Substituir resoluções do conselho nacional de trânsito (contran)

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1 RETIFICAÇãO DO edital Normativo n. 1 Detran/DF Agente de trânsito Conhecimentos específicos Substituir resoluções do conselho nacional de trânsito (contran) n. 149, de 19 de setembro de 2006 por n. 227, de 09 de fevereiro de 2007 N. 383, de 02 de junho de 2011 por n. 254, de 26 de outubro de 2007 n. 384, de 02 de junho de 2011 por n. 292, de 29 de agosto de 2008 n. 386, de 02 de junho de 2011 por n. 363, de 28 de outubro de 2010 RESOLUÇÃO N. 227, DE 09 DE FEVEREIRO DE 2007 Estabelece requisitos referentes aos sistemas de iluminação e sinalização de veículos. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO CONTRAN, usando da competência que lhe confere o inciso I do art. 12 da Lei n , de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro CTB, e conforme o Decreto n , de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema Nacional de Trânsito, e Considerando que nenhum veículo poderá transitar nas vias terrestres abertas à circulação pública sem que ofereça as condições mínimas de segurança; Considerando que a normalização dos sistemas de iluminação e sinalização é de vital importância na manutenção da segurança do Trânsito; Considerando a necessidade de aperfeiçoar e atualizar os requisitoss de segurança para os veículos nacionais e importados, resolve: Art. 1º Os automóveis, camionetas, utilitários, caminhonetes, caminhões, caminhão trator, ônibus, micro-ônibus, reboques e semirreboques novos saídos de fábrica, nacionais e importados a partir de , deverão estar equipados com sistema de iluminação veicular, de acordo com as exigências estabelecidas por esta Resolução e seus Anexos. 1º Os dispositivos componentes dos sistemas de iluminação e de sinalização veicular devem atender ao estabelecido nos Anexos que fazem parte dessa Resolução:* 1 Anexo 1 Instalação de dispositivos de iluminação e sinalização luminosa. Anexo 2 Faróis principais emitindo fachos assimétricos e equipados com lâmpadas de filamento. * Os anexos que fazem parte dessa Resolução podem ser consultados, na íntergra, por meio de: TRAN_227.pdf Anexo 3 Faróis de neblina dianteiros. Anexo 4 Lanternas de marcha a ré. Anexo 5 Lanternas indicadores de direção. Anexo 6 Lanternas de posição dianteiras e traseiras, lanternas de freio e lanternas delimitadoras traseiras. Anexo 7 Lanterna de iluminação da placa traseira. Anexo 8 Lanternas de neblina traseiras. Anexo 9 Lanternas de estacionamento. Anexo 10 Faróis principais equipados com fonte de luz de descarga de gás. Anexo 11 Fonte de luz para uso em farol de descarga de gás. Anexo 12 Retrorrefletores. Anexo 13 Lanterna de posição lateral. Anexo 14 Farol de rodagem diurna. 2º Os veículos inacabados (chassi de caminhão com cabina e sem carroçaria com destino ao concessionário, encarroçador ou, ainda, a serem complementados por terceiros), não estão sujeitos à aplicação dos dispositivos relacionados abaixo: a) lanternas delimitadoras traseiras; b) lanternas laterais traseiras e intermediárias; c) retrorrefletores laterais traseiros e intermediários. 3º Os dispositivos mencionados no parágrafo anterior devem ser aplicados, conforme o caso, quando da complementação do veículo. 4º Os veículos inacabados (chassi de caminhão com cabina incompleta ou sem cabina, chassi e plataforma para ônibus ou microônibus) com destino ao concessionário, encarroçador ou, ainda, a serem complementados por terceiros, não estão sujeitos à aplicação dos dispositivos relacionados abaixo: a) lanternas delimitadoras dianteiras e traseiras; b) lanternas laterais e dianteiras, traseiras e intermediárias; c) retrorrefletores laterais e dianteiros, traseiros e intermediários; d) lanternas de iluminação da placa traseira; e e) lanterna de marcha a ré. 1

2 5º Os dispositivos mencionados no parágrafo anterior devem ser aplicados, conforme o caso, quando da complementação do veículo. 6º Os veículos inacabados (chassi de caminhão com cabina incompleta ou sem cabina, chassi e plataforma para ônibus ou micro-ônibus, com destino ao concessionário, encarroçador ou, ainda, a serem complementados por terceiros) não estão sujeitos ao cumprimento dos requisitos de iluminação e sinalização, quanto à posição de montagem e prescrições fotométricas estabelecidas na presente Resolução, para aqueles dispositivos luminosos a serem substituídos ou modificados quando da sua complementação. Art. 2º Serão aceitas inovações tecnológicas ainda que não contempladas nos requisitos estabelecidos nos Anexos, mas que comprovadamente assegurem a sua eficácia e segurança dos veículos, desde que devidamente avaliadas e aprovadas pelo órgão máximo executivo de trânsito da União. Art. 3º Para fins de conformidade com o disposto nos Anexos da presente Resolução, serão aceitos os resultados de ensaios emitidos por órgão acreditado pelo INMETRO Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. Art. 4º Fica a critério do órgão máximo executivo de trânsito da União admitir, para efeito de comprovação do atendimento das exigências desta Resolução, os resultados de testes e ensaios obtidos por procedimentos similares de mesma eficácia, realizados no exterior. Art. 5º Fica a critério do órgão máximo executivo de trânsito da União homologar veículos que cumpram com os sistemas de iluminação que atendam integralmente à norma Norte Americana FMVSS 108. Art. 6º Os Anexos desta Resolução encontram-se disponíveis no sítio eletrônico Art. 7º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, produzindo seus efeitos a partir de , quando ficarão revogadas as Resoluções 680/87 e 692/88 do CONTRAN. ALFREDO PERES DA SILVA Presidente JAQUELINE FILGUEIRAS CHAPADENSE PACHECO Ministério das Cidades Suplente RODRIGO LAMEGO DE TEIXEIRA SOARES Ministério da Educação Titular JOÃO PAULO SYLLOS Ministério da Defesa Titular CARLOS ALBERTO FERREIRA DOS SANTOS Ministério do Meio Ambiente Suplente WALDEMAR FINI JUNIOR Ministério dos Transportes Suplente VALTER CHAVES COSTA Ministério da Saúde Titular RESOLUÇÃO N. 254, DE 26 DE OUTUBRO DE 2007 Estabelece requisitos para os vidros de segurança e critérios para aplicação de inscrições, pictogramas e películas nas áreas envidraçadas dos veículos automotores, de acordo com o inciso III, do artigo 111 do Código de Trânsito Brasileiro CTB O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO CONTRAN, usando das atribuições que lhe foram conferidas pelo inciso I, do art. 12, da Lei n , de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, e conforme o Decreto n , de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a Coordenação do Sistema Nacional de Trânsito, e Considerando a necessidade de regulamentar o uso dos vidros de segurança e definir parâmetros que possibilitem atribuir deveres e responsabilidades aos fabricantes e/ou a seus representantes, através de fixação de requisitos mínimos de segurança na fabricação desses componentes de veículos, para serem admitidos em circulação nas vias públicas nacionais; Considerando a necessidade de aperfeiçoar e atualizar os requisitos de segurança para os veículos automotores nacionais e importados; Considerando a necessidade de estabelecer os mesmos requisitos de segurança para vidros de segurança dotados ou não de películas, resolve: Art. 1º Os veículos automotores, os reboques e semirreboques deverão sair de fábrica com as suas partes envidraçadas equipadas com vidros de segurança que atendam aos termos desta Resolução e aos requisitos estabelecidos na NBR e suas normas complementares. 1º Esta exigência se aplica também aos vidros destinados a reposição. Art. 2º Para circulação nas vias públicas do território nacional é obrigatório o uso de vidro de segurança laminado no para-brisa de todos os veículos a serem admitidos e de vidro de segurança temperado, uniformemente protendido, ou laminado, nas demais partes envidraçadas. Art. 3º A transmissão luminosa não poderá ser inferior a 75% para os vidros incolores dos para-brisas e 70% para os para-brisas coloridos e demais vidros indispensáveis à dirigibilidade do veículo. 1º Ficam excluídos dos limites fixados no caput deste artigo os vidros que não interferem nas áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade do veículo. Para estes vidros, a transparência não poderá ser inferior a 28%. 2º Consideram-se áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade do veículo, conforme ilustrado no anexo desta resolução: I a área do para-brisa, excluindo a faixa periférica de serigrafia destinada a dar acabamento ao vidro e à área ocupada pela banda degrade, caso existente, conforme estabelece a NBR 9.491; 2

3 II as áreas envidraçadas situadas nas laterais dianteiras do veículo, respeitando o campo de visão do condutor. 3º Aplica-se ao vidro de segurança traseiro (vigia) o disposto no parágrafo primeiro, desde que o veículo esteja dotado de espelho retrovisor externo direito, conforme a legislação vigente. Art. 4º Os vidros de segurança a que se refere esta Resolução, produzidos no Brasil, deverão trazer marcação indelével em local de fácil visualização contendo, no mínimo, a marca do fabricante do vidro e o símbolo de conformidade com a legislação brasileira, definido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INMETRO. Art. 5º Fica a critério do DENATRAN admitir, exclusivamente para os vidros de segurança, para efeito de comprovação do atendimento às exigências desta Resolução, os resultados de testes e ensaios obtidos por procedimentos equivalentes, realizados no exterior. 1º Serão aceitos os resultados de ensaios admitidos por órgãos reconhecidos pela Comissão ou Comunidade Europeia e os Estados Unidos da América, em conformidade com os procedimentos adotados por esses organismos. 2º Nos casos previstos no 1º deste artigo, a identificação da conformidade dos vidros de segurança dar-se-á, alternada ou cumulativamente, através de marcação indelével que contenha no mínimo a marca do fabricante e o símbolo de conformidade da Comissão ou da Comunidade Europeia, constituídos pela letra E maiúscula acompanhada de um índice numérico, representando o país emitente do certificado, inseridos em um círculo, ou pela letra e minúscula acompanhada de um número representando o país emitente do certificado, inseridos em um retângulo e, se dos Estados Unidos da América, simbolizado pela sigla DOT. Art. 6º O fabricante, o representante e o importador do veículo deverão certificar-se de que seus produtos obedecem aos preceitos estabelecidos por esta Resolução, mantendo-se em condição de comprová-los, quando solicitados pelo Departamento Nacional de Trânsito DENATRAN. Art. 7º A aplicação de película não refletiva nas áreas envidraçadas dos veículos automotores, definidas no art. 1º, será permitida desde que atendidas as mesmas condições de transparência para o conjunto vidro-película estabelecidas no art. 3º desta Resolução. 1º A marca do instalador e o índice de transmissão luminosa existentes em cada conjunto vidro-película localizadas nas áreas indispensáveis à dirigibilidade serão gravados indelevelmente na película por meio de chancela, devendo ser visíveis pelos lados externos dos vidros. Art. 8º Fica proibida a aplicação de películas refletivas nas áreas envidraçadas do veículo. Art. 9º Fora das áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade do veículo, a aplicação de inscrições, pictogramas ou painéis decorativos de qualquer espécie será permitida, desde que o veículo possua espelhos retrovisores externos direito e esquerdo e que sejam atendidas as mesmas condições de transparência para o conjunto vidro- -pictograma/inscrição estabelecidas no 1º do art. 3º desta Resolução. Art. 10. A verificação dos índices de transmitância luminosa estabelecidos nesta Resolução será realizada na forma regulamentada pelo CONTRAN, mediante utilização de instrumento aprovado pelo INMETRO e homologado pelo DENATRAN. Art. 11. O disposto na presente Resolução não se aplica a máquinas agrícolas, rodoviárias e florestais e aos veículos destinados à circulação exclusivamente fora das vias públicas e nem aos veículos incompletos ou inacabados. Art. 12. O não cumprimento do disposto nesta Resolução implicará na aplicação das penalidades previstas no inciso XVI do art. 230 do Código de Trânsito Brasileiro. Art. 13. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as Resoluções n. 784/94, 73/98 e demais disposições em contrário. Alfredo Peres da Silva Presidente Elcione Diniz Macedo Ministério das Cidades José Antonio Silvério Ministério da Ciência e Tecnologia Rui César da Silveira Barbosa Ministério da Defesa Carlos Alberto Ferreira Dos Santos Ministério do Meio Ambiente Valter Chaves Costa Ministério da Saúde Edson Dias Gonçalves Ministério dos Transportes ANEXO As figuras contidas neste anexo exemplificam as prescrições desta Resolução. Áreas indispensáveis à dirigibilidade Demais áreas envidraçadas 3

4 RESOLUÇÃO N. 292, DE 29 DE AGOSTO DE 2008 Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts. 98 e 106 da Lei n , de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras providências. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO CONTRAN, usando da competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei n , de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro CTB, e conforme Decreto n , de 29 de maio de 2003, que trata da coordenação do Sistema Nacional de Trânsito, resolve: Art. 1º Estabelecer as modificações permitidas em veículo registrado no Órgão Executivo de Trânsito dos Estados ou do Distrito Federal. Parágrafo único. Os veículos e sua classificação quanto à espécie, tipo e carroçaria estão descritos no Anexo I da Resolução 291/08 CONTRAN. Art. 2º As modificações permitidas em veículos, bem como a exigência para cada modificação e a nova classificação dos veículos após modificados, quanto ao tipo/espécie e carroçaria, para fins de registro e emissão de CRV/CRLV, constam no Anexo desta Resolução. Parágrafo único. Além das modificações previstas nesta Resolução, também são permitidas as transformações em veículos previstas no Anexo II da Resolução n. 291/08 CONTRAN, as quais devem ser precedidas de obtenção de código de marca/modelo/versão nos termos nela estabelecidos. Art. 3º As modificações em veículos devem ser precedidas de autorização da autoridade responsável pelo registro e licenciamento. Parágrafo único. A não observância do disposto no caput deste artigo incorrerá nas penalidades e medidas administrativas previstas no art. 230, inciso VII, do Código de Trânsito Brasileiro. Art. 4º Quando houver modificação exigir-se-á realização de inspeção de segurança veicular para emissão do Certificado de Segurança Veicular, conforme regulamentação específica do INMETRO, expedido por Instituição Técnica Licenciada pelo DENATRAN, respeitadas as disposições constantes na tabela do Anexo desta Resolução. Parágrafo único. O número do Certificado de Segurança Veicular, deve ser registrado no campo das observações do Certificado de Registro de Veículos CRV e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos CRLV, enquanto que as modificações devem ser registradas nos campos específicos e, quando estes não existirem, no campo das observações do CRV/CRLV. Art. 5º Somente serão registrados, licenciados e emplacados com motor alimentado a óleo diesel, os veículos autorizados conforme a Portaria n. 23, de 6 de junho de 1994, baixada pelo extinto Departamento Nacional de Combustíveis DNC, do Ministério de Minas e Energia e regulamentação específica do DENATRAN. Parágrafo único. Fica proibida a modificação da estrutura original de fábrica dos veículos para aumentar a capacidade de carga, visando o uso do combustível diesel. Art. 6º Na troca do sistema de suspensão não será permitida a utilização de sistemas de suspensão com regulagem de altura. Parágrafo único. Para os veículos que tiverem sua suspensão modificada, deve-se fazer constar no campo das observações do Certificado de Registro de Veículo CRV e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo CRLV a nova altura do veículo medida verticalmente do solo ao ponto do farol baixo (original) do veículo. Art. 7º É permitido, para fins automotivos, exceto para ciclomotores, motonetas, motocicletas e triciclos, o uso do Gás Natural Veicular GNV como combustível. 1º Os componentes do sistema devem estar certificados no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, conforme regulamentação específica do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INMETRO. 2º Por ocasião do registro será exigido dos veículos automotores que utilizarem como combustível o Gás Natural Veicular GNV: I Certificado de Segurança Veicular expedido por Instituição Técnica Licenciada pelo DENATRAN e acreditada pelo INMETRO, conforme regulamentação específica, onde conste a identificação do instalador registrado pelo INMETRO, que executou o serviço. II O Certificado Ambiental para uso de Gás Natural em Veículos Automotores CAGN, expedido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis IBAMA, ou a posição do número do mesmo no. 3º Anualmente, para o licenciamento dos veículos que utilizam o Gás Natural Veicular como combustível será exigida a apresentação de novo Certificado de Segurança Veicular. 4

5 Art. 8º Ficam proibidas: I A utilização de rodas/pneus que ultrapassem os limites externos dos para-lamas do veículo; II O aumento ou diminuição do diâmetro externo do conjunto pneu/roda; III A substituição do chassi ou monobloco de veículo por outro chassi ou monobloco, nos casos de modificação, furto/roubo ou sinistro de veículos, com exceção de sinistros em motocicletas e assemelhados. IV A alteração das características originais das molas do veículo, inclusão, exclusão ou modificação de dispositivos da suspensão. Art. 9º O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INMETRO deverá estabelecer programa de avaliação da conformidade para os seguintes produtos: a) eixo veicular para caminhão, caminhão-trator, ônibus, reboques e semirreboques; b) eixo direcional para caminhões, caminhões-tratores, ônibus, reboques e semirreboques; c) eixo auto-direcional traseiro para caminhões, caminhões-tratores, ônibus, reboques e semirreboques. 1º Para as modificações previstas nas alíneas deste artigo, será exigido o Certificado de Segurança Veicular, a Comprovação de atendimento à regulamentação do INMETRO e Nota Fiscal do eixo, o qual deverá ser sem uso. 2º Enquanto o INMETRO não estabelecer o programa de avaliação da conformidade dos produtos elencados neste artigo, os DETRANs deverão exigir, para fins de registro das alterações, o Certificado de Segurança Veicular, a Nota Fiscal do eixo sem uso, Anotação de Responsabilidade Técnica para a adaptação, emitida por profissional legalmente habilitado e, no caso de eixos direcionais ou autodirecionais, notas fiscais dos componentes de direção, os quais deverão ser sem uso. Art. 10. Dos veículos que sofrerem modificações para viabilizar a condução por pessoa com deficiência ou para aprendizagem em centros de formação de condutores deve ser exigido o Certificado de Segurança Veicular. Art. 11. Os veículos pré-cadastrados, cadastrados ou modificados a partir da data de entrada em vigor desta Resolução devem ser classificados conforme a tabela constante no Anexo. Art. 12. Em caso de complementação de veículo inacabado tipo caminhão, com carroçaria aberta ou fechada, os órgãos executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal devem registrar no Certificado de Registro de Veículos CRV e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos CRLV o comprimento da carroçaria. Art. 13. Fica garantido o direito de circulação, até o sucateamento, aos veículos modificados antes da entrada em vigor desta Resolução, desde que os seus proprietários tenham cumprido todos os requisitos exigidos para a sua regularização, mediante comprovação no Certificado de Registro de Veículo CRV e no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo CRLV. Art. 14. Serão consideradas alterações de cor aquelas realizadas através de pintura ou adesivamento em área superior a 50% do veículo, excluídas as áreas envidraçadas. Parágrafo único. será atribuída a cor fantasia quando for impossível distinguir uma cor predominante no veículo. Art. 15. Na substituição de equipamentos veiculares, em veículos já registrados, os Órgãos Executivos de Trânsito dos Estados e do Distrito Federal devem exigir a apresentação dos seguintes documentos em relação ao equipamento veicular: I Equipamento veicular novo ou fabricado após a entrada em vigor da Portaria n. 27 do DENATRAN, de 07 de maio de 2002: a) ; b) CAT; c) Nota Fiscal; II Equipamento veicular usado ou reformado fabricado antes da entrada em vigor da Portaria n. 27 do DENATRAN, de 07 de maio de 2002: a), b) comprovação da procedência, através de nota fiscal original de venda ou mediante declaração do proprietário, responsabilizando-se civil e criminalmente pela procedência lícita do equipamento veicular. Art. 16. O órgão máximo executivo de trânsito da União DENATRAN poderá mediante estudos técnicos elaborados pela Coordenação Geral de Infraestrutura de Trânsito alterar a tabela constante do Anexo. Art. 17. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogada a Resolução n. 262/07 CONTRAN. Alfredo Peres da Silva Presidente Marcelo Paiva dos Santos Ministério da Justiça Rui César da Silveira Barbosa Ministério da Defesa Edson Dias Gonçalves Ministério dos Transportes Rodrigo Lamego de Teixeira de Teixeira Soares Ministério da Educação Valter Chaves Costa Ministério da Saúde Jose Antonio Silvério Ministério da Ciência e Tecnologia Carlos Alberto Ferreira dos Santos Ministério do Meio Ambiente 5

6 Tabela Modificações Permitidas ANEXO da Resolução n. 292 de 29 de setembro de 2008 MODIFICAÇÕES PERMITIDAS Tipo Espécie MODIFICAÇÃO EXIGÊNCIA CLASSIFICAÇÃO DO VEÍCULO APÓS MODIFICAÇÃO Cor Arts. 3º e 14 desta Resolução. Mesmo Tipo/Espécie. Ciclomotores Passageiro Combustível e arts. 5º e 7º desta Resolução. Mesmo Tipo/Espécie. Sistema de sinalização/iluminação Mesmo Tipo/Espécie. Sistema de freios Mesmo Tipo/Espécie. Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Mesmo Tipo/Espécie. De Espécie para COLEÇÃO. COVC Mesmo Tipo/ Espécie: COLEÇÃO Cor Arts. 3º e 14 desta Resolução. Mesmo Tipo/Espécie. Combustível arts. 5º e 7º desta Resolução Mesmo Tipo/Espécie. Sistema de sinalização/iluminação Mesmo Tipo/Espécie. Passageiro Sistema de freios Mesmo Tipo/Espécie. Sistema de rodas/pneus Inclusão de dispositivo para transporte de carga Art. 8º desta Resolução Atender Regulamentação específica Mesmo Tipo/Espécie. Mesmo Tipo. Espécie: CAR De Espécie para COLEÇÃO. COVC Mesmo Tipo/Espécie: COLEÇÃO Motonetas De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo/ Espécie: COMPETIÇÃO Cor Arts. 3º e 14 desta Resolução. Mesmo Tipo/Espécie. Combustível Sistema de sinalização/iluminação e arts. 5º e 7º desta Resolução Mesmo Tipo/Espécie. Mesmo Tipo/Espécie. Carga Sistema de freios Mesmo Tipo/Espécie. Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Mesmo Tipo/Espécie. Exclusão de dispositivo para transporte de carga De Espécie para COLEÇÃO. De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. COVC Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: PASSAGEIRO. Mesmo Tipo/ Espécie: COLEÇÃO Mesmo Tipo/ Espécie: COMPETIÇÃO 6

7 Cor Arts. 3º e 14 desta Resolução. Mesmo Tipo/Espécie. Combustível arts. 5º e 7º desta Resolução. Mesmo Tipo/Espécie. Sistema de sinalização/iluminação Mesmo Tipo/Espécie. Sistema de freios Mesmo Tipo/Espécie. Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Mesmo Tipo/Espécie. Inclusão ou exclusão permanente de Side-car para transporte de pessoas ou carga Art. 15 desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: carga ou passageiro. Carroceria: side-car intercambiável ou nenhuma Passageiro Alterações visuais que não impliquem em semelhança com veículo de outro ano/modelo Nas OBS. do CRV/CRLV veículo modificado visualmente. Inclusão de dispositivo para transporte de carga Atender Regulamentação específica Mesmo Tipo. Espécie: CARGA Motocicletas Para condução por pessoa com deficiência ou para aprendizagem ou retorno à configuração original Mesmo Tipo/Espécie. De Espécie para COLEÇÃO. COVC Mesmo Tipo Espécie: COLEÇÃO De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: COMPETIÇÃO Cor Arts. 3º e 14 desta Resolução. Mesmo Tipo/Espécie. Combustível e arts. 5º e 7º desta Resolução Mesmo Tipo/Espécie. Sistema de sinalização/iluminação Mesmo Tipo/Espécie. Sistema de freios Mesmo Tipo/Espécie. Carga Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Mesmo Tipo/Espécie. Inclusão ou exclusão permanente de Side-car para transporte de pessoas ou carga Art. 15. desta Resolução Mesmo Tipo. Espécie: carga ou passageiro. Carroceria: side-car intercambiável ou nenhuma Modificações visuais que não impliquem em semelhança com veículo de outro ano/ modelo. Nas OBS. do CRV/ CRLV veículo modificado. 7

8 De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo Espécie: COMPETIÇÃO Cor Arts. 3º e 14 desta Resolução. Combustível e arts. 5º e 7º desta Resolução Retirada de banco traseiro de veículos mono ou dois volumes e inclusão de parede divisória Tipo: CAMINHONETE. Espécie: CARGA. Carroçaria: FURGÃO Sistema de sinalização/iluminação Diminuição de bancos para comércio/ venda de hortigranjeiros/ alimentos/ sorvete, etc. sem a alteração das características externas Mesmo Tipo Espécie: ESPECIAL. Carroçaria: COMÉRCIO. Troca do sistema de suspensão e Art. 6º desta Resolução Nas OBS. do CRV/CRLV constar nova altura conforme Art. 6º. Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Automóvel Passageiro Modificações visuais que não impliquem em semelhança com veículo de outro ano/modelo Nas OBS. do CRV/CRLV veículo modificado visualmente. Aumento de lotação Justificativa: para atender aos casos de Doblò e Zafira que permitem 5 e 7 lugares e possibilidade de ampliação prevista pelo fabricante no manual do veículo Blindagem e autorização do Exército Sistema de freios Para transporte funerário em veículos mono ou dois volumes Mesmo Tipo. Espécie: ESPECIAL. Carroçaria: FUNERAL. Alteração de potência/ cilindrada, até 10% superior ao original Mesmo Tipo/Espécie/Carroceria. Inclusão de película não refletiva Regulamentação específica Para aprendizagem ou retorno à configuração original Mesmo Tipo/Espécie. 8

9 Para condução por pessoa com deficiência ou retorno à configuração original (Justificativa: para adequação ao texto da Resolução). Mesmo Tipo/Espécie. De Espécie para COLEÇÃO. COVC Mesmo Tipo. Espécie: COLE- ÇÃO De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: COMPE- TIÇÃO Cor Arts. 3º e 14 desta Resolução. Combustível e arts. 5º e 7º desta Resolução Sistema de sinalização/iluminação Troca do sistema de suspensão e Art. 6º desta Resolução Nas OBS. do CRV/CRLV constar nova altura conforme Art. 6º. Sistema de freios Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Camioneta Misto Para transporte FUNERÁRIO. Diminuição do n. de assentos, sem re-arranjo dos restantes. Mesmo Tipo. Espécie: ESPE- CIAL. Carroçaria: FUNERAL. Art. 3º desta Resolução. Para comercialização de mercadorias, sem a alteração das características externas. Mesmo Tipo Espécie: ESPE- CIAL. Carroçaria: COMÉRCIO Modificações visuais que não impliquem em semelhança com veículo de outro ano/modelo Nas OBS. do CRV/CRLV veículo modificado visualmente. Blindagem e autorização do Exército Alteração de potência/ cilindrada até 10% superior ao original Mesmo Tipo/Espécie/Carroceria Inclusão de película não refletiva Regulamentação específica Para condução por pessoa com deficiência ou retorno à configuração original Mesmo Tipo/Espécie. 9

10 De Espécie para COLEÇÃO. COVC Mesmo Tipo. Espécie: COLEÇÃO De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: COMPETIÇÃO Cor Arts. 3º e 14 desta Resolução. Combustível e arts. 5º e 7º desta Resolução Sistema de sinalização/iluminação Sistema de freios Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Troca do sistema de suspensão e Art. 6º desta Resolução Nas OBS. do CRV/CRLV constar nova altura conforme Art. 6º. Troca de carroçaria Fabricante da carroçaria Cadastrado pelo DENATRAN e Mesmo Tipo. Espécie: CARGA. Carroçaria: NOVA Carroçaria Caminhonete Carga Inclusão de carroceria intercambiável ( camper ) Troca da Carroçaria para transporte FUNERÁRIO Fabricante da carroçaria Cadastrado pelo DENATRAN e Mesmo Tipo. Espécie: CARGA. Carroçaria: ABER- TA/INTERCAMBIÁVEL. Mesmo Tipo. Espécie: ESPECIAL. Carroçaria: FUNERAL. Blindagem e autorização do Exército Modificações visuais que não impliquem em semelhança com veículo de outro ano/modelo Nas OBS. do CRV/CRLV veículo modificado visualmente. Alteração de potência/ cilindrada até 10% superior ao original Mesmo Tipo/Espécie/Carroceria Inclusão de película não refletiva Regulamentação específica Para condução por pessoa com deficiência ou retorno à configuração original Mesmo Tipo/Espécie. De Espécie para COLEÇÃO. COVC Mesmo Tipo. Espécie: COLEÇÃO De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: COMPETIÇÃO 10

11 Cor Arts. 3º e 14 desta Resolução. Combustível e arts. 5º e 7º desta Resolução Sistema de sinalização/iluminação Sistema de freios Troca do sistema de suspensão e Art. 6º desta Resolução Nas OBS. do CRV/CRLV constar nova altura conforme Art. 6º. Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Troca de carroçaria Fabricante da carroçaria Cadastrado pelo DENATRAN e Mesmo Tipo. Espécie: ESPECIAL. Carroçaria: NOVA Carroçaria Especial Inclusão de carroceria intercambiável ( camper ) Fabricante da carroçaria Cadastrado pelo DENATRAN e Mesmo Tipo. Espécie: ESPECIAL. Carroçaria: ABERTA/INTERCAMB IÁVEL. Blindagem e autorização do Exército Modificações visuais que não impliquem em semelhança com veículo de outro ano/modelo Nas OBS. do CRV/CRLV veículo modificado visualmente. Alteração de potência/ cilindrada até 10% superior ao original Mesmo Tipo/Espécie/Carroceria Inclusão de película não refletiva Regulamentação específica Para condução por pessoa com deficiência ou retorno à configuração original Mesmo Tipo/Espécie. De Espécie para COLEÇÃO. COVC Mesmo Tipo. Espécie: COLEÇÃO De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: COMPETIÇÃO Cor Arts. 3º e 14 desta Resolução. Utilitário Misto Combustível e arts. 5º e 7º desta Resolução Sistema de sinalização/iluminação Sistema de freios 11

12 Troca do sistema de suspensão e Art. 6º desta Resolução Nas OBS. do CRV/CRLV constar nova altura conforme Art. 6º. Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Modificações visuais que não impliquem em semelhança com veículo de outro ano/modelo Nas OBS. do CRV/CRLV veículo modificado visualmente. Blindagem e autorização do Exército Alteração de potência/ cilindrada até 10% superior ao original Mesmo Tipo/Espécie/Carroceria Inclusão de película não refletiva Regulamentação específica Para condução por pessoa com deficiência ou retorno à configuração original Mesmo Tipo/Espécie. De Espécie para COLEÇÃO. COVC Mesmo Tipo. Espécie: COLEÇÃO De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: COMPETIÇÃO Cor Arts. 3º e 14 desta Resolução Combustível e arts. 5º e 7º desta Resolução Potência/Cilindrada Sistema de sinalização/iluminação Caminhão-Trator Tração Sistema de freios Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Suspensão/inclusão de eixo veicular auxiliar e Certificado de Conformidade do INMETRO na forma do Art. 9 desta Resolução). Suspensão/inclusão de eixo direcional ou autodirecional traseiro e Certificado de Conformidade do INMETRO na forma do Art. 9 desta Resolução). Inclusão de tanque suplementar 12

13 Modificações visuais que não impliquem em semelhança com veículo de outro ano/modelo Nas OBS. do CRV/CRLV veículo modificado visualmente. Inclusão de mecanismo operacional Mesmo Tipo/Espécie. Carroçaria: mecanismo operacional. Inclusão de película não refletiva Regulamentação específica De Espécie para COLEÇÃO. COVC Mesmo Tipo. Espécie: COLEÇÃO De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: COMPETIÇÃO Cor Combustível Potência/Cilindrada Sistema de sinalização/iluminação Sistema de freios Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Caminhão Carga Suspensão/inclusão de eixo veicular auxiliar Suspensão/inclusão de eixo direcional ou autodirecional traseiro e Certificado de Conformidade do INMETRO (Art. 9 desta Resolução). e Certificado de Conformidade do INMETRO na forma do Art. 9 desta Resolução. Inclusão da informação do eixo no cadastro. Inclusão da informação do eixo no cadastro. Troca da Carroçaria para outra, também de transporte de CARGA Art. 15º desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: CARGA. NOVA Carroçaria. Rebaixamento, alongamento/ encurtamento do chassi com ou sem alteração de entre-eixos, de forma a propiciar a inclusão de carroçaria. Fabricante da carroçaria cadastrado pelo DENATRAN e Mesmo Tipo/ Espécie/ Carroçaria (exceto se a carroçaria for alterada) Inclusão de CABINE SUPLEMENTAR. Mesmo Tipo. Espécie: ESPECIAL. NOVA Carroçaria. Inclusão de carroceria intercambiável ( camper ) Fabricante da carroçaria cadastrado pelo DENATRAN e Mesmo Tipo. Espécie: CARGA. Carroçaria: ABERTA/INTERCAMBIÁVEL. 13

14 Inclusão de tanque suplementar Inclusão de mecanismo operacional Mesmo Tipo Espécie: CARGA. NOVA carroceria. Modificações visuais que não impliquem em semelhança com veículo de outro ano/modelo Nas OBS. do CRV/CRLV veículo modificado visualmente. Inclusão de película não refletiva Regulamentação específica De Espécie para COLEÇÃO. COVC Mesmo Tipo. Espécie: COLEÇÃO De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: COMPETIÇÃO Cor Art. 3º desta Resolução. Combustível Potência/Cilindrada Sistema de sinalização/iluminação Sistema de freios Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Caminhão Especial Suspensão/inclusão de eixo veicular auxiliar e Certificado de Conformidade do INMETRO (Art. 9 desta Resolução). Inclusão da informação do eixo no cadastro. Suspensão/inclusão de eixo direcional ou autodirecional traseiro e Certificado de Conformidade do INMETRO na forma do Art. 9 desta Resolução. Inclusão da informação do eixo no cadastro. Troca da Carroçaria para outra, também de transporte de CARGA, mantendo a cabine dupla ou suplementar ou estendida. Art. 15 desta Resolução Fabricante da carroçaria cadastrado pelo DENATRAN e Mesmo Tipo. Espécie: ESPECIAL. NOVA Carroçaria. Rebaixamento, alongamento/ encurtamento do chassi com ou sem alteração de entre-eixos, de forma a propiciar a inclusão de carroçaria. Fabricante da carroçaria cadastrado pelo DENATRAN e Mesmo Tipo/ Espécie/ Carroçaria (exceto se a carroçaria for alterada) 14

15 Exclusão de CABINE SUPLEMENTAR. Mesmo Tipo. Espécie: CARGA. NOVA Carroçaria. De Trio Elétrico para transporte de carga Mesmo Tipo. Espécie: CARGA. NOVA Carroçaria. Inclusão de carroçaria intercambiável ( camper ) em caminhão com cabine dupla /suplementar ou estendida Fabricante da carroçaria cadastrado pelo DENATRAN e Mesmo Tipo. Espécie: ESPECIAL. Carroçaria: ABERTA/INTERCAMBIÁVEL. Inclusão de tanque suplementar Inclusão de mecanismo operacional Mesmo Tipo Espécie.ESPECIAL NOVA carroceria. Modificações visuais que não impliquem em semelhança com veículo de outro ano/modelo Nas OBS. do CRV/CRLV veículo modificado visualmente. Inclusão de película não refletiva Regulamentação específica De Espécie para COLEÇÃO. COVC Mesmo Tipo. Espécie: COLEÇÃO De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: COMPETIÇÃO Cor Mesmo Tipo/Espécie/Carroçaria. Combustível Mesmo Tipo/Espécie/Carroçaria. Potência/Cilindrada Mesmo Tipo/Espécie/Carroçaria. Microônibus Passageiro Sistema de sinalização/iluminação Mesmo Tipo/Espécie/Carroçaria. Sistema de freios Mesmo Tipo/Espécie/Carroçaria. Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Mesmo Tipo/Espécie/Carroçaria. Diminuição de bancos para comércio/ venda de hortigranjeiros/ alimentos/sorvete, etc. sem a alteração das características externas Mesmo Tipo Espécie: ESPECIAL. Carroçaria: COMÉRCIO. 15

16 Aumento ou diminuição da lotação com quantidade final maior que 10 lugares e menor que 21 Troca de carroçaria (reencarroçamento) Modificações visuais que não impliquem em semelhança com veículo de outro ano/modelo Nas OBS. do CRV/CRLV veículo modificado visualmente. Inclusão de película não refletiva Regulamentação específica De Espécie para COLEÇÃO. COVC Mesmo Tipo. Espécie: COLEÇÃO De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: COMPETIÇÃO Cor Art. 3º desta Resolução. Combustível Potência/Cilindrada Sistema de sinalização/iluminação Sistema de freios Sistema de rodas/pneus Art. 8º desta Resolução. Ônibus Passageiro Troca de carroçaria (reencarroçamento) Mesmo Tipo/Espécie/Carroçaria Aumento ou diminuição da lotação com quantidade final maior que 21 lugares Diminuição de bancos para comércio/ venda de hortigranjeiros/ alimentos/ sorvete, etc. sem a alteração das características externas Mesmo Tipo Espécie: ESPECIAL. Carroçaria: COMÉRCIO. Modificações visuais que não impliquem em semelhança com veículo de outro ano/modelo Mesmo Tipo/Espécie/Carroçaria. Nas OBS. do CRV/CRLV veículo modificado visualmente. Inclusão de película não refletiva Regulamentação específica 16

17 De Espécie para COLEÇÃO. COVC Mesmo Tipo. Espécie: COLEÇÃO De Espécie para COMPETIÇÃO. Art. 3º desta Resolução. Mesmo Tipo. Espécie: COMPETIÇÃO Suspensão/inclusão de eixo veicular auxiliar e Certificado de Conformidade do INMETRO na forma do Art. 9 desta Resolução. Inclusão da informação do eixo no cadastro. Suspensão/inclusão de eixo direcional ou auto- direcional traseiro e Certificado de Conformidade do INMETRO na forma do Art. 9 desta Resolução. Inclusão do número de eixos no cadastro. Cor Art. 3º desta Resolução. Passageiro Troca da Carroçaria para TRANSPORTE DE CARGA Art. 15.º desta Resolução Mesmo Tipo. Espécie: CARGA. Nova Carroçaria. Reboques e Semirreboques Inclusão de eixo(s) auxiliar (es) e/ ou eixo direcional/ auto direcional e Certificado de Conformidade do INMETRO (Art. 9 desta Resolução). Inclusão do número de eixos no cadastro. Cor Art. 3º desta Resolução. Inclusão de tanque suplementar para alimentação do sistema de refrigeração Carga Inclusão de eixo(s) auxiliar(es) e/ou eixo direcional/ autodirecional e Certificado de Conformidade do INMETRO (Art. 9 desta Resolução). Mesmo Tipo/Espécie/Carroçaria e inclusão do n. de eixos no cadastro. Troca da Carroçaria para outra, também de transporte de CARGA Art. 15.º desta Resolução Mesmo Tipo. Espécie: CARGA. NOVA Carroçaria. Reboques e Semirreboques Especial Exclusão de Trio Elétrico Mesmo Tipo. Espécie: Carga ou Passageiro. NOVA Carroçaria 17

18 Conceitos: Modificação visual que não implique em semelhança com veículos de outro ano-modelo: modificação no para-choque, grade, capô, saias laterais e aerofólios de forma que o veículo fique com características visuais diferentes daquelas do veículo original. : Certificado de Segurança Veicular Certificado de Conformidade do Inmetro: Documento emitido por uma entidade acreditada pelo INMETRO atestando que o produto ou o serviço apresenta nível adequado de confiança no cumprimento de requisitos estabelecidos em norma ou regulamento técnico. COVC: Certificado de Originalidade de Veículo de Coleção Altura original do veículo: definida pelo fabricante, correspondente à distância do solo ao ponto superior extremo do veículo. Dispositivo para transporte de carga para motonetas e motocicletas: equipamento do tipo baú ou grelha. RESOLUÇÃO N. 363 DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 Dispõe sobre padronização dos procedimentos administrativos na lavratura de auto de infração, na expedição de notificação de autuação e de notificação de penalidade de multa e de advertência, por infração de responsabilidade de proprietário e de condutor de veículo e da identificação de condutor infrator, e dá outras providências. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO CONTRAN usando da competência que lhe confere o artigo 12, inciso I, Lei n , de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro CTB e, conforme o Decreto 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da coordenação do Sistema Nacional de Trânsito SNT; Considerando a necessidade de adoção de normas complementares que padronizem os procedimentos administrativos utilizados pelos órgãos e entidades de trânsito integrados ao SNT; Considerando a necessidade de aperfeiçoar os procedimentos relativos à lavratura de auto de infração, expedição de notificação de autuação, identificação de condutor infrator e aplicação de penalidades de advertência por escrito e de multa, pelo cometimento de infrações de responsabilidade de proprietário ou de condutor de veículo, com vistas a garantir maior eficácia, segurança e transparência aos atos administrativos; Considerando o constante no Processo n / ; RESOLVE: I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 Estabelecer os procedimentos administrativos para expedição da notificação de autuação, indicação de condutor infrator e aplicação das penalidades de advertência por escrito e de multa, pelo cometimento de infrações de responsabilidade de proprietário ou de condutor de veículo registrado em território nacional. Art. 2 Constatada a infração pela autoridade de trânsito ou por seu agente, ou ainda comprovada sua ocorrência por aparelho eletrônico ou por equipamento audiovisual, reações químicas ou qualquer outro meio tecnologicamente disponível, previamente regulamentado pelo CONTRAN, será lavrado o Auto de Infração que deverá conter os dados mínimos definidos no art. 280 do CTB e em regulamentação específica. 1 O Auto de Infração de que trata o caput deste artigo será lavrado pela autoridade de trânsito ou por seu agente: I por anotação em documento próprio; II por registro em talão eletrônico isolado ou acoplado a equipamento de detecção de infração regulamentado pelo CONTRAN, atendido procedimento definido pelo órgão máximo executivo de trânsito da União; ou III por registro em sistema eletrônico de processamento de dados quando a infração for comprovada por equipamento de detecção provido de registrador de imagem, regulamentado pelo CONTRAN. 2 O órgão ou entidade de trânsito não necessita imprimir o Auto de Infração elaborado nas formas previstas nos incisos II e III do parágrafo anterior para início do processo administrativo previsto no Capítulo XVIII do CTB, porém, quando impresso, será dispensada a assinatura da Autoridade ou de seu agente. 3º O registro de infração, referido no inciso III do 1º deste artigo, será referendado por autoridade de trânsito, ou seu agente, identificado pela lavratura do auto de infração. 4º Sempre que possível o condutor será identificado no momento da lavratura do auto de infração. 5º O auto de infração valerá como notificação da autuação quando for assinado pelo condutor e este for o proprietário do veículo. II DA NOTIFICAÇÃO DA AUTUAÇÃO Art. 3º À exceção do disposto no 5º do artigo anterior, após a verificação da regularidade e da consistência do Auto de Infração, a autoridade de trânsito expedirá, no prazo máximo de 30 (trinta) dias contados da data do cometimento da infração, a Notificação da Autuação dirigida ao proprietário do veículo, na qual deverão constar os dados mínimos definidos no art. 280 do CTB e em regulamentação específica. 1º Quando utilizada a remessa postal, a expedição se caracterizará pela entrega da Notificação da Autuação pelo órgão ou entidade de trânsito à empresa responsável por seu envio. 2º A não expedição da Notificação da Autuação no prazo previsto no caput deste artigo ensejará o arquivamento do auto de infração. 18

19 3º Da Notificação da Autuação constará a data do término do prazo para a apresentação da Defesa da Autuação pelo proprietário do veículo ou pelo condutor infrator devidamente identificado, que não será inferior a 15 (quinze) dias, contados a partir da data da Notificação da Autuação ou publicação por edital, observado o disposto no art. 13 desta Resolução. 4º A autoridade de trânsito poderá socorrer-se de meios tecnológicos para verificação da regularidade e da consistência do auto de infração. 5º Os dados do condutor identificado no auto de infração deverão constar na Notificação da Autuação, observada a regulamentação específica. III DA IDENTIFICAÇÃO DO CONDUTOR INFRATOR Art. 4º Sendo a infração de responsabilidade do condutor, e este não for identificado no ato do cometimento da infração, a Notificação da Autuação deverá ser acompanhada do Formulário de Identificação do Condutor Infrator, que deverá conter, no mínimo: I identificação do órgão ou entidade de trânsito responsável pela autuação; II campos para o preenchimento da identificação do condutor infrator: nome e números de registro dos documentos de habilitação, identificação e CPF; III campo para a assinatura do proprietário do veículo; IV campo para a assinatura do condutor infrator; V placa do veículo e número do Auto de Infração; VI data do término do prazo para a identificação do condutor infrator e interposição de defesa da autuação; VII esclarecimento das consequências da não identificação do condutor infrator, nos termos dos 7º e 8º do art. 257 do CTB; VIII instrução para que o Formulário de Identificação do Condutor Infrator seja acompanhado de cópia reprográfica legível do documento de habilitação do condutor infrator e do documento de identificação do proprietário do veículo ou seu representante legal, o qual, neste caso, deverá juntar documento que comprove a representação; IX esclarecimento de que a indicação do condutor infrator somente será acatada e produzirá efeitos legais se o formulário de identificação do condutor estiver corretamente preenchido, sem rasuras, com assinaturas originais do condutor e do proprietário do veículo, ambas com firma reconhecida por autenticidade, e acompanhado de cópia reprográfica legível dos documentos relacionados no inciso anterior; X endereço para entrega do Formulário de Identificação do Condutor Infrator; XI esclarecimento sobre a responsabilidade nas esferas penal, cível e administrativa, pela veracidade das informações e dos documentos fornecidos. 1º Na impossibilidade da coleta da assinatura do condutor infrator, além dos documentos previstos nos incisos deste artigo, deverá ser anexado ao Formulário de Identificação do Condutor Infrator: I ofício do representante legal do Órgão ou Entidade identificando o condutor infrator, acompanhado de cópia de documento que comprove a condução do veículo no momento do cometimento da infração, para veículo registrado em nome de Órgãos ou Entidades da Administração Pública direta ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios; II cópia, autenticada em cartório, ou pelo órgão de trânsito responsável pela autuação, de documento onde conste cláusula de responsabilidade por infrações cometidas pelo condutor e comprove a posse do veículo pelo condutor no momento do cometimento da infração, para veículos registrados em nome das demais pessoas jurídicas. 2º. No caso de identificação de condutor infrator em que a situação se enquadre nas condutas previstas nos incisos do art. 162 do CTB, serão lavrados, sem prejuízo das demais sanções administrativas e criminais previstas no CTB, os respectivos autos de infração: I ao proprietário do veículo, por infração ao art. 163 do CTB; e II ao condutor indicado pela infração cometida de acordo com as condutas previstas nos incisos do art. 162 do CTB. 3º Ocorrendo a situação prevista no parágrafo anterior, o prazo para expedição da notificação da autuação de que trata o inciso II, parágrafo único, do art. 281 do CTB, será contado a partir da data do protocolo do Formulário de Identificação do Condutor Infrator junto ao órgão autuador. 4º Em se tratando de condutor estrangeiro, além do atendimento às demais disposições deste artigo, deverão ser apresentadas cópias dos documentos previstos em legislação específica. 5º Não acatada a indicação do condutor infrator, a Autoridade de Trânsito aplicará a penalidade, expedindo notificação na forma do art. 282 do CTB. 6º O Formulário de Identificação do Condutor Infrator poderá ser substituído por outro documento, desde que contenha as informações mínimas exigidas neste artigo. 7º Fica dispensado o reconhecimento de firma, de que trata o inciso IX deste artigo, do condutor e do proprietário que comparecerem ao órgão de trânsito autuador para assinatura, perante servidor do órgão, do Formulário de Identificação do Condutor Infrator preenchido. 8º Os órgãos de trânsito deverão adaptar seu sistema de informática para possibilitar o acompanhamento e averiguações das informações de reincidência de indicação de condutor infrator, articulando-se, para este fim, com outros órgãos da Administração Pública. 9º Constatada irregularidade na indicação de condutor infrator, capaz de configurar ilícito penal, a Autoridade de Trânsito deverá comunicar o fato à autoridade competente. IV DA RESPONSABILIDADE DO PROPRIETÁRIO Art. 5º Não havendo a identificação do condutor infrator até o término do prazo fixado na Notificação da Autuação ou se a identificação for feita em desacordo com o estabe- 19

20 lecido no artigo anterior, o proprietário do veículo será considerado responsável pela infração cometida, respeitado o disposto no 2º do artigo anterior. Art. 6º Ocorrendo a hipótese prevista no artigo anterior e sendo o proprietário do veículo pessoa jurídica, será imposta multa, nos termos do 8º do art. 257 do CTB, expedindo-se a notificação desta ao proprietário do veículo, nos termos de regulamentação específica. Art. 7º Para fins de cumprimento desta Resolução, no caso de veículo objeto de penhor ou de contrato de arrendamento mercantil, comodato, aluguel ou arrendamento não vinculado a financiamento, o possuidor, regularmente constituído e devidamente registrado no órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, nos termos de regulamentação específica, equipara-se ao proprietário do veículo. Parágrafo Único. As notificações de que trata esta Resolução somente deverão ser enviadas ao possuidor previsto neste artigo no caso de contrato com vigência igual ou superior a 60 (sessenta) dias. V DA DEFESA DA AUTUAÇÃO Art. 8º Interposta a Defesa da Autuação, nos termos do 3º do Art. 3º desta Resolução, caberá à autoridade competente apreciá-la, inclusive quanto ao mérito. 1º Acolhida a Defesa da Autuação, o Auto de Infração será cancelado, seu registro será arquivado e a autoridade de trânsito comunicará o fato ao proprietário do veículo. 2º Não sendo interposta Defesa da Autuação no prazo previsto ou não acolhida, a autoridade de trânsito aplicará a penalidade correspondente, nos termos desta Resolução. Art. 9º Interposta Defesa da Autuação por apenas um dos interessados antes da data do término do prazo constante na Notificação da Autuação, deverá ser aguardado o encerramento do referido prazo para seu julgamento. Parágrafo único. Havendo interposição de Defesa da Autuação tanto pelo proprietário quanto pelo condutor infrator, os requerimentos deverão ser analisados em conjunto. VI DA PENALIDADE DE ADVERTÊNCIA POR ESCRITO Art. 10. Em se tratando de infrações de natureza leve ou média, a autoridade de trânsito, nos termos do art. 267 do CTB poderá, de oficio ou por solicitação do interessado, aplicar a Penalidade de Advertência por Escrito, na qual deverão constar os dados mínimos definidos no art. 280 do CTB e em regulamentação específica. 1º Até a data do término do prazo para a apresentação da Defesa da Autuação, o proprietário do veículo, ou o condutor infrator, poderá solicitar à autoridade de trânsito a aplicação da Penalidade de Advertência por Escrito de que trata o caput deste artigo. 2º Não cabe recurso à Junta Administrativa de Recursos de Infrações JARI da decisão da autoridade quanto à aplicação ou não da Penalidade de Advertência por Escrito com base no parágrafo anterior. 3º Para fins de análise da reincidência de que trata o caput do art. 267 do CTB, deverá ser considerada apenas a infração referente à qual foi encerrada a instância administrativa de julgamento de infrações e penalidades. 4º A aplicação da Penalidade de Advertência por Escrito deverá ser registrada no prontuário do infrator depois de encerrada a instância administrativa de julgamento de infrações e penalidades. 5º Para fins de cumprimento do disposto neste artigo, o órgão máximo executivo de trânsito da União deverá disponibilizar transação específica para registro da Penalidade de Advertência por Escrito no Registro Nacional de Carteira de Habilitação RENACH e Registro Nacional de Veículos Automotores -RENAVAM, bem como, acesso ao prontuário dos condutores e veículos para consulta dos órgãos do SNT. 6º A Notificação da Penalidade de Advertência por Escrito deverá ser enviada ao infrator. 7º A aplicação da Penalidade de Advertência por Escrito não implicará em registro de pontuação no prontuário do infrator. 8º Caso a Autoridade de Trânsito não entenda como medida mais educativa a aplicação da Penalidade de Advertência por Escrito, aplicará a Penalidade de Multa. VII DA PENALIDADE DE MULTA Art. 11. A Notificação da Penalidade de Multa deverá ser enviada ao proprietário do veículo, responsável pelo seu pagamento, como estabelece o 3 do art. 282 do CTB, e deverá conter: I os dados mínimos definidos no art. 280 do CTB e em regulamentação específica; II a comunicação do não acolhimento da Defesa da Autuação ou da solicitação de aplicação da Penalidade de Advertência por Escrito; III o valor da multa e a informação quanto ao desconto previsto no caput do art. 284 do CTB; IV data do término para apresentação de recurso, que será a mesma data para pagamento da multa, conforme 4º e 5º do art. 282 do CTB; V campo para a autenticação eletrônica regulamentado pelo órgão máximo executivo de trânsito da União; e VI instruções para apresentação de recurso, nos termos dos arts. 286 e 287 do CTB. Art. 12. Até a data de vencimento expressa na Notificação da Penalidade de Multa ou enquanto permanecer o efeito suspensivo decorrente de recurso interposto na JARI, não incidirá qualquer restrição, inclusive para fins de licenciamento e transferência, nos arquivos do órgão ou entidade executivo de trânsito responsável pelo registro do veículo. 1º No caso de transferência de propriedade de veículo, já tendo sido expedida a Notificação da Autuação, os órgãos autuadores deverão possibilitar ao proprietário à data do cometimento da infração a atualização de seu endereço. 2º Caso o proprietário não providencie a atualização do endereço prevista no parágrafo anterior, aplicar-se-á o disposto no 1º do art. 282 do CTB. 20

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