MOTIVAÇÕES PARA A COMPRA DE MÓVEIS PARA USO RESIDENCIAL: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO COM BASE NA PIRÂMIDE DE MASLOW

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MOTIVAÇÕES PARA A COMPRA DE MÓVEIS PARA USO RESIDENCIAL: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO COM BASE NA PIRÂMIDE DE MASLOW"

Transcrição

1 Af-Revista :Layout 1 3/5/10 9:16 AM Page 41 MOTIVAÇÕES PARA A COMPRA DE MÓVEIS PARA USO RESIDENCIAL: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO COM BASE NA PIRÂMIDE DE MASLOW MOTIVAÇÕES PARA A COMPRA DE MÓVEIS PARA USO RESIDENCIAL: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO COM BASE NA PIRÂMIDE DE MASLOW MOTIVATIONS FOR THE PURCHASE OF HOME FURNITURE: AN EXPLORATORY STUDY BASED ON MASLOW S PYRAMID RESUMO Este artigo objetiva descrever as motivações do cosumidor de móveis para uso residecial, com base o modelo de processo de decisão de compra proposto por Egel, Blackwell e Miiard (2005), com êfase a fase de recohecimeto da ecessidade, tedo como base as diversas ecessidades humaas propostas por Maslow (1954). Para tal, realizou-se uma pesquisa de atureza exploratória, sedo utilizada a metodologia qualitativa, por meio de etrevistas em profudidade, com roteiros semi-estruturados e específicos para cada um dos grupos etrevistados, 26 cosumidores de móveis resideciais e 10 especialistas atuates esse segmeto, sedo a amostra ão probabilística. Os resultados mostram que os cosumidores, para adquirem e/ou trocarem os móveis para uso residecial, mesmo ão apresetado cosciêcia plea dos reais motivos, tedem a avaliar os produtos cosiderado os atributos que podem satisfazer àquelas ecessidades propostas por Maslow. PALAVRAS-CHAVE: Marketig, motivação de compra, móveis resideciais, pirâmide de Maslow. GRADUADA EM ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS; ESPECIALISTA EM MARKETING APLI- CADO PELA FUNDAÇÃO DOM CABRAL (BE- LO HORIZONTE-MG) E EM ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PELO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA (BELO HORIZONTE-MG); MESTRE EM ADMINISTRAÇÃO PELA UNIVER- SIDADE FUMEC (BELO HORIZONTE-MG); DE- SENVOLVEU PESQUISA SOBRE O COMPORTA- MENTO DO CONSUMIDOR DE MÓVEIS PARA USO RESIDENCIAL; ANALISTA ADMINISTRATIVO SÊNIOR NA PONTIFÍCIE UNIVERSIDADE CA- TÓLICA DE MINAS GERAIS (PUC-MINAS). ABSTRACT This article iteds to describe the motivatios of home furiture cosumers, based o the model of the purchase decisio-makig process proposed by Egel, Blackwell & Miiard (2005), with a emphasis o the eed-recogitio phase, based o the various huma eeds proposed by Maslow (1954). For such, a exploratory research deployig qualitative methodology was carried out, through i-depth iterviews, usig semi-structured questioaires specifically desiged for each of the groups iterviewed (26 home furishig cosumers ad te experts workig i the segmet), with a o-probabilistic sample.the results demostrate that cosumers, to acquire ad/or sell home furiture, eve if ot presetig full awareess of their real motives, ted to evaluate the products cosiderig the attributes that ca satisfy those eeds proposed by Maslow. KEY WORDS: Marketig, purchase motivatio, home furiture, Maslow s pyramid. 41

2 Af-Revista :Layout 1 3/5/10 9:16 AM Page APRESENTAÇÃO Hierarquia das ecessidades de Maslow. O homem, desde a Pré-História, ecessitava de um período de repouso para recuperar as suas eergias, bem como de seguraça para proteger-se de aimais selvages e de variações climáticas, alojado-se em caveras. Esse comportameto fez origiar o coceito de abrigos que, com o desevolvimeto da humaidade, passou a satisfazer ão apeas às ecessidades fisiológicas e de seguraça, mas também às ecessidades sociais, de estima e de autorrealização. Necessidades de autorrealização Busca pela estética e beleza, por exemplo: prática de colecioar objetos (Barroco). Necessidades de estima Busca pelo recohecimeto e status, por ex.: bufê, cadeiras de espaldar (Idade Média). Necessidades sociais Busca pela sociabilidade, por exemplo: mesas de jatar (Século XVII, Rio de Jaeiro). Necessidades de seguraça Busca pela proteção cotra os isetos, por exemplo: cortiados (Portugueses). Necessidades fisiológicas Descaso, repouso, por exemplo: rede, catre (Ídios). As ecessidades sociais motivaram o homem a buscar comodidade e coforto, além de demostrar hierarquia e poder. A preocupação com a estética e a beleza também pode ser explicada por ecessidades como as de estima (status) e de autorrealização.dessa forma, a moradia humaa evoluiu para imóveis resideciais, como casas, apartametos ou até mesmo masões, e, paralelamete, ovos equipametos como móveis e utesílios, foram icorporados ao ceário e ao cotexto da vida das pessoas de forma atural, fazedo parte do ambiete.algumas dessas ecessidades se costituíram em motivadores que costruíram a história da utilização do mobiliário ao logo dos tempos. Tais ecessidades podem ser estruturadas de acordo com a hierarquia das ecessidades de Maslow (1954), coforme a utilização de móveis resideciais, apresetadas a Figura 1 e explicadas a seguir. Fote: SHETH, Jagdish N.; MITTAL, Bawari; NEWMAN, Bruce I. Comportameto do cliete: ido além do comportameto do cosumidor. São Paulo: Atlas, 2001:795. FIGURA 1 Hierarquias das ecessidades de Maslow. 42 NECESSIDADES DE AUTORREALIZAÇÃO NECESSIDADES DE ESTIMA NECESSIDADES SOCIAIS NECESSIDADES DE SEGURANÇA NECESSIDADES FISIOLÓGICAS A motivação do cosumidor (tetativa de satisfazer as ecessidades fisiológicas e psicológicas por meio da compra e cosumo de um produto (ALBA; HUTCHINSON Apud ENGEL; BLACKWELL; MINIARD, 2005), tem seu iício com o recohecimeto da ecessidade, que é ativada quado existe uma discrepâcia etre o estado desejado de ser e o estado real. Essa discrepâcia resulta da ativação de uma codição de despertar, chamada impulso (ENGEL; BLACKWELL; MI- NIARD, 2005). O comportameto do cosumidor, segudo Kotler (1998), pode ser iflueciado por quatro fatores, quer sejam: fatores culturais, sociais, pessoais e psicológicos, podedo a motivação ser origiada por questões sociais e/ou por traços de persoalidade. Os objetivos dos idivíduos são defiidos coforme as experiêcias pessoais, capacidade física, ormas culturais,valores domiates e acessibilidade do objetivo ao ambiete físico e social.a percepção de um idivíduo sobre si mesmo ifluecia seu comportameto, os bes que possui, os que gostaria ou ão de possuir, o que, frequetemete é percebido em termos de capacidade refletiva da autoimagem (SCHIFFMAN; KANUK, 2000). Os produtos e/ou serviços podem ser adquiridos como símbolos de status e como uma forma de mostrar participação ativa de uma pessoa em determiada classe social. Por outro lado, as restrições fiaceiras limitam as pessoas pertecetes às classes sociais mais baixas a adquirirem produtos que represetam símbolos de status.nesse setido, a propriedade de um item material deve ser homogêea detro de uma úica classe social para que ocorra uma codificação. Efetuar as compras corretas é uma habilidade que permite solidificar ou ajudar a avaçar a posição de classe social de um idivíduo.a partir desse desejo de avaçar a classe social, algus formadores de opiião como arquitetos, decoradores de iteriores e peritos em moda são cotratados costituido-se em orietadores de cosumo que idicam quais bes materiais simbólicos deverão ser adquiridos (MOWEN; MI- NOR, 2003).

3 Af-Revista :Layout 1 3/5/10 9:16 AM Page 43 MOTIVAÇÕES PARA A COMPRA DE MÓVEIS PARA USO RESIDENCIAL: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO COM BASE NA PIRÂMIDE DE MASLOW O padrão de cosumo, ou seja, o gosto o que diz respeito às roupas, aos móveis e ao lazer em geral, se relacioam à idade e são moldados coforme o ciclo de vida, o úmero de pessoas, a idade e o sexo dos membros familiares, sofredo ifluêcias também da reda dispoível, da ecoomia, dos bes e da atitude em relação a como gastar e ecoomizar (KOTLER; KELLER, 2006). Segudo Sheth, Mittal e Newma (2001),o autococeito, ou seja, a ideia que as pessoas têm de si mesmas ou como elas gostariam de ser, iflueciam o comportameto de compra e de cosumo das pessoas. Isso porque as pessoas vivem seus autococeitos também por meio do que cosomem, podedo tratar-se de realizações itelectuais e profissioais, ou do tipo de vida material que as mesmas gostariam de possuir.a percepção de si mesmo faz parte da base da persoalidade. Dessa forma, o que as pessoas possuem represeta uma extesão delas mesmas. Portato, há uma relação de cogruêcia etre a imagem que uma pessoa tem de si mesma e os produtos que ela compra. Tal feômeo pode ser observado em ites como automóveis; produtos de saúde, beleza e lazer; eletrodomésticos e móveis domésticos; detre outros (BELK et al., citados por MOWEN; MINOR, 2003). Para Mowe e Mior (2003), os pesquisadores ão coseguem prever com precisão o comportameto de uma pessoa em uma situação específica com base apeas em uma úica medição de persoalidade.assim, ão é possível prever a marca de móveis que uma pessoa vai adquirir medido-se as características de persoalidade. Pode-se, cotudo, prever com a ajuda de variáveis de persoalidade, as tedêcias duradouras de adoção de determiados comportametos. Essas ideias são coeretes com a proposição de que as ecessidades materiais formam um compoete do coceito do Eu, somos a soma total de todas as ossas posses. Objetivado cohecer as motivações dos cosumidores de móveis para uso residecial, para ateder às ecessidades e aos desejos desses cosumidores, foi formulada a seguite questão orteadora dessa pesquisa: Quais são os fatores motivadores do recohecimeto da ecessidade dos cosumidores o processo de decisão de compra de móveis para uso residecial? 2. METODOLOGIA A pesquisa realizada foi de atureza exploratória. Os dados foram obtidos através de 26 etrevistas em profudidade com cosumidores de móveis para uso residecial, residetes a Região Metropolitaa de Belo Horizote (MG). Os cosumidores foram selecioados por meio da técica de amostragem por coveiêcia bola-de-eve que, segudo Malhotra (2001), ocorre quado, a partir de um pequeo grupo iicial, os elemetos subsequetes da amostra são por eles idicados. Detre os cosumidores, foi verificado que18 eram do sexo femiio e 8 do sexo masculio, com idade variado etre 29 e 55 aos. Além disso, 46% eram casados, 31% solteiros e 23% separados ou divorciados.a escolaridade dos etrevistados situou-se etre a 6ª série icompleta do Esio Fudametal até a titulação de Mestrado. No que tage à reda mesal declarada, costatou-se uma variação etre R$ 760,00 a R$ 7.000,00 ou mais. Detre os 26 cosumidores etrevistados,17 haviam efetivado uma compra de móveis resideciais os dois aos ateriores à pesquisa e 9, ão. Foram também realizadas etrevistas com10 especialistas do setor moveleiro, sedo: duas arquitetas, uma decoradora, um professor-coordeador do curso de pós-graduação em Desig de Móveis, duas vededoras, um proprietário de loja de móveis, um comprador de móveis de uma rede de lojas, um cosultor de estilo e o presidete da ALORMOV Associação dos Lojistas e Represetates de Móveis de Mias Gerais. Cabe salietar que, a metodologia exploratória utilizada e a forma de compor a amostra ão permitem que os resultados obtidos possam ser iferidos para a população em estudo. As etrevistas em profudidade cotaram com o auxílio de roteiros semiestruturados e específicos para cada um dos grupos etrevistados, cosumidores e especialistas. Após a orgaização e sistematização do coteúdo das mesages, foi selecioada a técica de aálise de coteúdo para possibilitar o alcace e a compreesão dos sigificados ecotrados o material, e optou-se pela técica temática ou categorial, que é o tipo de técica mais utilizada pela aálise de coteúdo (COOPER; SCHINDLER, 2003). Tal técica cosiste em proceder a operações de desmembrameto do texto em categorias defiidas pelo pesquisador, com o objetivo de idetificar os úcleos que compões a comuicação, efatizado o que é relevate e sigificativo, o que pode ão ser o mais frequete (VERGARA, 2004). 3. DESENVOLVIMENTO O processo de decisão de compra do cosumidor é iiciado com o recohecimeto da ecessidade. Nesse setido, os etrevistados foram estimulados a discorrer sobre a motivação para a aquisição e/ou troca de móveis para uso residecial. Os resultados obtidos demostram a existêcia de diversas 4310

4 Af-Revista :Layout 1 3/5/10 9:16 AM Page 44 categorias relacioadas à motivação para a compra e/ou troca de móveis resideciais, que podem ser equadradas a Hierarquia das Necessidades de Maslow (1954), coforme depoimetos dos etrevistados mostrados o Quadro 1 e explicadas a seguir. QUADRO 1 Categorias relacioadas à motivação para compra e/ou troca de móveis resideciais, coforme a Hierarquia das Necessidades de Maslow. Necessidades fisiológicas: NECESSIDADES Fisiológicas Seguraça Sociais Estima Autorrealização 44 CATEGORIAS IDENTIFICADAS a. Praticidade b. Utilidade c. Coforto físico e visual a. Seguraça física b. Seguraça emocioal a. Família e demais residetes do lar b. Terceiros (amigos, paretes ão residetes o lar) a. Status, poder e ostetação b. História e estilo de vida das pessoas c. Idetidade das pessoas a. Realização pessoal b. Composição dos ambietes c. Estética Fote: Iformações obtidas a pesquisa. Praticidade Os etrevistados abordaram a ecessidade de facilitar o dia a dia por meio de móveis práticos, que favoreçam a orgaização dos espaços.... recursos que temos para facilitar ossa vida, tudo de utilidade que a gete tem os móveis facilitam, os móveis têm uma represetação de orgaização detro de casa... (Depoimeto de cosumidor). Utilidade Os móveis foram refereciados como objetos esseciais para o dia a dia.a percepção da sua utilidade foi citada pelos etrevistados quado questioados a respeito do sigificado dos móveis o lar e a vida das pessoas. A primeira fução, a básica,seria a utilização o dia a dia, a primeira ecessidade... uma mesa para um jatar, ou uma cadeira para simplesmete setar (Depoimeto do coordeador do curso de pós-graduação em Desig de Móveis). Coforto físico e visual O coforto proporcioado pelos móveis o lar foi mecioado pelos etrevistados, sedo destacada a busca pelo coforto físico e visual. O coforto físico, que é proporcioado pelo descaso e repouso, está aliado ao acochego dos ambietes ode as pessoas passam grade parte do tempo quado estão em casa. Tem cosumidor que procura coforto, ele iveste o diheiro dele buscado coforto (Depoimeto da arquiteta). Os móveis possibilitam também o coforto visual por meio da decoração dos ambietes e da orgaização dos espaços, favorecedo o descaso e o relaxameto das pessoas.... a casa pode ser sem quadro, pode ser sem tapete, pode ser sem tudo, mas esses ites compõem o ambiete, acolhem as pessoas e dão coforto, ão só o físico,mas o visual... (Depoimeto de cosumidor). Uma boa decoração do ambiete leva a pessoa a reduzir o stress, a sua asiedade, porque quado você chega uma casa harmoiosa, bem decorada, os móveis ão só vão ateder a ecessidade de você ter um local para setar, um lugar para guardar suas vasilhas, suas roupas, mas vai te dar coforto.vai te proporcioar a recuperação das eergias do seu casaço físico (Depoimeto do presidete da ALORMOV). Necessidade de seguraça: Seguraça física A ecessidade de seguraça proporcioada pelo lar foi destacada pelos etrevistados como uma ecessidade atual, diate da violêcia do meio urbao, o que tem estimulado um comportameto de reclusão das pessoas em seus lares.... as pessoas estão voltadas para detro de casa, porque fora de casa está se corredo muito mais risco... (Depoimeto da vededora). Hoje as pessoas saem meos devido à violêcia, as pessoas estão muito voltadas para a casa, tudo acotece a casa delas (Depoimeto da decoradora). Seguraça emocioal Segudo os depoimetos, a ecessidade de seguraça das pessoas trascede a seguraça física.as pessoas buscam a seguraça emocioal, sedo o lar apotado como o lugar que mais proporcioa bem estar para as pessoas. O lar é o meu porto seguro.um lugar acochegate, adoro meu lar, o cheiro do lar, acho especial, a aura, acho tudo uma delícia quado chego à miha casa, até a baguça (Depoimeto de cosumidor).

5 Af-Revista :Layout 1 3/5/10 9:16 AM Page 45 MOTIVAÇÕES PARA A COMPRA DE MÓVEIS PARA USO RESIDENCIAL: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO COM BASE NA PIRÂMIDE DE MASLOW O poto de apoio que permite uma estabilidade para eu me laçar ao mudo (Depoimeto de cosumidor). Necessidades sociais: As ecessidades sociais de iteração etre as pessoas e as de pertecer a um grupo social são favorecidas pelos móveis existetes o lar. Segudo os etrevistados, os móveis orgaizam os espaços, promovedo a iteração dos residetes, além de permitir receber pessoas que ão moram a residêcia, como amigos, paretes etc. Família e demais residetes do lar Para os etrevistados, os móveis permitem maior proximidade e melhor relacioameto por meio de ambietes que facilitam o acolhimeto das pessoas residetes o mesmo ambiete.... a importâcia de se comprar um móvel tem a ver com você querer o melhor lugar para se estar com a família... (Depoimeto da vededora). Terceiros (amigos, paretes ão residetes o lar etc.) Os móveis permitem a criação de uma estrutura física adequada para receber amigos, paretes ão residetes o lar, etre outras pessoas. Isso porque os móveis fazem parte de ambietes que beeficiam a iteração etre as pessoas, coforme se observa o próximo depoimeto.... a gete tem que ter uma casa boita, tato para a gete, boita e cofortável,como para receber as pessoas que a gete gosta e ão gosta... (Depoimeto do cosultor de estilo).... porque cozihar virou um ritual, você traz seus amigos, começa a preparar a comida, tomar alguma coisa, e ali acotece a oite... (Depoimeto da decoradora). Necessidade de estima: Os móveis podem suprir aida a ecessidade de estima, por meio da demostração de status, poder e ostetação, de forma a obter recohecimeto por parte de determiados grupos.além disso, os móveis podem represetar um estilo de vida ou idetidade. Status, poder e ostetação Segudo os etrevistados, o móvel é uma das formas de as pessoas se posicioarem em uma determiada classe social, de demostrarem status, poder e ostetação. Pode ser usada também como uma forma de impressioar o sexo oposto, ou seja, trata-se de uma forma de sedução, como observado os depoimetos dos etrevistados.... uma boa parte dos cosumidores iveste em aparêcia, para mostrar poder aquisitivo, trazer as pessoas a casa deles e falar, eu teho isso, e posso mater isso... (Depoimeto da arquiteta). Às vezes é uma forma de impressioar o outro, de sedução, uma forma de impressioar as mulheres que forem a miha casa, para mim ão faz difereça ehuma, ão combia comigo, mas ifelizmete a gete acaba tedo de usar deste recurso também (Depoimeto de cosumidor).... para você mostrar que sua casa é lida, que você é um sucesso,..., a gete trabalha muito em fução dos outros a compra de móveis, o que desperta os outros... (Depoimeto do cosultor de estilo). História e estilo de vida das pessoas As histórias e estilos de vida das pessoas podem ser represetados pelos móveis adquiridos. Acho que represeta uma história, represeta um estilo de vida ou um estilo que se quer ter..., um pouco da história, de como viveu, como que é o presete e o que ele quer o futuro (Depoimeto do coordeador do curso de pós-graduação em Desig de Móveis). Idetidade das pessoas A escolha dos móveis e da decoração do lar também foi idetificada como uma forma das pessoas demostrarem a própria idetidade. Os móveis represetam um pouco da persoalidade, um pouco de ser das pessoas, porque você cosegue se idetificar pelo mobiliário, quado você chega a uma casa,você cosegue se idetificar com o mobiliário da casa, e idetificar as pessoas (Depoimeto de cosumidor).... acho que o móvel, como a roupa que a gete veste, mostra um pouco da persoalidade da pessoa... (Depoimeto do coordeador do curso de pós-graduação em Desig de Móveis). Você cohece mais ou meos a pessoa vedo o tipo de móvel que ela possui,... uma vez uma pessoa foi a miha casa, olhou para os meus móveis e disse que os móveis eram a miha cara (Depoimeto de cosumidor). Necessidade de autorrealização: A autorrealização, ecessidade de realizar aquilo de que se gosta, de desevolver o autocohecimeto e de coquistar, foi observada os depoimetos dos etrevistados quado questioados sobre a motivação em adquirir e/ou trocar mó- 4510

6 Af-Revista :Layout 1 3/5/10 9:16 AM Page 46 veis para uso residecial.assim sedo, os móveis podem represetar uma realização pessoal, compodo harmoiosamete um ambiete, com beleza e de acordo com as tedêcias da moda. 46 Realização pessoal A realização pessoal, segudo depoimetos, é demostrada por meio da aquisição de móveis ovos, que proporcioam melhorias ao ambiete, em termos de visual e de coforto ou mesmo uma sesação de coquista. O móvel tem um sigificado idividual, iclusive emocioal, a questão do que as pessoas almejam, ou etão, o que uma pessoa quer ter de um ambiete (Depoimeto de cosumidor). Composição dos ambietes A composição dos ambietes dos lares foi idetificada como uma das ecessidades de autorrealização, a busca pela harmoização do lar, de realizar aquilo de que se gosta. Os móveis represetam uma decoração, uma harmoia também, porque você chega a casa, e a casa está orgaizada, aqueles móveis boitos, bem colocados (Depoimeto de cosumidor). Uma casa sem móveis ão tem ada! Não tem sigificado ehum! Você ão cosegue idetificar o que é um quarto, o que é uma sala se ão tiver móveis, acho que é isso para todo mudo, idetifica o que é cada coisa, o que é cada cômodo, se eu colocar uma cama a sala ela vai virar um quarto, os móveis são a idetificação da própria casa (Depoimeto de cosumidor). Estética A decisão de compra de móveis também está viculada a aspectos estéticos. Isso porque os cosumidores buscam produtos que sejam esteticamete boitos para comporem os ambietes resideciais, coforme os depoimetos obtidos a pesquisa. Gosto muito de móveis que deem beleza a um ambiete, etão eles represetam bom gosto, uma melhoria para o ambiete (Depoimeto de cosumidor). Hoje está a moda móvel de Bali, idiao, de hata, mas questioo se daqui a cico ou dez aos as pessoas vão comprar tato deste tipo de móvel (Depoimeto de cosumidor). A aquisição de um móvel pode ser motivada também por várias ecessidades cojugadas, sejam elas a busca pelo coforto, seguraça, sociabilidade, estima e/ou autorrealização, coforme depoimeto a seguir. Busco a trasformação, a mudaça do ambiete, às vezes eu ão estou bem e quero mudar o ambiete, quero comprar móveis para decorar a miha casa, quero me setir bem detro e ver que miha casa está modera, está boita, cofortável, quero me setir cofortável, com móveis práticos, sofás cofortáveis, e também proporcioar isso às pessoas que me visitam, gosto de mudaça (Depoimeto de cosumidor). O ser humao tem a ecessidade de repouso e descaso. Para tato, precisa criar um ambiete que foreça coforto, para que ele supra, de maeira adequada, essa ecessidade. Segudo os etrevistados, o coforto proporcioado pelos móveis permite satisfazer essas ecessidades primordiais. Primeiro a ecessidade que o móvel traz.você tem uma mesa para o trabalho ou para jatar, você tem uma cadeira para setar, ou uma poltroa para assistir uma televisão, primeiro a ecessidade básica tem que ser atedida, e historicamete falado, a casa tem todos os móveis para dar coforto para o ser humao (Depoimeto do presidete da ALORMOV). Além da busca pelo coforto e beleza os ambietes, idetificou-se que vários são os motivos que levam as pessoas a comprar e/ou trocar os móveis resideciais: substituição do móvel existete, armazeameto e orgaização de objetos, mudaça o ciclo de vida,busca de status e demostração de poder, reovação pessoal, mudaça de residêcia ou do ambiete, exposição a produtos diferetes e predisposição à compra, coforme apresetados: a) Substituição do móvel existete O recohecimeto da ecessidade pode ser despertado pelo desgaste do móvel existete, quado o móvel se estraga e ão possui mais coserto ou reforma. b) Armazeameto e orgaização de objetos A ecessidade de armazear, adequadamete, os objetos adquiridos leva as pessoas a comprarem móveis para orgaizá-los. c) Mudaça o ciclo de vida Segudo os etrevistados, as ecessidades sociais de relacioar-se com a família e com os amigos em ambietes adequados ao grupo familiar e de amizade favorecem o recohecimeto da ecessidade de aquisição e/ou troca de móveis para uso residecial, coforme o estágio o ciclo de vida. d) Status e demostração de poder As ecessidades de estima, ou seja, de recohecimeto, de status e de demostração de poder são motivos que estimulam a compra de móveis para uso residecial. A ifluêcia da moda, para pertecer a uma determiada classe social, pela posse de objetos simbólicos, foi idetificada como uma motivação de compra de móveis.

7 Af-Revista :Layout 1 3/5/10 9:16 AM Page 47 MOTIVAÇÕES PARA A COMPRA DE MÓVEIS PARA USO RESIDENCIAL: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO COM BASE NA PIRÂMIDE DE MASLOW e) Reovação pessoal A autoestima, ecessidade de gostar de si próprio, desperta o desejo pela compra e/ou troca de móveis para uso residecial.as pessoas buscam a reovação pessoal por meio da mudaça da decoração e dos móveis do ambiete em que vivem, acreditado que a aquisição e/ou troca pode aliviar a solidão, dissipar o tédio, melhorar o astral e dimiuir a depressão. f) Mudaça de residêcia ou do ambiete A motivação para a compra e/ou troca de móveis pode ser iiciada pela mudaça de residêcia, uma vez que os móveis podem ão se adaptar ao ovo ambiete, ou mesmo porque as pessoas desejam móveis ovos para reovar a decoração. g) Exposição a produtos diferetes A exposição a produtos diferetes ou de melhor qualidade pode despertar o recohecimeto da ecessidade dos cosumidores. Muitos etrevistados declararam que uma motivação pode surgir da votade de moderizar a casa, usufruir de um maior coforto ou o iteresse em possuir um produto diferete. A aquisição ou o uso de um produto pode iflueciar a ativação de outra ecessidade. Os ovos produtos de tecologia e iformática têm estimulado a compra de móveis que se adaptam a esses aparelhos. h) Predisposição à compra O gosto em visitar lojas especializadas do ramo de móveis, para ver as ovidades, os produtos da moda, e o iteresse em se setir atualizado, quato aos acotecimetos do mercado, demostra uma predisposição de efetuar uma compra. Esse comportameto favorece o recohecimeto da ecessidade e pode despertar um ecatameto com algum produto e favorecer o ecotro com uma promoção irresistível, a chamada compra por impulso. i) Beleza dos ambietes A ecessidade de autorrealização pode ser idetificada pela busca da beleza para os ambietes, que motiva os cosumidores ao recohecimeto de uma ecessidade de compra e/ou troca de móveis resideciais. 4. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES A pesquisa mostra que o cosumidor é sesibilizado tato pelas ecessidades primárias (fisiológicas e de seguraça) quato pelas ecessidades sociais, de estima e de autorrealização para a aquisição de móveis para uso resideciais, cabedo aos profissioais do setor de móveis resideciais defiirem estratégias que possam sesibilizar e estimular a efetivação da compra de tais produtos pelos cosumidores. Para tal, sugere-se o estudo de segmetos específicos de cosumidores de móveis para uso residecial, com êfase em variáveis sociodemográficas como faixa etária, classe social, estado civil, ciclo de vida da família, detre outros, visado a percepção de qual ecessidade apresetada a Pirâmide de Maslow desperta maior motivação aquele determiado grupo. Coforme os depoimetos dos etrevistados, o recohecimeto das ecessidades fisiológicas foi abordado para satisfazer as ecessidades de descaso, como a cama para dormir, a cadeira para setar ou descasar, a mesa para se alimetar, trabalhar ou estudar, armários e prateleiras para orgaizar os ambietes os lares. As ecessidades de seguraça e sociais podem ser atedidas por um ambiete acolhedor os lares, o que os tora um lugar harmôico para a covivêcia familiar ou com amigos e os móveis são os istrumetos que permitem ateder essas ecessidades.a ecessidade de estima foi idetificada por meio da demostração de status e poder, posicioado as pessoas em uma determiada classe social. Os móveis podem ser uma forma das pessoas expressarem suas histórias de vida, além de demostrarem seu estilo e sua idetidade.a ecessidade de autorrealização pode ser demostrada por meio da busca pela melhoria dos ambietes, seja por meio de uma melhor composição e beleza, costituido-se em razões que motivam as pessoas a adquirir móveis resideciais. Cabe ressaltar a existêcia de aspectos hedôicos relevates durate o processo de compra de móveis resideciais. Isso porque a busca de iformações em potos de vedas físicos costitui-se em uma atividade prazerosa para os cosumidores, podedo despertar, durate a busca ou passeio, o desejo da aquisição. Deve-se destacar aida que a aálise apresetada ão é um modelo úico que pretede explicar a realidade de maeira completa, o que permite ovas iterpretações e releituras sob outros prismas e modelos de aálise. Isso porque se observou, durate o desevolvimeto desse trabalho, a existêcia de iúmeras possibilidades distitas de agrupameto das iformações dispoíveis. Dessa forma, optou-se pelo sistema de agrupameto para proceder às aálises e discussão. Sugere-se que em futuros trabalhos sejam adotados outros critérios de agrupameto das iformações obtidas, de forma a permitir ovas iterpretações da realidade. Fialmete, outra sugestão para estudos futuros seria o desevolvimeto de pesquisas quatitativas, que poderiam ser de atureza geérica ou aida efocar segmetos específicos do mercado, permitido uma mesuração das preferêcias e comportametos dos cosumidores. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABIMOVEL Associação Brasileira das Idústrias do Mobiliário, Paorama do setor moveleiro o Brasil: iformações gerais. São Paulo. Dispoível em: <http://www. abimovel.org.br/arquivos/paorama_simplificado.doc>. Acesso em: 12 ago

8 Af-Revista :Layout 1 3/5/10 9:16 AM Page 48 ADLER, E. S.; CLARK, R.How it's doe: a ivitatio to social research. Belmot: Wadsworth Publishig Compay, CAPILLO, Joe. Despertar dos lojistas orte-americaos: elaboração de serviços. Hall ABIMAD. Palhoça, Sata Cataria,.3, p.72 e 73, set COOPER, Doald R.; SCHINDLER, Pamela S. Métodos de pesquisa em admiistração. 7. ed. Tradução: Luciaa de Oliveira Rocha. Porto Alegre: Bookma, ENGEL, James F.; BLACKWELL, Roger D.; MINIARD, Paul W. Comportameto do cosumidor. 9. ed. Rio de Jaeiro: Thomso, INAP. Curso de decoração e plaejameto de iteriores: estilos de móveis. Belo Horizote: INAP, KOTLER, Philip; KELLER, Kevi Lae. Admiistração de marketig.12. ed. São Paulo: Pearso Educatio do Brasil, _. Admiistração de marketig. 5. ed. São Paulo: Atlas, MALHOTRA, Naresh K. Itrodução à pesquisa de marketig: uma orietação aplicada. 3. ed. Porto Alegre: Bookma, MASLOW, Abraham Harold. Motivatio ad persoality. New York: Harper, MOWEN, Joh C.; MINOR, Michael. Comportameto do cosumidor. 1. ed. São Paulo: Pretice Hall, SCHIFFMAN, Leo G.; KANUK, Leslie L. Comportameto do cosumidor. 6. Ed. Rio de Jaeiro: LTC, SHETH, Jagdish N.; MITTAL, Bawari; NEWMAN, Bruce I. Comportameto do cliete: ido além do comportameto do cosumidor. São Paulo: Atlas,

CAPÍTULO 8 - Noções de técnicas de amostragem

CAPÍTULO 8 - Noções de técnicas de amostragem INF 6 Estatística I JIRibeiro Júior CAPÍTULO 8 - Noções de técicas de amostragem Itrodução A Estatística costitui-se uma excelete ferrameta quado existem problemas de variabilidade a produção É uma ciêcia

Leia mais

Aplicação de geomarketing em uma cidade de médio porte

Aplicação de geomarketing em uma cidade de médio porte Aplicação de geomarketig em uma cidade de médio porte Guilherme Marcodes da Silva Vilma Mayumi Tachibaa Itrodução Geomarketig, segudo Chasco-Yrigoye (003), é uma poderosa metodologia cietífica, desevolvida

Leia mais

1.4- Técnicas de Amostragem

1.4- Técnicas de Amostragem 1.4- Técicas de Amostragem É a parte da Teoria Estatística que defie os procedimetos para os plaejametos amostrais e as técicas de estimação utilizadas. As técicas de amostragem, tal como o plaejameto

Leia mais

Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y.

Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y. DEPARTAMENTO...: ENGENHARIA CURSO...: PRODUÇÃO DISCIPLINA...: ENGENHARIA ECONÔMICA / MATEMÁTICA FINANCEIRA PROFESSORES...: WILLIAM FRANCINI PERÍODO...: NOITE SEMESTRE/ANO: 2º/2008 Aula 7 CONTEÚDO RESUMIDO

Leia mais

Módulo 4 Matemática Financeira

Módulo 4 Matemática Financeira Módulo 4 Matemática Fiaceira I Coceitos Iiciais 1 Juros Juro é a remueração ou aluguel por um capital aplicado ou emprestado, o valor é obtido pela difereça etre dois pagametos, um em cada tempo, de modo

Leia mais

O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li

O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li Média Aritmética Simples e Poderada Média Geométrica Média Harmôica Mediaa e Moda Fracisco Cavalcate(f_c_a@uol.com.br)

Leia mais

Sistema Computacional para Medidas de Posição - FATEST

Sistema Computacional para Medidas de Posição - FATEST Sistema Computacioal para Medidas de Posição - FATEST Deise Deolido Silva, Mauricio Duarte, Reata Ueo Sales, Guilherme Maia da Silva Faculdade de Tecologia de Garça FATEC deisedeolido@hotmail.com, maur.duarte@gmail.com,

Leia mais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Sistemas Eólicos em Propriedades Rurais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Sistemas Eólicos em Propriedades Rurais Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Ecoômica da Implatação de Sistemas Eólicos em Propriedades Rurais Josiae Costa Durigo Uiversidade Regioal do Noroeste do Estado do Rio Grade do Sul - Departameto

Leia mais

A MÍDIA E SUA INFLUÊNCIA NAS BRINCADEIRAS DAS CRIANÇAS. Erika Milena de Souza

A MÍDIA E SUA INFLUÊNCIA NAS BRINCADEIRAS DAS CRIANÇAS. Erika Milena de Souza A MÍDIA E SUA INFLUÊNCIA NAS BRINCADEIRAS DAS CRIANÇAS. Erika Milea de Souza INTRODUÇÃO Um dos problemas causados pelo aumeto do processo de urbaização é a falta de seguraça, o qual limitou os espaços

Leia mais

UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE

UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE Debora Jaesch Programa de Pós-Graduação em Egeharia de Produção

Leia mais

Guia do Professor. Matemática e Saúde. Experimentos

Guia do Professor. Matemática e Saúde. Experimentos Guia do Professor Matemática e Saúde Experimetos Coordeação Geral Elizabete dos Satos Autores Bárbara N. Palharii Alvim Sousa Karia Pessoa da Silva Lourdes Maria Werle de Almeida Luciaa Gastaldi S. Souza

Leia mais

INE 5111- ESTATÍSTICA APLICADA I - TURMA 05324 - GABARITO LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE AMOSTRAGEM E PLANEJAMENTO DA PESQUISA

INE 5111- ESTATÍSTICA APLICADA I - TURMA 05324 - GABARITO LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE AMOSTRAGEM E PLANEJAMENTO DA PESQUISA INE 5111- ESTATÍSTICA APLICADA I - TURMA 534 - GABARITO LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE AMOSTRAGEM E PLANEJAMENTO DA PESQUISA 1. Aalise as situações descritas abaixo e decida se a pesquisa deve ser feita por

Leia mais

M = 4320 CERTO. O montante será

M = 4320 CERTO. O montante será PROVA BANCO DO BRASIL / 008 CESPE Para a veda de otebooks, uma loja de iformática oferece vários plaos de fiaciameto e, em todos eles, a taxa básica de juros é de % compostos ao mês. Nessa situação, julgue

Leia mais

CURTOSE. Teremos, portanto, no tocante às situações de Curtose de um conjunto, as seguintes possibilidades:

CURTOSE. Teremos, portanto, no tocante às situações de Curtose de um conjunto, as seguintes possibilidades: CURTOSE O que sigifica aalisar um cojuto quato à Curtose? Sigifica apeas verificar o grau de achatameto da curva. Ou seja, saber se a Curva de Freqüêcia que represeta o cojuto é mais afilada ou mais achatada

Leia mais

O erro da pesquisa é de 3% - o que significa isto? A Matemática das pesquisas eleitorais

O erro da pesquisa é de 3% - o que significa isto? A Matemática das pesquisas eleitorais José Paulo Careiro & Moacyr Alvim O erro da pesquisa é de 3% - o que sigifica isto? A Matemática das pesquisas eleitorais José Paulo Careiro & Moacyr Alvim Itrodução Sempre que se aproxima uma eleição,

Leia mais

Tabela Price - verdades que incomodam Por Edson Rovina

Tabela Price - verdades que incomodam Por Edson Rovina Tabela Price - verdades que icomodam Por Edso Rovia matemático Mestrado em programação matemática pela UFPR (métodos uméricos de egeharia) Este texto aborda os seguites aspectos: A capitalização dos juros

Leia mais

Os juros compostos são conhecidos, popularmente, como juros sobre juros.

Os juros compostos são conhecidos, popularmente, como juros sobre juros. Módulo 4 JUROS COMPOSTOS Os juros compostos são cohecidos, popularmete, como juros sobre juros. 1. Itrodução Etedemos por juros compostos quado o fial de cada período de capitalização, os redimetos são

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E AMBIENTE Instituto do Ambiente PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS DE MEDIÇÃO DE RUÍDO AMBIENTE

MINISTÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E AMBIENTE Instituto do Ambiente PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS DE MEDIÇÃO DE RUÍDO AMBIENTE MINISÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENO DO ERRIÓRIO E AMBIENE Istituto do Ambiete PROCEDIMENOS ESPECÍFICOS DE MEDIÇÃO DE RUÍDO AMBIENE Abril 2003 . Equadrameto O presete documeto descreve a metodologia a seguir

Leia mais

AMOSTRAGEM. metodologia de estudar as populações por meio de amostras. Amostragem ou Censo?

AMOSTRAGEM. metodologia de estudar as populações por meio de amostras. Amostragem ou Censo? AMOSTRAGEM metodologia de estudar as populações por meio de amostras Amostragem ou Ceso? Por que fazer amostragem? população ifiita dimiuir custo aumetar velocidade a caracterização aumetar a represetatividade

Leia mais

SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO

SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO CAPÍTULO 08 SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO Simplificação Admiistrativa Plaejameto da Simplificação Pré-requisitos da Simplificação Admiistrativa Elaboração do Plao de Trabalho Mapeameto do Processo Mapeameto

Leia mais

LAYOUT CONSIDERAÇÕES GERAIS DEFINIÇÃO. Fabrício Quadros Borges*

LAYOUT CONSIDERAÇÕES GERAIS DEFINIÇÃO. Fabrício Quadros Borges* LAYOUT Fabrício Quadros Borges* RESUMO: O texto a seguir fala sobre os layouts que uma empresa pode usar para sua arrumação e por coseguite ajudar em solucioar problemas de produção, posicioameto de máquias,

Leia mais

O uso de questionários em trabalhos científicos

O uso de questionários em trabalhos científicos 1. Itrodução O uso de questioários em trabalhos cietíficos Um questioário é tão somete um cojuto de questões, feito para gerar os dados ecessários para se verificar se os objetivos de um projeto foram

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL 2 OBJETIVO Trasmitir ao participate as formas de evolução do diheiro com o tempo as aplicações e empréstimos e istrumetos para aálise de alterativas de ivestimetos,

Leia mais

APOSTILA MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS

APOSTILA MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS Miistério do Plaejameto, Orçameto e GestãoSecretaria de Plaejameto e Ivestimetos Estratégicos AJUSTE COMPLEMENTAR ENTRE O BRASIL E CEPAL/ILPES POLÍTICAS PARA GESTÃO DE INVESTIMENTOS PÚBLICOS CURSO DE AVALIAÇÃO

Leia mais

SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO FRANCÊS DESENVOLVIDO ATRAVÉS DA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA¹

SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO FRANCÊS DESENVOLVIDO ATRAVÉS DA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA¹ SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO FRANCÊS DESENVOLVIDO ATRAVÉS DA RESUMO LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA¹ Deis C. L. Costa² Edso C. Cruz Guilherme D. Silva Diogo Souza Robhyso Deys O presete artigo forece o ecadeameto

Leia mais

PROCESSO DECISÓRIO PARA AÇÕES DE PATROCÍNIO ESPORTIVO: ANÁLISE DESCRITIVA EM EMPRESAS PATROCINADORAS NO BRASIL

PROCESSO DECISÓRIO PARA AÇÕES DE PATROCÍNIO ESPORTIVO: ANÁLISE DESCRITIVA EM EMPRESAS PATROCINADORAS NO BRASIL Af-Revista :Layout 3/7/ :59 AM Page 39 PROCESSO DECISÓRIO PARA AÇÕES DE PATROCÍNIO ESPORTIVO: ANÁLISE DESCRITIVA EM EMPRESAS PATROCINADORAS NO BRASIL PROCESSO DECISÓRIO PARA AÇÕES DE PATROCÍNIO ESPORTIVO:

Leia mais

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E A SEGURANÇA DO ALIMENTO: UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA NA CADEIA EXPORTADORA DE CARNE SUÍNA

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E A SEGURANÇA DO ALIMENTO: UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA NA CADEIA EXPORTADORA DE CARNE SUÍNA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E A SEGURANÇA DO ALIMENTO: UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA NA CADEIA EXPORTADORA DE CARNE SUÍNA Edso Talamii CEPAN, Uiversidade Federal do Rio Grade do Sul, Av. João Pessoa, 3,

Leia mais

Séries de Potências AULA LIVRO

Séries de Potências AULA LIVRO LIVRO Séries de Potêcias META Apresetar os coceitos e as pricipais propriedades de Séries de Potêcias. Além disso, itroduziremos as primeiras maeiras de escrever uma fução dada como uma série de potêcias.

Leia mais

Modelando o Tempo de Execução de Tarefas em Projetos: uma Aplicação das Curvas de Aprendizagem

Modelando o Tempo de Execução de Tarefas em Projetos: uma Aplicação das Curvas de Aprendizagem 1 Modelado o Tempo de Execução de Tarefas em Projetos: uma Aplicação das Curvas de Apredizagem RESUMO Este documeto aborda a modelagem do tempo de execução de tarefas em projetos, ode a tomada de decisão

Leia mais

VII Equações Diferenciais Ordinárias de Primeira Ordem

VII Equações Diferenciais Ordinárias de Primeira Ordem VII Equações Difereciais Ordiárias de Primeira Ordem Itrodução As equações difereciais ordiárias são istrumetos esseciais para a modelação de muitos feómeos proveietes de várias áreas como a física, química,

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA INTRODUÇÃO MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 1 1 Itrodução à Egeharia Ecoômica A egeharia, iserida detro do cotexto de escassez de recursos, pode aplicar

Leia mais

Marketing Ortodoxo, Societal e Social: As Diferentes Relações de Troca com a Sociedade

Marketing Ortodoxo, Societal e Social: As Diferentes Relações de Troca com a Sociedade Marketig Ortodoxo, Societal e Social: As Diferetes Relações de Troca com a Sociedade Edso Coutiho da Silva Cosultor em Gestão de Projetos PMI (Project Maagemet Istitute) Silvio Augusto Miciotti Professor

Leia mais

O QUE NOS UNE NO TRANSPORTE É A SEGURANÇA

O QUE NOS UNE NO TRANSPORTE É A SEGURANÇA O QUE NOS UNE NO TRANSPORTE É A SEGURANÇA A SEGURANÇA FAZ PARTE DA ESSÊNCIA DA VOLVO Ao lado da qualidade e do respeito ao meio ambiete, a seguraça é um dos valores corporativos que orteiam todas as ações

Leia mais

1. GENERALIDADES 2. CHEIA DE PROJETO

1. GENERALIDADES 2. CHEIA DE PROJETO Capítulo Previsão de Echetes. GENERALIDADES Até agora vimos quais as etapas do ciclo hidrológico e como quatificá-las. O problema que surge agora é como usar estes cohecimetos para prever, a partir de

Leia mais

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Critérios de Valorização e Selecção de Investimentos. Métodos Estáticos

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Critérios de Valorização e Selecção de Investimentos. Métodos Estáticos Aálise de Projectos ESAPL / IPVC Critérios de Valorização e Selecção de Ivestimetos. Métodos Estáticos Como escolher ivestimetos? Desde sempre que o homem teve ecessidade de ecotrar métodos racioais para

Leia mais

Revista Brasileira de Gestão de Negócios ISSN: 1806-4892 gestnegocios@fecap.br. Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado.

Revista Brasileira de Gestão de Negócios ISSN: 1806-4892 gestnegocios@fecap.br. Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado. Revista Brasileira de Gestão de Negócios ISSN: 1806-4892 gestegocios@fecap.br Fudação Escola de Comércio Álvares Peteado Brasil Coutiho da Silva, Edso; Miciotti, Silvio Augusto Marketig Ortodoxo, Societal

Leia mais

Faculdade de Engenharia Investigação Operacional. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu

Faculdade de Engenharia Investigação Operacional. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu Programação Diâmica Aula 3: Programação Diâmica Programação Diâmica Determiística; e Programação Diâmica Probabilística. Programação Diâmica O que é a Programação Diâmica? A Programação Diâmica é uma técica

Leia mais

INTRODUÇÃO. Exemplos. Comparar três lojas quanto ao volume médio de vendas. ...

INTRODUÇÃO. Exemplos. Comparar três lojas quanto ao volume médio de vendas. ... INTRODUÇÃO Exemplos Para curar uma certa doeça existem quatro tratametos possíveis: A, B, C e D. Pretede-se saber se existem difereças sigificativas os tratametos o que diz respeito ao tempo ecessário

Leia mais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Biodigestores em Propriedades Rurais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Biodigestores em Propriedades Rurais Aais do CNMAC v.2 ISSN 1984-820X Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Ecoômica da Implatação de Biodigestores em Propriedades Rurais Eliaa Walker Depto de Física, Estatística e Matemática, DEFEM,

Leia mais

CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA

CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA 5. INTRODUÇÃO É freqüete ecotrarmos problemas estatísticos do seguite tipo : temos um grade úmero de objetos (população) tais que se fossem tomadas as medidas

Leia mais

DEMANDA POR VEÍCULOS SEMI NOVOS: UMA ANÁLISE QUANTITATIVA

DEMANDA POR VEÍCULOS SEMI NOVOS: UMA ANÁLISE QUANTITATIVA RECIFE 011 THOMAS DA SILVA CAMELO BASTOS CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS THOMAS DA SILVA CAMELO BASTOS DEMANDA POR VEÍCULOS SEMI NOVOS: UMA ANÁLISE QUANTITATIVA DEMANDA POR VEÍCULOS SEMI NOVOS:

Leia mais

Lista 9 - Introdução à Probabilidade e Estatística

Lista 9 - Introdução à Probabilidade e Estatística UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC Lista 9 - Itrodução à Probabilidade e Estatística Desigualdades e Teoremas Limites 1 Um ariro apota a um alvo de 20 cm de raio. Seus disparos atigem o alvo, em média, a 5 cm

Leia mais

Otimização e complexidade de algoritmos: problematizando o cálculo do mínimo múltiplo comum

Otimização e complexidade de algoritmos: problematizando o cálculo do mínimo múltiplo comum Otimização e complexidade de algoritmos: problematizado o cálculo do míimo múltiplo comum Custódio Gastão da Silva Júior 1 1 Faculdade de Iformática PUCRS 90619-900 Porto Alegre RS Brasil gastaojuior@gmail.com

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE TRANSPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ECV

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE TRANSPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ECV PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE TRANSPORTES E GESTÃO TERRITORIAL PPGTG DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ECV DISCIPLINA: TGT410026 FUNDAMENTOS DE ESTATÍSTICA 8ª AULA: ESTIMAÇÃO POR INTERVALO

Leia mais

COMPORTAMENTO DO JOVEM CONSUMIDOR MEDIANTE AS DIVERSAS ALTERNATIVAS DE MÍDIA

COMPORTAMENTO DO JOVEM CONSUMIDOR MEDIANTE AS DIVERSAS ALTERNATIVAS DE MÍDIA Af-Revista 03 Completa 4 cores:layout 1 10/9/09 4:08 PM Page 8 SILVIO TADEU BERTONCELLO / EDSON CRESCITELLI COMPORTAMENTO DO JOVEM CONSUMIDOR MEDIANTE AS DIVERSAS ALTERNATIVAS DE MÍDIA BEHAVIOR OF THE

Leia mais

Análise de Pobreza com Indicadores Multidimensionais: Uma Aplicação para Brasil e Minas Gerais *

Análise de Pobreza com Indicadores Multidimensionais: Uma Aplicação para Brasil e Minas Gerais * Aálise de Pobreza com Idicadores Multidimesioais: Uma Aplicação para Brasil e Mias Gerais * Helger Marra Lopes Paulo Brígido Rocha Macedo Aa Flávia Machado ' Palavras-chave: idicador de pobreza; pobreza

Leia mais

Plano de Aula. Teste de Turing. Definição. Máquinas Inteligentes. Definição. Inteligência Computacional: Definições e Aplicações

Plano de Aula. Teste de Turing. Definição. Máquinas Inteligentes. Definição. Inteligência Computacional: Definições e Aplicações Potifícia Uiversidade Católica do Paraá Curso de Especialização em Iteligêcia Computacioal 2004/2005 Plao de Aula Iteligêcia Computacioal: Defiições e Aplicações Luiz Eduardo S. Oliveira, Ph.D. soares@ppgia.pucpr.br

Leia mais

LOCALIZAÇÃO ÓTIMA DE TRANSFORMADORES E OTIMIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM PROPRIEDADES RURAIS

LOCALIZAÇÃO ÓTIMA DE TRANSFORMADORES E OTIMIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM PROPRIEDADES RURAIS LOCALIZAÇÃO ÓTIMA E TRANSFORMAORES E OTIMIZAÇÃO E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM PROPRIEAES RURAIS *ROGÉRIO SILVA A CUNHA (BSC) - JOSÉ ROBERTO CAMACHO (PH) SEBASTIÃO CAMARGO GUIMARÃES JR. (R.) *UNIVERSIAE FEERAL

Leia mais

UM ESTUDO DO MODELO ARBITRAGE PRICING THEORY (APT) APLICADO NA DETERMINAÇÃO DA TAXA DE DESCONTOS

UM ESTUDO DO MODELO ARBITRAGE PRICING THEORY (APT) APLICADO NA DETERMINAÇÃO DA TAXA DE DESCONTOS UM ESTUDO DO MODELO ARBITRAGE PRICING THEORY (APT) APLICADO NA DETERMINAÇÃO DA TAXA DE DESCONTOS Viícius Atoio Motgomery de Mirada e-mail: vmotgomery@hotmail.com Edso Oliveira Pamploa e-mail: pamploa@iem.efei.rmg.br

Leia mais

Rejane Corrrea da Rocha. Matemática Financeira

Rejane Corrrea da Rocha. Matemática Financeira Rejae Corrrea da Rocha Matemática Fiaceira Uiversidade Federal de São João del-rei 0 Capítulo 5 Matemática Fiaceira Neste capítulo, os coceitos básicos de Matemática Fiaceira e algumas aplicações, dos

Leia mais

BASES DE DADOS I LTSI/2. Universidade da Beira Interior, Departamento de Informática Hugo Pedro Proença, 2010/2011

BASES DE DADOS I LTSI/2. Universidade da Beira Interior, Departamento de Informática Hugo Pedro Proença, 2010/2011 BASES DE DADOS I LTSI/2 Uiversidade da Beira Iterior, Departameto de Iformática Hugo Pedro Proeça, 200/20 Modelo Coceptual Modelo Coceptual de uma Base de Dados Esquematização dos dados ecessários para

Leia mais

Capítulo 2 Análise Descritiva e Exploratória de Dados

Capítulo 2 Análise Descritiva e Exploratória de Dados UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS C E N T R O D E C I Ê N C I A S E X A T A S E D E T E C N O L O G I A D E P A R T A M E N T O D E E S T A T Í S T I C A INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO E ANÁLISE ESTATÍSTICA

Leia mais

Portanto, os juros podem induzir o adiamento do consumo, permitindo a formação de uma poupança.

Portanto, os juros podem induzir o adiamento do consumo, permitindo a formação de uma poupança. Matemática Fiaceira Deixar de cosumir hoje, visado comprar o futuro pode ser uma boa decisão, pois podemos, durate um período de tempo, ecoomizar uma certa quatia de diheiro para gahar os juros. Esses

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O ENSINO MÉDIO: ÂNGULO DE VISÃO DAS CORES DO ARCO-ÍRIS

CONTRIBUIÇÕES DA MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O ENSINO MÉDIO: ÂNGULO DE VISÃO DAS CORES DO ARCO-ÍRIS CONTRIBUIÇÕES DA MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O ENSINO MÉDIO: ÂNGULO DE VISÃO DAS CORES DO ARCO-ÍRIS Profª. Drª. Vailde Bisogi UNIFRA vailde@uifra.br Prof. Rodrigo Fioravati Pereira UNIFRA prof.rodrigopereira@gmail.com

Leia mais

5 Proposta de Melhoria para o Sistema de Medição de Desempenho Atual

5 Proposta de Melhoria para o Sistema de Medição de Desempenho Atual 49 5 Proposta de Melhoria para o Sistema de Medição de Desempeho Atual O presete capítulo tem por objetivo elaborar uma proposta de melhoria para o atual sistema de medição de desempeho utilizado pela

Leia mais

DORMINHOCO OU GUERREIRO? PERFIS E ATITUDES DOS GESTORES MEDIANTE O USO DE SISTEMA DE INTELIGÊNCIA DE MARKETING

DORMINHOCO OU GUERREIRO? PERFIS E ATITUDES DOS GESTORES MEDIANTE O USO DE SISTEMA DE INTELIGÊNCIA DE MARKETING DORMINHOCO OU GUERREIRO? PERFIS E ATITUDES DOS GESTORES MEDIANTE O USO DE SISTEMA DE INTELIGÊNCIA DE MARKETING DROWSY OR FIGHTER? MANAGERS PROFILES AND ATTITUDES TOWARDS THE USE OF MARKETING INTELLIGENCE

Leia mais

a taxa de juros i está expressa na forma unitária; o período de tempo n e a taxa de juros i devem estar na mesma unidade de tempo.

a taxa de juros i está expressa na forma unitária; o período de tempo n e a taxa de juros i devem estar na mesma unidade de tempo. UFSC CFM DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MTM 5151 MATEMÁTICA FINACEIRA I PROF. FERNANDO GUERRA. UNIDADE 3 JUROS COMPOSTOS Capitalização composta. É aquela em que a taxa de juros icide sempre sobre o capital

Leia mais

ESTUDO PROSPECTIVO DA INFLUÊNCIA DE VARIÁVEIS DE CONFORTO AMBIENTAL NO VALOR DE MERCADO DE UNIDADES RESIDENCIAIS EM EDIFÍCIOS MULTIFAMILIARES

ESTUDO PROSPECTIVO DA INFLUÊNCIA DE VARIÁVEIS DE CONFORTO AMBIENTAL NO VALOR DE MERCADO DE UNIDADES RESIDENCIAIS EM EDIFÍCIOS MULTIFAMILIARES ESTUDO PROSPECTIVO DA INFLUÊNCIA DE VARIÁVEIS DE CONFORTO AMBIENTAL NO VALOR DE MERCADO DE UNIDADES RESIDENCIAIS EM EDIFÍCIOS MULTIFAMILIARES L. C. Durate, A. S de Oliveira, F. M. de M. Satos, L. N. Batista,

Leia mais

CAP. I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO

CAP. I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO CAP I ERROS EM CÁLCULO NUMÉRICO 0 Itrodução Por método umérico etede-se um método para calcular a solução de um problema realizado apeas uma sequêcia fiita de operações aritméticas A obteção de uma solução

Leia mais

INTEGRAÇÃO DAS CADEIAS DE SUPRIMENTOS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL COM BASE NA SELEÇÃO DE FORNECEDORES

INTEGRAÇÃO DAS CADEIAS DE SUPRIMENTOS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL COM BASE NA SELEÇÃO DE FORNECEDORES INTEGRAÇÃO DAS CADEIAS DE SUPRIMENTOS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL COM BASE NA SELEÇÃO DE FORNECEDORES Margaret Souza Schmidt Jobim (); Helvio Jobim Filho (); Valdeci Maciel (3) () Uiversidade Federal

Leia mais

A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br

A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br A seguir, uma demostração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagia10.com.br Matemática comercial & fiaceira - 2 4 Juros Compostos Iiciamos o capítulo discorredo sobre como

Leia mais

Uma Metodologia de Busca Otimizada de Transformadores de Distribuição Eficiente para qualquer Demanda

Uma Metodologia de Busca Otimizada de Transformadores de Distribuição Eficiente para qualquer Demanda 1 Uma Metodologia de Busca Otimizada de Trasformadores de Distribuição Eficiete para qualquer Demada A.F.Picaço (1), M.L.B.Martiez (), P.C.Rosa (), E.G. Costa (1), E.W.T.Neto () (1) Uiversidade Federal

Leia mais

Anexo VI Técnicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Manutenção na Gestão de Activos Físicos

Anexo VI Técnicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Manutenção na Gestão de Activos Físicos Aexo VI Técicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Mauteção a Gestão de Activos Físicos LIDEL, 1 Rui Assis rassis@rassis.com http://www.rassis.com ANEXO VI Técicas Básicas de Simulação Simular

Leia mais

Carteiras de Mínimo VAR ( Value at Risk ) no Brasil

Carteiras de Mínimo VAR ( Value at Risk ) no Brasil Carteiras de Míimo VAR ( Value at Risk ) o Brasil Março de 2006 Itrodução Este texto tem dois objetivos pricipais. Por um lado, ele visa apresetar os fudametos do cálculo do Value at Risk, a versão paramétrica

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE O USO DE TÉCNICAS PROJETIVAS NA CONDUÇÃO DE PESQUISAS QUALITATIVAS EM MARKETING

REFLEXÕES SOBRE O USO DE TÉCNICAS PROJETIVAS NA CONDUÇÃO DE PESQUISAS QUALITATIVAS EM MARKETING Af-Revista 03 Completa 4 cores:layout 1 10/9/09 4:09 PM Page 37 REFLEXÕES SOBRE O USO DE TÉCNICAS PROJETIVAS NA CONDUÇÃO DE PESQUISAS QUALITATIVAS EM MARKETING REFLEXÕES SOBRE O USO DE TÉCNICAS PROJETIVAS

Leia mais

Problema de Fluxo de Custo Mínimo

Problema de Fluxo de Custo Mínimo Problema de Fluo de Custo Míimo The Miimum Cost Flow Problem Ferado Nogueira Fluo de Custo Míimo O Problema de Fluo de Custo Míimo (The Miimum Cost Flow Problem) Este problema possui papel pricipal etre

Leia mais

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova Fudametos de Bacos de Dados 3 a Prova Prof. Carlos A. Heuser Dezembro de 2007 Duração: 2 horas Prova com cosulta Questão 1 (Costrução de modelo ER - Peso 3) Deseja-se costruir um sistema WEB que armazee

Leia mais

REGRESSÃO MÚLTIPLA: FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO NAS PESQUISAS MARKETING INSTITUCIONAL

REGRESSÃO MÚLTIPLA: FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO NAS PESQUISAS MARKETING INSTITUCIONAL REGRESSÃO MÚLTIPLA: FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO NAS PESQUISAS MARKETING INSTITUCIONAL CHARLES THIBES SARMENTO RESUMO Tecioa-se aalisar a regressão múltipla como auxílio às políticas istitucioais as pesquisas

Leia mais

(1) Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (2) E. J. Robba Consultoria & Cia. Ltda.

(1) Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (2) E. J. Robba Consultoria & Cia. Ltda. Otimização da Qualidade de Forecimeto pela Localização de Dispositivos de Proteção e Seccioameto em Redes de Distribuição Nelso Kaga () Herá Prieto Schmidt () Carlos C. Barioi de Oliveira () Eresto J.

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA MATEMÁTICA FINANCEIRA Prof. Gilmar Boratto Material de apoio para o curso de Admiistração. ÍNDICE CONCEITOS BÁSICOS...- 2-1- CONCEITO DE FLUXO DE CAIXA...- 2-2-A MATEMÁTICA FINANCEIRA E SEUS OBJETIVOS...-

Leia mais

Capitulo 6 Resolução de Exercícios

Capitulo 6 Resolução de Exercícios FORMULÁRIO Cojutos Equivaletes o Regime de Juros Simples./Vecimeto Comum. Descoto Racioal ou Por Detro C1 C2 Cm C1 C2 C...... 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 2 m 1 2 m C Ck 1 i 1 i k1 Descoto Por Fora ou Comercial

Leia mais

Capitulo 10 Resolução de Exercícios

Capitulo 10 Resolução de Exercícios FORMULÁRIO Ivestimetos com Cláusulas de Correção Moetária, com pricipal e juros simples corrigidos S C i I Ivestimetos com Cláusulas de Correção Moetária, com apeas o pricipal corrigido e juros simples.

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO DA PESQUISA DE MARKETING PARA A DEFINIÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE APREÇAMENTO DE BENS E SERVIÇOS

CONTRIBUIÇÃO DA PESQUISA DE MARKETING PARA A DEFINIÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE APREÇAMENTO DE BENS E SERVIÇOS Af-Revista 03 Completa 4 cores:layout 1 10/9/09 4:09 PM Page 28 CONTRIBUIÇÃO DA PESQUISA DE MARKETING PARA A DEFINIÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE APREÇAMENTO DE BENS E SERVIÇOS CONTRIBUTION OF MARKETING RESEARCH

Leia mais

ActivALEA. ative e atualize a sua literacia

ActivALEA. ative e atualize a sua literacia ActivALEA ative e atualize a sua literacia N.º 29 O QUE É UMA SONDAGEM? COMO É TRANSMIITIIDO O RESULTADO DE UMA SONDAGEM? O QUE É UM IINTERVALO DE CONFIIANÇA? Por: Maria Eugéia Graça Martis Departameto

Leia mais

PROFESSOR: SEBASTIÃO GERALDO BARBOSA

PROFESSOR: SEBASTIÃO GERALDO BARBOSA UNESPAR/Paraavaí - Professor Sebastião Geraldo Barbosa - 0 - PROFESSOR: SEBASTIÃO GERALDO BARBOSA Setembro/203 UNESPAR/Paraavaí - Professor Sebastião Geraldo Barbosa - - TÓPICOS DE MATEMÁTICA FINANCIEIRA

Leia mais

Planejamento da Irrigação com Uso de Técnicas de Otimização

Planejamento da Irrigação com Uso de Técnicas de Otimização 4 Revista Brasileira de Agricultura Irrigada v.,., p.4 49, 007 Fortaleza, CE, INOVAGRI http://.iovagri.org.br Protocolo 00.07 9//007 Aprovado em 09//007 Plaejameto da Irrigação com Uso de Técicas de Otimização

Leia mais

UM LUXO PARA CADA BRASIL

UM LUXO PARA CADA BRASIL Af-Revista 0 Ok Completa 4 Cores:Layout 0//0 : PM Page 8 A DIFFERENT LUXURY TO EACH BRAZIL RICARDO MOURA RESUMO Este artigo busca evideciar os iúmeros sigificados que a oção de Luxo apreseta o Brasil.

Leia mais

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova Fudametos de Bacos de Dados 3 a Prova Prof. Carlos A. Heuser Dezembro de 2008 Duração: 2 horas Prova com cosulta Questão (Costrução de modelo ER) Deseja-se projetar uma base de dados que dará suporte a

Leia mais

PESQUISA ETNOGRÁFICA: UM ESTUDO DO USO DESSE INSTRUMENTO PELOS PROFISSIONAIS DE PESQUISA DE MARKETING

PESQUISA ETNOGRÁFICA: UM ESTUDO DO USO DESSE INSTRUMENTO PELOS PROFISSIONAIS DE PESQUISA DE MARKETING Af-Revista 02 Ok Completa 4 Cores:Layout 1 10/7/09 5:19 PM Page 26 PESQUISA ETNOGRÁFICA: UM ESTUDO DO USO DESSE INSTRUMENTO PELOS PROFISSIONAIS DE PESQUISA DE MARKETING ETHNOGRAPHIC RESEARCH: AN ANALYSIS

Leia mais

ADOLESCÊNCIA E AS DROGAS. Dra. Neuza Jordão MÉDICA COORDENADORIA MUNICIPAL DE PREVENÇÃO AS DROGAS COMUDA FUNDADORA DO INSTITUTO IDEAIS

ADOLESCÊNCIA E AS DROGAS. Dra. Neuza Jordão MÉDICA COORDENADORIA MUNICIPAL DE PREVENÇÃO AS DROGAS COMUDA FUNDADORA DO INSTITUTO IDEAIS ADOLESCÊNCIA E AS DROGAS Dra. Neuza Jordão MÉDICA COORDENADORIA MUNICIPAL DE PREVENÇÃO AS DROGAS COMUDA FUNDADORA DO INSTITUTO IDEAIS Coceitos Segudo a OMS, a adolescêcia é um período da vida, que começa

Leia mais

CUSTOS AMBIENTAIS E RESPONSABILIDADE SOCIAL NA BIOSSEGURANÇA

CUSTOS AMBIENTAIS E RESPONSABILIDADE SOCIAL NA BIOSSEGURANÇA CUSTOS AMBIENTAIS E RESPONSABILIDADE SOCIAL NA BIOSSEGURANÇA MARIANO YOSHITAKE Adelmo Ferado Ribeiro Schidler Júior Adriao Moitiho Pito Iracema Raimuda Brito das Neves Aselmo Teixeira Motes Resumo: O objetivo

Leia mais

Pesquisa Operacional

Pesquisa Operacional Faculdade de Egeharia - Campus de Guaratiguetá esquisa Operacioal Livro: Itrodução à esquisa Operacioal Capítulo 6 Teoria de Filas Ferado Maris fmaris@feg.uesp.br Departameto de rodução umário Itrodução

Leia mais

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini Matemática Fiaceira Eresto Coutiho Puccii Sumário Uidade 1 Coceitos fudametais, juros simples e compostos 1.4 Objetivos... 1.5 Coceitos fudametais... 1.6 Agete ecoômico, Capital... 1.8 Operação fiaceira...

Leia mais

MATEMÁTICA APLICADA À GESTÃO I

MATEMÁTICA APLICADA À GESTÃO I 00 MATEMÁTICA APLICADA À GESTÃO I TEXTO DE APOIO MARIA ALICE FILIPE ÍNDICE NOTAS PRÉVIAS ALGUNS CONCEITOS SOBRE SÉRIES6 NOTAS PRÉVIAS As otas seguites referem-se ao maual adoptado: Cálculo, Vol I James

Leia mais

ESTATÍSTICA DESCRITIVA

ESTATÍSTICA DESCRITIVA COORDENADORIA DE MATEMÁTICA ESTATÍSTICA DESCRITIVA Vitória - ES CAPÍTULO I 1-UM BREVE HISTÓRICO Pesquisas arqueológicas idicam que há 3000 aos A.C. já se faziam cesos a Babilôia, Chia e Egito. Até mesmo

Leia mais

Calendário de inspecções em Manutenção Preventiva Condicionada com base na Fiabilidade

Calendário de inspecções em Manutenção Preventiva Condicionada com base na Fiabilidade Caledário de ispecções em Mauteção Prevetiva Codicioada com base a Fiabilidade Rui Assis Faculdade de Egeharia da Uiversidade Católica Portuguesa Rio de Mouro, Portugal rassis@rassis.com http://www.rassis.com

Leia mais

Precificação orientada ao mercado: uma abordagem econométrica e de otimização

Precificação orientada ao mercado: uma abordagem econométrica e de otimização Precificação orietada ao mercado: uma abordagem ecoométrica e de otimização Rodrigo Araldo Scarpel (ITA) rodrigo@ita.br Resumo A estratégia de determiação do preço sedo customizada por marca, categoria,

Leia mais

ANÁLISE DO PERFIL DOS FUNDOS DE RENDA FIXA DO MERCADO BRASILEIRO

ANÁLISE DO PERFIL DOS FUNDOS DE RENDA FIXA DO MERCADO BRASILEIRO III SEMEAD ANÁLISE DO PERFIL DOS FUNDOS DE RENDA FIXA DO MERCADO BRASILEIRO José Roberto Securato (*) Alexadre Noboru Chára (**) Maria Carlota Moradi Seger (**) RESUMO O artigo trata da dificuldade de

Leia mais

Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK. José Ignácio Jaeger Neto jaeger@via-rs.net Fernanda Schmidt Bocoli fernanda-bocoli@procergs.rs.gov.

Gerência de Projetos de Software CMM & PMBOK. José Ignácio Jaeger Neto jaeger@via-rs.net Fernanda Schmidt Bocoli fernanda-bocoli@procergs.rs.gov. Gerêcia de Projetos de Software CMM & PMBOK José Igácio Jaeger Neto jaeger@via-rs.et Ferada Schmidt Bocoli ferada-bocoli@procergs.rs.gov.br CMM Capability Maturity Model http://www.sei.cmu.edu/ Prefácio

Leia mais

Matemática. Resolução das atividades complementares. M5 Análise combinatória

Matemática. Resolução das atividades complementares. M5 Análise combinatória Resolução das atividades complemetares Matemática M Aálise combiatória p. 6 Ao laçarmos um dado duas vezes, quatas e quais são as possibilidades de ocorrêcia dos úmeros? Ao laçarmos um dado duas vezes,

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia. de 21 de Abril de 2004. que cria o título executivo europeu para créditos não contestados

Jornal Oficial da União Europeia. de 21 de Abril de 2004. que cria o título executivo europeu para créditos não contestados 30.4.2004 L 143/15 REGULAMENTO (CE) N. o 805/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 21 de Abril de 2004 que cria o título executivo europeu para créditos ão cotestados O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO

Leia mais

Artículo técnico CVM-NET4+ Cumpre com a normativa de Eficiência Energética. Novo analisador de redes e consumo multicanal Situação actual

Artículo técnico CVM-NET4+ Cumpre com a normativa de Eficiência Energética. Novo analisador de redes e consumo multicanal Situação actual 1 Artículo técico Joatha Azañó Departameto de Gestão Eergética e Qualidade de Rede CVM-ET4+ Cumpre com a ormativa de Eficiêcia Eergética ovo aalisador de redes e cosumo multicaal Situação actual As ormativas

Leia mais

Cálculo Financeiro Comercial e suas aplicações.

Cálculo Financeiro Comercial e suas aplicações. Matemática Fiaceira Uidade de Sorriso - SENAC M, Prof Rikey Felix Cálculo Fiaceiro Comercial e suas aplicações. Método Algébrico Parte 0 Professor Rikey Felix Edição 0/03 Matemática Fiaceira Uidade de

Leia mais

Do ponto de vista técnico, o balanço é positivo

Do ponto de vista técnico, o balanço é positivo por ZÉLIA PINHEIRO Do poto de vista técico, o balaço é positivo A rede urbaa de frio e calor do Parque das Nações já tem oze aos e João Castaheira, director-geral da Climaespaço, faz o balaço. Garate que

Leia mais

Matemática. Resolução das atividades complementares. M10 Progressões. 1 (UFBA) A soma dos 3 o e 4 o termos da seqüência abaixo é:

Matemática. Resolução das atividades complementares. M10 Progressões. 1 (UFBA) A soma dos 3 o e 4 o termos da seqüência abaixo é: Resolução das atividades complemetares Matemática M0 Progressões p. 46 (UFBA) A soma dos o e 4 o termos da seqüêcia abaio é: a 8 * a 8 ( )? a, IN a) 6 c) 0 e) 6 b) 8 d) 8 a 8 * a 8 ( )? a, IN a 8 ()? a

Leia mais

UNIVERSIDADE DA MADEIRA

UNIVERSIDADE DA MADEIRA Biofísica UNIVERSIDADE DA MADEIRA P9:Lei de Sell. Objetivos Verificar o deslocameto lateral de um feixe de luz LASER uma lâmia de faces paralelas. Verificação do âgulo critico e reflexão total. Determiação

Leia mais

O SETOR DE PESQUISAS DE MARKETING,OPINIÃO E MÍDIA NO BRASIL

O SETOR DE PESQUISAS DE MARKETING,OPINIÃO E MÍDIA NO BRASIL O SETOR DE PESQUISAS DE MARKETING,OPINIÃO E MÍDIA NO BRASIL THE SECTOR OF MARKETING RESEARCH,OPINION AND MEDIA IN BRAZIL RESUMO Com base em dados da ABEP, o artigo faz um relato da evolução do setor de

Leia mais

PUCRS FAMAT DEPTº DE ESTATÍSTICA Estimação e Teste de Hipótese- Prof. Sérgio Kato

PUCRS FAMAT DEPTº DE ESTATÍSTICA Estimação e Teste de Hipótese- Prof. Sérgio Kato 1 PUCRS FAMAT DEPTº DE ESTATÍSTICA Estimação e Teste de Hipótese- Prof. Sérgio Kato 1. Estimação: O objetivo da iferêcia estatística é obter coclusões a respeito de populações através de uma amostra extraída

Leia mais

Esta Norma estabelece o procedimento para calibração de medidas materializadas de volume, de construção metálica, pelo método gravimétrico.

Esta Norma estabelece o procedimento para calibração de medidas materializadas de volume, de construção metálica, pelo método gravimétrico. CALIBRAÇÃO DE MEDIDAS MATERIALIZADAS DE VOLUME PELO MÉTODO GRAVIMÉTRICO NORMA N o 045 APROVADA EM AGO/03 N o 01/06 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Resposabilidade 4 Documetos Complemetes 5 Siglas

Leia mais

DPS 1016 Engenharia Econômica

DPS 1016 Engenharia Econômica DPS Egeharia Ecoômica Material de Aula Departameto de Egeharia de Produção e Sistemas Cetro de Tecologia - Uiversidade Federal de Sata Maria - RS Egeharia Ecoômica Prof. Dr. Eg. Dipl. Wirt. Ig. Adreas

Leia mais