AULA 33 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: OPERAÇÕES DE CORTE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AULA 33 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: OPERAÇÕES DE CORTE"

Transcrição

1 AULA 33 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: OPERAÇÕES DE CORTE

2

3 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: OPERAÇÕES DE CORTE Introdução As peças que serão retificadas, normalmente, chegam à retificadora com um sobremetal controlado. O sobremetal de retificação é definido como a diferença em milímetros entre a peça usinada por um processo de usinagem anterior e a peça pronta após retificação. Nos casos de retificação individual de peças ou em séries muito pequenas a magnitude do sobremetal não é muito importante. Contudo, em produção seriada é muito importante manter o sobremetal controlado dentro de uma tolerância razoável para não submeter a retificadora a uma variabilidade muito grande de esforços e mesmo para que os tempos de retificação sejam previsíveis e repetidos. Existem diferentes doutrinas na fixação do sobremetal ideal. As doutrinas que consideram a retificação um processo de acabamento visando a obtenção de um máximo de precisão dimensional, um máximo de precisão geométrica e um melhor acabamento possível, preferem um sobremetal menor. Essas doutrinas são normalmente de origem europeia. Já as doutrinas que consideram que a retificação é um processo que deve ser o mais produtivo possível privilegiam um compromisso mais produtivo entre as fases de usinagem (torneamento, fresamento etc.) e retificação e as precisões (dimensional, geométrica e de acabamento) que serão obtidas. Essas são as doutrinas de origem norte-americana que normalmente optam por sobremetais consideravelmente maiores. É usual dividir um processo de retificação em desbaste e acabamento, intercalados por uma dressagem do rebolo. Em retificações de alta produção procuram-se realizar as duas fases consecutivamente sem uma dressagem intermediária. Nesses casos, as dressagens (manuais ou automáticas) intercalam-se a cada n peças, considerando-se que as variações das peças dentro de cada um desses lotes podem ser toleradas. Quando se divide a operação entre desbaste e acabamento, na primeira fase remove-se de 80% a 90% do sobremetal, utilizando-se de parâmetros elevados de avanços do rebolo e velocidades elevadas tanto da peça como do deslocamento da mesa, por exemplo. O acabamento é feito com parâmetros significativamente menores para não se superar as tolerâncias dimensionais e geométricas desejadas e nem superar a rugosidade superficial máxima tolerada Classificação Os processos de retificação podem ser classificados: Segundo a dureza da peça usinada: Retificação mole ou verde: realizada antes do tratamento térmico, com a peça ainda mole, para gerar superfícies precisas que sirvam de referência para outras operações de usinagem. Retificação dura: realizada depois do tratamento térmico, com a peça já endurecida, com a finalidade de conferir as dimensões finais à peça usinada. Segundo a superfície a ser usinada:

4 258 Retificação cilíndrica o Externa Entre pontas Longitudinal (ou de passagem) Mergulho (ou com avanço de penetração) Sem centros (centerless) o Interna Retificação plana o o Tangencial Frontal Outras Retificação Cilíndrica Externa Entre Pontas A retificação cilíndrica externa baseia-se no princípio de se fazer a peça girar em torno de seu eixo e deslocar-se no sentido axial, em contato com a periferia de um rebolo (ferramenta abrasiva), que periodicamente avança contra a peça. Para que a retificadora cilíndrica possa gerar uma forma cilíndrica na peça há necessidade que os eixos de rotação da peça e do rebolo sejam paralelos e coplanares. Caso os dois eixos não sejam paralelos, a forma gerada pela retificadora será cônica. Caso os dois eixos não sejam coplanares, a forma gerada pela retificadora será adelgaçada como um hiperboloide. Entende-se como fixação de uma peça entre pontas em uma retificadora cilíndrica quando ela é suportada entre centros por pontas cônicas inseridas nos cabeçotes porta-peça e contraponto da máquina que adentram os furos de centro da peça. Os furos de centro das peças cilíndricas são normalmente préexistentes em decorrência das operações prévias de torneamento. Os furos de centro das peças devem estar livres de rebarbas ou marcas de vibração. A peça fixada entre pontas recebe a sua rotação através de uma placa de arraste disposta no cabeçote porta-peças da máquina. Na fixação entre centros, a árvore do cabeçote porta peças não gira. Somente a placa de arraste gira. A árvore fica parada e no seu cone Morse se insere um centro de apoio. No cabeçote contraponto também está inserido um centro de apoio similar para compor o apoio entre centros da peça. O eixo do cabeçote contraponto apresenta sempre um deslocamento longitudinal retrátil pequeno, o suficiente para que a peça, já alojada de um lado, entre em posição e seja fixada quando o centro de apoio volte para a sua posição normal. Nem sempre é possível fixar a peça entre pontas, particularmente em peças curtas e vazadas de um lado; nestes casos a peça é fixada em placa de castanhas adaptada ao cabeçote porta-peças. As peças podem ser fixadas também por pinças elásticas. Para peças muito pesadas muitas vezes prefere-se aplicar centros de apoio giratórios nos cabeçotes porta-peças e contraponto em lugar dos centros fixos. Alguns tipos de peças podem ainda requerer placas magnéticas circulares para a fixação. As retificadoras cilíndricas apresentam normalmente duas mesas, uma inferior (chamada de mesa prismática que se desloca em guias sobre o barramento longitudinal da máquina) e outra superior (designada de mesa angular, que pode girar em torno de um pino central sobre a mesa prismática, permitindo ajustes angulares e retificações cônicas).

5 259 A retificação cilíndrica externa pode ser longitudinal ou de mergulho. Nos dois casos, tanto a peça quanto o rebolo possuem movimento de rotação Retificação Longitudinal ( Traverse Grinding ) Na retificação longitudinal (Fig. 33.1), também chamada de retificação de passagem, o avanço paralelo ao eixo da peça pode ser efetuado através do movimento da mesa da retificadora ou através do movimento do rebolo. No caso, o comprimento da peça é maior que a espessura do rebolo. Figura 33.1 Retificação cilíndrica externa longitudinal entre pontas. O avanço em profundidade (geralmente automático) é discreto e realizado ao fim de cada avanço longitudinal (quando o rebolo chega ao fim da peça reversão da mesa), para propiciar uma nova retirada de material na próxima passada do rebolo durante o avanço longitudinal. As posições de reversão do movimento longitudinal devem ser feitas de tal forma que apenas 1/3 da espessura do rebolo saia de cada lado. Para terminar, de duas a três passadas sem avanço devem ser efetuadas para realçar o acabamento Retificação de Mergulho ( Plunge Grinding ) Na retificação de mergulho (Fig. 33.2), também chamada de retificação com avanço de penetração, o rebolo executa movimento de avanço em uma direção perpendicular à superfície retificada. Rebolo Peça Figura Retificação cilíndrica externa de mergulho entre pontas. Comumente a peça possui somente movimento de rotação podendo, no entanto, apresentar um pequeno movimento longitudinal. O rebolo, geralmente, é mais largo que o comprimento da superfície que está sendo retificada e o processo é mais rápido e mais econômico que o anterior (de passagem). Às

6 260 vezes, apesar de não ser necessária em retificações de mergulho, para se diminuir a rugosidade da superfície retificada, coloca-se a mesa para realizar pequenos deslocamentos à esquerda e à direita. A extraordinária produtividade da retificação por mergulho, quando comparada à retificação de passagem, pode ser aproveitada realizando-se múltiplos mergulhos em uma peça cilíndrica mais longa; depois, para finalizar, realizar algumas poucas passadas para eliminar eventuais marcas indicativas de várias penetrações. Os vários mergulhos devem se sobrepor, à esquerda e à direita, no mínimo 3 mm aproximadamente. Idealmente deve-se deixar um sobremetal remanescente de 0,01 mm para ser removido nas passadas finais de acabamento. Pode-se também fazer a retificação de várias superfícies simultaneamente com diversos rebolos montados um ao lado do outro, separados por anéis (isto se dá em máquinas retificadoras convencionais de alta produção), ou uma superfície de cada vez principalmente nas retificadoras CNC. O processo de retificação de mergulho entre pontas também permite a usinagem de perfis variados, bastando para isso dar a forma adequada ao rebolo Retificação Cilíndrica Externa Sem Centros Uma peça cilíndrica comprida e de pequeno diâmetro, fixada entre centros em uma retificadora cilíndrica, tende à flexão devido à pressão exercida pelo rebolo na operação. Uma peça também cilíndrica, porém curta, torna difícil a retificação entre pontas devido à proximidade dos contrapontos, dificultando a aproximação e a movimentação do rebolo. Assim, desenvolveu-se o processo de retificação cilíndrica externa sem centros (centerless) em máquinas construídas especialmente para estes casos. A retificação é mais fácil e rápida (sem tempos passivos com a colocação e com retirada da peça da máquina, e com aproximação e afastamento do rebolo), porém menos precisa e, é lógico, não pode ser feita em peças que apresentam muitos escalonamentos. A Figura 33.3 esquematiza este processo. (a) Ref. Usinagem Técnica AGAZ Ltda. (b) Figura 33.3 Retificação centerless A peça é apoiada (não fixada) na cunha de apoio (ou lâmina de espera) de aço com elevada dureza. O rebolo de corte gira em altíssima velocidade de rotação e faz pressão sobre a peça, retificando-a. A peça rola sobre si mesma devido ao atrito gerado pelo rebolo de arraste, o qual gira no sentido indicado pela seta (Fig. 33.3b). Para que se obtenha uma boa retificação, a peça deve constantemente tangenciar os dois rebolos e a cunha de apoio. O rebolo de corte tem diâmetro maior (400 a 600 mm), largura de 100 a 250 mm e velocidade periférica também maior (20 a 30 m/s). O rebolo de arraste tem diâmetro menor (250 a 400 mm), largura igual à do rebolo de corte (100 a 250 mm) e velocidade periférica bem menor (8 a 50 m/min). Os eixos

7 261 dos dois rebolos são levemente inclinados de 1 a 5 (conforme mostra a Fig. 33.3), para possibilitar o arraste da peça no sentido longitudinal (sentido de avanço da peça). Muitas vezes, duas ou mais retificadoras centerless são colocadas em série, de tal maneira que a peça passa por processos consecutivos, sem interrupção. Isto ajuda a melhorar a qualidade da peça obtida por esta operação que não é tão boa quanto a qualidade gerada pela retificação cilíndrica entre pontas Retificação Cilíndrica Interna Na retificação cilíndrica interna, normalmente a peça fica presa ao cabeçote da máquina-ferramenta com movimento de rotação (Fig. 33.4). O movimento de avanço pode ser realizado pelo cabeçote ou pelo rebolo. Este movimento é axial de ida e volta. No retorno do rebolo, este sai da peça e, então, ocorre um pequeno movimento de penetração radial, para que uma nova camada de material seja retirada no próximo passe da ferramenta. Geralmente são necessárias diversas passadas do rebolo para se retirar todo o sobremetal. Existem algumas retificadoras que não têm movimento de rotação no cabeçote porta-peça e o rebolo tem movimento planetário. A retificação cilíndrica interna pode ser feita em retificadoras cilíndricas externas convencionais, desde que equipadas com um aparelho de retificação interna ou por retificadoras específicas para a retificação de diâmetros internos (fotos da Fig. 33.4). (a) (b) (c) (d) Figura 33.4 Retificação cilíndrica interna: (a) padrão; (b) planetária; (c) calçada sem centros; (d) roletada sem centros. A retificação interna apresenta o maior arco de contato rebolo-peça quando comparada à retificação cilíndrica externa e à retificação plana tangencial. Como as forças normais e tangenciais submetidas ao rebolo são proporcionais aos arcos de contato, conclui-se que justamente no caso da retificação interna, onde o índice de rigidez do conjunto porta-rebolo é menor para uma mesma taxa de remoção de material, as forças normais e tangenciais envolvidas sejam cerca de 70% maiores. Como a retificação interna exige que o rebolo fique em balanço, isto causa uma maior imprecisão no processo devido à deflexão do eixo porta-rebolo. Para que as deflexões excessivas não ocorram nas hastes porta-rebolo de retificação interna, recomendam-se avanços, profundidades de corte e velocidades

8 262 da peça e do rebolo da ordem de 40 a 50% menores que aqueles que seriam utilizados em retificações externas similares. Também, a necessidade de se ter um rebolo com pequeno diâmetro (entrar no furo a ser usinado) faz com que sua rotação tenha de ser bastante alta (em torno de rpm) para que se possam ter velocidades periféricas similares às da retificação externa. Outra questão crítica na retificação interna é a refrigeração que deve ser introduzida dentro do furo que estiver sendo retificado, havendo necessidade muitas vezes de se desenvolver bocais de descarga apropriados para cada situação Retificação Plana Costuma-se distinguir entre a retificação plana tangencial e frontal Retificação Plana Tangencial Na retificação plana tangencial (Fig. 33.5), o eixo do rebolo é paralelo à superfície retificada. A mesa executa um movimento de avanço alternativo e um movimento de avanço transversal, enquanto o rebolo executa o movimento de avanço em profundidade. Este tipo de retificação plana é mais lento e muito usado para a retificação de peças grandes de baixa produção. Figura 33.5 Retificação plana tangencial. O método mais comum de fixação de peças em retificadoras planas é o das placas magnéticas ou eletromagnéticas. O campo magnético liberado pelos pólos dessas placas atrai os materiais ferrosos com força suficiente para que eles suportem os esforços de retificação. Em placas de pequenas dimensões (placas magnéticas permanentes) usualmente o campo magnético é gerado pelo deslocamento mecânico de conjuntos de imãs permanentes dentro da estrutura em forma de caixa que compõe a unidade. Em placas maiores (placas eletromagnéticas ver foto na Fig. 33.5), o sistema utilizado para a geração de campos magnéticos é o de bobinas elétricas no interior da caixa. O sobremetal em retificações planas tangenciais dependem quase que exclusivamente das condições de empenamento e falta de planicidade da peça antes da retificação. Em geral, pode-se dizer que um sobremetal entre 0,1 e 0,8 mm situa-se em faixa razoável para esta operação, dependendo das dimensões gerais da peça, resguardando-se sempre a questão da necessidade de se eliminar os empenamentos.

9 263 Usualmente divide-se a operação de retificação plana tangencial em desbaste e acabamento, intercalados por uma dressagem do rebolo. Na primeira, remove-se de 80 a 90% do sobremetal utilizando-se parâmetros elevados de avanços transversais e verticais (aprofundamento), por exemplo. No segundo, utilizam-se avanços transversais menores, avanços verticais mínimos e algumas passadas transversais sem qualquer avanço vertical Retificação Plana Frontal Na retificação plana frontal (Fig. 33.6), o eixo do rebolo é perpendicular à superfície retificada. Em geral, o rebolo é bem maior que a peça, o que dispensa o avanço transversal e possibilita a retificação de diversas peças simultaneamente, aumentando em muito a produtividade do processo. Figura 33.6 Retificação plana frontal. Existem as retificadoras planas frontais de mesas retangulares alternativas, mas as mais comuns são as de mesa circular giratória. As peças são fixadas em placas eletromagnéticas giratórias à base de latão e aço, normalmente de polos anulares concêntricos, e conectores elétricos giratórios para a transmissão da corrente elétrica contínua (Fig. 33.6). Mais comum que a utilização de rebolos copo é a utilização de rebolos em anéis segmentados. Estes anéis permitem que a refrigeração seja alimentada pelo centro do eixo porta-rebolo, possibilitando que os intervalos entre os segmentos abrasivos sirvam para o escoamento do fluido de corte. Apesar de resultar em acabamentos inferiores quando comparados aos obtidos na retificação tangencial, a retificação frontal apresenta a vantagem de uma produtividade bem maior Outras Operações de Retificação Além das citadas, existem também algumas operações específicas de retificação tais como: Retificação esférica; Retificação de engrenagens; Retificação de roscas; Retificação de eixos entalhados; Retificação de círculos excêntricos (virabrequins) e cames; Retificação de rolos de laminação; Afiação de ferramentas de corte.

Retificação. UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville

Retificação. UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Retificação DEPS Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas Visão sistêmica de um processo de usinagem Aplicação

Leia mais

Vimos que, conforme as operações que fazem, as máquinas retificadoras podem ser classificadas em planas, cilíndricas universais e center less.

Vimos que, conforme as operações que fazem, as máquinas retificadoras podem ser classificadas em planas, cilíndricas universais e center less. Retificação plana Vimos que, conforme as operações que fazem, as máquinas retificadoras podem ser classificadas em planas, cilíndricas universais e center less. As retificadoras planas retificam peças

Leia mais

AULA 34 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: SELEÇÃO E CUIDADOS

AULA 34 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: SELEÇÃO E CUIDADOS AULA 34 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: SELEÇÃO E CUIDADOS 265 34. PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: SELEÇÃO E CUIDADOS 34.1. Introdução Para obter uma boa operação de usinagem em retificação, alguns cuidados devem ser

Leia mais

Retificação: conceitos e equipamentos

Retificação: conceitos e equipamentos Retificação: conceitos e equipamentos A UU L AL A Até a aula anterior, você estudou várias operações de usinagem executadas em fresadora, furadeira, torno, entre outras. A partir desta aula, vamos estudar

Leia mais

Prática de Oficina Processos de Fabricação

Prática de Oficina Processos de Fabricação Prática de Oficina Processos de Fabricação Filipi Damasceno Vianna Porto Alegre, 24 de junho de 2002. Sumário Introdução 3 1 Torno Mecânico Horizontal Comum 4 1.1 Campo de Aplicação..............................

Leia mais

Retificar significa corrigir irregularidades de superfícies de peças. Assim, a retificação tem por objetivo:

Retificar significa corrigir irregularidades de superfícies de peças. Assim, a retificação tem por objetivo: 1 8 - RETIFICAÇÃO 8.1 Introdução A retificação é um processo de usinagem por abrasão. Este processo é realizado utilizando-se uma máquina-ferramenta chamada retificadora, para dar acabamento fino e exatidão

Leia mais

Fresamento. UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville

Fresamento. UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Fresamento DEPS Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas Visão sistêmica de um processo de usinagem Aplicação

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA INDUSTRIAL

CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA INDUSTRIAL Fundação de Educação para o Trabalho de Minas Gerais CURSO TÉCNICO DE MECÂNICA INDUSTRIAL HUDSON FABRÍCIO XAVIER PEREIRA Vespasiano-2012 FRESAGEM Apostila elaborada para a disciplina de Fresagem para

Leia mais

MANUTENÇÃO EM MANCAIS E ROLAMENTOS Atrito É o contato existente entre duas superfícies sólidas que executam movimentos relativos. O atrito provoca calor e desgaste entre as partes móveis. O atrito depende

Leia mais

Tolerância geométrica de forma

Tolerância geométrica de forma Tolerância geométrica de forma A UU L AL A Apesar do alto nível de desenvolvimento tecnológico, ainda é impossível obter superfícies perfeitamente exatas. Por isso, sempre se mantém um limite de tolerância

Leia mais

Introdução. Torneamento. Processo que se baseia na revolução da peça em torno de seu próprio eixo.

Introdução. Torneamento. Processo que se baseia na revolução da peça em torno de seu próprio eixo. Prof. Milton Fatec Itaquera Prof. Miguel Reale / 2014 Introdução Torneamento Processo que se baseia na revolução da peça em torno de seu próprio eixo. Tornos Tornos são máquinas-ferramenta que permitem

Leia mais

TBA 42/60. Tornos automáticos CNC de carros múltiplos

TBA 42/60. Tornos automáticos CNC de carros múltiplos TBA 42/60 Tornos automáticos CNC de carros múltiplos TBA 42/60 - nova geração com moderna tecnologia Os tornos automáticos CNC de carros múltiplos Ergomat TBA 42 e TBA 60 se tornaram mais versáteis e produtivos

Leia mais

Preparação de máquina

Preparação de máquina A U A UL LA Preparação de máquina A retificação é um dos processos de usinagem por abrasão. Basicamente, a retificação visa corrigir as irregularidades de superfícies de peças ou materiais submetidos a

Leia mais

Acesse: http://fuvestibular.com.br/

Acesse: http://fuvestibular.com.br/ Esse torno só dá furo! Na aula sobre furação, você aprendeu que os materiais são furados com o uso de furadeiras e brocas. Isso é produtivo e se aplica a peças planas. Quando é preciso furar peças cilíndricas,

Leia mais

Rodas Laminadas EXL e Discos Roloc EXL Scotch-Brite Industrial

Rodas Laminadas EXL e Discos Roloc EXL Scotch-Brite Industrial 3 Rodas Laminadas EXL e Discos Roloc EXL Scotch-Brite Industrial Dados Técnicos Fevereiro/2004 Substitui: Janeiro/2002 Página 1 de 8 Introdução: As Rodas Laminadas EXL e EXL Roloc Scotch-Brite para rebarbação

Leia mais

59 Brunimento, lapidação, polimento

59 Brunimento, lapidação, polimento A U A UL LA Brunimento, lapidação, polimento Apesar de todos os cuidados, as peças usinadas e mesmo as de acabamento em máquina, como é o caso da retificação, apresentam sulcos ou riscos mais ou menos

Leia mais

As peças a serem usinadas podem ter as

As peças a serem usinadas podem ter as A U A UL LA Fresagem As peças a serem usinadas podem ter as mais variadas formas. Este poderia ser um fator de complicação do processo de usinagem. Porém, graças à máquina fresadora e às suas ferramentas

Leia mais

Elementos de máquina. Curso de Tecnologia em Mecatrônica 6º fase. Diego Rafael Alba

Elementos de máquina. Curso de Tecnologia em Mecatrônica 6º fase. Diego Rafael Alba E Curso de Tecnologia em Mecatrônica 6º fase Diego Rafael Alba 1 Mancais De modo geral, os elementos de apoio consistem em acessórios para o bom funcionamento de máquinas. Desde quando o homem passou a

Leia mais

Parâmetros de corte. Você só vai saber a resposta, se estudar esta aula. Os parâmetros

Parâmetros de corte. Você só vai saber a resposta, se estudar esta aula. Os parâmetros Parâmetros de corte Na aula passada, você aprendeu que usinagem é todo o processo de fabricação pelo qual o formato de uma peça é modificado pela remoção progressiva de cavacos ou aparas de material. Você

Leia mais

UFPR TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES. Especificações Geométricas de Produto. Geometrical Product Specifications (GPS)

UFPR TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES. Especificações Geométricas de Produto. Geometrical Product Specifications (GPS) UFPR METROLOGIA MECÂNICA DIMENSIONAL Especificações Geométricas de Produto Geometrical Product Specifications (GPS) TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES Tolerâncias geométricas As peças ao

Leia mais

Afiação de ferramentas

Afiação de ferramentas A UU L AL A Afiação de ferramentas Após algum tempo de uso, as ferramentas de corte geralmente se desgastam, apresentando trincas ou deformações na forma e nas propriedades. Devido a este desgaste, as

Leia mais

Roda CP Scotch-Brite Industrial Dados Técnicos Janeiro / 2002

Roda CP Scotch-Brite Industrial Dados Técnicos Janeiro / 2002 3 Roda CP Scotch-Brite Industrial Dados Técnicos Janeiro / 2002 Substitui: Dezembro/2000 Página 1 de 14 Introdução: As Rodas Scotch-Brite C&P (Cutting & Polishing) são um eficiente e econômico produto

Leia mais

Processos mecânicos de usinagem

Processos mecânicos de usinagem DDSSDD SENAI Departamento Regional de SãoPaulo Ensino a distância Usinagem - Tecnologia do corte módulo 1 Processos mecânicos de usinagem Programações a Distância de Tecnologia Industrial SENAI-SP, 1998

Leia mais

USINAGEM. Prof. Fernando Penteado.

USINAGEM. Prof. Fernando Penteado. USINAGEM 1 USINAGEM Usinagem é um processo onde a peça é obtida através da retirada de cavacos (aparas de metal) de uma peça bruta, através de ferramentas adequadas. A usinagem confere à peça uma precisão

Leia mais

Fresando engrenagens cilíndricas com dentes retos

Fresando engrenagens cilíndricas com dentes retos Fresando engrenagens cilíndricas com dentes retos A UU L AL A Na aula passada você viu como furar na fresadora, utilizando a mesa divisora. Nesta aula você vai aprender a fresar engrenagens, utilizando

Leia mais

Diamantados e CBN. Abrasivos Diamantados. Tipos de diamante Industrial:

Diamantados e CBN. Abrasivos Diamantados. Tipos de diamante Industrial: iamantados e CN Abrasivos iamantados Tipos de diamante Industrial: Sintéticos: Em forma de pó, pastilhas ou insertos; Naturais: Em forma de pó, pedra bruta ou lapidada; Nitreto de boro cúbico-cn: Em forma

Leia mais

Elementos de Máquinas

Elementos de Máquinas Professor: Leonardo Leódido Sumário Buchas Guias Mancais de Deslizamento e Rolamento Buchas Redução de Atrito Anel metálico entre eixos e rodas Eixo desliza dentro da bucha, deve-se utilizar lubrificação.

Leia mais

Serras circulares. A forma dos dentes, bem como os ângulos de corte, variam com o tipo de operação e com a natureza do material que vai ser serrado.

Serras circulares. A forma dos dentes, bem como os ângulos de corte, variam com o tipo de operação e com a natureza do material que vai ser serrado. Serras circulares Serras circulares são discos dentados que trabalham em máquinas muito solicitadas em marcenarias, carpintarias e serrarias. Estas serras efetuam cortes longitudinais, paralelos, transversais

Leia mais

COTIP Colégio Técnico e Industrial de Piracicaba (Escola de Ensino Médio e Educação Profissional da Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba)

COTIP Colégio Técnico e Industrial de Piracicaba (Escola de Ensino Médio e Educação Profissional da Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba) 1 MOENDAS 1. Moendas Conjunto de 04 rolos de moenda dispostos de maneira a formar aberturas entre si, sendo que 03 rolos giram no sentido horário e apenas 01 no sentido antihorário. Sua função é forçar

Leia mais

Definição É uma operação de usinagem que tem por objetivo abrir furos em peças. Para tanto, a ferramenta ou a peça gira e, simultaneamente, a

Definição É uma operação de usinagem que tem por objetivo abrir furos em peças. Para tanto, a ferramenta ou a peça gira e, simultaneamente, a Definição É uma operação de usinagem que tem por objetivo abrir furos em peças. Para tanto, a ferramenta ou a peça gira e, simultaneamente, a ferramenta ou a peça se desloca segundo uma trajetória retilínea,

Leia mais

TÉCNICO EM MECÂNICA NOME: Nº INSC.: PRRH. Pró-Reitoria de Recursos Humanos

TÉCNICO EM MECÂNICA NOME: Nº INSC.: PRRH. Pró-Reitoria de Recursos Humanos TÉNIO M MÂNI NOM: Nº INS.: PRRH Pró-Reitoria de Recursos Humanos Para a usinagem de uma engrenagem de 55 dentes, de módulo 2 mm, foi utilizada uma barra de seção circular de 5". onsiderando a necessidade

Leia mais

Cotagem de elementos

Cotagem de elementos Cotagem de elementos Introdução Na aula anterior você estudou algumas regras para cotagem e aprendeu como indicar as cotas básicas da peça. Mas, só com essas cotas, não é possível produzir peças que tenham

Leia mais

Escola Técnica SENAI Caruaru Técnico em Eletromecânica TORNEARIA

Escola Técnica SENAI Caruaru Técnico em Eletromecânica TORNEARIA Escola Técnica SENAI Caruaru Técnico em Eletromecânica TORNEARIA Profº Carlos Eduardo ALUNO(A): TURMA: Caruaru 2011 Afiação de ferramentas Após algum tempo de uso, as ferramentas de corte geralmente se

Leia mais

68 Usinagem por. eletroerosão. Suponha que um amigo seu, que vai patrocinar

68 Usinagem por. eletroerosão. Suponha que um amigo seu, que vai patrocinar A U A UL LA Usinagem por eletroerosão Suponha que um amigo seu, que vai patrocinar uma importante competição esportiva, esteja encarregado de providenciar um grande número de medalhas. O problema é que

Leia mais

1 ATUADORES HIDRÁULICOS

1 ATUADORES HIDRÁULICOS 1 ATUADORES HIDRÁULICOS Danniela Rosa Sua função é aplicar ou fazer atuar energia mecânica sobre uma máquina, levando-a a realizar um determinado trabalho. Aliás, o motor elétrico também é um tipo de atuador.

Leia mais

Desenho de máquinas. Aula 3

Desenho de máquinas. Aula 3 Desenho de máquinas Aula 3 Cotagem A cotagem e a escolhas das vistas que irão compor um desenho, são os dois itens que mais exigem conhecimentos e experiência do engenheiro mecânico na área do Desenho

Leia mais

Mandrilamento. determinado pela operação a ser realizada. A figura a seguir mostra um exemplo de barra de mandrilar, também chamada de mandril.

Mandrilamento. determinado pela operação a ser realizada. A figura a seguir mostra um exemplo de barra de mandrilar, também chamada de mandril. A UU L AL A Mandrilamento Nesta aula, você vai tomar contato com o processo de mandrilamento. Conhecerá os tipos de mandrilamento, as ferramentas de mandrilar e as características e funções das mandriladoras.

Leia mais

MANCAIS DE ROLAMENTOS. 1. Introdução 2- Classificação. 3. Designação de rolamentos. 4. Defeitos comuns dos rolamentos. 5. Critérios de seleção.

MANCAIS DE ROLAMENTOS. 1. Introdução 2- Classificação. 3. Designação de rolamentos. 4. Defeitos comuns dos rolamentos. 5. Critérios de seleção. MANCAIS DE ROLAMENTOS. 1. Introdução 2- Classificação. 3. Designação de rolamentos. 4. Defeitos comuns dos rolamentos. 5. Critérios de seleção. Os mancais em geral têm como finalidade servir de apóio às

Leia mais

Processos de Fabricação - Furação

Processos de Fabricação - Furação 1 Introdução Formas de obtenção de furos Definição de furação (usinagem): A furação é um processo de usinagem que tem por objetivo a geração de furos, na maioria das vezes cilíndricos, em uma peça, através

Leia mais

PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA

PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA 19/08/2008 1 CONFORMAÇÃO MECÂNICA Em um ambiente industrial, a conformação mecânica é qualquer operação durante a qual se aplicam esforços mecânicos

Leia mais

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE UNP-130408 1 de 6 INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS A vida útil das correntes transportadoras e elevadoras está diretamente ligada aos cuidados com a instalação, lubrificação

Leia mais

Selecione o tipo de rolamento e configuração. Limitações dimensionais

Selecione o tipo de rolamento e configuração. Limitações dimensionais Seleção do 2. Seleção do Os s e de estão disponíveis numa variedade de tipos, formas e dimensões. Quando se faz a correta seleção do para a sua aplicação, é importante considerar diversos fatores, e analisar

Leia mais

PROCESSOS A CNC. Objetivo da disciplina Cronograma O projeto Critérios de avaliação Contrato didático A máquina O Comando eletrônico

PROCESSOS A CNC. Objetivo da disciplina Cronograma O projeto Critérios de avaliação Contrato didático A máquina O Comando eletrônico PROCESSOS A CNC Objetivo da disciplina Cronograma O projeto Critérios de avaliação Contrato didático A máquina O Comando eletrônico 1 CFP SENAI VW OBJETIVO da disciplina PROCESSOS A CNC Exercício básico

Leia mais

AULA 11 FORMAÇÃO, TIPOS E GEOMETRIAS DE CAVACO

AULA 11 FORMAÇÃO, TIPOS E GEOMETRIAS DE CAVACO AULA 11 FORMAÇÃO, TIPOS E GEOMETRIAS DE CAVACO 83 11. VARIÁVEIS DEPENDENTES DE SAÍDA: FORMAÇÃO, TIPOS E GEOMETRIAS DE CAVACO. 11.1. Generalidades Nas operações de usinagem que utilizam corte contínuo

Leia mais

ME-38 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS DE CONCRETO

ME-38 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS DE CONCRETO ME-38 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS DE CONCRETO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...

Leia mais

Um especialista em manutenção preditiva

Um especialista em manutenção preditiva Análise de vibrações A UU L AL A Um especialista em manutenção preditiva foi chamado para monitorar uma máquina em uma empresa. Ele colocou sensores em pontos estratégicos da máquina e coletou, em um registrador,

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA Professor: Renato Medeiros EXERCÍCIOS NOTA DE AULA IV Goiânia - 2014 EXERCÍCIOS 1. Uma partícula eletrizada positivamente é

Leia mais

UMC Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Componentes gráficos de uma cota: Linha de cota Linha de chamada Setas de cota

UMC Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Componentes gráficos de uma cota: Linha de cota Linha de chamada Setas de cota 1 UMC Engenharia Mecânica Expressão Gráfica 2 Prof.: Jorge Luis Bazan. Desenho Básico Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Em desenho técnico damos o nome de cota ao conjunto de elementos gráficos introduzidos

Leia mais

Usinagem com Altíssima Velocidade de Corte

Usinagem com Altíssima Velocidade de Corte Capítulo 2 Revisão da Literatura Usinagem com Altíssima Velocidade de Corte 2.1. Aspecto Histórico A primeira sugestão de um trabalho com HSM foi feita por Salomon, em 1931, que propôs que existiria uma

Leia mais

FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 2015 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 Uma mola comprimida por uma deformação x está em contato com um corpo de massa m, que se encontra

Leia mais

Máquinas CNC. Quando seu neto contou que havia visto, Um problema. Controle de máquinas

Máquinas CNC. Quando seu neto contou que havia visto, Um problema. Controle de máquinas A UU L AL A Máquinas CNC Quando seu neto contou que havia visto, numa feira de tecnologia, tornos trabalhando sozinhos, seu Adamastor não acreditou. Riu com pouco caso e mergulhou novamente nas notícias

Leia mais

CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1

CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1 CORTE DOS METAIS INTRODUÇÃO: Na indústria de conformação de chapas, a palavra cortar não é usada para descrever processos, exceto para cortes brutos ou envolvendo cortes de chapas sobrepostas. Mas, mesmo

Leia mais

Em qualquer processo produtivo, deve-se garantir que as

Em qualquer processo produtivo, deve-se garantir que as Confiabilidade, calibração e definições importantes para os instrumentos de medir Os instrumentos de medição são os dispositivos utilizados para realizar uma medição e no âmbito da metrologia legal são

Leia mais

RESUMO DAS NORMAS TÉCNICAS DA ABNT

RESUMO DAS NORMAS TÉCNICAS DA ABNT RESUMO DAS NORMAS TÉCNICAS DA ABNT A padronização ou normalização do desenho técnico tem como objetivo uniformizar o desenho por meio de um conjunto de regras ou recomendações que regulamentam a execução

Leia mais

Def e in i i n ç i ã ç o S o ã o f er e ram a en e t n as a s rot o at a iva v s a s pa p r a a a us u i s na n g a e g m e d e d

Def e in i i n ç i ã ç o S o ã o f er e ram a en e t n as a s rot o at a iva v s a s pa p r a a a us u i s na n g a e g m e d e d Definição Fresas São ferramentas rotativas para usinagem de materiais, constituídas por uma série de dentes e gumes, geralmente dispostos simetricamente em torno de um eixo. Os dentes e gumes removem o

Leia mais

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE 167 13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE As tubulações de refrigerante representam uma parte essencial no sistema de refrigeração, pois requer as mesmas considerações gerais de projeto que qualquer sistema de

Leia mais

TORNEIRO MECÂNICO OPERAÇÃO

TORNEIRO MECÂNICO OPERAÇÃO TORNEIRO MECÂNICO OPERAÇÃO RETIFICAR SUPERF. CÔNICAS E CILÍNDRICAS EXTERNAS DEFINIÇÃO: É utilizar uma retificadora portátil, presa no carro superior do torno, cujo rebolo, em rotação, age como ferramenta,

Leia mais

Corte total. Qualquer pessoa que já tenha visto um regis- A U L A

Corte total. Qualquer pessoa que já tenha visto um regis- A U L A A U L A 11 11 Corte total Introdução Qualquer pessoa que já tenha visto um regis- tro de gaveta, como o que é mostrado a seguir, sabe que se trata de uma peça complexa, com muitos elementos internos. Se

Leia mais

Usinagem. Processos de Fabricação. Filipi Vianna. Porto Alegre, 2013. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Engenharia

Usinagem. Processos de Fabricação. Filipi Vianna. Porto Alegre, 2013. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Engenharia Usinagem Processos de Fabricação Filipi Vianna Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Engenharia Porto Alegre, 2013 Processos de Fabricação Dentre os processos tradicionais

Leia mais

Rugosidade. O supervisor de uma empresa verificou que. Um problema. Rugosidade das superfícies

Rugosidade. O supervisor de uma empresa verificou que. Um problema. Rugosidade das superfícies A UU L AL A Rugosidade O supervisor de uma empresa verificou que os trabalhos de usinagem não estavam em condições de atender aos requisitos do projeto. Por isso, contratou um técnico para explicar ao

Leia mais

LIMAGEM. Introdução Noções de limagem Tipos de Lima

LIMAGEM. Introdução Noções de limagem Tipos de Lima LIMAGEM Introdução Noções de limagem Tipos de Lima Temas a abordar Limagem manual; Classificação de limas; Métodos e regras de trabalho; Materiais industriais; Outros tipos de limagem; Exercícios simples

Leia mais

Ensaio de tração: procedimentos normalizados

Ensaio de tração: procedimentos normalizados A U A UL LA Ensaio de tração: procedimentos normalizados Introdução Hoje em dia é comum encontrar uma grande variedade de artigos importados em qualquer supermercado e até mesmo em pequenas lojas de bairro:

Leia mais

Concurso Público para provimento de cargo efetivo de Docentes. Edital 24/2015 ENGENHARIA MECÂNICA Campus Santos Dumont

Concurso Público para provimento de cargo efetivo de Docentes. Edital 24/2015 ENGENHARIA MECÂNICA Campus Santos Dumont Questão 01 O registro representado na Figura 1 é composto por vários componentes mecânicos, muitos deles, internamente à caraça. Peças com essa característica são difíceis de representar em desenhos técnicos,

Leia mais

Cotagem de dimensões básicas

Cotagem de dimensões básicas Cotagem de dimensões básicas Introdução Observe as vistas ortográficas a seguir. Com toda certeza, você já sabe interpretar as formas da peça representada neste desenho. E, você já deve ser capaz de imaginar

Leia mais

Corte com jato de água

Corte com jato de água A U A UL LA Corte com jato de água Você certamente já ouviu o ditado água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Então, furar pedra usando água você já sabe que dá, não é mesmo? Basta um pouco de

Leia mais

Produtos Devcon. Guia do Usuário. Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo

Produtos Devcon. Guia do Usuário. Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo 1 Produtos Devcon Guia do Usuário Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo 2 Guia do Usuário Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo Prefácio 3 Preparação da

Leia mais

Rosqueadeiras. Manual de Instruções

Rosqueadeiras. Manual de Instruções Manual de Instruções 2 NOMAQ Roscar/Cortar/Escarear Modelos para tubos de ½ a 6 Modelo NQ-R2 NQ-R2A NQ-R4 NQ-R6 Roscas Tubos 1/2, 3/4, 1, 2 1/2, 3/4, 1, 2 1/2, 3/4, 1, 2, 2.1/2, 4 2.1/2, 4, 5, 6 Roscas

Leia mais

International Paper do Brasil Ltda.

International Paper do Brasil Ltda. International Paper do Brasil Ltda. Autor do Doc.: Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Editores: Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Título: Técnicas de Inspeção, Montagem, uso de Rebolos ( Esmeris

Leia mais

TORNO MECÂNICO. 1. Corpo da máquina: barramento, cabeçote fixo e móvel, caixas de mudança de velocidade.

TORNO MECÂNICO. 1. Corpo da máquina: barramento, cabeçote fixo e móvel, caixas de mudança de velocidade. TORNO MECÂNICO É uma máquina-ferramenta muito versátil porque, além das operações de torneamento, pode executar operações que normalmente são feitas por outras máquinas como a furadeira, a fresadora e

Leia mais

Evocar os conceitos do MRUV (movimento retilíneo uniformemente variado), do MRU (movimento retilíneo uniforme) e a decomposição de forças.

Evocar os conceitos do MRUV (movimento retilíneo uniformemente variado), do MRU (movimento retilíneo uniforme) e a decomposição de forças. 14 Curso Básico de Mecânica dos Fluidos Objetivos da segunda aula da unidade 1: Evocar os conceitos do MRUV (movimento retilíneo uniformemente variado), do MRU (movimento retilíneo uniforme) e a decomposição

Leia mais

PV-2200 MANUAL DE INSTRUÇÃO

PV-2200 MANUAL DE INSTRUÇÃO Pág.:1 MÁQUINA: MODELO: NÚMERO DE SÉRIE: ANO DE FABRICAÇÃO: O presente manual contém instruções para instalação e operação. Todas as instruções nele contidas devem ser rigorosamente seguidas do que dependem

Leia mais

Técnicas adotas para seu estudo: soluções numéricas (CFD); experimentação (análise dimensional); teoria da camada-limite.

Técnicas adotas para seu estudo: soluções numéricas (CFD); experimentação (análise dimensional); teoria da camada-limite. Escoamento externo Técnicas adotas para seu estudo: soluções numéricas (CFD); experimentação (análise dimensional); teoria da camada-limite. Soluções numéricas, hoje um campo interessante de pesquisa e

Leia mais

Instruções para uso do peso de bater automático

Instruções para uso do peso de bater automático Este equipamento foi desenvolvido com as finalidades de: 1) Agilizar e otimizar o tempo necessário para os testes de penetração de solo; 2) Melhorar a ergonomia do procedimento, evitando esforços físicos

Leia mais

Retificação cilíndrica

Retificação cilíndrica A U A UL LA Retificação cilíndrica A retificadora cilíndrica universal é uma máquina utilizada na retificação de todas as superfícies cilíndricas, externas ou internas de peças. Em alguns casos, essa máquina

Leia mais

www.meccomeletronica.com página 1

www.meccomeletronica.com página 1 Nem só o padeiro faz roscas Furação A furação é um processo de usinagem que tem por objetivo a geração de furos, na maioria das vezes cilíndricos, em uma peça, através do movimento relativo de rotação

Leia mais

Molas I. Nesta aula trataremos das molas helicoidais. Molas helicoidais. e de suas diversas aplicações.

Molas I. Nesta aula trataremos das molas helicoidais. Molas helicoidais. e de suas diversas aplicações. A UU L AL A Molas I e de suas diversas aplicações. Nesta aula trataremos das molas helicoidais Introdução Molas helicoidais A mola helicoidal é a mais usada em mecânica. Em geral, ela é feita de barra

Leia mais

Materiais de Corte Segmento Madeireiro

Materiais de Corte Segmento Madeireiro Materiais de Corte Segmento Madeireiro Devido a necessidade do aumento de produção no setor madeireiro, ao longo de décadas vem-se desenvolvendo cada vez mais os materiais para ferramentas de corte, visando

Leia mais

Verificadores. O supervisor treinou o pessoal para medição. Um problema. Régua de controle

Verificadores. O supervisor treinou o pessoal para medição. Um problema. Régua de controle A U A UL LA Verificadores Um problema O supervisor treinou o pessoal para medição indireta com calibradores. Falta treiná-lo no uso de verificadores. Os verificadores também são usados para medição indireta.

Leia mais

2. O Programa. Figura 1 : Janela Principal do Programa

2. O Programa. Figura 1 : Janela Principal do Programa AUTOMAÇÃO DE PROJETOS DE TRELIÇAS METÁLICAS PLANAS Nilto Calixto Silva Aluno de Graduação ncalixto@fec.unicamp.br http://www.fec.unicamp.br/~ncalixto João Alberto Venegas Requena Professor Assistente Doutor

Leia mais

Discussão sobre os processos de goivagem e a utilização de suporte de solda

Discussão sobre os processos de goivagem e a utilização de suporte de solda Discussão sobre os processos de goivagem e a utilização de suporte de solda Liz F Castro Neto lfcastroneto@gmail.com Dênis de Almeida Costa denis.costa@fatec.sp.gov.br 1. Resumo Na soldagem de união, a

Leia mais

Rebolos. O que é um rebolo? Especificações

Rebolos. O que é um rebolo? Especificações Rebolos O que é um rebolo? Rebolo é uma ferramenta de corte formada por grãos abrasivos unidos por ligas especiais. Pode ser utilizado em máquinas para operação de corte e afiação produzindo acabamento

Leia mais

SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. CAMPO DE APLICAÇÃO. Esta Norma se aplica à RBMLQ-I e Dimep. 3. RESPONSABILIDADE

SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. CAMPO DE APLICAÇÃO. Esta Norma se aplica à RBMLQ-I e Dimep. 3. RESPONSABILIDADE DETERMINAÇÃO DAS DIMENSÕES EFETIVAS DO PRODUTO COMPONENTE CERÂMICO: BLOCOS, TIJOLOS, ELEMENTO VAZADO, CANALETAS E COMPONENTE CERÂMICO QUE NÃO POSSUA FORMA DE PARALELEPÍPEDO NORMA N o NIE-DIMEL-087 APROVADA

Leia mais

TRABALHOS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO NC

TRABALHOS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO NC Universidade de Brasília Faculdade de Tecnologia Engenharia Mecatrônica Tecnologias de Comando Numérico Prof. Alberto J. Alvares TRABALHOS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO NC 1. Peça Exemplo: Elaborar um programa

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DO DESEMPENHO ENTRE REBOLOS SUPERABRASIVOS E CONVENCIONAIS, NA RETIFICAÇÃO CILÍNDRICA EXTERNA DO AÇO EUTECTIC ECT-NA-4923

ANÁLISE COMPARATIVA DO DESEMPENHO ENTRE REBOLOS SUPERABRASIVOS E CONVENCIONAIS, NA RETIFICAÇÃO CILÍNDRICA EXTERNA DO AÇO EUTECTIC ECT-NA-4923 ANÁLISE COMPARATIVA DO DESEMPENHO ENTRE REBOLOS SUPERABRASIVOS E CONVENCIONAIS, NA RETIFICAÇÃO CILÍNDRICA EXTERNA DO AÇO EUTECTIC ECT-NA-9 Eduardo Carlos Bianchi, Vinício Lucas Varga, Thiago Cardoso Magagnin,

Leia mais

INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário.

INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário. INSTRUMENTOS USADOS Lápis e lapiseiras Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a seleção depende sobretudo de cada usuário. INSTRUMENTOS USADOS Esquadros São usados em pares: um

Leia mais

Uso de software CAD 3D no desenvolvimento de ferramenta de dobra

Uso de software CAD 3D no desenvolvimento de ferramenta de dobra 52 Corte & Conformação de Metais Março 2013 Uso de software CAD 3D no desenvolvimento de ferramenta de dobra Desenvolver ferramentas de dobra não é uma tarefa fácil, principalmente quando a peça final

Leia mais

4 Transformadores de impedância em linha de transmissão planar

4 Transformadores de impedância em linha de transmissão planar 4 Transformadores de impedância em linha de transmissão planar 4.1 Introdução A utilização de estruturas de adaptação de impedância capazes de acoplar os sinais elétricos, de modo eficiente, aos dispositivos

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PLANEJAMENTO DE PROCESSOS ASSISTIDO POR COMPUTADOR CAPP (COMPUTER AIDED PROCESS

Leia mais

TORNO MECÂNICO PARALELO UNIVERSAL

TORNO MECÂNICO PARALELO UNIVERSAL Foto meramente ilustrativa podendo não conter os mesmos acessórios/cores do orçamento, marca NARDINI, Série DIPLOMAT, Modelo ND - 220 GOLD, procedência NACIONAL, produzido por Indústrias Nardini S/A, de

Leia mais

7 FURAÇÃO. 7.1 Furadeira

7 FURAÇÃO. 7.1 Furadeira 1 7 FURAÇÃO 7.1 Furadeira A furadeira é a máquina ferramenta empregada, em geral, para abrir furos utilizando-se de uma broca como ferramenta de corte. É considerada uma máquina ferramenta especializada

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Departamento de Engenharia Mecânica DEM/POLI/UFRJ MODELAGEM DA ÁREA DE CORTE NO FRESAMENTO DE ROSCA CÔNICA API Lucas Andrade Santos PROJETO FINAL SUBMETIDO AO CORPO

Leia mais

PROJETO DE OPERAÇÕES DE USINAGEM

PROJETO DE OPERAÇÕES DE USINAGEM Tarefas Envolvidas no Projeto de Operações de Usinagem: Planejamento do roteamento operações para fabricar uma peça ordem lógica Instruções suficientemente detalhadas para execução da usinagem? Projeto

Leia mais

Elementos de Máquinas

Elementos de Máquinas Professor: Leonardo Leódido Introdução Definição Classificação Características Aplicação Representação Definição São elementos que ligam peças permitindo que essas se movimentem sem sofrerem alterações.

Leia mais

PROPOSTA TÉCNICA-COMERCIAL -

PROPOSTA TÉCNICA-COMERCIAL - Camanducaia / MG, 04 de outubro de 2010 DI-1001-345/10 Direto A UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA - UNIPAMPA COORDENADORIA DE MATERIAL E PATRIMÔNIO Rua Monsenhor Constábile Hipólito, 125 CEP 96400-590 - Bagé/RS

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ARMADURA PARA CONCRETO PROTENDIDO Grupo de Serviço OBRAS D ARTE ESPECIAIS Código DERBA-ES-OAE-18/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço define os critérios que orientam a

Leia mais

GCaet OnLine Divisão de Conteúdos

GCaet OnLine Divisão de Conteúdos GCaet OnLine Divisão de Conteúdos Minimização de Custos com Ferramentas de Usinagem Por Delmonte Friedrich, Msc. Eng. Todos os direitos reservados. É proibido reproduzir total ou parcialmente esta publicação

Leia mais

Atuadores e válvulas

Atuadores e válvulas A UU L AL A Atuadores e válvulas Você já viu nas aulas anteriores que é possível transformar energia elétrica em energia mecânica por meio de uma máquina: o motor elétrico. Na indústria atual, o motor

Leia mais

Fundamentos Equipamentos Consumíveis Técnica operatória Aplicações Industriais. Definição e princípio de operação:

Fundamentos Equipamentos Consumíveis Técnica operatória Aplicações Industriais. Definição e princípio de operação: Fundamentos Equipamentos Consumíveis Técnica operatória Aplicações Industriais Fundamentos Definição e princípio de operação: A soldagem a arco com eletrodo de tungstênio e proteção gasosa (Gas Tungsten

Leia mais

Travas e vedantes químicos

Travas e vedantes químicos A U A UL LA Travas e vedantes químicos O mecânico de manutenção de uma empresa de caminhões tentava eliminar, de todas as formas, um vazamento de óleo que persistia na conexão de um manômetro de um sistema

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DE VIGAS CONSIDERANDO ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS, DE UTILIZAÇÃO E DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS

OTIMIZAÇÃO DE VIGAS CONSIDERANDO ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS, DE UTILIZAÇÃO E DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS OTIMIZAÇÃO DE VIGAS CONSIDERANDO ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS, DE UTILIZAÇÃO E DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS Eng. Civil Leonardo Roncetti da Silva, TECHCON Engenharia e Consultoria Ltda. Resumo Estuda-se a otimização

Leia mais