UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

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1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DA ARTE - TURMA 2015/2 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EMENTAS DOS CURSOS Arte e Cultura Luiz Felipe Ferreira A construção do conceito de cultura. Cultura: um saber específico a um campo de atribuição de significados. Etnocentrismo, relativismo cultural e alteridade. Cultura e culturas: o dilema da unidade humana e a diversidade de comportamento. Respeito à diferença e a valorização da pluralidade cultural. A cultura e o estado da arte: natureza do objeto; a estética como expressão de cultura. A arte e seu contexto social de produção e fruição. Um panorama da História do artesanato no Brasil; folclore e seus desdobramentos e perspectivas conceituais; os modernistas e a descoberta do popular. Arte, arte popular e artesanato: a construção dessas categorias na relação com os diversos domínios sociais. A inserção do popular no universo artístico. Arte e Cultura II Aldo Victorio A construção do conceito de cultura. Cultura: um saber específico a um campo de atribuição de significados. Etnocentrismo, relativismo cultural e alteridade. Cultura e culturas: o dilema da unidade humana e a diversidade de comportamento. Respeito à diferença e a valorização da pluralidade cultural. A cultura e o estado da arte: natureza do objeto; a estética como expressão de cultura. A arte e seu contexto social de produção e fruição. Um panorama da História do artesanato no Brasil; folclore e seus desdobramentos e perspectivas conceituais; os modernistas e a descoberta do popular. Arte, arte popular e artesanato: a construção dessas categorias na relação com os diversos domínios sociais. A inserção do popular no universo artístico.

2 Artes Visuais: Poéticas e Procedimentos: Corpo e Arte O eixo temático O corpo e suas poéticas servirá aqui como base reflexiva para uma discussão sobre uma pedagogia da arte livre de dicotomias e em consonância com as produções estéticas presentes nas artes do século XX-XXI. O curso discutirá os processos de hibridação da arte a partir da influência do Neoconcretismo e de outras correntes artísticas no Brasil e no exterior. Visa articular esses saberes ao campo específico da educação, ampliando o debate sobre a recepção da obra de arte na contemporaneidade, suas mediações e freqüências junto aos sistemas culturais, assim como seus efeitos estéticos sobre os educandos de diferentes estratos sócio-culturais. O curso proporá canais de experimentação com as linguagens da dança e da performance, incentivando a criação de proposições híbridas no campo do ensino da arte. Procurará investigar também as interfaces entre corpo, visualidade e tecnologia nos processos de composição artística na pós-modernidade. Artes Visuais: Poéticas e Procedimentos: Corpo e Arte II O eixo temático O corpo e suas poéticas servirá aqui como base reflexiva para uma discussão sobre uma pedagogia da arte livre de dicotomias e em consonância com as produções estéticas presentes nas artes do século XX-XXI. O curso discutirá os processos de hibridação da arte a partir da influência do Neoconcretismo e de outras correntes artísticas no Brasil e no exterior. Visa articular esses saberes ao campo específico da educação, ampliando o debate sobre a recepção da obra de arte na contemporaneidade, suas mediações e freqüências junto aos sistemas culturais, assim como seus efeitos estéticos sobre os educandos de diferentes estratos sócio-culturais. O curso proporá canais de experimentação com as linguagens da dança e da performance, incentivando a criação de proposições híbridas no campo do ensino da arte. Procurará investigar também as interfaces entre corpo, visualidade e tecnologia nos processos de composição artística na pós-modernidade. Currículo em Artes Visuais: Atualidade e Desafios. Aldo Victorio Os sentidos e as possibilidades da metodologia de ensino da arte: teorias e práticas. As finalidades dos conhecimentos das artes visuais na educação básica. Investigação das produções estéticas emergentes dos diversos circuitos socioculturais da cidade; investigação de possibilidades curriculares que zelem pelo entrelaçamento entre a arte, o desenvolvimento social e a formação da cidadania. Estudo das relações arte/institucionalidade aplicados ao campo específico da educação e o questionamento das ações educativas dos equipamentos culturais da cidade e o papel dos mediadores e professores na abordagem crítica sobre o lugar de pertencimento das culturas. As energias epistêmicas das estéticas periferizadas.

3 Currículo em Artes Visuais: Atualidade e Desafios II Aldo Victorio Filho Os sentidos e as possibilidades da metodologia de ensino da arte: teorias e práticas. As finalidades dos conhecimentos das artes visuais na educação básica. Investigação das produções estéticas emergentes dos diversos circuitos socioculturais da cidade; investigação de possibilidades curriculares que zelem pelo entrelaçamento entre a arte, o desenvolvimento social e a formação da cidadania. Estudo das relações arte/institucionalidade aplicados ao campo específico da educação e o questionamento das ações educativas dos equipamentos culturais da cidade e o papel dos mediadores e professores na abordagem crítica sobre o lugar de pertencimento das culturas. As energias epistêmicas das estéticas periferizadas. Espaço I Leila Danziger Malu Fatorelli Produção e análise de objetos tridimensionais. Exercícios de produção plástica experimental com técnicas variadas. Estudo dos materiais tradicionais e não tradicionais em termos de suas qualidades intrínsecas, seu comportamento no espaço físico, suas interações e seu potencial na expressão plástica. Espaço II Leila Danziger Malu Fatorelli Realização de exercícios práticos, leitura de textos e discussões. Análise e acompanhamento da produção dos alunos, relacionado-a com a produção contemporânea e refletindo sobre o esgarçamento de seus limites. Mídias Futuras I Rodrigo Gueron Tania Queiroz Arte e tecnologia como provocadora de novas questões para o pensamento, novas experiências artísticas, novos olhares e novas formas de expressão e novas formas de produção de subjetividades. Os movimentos artísticos que potencializaram a tecnologia como arte. O diálogo das poéticas fundadas em meios tecnológicos com a história e a tradição. A produção experimental de vídeo, ao videoarte; a vídeoinstalação e webarte. As experiências de imersividade e interatividade na arte. Mídias Futuras II Rodrigo Gueron Tania Queiroz

4 As escolas clássicas de cinema, suas sintaxes e as relações com o pensamento. A história da fotografia, seus desenvolvimentos físico e químico até a fotografia digital. As diversas teorias e pensamentos produzidos sobre e a partir da fotografia. A passagem para o cinema moderno, o cinema como uma potência virtual do real. Cinema, fotografia, vanguardas e experimentações. Relações, interseções e contaminações com as novas mídias e tecnologias: vídeo, imagem digital, webarte. Plano I Cristina de Pádula João Modé Experimentação com base em propostas e exercícios que visem problematizar as principais questões da produção bidimensional, em especial do desenho e da pintura. Explorar, através de exercícios realizados em sala, a potencialidade de linhas, planos, volumes, cores, materiais. Utilizar diversos recursos e técnicas buscando uma experiência ampla dentro de uma perspectiva contemporânea. Analisar obras produzidas em meios diversos desde a tradição até a arte contemporânea. Plano II Cadu Cristina de Pádula Experimentar com base em propostas e exercícios que visem problematizar as principais questões da produção em gravura e a sua inserção no contexto da arte contemporânea. Explorar, através de exercícios, a preparação e impressão da matriz litográfica e digital; a xilogravura e a gravura em metal; os diferentes procedimentos em serigrafia. Utilizar Diversos recursos e explorar os limites da técnica buscando uma experiência ampla dentro de uma perspectiva contemporânea. Analisar as obras produzidas em meios diversos desde a tradição até a arte contemporânea. Teoria e Arte Marcelo Campos A partir da discussão do legado das investigações artísticas produzidas em 1960 e 1970, que terminaram por promover um claro processo de ampliação do campo da arte e incitaram gradativamente a presença cada vez mais potente de um viés conceitual nas proposições contemporâneas, o curso buscará expor e problematizar alguns trabalhos e artistas Paradigmáticos para que possamos nos aproximar (ou achar que estamos nos aproximando) daquilo que entendemos como arte contemporânea. A associação livre de referências e a abdicação de uma ingênua (e fadada ao fracasso) linearidade histórica servirá de carta de navegação para o processo.

5 Teoria e Arte Marcelo Campos Análise das transformações e reverberações da arte no final do século xix e da primeira metade do século xx. Investigação dos processos de ruptura propostos à estruturação clássica, no que se refere à construção do espaço pictórico, da mesma maneira que à construção de uma narrativa (em um sentido mais superficial). Discussão da abordagem formalista do trabalho de arte e de seus utópicos ideais de pureza, planaridade e autocrítica. Investigação e debate sobre outras possibilidades de abordagem do legado modernista, considerando a fortuna crítica que surge como um caminho paralelo à herança greenberguiana. Promoção de uma reflexão aprofundada sobre as imbricadas relações entre o Brasil modernista e o cenário internacional. Monografia: Aldo Victorio Marcelo Campos Luiz Felipe Ferreira Rodrigo Gueron Ativar sentidos ao trabalho de pesquisa docente para fins de formatação de uma monografia. Possibilitar instrumentos tanto teóricos, quanto de análise crítica e de ações de campo com vistas à integralização do curso. A combinar entre o orientando e seu orientador. CURRÍCULO DOS PROFESSORES Doutor e mestre em Linguagens Visuais pela Escola de Belas Artes da UFRJ e graduado em História da Arte pela UERJ. Profissional híbrido, que trabalha com diversas linguagens [performances, instalações, textos críticos e vídeos] e cuja particularidade é o diálogo entre teoria e prática artística. Tem textos em revistas especializadas e alguns trabalhos de curadoria. Atualmente é professor do Instituto de Artes da UERJ e coordenador do curso de Artes Visuais da Unigranrio. Cristina de Pádula Artista. Formada em Filosofia pela UERJ. Mestre em Linguagens Visuais pela EBA- UFRJ, Doutoranda em Linguagens Visuais pela UFRJ, formação livre na EAV Parque Lage. Desde 1993 participa de exposições, entre as quais se destaca "LV 10 anos" (C. A. Hélio Oiticica, Rio, 2006). Professora substituta na UERJ em 2005 e integrante da equipe de educação do MAM-RJ (1999 a 2006). Colaboradora do NAT-EAV.

6 João Modé Tem formação em Arquitetura e Programação Visual, com mestrado em Linguagens Visuais pela UFRJ. Foi membro fundador do grupo Visorama, que promoveu debates acerca das questões da arte contemporânea entre o final dos anos 1980 e a década de Tem trabalhos nas coleções do MAM-SP; MAM-RJ, Pinacoteca do Estado de São Paulo e Frac Bretanha, França. Participou da 28a Bienal de São Paulo [2008], da 7a Bienal do Mercosul [2009] e da Bienal de Praga [2003]. Cadu Artista com pós-doutorado em andamento pela Escola Belas Artes da UFRJ e professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Contemplado em 2001 com a Bolsa Iberê Camargo com residência artística no London Print Studio. Em 2008 artista visitante na Universidade de Plymouth à convite do Arts Council. Vencedor do Prêmio Pipa em 2013 com residência artística na Residency Unlimited (NY). Em 2014 artista residente da 4a Bienal do Fim do Mundo em Mar Del Plata (Argentina) e dos projetos Plataforma Atacama (Chile), InSite (México) Marcelo Campos Doutor em Artes Visuais pela UFRJ, professor e coordenador de graduação-instituto de Artes da UERJ. Doutor em Artes Visuais- PPGAV da EBA-UFRJ. Textos publicados em periódicos e catálogos nacionais e internacionais. Curador das exposições Faustus, de José Rufino, Palácio da Aclamação, Salvador(2009); E agora toda terra é barro, de Brígida Baltar, CCBNB, Cariri e Fortaleza(2008/2009); Sertão contemporâneo, Caixa Cultural-RJ e Salvador(2008/2009). Tania Queiroz Graduação em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Santa Úrsula, Especialização lato senso em Sociologia Urbana na UERJ; formação livre na EAV Parque Lage; Licenciatura em Artes na Universidade Cândido Mendes.Participou de salões e exposições individuais e coletivas no Brasil. É Coordenadora de Ensino e professora da EAV Parque Lage, foi professora substituta no Instituto de Artes da UERJ.Atuou como Educadora no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu do Açude e Paço Imperial. Professora adjunta de ensino da arte no Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ e do programa de artes PPGARTES na área de arte, cognição e cultura; doutora em teoria literária pela UFRJ (2002) e mestre em literatura brasileira pela UFRJ (1994); possui graduação - bacharelado em teoria do teatro pela UNI-RIO (1990); entre os anos de foi professora visitante no departamento de linguagens artísticas do Instituto de Artes da UERJ; de 2003 a 2011 lecionou em diferentes cursos, Produção Cultural do Instituto Técnico Federal do Rio de Janeiro - IFRJ; Artes Visuais (licenciatura) da UNIGRANRIO; Artes Visuais (licenciatura) do Centro Universitário de Barra Mansa; foi também coordenadora do curso de pósgraduação em artes visuais do Centro Universitário de Barra Mansa entre os anos de Atualmente é diretora do Instituto de Artes da UERJ.

7 Aldo Victorio Filho Graduado em Gravura pela Escola de Belas Artes UFRJ e Licenciado em Educação Artística. Mestre e Doutor em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Professor Adjunto, Coordenador do curso de Licenciatura em Artes Visuais e vice-diretor do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Docente do Programa de pós-graduação em Artes - PPGARTES e do Programa de pós-graduação em Educação - PROPED ambos da UERJ Lider do Grupo de Pesquisa Estudos Culturais em Educação e Arte: Linha de Pesquisa Juventude Líquida: estética/educação/acontecimento - UERJ/UFRRJ; Pesquisador do Grupo de Pesquisa Cotidiano Escolar e Currículo - UERJ, Linha de Pesquisa Práticas curriculares cotidianas e emancipação social e do Grupo de Pesquisa Cultura Visual e Educação - UFG. Luiz Felipe Ferreira Graduação em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993), mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1996), doutorado em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002) e pósdoutorado em Letras pela Université Paris III - Sorbonne Nouvelle. Atualmente é professor adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, editor da revista Textos Escolhidos de Cultura e Arte Populares, coordenador do Centro de Referência do Carnaval e líder do grupo de pesquisa Laboratório da Arte Carnavalesca. Leila Danziger Artista, pesquisadora e professora adjunta do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), nos cursos de Graduação (bacharelados e licenciatura) e no Programa de Pós-graduação em Artes (mestrado e doutorado). Pósdoutorado junto à Bezalel Academy of Arts and Design Jerusalem, Israel, com bolsa do CNPq. Graduou-se em Artes pelo Institut d' Arts Visuels d Orléans, França (DNSEP, 1989). É mestre em História, pelo Programa de Pós-graduação em História Social da Cultura (PUC-Rio) e doutora pelo mesmo Programa, com estágio de 12 meses na Universidade Carl v.ossietsky, Oldenburg, Alemanha (2003, bolsa CAPES). Entre 2010 e 2013, foi Jovem Cientista do Nosso Estado (FAPERJ), na área de artes plásticas. Atualmente é bolsista de produtividade nível 1D do CNPq e Procientista da Uerj/ Faperj. Participou de mostras individuais e coletivas na Funarte (Rio de Janeiro), Paço Imperial (Rio de Janeiro), Galeria Thomas Cohn (São Paulo), Itaú Cultural (São Paulo), MAM (Rio de Janeiro), Frauenmuseum (Bonn, Alemanha), Galeria do Instituto de Relações com o Exterior (IFA-Galerie, Berlim, Alemanha), Espaço Ecco (Brasília), SESC-Pinheiros (São Paulo), Museu de Arte Contemporânea (Niterói), Bezalel Gallery (Tel Aviv, Israel), Cavalariças do Parque Lage, (Rio de Janeiro), entre outros. Malu Fatorelli Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ (1980), mestrado em Comunicação e Tecnologia da Imagem pela Escola de Comunicação da UFRJ (1998) e doutorado em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFRJ (2004). Atualmente é Professora Adjunta da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e do programa de pós-graduação em artes da UERJ. Foi artista visitante na Escola de Gráfica de Veneza, Itália, na Ruskin School of Drawings and Fine Arts da Universidade de Oxford e no Headlands Center for the Arts na Califórnia.

8 Rodrigo Guerón Professor Adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) no Instituto de Artes, coordenador adjunto do Programa de Pós-Graduação em Artes e chefe do departamento de Linguagens Artísticas do referido Instituto, autor do livro"da Imagem ao Clichê, do Clichê à Imagem. Deleuze, Cinema e Pensamento". Rio de Janeiro: Nau editora, 2011, com apoio da Faperj. Além de Doutor em Filosofia (Estética e Filosofia da Arte) e Professor, Guéron é também diretor e roteirista de cinema, vídeo e televisão, com destaque para direção de três curtas-metragens, "750-Cidade de Deus", "Clandestinidade" e "Eu Estou Bem Cada Vez Melhor", com prêmios em festivais no Brasil e no exterior. Doutor em Filosofia pela UERJ (2004); mestrado e graduação em Filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professor Universitário em universidades públicas e privadas, ministrando disciplinas de Filosofia, política, estética, arte e cinema.

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