DANIEL FRANCISCO DUMARESQ DE SOUZA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DANIEL FRANCISCO DUMARESQ DE SOUZA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DANIEL FRANCISCO DUMARESQ DE SOUZA EFICIÊNCIA DE OPERADORES LOGÍSTICOS: UMA ABORDAGEM COM ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS Natal/RN Novembro/2014

2 DANIEL FRANCISCO DUMARESQ DE SOUZA EFICIÊNCIA DE OPERADORES LOGÍSTICOS: UMA ABORDAGEM COM ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS Monografia apresentada à Banca Examinadora do Curso de Graduação em Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, apresentada em cumprimento às exigências legais como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Administração. Orientação: Prof. Dr. Luciano Menezes Bezerra Sampaio Natal/RN Novembro/2014 2

3 FOLHA DE APROVAÇÃO DANIEL FRANCISCO DUMARESQ DE SOUZA EFICIÊNCIA DE OPERADORES LOGÍSTICOS: UMA ABORDAGEM COM ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS Monografia apresentada à Banca Examinadora do Curso de Graduação em Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, apresentada em cumprimento às exigências legais como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Administração. Aprovado em BANCA EXAMINADORA Prof. Dr. Luciano Menezes Bezerra Sampaio Prof. Dr. Luciano Ferreira Prof. M. Sc. Felipe Luiz Neves Bezerra de Melo 3

4 AGRADECIMENTOS Antes de tudo, agradeço a Deus, Pai do Senhor Jesus Cristo, que me fez ingressar no curso de Administração e me deu o direcionamento correto ao longo do curso. Desejo glorificá-lo em meus trabalhos ao longo da minha jornada. Porque dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém. (Romanos 11:36) Agradeço à minha família, especialmente aos meus pais, Antônio José e Leyse, e aos meus irmãos, Israel e Samuel, que me proporcionaram tudo o que foi preciso ao longo destes anos. Obrigado por me entenderem e me auxiliarem com amor os meus momentos de dificuldades. Essa vitória é de vocês. Aos professores que estiveram comigo ao longo do curso, minha sincera gratidão. Em especial ao Prof. Dr. Luciano Menezes Bezerra Sampaio, que me deu a oportunidade de ingressar nos estudos com ele após a disciplina de Administração da Produção II e me orientou neste trabalho de conclusão. Meus agradecimentos também aos demais coordenadores e membros dos grupos de pesquisa em métodos quantitativos e eficiência. Vocês me incentivaram a sair da inércia e buscar novos horizontes. Também não posso deixar de agradecer aos amigos e irmãos que me apoiaram e entenderam quando não pude estar presente em alguns momentos importantes. Espero poder compensar minhas faltas com presenças mais regulares entre vocês. 4

5 Esta noite deixei-me absorver pela meditação sobre a natureza celeste. Eu admirava o número, a disposição, o curso daqueles globos infinitos. Entretanto, eu admirava ainda mais a Inteligência infinita que preside este vasto mecanismo. Eu dizia a mim mesmo: é preciso que sejamos bem cegos para não ficarmos extasiados com tal espetáculo; tolos e ingênuos para não reconhecermos seu Autor; e loucos para não adorá-lo. Sir. Isaac Newton 5

6 RESUMO Este trabalho apresenta uma análise de eficiência comparativa entre operadores logísticos (OLs) em atuação no Brasil. Foi procurado enfatizar as ferramentas mais viáveis e confiáveis expostas pela literatura. Foi versado sobre indicadores de produtividade e a importância do benchmarking entre os prestadores de serviços logísticos. O principal método abordado é a análise envoltória de dados (DEA), desenvolvido por Charnes, Cooper e Rhodes e ampliado por Banker, Charnes e Cooper. Para a pesquisa foram utilizadas variáveis de insumos que representassem diversos investimentos das empresas. A variável de produto utilizada foi receita anual. A amostra conta com 81 operadores logísticos em atuação no Brasil. Os dados são referentes a 2013 e foram obtidos da edição especial de operadores logísticos de 2014 da revista Tecnologística. Os resultados encontrados apontam que cinco empresas são eficientes com o modelo de retornos constantes (CCR) e 12 são eficientes com o modelo de retornos variáveis à escala (BCC). As cinco empresas eficientes em CCR também receberam resultado máximo na eficiência de escala (EE). Palavras-chave: Eficiência. Operadores logísticos. DEA. 6

7 ABSTRACT This work presents a comparative efficiency analysis among third-party logistics providers (3PLs providers) that operates in Brazil. We procured to emphasize the most viable and trustable exposed in literature. It was exposed about productivity indicators and the importance of benchmarking for 3PL providers. The main method approached is data envelopment analysis (DEA), developed by Charnes, Cooper and Rhodes and expanded by Banker, Charnes Cooper. In the research were utilized inputs variables for measuring several crucial investments. The output variable used was revenue. The data contemplates 81 3PL Brazilian providers. The results indicate five efficient firms in constant returns to scale model (CCR) and 12 efficient in variable returns to scale model (BCC). The same five efficient in CCR were efficient to scale. Keywords: Efficiency. 3PL. DEA. 7

8 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Dinâmica da cadeia de suprimentos, p. 18. Figura 2 Cadeia de valor, p. 19. Figura 3 Valor para o acionista, p

9 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Processo genérico de benchmarking, p. 32. Quadro 2 Passos necessários para realização e implementação de benchmarking, p. 33. Quadro 3 Modelos em DEA, p. 41. Quadro 4 Modelos de DEA em logística, p

10 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 Fronteira de eficiência do modelo CCR, p. 38. Gráfico 2 Fronteira de eficiência do modelo BCC, p. 38. Gráfico 3 Movimento à eficiência DEA CCR, p. 39. Gráfico 4 Movimento à eficiência DEA BCC, p. 39. Gráfico 5 Eficiência de escala, p

11 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Insumos e produtos, p. 43. Tabela 2 Estatísticas descritivas dos insumos, p. 44. Tabela 3 Estatísticas descritivas do produto, p. 44. Tabela 4 Estatísticas descritivas dos resultados obtidos, p. 45. Tabela 5 Estrato de eficiência DEA CCR, p. 45. Tabela 6 Estrato de eficiência DEA BCC, p. 47. Tabela 7 Estrato de eficiência EE, p

12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO DA LOGÍSTICA À CADEIA DE SUPRIMENTOS A EVOLUÇÃO DA LOGÍSTICA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS SCM A EVOLUÇÃO DA LOGÍSTICA COMPLEXIDADES E DESAFIOS MEDIDAS DE DESEMPENHO NA SCM PRODUTIVIDADE INDICADORES DE PRODUTIVIDADE BENCHMARKING METODOLOGIA ANÁLISE ENVOLTÓRIA DE DADOS DEA MODELOS DEA O MODELO RESULTADOS E DISCUSSÕES MODELO CCR MODELO BCC EFICIÊNCIA DE ESCALA CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICES RESULTADOS DE EFICIÊNCIA

13 1 INTRODUÇÃO Nos anos 1980 a globalização de mercados e o aumento da competição levaram as empresas a modificarem drasticamente suas estruturas operacionais. Foi visto que as composições anteriores não eram adequadas ao modo de produção. Ao constatarem estes fatos, as firmas passaram a ter como objetivo principal o enxugamento das operações de modo a atuarem com maior eficiência produtiva, pois assim seria possível operar com menores preços no mercado (DORNIER et al., 2011). O outsourcing (ou terceirização) foi uma das estratégias utilizadas que se tornou tendência a ser seguida. Outsourcing é o repasse de atividades da organização para outra empresa especializada naquelas tarefas. Assim a contratante pode se dedicar às áreas de sua especialidade e buscar a melhoria de processos através das fontes externas. Com a crescente demanda de terceirizações, surgiram os operadores logísticos (OLs) como uma alternativa aos altos custos fixos que uma longa cadeia de suprimentos exige. Os OLs prestam serviços logísticos como armazenagem, cross-docking, gerenciamento da distribuição e transportes. O OL pode atuar em segmentos específicos, como setor hospitalar e indústria automobilística, ou pode ter atuação nos diversos setores. Podem também prestar somente alguns tipos de serviços ou operações logísticas gerais. Há OLs que são especialistas em armazenagem e movimentação de produtos secos, de modo que trabalham somente nesta situação. A maioria, entretanto, atua nas diversas operações. Operações logísticas envolvem o mais alto grau de complexidade dentro da área de operações, tanto em nível de operações quanto em nível de controle. Em todos os instantes os operadores logísticos se preocupam em fornecer produtos e serviços onde requisitados e no tempo desejado pelo demandante (BOWERSOX, CLOSS E COOPER, 2006.). O crescimento da indústria brasileira é um fator determinante no crescimento do mercado de OLs no país. Nos últimos anos as empresas estrangeiras passaram a atentar mais para o Brasil, chegando ao ponto de a norte americana FedEx adquirir a brasileira Rapidão Cometa, no maior negócio da história da empresa norte americana (FÉLIX, 2012). As multinacionais que ingressam no mercado brasileiro geralmente possuem boa experiência de mercado e maior know-how para obter melhor desempenho frente à concorrência. Por outro lado, o caminho para os OLs brasileiros permanecerem competitivos é buscar eficiência nas operações (WANKE; AFFONSO, 2011). A mensuração de eficiência aplicada a OLs é encontrada em múltiplos estudos na literatura. Nesse campo, a análise envoltória de dados (DEA) é amplamente utilizada. 13

14 Hamdan e Rogers (2008) analisaram armazéns operados por OLs norte-americanos. Zhou et al. (2008) através da DEA avaliaram a eficiência de OLs chineses e trouxeram benchmarks de performance. Min, DeMond e Joo (2011) analisaram a eficiência dos maiores OLs em atuação na América do Norte com o objetivo de identificar as melhores práticas da indústria. Joo, Keebler e Hanks (2011) realizaram um trabalho diferente com DEA, medindo a eficiência das várias unidades de um OL ao longo de 36 meses. No Brasil existem algumas pesquisas nessa área. Costa (2010) analisou a eficiência de OLs brasileiros. Como insumos, colocou número de funcionários e número de clientes, como produtos pôs receita anual e crescimento da receita. Wanke e Affonso (2011) propuseram uma análise com DEA para identificar os fatores determinantes da eficiência de escala para 85 OLs brasileiros. Nos últimos anos estão surgindo novos OLs brasileiros, como a BHZ Logística Integrada, Elog e Orsi Logística, além das multinacionais Bcube e Veloce (do grupo Mitsui), ainda jovens no contexto brasileiro. Como o mercado de OLs está aquecido, há a necessidade de constantes avaliações de desempenho das empresas. Os trabalhos de Min, DeMond e Joo (2011) e Wanke e Affonso (2011) são os que estão mais próximos de nossa proposta. O primeiro lançou mão de um modelo com três insumos (área dos recursos físicos, número de recursos físicos e número total de empregados) e um produto (receita). O segundo trabalho preparou com quatro insumos (número de funcionários, área de armazenagem, armazéns próprios, armazéns de clientes) e dois produtos (número de clientes e receita). O objetivo geral deste trabalho é avaliar a eficiência de operadores logísticos em atuação no Brasil. Para isso, têm-se como objetivos específicos: a) Revisar literatura de medidas de desempenho para operadores logísticos; b) Mensurar a eficiência de operadores logísticos através da DEA; c) Analisar benchmarks. O próximo capítulo explorará a evolução da logística desde a antiguidade, com ênfase na logística moderna, desenvolvida ao longo no último século, até surgir o conceito de cadeia de suprimentos, muitas vezes chamada de logística empresarial. Em seguida, será exposto sobre outsourcing, OLs e por fim as complexidades e desafios da gestão de cadeias de suprimentos. 14

15 O terceiro capítulo versará sobre medidas de desempenho na cadeia de suprimentos, abrangendo a ideia de produtividade, introduzindo o balanced scorecard na cadeia de suprimentos, indicadores de produtividade e a importância do benchmarking. A quarta seção é dedicada à análise envoltória de dados (DEA), o método de análise de eficiência escolhido para realizar o estudo de eficiência das empresas prestadoras de serviços em logística. A seção introduz a DEA, expõe os principais modelos utilizados na literatura de eficiência em logística e apresenta os modelos escolhidos para comporem a pesquisa, bem como as variáveis de insumo e produto selecionadas. O quinto capítulo traz os resultados obtidos e discussões. 15

16 2 DA LOGÍSTICA À CADEIA DE SUPRIMENTOS 2.1 A EVOLUÇÃO DA LOGÍSTICA O conceito de logística é, de certa forma, homogêneo entre os autores da área. O Council of Supply Chain Management (apud NOVAES, 2004, p. 35) define logística como [...] o processo de planejar, implementar e controlar de maneira eficiente o fluxo e a armazenagem de produtos, bem como os serviços e informações associados, cobrindo desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o objetivo de atender os requisitos do consumidor. O Webster s New Encyclopedic Dictionary (1993, p. 590) definiu o termo a partir de uma perspectiva militar. No dicionário, logística é definida como o ramo da ciência militar que lida com a obtenção, manutenção e transporte de material, pessoal e instalações. Já Ballou (1993, p. 17) enfatizou a aplicabilidade empresarial da logística. Para ele a logística é a ciência que estuda os meios para obter eficiência nos serviços de armazenagem e distribuição, tendo como objetivo a satisfação dos elementos finais ou subsequentes da cadeia de abastecimento. Apesar das conceituações enfatizarem aspectos distintos, a essência conceitual permanece. Contudo, as aplicações se adaptam de acordo com a realidade de atuação. As atividades logísticas remontam tempos antigos. Pode-se destacar a construção das pirâmides do Antigo Egito, em que foi necessário planejamento de materiais durante longos anos, e uma crise de produção de alimentos ocorrida no mesmo Império. A crise foi prevista por um oficial do Império Egípcio e então o faraó precisou trabalhar com grandes estoques alimentícios antes da crise de produção para suprir as necessidades durante a escassez de alimentos (Gn 41). Ribeiro (2000, p. 8) diz que as grandes campanhas e conquistas de Alexandre O Grande da Macedônia (334 a.c.), utilizaram conceitos logísticos para obter suas vitórias. O autor prossegue enaltecendo os persas, os quais possuíam grandes armazéns e as legiões de romanos utilizavam um sistema de distribuição bastante eficiente para a época. Nos tempos modernos a logística foi vista como fator competitivo na indústria a partir da primeira Revolução Industrial e nos campos de batalha das guerras que Napoleão esteve à frente da França. Contudo, em ambos os casos, ainda era um conceito de certa forma primitivo e muito limitado, mas foi fator agravante nos resultados dos eventos (ARBACHE et al., 2004). 16

17 Diversos autores defendem que o conceito contemporâneo de logística tem origem nas atividades militares da segunda guerra mundial. Até então as atividades relacionadas a logística não eram levadas em conta como fatores cruciais nas organizações. Veio então a necessidade de trabalhar na guerra com armazenamento e distribuição de alimentos, equipamentos bélicos, medicamentos e indumentária. Ao final da guerra, estudiosos atentaram ao fado de a logística haver sido fator determinante de sucesso. Nesse período as diversas operações ainda eram tratadas desvinculadamente (ARBACHE et al., 2004, p. 43. RIBEIRO, 2000). Os anos 1960 representaram um tempo de mudanças. Nesta fase se viu o início da integração entre as funções vinculadas à logística nas empresas, buscando uma perspectiva de conexão das atividades de armazenagem, controle de produtos em estoque, manuseio e distribuição. Inclusive, neste tempo veio a percepção de custos totais logísticos. Durante esse período as empresas norte-americanas trabalhavam da maneira que julgassem necessário, ora com grandes inventários, ora com estoques reduzidos (FARIA; COSTA, 2010). Entre as décadas de 1970 e 1980 surgiu a preocupação de foco no cliente, fosse ele o próximo membro da cadeia ou o último. O objetivo das atividades se voltou à redução de custos e otimização de variáveis como tempo e espaço. Foi nesta fase que surgiram programas voltados à produtividade e qualidade total (RIBEIRO, 2000, p. 13. FARIA; COSTA, 2010, p. 19). Na década de 1980 veio à luz o conceito que caracteriza as atividades logísticas até hoje: gestão da cadeia de suprimentos SCM 1, o qual será debatido a seguir. 2.2 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS SCM Mentzer et al. (2001, apud BALLOU, 2006, p. 28) delimitam o gerenciamento cadeia de suprimentos como [...] a coordenação estratégica sistemática das tradicionais funções de negócios e das táticas ao longo dessas funções de negócios no âmbito de uma determinada empresa e ao longo dos negócios no âmbito da cadeia de suprimentos, com o objetivo de aperfeiçoar o desempenho a longo prazo das empresas isoladamente e da cadeia de suprimentos como um todo. Ballou (2006) acredita ser difícil separar a logística empresarial do conceito de cadeia de suprimentos, pois ambas, em termos práticos, têm a mesma missão. Outros autores diferenciam os dois conceitos com clareza e defendem que o conceito de SCM vai além da 1 Supply Chain Management. 17

18 ideia de logística, como Bowersox, Closs e Cooper (2006, p. 21), que descrevem que a logística é seção que lida com a movimentação dentro da cadeia de suprimentos. De acordo com essa noção pode-se dizer que a logística é parte da cadeia de suprimentos e esta representa um conceito mais amplo. Chopra e Meindl (2003, p. 3) também seguem por essa linha, afirmando que enquanto a logística trabalha com parcelas do negócio, a cadeia de suprimentos atenta para a empresa inteira, incluindo todos os fatores que envolvem movimentação de materiais. Essa noção de SCM inicia a partir das expectativas do cliente em obter um produto. O próximo estágio é a loja que o cliente procura para obter o objeto de desejo. A loja que possui o produto abastece suas prateleiras com itens subtraídos do estoque, que podem ter sido fornecidos por um depósito da própria empresa ou por um terceirizado. O fornecedor é abastecido por um fabricante, enquanto este recebe matérias-primas de diversos fornecedores, os quais podem ter sido abastecidos por outros fornecedores (ibid., p. 4). O operador logístico terá papel definido pela empresa que o contrata. Em algumas situações os OLs possuem atividades puramente operacionais, cabendo a empresa pensar estrategicamente; em outras circunstâncias o papel é mais estratégico, cabendo ao OL a integração das atividades da empresa, bem como cadeia de fornecedores, movimentação interna e distribuição. A seguinte imagem representa bem a dinâmica de uma cadeia de suprimentos integrada. Observe o duplo fluxo que envolve informação, produto, serviço, finanças e conhecimento, que circulam entre materiais, fornecedores, empresa, distribuidores e consumidores: Figura 1 Dinâmica da cadeia de suprimentos. Fonte: Bowersox, Closs e Cooper,

19 Um conceito aplicado à SCM nos últimos anos foi o conceito de cadeia de valor, introduzido por Michael Porter (1989). Para o norte americano, a vantagem competitiva não é vista quando observa a empresa inteiramente, mas tem origem nas diversas atividades realizadas em cada um dos setores da organização. Porter prossegue enfatizando a necessidade de cada uma dessas atividades, individualmente, para obter desempenho superior à concorrência, gerando valor na cadeia. Figura 2 A cadeia de valor. Fonte: Christopher, As atividades presentes acima podem ser distinguidas em duas classes: atividades primárias, relacionadas à logística de suprimento, operações, distribuição, marketing, vendas e serviços, e atividades de apoio, como infraestrutura, gestão de pessoas, desenvolvimento de tecnologia e compra de bens e serviços. A vantagem competitiva deriva da maneira como a organização gerencia as atividades na cadeia de valor. Para um OL obter vantagem sobre os oponentes, deve oferecer serviços de valor aos clientes, apresentando-se à frente da concorrência (CHRISTOPHER, 2008, p. 14. BRITO; BRITO, 2012). Slack, Chambers e Johnston (2009) enumeram cinco objetivos de desempenho que uma empresa deve ter em vista para obter vantagem competitiva. Os autores trazem essa perspectiva afirmando que esses objetivos se relacionam a qualquer operação produtiva dentro de uma organização. Os objetivos são qualidade, velocidade, confiabilidade, flexibilidade e custo. Os cinco objetivos possuem relação com a cadeia de suprimentos e a geração de valor nela. 19

20 O objetivo custo é aquele que está diretamente ligado aos outros quatro, por isso é tido como o mais importante. Agir com base em um dos outros quatro objetivos de desempenho não evitará a busca por preços cada vez menores, tendo em vista que a guerra de preços é a maior das batalhas nos negócios e o custo baixo é um objetivo universalmente atraente (ibid. p. 48). De fato, todas as operações têm como objetivo conseguir os menores custos possíveis dentro das exigências predefinidas. Os custos das atividades dos OLs não são somente aqueles que agem diretamente nas operações, mas também os custos de planejar, implementar e controlar todo o inventário de entrada (inbound), em processo de saída (outbound), desde o ponto de origem até o ponto do consumo (IMA, 1992 apud FARIA; COSTA, 2010, p. 69). Na verdade, os custos das atividades OLs permeiam por toda a cadeia de suprimentos. 2.3 OUTSOURCING TERCEIRIZAÇÃO E QUARTEIRIZAÇÃO Duguay et al. (1997 apud NOVAES, 2007) analisaram um período em que as indústrias norte-americanas estavam perdendo competitividade principalmente por causa do feroz crescimento de países asiáticos. No trabalho os autores listaram as principais deficiências das empresas norte-americanas: a) Atenção voltada à produção em massa, com separação intra e interfirmas (visão antagônica à SCM); b) Horizontes de curto prazo; c) Deficiências tecnológicas no desenvolvimento de produtos e na produção; d) Falhas na cooperação clientes-fornecedores. As empresas ocidentais falharam, não percebendo que a competitividade empresarial havia se tornado global e não havia espaço para planejar dentro das áreas funcionais sem a visão de toda a organização. As operações deveriam ser repensadas se as empresas desejassem ser competitivas. Neste período também era comum pensar em logística adequando-a as áreas da empresa, gerando estratégias limitadas e fora de sintonia (DORNIER et al., 2011). Foi para corrigir as falhas internas que surgiu o outsourcing, ou terceirização. No início da difusão do outsourcing, as organizações costumavam contratar serviços secundários, aqueles que não fossem a atividade fim da firma. Tomemos como exemplo uma fábrica X de cadeiras de madeira terceirizaria a entrega dos produtos nos seus respectivos 20

21 locais, mas a atividade-fim era trabalho da própria empresa. Com o passar do tempo foi observado que poderia haver vantagem em terceirizar atividades diretamente vinculadas ao produto final. A fábrica X, atentando para as possíveis reduções de custos, passou a terceirizar a aplicação do verniz nas cadeiras fabricadas pela própria fábrica. Já mais próximo dos dias atuais, algumas empresas passaram a terceirizar mais processos de manufatura e a fábrica X enxugou mais ainda seus processos, de modo que o maior trabalho da própria fábrica X passou a ser integrar a matéria-prima com os processos intermediários, acabamento e a distribuição. Foi em meio a esse contexto que os OLs ou 3PL 2 providers se tornaram fundamentais. Antes de comentar o papel exercido por tais empresas, é necessário entender o que é essencialmente um OL. OLs são empresas que fornecem serviços logísticos para seus clientes. Eles podem operar centro de distribuição, cross-docking, gerenciar a entrega do produto com suas frotas de transporte ou realizar serviços com valor acrescentado, como a reembalagem (CHRISTOPHER, 2012). Segundo Novaes (2007, p. 282), operador logístico [...] é o prestador de serviços logísticos que tem competência reconhecida em atividades logísticas, desempenhando funções que podem englobar todo o processo logístico de uma empresa cliente ou somente parte dele. Uma definição mais difundida e abrangente é a utilizada pela Associação Brasileira de Logística Abralog (apud NOVAES, 2007, p. 282): Operador logístico é o fornecedor de serviços logísticos especializado em gerenciar todas as atividades logísticas ou parte delas nas várias fases da cadeia de abastecimento de seus clientes, agregando valor ao produto dos mesmos, e que tenha competência para, no mínimo, prestar simultaneamente serviços nas três atividades consideradas básicas: controle de estoques, armazenagem e gestão de transporte. Os OLs dão sustentação às terceirizações por poderem ser uma alternativa mais eficiente a algumas das operações envolvidas no negócio, sendo responsável por parte do fluxo logístico, dando a devida continuidade de acordo com os objetivos da contratante. Grandes empresas costumam trabalhar simultaneamente com diversos OLs, o que torna as operações complexas e mais difíceis de serem geridas corretamente. Algumas das vantagens da terceirização são enumeradas por Dornier et al. (2011): a) Aprimoramento do foco do negócio; b) Acesso a maiores capacidades; c) Aceleramento dos benefícios da reengenharia; d) Compartilhamento dos riscos; 2 Third-party logistics. 21

22 e) Maior disponibilidade de recursos para outros fins. Os benefícios da terceirização já são bem conhecidos. Nos últimos anos, contudo, um novo conceito foi desenvolvido, inicialmente pela empresa de consultoria Accenture: a quarteirização. A utilização de múltiplos OLs de especializações distintas transformou o outsourcing em um macroprocesso com alto número de processos menores e através dos problemas que as empresas tinham em lidar com o excesso de terceirizações surgiram as empresas quarteirizadoras ou 4PL 3 providers. Estas são empresas que trabalham na gestão dos processos dos OLs, coordenando-os e disponibilizando ao cliente uma visão completa do fluxo logístico (NOVAES, 2007). Assim como o OL está para a empresa contratante, a quarteirizadora está para o OL. 2.4 COMPLEXIDADES E DESAFIOS Apesar de ser uma área relativamente nova, a SCM se desenvolveu rapidamente pela conjuntura de globalização ascendente. As operações da SCM tomaram proporções mundiais e decisões que envolvem cadeias de vasta complexidade. É comum uma empresa ter fornecedores na Ásia e no continente Americano. Muito do que será exposto neste ponto é fruto da perda de fronteiras reais entre os países através da globalização (SLACK; CHAMBERS; JOHNSTON, 2009). Em nível mundial, os OLs se depararam com a pior recessão das últimas décadas e muitos lutaram arduamente para sobreviver. Estas empresas viram suas receitas estagnando ou crescendo lentamente e importantes executivos da área alertaram que a situação iria permanecer nos anos que se seguiriam. Após os primeiros anos, os impactos foram relativamente contidos, principalmente por causa das políticas governamentais de auxílio às indústrias mais danificadas pela recessão (LIEB, MIN; DeMOND; JOO, 2011). Os OLs têm enfrentado diversos desafios nos anos recentes, mas nenhum se compara ao fato de lidar com redes logísticas cada vez mais complexas e sofisticadas, em que os próprios OLs são partes cruciais das redes. Gerir uma rede com muitos membros é um trabalho difícil e quanto mais pontos uma rede tiver, mais complexa ela será. OLs servem diversas empresas, muitas vezes, de ramos 3 Fourth-party logistics. 22

23 totalmente diferentes, o que exige mais capacitação e tecnologias para lidar com realidades distintas. Com a tendência de terceirizar atividades não-primárias, diversas organizações estão dependentes de fornecedores externos, que por sua vez são dependentes de outros e assim por diante. As redes tomaram uma proporção tão grande que diversas empresas envolvidas na rede sequer chegarão ao conhecimento de alguns provedores que alimentaram a própria cadeia de abastecimento. A complexidade crescente dos processos é outro fator que coloca em xeque o ambiente de certezas. Os processos tendem a ter mais atividades e assim há maior probabilidade de haver discrepâncias entre os resultados planejados e os reais (CHRISTOPHER, 2012). No momento em que o OL elaborar um projeto de operações será preciso tomar certas decisões, como localização das instalações, quais serviços serão oferecidos e quais as tecnologias a serem empregadas. É digno de nota que os OLs estão em um contexto de dependência de diversos fatores. Um desses fatores que mais impactam na produtividade dos OLs é a infraestrutura. Ferreira e França (2004) apontam a relação entre a infraestrutura de um país e seu crescimento econômico, num estudo que traz, a partir de evidências empíricas, os impactos produtivos provocados pela infraestrutura. Os autores expõem os problemas econômicos resultantes quando há fraca atuação da gestão pública, enfatizando as experiências dos países latinoamericanos e dos Estados Unidos da América. Os autores observaram que o fracasso na questão infraestrutural se traduzia em ineficiência operacional das indústrias locais. A falta de investimentos em infraestrutura no Brasil vem sendo igualmente criticada por parte de diversas instituições. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) em 2006 alertou sobre os baixos investimentos e a falta de modernização do aparato estatal neste quesito. Posteriormente, em 2010, a CNI realizou um estudo que culminou no ranking de transportes. Este envolveu aspectos cruciais relacionados à mobilidade, setor energético e setor de telecomunicações. O ranking levou em conta o Brasil e outros 13 países com características socioeconômicas semelhantes. Dentre os 14, o Brasil foi avaliado como 12º na infraestrutura rodoviária, 13º na infraestrutura ferroviária e 14º na infraestrutura portuária. Um estudo mais recente a se destacar é o Índice de Performance em Logística (LPI 4 ), lançado a cada dois anos 5 pelo Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento 4 The Logistics Performance Index. 5 A primeira edição do índice foi em 2007 e a segunda em A partir de então o relatório passou a ser bienal. 23

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO 1 LOGÍSTICA 1 Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO Versa o presente artigo sobre logística e suas aplicabilidades no mundo moderno. A logística foi criada para suprir necessidades durante a Segunda

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO

OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO Fabiana Rubim Cintra Murilo Rodrigues da Silva Patrick Beirigo Andrade RESUMO Este artigo tem o objetivo de expor os principais problemas que o comércio eletrônico

Leia mais

Logística e Distribuição: Definições e Evolução da Logística em um Contexto Global

Logística e Distribuição: Definições e Evolução da Logística em um Contexto Global Logística e Distribuição: Definições e Evolução da Logística em um Contexto Global Neófita Maria de Oliveira (UERN) neofita_maria@yahoo.com.br Athenágoras José de Oliveira (UERN) mara_suy@hotmail.com Mara

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão 1 Roteiro da Apresentação Definições Cadeia de Suprimentos Logística Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

FATORES RELACIONADOS À EFICIÊNCIA DE PORTOS E TERMINAIS DE CARGA

FATORES RELACIONADOS À EFICIÊNCIA DE PORTOS E TERMINAIS DE CARGA FATORES RELACIONADOS À EFICIÊNCIA DE PORTOS E TERMINAIS DE CARGA Karen Vassoler Martins Marta Monteiro da Costa Cruz FATORES RELACIONADOS À EFICIÊNCIA DE PORTOS E TERMINAIS DE CARGA Karen Vassoler Martins

Leia mais

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting Soluções personalizadas para acelerar o crescimento do seu negócio Estratégia Operacional Projeto e Otimização de Redes Processos de Integração Eficácia

Leia mais

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO

CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS RESUMO 1 CADEIA DE SUPRIMENTOS MÉTODOS DE RECEBIMENTOS LEANDRO PANTOJO 1 PETERSON ROBERTO DE LARA 2 VAGNER FUSTINONI 3 RENATO FRANCISCO SALDANHA SILVA 4 VALDECIL DE SOUZA 5 RESUMO O objetivo deste trabalho será

Leia mais

Logistica e Distribuição. Conceito. Nomenclatura dos Operadores Logísticos

Logistica e Distribuição. Conceito. Nomenclatura dos Operadores Logísticos A terceirização de serviços logísticos se constitui uma das Logística e Distribuição novas tendências da prática empresarial moderna, principalmente dentro dos conceitos da Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais:

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais: PROCESSOS GERENCIAIS Conceito de Processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo (Graham e LeBaron, 1994). Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

Gestão Estratégica de Marketing

Gestão Estratégica de Marketing Gestão Estratégica de Marketing A Evolução do seu Marketing Slide 1 O Marketing como Vantagem Competitiva Atualmente, uma das principais dificuldades das empresas é construir vantagens competitivas sustentáveis;

Leia mais

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Processo de EO Procedimentos que são, ou podem ser, usados para formular as estratégias de operações que a empresa deveria adotar (SLACK,

Leia mais

Gestão Colaborativa em Segurança Corporativa. Junho 12. Consultoria Trading Serviços. Copyright NSA Brasil

Gestão Colaborativa em Segurança Corporativa. Junho 12. Consultoria Trading Serviços. Copyright NSA Brasil Junho 12 Consultoria Trading Serviços S ã o P a u l o - B u e n o s A i r e s - M e x i c o C i t y - W a s h i n g t o n - U n i t e d K i n g d o m - C o t e D ' A z u r Research for the Future Gestão

Leia mais

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi LOGÍSTICA 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA O conceito de Logística sempre envolve um fluxo de materiais de uma origem ou destino e, no outro sentido, um fluxo

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

Gestão em Logística. Fundação de Estudos Sociais do Paraná. Luiz Alexandre Friedrich

Gestão em Logística. Fundação de Estudos Sociais do Paraná. Luiz Alexandre Friedrich Gestão em Logística Fundação de Estudos Sociais do Paraná Luiz Alexandre Friedrich Nosso contrato... Fornecedor : Luizão Cliente : Alunos de Adm. da FESP - Fornecer subsídios de teoria e prática de Gestão

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS 1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerencias Curso de Ciências Contábeis Controladoria em Agronegócios ANÁLISE COMPARATIVA DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO E DO

Leia mais

Ementa e Cronograma Programático...

Ementa e Cronograma Programático... Prof. Fabrício Rogério Parrilla Ementa e Cronograma Programático... AULA 01 Estratégia de Operações e Planejamento Agregado AULA 02 Planejamento e Controle de Operações AULA 03 Gestão da Demanda e da Capacidade

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS

UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS 0 UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE UNESC CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUIZ PAULO RONCHI FREITAS AS FUNÇÕES DA CONTROLADORIA E O PERFIL DO CONTROLLER NAS EMPRESAS INTEGRANTES DOS PRINCIPAIS

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO / E.E. ESTERINA PLACCO (EXTENSAO) Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Nível

Leia mais

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Conceitos de Governança de TI Fatores motivadores das mudanças Evolução da Gestão de TI Ciclo da Governança

Leia mais

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta.

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta. Pesquisa IMAM/CEPEAD descreve os níveis de maturidade dos logísticos de empresas associadas Marcos Paulo Valadares de Oliveira e Dr. Marcelo Bronzo Ladeira O Grupo IMAM, em conjunto com o Centro de Pós-Graduação

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT CIÊNCIAS CONTÁBEIS e ADMINISTRAÇÃO Sistemas de Informação Gerencial SUPPLY CHAIN MANAGEMENT maio/2014 APRESENTAÇÃO Em um ambiente onde a mudança é a única certeza e o número de informações geradas é desmedido,

Leia mais

Objetivo. Utilidade Lugar. Utilidade Momento. Satisfação do Cliente. Utilidade Posse

Objetivo. Utilidade Lugar. Utilidade Momento. Satisfação do Cliente. Utilidade Posse Supply chain- cadeia de suprimentos ou de abastecimentos Professor: Nei Muchuelo Objetivo Utilidade Lugar Utilidade Momento Satisfação do Cliente Utilidade Posse Satisfação do Cliente Satisfação do Cliente

Leia mais

Artigo publicado. na edição 17. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. julho e agosto de 2010

Artigo publicado. na edição 17. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. julho e agosto de 2010 Artigo publicado na edição 17 Assine a revista através do nosso site julho e agosto de 2010 www.revistamundologistica.com.br :: artigo 2010 Práticas Logísticas Um olhar sobre as principais práticas logísticas

Leia mais

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade II GOVERNANÇA DE TI

Profa. Gislaine Stachissini. Unidade II GOVERNANÇA DE TI Profa. Gislaine Stachissini Unidade II GOVERNANÇA DE TI Estratégia e governança em TI Estratégia empresarial A palavra estratégia vem do grego strategus = "o general superior ou "generalíssimo. Strategia

Leia mais

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes.

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Tiago Esteves Terra de Sá (UFOP) tiagoeterra@hotmail.com Resumo: Este trabalho busca apresentar

Leia mais

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Estratégia Competitiva é o conjunto de planos, políticas,

Leia mais

Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte

Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte III SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte Alexandre Valentim 1 Heloisa Nogueira 1 Dário Pinto Junior

Leia mais

INDICADORES DE DESEMPENHO

INDICADORES DE DESEMPENHO INDICADORES DE DESEMPENHO Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerencia. (E. Deming) Os indicadores são ferramentas

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística CONCEITOS O nome Supply Chain, cujo termo têm sido utilizado em nosso país como Cadeia de Suprimentos, vem sendo erroneamente considerado como

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos?

- Como utilizar essas medidas para analisar, melhorar e controlar o desempenho da cadeia de suprimentos? Fascículo 5 A medição do desempenho na cadeia de suprimentos Com o surgimento das cadeias de suprimento (Supply Chain), a competição no mercado tende a ocorrer cada vez mais entre cadeias produtivas e

Leia mais

Avaliação de desempenho de instituições federais de ensino superior através da análise por envoltória de dados (DEA)

Avaliação de desempenho de instituições federais de ensino superior através da análise por envoltória de dados (DEA) Avaliação de desempenho de instituições federais de ensino superior através da análise por envoltória de dados (DEA) Carlos Eduardo Martins de Oliveira (UNIFEI) caedunifei@gmail.com João Batista Turrioni,

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

2. Logística. 2.1 Definição de Logística

2. Logística. 2.1 Definição de Logística 2. Logística 2.1 Definição de Logística Por muito tempo a Logística foi tratada de forma desagregada. Cada uma das funções logísticas era tratada independentemente e como áreas de apoio ao negócio. Segundo

Leia mais

João Telles Corrêa Filho Março de 2010

João Telles Corrêa Filho Março de 2010 Administrar é medir. Esta frase dá bem a medida da importância de contarmos com bons indicadores. Mas, afinal, o que são e porque usar medidas de desempenho? Estas medidas, também chamadas de indicadores

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO Marcelo Cristian Vieira 1, Carolina Zavadzki Martins 2,Gerliane

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

Aula 2º bim. GEBD dia16/10

Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Compras e Manufatura (produção) O ciclo de compras liga uma organização a seus fornecedores. O ciclo de manufatura envolve a logística de apoio à produção. O ciclo de atendimento

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos ... lembrando Uma cadeia de suprimentos consiste em todas

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto. O Guia para prever o retorno do investimento do PPM

Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto. O Guia para prever o retorno do investimento do PPM Questão em foco: O ROI do Gerenciamento de Portfólio de Produto O Guia para prever o retorno do investimento do PPM Tech-Clarity, Inc. 2008 Sumário Introdução à questão... 3 Cálculo dos benefícios do Gerenciamento

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA Eduardo Saggioro Garcia Leonardo Salgado Lacerda Rodrigo Arozo Benício Erros de previsão de demanda, atrasos no ressuprimento

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇAO TECNOLÓGICA PÓS GRADUAÇAO LATU SENSU 15 a. Turma Gestão da Logística Logística Empresarial Elenilce Lopes Coelis Belo Horizonte MG Julho - 2006 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO À LOGÍSTICA...PÁGINA

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

Operação do Sistema Logístico

Operação do Sistema Logístico Operação do Sistema Logístico Prof. Ph.D. Cláudio F. Rossoni Engenharia Logística II Objetivo Entender que, possuir um excelente planejamento para disponibilizar produtos e serviços para os clientes não

Leia mais

Como tudo começou...

Como tudo começou... Gestão Estratégica 7 Implementação da Estratégica - BSC Prof. Dr. Marco Antonio Pereira pereira@marco.eng.br Como tudo começou... 1982 In Search of Excellence (Vencendo a Crise) vendeu 1.000.000 de livros

Leia mais

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PALESTRANTE

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PALESTRANTE 20-21 Maio de 2013 Tivoli São Paulo Mofarrej São Paulo, Brasil ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PALESTRANTE Fernando Cotrim Supply Chain Director, Rio 2016 Perguntas: Quais são os desafios de gerenciar o Supply

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br Prof. Elias Garcia Bacharel em Ciências Contábeis 1988 Especialização em Contabilidade

Leia mais

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Mestrado Profissional em Produção. MB-746 Otimização. DEA Data Envelopment Analysis

Instituto Tecnológico de Aeronáutica Mestrado Profissional em Produção. MB-746 Otimização. DEA Data Envelopment Analysis MB-746 Otimização DEA Data Envelopment Analysis Data Envelopment Analysis (DEA) is a nonparametric method for the empirical measurement of productive efficiency of decision making units (DMUs) 1957 - Farrell:

Leia mais

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT MBA EM GERÊNCIA DE SISTEMAS LOGÍSTICOS SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Eduardo Pécora, Ph.D. Reflexão: Como chegar lá? Desenvolvimento Pessoal Rertorno Financeiro Título? Maior eficiência e eficácia? Avaliação

Leia mais

Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras?

Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras? Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras? Introdução O Contexto econômico do mundo globalizado vem sinalizando para as empresas que suas estratégias de

Leia mais

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO

A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES RESUMO A CURVA ABC COMO FERRAMENTA PARA ANÁLISE DE ESTOQUES Leider Simões, Unisalesiano de Lins e-mail: leidersimoes16@hotmail.com Profª M. Sc. Máris de Cássia Ribeiro, Unisalesiano Lins e-mail: maris@unisalesiano.edu.br

Leia mais

LOGÍSTICA: história e conceitos RESUMO

LOGÍSTICA: história e conceitos RESUMO 1 LOGÍSTICA: história e conceitos Newilson Ferreira Coelho FAFIJAN Marilda da Silva Bueno FAFIJAN RESUMO Através de uma pesquisa bibliográfica, este estudo apresenta a logística, sua história e conceitos

Leia mais

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO BURGO, Rodrigo Navarro Sanches, RIBEIRO, Talita Cristina dos Santos, RODRIGUES,

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS Data: 10/03/2001 Peter Wanke INTRODUÇÃO Localizar instalações ao longo de uma cadeia de suprimentos consiste numa importante

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/

Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/ Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/ Muitas empresas se deparam com situações nas tarefas de previsões de vendas e tem como origem

Leia mais

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO Umberto Sales Mazzei Bruno Vieira Bertoncini PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Coordenação Acadêmica: Prof. Jamil Moysés Filho OBJETIVO: Ao final do Curso, o aluno será capaz de: Conhecer

Leia mais

TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO

TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR PRESIDENTE

Leia mais

NeoGrid & Ciclo Desenvolvimento

NeoGrid & Ciclo Desenvolvimento Inteligência e Colaboração na Cadeia de Suprimentos e Demanda NeoGrid & Ciclo Desenvolvimento Paulo Viola paulo.viola@neogrid.com Introdução Tema: Inteligência e Colaboração na Cadeia de Suprimentos e

Leia mais

OPERADORES LOGÍSTICOS. Realidade, Perspectivas e Expectativas no Brasil!

OPERADORES LOGÍSTICOS. Realidade, Perspectivas e Expectativas no Brasil! OPERADORES LOGÍSTICOS Realidade, Perspectivas e Expectativas no Brasil! OPERADOR LOGÍSTICO PROVEDOR DE SERVIÇOS LOGÍSTICOS TERCEIRIZADOS QUE, COM BASE EM CONTRATO, ATENDE A VÁRIAS OU TODAS AS NECESSIDADES

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DE BENCHMARKS PARA A AVALIAÇÃO DE EFICIÊNCIA EM ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS

IDENTIFICAÇÃO DE BENCHMARKS PARA A AVALIAÇÃO DE EFICIÊNCIA EM ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS IDENTIFICAÇÃO DE BENCHMARKS PARA A AVALIAÇÃO DE EFICIÊNCIA EM ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS AUTORES INSTITUIÇÕES Hamilton Bezerra Fraga da Silva Professor na Universidade Gama Filho Luis Perez Zotes

Leia mais

Pesquisa TERCEIRIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO NO BRASIL

Pesquisa TERCEIRIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO NO BRASIL Pesquisa TERCEIRIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO NO BRASIL Data da Pesquisa: Junho 2009 Realização: Pesquisa realizada através do Site www.indicadoresdemanutencao.com.br Divulgação e Colaboração: Divulgação e colaboração

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec ETEC PAULINO BOTELHO EXTENSÃO EE ESTERINA PLACCO Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico

Leia mais

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE SUMÁRIO O que é gestão de estoque...3 Primeiros passos para uma gestão de estoque eficiente...7 Como montar um estoque...12 Otimize a gestão do seu estoque...16

Leia mais

GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES. Introdução aos estudos da Administração da Produção

GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES. Introdução aos estudos da Administração da Produção GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Introdução aos estudos da Administração da Produção 1 Introdução aos estudos da Administração da Produção UNIDADE I Evolução Histórica Objeto de estudo: ambiente, contexto

Leia mais

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr.

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. 15 Aula 15 Tópicos Especiais I Sistemas de Informação Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Site Disciplina: http://fundti.blogspot.com.br/ Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Conceitos sobre Sistemas

Leia mais

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo?

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo? Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenhariade Produção PPGEP/UFSCar 2005 Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Consultor

Leia mais

VOCÊ está satisfeito com a

VOCÊ está satisfeito com a O Que é Logística? Logística e Distribuição A importância da Logística nas empresas 1 Logistica e Distribuição 2 Logistica e Distribuição Necessidade... Todos os dias milhões de produtos são fabricados

Leia mais

Existem três categorias básicas de processos empresariais:

Existem três categorias básicas de processos empresariais: PROCESSOS GERENCIAIS Conceito de Processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo (Graham e LeBaron, 1994). Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Vamos nos conhecer Danillo Tourinho Sancho da Silva, M.Sc Bacharel em Administração, UNEB Especialista em Gestão da Produção

Leia mais

DESAFIOS OPERACIONAIS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO: TRANSFORMADO A PERCEPÇÃO DO CONSUMIDOR

DESAFIOS OPERACIONAIS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO: TRANSFORMADO A PERCEPÇÃO DO CONSUMIDOR 1 DESAFIOS OPERACIONAIS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO: TRANSFORMADO A PERCEPÇÃO DO CONSUMIDOR ENEXT CONSULTORIA: SÉRIE DE WHITE PAPERS Produzido por: Gabriel Lima As informações contidas neste White Paper são

Leia mais

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento M A N U A L TREINAMENTO 1. Introdução A velocidade das mudanças tecnológicas, o aumento da diversidade nos locais de trabalho e a acentuada mobilidade dos trabalhadores atuais são aspectos do mundo contemporâneo

Leia mais

David Vicentin (dvicentin@setecnet.com.br) Gerente de Lean Six Sigma

David Vicentin (dvicentin@setecnet.com.br) Gerente de Lean Six Sigma Carta do Leitor Por: David Vicentin (dvicentin@setecnet.com.br) Gerente de Lean Six Sigma Engenheiro de produção pela Escola Politécnica da USP e especialista em PNL pela SBPNL. Gerente da área de Lean

Leia mais