estratégia SOA no desenvolvimento de aplicações não se aplica a todos os casos. SOA é vantajoso em relação a abordagens tradicionais pois: - Apóia-se totalmente no uso de padrões, resolvendo assim grande parte dos problemas de interoperabilidade; - Permite a construção e a integração de diversas aplicações graças ao fraco acoplamento (loose coupling) entre os serviços; - Permite o compartilhamento de serviços entre aplicações; - Estimula uma baixa granularidade dos serviços e assim uma alta reutilização; - Permite uma execução de serviços de forma tanto síncrona como assíncrona, inclusive dentro de uma mesma SOBA; - Permite uma flexibilidade no controle dos serviços em termos de que sua busca, seleção e composição podem ser feitas tanto à priori, estaticamente e manualmente, como em tempo de execução, dinâmica e automaticamente. UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

47 SOA PARA INTEGRAÇÃO INTRA E INTER-EMPRESAS tecnologias de suporte Multiplos devices Camada de Apresentação Camada de Processos (Inter) Camada de Processos (Intra) Camada de Coordenação BPM & BPML BPE & BPEL Controlar Produção Comprar Gestão de OVs Vender e-gov PDM Controlar Produção Comprar Vender Camada Lógica do Processo Camada de Serviços EAI ERP CRM SCM ERP CRM Camada de Dados SCM Camada de Dados Empresa 1 Empresa n

48 SOA NÃO É UM SOFTWARE! SOA não é uma linguagem ou tecnologia; é um novo paradigma de projeto e integração de sistemas. Sistemas projetados como uma SOA podem ser implementados com várias tecnologias. Atualmente, todos os principais software vendors mundiais (IBM, SAP, Oracle, Microsoft, Novell, BEA, SyBase) têm usado uma certa tecnologia de base para implementar soluções SOA : Serviços Web (ou Web Services). UFSC/DAS Prof. Ricardo J. Rabelo 2006

49 CUSTOS & IMPACTOS PARA IMPLANTAÇÃO DE SOA Investimentos Organizacionais Definição dos serviços e/ou validação dos processos envolvidos Reforço na política de reutilização de serviços Retreinamento dos desenvolvedores Exige uma gestão muito mais complexa de todos os serviços e de seus diferentes ciclos de vida. Investimentos em Arquitetura Exige uma mudança Metodologia completa para definição mentalidade e seleção de serviços dos desenvolvedores: Projeto toda construir a arquiteura para reutilizar dos vários SOBAs & construir Seleção com reutilização. das tecnologias de implementação Investimentos em Infraestrutura Integração de middlewares Web services Registro de serviços Gestão e segurança do sistema

50 O PROJETO EUROPEU ECOLEAD O projeto ECOLEAD é um projeto financiado pela Comissão Européia e é o maior projeto sobre ROC vigente neste momento. É um projeto de 4 anos, 20 parceiros (a UFSC/DAS representa o Brasil) entre universidades, software-houses e indústrias, e tem um orçamento de 10 milhões de euros. O projeto visa estabelecer melhores fundamentações teóricas sobre RCOs assim como plataformas de software de suporte. Ao final, ele será validado em 9 empresas-piloto.

51 A PLATAFORMA PARA RCOs DO ECOLEAD (c) VOM Portal PVC Portal (a) VOM Application Service (b) VBE Portal VBE / VOM / PVC Services Horizontal KCDP services distributed services repositories ICT-I Basic services Internet Hor KCDP services Hor KCDP services Hor KCDP services Services Federation CNO Member 1 CNO Member 2 CNO Member n PVC Ontology My-Ontology Legacy Company DB (C)ollaboration (K)nowledge (P)rocess (D)ata Access

52 CONFIGURAÇÃO DA OV E VISUALIZAÇÃO GLOBAL

53 CONFIGURAÇÃO DA OV E VISUALIZAÇÃO GLOBAL

54 MONITORAÇÃO DA OV

55 GERENCIAMENTO DA OV VIA DISPOSITIVOS MÓVEIS

56 FIM

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos.

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fundada em 1989, a MicroStrategy é fornecedora líder Mundial de plataformas de software empresarial. A missão é fornecer as plataformas mais

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

Apresentação da Empresa

Apresentação da Empresa Apresentação da Empresa Somos uma empresa especializada em desenvolver e implementar soluções de alto impacto na gestão e competitividade empresarial. Nossa missão é agregar valor aos negócios de nossos

Leia mais

INFRAESTRUTURA PARA INOVAÇÃO BPM e SOA

INFRAESTRUTURA PARA INOVAÇÃO BPM e SOA INFRAESTRUTURA PARA INOVAÇÃO BPM e SOA Palestrante: Eduardo José Ribeiro de Castro, MSc. eduardo@quaddract.com.br 25/08/2009 1 Objetivo Geral APL Brasília Capital Digital Desenvolver entre as empresas

Leia mais

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia P ORTFÓ FÓLIO Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia versão 1.1 ÍNDICE 1. A EMPRESA... 3 2. BI (BUSINESS INTELLIGENCE)... 5 3. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS... 6 3.1. PRODUTOS

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 5 INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos

Leia mais

APLICATIVOS CORPORATIVOS

APLICATIVOS CORPORATIVOS Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 3 APLICATIVOS CORPORATIVOS PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos de Sistemas

Leia mais

Modelos e Arquiteturas de Sistemas Computacionais

Modelos e Arquiteturas de Sistemas Computacionais Modelos e Arquiteturas de Sistemas Computacionais Prof. Ricardo J. Rabelo UFSC Universidade Federal de Santa Catarina DAS Departamento de Automação e Sistemas SUMÁRIO Importância da definição da Arquitetura

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS

ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN) ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS Profº Adalberto J. Tavares Vieira

Leia mais

Adicionando valor na produção

Adicionando valor na produção Adicionando valor na produção Em um mercado global altamente competitivo e em constantes transformações, a otimização do resultado dos processos de produção é fundamental. Pressões ambientais e de custo,

Leia mais

Prof.: Gilberto Onodera

Prof.: Gilberto Onodera Automação de Sistemas Prof.: Gilberto Onodera Aula 21-maio maio-2007 Revisão Conceitos de Macro-economia: Globalização Objetivo: Entender os principais drivers de mercado Economia de escala Paradigma da

Leia mais

Soluções em Tecnologia da Informação

Soluções em Tecnologia da Informação Soluções em Tecnologia da Informação Curitiba Paraná Salvador Bahia A DTS Sistemas é uma empresa familiar de Tecnologia da Informação, fundada em 1995, especializada no desenvolvimento de soluções empresariais.

Leia mais

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar a tecnologia da informação para fazer frente às forças competitivas que as empresas enfrentam.

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI

Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI Para competir com eficácia, as empresas da atualidade precisam se adaptar a um ambiente tecnológico que sofre rápidas mudanças.

Leia mais

BPO para Empresas de Energia e Concessionárias de Serviços Públicos

BPO para Empresas de Energia e Concessionárias de Serviços Públicos BPO para Empresas de Energia e Concessionárias de Serviços Públicos Terceirização de Processos Empresariais da Capgemini Um componente da área de Serviços Públicos da Capgemini As concessionárias de serviços

Leia mais

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS WORKFLOW Mapeamento de Processos de Negócio Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS É proibido a reprodução total ou parcial de qualquer forma ou por qualquer meio sem a expressa autorização

Leia mais

Otimismo desenvolvedoras de softwares

Otimismo desenvolvedoras de softwares Otimismo nas nuvens Ambiente favorável alavanca negócios das empresas desenvolvedoras de softwares, que investem em soluções criativas de mobilidade e computação em nuvem para agilizar e agregar flexibilidade

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a SISTEMAS INTEGRADOS Prof. Eduardo Oliveira Bibliografia adotada: COLANGELO FILHO, Lúcio. Implantação de Sistemas ERP. São Paulo: Atlas, 2001. ISBN: 8522429936 LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas

Leia mais

A gestão de processos de negócio: conceitos e ferramentas BPM

A gestão de processos de negócio: conceitos e ferramentas BPM FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO A gestão de processos de negócio: conceitos e ferramentas BPM Trabalho realizado por: Ana Luisa Veiga Filipa Ramalho Doutora Maria Manuela Pinto GSI 2007 AGENDA:

Leia mais

BPM E SOA MODELO PARA O DESENVOLVIMENTO CORPORATIVO

BPM E SOA MODELO PARA O DESENVOLVIMENTO CORPORATIVO BPM E SOA MODELO PARA O DESENVOLVIMENTO CORPORATIVO João Felipe D Assenção Faria Arquiteto JEE Especialista SOA/BPM JOÃO FELIPE D ASSENÇÃO FARIA Arquiteto JEE (12 anos) Especialista SOA/BPM (aprox. 4 anos)

Leia mais

IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso

IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso Uma única plataforma BPM que oferece total visibilidade e gerenciamento de seus processos de negócios 2 IBM Business Process Manager Simples

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 05 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Ferramenta Colaborativa para Groupware

Ferramenta Colaborativa para Groupware Ferramenta Colaborativa para Groupware Rodolpho Brock UFSC Universidade Federal de Santa Catarina INE Deparrtamento de Informática e Estatística Curso de Graduação em Sistema de Informação rbrock@inf.ufsc.br

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação Gestão da Tecnologia da Informação A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS TM RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS A visão da computação em nuvem por Aad van Schetsen, vicepresidente da Compuware Uniface, que mostra por que

Leia mais

Migração de sistemas antigos. Avançando para um futuro competitivo

Migração de sistemas antigos. Avançando para um futuro competitivo Migração de sistemas antigos Avançando para um futuro competitivo A automação e controle é um dos mais importantes investimentos para garantir o sucesso da manufatura de qualquer indústria. Porém, por

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

[ Empowering Business, Architecting IT. ]

[ Empowering Business, Architecting IT. ] SOA coloca TI da Rede Ipiranga em linha com os negócios Setembro/2012 Sumário Matéria publicada na Information Week... 4 Artigo Case Ipiranga... 7 SOA coloca TI da Rede Ipiranga em linha com os negócios

Leia mais

Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ESTRATÉGIA COMPETITIVA Profa. Lérida Malagueta Estratégia competitiva Já conhecemos os conceitos sobre a teoria da decisão estratégica e de como competem e cooperam: Os decisores As empresas

Leia mais

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP

Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Solução Integrada para Gestão e Operação Empresarial - ERP Mastermaq Softwares Há quase 20 anos no mercado, a Mastermaq está entre as maiores software houses do país e é especialista em soluções para Gestão

Leia mais

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING 1 ÍNDICE 03 04 06 07 09 Introdução Menos custos e mais controle Operação customizada à necessidade da empresa Atendimento: o grande diferencial Conclusão Quando

Leia mais

Reuso. Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior

Reuso. Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior Reuso Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior Reutilização de Software Na maioria das áreas de engenharia de software, sistemas são desenvolvidos

Leia mais

Anderson L. S. Moreira

Anderson L. S. Moreira Tecnologia da Informação Aula 11 Sistemas de E-business Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@ifpe.edu.br Instituto Federal de Pernambuco Recife PE Esta apresentação está sob licença Creative Commons

Leia mais

Sistemas de Informação na Produção

Sistemas de Informação na Produção Sistemas de Informação na Produção ERP. Principais ERPs do mercado. Mitos sobre ERPs. Aula 6 - Questões para Refletir 2/26 Enterprise Resource Planning - ERP Sistemas de gerência que integram todos os

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu. Gestão e Tecnologia da Informação

PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu. Gestão e Tecnologia da Informação IETEC - INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu Gestão e Tecnologia da Informação BAM: Analisando Negócios e Serviços em Tempo Real Daniel Leôncio Domingos Fernando Silva Guimarães Resumo

Leia mais

Identificar cada um dos sistemas de e-business interfuncionais abaixo e dar exemplos de como eles podem fornecer significativo valor para uma

Identificar cada um dos sistemas de e-business interfuncionais abaixo e dar exemplos de como eles podem fornecer significativo valor para uma 1 Identificar cada um dos sistemas de e-business interfuncionais abaixo e dar exemplos de como eles podem fornecer significativo valor para uma empresa, seus clientes e parceiros de negócios: de recursos

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

Ferramentas unificadas de SOA alinham negócios e TI IDG Research aponta grandes ganhos potenciais a partir de uma solução integrada

Ferramentas unificadas de SOA alinham negócios e TI IDG Research aponta grandes ganhos potenciais a partir de uma solução integrada Insight completo sobre IDG/Oracle Relatório de pesquisa de SOA Ferramentas unificadas de SOA alinham negócios e TI IDG Research aponta grandes ganhos potenciais a partir de uma solução integrada Alinhamento

Leia mais

Estruturação da Arquitetura Estadual de Sistemas de Informação por Meio da Orientação a Serviços

Estruturação da Arquitetura Estadual de Sistemas de Informação por Meio da Orientação a Serviços Estruturação da Arquitetura Estadual de Sistemas de Informação por Meio da Orientação a Serviços Relato de Experiência da ATI-PE WCGE 2010 20/07/2010 1 Introdução 2 Sobre a ATI Agência Estadual de Tecnologia

Leia mais

Organização e a Terceirização da área de TI. Profa. Reane Franco Goulart

Organização e a Terceirização da área de TI. Profa. Reane Franco Goulart Organização e a Terceirização da área de TI Profa. Reane Franco Goulart Como surgiu? A terceirização é uma ideia consolidada logo após a Segunda Guerra Mundial, com as indústrias bélicas americanas, as

Leia mais

CONECTIVIDADE INOVADORA. MULTI-SITE E MULTI-FORNECEDORES. UMA ÚNICA LISTA DE TRABALHO GLOBAL. Vue Connect. Enterprise IMAGE/ARTWORK AREA

CONECTIVIDADE INOVADORA. MULTI-SITE E MULTI-FORNECEDORES. UMA ÚNICA LISTA DE TRABALHO GLOBAL. Vue Connect. Enterprise IMAGE/ARTWORK AREA Vue Connect Enterprise Workflow MULTI-SITE E MULTI-FORNECEDORES. UMA ÚNICA LISTA DE TRABALHO GLOBAL. Para empresas que possuem diversas unidades, uma ampla gama de instalações, fluxo de trabalho departamental

Leia mais

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 6 ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Leia mais

BPM e SOA. Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

BPM e SOA. Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas BPM e SOA Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Como funcionam as organizações? O que ébpm Business Process Management (BPM)

Leia mais

Sistemas de e-business. Objetivos do Capítulo

Sistemas de e-business. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar cada um dos sistemas de e-business interfuncionais abaixo e dar exemplos de como eles podem fornecer significativo valor para uma empresa, seus clientes e parceiros de

Leia mais

Padrões Abertos, Componentização e SOA A chave para a evolução e criação de uma nova geração de sistemas de gestão comercial

Padrões Abertos, Componentização e SOA A chave para a evolução e criação de uma nova geração de sistemas de gestão comercial Padrões Abertos, Componentização e SOA A chave para a evolução e criação de uma nova geração de sistemas de gestão comercial Sindo V. Dias Antônio C. Mosca Rogério A. Rondini Agenda Cenário do Setor de

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

e-business Novas Tendências Tecnologias da Informação com aplicabilidade ao RH

e-business Novas Tendências Tecnologias da Informação com aplicabilidade ao RH Tecnologias da Informação com aplicabilidade ao RH e-rh / Recursos Humanos Virtual Novas Tendências Como já foi visto com o advento da globalização e do crescimento da tecnologia e a difusão da Internet,

Leia mais

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução Gestão do Conteúdo 1. Introdução Ser capaz de fornecer informações a qualquer momento, lugar ou através de qualquer método e ser capaz de fazê-lo de uma forma econômica e rápida está se tornando uma exigência

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Informação no contexto administrativo Graduação em Redes de Computadores Prof. Rodrigo W. Fonseca SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA PELOTAS >SistemasdeInformação SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA

Leia mais

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People.

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. O SoftExpert BPM Suite é uma suíte abrangente de módulos e componentes perfeitamente integrados, projetados para gerenciar todo o ciclo de

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 09 Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

Excelência em Metodologia de Helpdesk

Excelência em Metodologia de Helpdesk Excelência em Metodologia de Helpdesk O IntraDesk foi desenvolvido com base nas melhores práticas conhecidas de Helpdesk, indicadas por organizações como o Gartner Group e o Helpdesk Institute, que, aliadas

Leia mais

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Tópicos Motivação e Objetivos LP e SOA Processo ADESE

Leia mais

Soluções. para o seu cliente mais importante. Governo

Soluções. para o seu cliente mais importante. Governo Soluções para o seu cliente mais importante. Governo A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes

Leia mais

Resumo da solução SAP SAP Technology SAP Afaria. Gestão da mobilidade empresarial como vantagem competitiva

Resumo da solução SAP SAP Technology SAP Afaria. Gestão da mobilidade empresarial como vantagem competitiva da solução SAP SAP Technology SAP Afaria Objetivos Gestão da mobilidade empresarial como vantagem competitiva Simplifique a gestão de dispositivos e aplicativos Simplifique a gestão de dispositivos e aplicativos

Leia mais

Internacionalização e Localização de Software AGENDA

Internacionalização e Localização de Software AGENDA Internacionalização e Localização de Software ExpoGestão - 2006 for International Software Business Ernani Ferrari AGENDA Planejando-se a Internacionalização Razões para internacionalizar Abordagens e

Leia mais

Fábrica de Software 29/04/2015

Fábrica de Software 29/04/2015 Fábrica de Software 29/04/2015 Crise do Software Fábrica de Software Analogias costumam ser usadas para tentar entender melhor algo ou alguma coisa. A idéia é simples: compara-se o conceito que não se

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA)

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA) Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA) Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Engenharia de Software Orientada a Serviços

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA 1 OBJETIVOS 1. O que os administradores precisam saber sobre organizações para montar e usar sistemas de informação com sucesso? 2. Que

Leia mais

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007

Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 Thalita Moraes PPGI Novembro 2007 A capacidade dos portais corporativos em capturar, organizar e compartilhar informação e conhecimento explícito é interessante especialmente para empresas intensivas

Leia mais

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 Universo TOTVS Fundada em 1983 6ª maior empresa de software (ERP) do mundo Líder em Software no Brasil e

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA DIGITAL

ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA DIGITAL Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 1.1 Capítulo 1 ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA DIGITAL 1.1 2003 by Prentice Hall Sistemas de Informação Gerencial Capítulo 1 Administra,cão da Empresa Digital

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercício 1: Leia o texto abaixo e identifique o seguinte: 2 frases com ações estratégicas (dê o nome de cada ação) 2 frases com características

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA DIRETORIA DE INFORMÁTICA

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA DIRETORIA DE INFORMÁTICA Parecer.DIN 67/07 TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA PROCESSO: ECO 07/00374850 UNIDADE GESTORA: RESPONSÁVEL: ASSUNTO: CENTRO DE INFORMÁTICA E AUTOMAÇÃO DO ESTADO DE SANTA CATARINA - CIASC HUGO

Leia mais

Arquiteturas Orientadas a Serviços ESB. Enterprise Service Bus. Prof. Ricardo J. Rabelo DAS5316 Integração de Sistemas Corporativos

Arquiteturas Orientadas a Serviços ESB. Enterprise Service Bus. Prof. Ricardo J. Rabelo DAS5316 Integração de Sistemas Corporativos ESB Enterprise Service Bus Prof. Ricardo J. Rabelo DAS5316 Integração de Sistemas Corporativos Resumo Introdução Definição Problemas atuais e Vantagens Evolução do ESB ESB versus EAI, MOM, Workfow, SOA

Leia mais

Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações. Um SIG gera

Leia mais

CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação

CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação Janniele Aparecida Como uma empresa consegue administrar toda a informação presente nesses sistemas? Não fica caro manter tantos sistemas diferentes? Como os

Leia mais

Workflow como Proposta de. Workflow. O Gerenciamento de Processos. Prof. Roquemar Baldam roquemar@pep.ufrj.br

Workflow como Proposta de. Workflow. O Gerenciamento de Processos. Prof. Roquemar Baldam roquemar@pep.ufrj.br Workflow como Proposta de Automação Flexível O Gerenciamento de Processos Planejamento do BPM Diretrizes e Especificações Seleção de processo críticos Alinhamento de processos à estratégia www.iconenet.com.br

Leia mais

SMARTPLANT ENTERPRISE FOR OWNER OPERATORS

SMARTPLANT ENTERPRISE FOR OWNER OPERATORS SMARTPLANT ENTERPRISE FOR OWNER OPERATORS ALAVANCANDO A BASE DE PROJETOS DE ENGENHARIA DURANTE TODO O CICLO DE VIDA DA PLANTA BUSINESS CASE OWNER OPERATORS se deparam, atualmente, com uma incrível demanda

Leia mais

Fontoura SOLUÇÕES CONSULTORIA E CAPACITAÇÃO CATÁLOGO DE

Fontoura SOLUÇÕES CONSULTORIA E CAPACITAÇÃO CATÁLOGO DE 96 CONSULTORIA E CAPACITAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fontoura e d u c a t i o n Empresa de Consultoria e Auditoria em TIC e implantação das melhores práticas em Governança, Risco e Compliance. Avaliação

Leia mais

Etapas e Desafios. plataforma de BPM corporativa. BPMS Showcase 2014. Kelly Sganderla Consultora de Processos, CBPP Kelly.sganderla@iprocess.com.

Etapas e Desafios. plataforma de BPM corporativa. BPMS Showcase 2014. Kelly Sganderla Consultora de Processos, CBPP Kelly.sganderla@iprocess.com. BPMS Showcase 2014 Etapas e Desafios na seleção de uma plataforma de BPM corporativa Apresentado por: Kelly Sganderla Consultora de Processos, CBPP Kelly.sganderla@iprocess.com.br Apresentando a iprocess

Leia mais

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As Empresas e os Sistemas Problemas locais - impacto no sistema total. Empresas como subsistemas de um sistema maior. Uma empresa excede a soma de

Leia mais

SUPORTE DA TI A MELHORIA DO DESEMPENHO ORGANIZACIONAL

SUPORTE DA TI A MELHORIA DO DESEMPENHO ORGANIZACIONAL SUPORTE DA TI A MELHORIA DO DESEMPENHO ORGANIZACIONAL Referência Tecnologia da Informação para Gestão : Transformando os negócios na Economia Digital. Bookman, sexta edição, 2010. 2 FAZENDO NEGÓCIOS NA

Leia mais

Anderson L. S. Moreira

Anderson L. S. Moreira Tecnologia da Informação Aula 10 Fato Real A batalha pelos dados Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@ifpe.edu.br Instituto Federal de Pernambuco Recife PE Esta apresentação está sob licença Creative

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

NCR CONNECTIONS. CxBanking

NCR CONNECTIONS. CxBanking CxBanking NCR CONNECTIONS Nossa soluc a o multicanal permite aos bancos implementar rapidamente servic os empresariais personalizados em canais fi sicos e digitais. Um guia de soluções da NCR Visão geral

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

Partner Network. www.scriptcase.com.br

Partner Network. www.scriptcase.com.br www.scriptcase.com.br A Rede de Parceiros ScriptCase é uma comunidade que fortalece os nossos representantes em âmbito nacional, possibilitando o acesso a recursos e competências necessários à efetivação

Leia mais

Obtendo Qualidade com SOA

Obtendo Qualidade com SOA Obtendo Qualidade com SOA Daniel Garcia Gerente de Prática BPM/SOA daniel.garcia@kaizen.com.br 11 de Novembro de 2009 Copyright 2009 Kaizen Consultoria e Serviços. All rights reserved Agenda Sobre a Kaizen

Leia mais

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas.

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas. Introdução Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado), ou seja manual, que abrange

Leia mais

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento Aumente a eficiência de seu negócio O Versa é um poderoso software de gestão de negócios para editoras, distribuidoras e livrarias. Acessível e amigável, o sistema foi desenvolvido especificamente para

Leia mais

Como a nuvem mudará as operações de liberação de aplicativos

Como a nuvem mudará as operações de liberação de aplicativos DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Junho de 2013 Como a nuvem mudará as operações de liberação de aplicativos Jacob Ukelson Entrega de aplicativos Sumário Resumo executivo 3 Seção 1: 4 Mudando o cenário de automação

Leia mais

SOA: Service-oriented architecture

SOA: Service-oriented architecture SOA: Service-oriented architecture Roteiro Breve História O que é Arquitetura de Software? O que é SOA? Serviços Infraestrutura Composição Sua empresa está preparada para SOA? Breve História Uma empresa

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Mudanças das organizações e os SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução n A mudança nos sistemas de informação das organizações é, ou deve ser, considerada

Leia mais