METODOLOGIA DE PROJETOS: DESAFIOS E POSSIBILIDADES. Palavras-chave: Educação Infantil Metodologia de Projetos Formação de professores

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1 Resumo: METODOLOGIA DE PROJETOS: DESAFIOS E POSSIBILIDADES 1 Edeliane Melo Boeira ¹ Nureive Goularte Bissaco ² Lisandra Pacheco da Silva O presente trabalho surgiu a partir de nossas inquietações frente às diferentes situações vivenciadas na escola nos momentos de planejamento das atividades para as crianças dos diferentes níveis da Educação Infantil, por parte da equipe docente, com relação a estruturação, características e princípios da metodologia de projetos. Esta metodologia é entendida como uma estratégia de ensino e aprendizagem que visa, por meio da investigação de um tema ou problema, vincular teoria e prática. Considerando que a escola tem como concepção de proposta pedagógica um conjunto de princípios orientadores que vão dizer, cotidianamente, qual a postura do professor, como vamos trabalhar, como vamos educar e cuidar, como a escola demonstrará sua identidade, ela deverá expressar as diretrizes do processo ensino e aprendizagem, definindo os rumos da escola, a realidade dos alunos, as perspectivas e possibilidades concretas. A Escola Infantil Pimbolim tem como um de seus objetivos principais promover a Educação Infantil em sua forma mais ampla, construtiva e consciente. Nossa pesquisa do projeto NEPSO foi se estruturando a partir de discussões geradas nos momentos de ação-reflexão-ação, relacionadas com os desafios da equipe em se apropriar de forma mais efetiva da metodologia de projetos, e como conseqüência, estar de acordo com a proposta pedagógica da escola. Após estabelecermos um roteiro de questões realizamos a coleta de dados junto a equipe docente, onde nossa linha de pesquisa - Educação: currículo, culturas e formação docente - visa aprofundar as questões relacionadas à educação que ocorrem em diferentes espaços educativos, escolares e não escolares, sendo apoiada pela pesquisa em sala de aula, onde os estudos relacionados com esta temática visam despertar em seus sujeitos uma atitude investigativa. Ao responderem as questões percebemos, que a equipe conhece a metodologia utilizada, sente-se a vontade para planejar, mas apontam algumas dificuldades em responder a alguns itens de sua estruturação, como fazer o levantamento das necessidades das crianças, e também, com estabelecer os critérios para a avaliação, utilizando-se do senso comum, sem estabelecer uma relação entre objetivos, atividades e indicadores para avaliar o processo vivido. Assim, acreditamos que a partir da análise dos dados coletados conseguimos descobrir se a prática educativa do professor está de acordo com a metodologia de projetos da proposta pedagógica da Escola. Ao mesmo tempo que há satisfação e envolvimento em planejar segundo esta metodologia, ainda há dúvidas pontuais. A partir então, dos resultados será possível re-planejar estudos e práticas educativas que possibilitem uma melhor apropriação da metodologia de projetos por parte desta equipe. Para esta análise buscamos autores que discutem esta temática como Danilo Gandin e Fernando Hernández. Palavras-chave: Educação Infantil Metodologia de Projetos Formação de professores O início da trajetória da pesquisa Quando falamos em Educação Infantil logo lembramos de crianças pequenas, alegres, cheias de energia querendo fazer tudo ao mesmo tempo na ânsia de iniciar sua aventura de conhecer o mundo - não aquele mundo da família - mas o mundo externo a ela, onde dá seus primeiros passos no seu processo de socialização de apreensão deste mundo desconhecido. Nossas crianças estão ingressando na escola cada vez mais cedo, onde neste contexto, a escola e a figura do professor tornam-se fundamentais para o seu desenvolvimento. Precisamos pensar sobre a dimensão legal voltada para obrigatoriedade do poder público de 1 Professoras Multiplicadoras 2 Orientadora

2 assegurar escola para todas as crianças, formação e qualificação de professores e das atividades didático-pedagógicas. Também devemos pensar na dimensão pedagógico-relacional, cuja qualidade vai depender, em grande parte do sucesso das primeiras experiências escolares da criança, fundamentais para o futuro de suas aprendizagens e das relações que estabelecerá com o conhecimento. A partir desta realidade, ao pensarmos na singularidade da Educação Infantil enquanto espaço de educação, realizamos então, um projeto na metodologia de pesquisa de opinião dentro do Projeto NEPSO Nossa Escola Pesquisa sua Opinião, que visa entre outras coisas utilizar a esta metodologia como uma ferramenta pedagógica. O projeto foi realizado na Escola de Educação Infantil Pimbolim, localizada num bairro de classe média de Caxias do Sul. As famílias que fazem parte desta comunidade são pais dos alunos que freqüentam a escola. Como pesquisadoras NEPSO, pertencíamos à linha de pesquisa Educação: currículo, culturas e formação docente. Definimos então nosso problema de pesquisa: A prática educativa do professor está de acordo com a Proposta Pedagógica de Metodologia de Projetos? A partir daí, o principal objetivo do projeto foi investigar se a prática educativa dos professores da escola pesquisada estava de acordo com a proposta pedagógica de metodologia de projetos, visando a qualificação destas práticas. A pesquisa foi se estruturando a partir de diferentes situações vivenciadas na escola nos momentos de planejamento da atividades para as crianças dos diferentes níveis, por parte da equipe docente, com relação a metodologia de projetos. Aqui, a metodologia é entendida/vista como uma estratégia de ensino e aprendizagem que visa, por meio da investigação de um tema ou problema, vincular teoria e prática. Também gera aprendizagem diversificada e em tempo real, inserida em novo contexto pedagógico no qual o aluno é agente na produção do conhecimento. Neste contexto, novos papéis são atribuídos a professores e alunos. De acordo com Hernández (1998), o professor torna-se um pesquisador, dividindo com os alunos a responsabilidade pela construção do conhecimento e aos alunos, cabe-lhes desenvolver uma postura ativa perante o processo de ensino e aprendizagem e reconhecer que o professor não é mais o único a decidir sobre os caminhos a serem seguidos nem o centro absoluto do saber, e sim um mediador. A seguir, o presente artigo visa apresentar a experiência vivenciada por duas educadoras da Educação Infantil, relatando as descobertas, apontando as principais dificuldades e por fim, indicando os caminhos a serem trilhados para o alcance dos objetivos propostos no início desta trajetória.

3 Facilidades x dificuldades: da elaboração à aplicação do projeto. Ao analisar as questões referentes à elaboração de seus projetos, de acordo com a metodologia utilizada pela escola, as professoras entrevistadas precisavam pontuar quais aspectos consideravam fáceis e quais aspectos consideravam difíceis e responder porque. Como poderiam ser escolhidos um ou mais itens que considerassem fáceis, percebemos que os objetivos foram os escolhidos como mais fáceis de determinar, assim como o tema do projeto. Uma considerou os critérios para a avaliação e outra considerou a justificativa, sem obtermos respostas quanto ao porque da escolha realizada. Já na questão sobre as dificuldades ficaram empatados a justificativa, a seleção das necessidades dos alunos e os critérios para a avaliação com quatro votos; já os objetivos tiveram apenas duas entrevistadas com dificuldade e nenhuma se referiu à definição do tema como dificuldade. Aqui acreditamos que o empate aconteceu porque os itens da estruturação do planejamento segundo a metodologia de projetos, estão inter-relacionados, onde um depende do outro para se efetivar. Ao analisarmos os dados coletados com relação a metodologia utilizada pela escola percebemos que a maioria dos professores sente-se à vontade para planejar, algumas sentem dificuldades e nenhuma se opôs a metodologia utilizada. Nesta perspectiva, a metodologia envolve uma dimensão mais ampla, mas não precinde técnicas para dinamizar o fazer pedagógico, visando despertar a atenção e o interesse do aluno, levando-o a elaborar, a expressar e a sintetizar o conhecimento, Stecanela(2004). Assim, é possível afirmar que, através da metodologia de projetos, seja permitido a este aluno desenvolver uma postura ativa perante o processo de ensino e aprendizagem. Fica nosso estranhamento com relação à elaboração dos objetivos, que por sua vez, também precisam estar de acordo com os demais itens, pois como nos afirma Stecanela (2006, p.191) um objetivo deve ser elaborado considerando a explicitação de duas partes (ações): O QUE vamos fazer e PARA QUE estamos propondo tal ação, ou seja, onde pretendemos chegar com tal intervenção. (...) o que precisamos é levantar as necessidades por meio da análise da realidade e, a partir da necessidade, definir o que vamos fazer, (...). Completando as afirmações de Stecanela, Gandin (1996, p.74) diz: (...) é também fundamental que este para que da ação concreta seja retirado da proposta do trabalho que queremos desenvolver. Neste contexto buscamos conhecer então, ao colocar o projeto em prática o que o professor

4 observa em seus alunos. De acordo com os itens apresentados, destacamos a empolgação, a contribuição mútua de idéias, o entusiasmo, o interesse, a ansiedade, a motivação quando as atividades são diferentes, a boa recepção por parte dos alunos a estas atividades e se a partir do que foi proposto atingiram seus objetivos. Nesta questão percebemos que o senso comum predomina, e que o olhar para apenas uma parte da ação, na elaboração do objetivo contempla apenas O QUÊ. Desta forma faz com que volte-se para a importância de retomar estes objetivos e verificar se estes serão alcançados ou precisarão ser revistos e reelaborados. Quando questionadas de como ficaram sabendo sobre a metodologia a ser usada pela escola, quatro entrevistadas responderam que ficaram sabendo ao iniciar o planejamento; três no encontro semanal com a pedagoga da escola e uma em um outro momento. Nenhuma das entrevistadas ficou sabendo da metodologia no momento em que participaram da seleção de professoras. As respostas relacionadas ao início do planejamento e ao encontro com a pedagoga, se cruzam, pois sempre há o encontro com a pedagoga antes de iniciarem o planejamento. Isto ocorre pelo fato de que, geralmente a nova professora espera as primeiras orientações da pedagoga para organizar seu planejamento. Ao analisarmos estas respostas pensamos que outros aspectos foram eleitos como mais relevantes no momento da contratação das professoras, além da metodologia. Dentre eles há uma preocupação com uma postura afetiva, sua escolaridade e a experiência referente ao nível em que irá atuar, ficando então, para mais tarde o contato com a metodologia utilizada pela escola. Hernández (1998, p. 83) afirma que o professor é um aprendiz e não um especialista, pois ajuda a aprender sobre temas que irá estudar com os alunos. Dado que, com freqüência, abordam-se questões que também são novas para o professor. Nessa proposta de projetos de trabalho, o professor é, para este pensador, um problematizador. Ao chegar no final do projeto é hora de avaliar o que deu certo, o que a turma gostou e o que não gostou. Ao serem questionadas sobre este aspecto solicitamos que indicassem pelo menos dois critérios para fazer esta reflexão. Podemos destacar o entusiasmo, o alcance dos objetivos propostos, o empenho, o interesse e participação das crianças nas atividades. Diante desta análise, pensamos ser importante arriscarmos alguns apontamentos sobre a postura do professor reflexivo e suas implicações para a utilização da metodologia de projetos. Educador na Educação Infantil: Um perfil a ser construído Ao falarmos da figura do professor da Educação Infantil, além de suas características de personalidade e do seu jeito de interagir com os alunos e as respectivas famílias, faz-se necessário

5 que o professor desenvolva competências pedagógicas que lhe permitam não só compreender a criança pequena em sua totalidade e no contexto do momento evolutivo em que ela se encontra, como principais interesses, necessidades, recursos pessoais, características de expressão, mas também propor e coordenar atividades voltadas ao desenvolvimento infantil nas diferentes dimensões que ele comporta. Ao considerarmos o perfil das professoras entrevistadas, eles se assemelham com relação a sua formação, devido a escolha pela profissão de professor, onde a busca por cursos de formação na área da educação se fez necessário. Este perfil se confirma a partir de 2001, onde um parecer e uma resolução do Conselho Nacional de Educação deram nova interpretação ao ordenamento proposto pela LDB de Por meio desse novo instrumento jurídico, quatro portas de acesso ficaram estabelecidas para exercer o magistério: as Licenciaturas, o curso Normal, o Normal Superior e, finalmente a Pedagogia. Fica evidenciado que as professoras da Escola Infantil Pimbolim desenvolvem um trabalho pedagógico direta ou indiretamente com as crianças, de acordo com as ações previamente organizadas e elaboradas pela equipe. Sua postura deverá ser mediadora, atuando como mobilizador dos alunos para a construção do conhecimento. Acredita-se então, que o profissional que atua na Educação Infantil, o educador, traz consigo o desejo de ensinar, como um sujeito aprendente, que busca a qualificação e se recicla a todo momento. Este tem um comprometimento, formação e o importante compromisso de tecer sua prática tramando o cuidar e o educar, a partir da ludicidade, respeitando cada criança como única, individual, fazendo com que esta se perceba como indivíduo, que estará se constituindo enquanto agente de trans formação num futuro próximo. Assim, há uma necessidade deste educador assumir uma postura reflexiva frente a sua prática educativa. Uma postura reflexiva Ao analisarmos os dados coletados referentes ao perfil dos professores se faz necessário uma abordagem referente a postura deste professor., pois segundo Freire (1997, p. 23) uma reflexão crítica se torna uma exigência na relação teoria/prática. A abordagem do perfil do professor de Educação Infantil de acordo com o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil,1998 (RCN's) foi assunto de debates, necessário a partir do levantamento da necessidade de uma formação mais abrangente e unificadora para os profissionais tanto de creches como de pré-escolas e de uma reestruturação dos quadros de carreira

6 que leve em consideração os conhecimentos já acumulados no exercício profissional, como possibilidade e atualização profissional. Segundo ainda os RCN's (1998) o trabalho com crianças exige uma competência polivalente, onde cabe ao professor trabalhar com conteúdos de naturezas diversas, abrangendo desde cuidados básicos até conhecimentos específicos provenientes das diversas áreas do conhecimento. A reflexão deverá fazer parte do perfil deste profissional, a partir do diálogo com as famílias e a comunidade, na busca de informações necessárias para desenvolver um trabalho de qualidade. Outro aspecto imprescindível do perfil deste professor é o planejamento de ações que visem a construção de projetos educativos de qualidade junto aos familiares e as crianças. O projeto pretendido deverá ser visto como um projeto inacabado, provisório e historicamente contextualizado que demanda reflexão e debates constantes com todas as pessoas envolvidas e interessadas. Então, diante destes aspectos percebe-se que a postura reflexiva permite ao educador olhar para sua prática e buscar elementos que possibilitem uma construção de significados diante das atividades proporcionadas aos seus alunos, atividades estas elaboradas a partir do seu contexto educativo juntamente com as necessidades e expectativas destes alunos frente aos novos desafios oferecidos pelo espaço escolar. Transformando desafios em possibilidades É chegado o momento de traçarmos os reencaminhamentos de ações junto a equipe docente para resgatar cada um dos aspectos, que direta ou indiretamente, contribuem para a aplicação da metodologia de projetos na prática educativa da escola. Pensamos que inicialmente será necessário reorganizar novos espaços de discussão para explorar cada um dos elementos e princípios constitutivos que fazem parte do Projeto Político Pedagógico da Escola para transformar idéias em ações. É preciso considerar que um projeto pedagógico é originário de uma profunda reflexão sobre as finalidades da escola, assim como as explicitações de seu papel social e a clara definição de caminhos, formas operacionais e ações a serem empreendidas por todos os envolvidos no processo educativo. Também, paralelo a esta discussão se faz necessário a elaboração de alguns critérios que deverão fazer parte do perfil do educador que será contratado para atuar junto a equipe docente, onde a contratação deste novo educador será realizado em conjunto com a direção, orientador pedagógico e psicólogo da escola.

7 A seguir, deverá ser organizado um calendário de encontros para estudos partindo da fundamentação teórica sobre a Metodologia de Projetos, desde a origem desta metodologia até sua estruturação e caracterização. Segundo Barbosa (2002): Um projeto é uma abertura para possibilidades amplas de encaminhamento e de resolução. Ele envolve uma vasta gama de variáveis, de percursos imprevisíveis, imaginativos, criativos, ativos e inteligentes, acompanhados de uma grande flexibilidade de organização. Os projetos permitem criar, sob forma de autoria singular ou de grupo, um modo próprio para abordar ou construir uma questão e respondê-la. A proposta de trabalho com projetos, possibilita momentos de autonomia e de interdependência; de cooperação do grupo sob uma autoridade mais experiente e também de liberdade; momentos de individualidade e de sociabilidade; de interesse e de esforço; de jogo e de trabalho com fatores que expressam a complexidade do fato educativo. Atualmente, a Metodologia de Projetos tem sido visto mais como nova postura diante do ensino e aprendizagem. Segundo Amaral (2000), a partir da utilização do Metodologia de Projetos, a aprendizagem passa a ser vista como um processo complexo e global, onde o conhecimento da realidade e a intervenção nela tornam-se elementos do mesmo processo. Contrariamente às metodologias tradicionais, que trabalham com conteúdos fragmentados, conduzindo a uma organização compartimentada de disciplinas. A Metodologia de Projetos busca romper com esse modelo, possibilitando uma articulação entre conhecimentos de forma significativa, apresentando-se com uma estruturação e caracterização que lhe são próprias. Assim, acreditamos que ao aprofundar seus estudos frente a cada um dos aspectos que fazem parte da estruturação desta metodologia, a equipe docente poderá se apropriar de forma mais efetiva, utilizando-se de base teórica, a fim de contemplar todas as ações para elaboração dos objetivos propostos e a partir destes estabelecer quais os critérios necessários para construção dos indicadores que irão facilitar a elaboração da síntese dos conhecimentos construídos por parte dos alunos desta escola. Acreditamos que, diante da equipe docente pesquisada, a postura reflexiva do educador que dela faz parte tem possibilitado que a Escola Infantil Pimbolim realize um trabalho pedagógico de qualidade, pois ao refletir sobre sua prática, mesmo sem domínio teórico, o educador consegue voltar seu olhar para aspectos envolvendo o interesse, entusiasmo, a participação e motivação do aluno diante das atividades desenvolvidas. Nesta perspectiva de mudança, concluímos que a formação continuada do professor contribuirá de forma permanente neste processo de aprendizagem a partir do paradigma de

8 construção de conhecimento. Bibliografia AMARAL, Ana Lúcia. Conflito conteúdo/ forma em pedagogias inovadoras: a pedagogia de projetos na implantação da escola plural. [s. l.] FaE/UFMG, Mimeo. BARBOSA, E.F., MOURA, D.G., NAGEM, R.L. Contribuição do Método de projetos para a inclusão das tecnologias da informação na escola. Revista Tecnologia Educacional, Rio de Janeiro: Associação Brasileira de tecnologia educacional, v.19, nº156, jan/mar., p BRASIL, Ministério da Educação e Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, v.1; Introdução. - Brasília: MEC/SEF, GANDIN, Danilo: CRUZ, Carlos Henrique Carrilho. Planejamento na sala de aula. Porto Alegre: HERNÁNDEZ, F. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 1998 a. HERNÁNDEZ, F.; VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 1998 b. STECANELA, Nilda. Conceituando Método e Metodologia, In Fundamentos da Práxis Pedagógica v.2: pedagogia [et al] Caxias do Sul, RS: Educs, LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenção no presente. Presença Pedagógica, v. 2, n. 8. mar./abr., VEIGA, I. P. A. Projeto político-pedagógico da escola: Uma construção coletiva. In: Veiga I.P.A. (org.) Projeto Político Pedagógico da escola: Uma construção possível. Campinas: Papirus, 1995.

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