Sitraer 7 (2008) Tr. 396

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1 O TRANSPORTE AÉREO COMO FATOR DETERMINANTE NO DESENVOLVIMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS EM UM MODELO DE INCERTEZA: UMA ANÁLISE DO PÓLO INDUSTRIAL DE MANAUS - PIM Fabiana Lucena Oliveira 1 Waltair Vieira Machado 2 Elton Fenandes 3 1 Doutoranda pelo Programa de Engenharia de Transportes (PET/COPPE/UFRJ) 2 Waltair Vieira Machado (FT/UFAM), 3 Elton Fenandes (COPPE/UFRJ) RESUMO O presente artigo discute, em caráter exploratório, a importância do desenvolvimento do transporte aéreo no gerenciamento de uma cadeia de suprimentos, classificada no Modelo de Incerteza, objetivando definir qual o grau de importância do modo aéreo no bom desenvolvimento e gerenciamento de uma cadeia de suprimentos. Para tanto, procedeu-se a uma revisão da literatura sobre logística industrial, gerenciamento das cadeias de suprimento e modelo de incerteza, bem como do modo aéreo como condição vital para atendimento das necessidades de agilidade impostas pelo modelo aqui referenciado. O estudo de caso que dá substância à análise aqui apresentada tem como amostra as empresas do sub-setor eletroeletrônico do Pólo Industrial de Manaus (PIM), caracterizadas como montadoras de produtos de ciclo de vida curto e elevada agregação tecnológica, o que as obriga a serem muito ágeis em suas atividades de gerenciamento de materiais de modo que a dinâmica do mercado consumidor seja atendida, e também se confirme um mínimo de prejuízos com estoques obsoletos. Neste aspecto, o modo aéreo aparece como condição fundamental para que este modelo se adéqüe aos parâmetros internacionais de competitividade industrial. O artigo apresenta oportunidades de melhoria que podem ser aplicadas ao modo aéreo brasileiro, e em particular à região norte com vistas ao atendimento do Pólo Industrial de Manaus (PIM). Ele, ainda, apresenta sugestões de ações que podem ser determinantes para a competitividade e atratividade de novas empresas integrantes deste modelo de incerteza. Os resultados e as sugestões obtidas apontam para: a) aumento na freqüência de vôos cargueiros para entrada e saída da Região Norte do Brasil; b) agilização dos processos de recebimento de matéria-prima em solo brasileiro, e despacho de produtos acabados e c) reconhecimento do modo aéreo como o único modo capaz de atender ao modelo de incerteza, e portanto, detentor de características especiais no quesito agilidade, frente às autoridades aduaneiras. Palavras Chave: Transporte aéreo, modelo de incerteza, cadeia de suprimento, PIM ABSTRACT This file presents, in a primary research, how important is air transport mode to develop and manage uncertainty supply chain model and its products. Recent files were used to review and validate logistics process, supply chain management, uncertainty supply chain model and air transport mode as agility support, in order to guarantee all requirements will be attended. Business case considers Amazon Free Trade Zone in Brazil, focused on Manaus Industrial Pole, using as high tech industries installed in this area, with short products life cycle and uncertainty supply chain model with mobile phone product, to identify how transport infra structure is important to give right support to high-tech products, which are part of uncertainty supply chain model. These industries needs agility to guarantee competitiveness. In order to attend uncertainty requirements, some adaptations have to be done, such as: brazilian rules and regulations, air transport infra structure and process controls and operational routines. The main purpose is to give agility in a standard process that has to change, if Brazil wants to be on line with international competitiveness, and attractive to different high tech companies. In this picture, air transport mode is fundamental to support agility. Air transport mode is expensive compared to others but, gives in fact more flexibility to high tech companies. Due this, present file suggests: a) increase on number of flights to Amazon (Manaus) in order to attend Free Trade Zone (infra structure); b) agility on operational processes: inbound and outbound, clearance process for raw material and finished goods and c) knowledgement that air transport mode is only modal that can gives correct support to uncertainty supply chain mode, facing bazilian customs and clearance process. 1. Introdução A Logística Empresarial, enquanto conjunto de técnicas e atividades-meio (ou de suporte) para as operações produtivas das empresas, representa área de pesquisa e intervenção técnicoprofissional de crescente relevância à competitividade sistêmica de países, regiões, aglomerações econômicas, setores ou companhias individuais. Esta crescente relevância de 305

2 que a Logística Empresarial foi se revestindo, especialmente ao longo dos últimos trinta anos, justifica-se a partir de um contexto global marcado por pelo menos quatro grandes fenômenos: (I) a internacionalização comercial e produtiva das empresas, (II) a formação de blocos regionais de comércio e a aceleração do processo de integração econômica, política e cultural intra e inter-blocos (NAFTA, MERCOSUL, União Européia, ASEAN, etc.); (III) a radical e célere mudança tecnológica promovida pelo advento das novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC s), cujos produtos de fronteira são a Internet, a telefonia celular e a transição para a plataforma de convergência digital entre aparelhos e equipamentos de informática e de telecomunicações, os quais, em conjunto, modificam a maneira pela qual pessoas e empresas vivem, trabalham e produzem, e (IV) Na busca por competitividade nas TIC s as empresas transnacionais têm buscado as economias emergentes para basear suas fábricas, na tentativa de garantir mão-de-obra mais barata, menor carga tributária, e demais vantagens de atratividade oferecidas pelos governos de cada economia emergente. Assim, modelos logísticos, privados e/ou públicos, constituem parte integrante dos pacotes de soluções oferecidos a empresas, regiões e países, no sentido de equalizar ou superar as condições competitivas vigentes no mercado. A Logística, definitivamente, incorporou-se nas agendas econômicas públicas e privadas. Modelo logístico deve ser aqui compreendido como um escopo planejado e integrado de operações de transportes, despacho aduaneiro, armazenagem, bem como suprimento de materiais, informação e serviços a instalações produtivas, objetivando viabilizar as operações empresariais sob os parâmetros mensuráveis de minimização de lead times (tempo de processo), minimização de custos e maximização dos padrões de qualidade. (DORNIER, 2000) À medida em que as empresas movimentaram-se de locais para transnacionais, o desafio da logística foi se tornando cada vez maior. Se no início do desenvolvimento das indústrias modernas, logística era uma atividade agregada à vendas e marketing, a partir da década de sessenta, logística se configurou como atividade fundamental à sobrevivência das empresas através do controle de armazenagem, estoques e movimentação de material. (BALLOU, 1993) Neste ambiente, desenvolveram-se as estratégias logísticas das empresas, de modo a identificar as melhores formas de gerenciamento de suas respectivas cadeias de suprimento. Estratégias Logísticas: uma abordagem exploratória A literatura sobre Logística Industrial salienta algumas categorias de decisões que precisam ser articuladas entre si, de modo que uma empresa alcance seus objetivos de custo minimizado e nível de serviço otimizado. Segundo WANKE (2003), uma empresa deve considerar as seguintes categorias: 1. Coordenação do fluxo de produtos: o fluxo de produtos deve ser puxado, isto é, acionado pelo elo que está mais próximo ao consumidor final, ou empurrado, isto é, coordenado pelo elo que está mais próximo do fornecedor inicial? 2. Política de produção: uma empresa deve produzir para estoque, com base em previsões de vendas futuras, ou produzir contra-pedido, atendendo sempre a demanda real apenas no momento que o cliente coloca o pedido? 306

3 3. Alocação de estoques: os estoques devem estar centralizados num único local, ou descentralizados por várias instalações? 4. Dimensionamento da rede de instalações: quantas instalações deve ter uma empresa, qual a localização de cada uma, que produtos e mercados devem ser atendidos por instalação? 5. Escolha dos Modais de Transportes: uma empresa deve operar com modais de transporte mais lentos e baratos, como o ferroviário e o marítimo, ou mais rápidos e caros, como o rodoviário e o aéreo? Deve buscar a consolidação do transporte ou a entrega expressa? As respostas a estas perguntas definirão as estratégias logísticas a serem adotadas por cada empresa, tomada individualmente, e, a partir daí, parece válido buscar uma adaptação das variáveis acima para definir as estratégias logísticas para aglomerações do tipo Pólo Econômico Regional. Segundo DORNIER et al (2000), as medidas financeiras tradicionais de desempenho (vendas e lucratividade, por exemplo) são complementadas por um conjunto de variáveis operacionais que permitem melhor compreensão da forma como o sistema logístico deve ser analisado. Estas variáveis operacionais são: custo, qualidade, serviço e flexibilidade. O modo aéreo como fator decisivo de flexibilidade A literatura nos traz as diferentes formas possíveis de transporte, segundo FLEURY (2000): UNIMODAL: quando a unidade de carga é transportada diretamente, utilizando um único veículo, em uma única modalidade de transporte e com apenas um contrato de transporte. É a forma mais simples de transporte. SUCESSIVO: quando para alcançar seu destino final, a unidade de carga necessita ser transportada por um ou mais veículos da mesma modalidade de transporte, abrangidos por um ou mais contratos de transporte. SEGMENTADO: quando se utilizam veículos diferentes, de uma ou mais modalidades de transporte, em vários estágios, sendo todos os serviços contratados separadamente a diferentes transportadores, que terão a seu cargo a condução da unidade de carga do ponto de expedição até o destino final. MULTIMODAL: quando a unidade de carga é transportada em todo percurso utilizando duas ou mais modalidades de transporte, abrangidas por um único contrato de transporte. Ainda segundo FLEURY (2000), definidas as formas de transporte, é necessário avaliar o modo adequado, de acordo com as cinco dimensões mais importantes: Velocidade : o modo aéreo é o mais veloz. O modo aéreo deve levar em consideração o tempo gasto de porta-a-porta, a vantagem do aéreo só ocorre para distâncias médias e grandes, devido aos tempos de coleta e entrega que devem ser considerados. Consistência : representa a capacidade de cumprir os tempos previstos. O transporte dutoviário é o que melhor representa esta dimensão, uma vez que é o menos sensível a mudanças climáticas ou congestionamentos, por exemplo. Capacitação : está relacionada à possibilidade de um determinado modo de transporte trabalhar com diferentes volumes e variedades de produtos. Nessa dimensão, o destaque é 307

4 para o modo aquaviário, que praticamente não tem limites sobre o tipo de produto que pode transportar, assim como do volume, que pode atingir centenas de milhares de toneladas. Disponibilidade: refere-se ao número de localidades onde o modo de transporte se encontra presente. Aqui, aparece a vantagem do rodoviário, que quase não tem limites de aonde pode chegar. Os demais modais, implicam no desenvolvimento de infra-estrutura necessária. O Modo aéreo representa custos de transportes comparativamente mais altos. Frequência: representa o número de vezes em que o modo de transporte pode ser utilizado em dado horizonte de tempo. Nesta dimensão o modo dutoviário é o melhor, pois pode trabalhar 24h, 7 dias por semana. A figura 01, compara os modais em termos de dimensões de serviço: Figura 01. Comparação dos modais em termos das dimensões de serviços Velocidade - Dutoviário Aquaviário Ferroviário Rodoviário Aéreo + Consistência - Aéreo Aquaviário Ferroviário Rodoviário Dutoviário + Capacitação - Dutoviário Aéreo Rodoviário Ferroviário Aquaviário + Disponibilidade - Dutoviário Aquaviário Aéreo Ferroviário Rodoviário + Freqüência - Aquaviário Aéreo Ferroviário Rodoviário Dutoviário + Fonte: Fleury, 2000 Em contrapartida, o gerenciamento da cadeia de suprimentos precisa considerar que a velocidade do modo aéreo representa custos comparativos de transporte mais altos. O custo deste modo é o maior dentre os demais disponíveis, sendo amplamente utilizado por cadeias de suprimento cujos produtos têm alto valor agregado, e as cadeias de suprimento com produtos de alta tecnologia são bons exemplos. O Modelo de Incerteza da Cadeia de Suprimentos (MICS) O Modelo de Incerteza da Cadeia de Suprimentos (MICS) foi apresentado pela primeira vez à comunidade acadêmica em 2002, e através de sua matriz de incerteza caracterizou os processos de fornecimento de matéria-prima e demanda (mercado consumidor) através de algumas características intrínsecas de cada produto. Em linhas gerais, o modelo de incerteza prevê que há alguns produtos que dada sua característica de estabilidade (demanda e fornecimento) terão uma estratégia logística mais simplificada, e que há alguns produtos que dada sua característica de instabilidade (demanda e fornecimento), ciclo de vida muito curto e alta agregação tecnológica, exigirão estratégias logísticas de gerenciamento especiais. A figura 02 reproduz a Matriz de Incerteza publicada no artigo Aligning Supply Chain Strategies with Product Uncertainties, no Califórnia Management Review no ano de Este estudo considerou as cadeias de suprimento dos produtos considerados funcionais, e de produtos considerados inovadores, isto é, produtos de fronteira tecnológica. Para cada um destes produtos foi apresentada a proposta de gerenciamento diferenciado, esclarecendo que 308

5 de fato, produtos de fronteira tecnológica possuem processos instáveis do ponto de vista da demanda (mercado consumidor) e fornecimento (matéria-prima), dando origem ao Modelo de Incerteza. Figura 02. A Matriz de Incerteza Incerteza de Fornecimento Baixo(Processo Estável) Alto (Processo de Desenvolvimento) Incerteza de Demanda Baixo (Produtos Funcionais) Alto (Produtos Inovadores) doces, básicos, aparelhos Aparelhos da moda comuns, alimentação, óleo e (Fashion apparel), gás computadores, audio, vídeo Aparelhos hidro-elétricos, alguns segmentos de alimentação Telecom, computadores high-end, semicondutores Fonte: Aligning Supply Chain Strategies with Product Uncertainties: Lee, 2002 Assim, os produtos considerados com baixa incerteza de fornecimento, e baixa incerteza de demanda são aqueles que agregam pouca tecnologia em sua produção, ou seja, os ciclos de vida destes produtos costumam ser mais longos, e a sua fabricação depende em pequeno volume da evolução tecnológica. Já aqueles com baixa incerteza de fornecimento, e alta incerteza de demanda são os produtos de áudio e vídeo, telecomunicações e computadores, que acompanham as tendências de um mercado caracterizado pelo consumo de novidades que agregam novas tecnologias, na expectativa de se acompanhar a evolução tecnológica. Estes produtos já costumam apresentar um ciclo de vida curto, e exigem agilidade no gerenciamento de suas cadeias de suprimento, uma vez que as tendências de evolução tecnológica podem ser muito rápidas. Aqueles produtos com alta incerteza de fornecimento e baixa incerteza de demanda são representados pelos aparelhos hidroelétricos (equipamentos geradores de energia elétrica, equipamentos para usinas hidrelétricas, cabos e conexões e aparelhos de mineração, por exemplo) e alguns segmentos de alimentação que agregam matéria-prima específica. As fontes de fornecimento de matéria-prima para a fabricação destes produtos são limitadas, daí a incerteza de fornecimento, uma vez que a demanda é estável e a necessidade de produção mantém-se constante de uma fonte de fornecimento escassa. Já os bens com alta incerteza de demanda e alta incerteza de fornecimento, são representados pelos produtos de telecomunicações, computadores high-end e semicondutores. Estes produtos possuem fontes de fornecimento ainda mais escassas e por vezes, monopolizadas por algumas poucas empresas. Do ponto de vista da demanda, os produtos de telecomunicações, representados em grande escala pela telefonia celular, possuem um ciclo de vida curto, alta competitividade, e uma incerteza alta quanto ao desejo de compra do consumidor. A agilidade no gerenciamento desta cadeia de suprimento é vital para a sobrevivência da fabricação do produto. Uma aglomeração econômica (cluster, distrito industrial, tecnópolis) que deseje contemplar empresas classificadas nos quadrantes inferiores do Modelo de Incerteza, precisa considerar como um de seus pilares de desenvolvimento, a agilidade. 309

6 Os modelos de incerteza têm suas estratégias classificas segundo quatro tipos: (1) Cadeias de suprimentos eficientes, (2) Cadeias de suprimentos com cobertura de risco, (3) Cadeias de Suprimento sensíveis e (4) Cadeias de Suprimento ágeis. A figura 03, apresenta um resumo destas classificações de cadeias de suprimento: Figura 03. Estratégias das Cadeias de Suprimento Incerteza de Fornecimento Baixo(Processo Estável) Alto (Processo de Desenvolvimento) Baixo (Produtos Funcionais) Cadeias de suprimento eficientes Cadeias de Suprimento com Cobertura de Risco Alto (Produtos Inovadores) Cadeias de Suprimento Sensíveis Cadeias de Suprimento Ágeis Fonte: Aligning Supply Chain Strategies with Product Uncertainties: Lee, 2002 Cadeia de Suprimentos do Modelo de Incerteza e suas principais variáveis Segundo Grieger (2002), as variáveis mais importantes a serem analisadas para as Cadeias de Suprimentos do MICS são: a) Rápido Ciclo de Vida do Produto; b) Produção em Just in Time; c) Liderança de Custos; e d) Competição Global. A matriz do modelo de incerteza classifica os produtos como inovadores e tradicionais. O objeto deste estudo são os produtos inovadores (innovative products), que são aqueles com curto ciclo de vida, alta inovação tecnológica e fashion contents, isto é, características e/ou componentes de moda e que tem como resultado uma demanda imprevisível. (LEE, 2002) O quadro 01 apresenta um comparativo disponibilizado pela literatura, entre uma empresa com produto considerado Funcional/Tradicional e uma empresa com produto Inovador. Quadro 01. Características de Produtos classificados segundo o MICS: Funcionais versus Inovadores Produto Funcional Baixa Incerteza de Demanda Demanda mais previsível Demanda Estável Produto de Vida Longa Baixo Custo de Inventário Baixa margem de lucro Baixa variedade de produto Alto volume por kit pré montados Baixo custo de falta de estoque Baixa Obsolescência Produto Inovador Alta Incerteza de Demanda Díficil de prever Demanda Instável Curta estação de venda Alto Custo de Inventário Alta margem de lucro Alta variedade de produto Baixo volume por kit pré montados Alto custo de falta de estoque Alta Obsolescência Fonte: Aligning Supply Chain Strategies with Product Uncertainties: Lee, 2002 Um produto funcional pode ser representado por uma tv a cores, por exemplo. Uma tv a cores tradicional, ou seja, com tubo de imagem convencional, não sofre com grandes oscilações na demanda, o que a torna mais previsível. Um produto inovador pode ser representado pelo 310

7 telefone celular. Este produto têm um mercado consumidor (demanda) instável, ciclo de vida muito curto (entre seis e oito meses) e, alto nível de obsolescência já que ele agrega novas tecnologias muito rapidamente. As margens de lucro são altas, uma vez que este produto têm alto valor agregado, e o alto valor agregado do produto representa um alto valor de inventário a ser gerenciado. Entende-se por agilidade, a capacidade do processo em ser rapidamente finalizado. Um bom exemplo, é o processo de desembaraço aduaneiro de mercadorias. Um processo ágil será finalizado em duas horas, como já acontece em algumas regiões do Brasil, e em alguns modelos de aglomerações econômicas internacionais. O quadro a seguir demonstra de forma muito simples como as variáveis aqui abordadas são encontradas nos diferentes modelos de aglomerações entre países: Quadro 02. Variáveis do Modelo de Incerteza em Aglomerações Industriais Brasil México China Custo Alto Médio Baixo Agilidade Baixa Alta Alta Obsolescência Alta Alta Baixa Fonte: Multinacionais de telefonia celular presente no Brasil, México e China. Elaboração própria. A partir do comportamento das variáveis expostas acima é possível entender porque o Brasil vêm enfrentando dificuldades no gerenciamento da Cadeia de Incerteza, frente aos seus concorrentes globais, por exemplo. A alta obsolescência destas empresas no Brasil, em grande parte se justifica pela baixa agilidade no atendimento desta cadeia logística, seja para recebimento (importação) de matéria-prima, ou reexportação desta matéria-prima não utilizada no processo produtivo, o que justifica o alto custo envolvido numa cadeia de suprimentos lenta e burocrática. A falta de infra-estrutura de transporte nos remete às seguintes observações, necessárias ao atendimento do modo aéreo às cadeias de suprimento do modelo de incerteza: a) Aumento na freqüência de vôos cargueiros para entrada e saída da Região Norte do Brasil; b) Agilização dos processos de recebimento de matéria-prima em solo brasileiro, e despacho de produtos acabados; e c) reconhecimento do modo aéreo como o único modo capaz de atender ao modelo de incerteza, e portanto, detentor de características especiais no quesito agilidade, frente às autoridades aduaneiras. Metodologia Dentre os muitos modelos já identificados pela literatura para classificar as cadeias de suprimento, o MICS é utilizado para caracterizar as indústrias cujos produtos têm como característica fundamental a incerteza na demanda e a incerteza no fornecimento de matériaprima. Destacaremos aqui, o universo destas empresas, de modo a identificar como este modelo pode se adequar à realidade de um pólo industrial (delimitação geográfica), e ainda à legislação aduaneira vigente no país, ou em suas respectivas particularidades. Quanto aos fins, a pesquisa foi explicativa e aplicada, porque visou não só esclarecer os fatores envolvidos, como, também, contribuir para uma tomada de decisão e propor soluções concretas para problemas concretos e de caráter imediato. 311

8 O universo da pesquisa está referido ao grupo diretamente envolvido na formulação do problema, as empresas incentivadas do Pólo Industrial de Manaus (PIM). Foram parte integrante deste universo todas as variáveis envolvidas no processo de definição de um modelo de estoque consignado para o PIM: a) redução do custo de inventário; b) agilidade nos processos de importação de matéria-prima e exportação de produto acabado, c) redução do tempo de trânsito internacional, agilidade no atendimento aos modelos de incerteza e d) e identificação das diferentes estratégias logísticas das empresas instaladas no PIM de modo a categorizar este modelo de aglomerações. A amostragem das empresas pesquisadas foi parametrizada pela sua participação nos indicadores globais do PIM quanto a faturamento, exportações, importações e empregos diretos e pela sua classificação de acordo com as categorias do MICS, a saber processos estáveis e processos inovadores em cadeias de suprimento de produtos funcionais e inovadores. Os dados foram coletados através de: a)pesquisa bibliográfica em livros, revistas especializadas, artigos, teses e dissertações sobre o tema escolhido. Foram coletadas todas as informações necessárias para embasamento teórico; b) Entrevistas às pessoas envolvidas nos processos de gerenciamento da cadeia de suprimentos, das empresas enquadradas no modelo de incerteza, objeto deste estudo; c) Análise direta de tempos reais, a partir da medição de processos envolvidos na cadeia de gerenciamento logístico, tais como, transit time, tempos de despacho aduaneiro, e simulações de modelos adaptados, a partir da proposta da legislação aduaneira brasileira. A análise dos dados foi: a) Tabulação dos tempos reais obtidos nas empresas analisadas, em particular as de Telecomunicações, a partir da necessidade de adequação no MICS e de modo que estes dados pudessem ser comparados às demais empresas; b) Comparação entre os tempos obtidos nas empresas analisadas e o conceito descrito nas estratégias de gerenciamento das cadeias de suprimento, disponível nas literaturas analisadas, de modo a demonstrar se a prática está de acordo com o conceitos; c) Adequação dos modelos sugeridos pela literatura, e também pelas legislações regulamentadoras no Brasil, aos modelos de gerenciamento das cadeias de suprimentos existentes nas empresas estudadas, a fim de que se pudesse vislumbrar melhorias a partir dos modelos de desenvolvimento já disponíveis e aprovados pelas agências regulamentadoras brasileiras. A presente análise, adaptou e escolheu o Modelo de Incerteza, em seu aspecto mais extremo, incerteza de fornecimento e incerteza de demanda, usando como universo de pesquisa uma unidade industrial que têm sua cadeia de suprimentos perfeitamente adaptada a esta realidade. Os resultados aqui obtidos, portanto, restringem-se às unidades industriais com incerteza extrema as suas cadeias de suprimento, seguindo as orientações da legislação aduaneira brasileira, e melhorando os processos já identificados como promissores, pelas autoridades aduaneiras brasileiras. Estudo de caso: O Pólo Industrial de Manaus (PIM) O Pólo Industrial de Manaus (PIM) é o resultado do Modelo Zona Franca de Manaus (ZFM), ação do Governo Federal efetivada a partir de 1967, com enfoque geopolítico baseado em incentivos fiscais à produção, e orientado a três setores: Industrial, Comercial e Agropecuário, a partir da redução de desvantagens logísticas inerentes à região da Amazônia Ocidental. Seus benefícios fiscais (IPI, Imposto de Importação e ICMS) estendem-se, segundo regimes diferenciados, pelos Estados do Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia e Áreas de Livre 312

9 Comércio de Macapá e Santana, no Amapá. Este modelo, administrado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) há 40 anos, atraiu para o PIM mais de 450 indústrias, muitas delas portadoras de marcas internacionalmente conhecidas (algumas dessas marcas são NOKIA, GILLETTE, COCA-COLA, SAMSUNG, LG, HONDA, SONY, PANASONIC, VIDEOLAR, SIEMENS, PHILLIPS, etc.,) que, juntas, representam em torno de US$ 4,0 bilhões em investimos fixos acumulados até o presente, e distribuídas em vários subsetores, dos quais os principais são o eletroeletrônico, informática, veículos de duas rodas (bicicletas e motocicletas), químico, termoplástico e relojoeiro. O desempenho recente do PIM pode ser vislumbrado por meio da tabela 02: Tabela 02. Indicadores recentes de performance do Pólo Industrial de Manaus (PIM) INDICADOR DESEMPENHO EM FATURAMENTO GLOBAL DAS EMPRESAS US$ 11,5 bilhões 2. EMPREGOS DIRETOS GERADOS 115 mil postos de trabalho 3. EMPREGOS INDIRETOS ESTIMADOS 510 mil postos de trabalho 4. EXPORTAÇÕES US$ milhão 5. TRIBUTOS TOTAIS GERADOS US$ 2,8 bilhões 6. EMPRESAS CERTIFICADAS PELA ISSO FONTE: SUFRAMA Elaboração Própria A tabela 03, apresenta um exemplo real dos custos absolutos envolvidos no gerenciamento de uma cadeia logística de Telefonia Celular no PIM, com modelos similares de gestão estratégica no Brasil, México e China. Os valores apresentados são uma média proporcional a fim de garantir o sigilo das fontes envolvidas. Tabela 03. Custos de Gerenciamento de Cadeia Logística de um Modelo de Incerteza Custos Anuais de Infra estrutura (milhões de dólares) Brasil México China Armazenagem/Manuseio Infraestrutura predial Pessoal Seguro Gerenciamento do Provedor Logístico Total Fonte: Empresas multinacionais de Telefonia Celular. Elaboração própria. Têm-se, portanto, a obtenção dos custos relativos de uma mesma operação dos diferentes países e, em condições de legislação e procedimentos diferenciados. 313

10 Tabela 04. Custo Anual por utilização do m2 do armazém de uma Cadeia de Suprimentos do Modelo de Incerteza no Brasil Custo Anual m2 (em %) Brasil México China Preço em percentual(%) por metro quadrado (m2) Fonte: Empresas multinacionais de Telefonia Celular Elaboração própria A figura 03 demonstra os tempos envolvidos no gerenciamento de uma cadeia de suprimentos integrante do modelo de incerteza, presente no PIM. A cadeia de suprimentos em questão utiliza o modelo de estoque consignado, o que implica, segundo a legislação brasileira vigente, na utilização de um porto seco, como armazém alfandegado para armazenamento de matéria-prima importada antes do início do processo de nacionalização dos componentes importados.o modelo de estoque vêm sendo largamente utilizado pelas cadeias de suprimento do modelo de incerteza, por reduzir substancialmente os custos de inventário. Dada a característica dos produtos envolvidos (alta agregação tecnológica), os inventários representam um grande ponto de preocupação para este gerenciamento. Figura 03. Fluxo de gerenciamento da cadeia de suprimentos com estoque consignado no PIM Verde (98%) AEROPORTO DE MANAUS MAPA DTA-E PORTO SECO PLI DI vermelho Vistoria documental Empresa Vistoria Física 38 horas 16 horas 54 horas = 2.3 dias Fonte: Empresa Multinacional de Telefonia Celular Elaboração própria. A implantação do Modelo de Estoque Consignado no Pólo Industrial de Manaus obedeceu às seguintes diretrizes: a) Armazém Alfandegado sob o Regime EIZOF (Entreposto Internacional da Zona Franca de Manaus): o modelo de estoque consignado prevê que as mercadorias devem permanecer no país em zona secundária, sob o regime EIZOF, e sob a responsabilidade da Receita Federal, disponíveis à empresa consignatária por um período máximo de cinco anos, com suspensão de impostos. O material permanece no país sendo de propriedade do fornecedor, e portanto, com a emissão de divisas suspensas junto ao Banco Central do Brasil; b)processo de desembaraço aduaneiro ágil: o desembaraço completo de um processo de importação no PIM, precisa respeitar quatro entidades fiscalizadoras independentes: Secretaria da Receita Federal, Superintendência da Zona Franca de Manaus 314

11 (SUFRAMA), Ministério da Agricultura (MA) e Secretaria de Fazenda Estadual (SEFAZ). Os tempos de fiscalização de cada um destes Órgãos leva algumas horas, e todos eles somados representam muitas vezes um processo lento do ponto de vista da empresa; e c)processo de movimentação e armazenagem ágil: o processo de gerenciamento do armazém alfandegado, ou seja, o processo de armazenagem e movimentação precisa ser ágil de modo a atender a necessidade de agilidade dos processos de fabricação no ambiente de incerteza. Isso passa pela adequação de lotes para movimentação, transporte e armazenagem. O transporte do armazém à unidade produtiva, por exemplo, precisa ser muito rápido para não prejudicar o processo de suprimento de matéria-prima. Conciliar a legislação aduaneira vigente aos processos de agilização vêm sendo a maior dificuldade enfrentada para implementação efetiva desde Modelo de Estoque Consignado no PIM. Enquanto o modelo de gerenciamento ágil prevê algumas horas para desembaraço de mercadorias internacionais, o PIM trabalha com alguns dias úteis para completo transporte e desembaraço de mercadorias importadas, se utilizar o modelo de estoque consignado. É necessário considerar, no entanto, que a estratégia de estoque consignado no Pólo Industrial de Manaus foi necessária em função do tipo de empresa, com produto inovador e com demanda instável. A necessidade de atendimento ao mercado, numa velocidade e variedade maiores, comparativamente às demais empresas, levou ao desenvolvimento de um modelo de gerenciamento que disponibilizasse a matéria-prima importada perto da fábrica, com vistas ao atendimento rápido em casos de mudanças bruscas na demanda. Por outro lado, simplesmente aumentar o estoque de segurança também não é uma solução, já que o custo envolvido em matéria-prima armazenada, é impraticável, e o valor agregado da matéria-prima mantida em estoque muito alto. Daí a necessidade de adequação de estratégias logísticas, e da legislação aduaneira a este tipo de produto, se pretendemos manter os investimentos deste tipo de empresa no PIM. No entanto, quando analisamos a cadeia de suprimentos do modelo de incerteza, com toda a sua necessidade de agilidade nos processos, e sabendo que o bom gerenciamento da cadeia logística é um dos pilares para o bom desenvolvimento de uma unidade industrial, questionamos se os fatores de atratividade fiscal e tributário são suficientes, ou se o benefício de agilidade logística, é igualmente vital para a atratividade e bom desenvolvimento do modelo de industrial das cadeias de suprimento de incerteza. Conclusões e Recomendações A dificuldade de gerenciamento das cadeias de suprimento representantes do Modelo de Incerteza motivou este artigo, que buscou identificar quais seriam as melhorias alternativas para atendimento da agilidade necessária ao bom desempenho deste modelo industrial, bem como discutir o que seriam os melhores fatores de atratividade para o Modelo de Incerteza. O modo aéreo neste sentido, é pré-requisito fundamental ao atendimento das cadeias de suprimento do modelo de incerteza, de modo que este tenha a sua infra-estrutura melhorada e garanta a agilidade e atratividade deste modelo detentor de alta agregação tecnológica, extensivo também no Pólo Industrial de Manaus (PIM). 315

12 Sendo o PIM um dos maiores pólos exportadores do Brasil, faz-se necessária uma melhoria nos serviços e infra-estrutura do modo aéreo, como suporte fundamental ao desenvolvimento da produção de alta tecnologia, e conseqüentemente produtos de fronteira tecnológica, que em muito podem contribuir para a pauta de exportações brasileiras, já que têm alto valor agregado. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BALLOU, Ronald H, Logística Empresarial. São Paulo: Atlas, DORNIER, Philippe-Pierre., et al. Logística e Operações Globais. São Paulo: Atlas, FIGUEIREDO, Kleber F., et al. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. São Paulo: Atlas, FLEURY, Paulo Fernando et al. Logística Empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, GRIEGER, Martin. In: Electronic Marketplaces: a literature review and a call for supply chain management research. European Journal of Research, LEE, L. Hau. In: Aligning Supply Chain Strategies with Product uncertainties. California Management Review, vol.44. nr.3, SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS SUFRAMA, Indicadores Industriais. Manaus: SUFRAMA, agosto de 2008,

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