22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA

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1 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO A melhor formação cientifica, prática e metodológica. 1 POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA Marketing <> Vendas <> Logística ANTES: foco no produto - quantidade de produtos sem qualidade e sem avaliação de custos. Industria. HOJE: foco no consumidor final - o melhor serviço e produto para interagir empresa e consumidor final. Distribuição. Relacionamento: Marketing e Logística. Posição a partir dos recursos corporativos. A LOGÍSTICA MUDOU SEU FOCO DA CADEIA DE SURPIMENTO PARA A CADEIA DE DEMANDA. 2 POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA Integração: compartilhando entre setores e departamentos entre fornecedores entre clientes. Intolerância: produto certo na hora certa no lugar certo no menor custo de mercado. Tecnologia: a melhor e plena utilização da informação localização e identificação de produtos - leitura de código de barra endereçamento coleta de pedidos. Estabilidade: a realidade da competência o melhor valor agregado ao produto - quanto mais o mundo encolhe maiores e mais complexas ficam as cadeias de suprimento para estar vivo no mercado as ferramentas da logística lidam com a realidade da intolerância. 3 1

2 CONCEPÇÃO E REALIDADE DA LOGÍSTICA Associada ä agilidade, vantagem competitiva, geração de valores e agregar o melhor valor ao produto. Sinônimo de dificuldade, eficácia, estabilidade. Gestão em harmonizar processos. Integralizar: setores internos, departamentos e outras áreas da empresa. Integralizar: fornecedores e clientes. Desenvolver: parceria e terceirizar serviços. Oportunidade em aplicar: operações, estratégia, e ferramentas. Foco: Distribuição 4 EVOLUÇÃO DA LOGÍSTICA ESTÁGIOS: 1. Transporte e armazenagem. 2. Transporte mais armazenagem = distribuição. 3. A logística se integrando a outros departamentos da empresa: logística integrada. 4. A criação de ferramentas. 5. A logística se integrando exteriormente: Suply chain. 6. O novo conceito: distribuição. 5 DEFINIÇÃO DE LOGÍSTICA LOGÍSTICA é a administração, estratégias e controles que envolve o fluxo de produtos desde a matéria prima até o consumidor final. OBJETIVO: desenvolvimento constante do nível de atendimento ao consumidor final. FINALIDADE: satisfação do consumidor final - redução de custo - menor estoque - contribuição social. 6 2

3 FUNÇÕES E CÉLULAS LOGÍSTICAS Colunas da logística: fornecedor planta canais intermediários e varejo. (transporte) Subsistema: transporte -canais de distribuição; Atividades primarias: transporte, manutenção de estoque e processamento de pedido; Apoio: armazenagem, manuseio, embalagem, obtenção do produto (compra); programação (distribuição), TI; CÉLULAS: Transporte (interno e externo) Manuseio de volumes. Armazém - depósito - almoxarifado. Administração de estoque, suprimento e distribuição. 7 VISÃO DA LOGÍSTICA Otimização: Recursos físico e humano, metodologia e informação. Produtividade: Localização unitização - armazenagem - agrupar - manuseio - transporte interno e externo. Qualidade: O produto entregue na quantidade e prazo. Sem avarias. Documentos certos. Cortesia no tratamento da entrega. Cliente satisfeito. 8 CICLO PROCESSUAL DA LOGÍSTICA O melhor recebimento de mercadorias. O melhor processo de armazenagem. Como tornar eficiente sua expedição. (roteirização) 9 3

4 LOGISTICA INTEGRADA OU EMPRESARIAL Gestão da movimentação do produto desde a matéria prima até o consumidor final com o comprometimento de todos. AGREGA-SE: distribuição reversa. Retorno de paletes e recipientes. Fluxo e afluxo de informação associado ao movimento de mercadorias. 10 LOGÍSTICA INTEGRADA FORMAÇÃO TÉCNICA DA LOGÍSTICA INTEGRADA Integração focando o consumidor final: Logística empresarial inbound outbound Suprimento físico distribuição física FORNECEDOR FÁBRICA CLIENTE O transporte interliga as colunas na logística integrada. 11 LOGÍSTICA INTEGRADA FORMAÇÃO TÉCNICA. CONCEITUAÇÃO: Alinhar objetivos e focos em toda cadeia. FINALIDADE: Formar equipes de fornecedores, fabricantes, prestadores de serviços, canais intermediários e varejistas. OBJETIVOS: Proporcionar as melhores ofertas de produtos e serviços. SOLUÇÕES AGREGADAS: TI integrado gestão de estoque previsão de vendas colaboração mútuos cooperação ferramentas de previsão administração de reabastecimento contínuo equipamentos e transporte. FUNÇÕES: Compras armazém manuseio de produtos transporte interno processos. 12 4

5 ESTOQUE E DISTRIBUIÇÃO Definição: é o acompanhamento não só da quantidade de produtos armazenados, mas principalmente de todas as influências e formas de como acompanhar um estoque preservando qualidade e prazos. diferenciar: controle, administração e gestão. Foco de estoque: o produto em sua plena condição de uso em forma e prazo de consumo. Origem: do local onde eram colocados os contêineres aguardando carregamento para viagem. Controles para o mercado: necessidade cresceu com a globalização e estabilização da moeda. A eficácia para a Logística integrada. 13 ESTRATÉGIAS E IMPORTANCIA NA GESTÃO DE ESTOQUE Promoções. Volume de vendas. Controle de custos. Administração de preços. Reabastecimento. Criação de central de distribuição (cd) Identifição e arrumação. (visualização) 14 EFEITOS DO NÃO CONTROLE DE ESTOQUE PARA DISTRIBUIÇÃO SERVIÇO AO CLIENTE: Falta do produto na prateleira. Vendas perdidas. Clientes perdidos. Merchandising. FALTA DE CONTROLE: Falta de produto. Reabastecimento do mercado. Baixo índice de acuracidade. Compra de emergência. Negociação mal feita. Sem controle de custos. Prejuízo financeiro. 15 5

6 ARMAZÉM A MELHOR GESTÃO Determinação dos tipos de produtos: volumosos, densos, embalagens etc Qualificar equipamentos as condições do armazém para o melhor aproveitamento. A melhor forma de inventário. Acuracidade. Comunicação interna: rádio, alto falante etc Aproveitamento de todos os espaços com um layout eficiente e veloz. Avaliação dos produtos: vencidos, obsoletos etc Utilização dos espaços para formação de Kits, fracionados, embalagens etc. Avaliação dos espaços e operação de A para B. A melhor utilização: PESSOAS PROCESSOS E TECNOLOGIA. 16 TRANSPORTE INTERNO E o deslocamento do produto executado por equipamento. PRODUTIVIDADE: a escolha do equipamento correta. CUIDADOS: a utilização correta do equipamento e sua manutenção; A aplicação correta: Paleteiras. Carrinhos; Empilhadeiras. Push pull; Esteiras; Niveladoras; Diminuir o esforço humano para se alcançar a produtividade. 17 Transporte Decisão estratégica A UNIÃO DA LOGÍSTICA INTEGRADA Escolha dos modais. Decisão sobre a frota. (tipos de veículos e capacidade) Seleção e negociação com transportadora. Política de consolidação. Intermodalidade e multimodalidade. DECISÃO DE CURTO PRAZO Planejamento de embarque. Programação de veículos. Roteirização. Auditoria de fretes. Gerenciamento de avarias. 18 6

7 DECISÃO SOBRE A FROTA Própria ou terceirizada; Tamanho da operação; Capacitação interna da empresa; Tamanho externo da empresa; Competência e estrutura do transportador; O modal a ser utilizado. ESCOLHA DOS MODAIS ver custo proporcional a urgência, tipo de carregamento, percurso, distancia. 19 TRANSPORTE - CARACTERISTICAS DOS SERVIÇOS OFERECIDOS Velocidade. Consistência. (tempo previsto) Capacitação. (trabalho com que tipo de volumes) Disponibilidade. (localidade atendida). Freqüência (número de vezes de atendimento por região) 20 POSIÇÃO DO FORNECEDOR Ação puxada do mercado. Especificação do produto matéria prima. Qualidade do produto final. Disponibilidade em quantidade. Capacidade para atender ao comprador (estrutura). Adequar prazos e estoque. Assegurar confiança. 21 7

8 POSIÇÃO DA PLANTA O melhor relacionamento com o fornecedor. Determinar a verdadeira especificação do produto. Acompanhar prazos de fornecimento. A escolha dos melhores fornecedores. Determinar o nível de relacionamento. Os melhores contratos. 22 POSIÇÃO DE PRODUÇÃO Fabricar por encomenda. (transformar) - Processo de beneficiamento. (beneficiamento) - Montar por encomenda. (montadora) - Empurrar produção. (antecipar demanda) - Puxar produção. (mercado) - Kanban puxado por cartão mesmo que puxar produção. Kanban pert. Puxado por um consumo efetivo. (gráfica). Push-pull. Combinação empurrar puxar. Controlar sazonalidade 23 A CONCEPÇÃO DE PARCERIA Discutir os interesses mútuos para o melhor fornecimento. A melhor operação. O sistema Just in Time Milk Run put-to-light to e backhall. Avaliação constante de qualidade. O sistema V. M. I. Conhecendo-se operacionalmente, para as melhores praticas da logística. Criar parceria com concorrentes em fornecimento e operação logística para o menor custo 24 8

9 POR QUE CRESCEU A DISTRIBUIÇÃO Distribuição: é a colocação dos produtos no maior numero de ponto de venda disponibilizando-o ao consumidor. Localização do estoque no canal. Marketing escolhendo o canal. Influência da concorrência e globalização. Canal intermediário: atacado, distribuidor, operador logístico, broker e CD. Varejo: segmentado e alternativo. 25 CAPACITAÇÃO DOS CANAIS INTERMEDIÁRIOS estrutura dos canais intermediários: atacado, distribuidor, operador logístico, broker e CD. A eficácia do Trade e do Key account. 26 LOGÍSTICA NO VAREJO FORNECEDOR OPERAÇÃO NO VAREJO FLUXO LOGÍSTICO ANALISE DE ESTOQUE CHECK OUT COMPRA FATURAMENTO VENDAS NO VAREJO RECEBIMENTO CONTROLE FORMAÇÃO DE ESTOQUE EXPEDIÇÃO ABASTECIMENTO LOJA ENTREGA. CONSUMIDOR 27 9

10 LOGÍSTICA PÓS-VENDAS. DISTRIBUIÇÃO É a administração dos produtos componentes ou acessórios para o pleno funcionamento do produto principal no seu ciclo de vida. Pode ser: Original (do próprio fabricante) De mercado (fabricante de produtos de oportunidade) Marca (empresa forte). Tradicional (elaborado artesanalmente) Parte integrante do nível de serviço da imagem de produto e empresa. É parte integrante da industria. (junto ao fornecedor) É a continuidade do relacionamento com o cliente. (marketing) Passou de um centro de custo a uma vantagem competitiva. 28 LOGÍSTICA REVERSA Definição: é o processo, planejamento, e controle de fluxo de matéria-prima, estoque em processo e produtos acabados e seu fluxo de informação do ponto de consumo ou manuseio até o ponto de origem. Objetivo: recapturar valor ou realizar um descarte adequado. exemplos: retorno de garrafas latas de alumínio reciclagem de vidros, embalagem e papel siderúrgica que usa sucata produto pós-vendas produto em garantia etc 29 FATORES COMERCIAIS DO REVERSO Atitude social. Higiene. Manutençãodaimagememtodacadeia. Eliminação de produtos danificados no mercado. Vantagem competitiva. embalagens (descartar-reutilizar-reciclar). Lixo: (pós-consumo) su o) reaproveitar e (produtos artesanal favela) estrumo lixo hospital (fluxo controlável) Empresa que controla retorno de latas, papel, pet. e Paletes, tornando um bom negócio. Origem e destino determinados. Retrabalho operação a mais. O reverso subtrai resultado do fluxo normal. Conhecer os motivos de devolução para eliminar as incertezas

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