Remediação de Área Contaminada Visando a Mudança de Uso do Solo Evolução da Cidade de São Paulo Um Breve Resumo

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1 Remediação de Área Contaminada Visando a Mudança de Uso do Solo Evolução da Cidade de São Paulo Um Breve Resumo Consultoria e Engenharia Ambiental Legislação Ambiental para Gestão e Remediação de Áreas Contaminadas Martim Afonso de Souza Geólogo Gerente de Projetos 21 de Maio de 2013 Membro do Grupo Ecogeo Apresentação Martim Afonso de Souza Geólogo, atua como Gerente de Projetos na GEOKLOCK Consultoria e Engenharia Ambiental Ltda. Responsável pelo gerenciamento de projetos de diagnóstico ambiental detalhado para implantação de sistemas de remediação. Especializado em hidrogeologia, atua na GEOKLOCK a mais de 17 anos desenvolvendo projetos de diagnóstico e remediação ambiental em solos e águas subterrâneas. Especializou-se na implantação de sistemas complexos de remediação in situ. Possui experiência internacional através de intercâmbios técnicos na Alemanha e no Canadá, além de treinamentos nos Estados Unidos. Geólogo pelo Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo - USP MBA Gerenciamento de Projetos SENAC 2009 Professor do curso de pós-graduação em Gerenciamento de Áreas Contaminadas do SENAC São Paulo 1

2 Remediação de Área Contaminada Visando a Mudança de Uso do Solo Introdução Reabilitação de antigas áreas industriais Exemplos da Cidade de São Paulo Responsabilidades Metodologias e ferramentas de investigação ambiental Tecnologias disponíveis para remediação Introdução 2

3 Reabilitação de antigas áreas industriais Exemplos da Cidade de São Paulo Reabilitação de antigas áreas industriais Pressão da expansão urbana 3

4 Necessidade de adequação da legislação de uso do solo Bases da definição do uso futuro Modelo Conceitual e Análise de Risco 4

5 Bases da definição do uso futuro Modelo Conceitual e Análise de Risco Reabilitação da área em função do risco e uso. Exemplo área com concentração de composto orgânico de 35 mg/l nas águas subterrâneas. Uso residencial Ambiente Fechado Redução de 250 vezes para 0,14 mg/l Uso área verde Ambiente Aberto Redução de 1,5 vezes para 23 mg/l Custo final do empreendimento está diretamente ligado à meta de remediação, que será definida com base no uso futuro da área FONTE: Adaptado de Silva, F. A. N. e Sepe, P. M., 2010 A implantação de parques urbanos em áreas contaminadas exemplos perspectivas e desafios In VII Seminário Internacional de áreas contaminadas Instituto Ekos Brasil - Região de Jurubatuba - Histórico Ação de controle mais efetivos da CETESB a partir de 2001; Área de forte vocação industrial desde a década de 1950; setores químico e metalúrgico; Classificada no passado como Zona de Uso Predominantemente Industrial ZUPI 131; A partir do final da década de 1990 passou a sofrer forte pressão de transformação urbana com a saída das industrias e mudança da vocação para uso misto (ZM) e residencial (ZER); Em novembro de 2001 a Gillette informou a CETESB da existência de passivo ambiental em sua propriedade (antiga fábrica da Duracell), iniciando o processo de gerenciamento do passivo com acompanhamento da CETESB; As investigações demonstraram que o impacto às águas subterrâneas ultrapassava os limitesit da propriedadeeentão idd iii iniciaram avaliações maisabrangentes; Foi definido um cenário de contaminação difusa, gerado por diversas fontes de contaminação a partir de diversas áreas industriais ativas ou já desativadas; Em função do quadro ambiental verificado o DAEE baixou a portaria 1594, de 5 de outubro de 2005, criando uma Área de Restrição e Controle Temporário da água subterrânea. FONTE: CETESB - 5

6 Região de Jurubatuba - Histórico Região de Jurubatuba - Histórico Centro Universitário SENAC Shopping SP Market Gilette 6

7 Região de Jurubatuba Região de Jurubatuba

8 Região de Jurubatuba Região de Jurubatuba

9 Região de Jurubatuba Antigo Incinerador da Rua do Sumidouro Pinheiros Revitalização SVMA/GTZ/CETESB

10 Antigo Incinerador da Rua do Sumidouro Pinheiros Revitalização SVMA/GTZ/CETESB 2007 Antigo Incinerador da Rua do Sumidouro Pinheiros Revitalização Praça Victor Civita 2008 Conceitos: Eliminação da Exposição Restrição de Uso FONTE: Adaptado de Silva, F. A. N. e Sepe, P. M., 2010 A implantação de parques urbanos em áreas contaminadas exemplos perspectivas e desafios In VII Seminário Internacional de áreas contaminadas Instituto Ekos Brasil 10

11 Praça Victor Civita Extensão da Chucri Zaidan - Novo Distrito Financeiro de São Paulo 11

12 Extensão da Chucri Zaidan - Novo Distrito Financeiro de São Paulo Folha de São Paulo 28/07/2011 Extensão da Chucri Zaidan - Novo Distrito Financeiro de São Paulo

13 Extensão da Chucri Zaidan - Novo Distrito Financeiro de São Paulo 2007 Extensão da Chucri Zaidan - Novo Distrito Financeiro de São Paulo

14 Extensão da Chucri Zaidan - Novo Distrito Financeiro de São Paulo Maio / 2009 Extensão da Chucri Zaidan - Novo Distrito Financeiro de São Paulo Dezembro /

15 Extensão da Chucri Zaidan - Novo Distrito Financeiro de São Paulo Área municipal Grande São Paulo Ocupação de Área Aterrada com Material da Calha do Tietê

16 Área municipal Grande São Paulo Ocupação de Área Aterrada com Material da Calha do Tietê 2005 Área municipal Grande São Paulo Ocupação de Área Aterrada com Material da Calha do Tietê

17 Área municipal Grande São Paulo Ocupação de Área Aterrada com Material da Calha do Tietê 2007 Área municipal Grande São Paulo Ocupação de Área Aterrada com Material da Calha do Tietê

18 Área municipal Grande São Paulo Ocupação de Área Aterrada com Material da Calha do Tietê 2009 Responsabilidades A responsabilidade sempre é do proprietário da área. Os órgão públicos irão exigir as ações de gerenciamento do passivo do proprietário, p independentemente dele ter sido o responsável pela geração do passivo; EssaéaprincipalrazãoparaarealizaçãodeauditoriasdeDue Dilligence ou ainda exigir a realização de investigação confirmatória durante os processos de compra e venda de terrenos ou de antigas áreas industriais; O Passivo pode ser valorado, e seu cstopode custo ser incluído no negócio, seja o proprietário assumir o passivo e o seu gerenciamento ou não, nesse caso ficando o antigo proprietário responsável pela remediação, amarrando os pagamentos pelo imóvelaosucessodaremediaçãoeàliberaçãodaslicençasdo novo empreendimento; 18

19 DIAGNÓSTICO AMBIENTAL (Site Hipotético Modelo Conceitual) Ferramentas de Alta Resolução para a Caracterização de Áreas Contaminadas Definição da EPA: É o conjunto de técnicas e estratégias que se utilizam de escala adequada de medições, aliada a alta densidade de amostras para definir a distribuição dos contaminantes no meio físico, permitindo assim ações de remediação mais rápidas e efetivas. 19

20 Ferramentas de Alta Resolução para a Caracterização de Áreas Contaminadas Melhor detalhamento Redução das incertezas Aplicável em todas as áreas Melhores práticas de gestão Planejamento Sistemático Estratégias de Trabalho Dinâmico Medição em Tempo Real Ferramentas de Alta Resolução Estratégia de Investigação com Seções Transversais ao Fluxo Fig. 1: localização de 3 seções perpendiculares ao fluxo realizadas através de direct push limitadas ao topo rochoso, obtendo dados contínuos da hidrogeologia com alta densidade com técnicas de medição em tempo real. As informações dos contaminantes podem ser obtidas com ferramenta de medição direta como o MIP Membrane Interface probe, avaliando a distribuição dos contaminantes pelas camadas de maior ou menor permeabilidade 20

21 Ferramentas de Alta Resolução Estratégia de Investigação com Seções Transversais ao Fluxo Fig. 2: interpretação 3D do material inconsolidado com base nos resultados de alta densidade e profundidade do embasamento rochoso. As perfilagens verticais de CPT e I x mostram a distribuição heterogênea da estratigrafia com relação as zonas de maior e menor condutividade hidráulica K, que controlam o transporte e o destino dos contaminantes. Ferramentas de Alta Resolução Estratégia de Investigação com Seções Transversais ao Fluxo Fig. 3: visualização 2D da seção A-A integrando os resultados hidrogeológicos e de distribuição de contaminantes detectados em amostras discretas indicam zonas de menor e maior concentração. (Nota: em muitos locais, é comum que haja múltiplos núcleos de pluma. Este exemplo assume um núcleo de pluma para a simplicidade de apresentação. No entanto, a existência de núcleos múltiplos de várias dimensões, posições e concentrações de contaminantes é um importante motor por trás da necessidade de caracterizar sites usando estratégias HRSC). 21

22 Ferramentas de Alta Resolução Estratégia de Investigação com Seções Transversais ao Fluxo A distribuição da concentração é consistente com a investigação que conclui que 75% em massa de contaminantes ocorre em apenas 5% a 10% da área em corte transversal da pluma (Gilbeault et al. 2005). As concentrações nitidamente diminuem para fora do núcleo em distâncias relativamente curtas. O núcleo está confinado a um intervalo relativamente fino de material com K relativamente elevado, indicando que a maior parte da massa em fase dissolvida se movimenta através de uma secção transversal relativamente pequena do aquífero. Ferramentas de Alta Resolução Estratégia de Investigação com Seções Transversais ao Fluxo Massas de contaminante potencialmente significativas podem estar armazenadas nas unidades adjacentes com K inferiores meio de difusão da matriz. O período de tempo desde a liberação de contaminantes e o grau de heterogeneidade do aquífero podem impactar significativamente o grau em que a difusão da matriz ocorra. Nesta fase, os esforços de campo adicionais podem ser a garantia para melhor caracterizar o grau de influência de difusão matriz para apoiar a selecção remediação. 22

23 Ferramentas de Alta Resolução Estratégia de Investigação com Seções Transversais ao Fluxo Aqui O detalhamento se observam de todas subsuperficie as seções fornecido mostrando pelaahrsc plumapode e seus também centros suportar de massa a concepção em relação deàabordagens área fonte ede oremediação fluxo principal. paraa remoção visualização dosindica centros quede o massa uso dedas umazonas estratégia litológicas HRSCdefectivamente menor K e definidiu controlaras a zonas migração litológicas da pluma com dissolvida maior Kna que suaservem extremidade como de caminhos jusante. preferenciais Neste caso, HRSC tanto para identifica a pluma ondedissolvida a massa como de contaminantes os centros de estámassa. especialmente Da mesma localizada, forma, HRSC e esclarece definiuo as contexto zonashidrogeológico litológicas comem menor que a Kmassa lque geralmente reside e se contêm comporta. a maior Este parte conhecimento da massareduz de contaminantes as incertezas epodem contribuir servir como significativamente fontes secundárias paradeo longo sucesso prazo do projeto de parade a pluma remediação. dissolvida de também para os centros de massa. Ferramentas de Alta Resolução Estratégia de Investigação com Seções Transversais ao Fluxo Aqui um sistema de remediação integrado é adotado para remediação da fonte, dos centros de massa da pluma e dos seus limites de jusante. Após a escavação da área fonte, um sistema de extração (SVE) é usado para reduzir a massa de contaminantes. Bombeamento e tratamento de água subterrânea é utilizada para reduzir o centro de massa da pluma, com poços de bombeamento com filtros localizados apenas nos centros de massa, em vez de penetrar pluma a pluma total. Isto permite uma remoção mais eficiente da massa e redução das taxas de bombeamento em comparação com os poços totalmente penetrantes. Biorremediação in situ com recirculação é aplicado na porção de jusante para controlar a migração da fase dissolvida. Poços de monitoramento instalados nos alvos detectados por HRSC são usados para monitorar o progresso e a eficácia da remediação. 23

24 Ferramentas de Alta Resolução Ferramentas de medição direta Technology Explosives Fuels Halogenated SVOCs Halogenated VOCs Metals and metalloids Nonhalogenated SVOCs Nonhalogenated VOCs Cone Penetrometer Testing Electrical Conductivity Probe Electromagnetic ti Conductivity it Fiber Optic Chemical Sensors Field Portable X Ray Fluorescence Fuel Fluorescence Detector Ground Penetrating Radar Hydraulic Profiling Tool Laser Induced Fluorescence (LIF) Probe (UVOST, ROST, TarGOST) Magnetometry Membrane Interface Probe with Electron Capture Detectors (ECD) Membrane InterfaceProbe with Flame Ionization Detector (FID) Membrane Interface Probe with Halogen Specific Detector (XSD) Detector Membrane Interface Probe with Photoionization Detector (PID) Photoionization Detector (PID) Waterloo Advanced Profiling System Tecnologias de Remediação Conceito Abordagem Moderna 24

25 Tecnologias de Remediação Solo, Sedimento e Lodo Tratamento Biológico BIOVENTING BIODEGRADAÇÃO ACELERADA FITOREMEDIAÇAO In Situ Tratamento Físico Químico SEPARAÇÃO ELETROCINÉTICA FRATURAMENTO; LAVAGEM DE SOLO EXTRAÇÃO DE VAPORES SOLIDIFICAÇÃO / ESTABILIZAÇÃO Tratamento Térmico EXTRAÇÃO DE VAPORES ACELERADA POR AQUECIMENTO Solo, Sedimento e Lodo Ex Situ Tratamento Biológico pósescavação Tratamento Físico Químico pós-escavação BIOPILHA COMPOSTAGEM LANDFARMING EXTRAÇÃO QUÍMICA; REDUÇÃO / OXIDAÇÃO DEHALOGENAÇÃO; SEPARAÇÃO LAVAGEM DE SOLO Tratamento Térmico pósescavação INCINERAÇÃO CO-PROCESSAMENTO DESORSÃO TÉRMICA Contenção e outros CONFINAMENTO GEOTÉCNICO Tecnologias de Remediação Águas Subterrâneas e Superficiais e Lixiviados In Situ Tratamento Biológico Tratamento Físico Químico BIODEGRADAÇÃO ACELERADA ATENUAÇÃO NATURAL FITOREMEDIAÇAO AIR SPARGING; BIOSLURPING; OXIDAÇÃO QUÍMICA; DUAL PHASE EXTRACTION; TRATAMENTO TÉRMICO; BARREIRAS REATIVAS Águas Subterrâneas e Superficiais e Lixiviados Ex Situ Tratamento Biológico pósbombeamento Tratamento Físico Químico pós-bombeamento BIOREATORES WETLANDS CONOSTRUÍDAS ADSORÇÃO / ABSORÇÃO; OXIDAÇÃO QUÍMICA AVANÇADA; CARVÃO ATIVADO; AIR STRIPPING; BOMBEAMENTO; ETC Contenção e outros BARREIRAS HIDRÁULICAS INJEÇÃO EM POÇOS PROFUNDOS 25

26 Tecnologias de Remediação Tecnologias de Remediação Sistema Integrado Barreira Hidráulica + MPE + Remoção de Solo 26

27 Tecnologias de Remediação Sistema Integrado Barreira Hidráulica + MPE + Air Sparging + Biorremediação Acelerada Após 3 anos MPE oxi / bio AS água Tecnologias de Remediação Sistema Integrado Barreira Hidráulica + MPE + Air Sparging + Biorremediação Acelerada e Remoção de solo Após 3 anos MPE oxi / bio AS água 27

28 OBRIGADO Consultoria e Engenharia Ambiental Martim Afonso de Souza Geólogo Gerente de Projetos Membro do Grupo Ecogeo 28

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