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1 COLÉGIO ESTADUAL PEDRO MACEDO Ensino Profissionalizante Internet e Programação Web 1 Técnico Prof. Cesar

2 INTRODUÇÃO A apostila tem como objetivo auxiliar os alunos no entendimento a origem da internet, seu funcionamento. Aprimorar a navegação, seja ela em qualquer navegador, na buscas e comunicação. Proporcionar ao aluno estudo dos conceitos e serviços oferecidos pela Internet, não apenas para ser um simples usuário da mesma, mas sim, mostrando a grande utilidade como meio de comunicação, transmissão e compartilhamento de dados e informações. Auxiliar os alunos a uma vivencia diretamente com a interface, criação de contas de . Conceituar e elaborar layouts para web. Introdução desenvolvimento web. INDICE 1 - Histórico A comunicação na Internet Tipos de conexão, banda estreita e banda larga Protocolos de Internet (família TCP/IP e WWW)

3 1 - A H I S T Ó R I A D A I N T E R N E T A Internet é constituida de uma série de redes chamadas backbones. O desenvolvimento dessas redes e dos protocolos teve como objetivo inicial atender necessidades militares do governo americano. A Internet surgiu a partir de pesquisas militares nos períodos áureos da Guerra Fria. Na década de 1960, quando dois blocos ideológicos e politicamente antagônicos exerciam enorme controle e influência no mundo, qualquer mecanismo, qualquer inovação, qualquer ferramenta nova poderia contribuir nessa disputa liderada pela União Soviética e por Estados Unidos: as duas superpotências compreendiam a eficácia e necessidade absoluta dos meios de comunicação. Nessa perspectiva, o governo dos Estados Unidos temia um ataque russo às bases militares. Um ataque poderia trazer a público informações sigilosas, tornando os EUA vulneráveis. Então foi idealizado um modelo de troca e compartilhamento de informações que permitisse a descentralização das mesmas. Assim, se o Pentágono fosse atingido, as informações armazenadas ali não estariam perdidas. Era preciso, portanto, criar uma rede, a ARPANET, criada pela ARPA, sigla para Advanced Research Projects Agency. Em 1962, J.C.R LickLider do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) já falava em termos da existência de uma Rede Galáxica. Desenvolvida pela empresa ARPA (Advanced Research and Projects Agency) em 1969, com o objetivo de conectar os departamentos de pesquisa, esta rede foi batizada com o nome de ARPANET. Se a antiga URSS resolvesse cortar a comunicação da defesa americana, bastava lançar uma bomba no Pentágono, e esta comunicação entrava em colapso, tornando os Estados Unidos extremamente vulnerável a mais ataques. A ARPANET foi desenvolvida exatamente para evitar isto. Com um Back Bone que passava por baixo da terra (o que o tornava mais difícil de ser interrompido), ela ligava os militares e pesquisadores sem ter um centro definido ou mesmo uma rota única para as informações, tornando-se quase indestrutível. Nos anos 1970, as universidades e outras instituições que faziam trabalhos relativos à defesa tiveram permissão para se conectar à ARPANET. Em 1975, existiam aproximadamente 100 sites. Os pesquisadores que mantinham a ARPANET estudaram como o crescimento alterou o modo como as pessoas usavam a rede. Anteriormente, os pesquisadores haviam presumido que manter a velocidade da ARPANET alta o suficiente seria o 3

4 maior problema, mas na realidade a maior dificuldade se tornou a manutenção da comunicação entre os computadores (ou interoperação). No final dos anos 1970, a ARPANET tinha crescido tanto que o seu protocolo de comutação de pacotes original, chamado de Network Control Protocol (NCP), tornou-se inadequado. Em um sistema de comutação de pacotes, os dados a serem comunicados são divididos em pequenas partes. Essas partes são identificadas de forma a mostrar de onde vieram e para onde devem ir, assim como os cartões-postais no sistema postal. Assim também como os cartões-postais, os pacotes possuem um tamanho máximo, e não são necessariamente confiáveis. Os pacotes são enviados de um computador para outro até alcançarem o seu destino. Se algum deles for perdido, ele poderá ser reenviado pelo emissor original. Para eliminar retransmissões desnecessárias, o destinatário confirma o recebimento dos pacotes. Depois de algumas pesquisas, a ARPANET mudou do NCP para um novo protocolo chamado TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol) desenvolvido em UNIX. A maior vantagem do TCP/IP era que ele permitia (o que parecia ser na época) o crescimento praticamente ilimitado da rede, além de ser fácil de implementar em uma variedade de plataformas diferentes de hardware de computador. Em 1990 a Internet é composta de aproximadamente redes internacionais, sendo que mais ou menos a metade delas nos Estados Unidos. A partir de julho de 1995, havia mais de 6 milhões de computadores permanentemente conectados à Internet, além de muitos sistemas portáteis e de desktop que ficavam online por apenas alguns momentos. Histórico da Internet no Brasil A história da Internet no Brasil começou bem mais tarde, só em 1991 com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), uma operação acadêmica subordinada ao MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia). Até hoje a RNP é o "backbone" principal e envolve instituições e centros de pesquisa (FAPESP, FAPEPJ, FAPEMIG, etc.), universidades, laboratórios, etc. Em 1994, no dia 20 de dezembro é que a EMBRATEL lança o serviço experimental a fim de conhecer melhor a Internet. Somente em 1995 é que foi possível, pela iniciativa do Ministério das Telecomunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia, a abertura ao setor privado da Internet para exploração comercial da população brasileira. 4

5 A RNP fica responsável pela infra-estrutura básica de interconexão e informação em nível nacional, tendo controle do backbone (Coluna dorsal de uma rede, backbone representa a via principal de informações transferidas por uma rede, neste caso, a Internet). Logo a seguir estão algumas datas importantes na evolução da rede Internet e dos protocolos. * Foi desenvolvido pela ARPA (Advanced Research Projects Agency) o primeiro backbone. O objetivo desse projeto era interligar as universidades e também a área militar. * A DARPA (Defence Advanced Research Projects Agency) que deu lugar a ARPA, começou a desenvolver os protocolos TCP/IP. * Foi formado um comitê para comandar o desenvolvimento desses protocolos. Esse comitê se chamava ICCB - Internet Control and Configuration Board. * A DARPA cedeu os direitos do código dos protocolos TCP/IP à Universidade da Califórnia para que fosse distribuído em sua versão UNIX. A DARPA pediu a todos os computadores que estavam conectados a ARPANET para que usassem os protocolos TCP/IP. Esses protocolos se difundiram rapidamente, visto que não eram aplicativos comerciais. * A Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos(NSF) criou a NSFNET, que era uma rede de alta capacidade destinada a atender, tanto nos EUA como em outros paises, as entidades científicas e de pesquisa. * A ARPANET deu lugar à NSFNET, bem como o ICCB foi subtituido pela Internet Advisory Board (IAB). A IAB possuia dois grupos principais: o IRTF (Internet Research Task Force) e o IETF (Internet Engeneering Task Force). * Muitas redes foram criadas ou desenvolvidas objetivando a melhora do tráfego de informações via Internet. Deu-se ainda nessa década a conexão de muitos setores à Internet, visando prestar e obter serviços pela rede. 2 - A COMUNICAÇÃO NA INTERNET A Internet é freqüentemente comparada a um sistema interestadual de estradas. Ambos os sistemas: 5

6 * Permitem alta-velocidade aos viajantes (para os dados e carros); * Conectam unidades menores (de redes e rodovias); * Oferecem uma variedade de caminhos para a viagem; * Podem cobrar uma taxa de acesso; * São controladas por múltiplas organizações (cada segmento é controlado por um proprietário daquele segmento). A Internet serve como um conduto para ligar milhões de computadores pelo mundo todo. Essas conexões podem consistir de linhas de telefone, telefones celulares, linhas de dados de alta-velocidade, telecomunicação sem fios, Personal Digital Assistants (PDAs), conexões via satélite ou cabo. Os computadores na Internet podem trocar informações porque eles compartilham de uma linguagem de comunicação chamada TCP/IP. A Internet é constituida por diversos backbones interligados. Cada backbone é constituido por um conjunto de roteadores que formam sua espinha dorsal. ( Para comprender melhor compare os bacbone com as rodovias BR 376 Curitiba X Florianopolis). Administrada pela RNP Nacional de Ensino e Pesquisa e também operadoras privadas. 6

7 Como organizar a rede para apoiar o acesso aos serviços da Internet? Aspectos a considerar na definição da topologia. - Servidores - Confinamento de tráfego - Segurança - Flexibilidade A base da internet é: 7

8 Internet e Segurança - Alguns serviços são limitados para proteger a Internet e seu computador. - Máquinas dedicas à tarefa de filtrar o tráfego são denominadas firewall. Modelo de firewall INTRANET 8

9 A intranet é construida a partir de uma rede local ou da agregação de um conjunto de redes locais. As redes locais são estruturas usando: - hub - switch - roteador - cabeamento HUB Um hub comum recebe as informações e as envia para todos os computadores da rede, o que a deixa mais lenta. Já o hub-switch envia os dados somente para o computador que os requisitou, fazendo com que o restante da rede fique livre para o tráfego de outras informações. De forma rápida, o hub-switch pode ser definido como um hub chique, ou uma evolução do hub. Em termos de tecnologia e, dependendo do tipo de rede onde é usado, o hub-switch pode ser considerado mais avançado que o hub e menos que o switch. Com o hub praticamente em desuso (devido à sua burrice ), os hub-switches se tornaram uma boa opção para redes domésticas, que possuem poucos computadores. O hub-switch recebeu esse nome por ser justamente um intermediário de ambos os equipamentos hubs e switches, sendo indicado para redes com menos de 24 computadores. Para compartilhar a internet entre os PCs de uma residência, o hub-switch é uma opção barata e mais interessante do que um hub, conforme explicado abaixo. 9

10 Hub-switch de 8 portas da marca Soho.Um hub comum recebe as informações e as envia para todos os computadores da rede, o que a deixa mais lenta. Já o hub-switch envia os dados somente para o computador que os requisitou, fazendo com que o restante da rede fique livre para o tráfego de outras informações. Não confunda hub-switch com switch. O primeiro até possui algumas funcionalidades do switch, mas não é um componente inteligente, como o switch é. Um hub-switch não necessita de configuração, assim como seu antecessor, o hub. Basta ligá-lo à rede e ele já estará funcionando. SWITCH O switch é um aparelho muito semelhante ao hub, mas tem uma grande diferença: os dados vindos do computador de origem somente são repassados ao computador de destino. Isso porque os switchs criam uma espécie de canal de comunicação exclusiva entre a origem e o destino. Dessa forma, a rede não fica "presa" a um único computador no envio de informações. Isso aumenta o desempenho da rede já que a comunicação está sempre disponível, exceto quando dois ou mais computadores tentam enviar dados simultaneamente à mesma máquina. Essa característica também diminui a ocorrência de erros (colisões de pacotes, por exemplo). ROTEADOR Roteador (estrangeirismo do inglês router, ou encaminhador) é um equipamento usado para fazer a comutação de protocolos, a comunicação entre diferentes redes de computadores provendo a comunicação entre computadores distantes entre si. Com o barateamento dos computadores, notebooks e produtos de informática, tornou-se comum a presença de dois, três ou até mais computadores em uma mesma casa. O grande problema que alguns usuários enfrentam é quanto ao acesso a internet para todos os computadores. 10

11 A solução é bem simples: uma rede. A rede possibilita muito mais do que a interligação entre os computadores e o compartilhamento de arquivos, ela permite o acesso simultâneo (ou seja, todos os computadores podem acessar ao mesmo tempo) a grande rede mundial: a internet. O roteador organiza tudo... Fora cabos, placas de rede, e o modem, há uma importante peça que pode facilitar de sobremaneira a configuração de uma rede: o roteador. A função do roteador é bem simples: ele identifica quando um micro se conecta a rede e então ele define um IP para esse micro. Após isso a tarefa que ele cumpre é de organizar como os dados vão trafegar pela rede. Salienta-se que há roteadores mais sofisticados que funcionam até mesmo como modem. Evidentemente, tais produtos são mais caros que os roteadores comuns, porém são um tanto compensadores visto que você pode economizar uma boa quantidade de dinheiro e cabo. Roteador sem fio? A conexão sem fio chegou para ficar!os roteadores estão cada vez mais aprimorados, sendo que os recentes lançamentos funcionam organizando as redes sem fio. O melhor de tudo, é que além de trabalhar sem a utilização de cabos, eles trazem a opção para quem ainda não abandonou os cabos. 11

12 A tecnologia presente nos novos roteadores wireless é muito rápida e proporcionam alto nível de segurança. Ao comprar um roteador sem fio, você provavelmente notará que ele traz alguma especificação com o número Tal número faz referência ao protocolo (conjunto de instruções e padrões) que é usado nas redes sem fio. C A B E A M E N T O - C A B O S D E F I B R A Ó T I C A O Cabo de Fibra Ótica transmite informação via pulsos de luz, que podem ser gerados por um LED ou laser. Os pulsos luminosos não sofrem a interferência elétrica. A tabela abaixo mostra cabos e conectores utilizados em conexões de redes de fibras óticas. Algumas figuras de Cabos com Fibra Ótica: 12

13 C A B E A M E N T O - C A B O S D E P A R T R A N Ç A D O O Cabeamento em Par Trançado reune pares de cabos em capas isolantes. Cada par é trançado com um número variado de tranças em cada centímetro. As tranças protegem os dados de interferências elétricas. A tabela abaixo mostra cabos e conectores utilizados para esse tipo de cabeamento. Algumas figuras de Cabos de Par Trançado: O S T I P O S D E R E D E S Atualmente existem três tipos de redes: 13

14 LAN - Local Area Network - Uma LAN é uma rede local situada normalmente em um prédio ou campus. Sua área é restrita a poucos quilômetros e seu principal objetivo é interconectar PC's, estações de trabalho e periféricos buscando com isso compartilhar recursos como, por exemplo, uma impressora. MAN - Metropolitan Area Network - Uma rede MAN nada mais é do que uma grande versão da LAN. Ela pode cobrir desde algumas repartições até uma cidade inteira. WAN - Wide Area Network - As redes LAN podem ser interligadas formando uma rede WAN. Uma rede WAN cobre uma grande área geografica, que pode ser um país ou continente. 14

15 3 - TIPOS DE CONEXÃO, BANDA ESTREITA E BANDA LARGA Banda Estreita A conexão de banda estreita ou conhecida como linha discada disponibiliza ao usuário acesso a internet a baixas velocidades, de até no máximo 56 Kbps, geralmente com transmissão em modo analógico. A forma mais comum de conexão assim é por acesso a internet por linha discada através de uma linha de telefone do qual o usuário precisar discar para conectar-se utilizando um modem apropriado a um provedor que provém o acesso para a internet. Apesar de ser a maneira pioneira de acesso à internet, a conexão discada está perdendo cada vez mais espaço, devido à massificação de acessos de banda larga, como DSL, ADSL, ligações por cabo e por rádio, entre outros tipos de conexões, e também por causa da velocidade da conexão (máximo de 56,6 kbps), que é baixa em relação a outros tipos de conexões. 15

16 Banda Larga É a denominação usada para qualquer conexão à Internet que possua velocidade superior à velocidade padrão dos modem s atualmente utilizados (56 kbps - kilo/mil bit s por segundo). O Brasil ainda não tem uma regulamentação que indique qual é a velocidade mínima para uma conexão ser considerada de banda larga. A Colômbia estabeleceu uma velocidade mínima de 512kbps e os Estados Unidos de 200kbps. O significado já sofreu várias modificações conforme o tempo. Inicialmente, banda larga era o nome usado para definir qualquer conexão à internet acima da velocidade padrão dos modems analógicos (56 Kbps). Usando linhas analógicas convencionais, a velocidade máxima de conexão é de 56 Kbps. A Internet Banda Larga surge como uma evolução tecnológica de transmissão de dados à crescente exigência e necessidade do usuário em obter conexões cada vez mais velozes. Essas novas tecnologias vêm, mais uma vez, revolucionando esse fascinante meio de comunicação e lazer no mundo da informação. Algumas tecnologias como: ADSL, Wireless, Cable Modem, ISDN, DSS, foram criadas com o objetivo de oferecer serviços de transmissão em altas velocidades, possuindo particularidades que valem a pena conhecermos. ADSL (Assymetrical Digital Subscriber Line) É uma tecnologia que utiliza linha telefônica digital para tráfego de dados em alta velocidade, podendo atingir até 100 Mbps, embora a velocidade máxima oferecida por provedores brasileiros seja muito inferior. Este serviço é normalmente oferecido pelas operadoras de telefonia, que instalam um modem próprio para conexão ADSL, fazendo a conversão de dados que trafegam pela linha telefônica. Ao contrário do que se pode pensar, embora a transmissão seja feita por cabos metálicos da telefonia fixa, a linha não fica ocupada graças a um chip chamado spliter existente no modem que faz a separação de voz e dados. Assim o usuário pode receber e transmitir dados, ou seja, navegar na Internet ao mesmo tempo em que emite, recebe e fala ao telefone. ADSL é um tipo de conexão xdsl mais usado existindo também outros tipos e, comparada a outras formas desta, o ADSL tem a característica principal de que os dados podem trafegar mais rápido em um sentido do que em outro. Geralmente, os provedores anunciam o ADSL como um serviço onde a velocidade de "download" é mais rápida do que a velocidade usada para "upload". A grande vantagem do ADSL é que o usuário é conectado ponto a 16

17 ponto com a central telefônica, sem precisar compartilhar sua linha com outros usuários. O modem ou roteador ADSL pode ser ligado ao computador via uma placa ethernet, através de uma porta USB ou ainda em modo wireless (sem fio). Vantagens: 1. Alta velocidade na transmissão de dados. 2. Mantém o usuário conectado 24 horas por dia sem custo adicional na conta telefônica. Desvantagens: 1. Custo do modem um custo mensal adicional. 2. Além de se pagar o valor de assinatura à operadora de telefonia, é necessário pagar também uma assinatura a um provedor de acesso, que oferecerá os serviços de conteúdo e outros serviços de provedor, pois a operadora não está autorizada a oferecer os serviços de Internet. Wireless Forma de comunicação sob forma de ondas de rádio freqüência, podendo ser oferecidas velocidades de até 11Mbps. Normalmente este serviço é oferecido pelos provedores, em sua assinatura básica, uma velocidade inicial de 128 kbps (kilo/mil bit s por segundo) podendo ser aumentada com facilidade até 11 Mbps (mega/milhão de bit s p/ segundo). Para sua utilização, é necessário que o provedor instale um rádio e uma antena no local do cliente, direcionada para o ponto de acesso instalado no local do provedor. A comunicação com o rádio é feita por intermédio de placa de rede comum, que hoje custa menos do que um modem convencional. O modelo de Radio MMDS/LMDS - tecnologia que está se espalhando pelo interior do Brasil, devido ao baixo custo de manutenção e boas taxas de preço e velocidade. Consiste em distribuir o sinal da Internet captado por uma linha E1 utilizando antenas e o distribuindo através de POPs (Point of Presence) espalhados pela cidade, formando uma grande rede de usuários. É muito comum haver grupos de assinantes - condomínios por exemplo - que juntos custeam e dividem o custo de todo o equipamento necessário para levar o sinal até suas residências, tornando o preço individual ainda mais baixo. A velocidade de acesso corresponde à contratada pelo assinante com o provedor. Vantagens: 17

18 1. Obtem um índice de falhas muito baixo qunado não há obstaculo. 2. Não é necessário fazer discagem para conexão, ou seja, você ligou o computador e, automaticamente, já esta conectado na Internet. Portanto não ocupa e nem se utiliza de sua linha telefônica, poupando, assim, o valor gasto com pulsos e desocupando a linha. 3. Mantém o usuário conectado 24 horas por dia sem custo adicional. 4. Não é necessário pagar a operadora + provedor se tornando um custo mensal consideravelmente mais baixo, se comparado com outras tecnologias. 5. Outra vantagem interessante é a possibilidade de aumento de velocidade até 11Mbps sem a troca de equipamentos, por simples configurações se altera a velocidade de acesso. Desvantagens: 1. É necessário que uma antena tenha a possibilidade de ser visualizada pela outra, ou seja, não podem haver obstáculos entre as antenas, como prédios. 2. O custo de instalação é elevado para um usuário isoladamente, mas se torna uma opção bastante viável economicamente para condomínios ou empresas, onde esses custos podem ser diluídos entre os condôminos, ou na economia com equipamentos no caso de empresas. Celular 3G Celular - As redes de telefonia celular 3G permitem o acesso sem fio em alta velocidade à computadores e dispositivos móveis. Chegou ao Brasil em 2007 e vem se expandindo apesar do alto preço por dados trafegado. As tecnologias 3G permitem às operadoras da rede oferecerem a seus usuários uma ampla gama dos mais avançados serviços, já que possuem uma capacidade de rede maior por causa de uma melhora na eficiência. Entre os serviços, há a telefonia por voz e a transmissão de dados a longas distâncias, tudo em um ambiente móvel. Satélite Usada em menor escala por empresas e instituições financeiras, esta tecnologia utiliza satélites de comunicação para transmitir o sinal diretamente aos computadores que os captam através de antenas parabólicas comuns e receptores. 18

19 A grande vantagem é que pode-se estabelecer conexão em qualquer parte do país, até mesmo em áreas remotas. A velocidade depende do satélite envolvido e do serviço. No Brasil, a Embratel oferece o serviço pela Star One - bidirecional completo - tanto para usuários residenciais como corporativos. Nos anos 90, a DIRECTV tentou emplacar um serviço desse tipo a consumidores residenciais nos EUA, mas não obteve sucesso, principalmente pela banda de transmissão ser unidirecional - era capaz de apenas receber informações, sendo necessário um modem simples para a transmissão. PLC - Power Line Communication ou internet via rede elétrica Ainda no campo da pesquisa por mais de oito anos nos EUA, consiste emtransmitir os sinais de Internet através da rede elétrica. Nunca foi implantada comercialmente e um dos seus maiores problemas é que quanto maior a distância da casa do usuário aos servidores do provedor, pior fica a recepção e a velocidade. Atualmente vem sendo testada no Brasil nos estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais (pela Eletropaulo, Copel e CEMIG, respectivamente). Também foi testada pela CEEE em Porto Alegre, em programa de inclusão digital. O grande problema são os transformadores. O sinal até poderia ser transmitido a longas distâncias, porém os dados se perdem quando chegam aos transformadores. O caso mais próximo do sucesso deu-se na Alemanha, onde os transformadores não ficam nos postes, mas nas próprias residências. Porém, o sucesso não foi absoluto, devido à dificuldade de lidar com a alta tensão encontrada antes dos transformadores. Outra dificuldade do PLC é a geração de fortes ruídos interferentes nas bandas de rádio, especialmente em HF onde estão alocados serviços de radiodifusão e utilitários. Por sua vez, o sistema é susceptível a variabilidades em decorrencia de sistemas externos, seja por RF ou dispositivos elétricos acoplados na mesma rede indoor. Em vários países há movimentos contrários a implementação do PLC nessas faixas e moldes de EMC propostos pelas agências reguladoras, inclusive com ações legais bem sucedidas como no caso da ARRL x FCC na Suprema Corte dos EUA. [1]. O PLC (Power Line Communication ou internet via rede elétrica) começa a dar seus primeiros passos para chegar ao mercado no Brasil. A Copel (Companhia Paranaense de Energia) vai inaugurar um projeto piloto oferecendo conexão à internet pela rede elétrica em banda ultralarga ainda em 2007, com 300 clientes com velocidade de 100 Mbps para cada um. A informação é de Orlando Cesar, consultor de telecom da empresa. 4 - Protocolos de Internet (família TCP/IP e WWW) 19

20 TCP - Transmission Control Protocol Esse protocolo tem como principal objetivo realizar a comunicação entre aplicações de dois hosts diferentes. O protocolo TCP é um protocolo de nível de transporte muito utilizado que trabalha com mensagens de reconhecimento, especificação do formato da informação e mecanismos de segurança. Ele garante que todos os PDU's (Protocol data Unit) serão enviados com sucesso, pois realiza transmissões orientadas à conexão. Além disso, ele possibilita o uso de várias aplicações voltadas a conversação. Quando executado, utiliza o protocolo IP, não orientado à conexão. O TCP então fica responsável pelo controle dos procedimentos da transferência segura de dados. Cabe salientar que o IP não é o único protocolo não orientado à conexão que pode ser utilizado pelo TCP. Para maior eficiência nas comunicações, o TCP engloba várias funções que poderiam estar nas próprias aplicações, como processador de texto, base de dados e correio eletrônico. Ele foi criado com o intuito de ser um software universal contendo essas funções. Segurança na Transmissão A confiabilidade nas transmissões via TCP está baseada no fato de que esse protocolo é orientado à conexão e trabalha com números de reconhecimento sequenciais e positivos. O TCP do host origem transfere os dados em forma de octetos, onde a cada octeto vão sendo atrubuidos números em sequência. O TCP do host destino analisa então esses números para garantir a ordem e a integridade da mensagem enviada. Se a tranferência for perfeita, o TCP do host destino envia uma mensagem de reconhecimento à origem. Caso contrário, é enviada uma sequência númerica para o TCP do host origem que informará o tipo do problema, bem como ordenará uma nova transmissão. Os números em sequência podem ser utilizados ainda para eliminar octetos duplos, que por causa da transmissão não orientada à conexão, podem ocorrer. O TCP da origem possui um timer para garantir que não se perca muito tempo entre uma mensagem errada e sua correção. Então, quando o TCP origem recebe uma mensagem de erro, ocorre um "time-out" e o reenvio da mensagem. host. A margem de tempo do "time-out" é controlada pelo administrador do O P R O T O C O L O I P 20

21 A principal função do protocolo IP é transportar os datagramas de uma rede a outra na Internet. Ele é um protocolo de transmissão não orientada à conexão, e por ser mais básico, não apresenta muitas características do TCP. Podemos dizer que o IP: Não possui mecanísmos de retransmissão. Não da garantia de uma transmissão integra ou ordenada. Utiliza os "endereços IP" como base para o direcionamento dos datagramas. Descarta um datagrama se ele não for entregue ou se passar muito tempo trafegando na Internet. Embora o protocolo IP não possua essas características, elas não deixam de ser importantes. Por isso, toda essa parte de consistências para a integridade dos dados transmitidos fica com o TCP. O envio de datagramas via IP passa por algumas etapas básicas, onde podemos destacar: * Endereços IP * Fragmentação dos datagramas * Routing * Resolução de endereços Address Resolution Protocol Reverse Address Resolution Protocol Proxy Address Resolution Protocol E N D E R E Ç O S I P Cada computador ligado à Internet possui um ou mais números IP s, sendo que cada número IP na Internet é exclusivo, o que evita que os datagramas sejam enviados para o lugar errado. 21

22 Um computador pode desempenhar o papel de host ou de gateway, ou ainda os dois ao mesmo tempo. Os endereços IP são compostos em quatro bytes, onde cada byte contém um número.os números são separados por pontos e se dividem em endereço de rede e endereço local. O endereço de rede, que é fornecido pela InterNIC, contém a parte do endereço que se refere à rede principal e às subnets. Ele esta representado nos três primeiros bytes do número IP. O endereço local é atribuido pelo administrador do host. Ele ocupa o último byte e serve para identificar máquinas locais. Como se tornaria muito complicado lidar somente com números, foi criado o DNS (Domain Name System), que associa um nome a cada número IP. Esse nome traz muitas vantagens, e possui algumas características básicas, como: * Os nomes (domínios) são separados por pontos. * Não há espaços entre os domínios. * O número de nomes pode variar de um endereço para outro. * Identificam uma única máquina. * Não há diferença entre letras maiúsculas e minúsculas. * Ao contrário do número IP, são lidos da direita para a esquerda. A seguir é mostrado um exemplo de um DNS: 22

23 Onde: circulo.pop-rs.rnp.br circulo é o nome da máquina (host). pop-rs identifica a organização à qual está ligado o host. F R A G M E N T A Ç Ã O D O S D A T A G R A M A S Ao realizar trocas de pacotes, os aplicativos da Internet se deparam com um problema: A diferença do tamanho das mensagens nas diversas redes. Nesse caso, o protocolo IP suporta o processo de fragmentação, onde os datagramas são divididos em unidades menores. O procedimento de fragmentação é realizado por um gateway, onde as mensagens são partidas em unidades menores e adequadamente identificadas. O host destino então reagrupará as instruções baseado nas identificações do gateway. Na identificação dos fragmentos o gateway cria um header para cada fragmento.o header contém os endereços iniciais das redes e uma identificação referente à mensagem a qual faz parte. Já na fase de reagrupamento, o host destino, ao receber o primeiro fragmento, independentemente de estar na ordem correta, aciona um timer. Se uma margem de tempo padrão for ultrapassada e a mensagem não estiver completamente recontituida, o host destino descarta os fragmentos recebidos e retorna à origem uma mensagem de erro. I P R O U T I N G Um router recebe qualquer datagrama enviado e verifica seu endereço IP de destino, comparando-o a sua tabela. Após essa análise, o datagrama é mandado então para um gateway mais próximo do destino ou mesmo para o próprio destino. Essas tabelas determinam o encaminhamento dos datagramas para: * Uma outra subrede conectada ao mesmo router da rede origem. * Um gateway, no caso da rede só poder ser acessada através de um ou mais gateways (roteamento indireto). * Uma rota default caso o endereço não se identifique com a tabela local. Nesse caso o default normalmente é mandar o datagrama para um circuito exterior. 23

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