ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA DO PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DE UMA LOJA DE SERVIÇO AUTOMOTIVO

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1 Perspectvas Globas para a Engenhara de Produção Fortaleza, CE, Brasl, 13 a 16 de outubro de ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA DO PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DE UMA LOJA DE SERVIÇO AUTOMOTIVO Leony Lus Lopes Negrao (UEPA) Rubens Cardoso da Slva (UEPA) zamara crstna palheta das (UEPA) marcelo carnero goncalves (PUC) O presente trabalho teve por objetvo avalar a vabldade econômco-fnancera para a mplantação de uma loja de njeção eletrônca na cdade de Santarém no Oeste do Estado do Pará, por meo de métodos heurístcos de avalação de projetos. O trabalho utlzou o método de estudo de caso, com caracter exploratóro, de natureza aplcada. Fo detalhado o método de vabldade do projeto ndustral a partr do Valor Presente Líqudo (VPL); da Taxa Interna de Retorno (TIR); Ponto de Equlíbro (PE); Custo-Benefíco e Payback. Foram atngdos os objetvos propostos chegando à conclusão de que o projeto é vável econômco-fnacera, apresentando um VPL de R$ ,59, com uma Taxa Interna de Retorno de 56,8%, o que demostra atratvo o nvestmento vsto que essa taxa é maor que a Taxa Mnma de Atratvdade (TMA) que representa o custo de captal de 17,93%. O ponto de equlíbro fo calculado para um valor atual de 39% e 23% para um valor projetado apresentando-se maor que zero o que vablza o projeto. A relação Custo-Benefíco apresenta um índce maor que um, de 6,3 comprovando a vabldade do projeto, quanto ao retorno do nvestmento, meddo pelo payback, fo de três anos. Palavras-chave: Servço automotvo, vvalação de projetos, vabldade econômcofnancera.

2 Perspectvas Globas para a Engenhara de Produção Fortaleza, CE, Brasl, 13 a 16 de outubro de Introdução Com o avanço da tecnologa e da globalzação, algumas cdades do nteror do Estado do Pará vêem apresentando um crescmento proporconal aos das metrópoles. Santarém é uma cdade em fase de expansão no Oeste do Pará, stuada na mesorregão do Baxo Amazonas. Sua economa gra em torno da Agrcultura, Pecuára, Avcultura, Extratvsmo, Comérco e Indústra (GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ, 2013). O comérco e a ndústra anda estão em processo de crescmento, em especal o comérco que se desenvolve rapdamente, pos exste uma acelerada demanda para consumo. Com a crescente no comérco e ndústra é notóro que haja servços dsponblzados que corresponda aos anseos de consumo de bens duráves e não duráves, como é o caso de sevço de manutenção vecular que tem crescdo conforme aumenta no número de usuáros de automóves. Observa-se que devdo a rápda evolução dos motores dos automóves, além de fatores como controle de emssão de poluentes e economa de combustível, o velho carburador que acompanhou pratcamente todo o processo de evolução automotva, já não supra as necessdades dos novos veículos, fazendo com que os fabrcantes se preocupassem cada vez mas em fazer carros mas econômcos e poluído menos o meo ambente. Assm sendo, consdera-se oportuno a mplantação de uma loja de njeção eletrônca que venha atender a uma demanda reprmda na cdade de Santarém/PA. No entanto, para ncar qualquer atvdade empresaral é de fundamental mportânca a análse de vabldade econômco-fnancera do nvestmento, passando, nclusve pela decsão do local de nstalação do empreendmento. O obetvo deste estudo é avalar a vabldade econômco-fnancera de mplantação de uma loja de njeção eletrônca, dsponblzando nformações de localdade, recursos necessáros e retornos fnanceros almejados, auxlando os empreendedores no processo de decsão. 2. Procedmentos metodológcos 2

3 Perspectvas Globas para a Engenhara de Produção Fortaleza, CE, Brasl, 13 a 16 de outubro de A pesqusa fo do tpo estudo de caso de caráter exploratóro, que segundo Gl (1991) é quando envolve o estudo profundo e exaustvo de um ou poucos objetos de manera que se permta o seu amplo e detalhado conhecmento. Do ponto de vsta de sua natureza, a pesqusa fo classfcada como aplcada, pos objetva gerar conhecmentos para aplcação prátca da mplantação da loja de njeção eletrônca. Quanto a abordagem, fo classfcada como pesqusa quanttatva, pos os dados ganharão tratamentos estatístcos, conforme Slva e Meneses (2005, p.20), Pesqusa Quanttatva: consdera que tudo pode ser quantfcável, o que sgnfca traduzr em números opnões e nformações para classfcá-las e analsá-las. A coleta de dados ocorreu nas seguntes nsttuções: Junta Comercal do Estado do Pará (JUCEPA); Câmara dos Drgentes Lojstas (CDL); Secretára de Fazenda do Muncípo Santarém/PA; e Assocação Comercal e Empresaral de Santarém/PA (ACES). Os dados foram organzados em gráfcos, quadros e tabelas que permtram a análse dos ndcadores econômcos e fnanceros para apoo a decsão quanto ao nvestmento. 3. Métodos determnstcos de avalação de projetos 3.1. Valor Anual Unforme Equvalente Para Casarotto e Kopttke (2000), o Valor Anual Unforme Equvalente (VAUE) consste em determnar uma sére unforme anual A, equvalente a um fluxo de caxa dos dvdendos nvestdos em razão da Taxa Mínma de Atratvdade (TMA). Calcula-se uma sére unforme que equvale aos custos e recetas nvestdos utlzando-se a TMA, o melhor resultado, naturalmente, será o que obtver o melhor saldo fnancero Taxa Mínma de Atratvdade Casarotto e Kopttke (2000) afrmam que a Taxa Mínma de Atratvdade (TMA) rá varar de acordo com as necessdades da organzação e o horzonte de planejamento do nvestmento. Para nvestmentos de curto prazo, a taxa de remuneração de títulos bancáros poderá ser usada como TMA. Para o médo prazo, consdera-se como TMA a méda ponderada dos rendmentos das contas do captal de gro. Nos nvestmentos de longo prazo, a TMA passará 3

4 Perspectvas Globas para a Engenhara de Produção Fortaleza, CE, Brasl, 13 a 16 de outubro de a ser uma meta estratégca, como a meta de crescmento anual do patrmôno líqudo da empresa, ou, para empresas fnanceras, a taxa a partr da qual se obterá lucro fnancero Valor Presente Líqudo Para Gtman (2001), quando as empresas querem avalar os fluxos de caxa relevantes ou ncrementas de um atvo, elas, então, analsam esses fluxos para dscutr se o atvo é acetável ou para herarquzá-los. Para sso, podem-se utlzar váras técncas, entre as quas se destaca o Valor Presente Líqudo (VPL) Taxa Interna de Retorno Defne-se como Taxa Interna de Retorno (TIR) sobre um nvestmento como aquele valor que anula o valor atual do seu fluxo de caxa Para Casarotto e Kopttke (2000), a taxa nterna de retorno para determnado fluxo de caxa deverá ser a taxa para a qual torna o valor presente líqudo do fluxo, nulo. Ela é calculada gualando a equação do VPL à zero Período de recuperação do nvestmento De acordo com Macedo (2005), o Período de Recuperação do Investmento (Payback) rá defnr o tempo, ou número de períodos que são necessáros para recuperar o nvestmento ncal. O período de tempo máxmo dfere de nvestdor para nvestdor, sendo que períodos de tempo menor para a recuperação do captal nvestdo são sempre preferdos. Segundo Samanez (2009), o Payback descontado representa o tempo de recuperação de um nvestmento, ou seja, quantos anos decorrerão até que o valor presente dos fluxos de caxa prevsto se guale ao nvestmento ncal. Quando o payback descontado de um projeto for superor ao período máxmo estabelecdo pela empresa para recuperar o nvestmento ncal, este não deve ser aceto pela empresa, mesmo que apresente TIR superor ao custo de captal ou VPL postvo. Assm, suas prncpas vantagens e desvantagens podem ser resumdas no quadro 1. Quadro 1 Vantagens e Desvantagens do Payback 4

5 Perspectvas Globas para a Engenhara de Produção Fortaleza, CE, Brasl, 13 a 16 de outubro de Fonte: Adaptado de Woler e Mathas (2008) 3.6. Relação Custo-Benefíco A relação Custo-Benefíco (C/B), demostra o quanto o valor presente das entradas representa do valor presente das saídas de caxa. Para Samanez (2009), o índce C/B é um ndcador que resulta da dvsão do valor atual dos benefícos pelo valor atual dos custos do projeto, nclundo o nvestmento ncal. Permte saber a vabldade econômca de um empreendmento, bastando, para sso, observar se o índce é maor que 1 (um) Ponto de Equlíbro Para Brto (2003) o Ponto de Equlíbro apresenta a stuação onde os lucros do empreendmento somado aos custos do mesmo se anulam. Quanto menor o ponto de equlíbro, melhor. Exstem váras formas de analsá-lo, sendo pela capacdade produtva, quantdade, receta total ou mesmo custo total. Ver fgura 1. Fgura 1 Ponto de Equlbro Fonte: Notas de aula de Negrão (2010) O desejável é que o ponto de equlíbro não dexe fraglzada a frma, devendo ser baxo, em torno de 50% ou menos das recetas totas Margens de Contrbução 5

6 Perspectvas Globas para a Engenhara de Produção Fortaleza, CE, Brasl, 13 a 16 de outubro de Souza e Clemente (2007) afrmam que a margem de contrbução pode ser entendda como: quanto cada undade de produto contrbu para o resultado, ou anda, como o excedente da receta untára em relação ao custo varável untáro e a despesa varável untára, surgndo, assm o lucro sempre que a margem de contrbução for superor à soma dos custos fxos com as despesas fxas do período. 4. Projeto de mplantação de uma loja de njeção eletrônca A Empresa é formada por três sócos e ses funconáros. Dos ses funconáros, três são atendentes, um caxa, um motoboy e um aprendz. A tabela 1 mostra as peças que serão comercalzadas pela empresa, com o preço untáro de venda e a projeção de quantdade a ser vendda por da. Tabela 1 Produtos a serem comercalzados na loja de njeção eletrônca Item Peça Preço de venda Projeção de vendas 001 Atuador Marcha Lenta R$ Bco Injetor R$ Modulo de Ignção R$ Regulador de Pressão R$ Sensor de Detonação R$ Sensor de Fase R$ Sensor de Nível R$ Sensor Pos. Borboleta R$ Sensor Map R$ Sensor de Rotação R$ Corpo de Borboleta R$ Sensor de Velocdade R$ Meddor de Fluxo de Ar R$ Bobna de Ignção R$ Bomba de Combustível R$

7 Perspectvas Globas para a Engenhara de Produção Fortaleza, CE, Brasl, 13 a 16 de outubro de Os fornecedores estarão localzados em Manaus no Amazonas, pos trabalham com peças orgnas de fábrca e o custo com a logístca de transporte será mas barato, pos a dstânca é menor. Entretanto, exste a possbldade de concentração de fornecedores de São Paulo como segundo plano Localzação Modelo 1 solução pelo método do Centro de Gravdade O método do centro de gravdade exato, p-gravdade, método do medano ou método centróde é amplamente utlzado para determnar uma localzação onde os custos de transportes são mínmos. A abordagem é smples, uma vez que a tarfa de transporte e o volume do ponto são os úncos fatores da localzação (BALLOU, 2006). A equação 1 determna a coordenada de lattude do ponto de nstalação a localzar, e a equação 2 determna a coordenada de longtude do ponto de nstalação a localzar. X Y V R X d d V R V RY d V R d (1) (2) Onde: = Coordenada X lattude do ponto de nstalação a localzar; = Coordenada Y lattude do ponto de nstalação a localzar; X e Y = Coordenada do ponto de fonte e procura para localzar; V = Volume de peças ; R = Taxa de transporte até o ponto ; d = dstânca até o ponto da nstalação a ser localzada. A tabela 2 demostra os parâmetros de cada produto comercalzado (conforme tabela 1), necessáros para o cálculo de localzação do empreendmento. 7

8 Perspectvas Globas para a Engenhara de Produção Fortaleza, CE, Brasl, 13 a 16 de outubro de Tabela 2 Parâmetros para determnação da localzação. Item Marca Fornecedor Preço de Preço de Quantdade Custo de compra venda vendda (mês) transporte 001 Magn M&A R$28,00 R$ 100,00 75 R$2, Magn T%M R$100,00 R$ 220,00 50 R$2, Magn G&J R$113,00 R$ 235, R$2, Magn M&A R$14,00 R$ 65, R$2, Dpl T%M R$37,00 R$ 125,00 75 R$2, Bosch G&J R$56,00 R$ 145,00 25 R$2, Tsa M&A R$35,00 R$ 100, R$2, Magn T%M R$27,00 R$ 90,00 75 R$2, Delph G&J R$84,00 R$ 195,00 50 R$2, Dpl M&A R$25,00 R$ 81, R$2, Vdo T%M R$390,00 R$ 625,00 25 R$2, Vdo G&J R$12,00 R$ 65,00 75 R$2, Indum M&A R$120,00 R$ 250,00 50 R$2, Magn T%M R$125,00 R$ 230,00 75 R$2, Bosch G&J R$80,00 R$ 140,00 50 R$2,00 A tabela 3 mostra os barros contemplados pela pesqusa de mercado com suas respectvas demandas por peças. Foram defndos nove pontos de demanda (nove barros) para a utlzação do método do Centro de Gravdade. Tabela 3 Volume de peças por barros Barros Demanda Pranha 2485 Centro 2045 Cuabá 1760 Maracanã 1505 Rodagem 1740 Lvramento 1795 Santarenznho 1385 São José Operáro 1870 São Sebastão

9 Perspectvas Globas para a Engenhara de Produção Fortaleza, CE, Brasl, 13 a 16 de outubro de Para realzação do método de Localzação de uma únca nstalação, fo necessáro ser defndo a quantdade demandada para os grupos de peças (Quantdade Anual), classfcados em G1 Grupo um, G2 Grupo dos e G3 Grupo três. Conforme mostra o quadro 2. Quadro 2 Dados para utlzação do método de uma únca nstalação. O quadro 3 apresenta os pontos () de localzação e os volumes de peças conduzdas para o ponto (), retrados da tabela 3. Assm como, os custos untáros de transportes dentfcados na tabela 2, e as coordenadas dos pontos de fontes de procura, lattude (X) e longtude (Y). Quadro 3 Localzação de uma únca nstalação (Método do Centro de Gravdade) A partr dos dados resumdos no quadro 3 e das expressões 1 e 2, determna-se a localzação da loja de njeção eletrônca pelo método do Centro de Gravdade, coforme tabela. Sendo o 9

10 Perspectvas Globas para a Engenhara de Produção Fortaleza, CE, Brasl, 13 a 16 de outubro de barro do Lvramento o local que apresenta uma demanda equparada às projeções e com um custo de nstalação proporconalmente bem aquém dos outros dos barros (Pranha e Centro) quando comparada proporções de varação na demanda entre esses barros. Ponto () Tabela 4 Determnação da localzação de uma únca nstalação (Método do Centro de Gravdade) Volume (V ) Tarfa (R ) Coordenada de localzação d V R X /d V R Y /d V R /d X Y Custos (R$) São Sebastão ,00 2,4250 3,2300 4, , ,02 799, ,06 Centro ,00 2,4237 4,0920 4, , ,77 860, ,17 Pranha ,00 2,4337 4,9700 5, , ,57 898, ,41 Rodagem ,00 2,4354 3,4800 4, , ,15 819, ,49 Cuabá ,00 2,4424 3,5200 4, , ,02 821, ,88 Lvramento ,00 2,447 3,590 4, , ,62 837, ,92 Santarenznho ,00 2,4553 2,7700 3, , ,88 748, ,34 São Jose Operáro ,00 2,4693 3,7400 4, , ,10 834, ,25 Maracanã ,00 2,4468 2,9700 3, , ,28 771, ,81 Somatóro 39, , , , ,33 10

11 Modelo 2 solução pelo software Logware Logware é uma coleção de programas útes para analsar uma varedade de problemas e estudos de caso logístcos. (BALLOU, 1992) COG Para Ballou (1992), o COG é um software de computador para localzar uma nstalação únca por meo do método de centro de gravdade exato. O problema é aquele em que uma únca nstalação, tal como um armazém, deve atender (ou para ser atenddo por) um número de pontos de demanda (ou fornecmento) com localzações e volumes conhecdos. O objetvo é encontrar uma localzação com o custo total do transporte representado pela expressão 3. N 2 2 T TC VR K X X Y Y 1 (3) Onde: TC = custo total de transporte; N = número de pontos de orgem/destno no problema. Até 500 pontos podem ser usados; X e Y = localzação geográfca do ponto de orgem/destno representad s pelas r ena as lneares e T = fator de potênca na fórmula de computação da dstânca. As dstâncas são computadas das coordenadas usando a equação 4. Dstânca K 2 X X Y Y 2 T Onde: X e Y = repressentam os pontos de orgem/destno e, (4) representam a nstalação. O fator de potênca T controla a lneardade da dstânca entre os pontos. O valor de T geralmente é 0,5, que é uma lnha reta entre os pontos; K = um fator de escala para converter as dstâncas em coordenadas para mlhas; V = o volume de um ponto de orgem/destno em qualquer undade de demanda aproprada; R = a taxa de transporte entre a nstalação a ser localzada e os pontos de orgem/ destno expresso em uma undade monetára por undade de volume por undade de dstânca, tal como $/undade/mlha.

12 Para executar o COG é precso crar um banco de dados para um problema em questão, para encontrar a melhor coordenada X e Y, conforme mostrado na fgura 2. Ao clcar na tecla Solve calcula-se as coordenadas do centro-de-gravdade, conforme fgura 11. Fgura 2 Banco de dados para encontrar a melhor coordenada X e Y Fgura 3 Resultados computaconas para o problema em questão. Após os resultados computaconas, mostrados na fgura 3, este processo acorre contnuadamente até que aconteça uma teração que possua repetção dos dados na teração anteror e na atual. Neste modelo verfcou-se a establdade na 20ª teração, possundo a melhor localzação para a nstalação a Lattude (X) e Longtude (Y) e um custo total, tas quas: X = 2,447; Y = 3,590 e CT = R$15.392,09. 12

13 4.2. Dados fnanceros do projeto Plano de aplcação das nversões a realzar São gastos prevstos para o funconamento da empresa. Os atvos fxos, ncluídas as despesas, são gastos de suporte a produção e tendem a se reduzr com um maor controle e otmzação do uso dos recursos Atvo Fxo O quadro 4 apresenta os tens adqurdos e consderados como atvos fxos da empresa. Quadro 4 Atvo Fxo Aspectos técncos, econômcos e fnanceros A tabela 5 apresenta a capacdade nstalada para os 15 produtos com suas respectvas quantdades, atual (dára, mensal e anual) e projetada (dára; mensal; anual). A porcentagem da capacdade nstalada que se rá utlzar após a establzação da produção atual é de 70%. Para o Projetado será de 70% no seu 1º ano depos de mplantado o empreendmento; 75% no seu 2º ano depos de mplantado o empreendmento; 80% no seu 3º ano depos de mplantado o empreendmento. O custo atual e projetado de mão-de-obra está detalhado na tabela 6. Tabela 5 Capacdade Instalada 13

14 Produto Und Quantdade Atual Projetada Dára Mensal Anual Dára Mensal Anual Atuador Marcha Lenta Und Bco Injetor Und Modulo de Ignção Und Regulador de Pressão Und Sensor de detonação Und Sensor de Fase Und Sensor de Nível Und Sensor Posção Borboleta Und Sensor Map Und Sensor de Rotação Und Corpo de Borboleta Und Sensor de Velocdade Und Meddor de Fluxo de Ar Und Bobna de Ignção Und Bomba de Combustível Und Tabela 6 Custos de Mão-de-Obra Função Saláro Quantdade Valor Mensal Anual Atual Projetado Atual Projetado 1 Honoráros/Pró-labore 1 1 R$ ,00 R$ ,00 Gerente R$ 2.000,00 R$ , R$ ,00 R$ ,00 2 Mão de obra Fxa 5 6 R$ ,00 R$ ,00 Atendente R$ 545,00 R$ 6.540, R$ ,00 R$ ,00 Caxa R$ 545,00 R$ 6.540, R$ 6.540,00 R$ 6.540,00 Motoboy R$ 545,00 R$ 6.540, R$ 6.540,00 R$ 6.540,00 3 Mão de obra varável 2 2 R$ ,00 R$ ,00 Aprendz R$ 273,00 R$ 3.276, R$ 3.276,00 R$ 3.276,00 Gratfcações R$ 3.000,00 R$ , R$ ,00 R$ ,00 4 Encargos socas - - R$ ,51 R$ ,10 T O T A L 8 9 R$ ,51 R$ ,10 A tabela 7 detalha os custos mensas, atuas e projetados, com materas para o mx de 15 produtos. O total de custos fxos e varáves, gastos prevstos para o funconamento da empresa, estão dspostos na tabela 8. Fgura 7 Materas Dretos 14

15 Insumo Und Valor untáro Quantdade Valor Atual Projetada Atual Projetada 1. Materas e mercadoras R$ ,00 R$ ,00 Atuador marcha lenta und R$28, R$25.200,00 R$27.720,00 Bco Injetor und R$100, R$90.000,00 R$99.000,00 Modulo de Ignção und R$113, R$ ,00 R$ ,00 Regulador de Pressão und R$14, R$21.000,00 R$23.100,00 Sensor de detonação und R$37, R$33.300,00 R$36.630,00 Sensor de Fase und R$56, R$67.200,00 R$73.920,00 Sensor de Nível und R$35, R$42.000,00 R$46.200,00 Sensor Posção Borboleta und R$27, R$24.300,00 R$26.730,00 Sensor Map und R$84, R$75.600,00 R$83.160,00 Sensor de Rotação und R$25, R$37.500,00 R$41.250,00 Corpo de Borboleta und R$390, R$ ,00 R$ ,00 Sensor de Velocdade und R$12, R$21.600,00 R$23.760,00 Meddor de Fluxo de Ar und R$120, R$44.000,00 R$ ,00 Bobna de Ignção und R$125, R$ ,00 R$ ,00 Bomba de Combustível und R$80, R$96.000,00 R$ ,00 2. Materal de embalagem R$27,60 R$31.65 Embalagem plástca1 kg und R$0, R$13,20 R$14,85 Embalagem plástca 1 kg und R$0, R$14,40 R$16,80 3. Combustíves R$580,00 R$638,00 Gasolna ltro R$2, R$580,00 R$638,00 TOTAL R$ ,60 R$ ,65 Tabela 8 Custos Anuas Especfcação Atual Valor Projetado Custos fxos R$ ,74 R$ ,02 - Honoráros R$ ,00 R$ ,00 - Saláros R$ ,00 R$ ,00 - Encargos Socas R$ ,51 R$ ,10 - Deprecação - R$ ,89 - Manutenção - R$ 4.526,48 - Seguros - R$ 1.968,78 - Eventuas R$ 4.161,23 R$ 5.806,76 Custos varáves R$ ,74 R$ ,22 - Mão-de-Obra R$ ,00 R$ ,00 - Matéra-Prma R$ ,00 R$ ,00 - Materas e Mercadoras R$ ,00 R$ Materal de Embalagem R$ 27,60 R$ 31,65 - Combustíves e Lubrfcantes R$ 580,00 R$ 638,00 - Energa Elétrca R$ 2.100,00 R$ 2.640,00 - Propaganda R$ 4.389,53 R$ 5.518,26 - Impostos R$ ,48 R$ ,35 - Eventuas R$ R$ ,96 TOTAL R$ ,47 R$ ,24 15

16 O captal de gro é o recurso necessáro para manter a empresa funconando, de forma a pagar suas necessdades mensas. A tabela 9 detalha os elementos necessáros envolvdos no captal de gro. Tabela 9 Necessdades de captal de gro Dscrmnação Projetado A complementar I Necessdades R$ ,53 R$ ,53 1 Caxa mínmo R$ ,85 R$ ,85 2 Fnancamentos de vendas R$ ,41 R$ ,41 3 Estoque R$ ,63 R$ , Materal de embalagem R$ 4,95 R$ 4, Produto acabado R$ ,22 R$ , Peças e mat. de reposção R$ 911,46 R$ 911,46 II Fontes R$ ,50 R$ , Recursos de terceros R$ ,99 R$ , Outras fontes R$ ,99 R$ , Crédto de fornecedores R$ ,53 R$ , Impostos R$ ,45 R$ ,45 2 Fnancamentos R$ ,54 R$ , Programa de Produção e Receta Anual O programa de produção e receta anual corresponde ao valor gerado, pelas vendas dos produtos. A programação de vendas e de receta anual consta na tabela 10. Tabela 10 - Programa de Produção e Receta Anual Preço de Quantdade Valor Produto Und venda Atual Projetado Atual Projetado Atuador Marcha Lenta und R$ 100, R$63.000,00 R$79.200,00 Bco Injetor und R$ 220, R$ ,00 R$ ,00 Modulo de Ignção und R$ 235, R$ ,00 R$ ,00 Regulador de Pressão und R$ 65, R$68.250,00 R$85.800,00 Sensor de detonação und R$ 125, R$78.750,00 R$99.000,00 Sensor de Fase und R$ 145, R$ ,00 R$ ,00 Sensor de Nível und R$ 100, R$84.000,00 R$ ,00 Sensor Posção Borboleta und R$ 90, R$56.700,00 R$71.280,00 Sensor Map und R$ 195, R$ ,00 R$ ,00 Sensor de Rotação und R$ 81, R$85.312,50 R$ ,00 Corpo de Borboleta und R$ 625, R$ ,00 R$ ,00 Sensor de Velocdade und R$ 65, R$81.900,00 R$ ,00 Meddor de Fluxo de Ar und R$ 250, R$ ,00 R$ ,00 Bobna de Ignção und R$ 230, R$ ,00 R$ ,00 Bomba de Combustível und R$ 140, R$ ,00 R$ ,00 TOTAL R$ ,50 R$ ,75 16

17 Com os dados de nvestmentos, gastos fxos e varáves, e recetas de vendas ao longo de um horzonte de 12 anos, sendo que no período zero constam os nvestmentos realzados para a mplantação do projeto, têm-se um fluxo de caxa que orentou todas as análses quanttatvas de vabldade ou não no projeto objeto deste estudo. 5. Análse quanttatva do projeto A análse quanttatva do projeto consste em avalar a vabldade econômco-fnancera do projeto por meo dos métodos determnístcos conforme apresentados no quadro 5. Quadro 5 Análse Quanttatva do Projeto TMA 17,93% VPL R$ ,59 TIR 56,8% PE 47% e 56% C/B 6,13 > 1 Payback 3,0 A Taxa Mínma de Atratvdade fo calculada como sendo a somatóra do custo de oportundade (caderneta de poupança = 7,81% a.a.), e remuneração de captal (Taxa Básca de Fnancamento TBF = 10,12% a.a.), conforme o ste acessado da 10/01/15. O PE apresentou um valor de 33% da receta atual, e 42% da receta projetada, consderando o custo fxo total e a razão de contrbução dos produtos. Se enquadrando no rankng de empresas que apresentam um ponto de equlíbro relatvamente baxo, o que consdera-se favoráves a empresa. O playback que demostra o pagamento do nvestmento em três anos. Além da rqueza gerada pelo projeto, outro aspecto mportante no momento de sua análse é o tempo que o mesmo demora a recuperar o captal nvestdo. O que pode ser consderado vantajoso se observar o horzonte de análse do projeto e o benchmarkng com outros projetos que apresentam retornos no longo prazo. 17

18 A TIR obteve-se um valor maor que a TMA, snalzando para a vabldade econômcofnancera do projeto. Ocorrendo o mesmo com o VPL, vsto que este retornou um valor postvo do fluxo de caxa lqudo descontado ao nstante zero. 6. Conclusão Este artgo explorou a análse de vabldade econômco-fnancera do projeto de mplantação de uma loja de njeção eletrônca no muncípo de Santarém/PA, por meo de métodos determnístcos de avalção de projetos. O quadro 5 resume o cálculo desses ndcadores de mostrando a vabldade econômco-fnancera do referdo projeto. O nvestmento ncal de R$ ,00 será recuperado em 3 anos (Payback = 3) proporconando uma proteção adconal equvalente a R$ ,59 gerada pelos fluxo de caxa lqudo descontado à TMA no nstante zero (VPL postvo e atratvo). Assm a proteção mplícta de R$ ,59 é realmente um lucro de valor econômco, que excede o padrão de ganhos mínmos exgdos de uma TMA de 17,93% ao ano. O mesmo cenáro se repete quando se analsa a TIR que ndca a vabldade economca postva com 56,8% sendo maor que o custo de captal TMA de 17,93%. O ponto de equlíbro do projeto no valor atual de 39% e valor projetado de 23% chama a atenção para as condções de efcáca operaconas do empreendmento. Pos se enquadra nas empresas que apresentam um ponto de equlíbro baxo que são mas seguras, pos enfrentam com maor facldade fatores como quedas de vendas. Por fm, recomenda-se a extensão das análses utlzando outros métodos, tas como analse de sensbldade, e a adção de análse de rsco e ncerteza no cálculo da TMA para determnação do VPL. O que poderá possbltar p aprofundamento das dscussões ncadas neste trabalho, quanto ao tema em estudo. Referêncas BALLOU, R.H. Gerencamento da cadea de suprmentos/logístca empresaral. Tradução Raul Rubench. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, BALLOU, Ronald H. Logware: Programas de Computador Seleconados para Planejamento Logístco. Weatherhead School of Management Case Western Reserve Unversty BRITO, Paulo. Análse e vabldade de projetos de nvestmentos. 1. ed. São Paulo: Atlas, p. 18

19 CASAROTTO F., Nelson; KOPITTKE, Bruno. Análse de nvestmentos: Matemátca fnancera, Engenhara econômca, tomada de decsão e Estratéga empresaral. 9. ed. São Paulo: Atlas, p. GIL, Antono Carlos. Como elaborar projetos de pesqusa. São Paulo: Atlas, GITMAN, L. J. Prncípos de Admnstração Fnancera. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, INJEÇÃO ELETRÔNICA Dsponível em: <http://www.njecaoeletronca.lojaodaweb.com> vstado em 02 de feverero de 2015, às 22h15mn. GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. Economa. Governo do Estado do Pará. Dsponível em: <http://pa.gov.br>, MACEDO, M. A. S. Seleção de Projetos de Investmento: uma proposta de modelagem apoada em programação mult-objetvo. In: ENCONTRO BRASILEIRO DE FINANÇAS, 5, 2005, São Paulo. Anas do V EBFIN. São Paulo: SBFIN, NEGRÃO, L. L. L. Custos de Produção. Notas de Aula. Belém SAMANEZ, Carlos Patrco. Engenhara Econômca. São Paulo: Pearson Pretce Hall, SOUZA, Alceu; CLEMENTE, Ademr. Gestão de Custos: Aplcações operaconas e estratégcas. 1. ed. São Paulo: Atlas, p. WOILER, Samsão; MATHIAS, Washngton. Projetos: Planejamento, Elaboração, Análse. 2.ed. São Paulo: Atlas,

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