Cartilha MERCADO SECUNDÁRIO DE TÍTULOS PÚBLICOS FEDERAIS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Cartilha MERCADO SECUNDÁRIO DE TÍTULOS PÚBLICOS FEDERAIS"

Transcrição

1 Carilha MERCADO SECUNDÁRIO DE TÍTULOS PÚBLICOS FEDERAIS

2 Capíulo I Aspecos Insiucionais O Governo anunciou em novembro de 1999 um conjuno de 21 medidas desinadas a incremenar a liquidez do mercado secundário de íulos públicos. Uma delas delegou à ANDIMA a aribuição de colear e divulgar as axas das operações realizadas nesse segmeno, assim como as expecaivas dos agenes em relação à renabilidade desses aivos (marcação a mercado). Anes mesmo desa indicação, a ANDIMA já vinha concenrando esforços no senido de colear essas informações juno a uma amosra de insiuições financeiras. Conudo, a Associação não conseguiu produzir uma série consisene de axas com divulgação regular. O principal obsáculo era a irregularidade no envio de dados pelos paricipanes da amosra. Nesse senido, com o objeivo de faciliar o fluxo de informações enre as insiuições financeiras e a ANDIMA, foi desenvolvido o sisema de precificação de íulos públicos, que, com o apoio ecnológico da RTM - Rede de Telecomunicações do Mercado, permie o envio auomáico de dados relaivos aos íulos públicos para a Associação, possibiliando, ambém, um rápido feedback das axas raadas para os paricipanes. O sisema foi desenvolvido em Visual Basic, com inerface em planilhas Excel e insalação e 1

3 Aspecos Insiucionais uilização simplificadas. As informações ransmiidas são cripografadas, para garanir segurança e sigilo em relação aos dados individualizados. Após várias reuniões enre écnicos da ANDIMA e de diversas áreas do Banco Cenral, foi resolvido ampliar a amosra e alerar a meodologia de validação das axas. Ficou acerado, ainda, que o Demab - Deparameno de Mercado Abero do BC irá moniorar as informações enviadas, cabendo à Associação o cálculo e a divulgação das médias diárias, aravés de odos os meios disponíveis. Nese conexo, a Associação esá lançando uma nova publicação, denominada Mercado Secundário, que divulgará as axas médias apuradas diariamene para os íulos públicos federais prefixados e arelados à variação cambial. A expecaiva é de que ese boleim seja ampliado em breve, com a incorporação de quadros com informações relaivas a ouros íulos públicos e a íulos privados. No que diz respeio à amosra, foi decidido que, além dos dealers de mercado abero - nomeados pela Auoridade Moneária -, pariciparão as insiuições com auação mais expressiva no segmeno, selecionadas de comum acordo enre os écnicos da ANDIMA e do Demab. Assim, a Associação enviou correspondência a 46 insiuições - ver Anexo I - convidando-as a paricipar do projeo e esclarecendo dealhes do sisema desenvolvido na RTM. Enre ouros esclarecimenos, foi soliciado aos paricipanes que o envio das informações seja realizado diariamene aé as 18h, de forma que haja empo suficiene para o processameno das médias gerais, de acordo com meodologia esaísica que esará disponível aos ineressados. O sisema permie, ainda, a inserção de informações aravés de ouros meios. Por ese moivo, mesmo que a insiuição não disponha da RTM, as informações poderão ser enviadas por ou fax e inroduzidas no banco de dados por écnicos da associação. O novo criério meodológico de apuração das médias que esá sendo implemenado a parir de 31/1 - e cujo coneúdo dealhado é apresenado a 2

4 Aspecos Insiucionais seguir - em como objeivo básico garanir a consisência e a regularidade das informações divulgadas. A versão final dese documeno foi elaborada com o apoio do professor Gyorgy Varga e discuida com represenanes do mercado e do Banco Cenral. As sugesões visando ao seu aprimorameno serão sempre bem-vindas. A divulgação de axas para os íulos públicos federais é um anigo anseio do mercado, que esá se ornando possível, sobreudo, em função da disposição das insiuições financeiras em colaborar com a ANDIMA, repassando diariamene suas informações. Uma vez consolidada esa fase do projeo, o próximo passo será ampliar o especro dos aivos e operações a serem precificados, com a inclusão inicial de novos íulos públicos e alguns privados. Desde já, a ANDIMA agradece a paricipação de odas as insiuições e se coloca à disposição para odos os esclarecimenos que se fizerem necessários. Assim, quaisquer dúvidas ou sugesões poderão ser encaminhadas à Área Técnica da Associação, por fax (21) , ou pelo elefone (21)

5 Capíulo II Meodologia de Apuração das Taxas Médias 1. Inrodução O projeo de precificação de íulos públicos federais prevê inicialmene a divulgação de axas relaivas a odos os vencimenos de papéis cambiais e prefixados negociados no mercado secundário. Aualmene, ese universo é composo por rês íulos diferenes: Prefixados: LTN; Cambiais: NTN-D e NBC-E. As informações devem ser enviadas em forma de axa, sendo que o sisema foi configurado para que, no caso de íulos prefixados, a expressão seja na forma over mensal e, para íulos cambiais, na forma anual. Enreano, o sisema permie a insiuição escolher a forma de expressão da axa, basando para isso selecionar a opção na ela de envio da informação (ver adiane). 4

6 Meodologia As axas requisiadas para os íulos mencionados acima são de duas naurezas: a) Taxas Máxima e Mínima: máxima: maior axa de compra observada para o vencimeno; mínima: menor axa de venda observada para o vencimeno. b) Expecaiva: A expecaiva refere-se às axas avaliadas pela insiuição como referência de preço juso de negócio para cada vencimeno, de acordo com suas curvas individuais prefixadas e cambiais, independenemene de er havido negócio, ou mesmo que o íulo enha sido coado no mercado secundário no decorrer do dia. Devem ser calculadas após o fechameno do mercado, o que, em geral, ocorre às 16h30min, quando já erão sido encerrados os negócios na BM&F. Vale observar que a informação enviada como expecaiva deve ser expressa no mesmo formao das negociações no mercado secundário. Nesse senido, ressalamos que, para maner a padronização das informações referenes a íulos arelados ao dólar, as insiuições devem enviar axas calculadas segundo o criério de cupom sujo (diry coupom), ou seja, com base na PTAX de venda do dia anerior, em consonância com as negociações desses papéis no mercado secundário. O horário limie para o recebimeno das axas é 18h. Esse eo foi fixado após consula a várias insiuições e em dois objeivos: a) permiir que os paricipanes enham empo de calcular suas curvas de acordo com o fechameno dos mercados fuuros e de swap; b) assegurar um empo mínimo para que a ANDIMA calcule e envie as axas médias para os deenores do sisema, bem como aos demais meios de divulgação, em horário hábil para aender às diversas áreas de cada insiuição, que serão as prováveis usuárias dessa informação. 5

7 Meodologia 2. Meodologia de Apuração da Taxa Média A meodologia descria, a seguir, esá dividida em rês pares: A primeira em por objeivo eliminar observações que, possivelmene, esejam erradas e que conaminem o cálculo da média. É imporane noar que se raa de um cross secion de série financeira e que não faz senido mais de um preço no mesmo insane para o mesmo aivo, pois, se ese for o caso, pode-se arbirar enre os diferenes fornecedores de preço. Como se raa de mercados pouco líquidos, a preocupação será, principalmene, eliminar informações erradas fornecidas proposiadamene ou por descuido. A segunda raa do cálculo da axa média propriamene dia, com base nas observações resanes que não forem eliminadas pelos filros esaísicos; A erceira refere-se ao raameno visando à divulgação de axas para vencimenos em que houver fala de informações, ou ainda que a dispersão leve a uma fala de consenso em orno de uma média de acordo com a meodologia apresenada. Opou-se, neses casos, pela inerpolação, e a escolha foi a adoção do méodo cubic spline Eliminação de Observações Espúrias Diversos problemas podem gerar erros no dados fornecidos, como, por exemplo: digiação; formao da axa; horário incorreo na geração dos dados; enaiva de manipulação das axas ec. 1) Ese méodo permie ober axas a ermo, para períodos inermediários, mais suaves do que as que são obidas pelo procedimeno de capialização das próprias axas a ermo. Ver mais dealhes adiane. 6

8 Meodologia Dois ipos de dados podem ser uilizados para eliminar eses erros: os fornecidos direamene pelas insiuições financeiras e os obidos junos a fones exernas (BM&F, CETIP ec.). Os dados fornecidos pelas insiuições serão submeidos a dois filros, que devem ser suficienes para apuração da axa média. As esaísicas obidas em ouras fones do mercado financeiro irão compor um erceiro filro exerno, para idenificar informações que esiverem muio disorcidas em relação às axas de mercado de aivos equivalenes. Esse úlimo filro funcionará, inicialmene, como uma ferramena de gerenciameno das informações divulgadas pela ANDIMA Filros Inernos Por ser pequena a amosra, usamos a disribuição para avaliar a esimaiva da média. O desvio conemporâneo - ou seja, aquele relaivo ao dia aual - é afeado pelos possíveis dados errados recebidos no mesmo período. Assim, uma primeira eliminação de axas espúrias se dará com base na comparação enre o desvio de cada observação e o desvio médio observado pela amosra nos rês períodos aneriores Filro 1 O filro 1 eliminará as observações cujo desvio, em relação à mediana, for maior do que a média dos desvios dos rês dias aneriores. ( r ) dr µ a i = r = desvio da observação i, da axa r no dia. () r σ = desvio da axa r no dia (após a correção pelo filro 1). σ () r +σa () r + σa () a r σ am() r = = desvio amosral médio da axa r. 3 7

9 Meodologia Com um procedimeno semelhane ao adoado por Vasicek e Fong (1982), eliminam-se as observações i que iverem: dr > 2σa i m ( r ) Obs.: No caso de não haver informações que possibiliem o cálculo de () r σ a m, foi definido um coeficiene de variação padrão de 0,0853, que será muliplicado pela mediana das axas em, para ser uilizado como subsiuo de σ () r. a m Filro 2 Ese procedimeno irá eliminar odas as observações que esiverem fora de um inervalo com 95% de grau de confiança. Assim, serão descaradas as i observações dr que esiverem fora do inervalo de confiança abaixo: 0,975 σ 0, 975 n, n σ O inervalo acima será delimiado uilizando-se o desvio conemporâneo ou o amosral médio, o que dependerá da volailidade das axas observadas diariamene para cada vencimeno. Assim, se a volailidade da axa de juros do dia for maior que a média da volailidade dos rês dias aneriores, ou seja, se r r 1 > Média { r r } i= 1, 4 i i 1 8

10 Meodologia enão a volailidade das axas fornecidas poderá aumenar e, porano, uilizar-se-á o desvio da própria amosra σ () r no inervalo de confiança do filro 2. Inversamene, se a volailidade da axa de juros do dia diminuiu, ou seja : a r r 1 Média { ri ri 1} i= 1, 4 e σ a() r> σa () r m, uiliza-se o desvio amosral médio para gerar o inervalo de confiança do filro 2. Aumena-se o rigor do filro, usando-se um desvio menor. Por ouro lado, se σ a() r< σa () r própria amosra. m, uiliza-se desvio da Obs.: Na hipóese da inexisência de informações que permiam o cálculo da média dos desvios dos úlimos rês dias, uilizar-se-á auomaicamene o desvio conemporâneo σ a () r como parâmero do inervalo de confiança do filro Filros Exernos A idéia, nese caso, é usar informações exernas para adicionar um erceiro filro aos dois aneriores, ais como às relaivas aos conraos fuuros de DI, Swaps ou oura axa qualquer, compaível com o papel em esudo. A axa exerna pode ajudar no gerenciameno e conrole das informações obidas a parir da amosra. 9

11 Meodologia Assim, seriam eliminadas as observações que esiverem fora de um inervalo com 95% de confiança. O inervalo é criado pela axa observada exernamene r e e desvio dado por σ a m () r da mesma axa. Assim, σa e 0,975 m e 0, m [ r, r + ] n a σ Cálculo das Taxas Médias n Após a realização dos eses, a apuração das axas médias adoará os seguines criérios: para a expecaiva da axa, omamos a média ariméica simples das informações resanes, desde que sejam maior do que 3; para a axa máxima, aplicamos o filro 1 e calculamos as axas médias com as informações resanes; para a axa mínima, aplicamos o filro 1 e calculamos as axas médias com as informações resanes. 3. Inerpolação de Taxas Após a aplicação dos criérios acima descrios e endo em visa a possibilidade de que o número de informações recebidas não permia a divulgação de axas para alguns vencimenos, decidiu-se, neses casos, inerpolar a série, uilizando-se, para isso, o méodo Cubic Spline. Opou-se pela uilização do Spline, já que o méodo permie ober axas a ermo, para períodos inermediários, mais suaves do que as que são obidas pelo procedimeno de capialização das próprias axas a ermo. Aplicamos o Spline e inerpolamos enre odas as axas fornecidas, de maneira que a curva passa por odos as axas disponíveis. 10

12 Meodologia Quano às aplicações cambiais, empregamos o Spline sobre a curva denominada em cupom limpo. 2 A curva denominada em cupom sujo é exremamene insável, devido às diferenças da axa de câmbio no momeno da negociação do papel e da axa de câmbio embuida na escriura do papel. Mais dealhes sobre a aplicação desse méodo podem ser obidos em livros de análise numéricas, al como Cheney e Kincaid (1996), Capíulo 6. Uma aplicação ao mercado brasileiro de axa de juros, incluindo um algorimo para implemenação do C-Spline, pode ser obida em Varga (2000). 4. Referências Bibliográficas CHENEY, Ward, KINCAID, David. Numerical analysis. 2. ed. [s.l.]: ITP, SHEA, G. Ineres rae erm srucure esimaion wih exponencial splines: a noe. Journal of Finance, [s.l.], n. 40, p VARGA, Gyorgy. Inerpolação por Cubic Spline para a esruura a ermo brasileira. [on line]. [ciado em janeiro de 2000]. Disponível na inerne: <URL:hp:// VASICEK, O., FONG, G. Term srucure modelling using exponencial splines. Journal of Finance, [s.l.], n.37, p ) O cupon limpo é calculado com base na expecaiva de desvalorização cambial do dia, em oposição ao sujo, que é apurado a parir da PTAX de venda do dia anerior. 11

13 Capíulo III Formas de Capura e Disponibilização das Informações Ese capíulo apresena suscinamene as principais caracerísicas do sisema criado pela ANDIMA para capura de preços juno às insiuições que dispõem da RTM. Descreve, ainda, os procedimenos de insalação e as providências relacionadas à segurança do sisema. 1. Esruura do Sisema O desenvolvimeno do sisema foi feio em Visual Basic 5.0, com duas planilhas, em formao Excel, aberas simulaneamene. A primeira denominada Env_Merc.xls é responsável pelo envio de dados, enquano a Rec_Merc.xls responde pelo recebimeno dos mesmos. Ambas são iniciadas, auomaicamene, quando se abre a planilha Mercado.xls. Para enviar as informações, basa que o usuário da insiuição responsável pela operação digie as axas correspondenes aos papéis, selecione a base de expressão (anual ou mensal) e clique no boão Enviar Taxas do Dia. A ANDIMA possui um sisema de capura das informações, enviadas por cada insiuição, que ambém é responsável pelo cálculo das axas médias, 12

14 Sisema de Capura de Informações que são enviadas, auomaicamene, às insiuições no formao de planilha Excel, após passarem pelo criério esaísico elaborado pela ANDIMA, presene no Capíulo II dese rabalho. Para a insiuição capurar as axas médias calculadas pela Associação, deve-se clicar no ícone Buscar Taxas Médias. O uso das axas calculadas pelo sisema é faciliado pelo formao da planilha Excel. As insiuições que não iverem acesso à RTM podem ober as axas na publicação Mercado Secundário, que esará disponível, diariamene, no sie da ANDIMA na Inerne e em papel para odos os associados. 2. Insalação A insalação do sisema é feia a parir de rês arquivos, enviados para cada insiuição que desejar paricipar da amosra da Associação e que possua RTM. A insalação é simples e segue as seguines eapas: a) desanexar esses arquivos no direório [C:\Temp] (Obrigaoriamene) (Obs.: Caso no seu micro não exisa esse direório, favor criá-lo anes de iniciar a insalação); b) execuar o arquivo [ Ins_e_xxxxxx.ba ], que segue os seguines criérios: cria um direório no drive [C:] chamado [Andima_Merc_Sec]; copia os arquivos que foram desanexados em [C:\Temp] para o novo direório; cescompaca o arquivo de configuração [xxxxxxxx.exe]; celea o arquivo [xxxxxxxx.exe] para eviar fuuras confusões; exibe um exo explicaivo sobre como execuar as planilhas do mercado secundário. 13

15 Sisema de Capura de Informações c) uma vez erminada a insalação, execuar a parir do Excel o arquivo [Mercado.xls] que se enconrará no direório [C:\Andima_Merc_Sec]; d) as planilhas [Rec_Merc.xls] ou [Env_Merc.xls] deverão ser execuadas a parir da planilha principal [Mercado.xls], já que possuem senhas para ser execuadas. Observações imporanes: Não enar execuar o arquivo [Mercado.xls] a parir do [Windows Explorer], pois o Excel não erá como achar as ouras planilhas (o [Windows Explorer] não passa referência). Para que o sisema seja eficaz assim que a planilha for execuada [Mercado.xls] acesse o boão [Configuração] e verifique se o caminho para achar o arquivo [FTP.EXE] esá cero (Defaul: C:\Windows\Fp.exe). Caso conrário, basa dar Duplo_Clique no box de exo ou escrever direo qual o caminho cero. Cerifique-se que o seu micro esá conecado com a RTM e que a conexão esá aiva. Verifique com o seu adminisrador de rede se o seu micro esá habiliado a fazer FTP. 3. Comunicação e Segurança As insiuições paricipanes da amosra e o Banco Cenral esão inegrados à ANDIMA via RTM - Rede de Telecomunicação para o Mercado. Aravés da RTM é possível enviar e receber as axas apuradas e calculadas de forma rápida e segura. A inrane das insiuições deve esar preparada para permiir o envio e o recebimeno de dados para e da ANDIMA. Iso implica a liberação do fluxo de dados pelo firewall da insiuição provedora (caso exisa). A segurança é garanida pela cripografia dos dados, mediane o emprego de uma chave aleaória privada. Para as insiuições que não possuem acesso à RTM, há a possibilidade de enviar as axas via fax (21) ou Esclarecimenos adicionais poderão ser obidos pelo elefone (21)

16 Anexo I Amosra do Mercado Secundário da ANDIMA O conjuno de insiuições lisadas abaixo corresponde a oalidade dos dealers do Banco Cenral e ouras insiuições mais aivas no mercado abero. 1. Adipar DTVM 2. Banco Bandeiranes 3. Banco BBA Crediansal 4. Banco BBM 5. Banco Bilbao Vizcaya Brasil 6. Banco Bozano, Simonsen 7. Banco Bradesco 8. Banco CCF Brasil 9. Banco Chase Manhaan 10. Banco Ciibank 11. Banco Credibanco 12. Banco de Crédio Nacional 13. Banco de Inves. CSFB Garania 14. Banco do Brasil 15. Banco HSBC Bamerindus 16. Banco Icau 17. Banco Iaú 18. Banco Liberal 19. Banco Marix 20. Banco Mercanil Finasa 21. Banco Modal 22. Banco Pacual 23. Banco Real 24. Banco Safra 25. Banco Sanander de Negócios 26. Banco Sudameris Brasil 27. Banco Vooranim 28. BankBoson 29. Caixa Econômica Federal 30. Deusche Bank 31. Dimarco DTVM 32. Finabank CCTVM 33. ING-Baring CVM 34. JP Morgan CCTVM 35. Laea DTVM 36. Lloyds Bank Plc 37. Mesa DTVM 38. Muli Banco 39. Nominal DTVM 40. Pebb CV 41. Premium DTVM 42. Qualiy Correora de Mercadorias 43. Quania DTVM 44. Renascença DTVM 45. SGGK DTVM 46. Unibanco 15

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney).

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney). 4. Mercado de Opções O mercado de opções é um mercado no qual o iular (comprador) de uma opção em o direio de exercer a mesma, mas não a obrigação, mediane o pagameno de um prêmio ao lançador da opção

Leia mais

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16 Equações Simulâneas Aula 16 Gujarai, 011 Capíulos 18 a 0 Wooldridge, 011 Capíulo 16 Inrodução Durane boa pare do desenvolvimeno dos coneúdos desa disciplina, nós nos preocupamos apenas com modelos de regressão

Leia mais

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

Valor do Trabalho Realizado 16.

Valor do Trabalho Realizado 16. Anonio Vicorino Avila Anonio Edésio Jungles Planejameno e Conrole de Obras 16.2 Definições. 16.1 Objeivo. Valor do Trabalho Realizado 16. Parindo do conceio de Curva S, foi desenvolvida pelo Deparameno

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA TÓPICOS AVANÇADOS MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 55 5 Avaliação Econômica de Projeos de Invesimeno Nas próximas seções serão apresenados os principais

Leia mais

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios! Principais diferenças! Como uilizar! Vanagens e desvanagens Francisco Cavalcane (francisco@fcavalcane.com.br) Sócio-Direor

Leia mais

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS STC/ 08 17 à 22 de ouubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil SESSÃO TÉCNICA ESPECIAL CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA (STC) OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE

Leia mais

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 IV SEMEAD METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 RESUMO Uma das ferramenas de gesão do risco de mercado

Leia mais

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 Paulo J. Körbes 2 Marcelo Marins Paganoi 3 RESUMO O objeivo dese esudo foi verificar se exise influência de evenos de vencimeno de conraos de opções sobre

Leia mais

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL FRANCISCO CARLOS CUNHA CASSUCE; CARLOS ANDRÉ DA SILVA MÜLLER; ANTÔNIO CARVALHO CAMPOS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA

Leia mais

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México

Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México Taxa de Câmbio e Taxa de Juros no Brasil, Chile e México A axa de câmbio consiui variável fundamenal em economias aberas, pois represena imporane componene do preço relaivo de bens, serviços e aivos, ou

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.383. I - Abordagem do Indicador Básico; II - Abordagem Padronizada Alternativa; III - Abordagem Padronizada Alternativa Simplificada.

CIRCULAR Nº 3.383. I - Abordagem do Indicador Básico; II - Abordagem Padronizada Alternativa; III - Abordagem Padronizada Alternativa Simplificada. TÍTULO : DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS 29 Página 1 de 7 CIRCULAR Nº.8 Esabelece os procedimenos para o cálculo da parcela do Parimônio de Referência Exigido (PRE) referene ao risco operacional (P OPR ), de

Leia mais

Metodologia de Cálculo dos Valores Nominais Atualizados. Maio/08

Metodologia de Cálculo dos Valores Nominais Atualizados. Maio/08 eodologia de Cálculo dos Valores Nominais Aualizados aio/8 eodologia de Cálculo dos Valores Nominais Aualizados aio/8 A produção e difusão de informações esaísicas é uma imporane aividade desenvolvida

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.640, DE 4 DE MARÇO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.640, DE 4 DE MARÇO DE 2013 CIRCULAR Nº.640, DE 4 DE MARÇO DE 20 Esabelece os procedimenos para o cálculo da parcela dos aivos ponderados pelo risco (RWA), relaiva ao cálculo do capial requerido para o risco operacional mediane abordagem

Leia mais

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL 1. Inrodução O presene documeno visa apresenar dealhes da meodologia uilizada nos desenvolvimenos de previsão de demanda aeroporuária no Brasil

Leia mais

4 Cenários de estresse

4 Cenários de estresse 4 Cenários de esresse Os cenários de esresse são simulações para avaliar a adequação de capial ao limie de Basiléia numa deerminada daa. Sua finalidade é medir a capacidade de o PR das insiuições bancárias

Leia mais

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens Esudo comparaivo de processo produivo com eseira alimenadora em uma indúsria de embalagens Ana Paula Aparecida Barboza (IMIH) anapbarboza@yahoo.com.br Leicia Neves de Almeida Gomes (IMIH) leyneves@homail.com

Leia mais

2 Conceitos de transmissão de dados

2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 1/23 2.2.1 Fones de aenuação e disorção de sinal 2.2.1 Fones de aenuação e disorção do sinal (coninuação) 2/23 Imperfeições do canal

Leia mais

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI Sumário Inrodução 5 Gerador de funções 6 Caracerísicas de geradores de funções 6 Tipos de sinal fornecidos 6 Faixa de freqüência 7 Tensão máxima de pico a pico na saída 7 Impedância de saída 7 Disposiivos

Leia mais

INTRODUÇÃO. 1. MODULAÇÃO POR CÓDIGO DE PULSO - PCM 1.1

INTRODUÇÃO. 1. MODULAÇÃO POR CÓDIGO DE PULSO - PCM 1.1 ETFSC UNED/SJ CURSO DE TELEFONIA DIGITAL CAPÍTULO. MODULAÇÃO POR CÓDIGO DE PULSO - PCM. INTRODUÇÃO. Uma grande pare dos sinais de inormações que são processados em uma rede de elecomunicações são sinais

Leia mais

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO ALICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO OULACIONAL BRASILEIRO Adriano Luís Simonao (Faculdades Inegradas FAFIBE) Kenia Crisina Gallo (G- Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigüi/S) Resumo: Ese rabalho

Leia mais

Manual de Marcação a Mercado

Manual de Marcação a Mercado Manual de Marcação a Mercado Úlima revisão: JANEIRO 00 A reprodução e a disribuição dese manual fora do Modal sem a devida auorização é erminanemene proibida e consiui uma violação da políica de conroles

Leia mais

Composição Ótima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo

Composição Ótima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo Composição Óima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo Brasília 2011 MINISTRO DA FAZENDA Guido Manega SECRETÁRIO-EXECUTIVO Nelson Henrique Barbosa Filho SECRETÁRIO DO TESOURO

Leia mais

Estrutura a Termo das Taxas de Juros Estimada e Inflação Implícita Metodologia

Estrutura a Termo das Taxas de Juros Estimada e Inflação Implícita Metodologia Esruura a Termo das Taxas de Juros Esimada e Inflação Implícia Meodologia Versão Abril de 2010 Esruura a Termo das Taxas de Juros Esimada e Inflação Implícia Meodologia SUMÁRIO 1. ESTRUTURA A TERMO DAS

Leia mais

Guia de Recursos e Atividades

Guia de Recursos e Atividades Guia de Recursos e Aividades girls worldwide say World Associaion of Girl Guides and Girl Scous Associaion mondiale des Guides e des Eclaireuses Asociación Mundial de las Guías Scous Unir as Forças conra

Leia mais

Universidade Federal de Lavras

Universidade Federal de Lavras Universidade Federal de Lavras Deparameno de Ciências Exaas Prof. Daniel Furado Ferreira 8 a Lisa de Exercícios Disribuição de Amosragem 1) O empo de vida de uma lâmpada possui disribuição normal com média

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Inrodução Ins iuo de Info ormáic ca - F FRGS Redes de Compuadores uliplexação Aula 05 Transmissão é possível sempre que a banda passane do meio for maior ou igual que a banda passane do sinal Banda analógica

Leia mais

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA 0 Capíulo 5: Inrodução às Séries emporais e aos odelos ARIA Nese capíulo faremos uma inrodução às séries emporais. O nosso objeivo aqui é puramene operacional e esaremos mais preocupados com as definições

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS ARTIGO: TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS REVISTA: RAE-elerônica Revisa de Adminisração de Empresas FGV EASP/SP, v. 3, n. 1, Ar. 9, jan./jun. 2004 1

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO SÃO PAULO 2007 Livros Gráis hp://www.livrosgrais.com.br

Leia mais

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010 AVALIAÇÃO ATUARIAL Daa da Avaliação: 3/2/200 Dados do Plano Nome do Plano: CEEEPREV CNPB: 20.020.04-56 Parocinadoras: Companhia Esadual de Geração e Transmissão de Energia Elérica CEEE-GT Companhia Esadual

Leia mais

12 Integral Indefinida

12 Integral Indefinida Inegral Indefinida Em muios problemas, a derivada de uma função é conhecida e o objeivo é enconrar a própria função. Por eemplo, se a aa de crescimeno de uma deerminada população é conhecida, pode-se desejar

Leia mais

CONTRATO N.º 026/2.015

CONTRATO N.º 026/2.015 CLÁUSULA PRIMEIRA - DAS PARTES CONTRATO N.º 026/2.015 Insrumeno paricular de conrao que enre si fazem: de um lado, como conraane, a PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO QUENTE, e de ouro, como conraado, e a empresa

Leia mais

CAL. 6T63 ÍNDICE PORTUGUÊS. Português. n HORA/CALENDÁRIO Ponteiros de 24 horas, horas, minutos e pequeno dos segundos

CAL. 6T63 ÍNDICE PORTUGUÊS. Português. n HORA/CALENDÁRIO Ponteiros de 24 horas, horas, minutos e pequeno dos segundos PORTUGUÊS 78 ÍNDICE Página CORO TIPO BLOQUEIO ROSC... 80 CERTO D HOR... 81 CERTO DO DI DO MÊS... 82 CRONÓMETRO... 83 OPERÇÃO DO BOTÃO DE BLOQUEIO DE SEGURNÇ... 85 TQUÍMETRO... 86 TELÉMETRO... 88 SUBSTITUIÇÃO

Leia mais

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012 1 Análise econômica dos benefícios advindos do uso de carões de crédio e débio Ouubro de 2012 Inrodução 2 Premissas do Esudo: Maior uso de carões aumena a formalização da economia; e Maior uso de carões

Leia mais

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste 1 Modelos Economéricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Elericidade: Seor Residencial no Nordese M. L. Siqueira, H.H. Cordeiro Jr, H.R. Souza e F.S. Ramos UFPE e P. G. Rocha CHESF Resumo Ese

Leia mais

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS Disseração apresenada à Escola Poliécnica da Universidade de São Paulo para obenção do íulo de Mesre

Leia mais

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR Osvaldo Cândido da Silva Filho Bacharel em Economia pela UFPB Mesre em Economia pela UFPB Douorando em Economia pelo PPGE UFRGS

Leia mais

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS VIEIRA, Douglas Tadeu. TCC, Ciências Econômicas, Fecilcam, vieira.douglas@gmail.com PONTILI,

Leia mais

A Guerra entre Comprados e Vendidos no Mercado de Opções de Compra da Bolsa de Valores de São Paulo

A Guerra entre Comprados e Vendidos no Mercado de Opções de Compra da Bolsa de Valores de São Paulo A Guerra enre Comprados e Vendidos no Mercado de Opções de Compra da Bolsa de Valores de São Paulo Auoria: Anonio Zorao Sanvicene, Rogério da Cosa Moneiro Resumo: Uilizando, pela primeira vez em nosso

Leia mais

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo?

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo? Boom nas vendas de auoveículos via crédio faro, preços baixos e confiança em ala: o caso de um ciclo? Fábio Auguso Reis Gomes * Fabio Maciel Ramos ** RESUMO - A proposa dese rabalho é conribuir para o

Leia mais

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração.

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: OBJETIVOS Explicar a diferença enre regressão espúria e coinegração. Jusificar, por meio de ese de hipóeses, se um conjuno de séries emporais

Leia mais

Experimento. Guia do professor. O método de Monte Carlo. Governo Federal. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância

Experimento. Guia do professor. O método de Monte Carlo. Governo Federal. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância Análise de dados e probabilidade Guia do professor Experimeno O méodo de Mone Carlo Objeivos da unidade 1. Apresenar um méodo ineressane e simples que permie esimar a área de uma figura plana qualquer;.

Leia mais

MÉTODO MARSHALL. Os corpos de prova deverão ter a seguinte composição em peso:

MÉTODO MARSHALL. Os corpos de prova deverão ter a seguinte composição em peso: TEXTO COMPLEMENTAR MÉTODO MARSHALL ROTINA DE EXECUÇÃO (PROCEDIMENTOS) Suponhamos que se deseje dosar um concreo asfálico com os seguines maeriais: 1. Pedra 2. Areia 3. Cimeno Porland 4. CAP 85 100 amos

Leia mais

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil

BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil BBR - Brazilian Business Review E-ISSN: 1807-734X bbronline@bbronline.com.br FUCAPE Business School Brasil Ozawa Gioielli Sabrina P.; Gledson de Carvalho, Anônio; Oliveira Sampaio, Joelson Capial de risco

Leia mais

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa?

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa? 3 O impaco de choques exernos sobre a inflação e o produo dos países em desenvolvimeno: o grau de aberura comercial impora? 3.1.Inrodução Todas as economias esão sujeias a choques exernos. Enreano, a presença

Leia mais

Sistema Expectativas de Mercado

Sistema Expectativas de Mercado Direoria de Políica Econômica Deparameno de elacionameno com Invesidores e Esudos Especiais Sisema Expecaivas de Mercado com informações aé março de 2015 S é r i e Pergunas Mais Frequenes Sisema Expecaivas

Leia mais

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações:

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações: Aula 1 Para as quesões dessa aula, podem ser úeis as seguines relações: 1. E c = P = d = m. v E m V E P = m. g. h cos = sen = g = Aividades Z = V caeo adjacene hipoenusa caeo oposo hipoenusa caeo oposo

Leia mais

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO 78 EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL Pâmela Amado Trisão¹ Kelmara Mendes Vieira² Paulo Sergio Cerea³ Reisoli

Leia mais

2. Referencial Teórico

2. Referencial Teórico 15 2. Referencial Teórico Se os mercados fossem eficienes e não houvesse imperfeições, iso é, se os mercados fossem eficienes na hora de difundir informações novas e fossem livres de impedimenos, índices

Leia mais

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov Insiuo de Tecnologia de Massachuses Deparameno de Engenharia Elérica e Ciência da Compuação 6.345 Reconhecimeno Auomáico da Voz Primavera, 23 Publicado: 7/3/3 Devolução: 9/3/3 Tarefa 5 Inrodução aos Modelos

Leia mais

METAS INFLACIONÁRIAS NO BRASIL: UM ESTUDO EMPÍRICO USANDO MODELOS AUTO-REGRESSIVOS VETORIAIS (VAR)

METAS INFLACIONÁRIAS NO BRASIL: UM ESTUDO EMPÍRICO USANDO MODELOS AUTO-REGRESSIVOS VETORIAIS (VAR) METAS INFLACIONÁRIAS NO BRASIL: UM ESTUDO EMPÍRICO USANDO MODELOS AUTO-REGRESSIVOS VETORIAIS (VAR) Edilean Kleber da Silva Douorando em Economia Aplicada pela UFRGS Rua Duque de Caxias, 1515, apo. 402.

Leia mais

Função definida por várias sentenças

Função definida por várias sentenças Ese caderno didáico em por objeivo o esudo de função definida por várias senenças. Nese maerial você erá disponível: Uma siuação que descreve várias senenças maemáicas que compõem a função. Diversas aividades

Leia mais

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica Taxa de Juros e Desempenho da Agriculura Uma Análise Macroeconômica Humbero Francisco Silva Spolador Geraldo San Ana de Camargo Barros Resumo: Ese rabalho em como obeivo mensurar os efeios das axas de

Leia mais

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo 1 VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA Anônio Carlos de Araújo CPF: 003.261.865-49 Cenro de Pesquisas do Cacau CEPLAC/CEPEC Faculdade de Tecnologia

Leia mais

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião Porcenagem As quaro primeiras noções que devem ser assimiladas a respeio do assuno são: I. Que porcenagem é fração e fração é a pare sobre o odo. II. Que o símbolo % indica que o denominador desa fração

Leia mais

AVALIAÇÃO DE OPÇÕES AMERICANAS DE TAXA DE JURO: O MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS DE MONTE CARLO

AVALIAÇÃO DE OPÇÕES AMERICANAS DE TAXA DE JURO: O MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS DE MONTE CARLO 10 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSIUO COPPEAD DE ADMINISRAÇÃO CLAUDIA DOURADO CESCAO AVALIAÇÃO DE OPÇÕES AMERICANAS DE AXA DE JURO: O MÉODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS DE MONE CARLO RIO DE JANEIRO

Leia mais

Figura 1 Carga de um circuito RC série

Figura 1 Carga de um circuito RC série ASSOIAÇÃO EDUAIONAL DOM BOSO FAULDADE DE ENGENHAIA DE ESENDE ENGENHAIA ELÉTIA ELETÔNIA Disciplina: Laboraório de ircuios Eléricos orrene onínua 1. Objeivo Sempre que um capacior é carregado ou descarregado

Leia mais

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS Caroline Poli Espanhol; Célia Mendes Carvalho Lopes Engenharia de Produção, Escola de Engenharia, Universidade Presbieriana Mackenzie

Leia mais

Rcupom ) 1. Rcupom = cupomt. cupom ) 11 1 12 t

Rcupom ) 1. Rcupom = cupomt. cupom ) 11 1 12 t Eficiência de Fundos de Previdência: uma Análise das Classes de Fundos Disponíveis no Mercado Luiz Guilherme Eseves Marques Mesre em Adminisração área de concenração Finanças pelas Faculdades Ibmec e Analisa

Leia mais

Ampliador com estágio de saída classe AB

Ampliador com estágio de saída classe AB Ampliador com eságio de saída classe AB - Inrodução Nese laboraório será esudado um ampliador com rês eságios empregando ransisores bipolares, com aplicação na faixa de áudio freqüência. O eságio de enrada

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1 O argumento da inconsistência dinâmica apóia-se na idéia de que os agentes conhecem o incentivo

1 INTRODUÇÃO. 1 O argumento da inconsistência dinâmica apóia-se na idéia de que os agentes conhecem o incentivo 0 INTRODUÇÃO A queda do sisema de Breom Woods e, poseriormene, a ausência de uma relação esreia enre moeda e renda, dada pela insabilidade da velocidade de circulação da moeda, inciou o desenvolvimeno

Leia mais

Estrutura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil*

Estrutura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil* REVISTA DO BNDES, RIO DE JANEIRO, V. 15, N. 30, P. 303-345, DEZ. 2008 303 Esruura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil* SAMER SHOUSHA** RESUMO Exise uma relação muio próxima enre

Leia mais

Perspectivas para a inflação

Perspectivas para a inflação Perspecivas para a inflação 6 Ese capíulo do Relaório de Inflação apresena a avaliação feia pelo Copom sobre o comporameno da economia brasileira e do cenário inernacional desde a divulgação do Relaório

Leia mais

Critérios e Metodologia de Apuração de Superfície de Volatilidade

Critérios e Metodologia de Apuração de Superfície de Volatilidade Criérios e Meodologia de Apuração de Superfície de Volailidade Diariamene são calculadas superfícies de volailidade implícia de odos os vencimenos de conraos de opções em que há posição em abero e/ou séries

Leia mais

Data da Avaliação: 28/02/2011 (versão 31/08/2011) Data-Base: 31/12/2010

Data da Avaliação: 28/02/2011 (versão 31/08/2011) Data-Base: 31/12/2010 AVALIAÇÃO ATUARIAL 2010 Insiuo de Previdência e Assisência do Município do Rio de Janeiro (PREVI-RIO) Daa da Avaliação: 28/02/2011 (versão 31/08/2011) Daa-Base: 31/12/2010 SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 01 2.

Leia mais

ESTIMAÇÃO DE ESTADO EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA: PROGRAMA PARA ANÁLISE E ATUALIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE CONJUNTO DE MEDIDAS

ESTIMAÇÃO DE ESTADO EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA: PROGRAMA PARA ANÁLISE E ATUALIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE CONJUNTO DE MEDIDAS ESTIMAÇÃO DE ESTADO EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA: PROGRAMA PARA ANÁLISE E ATUALIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE CONJUNTO DE MEDIDAS EDUARDO MARMO MOREIRA Disseração de Mesrado apresenada

Leia mais

RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS

RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS João Dionísio Moneiro * ; Pedro Marques Silva ** Deparameno de Gesão e Economia, Universidade

Leia mais

ISSN 1518-3548. Trabalhos para Discussão

ISSN 1518-3548. Trabalhos para Discussão ISSN 1518-3548 Trabalhos para Discussão Diferenças e Semelhanças enre Países da América Laina: Uma Análise de Markov Swiching para os Ciclos Econômicos de Brasil e Argenina Arnildo da Silva Correa Ouubro/2003

Leia mais

Palavras-chave: Análise de Séries Temporais; HIV; AIDS; HUJBB.

Palavras-chave: Análise de Séries Temporais; HIV; AIDS; HUJBB. Análise de Séries Temporais de Pacienes com HIV/AIDS Inernados no Hospial Universiário João de Barros Barreo (HUJBB), da Região Meropoliana de Belém, Esado do Pará Gilzibene Marques da Silva ¹ Adrilayne

Leia mais

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS DODOS 1.JUÇÃO Os crisais semiconduores, ano do ipo como do ipo, não são bons conduores, mas ao ransferirmos energia a um deses ipos de crisal, uma pequena correne elérica aparece. A finalidade práica não

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS UNISINOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS NÍVEL MESTRADO ALEX FABIANO BERTOLLO SANTANA

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS UNISINOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS NÍVEL MESTRADO ALEX FABIANO BERTOLLO SANTANA UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS UNISINOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS NÍVEL MESTRADO ALEX FABIANO BERTOLLO SANTANA GERENCIAMENTO DE RESULTADOS E REMUNERAÇÃO DOS EXECUTIVOS NAS

Leia mais

Modelos para títulos de desconto e considerações sobre calibragem

Modelos para títulos de desconto e considerações sobre calibragem Modelos para íulos de descono e considerações sobre calibragem Fabricio Tourrucôo April 25, 2007 Absrac Uilizando méodos de perurbação regulares são obidas fórmulas aproximadas para o preço de um íulo

Leia mais

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO Susan Schommer Risco de Crédio 1 RISCO DE CRÉDITO Definição: Risco de crédio é o risco de defaul ou de reduções no valor de mercado causada por rocas na qualidade do crédio do emissor ou conrapare. Modelagem:

Leia mais

ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS

ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS 2 ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS A Análise de esruuras provavelmene é a aplicação mais comum do méodo dos elemenos finios. O ermo esruura não só diz respeio as esruuras de engenharia civil como pones

Leia mais

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB Revisa Fafibe On Line n.3 ago. 007 ISSN 808-6993 www.fafibe.br/revisaonline Faculdades Inegradas Fafibe Bebedouro SP Influência de Variáveis Meeorológicas sobre a Incidência de Meningie em Campina Grande

Leia mais

CAPITULO 01 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS. Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES

CAPITULO 01 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS. Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES CAPITULO 1 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES 1.1 INTRODUÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA FENG Desinase o primeiro capíulo

Leia mais

REGULAMENTO TARIFÁRIO

REGULAMENTO TARIFÁRIO REGULAMENTO TARIFÁRIO DO SECTOR DO GÁS NATURAL Julho 2008 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Crisóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32 01 e-mail: erse@erse.p

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Inrodução Ins iuo de Info ormáic ca - UF FRGS Redes de Compuadores Conrole de fluxo Revisão 6.03.015 ula 07 Comunicação em um enlace envolve a coordenação enre dois disposiivos: emissor e recepor Conrole

Leia mais

EQUIVALENTES DINÂMICOS PARA ESTUDOS DE HARMÔNICOS USANDO ANÁLISE MODAL. Franklin Clement Véliz Sergio Luis Varricchio Sergio Gomes Jr.

EQUIVALENTES DINÂMICOS PARA ESTUDOS DE HARMÔNICOS USANDO ANÁLISE MODAL. Franklin Clement Véliz Sergio Luis Varricchio Sergio Gomes Jr. SP-2 X SEPOPE 2 a 25 de maio de 2006 a 2 s o 25 h 2006 X SIPÓSIO DE ESPECIAISTAS E PANEJAENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO EÉTRICA X SYPOSIU OF SPECIAISTS IN EECTRIC OPERATIONA AND EXPANSION PANNING FORIANÓPOIS

Leia mais

Medidas de Desempenho: Um Estudo sobre a Importância do Lucro Contábil e do Fluxo de Caixa das Operações no Mercado de Capitais Brasileiro

Medidas de Desempenho: Um Estudo sobre a Importância do Lucro Contábil e do Fluxo de Caixa das Operações no Mercado de Capitais Brasileiro Medidas de Desempenho: Um Esudo sobre a Imporância do Lucro Conábil e do Fluxo de Caixa das Operações no Mercado de Capiais Brasileiro Auoria: Moisés Ferreira da Cunha, Paulo Robero Barbosa Lusosa Resumo:

Leia mais

Telefonia Digital: Modulação por código de Pulso

Telefonia Digital: Modulação por código de Pulso MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Unidade de São José Telefonia Digial: Modulação por código de Pulso Curso écnico em Telecomunicações Marcos Moecke São José - SC, 2004 SUMÁRIO. MODULAÇÃO POR CÓDIGO DE PULSO....

Leia mais

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi Insper Insiuo de Ensino e Pesquisa Programa de Mesrado Profissional em Economia Bruno Russi ANÁLISE DA ALOCAÇÃO ESTRATÉGICA DE LONGO PRAZO EM ATIVOS BRASILEIROS São Paulo 200 Bruno Russi Análise da alocação

Leia mais

José Ronaldo de Castro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000)

José Ronaldo de Castro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000) José Ronaldo de Casro Souza Júnior RESTRIÇÕES AO CRESCIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: UMA APLICAÇÃO DO MODELO DE TRÊS HIATOS (1970-2000) Belo Horizone, MG UFMG/CEDEPLAR 2002 José Ronaldo de Casro Souza Júnior

Leia mais

3 Processos Estocásticos e Aplicações em Projetos na Indústria Siderúrgica

3 Processos Estocásticos e Aplicações em Projetos na Indústria Siderúrgica 3 Processos Esocásicos e Aplicações em Projeos na Indúsria Siderúrgica 3.1 Inrodução As decisões de invesimeno ano em ações e derivaivos financeiros, como em projeos corporaivos, são afeadas por incerezas

Leia mais

HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000

HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000 HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000 Geovana Lorena Berussi (UnB) Lízia de Figueiredo (UFMG) Julho 2010 RESUMO Nesse arigo, invesigamos qual

Leia mais

Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016. Professor: Rubens Penha Cysne

Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016. Professor: Rubens Penha Cysne Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Geulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016 Professor: Rubens Penha Cysne Lisa de Exercícios 4 - Gerações Superposas Obs: Na ausência de de nição de

Leia mais

FERRAMENTA PARA MAXIMIZAÇÃO DE CARGA NA FASE FLUENTE DE RECOMPOSIÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS. Eduardo Martins Viana

FERRAMENTA PARA MAXIMIZAÇÃO DE CARGA NA FASE FLUENTE DE RECOMPOSIÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS. Eduardo Martins Viana FERRAMENTA PARA MAXIMIZAÇÃO DE CARGA NA FASE FLUENTE DE RECOMPOSIÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS Eduardo Marins Viana DISSERTAÇÃO SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA

Leia mais

CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO RESUMO

CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO RESUMO CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO VIVIANE SEDA BITTENCOURT (IBRE/FGV) E ANDREI GOMES SIMONASSI (CAEN/UFC) RESUMO O rabalho avalia a dinâmica

Leia mais

Testando as Previsões de Trade-off e Pecking Order sobre Dividendos e Dívida no Brasil

Testando as Previsões de Trade-off e Pecking Order sobre Dividendos e Dívida no Brasil Tesando as Previsões de Trade-off e Pecking Order sobre Dividendos e Dívida no Brasil Júlio Cesar G. da Silva Ricardo D. Brio Faculdades Ibmec/RJ Ibmec São Paulo RESUMO Ese rabalho mosra que as companhias

Leia mais

Artigos. Abordagem intertemporal da conta corrente: Nelson da Silva Joaquim Pinto de Andrade. introduzindo câmbio e juros no modelo básico*

Artigos. Abordagem intertemporal da conta corrente: Nelson da Silva Joaquim Pinto de Andrade. introduzindo câmbio e juros no modelo básico* Arigos Abordagem ineremporal da cona correne: inroduzindo câmbio e juros no modelo básico* Nelson da Silva Joaquim Pino de Andrade Resumo O modelo padrão da abordagem ineremporal da cona correne assume

Leia mais

Experiências para o Ensino de Queda Livre

Experiências para o Ensino de Queda Livre Universidade Esadual de Campinas Insiuo de Física Gleb Waagin Relaório Final da disciplina F 69A - Tópicos de Ensino de Física I Campinas, de juno de 7. Experiências para o Ensino de Queda Livre Aluno:

Leia mais

3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 33 3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA No iem 3.1, apresena-se uma visão geral dos rabalhos esudados sobre a programação de horários de rens. No iem 3.2, em-se uma análise dos rabalhos que serviram como base e conribuíram

Leia mais

Um modelo matemático para o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti e controle de epidemias

Um modelo matemático para o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti e controle de epidemias Universidade Federal de Ouro Preo Modelagem e Simulação de Sisemas Terresres DECOM- prof. Tiago Garcia de Senna Carneiro Um modelo maemáico para o ciclo de vida do mosquio Aedes aegypi e conrole de epidemias

Leia mais

Dimensionamento dos tempos de entreverdes para veículos

Dimensionamento dos tempos de entreverdes para veículos Dimensionameno dos empos de enreverdes para veículos Luis Vilanova * Imporância do ema O dimensionameno dos empos de enreverdes nos semáforos para veículos é levado a ermo, freqüenemene, aravés de criérios

Leia mais

Série Textos para Discussão

Série Textos para Discussão Universidade Federal do Rio de J a neiro Insiuo de Economia Teses de Racionalidade para Loerias no Brasil TD. 010/2004 Marcelo Resende Marcos A. M. Lima Série Texos para Discussão Teses de Racionalidade

Leia mais

COMPORTAMENTO DIÁRIO DO MERCADO BRASILEIRO DE RESERVAS BANCÁRIAS NÍVEL E VOLATILIDADE IMPLICAÇÕES NA POLÍTICA MONETÁRIA

COMPORTAMENTO DIÁRIO DO MERCADO BRASILEIRO DE RESERVAS BANCÁRIAS NÍVEL E VOLATILIDADE IMPLICAÇÕES NA POLÍTICA MONETÁRIA COMPORTAMENTO DIÁRIO DO MERCADO BRASILEIRO DE RESERVAS BANCÁRIAS NÍVEL E VOLATILIDADE IMPLICAÇÕES NA POLÍTICA MONETÁRIA Resumo Mardilson Fernandes Queiroz UNB Ese rabalho evidencia padrão de comporameno

Leia mais

ACORDO DE ACIONISTAS E QUALIDADE DAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS: EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS NO MERCADO BRASILEIRO

ACORDO DE ACIONISTAS E QUALIDADE DAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS: EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS NO MERCADO BRASILEIRO 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E ECONÔMICAS PROGRAMA DE MESTRADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS FELIPE MAIA LYRIO ACORDO DE ACIONISTAS E QUALIDADE DAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS:

Leia mais

Sistema Computacional para Previsão de Demanda em Pontos de Suprimento e Subestação da COELBA

Sistema Computacional para Previsão de Demanda em Pontos de Suprimento e Subestação da COELBA 1 Sisema Compuacional para Previsão de Demanda em Ponos de Suprimeno e Subesação da COELBA P M Ribeiro e D A Garrido, COELBA, R G M Velásquez, CELPE, D M Falcão e A P A da Silva, COPPE Resumo O conhecimeno

Leia mais

CNC 8055. Projetado para o usuário. Mais potente que nunca

CNC 8055. Projetado para o usuário. Mais potente que nunca CNC 8055 Projeado para o usuário. Mais poene que nunca CNC 8055 Projeado para o usuário. Mais poene que nunca A Fagor Auomaion esá há 30 anos fornecendo soluções para o mercado de Máquina Ferramena, ano

Leia mais