A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares."

Transcrição

1

2 A empresa Branco & Lima Contabilidade e Consultoria, Lda presta serviços de contabilidade, fiscalidade, consultoria, gestão e serviços complementares. Estamos à sua disposição para o aconselhar em questões fiscais. Branco & Lima Contabilidade e Consultoria Braga Chaves T: E: W: 2

3 Consulta, registo e confirmação de faturas em Até 15 de fevereiro Certifique-se que suas faturas foram devidamente comunicadas pelas entidades emitentes, se detetar que falta alguma fatura poderá proceder ao seu registo; Se tiver faturas com a situação Complementar Informação Faturas deverá preencher a informação em falta; Certifique-se que as faturas estão inseridas no sector de despesas adequado, podendo reafectá-las, caso a entidade emitente tenha registado o respetivo Código de Atividade Económica (CAE). Estes procedimentos devem ser efetuados para todos os membros do agregado familiar (incluindo os dependentes). Consulta e reclamação de despesas comunicadas à AT em De 1 a 15 de março Verifique as despesas que serão tidas em consideração para dedução à coleta no IRS, dentro dos limites e regras legais no CIRS; Verifique se os valores se encontram devidamente enquadrados por tipo de despesa, Caso detete alguma omissão ou incorreção, reclame. Esta reclamação não tem efeitos suspensivos dos prazos legais de entrega da declaração, liquidação e pagamento do IRS. Entrega das declarações 15 de março a 15 de abril de 2016 Rendimentos da categoria A e/ou H 16 de abril a 16 de maio de 2016 nos restantes casos Prazos para entrega das declarações de IRS 2015 em papel ou pela internet. 3

4 IRS 2015 O cálculo do IRS tem por base o rendimento anual bruto do agregado familiar do contribuinte. Ao rendimento bruto são feitas algumas deduções específicas e personalizadas, obtendo-se o rendimento coletável, valor sobre o qual incidem as taxas de IRS. Após o cálculo da coleta, o contribuinte pode abater as chamadas deduções à coleta. Dependentes e ascendentes Para efeitos de determinação da taxa de IRS aplicável, o rendimento coletável deve ser dividido por um valor que tem em conta o número de elementos do agregado familiar e o regime de tributação. O cálculo do rendimento familiar passa a considerar todos os membros do agregado familiar, incluindo dependentes até aos 25 anos, desde que não aufiram rendimentos superiores ao valor da retribuição mínima mensal garantida e ascendentes com rendimentos até 259,4 euros. Tratando-se de um casal que opta pela tributação conjunta, cada dependente e/ou ascendentes valem 0,3. Um casal com um filho, que opte pela tributação conjunta, divide o seu rendimento por 2,3. Na tributação separada, o quociente dos dependentes e/ou ascendentes é 0,15, o que equivale a 1,15 (1+0.15) por cada membro do casal. Nos restantes casos (solteiros com dependentes ou ascendentes a cargo), o quociente é 0,30, o que equivale a 1,30 (1+0.30). Esta redução na coleta tem um teto máximo imposto pelo 69/5 do CIRS. São dedutíveis à coleta as deduções relativas a dependentes e ascendentes (ver quadro 2). Tributação conjunta ou separada? Regra geral, entregar o IRS em conjunto pode ser mais vantajoso para os casais que recebem ordenados muito diferentes ou quando um se encontra desempregado. Mas esta vantagem desaparece quando ambos ganham mais ou menos o mesmo ou a diferença não é significativa, aqueles que apresentem rendimentos muito similares devem optar, em princípio, por apresentar o IRS em separado. No entanto, cada casal deve efetuar uma simulação para perceber se, no seu caso concreto, é mais vantajoso optar pela tributação conjunta ou seguir a regra geral da tributação separada. Contribuintes casados ou unidos de facto Regra geral Se não for exercida nenhuma opção, os casados ou unidos de facto são tributados pela regra geral do regime da tributação separada. Cada cônjuge ou unido de facto entrega uma declaração de rendimentos de que é titular. Caso haja dependentes com rendimentos, cada cônjuge ou unido de facto inscreve na sua declaração 50% dos rendimentos dos dependentes. 4

5 Opção pela tributação conjunta Os contribuintes casados ou unidos de facto podem optar pela tributação conjunta, assinalando ambos essa opção na declaração de rendimentos. Só é apresentada uma declaração de rendimentos que deve conter a totalidade dos rendimentos do agregado. Esta opção só é válida para o ano a que dizem respeito os rendimentos, mantendo-se o quadro legal em vigor, nos anos seguintes, caso os contribuintes queiram optar novamente pela tributação conjunta, devem assinalar sempre essa opção na declaração, caso contrário prevalece a regra geral. Dispensa de apresentação da declaração Quem não é obrigado a entregar a declaração de rendimentos de IRS MOD3? Ficam dispensados de apresentar a declaração de IRS, os contribuintes, que, no ano a que respeita o imposto, tenham recebido apenas: Rendimentos tributados por taxas liberatórias (quando não optem pelo englobamento) Rendimentos de trabalho dependente ou pensões de valor igual ou inferior a 8500, desde que não tenham sido sujeitos a retenção na fonte e não incluam pensões de alimentos de valor superior a Outras situações de dispensa de entrega da declaração de IRS: Atos isolados de valor anual inferior a 1676,88 Subsídios ou subvenções PAC valor anual inferior a 1676,88 (mesmo que tenham outros rendimentos de trabalho dependente ou rendimentos tributados por taxas liberatórias, desde que o valor anual seja inferior a 4.104). Contribuintes não abrangidos pela dispensa da entrega de declaração Os que optam pela tributação conjunta Os que auferem rendas temporárias e vitalícias que não se destinam ao pagamento de pensões, nos termos do art.º11 do CIRS. Os que auferem rendimentos em espécie Os que auferem rendimentos de pensões de alimentos de valor superior a

6 Deduções específicas por categoria de rendimentos Quadro 1 Deduções específicas Deduções específicas Trabalho dependente cat A Aos rendimentos brutos da categoria A deduzem-se, até à sua concorrência, e por cada titular que os tenha auferido, os seguintes montantes: 1.a) se o que excede o limite de 4104 resultar de quotizações para ordens profissionais A totalidade das contribuições obrigatórias para regimes de proteção social quando exceda qualquer dos limites anteriores 1.b) Indemnizações pagas pelo trabalhador por rescisão unilateral do contrato de trabalho sem aviso prévio 1.c) Quotas para sindicatos, até 1% do rendimento bruto, acrescidas de 50% Empresariais e profissionais cat B Os rendimentos são determinados com base no regime simplificado ou contabilidade organizada Capitais cat E Prediais cat F Os lucros devidos por pessoas coletivas sujeitas e não isentas do IRC são, no caso de opção pelo englobamento, considerados em apenas 50 % do seu valor se a entidade devedora dos lucros ou que é liquidada tiver a sua sede ou direção efetiva em território português e os respetivos beneficiários residirem neste território. Gastos efetivamente suportados e pagos pelo sujeito passivo para obter ou garantir tais rendimentos, com exceção dos gastos de natureza financeira, dos relativos a depreciações e dos relativos a mobiliário, eletrodomésticos e artigos de conforto ou decoração. No caso de fração autónoma de prédio em regime de propriedade horizontal, são dedutíveis, relativamente a cada fração ou parte de fração, outros encargos que, nos termos da lei, o condómino deva obrigatoriamente suportar e que sejam efetivamente pagos pelo sujeito passivo. O imposto municipal sobre imóveis e o imposto do selo, pagos em determinado ano, apenas são dedutíveis quando respeitem a prédio ou parte de prédio cujo rendimento seja objeto de tributação nesse ano fiscal. Gastos suportados e pagos nos 24 meses anteriores ao início do arrendamento relativos a obras de conservação e manutenção do prédio, desde que entretanto o imóvel não tenha sido utilizado para outro fim que não o arrendamento. Esta dedução só contempla gastos efetuados após 1 de janeiro de

7 Incrementos Patrimoniais cat G Pensões cat H Mais-valias: Os encargos com a valorização dos bens, comprovadamente realizados nos últimos 12 anos e as despesas necessárias e efetivamente praticadas, inerentes à aquisição e alienação, bem como a indemnização comprovadamente paga pela renúncia onerosa a posições contratuais ou outros direitos inerentes a contratos relativos a esses bens, nas situações de alienação onerosa de direitos reais sobre bens imóveis e afetação de quaisquer bens do património particular a atividade empresarial e profissional exercida em nome individual pelo proprietário; As despesas necessárias e efetivamente praticadas, inerentes à aquisição e alienação, nas situações de alienação onerosa de partes sociais e de outros valores mobiliários e de alienação onerosa da propriedade intelectual ou industrial ou de experiência adquirida no setor comercial, industrial ou científico, quando o transmitente não seja o seu titular originário Quotizações sindicais, na parte em que não constituam contrapartida de benefícios relativos à saúde, educação, apoio à terceira idade, habitação, seguros ou segurança social e desde que não excedam, em relação a cada sujeito passivo, 1 % do rendimento bruto desta categoria, sendo acrescidas de 50 %; Contribuições obrigatórias para regimes de proteção social e para subsistemas legais de saúde, na parte que exceda o montante da dedução prevista no n.º 1. Nota: Os rendimentos brutos das categorias A, B e H, auferidos por contribuintes com deficiência (com um grau de incapacidade igual ou superior a 60%) são considerados, para efeitos de IRS, em apenas 90% do seu valor em cada uma dessas categorias, sendo que a parte excluída de tributação não pode exceder, por cada uma delas,

8 Deduções à Coleta Na tributação separada dos sujeitos passivos casados ou unidos de facto as deduções à coleta que sejam determinadas por referência ao agregado familiar ou aos dependentes e ascendentes são reduzidas para metade. Quadro 2 -Deduções por dependentes, ascendentes pessoas com incapacidade permanente superior a 60% Deduzem á coleta Situação do contribuinte Não Casado/Casado tributação conjunta Casado Tributação Separada Por cada dependente com mais de 3 anos de idade, deduz-se á coleta de IRS: 325,00 162,50 Por cada dependente com idade igual ou inferior a 3 anos de idade, deduz-se á coleta de IRS: 450,00 225,00 Por cada ascendente que viva efetivamente em comunhão de habitação com o sujeito passivo, desde que aquele não aufira rendimento superior à pensão mínima do regime geral 300,00 150,00 No caso de existir apenas um ascendente que viva efetivamente em comunhão de habitação com o sujeito passivo, desde que aquele não aufira rendimento superior à pensão mínima do regime geral 410,00 205,00 Por sujeito passivo deficiente 1.900, ,00 Por sujeito passivo deficiente das Forças Armadas Por dependente deficiente 712,50 356,25 Acresce por sujeito passivo ou por dependente deficiente com grau de incapacidade igual ou superior a 90% (despesas de acompanhamento) Por ascendente deficiente 712, ,50 356,25 Considera-se pessoa com deficiência aquela que apresente um grau de incapacidade permanente, devidamente comprovado mediante atestado médico de incapacidade emitido nos termos da legislação aplicável, igual ou superior a 60 %. 8

9 Quadro 3 Deduções de cálculo automático Despesas Limite máximo Não Casado/Casado tributação conjunta Casado Tributação Separada Saúde Despesas de saúde com a aquisição de bens e serviços de saúde que sejam isentas de IVA, ou sujeitas à taxa reduzida de 6%, relativas ao sujeito passivo ou a qualquer elemento do agregado que tenham sido comunicadas pelos prestadores de serviços ou alienantes de bens à AT.rémios com seguros de saúde ou contribuições pagas a associações mutualistas ou a instituições sem fins lucrativos que tenham por objeto a prestação de cuidados de saúde. Prémios com seguros de saúde ou contribuições pagas a associações mutualistas ou a instituições sem fins lucrativos que tenham por objeto a prestação de cuidados de saúde. 15% até ao limite de ,5% até ao limite de 500 Educação Despesas de educação e formação profissional que tenham sido comunicadas à AT pelos prestadores de serviços ou forncedores de bens. 30% até % até 400 Encargos com lares, apoio à terceira idade Encargos com apoio domiciliário, lares e outras instituições de apoio a terceira idade relativos aos sujeitos passivos, seus dependentes, ascendentes e colaterais até ao 3º grau que não possuam rendimentos superiores ao salário mínimo nacional mais elevado. 25% até 403,75 12,5% até 201,88 Encargos com Imóveis Imóveis para habitação própria e permanente situados em território português ou no território de outro Estado-Membro da UE ou no EEE, desde que, neste último caso, exista intercâmbio de informações. Os juros de dívidas só são elegíveis se se tratar de contratos até 31/12/2011. (A) Rendas habitação permanente: 15% até 502, ou (B)Juros empréstimo habitação permanente: 15% até 296 (A) Rendas habitação permanente: 7,5% até 251, ou (B)Juros empréstimo habitação permanente: 7,5% até 148 Despesas gerais familiares Prestação de serviços ou aquisições de bens comunicadas à AT de qualquer setor de atividade excepto despesas de saúde e despesas de encargos com imóveis. 35% até 250 por cada sujeito passivo Famílias monoparentais 45% até % até 250 Despesas CAE s específicas Prestação de serviços comunicadas à AT, quando o emitente da fatura se enquadre numa das CAE s: manutenção e reparação de veículos automóveis; manutenção e reparação de motociclos, de suas peças e acessórios; alojamento, resturação e similares; atividades de salão de cabeleireiro e institutos de beleza. 15% até 250 7,5% até 125 9

10 Quadro 4 - Deduções que o contribuinte pode inscrever no Anexo H Despesas cuja consideração depende de inscrição Regime público de capitalização Limite máximo Não Casado/Casado tributação conjunta Casado Tributação Separada Valores aplicados, por sujeito passivo não casado, ou por cada um dos cônjuges não separados judicialmente de pessoas e bens, em contas individuais geridas em regime público de capitalização. 20% (casados - por sujeito passivo)até % até 350 PPR (importância aplicadas pré reforma) PPR inferior a 35 anos PPR entre 35 a 50 anos PPR superior a 50 anos Donativos monetários ao Estado Os donativos em dinheiro atribuídos pelas pessoas singulares residentes em território nacional, nos termos e condições previstos no CIRS, são dedutíveis à colecta do IRS do ano a que digam respeito. Donativos monetários a outras entidades Os donativos em dinheiro atribuídos pelas pessoas singulares residentes em território nacional, nos termos e condições previstos no CIRS, são dedutíveis à colecta do IRS do ano a que digam respeito. Pensões de alimentos 20% (casados - por sujeito passivo)até % (casados - por sujeito passivo)até % (casados - por sujeito passivo)até % 25% até ao limite de 15% da coleta 20% até % até % até % sujeitos passivos e 12,5% dependentes 25% sujeitos passivos até 15% da coleta e 12,5% dependentes até 15% da coleta Importâncias comprovadamente suportadas e não reembolsadas respeitantes a encargos com pensões de alimentos a que o sujeito esteja obrigado por sentença judicial ou por acordo homologado nos termos da lei civil, salvo nos casos em que o seu beneficiário faça parte do mesmo agregado familiar para efeitos fiscais ou relativamente ao qual estejam previstas outras deduções à coleta ao abrigo do artigo 78.º 20% 20% Reabilitação e educação contribuintes e dependentes deficientes Despesas com educação e a reabilitação do sujeito passivo ou dependentes com deficiência Seguros de vida - deficientes Prémios de seguros de vida ou contribuições pagas a associações mutualistas que garantam exclusivamente os riscos de morte, invalidez ou reforma por velhice. Reabilitação de imóveis Encargos suportados pelo proprietário relacionados com a reabilitação de: a) Imóveis, localizados em 'áreas de reabilitação urbana' e recuperados nos termos das respectivas estratégias de reabilitação; ou b) Imóveis arrendados passíveis de actualização faseada das rendas nos termos dos artigos 27.º e seguintes do Novo Regime de Arrendamento Urbano (NRAU), aprovado pela Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, que sejam objecto de acções de reabilitação. 30% 25% até 15% coleta IRS 30% até % sujeito passivo, 15% dependentes 25% sujeito passivo até 15% coleta IRS, 12,5% dependentes até 15% coleta IRS 30% sujeito passivo até 500, 15% dependentes até

11 Limites das deduções à coleta A soma das deduções à coleta relativas a despesas de saúde e com seguros de saúde, despesas de educação e formação, encargos com imóveis, importâncias respeitantes a pensões de alimentos, exigência de fatura, encargos com lares e benefícios fiscais, não pode exceder, por agregado familiar, os seguintes limites: Para contribuintes que, depois de aplicado o quociente familiar, tenham um rendimento coletável inferior a sem limite. Para contribuintes que, depois de aplicado o quociente familiar, tenham um rendimento coletável superior a e inferior a , o limite resultante da seguinte fórmula: Para contribuintes que, depois de aplicado o quociente familiar, tenham um rendimento coletável superior a , o limite é Nos agregados com 3 ou mais dependentes a cargo, os limites são majorados em 5% por cada dependente ou afilhado civil que não seja sujeito passivo do IRS. Limites da dedução à coleta para rendas de habitação O limite da dedução à coleta para rendas de habitação é elevado para os seguintes montantes: - Para contribuintes que, depois de aplicado o quociente familiar, tenham um rendimento coletável inferior a 7.000, o limite de 800,00; - Para contribuintes que, depois de aplicado o quociente familiar, tenham um rendimento coletável superior a e inferior a ,00, o limite resultante da seguinte fórmula: Limites da dedução à coleta para juros de dívidas ou rendas de locação financeira O limite da dedução à coleta para juros de dívidas ou rendas de locação financeira é elevado para os seguintes montantes: Para contribuintes que, depois de aplicado o quociente familiar, tenham um rendimento coletável inferior a 7.000, o limite de 450,00; 11

12 Para contribuintes que, depois de aplicado o quociente familiar, tenham um rendimento coletável superior a e inferior a ,00, o limite resultante da seguinte fórmula: Branco & Lima Contabilidade e Consultoria Av do Estádio, Chaves T: E: W: 12

MOD.3. Peça a sua senha em:

MOD.3. Peça a sua senha em: MOD.3 2 008 Envie a declaração de rendimentos pela internet: > É gratuito > É disponibilizada ajuda no preenchimento, evitando erros > Evita filas de espera e deslocações Peça a sua senha em: www.e-financas.gov.pt

Leia mais

NOVOS PRAZOS. Prazo para confirmação e comunicação pelo consumidor final de faturas no e-fatura

NOVOS PRAZOS. Prazo para confirmação e comunicação pelo consumidor final de faturas no e-fatura NOVOS PRAZOS Prazo para confirmação e comunicação pelo consumidor final de faturas no e-fatura Disponibilização pela AT do valor das despesas e encargos no Portal das Finanças Prazo de reclamação prévia

Leia mais

Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015

Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015 Preenchimento da Declaração Modelo 3 de IRS de 2015 O NOVO BANCO vem prestar alguns esclarecimentos que considera úteis para o preenchimento da declaração Modelo 3 de IRS, tomando por base a informação

Leia mais

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social Enquadramento Fiscal dos Advogados em sede de IRS, IVA e segurança social Fiscalidade IVA / IRS / Segurança social Março 2015 1 IAE -Instituto dos Advogados de Empresa da Ordem dos Advogados 1 Formas de

Leia mais

Os rendimentos prediais em sede de IRS e. os recibos de renda eletrónicos

Os rendimentos prediais em sede de IRS e. os recibos de renda eletrónicos Os rendimentos prediais em sede de IRS e os recibos de renda eletrónicos A reforma do IRS, aprovada pela Lei n.º 82-E/2014, de 31 de dezembro, instituiu no artigo 115.º do Código do IRS a obrigatoriedade

Leia mais

Nota introdutória. Glossário

Nota introdutória. Glossário Nota introdutória Este documento propõe-se ser uma ferramenta com instruções e informação, que permitam aos beneficiários, conhecer os encargos que foram apurados para a declaração de IRS, no seguimento

Leia mais

IRSIRSIRSIRSIRS. www.e-financas.gov.pt. mod.3 2006. Envie a declaração de rendimentos pela internet. Peça a sua senha em: www.e-financas.gov.

IRSIRSIRSIRSIRS. www.e-financas.gov.pt. mod.3 2006. Envie a declaração de rendimentos pela internet. Peça a sua senha em: www.e-financas.gov. DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS IRSIRSIRSIRSIRS IRSIRSIRSIRSIRS IRSIRSIRSIRSIRS I R S mod.3 2006 Envie a declaração de rendimentos pela internet. Peça a sua senha em: www.e-financas.gov.pt - Declarações entregues

Leia mais

n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas

n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (OE 2015) CIRC Artigo 87.º - Taxas n.º 1 A taxa de 23% passou para 21% Mantêm-se sem alteração as restantes taxas Artigo 6.º - Sociedades de Profissionais n.º 4, alínea

Leia mais

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS 2016

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS 2016 OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS 2016 Última atualização: janeiro 2016 IRS ATÉ AO DIA 11 Entrega da Declaração Mensal de Remunerações, por transmissão eletrónica de dados, pelas entidades devedoras de rendimentos

Leia mais

autoridade tributária e aduaneira

autoridade tributária e aduaneira Classificação: O O o. O 1. O 9 AT tributária e aduaneira Segurança: Processo: 2016/ 1678 Ofício Circulado N.º: 2 O. 18 =; OS. O~. l. 016 Entrada Geral: N.º Identificação Fiscal (NIF): Sua Ref.ª: Técnico:

Leia mais

Regime Fiscal 2013 - Seguros Reais e de Poupança -

Regime Fiscal 2013 - Seguros Reais e de Poupança - Regime Fiscal i) Pessoas Singulares 1. PPR Plano Poupança Reforma pág.2 2. Seguros Vida: Capitalização e Reais pág.4 3. Seguros de Acidentes Pessoais pág.4 4. Seguro de Saúde pág.5 5. Regimes Especiais

Leia mais

Enquadramento Fiscal

Enquadramento Fiscal Organizações Sem Fins Lucrativos Enquadramento Fiscal Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Organizações Sem Fins Lucrativos Os principais tipos de entidades sem fins lucrativos em Portugal são as associações,

Leia mais

NEWSLETTER FISCAL Janeiro 2015

NEWSLETTER FISCAL Janeiro 2015 NEWSLETTER FISCAL Janeiro 2015 Lei do Orçamento de Estado para 2015, Reforma da Tributação das Pessoas Singulares, Reforma da Fiscalidade Verde e Outras Alterações Legislativas Relevantes 1. Introdução

Leia mais

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DECLARAÇÃO MODELO 3

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DECLARAÇÃO MODELO 3 DECLARAÇÃO MODELO 3 A declaração modelo 3 é apresentada em duplicado, destinando-se o duplicado a ser devolvido ao apresentante no momento da recepção, depois de autenticado, servindo apenas como comprovante

Leia mais

SEJA RESPONSÁVEL EVITE ATRASOS E MULTAS FACILITE A SUA VIDA! 1ª Fase - 1 a 31 de Março de 2014, para rendimentos das categorias A e H;

SEJA RESPONSÁVEL EVITE ATRASOS E MULTAS FACILITE A SUA VIDA! 1ª Fase - 1 a 31 de Março de 2014, para rendimentos das categorias A e H; IRS 2014 e 2015: Prazos e Despesas Dedutíveis Com o início de um novo ano aparecem as obrigações fiscais anuais que todos os contribuintes têm de cumprir. Está na hora de começar já a organizar as suas

Leia mais

REGIME FISCAL DOS RENDIMENTOS OBTIDOS PELOS ÁRBITROS

REGIME FISCAL DOS RENDIMENTOS OBTIDOS PELOS ÁRBITROS REGIME FISCAL DOS RENDIMENTOS OBTIDOS PELOS ÁRBITROS 1. Qual é a natureza das importâncias atribuídas aos árbitros pela Federação Portuguesa de Futebol? As importâncias em causa são consideradas rendimentos

Leia mais

Smile. it`s a tax guide. Guia do IRS 2013. Fevereiro de 2014

Smile. it`s a tax guide. Guia do IRS 2013. Fevereiro de 2014 Smile it`s a tax guide Guia do IRS 2013 Fevereiro de 2014 Índice Guia do IRS 2013 Smile it s a tax guide 3 Principais alterações em 2013 Residentes Não Habituais O ano de 2013 foi marcado pelo maior aumento

Leia mais

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS

INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO MODELO 10 RENDIMENTOS E RETENÇÕES DE SUJEITOS PASSIVOS RESIDENTES INDICAÇÕES GERAIS A declaração modelo 10 destina-se a declarar os rendimentos sujeitos a imposto,

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 FISCAL E FINANÇAS LOCAIS NEWSLETTER RVR 2 Maio de 2007 ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 Sandra Cristina Pinto spinto@rvr.pt O Decreto Lei nº 238/2006 e a Lei nº 53-A/2006, publicados

Leia mais

Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010

Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 As principais novidades/ alterações recentes, em matéria fiscal e contributiva, resultam da aprovação do Plano de Estabilidade e Crescimento para 2010 2013

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 283/VIII ALTERA O CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 283/VIII ALTERA O CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 283/VIII ALTERA O CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) Exposição de motivos O imposto directo sobre os rendimentos de pessoas singulares é um dos pilares

Leia mais

SEGUROS DE VIDA IRS 2015

SEGUROS DE VIDA IRS 2015 SEGUROS DE VIDA IRS 2015 (Lei n.º 82-B/2014 de 31 de Dezembro e Lei n.º 82-E/2014, de 31 de Dezembro) generali.pt 2 IRS 2015 - Seguros de Vida Índice I II III Seguros de Vida 1. Dedução dos prémios 2.

Leia mais

Fiscalidade de Seguros

Fiscalidade de Seguros Fiscalidade de Seguros Fiscalidade de Seguros (aplicável a partir de 01 de Janeiro de 2015) O presente documento tem natureza meramente informativa, de carácter necessariamente geral, e não constitui nem

Leia mais

Novas Regras de Faturação Esclarecimento de dúvidas da sessão do dia 7 de Fevereiro de 2013

Novas Regras de Faturação Esclarecimento de dúvidas da sessão do dia 7 de Fevereiro de 2013 Novas Regras de Faturação Esclarecimento de dúvidas da sessão do dia 7 de Fevereiro de 2013 1.º - Resumo da necessidade de emissão de faturas: A ASSOCIAÇÃO: Pratica exclusivamente operações isentas de

Leia mais

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS I COM IMPLICAÇÕES NA RECEITA ESTADUAL A) No âmbito dos impostos directos a. 1) Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares

Leia mais

O Orçamento de Estado 2011

O Orçamento de Estado 2011 O Orçamento de Estado 2011 Resumo dos aspectos essenciais da Lei do Orçamento de Estado de 2011, Lei n.º 55-A/2010. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Dupla tributação económica Eliminada

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O I N T R O D U Ç Ã O O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património

Leia mais

SEGUROS DE VIDA IRS 2014

SEGUROS DE VIDA IRS 2014 SEGUROS DE VIDA IRS 2014 (Lei n.º 66-B/2012 de 31 de Dezembro) generali.pt 2 IRS 2014 - Seguros de Vida Índice 3 Seguros de Vida 1. Dedução dos prémios 2. Tributação dos benefícios 2.1. Indemnizações por

Leia mais

Tabela de deduções à coleta e benefícios fiscais

Tabela de deduções à coleta e benefícios fiscais IRS 2014 Tabela de deduções à e benefícios fiscais Rúbrica Pessoais e familiares i) Contribuinte 427,50 213,75 ii) Famílias monoparentais - 332,50 iii) Dependentes 213,75 213,75 Dependentes

Leia mais

BENEFÍCIOS FISCAIS E DEDUÇÕES

BENEFÍCIOS FISCAIS E DEDUÇÕES MODELO EM VIGOR PARA OS ANOS DE 2001 A 2014 A PARTIR DE JANEIRO DE 2016 3 4 CÓDIGO RENDIMENTO 5 MODELO 3 Anexo H Sujeito passivo A BENEFÍCIOS FISCAIS E DEDUÇÕES ANO DOS RENDIMENTOS RENDIMENTOS DA PROPRIEDADE

Leia mais

SERVIÇO DE FINANÇAS DO PORTO 3 IRS / 2012 ABATIMENTOS, DEDUÇÕES E BENEFÍCIOS FISCAIS ABATIMENTOS E DEDUÇÕES ANO DE 2011

SERVIÇO DE FINANÇAS DO PORTO 3 IRS / 2012 ABATIMENTOS, DEDUÇÕES E BENEFÍCIOS FISCAIS ABATIMENTOS E DEDUÇÕES ANO DE 2011 IRS / 2012 ABATIMENTOS, DEDUÇÕES E BENEFÍCIOS FISCAIS ABATIMENTOS E DEDUÇÕES ANO DE 2011 FR/ AV. FERNÃO MAGALHÃES, 988 4350-154 PORTO TEL. 225.898.650 FAX: 225.898.688 E-MAIL: sf3360@dgci.min-financas.pt

Leia mais

g ~ autoridade tributária e aduaneira A Portaria n 421/2012, de 21 de dezembro, aprovou os novos modelos de impressos da

g ~ autoridade tributária e aduaneira A Portaria n 421/2012, de 21 de dezembro, aprovou os novos modelos de impressos da Classificação: 000.05.02 Seg.: Pública Proc.: 20 12/9664 Of.Circulado N.' : 20 163 2013-01-30 Entrada Geral: N.' ldentificação Fiscal (NIF): Sua Ref.-: Técnico: MGN Exmos. Senhores Subdiretores-Gerais

Leia mais

Trabalhadores Independentes Atualizado em: 30-04-2015

Trabalhadores Independentes Atualizado em: 30-04-2015 SEGURANÇA SOCIAL Trabalhadores Independentes Atualizado em: 30-04-2015 Esta informação destina-se a que cidadãos Trabalhadores independentes Cálculo das contribuições O montante das contribuições é calculado,

Leia mais

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME SIMPLIFICADO / ACTO ISOLADO. Regime Simplificado de Tributação. Profissionais, Comerciais e Industriais

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME SIMPLIFICADO / ACTO ISOLADO. Regime Simplificado de Tributação. Profissionais, Comerciais e Industriais MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2008 3 A MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS - IRS IDENTIFICAÇÃO DO(S) SUJEITO(S) PASSIVO(S) Sujeito passivo A NIF 06 Sujeito

Leia mais

NOTA DE APRESENTAÇÃO

NOTA DE APRESENTAÇÃO NOTA DE APRESENTAÇÃO 1. O presente estudo dá continuidade ao trabalho de natureza estatística relativo às liquidações das declarações do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares iniciado e divulgado

Leia mais

PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 02 ÁREA DA SEDE, DIREÇÃO EFETIVA OU ESTAB. ESTÁVEL IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO TIPO DE SUJEITO PASSIVO

PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 02 ÁREA DA SEDE, DIREÇÃO EFETIVA OU ESTAB. ESTÁVEL IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO SUJEITO PASSIVO TIPO DE SUJEITO PASSIVO MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2014 03 1 DESIGNAÇÃO R. P. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO D E RENDIMENTOS 01 PERÍODO DE TRIBUTAÇÃO 1 2 De / / a / / 02 ÁREA

Leia mais

IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES DEDUÇÃO DE PERDAS NA CATEGORIA B

IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES DEDUÇÃO DE PERDAS NA CATEGORIA B ORÇAMENTO DO ESTADO OE2016 O QUE MUDA? parlamento Proposta de Orçamento do Estado para 2016 - Proposta de Lei no. 12/XIII. Apresentamos aqui as principais medidas de natureza fiscal propostas neste diploma.

Leia mais

FATURAS E OUTROS DOCUMENTOS COM RELEVÂNCIA FISCAL

FATURAS E OUTROS DOCUMENTOS COM RELEVÂNCIA FISCAL FATURAS E OUTROS DOCUMENTOS COM RELEVÂNCIA FISCAL Controlo da emissão e comunicação Comunicação dos inventários Incentivo fiscal DECRETO-LEI N.º 198/2012, DE 24 DE AGOSTO Estabelece medidas de controlo

Leia mais

Advocacia e Cidadania

Advocacia e Cidadania REGRA GERAL: SUJEIÇÃO TRIBUTÁRIA (Art. 3.º e 48.º CIRC) IPSS não exercem a título principal uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola Tributadas pelo rendimento global, o qual corresponde

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS PARTE I - Princípios gerais Artigo 1 - Âmbito de aplicação As disposições da parte I do presente Estatuto aplicam-se aos benefícios fiscais nele previstos, sendo extensivas

Leia mais

ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO AOS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO

ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO AOS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO AOS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO REGRAS E PROCEDIMENTOS TÉCNICOS PARA O CÁLCULO DE BOLSAS DE ESTUDO I. Atento o nº 1 do artigo 10º, o Rendimento anual do agregado

Leia mais

PPR EMPRESAS Informações Pré-Contratuais

PPR EMPRESAS Informações Pré-Contratuais TIPO DE CLIENTE Empresas SEGMENTO-ALVO Este produto destina-se a empresas que pretendam oferecer aos seus colaboradores uma remuneração anual extra, com vantagens fiscais, reflectido num complemento de

Leia mais

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013. Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013. Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013 Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas A presente informação técnica substitui a informação 27/2008,

Leia mais

OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS 2013

OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS 2013 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS 2013 MODELO 13 Portaria n.º 415/2012, de 17/12 MODELO 37 Portaria n.º 413/2012, de 17/12 MODELO 39 Portaria n.º 414/2012, de 17/12 MODELO 42 Portaria n.º 416/2012, de 17/12 DMR -

Leia mais

Copyright 2016 O ABC do IRS Contas Connosco by Cofidis, Todos os direitos reservados 1

Copyright 2016 O ABC do IRS Contas Connosco by Cofidis, Todos os direitos reservados 1 1 2 3 1. O pagamento das atividades de natação e ballet dos filhos pode ser despesa de educação? R: São consideradas apenas despesas de educação os encargos com o pagamento de creches, jardins-de-infância,

Leia mais

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social 2012 3ª Edição Actualização nº 1 CÓDIGO DOS REGIMES CONTRIBUTIVOS DO SISTEMA PREVIDENCIAL DE SEGURANÇA SOCIAL Actualização nº

Leia mais

EM QUE CONSISTE? QUAL A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL?

EM QUE CONSISTE? QUAL A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL? EM QUE CONSISTE? As entidades devedoras de pensões, com exceção das de alimentos, são obrigadas a reter o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) no momento do seu pagamento ou colocação

Leia mais

Novo Código Contributivo da Segurança Social

Novo Código Contributivo da Segurança Social Novo Código Contributivo da Segurança Social O Código Contributivo para a Segurança Social, aprovado através da Lei n.º 110/2009, de 16 de Setembro tem a sua entrada em vigor agendada para 1 de Janeiro

Leia mais

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O

P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O i P O R T U G A L - G U I A F I S C A L D O I M O B I L I Á R I O INTRODUÇÃO O presente documento tem como objectivo salientar as principais características do regime fiscal aplicável ao património imobiliário

Leia mais

REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO. Art.º 1º. Art.º 2º. Art.º 3º 1/5

REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO. Art.º 1º. Art.º 2º. Art.º 3º 1/5 REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO Art.º 1º (Disposições Gerais) 1 A Câmara Municipal de Paredes atribuirá em cada ano letivo as seguintes bolsas de estudo: - 12 bolsas a alunos do 10º ano

Leia mais

Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal

Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal Obrigações declarativas das entidades que não exercem a título principal atividades comerciais, industriais ou agrícolas Com as alterações introduzidas aos n.ºs 6 e 7 do art. 117 do CIRC 1, as obrigações

Leia mais

Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria

Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO IV Benefícios fiscais às zonas francas Artigo 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria 1- (Revogado pela Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro)

Leia mais

FACTURAÇÃO NOVAS REGRAS A PARTIR DE 1/01/2013

FACTURAÇÃO NOVAS REGRAS A PARTIR DE 1/01/2013 ASSUNTO: FACTURAÇÃO\BENS EM CIRCULAÇÃO Da conjugação do Decreto-Lei nº 197/2012 com o Decreto-Lei nº 198/2012 ambos de 24 de Agosto, passarei a indicar o que me parece ter maior relevância não dispensando,

Leia mais

CAPÍTULO I Incidência Artigo 1.º Artigo 1.º Pressuposto do imposto Pressuposto do imposto Artigo 2.º Artigo 2.º Sujeitos passivos Sujeitos passivos

CAPÍTULO I Incidência Artigo 1.º Artigo 1.º Pressuposto do imposto Pressuposto do imposto Artigo 2.º Artigo 2.º Sujeitos passivos Sujeitos passivos Anterior Código IRC Artigo 1.º Pressuposto do imposto O imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas (IRC) incide sobre os rendimentos obtidos, mesmo quando provenientes de atos ilícitos, no período

Leia mais

BENEFÍCIOS FISCAIS E DEDUÇÕES

BENEFÍCIOS FISCAIS E DEDUÇÕES MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2010 ORIGINAL PARA A DGCI 2 P R MINISTÉRIO DAS FINANÇAS ANO DOS RENDIMENTOS BENEFÍCIOS FISCAIS E DEDUÇÕES DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS -

Leia mais

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo?

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo? SEGURO VIDA Que tipo de seguros são explorados no ramo vida? A actividade do ramo Vida consiste na exploração dos seguintes seguros e operações: Seguro de Vida, Seguro de Nupcialidade /Natalidade, Seguro

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X. Benefícios fiscais relativos ao mecenato. Artigo 61.º. Noção de donativo. Artigo 62.º

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X. Benefícios fiscais relativos ao mecenato. Artigo 61.º. Noção de donativo. Artigo 62.º ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO X Benefícios fiscais relativos ao mecenato Artigo 61.º Noção de donativo Para efeitos fiscais, os donativos constituem entregas em dinheiro ou em espécie, concedidos,

Leia mais

Demonstrações Financeiras & Anexo. 31 Dezembro 2013

Demonstrações Financeiras & Anexo. 31 Dezembro 2013 Demonstrações Financeiras & Anexo 31 Dezembro 2013 1 I. Demonstrações Financeiras individuais a) Balanço em 31 de Dezembro de 2013 e 2012 2 b) Demonstração dos resultados por naturezas dos exercícios findos

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 8/2015, Série I, de 13/01, Páginas 380-386.

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 8/2015, Série I, de 13/01, Páginas 380-386. Classificação: 060.01.01 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de janeiro Estado: vigente. Resumo:

Leia mais

Abono de Família para Crianças e Jovens Atualizado em: 09-06-2016

Abono de Família para Crianças e Jovens Atualizado em: 09-06-2016 Abono de Família para Crianças e Jovens Atualizado em: 09-06-2016 Esta informação destina-se a que cidadãos SEGURANÇA SOCIAL Criança ou jovem O que é e quais as condições para ter direito O que é Prestação

Leia mais

Cálculo das contribuições Atualizado em: 12-02-2016

Cálculo das contribuições Atualizado em: 12-02-2016 Cálculo das contribuições Atualizado em: 12-02-2016 Esta informação destina-se a SEGURANÇA SOCIAL Empresa Cálculo das contribuições O montante das contribuições é calculado: Em geral, pela aplicação de

Leia mais

Fiscalidade e o Proprietário MAXGER - CONSULTORES DE GESTÃO, LDA 1

Fiscalidade e o Proprietário MAXGER - CONSULTORES DE GESTÃO, LDA 1 Fiscalidade e o Proprietário 1 Sumário: 1. Recibo Eletrónico 2. Contratos de Arrendamento Comunicação AT 3. IMI 4. IRS Rendimentos Prediais 2014/2015 2 Recibos 3 1- Recibos Eletrónicos 4 Recibo eletrónico

Leia mais

REAL PPR Condições Gerais

REAL PPR Condições Gerais Entre a, adiante designada por Segurador, e o Tomador do Seguro identificado nas Condições Particulares, estabelece-se o presente contrato de seguro que se regula pelas Condições Particulares e desta apólice,

Leia mais

Nota informativa. Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo. Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro

Nota informativa. Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo. Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro Nota informativa Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de Janeiro Novo Regime Fiscal dos Organismos de Investimento Colectivo Decreto-Lei n.º 7/2015,

Leia mais

1. Rosto. Quadro 5 Residência fiscal

1. Rosto. Quadro 5 Residência fiscal Classificação: 0 0 0. 0 1. 0 9 Seg.: Pública Proc.: 2 0 1 2 / 5 9 DIREÇÃO DE SERVIÇOS DO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO Of.Circulado N.º: 20 156/2012 2012-02-02 Entrada Geral: N.º Identificação Fiscal (NIF):

Leia mais

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÈCNICA TÍTULO Guia Prático - Inscrição/Alteração Membros dos Órgãos Estatutários (MOE) (1008 V5.13)

Leia mais

DECRETO N.º 265/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.

DECRETO N.º 265/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1. DECRETO N.º 265/XII Aprova o regime de concessão de crédito bonificado à habitação a pessoa com deficiência e revoga os Decretos-Leis n.ºs 541/80, de 10 de novembro, e 98/86, de 17 de maio A Assembleia

Leia mais

Tudo o que precisa de saber

Tudo o que precisa de saber Pág. 1 de 10 Com a publicação, no passado mês de Agosto, dos Decretos-Lei n. os 197/2012 e 198/2012, várias e (bastante) substanciais foram as alterações introduzidas em matéria de regras a observar ao

Leia mais

NEWSLETTER FISCAL Junho 2013. Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento, Orçamento. Retificativo para 2013 e Outros Assuntos Relevantes

NEWSLETTER FISCAL Junho 2013. Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento, Orçamento. Retificativo para 2013 e Outros Assuntos Relevantes NEWSLETTER FISCAL Junho 2013 Crédito Fiscal Extraordinário ao Investimento, Orçamento Retificativo para 2013 e Outros Assuntos Relevantes 1. Introdução No dia 31 de Maio de 2013, foi submetida à Assembleia

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE BARCELOS

REGULAMENTO DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE BARCELOS REGULAMENTO DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE BARCELOS REGULAMENTO DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS DO MUNICÍPIO DE BARCELOS Nota Justificativa Os Municípios enquanto Autarquias Locais têm por objetivo

Leia mais

IVA transmissão de estabelecimento

IVA transmissão de estabelecimento IVA transmissão de estabelecimento É possível, ao abrigo do artigo 3.º, n.º 4 do CIVA transmitir um estabelecimento (isto é, todo o seu activo) de uma sociedade para um empresário em nome individual no

Leia mais

Ficha do Produto Postal PPR Plus (1)

Ficha do Produto Postal PPR Plus (1) Público-alvo Clientes interessados em constituir, a médio-longo prazo, um capital para complemento de reforma. Âmbito Seguro de Vida, do tipo capitalização. Entidade Gestora Companhia de Seguros: MAPFRE

Leia mais

Despacho n.º 2563/2009, de 20 de Janeiro n.º 3 Série II

Despacho n.º 2563/2009, de 20 de Janeiro n.º 3 Série II Tabelas de retenção no continente para 2009 Em execução do disposto no Decreto-Lei n.º 42/91, de 22 de Janeiro, diploma quadro do regime de retenção na fonte em sede de IRS, são aprovadas as tabelas de

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 21 de janeiro de 2014. Série. Número 14

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 21 de janeiro de 2014. Série. Número 14 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Terça-feira, 21 de janeiro de 2014 Série Sumário SECRETARIA REGIONAL DO PLANO E FINANÇAS Despacho n.º 8/2014 Aprova as tabelas de retenção na fonte em sede de

Leia mais

GUIA de ESCLARECIMENTO de BENEFÍCIOS FISCAIS

GUIA de ESCLARECIMENTO de BENEFÍCIOS FISCAIS GUIA de ESCLARECIMENTO de BENEFÍCIOS FISCAIS Elaborada em Janeiro de 2013 1 BENEFÍCIOS FISCAIS Conforme artigo 14º e alínea f) do nº2 do artigo33º do Decreto-Lei 307/2009 de 23 de Outubro, alterado pela

Leia mais

Demonstrações Financeiras & Anexo. 31 Dezembro 2012

Demonstrações Financeiras & Anexo. 31 Dezembro 2012 Demonstrações Financeiras & Anexo 31 Dezembro 2012 1 I. Demonstrações Financeiras individuais a) Balanço em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 2 b) Demonstração dos resultados por naturezas dos exercícios findos

Leia mais

OBRIGAÇÕES PARA DIA 1 DE JANEIRO DE 2013

OBRIGAÇÕES PARA DIA 1 DE JANEIRO DE 2013 WORKSHOP NOVAS REGRAS DE FACTURAÇÃO OBRIGAÇÕES PARA DIA 1 DE JANEIRO DE 2013 Marco Rodrigues Servicontabil Serviços de Contabilidade e Informática, Lda Ricardo Rodrigues Espaço Digital Informática e Serviços,

Leia mais

TRINTA PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2007

TRINTA PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2007 TRINTA PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À PROPOSTA DE LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2007 O Bloco de Esquerda apresentou um conjunto de propostas sobre a política fiscal, que permitiriam gerar 960 milhões de euros

Leia mais

O ano das Reformas. o,o8. Casados podem agora entregar a declaração de IRS separadamente. http://pwcoe2015.com/

O ano das Reformas. o,o8. Casados podem agora entregar a declaração de IRS separadamente. http://pwcoe2015.com/ Resumo dos aspetos essenciais da Reforma da Fiscalidade Verde e da Reforma do IRS 2015 o,o8 Taxa sobre os sacos de plástico. Casados podem agora entregar a declaração de IRS separadamente. http://pwcoe2015.com/

Leia mais

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS CIRCULAR Nº 1/2014 Com a aprovação do orçamento do estado para o ano de 2014 publicado pela lei nº 83-C/2013 de 31/12, o governo introduziu várias alterações legislativas significativas em matérias fiscais

Leia mais

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012 Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012 OPERAÇÕES CORRENTES 1. Meios Financeiros Líquidos Esta Classe destina-se a registar os meios financeiros líquidos que incluem quer o dinheiro e depósitos

Leia mais

INCUMPRIMENTO DE CONTRATOS DE CRÉDITO Prevenção e regularização do incumprimento por clientes bancários particulares

INCUMPRIMENTO DE CONTRATOS DE CRÉDITO Prevenção e regularização do incumprimento por clientes bancários particulares BANCO DE PORTUGAL E U R O S I S T E M A INCUMPRIMENTO DE CONTRATOS DE CRÉDITO Prevenção e regularização do incumprimento por clientes bancários particulares INCUMPRIMENTO DE CONTRATOS DE CRÉDITO Prevenção

Leia mais

CALENDÁRIO DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS 2015. www.moneris.pt

CALENDÁRIO DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS 2015. www.moneris.pt CALENDÁRIO DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS 20 www.moneris.pt O grupo Moneris Como já é habitual, o grupo Moneris tem o prazer de lhe disponibilizar um completo Calendário Fiscal para o corrente ano, de fácil consulta,

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. TODOS OS INVESTIMENTOS TÊM RISCO

Leia mais

30 Novembro 2012. Especial Tax News Flash - OE 2013 Medidas que fazem diferença

30 Novembro 2012. Especial Tax News Flash - OE 2013 Medidas que fazem diferença 30 Novembro 2012 Especial Tax News Flash - OE 2013 Medidas que fazem diferença Índice Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) 4 Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) 5 Imposto do selo

Leia mais

CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO

CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO CONVENÇÃO ENTRE O JAPÃO E A REPÚBLICA PORTUGUESA PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO E PREVENIR A EVASÃO FISCAL EM MATÉRIA DE IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO O Japão e a República Portuguesa, Desejando celebrar

Leia mais

Caso desejem contactar os profissionais da Ernst & Young em Portugal podem-no fazer dirigindo-se a

Caso desejem contactar os profissionais da Ernst & Young em Portugal podem-no fazer dirigindo-se a Guia Fiscal 2006 GUIA FISCAL 2006 O GUIA FISCAL PORTUGAL 2006 DA ERNST & YOUNG resume as principais normas do regime fiscal Português tal como está em vigor desde 1 de Janeiro de 2006. O conteúdo baseia-se

Leia mais

RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.

RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE. Procº de insolvência n.º 2.220/13.9 TBVNG 5º Juízo Cível Insolventes: PEDRO MANUEL LOPES DE ALMEIDA E CARLA LILIANA DAMAS BESSA MIRANDA DE ALMEIDA Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia RELATÓRIO O presente

Leia mais

Afacturação electrónica mais não é do que

Afacturação electrónica mais não é do que Facturação electrónica É possível a disponibilização da referência ou da legislação relativa à aprovação legal do envio de facturas por correio electrónico em formato PDF ou idêntico? Afacturação electrónica

Leia mais

Proposta de Orçamento do Estado 2014. Proposta de Reforma em sede de IRC. Novembro de 2013

Proposta de Orçamento do Estado 2014. Proposta de Reforma em sede de IRC. Novembro de 2013 Proposta de Orçamento do Estado 2014 e Proposta de Reforma em sede de IRC Novembro de 2013 ORÇAMENTO ESTADO 2013 Proposta de Lei ÍNDICE Imposto sobre o Rendimentos das Pessoas Singulares IRS 4 Segurança

Leia mais

Orçamento do Estado 2013. Conheça as principais alterações de natureza fiscal introduzidas pela Lei do Orçamento do Estado 2013.

Orçamento do Estado 2013. Conheça as principais alterações de natureza fiscal introduzidas pela Lei do Orçamento do Estado 2013. Conheça as principais alterações de natureza fiscal introduzidas pela Lei do Orçamento do Estado 2013. Audit Tax Advisory Consulting www.crowehorwath.pt Índice Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares

Leia mais

Neste artigo iremos dedicar especial atenção às novas regras do. IRS, introduzidas pela Reforma levada a cabo pelo Governo no final

Neste artigo iremos dedicar especial atenção às novas regras do. IRS, introduzidas pela Reforma levada a cabo pelo Governo no final TENDÊNCIAS NOS NEGÓCIOS PARA 2015 Neste artigo iremos dedicar especial atenção às novas regras do IRS, introduzidas pela Reforma levada a cabo pelo Governo no final de 2014. Não deixe de estar por dentro

Leia mais

CONSULTÓRIO DE IRS I Em parceria com o Jornal de Negócios

CONSULTÓRIO DE IRS I Em parceria com o Jornal de Negócios CONSULTÓRIO DE IRS I Em parceria com o Jornal de Negócios No contexto de uma parceria do Departamento Fiscal da SRS Advogados com o Jornal de Negócios, temos vindo a publicar naquele jornal o Consultório

Leia mais

Aspetos práticos do novo IRS 2015: as deduções das despesas

Aspetos práticos do novo IRS 2015: as deduções das despesas NOVEMBRO 2ª QUINZENA ANO 83º 2015 N o 22 4,00 euros (IVA incl.) Diretor-adjunto: Miguel Peixoto de Sousa Diretor: Peixoto de Sousa DE11562011GRC Contrato nº 594655 Aspetos práticos do novo IRS 2015: as

Leia mais

PARTE II - Duração: 2 horas. Leia com atenção as seguintes instruções:

PARTE II - Duração: 2 horas. Leia com atenção as seguintes instruções: PARTE II - Duração: 2 horas Leia com atenção as seguintes instruções: Na folha de respostas escreva o seu nome, o número de membro estagiário e a versão da prova. A não indicação de qualquer um destes

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 23º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 23º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 23º Pessoa coletiva de utilidade pública, sem fins lucrativos - Métodos de dedução relativa a bens de utilização mista Processo: nº 2975, despacho do SDG

Leia mais

ÍNDICE. IRC - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas... 3. IRS - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares... 6

ÍNDICE. IRC - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas... 3. IRS - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares... 6 Principais Medidas Fiscais Com Incidência na Actividade Empresarial Lei nº 32-B/32, de 30 de Dezembro de 2002 ÍNDICE IRC - Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas... 3. IRS - Imposto sobre o

Leia mais

JUROS DE HABITAÇÃO PERMANENTE, PRÉMIOS DE SEGUROS, COMPARTICIPAÇÕES EM DESPESAS DE SAÚDE, PPR, FUNDOS DE PENSÕES E REGIMES COMPLEMENTARES

JUROS DE HABITAÇÃO PERMANENTE, PRÉMIOS DE SEGUROS, COMPARTICIPAÇÕES EM DESPESAS DE SAÚDE, PPR, FUNDOS DE PENSÕES E REGIMES COMPLEMENTARES DECLARAÇÃO (art.º 127.º do CIRS) JUROS DE HABITAÇÃO PERMANENTE, PRÉMIOS DE SEGUROS, COMPARTICIPAÇÕES EM DESPESAS DE SAÚDE, PPR, FUNDOS DE PENSÕES E REGIMES COMPLEMENTARES IRS MODELO 37 NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO

TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO Antas da Cunha LAW FIRM TRATAMENTO FISCAL DE PARTILHA POR DIVÓRCIO I) MAIS-VALIAS A mais-valia consiste na diferença entre o valor de aquisição (que pode ser gratuita ou onerosa) e o valor de realização

Leia mais

NEWS TCC SROC Julho 2014

NEWS TCC SROC Julho 2014 Novidades Portal das Finanças - Certificação de Software Foi divulgado pelo despacho n.º 247/2014 de 30 Junho de 2014, a prorrogação para 1 de outubro de 2014 a obrigação de certificação de software de

Leia mais