BALANÇO DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2012

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3 Índice Economia Mercado Imobiliário Lançamentos Comercialização RMSP Mercado Nacional Empreendimentos Comerciais Financiamento Imobiliário Previsões para

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5 Busca do equilíbrio marcou mercado imobiliário em 2012 O mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo e Região Metropolitana atravessou, em 2012, um período de busca por equilíbrio. Ajustes e adequação marcaram as atividades econômicas de diversos setores no decorrer do ano passado, quando o PIB (Produto Interno Bruto) tinha projeção inicial de crescimento entre 3,5% e 4,0%, mas deve encerrar o período com o inexpressivo índice próximo a 1%. As incertezas mundiais que marcaram 2012 foram cruciais e determinantes para a freada da economia nacional. As influências negativas da crise internacional foram referência em várias edições do relatório mensal da Pesquisa do Mercado Imobiliário, desenvolvida pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP. A Europa viveu momentos difíceis com a especulação da ruptura da união monetária representada pelo euro. A economia norte-americana, por sua vez, enfrentou a insegurança gerada com a possível recessão a partir de solução mal resolvida para o abismo fiscal. Os sinais vindos do Oriente não foram favoráveis: o Japão iniciou um prolongado período de recessão, e a China um processo de pouso suave, com a revisão de seu padrão de crescimento de dois dígitos percentuais ao ano para o modesto intervalo de 7% a 8%. A economia interna andou de lado no decorrer de 2012, e registou poucos indicadores positivos, como a geração de 1,3 milhão de postos de trabalho formais, conforme estatísticas do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. Além dos aspectos macroeconômicos, o setor imobiliário sentiu os efeitos das dificuldades na viabilização de seus empreendimentos. O excesso de burocracia, os gargalos no processo de licenciamento de novos projetos e a falta de estoque de outorga onerosa em grande parte dos distritos da cidade geraram a escassez de terrenos, com consequente alta de preço da terra, inviabilizando, muitas vezes, novos empreendimentos. Diante desses fatores, o mercado imobiliário passou por ajustes consideráveis no volume de lançamentos. De acordo com a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), o número de novas unidades em oferta foram inferiores a 2011, justamente para que houvesse acomodação ao novo patamar de vendas percebido naquele mesmo ano. Em um momento de queda do PIB de 7,5%, em 2010, para 2,7%, em 2011, e com o provável recuo para aproximadamente 1%, em 2012, as chances de retração sucessivas nas vendas de unidades novas eram grandes. Entretanto, tal fato não ocorreu, porque o setor imobiliário permaneceu aquecido durante 2012 e manteve movimento muito próximo ao de O segmento amadureceu, conforme previsto por Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP: a busca do equilíbrio entre lançamentos e comercialização é o chamado freio de arrumação. 5

6 Bolha Imobiliária Durante 2012, debateu-se muito acerca da possiblidade de formação de uma bolha imobiliária no Brasil. Conclui-se, porém, que não há fundamentos para que o setor passe por tal situação. Nacionalmente, em torno de 70% dos créditos concedidos para aquisição imobiliária são destinados à compra do primeiro imóvel para moradia. Dificilmente, esse público compra com expectativa de aumentos futuros de preços. Levantamento realizado pelo Secovi-SP junto às associadas da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) constatou que o comportamento do mercado imobiliário de São Paulo foi semelhante ao de outras dez capitais/regiões metropolitanas, que registraram queda maior nos lançamentos em relação ao movimento de vendas. MERCADO IMOBILIÁRIO NA CIDADE DE SÃO PAULO EM 2012 Em 2012, as vendas de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo atingiram unidades, volume 4,8% inferior ao registrado em 2011, com unidades. Em termos de lançamentos, a retração foi de 27,0%, com base na comparação entre as unidades lançadas em 2012 e as unidades de O valor movimentado em vendas, atualizado pelo INCC-DI da FGV (Índice Nacional de Custos da Construção), foi de R$ 13,6 bilhões, contra R$ 14,2 bilhões de 2011, o que representa variação negativa de 4,3%. O indicador VSO (Vendas sobre Oferta) para 12 meses, encerrados dezembro, foi igual em 2011 e 2012, de 56,7%. O segmento de 2 dormitórios destacou-se com unidades vendidas no ano. Esse segmento correspondeu a 49,6% do total comercializado durante 2012, e registrou crescimento de 0,5% diante das unidades de 2 quartos negociadas em Imóveis de 3 dormitórios tiveram participação de 26,9%, com unidades vendidas em MERCADO DE IMÓVEIS NOVOS NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO A Região Metropolitana, representada pela cidade de São Paulo e outros 38 municípios, registrou movimento semelhante ao da Capital. As vendas do ano foram de unidades, contra os imóveis comercializados em A queda no volume de lançamentos foi de 19,7% em 2012 ( unidades), comparativamente ao total de novas unidades na RMSP em 2011 (67.359). 6

7 Unidades com tipologia de 2 dormitórios cresceram na participação sobre o total de imóveis comercializados em relação ao percebido na Capital. Foram imóveis desse tipo, ou seja, 53,9%. A participação da cidade de São Paulo nas vendas da RMSP apresentou leve redução nos últimos dois anos. A relação foi de 53,6%, em 2011, e de 53,0%, em A variação foi maior na comparação de lançamentos entre a cidade de São Paulo e a Região Metropolitana: os 56,6% de lançamentos na Grande São Paulo em 2011 caíram para 51,5%, em EVOLUÇÃO DO VALOR MÉDIO DE LANÇAMENTOS NOS ANOS DE 2011 E 2012 A variação média de preços nominais de 27% em 2011 não se repetiu em No ano passado, observou-se variação nominal média de 10%, índice próximo ao comportamento dos indicadores de preços como o IGP-M, que oscilou 7,82% de janeiro a dezembro de MERCADO DE IMÓVEIS COMERCIAIS CONJUNTOS DE ESCRITÓRIOS O ano de 2012 encerrou com conjuntos comerciais lançados na cidade de São Paulo, volume inferior ao de 2011, com conjuntos. Esse movimento representou queda de 14,3%. No segmento, destaque para os escritórios com até 45 m², cuja participação no volume total foi de 81,7% (5.082 imóveis). A zona Sul foi campeã de lançamentos, com 39,5% do total, o equivalente a unidades, seguida da zona Oeste, com 27%, ou imóveis novos. CRÉDITO IMOBILIÁRIO BRASIL De acordo com a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), a concessão de crédito com recursos das cadernetas de poupança aumentou 3,6% em valores. Foram R$ 82,8 bilhões de financiamentos em 2012, contra os R$ 79,9 bilhões de A comparação das 453 mil unidades contratadas no ano com as 493 mil de 2011 resulta em retração de 8%. Destaca-se a relação Valor Financiado com Valor do Imóvel, também conhecido por LTV Loan to Value, que foi de 63,8%. Isso significa que o comprador participou com recursos próprios (poupados) da ordem de 36,2% do valor do imóvel na média de operações do ano, a fim de complementar o financiamento concedido pelo agente financeiro. O LTV de 2011 foi de 63,0%, e o de 2010, 62,0%. 7

8 A maior participação dos recursos do comprador no momento de aquisição do imóvel, aliada à cultura de aquisição da casa própria para moradia já que 70% dos compradores buscam o primeiro imóvel, são os principais fatores para a redução da taxa de inadimplência de crédito imobiliário, que foi de 1,4%, em setembro, para os imóveis financiados com garantia de alienação fiduciária. O crescimento de 15% no financiamento de aquisição de imóveis residenciais, com 132,6 mil e 152,5 mil unidades no primeiro e segundo semestre de 2012, respectivamente, demonstram que vivemos, nos últimos meses, um momento de aumento de entrega de moradias prontas aos consumidores finais. CONSIDERAÇÕES Ao contrário de 2012, as perspectivas para 2013 são melhores. Os momentos de euforia na economia acabaram e se vive, agora, um momento de pós-ajustes. Na área internacional, há percepção de que a economia europeia encontrará solução sem colapso do euro. A economia dos Estados Unidos poderá sair da crise e entrar em uma fase de crescimento. A China voltará sua atenção para o mercado doméstico e crescerá menos. O Brasil, por sua vez, já apresentou mudanças com a redução das taxas de juros que balizam o mercado. E há a perspectiva de que seja mantida a taxa básica no atual patamar de 7,25% durante boa parte de O processo de desonerações tributárias deverá continuar fator que poderá impulsionar o mercado imobiliário. Na cidade de São Paulo, as revisões previstas do Plano Diretor e do Código de Obras e Edificações, e o início dos debates sobre as mudanças na Lei do Zoneamento, poderão contribuir para a redução das dificuldades na viabilização de novos empreendimentos, com consequente redução dos gargalos de infraestrutura. Há, porém, a necessidade de intensificar a desburocratização das aprovações e dos licenciamentos de projetos. Essas melhorias na legislação urbanística são imprescindíveis, principalmente diante do consumo do potencial de outorga onerosa em diversos distritos e das crescentes contrapartidas exigidas por órgãos públicos, como as Secretarias Municipais de Transportes e do Verde e Meio Ambiente, aumentando os custos e, consequentemente, o preço do imóvel para o consumidor final. Podendo, também, tornar proibitivas as iniciativas de novos projetos. O ano de 2013 será de retomada de crescimento, mas de forma gradual e sustentada. Os lançamentos residenciais, previstos para 31 mil unidades, representarão alta de 10% em relação a Já as vendas devem aumentar entre 3,5% e 5% sobre o ano passado, com estimativa de 28 mil unidades. 8

9 Economia 9

10 O Banco Central do Brasil vem reduzindo a taxa básica de juros (Selic) desde agosto de Com a última redução, em outubro de 2012, de 7,50% para 7,25%, a taxa Selic atingiu seu menor valor histórico. Fonte: Bacen O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrou o ano de 2012 com taxa de 5,84%, abaixo dos 6,50% relativos ao ano anterior e dentro do limite superior da meta estipulada em 4,5%, com variação de 2 pontos percentuais. Fonte: IBGE 10

11 O mercado de trabalho mostrou forte dinamismo no ano de 2012, denotado pela taxa de desocupação estimada em 4,6% em dezembro de 2012, a menor de toda a série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Fonte: IBGE O CAGED registrou, em 10 anos, a geração de aproximadamente 17,6 milhões de postos formais de trabalho, e a construção civil participou com 9,8% do total, ou seja, 1,7 milhão de empregos. Fonte: MTE 11

12 No Brasil, o investimento cresce acima do PIB e do consumo desde 2006, com exceção de 2009, ano que ainda sofreu o efeito da crise financeira de O crescimento médio do PIB de 2006 a 2011 foi de 4,2%, enquanto que o investimento cresceu 9,4%, e o consumo das famílias 5,4%. Fonte: IBGE Crescimento do PIB: Ótica da Oferta A partir do 1º trimestre de 2010, o setor da construção civil cresceu continuamente acima do PIB. O crescimento médio do PIB (1T08 a 3T12) foi de 3,7%, enquanto que a construção civil cresceu 5,3%, no período. **Acumulado em 4TRI/4TRI imediatamente anteriores Fonte: IBGE 12

13 Variação % do PIB X Geração de Emprego Formal no Brasil Fonte: IBGE e MTE Variação % do PIB X Geração de Emprego Formal na Construção Civil Fonte: IBGE e MTE 13

14 Modalidades de Crédito Operações de Crédito para Pessoas Físicas (R$ bilhões) O crédito habitacional tem apresentado excelente desempenho nos últimos anos, fomentando investimentos, empregos e expansão do setor da construção civil e de outros segmentos da economia. Crédito Automotivo Total Pessoa Física Crédito Consignado (trabalhadores privados + públicos) Relação Crédito Habitacional e PIB Dez/12 6,3% Fonte: Bacen 14

15 Mercado Imobiliário 15

16 Casamentos - Município de São Paulo Divórcios Município de São Paulo Média de 72 mil novos arranjos familiares por ano irão demandar novos imóveis no município de São Paulo. Fonte: IBGE / Elaboração: Secovi-SP 16

17 Lançamentos 17

18 Lançamentos Residenciais Município de São Paulo Fonte: Embraesp / Elaboração: Secovi-SP 18

19 Lançamentos de Imóveis Residenciais Tipologia do Município de São Paulo Fonte: Embraesp / Elaboração: Secovi-SP 19

20 Lançamento de 2012 x Média mensal (2004 a 2011) Cidade de São Paulo Mil Unidades Aproximadamente 40% dos lançamentos foram no 4º trimestre Fonte: Embraesp / Elaboração: Secovi-SP 20

21 Participação % de lançamento trimestral no ano Cidade de São Paulo - Unidades Participação percentual dos lançamentos de º e 4º trimestres foram maiores do que a média de 2004 a Fonte: Embraesp / Elaboração: Secovi-SP 21

22 Lançamentos Residenciais Município de São Paulo Acumulado de 12 meses - unidades Fonte: Embraesp / Elaboração: Secovi-SP 22

23 Projetos Residenciais Aprovados Município de São Paulo - Acumulado de 12 meses - unidades Fonte: Embraesp / Elaboração: Secovi-SP 23

24 Comparativo Projetos Aprovados X Lançamentos Município de São Paulo - Acumulado de 12 meses - unidades Fonte: Embraesp / Elaboração: Secovi-SP 24

25 Lançamentos Residenciais em Valores (VGVL) Município de São Paulo Atualizado pelo INCC (Dez/12) Fonte: Embraesp / Elaboração: Secovi-SP 25

26 Preço Médio Anual Área Útil Imóveis Residenciais Verticais Novos Município de São Paulo Fonte: Embraesp / Elaboração: Secovi-SP 26

27 Estoque Outorga (%) x Lançamentos (Área Útil) Período: 2005 Fonte: GeoSecovi 27

28 Estoque Outorga (%) x Lançamentos (Área Útil) Período: Fonte: GeoSecovi 28

29 Estoque Outorga (%) x Lançamentos (Área Útil) Período: Fonte: GeoSecovi 29

30 Estoque Outorga (%) x Lançamentos (Área Útil) Período: Fonte: GeoSecovi 30

31 Comercialização 31

32 Vendas Residenciais Município de São Paulo Fonte: Secovi-SP 32

33 Vendas de Imóveis Residenciais Tipologia do Município de São Paulo Fonte: Secovi-SP 33

34 Participação % de venda trimestral no ano Cidade de São Paulo - Unidades Fonte: Secovi-SP 34

35 Vendas Residenciais Município de São Paulo Acumulado de 12 meses - unidades Fonte: Secovi-SP 35

36 Comparativo Lançamentos X Vendas Município de São Paulo - Acumulado de 12 meses - unidades Fonte: Embraesp e Secovi-SP 36

37 Vendas (unidades) Fase de Lançamento e Pós-lançamento Fase de Lançamento = unidades com até seis meses, após a colocação do produto no mercado. Fase de Pós-lançamento = unidades remanescentes, após o período de Lançamento até o 36º mês da data da pesquisa Fonte: Secovi-SP 37

38 Lançamentos e Vendas Residenciais No ano Município de São Paulo Fonte: Embraesp e Secovi-SP 38

39 Vendas Residenciais em Valores (VGV) Município de São Paulo Atualizado pelo INCC (Dez/12) Fonte: Secovi-SP 39

40 VSO* Acumulado - Média Anual cidade de São Paulo Fonte: Secovi-SP 40

41 Oferta de Imóveis Residenciais Novos Fonte: Secovi-SP 41

42 RMSP 42

43 Lançamentos de Imóveis Residenciais Região Metropolitana de São Paulo Fonte: Embraesp / Elaboração: Secovi-SP 43

44 Comparativo de Lançamentos X Vendas Região Metropolitana de São Paulo - unidades Fonte: Embraesp / Elaboração: Secovi-SP 44

45 Mercado Nacional 45

46 Lançamentos de Unidades Residenciais Fonte: CII-CBIC / Elaboração: Secovi-SP 46

47 Vendas de Unidades Residenciais Novas Fonte: CII-CBIC / Elaboração: Secovi-SP 47

48 VSO/IVV Índices de Vendas Imóveis Res. Novos Fonte: CII-CBIC / Elaboração: Secovi-SP 48

49 Empreendimentos Comerciais 49

50 Lançamentos Empreendimentos Comerciais e PIB No ano Cidade de São Paulo No ano de 2012, 82% dos conjuntos possuíam até 45m² Fonte: Embraesp / Elaboração: Secovi-SP 50

51 Lançamentos Empreendimentos Comerciais No ano Região Metropolitana de São Paulo Fonte: Embraesp / Elaboração: Secovi-SP 51

52 Financiamento Imobiliário 52

53 Fonte: Abecip, Bacen e Caixa Econômica Federal 53

54 Fonte: Abecip, Bacen e Caixa Econômica Federal 54

55 Fonte: Abecip, Bacen e Caixa Econômica Federal 55

56 56

57 Fonte: Bacen 57

58 Fonte: Abecip 58

59 Fonte: Bacen 59

60 Fonte: Abecip e Bacen 60

61 Fonte: Abecip e Bacen 61

62 Fonte: Abecip e Bacen 62

63 Financiamento Habitacional Aquisição Novos Fonte: Bacen / Elaboração: Secovi-SP 63

64 Financiamento Habitacional Aquisição Usados Fonte: Bacen / Elaboração: Secovi-SP 64

65 Financiamento Habitacional Aquisição Fonte: Bacen / Elaboração: Secovi-SP 65

66 Financiamento Habitacional Aquisição Fonte: Bacen / Elaboração: Secovi-SP 66

67 Financiamento Habitacional - Construção Fonte: Bacen / Elaboração: Secovi-SP 67

68 Opinião foi um ano de ajustes no mercado, em função de fatores econômicos (crise mundial e economia interna) e adequação à capacidade de produção; Dificuldades no licenciamento de projetos, escassez de terrenos e de estoque de outorga onerosa; Mercado não enfrenta problema de falta de demanda e de oferta de crédito imobiliário. 68

69 Previsões para

70 Opinião Revisão do Plano Diretor Estratégico, do Código de Obras e Edificações e início dos debates da Lei de Zoneamento; 2. Bom funcionamento da Secretaria de Licenciamento ; 3. Medidas de desoneração do setor de construção e incorporação poderão impulsionar o mercado imobiliário; 4. Aumento das taxas de investimento, induzido pelo governo federal, é preponderante na consolidação do crescimento do mercado imobiliário; 5. Necessária readequação do valor máximo de enquadramento dos imóveis no SFH (R$ 500 mil, desde mar/2009). Fonte: Bacen / Elaboração: Secovi-SP 70

71 Ficha Técnica Claudio Bernardes Presidente do Secovi-SP Celso Petrucci Economista-chefe do Secovi-SP Assessoria de Comunicação do Secovi-SP (11) /1189/1190/1191/1197/1216/1248/1249/1253/1256 Departamento de Economia e Estatísticas do Secovi-SP Roberto Akazawa Edson Etsuji Kitamura Fabrício Augusto Gomes Pereira Laryssa Kakuite (11) /1240/1244/1245 GeoSecovi Silvana Marques André Rodriguez Alusivo Valéria de Souza Pereira (11) /1243 Departamento de Marketing do Secovi-SP (11) /1199/1254/1294/1296 Fotos Shutterstock

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73 73

74 [ Slides ] [ Materiais Extra ] Rua Dr. Bacelar, Vila Mariana CEP: São Paulo - SP Tel.: (11) Fax: (11)

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