SÍNTESE DO ACORDO COM O ME EM 07/01/2010 QUE O SEPLEU NÃO ASSINOU

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1 SÍNTESE DO ACORDO COM O ME EM 07/01/2010 QUE O SEPLEU NÃO ASSINOU QUADRO RESUMO DA CARREIRA Escalão Índice Duração Outros requisitos: Quotas, aulas assistidas aulas assistidas aulas assistidas % * até 2013 Progressão na carreira Em regra, a progressão depende: Tempo de serviço no escalão anterior Avaliação Formação %* até Ex. tempo de serviço: Está no índice 205 e tem nesse índice 3 anos de serviço. Transita para esse índice e falta 1 ano para progredir ao escalão seguinte. * Não aplicável se obtiver menções de Muito Bom ou Excelente na avaliação imediatamente anterior à progressão. * As vagas serão preenchidas de acordo com uma lista graduada em função do resultado da última avaliação. * Factor de compensação, fixado em 0,5 de acréscimo anual à classificação, para os docentes com Bom que não progrida ao 5. e ao 7. escalão no primeiro ano. INGRESSO NA CARREIRA O Ingresso na Carreira faz-se, além das qualificações legalmente exigíveis, através de uma prova pública de ingresso e aprovação no final de um período probatório de um ano; A prova pública de ingresso é anterior ao primeiro concurso de colocação; Estão dispensados da prova: o Docentes contratados pelo Ministério de Educação que já tenham obtido uma avaliação com menção igual ou superior a Bom; o Docentes que tenham exercido funções em estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo, incluindo as IPSS`s, com algum tipo de contrato com o Ministério da Educação com uma avaliação do desempenho equivalente; o Docentes que tenham exercido funções no Ensino do Português no Estrangeiro. SEDE: Av. de Paris n.º 4-3º Esq LISBOA Tel.: Fax:

2 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO PERIODICIDADE - CICLOS DE 2 ANOS LECTIVOS; PROCEDIMENTO - TRÊS ELEMENTOS: 1.º - RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO Elaborado pelo docente abordando os seguintes aspectos: Breve descrição da actividade profissional; Contributo para os objectivos e metas da escola; Elementos essenciais do seu desenvolvimento profissional; Auto-diagnóstico e reflexão pessoal sobre as actividades lectivas e não lectivas; Proposta de programa de formação. Anexos com: Registos de assiduidade e grau de cumprimento do serviço distribuído, participação em projectos e actividades (elementos a fornecer pelo órgão de direcção da escola); Certificados da formação contínua ou especializada e de graus académicos obtidos. 2.º - OBSERVAÇÃO DE AULAS Só aplicável para quem requeira acesso às classificações de Muito Bom e de Excelente; Para progressão aos 3.º e 5.º escalões. 3.º - FICHA DE AVALIAÇÃO GLOBAL E ATRIBUIÇÃO DE CLASSIFICAÇÃO FINAL Sintetiza e pondera todos os factores relevantes para a avaliação funcionais, pedagógicos e regista a classificação final (Excelente, Muito Bom, Bom, Regular e Insuficiente). QUEM AVALIA? JÚRI DE AVALIAÇÃO COMPOSTO POR 5 ELEMENTOS Presidente do Conselho Pedagógico; Três docentes eleitos em Conselho Pedagógico; Um docente, do mesmo grupo do avaliado, a designar pelo Departamento Curricular, com funções de Relator. RELATOR Perfil Pertence ao mesmo grupo do avaliado; tem de pertencer a um escalão superior; deverá ter grau académico superior. SEDE: Av. de Paris n.º 4-3º Esq LISBOA Tel.: Fax:

3 Funções Acompanha e apoia o desenvolvimento profissional do avaliado; Observa as aulas (caso seja necessário) e o seu registo; assegura uma entrevista individual do avaliado se este a requerer; Apresenta ao júri de Avaliação a proposta de ficha de avaliação global e classificação final a atribuir; Propõe ao júri um programa complementar de formação para os docentes classificados com Insuficiente e Regular. INTERPOSIÇÃO DE RECURSO DA AVALIAÇÃO Reclamação e recurso para um Júri Especial de Recurso composto por: Relator, um docente indicado pelo recorrente e um elemento da DRE. FORMAÇÃO E APOIO AO PROCESSO DE AVALIAÇÃO Programa de formação especializada em avaliação e acompanhamento pelo Conselho Científico para a Avaliação de Professores; Acções de formação já em 2010; Gabinete de Apoio à Avaliação no ME para apoio técnico e aconselhamento. TRANSIÇÃO ENTRE MODELOS/CARREIRA DOCENTE ÚNICA CATEGORIA DE PROFESSOR A progressão ao escalão imediatamente superior da carreira dependerá, em regra, da conjugação dos seguintes elementos: o Tempo de serviço no escalão anterior; o Mérito traduzido na classificação obtida na avaliação do desempenho; o Formação contínua concluída. Transitam para a nova carreira mantendo os mesmos índices remuneratórios contando o tempo de serviço prestado no índice; Dispensados de avaliação para quem requeira a aposentação em 2010/2013; Docentes avaliados com dois Excelentes ou um Excelente e um Muito Bom obtêm avanço de 1 ano para progressão na carreira; Docentes avaliados com dois Muito Bom obtêm bonificação de 6 meses na carreira para progressão ao escalão seguinte; SEDE: Av. de Paris n.º 4-3º Esq LISBOA Tel.: Fax:

4 Docentes avaliados com Bom progridem sem restrições na transição de sete escalões da carreira: 1.º, 2.º, 3.º, 5.º,7.º, 8.º e 9.º; Docentes avaliados com Bom progridem, na transição do 4.º para o 5.º escalão e do 6.º para o 7.º escalão, ocupando as vagas disponíveis. VAGAS Sujeitos às seguintes vagas até 2013 (não se sabendo as percentagens depois desta data), os docentes com Bom que transitam para o 5.º e o 7.º escalões: o Vagas anuais para progressão ao 5.º escalão - 50%; o Vagas anuais para progressão ao 7.º escalão - 33%. QUOTAS Progressão na carreira dependente de uma quota: Quota de 20% para os docentes a quem seja atribuída a menção de Muito Bom (podendo ir até 25% em função da avaliação externa da escola); Quota de 5% para os docentes a quem seja atribuída a menção de Excelente (podendo ir até 10% em função da avaliação externa da escola). PROGRESSÃO E REPOSICIONAMENTOS ESPECIAIS São reposicionados no índice 272 os docentes que, cumulativamente, possuam mais de 4 e menos de 5 anos de serviço no índice 245 na categoria de professor titular, classificados com Bom ou equivalente; Aos restantes docentes do índice 245, com menos de 4 anos na categoria de professor titular e menos de 5 anos na categoria de professor, neste índice, aplicam-se as regras gerais de progressão; Serão reposicionados no índice 299 quando perfizerem 6 anos de serviço, todos os docentes que, cumulativamente, possuam pelo menos 5 anos de serviço no índice 245, classificados com Bom ou equivalente; Os docentes que se encontrem no índice 299, incluindo os reposicionados por efeito dos pontos anteriores, progridem ao índice 340, quando possuam 6 anos de serviço no índice 299 classificados com Bom ou equivalente; Os docentes que, até ao final do ano civil de 2012, se encontrem no índice 340, progridem ao índice 370, quando possuam 6 anos de serviço no índice 340, classificados 2 vezes com Muito Bom ou excelente; SEDE: Av. de Paris n.º 4-3º Esq LISBOA Tel.: Fax:

5 Os docentes que, até ao final dos anos civis de 2013 e 2014, se encontrem no índice 340, progridem ao índice 370, quando possuam 6 anos de serviço no índice 340 e classificados com pelo menos uma menção de Muito Bom ou excelente e nenhuma inferior a Bom, nos 3 ciclos de avaliação anteriores; Os docentes que, a partir de 2012, se encontrem no índice 340 e reúnam os requisitos necessários para aposentação, progridem ao índice 370, se possuírem 6 anos de serviço no índice 340, classificados com Bom nas avaliações imediatamente anteriores; A partir do ano de 2015 aplicar-se-ão as regras normais de progressão. SEDE: Av. de Paris n.º 4-3º Esq LISBOA Tel.: Fax:

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