7.012 Conjunto de Problemas 5

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "7.012 Conjunto de Problemas 5"

Transcrição

1 Nome Seção Conjunto de Problemas 5 Pergunta 1 Enquanto estudava um problema de infertilidade, você tentou isolar um gene hipotético de coelho que seria responsável pela prolífica reprodução desses animais. Após muito esforço, você finalmente conseguiu mapear um gene no cromossomo Y de alguns animais que pode ser responsável pela grande fertilidade dos coelhos. Você chama esse gene de Gene de Alta Reprodução Cromossomo Y, ou apenas hrgy. Você deseja testar o efeito da expressão do gene hrgy dos coelhos em camundongos. Você injeta o fragmento linear de DNA para o gene hrgy dos coelhos em óvulos fecundados de camundongo ainda no estágio unicelular. Esse DNA é aleatoriamente inserido no genoma dos camundongos. Os animais resultantes das injeções bem-sucedidas possuem o gene hrgy integrado na mesma posição do genoma em cada uma das células. Esses camundongos são chamados de transgênicos. a) A seguir, qual dos dois fragmentos do genoma dos coelhos você escolheria para injetar nos camundongos? Por quê? promotor DNA genômico de coelho gene hrgy Fragmento 1 Fragmento 2

2 Pergunta 1 cont. Você injetou com sucesso o gene de coelho hrgy de 2200 bp em óvulos fertilizados de camundongo em estágio unicelular. Desses óvulos nasceram filhotes de camundongos e você realiza um PCR para confirmar que esses animais carregam o gene hrgy de coelhos. Suas reações de PCR possuem como molde uma amostra do DNA genômico de cada um dos filhotes de camundongo. Com os iniciadores adequados, você consegue amplificar um fragmento de 380 bp dentro de um íntron do gene hrgy de coelhos. O DNA amplificado é submetido a uma eletroforese em gel. b) Na faixa 1 do gel a seguir, ilustre a(s) banda(s) de DNA, caso existam, que poderiam ser visualizadas se o DNA fosse amplificado de um camundongo portador do gene hrgy de coelhos. Na faixa 2 do gel, ilustre a(s) banda(s), caso existam, que poderiam ser visualizadas se o camundongo não fosse portador do gene de coelhos. Marcadores MW Faixa 1 Faixa 2 c) Após realizar as reações de PCR, você encontra um camundongo portador do DNA hrgy de coelhos. Isso é suficiente para mostrar que o gene é expresso? Caso a resposta seja negativa, quais são as outras moléculas que você deve procurar e por quê? d) Você procura por expressões do hrgy em diversos tipos de tecidos dos camundongos transgênicos e descobre que ele é expresso apenas em um órgão desses animais o testículo. Mas você sabe que o gene hrgy está presente em todas as células do animal. O que pode ser encontrado nas células testiculares que pode ser considerado como a expressão tecidual muito específica do gene hrgy? 2

3 Pergunta 2 Usando a seqüência conhecida de DNA do hrgy, é possível derivar a seqüência de aminoácidos da proteína HrgY para obter pistas sobre a sua função. Considerando a polaridade, carga e ordem da posição dos aminoácidos em HrgY, é possível observar a presença de um domínio transmembrana e sítios para a glicolização. a) i) Quais são as principais características do domínio transmembrana? Inclua o tipo de aminoácidos que serão encontrados em um domínio transmembrana. ii) Onde é possível encontrar proteína com domínios transmembrana? iii) Relacione duas funções de uma proteína de membrana em uma célula. iv) O que é glicolização? v) Em qual organela a glicolização ocorre? b) Se houver a possibilidade de a Partícula de Reconhecimento de Sinal estar ausente em uma célula, poderíamos esperar. Circule uma opção 1 que as proteínas transmembrana dessa célula sejam glicolizadas? SIM NÃO 2 que as proteínas transmembrana sejam completamente traduzidas? SIM NÃO 3 que os genes que codificam as proteínas transmembrana sejam transcritos? SIM NÃO 4 que as seqüências de sinais sejam clivadas? SIM NÃO 5 que as proteínas secretadas sejam exportadas? SIM NÃO 3

4 Pergunta 3 Ao comparar a seqüência de aminoácidos de HrgY com outras proteínas conhecidas, é possível observar que a proteína de HrgY apresenta uma homologia surpreendente em relação a outros receptores de tirosina quinases. a) Qual é a função do domínio da tirosina quinase (TK)? b) Para determinar se o domínio TK é significativo ou não para a proteína HrgY, crie uma versão mutante do gene hrgy que codifique um domínio tirosina quinase ativo constitutivamente dentro da proteína HrgY. Essa proteína mutante não é mais acessível as fosfatases. A proteína mutante poderia ser encontrada em um estado fosforilado ou não-fosforilado? (Circule uma opção). Para descobrir o efeito que a proteína ativa HrgY pode apresentar, realize a clonagem do gene mutante hrgy em um vetor de mamífero (um plasmídeo que pode ser replicado em células de mamíferos). Faça a transfecção (semelhante á transformação em bactérias) das células testiculares de camundongo normais em cultura de tecido com as construções de seu vetor. Compare as células murinas transfeccionadas que contém o vetor portador do hrgy mutante com um grupo controle de células de camundongo que foram transfeccionadas apenas com o vetor ou com o vetor portador do gene hrgy tipo selvagem (veja a seguir). É possível observar que as células de camundongo que sintetizam a proteína HrgY mutante mostram um impressionante aumento nos níveis de uma outra proteína, que recebe o nome de Proteína X. células normais de testículo de camundongos Transfecção apenas com o vetor Transfecção com o vetor portador do gene hrgy selvagem Transfecção com o vetor portador do gene hrgy codificando um domínio ativo de TK na proteína HrgY Medir a produção de proteína Medir a produção de proteína Medir a produção de proteína baixos níveis de Proteína X baixos níveis de Proteína X altos níveis de Proteína X c) Explique, em termos gerais, como uma tirosina quinase ativa na membrana plasmática poderia causar o aumento da Proteína X dentro da célula. Certifique-se de incluir transcrição em sua resposta. 4

5 Pergunta 4 Finalmente você consegue determinar que o gene hrgy incluído não possui nenhum efeito na fertilidade dos camundongos. Apesar de ter aprendido pouco a respeito do hrgy com a sua linhagem de camundongos transgênicos, você decide continuar seu estudo pois, nessa etapa, você já investiu um ano de pesquisa sobre esse gene e não se sente à vontade para dar início a um projeto completamente novo. Em um experimento longo, você cultiva em meio de cultura células isoladas dos testículos de camundongos transgênicos portadores do tipo selvagem do gene hrgy e mede a síntese da Proteína X. A produção de Proteína X nessas células é bastante baixa. Entretanto, quando essas células são cultivadas em um meio enriquecido com o soro de coelhos, você descobre que a expressão do nível de Proteína X aumenta de forma impressionante. (Veja figura a seguir). Observação: células normais de testículos de camundongo cultivadas em soro de coelhos não demonstram aumento nos níveis de Proteína X (dados não fornecidos). Isolar células de testículo de camundongos transgênicos expressando o gene hrgy. células de testículo de camundongos Dividir em duas placas de Petri Crescem na presença do soro de coelho Crescem sem o soro de coelho Medir a produção de proteína X Alta produção de Proteína X Baixa produção de Proteína X a) Como você explica isso? b) Você já determinou que o gene hrgy está sendo expresso nos testículos dos camundongos. Considerando o experimento descrito acima, por que motivo esse gene pode não estar afetando a fertilidade dos camundongos? 5

6 Pergunta 4 cont. Após mais alguns anos de estudo (você está agora no quarto ano do UROP), você finalmente conseguiu purificar um componente do soro de coelhos que é capaz de induzir a expressão da Proteína X nas células transgênicas. Você determinou que o componente é uma proteína secretada à qual dá o nome de SecC. c) A proteína SecC purificada do soro teria uma seqüência de sinal anexa? Por quê? d) Você acredita que a proteína SecC possui uma seqüência de sinais em qualquer etapa da síntese? Se sua resposta for sim, quando? Curioso em relação ao efeito da proteína SecC nos camundongos transgênicos vivos, você insere o gene codificando o SecC no genoma de um vírus. Você infecta o camundongo transgênico com esse vírus, que irá se integrar ao DNA (inclusive o gene secc) no genoma de qualquer uma das células do camundongo que ele venha a infectar. Surpreendentemente, os camundongos transgênicos infectados com o vírus portador do gene secc estão apresentando um aumento de fertilidade. e) O vírus portador do gene secc precisa infectar as células dos testículos dos camundongos transgênicos para aumentar a fertilidade? Explique sua resposta. 6

7.012 Conjunto de Problemas 5

7.012 Conjunto de Problemas 5 Nome Seção 7.012 Conjunto de Problemas 5 Pergunta 1 Enquanto estudava um problema de infertilidade, você tentou isolar um gene hipotético de coelho que seria responsável pela prolífica reprodução desses

Leia mais

a) A diversidade de anticorpos é derivada da recombinação das regiões, e.

a) A diversidade de anticorpos é derivada da recombinação das regiões, e. Questão 1 Preencha as lacunas a) A diversidade de anticorpos é derivada da recombinação das regiões, e. Verdadeiro ou falso. Se falso, altere a declaração de modo a torná-la verdadeira. b) A exposição

Leia mais

Morte Celular Programada (Apoptose)

Morte Celular Programada (Apoptose) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE SETOR DE BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR Morte Celular Programada (Apoptose) Profa. Dra. Nívea Macedo APOPTOSE A morte celular desempenha

Leia mais

MÓDULO III AULA 2: CONTROLE DA EXPRESSÃO GÊNICA EM EUCARIOTOS

MÓDULO III AULA 2: CONTROLE DA EXPRESSÃO GÊNICA EM EUCARIOTOS BIOLOGIA MOLECULAR BÁSICA MÓDULO III Olá! Chegamos ao último módulo do curso! Antes do início das aulas, gostaria de ressaltar que este módulo está repleto de dicas de animações. Dê uma olhada nas animações

Leia mais

BIOTECNOLOGIA VEGETAL E SUAS APLICAÇÕES NO AGRONEGÓCIO

BIOTECNOLOGIA VEGETAL E SUAS APLICAÇÕES NO AGRONEGÓCIO BIOTECNOLOGIA VEGETAL E SUAS APLICAÇÕES NO AGRONEGÓCIO Dr. Paulo S. T. Brioso Laboratório Oficial de Diagnóstico Fitossanitário/ UFRRJ http://www.fito2009.com brioso@bighost.com.br AGRADECIMENTOS Comissão

Leia mais

Biologia LIVRO 3 Unidade 1 Avaliação capítulos 1, 2, 3 e 4 Genética PRIMEIRA LEI DE MENDEL.

Biologia LIVRO 3 Unidade 1 Avaliação capítulos 1, 2, 3 e 4 Genética PRIMEIRA LEI DE MENDEL. PRIMEIRA LEI DE MENDEL. 1. Estabeleça, no quadro, a relação correta entre as colunas dos termos e respectivas definições presentes no estudo de genética. ( a ) penetrância ( b ) expressividade ( c ) dominância

Leia mais

Enzimas e Clonagem Molecular

Enzimas e Clonagem Molecular Universidade Estadual de Maringá Enzimas e Clonagem Molecular Disciplina: Biologia Molecular 6855 Profa. Dra Maria Aparecida Fernandez Enzimas: Enzimas de Restrição Endonucleases de restrição; Fazem o

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina (Reconhecida pelo Decreto Federal n. 69.324 de 07/10/71)

Universidade Estadual de Londrina (Reconhecida pelo Decreto Federal n. 69.324 de 07/10/71) DELIBERAÇÃO Câmara de Pós-Graduação Nº 32/2012 Reestrutura o Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular, em nível de Mestrado e Doutorado. CONSIDERANDO a solicitação da Comissão Coordenadora

Leia mais

7.012 Conjunto de Problemas 3

7.012 Conjunto de Problemas 3 Nome Seção 7.012 Conjunto de Problemas 3 Data estelar 7.012.10.4.00 Diário Pessoal do Oficial Médico Responsável do USS Hackerprise Depois de voltar de uma missão em Europa, Noslen, um dos membros da tripulação,

Leia mais

SEPARAÇÃO ELETROFORÉTICA DE DNA

SEPARAÇÃO ELETROFORÉTICA DE DNA A eletroforese em gel de agarose consiste no método mais usado para separar, identificar, analisar, caracterizar e purificar fragmentos de DNA. Uma molécula de DNA, quando exposta a um campo elétrico,

Leia mais

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS. Fonte: O Estado de S.Paulo, 10/12/ 97.

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS. Fonte: O Estado de S.Paulo, 10/12/ 97. CIÊNCIAS BIOLÓGICAS 13. Ao chegar ao Pará (Belém), encontrei a cidade, antes alegre e saudável, desolada por duas epidemias: a febre amarela e a varíola. O governo tomou todas as precauções sanitárias

Leia mais

Rachel Siqueira de Queiroz Simões, Ph.D rachelsqsimoes@gmail.com rachel.simoes@ioc.fiocruz.br

Rachel Siqueira de Queiroz Simões, Ph.D rachelsqsimoes@gmail.com rachel.simoes@ioc.fiocruz.br Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Casa da Medicina Unidade Gávea Coordenação Central de Extensão EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR Rachel Siqueira de Queiroz

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ-UECE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ-UECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ-UECE LABORATÓRIO DE BIOQUÍMICA HUMANA Maria Izabel Florindo Guedes Grupo de Pesquisa: Grupo de Inovação Biotecnológica em Saúde Maria Izabel Florindo Guedes Desenvolvimento

Leia mais

Resultados Figura 25. Células CHO transfectadas com o vetor pegfp-condroitinase AC secretam a enzima com baixa atividade.

Resultados Figura 25. Células CHO transfectadas com o vetor pegfp-condroitinase AC secretam a enzima com baixa atividade. Figura 25. Células CHO transfectadas com o vetor pegfp-condroitinase AC secretam a enzima com baixa atividade. A atividade enzimática da condroitinase AC foi medida pela quantificação do condroitim sulfato

Leia mais

c) Macrófagos e células B apresentam antígenos a células T helper. (Preencha as lacunas.). 2 pontos.

c) Macrófagos e células B apresentam antígenos a células T helper. (Preencha as lacunas.). 2 pontos. Questão 1 Você é um imunologista que quer ficar rico e decide deixar o mundo da ciência, conseguindo um emprego como consultor de roteiro em um novo seriado de drama médico. Você avalia o conhecimento

Leia mais

Diretrizes de Exame de Pedidos de Patente na Área de Biotecnologia

Diretrizes de Exame de Pedidos de Patente na Área de Biotecnologia MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL DIRETORI A DE P ATENTES Diretrizes de Exame de Pedidos de Patente na Área de Biotecnologia Março

Leia mais

VI Congresso Brasileiro de Biossegurança Simpósio Latino-Americano de Produtos Biotecnológicos

VI Congresso Brasileiro de Biossegurança Simpósio Latino-Americano de Produtos Biotecnológicos VI Congresso Brasileiro de Biossegurança Simpósio Latino-Americano de Produtos Biotecnológicos Rio de Janeiro, 21-25 setembro de 2009 Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ Construções Mais Comuns

Leia mais

CICLO CELULAR. Profª Ana Luisa Miranda Vilela. e adultos aproximadamente 100 trilhões de células, todas derivadas do ovo fertilizado.

CICLO CELULAR. Profª Ana Luisa Miranda Vilela. e adultos aproximadamente 100 trilhões de células, todas derivadas do ovo fertilizado. Profª Ana Luisa Miranda Vilela CICLO CELULAR e adultos aproximadamente 100 trilhões de células, todas derivadas do ovo fertilizado. Grande número de células se dividem continuamente, substituindo as que

Leia mais

Tecnologia do DNA Recombinante-TDR

Tecnologia do DNA Recombinante-TDR Tecnologia do DNA Recombinante-TDR (clonagem de DNA) CONSTRUINDO A MOLÉCULA DE DNA RECOMBINANTE, BIOTECNOLOGIA:Engenharia genética. A utilização de microorganismos, plantas e animais para a produção de

Leia mais

Biologia - Grupos A e B - Gabarito revisto

Biologia - Grupos A e B - Gabarito revisto revisto 1 a QUESTÃO: (2, pontos) Avaliador Revisor Em estudos com um vegetal terrestre foram utilizadas plantas jovens com genótipo mutante (M), que não apresentam a formação de uma estrutura presente

Leia mais

Mitocôndrias e Cloroplastos

Mitocôndrias e Cloroplastos Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Departamento de Morfologia Biologia Celular Mitocôndrias e Cloroplastos Características gerais de mitocôndrias e cloroplastos Mitocôndrias

Leia mais

Dengue NS1 Antígeno: Uma Nova Abordagem Diagnóstica

Dengue NS1 Antígeno: Uma Nova Abordagem Diagnóstica Dengue NS1 Antígeno: Uma Nova Abordagem Diagnóstica Dengue é uma doença endêmica que afeta mais de 100 países, incluindo as regiões de clima tropical e subtropical da África, Américas, Leste do Mediterrâneo,

Leia mais

Sequenciamento de genomas

Sequenciamento de genomas Sequenciamento de genomas 1 o genoma completo vírus OX174 5.000 nt (Sanger et al. 1977) em 1977 1000 pb sequenciados por ano neste ritmo genoma E. coli K-12 4.6-Mbp levaria mais de 1000 anos para ser completo

Leia mais

ISOLAMENTO E MANIPULAÇÃO DE UM GENE

ISOLAMENTO E MANIPULAÇÃO DE UM GENE ISOLAMENTO E MANIPULAÇÃO DE UM GENE ISOLAMENTO E MANIPULAÇÃO DE UM GENE Importância da Engenharia Genética Diversidade biológica X Diversidade gênica Etapas básicas da Clonagem Escolha e amplificação do

Leia mais

Do neurônio biológico ao neurônio das redes neurais artificiais

Do neurônio biológico ao neurônio das redes neurais artificiais Do neurônio biológico ao neurônio das redes neurais artificiais O objetivo desta aula é procurar justificar o modelo de neurônio usado pelas redes neurais artificiais em termos das propriedades essenciais

Leia mais

Portuguese Summary. Resumo

Portuguese Summary. Resumo Portuguese Summary Resumo 176 Resumo Cerca de 1 em 100 indivíduos não podem comer pão, macarrão ou biscoitos, pois eles têm uma condição chamada de doença celíaca (DC). DC é causada por uma das intolerâncias

Leia mais

A partícula viral infectante, chamada vírion, consiste de um ácido nucléico e de uma capa protéica externa (capsídeo). O conjunto do genoma mais o

A partícula viral infectante, chamada vírion, consiste de um ácido nucléico e de uma capa protéica externa (capsídeo). O conjunto do genoma mais o 1 A partícula viral infectante, chamada vírion, consiste de um ácido nucléico e de uma capa protéica externa (capsídeo). O conjunto do genoma mais o capsídeo de um vírion é denominado de nucleocapsídeo.

Leia mais

VIRUS O QUE SÃO VIRUS São as menores entidades biológicas: têm DNA e proteínas. Medem entre 15 e 300 nm. São seres acelulares: São parasitas intracelulares obrigatórios: Só se reproduzem dentro de células.

Leia mais

Problemas de Engenharia Genética

Problemas de Engenharia Genética Engenharia Genética Secção de Genética e Dinâmica de Populações Departamento de Biologia Vegetal Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Problemas de Engenharia Genética 2. Técnicas de análise

Leia mais

AGUARDE O AVISO PARA INICIAR SUA PROVA

AGUARDE O AVISO PARA INICIAR SUA PROVA A 2 a etapa Instruções ao candidato O tempo disponível para realizar as provas dos dois cadernos que você recebeu o das provas específicas e o da redação é de quatro horas e trinta minutos. Verifique se

Leia mais

Avaliação Curso de Formação Pós-Graduada da Biologia Molecular à Biologia Sintética 15 de Julho de 2011 Nome

Avaliação Curso de Formação Pós-Graduada da Biologia Molecular à Biologia Sintética 15 de Julho de 2011 Nome 1 Avaliação Curso de Formação Pós-Graduada da Biologia Molecular à Biologia Sintética 15 de Julho de 2011 Nome 1 - As enzimas de restrição ou endonucleases recebem uma designação que provem (1 valor) a)

Leia mais

EDITORIAL / EDITORIAL CÉLULA-TRONCO. discreta de células-tronco adultas fazem a reposição. laboratório, determinar suas propriedades

EDITORIAL / EDITORIAL CÉLULA-TRONCO. discreta de células-tronco adultas fazem a reposição. laboratório, determinar suas propriedades EDITORIAL / EDITORIAL CÉLULA-TRONCO José Carlos Rossini Iglézias* As células-tronco são importantes para os organismos vivos por várias razões. No embrião, na fase do terceiro ao quinto dia de idade -

Leia mais

Técnicas de PCR: Aplicações e Padronização de Reações

Técnicas de PCR: Aplicações e Padronização de Reações Técnicas de PCR: Aplicações e Padronização de Reações BSc. Daniel Perez Vieira (Protozoologia-IMTSP/ Laboratório de Biologia Molecular-IPEN) Aula 3 - Análise dos produtos: Qualitativa e Semi- Quantitativa

Leia mais

CONTROLE E INTEGRAÇÂO

CONTROLE E INTEGRAÇÂO CONTROLE E INTEGRAÇÂO A homeostase é atingida através de uma série de mecanismos reguladores que envolve todos os órgãos do corpo. Dois sistemas, entretanto, são destinados exclusivamente para a regulação

Leia mais

Organização do Material Genético nos Procariontes e Eucariontes

Organização do Material Genético nos Procariontes e Eucariontes Organização do Material Genético nos Procariontes e Eucariontes Organização do Material Genético nos Procariontes e Eucariontes Procariontes Eucariontes Localização Organização Forma Disperso no citoplasma

Leia mais

Biologia Avançada Jatropha curcas L.

Biologia Avançada Jatropha curcas L. 1 Pesquisadores: Hugo Bruno C. Molinari Betania F. Quirino Biologia Avançada Jatropha curcas L. Maior banco de informações moleculares em todo o mundo Gerar ferramentas para subsidiar programa de Melhoramento

Leia mais

Questão 1. Questão 3. Questão 2 1ª PARTE: QUESTÕES OBJETIVAS. alternativa E. alternativa B. A, B e C pertenceriam, respectivamente, a organismos

Questão 1. Questão 3. Questão 2 1ª PARTE: QUESTÕES OBJETIVAS. alternativa E. alternativa B. A, B e C pertenceriam, respectivamente, a organismos 1ª PARTE: QUESTÕES OBJETIVAS Questão 1 O exame de um epitélio e do tecido nervoso de um mesmo animal revelou que suas células apresentam diferentes características. Isso ocorre porque a) as moléculas de

Leia mais

BIOFÍSICA DAS RADIAÇÕES IONIZANTES

BIOFÍSICA DAS RADIAÇÕES IONIZANTES BIOFÍSICA DAS RADIAÇÕES IONIZANTES DANOS RADIOINDUZIDOS NA MOLÉCULA DE DNA Por ser responsável pela codificação da estrutura molecular de todas as enzimas da células, o DNA passa a ser a molécula chave

Leia mais

Genética. Leis de Mendel

Genética. Leis de Mendel Genética Leis de Mendel DEFINIÇÕES GENES: Pedaços de DNA síntese de determinada proteína. LOCUS GÊNICO: É o local ocupado pelo gene no cromossomo. GENES ALELOS: Situam-se no mesmo Locus Gênico. HOMOZIGOTOS:

Leia mais

Construção de Bibliotecas de cdna

Construção de Bibliotecas de cdna Construção de Bibliotecas de cdna Claudia Teixeira Guimarães Antônio A.C. Purcino Eliane A. Gomes Jurandir V. Magalhães Newton P. Carneiro Elto E.G. Gama Robert E. Schaffert Sidney N. Parentoni Vera M.C.

Leia mais

Atividade à Distância Avaliativa - Probabilidade. 1 Probabilidade - Operações e Propriedades

Atividade à Distância Avaliativa - Probabilidade. 1 Probabilidade - Operações e Propriedades Universidade Estadual de Santa Cruz UESC Professora: Camila M. L Nagamine Bioestatística Atividade à Distância Avaliativa - Probabilidade Se ouço, esqueço; se vejo, recordo; se faço, aprendo. (Provérbio

Leia mais

DNA r ecomb m i b n i a n nt n e

DNA r ecomb m i b n i a n nt n e Tecnologia do DNA recombinante DNA recombinante molécula de DNA contendo sequências derivadas de mais de uma fonte. As primeiras moléculas de DNA recombinante 1972 Paul Berg : vírus SV40 + plasmídeo 1973:

Leia mais

DNA A molécula da vida. Prof. Biel Série: 9º ano

DNA A molécula da vida. Prof. Biel Série: 9º ano DNA A molécula da vida Prof. Biel Série: 9º ano DNA FINGER-PRINTING A expressão DNA "Finger-Print" (ou Impressões Genéticas) designa uma técnica de separação de segmentos de DNA que permite a identificação

Leia mais

TRIAGEM METABÓLICA POR PKS E NRPS EM ACTINOBACTÉRIAS ENDOFÍTICAS DE Citrus reticulata

TRIAGEM METABÓLICA POR PKS E NRPS EM ACTINOBACTÉRIAS ENDOFÍTICAS DE Citrus reticulata Quim. Nova, Vol. XY, No. 00, S1-S5, 200_ TRIAGEM METABÓLICA POR PKS E NRPS EM ACTINOBACTÉRIAS ENDOFÍTICAS DE Citrus reticulata Pedro L. R. da Cruz a, Leila R. Giarola b, Suellen da Silva Moraes a, Déborah

Leia mais

Exercícios Propostos - Transgênicos Professor Fernando

Exercícios Propostos - Transgênicos Professor Fernando Exercícios Propostos - Transgênicos Professor Fernando 1. (Unicamp) Existem mecanismos que normalmente impedem a troca de genes entre espécies distintas. Nos últimos anos, porém, as fronteiras entre as

Leia mais

Exercício 2 DNA e Eletroforese

Exercício 2 DNA e Eletroforese Exercício 2 DNA e Eletroforese Você já aprendeu sobre as enzimas de restrição e como elas clivam o DNA em fragmentos. Você também deve ter notado que, em alguns mapas de restrição, uma enzima pode produzir

Leia mais

Técnicas de biologia molecular. da análise de genes e produtos gênicos únicos a abordagens em larga escala

Técnicas de biologia molecular. da análise de genes e produtos gênicos únicos a abordagens em larga escala Técnicas de biologia molecular da análise de genes e produtos gênicos únicos a abordagens em larga escala os mesmos genes, qual a diferença? Dogma central Localizando alvos Técnicas iniciais para evidenciar

Leia mais

7.012 Conjunto de Problemas 4

7.012 Conjunto de Problemas 4 Nome Seção 7.012 Conjunto de Problemas 4 Pergunta 1 Você está estudando a síntese do aminoácido triptofano em bactérias. As enzimas TrpA, TrpB, TrpC, TrpD, TrpE e AroH são essenciais para a síntese desse

Leia mais

PUCRS CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Genética I AULA PRÁTICA APLICAÇÕES DAS TÉCNICAS DE PCR E ELETROFORESE DE DNA

PUCRS CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Genética I AULA PRÁTICA APLICAÇÕES DAS TÉCNICAS DE PCR E ELETROFORESE DE DNA Analise a seguinte situação hipotética (1): Uma equipe de pesquisadores está realizando um inventário da biodiversidade de uma área tropical ainda inexplorada, porém já sofrendo grande impacto de fragmentação

Leia mais

Gráfico 1: Frequência das formas clínico-histopatológicas da hanseníase, representada em porcentagem de casos.

Gráfico 1: Frequência das formas clínico-histopatológicas da hanseníase, representada em porcentagem de casos. 37 5-RESULTADOS Do total de 128 amostras estudadas, obtidos de 128 pacientes, 66 casos (51,56%) foram do sexo masculino e 62 casos (48,48%) do sexo feminino. A idade dos pacientes variou de 03 anos a 88

Leia mais

objetivos Complexidade dos genomas II AULA Pré-requisitos

objetivos Complexidade dos genomas II AULA Pré-requisitos Complexidade dos genomas II AULA 31 objetivos Ao final desta aula, você deverá ser capaz de: Explicar os fatores envolvidos com a complexidade dos genomas de eucariotos. Descrever as principais características

Leia mais

Biologia é a ciência que estuda os seres vivos (do grego - bios =vidae - logos = estudo, ou seja o estudo da vida). Debruça-se sobre o funcionamento

Biologia é a ciência que estuda os seres vivos (do grego - bios =vidae - logos = estudo, ou seja o estudo da vida). Debruça-se sobre o funcionamento 1 Biologia é a ciência que estuda os seres vivos (do grego - bios =vidae - logos = estudo, ou seja o estudo da vida). Debruça-se sobre o funcionamento dinâmico dos organismos desde uma escala molecular

Leia mais

Questão 13. Questão 15. Questão 14. Resposta. Resposta

Questão 13. Questão 15. Questão 14. Resposta. Resposta Questão 13 Ao chegar ao Pará (Belém), encontrei a cidade, antes alegre e saudável, desolada por duas epidemias: a febre amarela e a varíola. O governo tomou todas as precauções sanitárias imagináveis,

Leia mais

Resumos do 56º Congresso Nacional de Botânica.

Resumos do 56º Congresso Nacional de Botânica. Genômica Florestal: Oportunidades e Desafios DARIO GRATTAPAGLIA - EMBRAPA RECURSOS GENÉTICOS E BIOTECNOLOGIA/UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA dario@cenargen.embrapa.br Introdução Plantações florestais

Leia mais

Genética Aplicada (GAP) Assunto: Células-tronco, clonagem e transformação gênica

Genética Aplicada (GAP) Assunto: Células-tronco, clonagem e transformação gênica Genética Aplicada (GAP) Assunto: Células-tronco, clonagem e transformação gênica Técnico em Biotecnologia Módulo I Prof. Fábio Zanella Células-Tronco O que é? É um tipo de célula que pode: se diferenciar

Leia mais

Diagnóstico Microbiológico

Diagnóstico Microbiológico Diagnóstico Microbiológico Identificação e Tipagem Bacteriana Prof. Vânia Lúcia Diagnóstico clínico Sinais (mensuráveis) e sintomas (subjetivos) Origem Etiologia Natureza Diagnóstico laboratorial Identificação

Leia mais

Exame de 1ª Época Engenharia Genética 16 de Janeiro de 2009 Duração: 2h30min

Exame de 1ª Época Engenharia Genética 16 de Janeiro de 2009 Duração: 2h30min Nome: Curso: Nº Exame de 1ª Época Engenharia Genética 16 de Janeiro de 2009 Duração: 2h30min As bactérias Gram-negativas como Salmonella typhi têm de se adaptar a uma variedade de stresses ambientais extremos

Leia mais

LABORATÓRIO DE BIOENGENHARIA. Métodos rápidos de tipagem de microrganismos

LABORATÓRIO DE BIOENGENHARIA. Métodos rápidos de tipagem de microrganismos LABORATÓRIO DE BIOENGENHARIA Métodos rápidos de tipagem de microrganismos Tradicionalmente, o estudo de microrganismos, a nível genético, bioquímico/fisiológico ou apenas a nível de identificação, requer

Leia mais

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 37 BIOTECNOLOGIA

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 37 BIOTECNOLOGIA BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 37 BIOTECNOLOGIA Bactéria Plasmídeo Enzima de restrição corta o plasmídeo DNA Célula humana Gene para insulina Gene para insulina combinado ao DNA da bactéria com a DNA-ligase

Leia mais

c) Locus Gênico Local do cromossomo onde se localiza um gene.

c) Locus Gênico Local do cromossomo onde se localiza um gene. Aula Biologia Tio Ton Biologia 1) Conceitos Prévios a) Genética É a ciência que estuda a transmissão de características hereditárias de pais para filhos ao longo das gerações. b) Gene Segmento da molécula

Leia mais

Eletromagnetismo: imãs, bobinas e campo magnético

Eletromagnetismo: imãs, bobinas e campo magnético Eletromagnetismo: imãs, bobinas e campo magnético 22 Eletromagnetismo: imãs, bobinas e campo magnético 23 Linhas do campo magnético O mapeamento do campo magnético produzido por um imã, pode ser feito

Leia mais

Parte III: Manipulação da informação

Parte III: Manipulação da informação Parte III: Manipulação da informação Novos alvos terapêuticos É possível fazer uma classificação molecular dos tumores e correlacionar com prognóstico. E agora? Leucémias agudas : LMA (L. Mieloblástica

Leia mais

Atividades sobre Células-tronco, transgênicos e clonagem

Atividades sobre Células-tronco, transgênicos e clonagem CURSO TÉCNICO EM BIOTECNOLOGIA SUBSEQUENTE Aluno(a): Módulo: I Data: Professor(a): Fábio Zanella Comp. Curricular: Genética Aplicada CÉLULAS-TRONCO Atividades sobre Células-tronco, transgênicos e clonagem

Leia mais

Aula 8: Métodos de Purificação de Proteínas Recombinantes

Aula 8: Métodos de Purificação de Proteínas Recombinantes Disciplina de Mét. Purif. e Anál. Proteínas Curso de Ciências Biológicas 1º Semestre de 2015 Aula 8: Métodos de Purificação de Proteínas Recombinantes Prof. Marcos Túlio de Oliveira mtoliveira@fcav.unesp.br

Leia mais

Criopreservação de embriões murinos em biotérios

Criopreservação de embriões murinos em biotérios Criopreservação de embriões murinos em biotérios Luiz Augusto Corrêa Passos Ana Maria Aparecida Guaraldo Delma Pegolo Alves Luiz Afonso Pires Thiago Marinho Santana Thiago Henrique Cimadon Dini SciELO

Leia mais

Várias classificações já foram propostas. Adotaremos a classificação proposta por Whittaker e adotada pelo naturalista sueco Lineu (1707-1778).

Várias classificações já foram propostas. Adotaremos a classificação proposta por Whittaker e adotada pelo naturalista sueco Lineu (1707-1778). NOMENCLATURA CIENTÍFICA E AS CATEGORIAS TAXONÔMICAS Nome científico de uma espécie Para escrevermos o nome científico de uma espécie, utilizamos as regras propostas por Lineu: 1. O nome deve ser escrito

Leia mais

Replicação viral. Princípios gerais

Replicação viral. Princípios gerais Replicação viral Princípios gerais Vírus replicam através da montagem de componentes pré formados Adaptado de D. E. White and F. J. Fenner. Medical Virology, Fourth Edition. Academic Press, 1994 Esquema

Leia mais

Painéis Do Organismo ao Genoma

Painéis Do Organismo ao Genoma Painéis Do Organismo ao Genoma A série de 5 painéis do organismo ao genoma tem por objetivo mostrar que os organismos vivos são formados por células que funcionam de acordo com instruções contidas no DNA,

Leia mais

Com Ciência - Células-tronco: a promessa da medicina regenerativa

Com Ciência - Células-tronco: a promessa da medicina regenerativa Página 1 de 5 Editorial A esperança celular Carlos Vogt Reportagens Pesquisa brasileira em CT já apresenta resultados Em meio à discussão ética, a pesquisa avança em todo o mundo Faltam leis, sobra polêmica

Leia mais

PS 4 Soluções Pergunta 1

PS 4 Soluções Pergunta 1 PS 4 Soluções Pergunta 1 Você está estudando a síntese do aminoácido triptofano em bactérias. As enzimas TrpA, TrpB, TrpC, TrpD, TrpE e AroH são essenciais para a síntese desse aminoácido. Bactérias do

Leia mais

Faculdade de Farmácia Helena Rebelo de Andrade

Faculdade de Farmácia Helena Rebelo de Andrade a ia c á do a r M PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS rm a F e d c a F s; a ic t êu c a m r a F s ia c ên i C em eg t n I o d a r t es v i n U L e d o b s i Família Coronavidae Género Alphacoronavirus Mamíferos

Leia mais

Onde surge uma célula, existia uma célula prévia, exatamente como os animais só surgem de animais e as plantas de plantas. Rudolf Virchow, 1958

Onde surge uma célula, existia uma célula prévia, exatamente como os animais só surgem de animais e as plantas de plantas. Rudolf Virchow, 1958 Onde surge uma célula, existia uma célula prévia, exatamente como os animais só surgem de animais e as plantas de plantas Rudolf Virchow, 1958 CICLO CELULAR A vida das células é formada por dois períodos:

Leia mais

BIOTECNOLOGIA. 2. Conceito de clonagem molecular

BIOTECNOLOGIA. 2. Conceito de clonagem molecular BIOTECNOLOGIA 1. Introdução Até a década de 70, o DNA era o componente celular mais difícil de ser analisado. Sua seqüência de nucleotídeos de enorme tamanho e monotonia química era geralmente analisada

Leia mais

BASES NITROGENADAS DO RNA

BASES NITROGENADAS DO RNA BIO 1E aula 01 01.01. A determinação de como deve ser uma proteína é dada pelos genes contidos no DNA. Cada gene é formado por uma sequência de códons, que são sequências de três bases nitrogenadas que

Leia mais

deficiências gênicas em amostras de DNA, de seres humanos e/ou animais, o qual além

deficiências gênicas em amostras de DNA, de seres humanos e/ou animais, o qual além "PROCESSO DE IDENTIFICAÇÃO E INVESTIGAÇÃO DE DEFICIENCIAS GÊNICAS COM UTILIZAÇÃO DE FLUORESCÊNCIA, OU PROCESSO PCR MULTIPLEX FLUORESCENTE". Trata o presente relatório da descrição detalhada acompanhada

Leia mais

MUTAÇÃO. O que é mutação? - Alteração no material genético.

MUTAÇÃO. O que é mutação? - Alteração no material genético. Universidade Federal do Piauí Núcleo de Estudos em Genética e Melhoramento (GEM) CNPJ: 12.597.925/0001-40 Rua Dirce de Oliveira,3597- Socopo/Teresina-PI Mutação MARIANE DE MORAES COSTA Teresina, 01 de

Leia mais

HPV: DIAGNÓSTICO E PREVENÇÃO

HPV: DIAGNÓSTICO E PREVENÇÃO HPV: DIAGNÓSTICO E PREVENÇÃO Bruna Rezende, Rassan Dyego Romão Silva e Antonio Jose Dias Martins Faculdade Alfredo Nasser Aparecida de Goiânia GO Brasil rassandyego@hotmail.com Orientadora: Daniella Cavalcante

Leia mais

Extração de DNA. Prof. Silmar Primieri

Extração de DNA. Prof. Silmar Primieri Extração de DNA Prof. Silmar Primieri Conceitos Prévios O que é DNA? Onde se localiza o DNA na célula? Do que são formadas as membranas celulares? Qual a estrutura do DNA? O que é DNA? Unidade básica informacional

Leia mais

(21)PI0518728-1 A2. 11 BOI ilp i ll 8 112 LO A 2 11 IR HM ESPECIFICO HA2 ESPECIFICO. . 1000- o á 500- 92 92 38 94 36 39 37 40 T

(21)PI0518728-1 A2. 11 BOI ilp i ll 8 112 LO A 2 11 IR HM ESPECIFICO HA2 ESPECIFICO. . 1000- o á 500- 92 92 38 94 36 39 37 40 T (21)PI0518728-1 A2 (22) Data de Depósito: 09/12/2005 (43) Data da Publicação: 02/12/2008 (RPI 1978) 11 BOI ilp i ll 8 112 LO A 2 11 (51) Int.CI.: A61K 39/12 (2008.04) A61K 39/145 (2008.04) A61 K 39/23

Leia mais

A A A A A A A A A A A A A A A BIOLOGIA

A A A A A A A A A A A A A A A BIOLOGIA BIOLOGI 1 Leia o texto a seguir. Turritopsis dohrnii é uma espécie de hidrozoário conhecida atualmente como água- -viva imortal. Seu curioso ciclo de vida foi descoberto em 1988 por Christian Sommer, um

Leia mais

Biologia Molecular de Corinebactérias Produtoras de Aminoácidos: Análise do Genoma de Brevibacterium lactofermentum ATCC 13869

Biologia Molecular de Corinebactérias Produtoras de Aminoácidos: Análise do Genoma de Brevibacterium lactofermentum ATCC 13869 Biologia Molecular de Corinebactérias Produtoras de Aminoácidos: Análise do Genoma de Brevibacterium lactofermentum ATCC 13869 António Carlos Matias Correia Dissertação apresentada à Universidade de Aveiro

Leia mais

PROVA DE BIOLOGIA. Observe o esquema, que representa o transporte de lipoproteína LDL para dentro da célula. Receptores de LDL.

PROVA DE BIOLOGIA. Observe o esquema, que representa o transporte de lipoproteína LDL para dentro da célula. Receptores de LDL. 11 PROVA DE BIOLOGIA Q U E S T Ã O 1 6 Observe o esquema, que representa o transporte de lipoproteína LDL para dentro da célula. Partícula de LDL (Lipoproteína de baixa densidade) Receptores de LDL Endossomo

Leia mais

CÉLULAS-TRONCO E GENÉTICA DESAFIOS NA CIÊNCIA. Mayana Zatz CENTRO DE ESTUDOS DO GENOMA HUMANO

CÉLULAS-TRONCO E GENÉTICA DESAFIOS NA CIÊNCIA. Mayana Zatz CENTRO DE ESTUDOS DO GENOMA HUMANO CÉLULAS-TRONCO E GENÉTICA DESAFIOS NA CIÊNCIA Mayana Zatz CENTRO DE ESTUDOS DO GENOMA HUMANO AS GRANDES REVOLUÇÕES DA ÚLTIMA DÉCADA O Projeto Genoma Humano A CLONAGEM e AS CÉLULAS-TRONCO Como isso nos

Leia mais

WHO GLOBAL SALM-SURV NÍVEL III

WHO GLOBAL SALM-SURV NÍVEL III WHO GLOBAL SALM-SURV NÍVEL III CAMPYLOBACTER spp. Multiplex PCR para detecção de C. jejuni e C. coli Grace Theophilo LRNCEB IOC/FIOCRUZ gtheo@ioc.fiocruz.br Diagnóstico molecular para Campylobacter spp.

Leia mais

PROVA DE AVALIAÇÃO DOS CONHECIMENTOS E COMPETÊNCIAS BIOLOGIA. Nome:

PROVA DE AVALIAÇÃO DOS CONHECIMENTOS E COMPETÊNCIAS BIOLOGIA. Nome: PROVA DE AVALIAÇÃO DOS CONHECIMENTOS E COMPETÊNCIAS BIOLOGIA 13/06/2011 Nome: 1. Classifique as afirmações seguintes como verdadeira (V) ou falsa (F): a) A espermatogénese é um processo contínuo, com inicio

Leia mais

Seleção Artificial. "A seleção feita pelo homem visa apenas seu próprio bem; a da natureza visa, de forma exclusiva, o bem do indivíduo modificado".

Seleção Artificial. A seleção feita pelo homem visa apenas seu próprio bem; a da natureza visa, de forma exclusiva, o bem do indivíduo modificado. Biotecnologia Seleção Artificial Processo conduzido pelo ser humano de cruzamentos seletivos com o objetivo de selecionar características desejáveis em animais, plantas e outros seres vivos. "A seleção

Leia mais

SÍNTESES NUCLEARES. O DNA éo suporte da informação genética. Parte 1 Replicação

SÍNTESES NUCLEARES. O DNA éo suporte da informação genética. Parte 1 Replicação SÍNTESES NUCLEARES O DNA éo suporte da informação genética Parte 1 Replicação Estrutura do DNA Replicação do DNA Nucleótidos A informação genética das células é armazenada sob a forma de 2 moléculas similares:

Leia mais

REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR)

REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) Área de Ciências da Saúde Curso de Medicina Módulo: Saúde do Adulto e Idoso II GENÉTICA HUMANA Professora: Dra. Juliana Schmidt REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) A molécula de DNA é um longo polímero

Leia mais

A transgenia não é a única estratégia para a transformação genética de plantas

A transgenia não é a única estratégia para a transformação genética de plantas A transgenia não é a única estratégia para a transformação genética de plantas MARIA HELENA BODANESE ZANETTINI - DEPARTAMENTO DE GENÉTICA, INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, UFRGS maria.zanettini@ufrgs.br A base

Leia mais

Plantas Transgênicas

Plantas Transgênicas Plantas Transgênicas Organismo geneticamente modificado (OGM): Transgênico Organismo que recebeu um ou mais genes de outro organismo e passa a expressar uma nova característica de especial interesse. DNA

Leia mais

REGISTRO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS FORMULÁRIO DE REGISTRO DE VACINAS DE SUBUNIDADES OBTIDAS POR MÉTODOS BIOTECNOLÓGICOS

REGISTRO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS FORMULÁRIO DE REGISTRO DE VACINAS DE SUBUNIDADES OBTIDAS POR MÉTODOS BIOTECNOLÓGICOS CAMEVET Cód.: TRÂMITE Data de vigência REGISTRO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS FORMULÁRIO DE REGISTRO DE VACINAS DE SUBUNIDADES OBTIDAS POR MÉTODOS BIOTECNOLÓGICOS REPRESENTACIÓN REGIONAL DE LA OIE PARA LAS

Leia mais

Diagnóstico Laboratorial das Infecções Virais

Diagnóstico Laboratorial das Infecções Virais Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais http://www.icb.ufmg.br/mic/diaadia Diagnóstico Laboratorial das Infecções Virais Introdução A análise

Leia mais

Aplicações da biotecnologia na área animal

Aplicações da biotecnologia na área animal Aplicações da biotecnologia na área animal As aplicações da biotecnologia moderna na área animal são múltiplas e têm um mercado potencial de bilhões de dólares por ano. A competição por tal mercado exige

Leia mais

PLANO DE AULAS - MÓDULO CÉLULA E GENOMA Unidade Núcleo e Controle Celular

PLANO DE AULAS - MÓDULO CÉLULA E GENOMA Unidade Núcleo e Controle Celular PLANO DE AULAS - MÓDULO CÉLULA E GENOMA Unidade Núcleo e Controle Celular Professores responsáveis: Antonio Dégas, Laura Araújo Tomé e Daniela Alves Silvestre AULA 5 e 6 - PBL Câncer OBJETIVOS - Compreender

Leia mais

A agricultura moderna está sendo revolucionada pela introdução de plantas geneticamente modificadas;

A agricultura moderna está sendo revolucionada pela introdução de plantas geneticamente modificadas; EXPRESSÃO DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO HUMANO PROCESSADO EM SEMENTES DE PLANTAS TRANSGÊNICAS DE TABACO ADILSON LEITE, EDSON L. KEMPER, MÁRCIO J. DA SILVA, AUGUSTO D. LUCHESI, RODRIGO M.P. SILOTO, ERIC D.

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DE GENES EM BACTÉRIAS

TRANSFERÊNCIA DE GENES EM BACTÉRIAS TRANSFERÊNCIA DE GENES EM BACTÉRIAS SEXO BACTERIANO Bactérias podem trocar ou transferir DNA entre elas por três diferentes vias. Em todos os casos, as células que fornecem o DNA são chamadas de DOADORAS

Leia mais

Questão 89. Questão 91. Questão 90. alternativa A. alternativa E

Questão 89. Questão 91. Questão 90. alternativa A. alternativa E Questão 89 O esquema representa o sistema digestório humano e os números indicam alguns dos seus componentes. Nível de açúcar no sangue mg/100ml 200 150 100 50 B A 0 1 2 3 4 5 Número de horas após a alimentação

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS - CEUA - UEFS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS - CEUA - UEFS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS - CEUA - UEFS PROTOCOLO PARA USO DE ANIMAIS EM PESQUISA PROTOCOLO N 1. Título do Projeto

Leia mais