Apache Wicket. Apache Wicket

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apache Wicket. Apache Wicket"

Transcrição

1 wicket_ Apache Wicket Apache Wicket Um framework simplificado para construir páginas Web dinâmicas Qual desenvolvedor não gostaria de utilizar orientação a objetos na Web? Utilizar componentes reutilizáveis e independentes? Utilizar a pura programação Java e HTML sem fortes vínculos? O framework Apache Wicket pode nos ajudar nos questionamentos levantados devido a sua simplicidade e agilidade, e vem ganhando espaço no mercado para o desenvolvimento de aplicações Web. A principal diferença na utilização do Apache Wicket para o desenvolvimento de aplicações Web com outros frameworks da camada de visão é a utilização de componentes que mantêm seus estados (statefull) e reagem independentemente de outro componente na entrada de dados do usuário. O objetivo deste artigo é demonstrar e estimular os desenvolvedores com a criação de uma página web utilizando o framework Apache Wicket por meio de seus próprios componentes que interagem com as entradas do usuário. A metodologia para criação da página web, proposta neste artigo, compreende primeiramente o nivelamento conceitual sobre alguns pontos fundamentais: relativo a componentes, modelos, templates, application e session e posteriormente a aplicação básica com o Apache Wicket versão e Spring Framework 3.0. Conceitos O Apache Wicket é um framework orientado a componentes que contém um suporte eficaz e independente a componentes que seguem um determinado modelo, possibilitando que novas instâncias sejam plugadas no framework com simplicidade. Trazendo de forma simples a separação de responsabilidades entre as classes Java e o HTML, onde o HTML é usado para criação da interface visual e o Java para o controle de estado e modelo. Os componentes do Apache Wicket se ligam facilmente a classes de modelo, como, por exemplo, a classe Pessoa, através da utilização de models sem a utilização de qualquer arquivo XML para configurar esse vínculo. Sendo um framework orientado a componentes e não a ações, possibilita tanto um suporte eficaz a componentes que seguem um determinado padrão ou modelo de utilização quanto possibilita que instâncias sejam plugadas no framework. Portanto, tudo no Apache Wicket é componente, sendo uma classe Java. Componente Como pilares da construção de uma página, os componentes são responsáveis por sua própria apresentação, como, por exemplo, o componente TextField, que já cria automaticamente sua identidade visual. Cada instância de um componente deve estar atrelada unicamente a um único ID. Caso ocorra duplicidade de ID o Apache Wicket lança uma exceção informando que o componente já está em uso. UsuarioPage Cadastrar Panel Form( Formulário ) TextField( Nome ) Button( Salvar ) Figura 1. Componentes aninhados em uma árvore hierárquica. Os componentes podem estar associados a templates (marcações), onde os arquivos Java e HTML devem residir no mesmo pacote e conter a mesma nomenclatura, como, por exemplo, Page e Panel. Em componentes que não contêm associação a templates, os arquivos estão localizados dentro da superclasse, como, por exemplo, Label e Form. / 40

2 Luis Gustavo Santos Fernandez Formado em Engenharia da Computação pelo Centro Universitário de Brasília. Trabalha com desenvolvimento de software há 6 anos. O Apache Wicket é um framework orientado a componentes que não exige a utilização de códigos HTML especiais, focado em reutilização e que possibilita uma programação Web divertida. Essas são as motivações que levaram Jonathan Locke (autor do Wicket) a criar esse framework que tem ganhado espaço a cada dia no mercado de trabalho. O fator diferencial deste framework é a perfeita sincronia entre o que há de melhor em Tapestry e Echo. Listagem 1. Classe que representa uma página. public class Pratica extends WebPage{ public Pratica(){ add(new Label( rotulo )); add(new TextField<String>( campotexto )); Listagem 2. HTML sem utilização de marcações Wicket, HTML Puro. <html> <span>rotulo</span> <input type= text id= campotexto /> Listagem 3. HTML com utilização de marcações Wicket, HTML Modificado. <html> <span wicket:id= rotulo >Rotulo</span> <input type= text wicket:id= campotexto /> Observe que na criação dos campos Label e TextField deve-se obrigatoriamente colocar o ID do componente correspondente ao markup dentro do HTML. Figura 2. Associação entre os componentes e o HTML. Modelo A parte central do framework são as classes de modelos (Model) responsáveis pelo binding dos PO- JOs aos componentes do Wicket. Essas classes (Model) são identificadas facilmente, pois todo modelo implementa a interface IModel. Wicket POJO TextField(login) PasswordTextField (senha) Model Figura 3. Vínculo POJO/Componentes. Usuário +login:string +senha:string Markup/Tags Os documentos HTML que o Apache Wicket utiliza como template podem conter vários atributos especiais, denominados markup ou simplesmente tags. Para se evitar entraves com editores de HTML devido ao uso de tags específicos do Apache Wicket deve-se declarar o namespace xmlns:wicket. Listagem 4. Exemplos de utilização de namespace. <?xml version= 1.0 encoding= UTF-8?> <html xmlns= xmlns:wicket= > Ou <!DOCTYPE html PUBLIC -//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN strict.dtd > <html xmlns= xmlns:wicket= > 41 \

3 Application A classe base para aplicações do Apache Wicket, application fornece todo o suporte para configurar o projeto. Dentro dessa classe pode-se inicializar o Spring, definir a página principal do projeto, configurar outras bibliotecas como wiquery e JQwicket, dentre outras configurações. É facilmente configurável através do arquivo web.xml Listagem 5. Configurando o Application para Wicket 1.4.x. <?xml version= 1.0 encoding= UTF-8?> <!DOCTYPE web-app PUBLIC -//Sun Microsystems, Inc.//DTD Web Application 2.3//EN > <web-app> <display-name>exemplo MundoJ</display-name> <servlet> <servlet-name>olamundoj</servlet-name> <servlet-class>wicket.protocol.http.wicketservlet </servlet-class> <init-param> <param-name>applicationclassname </param-name> <param-value>br.com.mundoj.application. MeuApplication</param-value> </init-param> <load-on-startup>1</load-on-startup> </servlet> <servlet-mapping> <servlet-name>olamundoj</servlet-name> <url-pattern>/*</url-pattern> </servlet-mapping> <welcome-file-list> <welcome-file>index.html</welcome-file> </welcome-file-list> </web-app> <param-name>applicationclassname </param-name> <param-value>br.com.mundoj.application. MeuApplication</param-value> </init-param> </filter> <filter-mapping> <filter-name>olamundoj</filter-name> <url-pattern>/*</url-pattern> </filter-mapping> </web-app> Criando um projeto Wicket Para a criação de um projeto com recurso do Apache Wicket, primeiramente, é necessário que esteja instalado e configurado a ferramenta Maven versão 2.x ou 3.x. Em seguida, utiliza-se o archetype necessário à criação da estrutura básica (figura 7) fornecida no próprio site do Apache Wicket. Assim que executado o archetype, deve-se executar o comando mvn clean package para que as bibliotecas sejam baixadas de seus repositórios para um repositório local do Maven Listagem 7. Comando para execução do archetype para criação do projeto base. mvn archetype:generate -DarchetypeGroupId=org.apache. wicket -DarchetypeArtifactId=wicket-archetype-quickstart -DarchetypeVersion= DgroupId=br.com.mundoj.wicket -DartifactId=mundoj Listagem 6. Configurando o Application para Wicket 1.5.x. <?xml version= 1.0 encoding= UTF-8?> <web-app xmlns:xsi= XMLSchema-instance xmlns= xmlns:web= web-app_2_5.xsd xsi:schemalocation= javaee version= 2.5 > <display-name>mundoj</display-name> <filter> <filter-name>olamundoj</filter-name> <filter-class>org.apache.wicket. protocol.http.wicketfilter</filter-class> <init-param> Figura 4. Estrutura base gerada através do archetype. / 42

4 Ao utilizar o archetype, é criada a classe WicketApplication (classe suporte para configurações gerais) que é configurada através do arquivo web.xml para a inicialização do framework Apache Wicket. Listagem 8. Configuração do WicketApplication criado através do archetype. <filter> <filter-name>wicket.mundoj</filter-name> <filter-class>org.apache.wicket. protocol.http.wicketfilter</filter-class> <init-param> <param-name>applicationclassname </param-name> <param-value>br.com.mundoj.wicket. WicketApplication</param-value> </init-param> </filter> <filter-mapping> <filter-name>wicket.mundoj</filter-name> <url-pattern>/*</url-pattern> </filter-mapping> Configurando o SpringFramework Para inserção do SpringFramework ao projeto, é necessário adicionar algumas bibliotecas dentro do arquivo pom.xml, em especial a biblioteca wicket- -spring, que fornece a injeção de dependência dentro do Wicket. Listagem 9. Código para inserção das dependências do SpringFramework e Wicket-Spring. <dependency> <groupid>org.apache.wicket</groupid> <artifactid>wicket-spring</artifactid> <version>${wicket.version</version> </dependency> <dependency> <groupid>org.springframework</groupid> <artifactid>spring-core</artifactid> <version>3.0.6.release</version> </dependency> <dependency> <groupid>org.springframework</groupid> <artifactid>spring-context</artifactid> <version>3.0.6.release</version> </dependency> <dependency> <groupid>org.springframework</groupid> <artifactid>spring-web</artifactid> <version>3.0.6.release</version> </dependency> O próximo passo é configurar o Wicket para reconhecer o SpringFramework que deve ser feito na classe WicketApplication. Listagem 10. Código para inicialização do SpringFramework para Wicket 1.4.x na classe WicketApplication. protected void init(){ addcomponentinstantiationlistener( new SpringComponentInjector(this)); Listagem 11. Código para inicialização do SpringFramework para Wicket 1.5.x na classe WicketApplication. public void init() { getcomponentinstantiationlisteners().add( new SpringComponentInjector(this)); A anotação SpringBean Para a anotação ser utilizada na injeção de dependências do Spring Beans, seja um serviço ou um componente, têm-se como pré-requisito a instância do aplicativo Wicket definida em uma variável de segmento local, ou seja, deve-se criar a instância do WicketApplication dentro do arquivo web.xml. Listagem 12. Exemplo de uso da Bean e uma simples classe de private MeuServico public class MeuServico{ //Metodos Criando templates Na criação da identidade visual de um projeto, deve-se atentar para a criação dos templates, um documento sem conteúdo, responsável somente pela apresentação visual (contendo cabeçalho e rodapé, por exemplo). Deste modo, a atenção dos desenvolvedores fica dirigida somente em construir o conteúdo dinâmico de cada página. O Apache Wicket fornece recursos para se utilizar de forma simplificada os templates. Para tornar isso mais compreensível, imagine que se tenha um template base criado por um Web Designer, no qual está especificado o cabeçalho, corpo e rodapé da sua aplicação, onde se deve somente alterar o conteúdo do corpo, dependendo da funcionalidade que se acesse. 43 \

5 Listagem 13. HTML de exemplo para a geração do template base. <html> <head> <!-- links para CSS e JS --> </head> <div id= corpo > <div id= rodape > Para colocar a marcação do Wicket wicket:child, modificando o HTML enviado pelo Web Designer, deve-se substituir o conteúdo de marcação pelo conteúdo do componente derivado da marcação wicket:extend, estendendo a marcação da superclasse com o conteúdo. Listagem 14. HTML modificado para ser utilizado pela aplicação como template base. <html xmlns:wicket= > <head> <!-- links para CSS e JS --> </head> <div id= corpo > <wicket:child/> <div id= rodape > Através da herança se diz ao Wicket que as novas páginas utilizarão propriedades da superclasse, consequentemente a classe filha utilizará a estrutura de template desenhada. Listagem 15. Utilização da herança para reutilização do template. public class MundoJ extends BasePage{ Simulando um cadastro Para simular um cadastro, supondo que o template base já tenha sido criado para a aplicação, deixando que somente as páginas de formulários com seus devidos campos sejam construídos de acordo com as funcionalidades, basta ter o HTML contendo as marcações do Apache Wicket e a classe Java correspondente. Listagem 16. HTML para o formulário. //Listagem 16. HTML para o formulário. <wicket:extend> <form wicket:id= form > Nome: <input type= text wicket:id= nome /> Sexo: <span wicket:id= sexo /> Estado Civil: <select wicket:id= estadocivil > </select> <input type= submit value= Salvar wicket:id= botaosalvar /> <input type= submit value= Voltar wicket:id= botaovoltar /> </form> </wicket:extend> Cada elemento representado no HTML necessariamente terá que ter um componente associado na classe Java. A inicialização dos componentes acontece dentro do construtor da classe, é nesse momento que se adiciona os componentes. Para se estabelecer o vínculo do POJO (necessário implementar a interface java.io.serializable) aos componentes, deve-se utilizar uma classe model, no caso deste artigo a classe CompoundPropertyModel. Listagem 17. POJO Pessoa. //Imports public class Pessoa implements Serializable{ private String nome; private Date dtnascimento; private Sexo sexo; private EstadoCivil estadocivil; //getters and setters O formulário contém os componentes como campo texto, rádio e combobox, o qual devemos adicioná- -los dentro do nosso formulário. Criando formulário Os componentes do formulário, como campo texto, rádio e combobox, devem ser adicionados dentro do formulário. Basta adicionar o componente org. apache.wicket.markup.html.form.form dentro da página (um componente WebPage para o Apache Wicket). O formulário tem a responsabilidade de manipular um POJO, correspondente ao seu caso de uso, e para isso utiliza-se um tipo genérico para tipar / 44

6 o formulário. Além da tipagem, deve-se vincular o POJO ao seu model utilizando a classe org.apache. wicket.model.compoundpropertymodel, responsável por realizar o binding do POJO ao HTML. Listagem 18. Criando o formulário para o POJO Pessoa. Form<Pessoa> formulario = new Form<Pessoa>( form ); formulario.setmodel(new CompoundPropertyModel<Pess oa>(p)); add(formulario); Adicionando um campo-texto A adição do campo-texto ao formulário é bem simples, basta criar uma instância do objeto org.apache.wicket.markup.html.form.textfield e colocar o ID correspondente no HTML. Listagem 19. Adicionando o campo-texto ao formulário. formulario.add(new TextField<String>( nome )); Adicionando um campo de rádio e combobox Para os campos de escolha, como o campo rádio ou combobox, é necessário criar uma lista de objetos referente àquele campo. Essa lista pode ser estática ou um retorno de uma consulta ao banco de dados. A vinculação do componente através do ID correspondente no HTML é imprescindível. Listagem 20. Adicionando o campo rádio ao formulário. //A classe Sexo utilizada é um enum. List<Sexo> listasexo = Arrays.asList(Sexo.values()); RadioChoice<Sexo> radiochoice = new RadioChoice<Sexo>( sexo, listasexo); formulario.add(radiochoice); Para cada elemento contido na lista de objetos, criada através do enum Sexo, será renderizado um novo elemento visual, ou seja, um novo input do tipo radio. Listagem 21. HTML gerado pela renderização dos elementos do Radio. <span> <input name= sexo type= radio checked= checked value= M id= id90-m /> <label for= id90-m >Masculino</label> <input name= sexo type= radio value= F id= id90-f /> <label for= id90-f >Feminino</label> </span> Para esses componentes, o Wicket, por padrão, utiliza o método tostring() para renderizar os valores do rótulo de cada opção e sua posição dentro da lista de valores. Para personalizarmos a renderização desses componentes, pode-se utilizar a classe org. apache.wicket.markup.html.form.ichoicerenderer. Esse componente separa os valores do id e do displayvalue dos componentes para renderizar as informações personalizadas. Listagem 22. Adicionando o campo combobox ao formulário e utilizando o ChoiceRenderer. //A classe EstadoCivil utilizada é um enum IChoiceRenderer<EstadoCivil> renderercombo = new ChoiceRenderer<EstadoCivil> ( descricao, sigla ); DropDownChoice<EstadoCivil> combo = new DropDownChoice<EstadoCivil> ( estadocivil, Arrays.asList(EstadoCivil.values()), renderercombo); formulario.add(combo); Para cada elemento contido na lista criada através do enum EstadoCivil será criado um novo elemento visual, no caso de DropDownChoice será criado um novo option. Listagem 23. HTML gerado pela renderização dos elementos do DropDownChoice. <select id= estadocivil name= estadocivil > <option selected= selected value= >Selecione</option> <option value= C >Casado</option> <option value= S >Solteiro</option> <option value= 55 >Viúvo</option> <option value= 18 >Divorciado</option> </select> Esses componentes oferecem a possibilidade de reprogramarmos o componente e substituir o método wantonselectionchangednotifications, forçando os ids e a volta de valores para o servidor a cada mudança de valores. Adicionando o botão de submit Para conclusão do cadastro, é necessário um botão para submeter os dados inseridos pelo usuário que, neste artigo, se utiliza do componente org. apache.wicket.markup.html.form.button. Deve-se observar que, dentro de um formulário, pode haver diferentes componentes de botão com diferentes comportamentos. A propriedade de modelo para o botão é o value, e esse atributo servirá de rótulo para o botão. Quando se submeter o formulário por padrão (click no botão), o método onsubmit() é invocado primeiramente e logo em seguida o método onsubmit() do formulário. 45 \

7 Caso o comportamento do botão seja de Voltar pode-se utilizar a propriedade defaultformprocessing definindo-o como false fazendo com que as validações de formulários sejam ignoradas. Listagem 24. Criando o botão voltar ignorando a validação do formulário. Button botaovoltar = new Button( botaovoltar ); botaovoltar.setdefaultformprocessing(false); formulario.add(botaovoltar); Para a navegação entre as páginas se utilizará o método setresponsepage que define qual página irá responder ao request. Listagem 25. Criando o botão salvar e reimplementando o método onsubmit(). Button botaosalvar = new Button( botaosalvar ){ //Re-implementando o metodo onsubmit public void onsubmit() { //lógica para persistência dos dados //Retorno de página exemplo 1 setresponsepage(paginaindex.class); //Retorno de página exemplo 2 setresponsepage(new PainaIndex()); //Retorno de página exemplo 3 setresponsepage(webpage); ; formulario.add(botaosalvar); Listagem 27. Enum Sexo e Estado Civil. public enum Sexo { M, F; public enum EstadoCivil { SOLTEIRO( SO, Solteiro ), CASADO( CS, Casado ), DIVORCIADO( DV, Divorciado ), VIUVO( VV, Viuvo(a) ); private String sigla; private String descricao; private EstadoCivil(String sigla, String descricao){ this.sigla = sigla; this.descricao = descricao; public String getsigla() { return sigla; public String getdescricao() { return descricao; Listagem 28. BasePage.java //A funcionalidade dessa classe é ser base para o // template da aplicação public class BasePage extends WebPage{ Versão final do HTML e das classes Java Listagem 26. WicketApplication.java public class WicketApplication extends WebApplication { public Class<MundoJ> gethomepage() { //Página de inicialização da aplicação return MundoJ.class; public void init() { //Inicializando o Spring para Wicket 1.5 getcomponentinstantiationlisteners().add( new SpringComponentInjector(this)); Listagem 29. BasePage.html <html xmlns:wicket= > <head> <!-- links para CSS e JS --> </head> <div id= corpo > <wicket:child/> <div id= rodape > / 46

8 Listagem 30. MundoJ.java public class MundoJ extends BasePage{ public MundoJ(){ Pessoa p = new Pessoa(); Form<Pessoa> formulario = new Form<Pessoa>( form ); formulario.setmodel( new CompoundPropertyModel<Pessoa>(p)); formulario.add(new TextField<String>( nome )); List<Sexo> listasexo = Arrays.asList(Sexo.values()); RadioChoice<Sexo> radiochoice = new RadioChoice<Sexo>( sexo, listasexo); formulario.add(radiochoice); IChoiceRenderer<EstadoCivil> renderercombo = new ChoiceRenderer<EstadoCivil>( descricao, sigla ); DropDownChoice<EstadoCivil> combo = new DropDownChoice<EstadoCivil>( estadocivil, Arrays.asList(EstadoCivil.values()), renderercombo); formulario.add(combo); Button botaovoltar = new Button( botaovoltar ); botaovoltar.setdefaultformprocessing(false); formulario.add(botaovoltar); Button botaosalvar = new Button( botaosalvar ){ //Re-implementando o metodo onsubmit public void onsubmit() { setresponsepage(home.class); ; formulario.add(botaosalvar); add(formulario); Estado Civil: <select wicket:id= estadocivil > </select> <input type= submit value= Salvar wicket:id= botaosalvar /> <input type= submit value= Voltar wicket:id= botaovoltar /> </form> </wicket:extend> Considerações finais O artigo demonstra como é simples e prática a utilização do framework Apache Wicket, que vem cada vez mais ganhando espaço no mercado, onde temos a separação dos códigos dinâmicos e códigos estáticos (Java e HTML + JavaScript). A utilização desse framework permite aos designers a liberdade de criar a identidade visual de um sistema, sem que o mesmo se preocupe com qual componente o desenvolvedor vai utilizar e que poderá afetar sua criação. O Apache Wicket é um framework da camada de apresentação, cuja responsabilidade é manipular o request e response. A simplicidade na sua utilização está em acoplar outros frameworks para serem utilizados como serviços ou persistências de dados, utilizando o Spring Framework ou Guice para injeção de dependências e JPA/Hibernate para a persistência de dados (exemplos). A utilização do Apache Wicket pode ser resumida em uma palavra: simplicidade. /referências Listagem 31. MundoJ.html <wicket:extend> <form wicket:id= form > Nome: <input type= text wicket:id= nome /> Sexo: <span wicket:id= sexo /> > Apache Wicket: > Migrando versão 1.4.x para 1.5.x: https://cwiki.apache. org/wicket/migration-to-wicket-15.html > Exemplos práticos: wicket-examples/ajax/ > Reference library: https://cwiki.apache.org/wicket/ reference-library.html > Spring Framework: > Wicket-Spring: https://cwiki.apache.org/wicket/spring. html 47 \

Parte I. Demoiselle Vaadin

Parte I. Demoiselle Vaadin Parte I. Demoiselle Vaadin O Vaadin é um framework para construção de interfaces web que aplica ideias inovadoras. Apesar de usar o GWT como mecanismo para a exibição de seus componentes, eles tem características

Leia mais

WebWork 2. João Carlos Pinheiro. jcpinheiro@cefet-ma.br

WebWork 2. João Carlos Pinheiro. jcpinheiro@cefet-ma.br WebWork 2 João Carlos Pinheiro jcpinheiro@cefet-ma.br Versão: 0.5 Última Atualização: Agosto/2005 1 Agenda Introdução WebWork 2 & XWork Actions Views Interceptadores Validação Inversão de Controle (IoC)

Leia mais

Criando aplicações ricas com Adobe Flex 3.4 e Java

Criando aplicações ricas com Adobe Flex 3.4 e Java a r t i g o Gilberto Santos (contato@gilbertosantos.com) é graduando do curso de Análise e Desenvolvimento de Software pela PUC- GO, trabalha com Java desde 2005, possui certificação SCJP5 e Adobe Certifield

Leia mais

Artigo JavaMagazine (edição 58)

Artigo JavaMagazine (edição 58) 1 / JBoss Seam Simplicidade e produtividade no desenvolvimento de aplicações Web Aprenda a desenvolver aplicações Web utilizando a integração perfeita entre JSF e EJB 3 FÁBIO AUGUSTO FALAVINHA O JBoss

Leia mais

Molhando os pés com Tapestry, parte 1

Molhando os pés com Tapestry, parte 1 Molhando os pés com Tapestry, parte 1 Daniel Fernandes Martins Se cansou de apenas ouvir falar sobre o framework Tapestry? Se sim, então veja por si só o que o Tapestry pode fazer por você! Sobre o tutorial

Leia mais

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca Desenvolvimento de Aplicações Web Lista de Exercícios Métodos HTTP 1. No tocante ao protocolo de transferência de hipertexto (HTTP), esse protocolo da categoria "solicitação e resposta" possui três métodos

Leia mais

Criação de Servlets Name Directory Build WAR JSP/Servlet frameworks Launch URL Package Class name Generate header comments

Criação de Servlets Name Directory Build WAR JSP/Servlet frameworks Launch URL Package Class name Generate header comments Criação de Servlets 1. Crie um novo projeto através do Menu File New Project. 2. Acesse o Menu File New. 3. Na janela Object Gallery que surgirá, selecione a guia Web. 4. Escolha o ícone que corresponde

Leia mais

Apache Wicket. Cristiano Kliemann, 2009

Apache Wicket. Cristiano Kliemann, 2009 Apache Wicket Cristiano Kliemann, 2009 Introdução Este é um curso apenas introdutório ao Wicket. Não é possível, em tão pouco tempo, falar sobre tudo. É importante continuar com estudos e experimentos.

Leia mais

Guia para Iniciantes do WebWork

Guia para Iniciantes do WebWork Guia para Iniciantes do WebWork Marcelo Martins Este guia descreve os primeiros passos na utilização do WebWork Introdução Desenvolver sistemas para Web requer mais do que simplesmente um amontoado de

Leia mais

Arquitetura de uma Webapp

Arquitetura de uma Webapp Arquitetura de uma Webapp Arquitetura J2EE Containers e componentes MVC: introdução Frederico Costa Guedes Pereira 2006 fredguedespereira@gmail.com Plataforma J2EE World Wide Web e a Economia da Informação

Leia mais

ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Amarildo Aparecido Ferreira Junior 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil aapfjr@gmail.com

Leia mais

Além do JSF: Matriz de Campos com Recursos e Práticas Incomuns

Além do JSF: Matriz de Campos com Recursos e Práticas Incomuns Décio Heinzelmann Luckow (decioluckow@gmail.com): é bacharel em Sistemas de Informação pela Univille e pósgraduando em Gestão de Projetos pela Sustentare Escola de Negócios. Já trabalhou com as linguagens

Leia mais

J2EE. Exemplo completo Utilização Servlet. Instrutor HEngholmJr

J2EE. Exemplo completo Utilização Servlet. Instrutor HEngholmJr J2EE Exemplo completo Utilização Servlet Instrutor HEngholmJr Page 1 of 9 AT09 Exemplo complete Utilização Servlet Version 1.1 December 5, 2014 Indice 1. BASEADO NOS EXEMPLOS DE CÓDIGO DESTA APOSTILA,

Leia mais

Desenvolvimento Web XHTML Formulários. Prof. Bruno E. G. Gomes

Desenvolvimento Web XHTML Formulários. Prof. Bruno E. G. Gomes Desenvolvimento Web XHTML Formulários Prof. Bruno E. G. Gomes 2014 Introdução Um recurso bastante utilizado no desenvolvimento Web é o envio de dados de uma página para o servidor quando fornecemos informações,

Leia mais

Tencologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: WEB I Conteúdo: WEB Container Aula 04

Tencologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: WEB I Conteúdo: WEB Container Aula 04 Tencologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: WEB I Conteúdo: WEB Container Aula 04 Agenda 1. 2. Web Container TomCat 2 3 J2EE permite criar aplicações Web dinâmicas (com conteúdo dinâmico)

Leia mais

Use a Cabeça! FREEMAN, Eric e Elisabeth. HTML com CSS e XHTML BASHMAN, Brian / SIERRA Kathy / BATES, Bert. Servlets & JSP

Use a Cabeça! FREEMAN, Eric e Elisabeth. HTML com CSS e XHTML BASHMAN, Brian / SIERRA Kathy / BATES, Bert. Servlets & JSP Use a Cabeça! FREEMAN, Eric e Elisabeth. HTML com CSS e XHTML BASHMAN, Brian / SIERRA Kathy / BATES, Bert. Servlets & JSP Software cliente: browser e outros Protocolo HTTP Infraestrutura de transporte

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Web. Prof. José Eduardo A. de O. Teixeira www.vqv.com.br / j.edu@vqv.com.br

Desenvolvimento de Aplicações Web. Prof. José Eduardo A. de O. Teixeira www.vqv.com.br / j.edu@vqv.com.br Desenvolvimento de Aplicações Web Programação Contextualização de aplicações Web: navegadores e servidores como interpretadores, tecnologias do lado do cliente (XHTML, CSS, Javascript) e do lado do servidor

Leia mais

Desenvolvimento de aplicação web com framework JavaServer Faces e Hibernate

Desenvolvimento de aplicação web com framework JavaServer Faces e Hibernate Desenvolvimento de aplicação web com framework JavaServer Faces e Hibernate Tiago Peres Souza 1, Jaime Willian Dias 1,2 ¹Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil tiagop_ti@hotmail.com 2 Universidade

Leia mais

AJAX Reverso. Comet com DWR. baseado em

AJAX Reverso. Comet com DWR. baseado em AJAX Reverso baseado em Comet com DWR Aprenda a trabalhar com o AJAX Reverso, técnica ainda pouco explorada que proporciona aos sistemas Web a funcionalidade de atualizar os clientes conforme o servidor

Leia mais

Tutorial para criação de componentes JSF Facelets Por Érico GR 07/08/2007

Tutorial para criação de componentes JSF Facelets Por Érico GR 07/08/2007 Tutorial para criação de componentes JSF Facelets Por Érico GR 07/08/2007 Nível: Intermediário Este tutorial tem como objetivo criar um simples componente que renderiza uma tag label utilizando recursos

Leia mais

SIEP / RENAPI. Dicas HTML e CSS para Desenvolvimento. de um Site/Portal Acessível

SIEP / RENAPI. Dicas HTML e CSS para Desenvolvimento. de um Site/Portal Acessível SIEP / RENAPI Dicas HTML e CSS para Desenvolvimento de um Site/Portal Acessível Setembro de 2009 Dicas HTML e CSS para Desenvolvimento de um Site/Portal Acessível Cuidados em geral Separar adequadamente

Leia mais

Java para WEB. Servlets

Java para WEB. Servlets Servlets Servlets são classes Java que são instanciadas e executadas em associação com servidores Web, atendendo requisições realizadas por meio do protocolo HTTP. Servlets é a segunda forma que veremos

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0

DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0 DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0 Índice 1 - Objetivo 2 - Descrição do ambiente 2.1. Tecnologias utilizadas 2.2. Estrutura de pastas 2.3. Bibliotecas já incluídas 3 - Características gerais 4 - Criando

Leia mais

HTML / JAVASCRIPT. A versão atual é o HTML5 (seus predecessores imediatos são HTML 4.01, XHTML 1.1, etc.).

HTML / JAVASCRIPT. A versão atual é o HTML5 (seus predecessores imediatos são HTML 4.01, XHTML 1.1, etc.). HTML / JAVASCRIPT Estamos iniciando o estudo do HTML através das TAGS (comandos) para construir formulários. Isso facilitará a continuidade dos nossos estudos da linguagem de programação JavaScript, a

Leia mais

Minha primeira aplicação utilizando Java Server Faces + Glassfish

Minha primeira aplicação utilizando Java Server Faces + Glassfish Minha primeira aplicação utilizando Java Server Faces + Glassfish Este tutorial apresenta de forma simples, como iniciar no desenvolvimento com o framework Java Server faces 1.2, utilizando-se o servidor

Leia mais

JSF e PrimeFaces. Professor: Ricardo Luis dos Santos IFSUL Campus Sapucaia do Sul

JSF e PrimeFaces. Professor: Ricardo Luis dos Santos IFSUL Campus Sapucaia do Sul JSF e PrimeFaces Professor: Ricardo Luis dos Santos IFSUL 2015 Agenda Introdução Desenvolvimento Web Java Server Faces Exercício 2 Introdução Ao longo dos anos diversas linguagens de programação foram

Leia mais

COMO FUNCIONA UM FORMULÁRIO

COMO FUNCIONA UM FORMULÁRIO FORMULÁRIOS Constitui-se numa das formas de a máquina cliente enviar informações para que um programa no servidor receba estes dados, processe-os e devolva uma resposta ao usuário, por meio do navegador,

Leia mais

Lidando de Forma Eficiente com Validações Locais de Objetos

Lidando de Forma Eficiente com Validações Locais de Objetos Lidando de Forma Eficiente com Validações Locais de Objetos Aprenda a construir um mini-framework para validar objetos locais sem afetar a complexidade do código. Autor Paulo César M. N. A. Coutinho (pcmnac@gmail.com):

Leia mais

Evolução do Design através de Testes e o TDD

Evolução do Design através de Testes e o TDD c a p a Lucas Souza (lucas.souza@caelum.com.br): é bacharel em Engenharia da Computação pela Universidade de Ribeirão Preto, possui a certificação SCJP e trabalha com Java há 4 anos. Atualmente é desenvolvedor

Leia mais

Aula 9: Fundamentos do JQuery Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 9: Fundamentos do JQuery Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 9: Fundamentos do JQuery Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Capacitar o aluno para o trabalho com o framework JQuery. INTRODUÇÃO JQuery é uma biblioteca

Leia mais

Como criar um EJB. Criando um projeto EJB com um cliente WEB no Eclipse

Como criar um EJB. Criando um projeto EJB com um cliente WEB no Eclipse Como criar um EJB Criando um projeto EJB com um cliente WEB no Eclipse Gabriel Novais Amorim Abril/2014 Este tutorial apresenta o passo a passo para se criar um projeto EJB no Eclipse com um cliente web

Leia mais

Prof. Roberto Desenvolvimento Web Avançado

Prof. Roberto Desenvolvimento Web Avançado Resposta exercício 1: Configuração arquivo web.xml helloservlet br.com.exercicios.helloservlet

Leia mais

Mais sobre uso de formulários Site sem Ajax

Mais sobre uso de formulários Site sem Ajax Mais sobre uso de formulários Site sem Ajax Página com busca padrão 1 Página com o resultado da busca carregada no local da anterior (o formulário está vazio) Site com Ajax 2 Site usando Ajax para preencher

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS

UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS Edi Carlos Siniciato ¹, William Magalhães¹ ¹ Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil edysiniciato@gmail.com,

Leia mais

Criação de um novo projeto no Eclipse utilizando Maven

Criação de um novo projeto no Eclipse utilizando Maven 1. Faça o download da versão mais atual do Eclipse IDE for Java EE Developers em https://www.eclipse.org/downloads/. 2. No Eclipse, crie um novo projeto Maven, em File >> New >> Maven Project 3. Marque

Leia mais

Programação para Internet I

Programação para Internet I Programação para Internet I Aulas 09 e 10 Fernando F. Costa nando@fimes.edu.br Formulários O formulário representa o modo mais importante de interatividade que a linguagem HTML oferece. Um formulário pode

Leia mais

Anotações e Navegação no JSF 2.0

Anotações e Navegação no JSF 2.0 1/16 Anotações e Navegação no JSF 2.0 Simplifique a navegação e a configuração XML com o JSF 2.0 Aprenda a utilizar anotações e navegações implícita e condicional em suas aplicações JSF 2.0 MARCEL TOKARSKI

Leia mais

Curso de Java. Geração de Páginas WEB. TodososdireitosreservadosKlais

Curso de Java. Geração de Páginas WEB. TodososdireitosreservadosKlais Curso de Java Geração de Páginas WEB Aplicação WEB Numa aplicação WEB de conteúdo dinâmico As páginas são construídas a partir de dados da aplicação (mantidos num banco de dados). Usuários interagem com

Leia mais

mhtml:file://d:\utfpr\2009-2\especialização Java\Materiais de Aula\02 - JSF\Estud...

mhtml:file://d:\utfpr\2009-2\especialização Java\Materiais de Aula\02 - JSF\Estud... Página 1 de 7 Precisa de um freelancer, códigosfonte e exemplos Dicas & Truques completos? Contrate Nossa Consultoria Downloads Quem Somos Artigos & Tutoriais Bem-vindo(a) ao meu site. Além de realizar

Leia mais

Minicurso de MVC web com Struts. EclipseDay@Serpro Felipe F Nascimento felipenasc@inf.puc-rio.br

Minicurso de MVC web com Struts. EclipseDay@Serpro Felipe F Nascimento felipenasc@inf.puc-rio.br Minicurso de MVC web com Struts EclipseDay@Serpro Felipe F Nascimento felipenasc@inf.puc-rio.br Agenda MVC Web e Command Visão Geral, Conceitos e terminologia Exemplo Conceitos Avançados Referências Laboratório

Leia mais

ARQUITETURA DO SISTEMA ERP PEGASUS

ARQUITETURA DO SISTEMA ERP PEGASUS ARQUITETURA DO SISTEMA ERP PEGASUS Elaborado por: Bruno Duarte Nogueira Arquiteto de Software Data: 05/03/2012 1 Sumário 1. Introdução... 3 2. Tecnologias... 3 2.1. Web Tier... 3 2.1.1. Facelets 1.1.14...

Leia mais

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO Formulários Os formulários em HTML são usados para selecionar diferentes tipos de entradas do usuário. Um formulário é uma área que

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Curso: Sistemas de Informações Arquitetura de Software Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 7 JPA A Persistência com JPA Para configurar o JPA

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS CONTROLE DE ACESSO USANDO O FRAMEWORK RICHFACES. 5º PERÍODO Gestão da Tecnologia da Informação

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS CONTROLE DE ACESSO USANDO O FRAMEWORK RICHFACES. 5º PERÍODO Gestão da Tecnologia da Informação FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS CONTROLE DE ACESSO USANDO O FRAMEWORK RICHFACES 5º PERÍODO Gestão da Tecnologia da Informação Alunos: Alessandro Aparecido André Alexandre Bruno Santiago Thiago Castilho

Leia mais

Transaction Scripts: Uma Forma mais Simples de Organizar Lógica de Domínio

Transaction Scripts: Uma Forma mais Simples de Organizar Lógica de Domínio Roberto Perillo (jrcperillo@yahoo.com.br) é bacharel em Ciência da Computação e está atualmente cursando mestrado no ITA, onde já concluiu o curso de especialização em Engenharia de Software. Trabalha

Leia mais

Java para Desenvolvimento Web

Java para Desenvolvimento Web Java para Desenvolvimento Web Servlets A tecnologia Servlet foi introduzida pela Sun Microsystems em 1996, aprimorando e estendendo a funcionalidade e capacidade de servidores Web. Servlets é uma API para

Leia mais

Uma introdução ao Google App Engine com GWT

Uma introdução ao Google App Engine com GWT : : www.mundoj.com.br : : Uma introdução ao Google App Engine com GWT Desenvolvendo Java em Cloud Computing. Luiz Felipe Gomes Teixera É desenvolvedor Java na IPNET Soluções com ênfase em aplicações em

Leia mais

Criando documentação com javadoc

Criando documentação com javadoc H Criando documentação com javadoc H.1 Introdução Neste apêndice, fornecemos uma introdução a javadoc ferramenta utilizada para criar arquivos HTML que documentam o código Java. Essa ferramenta é usada

Leia mais

Desenvolvimento de aplicações Web. Java Server Pages

Desenvolvimento de aplicações Web. Java Server Pages Desenvolvimento de aplicações Web Java Server Pages Hamilton Lima - athanazio@pobox.com 2003 Como funciona? Servidor web 2 Internet 1 Browser 3 Arquivo jsp 4 JSP Compilado 2 Passo a passo 1 browser envia

Leia mais

Android Binding. Implementando o padrão de projeto MVVM com MVVM_. Saiba como criar um projeto utilizando o padrão de projeto MVVM no Android

Android Binding. Implementando o padrão de projeto MVVM com MVVM_. Saiba como criar um projeto utilizando o padrão de projeto MVVM no Android MVVM_ Implementando o padrão de projeto MVVM com Android Binding Saiba como criar um projeto utilizando o padrão de projeto MVVM no Android O padrão de projeto MVVM O MVVM (Model-View-ViewModel) foi divulgado

Leia mais

MÓDULO Programação para Web 2

MÓDULO Programação para Web 2 MÓDULO Programação para Web 2 Sistemas Web na JEE OBJETIVO DO MÓDULO Arquitetura Web em aplicações JEE Conceitos iniciais Desenvolvimento Web Aplicações web tornam-se mais e mais importantes Mais e mais

Leia mais

Escrito por Neri Neitzke Qua, 25 de Junho de 2014 14:51 - Última atualização Qua, 25 de Junho de 2014 14:54

Escrito por Neri Neitzke Qua, 25 de Junho de 2014 14:51 - Última atualização Qua, 25 de Junho de 2014 14:54 Java para Web 4, aprenda criar um sistema para web usando MVC (Model View Controller), DAO, JSTL, Custom Tags, HTML5, JavaScript, CSS3, Eclipse, Netbeans, postgresql powerdesigner. São 159 videoaulas em

Leia mais

SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE. Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl

SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE. Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl Roteiro de apresentação Introdução Objetivos Fundamentação Teórica Workflow Processo

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS DO PARANÁ. Sistema de Gestão Escolar PROJETO FINAL Schola Ratio Versão 8

FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS DO PARANÁ. Sistema de Gestão Escolar PROJETO FINAL Schola Ratio Versão 8 FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS DO PARANÁ Sistema de Gestão Escolar PROJETO FINAL Schola Ratio Versão 8 CURITIBA Nov 2012 DJULLES IKEDA OSNIR FERREIRA DA CUNHA Sistema de Gestão Escolar PROJETO

Leia mais

Arquitetura de Aplicações JSP/Web. Padrão Arquitetural MVC

Arquitetura de Aplicações JSP/Web. Padrão Arquitetural MVC Arquitetura de Aplicações JSP/Web Padrão Arquitetural MVC Arquitetura de Aplicações JSP/Web Ao projetar uma aplicação Web, é importante considerála como sendo formada por três componentes lógicos: camada

Leia mais

Criando e Entendendo o Primeiro Servlet Por: Raphaela Galhardo Fernandes

Criando e Entendendo o Primeiro Servlet Por: Raphaela Galhardo Fernandes Criando e Entendendo o Primeiro Servlet Por: Raphaela Galhardo Fernandes Resumo Neste tutorial serão apresentados conceitos relacionados a Servlets. Ele inicial como uma breve introdução do funcionamento

Leia mais

WEBDESIGN. Professor: Paulo Marcos Trentin - paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira

WEBDESIGN. Professor: Paulo Marcos Trentin - paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira WEBDESIGN Professor: Paulo Marcos Trentin - paulo@paulotrentin.com.br http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira Formulários e JavaScript Como visto anteriormente, JavaScript pode ser usada para

Leia mais

HTML5 E WEB SEMÂNTICA, A WEB COM SIGNIFICADO

HTML5 E WEB SEMÂNTICA, A WEB COM SIGNIFICADO HTML5 E WEB SEMÂNTICA, A WEB COM SIGNIFICADO Djalma Gonçalves Costa Junior¹, Willian Barbosa Magalhães¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí - PR - Brasil djalma.g.costajr@gmail.com wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

JavaScript (Funções, Eventos e Manipulação de Formulários)

JavaScript (Funções, Eventos e Manipulação de Formulários) Linguagem de Programação para Web JavaScript (Funções, Eventos e Manipulação de Formulários) Prof. Mauro Lopes 1-31 23 Objetivos Iremos avançar um pouco mais em nosso estudo sobre o JavaScript. Iremos

Leia mais

Geração de códigos de interfaces de usuário a partir da linguagem UIML

Geração de códigos de interfaces de usuário a partir da linguagem UIML Geração de códigos de interfaces de usuário a partir da linguagem UIML Ayslan Trevizan Possebom, Antonio Mendes da Silva Filho, Sérgio Roberto Pereira da Silva Departamento de Informática Universidade

Leia mais

Java EE 6. A revolução do. Um overview sobre as novidades da JSR 316. a r t i g o

Java EE 6. A revolução do. Um overview sobre as novidades da JSR 316. a r t i g o a r t i g o Pedro Henrique S. Mariano (pedro.mariano@caelum.com.br) técnologo em Análise e Desenvolvimento de Sofware pela FIAP, possui as certificações SCJP 6 e SCRUM master.trabalha como consultor e

Leia mais

Aula 06 Usando controles em ASP.NET

Aula 06 Usando controles em ASP.NET Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: Linguagem de Programação Plataforma.NET 2 Aula 06 Usando controles em ASP.NET Nas propriedades do FORM temos a opções EnableViewState. Esta

Leia mais

Programando em PHP. Conceitos Básicos

Programando em PHP. Conceitos Básicos Programando em PHP www.guilhermepontes.eti.br lgapontes@gmail.com Conceitos Básicos Todo o escopo deste estudo estará voltado para a criação de sites com o uso dos diversos recursos de programação web

Leia mais

Acessibilidade no SIEP (Sistema de Informações da Educação Profissional e Tecnológica) Módulo de Acessibilidade Virtual CEFET Bento Gonçalves RS Maio 2008 ACESSIBILIDADE À WEB De acordo com Cifuentes (2000),

Leia mais

Java II. Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com

Java II. Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com Java II Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com Por quê JSP? Com Servlets é fácil Ler dados de um formulário Recuperar dados de uma requisição Gerar informação de resposta Fazer gerenciamento

Leia mais

SCC-0263. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br

SCC-0263. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br SCC-0263 Técnicas de Programação para WEB Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br 1 Cronograma Fundamentos sobre servidores e clientes Linguagens Server e Client side

Leia mais

ARQUITETURA SISGRAD. Manual de Utilização. Versão: 2.0. Criação: 05 de julho de 2007 Autor: André Penteado

ARQUITETURA SISGRAD. Manual de Utilização. Versão: 2.0. Criação: 05 de julho de 2007 Autor: André Penteado ARQUITETURA SISGRAD Manual de Utilização Versão: 2.0 Criação: 05 de julho de 2007 Autor: André Penteado Última Revisão: 09 de outubro de 2009 Autor: Alessandro Moraes Controle Acadêmico - Arquitetura SISGRAD

Leia mais

HTML - 7. Vitor Vaz da Silva Paula Graça

HTML - 7. Vitor Vaz da Silva Paula Graça HTML - 7 Vitor Vaz da Silva Paula Graça 1 Formulários Os formulários forms no HTML, são utilizados para a introdução de dados de uma determinada aplicação Os programas JavaScript têm como um dos seus maiores

Leia mais

Aplicativos JavaEE 6 modularizados com Web Fragments

Aplicativos JavaEE 6 modularizados com Web Fragments Aplicativos JavaEE 6 modularizados com Web Fragments Kleber Xavier Instrutor e Arquiteto de Software Vinicius Senger Instrutor e Arquiteto De Software Agenda Introdução Componentização com JavaEE 6 Plugabilidade

Leia mais

Desenvolvimento Web Introdução a XHTML. Prof. Bruno Gomes

Desenvolvimento Web Introdução a XHTML. Prof. Bruno Gomes Desenvolvimento Web Introdução a XHTML Prof. Bruno Gomes 2014 Introdução HTML e XHTML Estrutura básica do documento DTDs Validação do documento Exercícios HTML e XHTML HTML (Hipertext Markup Language)

Leia mais

Formulário (Send & Recieve) Prof. Celso H. Masotti

Formulário (Send & Recieve) Prof. Celso H. Masotti Formulário (Send & Recieve) Prof. Celso H. Masotti O Send e o Recieve A partir desse momento os exercícios serão realizados com dois arquivos, um de envio de dados (send) e o que recebe esse dados (recieve)

Leia mais

Programação Orientada a Objetos Prof. Rone Ilídio UFSJ/CAP

Programação Orientada a Objetos Prof. Rone Ilídio UFSJ/CAP Programação Orientada a Objetos Prof. Rone Ilídio UFSJ/CAP 1) Introdução Programação Orientada a Objetos é um paradigma de programação bastante antigo. Entretanto somente nos últimos anos foi aceito realmente

Leia mais

Documentação Usando o Javadoc

Documentação Usando o Javadoc Documentação Usando o Javadoc Prof. MSc. João Carlos Pinheiro jcpinheiro@cefet-ma.br Versão 2.1 Última Atualização: 04/2005 1 Comentários e Documentação Comentários em Java Existem três tipos de comentários

Leia mais

Java II. Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com

Java II. Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com Java II Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com Servlets Servlet Aplicação Java que é executada no servidor que estende a capacidade do servidor Web Alternativa Java para os scripts CGI Gerenciado

Leia mais

Programação Web Aula 5 - Javascript Parte 2 - Javascript e HTML

Programação Web Aula 5 - Javascript Parte 2 - Javascript e HTML Programação Web Aula 5 - Javascript Parte 2 - Javascript e HTML Departamento de Informática UFPR 17 de Março de 2014 1 Javascript e HTML 2 Ambiente Hierarquia Propriedades de Document 3 DOM Denição Hierarquia

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO E INTEGRAÇÃO

ESPECIFICAÇÃO E INTEGRAÇÃO \ Sistema Integrado de Gestão de Administrativa - White Paper - ESPECIFICAÇÃO E INTEGRAÇÃO Controle de Versão Versão Responsabilidade Início de elaboração Final de elaboração Atividade 0.01 Renato Crivano

Leia mais

Desmistificando o Hibernate Envers em 10 passos

Desmistificando o Hibernate Envers em 10 passos _envers Desmistificando o Hibernate Envers em 10 passos Auditoria de dados? Registro de Log? Trilha de auditoria? Descubra como é fácil, através do Hibernate Envers, rastrear o histórico de mudanças e

Leia mais

Tércio Oliveira de Almeida. TCC - Nexus - RAS

Tércio Oliveira de Almeida. TCC - Nexus - RAS Tércio Oliveira de Almeida TCC - Nexus - RAS Porto Alegre 12 de novembro de 2009 Tércio Oliveira de Almeida TCC - Nexus - RAS Trabalho de Graduação Orientador: Prof. Dr. Marcelo Soares Pimenta UNIVERSIDADE

Leia mais

SIMULADOS & TUTORIAIS

SIMULADOS & TUTORIAIS SIMULADOS & TUTORIAIS TUTORIAIS HTML Como criar formulários em HTML Copyright 2013 Todos os Direitos Reservados Jorge Eider F. da Silva Proibida a reprodução deste documento no todo ou em parte por quaisquer

Leia mais

JavaServer Faces (JSF) Leonardo Murta (leomurta@ic.uff.br)

JavaServer Faces (JSF) Leonardo Murta (leomurta@ic.uff.br) JavaServer Faces (JSF) Leonardo Murta (leomurta@ic.uff.br) Especificação/IDE/Implementação Esse curso foi preparado em 03/2015 usando a seguinte especificação, IDE e implementação Especificação JavaServer

Leia mais

MÓDULO Programação para Web 2

MÓDULO Programação para Web 2 MÓDULO Programação para Web 2 USANDO O JSF Continuação Interdependência e Injeção Instâncias de Managed Beans podem conversar entre si para dividir o processamento das requisições dos usuários de acordo

Leia mais

HTML (Hyper Text Markup Language) É a linguagem com que se escrevem as páginas web;

HTML (Hyper Text Markup Language) É a linguagem com que se escrevem as páginas web; HTML Introdução Introdução ao HTML HTML (Hyper Text Markup Language) É a linguagem com que se escrevem as páginas web; É uma linguagem de hipertexto; Permite escrever texto de forma estruturada, que está

Leia mais

Introdução ao Javascript

Introdução ao Javascript Programação WEB I Introdução ao Javascript Apresentação da Disciplina,Introdução a linguagem Javascript Objetivos da Disciplina Apresentar os principais conceitos da linguagem Javascript referente à programação

Leia mais

HTML5. Prof. Salustiano Rodrigues de Oliveira saluorodrigues@gmail.com www.profsalu.com.br

HTML5. Prof. Salustiano Rodrigues de Oliveira saluorodrigues@gmail.com www.profsalu.com.br HTML5 Prof. Salustiano Rodrigues de Oliveira saluorodrigues@gmail.com www.profsalu.com.br HTML5 HTML5 é considerada a próxima geração do HTML e suas funcionalidades inovadoras o tornam uma alternativa

Leia mais

Conteúdo Dinâmico. Introdução. Interação Browser x Servidor Web. Interação Browser x Servidor Web

Conteúdo Dinâmico. Introdução. Interação Browser x Servidor Web. Interação Browser x Servidor Web Introdução Formulários rios & Conteúdo Dinâmico Mário Antonio Meireles Teixeira Dept o. de Informática - UFMA A Web surgiu inicialmente como uma nova forma de comunicação de informações, fazendo uso de

Leia mais

Grupo de Usuários Java http://www.guj.com.br JavaServer Faces: A mais nova tecnologia Java para desenvolvimento WEB

Grupo de Usuários Java http://www.guj.com.br JavaServer Faces: A mais nova tecnologia Java para desenvolvimento WEB JavaServer Faces: A mais nova tecnologia Java para desenvolvimento WEB Talita Pitanga Conheça um pouco sobre a mais nova tecnologia para desenvolvimento de aplicações WEB: JavaServer Faces. Introdução

Leia mais

DWR DIRECTED WEB REMOTING

DWR DIRECTED WEB REMOTING DWR DIRECTED WEB REMOTING Vamos ver nesse artigo um pouco sobre o Frameworks Ajax para Java, o DWR. Vamos ver seus conceitos, utilidades, vantagens, algumas práticas e fazer o passo a passo para baixar,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSOS

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSOS 1 de 6 PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSOS BURITREINAMENTOS MANAUS-AM MARÇO / 2015 2 de 6 PACOTES DE TREINAMENTOS BURITECH A Buritech desenvolveu um grupo de pacotes de treinamentos, aqui chamados de BuriPacks,

Leia mais

Desenvolvendo Portlets utilizando JSF, Ajax, Richfaces. Gustavo Lira Consultor 4Linux gustavo@4linux.com.br

Desenvolvendo Portlets utilizando JSF, Ajax, Richfaces. Gustavo Lira Consultor 4Linux gustavo@4linux.com.br Desenvolvendo Portlets utilizando JSF, Ajax, Richfaces Gustavo Lira Consultor 4Linux gustavo@4linux.com.br Desenvolvendo Portlets utilizando JSF, Ajax, Richfaces O que será apresentado é uma continuação

Leia mais

Plugins para Integração

Plugins para Integração : : www.mundoj.com.br : : Adriano Di Foggi Oliveira (adriano.oliveira@venturus.org.br): é formado em Tecnologia em Processamento de Dados, pela FATEC-SP, e pós-graduado MBA em Gestão de TI, pela UNISA.

Leia mais

Novemax Biblioteca OO para abstração de componentes HTML, desenvolvida em PHP

Novemax Biblioteca OO para abstração de componentes HTML, desenvolvida em PHP Novemax Biblioteca OO para abstração de componentes HTML, desenvolvida em PHP Isac Velezo de C. Aguiar isacaguiar@gmail.com Jailson Oliveira da Boa Morte jailsonboamorte@gmail.com Instituto de Matemática

Leia mais

Patrick Augusto Gonçalves pkgoncalves@gmail.com

Patrick Augusto Gonçalves pkgoncalves@gmail.com Single Page Apps com AngularJS Patrick Augusto Gonçalves pkgoncalves@gmail.com Vamos Começar do Começo O que são Single Page Apps? Por que usar? O que eu ganho com isso? Modelo Clássico de Aplicações Web

Leia mais

Unidade 9: Middleware JDBC para Criação de Beans

Unidade 9: Middleware JDBC para Criação de Beans Programação Servidor para Sistemas Web 1 Unidade 9: Middleware JDBC para Criação de Beans Implementando MVC Nível 1 Prof. Daniel Caetano Objetivo: Preparar o aluno para construir classes de entidade com

Leia mais

1-03/11/03 INTRODUÇÃO

1-03/11/03 INTRODUÇÃO 1-03/11/03 INTRODUÇÃO JavaScript é uma linguagem que permite injetar lógica em páginas escritas em HTML (HiperText Mark-up Language). As páginas HTML podem ser escritas utilizando-se editores de texto,

Leia mais

sobre rogério gonçalves gerente de projetos > digitale agência digital rogerio@digitale.com.br h7p://www.digitale.com.br h7p://leveme.

sobre rogério gonçalves gerente de projetos > digitale agência digital rogerio@digitale.com.br h7p://www.digitale.com.br h7p://leveme. sobre rogério gonçalves gerente de projetos > digitale agência digital rogerio@digitale.com.br h7p://www.digitale.com.br h7p://leveme.la/rogerio definição - é uma forma de programar e organizar um sistema

Leia mais

Introdução. Templates. Configurações. Componentes. Prof. Enzo Seraphim

Introdução. <facelets> Templates. Configurações. Componentes. Prof. Enzo Seraphim Introdução Templates Configurações Componentes Prof. Enzo Seraphim Definição Linguagem de descrição de páginas (PDL Page Description Language) criada para JSF. Estabelece templates que suportam

Leia mais

!" # # # $ %!" " & ' ( 2

! # # # $ %!  & ' ( 2 !"# # #$ %!" "& ' ( 2 ) *+, - 3 . / 4 !" 0( # "!#. %! $""! # " #.- $ 111.&( ( 5 # # 0. " % * $(, 2 % $.& " 6 # #$ %% Modelo (Encapsula o estado da aplicação) Implementado como JavaBeans Responde a consulta

Leia mais