Vidro em obra No céu como na terra: passarela sobre o Grand Canyon Andiv

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1 Ano 50 Edição 411 Março 2007 Vidro em obra No céu como na terra: passarela sobre o Grand Canyon Andiv

2 Sumário Rodrigo Ribeiro 18 Especial Asas à imaginação e o vidro ganha nova vida Ilustração capa: divulgação 31 Sindicato Sincavidro já tem novos diretores Sérgio Houliver/Revista Sincavidro Nossa capa Passarela Skywalk: para se caminhar no céu Página 36 Veja nesta edição 44 Evento Você tem um encontro marcado com o GPD Divulgação Aqui na redação Atendendo a pedidos Editorial Para crescer acima do PIB Palavra do leitor Mais informações sobre sistema de fechamento de sacada Mundo do vidro Os lançamentos do setor estão aqui Divulgação 55 Falando em normas Boxe ganhará novos ensaios 48 Tecnologia Foscos, mas com muito brilho Vidro em dia Atualize a agenda com os eventos vidreiros do ano Para o seu negócio Ambiente da vidraçaria conta e muito Ache fácil Fornecedores de todo o Brasil Índice de anunciantes edição 411 3

3 Aqui na redação Atendendo a pedidos epois de receber vários s de leitores surpresos com a grande passarela de vidro construída no Grand DCanyon, nos Estados Unidos, coube à revista O Vidroplano apurar, sob o ponto de vista do mercado vidreiro, os desafios dessa magnífica obra de engenharia. Acredito que a repórter Geisa Araújo Barbosa traduziu muito bem, logo nas primeiras linhas da reportagem, nossa impressão ao conhecer a Skywalk: Dá um friozinho na barriga só de escrever. Em outra matéria especial, o vidro mostra um lado diferente daquele comumente visualizado em nossas páginas: aparece como material artístico, explorado por meio de técnicas distintas pelas mãos de profissionais consagrados em nosso País. Para fechar a edição, a reportagem sobre vidros opacos esclarece uma dúvida bastante comum aos profissionais do setor: quais as técnicas disponíveis para fosqueamento de vidros, como funcionam e quais as aplicações adequadas? Confira as respostas a partir da página 48. Enfim, em plenas águas de março, fechamos o verão com a promessa de muita informação de qualidade para os que trabalham com um material tão dinâmico como é o vidro. Grande abraço, Celina Araújo Editora Revista mensal da Associação Nacional de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Andiv) Fundada pelo Sindicato do Comércio Atacadista de Vidro Plano, Cristais e Espelhos do Rio de Janeiro, em 1957 Registrada no INPI em ISSN Entidade Responsável Presidente Primeiro-vice-presidente Segundo-vice-presidente Terceiro-vice-presidente Diretores Diretores-tesoureiros Conselho Fiscal Conselho Fiscal o vidroplano Andiv Wilson Farhat Júnior Ibelson Ferreira de Sousa João Antônio Magdalena Aldo Machado Simões Alexandre Pestana Domingos Sávio de Aguiar Walter Luís Araújo Guarino Luiz Herculano Pinto José Carlos Labate Donato Titulares Émerson Arcênio Fernando do Valle João Alves Parreira Suplentes Celso de Almeida Magalhães Dario Farhat João Augusto Fujiwara Entidades Associadas Associação Brasiliense de Vidraçarias (Abravid) Presidente: Domingos Sávio de Aguiar Associação Catarinense das Empresas Vidreiras (Ascevi) Presidente: Samir Cardoso Associação dos Distribuidores Industriais e Revendedores de Vidros do Estado do Paraná (Adivipar) Presidente: Emerson Arcênio Associação Mineira do Comércio Atacadista, Varejista e dos Beneficiadores de Vidro (Amvid) Presidente: Alexandre Pestana Sindicato das Indústrias de Beneficiamento e Transformação de Vidros e Cristais do Estado de (Sinbevidros) Presidente: Roberto Menedin Sindicato do Comércio Varejista de Material de Construção, Maquinismo, Ferragens, Tintas, Louças e Vidros da Grande (Sincomavi) Presidente: Reinaldo Pedro Correia Sindicato do Comércio Atacadista de Vidros Planos, Cristais e Espelhos de (Sincavesp) Presidente: Celso de Almeida Magalhães Sindicato do Comércio Atacadista de Vidros Planos, Cristais e Espelhos do Rio de Janeiro (Sincavidro) Presidente: Roberto Ferreira da Silva Sindicato das Indústrias de Vidros, Cristais, Espelhos, Cerâmica de Louça e Porcelana no Estado do Rio Grande do Sul (Sindividro-RS) Presidente: Gilberto Ribeiro Corpo Editorial Diretor Wilson Farhat Júnior Editora e Jornalista-responsável Celina Araújo MTb Reportagem e Redação Ana Julia Bongiovani Geisa Araújo Barbosa Colaboradora Beatriz Strawinsky Preparador de Texto Amorim Leite Projeto Gráfico Amanda Generozo Editoração Eletrônica Cristiane Martins Carratu Assistente de Arte Carolina Amorim Redação e Departamento Comercial Associação Nacional de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Andiv) Rua Monte Alegre, 61, 11º andar, conj. 111, Perdizes ,, SP Tel: (11) , fax: Produção Gráfica Verbus Comunicação Rua Gama Lobo, 2.141, Ipiranga,, SP Tel. (11) o vidroplano março 2007

4 Editorial Para crescer acima do PIB Dario de Freitas ário Abividro Nele há os números referentes à fabri- Ecação de nossa matéria-prima, os vidros planos float e impresso. ditado pela Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro, acaba de ser distribuído ao mercado o Anu- O estudo mostra que, em 2006, o faturamento dessas indústrias cresceu 6% em comparação ao ano anterior, totalizando R$ 1,095 bilhão. Mais uma vez, o setor vidreiro brasileiro manteve a tradição de crescimento bastante superior à média do País, o qual, no mesmo período, registrou um aumento do Produto Interno Bruto (PIB) de apenas 2,9%. Para 2007, teme-se uma inflação dos custos do vidro maior do que a inflação nacional, caso tenhamos um aumento significativo no preço do gás, principal fonte de energia para a produção da matéria-prima. Por outro lado, faço minhas as palavras de Jean Pierre Floris, presidente da Abividro entre 2005 e 2006: Não conheço nenhum produto que existe no exterior que não possa ser produzido por uma de nossas indústrias (...) Estou otimista e acredito no potencial de crescimento da indústria, principalmente no setor de vidros para construção, que, com a ajuda da redução da taxa de juros, deverá apresentar um desenvolvimento significativo. Wilson Farhat Júnior Presidente da Andiv Como tenho afirmado várias vezes neste espaço, a mola propulsora para o crescimento sustentado de nosso setor é o incentivo ao consumo de vidros com maior valor agregado. Quando alcançarmos esse objetivo, todos os integrantes da cadeia produtiva vidreira irão crescer acima do PIB nacional. Fale com o presidente! Andiv Todas as quintas-feiras, das 16 às 18h Tel.: (11) edição 411 5

5 Palavra do leitor Ainda dando o que falar Empresas enviam a O Vidroplano mais informações sobre sistema de fechamento de sacada Para a varanda Após ler a reportagem especial Graças ao vidro, integração total, publicada em janeiro de 2007, dois fabricantes de sistema de fechamento de sacada enviaram informações sobre seus produtos à nossa redação. Eurocentro A SunRoom é um sistema de esquadria sanfonada (tipo camarão), do Eurocentro. Com estrutura de alumínio e fechamento de vidro, a SunRoom permite abertura total do vão e utilização de vários tipos de vidro, de acordo com o diretor da empresa, Roberto Papaiz. Segundo ele, o produto se destaca pela solução de design e tecnologia de dobradiças não aparentes e pode receber vidro simples monolítico, laminado, duplo com persianas entre vidros selados ou venezianas de lâminas orientáveis. Por operar, normalmente, com roldanas superiores, o trilho superior é fixado ao teto, enquanto o trilho inferior pode ser fixado no gradil quando vedado por vidro ou ao peitoril de alvenaria. Mais informações: (11) Fotos: divulgação JK Balcony Glass Há mais de dez anos no mercado de sistema de sacada, a JK Balcony Glass oferece o sistema JK Parveke System. Segundo a diretora da empresa, Gileuda Dantas Kakko, o produto possui um sistema de fechos anticorrosivos na cor padrão, com haste regulável para travar os vidros quando abertos. Para fixação superior e inferior são utilizadas buchas de náilon, arruelas e parafusos com cabeça sextavada galvanizados. Com um peso bruto, incluindo os vidros, de 26,5 kg/m², o sistema, de acordo com Gileuda, proporciona um coeficiente de vedação de 98%. A empresa, aliás, utiliza como vedação entre perfis e a mureta ou guardacorpo, um silicone específico. Mais informações: (11) edição 411 9

6 Levando ao fogo Aqueles refratários de vidro, tipo Pirex, têm vida útil limitada quando expostos a altas temperaturas em forno residencial? Minha tia estava assando uma carne num refratário desse tipo e ele quebrou. Luiz Soares Santos, SP As assadeiras Marinex produzidas pela Saint-Gobain Vidros Brasil, divisão Santa Marina, não possuem prazo de validade. Duram muitos e muitos anos se utilizadas corretamente. Uma quebra pode ser por mau uso (choque térmico ou falta de cuidado no manuseio), mas também por algum eventual defeito de fabricação. Para avaliar a causa da quebra é necessária a análise dos fragmentos. Quem detém a marca Pirex é a Corning. Muitas vezes, confundem-se produtos Pirex com Marinex, que é a linha de produtos refratários da Santa Marina. É importante saber qual a marca do artigo utilizado que apresentou defeito, pois não podemos responder por produtos de outros fabricantes. A Nadir Figueiredo é outra empresa que também está no mercado de peças refratárias. Mauro Akerman Saint-Gobain Tel. (11) Participe! Este espaço está reservado para sua crítica, sugestão ou dúvida. Entre em contato conosco! Tel. (11) , fax

7 No mundo do vidro por Beatriz Strawinsky Serviço completo Fotos: divulgação De vidros a ferramental, tudo de que o vidraceiro precisa para colocar a mão na massa e o serviço em dia está disponível, desde o final de novembro do ano passado, no Balcão do Vidraceiro, localizado na cidade de, no bairro de Campo Limpo. Segundo Fabio Lutke Martins, diretor da empresa, o Balcão do Vidraceiro está aí para servir o profissional por completo, seja ele vidraceiro, serralheiro ou marceneiro. Além de vidros e espelhos, toda a linha de acessórios para temperados e para instalação, como suporte de fixação de espelhos e prateleiras, cola, silicone e fita dupla face também compõe a vasta gama de produtos. O objetivo é abastecer o cliente com uma linha completa de vidros e acessórios adquiridos num mesmo local. O profissional sai da loja com todo o material para realizar seu trabalho, conta Lutke. Estamos apostando não só em toda essa variedade, mas também em um atendimento especializado e informatizado para que o Balcão do Vidraceiro seja conhecido e reconhecido no mercado, explica. Mais informações: (11) Reposição rápida O mercado vidreiro anda feliz com mais uma opção de suporte técnico rápido e eficiente. Tudo isso, graças à Italotec, empresa que atua no desenvolvimento e fabricação de peças de reposição de plástico, metal e borracha para qualquer tipo de máquina de beneficiamento de vidros biseladoras, lapidadoras, fornos, furadeiras, etc. Há pelo menos quatro anos nesse ramo, a Italotec começou como assistência técnica da Schiatti Angelo no Brasil, mas, agora, já estendeu seu atendimento para outras marcas também. Nosso mais recente investimento, há dois meses, está voltado para a produção de peças para biseladoras, conta o engenheiro e diretor da empresa, Fabiano Moutinho da Silva. O objetivo é facilitar e agilizar o trabalho de nossos clientes, os quais, anteriormente, tinham de encomendar peças trazidas da Itália, diz. Mais informações: (11) Suporte técnico: desenvolvidas e fabricadas pela Italotec, peças abastecem o mercado vidreiro com rapidez edição

8 Acontece Visto com bons olhos Com os sistemas de esquadrias de alumínio produzidos pelas extrusoras Alcoa, Belmetal, CBA e Hydro já homologados, o mercado dá um grande passo em busca da adequação das empresas de esquadrias com produtos fabricados por meio de controle rígido. Graças a uma parceria entre a Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal) e a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) co-gestoras do Programa Setorial da Qualidade das Esquadrias de Alumínio (PSQ), isso virou realidade. O desempenho das esquadrias, antes avaliado com relação às medidas, agora é verificado a partir do sistema completo, ou seja, do conjunto de componentes que formam uma determinada tipologia de portas e janelas. Espera-se que os demais fabricantes de esquadrias de alumínio especiais passem a aderir ao PSQ para se qualificarem no uso desses sistemas. Mais informações: (11) T A radicionais fornecedoras de equipamentos para o setor vidreiro, as empresas Tamglass e Z. Bavelloni anunciaram, no início de março, a união de suas administrações no Brasil. Com a fusão operacional, Ézio Cabib deixa o grupo e Jean Paul Clement passa a ser o diretor-responsável por ambas empresas no País. gerência industrial está à cargo de Reginaldo Moreira. Cássia Bastos é responsável pela gerência financeira e administrativa e José Carlos Jerônymo, pela gerência de vendas. S egundo comunicado divulgado ao mercado, a próxima etapa é unir as instalações das duas fábricas, atualmente localizadas na cidade de Diadema, em. Sistemas de esquadrias homologados: um passo a mais para a qualidade E ainda tem gente que pergunta onde nossa equipe arruma assunto para uma revista exclusiva de vidro. Todos os meses, temos a árdua tarefa de selecionar o que será publicado, para que você, leitor, fique por dentro de tudo que acontece no setor. Neste mês, a tarefa foi mais complicada ainda: depois de visitar alguns ateliês em, a repórter Ana Júlia Bongiovani voltou impressionadíssima com as maravilhas criadas pelos artistas vidreiros. Pena que a revista não tem páginas. 14 o vidroplano março 2007

9 Especial Asas à imaginação e o vidro ganha nova vida Designers fazem do material o que bem entendem e o transformam em pura arte jar nobreza nos mais variados projetos arquitetônicos aplicado nas facha- N das dos prédios, revestindo paredes, cobrindo pisos e compondo móveis há um bom inguém sabe ao certo como, onde e pelas mãos de quem o vidro surgiu. Mas de uma coisa não há dúvidas: como se não bastasse o material esban- tempo, o vidro tornou-se elemento fundamental nas mãos de criadores de arte. Sim, os designers se renderam à magia e possibilidades que só o vidro pode oferecer. Com técnicas específicas e, claro, descobertas pessoais alcançadas graças a anos de estudos e experiências, esses criadores têm revelado o vidro artístico em vasos, utilitários, esculturas, bijuterias, jóias e até painéis, cubas, portas e janelas. As peças caíram no gosto das pessoas e têm invadido os interiores das residências. Antes de descrever cada processo de fabricação, é bom entender um pouco da história, mesmo que incerta, da matéria-prima usada pelos artistas o vidro. Começo de tudo O mais provável, segundo alguns historiadores, é que o material tenha sido descoberto de um lado do Mediterrâneo. Escrita no século 1 a.c., a Enciclopédia de história natural, afirma que, para, Plínio, o Velho tudo aconteceu na costa da Fenícia, quando um grupo de marinheiros usou pedras de nitrato de potássio para aquecer um caldeirão de comida. De acordo com ele, um líquido viscoso começou a correr por debaixo do caldeirão. Depois de frio, esse líquido transformou-se num material sólido e brilhante e recebeu o nome de vidro. Essa foi a versão aceita por séculos, de acordo com a publicação. Porém, nos anos de 1970, depois que arqueólogos encontraram nas Ilhas Lippi, na Grécia, uma receita para se produzir vidro que remetia ao século 17 a.c., surgiram controvérsias. Todos queriam ter os créditos da descoberta, contam os artistas entrevistados nesta reportagem. Por séculos, apenas contas de colar, pequenos amuletos e peças para Sopro de cana: escultura de Elvira Schuartz em forma de gota produzida por essa técnica Foto: Rodrigo Ribeiro 18 o vidroplano março 2007

10 joalheria foram feitos. A partir de século 17 a.c, surgem as primeiras peças de vidro oco, usadas como recipientes para essências, ungüentários e perfumes. Mas essa técnica lenta e sofisticada só era conhecida e usada pelos faraós. Fotos: divulgação A revolução do cristal Mais tarde, a descoberta do cristal agitou o mundo vidreiro, afirma um dos maiores nomes do vidro artístico no Brasil, a designer egípcia Elvira Schuartz. Foram os italianos, da ilha de Murano, os primeiros a conseguir um vidro totalmente transparente, revela. Diz a lenda que para obter a fórmula do cristal, guardada a sete chaves, os franceses seqüestraram os vidreiros de Murano, difundindo a técnica depois aperfeiçoada pelos ingleses. Após muito tempo, nem a chegada do plástico, na década de 1960, pôde conter a ascensão vítrea. O material se renovou, evoluiu e foi capaz de dar asas à imaginação do artista. As máquinas chegaram para auxiliar o trabalho manual. Usamos os equipamentos apenas como forma de simplificar o processo de criação de nossas peças, explica o arquiteto e designer Eduardo Prado. Casado há 26 anos com a também artista Elizabeth Prado e há vinte trabalhando juntos com o vidro, os dois acreditam que, até hoje, os equipamentos não conseguiram substituir a riqueza de detalhes e o valor de um trabalho feito, basicamente, à mão. Além do mais, de acordo com o artista italiano e designer vidreiro Enzo Senatore, muitas vezes, várias ferramentas são criadas pelos próprios profissionais. Durante a evolução de uma técnica, acaba-se desenvolvendo ferramentas para auxiliar o trabalho. A quatro mãos: peça criada por Elizabeth e Eduardo Prado Em cada técnica, um efeito diferente Atualmente, os processos mais usados pelos artistas no Brasil são o fusing, o sopro em cana e o sopro em tocha (maçarico) técnicas a quente, além dos procedimentos a frio mosaico e vitral. Não há uma técnica melhor que a outra, opina Elvira. O que determina a escolha é o projeto que se tem em mãos. Para cada peça existe uma técnica específica. Um vaso soprado só pode ser feito assim, reconhece Eliza- Por Thais Pimentel: no fusing, o vidro toma forma do molde e ganha cores de acordo com os pigmentos aplicados edição

11 Fusing: criado por Ana Lima, objeto foi produzido pela técnica mais apreciada pelos artistas Incorporado graças à fusão: Tata Pisani aplica tela moeda ao vidro Dario de Freitas beth. Nenhuma outra técnica surtirá o mesmo efeito. Um dos processos preferidos pelos artistas é o fusing. Para trabalhar com ele, deve-se criar uma forma de qualquer material que tenha resistência maior que o vidro, capaz de suportar mais de 900 o C, como aço, cerâmica, porcelana, etc., ensina a designer Thaís Ferraz de Barros Pimentel. Um float, impresso ou colorido importado tornamse matéria-prima nesse procedimento. Segundo a artista Maria Teresa, irmã de Thaís, o vidro precisa ser cortado para que seja adaptado à forma já revestida de caulim (pó antiaderente). Num forno próprio, o vidro é derretido numa consistência semelhante à da borracha, por volta de 800 o C ou 900 o C, dependendo da espessura. Com isso, ele encosta na forma por meio da gravidade, diz Elvira Schuartz. Já o resfriamento deve ser lento, gradual e controlado no forno. O vidro mantém o calor dentro dele e, se o cuidado não for redobrado nessa hora, o material pode trincar, conta Maria Teresa. O ideal é aquecer ou resfriar igualmente todas as partes do vidro trabalhado, aconselha Elvira. Segundo a artista plástica Daniela Luna, do Rio de Janeiro, o material é muito complexo. Não se pode misturar vidros com composições diferentes, comenta. O fator temperatura também é importante e o processo de queima deve ser feito de acordo com a peça a ser desenvolvida. Ana Lima, também artista plástica e mãe de Daniela, completa: tudo isso pode acarretar no que chamamos de estresse na peça. Ou seja, o vidro pode trincar, sem que tenha havido uma batida. 20 o vidroplano março 2007

12 Colorindo no fusing Ao aplicar cores nesse processo, a artista Cida Kitze chama a atenção para que o lado do vidro em que há estanho seja reconhecido. Há uma lâmpada especial para isso, pois, caso contrário, podem ocorrer alteração do pigmento, embaçamento e até trincas. Há algumas técnicas de pintura bastante utilizadas, segundo a designer. A peneirada, que consiste em colocar o pigmento na peneira e jogar sobre o vidro antes de o material ir para a forma é uma delas. Em outra, utilizam-se esponjas. Então, mistura-se o pigmento com CMC um pó diluído em água filtrada. Se preferir, pode-se colorir com pincéis, em vez de usar esponjas. O uso de decalques específicos para altas temperaturas também dá cores ao vidro. Com uma técnica especial de pintura, Enzo consegue dar um efeito de vidro acidado a 100 o C até nos vidros temperados. Inventando moda Além das cores, alguns materiais também podem ser incorporados ao vidro no fusing. Tata Pisani, de Campinas (SP), gosta de inventar variações e adicionar materiais diferenciados ao material fundido. Vem daí a experiência com a tela moeda (aquela de churrasqueira) incorporada ao vidro, conta. O resultado é obtido por meio do controle de temperatura em várias e seguidas etapas da queima. Especializando-se em jóias, Daniela Luna prefere as peças menores e utiliza ouro, prata e fios de aço coloridos para combinar com as peças de vidro fundido que desenvolve. Faço as combinações de acordo com o pedido do cliente. Soprando em cana Para Elvira Schuartz, só as técnicas em alta temperatura são capazes de produzir o vidro. Nesse processo, o vidro trabalhado surge por meio da areia, sua matéria-prima jogada em alta temperatura (por volta Você sabia que o vidro é um material líquido? Tudo devido à sua composição molecular distribuída de forma assimétrica e desordenada. Fonte: Manual de vidraria artesanal de Elvira Schuartz Jóia rara: o vidro fundido combinado ao ouro, prata e fios de aço coloridos dão toque especial ao anel e colar de Daniela Luna edição

13 Na ponta da cana: bola incandescente e depois mais fria num trabalho de sopro no ateliê de Elvira Schuartz Você sabia que, provavelmente, os primeiros mosaicos no Brasil foram feitos pela Imperatriz Tereza Cristina, mulher de D. Pedro II? Ela quebrava as finíssimas louças da casa imperial para forrar fontes e bancos no Jardim das Princesas, atual Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. de 1300 o C) para dentro do forno, adquirindo uma forma líquida (mel). Para trabalhar o vidro, ele deve estar perto de 900 o C, pois, se estiver muito mole, fica impossível controlar na ponta da cana, revela Thaís. A ponta da cana, um tubo de aço inox de 1,50 m aproximadamente, é mergulhada no forno para retirar uma bola de massa vítrea incandescente. A partir daí, sopra-se a cana para criar uma bolha de ar e desenvolver a peça que se quer fazer. Também existe a possibilidade de, em vez de soprar, puxar o vidro da cana. Com ajuda de uma pinça, a bola na ponta da cana é puxada, dando origem a bastões de vidro que servirão, inclusive, como matéria-prima para a técnica do sopro em tocha (maçarico), explica Maria Teresa. Soprando em tocha Nessa técnica, o maçarico lança sua chama a fim de derreter o vidro em bastão feito na técnica de sopro de cana, permitindo que o material seja moldado. O calor de aproximadamente o C é o responsável pelo derretimento do vidro, explica a designer Cida Kitze. Com a ajuda de pinça, alicate ou tesoura, cria-se a peça. O resfriamento, segundo ela, é cauteloso e feito em estufa para evitar choque térmico numa temperatura de mais ou menos 350 o C. Apesar de ter tampa, a estufa permanece aberta para que se possa manipular a peça por aproximadamente seis horas. Objetos mais delicados, como bijuterias, puxadores, flores, incensários, acessórios para cortinas, bolsas etc., são feitos a partir dessa técnica. 22 o vidroplano março 2007

14 Entrando pelo forno As técnicas a quente (alta ou baixa temperatura) necessitam de um forno especial. Apesar de haver no mercado os fornos padrões para a queima no fusing ou sopro, todos os fabricantes entrevistados afirmam que fazem modelos sob medida. Isso em função da técnica ou de acordo com o tamanho necessário, como explica Humberto Alves dos Santos, da Has Fornos. Segundo Jonas Luchtenberg, administrador da Jung Fornos, o equipamento possui estrutura metálica e é isolado termicamente com fibra cerâmica, material inovador, leve e que proporciona grande economia de energia. As resistências elétricas são as peças responsáveis pelo aquecimento controlado por meio de programador digital. Existe um forno específico para reaquecer a peça que está sendo modelada: é o Glory Hole. Depois de passar pela máquina, o vidro vai para o recozimento em outro equipamento numa temperatura de normalização de 500 o C, afirma Carlos Carvalho, gerente da Arts Fire. Na técnica de fusing, o forno chega a produzir um calor entre 500 o C e 800 o C. O investimento, para os pequenos ateliês, varia de R$ a R$ 12 mil, revela Humberto Alves dos Santos. Já o forno de sopro em cana, normalmente movido a gás, pode atingir cerca de o C. O equipamento precisa ter abertura adequada para poder manipular a cana, explica Santos. O importante, lembra ele, é antes de adquirir um equipamento desses, fazer um curso para obter informações e trabalhar com segurança. Mosaico Essa técnica a frio se faz com a aplicação de cacos coloridos. A base pode ser um vidro float, madeira e, agora, com a cola ultravioleta (UV), o metal. O desenho sempre vem de um projeto (molde), que, aliás, pode ser colocado embaixo do vidro para direcionar o artista, como explica Cida Kitze. Peça a peça, cada uma é colada à base escolhida. O silicone também pode ser usado, mas a aplicação é um pouco diferente. Nesse caso, ensina a designer, o ideal é aplicar o produto na base e transferir todo o projeto de uma só Cida Kitze No maçarico: controle é fundamental para trabalhar o vidro com a técnica de sopro em tocha Duas técnicas em uma Como artista vive inventando novidades, Enzo Senatore desenvolveu a sua. O trabalho consiste em aliar técnicas da fusão ao mosaico. Em uma chapa de vidro incolor, o designer aplica pedacinhos de vidro colorido com tinta cerâmica, conforme o desenho que se quer seguir. Tudo isso é colocado no forno a 830 o C, afirma. O resultado é um vidro de fusão com o mosaico em alto relevo sem que os pedacinhos sejam derretidos pelo calor da temperatura. Além disso, não existe nenhuma massa, nem rejunte interferindo na peça. Outros artistas também aliam duas técnicas. Cida Kitze, por exemplo trabalha peças em vitral (Tiffany) e maçarico. edição

15 Manoel Sobrinho vez para ela. Em seguida, o rejunte de assentamento é aplicado e faz-se a limpeza. Os mosaicos têm aparecido bastante em janelas, portas e divisórias. Ramo de flores só pôde ser produzido por Thaís Pimentel aplicando a técnica do maçarico Fotos: divulgação Vitral Para produzir um vitral, outra técnica a frio, há duas possibilidades diferentes. Uma, mais antiga, de chumbo; e a outra, com uso de fita de cobre, de melhor acabamento, segundo os artistas, conhecida como técnica Tiffany. Na primeira, os vidros (float, impresso e importados) são encaixados conforme o desenho do projeto num perfil em forma de H, explica Cida. Então, cada junção do vidro é soldada. Feito isso, é necessário aplicar um rejunte entre os vidros e o perfil de chumbo. A técnica Tiffany é mais trabalhosa. Com uma fita de cobre (adesiva) envolve-se cada uma das peças do projeto. Então, um fluxo é aplicado sobre a fita para dar liga entre a solda e a fita de cobre. No acabamento, é preciso aplicar pátina na cor preta, cobre ou natural onde foi soldado e dar polimento. O vitral está pronto para ser aplicado em portas, janelas e áreas grandes, como igrejas. Has Fornos: equipamento é revestido de fibra de cerâmica para suportar altas temperaturas Colando os vidros Muitos são os adesivos usados para colar vidros artísticos. A cola ultravioleta (UV), a resina epóxi e o silicone são os mais aplicados. Com acabamento perfeito em vidro transparente, segundo os artistas, a cola UV, produto mais moderno em termos de colagem, tem a transparência do cristal e o mesmo coeficiente de dilatação do vidro. Fora a secagem, que é a mais rápida entre os produtos adesivos, salienta Thais. Para isso, segundo o Manual de vidraria artesanal, de Elvira Propriedades dos adesivos Produtos Resist.Térmica Resist. Mecânica Densidade Tempo de Cura Coloração COLA UV Média Média Baixa Baixo Incolor EPÓXI Baixa Alta Média Alto Amarelada SILICONE Alta Alta Alta Alto Leitosa Fonte: manual de vidraria artesanal de Elvira Schuartz 24 o vidroplano março 2007

16 Schuartz, é preciso um equipamento especial composto de uma lâmpada UV e um conjunto excitador. Segundo Margô Grimberg, que fornece a cola Good Goods, o produto é mais resistente na aderência do vidro com vidro, mas pode colar vidro com metal também. Já a resistência (quilograma/força), vai depender do material colado ao vidro. A designer Maria Teresa afirma que, pelo fato de a cola ser muito líquida, é preciso ter uma área maior de contato vidro/vidro. A resina epóxi é apresentada ao mercado com variação de tempo de cura e resistência. É mais indicada para vidros coloridos, diz Maria Teresa. As resinas com 24 horas de cura são as melhores, segundo Elvira Técnicas artesanais a frio TÉCNICA Mosaico PROCEDIMENTO Colar peças de vidro em placa rígida que serve como base APLICAÇÃO Janelas, portas, clarabóias, divisórias, moldura de espelho, borda de piscina Diferente: Enzo Senatore descobriu uma nova técnica para aliar o mosaico ao vidro fundido Vitral Encaixar pedaços de vidro em perfil de chumbo e soldá-los Áreas grandes, portas, janelas, igrejas Técnicas artesanais a quente BAIXA TEMPERATURA ALTA TEMPERATURA Técnica Procedimento Aplicação Aquecimento Técnicas Procedimento Aplicação Aquecimento Fusing Dar forma ao vidro adquirindo todos os detalhes do molde Janelas, tampos de mesa, aparadores, móveis, vasos, luminárias, centros de mesa, apliques de boxes, pisos Aproximadamente 800 o C Sopro em cana Com auxílio da cana, resgata-se o vidro incandescente do forno, soprase e trabalhase a peça Peças ocas e grandes, como vasos e bolas Entre o C e o C Sopro em tocha (maçarico) Derreter bastões de vidro dando forma e moldando objetos com auxílio de pinça, alicate e tesoura Peças pequenas e mais detalhadas como puxadores, botões, móbiles, flores, animais Entre o C e o C edição

17 Seguindo Tiffany: fita de cobre envolveu cada uma das peças de vidro no vitral de Cida Kitze Fale com eles! Schuartz, porém, exigem sofisticados gabaritos para equilibrar a peça de vidro por período prolongado. Além de resistir a temperaturas de até 300 o C, o silicone pode ser aplicado em peças como aquários, funcionando como vedação, mas tem o inconveniente de sua cura total demorar até sete dias. Ana Lima e Daniela Luna Tel. (21) Arts Fire Tel. (19) Cida Kitze Ateliê Artes &Idéias Tel. (11) Elizabeth e Eduardo Prado Tel. (11) Elvira Schuartz Espaço Zero Tel. (11) Enzo Senatore Vetroidea Tel. (11) Fornos Jung (47) Has Fornos Tel. (11) Good Goods Tel. (11) Tata Pisani Tel. (19) Thais Ferraz de Barros Pimentel e Maria Teresa de Barros Pimentel Studium Ki Tel. (11)

18 Sindicato Sincavidro já tem novos diretores Membros do sindicato do Rio de Janeiro tomam posse em cerimônia realizada na Fecomércio esde o dia 9 de fevereiro, os recémempossados diretores Ddo Sindicato do Comércio Atacadista de Vidros Planos, Cristais e Espelhos do Rio de Janeiro (Sincavidro) ocupam seus novos cargos. Realizada na Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), a cerimônia de posse contou com a presença de representantes das indústrias vidreiras, diretores de entidades do setor, como o presidente e vice-presidente da Andiv, Wilson Farhat Júnior e Ibelson Ferreira de Sousa, respectivamente, e empresários do ramo. Foto oficial: nova diretoria toma posse do Sincavidro Fotos: Sérgio Houliver/Revista Sincavidro Cerimônia de posse foi realizada na sede da Fecomércio, no Rio de Janeiro Roberto Ferreira da Silva, reeleito presidente, faz seu discurso durante cerimônia Wilson Farhat Júnior, presidente da Andiv, fala sobre seu apoio ao sindicato edição

19 Em nome do setor vidreiro: Ibelson Ferreira de Sousa, Wilson Farhat Júnior (vice e presidente da Andiv) e Roberto Ferreira da Silva Gilberto Ribeiro, presidente do Sindividro- RS, prestigiou a nova diretoria, da qual faz parte o amigo Silvio Dinis Vidraceiros do Rio de Janeiro comparecem à cerimônia

20 Quem é quem na nova diretoria Presidente Roberto Ferreira da Silva 1º Vice-presidente Fernando Pires do Vale 2º Vice-presidente Patrícia Jabour Dinis 1º Secretário Maria Madalena da Silva 2º Secretário Bruno Lima 1º Tesoureiro João Alberto Fagundes Garcia 2º Tesoureiro Manoel Soares de Carvalho Suplentes da Diretoria Arthur Martins Filho Mário Gonçalves Conselho Fiscal Rodolfo Marques Ariston Morais Roberto Lopes Suplente José Silvio Dinis Delegados Representativos / Efetivos Roberto Ferreira da Silva Antônio Skardanas Suplentes Tiago Lopes Conselho Disciplinar José Silvio Dinis Mário José Gonçalves Arthur Martins Filho Suplente Ariston Morais Reeleito, Roberto Ferreira da Silva, já tem vários projetos em vista para colocar em prática durante os próximos três anos. Estamos formando grupos para o aumento do consumo do vidro e o fortalecimento das micros e pequenas empresas do ramo, adiantou. Além disso, vamos manter todos os cursos da gestão anterior e trazer inovações, contando com a parceria da Fecomércio e do Senac. Fale com eles! Sincavidro Tels. (21) e

21 Capa Para se caminhar no céu Passarela de vidro está sendo construída sobre um dos penhascos mais altos do Grand Canyon, nos EUA Nas alturas: passarela de vidro, em formato de U, permitirá que visitantes passeiem pelo céu do Grand Canyon West Fotos: divulgação D á um friozinho na barriga só de escrever... Quem gosta da sensação de estar suspenso no ar pode se preparar. Uma ponte com paredes e chão de vidro, em formato de U (ou ferradura), vai permitir que visitantes passeiem pelo céu do Grand Canyon West, no Arizona, Estados Unidos, e admirem uma paisagem que, até hoje, era privilégio exclusivo das águias. A atração, batizada de Skywalk (caminhada no céu, em tradução literal) ficará suspensa a m acima do rio Colorado, terá 3 m de largura, 21 m de comprimento e um parapeito de 1,5 m de altura. Ou seja, a passarela ficará amarrada à rocha por duas ancoragens gigantes que entram 12m na parede do Canyon. De arquitetura ousada, a obra começou a ser construída em março de 2004 e tem inauguração programada para o final deste mês. A Skywalk fica dentro do território dos índios Hualapai, no Noroeste do Estado americano do Arizona, cerca de três horas de carro de Las Vegas. A passarela, de custo esti- 36 o vidroplano março 2007

22 mado de US$ 40 milhões, fica a vários quilômetros de distância do Parque Nacional do Grand Canyon. Vidro em ação A superfície de vidro valorizará cada passada dos visitantes. O piso tem cinco camadas de vidro temperado: a camada superior tem 8 mm de espessura e foi projetada para ser substituída assim que se desgaste; a segunda mede 6 mm; e as outras três são de 19 mm. A passarela tem, aproximadamente, 21 m de comprimento e 19,5 m de largura (a passagem atual beira 3 m de largura). Os trilhos laterais medem cerca de 1,2 m e 6 pol. de altura (16,5 m). Haverá pilares verticais de aço a cada 1,5-2,5 m. Construção Duas vigas de aço medindo 0,6 m de largura, 22 m de comprimento e 1,8 m de profundidade suportam a estrutura, alinhando a parte interna e externa. Há uma pista de concreto e oito colunas reforçadas por cimento e barras de reforço. Mais de cem buracos de 9 a 12 m foram perfurados dentro da base da rocha e preenchidos com concreto. A instalação definitiva do vidro durará dois dias a estrutura será puxada por diversas polias escoradas por oito colunas e duas vigas. A Skywalk será estendida em uma pista de concreto por meio de quatro esteiras. Quando a estrutura estiver no lugar, as vigas serão soldadas às oito colunas. Os detalhes sobre a colocação da estrutura serão revelados à mídia dias antes da inauguração oficial. Pise sem medo Em maio de 2005, a estrutura passou por um teste final de sustentação e superou as exigências da engenharia em termos de peso e segurança. Segundo os construtores, a passarela poderá suportar ventos com velocidade de até de 200 km por hora, provenientes de Segurança: piso da Skywalk tem cinco camadas de vidro temperado edição

23 Skywalk: passarela de vidro em construção oito diferentes direções, e terremotos de até valor 8 na escala Richter que ocorram num raio de cerca de 130 km. Ao final da obra, mais de 1 milhão de libras de aço deverão ter sido utilizados na construção da passarela. Acesso Para andar na Skywalk (do amanhecer ao anoitecer), o visitante pagará US$ 25 cerca de R$ 53, por pessoa, além do custo da entrada ao Grand Canyon West. Serão permitidas 120 pessoas por vez na ponte. Terá prioridade quem estiver hospedado no parque. Contudo, reservas poderão ser feitas. Os visitantes entrarão e sairão da passarela através dos edifícios provisórios, enquanto o centro do visitante está sendo finalizado. A administração do Grand Canyon West planeja distribuir para cada visitante protetores para sapatos a fim de evitar riscos no piso e escorregões. Antes de ser aberto ao público, no final do mês, programou-se a chamada First Walk (primeira caminhada), evento para meios de comunicação e VIPs. O nome da primeira figura pública que dará o primeiro passo na Skywalk será anunciado próximo à data de inauguração. Localizada no chamado Eagle Point (Ponto da Águia) do Grand Canyon West, o complexo Skywalk incluirá também um centro para visitantes com três níveis subterrâneo e 1º e 2º andar, os 38 o vidroplano março 2007

24 Você sabia... Testado e aprovado: a passarela poderá suportar ventos com velocidade de até cerca de 200 km por hora... que a Skywalk é três vezes mais alta que o Empire State Building, um arranha-céu localizado na Quinta Avenida de Nova York, nos EUA? O edifício mede 381 m de altura. Mas, o maior arranhacéu do mundo é o Taipei, com 509 m. O prédio localiza-se em Taiwan e possui 101 andares m m 914 m 762 m 609 m 457 m 304 m Altura da Skywalk comparando-se com construções humanas Empire State Building 381 m Gateway Arch 192 m Sears Tower 441 m Hong Kong and Shanghai Bank 178 m Petronas Towers 452 m Taipei m Stratosphere Tower 350 m Skywalk suspensa a m 152 m 0 edição

25 O Grand Canyon é......uma imensa falha no terreno que se estende por cerca de 440 quilômetros, com largura variando de 200 m a 27 km. Foi esculpido pelas corredeiras do rio Colorado, que, ao longo de milhões de anos, abriram caminho entre as rochas avermelhadas, formando imensos paredões verticais de quase 2 km de profundidade. A rocha mais antiga tem 1,7 bilhão de anos, e a mais nova, 250 milhões. quais conterão museu, cinema, saguão VIP, loja de presentes e diversos restaurantes e bares, incluindo um restaurante de alto padrão chamado Skywalk Café, que terá assentos ao ar livre no pátio e no telhado que estarão à beira do Canyon. Pelo 2º andar, os visitantes também terão acesso à passarela de vidro Skywalk. O centro do visitante oferecerá ainda ambientes privados internos e ao ar livre para reuniões, eventos especiais e casamentos. Fale com eles! Grand Canyon West home.html

26 Evento Você tem um encontro marcado com o GPD A maior conferência do setor vidreiro mundial reunirá profissionais do mundo todo Fotos: divulgação Tampere Hall: centro de convenções que abrigará o GPD é um dos maiores e mais modernos da Finlândia V de convenções do Tampere Hall idro, vidro e mais vidro. Não se falará de outra coisa no centro durante a maior conferência da indústria vidreira, o Glass Processing Days (GPD), de 15 a 18 de junho, em Tampere, na Finlândia. O evento, organizado a cada dois anos pela Glaston (grupo formado pelas empresas Tamglass e Z. Bavelloni) tem como objetivo divulgar a experiência, técnica, prática e a aplicação do vidro plano por meio da interação produtiva entre os participantes. Segundo os organizadores, neste ano, também será dada atenção especial à economia de energia e processamento de novos tipos de vidro. Vindos de todo o mundo (China, Japão, Estados Unidos, México, Colômbia, Argentina, França, Alemanha e, claro, Brasil), processadores e fabricantes de vidro, fornecedores de janelas, consultores 44 o vidroplano março 2007

27 e representantes da indústria automotiva e de instituições de pesquisa são os principais participantes do GPD. Em 2005, o evento reuniu cerca de novecentas pessoas, sem contar os 75 acompanhantes, convidados e os participantes dos workshops, os quais chegaram a 290. Reunião de gigantes Como o evento comemorará sua 10ª edição, para celebrar essa marca, a cerimônia de abertura (dia 15) reunirá os quatro chiefs executive officer (CEOs) das principais fabricantes de vidro do mundo. O encontro histórico contará com Tomoaki Abe, vice-líder da Nippon Sheet Glass (NSG); Russell Ebeid, presidente do Glass Group da Guardian Corporation; Arthur Ulens, presidente da AGC Glass e CEO da Glaverbel; e Jacques Aschenbroich, vice-presidente-sênior da Saint- -Gobain e presidente do setor de Vidro Plano da Saint-Gobain. Conferências: serão mais de 150 palestras ministradas por mais de cem profissionais Conteúdo de qualidade Já finalizada, a programação inclui palestras, workshops, exposições, atividades sociais e visita à Tamglass. Um bombardeio de informações estará à espera dos participantes. Vidro na Arquitetura Desempenho Energético em Edifícios; Desafios e Soluções na Arquitetura; Processamento de Vidro Têmpera/Pré-Processamento; Projeto de Vidro Laminado; Mercados e Tendências Mercados em Mudança; Automotivo Novos Desafios dos Mercados de Carro e À disposição dos participantes: pôsteres de trabalhos expostos edição

28 Envidraçamento; Novas Técnicas em Envidraçamento Laminado; e Novos Produtos, Aplicações e Nanotecnologia são alguns dos temas entre os muitos que serão abordados durante as mais de 150 palestras ministradas por mais de cem profissionais. Nos intervalos entre as conferências, pôsteres de trabalhos serão expostos no local em que o coffee break será servido. Também à disposição dos participantes, uma mostra de produtos montada pelas empresas expositoras. Lazer também está na pauta O evento oferecerá diversos passeios opcionais aos participan- A cidade finlandesa Com uma população de aproximadamente 200 mil habitantes, onde está instalada a matriz da Tamglass, Tampere é a terceira maior cidade da Finlândia e fica entre dois lagos Pyhäjärvi e Näsijärvi. Rodeada pelas águas e por lindos jardins, ela está a 173 km da capital do país, Helsinki.

29 tes. Entre eles, um torneio de golfe à meia-noite e um passeio ao Museu de Vidro do Projeto Ittala e ao Vinhedo Rönnvik, além das festas de abertura da conferência, festa de encerramento e um bar GPD aberto todas as noites para o público. As inscrições para os passeios devem ser feitas juntamente com a inscrição do evento. Como chegar Não existe vôo direto para a Finlândia. Então, para embarcar rumo a Tampere, pode-se aterrissar em Frankfurt (Alemanha), Riga (Letônia), Londres (Inglaterra), Copenhague (Dinamarca), Estocolmo (Suécia) ou Helsinki (Finlândia). De até Frankfurt, por exemplo, são doze horas de viagem. A diferença de fuso horário é de seis horas em relação ao Brasil. A agência de turismo New Class tem as informações sobre passagens aéreas para o evento partindo do Brasil. Fale com eles! Como se inscrever Os interessados em participar do GPD devem se inscrever on-line no site e pagar o valor da inscrição, conforme indicado no encarte anexado nesta edição da revista O Vidroplano. GPD New Class Turismo Tel. (11) Tamglass Tel. (11) , ramal 207

30 Tecnologia Foscos, mas com muito brilho Técnicas tradicionais ou modernas valorizam o vidro limitando sua transparência Fotos: divulgação areia levaram um técnico americano, no século passado, aos rudimentos do jateamento, processo de impressão que deixa o vidro fosco. O tempo passou e, atualmente, os vidros jateados ou foscados podem ser produzidos de maneiras bem diferentes. Algumas deixam a chapa inteira fosca, sem nenhum desenho. Outras são utilizadas exclusivamente para desenhar ou reproduzir imagens na superfície do vidro. As peças têm utilização diversificada, tanto na construção civil como na indústria moveleira ou decoração. Art Luz utiliza o óxido de alumínio para jateamento artístico T uma casa por uma tempestade de udo começou com um grão de areia. Marcas deixadas na vidraça de Jateamento com óxido de alumínio O processo exige equipamento específico, uma cabina fechada e pós abrasivos, que são menos tóxicos do que a areia (ver boxe na página 53). Há máquinas manuais ou semi-automáticas, que se adequam aos vários tipos de trabalho, explica Luiz Carlos Stetner, proprietário da Art e Luz, empresa que utiliza o óxido de alumínio para jatear seus produtos. Segundo Gideon Neves Bonfim, gerente técnico comercial da Brasibrás, fabricante de máquinas de jato, um equipamento custa a partir de R$ 4.500,00 e qualquer pessoa pode facilmente operar uma jateadora. A máquina permite jatear o vidro como um todo ou tra- 48 o vidroplano março 2007

31 balhar artisticamente, produzindo- -se desenhos com sombras, perspectivas, profundidade e dimensão. Tudo sem cor, somente por meio do tom fosco. Outra opção é o baixo relevo em vidro espesso de 12, 15 ou 19 mm. Esse trabalho é muito mais delicado, pois é preciso gravar em vários níveis para dar profundidade ao desenho e gravar de trás para frente, o que é mais difícil, afirma Luiz Carlos. Ele explica que o processo é tão elaborado quanto uma pintura à óleo em tela, porém, em caso de erro, a pintura com tinta permite correções e o jateamento artístico, não. Uma outra técnica recente que está sendo difundida é a aplicação de tintas especiais sobre o jateamento, adicionando cores ao jateado tradicional. O jateamento com óxido de alumínio também é a técnica da Mason & Mason, empresa que vende equipamentos há dezessete anos. O processo resulta em vidros e espelhos decorados com magníficos desenhos e refinado acabamento, revela Rodolfo Mason, seu diretor-comercial. Jateamento com óxido de alumínio: espelhos decorados com desenhos e refinado acabamento Vidros acidados: utilizados também na construção civil Técnica e arte Para foscar, a Art e Luz trabalha com todos os tipos de vidro. O índice de opacidade do material é controlado pela luz de uma lâmpada florescente ou incandescente ela indica se há falhas. A agressão do óxido de alumínio no vidro causa o fosqueamento com o uso de compressores, plotters e mãode-obra qualificada. Os trabalhos da Art e Luz são produzidos sob encomenda e o fosqueamento está em torno de R$ 30,00 o m 2. Imagem digital A Iimak oferece ao mercado um outro processo, com imagens em alta definição, próximas a uma foto. Com o DecoTherm, filme de transferência térmica para impressão em vidro, nossa tecnologia permite impressão digital em 400 dpis e até três cores, explica Audrey Kompier, diretora de Marketing da empresa. A imagem digital é transferida para o vidro durante a têmpera por meio de um decalque de papel. Atualmente, a imagem a ser impressa é enviada por ao estúdio da Iimak, em edição

32 Dario de Freitas Pintura a quente (serigrafia): resistente à riscos e produtos de limpeza Nova Iorque, nos Estados Unidos. Audrey revelou que está selecionando pelo menos três temperadores horizontais no Brasil para oferecer o DecoTherm. Por enquanto, ainda não temos nenhuma empresa comercializando o produto por aqui. No tratamento da imagem, é possível controlar a resolução, tonalidade e porcentagem de cada cor. A técnica é ideal para volumes pequenos e peças personalizadas. Além disso, a manutenção é simples, feita com uma solução de limpeza para vidro suave e não-abrasiva. Sugerimos sempre testar em uma pequena parte do vidro antes, explica Audrey. O custo final do m 2 do produto está em torno de R$ 200,00. Acidados Fosqueamento por processo químico, utilizando ácidos e outros componentes que atenuam o poder de abrasão ácida é a técnica empregada pela Omnidecor. Trata-se de um processo automatizado, sem contato dos funcionários com o produto. Utiliza como matéria-prima o float, o qual passa por tratamento químico conforme o produto da linha da empresa Decorflou, DecorflouDesign, Decoridea e Decorgem, entre outros. Fomos os primeiros a desenvolver a técnica, conta Renato Júnior, gerente-comercial da OmniDecor. O resultado é um vidro suavemente acidado, apresentando ondulação uniforme e muito superficial. Parte da superfície original do vidro é preservada, conservando pontos de brilho no vidro fosco. A empresa possui grande variedade de produtos com cores, espessuras e texturas diferentes, gerando diferentes preços de venda. A Omnidecor também tem à disposição o acidado colorido: Decoropal (pintura a frio) e Decorgem (pintura a quente, processo pelo qual a tinta se funde na massa do vidro). Se a preferência for acidados com estampas, a empresa possui a linha Decoridea, formada por dezessete desenhos à disposição para grandes quantidades. O Departamento Comercial da Omnidecor desenvolve um extenso trabalho de divulgação e prospecção do produto, mas os vidraceiros que desejarem, podem procurá-los para aquisição de cha- 50 o vidroplano março 2007

33 pas para beneficiamento. Os acidados evitam os riscos e manchas e permitem a privacidade de ambientes com 80% de transmissão luminosa. Sua limpeza é feita com pano úmido, água limpa e pano seco. Em casos extremos, usam-se detergente neutro e água. Satinação opacação química, conhecida comercialmente como foscação ou acidação, é a técnica da Vidrax. O produto pode ser confeccionado em opaco total ou em projetos artísticos, que variam desde uma logomarca até um desenho ou foto. Tudo que se imaginar é possível representar nesse processo, em que o índice de opacidade é controlado por meio de raios de luz, explica Vanderlei Garla, diretor-industrial da Vidrax. De acordo com ele, a vantagem dessa técnica é manter a resistência mecânica do vidro inalterada, ao contrário dos processos de fosqueamento por abrasivos. Os vidros acidados têm baixíssima retenção de sujeira, facilidade para limpeza e manutenção. O acidado possui, também, baixíssima porosidade e sua aplicação é muito vasta, complementa Vanderlei Garla. Além de tudo isso, segundo o fabricante, sua vida útil é infinita. A empresa não exige compra mínima. Pasta fosqueante A Agabê fabrica o Matt Glass, uma pasta fosqueante para vidros que é aplicada por serigrafia ou utilizando uma máscara auto-adesiva. A aplicação pode ser 100% Vidro acidado da Omnidecor: várias opções de cores e padrões DecoTherm: imagem digital impressa em alta definição automática ou manual depende do equipamento de impressão do transformador. O resultado: uma peça de vidro fosca com a possibilidade de detalhes finos. De acordo com Tarsis Carbone Bianchini, diretor-comercial da Agabê, o processo de fosqueamento utilizando o Matt Glass não produz nenhum resíduo sólido, não gera nenhum risco de silicose e o índice de opacidade é controlado pelo tempo de ataque da pasta e pelo volume de pasta depositado sobre o vidro, determinado pelo tipo do tecido da matriz (tela de impressão). Com 1 litro de pasta, é possível foscar mais de 12 m 2 de área totalmente chapada. No caso dos desenhos, em que a área não é 100% chapada, com letras ou detalhes, o rendimento aumenta. O processo de trabalho é muito simples: basta imprimir por serigrafia o vidro limpo, deixar a pasta atuar por aproximadamente três minutos e lavar o vidro com água para remover o produto. E, pronto, o vidro está gravado. Não há necessidade de fornos de secagem ou de cura. Pintura a quente (serigrafia) Foscar o vidro com esmalte cerâmico na cor acetinada é outra boa opção. Os processos de corte, lapidação e pintura são executados antes de temperar o vidro. A edição

34 Pasta fosqueante, da Agabê: aplicada por serigrafia ou utilizando máscara auto-adesiva têmpera é necessária para que o esmalte se solidifique com o material, sendo permitido o uso de apenas uma cor por aplicação. A vantagem do uso de esmalte cerâmico está na resistência ao risco e produtos de limpeza doméstica, conta Paulo Carvalho César Ferreira de Carvalho, gerente de Produtos Glass Systems da Ferro Enamel, fabricante do esmalte. Pintura a frio Para deixar o vidro fosco, a MHJ utiliza a aplicação da tinta Collor Glass Acetinada. O processo é manual e não é necessário forno somente uma cabina de pintura, pistola e compressor. Depois de feita a limpeza do vidro com álcool isopropílico, a tinta é aplicada no vidro. Após três horas, ela estará pronta para toque e, em 24 horas, para corte e lapidação. A cura total da tinta ocorre em três dias. O vidro fica fosco e sem manchas de dedos. O custo é baixo, a aplicação é fácil e é possível obter melhor acabamento, informa Marcelo Herbe Jauch, sócioproprietário da MHJ. A durabilidade das cores é de, no mínimo, vinte anos, de acordo com ele. Uma das vantagens do processo é a economia. Basta cortar o vidro na medida exata e pintar. TÉCNICA COMO FUNCIONA VANTAGENS APLICAÇÃO ADEQUADA Jateamento com óxido de alumínio A agressão do óxido de alumínio no vidro causa um atrito que faz o ponto da agressão ficar fosco. Permite personalização das imagens (jateamento artístico) e o produto final tem custo baixo Espelhos, tetos, divisórias, boxe, etc. (depende do que se irá gravar ou jatear) Acidação Banhos de solução química para coloração fosca do vidro Facilidade de limpeza, resistência a intemperismos, baixíssima porosidade, grande variedade decorativa e personalização das imagens Arquitetura e decoração, fachadas, portas, janelas, boxes, divisórias, utensílios de decoração, utilidades domésticas e frascaria Pintura a quente Após pintura a rolo ou em tela serigráfica, o esmalte funde-se na superfície do vidro durante a têmpera Resistência à riscos, produtos de limpeza doméstica, não descolore ou descasca e sua superfície é de baixo índice de absorção de óleo Fachadas, boxes, indústria moveleira e decoração Pintura a frio Aplicação da tinta com pistola e compressor em tela de serigrafia ou na chapa toda Fácil aplicação - não necessita passar por têmpera - e bom acabamento Tampos, móveis, divisórias, entre outros Impressão digital com transferência térmica (DecoTherm) Imagem digital impressa num decalque que é transferido ao vidro no processo de têmpera Imagem impressa em alta definição (400 dpis), em até três cores Mesas, painéis, divisórias, boxe de banheiro, portas de armários e janelas Pasta fosqueante Processo manual, a pasta é aplicada por meio de tela de serigrafia ou utilizando uma máscara auto-adesiva Processo simples, com decoração permanente. Evita a incrustação de fungos, gordura ou qualquer tipo de sujeira Móveis, iluminação, espelhos, embalagens e peças decorativas em geral 52 o vidroplano março 2007

35 Acidado da Vidrax: baixíssima retenção de sujeira, com facilidade de manutenção Proibição O Ministério do Trabalho e Emprego proibiu a utilização de areia em processos de jateamento, em todo território nacional, pois ela pode causar doenças pulmonares, como a silicose, que é a formação de cicatrizes permanentes nos pulmões provocadas pela inalação do pó de sílica, principal constituinte da areia. Quando inalado, o pó de sílica atinge os pulmões, os quais perdem a elasticidade, e o jateador passa a ter dificuldade para respirar. Atualmente, o processo mais recomendado é o uso de granulados, que não provocam silicose pulmonar. Fale com eles! Agabê Tecnologia Tel. (11) Art e Luz Tel. (11) Brasibrás Tel. (11) Ferro Enamel Tel. (19) Iimak Tel. (21) Mason & Mason Tel. (11) MHJ Tel. (11) Omnidecor Tel. (11) Vidrax Tel. (11)

36 Falando em normas Boxe ganhará novos ensaios Metodologias desenvolvidas e testes realizados. Só resta análise apurada para publicar a revisão da norma altam apenas duas ou três reuniões do CB-37 para que a revisão da FNorma Boxes de banheiro fabricados com vidro de segurança temperado Projeto, instalação e materiais utilizados seja publicada. Um dos tópicos mais importantes analisados está relacionado ao desenvolvimento de novas metodologias de ensaios que serão incluídas antes da publicação. Fez-se um trabalho minucioso para garantir total segurança, qualidade e credibilidade do conjunto (vidros, perfis e componentes). Então, realizamos cada um dos ensaios sugeridos antes de colocarmos na norma, para comprovarmos sua real necessidade. Agora, só falta uma análise bem apurada dos resultados. Testando O ensaio de impacto, único a constar na atual norma, permanecerá. Nele verificamos se o conjunto do boxe consegue suportar o impacto de uma pessoa indo ao encontro do produto. Já no de corrosão em névoa sa- ABNT/CB-37 COMITÊ BRASILEIRO DE VIDROS PLANOS Vidros e suas aplicações na construção civil ESTAMOS TRABALHANDO Revisão NBR 7199 Projeto, execução e aplicações de vidro na construção civil O texto está sendo analisado para ser enviado para consulta nacional. Revisão NBR Projeto, instalação e materiais utilizados em boxes de banheiro fabricados com vidro de segurança temperado O texto está sendo analisado para ser enviado para consulta nacional. Revisão NBR Espelhos de prata O texto está sendo analisado para ser enviado para consulta nacional. Projeto 37: Vidro insulado A comissão de estudo está avaliando os requisitos para os ensaios Projeto 00: Sistemas de portas automáticas Métodos de ensaio e classificação A comissão de estudo está analisando as normas citadas no projeto. Vidros e suas aplicações na indústria moveleira Revisão NBR Vidros para móveis Terminologia, classificação e defeitos A comissão de estudo está avaliando quais as atualizações necessárias. Revisão NBR Tampos de vidro para mesa Requisitos A comissão de estudo está avaliando quais as atualizações necessárias. Revisão NBR Vidros para sistemas de prateleiras Requisitos e métodos de ensaio A comissão de estudo está avaliando quais as atualizações necessárias. Vidros e suas aplicações em veículos de transporte Projeto 37: Vidros automotivos Reparação de pára-brisas Danos e requisitos para reparação Classificação O texto está sendo analisado para ser enviado para consulta nacional. Projeto 37: Vidros automotivos Sistemas de reparo de pára-brisas Métodos de ensaio O texto está sendo analisado para ser enviado para consulta nacional. CSM 21 COMITÊ SETORIAL MERCOSUL DE VIDROS PLANOS Projetos que estão sendo desenvolvidos no Mercosul: PNM 21: Vidro temperado A comissão de estudo está analisando quais são as adequações necessárias por ser um projeto de Norma Mercosul. PNM 21: Vidro laminado A comissão de estudo está analisando quais são as adequações necessárias por ser um projeto de Norma Mercosul. edição

37 lina, submetemos os componentes do boxe em câmara onde há cloreto de sódio por 96 horas. Então, verifica-se se houve oxidação ou qualquer alteração nas características iniciais dos componentes. Outro ensaio é de determinação dos esforços de abertura e fechamento, para identificar a intensidade de força necessária para abrir ou fechar um boxe. Para observarmos o desempenho das partes móveis do boxe, ao longo do tempo, desenvolvemos o ensaio de ciclo, simulando 20 mil aberturas e fechamentos das portas. Por último, há o ensaio de resistência à deformação do perfil, realizado somente em boxe de canto, que verifica a deformação com as portas abertas e fechadas. Divulgação Mais informações sobre normas técnicas, no site da revista: Fale com eles! Andiv Tel. (11) ABNT Maurício Marques Resende Gerente-técnico do Laboratório do Instituto Falcão Bauer da Qualidade (IFBQ)

38 Vidro em dia Evento Período O que é Local / Contato MARÇO CURSO DE FUSÃO DE VIDROS E COLAGEM ULTRAVIOLETA 26 a 30/3 (de segunda a sexta-feira) 5/5 a 2/6 (aos sábados) Todo prático, o aluno coloca a mão na massa, literalmente, manuseando a matéria-prima, desde o corte até o forno. Aprendem-se técnicas para evitar o desperdício do vidro: os retalhos, além de se transformar em móveis, objetos de decoração ou obras de arte, ainda podem dar lucro aos vidraceiros e artesãos. De 26 a 30 de março, o curso está programado para acontecer de segunda a sexta-feira, das 8 às 17h. Em maio, serão cinco sábados quatro sobre fusão e um de colagem UV. A segunda turma, formada no início de março deste ano, já está a todo vapor, produzindo peças a partir do que aprendeu. Escola Senai Orlando Laviero Ferraiuolo Tel. (11) Manoel Sobrinho ABRIL CURSO DO VIDRACEIRO 16/4 a 25/6 Organizado pelo Senai, em parceria com a Andiv, o curso, que já formou 180 alunos desde março de 2004, tem duração Dario de Freitas de 147 horas e é dividido em três módulos: Técnico, Gestão e Desenho. O horário é das 19 às 22h, de segunda a sextafeira, e o valor é R$ 390,00 (à vista) ou em quatro parcelas de R$ 100,00. Escola Senai Orlando Laviero Ferraiuolo Tel. (11) MAIO FENAVID 2 a 4/5 A 6ª Feira Nacional do Vidro, Alumínio, Moldura & Cia. terá seu foco voltado para vidraceiros, arquitetos, engenheiros, decoradores, serralheiros e profissionais do setor vidreiro. À disposição dos visitantes, as últimas novidades relacionadas ao mundo do vidro. Expo Center Norte Rua José Bernardo Pinto, 333 Vila Guilherme, (SP) Tels. (11) , e CHINA GLASS 16 a 19/05 Em 35 mil m 2, cerca de quinhentos expositores mostrarão a mais de 30 mil profissionais do setor vidreiro as últimas tecnologias e tendências mundiais do segmento. Em sua última edição, em 2006, 568 expositores de 24 países exibiram seus produtos 234 eram estrangeiros. Shanghai, China 58 o vidroplano março 2007

39 MAIO Evento Período O que é Local / Contato ALUVI 29/5 a 2/6 A 4ª exposição internacional das indústrias de vidro e alumínio tem seu foco em profissionais envolvidos com esses materiais aplicados na construção. Em sua última edição, em 2005, a feira recebeu mais de 100 mil visitantes. La Rural, Buenos Aires, Argentina JUNHO GLASS PROCESSING DAYS 15 a 18/6 O GPD, evento bienal organizado pela Tamglass, promoverá o encontro de estudiosos e profissionais vidreiros dos setores moveleiro, automotivo, da construção civil, arquitetura e decoração de interiores do mundo todo para apresentar os principais lançamentos e as mais novas técnicas e tecnologias do vidro. Palestras, workshops e exposições estão na programação. Em sua última edição, em 2005, o GPD reuniu cerca de novecentas pessoas. Celina Araújo Tampere, Finlândia SETEMBRO GLASS BUILD AMERICA 10 a 12/9 A feira anual de vidros, janelas e portas, organizada pela National Glass Association (NGA), receberá cerca de 10 mil Divulgação profissionais fornecedores de vidro; revendedores de janelas, portas, espelhos e boxes; fabricantes de janela e porta residenciais; distribuidores de vidros laminados e temperados; arquitetos e outros profissionais ligados ao setor vidreiro. Em 2006, 480 expositores apresentaram seus produtos e lançamentos. Georgia World Congress Center Las Vegas, Nevada, Atlanta OUTUBRO VITRUM 3 a 6/10 Profissionais de diversos países estarão Divulgação na 15ª edição do evento internacional para conferir as novidades em máquinas, equipamentos, ferramentas e acessórios para processamento e transformação de vidros planos. Considerada uma das mais importantes feiras de maquinários vidreiros, a Vitrum, em 2005, atraiu mais de 16 mil visitantes. Esta edição contará com cerca de quatrocentos expositores. Milão, Itália edição

40 Para o seu negócio Ambiente da vidraçaria conta e muito Percepção geral do cliente tem forte influência no momento da compra. Por Sandro Magaldi Ilustração: André Oliveira Iconquistá-la, você investiu pesado. Trabalhou muito magine que você conheceu a mulher ou o homem de sua vida, aquela pessoa que vai fazer toda diferença do mundo para você. Para intensamente desenvolvendo estratégias para que ela lhe observasse da maneira que você sempre desejou. Seu trabalhou não foi em vão. Depois de muito esforço, finalmente, você conseguiu ser visto de outra forma por essa pessoa. Ah, como é doce a conquista!! Após uma breve, mas, marcante conversa, vocês agendaram um encontro. Para impressionar, você fez questão de escolher o local. Enfim, está tudo pronto para a conquista definitiva. Uma relação que tende a ser duradoura e de longo prazo. Chegada a hora, você reflete: para onde você levará sua conquista? Qual será o restaurante escolhido? Ou melhor, como será o local ideal para esse célebre momento? Participe! Envie sua sugestão de tema para esta seção: tel. (11) , fax ou Tudo a ver Você deve estar se perguntando qual o motivo dessa história amorosa estar presente numa revista para o mercado vidreiro. Pois tem muita relação se você considerar que o principal desafio e objetivo de seu negócio é conquistar e fidelizar seus clientes. Tem mais relação ainda se você considerar todo o esforço que realiza visando a atrair seus clientes desejados ao seu ponto de venda (vidraçaria). Realizadas as devidas considerações, vamos retornar à nossa história você levaria sua conquista a um local pouco asseado, sujo, tratado com desleixo, sem condições de recebê-la com o mínimo de conforto? Ah, agora, creio que você entendeu onde quero chegar. 60 o vidroplano março 2007

41 É incrível como muitas organizações investem pesadamente para atrair clientes sem gerenciar da mesma forma seu ponto de venda ou seja, o local em que receberá esse consumidor. E quando me refiro a investir pesadamente, não incluo nessa conta apenas a questão financeira. Considero, nessa reflexão, todo o esforço que você realiza para atrair os cada vez mais exigentes e escassos consumidores modernos. Atenção ao ponto de venda Não sei se você já se deu conta, mas o ponto de venda está cada vez mais sendo transformado num local destinado a promover experiências memoráveis. E isso não ocorre apenas no varejo tradicional. Você já visitou as chamadas oficinas butiques? Nada de chão sujo, macacão cheio de graxa ou pôster de mulher nua nas paredes. Entra em ação um espaço que leva o cliente à convicção de que está utilizando um serviço de altíssima qualidade, refletido em um ambiente limpo, com profissionais asseados e um atendimento de primeira. Alguns especialistas afirmam que esse negócio tende a ser o principal concorrente das concessionárias no que se refere à prestação de serviços mecânicos. Pois é, a boa e velha oficina (nem tão velha, no caso) dando muito trabalho a grande conglomerados (as atuais concessionárias). A grande questão que fica dessa constatação é: por qual motivo isso ocorre? Por que cada vez mais empresas investem pesadamente nesse conceito? A resposta é uma só: diferentemente do passado, o atual consumidor tem muitas opções à disposição. Nesse contexto ele, por vezes, se atém a questões que antes não tinham muita importância para se decidir sobre o melhor fornecedor. Nesse sentido, a experiência no ponto de venda pode ser um dos requisitos de desempate. E tenha certeza de que a percepção geral do cliente, a respeito do serviço que você pode prestar, também receberá forte influência de sua experiência em seu ponto de venda. Mesmo que você não atue com uma loja clássica e apenas receba eventualmente seus clientes em seu escritório, o efeito é o mesmo. O fato é que, quando o cliente não tinha tanta opção, ele se satisfazia com qualquer nível de serviço. Isso mudou e a tendência é que a situação só se agrave. Considerando essa mudança, recorro ao brilhante físico Albert Einstein para lhe fazer um alerta: Continuar a fazer as coisas como sempre foram feitas e esperar que os resultados sejam significativamente diferentes é uma boa definição de insanidade. Bem-vindo à Era do Cliente! Fale com eles! Sandro Magaldi é diretor-comercial do HSM Group no Brasil, empresa líder no segmento de educação executiva e promotora de eventos como a ExpoManagement. Mestre em Administração pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), Magaldi é professor do curso de MBA Executivo de Marketing de Serviços da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Já apresentou palestras de gestão de negócios em empresas como Banco Real, Telefônica, Toyota, Cyrela, Tecnisa, Phillips. Tel.(11) edição

42 Ache fácil Acessórios para vidro PARANÁ Aluforte Tudo em perfis de alumínio e acessórios para vidros. Consulte-nos! Cascavel Tel. (45) , Fax: Intercontrol Films Películas arquitetônicas: proteção, estética e segurança. Curitiba Tel. (41) , Fax: SÃO PAULO Abrasipa Produtos para polimento de vidros e recuperação de ferramentas diamantadas. Tel. (11) , Fax: Alpex Alumínio Perfis de alumínio para vidro temperado, Kit Box 6 e 8 mm, Kit Engenharia 8 e 10 mm. Tel. (11) , Fax: Casa Castro Máquinas, peças e acessórios para Vidraçarias e moldurarias. Tel. (11) , Fax: Glasspeças Ferragens e acessórios para vidros temperados. Tel. (11) , Fax: Glastronic Rolos cerâmicos para têmpera, rodízios e fluídos de corte, lavadoras e serigrafia. Barueri Tel. (11) Fax: Gusmão Representações Acessórios para vidro duplo, rebolos, ventosas, linha de segurança. Tel. (11) , Fax: INSULFILM Blindado, Laminado, Climatizado, Conforto e UV. Tel. (11) , Fax: Tec-Vidro Kit Box Tec-Vidro. Referência de qualidade. Tel. (11) , Fax: Distribuidores e processadores de vidro DISTRITO FEDERAL Vitral Vidros Planos Vidros laminados, temperados, distribuição de vidros planos, impressos e espelhos. Brasília Tel. (61) , Fax: Vitral Vidros Planos Vidros laminados, temperados, distribuição de vidros planos, impressos e espelhos. Brasília Tel. (61) , Fax: GOIÁS V.P.M. Vidros Planos Franqueados da Blindex. Vidros Curvos temperados, laminados, espelhos e chaparia Goiânia Tel. (62) , Fax: Vitral Vidros Planos Vidros laminados, temperados, distribuição de vidros planos, impressos e espelhos. Goiânia Tel. (62) , Fax: MATO GROSSO DO SUL LM Vidros Vidros laminados, temperados e termoacústicos. Campo Grande Tel. (67) ; Fax: /2435 MINAS GERAIS Bend Glass Vidros curvos, laminados e temperados. Contagem Tel. (31) , Fax: Cristaltemper Vidros Float, impreso, temperado, laminado, bisotado, espelho, ferragens e acessórios. Muriaé Tel. (32) , Fax: Divinal Vidros Vidros temperados, laminados, serigrafados, Refletivos, espelhos, tampos de mesa. Belo Horizonte Tel. (31) , Fax: Itaipu Vidros Distribuidora de vidros, cristais e temperados. Belo Horizonte Tel. (31) , Fax: Lamina Temper Uma empresa do grupo Bend Glass, vidros em todas as cores e espessuras Contagem Tel. (31) , Fax: Pestana Vidros Vidros Temperados Blindex Belo Horizonte Tel (31) Fax Vitral Vidros Planos Vidros laminados, temperados, distribuição de vidros planos, impressos e espelhos. Uberlândia Tel. (34) , Fax: PARANÁ Interbox Vidros temperados Araucária 62 o vidroplano março 2007

43 Ache fácil Tel. (41) Fax: Linde Vidros Vidros temperados, serigrafados, bisotados e lapidações. Rio Negro Tel. (47) , Fax: Temperlândia Temperados de 3 a 19 mm, curvos, serigrafados, espelhos e tampos em geral. Rolândia Tel. (43) , Fax: Vidrolar Comercial de Vidros Vidros curvos, temperados e laminados, lapidados e bisotados. Curitiba Tel. (41) , Fax: PERNAMBUCO Casas Bandeirantes Têmpera e distribuição de vidros. Serra Talhada Tel. (81) , Fax: Tel. (87) , Fax: RIO DE JANEIRO Vidraço Comercial Cristal, espelhos, laminados, refletivo e vidros à prova de bala. Rio de Janeiro Tel. (21) , Fax: RIO GRANDE DO SUL Lapividros Vidros, espelhos, Vidros Termoacústicos, tampos de mesa, laminados. Bento Gonçalves Tel. (54) ; Fax: Vidrobox Vidros em geral. Porto Alegre Tel. (51) Fax: Vidroforte Vidros temperados e laminados, automotivos e construção civil. Caxias do Sul Tel. (54) ; Fax: SÃO PAULO Contempera Beneficiamos vidros para o seu conforto e segurança. Tel. (11) , Fax: Coveb Vidros: Comuns, temperados e laminados. Tel. (11) Fax Cyberglass Vidros temperados, laminados, serigrafados e curvos. Tel. (11) , Fax: Diamante Vidros Vidros lapidados, serigrafados, temperados, insulados e com perfis. São Caetano do Sul Tel. (11) , Fax: Divinal Vidros Vidros temperados, laminados, serigrafados, Refletivos, espelhos, tampos de mesa. Tel. (11) , Fax: Garante Indústria de Vidros Comuns, têmpera, serigrafia, laminado jato de areia, colagens, acessórios. Santo André Tel. (11) , Fax: Interbox Vidros Temperados Tel. (11) Fax: LM Vidros Vidros laminados, temperados e termoacústicos. Tel. (11) , Fax: M Simões Vidros temperados, laminados, blindados, alto impacto, antiinvasão e decorados. Tel. (11) , Fax: Mansur Vidros Laminados e temperados, comuns e Especiais, projetos e instalações. Tel. (11) , Fax: Nazario Vidros Vidros temperados, tampos e espelhos bisotados, vidros laminados e impressos. Praia Grande Tel. (13) , Fax: OmniDecor Vidros Acetinados, Esmaltados e Incisos com ácido (texturizados). Tel. (11) , Fax: SF Industrial Vidros comuns, laminados, laminados refletivos, temperados, para Box e decoração. Ribeirão Pires Tel. (11) , Fax: Speed Temper Vidros temperados de 4 a 19 mm, bisotados e serigrafados. São Roque Tel. (11) Fax: Tempersul Temperados em geral, Box para banheiro, kits e ferragens. Dracena Tel. (18) Fax Terra de Santa Cruz Vidros Vidros temperados, laminados, curvos, Blindados, Box, Guarda-Corpo. Tel. (11) ; Fax: edição

44 Ache fácil TVT Vidros Temperados Vidros temperados em forno horizontal certificados pelo Inmetro. Várzea Paulista Tel. (11) , Fax: Valéria Vidros Vidros para indústria moveleira: espelhos, tampos de mesa, temperados, serigrafados. Louveira Tel. (19) , Fax: /95 Vidroline Vidros temperados, laminados, serigrafados, insulados, refletivos. Taubaté Tel. e Fax: (12) , Fax: Vidrosul Dracena Distribuição de chaparia, vidros Fantasia Float e espelhos. Dracena Tel. (18) Fax Vitrais Ma-Ge Comuns, temperados, laminados, termoacústicos planos e curvos. Tel. (11) , Fax: Máquinas e equipamentos PARANÁ Cefla Finishing Máquinas de aplicação e secagem de esmaltes cerâmicos para vidro. Fazenda do Rio Grande Tel: (41) , Fax: SANTA CATARINA Incovisa Máquinas Forno têmpera horizontal e máquinas para Vidros. Florianópolis Tel. (48) , Fax: SÃO PAULO Glastronic Rolos cerâmicos para têmpera, rodízios e fluídos de corte, lavadoras e serigrafia Barueri Tel. (11) Fax: Jateamento Brasibras Máquinas de jatear vidro. Peças e acessórios para jatear vidro. Tel. (11) , Fax: Lisec do Brasil Máquinas para corte de vidro e vidro duplo. Campinas Tel. e Fax: (19) Montagna Lixas para vidros e metais, convertedor Autorizado 3M. Entrega imediata. Tel. (11) , Fax: Tamglass South America Fornos para têmpera horizontal e vertical - Fornos para curvatura. Diadema Tel. (11) , Fax: VipDoor/Solution Portas automáticas: deslizantes, pivotantes, telescópicas, curvas, herméticas e antipânico. Tel. (11) , Fax: ou Z. Bavelloni/Makivetro Acessórios para: máquinas, vidros. biseladoras, lapidadoras, compassos. Diadema Tel. (11) , Fax: SÃO PAULO Serviços Corte Certo Software: Otimiza corte de chapas, gera etiquetas, controla estoque de chapas e retalhos. Tel. (11) , Fax: Magfort Manutenção em fornos para têmpera de vidros, técnico com 18 anos de experiência. Tel. (11) Fax: Pacaembu Têmpera de Vidros Vidros temperados, bisotados e serigrafados. São Caetano do Sul Tel. (11) , Fax: Quality Consultoria Consultoria, treinamento em qualidade, resp. social, planejamento e custos. Tel. (11) , Fax: ACRE Vidraçarias Vidronorte Distribuidora Blindex em todo o estado do Acre. Rio Branco Tel. (68) /3231 Fax PARANÁ Engevidros Engenharia de fachadas, coberturas e Pisos de vidros, guarda-corpos. Curitiba Tel. (41) , Fax: PIAUÍ Maratá Vidros Vidros laminados, Box para banheiro, tampos de mesa, temperados para engenharia. Teresina Fone: (86) , Fax: (86) RIO DE JANEIRO Vidros Belém Vidros: laminados múltiplas camadas, curvos e termoacústicos. Rio de Janeiro Tel. (21) , Fax: SANTA CATARINA Vidraçaria Linde Vidros temperados, serigrafados, bisotados e lapidações. Mafra Tel: (47) , Fax: o vidroplano março 2007

45 Associados Andiv ESTRELA VIDROS (27) NORVIDRO (81) VALÉRIA VIDROS (19) AMERICANBOX (11) GARANTE (11) OMNIDECOR DO BRASIL (11) VIDRAÇARIA LINDE (47) BEND GLASS (31) GLASSEC (11) PALÁCIO DOS CRISTAIS (11) VIDRAÇARIA MARINHO (85) BESCHIZZA (DVB) (16) INCOVISE (11) PENHA VIDROS (11) VIDROBENS (17) CASAS BANDEIRANTES (87) INTERBOX (41) PESTANA VIDROS (31) VIDROFORTE (54) CHEMETALL DO BRASIL (11) ITAIPU VIDROS (31) ROHDEN VIDROS (47) VIDROLINE VIDROS (12) C.N.V. TÊMPERA (11) IV CENTENÁRIO (11) SOLUTIA BRASIL (11) VIMINAS (27) CONTEMPERA (11) LM VIDROS (67) SPACE GLASS (11) VIPDOOR/SOLUTION (11) CRISTAL SETE VIDROS (43) M. SIMÕES (11) SPEED TEMPER (11) VIPEL (48) CYBERGLASS (11) MENEDIN (11) TEMPERLÂNDIA (43) VIPRADO (54) DIAMANTE (11) MIRANDEX (65) TEMPERMED (45) VITOR CARLOS TRÊS & CIA. (54) DIVINAL (11) MURIAÉ (32) TEMPERSUL (18) VITRAL VIDROS PLANOS (61) DORMA (11) NATURA VIDROS (15) TEMPERVIDROS (62) VITRUM (21) DUPONT DO BRASIL (11) NAZÁRIO (13) TERRA DE SANTA CRUZ (11) V.P.M. VIDROS PLANOS (62) ENGEVIDROS (41) NEW TEMPER (21) TVT VIDROS (11) VTC TECNOLOGIA (11)

46 Índice de anunciantes ABRASIPA IND. DE ABRASIVOS 33 Tel. (11) Fax AL PUXADORES E FERRAGENS 47 Tel. (11) ALCLEAN EXTRUSÃO DE METAIS 57 Tel. (11) ALPEX 41 Tel. (11) ANDIV 67 Tel. (11) Fax ALZEC INTERNACIONAL 29 Tel. (27) ARBAX 56 Tel. (11) BELGA METAL 26 Tel. (11) BEND GLASS 32 Telefax. (31) BOTTERO DO BRASIL 42 Tel. (11) Fax BYSTRONIC 54 Tel. (19) CEBRACE CRISTAL PLANO 68 Tel CEFLA 08 Tel. (41) Fax CYBERGLASS 27 Tel. (11) Fax DIVINAL VIDROS 30 Tel. (11) DORMA 11 Tel. (11) / Fax / GLASSVETRO 12 Tel. (11) Fax GLASS PROCESSING DAYS 34 IIMAK 28 Tel. (21) LM VIDROS 06 Tel. (67) Tel. (11) MANUSA 17 Tel MHJ 53 Tel. (11) Fax PACAEMBU TÊMPERA DE VIDROS 65 Tel. (11) SAINT-GOBAIN GLASS 07 Tel SOTENGLASS 40 Telefax. (41) SPEED TEMPER 10 Tel. (11) TAMGLASS SOUTH AMERICA 35 Tel. (11) Fax TEC-VIDRO IND. COMÉRCIO 43 Tel. (11) Fax UBV 15 Tel VIDRAÇARIA MARINHO E CIA 46 Tel. (85) VIMINAS 16 Tel. (27) Fax VIP DOOR SOLUTION 02 Tel. (11) o vidroplano março 2007

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