Impactos da Manutenção no Desempenho de uma Edificação

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1 João Alves Pacheco - Diretor de Engenharia

2 As definições a seguir foram obtidos da NBR 5462:1994 Confiabilidade e mantenabilidade, com o objetivo de estabelecer uma base conceitual e terminológica comum para os assuntos tratados na apresentação.

3 2.8.1 Manutenção: Combinação de todas as ações técnicas e administrativas, incluindo as de supervisão, destinadas a manter ou recolocar um item em um estado no qual possa desempenhar uma função requerida.

4 2.8.7 Manutenção Preventiva : Manutenção efetuada em intervalos predeterminados, ou de acordo com critérios prescritos, destinada a reduzir a probabilidade de falha ou a degradação do funcionamento de um item.

5 2.8.8 Manutenção Corretiva: Manutenção efetuada após a ocorrência de uma pane destinada a recolocar um item em condições de executar uma função requerida.

6 2.8.9 Manutenção Preditiva: Manutenção que permite garantir uma qualidade de serviço desejada, com base na aplicação sistemática de técnicas de análise, utilizando-se de meios de supervisão centralizados ou de amostragem, para reduzir ao mínimo a manutenção preventiva e diminuir a manutenção corretiva.

7 2.2 Desempenho relativo ao item: Durabilidade: Capacidade de um item desempenhar uma função requerida sob dadas condições de uso e manutenção, até que um estado limite seja alcançado.

8 2.2.5 Disponibilidade: Capacidade de um item estar em condições de executar uma certa função em um dado instante ou intervalo de tempo determinado, levando-se em conta os aspectos combinados de sua CONFIABILIDADE, MANTENABILIDADE e SUPORTE DE MANUTENÇÃO, supondo que os recursos externos requeridos estejam assegurados.

9 2.2.6 Confiabilidade: Capacidade de um item desempenhar uma função requerida sob condições especificas, durante um dado intervalo de tempo.

10 2.2.7 Mantenabilidade: Capacidade de um item ser mantido ou recolocado em condições de executar suas funções requeridas, sob condições de uso especificadas, quando a manutenção é executada sob condições determinadas e mediante procedimentos e meios prescritos.

11 2.2.8 Desempenho do suporte de manutenção: Capacidade de uma organização de manutenção prover, sob demanda, os recursos necessários para manter um item sob condições especificas e de acordo com uma dada política de manutenção.

12 Qual é nosso objeto?

13 Qual é nosso objeto?

14 E nossos objetivos são de? i. Assegurar a continuidade das atividades dos ocupantes; ii. Garantir a segurança e conforto dos usuários; iii. Assegurar que a edificação tenha, no mínimo, a vida útil prevista.

15

16 Assim, o desempenho deve ser considerado em relação à consecução dos objetivos, dentro dos limites estabelecidos.

17 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RECURSOS HUMANOS RECURSOS ORGANIZACIONAIS OBJETIVOS DA MANUTENÇÃO

18 Como fazemos isto? Formação Qualificação Adequada Treinamento RECURSOS HUMANOS

19 Habilitado (NR10.8.2) Qualificado (NR10.8.1) Capacitado (NR ): Profissionais habilitados são aqueles previamente qualificados e que tenham registro regular em um conselho de classe. A qualificação ocorrerá através de cursos regulares, reconhecidos e autorizados pelo Sistema Oficial de Ensino, com currículo aprovado e comprovação de aproveitamento em exames de avaliação. A capacitação só terá validade para a empresa que o capacitou e nas condições estabelecidas pelo profissional habilitado e autorizado responsável pela capacitação. Atribuição profissional compatível com o trabalho a ser realizado:

20 Como fazemos isto? Coleta dos Dados Sistema Análise SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

21 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Atualmente usamos o Engeman para: Corretivas; Preventivas; Controles.

22 Como fazemos isto? Procedimentos Normas Práticas RECURSOS ORGANIZACIONAIS

23 O R G A N I Z A C I O N A I S Procedimentos Normas Práticas Manual de Operação e Manutenção da ; Procedimento de operação da cabine primária Procedimento de operação do sistema de geração NBR 14037:2011 Manual de operação, uso e manutenção das edificações; NBR 5462:1994 Confiabilidade e mantenabilidade; NBR 5674:2012 Manutenção de edificações Best Practices - C&W Auditorias Externas de Manutenção

24 Existem diversos indicadores, tais como: a) RESULTADOS DE PESQUISAS DE SATISFAÇÃO; b) DISPONIBILIDADE relação entre o total de horas de operação e o total de horas do período considerado (Horas calendário) c) TMEF - Tempo Médio Entre Falhas relação entre as horas de operação de um equipamento e o nº total de corretivas; d) TMPR Tempo Médio para Reparos relação entre o total de horas de intervenção corretiva e o nº de falhas identificadas no período observado; e) Relação entre Corretivas x Preventivas.

25 Os indicadores que mais temos aplicados são: a) Pesquisa de Satisfação; b) Preventivas Previstas x Realizadas; c) Corretivas/tempo d) Auditoria Externa;

26 PADRÃO ADOTADO: 1. Manutenção Preventiva; 2. Técnicas de Preditiva de acordo com o escopo; 3. Avaliação periódica do estado com vistas à requalificação das instalações e condições originais com foco na eficiência no uso de água e energia; 4. Monitoramento remoto do consumo de energia elétrica; 5. Comparação com benchmarks internos.

27 REFERÊNCIAS NORMATIVAS: 1. NBR 13971: Sistemas de refrigeração, condicionamento de ar e ventilação - Manutenção programada; 2. NBR 16401:2008 Instalações de ar condicionado Sistemas Centrais e unitários partes 1,2 e 3; 3. NBR 5410:2004 Instalações Elétricas de Baixa Tensão; 4. NBR 5419:2005 Sistemas de Proteção Contra Descargas Elétricas;

28 REFERÊNCIAS NORMATIVAS: 1. NBR 14037:2011 Manual de operação, uso e manutenção das edificações; 2. NBR 18801:2010 Sistema de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho Requisitos; 3. NBR 5462:1994 Confiabilidade e mantenabilidade; 4. NBR 5674:2012 Manutenção de edificações Requisitos para o sistema de gestão de manutenção; 5. Portaria Anvisa 3523/98 e Resolução 09/2003.

29 Demanda a conjunção dinâmica dos recursos humanos, informacionais e organizativos e usualmente com dependência maior do elemento humano no que tange a análise dos dados coletados.

30 João Alves Pacheco Contato:

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