Grupo Auto-Industrial

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1 23 de Julho de 2015 Grupo Auto-Industrial Emitente Rating de Emitente B Auto-Industrial, S.A. Curto Prazo Rating de Emissão Auto-Industrial, S.A. B CAM - Camiões Automóveis e Motores, S.A. Curto Prazo Auto Industrial, SGPS, S.A. FUNDAMENTOS DA NOTAÇÃO A ARC Ratings, S.A. (ARC Ratings) confirmou os ratings "B" atribuídos aos compromissos financeiros de curto prazo da empresa portuguesa de comércio automóvel Auto-Industrial, S.A. (AI) e das suas participadas CAM - Camiões Automóveis e Motores, S.A. (CAM) (totalmente detida pela AI) e Auto-Industrial, SGPS, S.A. (AI SGPS) (na qual a AI detém uma participação accionista de 64%), com base na opinião de que, não obstante deterem actualmente capacidade para cumprir os seus compromissos financeiros, estas empresas deparam-se com importantes constrangimentos (ver em baixo) que podem influenciar o seu pagamento atempado e na íntegra. PERFIL DO GRUPO A AI, fundada em 1920 e sedeada em Portugal, é a holding e a principal empresa de um grupo, incluindo a CAM, que se dedica às actividades de representação e comercialização automóvel em Portugal, incluindo a venda de peças e acessórios e serviços de assistência técnica, e de importação e venda de tractores e outras máquinas agrícolas. A AI SGPS detinha até recentemente uma participação estratégica no sector financeiro automóvel, mantendo actualmente uma participação num banco em Portugal (1,9% no Banif - Banco Internacional do Funchal, S.A. (Banif)). A estrutura accionista da AI continua a estar dispersa por um número alargado de accionistas individuais, cada qual não detendo mais de 11,0% do capital social da AI. No entanto, um núcleo de dez accionistas históricos, os maiores accionistas, que em conjunto detêm 63,2% do capital social da AI, mantêm a estabilidade accionista e da gestão da AI. OS FACTORES CHAVE DA NOTAÇÃO DO GRUPO AI SÃO OS SEGUINTES: A importância do Grupo AI no mercado português Os pontos de venda do Grupo AI, no mercado dos carros novos, estão localizados em cinco das principais cidades portuguesas (Lisboa, Porto, Aveiro, Coimbra e Leiria) e algumas outras cidades médias entre estas, o que é estratégico para os fabricantes automóveis. O Grupo AI tem quotas de mercado de cerca de 15% nas vendas da Opel e da Ford em Portugal, cerca de 8% nas vendas da Mercedes, cerca de 5% nas vendas da Fiat e da Mitsubishi e de cerca de 3% nas vendas da Renault e da Dacia. Na actividade de importação e venda de tractores agrícolas o Grupo AI tem cerca de 20% de quota de mercado em Portugal. DATA DO RATING 23 de Julho de 2015 VALIDADE DO RATING 25 de Janeiro de 2016 RATING INICIAL 28 de Agosto de 2014 ÚLTIMA REVISÃO 27 de Fevereiro de 2015 DATA DA PRÓXIMA REVISÃO 25 de Janeiro de 2016 PERÍODO ANALISADO Histórico: 2010 ao 1º Tr Previsional: 2015 METODOLOGIA APLICADA Metodologia de Empresas não Financeiras da ARC Ratings disponível em CONTACTOS Carlos Leitão Analista Principal Emma-Ja Jane Fulcher Acting Chief Ratings Officer & Presidente do Painel 180 Piccadilly London, W1J 9HF UNITED KINGDOM Tel: +44 (0) Website: ARC Ratings, S.A. 1

2 Recuperação da geração de fundos A recuperação da geração de fundos das suas actividades, reflectindo sobretudo a recuperação do mercado automóvel português, os pontos fortes do Grupo neste mercado e a redução de custos do Grupo. O volume de negócios aumentou 9,0% em 2014 e a margem EBITDA aumentou de 1,9% em 2013 para 2,8% em OS PRINCIPAIS CONSTRANGIMENTOS DAS NOTAÇÕES DO GRUPO AI SÃO: Elevado endividamento O Grupo AI tem um nível de endividamento muito elevado, reflectindo sobretudo os investimentos realizados no sector financeiro que desvalorizou muito significativamente durante a crise financeira em Portugal. Recentemente o Grupo tem reduzido o seu endividamento com a geração de fundos e desinvestimentos no sector financeiro. O rácio dívida financeira líquida / EBITDA baixou de 22,3 vezes no fim de 2013 para 12,4 vezes no fim de Em Junho de 2015 a AI SGPS concluiu a venda da sua participação na Banif Mais, S.G.P.S., S.A. (Banif Mais SGPS), tendo recebido 10,6 milhões de euros (M ), que foram quase totalmente aplicados na redução da sua dívida financeira. Concentração das vendas As vendas de carros novos pelo Grupo AI estão concentradas num pequeno número de marcas: Opel (30,2% em 2014), Ford (20,5%), Mercedes (18,7%), Renault (12,8%) e Fiat (7,4%). As vendas das marcas dos grupos General Motors e Ford Motor representaram 52,8% das vendas de carros novos pelo Grupo AI em O desempenho do Grupo AI depende do desempenho destas marcas e grupos construtores. Elasticidade da procura - O consumo de novos carros, sendo bens duráveis, apresenta uma elevada elasticidade, decrescendo muito significativamente durante as crises económicas. Isto é em parte compensado pela maior estabilidade nas actividades de serviços de assistência técnica e de venda de peças e acessórios, e pela comercialização de carros usados que tende a ter um melhor desempenho durante as crises. Também a actividade de importação e venda de tractores e outras máquinas agrícolas teve um bom desempenho durante a última crise económica em Portugal. CAPACIDADE DE GERAÇÃO DE FUNDOS E EVOLUÇÕES RECENTES Em 2014 o volume de negócios do Grupo AI aumentou 9,0% face a 2013, para 228,3 M, reflectindo um aumento de 16,0% na venda de carros novos (para 103,7 M, representando 45,4% do volume de negócios total), um aumento de 10,1% na venda de peças e acessórios (para 37,8 M ) e um aumento de 8.6% na venda de carros usados (para 48,2 M ), enquanto o volume de negócios nos serviços de assistência técnica e na venda de tractores e outras máquinas agrícolas diminuiu (-3,1%, para 9,9 M, e -8,2%, para 27,5 M, respectivamente). No primeiro trimestre de 2015 o volume de negócios agregado das empresas do Grupo AI aumentou 3,9% face ao período homólogo de No segmento dos carros novos, as vendas em quantidade do Grupo AI aumentaram 24,9% em 2014, para unidades, enquanto o mercado português aumentou 36,1%, tendo a quota de mercado do Grupo diminuído 0,3 pontos percentuais (pp), para 3,0%. Depois de dois anos de quedas significativas (-29,8% em 2011 e -40,7% em 2012), o mercado português começou a recuperar em 2013 (+11,7%), tendo acelerado em 2014 (+36,1%). Este desempenho do mercado manteve-se nos primeiros meses de 2015: +33,2% no primeiro trimestre e +30,2% nos primeiros cinco meses (face aos respectivos períodos homólogos de 2014). As vendas do Grupo AI cresceram menos do que o mercado em 2014, reflectindo sobretudo o encerramento de operações menos rentáveis, a perda da concessão da BMW e a saída da Chevrolet de Portugal. Nos primeiros meses de 2015 as vendas do Grupo AI diminuíram: -3,6% no primeiro trimestre e -9,1% nos primeiros cinco meses, reflectindo ainda o encerramento de operações menos rentáveis, a perda da concessão da BMW e a saída da Chevrolet de Portugal, mas também reflectindo um nível de vendas para operadores de rent-a-car e outros frotistas particularmente elevado nos primeiros meses de Note-se que as vendas para operadores de frotas são ARC Ratings, S.A. 2/9

3 muito menos rentáveis do que as vendas no retalho e as vendas do Grupo AI no retalho cresceram nos primeiros meses de 2015: +0,8% no primeiro trimestre e +7,8% nos primeiros cinco meses. No segmento dos carros usados, as vendas em quantidade do Grupo AI aumentaram 2,2% em 2014, para unidades, mas diminuíram nos primeiros meses de 2015: -4,8% no primeiro trimestre e -10,4% nos primeiros cinco meses, reflectindo a escassez de carros usados. A redução do volume de negócios da actividade de prestação de serviços de assistência técnica em 2014 (-3,1%) reflecte sobretudo o encerramento de duas operações menos rentáveis (uma em Março e a outra no fim de Junho). GRUPO AI - INDICADORES OPERACIONAIS Jan a Mar 2015 Jan a Mar 2014 Jan a Mai 2015 Jan a Mai Volume de Negócios (Milhares de Euros) n.d. n.d. Vendas de Carros Novos n.d n.d. n.d. n.d. n.d. Vendas de Carros Usados n.d n.d. n.d. n.d. n.d. Vendas de Peças e Acessórios n.d n.d. n.d. n.d. n.d. Serviços de Assistência Técnica n.d n.d. n.d. n.d. n.d. Vendas de Tractores e Outras Máquinas Agrícolas n.d n.d. n.d. n.d. n.d. Outros n.d n.d. n.d. n.d. n.d. Volume de Negócios (% no Total) Vendas de Carros Novos n.d. 53,6% 44,7% 42,7% 45,4% n.d. n.d. n.d. n.d. Vendas de Carros Usados n.d. 15,6% 18,8% 21,2% 21,1% n.d. n.d. n.d. n.d. Vendas de Peças e Acessórios n.d. 15,5% 18,6% 16,2% 16,4% n.d. n.d. n.d. n.d. Serviços de Assistência Técnica n.d. 4,5% 5,7% 4,9% 4,4% n.d. n.d. n.d. n.d. Vendas de Tractores e Outras Máquinas Agrícolas n.d. 10,3% 11,6% 14,3% 12,1% n.d. n.d. n.d. n.d. Outros n.d. 0,5% 0,5% 0,7% 0,7% n.d. n.d. n.d. n.d. Mercado Português de Carros Novos (Unidades) Vendas do Grupo AI de Carros Novos (Unidades) Quota de Mercado do Grupo AI (%) 3,8% 3,4% 3,4% 3,3% 3,0% 2,8% 2,0% 3,1% 2,2% Principais Marcas Vendidas pelo Grupo AI (% no Total) Opel 28,6% 25,9% 28,7% 26,8% 30,2% 22,1% 22,9% 30,3% 27,4% Ford 25,3% 24,5% 21,2% 17,0% 20,5% 14,7% 30,0% 18,5% 25,9% Mercedes 9,9% 11,1% 14,1% 17,2% 18,7% 19,8% 23,2% 16,7% 21,7% Renault 7,4% 7,3% 6,9% 13,4% 12,8% 20,0% 8,8% 15,0% 8,0% Fiat 6,8% 5,6% 6,4% 6,9% 7,4% 6,7% 5,6% 6,8% 7,7% Outras 22,0% 25,6% 22,6% 18,7% 10,4% 16,8% 9,4% 12,7% 9,3% Vendas para Rent-a-Cars e Outros Frotistas (% no Total) 31,2% 35,8% 30,2% 31,2% 35,7% 33,4% 30,0% 41,8% 30,6% Vendas do Grupo AI de Carros Usados (Unidades) Mercado Português de Tractores Agr. (Unidades) n.d. n.d. Vendas do Grupo AI de Tractores Agr. (Unidades) n.d. n.d. Quota de Mercado do Grupo AI (%) 19,6% 20,3% 19,0% 18,3% 19,8% 22,9% 20,0% n.d. n.d. Número Médio de Trabalhadores do Grupo AI n.d. n.d. Valores arredondados. O Volume de negócios dos primeiros trimestres não é consolidado, mas agregado, ou seja, sem anular as transacções intra-grupo. n.d. - não disponível Fonte: Auto-Industrial. Na actividade de importação e venda de tractores e outras máquinas agrícolas, as vendas em quantidade do Grupo AI aumentaram 2,6% em 2014, enquanto o mercado português decresceu 5,3% (a quota de mercado do Grupo aumentou 1,5 pp, para 19,8%). No primeiro trimestre de 2015 o mercado cresceu 12,3% face ao período homólogo de 2014, mas as vendas do Grupo AI diminuíram 1,6% devido ao excepcional desempenho positivo registado nos primeiros meses de A quota de mercado do Grupo no primeiro trimestre de 2015 foi de 20,0% (ainda superior à registada no ano completo de 2014). O Grupo AI é o representante em Portugal das seguintes marcas de tractores: Kubota (segunda marca no mercado português), Landini, Fendt e Claas. ARC Ratings, S.A. 3/9

4 Em 2014 o EBITDA do Grupo AI ascendeu a 6,3 M, com um aumento de 56,2% face a 2013, o que compara com um aumento de 9,0% no volume de negócios. Assim, a margem EBITDA aumentou de 1,9% em 2013 para 2,8% em 2014, reflectindo a redução da importância das despesas fixas no volume de negócios de 9,7% em 2013 para 8,8% em No primeiro trimestre de 2015 estima-se que o EBITDA tenha aumentado em 35,1%, para 2,3 M, com um aumento de 0,9 pp na margem EBITDA, para 3,7%. Note-se que o Grupo AI reduziu os seus gastos com pessoal em 21,6% (ou 5,1 M ) entre 2010 e O número médio de colaboradores diminuiu de 964 em 2010 para 732 em 2014 (-24,1%). No primeiro trimestre de 2015 o número médio de colaboradores registou um decréscimo homólogo de 6,0%, para 721. Este processo de redução da estrutura do Grupo envolveu um gasto de 1,7 M com indemnizações ao pessoal entre 2011 e GRUPO AI - DADOS FINANCEIROS E RÁCIOS (MILHARES DE EUROS) Jan a Mar 2015 Jan a Mar VOLUME DE NEGÓCIOS EXCEDENTE BRUTO DE EXPLORAÇÃO (EBITDA) RESULTADO OPERACIONAL (EBIT) (21 741) (80 700) ( ) RESULTADO FINANCEIRO (2 093) (3 175) (3 923) (5 198) (1 259) (1 204) RESULTADOS NÃO CORRENTES (257) (453) (9 899) (9 656) 0 RES. CONSOL. LÍQUIDO DO PERÍODO (17 605) (56 349) (70 945) (6 162) (6 032) 532 TOTAL DO ACTIVO n.d. n.d. FUNDO MANEIO LIQUIDO (FML) (12 069) (15 918) (50 677) (17 176) (23 414) n.d. n.d. NECESSIDADES EM FUNDO MANEIO (NFM) n.d. n.d. TESOURARIA LIQUIDA (TRL) (68 928) (69 603) (91 974) (45 300) (45 168) n.d. n.d. DÍVIDA FINANCEIRA LÍQUIDA n.d. n.d. EBITDA em % do Vol. Negócios 3,3% 1,6% 0,3% 1,9% 2,8% 2,8% 3,7% REND. OPERAC. DO VOLUME DE NEGÓCIOS (%) 3,5% (8,7%) (43,4%) (53,3%) 2,2% 2,0% 2,5% REND. OPERAC. DO ACTIVO (%) 4,5% (11,7%) (50,7%) (86,8%) 4,5% n.d. n.d. Custo Bruto do Capital Alheio (%) 1,9% 3,5% 3,5% 4,3% 4,3% n.d. n.d. REND. LÍQUIDA DO VOLUME DE NEGÓCIOS (%) 2,4% (7,1%) (30,3%) (33,9%) (2,7%) (10,3%) 0,9% Taxa de Distribuição de Resultados (%) 24,4% (2,1%) (0,1%) Cobertura dos Gastos Fin. de Financia/ pelo EBITDA (x) 4,3 0,9 0,1 0,7 1,2 1,3 1,9 Dívida Financeira Líquida / EBITDA (x) 7,4 22,2 197,1 22,3 12,4 n.d. n.d. Autonomia Financeira (Incl. Int. Minoritários) (%) 48,9% 30,6% 9,3% (1,2%) (10,8%) n.d. n.d. Endividamento (%) 51,1% 69,4% 90,7% 101,2% 110,8% n.d. n.d. Estrut. do Endividamento (C.P. em % do Total) 90,7% 90,8% 88,5% 65,7% 73,8% n.d. n.d. Risco de Liquidez = Dív. de Fin. Líq. a C.P. / (Dív. de Fin. Líq. a C.P. + Fin. Não Utilizados) (%) Risco de Taxa de Juro = % de Dív. de Fin. Líquida a Taxa Indexada (%) (a) 85,8% 91,9% 96,2% 88,1% 90,2% n.d. n.d. 76,3% 100,0% 97,5% 97,2% 98,4% n.d. n.d. Liquidez Geral (Activo Corrente / Passivo Corrente) (%) 90,4% 86,4% 60,3% 79,9% 74,0% n.d. n.d. Liquidez Reduzida ((Act. Corrente - Inventários)/Passivo Corrente) (%) 46,1% 36,5% 24,8% 33,2% 28,4% n.d. n.d. Valores arredondados. n.d. = Não disponível. Contas com ajustamentos efectuados pela ARC Ratings para efeitos de análise. Contas de 2014 auditadas pela BDO & Associados, SROC, Lda.. As contas intercalares não foram auditadas e foram consolidadas de uma forma simplificada. (a) Dívida de financiamento a taxa indexada ou a taxa revisível até 1 ano. Fontes: Relatórios e Contas do Grupo AI. As despesas financeiras diminuíram 8,0% em 2014, para 5,2 M, reflectindo a redução da dívida financeira (ver em baixo). Combinado com o aumento do EBITDA, a cobertura dos gastos financeiros de financiamento pelo EBITDA aumentou assim de 0,7 vezes em 2013 para 1,2 vezes em A participação accionista no Banif tem tido um impacto severo na rendibilidade do Grupo AI desde Em 2014 o Grupo AI registou perdas líquidas não correntes de 9,7 M da venda de acções do Banif (aplicando o método first-in-first-out na valorização do custo das acções). Em 2013 o Grupo registou 112,6 M de perdas de imparidade e justo valor (97,7 M na conversão em acções de valores mobiliários obrigatoriamente convertíveis e ARC Ratings, S.A. 4/9

5 14,9 M na mudança de método de valorização das acções) e 1,3 M de ganhos com juros dos referidos valores mobiliários antes da conversão em acções. Note-se que parte (36,05%) das perdas e ganhos com a participação no Banif pertence a interesses minoritários. Neste contexto, o Grupo AI registou um resultado líquido negativo de 6,2 M em 2014, o que compara com um resultado líquido negativo de 70,9 M em Excluindo as perdas e ganhos com o Banif, o resultado líquido do Grupo AI seria praticamente nulo em 2014, o que compara com -3,8 M em 2013 (excluindo também um ganho de 4,0 M na venda de um edifício). No primeiro trimestre de 2015 o Grupo estima ter registado um resultado líquido de 0,5 M. POLÍTICA FINANCEIRA Em 2014 o Grupo AI investiu perto de 1,0 M em activos fixos tangíveis, o que compara com 2,2 M de amortizações respectivas, e desinvestiu 6,0 M em acções do Banif. O activo total do Grupo diminuiu 18,3 M (ou 14,3%) em 2014, para 110,2 M no fim de ano, reflectindo sobretudo uma redução de 15,3 M no investimento na participação do Banif, de 27,7 M no fim de 2013 para 12,3 M no fim de 2013, relativa à venda de acções nos primeiros meses de 2014 e à redução de justo valor (a cotação das acções baixou 45,7%, de 1,05 cêntimos de euro por acção para 0,57 cêntimos por acção). O Banif continua o seu processo de reestruturação, tendo ainda registado perdas muito significativas em 2014 (ver anexo 1). Desde o fim de 2014 a cotação das acções do Banif tem se mantido sempre acima da cotação de fecho de 31 de Dezembro de As necessidades em fundo de maneio do Grupo diminuíram em 6,4 M em 2014 (o prazo médio de recebimentos baixou 8 dias, para 45 dias, o prazo de permanência de existências baixou 5 dias, para 75 dias e o prazo médio de pagamentos aumentou um dia, para 59 dias). Assim, reflectindo sobretudo a redução nas necessidades em fundo de maneio e o encaixe com a venda de acções do Banif, o Grupo AI reduziu a sua dívida financeira líquida em 11,8 M, ou 13,1%, para 78,0 M (note-se que em 2013 a dívida financeira líquida baixou em 10,2 M através da redução das necessidades em fundo de maneio). O rácio dívida financeira líquida / EBITDA baixou de 22,3 vezes no fim de 2013 para 12,4 vezes no fim de 2014, enquanto o rácio de autonomia financeira (incluindo interesses minoritários) continuou a diminuir, passando de -1,2% no fim de 2013 para -10,8% no fim de Note-se que o nível muito elevado de alavancagem e os capitais próprios negativos reflectem a desvalorização do investimento no Banif. No fim de 2014 o passivo total do Grupo AI ascendia a 122,1 M (menos 8,0 M ou 6,2% do que no fim de 2013) e era essencialmente constituído por dívida financeira, no montante de 78,2 M (menos 11,8 M do que no fim de 2013), e por passivo circulante, no montante de 42,2 M (mais 5,2 M ou 14,2% do que no fim de 2013). No fim de 2014 o rácio de risco de liquidez do Grupo AI era de 90,2% (mais 2,1 pp do que no fim de 2013), o que representa um nível reduzido de cobertura da dívida financeira que se vence a curto prazo (46,9 M ) por disponibilidades (0,2 M ) e por financiamentos contratados e não utilizados (5,1 M ). Note-se que no fim de 2014 o Grupo AI tinha também por utilizar 12,5 M de financiamentos contratados especificamente para o financiamento de existências concedidos por entidades financeiras ligadas aos fornecedores do Grupo e pelo Banif Mais, não considerados no cálculo do rácio de risco de liquidez. Na mesma data 98,4% da dívida de financiamento (inclui toda a dívida financeira e a dívida não financeira a médio e longo prazo) estava sujeita a risco de taxa de juro (indexada às taxas Euribor ou a ser revista num prazo inferior a um ano). ARC Ratings, S.A. 5/9

6 A dívida financeira do Grupo Ai está contratada com um número alargado de bancos e outras instituições financeiras, no entanto com alguma concentração em poucos bancos: Banco Comercial Português, S.A. (BCP), representando 22,4% do total da dívida financeira no fim de 2014; Banif, representando 21,3%; Novo Banco, S.A. (Novo Banco), representando 18,3%; e Caixa Geral de Depósitos, S.A. (CGD), representando 9.6%. Note-se que todos os activos imobiliários do Grupo, excepto um terreno em Évora (registado nas contas por 0,3 M ), e a sua participação accionista no Banif estão dados como garantia da dívida financeira (o terreno em Évora tem promessa de hipoteca mas está em processo de ser libertada). Alguns destes activos deixaram de ser utilizados nas operações do Grupo e poderão ser alienados (para a redução da dívida) ou arrendados. Também a participação accionista no Banif deixou de ser estratégica para o Grupo AI, desde a venda do Banif Mais, e poderá ser vendida. Entre o fim de 2014 e o fim de Maio de 2015 a dívida financeira do Grupo aumentou em 2,1 M, para 80,3 M, e o montante de financiamentos contratados e não utilizados baixou de 5,1 M para 0,5 M (o montante de financiamentos específicos para existências contratados e não utilizados aumentou de 12,5 M para 13,3 M ). No entanto, a 4 de Junho de 2015 o Grupo concluiu a venda da sua participação accionista no Banco Mais, tendo recebido 10,6 M que foram quase totalmente utilizados na redução da sua dívida financeira. As coberturas por seguros dos riscos do Grupo AI de natureza patrimonial (edifícios, inventários e equipamentos) e de perdas de exploração apresentam capitais seguros, respectivamente, de 72,2 M e de 19,0 M. PREVISÕES O Grupo AI irá rever o seu orçamento para 2015 e preparar o seu orçamento para 2016 nos próximos meses. A ARC Ratings elaborou estimativas para a demonstração de resultados e para o balanço do Grupo AI para o ano completo de Estas estimativas tiveram por base as demonstrações financeiras consolidadas de 2014 da AI, as indicações prestadas pelo Grupo na última revisão relativamente ao orçamento para 2015 e um conjunto de pressupostos assumidos pela ARC Ratings (ver quadro). CENÁRIOS E PRESSUPOSTOS DA ARC RATINGS PARA PREVISÕES PARA 2015 RELATIVAS AO GRUPO AI (P) 2015 (P) Análise de Sensibilidade Evolução: do Volume de Negócios 9,0% (2,0%) (6,0%) dos Rendimentos Operacionais Diversos 19,7% 0,0% (3,0%) dos Gastos com FSE (1,9%) 0,0% (3,0%) dos Gastos com Pessoal (1,1%) 0,0% 0,0% dos Gastos com Amortizações (16,5%) 0,0% 0,0% Gastos das Mercadorias Vendidas em % do Volume de Negócios 86,8% 85,5% 86,0% Taxa de Juro Média da Dívida Financeira 6,2% 6,2% 7,2% Gastos de Reestruturação (m ) Investimento (Desinvestimento) em Activos Fixos Tangíveis (m ) Investimento (Desinvestimento) Financeiro (m ) 0 (10 564) (10 564) Prazo Médio (dias) de: Permanência de Inventários Recebimentos Pagamentos (P) = Previsões. No cenário base para 2015 a ARC Ratings considerou o seguinte face a 2014: um decréscimo de 2,0% no volume de negócios, com crescimentos nulo nos rendimentos operacionais diversos e nos gastos com fornecimentos e ARC Ratings, S.A. 6/9

7 serviços externos; uma redução do peso dos gastos das mercadorias vendidas no volume de negócios para 85,5% (reflectindo a menor importância da venda de carros novos a frotistas); a manutenção dos prazos médios de permanência de inventários, de recebimentos e de pagamentos; a valorização dos títulos do Banif inalterada face ao final de 2014; um nível de investimentos de 1,5 M ; e o encaixe de 10,6 M com a alienação de acções do Banif Mais, com o registo em resultados de 3,1 M de mais-valia. Assim, no cenário base o Grupo registaria um resultado líquido de 2,7 M, uma redução de 12,3 M na dívida financeira líquida (para 65,7 M ), e um aumento de 2,4 pp (para -8,4%) no rácio de autonomia financeira (incluindo interesses minoritários). Considerando a previsão de redução da dívida financeira e o actual perfil de maturidade da dívida financeira do Grupo AI, em 2015 o Grupo precisa de manter / renovar financiamentos num montante total de 41,7 M. Note-se que os investimentos previstos são para a optimização de instalações e concentração de actividades, o que irá permitir ao Grupo obter sinergias operacionais e a possibilidade de arrendar ou vender as instalações que ficarão vagas. Além disso, está a estudar e a negociar novas operações na actividade de venda de carros novos (apenas com pequenos investimentos) em Lisboa, no Porto e noutras cidades onde o Grupo já opera. ANÁLISE DE SENSIBILIDADE Conforme referido, apenas uma pequena parte da dívida financeira do Grupo não está sujeita a risco de taxa de juro. Um aumento de 1,0 pp na taxa de juro para 2015 no cenário base aumentaria os gastos em 0,7 M. De forma a avaliar a sensibilidade da geração de fundos pelo Grupo AI, a ARC Ratings considerou para 2015 um cenário mais conservador que o cenário base, com os pressupostos de diminuição de 6,0% no volume de negócios, com decréscimos de 3,0% nos rendimentos operacionais diversos e nos gastos com fornecimentos e serviços externos, de gastos das mercadorias vendidas em percentagem do volume de negócios de 86,0%, de manutenção do nível de existências registado no fim de 2014 (gerando um aumento do prazo médio de permanência de existências de 76 para 81 dias, ao nível do verificado no fim de 2013, mas ainda muito inferior ao verificado no fim de 2012), e de aumento de 1,0 pp na taxa de juro média da dívida financeira, mantendo todos os demais pressupostos do cenário base. Neste cenário mais conservador o resultado líquido seria de apenas 0,1 M e o saldo da dívida financeira líquida diminuiria em 8,0 M, para 70,0 M. Neste cenário mais conservador o Grupo AI necessitaria de manter / renovar financiamentos em 2015 num valor total de cerca de 46,0 M. CONDIÇÕES DAS EMISSÕES ES PROGRAMAS DE PAPEL COMERCIAL DO GRUPO AUTO-INDUSTRIAL EMITENTES INSTITUIÇÃO DE CRÉDITO MONTANTE MÁXIMO (MILHARES DE EUROS) MATURIDADE GARANTIAS CLÁUSULAS: Cross Default, Pari-Passu, Negative Pledge e Tomada Firme Reembolso Ownership Outras AI, CAM e AI SGPS Banco Comercial Português, S.A (1) 02/08/2018 sim não sim (2) AI Novo Banco, S.A /08/2015 sim sim não - AI e CAM Novo Banco, S.A /08/2015 sim sim não (2) Total Valores arredondados. (1) O montante máximo reduzir-se-á automaticamente para 8,1 M em 2 de Dezembro de 2015, para 6,1 M em 2 de Junho de 2016, para 4,1 M em 2 de Agosto de 2016, para 2,6 M em 2 de Dezembro de 2016, e para 0,6 M em 2 de Agosto de (2) Responsabilidade solidária das emitentes. Fonte: Auto-Industrial. ARC Ratings, S.A. 7/9

8 As emissões sujeitas a notação pela ARC Ratings são papel comercial emitido ou a emitir pelo Grupo AI ao abrigo dos programas elencados no quadro acima. As emissões de papel comercial emitidas ou a emitir ao abrigo dos programas organizados pelo Novo Banco beneficiam de garantias de pagamento atribuídas pelo mesmo banco. O Novo Banco foi criado no âmbito da resolução do Banco Espírito Santo, S.A. em meados de A ARC Ratings não considerou estas garantias na atribuição das notações. ANEXO 1 PRINCIPAIS INDICADORES DO GRUPO BANIF 2010 (1) (1) Balanço (m ) Activo Líquido Crédito Concedido (Bruto) Passivo Depósitos de Clientes Capitais Próprios Capital Social Interesses Minoritários Rácios de Solvabilidade (%) Tier I 7,75 6,77 10,80 10,90 8,40 Core Tier I 6,60 6,78 11,16 11,16 8,40 Demonstração Resultados (m ) Margem Financeira Resultado Líquido Consolidado ( ) ( ) ( ) ( ) Dividendos (m ) Taxa de Distribuição do Resultado Líquido Consolidado (%) 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Rendibilidade e Eficiência (%) Imparidade de Crédito / Crédito Total 4,7 6,8 10,1 12,7 13,3 Rendibilidade do Activo 0,23 (1,02) (3,94) (3,20) (2,18) Rendibilidade do Capital Próprio 3,51 (17,47) (103,11) (84,64) (38,25) Valores arredondados. (1) Valores reexpressos. Contas de 2014 com certificação legal atribuídas pela PricewaterhouseCoopers & Associados - SROC, S.A.. Fontes: BANIF. ARC Ratings, S.A. 8/9

9 AVISO LEGAL Note-se que a ARC Ratings não é um consultor legal, fiscal ou financeiro, apenas atribui uma opinião de crédito dos títulos notados. Por exemplo, a notação não cobre uma potencial mudança nas leis, nem pode ser considerada como uma auditoria. Além disso, a ARC Ratings não é parte nos contratos das emissões. Os utilizadores dos nossos ratings devem ter conhecimento dos contratos das emissões e do respectivo funcionamento, devem formar os seus próprios pontos de vista a esse respeito, não devem depender na ARC Ratings para aconselhamento legal, fiscal ou financeiro, e são incentivados a entrar em contacto com os consultores relevantes. ARC Ratings, S.A. Rua Luciano Cordeir, 123 R/C Esq Lisboa PORTUGAL Tel: Fax: Site: A ARC Ratings, S.A. está registada como Agência de Notação de Risco (CRA) junto da European Securities and Markets Authority (ESMA), de acordo com o REGULAMENTO (CE) Nº 1060/2009 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO, de 16 de Setembro de 2009, e reconhecida como External Credit Assessment Institution (ECAI) para Empresas pelo Banco de Portugal. Este Relatório de Revisão deve ser preferencialmente lido em conjunto com o Relatório de Rating inicial e com os respectivos relatórios de Revisão. As notações de rating atribuídas pela ARC Ratings são opiniões sobre a capacidade e vontade de uma entidade honrar, atempadamente e na íntegra, os compromissos financeiros sujeitos a rating. O(s) rating(s) atribuído(s) pela ARC Ratings neste relatório foi(ram) solicitado(s) pela entidade cujos compromissos são sujeitos a rating. Previamente à atribuição ou revisão de uma notação de rating, a ARC Ratings faculta à entidade cujos compromissos financeiros são sujeitos a rating documentação que suporta a notação a atribuir (relatório preliminar de rating), dando-lhe, assim, oportunidade para clarificação ou correcção factual da mesma, para que a notação atribuída seja o mais correcta possível. Os comentários da entidade cujos compromissos financeiros são sujeitos a rating são tidos em conta pela ARC Ratings na atribuição da notação. As taxas de incumprimento históricas da ARC Ratings são publicadas na European Securities and Markets Authority Central Repository (CEREP) e podem ser consultadas no website cerep.esma.europa.eu/cerep-web/. A ARC Ratings define taxa de incumprimento como a probabilidade de o devedor não realizar o pagamento integral e atempado do capital ou dos juros dos compromissos sujeitos a rating, ou da ocorrência de qualquer facto que indique explicitamente que o pagamento integral e atempado destes compromissos não irá acontecer no futuro (por exemplo, no caso de insolvência). Os ratings não constituem recomendações de compra ou venda, sendo apenas um dos elementos a ponderar pelos investidores. A ARC Ratings procede, ao longo de todo o período em que as notações de rating se encontram válidas, a um acompanhamento constante da evolução do emitente, podendo, inclusivamente, antecipar a data de realização da revisão, excepto se trate de um rating pontual. Assim, previamente à utilização da notação do rating pelo investidor a ARC Ratings recomenda a sua confirmação, nomeadamente através da consulta da lista de ratings públicos no web site Os ratings baseiam-se em informação recolhida junto de um conjunto alargado de fontes de informação, com destaque para a prestada pela entidade cujos compromissos financeiros são sujeitos a rating, incluindo informação confidencial, a qual é utilizada e trabalhada, com todo o cuidado, pela ARC Ratings. Não obstante os cuidados na obtenção, verificação e tratamento da informação para efeitos da análise de rating, a ARC Ratings não se pode responsabilizar pela sua exactidão, sendo exigível a percepção por parte da ARC Ratings de um nível mínimo de qualidade da informação para que se proceda à atribuição das notações de rating. No processo de rating a ARC Ratings adopta procedimentos e metodologias no sentido de assegurar a transparência, a credibilidade, a independência, e que a atribuição de notações de rating não seja influenciada por situações de conflito de interesse. Excepções quanto a estes princípios são divulgadas pela ARC Ratings em conjunto com a notação de rating do compromisso financeiro. ARC Ratings, S.A. 9

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